Fundador: Ivaldo Pereira J 110 VI 2:::;.3 !.. •º V --'---- 1 26/6/77 ] ela vi- NOTAS EDUCAGIONAIS Alteração de horários par exame muple'ivos - 1° e 2 Graus A Delegacia Regional de Educação e Cultura de Bela Vista, co- 1unlca aos interessados que de acordo coa o Edital 1° 01/77, 0 Horário para a realização das Provas dos Exames supletivos de J o II Graus, será o seguinte: Horário 1? Grau Dias Inlcio Horário Término ✓ Disciplinas 28 07:BO 09:30 Língua Portuguesa Sábado l0:00 11:30 O.S.P.B. 13.30 15:30 Matemática 16:00 17:30 Educuçfto M. e Cívica 24 1 ú7:30 09.30 Ciências F. e íliológicas Domingo 10:00 11:30 Geografia [10o 15:00 Hlslóda ·-· Horário II? G.·.rn Dias Início Horârio Térmir Disciplinas 21 07:30 09:30 Ling. Port. e Lit. Bras. Quinto. 10:00 11::-w Francês e Inglês 13:30 !G:30 Ciências F. Biológicas Feiro. 16:30 17:30 Educação M. o Cívica 22 07:30 09:30 .'1atemática Sextu 10:00 11:30 Geografia 13:30 15:00 História Feira 15:30 17:00 O.S.P. 8. OBS: Maiores informações na Seção de Ensino Supleti· vo / DREC-v6 Dando continuidude ao programa de nmplinçiio da rede educacional bela vis­ tense, o Prefeito Huben de Castro Pinto, = construirá ma.Is uma escola municipal, ~ desta feita no bairro da Cancha. O ter­ reno escolhido, que atualmente serve de I t:::.©) depósito de Jixo, pertence a muoicipa.li- ~ da O" I,,_ o o. E (l) :::::> o . . - ' (1) V, o o. o e -o :::::> ~ o 'º V, V, o o I,,_ 3 1 8 li Despertar é bom, quando se teve um sono reparador e as perspectivas do dia que começa são tranquilas e felizes. • Despertar é terrível. quaudo se sal do sono para um pesadelo de olhos abortos ou por um sofrimento físico, ou pela necessidade de enfrentar problemas e situações desagradáveis e sem solução. Que olegrla ter fé e, na hora exata. de despertar, oferecer as primieias do dia ao Criador e Pai. Que felicidade deepcr­ tar cedinho. Despertar com o canto do galo e ainda jular os galos a desper­ tar a aurora. Sa eu pudesse, faria o in­ verso de despertar. faria adormecer os insons, cansados de tentar conciliar o sono, contando ns horas, madrugada a­ fora . . . Despertaria com todo o goEt•·, qualquer um, para dar notícias felizes. Notícias que sejam melhores ·que os mefh0I'f'S son!i_os. •. . ·. Há pessoas que ·ãão . um • trabalho terrivd para despena1'.. Dl'!spel'ladur pa­ ra elas não adianta, quase é preciso jo­ gá-las fora da c&mR. ,ifa:; há enfermos que é preciso despertar de maneira sua­ víssima. Já deRperturam alguma vez ao som de caixinhas de música? '.1:as nem só de sono fisico é preciso despertar. Há sonos que clamam por despertar ur­ gente. Criature.s que estão alheias aos grandes problemas humanos e têm, no entant uso da categoria de sócio represontalivo adicional" favorece crescimento e o fortalecimento do clubo; AR reuniões lnterolubes, principalmen­ te quando realt:;r.adas em domingos ou feriados, longe dos locais das reuniões semanais e com a participação dos fumi­ liorcs, contribuem extraordináriamente para um maior companheirismo; Um clube de jovens (Internet ou Ro. taract) que aão tenha constante assistên­ cia do Rotary Clut> que o fundou, fene­ ce em pouco tempo; A frequência. não deve ser forçada, mas estimulada. Rio (Sucursal) . ·• A juventude tem um ou1:as típicamente_ latino-americanas e papel ímpar 008 dias que ·correm: é pre- mais outras, por fim, nordestinas. A uber­ ciso ter coragem de confiar nos jovens, tura é um trecho de Bach. Logo em se­ de verdadeir!:lmente dialogar com êles,.iral que ela repre­ te apenas na França e só n parlü· de se- senta potencialmente, suir.ídio coletivo eia tembro de 1976 tunçado em português, no humanidade. Mas, ao ludo da guerra nu­ Brasil (já na 6,ª edição), estarão em bre- clear e da guerra químir.a, é indispen­ ve nas lojas de discos, produção da WEA sável incluir a roiséria, a mais sangren­ Discos. A narração é do próprio arcebis- ta, vergonhosa e traiçoeira de todas as po de Recife e Olindn. guerras", ''A violência deve ser superada. Para is- to, impõe-s~ a corHgPm de ir à fonte de O álbum produzido por Mônica Ribeiro toda-s us :violên<:ü:s, pooào termo às inju. - • Neves também inclui afirmações como a tiças que existem em tuda partt>: nos de que "constitui um sina[ dos tempos as países pobres, que sofrem as eonsequên- religiões se unindo para viver e fazer rias do colonialismo, fruto dos modernos viver o umor ao homem como maneil'a imperialismos. Nos países de abundância ideal de a.nar a Deus; para de;,;cobrír, nas que mantém. vergonhosamente, camadas respectivas mensagens religiosas, verda­ pubres e cujas classes ricas se d~sum~- . des que, de um lado, ajudem os sb-ho­ nlzaro pelo excesso de conforto e de lu- mEins, desumanizados pelos desvios do xo. Nas relações entre países desenvol- progt·esso, a t;e humanizarem; para apon­ vidos e países subdesenvolvidos, pois é tar uo egoiE>mo o grand,e pecado e para possível demonstrar que a riquezfl dos • denunciar o egoismo em nível empresa­ países de 11.bundáncia, é em larga parte, a- rial, local, regional, naciousl e interna.­ limentada pela miséria dos países pobres''. ! cional". :IÚSICA Entre um lrecho e outro, há trilhas Todos os textos do LP foram escolhi- sonoras com músicas eruditas e sacras, . dos pelo próprio dom Héld·er. Edital Citação de o Dr. Valer Jos Rodri: ·, Jiz de Direito une« Contrera, ' {: E«. F A Bela +tua, 1 Cofn·1r•·" r e f aa e , a 'or' tado de Mato Grosso, ' 11111 da ]1·i, er e.•• • • • • F saber os que 0 E d·r 1 .,,jrem ou drle pr.-.entf' r " • • 'uc e· conhecimento tiver 'E,' [; • Anatalio lo presente cita a / 1 Ilha, brasileiro, casado lavra dor ' ·reridente em lu!!rtr i.ncer· • • e mp·•· o no @bido.p"" ? ' •- .. • onc1 JOf;U recer a audiência de C 3d designada para o dia 2 de e 9if,4 9o horas. no foruro desta cidade, designada n9 4 7177 de aç:io ordma• autos n, Il ·e ria de desquite que he mo sua_esposa'tf4ri'Zsideth ' te Vilalba, J,rusileírn, casar a, lides do Jar, reFiclcntc no mu• nicípio de Caracol, neste Esta­ do. E, para que chegue ao €o° nlecimento dos interessados, e não possam de futuro alegar ignorância, mandei expedir o prcRentc edital que sera afixa• do nos lugares de costume nesta cidade e publicado no di6rio oficinl do fütado. Dado e passado _nesta cidade de De­ ln Vista, Estado de Mato Gros- 008 vinte e quatro dias do me de junho do ono de 11111 nO• ,•ec.,ntoR e setcnt11 e Fete. Eu. Escrivão do ;'.o oficio, fiz da­ tilo,,rafar, subscrevo. " Dr. Vnltcr José Rodri• gues Contrera Juiz de Direito Câmara Muni­ cipal de B. Vista PROJETO DE LEI v%- 03/77 Doa o terreno suburba­ no de nº 366, para Ins­ talação do horto flores­ tal em Hela Yista - MT. Art. 1º - Fica criado ·o Parque do Horto Flores­ tal em Bela Vista Mato Grosso. Art. 29 • Doa o terreno Suburbano de Nº 366 pa­ ra as instalações do Re­ ferido Horto. Art. - 3º - Esta Lei en­ trará em vigor na data de sua publicacão revo­ gadas as disposições em contrário. Sala das Sessõtis 20 de junho de 1.977. JUSTIFICATíVA: Justifica- se o presente projeto de Lei uma vêz que o Êxecutivo Munici­ pol vetou o projeto de Lei 01/77 de 21 de 3-77 em cujo veto alegou es­ ta área rese1·vada para a instalação do referido Horto e para. se evitar que outros incorrerão em novas Indicações e que submetP.mos a apreciação dos Srs. Componentes de Plenário este Projeto de Lei que cria e doa O lo­ te 36fl, do Parque do Hor­ to Florestal dti Bela Vista Sala das Sessões 2o de junho de l.977, Nivaldo de Barros Verea. dor - A R EN A Pedro Pedreire O vereador Nivaldo de Barros, na + sessão realizada no plácio legi. {%}}}%iisi«se @a9 @ goieg) eniio a 1 ·4dicção no sentido de oficiar ao }' i»rot as necessidade urge@ b i Uro P aRsO para passagt,m cio de a r T . . is na ponte do Rio rtPll na estrada a"" eia Vista a Ponta Porá. DI» que ";,,qor que a ponte recentomcnte o vere.... " .1 • • f .... da 1 ·ó. estâ sofreouo pre1u1zos com re.ormu u !3.ssngem ele bc•iadas. etc e li0 o re,ft1- rid~ asso não for aberto, dentro em breve 0 D~rruat terá que reforma-la novamente. Foi grande ... grn.nde .... a inauguração do interurbano ern Bela Vis .a ..• pr<'sença do Dr. Guido Fregapani, Cel. Stuk atori­ ctades estaduais e municipais. O prefeito municipal falou diretamente com o che­ fe de Gabinete do Governa.dor lev!3ndfl a alegria do povo belavistense por mais esta realização do Governo Estadual. •. 8<33 83 Minha única e modesta vocação neste mundo e a de falar quando todo o mun­ do e cala (Bernan•>S) Povo de minha terrn: precisamos .cortar arestas", somar objetivos e olvi­ dur os desentendimentos passados ... pelo bem de Bela Vista ... os vereadores preci· sam conhecer de fato a vontade do po­ vo· para que possam dormir o sono tran­ quilo dos que estão cumprindo o dever''. É sério ... muito .sério mesmo o dev'er r:lo vereador ... ele -é· o i:epresentante do povo e precisa- trdyzir ' aspirações deste povo... gente:-tt ador em Bela Vista que está trabam'ando contra o pov_o.,: aão busca os interesses do povo e IID. interesses pessoais ... Vamos meditar a respeito? 1 Dr. Oto Maracajá Branquinho Dra. Tazue Bara Branquinho Clínica Geral e Pediatria Funcionando em período tntegra.l i para melhor atender os belavistenses. Rua Duque de Caxias Bela Vbta - Mt. 1 J Faltou ''quorum" para a reunião do Diretório da Arena ... já falei... Renovaçao A política é uma atividade dinâmica ... os que não querem participar dêem o fora os suplentes estão aí... E o MDB? Por onde anda o partido da Oposição ... ? A novidade, .~ :. novidada na l Redação esta se ma.na foi a reabertura de diálogo entre a Direçao do J ornai e 0 senhor Prefeito Municipal... Muita gente não gostou deste "reencontro.. mas Io' frutífero ... para ambas as partes, cre~ 06 ..- nós ... e mais, muito mais Para Bela V1 st11 • / ' até a próxiI /