Fundador: Ivaldo Pereira 
J 
110 VI 	2:::;.3 
!.. •º V 
--'---- 1 
26/6/77 ] ela vi- 
NOTAS EDUCAGIONAIS 
Alteração de horários par exame muple'ivos - 1° e 2 Graus 
A Delegacia Regional de Educação e Cultura de Bela Vista, co- 
1unlca aos interessados que de acordo coa o Edital 1° 01/77, 0 
Horário para a realização das Provas dos Exames supletivos de 
J o II Graus, será o seguinte: 
Horário 1? Grau 
Dias Inlcio Horário Término 
✓
Disciplinas 
28 07:BO 09:30 Língua Portuguesa 
Sábado 
l0:00 11:30 O.S.P.B. 
13.30 15:30 Matemática 
16:00 17:30 Educuçfto M. e Cívica 
24 
1 
ú7:30 09.30 Ciências F. e íliológicas 
Domingo 
10:00 11:30 Geografia 
[10o 15:00 Hlslóda 
·-· 
Horário II? G.·.rn 
Dias Início Horârio Térmir Disciplinas 
21 07:30 09:30 Ling. Port. e Lit. Bras. 
Quinto. 
10:00 11::-w Francês e Inglês 
13:30 !G:30 Ciências F. Biológicas 
Feiro. 
16:30 17:30 Educação M. o Cívica 
22 07:30 09:30 .'1atemática 
Sextu 
10:00 11:30 Geografia 
13:30 15:00 História 
Feira 
15:30 17:00 O.S.P. 8. 
OBS: Maiores informações na Seção de Ensino Supleti· 
vo / DREC-v6 
Dando continuidude ao programa de 
nmplinçiio da rede educacional bela vis­ 
tense, o Prefeito Huben de Castro Pinto, 
= construirá ma.Is uma escola municipal, ~ 
desta feita no bairro da Cancha. O ter­ 
reno escolhido, que atualmente serve de I t:::.©) 
depósito de Jixo, pertence a muoicipa.li- ~ 
da<le, que está dependendo apenas du ( 
ttprovoção peh1 Câmara Municipal da d0a- ~ 
cão do terreno, para enviar à Cuiabá a 
documentação necessária, e receber a 
verba correspcndente 
A Prefeitura Muaicipal tem o prazo es­ 
tipulado para enviar esta docUQ1Pntação 
à Cuiabá, mais precisameute· até o dia 30 
deste mês, por este motivo, esperam os 
moradores da. Cancba que o Legislativo 
aprove a doação na sessão de segunda­ 
foim próxima, caso contrário, perderão a 
oportunidade de ganharem um moderno 
prédio eseolar. 
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li 
Despertar é bom, quando se teve 
um sono reparador e as perspectivas do 
dia que começa são tranquilas e felizes. 
• Despertar é terrível. quaudo se sal do 
sono para um pesadelo de olhos abortos 
ou por um sofrimento físico, ou pela 
necessidade de enfrentar problemas e 
situações desagradáveis e sem solução. 
Que olegrla ter fé e, na hora exata. de 
despertar, oferecer as primieias do dia 
ao Criador e Pai. Que felicidade deepcr­ 
tar cedinho. Despertar com o canto do 
galo e ainda jular os galos a desper­ 
tar a aurora. Sa eu pudesse, faria o in­ 
verso de despertar. faria adormecer os 
insons, cansados de tentar conciliar o 
sono, contando ns horas, madrugada a­ 
fora . . . Despertaria com todo o goEt•·, 
qualquer um, para dar notícias felizes. 
Notícias que sejam melhores ·que os 
mefh0I'f'S son!i_os. •. . ·. 
Há pessoas que ·ãão . um • trabalho 
terrivd para despena1'.. Dl'!spel'ladur pa­ 
ra elas não adianta, quase é preciso jo­ 
gá-las fora da c&mR. ,ifa:; há enfermos 
que é preciso despertar de maneira sua­ 
víssima. Já deRperturam alguma vez ao 
som de caixinhas de música? '.1:as nem 
só de sono fisico é preciso despertar. 
Há sonos que clamam por despertar ur­ 
gente. Criature.s que estão alheias aos 
grandes problemas humanos e têm, no 
entant<J, inteligêncili ba'3tnnte para enten­ 
der a problemátia de boje, e seriam ca­ 
pazes de ajudar a descobrir caminhos, 
claro que precisam despertar ... Há quem 
tenha rolado para o fatalismo, para o de­ 
seacorajumento, pnra a desesperança ... 
Somos tndveis. 'Ias quem não sente que 
é dever humano e cristão despertar des­ 
tes sonos? E quando alguém se instalou 
na vida; entrou na engl't,nage-m; ee inse­ 
riu, de cheio, na 10ciedade de consumo, 
esquecendo ou faz-mdo tudo para esquecer 
verdades incômoc:as que .l'aris.m abrir os 
olhos, despertar? Pode parecer crueldade. 
Mas é amizade fraterna tentar desper. 
tar deste sonq enganador. Só que é di­ 
ficílimo despertar deste sono, cheio de 
sonhos de grandeza sempre maior, de 
conforto sempre maior, de gczo sempre 
total. Um grande e querido amigo uma 
das maiores criaturas humanas que en­ 
contrei na vida, disse-me que quando 
lhe perguntavam pela pronssão, o ímpe­ 
to era responde;:: Despertador. Gostaria 
de atravessar a vida despertando o ma­ 
ior número posivel de sonos enganado­ 
res, de sonos maus, de sonos perversos 
todos se reduzindo ao sono cruel do e­ 
goísmo ... Quem sabe,, dentre os que 
me lêem, já há quem tenha e exerça a 
função de desportadores ... Mas, quem 
snbe, demro os quo me Idem, a graça de 
Deus suscitará em muitos o desejo de 
passar pelo mundo ajudando pessoas e 
comunidades inteiras a despertar. 'Tudo 
doutro do mis pacifico e construtivo dos 
propósitos; o de ajudar a contrulr um 
mundo tis respirável, mais justo e hu 
mano ... 
(UM OLHA SOBRE A CIDADE) 
Terreno para 
Caçc.x e 
o Club 
Pesca ... 
do 
O Prefe1to nlunlclpal vetou a doação 
do terreno para o Club de Caça e Pesca. 
Segundo o vereador Nivaldo de Barros, 
ria A rena: "O veto não tem lógica cons 
ti:uclon:I, e o presidente du Câmara, ar­ 
quivou o Projeto vetndo e poderia ser 
denunciado pela lei 201, (não encaminhou 
à Cumisião de Justiça, nem votou o ve­ 
to)''. Disse o vereador que "requeri o de­ 
sarquivamento, foi votado o veto, sendo 
eta votação ó/4, contrária a Lei Orga­ 
nica e o senhor presidente não poderfn, 
promulgar". O vereador entrou com pro­ 
jeto visando doar o mesmo terreno ao 
Horto Florestal, pois, segundo ele, "o se­ 
nhor prefeito teria alegado que o terre­ 
no em questão estava. reservado para o 
Fforto Fl1Jre,-ttd, H como não existe pro­ 
jeto neste sentido, entro com o mesmo. 
Criação do Horto Florestal. (Ler na últi­ 
ma página.) 
A Pedido Estádio Municipal 
Lamentávelrnentd foi visto e confirmado 
que: 
1 - Um grupo de pessoas dirigiram-se 
ao Estádio Municipal Octávio Fontoura sá­ 
bado p.p. com o intuito de treinarem. E­ 
ram elementos não filiados a, Liga, equi­ 
pe da Cereal Ouro. Todavia lá chegando 
encontraru,m o zelador do Estádio que 
disse: "'Não porierá ha'1er treino pois o 
campo está vedado para gratuar confor­ 
me determinações do presidente da LEB'' 
2- Na terça feira foi vedude ao Caça 
e Pesca • 
3- Na Quarta Feira no Estádio houve 
trein(l da equipe do Ql)reiro do Paraguai 
Não acredito que em 4 dias ou em 
1 dia o campo já ofereça condições. 
Mas como então que o próprio zelador 
lá estava, porém treinando? A quem ca­ 
be a culpa? Será que o Estádio só pode 
ser usado por alguns? Onde está a jus­ 
tiça? Onde está a Igualdade? Onde estão 
os Direitos? São perguntas que merecem 
respostas. 
Osvaldo Augusto Gomes 
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Reforma Agrrl Ineru coordenadorla re­ 
ionnl do Mno Grosso CR (13) Projeto 
Fundlrlo Jurdim CR (13) T (07)/DF. 
Ratih1caço do nllenção 0u conexão 
do torrns [ feitas pelo Estado de M!o 
Grosso nu Faix de Fronteira, 
DOCUMENTOS 
, 	. 
HECESSARIOS 
Requerimento do Interessado dirigido 
ao exmo. Sr. PrAPlilonte do INCRA, eoll­ 
citando n ratificação nos termos do $ 1% 
do Artigo 5 da. Lei n, 4.947, de 06 de a brll 
de 1960, anexando os seguintes doeumen­ 
tos. 
1 Do Imóvel 
n) 'l'ilulo definitivo expedido pelo E•· 
tado admitida fotocópln autenticada ou 
Certidão pussnda por nutorJdade compe­ 
tente 
b)-Certldllo de transcrição e, se for 
o ,rnso C'ndel11 Sucessória completa; 
c)-planta e memorial descritivo do imó­ 
vel, firmados por profissional habilitado 
em (3 vias), rlevendo a planta ser apre­ 
sentada em cópins hellogrâflcas, planilba 
de câlculo, Fotocópia da Carteira do 
CREA (do engenheiro) e comprovante do 
pagamento da anuidade do engenheiro: 
obs· documentos estes autenticado e com· 
firmas reconhecidas. 
. d)Prova de quitação com o Imposto 
territorial Rur,111; ·e) Cer.tidão negativa de 
litigios possessórios. 
II De Pessoa Física: 
a) Prova de identidade, de quitaQllO 
com o serviço rnllitar e de atendimento 
com as obrigações t1leltorais; 
b )-Cartão de Identificação de contri­ 
buinte (CIO) 
c)~ Certidão de casamento. 
Ili - De Pessoa Jurídica 
a- Estatuto ou contrato social e suas 
nlteraçõqs passadas por certidão da junta 
comercial ou Rbgistro civil das Pessoas 
Jur[dtcns; 
b)- Docqmentos pessoais dos diretores 
mencionados no Item II, que dettmham 
poderes· de represontação da firma. , 
c)- cartão de Inscrição no cadastro Ge­ 
ral de coutribuinte CGC 
OBS:-Os documentos poderão ser apre­ 
se-ntados nos origin~is ou em fotocópias 
autenticadas. 
- 
SERGIO ROBERTO PERCIDI 
ADVOGADO 
&$€33)IR) Rua 3 de Outubro 
(a0 LO A CIR37AND 
Bela Vista Mato Grosso 
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O 100 Reglmf'nlo de Cavalaria, devida­ 
mente autorlz11do pela 9! Regllio Militar, 
venderá modiante lollo, no dla 04 de 
julho de 1.977, às 14.00 horas, na éde do 
Regimento, cito à praça Cmt Pedro Ru­ 
fino, o material abaixo: 
6.000 (seis mll) Sacos de anlagem ao 
preço minimo de 7,200,00 
60 (Cinquenta) Sacos brancos llO pre­ 
ço mlnlmo de ?5,00 
250 (Duzentos e cinquenta) Latas vazi- 
as o preço miimo de 750.00 
820 (trezent11e e vinte) Latas vazias ao 
preço mínimo de 213,00 
O material aclma poderá ser vlsto e 
examinado pelos interressados de 2 a 6" 
Feira das 08,00 às 16,00, até o dia 30 de 
Julho do 1.977. 
Realizado o lellão e d6clarado vence, 
dor, o arrematante eerá convidado a re­ 
colher de Imediato 20% (vinte por cento) 
do lance de arremate e completar o res- BELA VISTA 
tanto no prazo de 48 hs, poderá se o qui- 
ser. recolher o total do lance de imediato. 
O ma terlal será entregue ao . arrema- 
se.ase.e.as.sr"" EL ISIl 
lance mediante têrmo de ~ntrega. 1- 	" 
Se o ·arremaiirnte não tecólber o res• 
tante do l&nce: no. prázo estipulado, per- 
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llela Vista, Mt, 23 de junho de 1977. 
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Diretor Comercial; dlearo E2reira 
A r t e : Hélio Guedes Corrêa 
C i r e u l a çã o : Jane Velasques 
Com p o si çà o: Petronio Leão, Lyberacy Lino 
Altair Marques, Laucidio Medeiros 
I m p r e s s ã o: Nilson Roberto de Souza 
Redação. Administração e Oficinas à 
Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista . .Mt 
..... 
Assinatura Anual 
Bela Vista 	C.r$ 150,00 
Demais Munlcipios Cr$ 180,00 
MT. 
la E II 
LANCHES 
Cuiabá (Sedimat) - A Secretaria de Saú­ 
de do Estado enviou md doses de vaci­ 
na anti-rábica humana à Delegacia Ra­ 
gional de Saúde de Campo Grande, com 
vistas a at&nder a solicitação de 500 do­ 
ses, das quais uma parcela seria e_nvia­ 
da por medida de Regurança à Umdade 
Sanitária de Bela Vista, onde tem oeor­ 
rido casos de raiva, segundo informou o 
Secretário de Saúde, Antônio Alves Duar­ 
te acrescentando ser hoje perfeitamente 
e;itável a conta'minação pela raiva, con­ 
siderando-se que durante o periodo de in­ 
cubação, de 10 a 15 dias a vacina pode 
impedir seu desenvolvimento. . 
VACINAS SABIN 
Sobre informações relativas à, existên­ 
cia dei dois casos fatais de poliomielite 
em Bela Vista, o secretário de Saúde in­ 
formou, na mesma ocasião, que essa do­ 
ença só s1Jrge quando a eriança deixa de 
ser vacinada no período recomendado pe­ 
la S11úde Pública, que divulga amplaruen­ 
te em todas as unidades sanitárias do 
Estado, atrnvés de cartazes fixados nos 
postos e nas ruas, conscientizando a po­ 
pulação para a necessidade inevitável da 
vaciaaçã o anti-pólio que, inclusive, faz 
parte do calendário obrigatório de vaci­ 
nação infantil. 
O ponto de 
encontro da Soclo­ 
dode murtlnhnoae 
Rua Dr. Correa 
Nº 56 
Porto Murtinho 
Mato Grosso 
flUMENTft li Ft!Mí­ 
Lu 00 FINANCIAL 
Logo teremos mais 
cinco irmãs em vános 
estados do Brasil. 
Eeta noticia foi confir­ 
mada por um publicação 
do Diário Oficial da U­ 
nião do dia 04 de março 
que revelou as cidades 
onde serão instaladas as 
novas agências do Ban­ 
co Financial S.A. Goia­ 
nia (GO). Maringá (PR) 
Ribeirão Preto SP), A­ 
pucarana (PR) e Umua­ 
rama (PR). Alem descas 
cinco. no mês de março 
foi inagurada a agencia 
de Mirassol do Oeste, 
com a presença da nos· 
sa diretoria e futuros 
funcionários. 
Leia o Jornal 
Tribuna da 
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campo. Gente que, como você, está preocupa, 
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mente especializados, treinados na fábrica e 
sempre presentes na hora da colheita, com 
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terrenos alagados, para colher com esteiras), 
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3 ou 4 linhas) ou outros grãos, encontrará um 
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tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que 
lhe proporcionarão tranqti!lidade hoje e a 
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Por tudo isso, os que já confiaram a sua co­ 
lheita a uma SLC acreditam no que plantam 
porque sabem com o que colhem. 
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O Rotor.v Cluh, quo nfío roalH'Cl o pro­ 
encho ns classificações que se vo vgun 
do, ó como árvore que não renova eus 
galho:-, ncnba feuocondo; 
O novo sóclo que, no ílin ele sun a 
dmisso presta o ,,compromisso', torna·se 
um rotarinno muis consciente, 
O Rntury Club, que convida compn­ 
nhoiros de outros clubes pnr serem ora 
dores em suas reuniões, estimula e dis­ 
tingue OH sór.í os dos dois clubes; 
Clubo que Re prez[l mnntém sua pa­ 
nóplia em ordem e as respeotivas ,,ban­ 
deiras" luvudas e limpos; 
O Rotury Club que organiza seus 
planos de ativicladrs "pra valer", ulnda 
mesmo que contenha apenas um item 
em cada avenida de serviço, faz muito 
mais do que aquele que edita extenso 
plano de atividades apenas ,,no papel". 
O homem c:ue não tem .,vocaçllo de 
servir", por melhor cidadão que seja, ja­ 
mais será um bom rotaria.no; 
,Mais simplicidado em Rotary" faci­ 
litn o companheirismo; 
Não há necessidade de ser orador 
para ocupar a tribuna rotário, prestando 
1se TETE% E 
IEEE, SER# LA3 
EEE 
li 
um erviço ao clubo; 
O rolur!ano bem Informado sobre 
us attvldndos do clube, rio cllstd~o o do 
Rotary Internacional torna-so mais enu­ 
slast e mais prestativo, 
Os exoef'S06 do luxo e exlbiclonlsE10 
desvirtuam us finalidades das reuniões 
f,•sllvus do companL11:iirlamo; 
O l'Otoriauo, que niio recebe o apoio 
dos nompunhelros nos moD?entos Jnfaus­ 
tos ou dlfícels, perde o estimulo e so 1:1- 
fusta justlflcadumeote; 
O ndequad<> uso da categoria de 
sócio represontalivo adicional" favorece 
crescimento e o fortalecimento do clubo; 
AR reuniões lnterolubes, principalmen­ 
te quando realt:;r.adas em domingos ou 
feriados, longe dos locais das reuniões 
semanais e com a participação dos fumi­ 
liorcs, contribuem extraordináriamente 
para um maior companheirismo; 
Um clube de jovens (Internet ou Ro. 
taract) que aão tenha constante assistên­ 
cia do Rotary Clut> que o fundou, fene­ 
ce em pouco tempo; 
A frequência. não deve ser forçada, 
mas estimulada. 
Rio (Sucursal) . ·• A juventude tem um ou1:as típicamente_ latino-americanas e 
papel ímpar 008 dias que ·correm: é pre- mais outras, por fim, nordestinas. A uber­ 
ciso ter coragem de confiar nos jovens, tura é um trecho de Bach. Logo em se­ 
de verdadeir!:lmente dialogar com êles,.i<le guida, dom Héder começa a falar. "sou 
suportur-lhes as exigências apresentadas üm ocidental, um latino-a~ericano._ •. :· 
em nome da autenticidade e da justiça, esse ponto, atabaques sublinham a ult1- 
conquist11ndo força moral para exigir ma oração· do período. 
também· deles respeito à justiça e à au- Pausadamente, observando-se ainda in- 
tenticidaue". ' 	tervalos regulares entre uma alocução e 
Trechos como este, escritos por dom outra, o arcebispo lê trechos: 
Hélder Câmara e publicados em seu livro "A guerra se torna, cada dia, maior ab­ 
"O Deserto é Fertü", editado inicialmen- surdo. É verdade litl>ral que ela repre­ 
te apenas na França e só n parlü· de se- senta potencialmente, suir.ídio coletivo eia 
tembro de 1976 tunçado em português, no humanidade. Mas, ao ludo da guerra nu­ 
Brasil (já na 6,ª edição), estarão em bre- clear e da guerra químir.a, é indispen­ 
ve nas lojas de discos, produção da WEA sável incluir a roiséria, a mais sangren­ 
Discos. A narração é do próprio arcebis- ta, vergonhosa e traiçoeira de todas as 
po de Recife e Olindn. 	guerras", 
''A violência deve ser superada. Para is- 
to, impõe-s~ a corHgPm de ir à fonte de O álbum produzido por Mônica Ribeiro 
toda-s us :violên<:ü:s, pooào termo às inju. - • Neves também inclui afirmações como a 
tiças que existem em tuda partt>: nos de que "constitui um sina[ dos tempos as 
países pobres, que sofrem as eonsequên- religiões se unindo para viver e fazer 
rias do colonialismo, fruto dos modernos viver o umor ao homem como maneil'a 
imperialismos. Nos países de abundância ideal de a.nar a Deus; para de;,;cobrír, nas 
que mantém. vergonhosamente, camadas respectivas mensagens religiosas, verda­ 
pubres e cujas classes ricas se d~sum~- . des que, de um lado, ajudem os sb-ho­ 
nlzaro pelo excesso de conforto e de lu- mEins, desumanizados pelos desvios do 
xo. Nas relações entre países desenvol- progt·esso, a t;e humanizarem; para apon­ 
vidos e países subdesenvolvidos, pois é tar uo egoiE>mo o grand,e pecado e para 
possível demonstrar que a riquezfl dos • denunciar o egoismo em nível empresa­ 
países de 11.bundáncia, é em larga parte, a- rial, local, regional, naciousl e interna.­ 
limentada pela miséria dos países pobres''. ! cional". 
:IÚSICA 
Entre um lrecho e outro, há trilhas Todos os textos do LP foram escolhi- 
sonoras com músicas eruditas e sacras, . dos pelo próprio dom Héld·er. 
Edital 
Citação 
de 
o Dr. Valer Jos Rodri: 
·, Jiz de Direito 
une« Contrera, ' {: E«. 
F A Bela +tua, 
1 Cofn·1r•·" r e f 
aa e , a 'or' 
tado de Mato Grosso, ' 
11111 da ]1·i, er e.•• • • • • 
F saber os que 0 
E
d·r 
1 
.,,jrem ou drle 
pr.-.entf' r " • • 'uc e· 
conhecimento tiver 'E,' [; 
• Anatalio 
lo presente cita a / 
1 
Ilha, brasileiro, casado lavra 
dor
' ·reridente em lu!!rtr i.ncer· 
• • 	e mp·•· 
o no @bido.p"" ? ' 
•- .. • onc1 JOf;U 
recer a audiência de C 3d 
designada para o dia 2 de e 
9if,4 9o horas. no foruro 
desta cidade, designada n9 
4
7177 de aç:io ordma• 
autos n, Il ·e 
ria de desquite que he mo 
sua_esposa'tf4ri'Zsideth ' 
te Vilalba, J,rusileírn, casar a, 
lides do Jar, reFiclcntc no mu• 
nicípio de Caracol, neste Esta­ 
do. E, para que chegue ao €o° 
nlecimento dos interessados, 
e não possam de futuro alegar 
ignorância, mandei expedir o 
prcRentc edital que sera afixa• 
do nos lugares de costume 
nesta cidade e publicado no 
di6rio oficinl do fütado. Dado 
e passado _nesta cidade de De­ 
ln Vista, Estado de Mato Gros- 
008 
vinte e quatro dias do me 
de junho do ono de 11111 nO• 
,•ec.,ntoR e setcnt11 e Fete. Eu. 
Escrivão do ;'.o oficio, fiz da­ 
tilo,,rafar, subscrevo. 
" Dr. Vnltcr José Rodri• 
gues Contrera 
Juiz de Direito 
Câmara Muni­ 
cipal de B. Vista 
PROJETO DE LEI v%- 
03/77 
Doa o terreno suburba­ 
no de nº 366, para Ins­ 
talação do horto flores­ 
tal em Hela Yista - MT. 
Art. 1º - Fica criado ·o 
Parque do Horto Flores­ 
tal em Bela Vista Mato 
Grosso. 
Art. 29 • Doa o terreno 
Suburbano de Nº 366 pa­ 
ra as instalações do Re­ 
ferido Horto. 
Art. - 3º - Esta Lei en­ 
trará em vigor na data 
de sua publicacão revo­ 
gadas as disposições em 
contrário. 
Sala das Sessõtis 20 de 
junho de 1.977. 
JUSTIFICATíVA: 
Justifica- se o presente 
projeto de Lei uma vêz 
que o Êxecutivo Munici­ 
pol vetou o projeto de 
Lei 01/77 de 21 de 3-77 
em cujo veto alegou es­ 
ta área rese1·vada para 
a instalação do referido 
Horto e para. se evitar 
que outros incorrerão em 
novas Indicações e que 
submetP.mos a apreciação 
dos Srs. Componentes de 
Plenário este Projeto de 
Lei que cria e doa O lo­ 
te 36fl, do Parque do Hor­ 
to Florestal dti Bela Vista 
Sala das Sessões 2o de 
junho de l.977, 
Nivaldo de Barros Verea. 
dor - A R EN A 
Pedro Pedreire 
O vereador Nivaldo de Barros, na 
+ sessão realizada no plácio legi. 
{%}}}%iisi«se @a9 @ goieg) eniio 
a 
1 
·4dicção no sentido de oficiar ao 
}' i»rot as necessidade urge@ 
b i Uro P
aRsO para passagt,m cio 
de a r T 
. . is na ponte do Rio rtPll na estrada 
a"" eia Vista a Ponta Porá. DI» 
que ";,,qor que a ponte recentomcnte 
o vere.... " .1 • • 
f 
.... da 
1
·ó. estâ sofreouo pre1u1zos com 
re.ormu 
u !3.ssngem ele bc•iadas. etc e li0 o re,ft1- 
rid~ asso não for aberto, dentro em breve 
0 
D~rruat terá que reforma-la novamente. 
Foi grande ... grn.nde .... a inauguração 
do interurbano ern Bela Vis .a ..• pr<'sença 
do Dr. Guido Fregapani, Cel. Stuk atori­ 
ctades estaduais e municipais. O prefeito 
municipal falou diretamente com o che­ 
fe de Gabinete do Governa.dor lev!3ndfl 
a alegria do povo belavistense por mais 
esta realização do Governo Estadual. •. 
8<33 83 
Minha única e modesta vocação neste 
mundo e a de falar quando todo o mun­ 
do e cala (Bernan•>S) 
Povo de minha terrn: precisamos 
.cortar arestas", somar objetivos e olvi­ 
dur os desentendimentos passados ... pelo 
bem de Bela Vista ... os vereadores preci· 
sam conhecer de fato a vontade do po­ 
vo· para que possam dormir o sono tran­ 
quilo dos que estão cumprindo o dever''. 
É sério ... muito .sério mesmo o dev'er r:lo 
vereador ... ele -é· o i:epresentante do povo 
e precisa- trdyzir ' aspirações deste 
povo... gente:-tt ador em Bela Vista 
que está trabam'ando contra o pov_o.,: 
aão busca os interesses do povo e IID. 
interesses pessoais ... Vamos meditar a 
respeito? 
1 Dr. Oto Maracajá Branquinho 
Dra. Tazue Bara Branquinho 
Clínica Geral e Pediatria 
Funcionando em período tntegra.l 
i para melhor atender os belavistenses. 
Rua Duque de Caxias 
Bela Vbta - Mt. 
1 
J 
Faltou ''quorum" para a reunião do 
Diretório da Arena ... já falei... Renovaçao 
A política é uma atividade dinâmica ... os 
que não querem participar dêem o fora 
os suplentes estão aí... E o MDB? Por 
onde anda o partido da Oposição ... ? 
A novidade, .~ :. novidada na l 
Redação esta se ma.na foi a reabertura de 
diálogo entre a Direçao do J ornai e 
0 
senhor Prefeito Municipal... Muita gente 
não gostou deste "reencontro.. mas Io' 
frutífero ... para ambas as partes, cre~
06 
..- 
nós ... e mais, muito mais Para Bela V1
st11
• / 
' até a próxiI 
/