I RI B U r ---------------------------------------------------------- 10 1) OI ONT Fundador: Ivaldo Pereira N.o 252. 19/6/77 YEREBDOR CR ZEIR BFIRMII: IGÊ DO SUL SEM l O vereador Nlvaldo de Barros, da A-1 para que ela chegue até Beln Vista". ren, enfoeou no plenérlo a situação ca- Segundo Informações do deputado Ubaldo lnmltosa da Agência Rodoviária local. Barem, o problema entirgla eléh·lca estfl Afirmou o vereador que é "Inadmissível solucionado: Bela Vista receberá energia ver senhoras sentudns nas calçadas aguar- elétrica de Urubupungá ... dentro em bre- dnndo os onlbue, Isto porque a agência ve ... mult,, breve. da Vlaç!l.o CruzPlm do Sul possui apeuas um banco, insuficiente pura o movimen- 10 do mesma. Nem memo um saullúrlo possui 11 agência, e que chega a ser u­ ma aberração, polti uma médl11 de nove onlbus circulam diáriamente em nossa eldado". Disso ainda o vereador "que as lnslalações acanhadas já núo suportam o afluxo de possugelros. sendo de curá· ler urgente um upêlo ao .Dc;RMAT" No sentido de tomar providências Imediatas. "Nós perguntamos: E a Estaçllo Rodovi­ árh1? O terreno para a mesma foi doa­ do pelo senhor Abdalla Satn, e até o momento exl11te apenas a "idéia''. Espe­ ramos que se concretize. Sabemos que a construção da Estação Rodoviária exi­ gira lt1rgoe recursos e que no momento outras prioridades estfi.o nos planos do Ex?cullvo, mas ... c a iniciativa parttcu­ lar? A formação de um grupú econômi­ co belavistense poderia ser uma opção, ou melhor, uma eoluçúo. Diretório e Arena Dinâmico ... de -O ' » r Contam os poetas que o sonho é re­ !lexo da realldaJe. Afirmam os adeptos do pensamento positivo que o pensar grande atrai grandes realizações. Permi­ tam-me iJ0nhar e a pensar grande. Estas palavra" foram proierictas pelo vereudor Nivaldo de Barros. na Câmara lIunicipal. Bastante entusiasmado, o vereador, que é também Secretário do Diretório da A- - i:ina, tez um breve relato de obras pri­ oritáriss que o povo belavlstense tanto almeja: Luz, Asfalto, e até mesmo estrada de ferro, süo reivindicações que devemos diuturnamente encaminhar às autoridades. Nilo nos atemorizemos com as chacotas uu OH pessimismos. O Diretório da Are­ na, no caso do fechamento do Hanco 1- taú tomou conhecimento que se tivésse­ mos solicitado- uma intervenção do Ban­ co entral a agência não teria fecbado. Hoje, o BRADESCO prepara-se para a­ brir a sua agência, grande mérito per-. tence ao Diretório que enviou ofícios à Silo Paulo (Direção Geral) à Brusilia aos politicos da região, Senadores ltalivio Coelho e Rnchid Saldanha Derzi, aos De­ Putados Ruben Figueiró, Paulo Sal_danba, enfim, nosso apêlo foi longe e hoje ve­ mos a realidade. Criança qaaudo chora quer alguma coisa e como crianças, va­ mor- chorar, pois receberemos o que rei­ indicamos. A energia elétrica está para chegar a Fazenda lamarati, vamnos lutar O ex-governador divul­ gou a integra do telegra- ma enviado ao .. Jornal do Slncerumcnto, há qualquer coisa de Brasil", contestando no- Mal n'l Ci.Jsa do Pai. Hó. quttlquer oolsa de ttcla 1mvlada pelo corres- foi porque não podemor> conceber Em- pondente de Campo Gran baixadores de Cristo criados e vividos de que, segundo ele, não t>ntre os Fngradoi- textos. esconderem Interpretou suas declara- mensageiros do Mul, apóstolos da desor- ções com acerto. Els, na dem e da eubv<'rsllo sob o teto da Cnsa integra o t.Plegrama: do Senhor. Pastores cientes dos prlncipl- .,Redator uo jornel os elementares da Teologia Moral abra- do Brasil, Rio de anel- çam cegamente e divulgam filosofia mar- ro. Lí, surpreenclldo, no- xlsla, cujo principio fundumen1al é.a de11- ticlárlo seu jornal, 12 cor•• crença no Pai. "A religião é o ópio do rente, me atribui haver Povo". Nilo snberoos porque este peque- declarado AI-5 deveria no grupo de prelados comunistas e ou- ser aplicndo ex·governa- tros Inocentes úteis, mais úteis do que i- dor Pedrosslan. Pergun- nocentes não tonam n sério as plavras n entrada de uma casa de fomllin rcpnrem que tudo pelo repórter sua fle Cristo: "Dai a Cesar o que é de Ce- nilo ern na entrada cio um Convento encontrei, folha ero Campo Gr11nde sar e a Deus O que é de Det:s". Deixam em moldura de muito bom gosto, cate nviso: ''Fd· a cerca prócessos ine- de lado a Boa Esperança do Evnngelho lem Alegres, rindo mos sem ferir a caridade, nem n humilJadc, nem a discreção". gularidades e tos cor- para emltireru opinião sobre o direito da Agrada, ele inicío, o convite a ser •espontâneo, rupção teriam sido prntl- Terra, Inflação, Custo de Vida, direito natural, o convite n Calor e a rir ... Quando nos cados dr. Pedrossien no rio Judio, direitos humanos, etc. A úlllma sentimos à vontade, falmos pelos cotovelos... exercício cargos públicos, é expressão da moda, assim como estt- Quando temos qualquer problema com nlguém, o respondi apenas Isto: que veram em moda: 'Yankes Fora", Abai- quando andamos amolados, meu Deus, que difi- culdade para falar. Ficamos monossílabos: "Sim", acusações envolvendo xo o Imperialismo" e outras que em cor- Nü,,, "Talvez" ... As pnlavrn~ ficam nrran,:ndu~ n atos subversão e corru- ta época apareciam escritas oos muros sncarrolha. Que bom conselho o de não deixar pção interessam sempre brasileiros, rance8e8, nas paredes do que os outros paguem por nossas contrariedades revolução motivo pelo Harlem e até no muro de Berlim. A con- e nossos problemas pessoais. l 1 te 1dit i1 é ir ttr di Fnlnr sem ferir a cnriclndc. Jú repararam como qua n ° en en a no- fusão tanta que V mos ou ro a num rara é a conversa em que alguém não seja tesou- portuna denúncia sena- debate, na TV francesa, entre o soviéti- rado? E às vezes e muitas vezes, a tesoura desce dor Canal e contra ex-go- co Leonid PIyutch e o Arcebispo itin- fundo e rasga forte. ião raro a reputação alheia vernador Pedrossian, so- rante do Brasil D. Helder Câmara o so- é estruçalhndn com a maior leviandade, sem que bretudo prometi o sena- vi ético mo1,trar ao prelado, profeta do haja nenhuma certeza do ;!,ue e st á sr. n lt>vii-ão estrangeira poderia voltar tnnclo suas vantagens, vai cantando os seus feitos qualquer homem público Jivrrmente à sua diocese. D. Helder res- se nos lembrássemos da gozaçilo a que_ são leva militante nossas agremiu- pondeu que sim. Diante da resposta afir- dos que vivem trombeteando os próprios ·itos... ,, ·tid{ri· Dese ti <. ri-Ih L id, depois e rimos dos outros e dos outras que se espalhai, j ções par! ar1as._ '' mativa inqu rrn- 8 eon , se - se exibem, como pavões que abrem a cuueln e mdo, interpretação dada poderia viajar novamente ao exterior e ficnm rondando, l- ingênuo pensar que no retirar- repórter minhas Cleclara- outra vez regressar ao Brasil. D. Helder nos da roda em_ que cstávao, não _seremos to pães, não correspondem teve que admitir que sim. Diz-Ihe então sados também. Falar não ferir a discreção, será _..-+y--·nt_ or iotj v )h :aro Arcebispo, compare mais fácil do qu: falar sem ferir n caridade e n m Direfor ao t'atrimonio; S llOVIe lCO. O c ·, humildade? ... Qnnl nada .. Nao é f:ícil encontrar P Relaçõet< Públicas: Ezio M sua situação com a minha que nlio quem saiba guardar segredo da verdade. . Às vezes, ç rfcio José de Oliveira. osao regressur à Múc Rursla, e disse até o que é confiado com n garontrn de não •er m !ais que qualquer dissidente soviético passado adiante ... O pr6_prio sigilo profissional as ternado nos Hospitais de Psiquiatria aqui e ali é arranhado. E o, três avims emoldu- d Cuba OU Moscou trocaria, de olhos rados na entrndn dn Casa da familia amiga, por mais importantes que sejam ninpulação. Não pode essa parte do povo Hngua. Feliz de quem merecesse escutar do Se- '' guir o preceito bíblico: "Ganharás o nhor. Us1111es n tua língua de modo udequado. d ão com o suor de seu rosto." em falastes n mais. nem a menos. Louraste ' Bela Vista Sinceramente, d('pOis dessa de D. teu Criador e P 4i. Fiz~•te de tua língua um ins• Cri [elder, eu estou convicto .. Há qualquer trumento de pnz e de amor ... (do livro: Um Olhar Sobre. n Cidade) ,olsa de mal na Casa do meu Pai.'' o e «0 + ·-41. o!' da .. r---------=-.:....---------1 Apartamentos A.no VI Falar, Arte Difícilima D. 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Do mesmo modo, o número de Inlênclas e concordatas a<1sumlu aspecto desolador l---------------­ porqua tudo gim em torno da falta de nu- merário. Onde e11tâ o dinheiro? Todos perguntam. Quais as causas de tanto deslqullibr!o flnancefro? É que os Bancos estilo fecha­ dos na sua grande maioria. Não se atrovem aos grandes riscos nem a outros tipos de tran1:1ações porque o futuro é Incerto e a inflação galopante afugenta as apllcnções de capitais a Cur to, a médio e a longo prazo. O Hanco Central baixa ordens e instru ções severas e anacrônicas que não po- dem ser observadas pelos eetabaleclmen- tos bancários que dela dependem sob os mais variados sistemas financeiros. Em consequência, por falta da dinheiro o País caminha a paesos trôpego&, porque eh, é tão m:cessárlo para o desenvolvi­ mento como o ar que respiramos, como a água para os sedentos ou como a saú­ de para os enfermos. Os financiamentos para a ngricultura são dlficels e onerosos enquanto que os produtos deles derivados são objeto de preços vis, de taxas e de. e11peculaçõe11 descabidas. Uma atmosfera de desconfi­ ança e de descrédito perpassa por so- bre a Naço ao mesmo tempo que os problemas pdít!rcs €ciódom de Norte a 1 ----------------­ Sul ti-azendo a lnRegurauça das instltui­ çõee, a intranquilidade social frente às especulações imobiliária8 e às explora­ ções no que tange aos artigos alimenta­ res. O povo sofre na carne e na alma os desmandos doe inconoclastas e aos deformadores da ord11m pública. Os abusos aumentam eontra a popula­ ção indefesa ante a inércia daqueles que Unham e tem o dever de defendê-la. outras tipicamente lati mais outras, por fim, n , lura é um trecho de B· e guida, dom Héder com s lüm ocidental, un lat de E nesse ponto, atabaques r ma oração· do período. Grosso - Pausadamente, obser tervalos regulares entre pi outra, o arcebispo lê tr •o "A glj.erra se torna, ca - surdo. E verdade literal >- senta potencialmente, sui o humanidade Mas, ao lad O governo tem sido impotente para coibir esses abusos, quando tem .-im su- 8 mãos o Poder Supremo. que merece ser respeitado e aplicado sem temores quando está em jogo a sobrevivência da própria nacionalidade. (João Jorge • Amparo) BILÚ TETÉIII .Um novo ar para seu. e nf or to - Restaurante Iormitórit e ambi te s I er Familiar. Olimo local d estaci .amento. Rua Almirante B rroso 323 BELA VISTA MT. ADVOGADO &$3JI#l0 - Rua 3 de Outubro (ão ião a €)1a»Il Bela Vista Mato Grosso Dr. Oto Maracajá Branquinho Dra. Tazue Hara Branquinho Clínica Geral e Pediatria Funcionando em período integral para melhor atender os bela vistenses. Rua Duque de Caxias Bela Vista - Mt. T r i b u n a da F r o n t e i r a Propriedade da ORJIVAPE SE II. 1II! IM- Diretor Responsável: 0aldo ]reira 'Departamento Comercial: €mando G. @asco Diretar Comercial: claro prira A r t e : Hélio Guedes Corrca Circulação:Jane Velasques A C 1 o ':II P os 1 ç u o: Petronio Leão Lyberncy Lino tair Marques, Laucidio Medeiro 1 m P r e ssão: Nilson Roberto de Souza R Redação. Administração e Oficinas à ua Duque de Caias S/N Bela Vista. MI. Assinatura Anual Bela Vista D CrS 150.00 emais .Mnnlcipios CrS 180,00 ·----------- z s. RTI _Máquina de Beneficiar Arroz, e Sécador i UMA ORGANIZAÇÃO PARA pERVIR para Cereais Atacado e ANTONIO JOÃO E REGIÃO Varejo, Rua São Pau I o S/N Antonio João r ' . ... Bela Vista - Mt. -------~ T1ibun11 d!l Fronteira Hl-G-77 o 1 Sendo, neste momento, a primeira o­ portunidado quo uso enta 'Tribuna, neste ano faço-o com 11. maior ulegrlu, pois, teuho n oportuolclado do congrnlul11r-me efusivamente, com o Sr. Presidente Lr nesto Gelsel pela históricn o cortíssima decisão de orlar um novo E tudo, na Fe. deraço Braslleirn, o Estudo de Campo Grande, com o desmombramonto de uma pequeuu parnela do Imenso o rico Esta­ do da Mato Grosso. Eslá•HO lnfoi-mado que, brevemente, ch11garA no Congresso Nacional a roen­ angem concretizando a doc!Rüo raferldu em termos leguls, atrav(~ de Lei com­ plementar. O lntoressante que muítos :la• quales que, enfáticamente, diziam-se con­ tm a orlaç!ío do novo Estado. aqui mes­ mo• na Câmaro, hoje, arvorem-se até a ntluglr posições de relevo na Yl Campo Gran­ de devem ser liderado• pol!ticn o nclministrativnmen• te pelos lideres polltiros que desde n prime.ira horn, de públiro, som constrangimento, declaram­ +e a favor da medida, aliás das mais sábias do Presidente Geiscl. Pnrabéns, Sr. Presidente Geisrl, pela decisão fato dos mais importantes nn História Pátria des­ tes últimos tempos, com notáveis vantagens, no etor de Segurança Desenvolvimento, no só dos doí, Estados, como tombfm pntn toclo o Busil. Vivam os dois Estudos, Mato Grosso e Campo Grande, duas futuras grandes Potências, lo contex­ to brnsilciro no setor do progresso e desenvolvimen to da Pátria Comum. Senhor Presidente, Srs. Deputados, o princi­ pai motivo, no entanto, da minha vinda u este microfone, é outro, isto é, assinalar o fao dolo­ roso de saber-se que rnois uma vez, 11 l clrobras não toma conhecimento de !l1nto Grosso, do Ccn• tro Oeste de um modo geral e cspecinlmentc do Pantanal Matogrosscnse e Campograndense, para áreas de pesquisa, através de Contrato de Risco ou pela própria Petrobrás, que enu_saiba, de Petró­ lco. Já discursei, destn mesma Tnbunn, olertondú e protestando, junto Petrobrás, o Governo Fe­ dera] de um modo genérico, contra essa pré·indis­ posição, com referência n pesquisa do imenso ter­ ritório matogrossense e campo2randense e da re­ gião Centro Oeste, destncnndo-se o Pantnnnl, co· mo rea que deve possuir imen,ns rl'sen·ns petro· Híerns. Lanço-se n licitação, dez novas áreas, to· das menos uma, na plataforma submarina c a re­ i;_iào Centro Oeste, nada. Fiz, nqm, Sr. Presidente Srs. Deputados, longo pronunciamento, _ ':'" nno passado, juntando provas de que. e x1st e m indicios concretos da existenciu do '.ouro negro", na imensa plamGJe, rntitu- (" lntln Pantooal, ·ao Bruail e no P,iragual, chamada C1rnco. Já ao provou quo no Chaco que é o Panta11ul no Paraguai, há petrórno, mar-, no Brasil, ondo o Chaco. chama-ao l'antnnul, niio existe, o mesmo caso dá-se quanto a Bolivia. Há Petróleo nos nntcplanos bollvla• 1101,, bom como 110 Chaco Holivlano, mas no Brnsll, não existo, ou melhor nunca lle futo, fuz-se, polo menos que ou iba, um trnbalho sério de peaquh1a e proe• pecção na referida ruglào, antigo Mar dos xnráls, com aproximadamente 300. 000 kms. quadrados. A imprensa escrita, falada e tele­ visada, faz poucos dinas noticiou que o projeto radum, constatou manonclal pe­ trolífero, na Ilha do Bananal (rngiü.o Cen­ tro Oeste). Nü.o me consta que a Petro­ brás, através de Contrntos de Risco ou por ação própria, irá implantar naquela Ilha, aliás, a maior Ilha fluvial do mun­ do, uma base de perfuração, ou seja im­ plantação de uma 1nfrnestrutura du pe­ trobrás, objetivando atingir o l;,nçol, constatado pelo Proj6to Ra, Sr. Presidente, Sr■• Deputados, mais uma vez, cm nome do povo matogrosvense e cam­ pograndense, o protesto, o desencanto e mesmo a reola, contra o-Petrobrás, peln sua atitude de dcoconheccr, Mato Grosso·, o pantanal e n região Centro-Oeste, como prováveis áreas de ricas pos­ sibilidades de encontrnr-se Pe1r6leo. Que Deus. ilumine n intcli"êncin dos técnocrnt•• e burocrn• tns ' A agricultura só é forte quando é mecanizada. Mecanize sua lavoura com Ma.ssey Ferguson . Do desmatamento à colheita, u maior e mais completa linhn de máquinas e implcmcntos ogrfcólns do Brasil. 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"Sy-S3à 2;;s;;;- %22±e± ±a#J%2M - S _ ?é5 ti"bêsffftssétff f ::;.,.~ ';--s.c•!.;-.,;, ; ~- • ...:', ~--.---.-: "7'.:;"cL, _ •. • _ -~ - • .. ·· • ° g-+. .__,_ · -~ " [J /1 [7 ·AMA ,..,, APOLJNAO MA UMA$ AGRKCOLAS LTDA. = ·- A l:Y Ma {] OO@WlID CE-EFT [wJJ S$87E7CM üEC ca mm Rua Teodoro Sativa S/N .. Bela Vista - Mato Grosso Matriz: Rua Marechal Fia;ias, Es. / 4.a &e Cutubre, Fone 139 - 424 Ponta ora = Mato Grosso Filiai: mambai Escritórios se "enlas %ntonie 5cão, Caracol e lral Moreira INS Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador para· Cereais Atacado e Varejo. UMA ORGANIZAÇÃO PARA. SERVIR ANTONIO JOÃO E REGIÃO . t1,: 1 l:J l ) l A, (1 n ' ~ o h de Me Me )/ ( 1 1 ( Sh Jlv J d Áe ,_,. • fl o t, A 1•1 b, Jl to ' ro . lc ; 1 1 t ), (, f;• de de !!. 0Lt, (()_ . t<. F de lll te, l'/ •· • l Rua'São Paulo S/N A n t o n i o 'J O ã 0 M T. - - Bela Vista - ML. Trlbuaa ela Frrnntela 19-G-77 l O Jnsllluto Nacional do Colontz,1çã<, e Reforma Agrária - INCRA, través do Coordenador Regional no Estudo do Mu­ lo Grosso, com Indumento no artigo 3% do Decreto nº 7G,GU4, de 28 de novembro de 107íí, combinado com dltiposlo no1< ar­ tlgos 2 do Docreto Lei '.nº 1414 de 18 de ngoslo de 1975 e 5% da lei n0 4947, ae 6 de abril de 193, convoca Adolfo Sn. Jomfi'>, Alady Escobar Nunes, Alclllo Lo­ reno Schaurlch, Ataíde Marques da Silva, Ary Domingues Vieirn, Alicio de Souza, Altair de Souza. Alvuir de Assis, rruerl­ co Feliu, Almançor Ferreira Leltl:l, Anto­ nio Pedro Zardln, Armindo Pydd, Arnal­ do Paes Barreto. Antonio Cardoso AU· guslo, Acloly de Souza, Beltrão Lopes da Silvo, Crlstovão Ifran Costa, Clovis Pu­ lrn da Rosn, Clementina de Souza, Cindir de Souza, Celso Coelho Xavle1•, Deollnda Medeiros, Epaminondas Escobar, Edson iledelros de Mores, Eládio Rojns, Evl­ láslo Nunes de Mlrandc., Flori Murano, Gentil Vargus da Rosa, Gilberto Klrchner, lforáclo Marques da Silva, Hugo Klrch· ner. Irineu Amaral Cardinal, Inah Pinto Curdlnal, J oo Loureiro Pinheiro, José Slmplício da Costa Marques, Jullu de O­ liveira C1mlinul, João Fernandes Cano, João Eslfwão de Castro, João Francisco da Silveira, Juvel!Ul de Souza, Leandro Acloly _de Souza, L~zaro Correu da 11- rr va, Manoel Rodrigues da Miranda, Miguel Antonius Remacre, Maria Antonia da Sil­ va Arce, Nndlr de Souza, oacir Garcia dos Santos, Nicanor Lima, Oscar Araújo, Ollmplo do Amaral Cardinal, Oliveira Vi­ tor, Pncáclo Aréco, Pêgo Loureiro de Almeida, Paulo Coelho de Souza, Rõmu- 111 Pei·eiru, Rodolfo Gonçalves Terra, Ro­ berto Gcnçalves Terra. Sebastião Milton E Rosa, Sebastião Zacarias, Sergio Rober­ to Perondi, Tibiriçã Lour(!iro do Almeida 1- 'irgílio Pereira dos Santos, Zoé Lourei- ro Pinheiro e demvis detentores de títu- 1 los Nujeitos à ratificação. abrangidos. pe- 1: 1 , Memorial Desorltlvo a seguir transcri­ t ), a apresentarem seus títulos e demais :, cLcumentos relar.lonados 110 artigo 3.o da eus parágrafos do Decreto n.o 76.6!:!4 1 ele 28 de novembro de 1975 polo prazo de 6O (sesenta) dias corridos, contados partir das 8,00 boms do dia 20 de ju- nho e até às 17,00 hs. do di 19 de agos­ to de 1977. A apresentação dos citados documen­ tos deverá ser feita na Séde do Projeto Fundiário de Jardim, à Avenida Duque de Caxias, 989 em Jardim MT. A não apresentação dos citados docu­ mentos importará em ra6trições· legais relativamente aos imóveis cujos detento­ res nã.o se habilitarem ao processo rati­ ficatório uo prazo acim,a estipulado. riu uo :'lluníclpío de Dela Vi@ln )lt, com uma oon· formação irregular, abrangendo aproximadamente 129.000 hectares (cento e vinte e nove mil hecta­ res),estando compreendido quase na sun 101.alirlu­ de, encre os rios Piripucu, Apa, Córrego Sombreiro e São Lui. Partindo da confluência dos rio Pi­ ripucu com o rio Apa, eguindo o rio Piripucu nc1mn mnrgeu1 C►) - Cartão, dé fdentificação de contri­ buinte (CIC) c) - Certidão de casamento. III - De ·Pessoa Jurídica a - Estatuto ou contrato social e 11uas alterações passadas' por certidão dá junta· comercial ou Registro civil das Pessoas Jurídicas; b) - Docu·mentos·yessoais dos diretores mencionados no item, II, . que deténham poderes de representação da firma. c) - cartão de Inscrição no cadastro Geral de Contribuinte, CGC OBS:· - Os documentos poderão ser apresen,tados .nós oj,Jg:ináíà ou em foto- cópias autenticadas.' ' Dr. Ivan Manso, da Costa Mares ADVOCACIA EM GERAL' " Rua Volont.ários do P.itr:io, 376 - Fone 210 Bela Vista Mato Grosso (Continuac;:ào) Fragelli pretende • ' deter corrupção com punição de Pedrossian pelo Al-5, , Sobre as den(molaa tel­ tai; pelo, Senadol' Mendes. Canalle aontra o Sr. Pe. dro Pedrosslau, o Sr. Fra­ galll• assegurou ,que apó­ ia o parlamentar arenls­ ta, "pois o Governo não • deve, em hipótese lgu- , ma, permitira presença de corruptos, sejam .da, Arena ou do MDB, na I­ da .pública". Julgo con­ venientc ,o Governo.pro11-, seguir com a1 oper11çõesr de preJerêncla. .atradM de um orgão oficial.e.i dõoeo, como 11. CGI (Co­ missão Cieral de Investi:. • gações) As lnvestJgações rea­ lfzadaR pelo Governo so bre o. enriquecimento do Senador Orestes Quércia (MDB-SP.), -na ·oplnlllo do,: ex- Governador, ''mos­ trem que a Revolução está fazendo o possível para· banir da vicia públi­ ca. os corruptos. Por I8so, deve-coÍ>tinuar, na,· sua, missão, sem. observar Partidos volítico11: ,Se., (). · Sr. Pedro Pedrossin er­ rou e corrompeu preud­ sa ser punido com base no Al-6. • ' ' " " As lideranças da Are­ na oofirmaram que. na próxima semuna dever ser divulgado. documento contendo uma série, de prova. que incriminam, 1 o ex-prefeito, de,, Campo. Grande, Sr. Levi Dias-- do grupo Pedrossan,e.a colocam como pessoa, "que enriqueceu mais,, depressa e em, menos tempo_, que Orestes Quér- cia."" ex-Governador Peuro PedrossÍÀÍl ~o,lpJ encontrado _em sua, res±- dência, no bairro do Jasr­ dim dos Estados. Uma em pregada repetiu, apenas, informações anterioras "Ele. viajou para o inta­ rior". E IMPOR·IIDORB BELl YI.S.JI, tTDA • --: • " , ; .,. J.,- - - • ~:.: Sementes RUA Seletionadas· I L OSORIO S/N - Lubrificantes •)' .,. ' , BELA VISTA· - Inseticidas I MATO GROSSO Bela Vsta - Mt. 19-6.77 -------=--- -- Triuna d Fro!"t --------- DCONTECEU O Deame com Charme no Balle da Rosa oom Amor DI 9 sábado foz 0 3 Ano Magistério sua entrad mapistrul no primeiro semeelro cio nno social cio 1977. Animou u fosl1L um mngalflco conjunto musical que honra lho seja feitn esteve inpro a ltu de todas us pedldu, do todas IH! aollcltuções animando o umbl­ ente, dando tunto o sabor moderno tão a o8to da mocidade, como nquele tom de velhos lompos que os velhos e os ma- • Is maduros sompn, gostaram. Logo upós o tempo rnuslral ex<:cutndo vem 110 microfone a flgm·a sempre que­ rid do GIUrn Lino, pura a nossa lntiml­ du.de, mas p111·n o O.mbllQ oflclnl u Exmu Srf•1 Delegudu l{eglo1111I ele Ensino upofun­ do o trabalho das jovens 3° aista do Magietérlo em suu bellsslmu "uvanl pre­ miar". e ela que nos fula conduzindo o desfilo: "Ainda bem que no Brasil só fuz frio, mesmo, no Sul. No r(•sto d 11 pais, pratl­ oamenle níio existe Inverno, pelo menos não o daquele frio Intenso bem europlclu, que a gente se uooslumou a ver nos fil­ mes, daí não ter seflllcio, nfio fnz1>r sen­ tido montar um guarde-roupa pesado Imi­ tando a mod11 Européia Escolha roupas leves como estae, prá • Uons e gostosas de usar. Nos dias mais frios, um Blnzer ou um Xale é o suficiente pura proteger você querida amiga e de um jeito muito femi­ nino, "Ná.dia Boutique", fazendo presença nes­ ta resta de luzes, de sonho e de amor, representados na flor que você deu a sua namorada, sua ftlha ou sua esposa, e ó. esta muito em particular, porque recorda e relembra os puros dias db sonho, suge­ re no decorrer desta festa esses e outros tantos modelos bonitos para serem usa­ dos neste Outono/Inverno de 1977. Toda ria, apreciemos os nossos mode­ los, todas eles senhoritas da nossa socie­ dade, e que não sendo maa.-quins profis­ sionais, desfilarão com todo seu jovem "charme" com sua elegancia descontrai­ da dando br!Iho à apresentação dos mo­ delos e às quais o 3º Magistério e ,.Nádia. Houtlque•·. agradecem scnslblllzudamente, pela colaboração tão u altura do encan­ to do momento. Com todas as mud110ças da moda. que ora valoriza o ,.terninho" e l)ra co• loca em evidência uma outra peça, u saia nunca pareie ponto. Feminina por definicllo, apresenta-se sempre com diver­ sificação de 1,stilos, vestindo .. bem" as mulheres de qualquer idade, ei-las que surgem: Luclene Galli em saia xadres. Aqui mulheres de sala reta. Ali mulheres de saia pregueada, lembrando a década de t960. Mais alem, pernas urgindo atravéz da fenda de uma sala ,.semi" fechada por botões e presilhas. Afinal qual n. saia da moda? todae, não há uma só, um sõ tipo. Há muitos como este que Luciene nos apresenta, em lii escocesa xadrez colorida, tendo acaba­ meoto lateral em franjas e presa por um alfinete dourado. Acompanha blusa ,preta" e botas. Maria de Fatia Arguelho, sa­ ia e blusa Cheias de pregas e plissadus em tecidos leves, mas que aquecem, ns saias ue Inverno i::1lo super versáteis. Vencem o frio, facilitam os movimentos, valori­ zam a silhueta. Clássicas ou informais das são elegantes a qualquer hora. ' Seu andar se transforma uma dan­ ça, num vôo quunrlo voce se entrega à sua doce e irresistível caricia, Fátima veste, &companhando essa belisslma saia, blusa branc!l em nlgodilo sanfonado. Elizabete Araújo, saia e blusa. Beth, nos motra uma saia de ve­ ludo gel: com blusa em malha v11rme­ lha, tendo como detalhe prata, muita pra­ ta. Antes da uprer-;enlaçilo de mais do­ is "manequins" a múslca tocou e houve muita leria n0s corço0.. ,, Nunes Depois parece Dora Alice (Jcous) O jeans é sensacional! o jeans de "montão" pura alegrar a juventude Jeans é sensacional mesmo. fantf1stlco, um r::how de moda. ,Jeans. mas é cluro: a lndlspen. ável, irupagflvel, surrudn e dl'sbofada calça jeans. Que voce vai usar. Para vestir com e­ la oamlsetlnb11s bem esportivas formam es 1 eo gracioso conjunto que Dora Alice nos traz ... Slrlene Nabnn (macar./lo) • É a vida, {I a cor, é aquela dcscontra­ çfio mnravllbosa de poder vestir Jeans e estor eleganlérrlma. E voce pode. Sabe que u sua juventude permite. Purn voce selecionamos o brim verde-oliva, com a­ botoamento em zlpcr. Reparem os dela· lhes nos bolsos e pala em sutache doura,lo Depois do dt>senvolvltnento gracioso desta jovem apresentando seus modelos um pouco de música (e que musica! muito bôn música!) tivemos novnmcntc Luciene Galli apresentando-se em Dlusilo com cnpuz. Ounndo o pnpo é trnbnlho ou estudo, elns na garotas, querem curtir mesmo inteira liberdade de movimentos, sem deixar de ludo ,.nquele· chor• minho,. c•pecinl dos ou cote~ lê nas mais diversas texturas é o: tecido que mais se destacou nas coleções do todoe· os fabricantes de modas do país. O macacão continua presente nes­ te Inverno, e aparece mais . ajustado, cheio de detalhes, ideal para ser usado em qualquer ocasião. Este modelo em veludo cotelê ver­ de que Lleth ,;e nos aprt>senta, é fecha­ do por grande ziper, que se r.epete ao fechamento dos bolsos na blusa e na calça. Neuziha Borges em vestido, • • de corte vestidos, »ot46, TO%%; nod de mas pertgito; @ mesmo "!}"i ão uno Inverno. E ainda que "O" copie esta e.i?{% a.cite.4o «se • :.%%± mInina, delicada, qU',, em veludo c2- te que a Neuza vee. 4 es com bolsos urematalos tele marinho, d As fivelas pratea- em sutache branco, ua • letur das amurram o cinto, e para comp ""%;na em calça preta e bus ta- bém preta ·ti "Nadla Boutique" também quer pari cipur de f-ua el'lorla, escolhendo para você o que há de mais bonito para le­ var na mala rumo Norte, rumo sul. Preto, sempre o preto... é o que Fã,.. Uma nos traz em calço. de veludo preta o uma encantadora blusa também preta em "lurex prateada". Acompanhn um ca­ saco como você gostu: tipo japona, man­ gas raglã, bolsos lnterais e cupuz com pele. Outra vez múslcit, de)[clando a tods sútll e como um sonho preparando o am­ biente para a contlnuaçiio do espetáculo. ...eo encanto se repete; ' Agora Slrlene, Neuzlnha, Dora e Luciene. Ainda que o Inverno esteja quase che­ gando, bom mesmo para a mocidade, é a moda livre, não rotulada com estações ideal para a dlversl!o. Slrlene Nabhan em conjunto ele veludo É inverno. e antes que você se Imagi­ ne envolta em longas peles, lembre-se que, num país tropical cs frios e cinzen­ tos dias de Inverno, não são assim tão frios e cinzentos, e que portanto, a mo­ da eacolheu, entre as tpndências nacio­ nais, os tecidos e modelos que mais se adaptam o. este clima Indeciso. O resultado Está aqui: Slrlene veste um lindo conjunto marroncafé em sáiu e bolerv, tendo como detalhes, gregas, numa linda combinação de cores. No interior blusa beije; nos pés o acom­ panhamento indefectível de botas. euza Borges, deslumbrante em calça de veludo azul. Junho, férias... Inverno? Bolas para esse frio úmido e cinzento. Neuza, nos mostra o conjunto apropri­ ado, calça de veludo marinho e urna "chi­ quérrima blusa, também em "marinho'' pala Inmê dourada com ciuninhas mari­ nho para não fugir do tom e gregas verticais douradas. Dorn Alice unes, um deslumbramento em Ycr­ melho de um conjunto moderninho. Um conjunto como você gosto, com mangas rn"lã, bolsos obJi. quos, muito confortável nos detalhes. Muito ele­ gante no curie. Dora vete um, moderninho e cm vermelho, de covas caldas. As mangas estão chegando, e, quan­ do longos, pedem sempre muitn nmplidüo. Completnndo•o, culça comprida e blusão com as listras da grande moda e com fendas laterni1 nmnr­ rodns com rolete. Finalmente nesta seleção de peços a presença sempre simpática de Luciene Gali, num vestido "Folk", Dentro das tendências básicas da moda, as con­ fecções brnsile1rns desenvoh-crnm os temas folcl6- ricos e tnmbém os linhus mais eoíisticndas com "brilhos" e saias amplos. A sua preocupação: o vestido certo paro uma festn. Você o quer mnrnvilboso, personnlíuimo cheio de charme, então, procure um "vestido ccr~ to" como ente que Luciene veste, 'conjunto em estampado, saia em pregas, barrada com flores que se repetem nu mangas. Bolero preto, enfei­ tado com gregas rosa. Para com pletnr o todo, botns marrom. Aqui houve a pausa mais que necessária, mo­ menta sofisticado de música bem brasileira, um sumblnhn ou outros g1 ãos, encontrará um modelo de Colheit:ideira Automotriz SLC (do tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que lhe proporcionar:io tranqilllídade hoje e a certeza no amanhã. Por tudo isso, os que já c.onfiararn a sua co­ lheita a urna SLC acreditam no que plantam porque sabem com o que colhem. [2l ~IURCl!l CU4VIR4 lID4 ...... - r - 1. !-· L-·-· 4 :. •-tl·_ ,.· , , » e ~":~ :, ;,,._',. .... 1 ?i . [ s,o • 35E. j ?-' .... ,.,.. . ... ..... : % ·±%±h?s itism o-r-. Tratores Valmet . Colheitadeiras SLC - lmplementos St!lecionados_ ~ Assistência Técnica Permanente Matriz: Rua Marechal Floriana 2049 - Fone, 28$ - Cx. Postal 180 - Ponta Porã - Mt. FIU IS : l##ti WEL, V,tT ..... J 196.7; Btln Vi h • 1 ft. 'Trbun d Fronte!ra HII CONTESTD SECREJ'RIO DE ENTREVISTII 9 EDUCIIÇBO D O DESTAQUES Culabá • O Deputado Paulo Saldanha criticou a entrevista que o s-,cratárlo da Educa.cão, professor Louremberg Nunes Rocha concodell à imprensa campogran­ denso defendendo a Implantação d Fo­ culdodn de Agronomia nnquela cldndo. "Hespello multo O secretário da Educa­ ção" . disso o deputarlo Paulo Saldanha . "pos1rna a quem reputo, um dos mnls 1 competentes auxllinroH do governo Garcia ! Neto, entretanto, dlncordo t~talmeate do S. Excia quanto à localizaçio do Curso de Agronomia que, ao nosso V,?r dove­ ria ser na oldnde de Dourados • Salda­ oba refutou todos 01 argumentos apre­ sentados pelo secretario à imprensa cam pogr,mdenso uss, argumentando que o documen­ to "fala inverdades ao dizer que o povo brasileiro não sabe o que· ocorre em seu próprio País", face ao cerceamento da informação e da expressão. O líder do governo afirmou que "os grandes jornais que podem influir no pen­ samento nacional, como a "Folha de S. Paulo", o "Jornal do Brasil", ''O Estado de S Paulo", "O Globo", e outros, publl­ ear diariamente, o que ocorre no País, e muitas vezes, até abusando". Eurico Resende disse que "os jornais tan­ to publicam· e têm acesso a· documentos, os quols muitas vezes devei-Iam ser man­ tidos em sigilo, que: por exemplo, no de­ bater em plenário o caso Lutfalla, o se­ nador Brossard valeu-se do noticiário da Imprensa, para fundamo n tar o seu pro­ nunciam ente". COLUNA DO ACiRI- PAULO CULTOR D EHÇAS . O ARROZ IAC/47 SALDANHA NUYA PRORRO- Dr. José Alberto Cotrim Há 4 doenças principais que infestam os arrozais dosln nossa regíão sulina. E são elas combatidas no campo pelo ogricultor usando defensivos caros e u­ pllnação paciente tudo fazendo p11ra sal­ ver sua colhelL-l. O controle natural dessas doenças, mais econômico fica requerendo apenas um pouco mais de compreen!ão que o con­ trole empregando substâncias quimices u­ ma vez que nem sempre uma ou duas a­ pllcações conseguem debelar a doença. Temos a1:11:lm a Bruzone, a Helmlntos­ poriose, a Cercosporiose e o Oidlum. Deo­ sas a de mais fácil dlstlnçào para o téc-· nico de campo são: Oidlum e n Cercoaporloc,e que atinge principalmente as variedades tardias po­ rem constltue uma doença de não fácil distinção. Das restantes a distinção técnica entre uma e outra não é fácil uma vez quo os sintomas se assemelham na planta ataca­ da. Havendo necessidade de distinção se­ ria melhor enviar amostras infectadas a um laboratório de fitopatologla e aguar­ dar os resultados. O fungo da Helmintosporiose é mais resistente do que o da Bruzone e parece que este ataca mais a planta afetal'.ldc a produção das espiguetas dando grãos chochos do que a Helrnlatosporiose que se manifesta nas folhas e consequente tambem na formação dos cachos mais tarde. Portanto tomando por base os livros que abordam este assunto, pode-se dizer que arrozal infectado por essas doenças apresentando grãos chochos é bruzone pe­ los seus sintomas. No entanto classificação correta sómen­ te um laboratório pode apresentar atra­ vés do seus mestres e aparelhos. Todos eles são Deuteromlcetos e sua classificação pode ser baseada nas fruti­ ficações de acordo com a tabela esporo- . lógica de Sacardo. Todos pertencem a mesma ordem sen­ do que 2 deles pertencem a familia dos Moniliacae o os restantes são Dematíacae. 2 são fragmosporos, a da Bruzone e Helmintosporiose, temos um amerrosporo e finalmente um e1:rnolecosporo o da Cer­ cosporiose. Portanto pode ser diat!ngnido com al­ guma facilidade sob a lente de um mi, croscópio de algum laboratório e aos o­ lhos de algum arguto observador técnico. Siio tambem 1mas frutificações diferen­ tes uma vez que nos primeiros elas são livres e claras enquanto aquelas da fami­ lia Dematiacae são tabera livres porem escuros. Neste ensaio feito nesta cidade com ini .. cio em 28/10/76 foi registrado dia 7/1/77. "Presença de Helmiotosporiose e Oidium, plantas bem perfiladas porem não se de­ senvolvendo bem apresentando alto grau de infestação Portanto aos ô7 dias do vida estavam os canteiros contaminados e as plantas apresentando deficiência de desenvolvi­ mento normal no campo já havendo que­ da na produção. Sabendo que o arrozal não está apenas sob a infiaência de doenças e que as pra­ gas constituem um fator maior de queda de produção, no final do ciclo o rendi­ mento é pouco e o agricultor se deses- , pera culpando suas terras e a região que é imprópria ao planUo ou ao no que não é de arroz. No próximo comentário abordarei o as­ sunto de como conseguir um controle n­ tural dessas doenças e outros seguirão a­ bordando as pragas que ssolam o arrazol Gnçio SE NECES- , SARIO Assembléia Legi , l II t i v a de Mato Grosso resolveu prorrogar os seus traba­ lhos até o dia 30 de ju­ nho e se fôr necessário haverá outra prorroga­ ço", a afirmação é do deputabo estadual Paulo Saldanha, presidente do Lesgislativo mutogros- 8ense. O parlamentar are­ nista lembrou que estn prorrogação não vai one­ rar o Tesoureiro Estadu­ al, pois ot1 deputados ss­ tadualo adotaram esta medida unicamente parn atender 2.011 interêsJes do Estado, considerando o grande volume de men- 8agens enviadas pelo go­ vernador José Garcia Ne­ to. Como estas mensa­ gens são importantes pa­ ra a vida administrativa de Mato Grosso, os do pulados esêad11ala decidi­ ram sacrificar o período de recesso parlamentar regimental, que vai de 15 de junbo a 15 de agosto. Entre estas mensagens existem algumas que i­ teressam a funcionários da Secretaria da Fazen­ da, ao Mioistério Público, ao Tribunal de Contas e à Auditoria .Militar . Mes­ mo com esta prorroga­ ção, explicou o deputa­ do estadual Paulo Salda­ nha, a Assembléia Legis­ lativa de Mato Grosso Astará reunida regimen­ tal.mente no fim do reces­ so, o que aoostitul uma decisiva colaboração do Poder Legislativo às ati­ vidades admínJatrativas do Estado. Preço deste Exemplar Cr$ 3,00 E FOQUE (FATOS E S SEREIJ,TA AGRADECIMENTOS ,' oln de Verônlr-a L. Mcllo recebeu por ocnlo Os lunos da_7. série da I"",de- de seu nt, uma alegre orest que eun. 1.o e .o ru Castelo Branco 'h", tou 'com a presença de inúmeros cnmais cem _a todas s pessoas que """, ', do Movimetito Faltar. entre os quts colaboraram de uma forma, o %",,,,{ destaque! pela nimção contuglante; AI- ra a concretização do trub:.dbc berto - Orlllu, Gerí!y • Salomé, Antonio. Nu- Bela Vlstu. Ir, Clóvls • Ana. T 0/6+1090 0 a Fr nteira • / o da 1 RrgíJ,, a rt ' JANTAR Nn resldõnclu do Sr. Fernndes Alveu Oom<'n aconteceu um juntar intimo, on­ de o prato principal ora curn<>h·o assado Compurecernm: Comndante Ederney Sil­ va o Sra, Diretor d CIretran Fernandes A. Gome11 Fº, Empresário Alfeu Hut!Ht11 e Sra. noompa11h11dos da fllhu, a menina• moça Evunlr e seu namoradinho, os pe curistas Belinho Barbos e Nego Z«ca­ rJns, oomeromnlo Clóvls P. Rosa e Sra. Jurm111Etu Jvuldo Pereira e Sra, u Srtns. 'l'llnlfl e Fútlmu ooru pua m!le, Sra. Hll­ dn. Em ambiente dl cot·dlulldudé prosse­ guiu o delloloso juntar, regado de multa bebida. , OHURRASCO Sr. Gumercindo e sua espo~a, Sra. Mou­ ra. proprietários da boulla fuzenda Sucu­ ri, comemoraram o dia de S{o. Antonio oom um suculento churrasco. Grande nº de convidados fizeram-e presentes. Na ocasião foi também comemorado o 1% a­ ninho de Marco .ntonlo Velusquez. Foi servido um gostoso bolo, decorado com motivos juninos (aJIAs, bastante elogiado pelo sabor) feito pela Sra. Salomé Melo Sll va. A os anfitriões nossos elogio~ pela festa e os parabéns ao l1arq11inho. toiro#3 A "'IVERSÁRIOS O casal CJ.óvls e Iná, avós de Douglas Rosa Gomes comemoraram o nat do lin­ do garoto com um bem servido almoço, onde não faltou um lindo e delicioso bo­ lo. Ao ucontecimento compareceram inú­ meros amigos do casal. Parabens Douglas O ANIVERSARIO do 1º uninbo de Pedro J osê Palmleri Jr, também foi festejado com muita ale­ grl11 pelos seus pais: Pedro e Leda. Os convidados (que eram muitos) foram re­ cepcionados com um jantar. Ao gurotão votos de felicidades. VAIA É o noma que recebeu a tinha, filha do casal Amaurl e Eva. A ca.mura munlclpnl de Uola Vista, reu­ nlu-se ontem ("graças a problemas Infra­ estruturais a coluna e21!á suindo com to­ que de atualidade ... ") com a presença doe vereadores Afonso Dlllon, Ntvaldo de Barros, Ely de Araújo, José Marques, Osvaldo 'Turint, Noedl Laranjeira, Ildefon­ so Pinheiro e Gelúllo Lino. Faltou: vere&· dor Carlos Centurlilo. +-0%08309 Inúmeros assuntos foram debà­ tldoe ,1e~tacnndo-se a ntunç!io do verea­ dor Nivaldo de Barros, que através de sollcltaçúo pediu a criação de uma Co­ missão pura levuotamento do patrimônio rla Câmara Municipal. .. Mttls notícias da Cmru na prlmrlra página ... eles mere­ cem. 839006%3 O leltnr da Tribuna a partir do próxi· mo número sentirá uma mudança. radi­ cal no aspecto do jornal. .. cada vez que o nosso Diretor vl!1j11 parn Silo Paulo "a­ parece" com idéias novas visando sem­ pre aprimorar o jornal. .. A edição de 20 de Julho circulará mesmo com 80 pA­ ginas ... sem interromper a circulação normal. .. é dose. .. vai ser uma "Edl­ ç!l.o !Hstórica·• ... os pecuurlstae da regi­ ão estão colaborando, numa·prov1:1 cabal que a Tribuna é o "org!!.o que represen­ ta o pen11aCI'ento beluvistenae" ... o resto e:ilo meteurot1 que pae:sam, iluminam um pouco a estrada, mas não deixam o bri­ lho permanente" queremos ser a luz constante ... • PEDRO PEDREIRA Pedimos ao presidente do Gremio tr oro Rufmo que não esqueça o Papelab:. 0 jornal Promovo e co ,j%" idades so«tis ,e cura de Bela Vl11ta e Merece o Oev1d(1 Respei­ to quanto ao tratumentó nilo vamo!' esá@cr que "«duccão é inerente %g""%} uer clduóúo com um mínimo de cu ura ~uoca Pedimos Favores A lfnguem ••• se a Imprensa merece uma mesa permanen­ te nos clubes da cidade, uuo é por ques­ Uío de favor. e Rim, por respeito à at!• vMade. Se não Interessa au clubl.! a dt· vulgação de t:uas promoções: ProbletJ?a do Clube. Se a Diretoria uclm que nao merecemos uma Mesa nos o·iiles: Proble­ ma do Clube. Cobrem a mesa do (s) envia do (s) da Tribuna e quando precisarem do jornal ... procurem o nosso Departumen- to Cc.,merclal é justo. é lógico, é a voz da razão o que não podemos e Nunca adlmítimos é a Falta de Respeito À Nossa Profissão ... vamos ao Gremío não só por "dever social" mns, multo mais pelo Dever de Procurar a Infor­ mação ... mesmo as ·•sociais" ... 0808$093 Um leitor perguntou-me por ocasião da visita do Secrntário de Saúde se ''houve algum atrito no Aeroporto entre o vere­ ador Ely de A mujo Barbosa e o senhor prefeito mnnicípnl"... Rrsposta: Houve Um Sério Atrito mas a Direção do jor­ nal Vetou a publicação da matéria pelo bem da Arena(sic) Senador D rzi diz que Divisão de Mt. Poderá Quintuplicar Produção Regional 0809%8683 A l'LTREYA FESTIVA deu-se numa 5ª feira no salão do clube Paroquial. Contou com grande n? de pes­ soas. Deram palestras sobre a família (por sinal bastante interessante) o Cfisal Genil • Enoly e Pe. Haroldo. Na ocasião foram cmnprimtintados os novos casai:; cursilhistas: Pérsio - Elva, Reinaldo - lfoí­ sa, Alvaír - Catarina. Ten. Medeiros e Sra, Julio - Veronica, Laurindo - Iracema o Lur• des Nabhao, que também recebeu os cumprimentos pelo seu nat. Para en­ cerrar a reunião !estiva toram servidos deliciosos salgadinhos e bolo. kne hisc_ócia d11 eternidade. E lendo .. , relendo ... chetuel a diversas conclusões a respeito do papel do jor• nnl na soc,ednde. tlo bnsta fnzcr um 1ornnl boni• to, com belas fotos, com boas receitas culinárias e umn coluna social hnsl.Jlnte comentada· o verda­ deiro_ jornal vive de vida, Ter vida um jornal, é po11c1onar-sc perante os acontecimentos, com alto esp(rito cinco e çômpletnmente nlbeio ils contin­ gências da profi•silo. Trnduzindo em miúdos ... DESF'[LE I o j o r n a l i s t 11, m a is d o q u e t o• O desfile realizado por Nádia Boutiquo los. precisa ter Coragem. Jornalismo pigas che- w io de relese" é um mero bolenm a serviço das foi do agrado geral, porém, O que é de- classes domiantes. "Não pretendemos ocultar no­ sol&dor e que tu·a todo o incentivo de qual sn~ ínlbns e erro,, nem ser invulneráveis o, criu­ quer um, é a falta de participação do pú- cu, sobretudo as honestas. Mas também não 4%% blico n t U ·til [ l Ú remos que a opinião pública continue a er Is- .,resen e. m pu co r o um P • torcidn, luvacla 11 ncredii,,r cm coisn• que não ollo bUcn que não vibr11. com nad11, lol o que verdadeiras, formando julzo c.rrõneo· sobre os ~o-• notamos. Será que o. falta rle palmas foi vernantes, de diverso;; escalões, que tem a rcspon­ pcrque o desfile n!io agradou (cu duvido sabilidude dos atos, Desejamos, isto sim, estabe­ que seja) ou é a vergonll. de expandir leccr a Verdade em muitas áreas, eliminando a aquilo que setem? Agradou e muito ir. disse;ão c n intriga, para que o povo tenhefeti- b o vamente conhecimento real da situação brasileira Iene caolar. Patabens, lol o. mais nOVa -disse o Presidente Ernesto Geisel-. O compro­ revelação belavltense. misso do jornalista com o povo é o de Sempre -< BELA VISTENSE: Prestigie e colabore com o Clube Esportivo Belavistense é a tra­ dição e o urrojo de uma diretoria dinâ­ mica que estão elevando o patrimonio esportivo, social e cultural de nossa ci- dade ... força Abrão força Arciley ... estamos com vocês . RELATO (UM JEITO DOE CONVERSA) lvaldo Perera mostrnr a verdnde e mostrando-a colnborar nn for­ mação de uma opinião inteligente. Realmente, meu cnro nmigu, sou muito emocional. e todas às vezes em que viajo parn São Paulo volto ma­ is Emocional, Mai. Vibronte, mois jornafow, o amigo me emende. Há cinco meses não folo com o senhor prefeito municipal, parece impossivcl num lugar tão :pequeno como Bela Vista. Muita gente gosta e vibra com esta "falta de diálogo". t; um pequeno grupo ... diminuto ... carregados de ódios e de mn.ldades., . e mais uma , ez-, com Lacerda, afirmo:" ... se a razão que me leva ll fazer inimi.,os é •6 o interesse público e nada runis, quan~o no interc_ss<; público cou,·ém que me entenda com os inimigos, me entendo pela mesma razão. ,- Do contrário, os inimigos que fazemos não por in­ teresse público e sim_por vaidade, ódio ou onutro sentimento particular". Não quero com isso dizer que o senhor Prefeito Municipal era ou é um ini­ migo, muito pelo contrário, é omn pessoa com imensa vonu,de de servir, um homem com inú­ meros serviço• prestados à Pátria, como militar e como civil e ainda mai, num homem que está vi­ snn• dialogar, cortar as arestas, somar, por Beln Vialll, por nossos filhos. Aos "verdadeiros helavistenses" esta atitude será compreendida, aos"outros", os que comentam que Interesses econômicos estão em jogo" digo penas o seguinte: Estamos con três jornais, uma revis­ ta (Integração) que a partir de gosto terá sua circulação normalizada (trimestralmente), impressa "!n nff.,eu: estamo• elaborando umu ediçiio com oitenta páginas, tambem em off sett, montamos e está em plenuo funcionamento uma ráfica em Porto Murinho. A situação da empresa é tranqui- ao há dúvida alguma de que diviso de Mato Grosso em dois estados virá beneficiar bastante tanto 11 rt'!(lílo norte quanto a do sul salientou à reportagem, em Brasilia, o 3e. nador Saldanha Derzi. Solicitado a ,lar maiom detalhcP, assim falou o 1e11J• dor matogrossense da Arena •Com a rlivi•uo o apoio do governo federal para ar­ gião deverá aumentar convide. rávelmentc e consequcnteme.11, te, u proiluçào regional pode­ rá até mesmc•, quintupl,cnr. A industrialização te con­ ,olidará pelo refurç!> imrdin­ to das empresas exi+tentes e pela crinçilo de novas peque­ na, médias e grandes indá­ trias, principalmente no setor agro-pecuário, através de fina­ ciamentos e incentivos oficiais. O imenso potencio! clt: rique­ zas naturais do ~uh solo, co· mo as jazids de ferro, manga­ nês, cassiterita, cobre e outrol minerais, passará a ser xplo rodo de moe.lo racional e com moderna tecnologia. A estru tura administrativa se organv zará visando total eficac,a na busca dos objetivos dvs dus regiões. O setor de ser1ços será moderni7.lldo. No,·as 0 • portunidades de empr_ego Fll;· "irilo. O processo nugratóno poderá ser orientado e II par· ticipação da região para o rre,· cimento do Produto Intern? Bruto deverà ascender cons+ deravelente, permitindo o aumento do poder aquisit1 da população•. Dai afirmarmos, coo, Et· gurança que o desmembrameh to se fez para reorganizar ese forços e paro quintuplicar re­ curo e produção e não pa rn dividir. Fez-se na esperan- ça de que a médio prazo, o, futuros Estados possam ofere cer 110 Pais n grnndc rontn· 1 baição que, há tempos se ecs pera da região...