1. o 
1.0 RODEIO 
DCIO IL DE L Ç 
CAMPEÕES DOS 
Pariipacdo R. G. d Sl S 
Y' '. 7. 1o 2U i, ta, Catarina, Paro,ná, S. Paulo, Ma:to Grosso 
f: CL. 3E 1O 
1 
0, SI.IICITO RURL ; PREFEITUH :U.IIC PL DE JEL. ISTa 
t! JULHO DE 1917 
1, 
FR a 
' 
Fundador: Ivaldo Pereira _l_ Ano VI 	5/7/77 Rela Vista Mato Gro so 
- 
DO 
Em sessão realizada dia 27 pp,a Câ-1 a intenção desta Casa não é a de traba­ 
mara Municipal aprovou o projeto de lhar contra o povo e contra os Projetos 
lei do Executivo que doa ao Estado o do Executivo que visa o bem estar des­ 
teri:eno on~s atualme_nte existe um de- ta povo, desde o inicio este Projeto ti­ 
pósito de lixo, no bairro da Cacha pa. nha minha aprovação desde que fosse 
w. a construçao de mais urna escola mu- comprovado a legitimidade de posse. O 
nicipal. Na edição anterior, havíamos en- inte·resse púhlico esta acima dos interes­ 
focado u. necessidade de urgencla para ses particulares e isto representa o i­ 
a aprovação do projeto, haja vista o deal do político. 
prazo que o Prefeito Municipal tinha pa- Nunca - informou ainda o verea­ 
ra enviar as documentações aos órgãos dor, passou pela cabeça de qualquer 
competentes em Cuiabá, pois a verba já membro da Càmara preferir um depósi­ 
se encontrava a disposição da Prefeitu- to de lixo ao invés de uma escola. A 
ra. O vereador Nivaldo de Barros, mfor- Câmara - frisou O vereador, agiu com al­ 
mou à _reportagem que foi nomeada uma to espirito cívico, aprovando um proje­ 
comissão para investigar a posse do ter- to que represeuta, não só os interesses 
reno e segundo informações do Cartório dos moradores ·da Cancha, mas os ultos 
local_- o mesmo era propriedade da interesses da pátria, pois uma escola é a forja de 
Prefeitura. Disse, arnda o vereador que onde surgirão os brasileiros de amanhã. 
#QUÉIo Está EM 
ANDO A SENTO 
O vereador Carlos Centurião, líder do 
prefeito na Câmara solicitou ao Presi­ 
, dente informações a respeito da CPI que 
i investiga "possíveis" irregularidades ad­ 
IIIhnstrativas cometidas pelo Executivo. 
O vereador solicitou que a Presidência 
informasse se as pessoas que foram ouvi­ 
das pela Comissão, no inquérito, foram ou­ 
idas na Casa e qual o resultado deotas 
lUW>est,igacões". O presidente informou que 
foram ouvidas na Câmara· e o veroador 
Centurião pediu que constasse em ata o 
seu _Protesto por ser inconstitucional tal 
medida", O vereador quis saber ainda 
quais as pessoas que foram ouvidas pois, 
eorno líder do prefeito, tem este direito. 
, omissão, integrada pelos vereadores 
",,S Argui@ Barbosa, Noedi Lataujeira 
A,9nso D. N. Leite está em plane anda- 
ento e, segundo palavras proferidas pe- 
los vereadores Noedi e Odilloo, "breve­ 
mente o vereador Carlos tomaria conheci­ 
mento de seus resultados", Ainda a respei­ 
to da CPI, o vereador Centurião perguntou 
pela Ata onde está registrado os documen­ 
tos a respeito. Informado que se encontra­ 
va depositada em Cartório o vereador ener 
gícamente repudiou tal meclida consideran 
do um despropósito tal atitude, pois os 
funcionários desta Casa são merecedores 
de confiança e. uão hi necessidad.e dos 
documentos serem guardados em Cartório 
Finalizanào, o vereador "enfocou a neees­ 
siilade da Comissão apresentar eaas con­ 
clusões "o que será feita em sessão 
extraordinária. 
Bonito receberá 
Cr$ 09 milhões do 
Polocentro 
O município de Bonito, 
bem como toda a sua á­ 
rea de inlluência ·i:ierão 
contemplados com recur­ 
sos no valor de 89 1.ui­ 
lhões e 476 mil cruzei­ 
ros, isso porque, encon­ 
tram-se situados dentro 
dos limites do Polocen­ 
tro, considerados priori­ 
tários, em-face a grande 
produção apresentada pe­ 
la região. 
Esses recuréos, que de:­ 
ve.rão ser entl'egues ao 
município através ae 
benfeitorius, tem por fi­ 
nalidade cobrir os sub­ 
programas de armazena­ 
mento, transportes e e­ 
nergia. Essa verba deve­ 
rá aumentar em 18 mil 
toneladas a atual capa­ 
cidade de armazenamen­ 
to da região, em... 217 
quilômE.tros a extensão 
das estraaas rurais e a­ 
inda, implantar mais 128 
quilôm&tros de linha de 
transmissão de energia. 
Por outro lado, a pró­ 
pria cidade de Bonito es­ 
tá sendo contemplada 
com um armazém, cuja 
capaciàade é de 6 mil 
toneladas e também com 
uma linha de transmissão 
entre aquele município 
e Bonito, linha esta que, 
segundo previsões da Se­ 
cretaria de Planejamen­ 
to da Presidência da Re­ 
pública deverá estar con.. 
cluída até o mês de mar­ 
ço do pró,ximo ano." 
Docum.entos 
Perdidos 
Jacira Cham0rro da 
Rocha extraviou os do­ 
cumentos. Titulo de Elei­ 
tor r,a,rteita de J,Jentidn,de 
Carteira Ipemat Registro 
de Nascimento. Fub'lioa­ 
ção que faz para obten­ 
ção da 2 Via 
lnfririgência ao Decreto N. 
0 
79.148 de 18 de Janeiro 
de 1977 
O General Oziel AlmeMa Costa, Presi­ 
dente do Conselho Nacional do petróleo, 
endereçou ao Sindicato Nacional do Co­ 
mércio Atacadista de Minérios e combus­ 
tíveis Minerais o seguinte ofíeio: Nº 1786. 
. Sr. Presidente. Ações fiscalizadoras ro­ 
centemente processadas junto aos Postos 
Revendedores constataram infringência 
ao Decreto nº 79.148 de 18 de janeiro do 
1977 quer quanto ao funcionamento em 
períodos de proibição, quer quanto a 
vendas a crédito. 
Várias denúncias têm sido ender09-adas 
ao Conselho Nacional do Petróleo rale· 
rentes a coneessã.o de créditos 
Considerando a gravidade das infraçãos 
cometidas que ferem determinaçõt1s go­ 
vernamentais concernentes às medidas de 
racionalização do consumo de àerivados 
de petróleo, esta presidência solicita a 
V. Exa. provídênciM visando alertar as 
Companhias Distribuidoras e Pestos Re­ 
vendedores quanto às consequências que 
podení advir pelo nã.o cumprimento das 
disposições do Decreto 79.148 de 18 de ja­ 
neiro de 197í e Portaria n? 22 de 28/01/1977. 
Dentro dê sua competência legal, o • 
Conselho Nacional do Petróleo aplicará 
pes11das penalidades que poderão culmi­ 
nar com o fechamento definitivo dn Posto 
Revendedor infrator, ap~ran.do-se aillda 
a responsabilidade da respectiva Distri­ 
buidora. 
Aproveito a oportunidade para apre­ 
sentar a V. Exa. meus protestos de esti­ 
ma e consideração. Oziel Almeida Costa. 
Presidente''. 
CONVITE 
Quinta feira; sete de julho,. aniversário 
de ZP 23 Difusora Mcal. Lopez (6 anos). 
Programa: _ 
1- Missa em ação de graças na Capela 
Maria Auxiliado,ra. 
2- Festival de música 2-3. Desfile Ele coa- 
juntos. 	· 
3- Saudação do Diretor da ZP 23 no bo­ 
letim do meio dia. 
4- Leitura e entrega de premio ao me­ 
lhor trabalho em verso dedicado à ZP 23 
5- Gradioso baile com eleição e coroa­ 
ção da Rainha da Difusora Mcal. Lopez 
com ammaçao especial do conjunto Los 
Mensys, e com . luzes ultra modernas, 
n-o CIub Paroquial- B.V. Paraguay. 
Nomes das candidatas a Rainha da 
ZP 23: 
Lucina Ortiz Ledesma 
Berta Rodriguez Pinto 
Maria del Cármen Esquivel Gamarra 
Elvelin Gonzalez 	urI 
Juana Valonzuela

'-'---'	!	!UUU!"!! tela_ Vtt MT 	.- 	!! 
LUDIO CO 
DE;'I 
...... 
Culnbí (CE) A rena matogrosonso, reuni­ 
da no plenário da Aombléia Leilativ, 
mnnteve o r, Lúdio Martins Coelho n 
prosdénela do diretório regional do par­ 
tido governl-lla e no mesmo lompo 
alegou o m dloo ,loRó Montolrn do FJguol­ 
redo para primeiro vice-presidente @ o 
do p u ln do o B ta d u a. J Afro Stefa­ 
nlnl, para u 1-iegunda vtcu-preRldêncla. 
O pleito foi carnclerlzado por uma per­ 
feltn união partidriu. O governador Jo­ 
só Garcia Nelo, como sempre faz, tam­ 
bém ostovo pr<>sonto, bem como o vlco-go­ 
verndor Cássio Leite de Barros, O sena­ 
der Raehld Saldanha Derzi fez quosto 
de vir a OHla Cnplt11I pnra prestigiar tL 
convenção renista e rever os 8eu8 com­ 
pnnbefros dB purlldo. 
NOVAS VITÓRIAS 
Em nomo dos convenclonols, Ut;ou da 
plavra o deputado estadual Milton Fi­ 
ueiredo, lembrundo u facilidade com 
quo Lúdlc, Mnrtlnll Coelho sempre tem na 
oblençíío de êxitos ao longo de sua vi­ 
da e al'lnnçou, com buti& no largo conhe­ 
cimento quo tom sobre u novo presiden­ 
te al'enfstn, que o partido está murcha o• 
do para novnd vHórias, "Lódio Coelho 
consagrará os grandes objetivos da aro 
nu", enfatizou o par!umentar arenistu. 
Em seguida falou o Dr. José Mon telro 
de Figueiredo, para dizei que havia ocei­ 
to o cargo Elem qualquer intert>sse poli· 
tico, mos com o desejo de servir à Are­ 
na e a Muto Grosso. O mesmo fez o de­ 
putado estadual Afro Stefunini, ressaltan­ 
do a impurttlncla do poder político e da 
partlclpuç!lo urenlsta na viàa nacional. 
Estado de Mato Grosso Poder Judiciário 
Comurca de Jardim Juiio de' Direito 
• Cartório du l° Ofich, 
O Dr, João 1.urlos Brandes Gurcin, Juiz de Di­ 
reito da Comnrca de Jardim, Estado de Mato Gros­ 
o, na forma dn Lei, etc . . . . • 
Fuz saber, 1101 que o presente Edital virem ou 
deli" conhecinrnnto tiverem, que por ordem do MI. 
Juiz de Direito da Comarca, o Porteiro dos Audi­ 
tórios deste Ju.izo, levurá a público pregão, no pró­ 
ximo clia 07 de julho, ás 10,00 hs, no útrio do Fo. 
rum, a quem muia der e maior lance oferecer ou­ 
melhores condições acima do avaliação, 374 Has 
e 8.716 m2, de terras pastais e lavradias, dentro 
dos limites da fozendu Ariranha, situada no Mu­ 
nicípio de Guia Lopes da Laguna, pertencente a 
Judnh Gonçalves Barbo~a, conforme os autos de 
Alvará Judicial para Alienação de nº 635176. que 
trnmita por este Juiz., e Cartório do 1 o Ofído, 
se~do ns condiçõed mínimas para a alienação se­ 
guines: Venda por preço não iuferior a avaliação 
que foi de CrS l.?00,00 o hectare, em coud1çõcs 
de prazo não superiores e valores seguintes: CrS 
150.000,00 como entrada, no ato do negócio; CrS 
100.000,00 dai a seis weses: CrS 100.000°00 • dai a 
um ano após o negócio; OS 100.000,00 'dai a um 
nuo e meio da realização da venda: gruvado o i.­ 
móvel cow cláusula da inalienabilidade, enquanto 
não pago integralmente o preço da veuda; depó­ 
sitos das parcelas vincendas em estabelecimentos 
bancá.rio oficiais. com rendimeuto de juros e cor­ 
reção monetária, tudo indcpendememente da pres­ 
tação de contas a que fica sujeito o Curador, por 
conta do disposto no art. 435 do C. Civil; final- 
0 governador Garela Neto tmbém pu­ 
dlu a palavra e convoeou f>H RCUS com· 
pnnhefros de partido u se manterem FeI­ 
pre juntos com o governo, em buac11 _d11.1< 
soluções reivindicadas pelo povo. Disse 
inda que as unas palavras obre a rea° 
lizaço de um governo político não foi 
bem entendido por ulguns, mas que Isto 
sempre representou n integração do par­ 
tido e do governo em benefício geral de 
Mato GrosRo. 
Encerrando a solenidade, Lúdlo Coelho 
ur,radeoen II confiança de seus companhel­ 
rós e lembrou <Ymomento histórico que 
o Estado ivo. Fez quoto de ressaltar 
que a unHlo e a compreensão de todos 
é umu necesBldade l'!o momento,pois na 
trunsrnlssílo de experiênclti se ergue a 
grandeza de um povo. Ao encerrar suas 
pulvras, destacou que os problemas do 
Brasil não podem ser debatidos apenas 
à critie do pett·óleo, pois o interesse na· 
clonal é uma responsabilidade de todos. 
Dos 36 membros do dil'etórlo ei;taduul 
que cornpal'ecernm à eleição du Executi­ 
va, 33 votaram em Lúdlo Coelho para a 
pr-esiclêncin, dois votarnm em. branco e 
o governudor Joeé Garcia Neto obtcwe 
também uru voto. Sorridente, Garciu Ne­ 
to ufil'mlll·la depois que teria Aido o 
"grande derrotado e o gx·aude vitorioso 
da noite". Só obtive um voto diria mas 
fui o grande vitorioso porque ficou onrao­ 
terizndo a união do partido ~m Mato 
Grosso. O goveruador matogrossene 
disse que o seu único voto teria sido 
dado "por algum amigo secreto" 
mente deverá comparecer ao ato da escritura o 
Dr, Promotor de Justiça. E para que chegue ao 
conhecimento de todos· e ninguem possa alegar 
. ignorância, mandou expedir u presente Edital que 
será" publicado na forma dn Lei, Dndo e pnssndo 
ua Comurca_ de Jardim, Estado de ilT., aos l7 
dia! do mês de junho de mil novecentos e scten 
ta e sete. Eu, Mário Lydio Z. de Oliveira, Esc. 
Jurumentado do Cartório do l.o Oficio o dutilo 
grafei e subscrevo. 
João Carlos Brandes Garcia 
Juiz de Dirdto. 
Dr. Oto Maracajá Branquinho 
Ora. Tazue Hara Branquinho 
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cao dos Vereado" 1o77 
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) solicitado een8,, "; 'Gii Lopes 
ia elétrica de Maracaju 
da Laguna. . d . 
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r·tdoR _ Marnca­ 
j ioãov gane,, ;Z" Poro for+­ 
ju . Gula Lopl'8 - ar 
ih (BR-i",ais: - Guia Lopes - Pon- 
c) Estrade teu ' Bonito. 
ti Por, Guia Lop",,, ara Gula Lopes 
d) Centro Educac1on4 
da Lguna. 
2'! - Eldoraclo 	Insta· 
u) - Solicitando a Telemat par No. 
lçüo de rede telefonica de Mundo 
vo - Iguatemi. . A •ícola 
by Solicitando curso Técnico gr ·. 
3ll Itu porii 	R d via 
a) Solicitando asfaltamento da (o4o 
ltllJJOl'á • MaraCfl]U, 
48- Dourados 	·sid 
a) Solicitando a criação da Univers a- 
de Estadual em Dourados, vist~ a fede­ 
ralizaçlio da Universidade sediada em 
Campo Grande 
b) Pavimentação da rodovia BR-I6) -Dou 
rados - Fattma do Sul - Vicentina - Glo­ 
ria de Dourados • Deud8.pollfl. 
o) Faculdade de Agronomia do Grande 
Dourados. 
d) Solicitando ao Exmo Sr. Presidente 
da Repúbljca que o nome do novo Es­ 
tado seja Estado da Muto Grosso do Sul. 
e) Pavimentação da Rodovia ligand o 
Dourados - Porto Mur·Lioho - Jardim­ 
Guia Lopes - Bela Vista - Navirai - El· 
dorado - Mundo Novo 
5ª Iguatemi 
a) Solicitando abertura d estrada Igua­ 
temi à Sete Quedas, encurtando com is­ 
to 80 kr.a. de Santa Luzia a Iguaterni. 
b) Solicitando a construção e _instalaç,io 
de um aolégio polivalente. 
6ª Fatima do Sul 
a) Solicitando Escola do lº e 2° Grau 
Técnico Agrícola. 
8ª Arnambai 
a) Estrada de Amamhai - Sistrito d e 
Taquarussú - Sete Quectas 
b) Estrada Amambai • Naviruí. 
9ª Naviraí 
a) Instalação completa de telefones, li­ 
gando a outras cidades. 
b) Construção de uma adutor& de agua 
potável em Naviraí. 
10ª - Gloria de Dourados 
a) A criação de curso Técnico Agrícola 
11 - Ponta Porã 
a) uma reivindicação contendo 18 itens apresenta 
da pelo vereador professor Isnac Borges Capile 
solicitando a mstalaçiio de uma Faculdade para 
formação rle professores em Ponta Porü, 
12ª - Dcurados 
a) Solicítando ao Poder Executivo, a 
custear despesas de Vereadores compo­ 
nentes da diretoria, este segundo se­ 
mestre de 77, Visto que as Câmarat5 só 
poderão colaborar a partir de 1978. 
Dourados, 21 de Junho de L977 
Prof. Celso M. do Amaral - pr·esi<lente 
Roberto Djalma Barros - 1º Secretário 
s 
ESlil 
CI 
8A1MO 
(Dourados) Num dfs. 
curo que comoveu seus 
coleg•ts que parlicipurnm 
da reunião da Assulmat, 
o prefeito emedebist 
Fernando Freiius, da e!. 
dade de Jardim, disse 
que sua cidade está em 
estado de abandono, a­ 
firmando até que Já o 
povo não conhece urna 
máquina do DERMAT" 
Jardim disse o pre. 
felto não participa das 
reivindicações realistas e 
até parece que estão Re 
esquecendo dos municipi­ 
os do sudoeste matogros­ 
sense". Fernando Freitus 
salientou que não fada 
qualquer reivindícução . 
nominal, solicitando ape­ 
nas que fosse env111da à 
Jardim urna comissão de 
técnicos para que verifi­ 
quem o que está acon­ 
tecendo. 
Fernando Freital( ape­ 
lou aos companheiros da· 
.ssulmdt, 110 sentido de 
que cada um dos prefei­ 
tos da Grande Dourados, 
seja um xdvogado .,da 
nossa sofrida região su­ 
doeste". 
Lembrou também que 
a satisfação das lavou­ 
ras dos municípios do 
extremo sul do estado, 
depende rJo calcário da 
Bodoquena do progresso 
de qualquer região. Ho­ 
mens de empresas che­ 
gam periódicamente em 
Jardim, mas desanimam, 
pois falta tudo princi­ 
palmente a assistência 
governamental", acres­ 
centou o prefeito. 
Pinalizando seu discur­ 
so disse que . devemos 
somar, na Associação 
dos Municípios. para que 
exista a participação de 
todos e quando por aqui 
chegarem autoridades 
do governo. lembre a 
elas que existem cidades 
que necessitam áe _apoio, 
na região sudoeste de 
Mato Grosso". 
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porque sabem com o que colhem. 
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BE 
Contas sena suf iciante 
julgar para 
: T ribuna.1 de. 
Pedro 
, FrageUI depõe 
na CPI d 
Injui;llçn do Divórcio l ravH!Jo ;o (JUe o Movimento faml1ínr r,ris- 
HÁ juristas e sociólogos que dizem que tão ven realizando em Passo Fundo. 
o divórcio é injusto. O que é injusto? I- { Nós devemos compreender que no é dis­ 
j:wlo é •o que na.o ó jus. to .. Ir1jus10 é a 1
1 
fi,Jlubllidncle ou u ind! ·holt11Jllldacle do 
mulher honesta sofrer prejuízo moral, vínculo matrimonial que causam. os 
mantendo se fiel e o homem viver com a ; desajustes emociona's entre marido e 
mulher que bem entender. A mulher re- mulher e as 1compatibilidades da vivên­ 
catada, no divórcio é vitima de sua pró- cia no lar e em família. Os desajustes e 
pria honra. Nisto, precisamente, consiste us incompatibilidades se geram pela fal- 
a injustiça, proclumum os moralistus, que ta de educação para o amor. Oru, fH.l 
08 
a mulher honesta sente vergonha de pro- , desajustes • as imcompatibilidedes pela 
curar outro casamento. Logo, concluem } deficiência de educação sexual e de edu­ 
eles, o divórcio lhe é altamente prejudi- caç4o para o casamento existem deve- 
elal, Será verdade esta afirmação? O di-} mos pensar assim: '' 
vórelo é mesmo, injusto, pura u mulher } O divórcio no resolve os defeitos da 
honmdn? • A reullrludc sociul mostra o educação Sl'XUal para o amor e 
08 
pro­ 
contt·ó.rio. O desquite é que é injusto. O bleras mor ais do casamento entrem arl­ 
desquite lança a mulher, até a honesta, do e mulher, mns é medida legal que per­ 
na luma do concubinato e das untõse i- mito que marido e mulher não vivam, 
licitas. O desquite condena a mulbt•r a ,com seus filhos, em adultério e em u­ 
viver só ou u formar (insist-se: mesmo niões ilegais. 
quo honesta) um lar cldostino e ílegul. 
isto sim, é aberrante injustiça. O dlvór­ 
'310, ao contrtuio, permite novo cnsamen­ 
to ao homem e à mulher. O divórcio u~i­ 
xn om pé de lguuldnde o homem e a Iuu 
lher, se desejurnm consliluir um novo 1 •r. 
O desquite é tábua de salvação do «sal 
ve se quem puder». Logo, é ridículo fa­ 
lar em Injustiça do- divórcio. O divórcio 
é iojm,to para !t mulher, atualmente, no 
Brasil, porque está fora da lei: porque 
nüo é remédio legal. No instante em que 
o divórcio for acolhido pela legislação 
brasileira, os falsos moralistas não mais 
falarão em injustiça e imoralidade do di­ 
vórcio. Aliás, corno nü.o falam ds podri­ 
dão moral do desquite. Preferem aceitar 
u1n desquite que incrementa as uniões i­ 
llcitus e ilegais e combatem alucioada­ 
mente a legalização de um ctivórcio que, 
como mal menor, procura regularizar as 
uniões ilícitas e ilegais. Os moralistas es­ 
tão se esquecendo desta verdade: 
A dissolubidade ou indissolubidade do 
matl'imônio não é problema de paixão 
egoístieu ou de -abertura para o insUuto 
sexual: é antes de mais nada problema 
de educação sexual e de educação para 
o nmo1. 
Divórcio e Instinto Sexual 
• O grande problema do casam . .rnto, ho­ 
je, não é o -divórcio e nem o desquite. 
E a falta de amor. O homem e a mulher 
bem casados dispensam qualquer forma 
de desquite ou de divórcio. Aliás, ho­ 
mem e mulher que vivem em estado de 
am·Jr autêntico, nem pensam em divór- , 
cio ou desquite. Pensam. sim, em unir-se 
sempre mais pdos laços inditisolúveis do 
amor. Sim, mil vezes sim, o amor ver­ 
dadeirQ é que é indissolúvel. Este, em 
verdade, ninguém separa. Justamente, 
por isso é preciso prega_r o amor. É pre­ 
ciso educr pelo amor. E preciso engran­ 
decer o sexo. O problema não é o di­ 
vórcio. O· problema ê a falta de amor. É 
a falta de educação sexual. O problema 
não se resolve, censurando, até com a. 
meaças, a dissolubilidade do casamento 
e tecenrio loas carismáticàs à indissolu­ 
bidade. O problema repetimos consiste 
em educar os jovens e os nubente:.. para 
uma vida conjugal feliz. Sob este aspec­ 
to, louve-se por exemplo, o trabalho ma- 
Simpatia 
Há pessoas que nos silo simpáticas. E 
outras que nos são nnllpáticas. Esta ê u­ 
ma constante na vida comunitár'ia. Por­ 
qur:1, nós simpatizamos com esta mulher e 
nos antipatizamos com aquele homem? 
E claro que tudo depende do interesse 
pelo qu111 se encara a pessoa. Muitas vezes, 
um ato grosseiro casual ou voluntário pode 
gerar uma antimpatia ou uma siunpati9 por 
uma vida· inteira. E sempre, quando pos­ 
sível, mostramos esta t:1írnpatia 1.,u anti­ 
patia em público. Há pes:,oas que são sim­ 
páticas para alguém, porque munca con­ 
viveu mais intimamente com elus. A con­ 
vivência talvez mudaria a simpatia em 
antipalia. Uma selJhoru (JOde ser antipá­ 
tica para um uédico, porque é metida a 
sabichona e, ao contrário, simpática a um 
professor porque os dois gostam de mú· 
sica.. Na comunidade, a simpatia ou e:. 
antipatia. se guh1m, através do círculo de 
amigos do clube que frequentamos, dos 
colegas de trabalho ou do parenes com 
os quais convivemos, Neste relacionamen­ 
to mais intenso, surge o sentiménto na­ 
tural de simpatia ou de aotipati-i que 
nos faz 11proximar ou afastar da pessoa 
que nos é sirnpatice ou antipática. YVen­ 
cer a simpatia e a antipatia é tarefa im­ 
portante de quem Jeseja ter sucesso no 
trabalho, na profis.são e na vida social. 
Ridicularizar a pe!'lsoa antiµáticu e louvar 
a pessoa simpática é muito fácil. Na vi­ 
da comunitária devemos estar certos do 
seguinte: 
O nosso semelhante nos aprecia, no 
fundo, quando somos justos e rrspeitosos 
com as pessoas c.om as quais convive­ 
mos: simpátimis ou antipáticas. 
Flagrantes da vida que vale manchete 
Obervação de um condenado, olhan­ 
do pela grnde de janela de sua pequeni­ 
na cela: 
Viver é importante; viver honestamen­ 
te é mais importante; mas viver em li­ 
berdade é muito mais importante. 
Trova Parn Medita·ção 
Quando o homem se casa, 
Talvez deseja casar. 
Ele só caa& e quer casa 
Porque a mulher quer casar. 
BENEDITO HESPANHA 
.•CorumM4 • "O TEMPO" ) 
b>e Pedro Pedro+sian, durante »eu mandato, pra­ 
case atos corruptos, o 'Trital de Contas, que 
mpte mostrou «ua eficiência nestes casos seria 
suficiente para condena-lo», Assim o vereador Bre­ 
no bezerra, da Arena. Um dos mais antigos ami­ 
pgos de Pedrossian, encarou as denúncias feitas pe­ 
lo Senador Mendes Canale, em Dra-flia. 
A ques1o, encaminhada por todo o Estado como 
verdadeiros estopim prestes a se incendiar 
nos meios políticos. torou vulto nas últimas 
semanas, quando o tambem ex-,over­ 
nador José Fragelli, ao ser entrevistado pelo Jor­ 
nal do Brasil, foi, conforae suas declarações, mal 
interpretado pelo reporter. O Jornal carioca afir­ 
mava que Fragelli pedia o AI-5 para Pedro Pedro.si­ 
un, mas o ex Governador de-mentira, 11111 dia de. 
pois, enviando telegrama a direção do J, expli­ 
cando que "jamais pediria aplicação deste ato vi. 
ando particularmente atingir elementos do pró. 
prio partido, 
COMERCIAL 
Um contato comercial.venda de bois entre Be. 
zerra e José Fragelli, alertou o CX-l(OVernarlor so­ 
bre a matéria do JB. O vereador foi quem infor­ 
mou, para o surpre~o e indignado Fra••elli, que 
ele pedia,_no Jornal. o AIS para Pedro. Na mes­ 
ma hora Fragelli avisava que nunca pedira tal 
coisa e o repórter estava mal-interpretando en­ 
trevista· Telegramas foram enviados ao JD e ato­ 
da imprensa mtogrossense, dando sua posiç..o u 
respeito: nunca pedira aquele aro excepcional pa­ 
ra Pedro. Na verdade, durante o governo de Pe• 
dro Pedrossian, a ua campanha eletiva, em Co­ 
rumbá, teve em Breno Bezerra um forte apoio, 
inclusive nos comícios pré eleitorais, contra a for­ 
te corrente que representava Lúdio Coelho, pode­ 
roso e influente. pecuarista, que era tido como o 
provável vencedor da corrida ao Palácio Alencas­ 
tro, nu época u rasa do g_oYernndor de Mato Grosso. 
O CÍRCULO 
Formou-se, então, nos últimos anos, um cfrcu.lo 
<le ferro nos bastidores nrenísticos. Desde o rom­ 
pimento público de Pedrossin, com • Ü estilo de 
odministraçào do Governador Garcia Neto•, a~ ca­ 
madas políticas mais influentes da chamada Arenn- 
1. Procuravam atribuir evidentes fraquezas do par­ 
tido à atitude separatista de Pedro. Mas esse des­ 
gaste foi encarado, pelos pedrossianistas, como 
natural •parn vm governo fraco e que jornais a­ 
tenderia aos interesseE do .Estado, principalmente 
do Sul•. A força política de Pedro Peclrossian 
foi provada durante n campanha divisionista, ai. 
mejada pelas cidades mais ricas do Estado, prin­ 
cipolmente Campo Grande e Dourados. A polfti­ 
ea estadual, então, chegou a fnzer parte obrigató­ 
ria dos noticíosos nacionais, principalmente por 
cu usa de diversificadas c sérias acusações. entre 
Hrleree e membros dos dois partidos, 
Breno Bezerra, no ser e1eitn para a Câmara Mu­ 
nicipal, onde obteve n maior quantidade de votos, 1 
afirmava sempre que a divisão era a melhor so­ 
lução. Ja que Corumbá, representada pelu vice­ 
governador, não mostrava o mesmo ênfase a res­ 
peito, evidenciava-se um clima de expecL'.ltivo, a 
1 
espera da decisão, final. Com a integrali:zaçào da i 
divisão, mais tarde, cameçou a luta pelas begemo- 
1j 
oias, com todos querendo ser o •pai da criança> 
atribuindo para si os louvores da decisão preeidenci- 1 
+, 	[ 
Afirmn~do ser amigos pessoal e íntimo de José 
Fragell_i e Pedrn Pedrossia.n, Breno Bezerra clas­ 
sificou a posição do Senador Mendes Canale co- , 
mo inoportuna mas m:turnl. E explicou, •lnopor• 
tuna porque_,já se passaram_,7 ano,i do final da a­ 
dministração de Pedro, e ninguem chamou-os de 
1 
corruptos, porque naquela época ele não era uma 
ameaça nos. interesses particulares daqueles que 1 
hoje temem sun força política. Por que s6 agora 
ess.1 acusação? Ou estão achando que o tribunal 
de Contas em incompetente? Natural "porque, com l 
a divisão, muitas vagas se abrem nos olhos ávidos 
pelas po~ições de destaque e liderança. E Pedro 
Pedrossian é, atualmente, o nome mais cogitado. 
nos altos setores pela brilhante administração que 
desenvolveu. Desprestigiá-lo seria bom para ou- 
1 
t.ros que almejam e,~as vagas! 
Terras 
Brnsilia (Suc) O ex-go­ 
vernador de Muto Grosso, 
José Fragelli compareceu 
Comissão Parlamentar de 
Inquérito do Sistema Fun­ 
diário, pura explicar u 
venda de dois milhões 
de hectares de terras pá­ 
blicaR a granrle$ grupos 
ecoaOrnicos, o brungrndo 
(1rcas anteriormente vcu­ 
didns pelo governo pe­ 
quenos agricultores. 
, acmação oo ex-go­ 
vernador foi feita há du­ 
as emanas, na mesm 
CPI, pelo ex-prefeito dti 
Oro.cena e procurador da 
Campanhia dr Colonlzn­ 
ção de Terras .. socieda­ 
de Pioneira Arlpuanã. 
Dracena'', Juvenal Pezo­ 
Jato. O representante du 
empresa afirmou nu CPl 
que ele e OR 269 nutroR 
sócios da companhia ad­ 
quiriram. Há dez anos, 
direta.mente do governo 
estadual, terras no mu­ 
uicípio de Aripuanã ao 
norte do Mato Grosso. 
No entanto, afirmou se­ 
te ano11 depois da aqui­ 
sigo, quando alguns dos 
sócios j haviam pago 
até dois terços do valor 
de suas terras. Foram 
supreendidos com a in­ 
formação de que a reas 
que ocupavam estavam 
-sendo transferidas para 
os grupos Rendayl e J o­ 
ão Uarlüfl da Souza Mei­ 
relles, presidente da As­ 
sociação dos Empresários 
da Amazônia. A revendu 
das terras, segundo ele, 
foi feito com a autoriza· 
ção do então governador 
José Fragelli. E o pro­ 
cesso de expulsão dos 
primeiros moradores foi 
feita cot, armas e pela 
polícia do Estado. 
(Folha de São Paulo) 
08/611977) 
LEII E IISSINE 
l IBUNJI DA 
FRONTEIRII 
... 
Máquina de . Beneficiar Arroz, e Secador para Cereais Atacado. e Varejo. 
U M A O RG A N I Z A Ç Ã O P A R A S E R VI R A N T O N I O J O Ã O E R E G I Ã O 
j 1 
~---------------------------------- 
Rua São Pau I o 5/N 	Anton10 João MT

INIA EMISDOA MMIGA DE] 
- 
CUMPLE ANOS 
Z.P. 2:l el proxlmo 7 de jullo vonldero 
cumplir sels anos de nctividade al ser. 
vllo del pueblo y por enrlo do nuestra 
pntria, ee día rendiromos un justicioro 
homenngem a esta Emisora privadn, 
qu13 en su collrllanu labor cumplo una al­ 
tn mlsiou aocl11l y comercial, que uunan­ 
do lo valores humnos lo encausa por 
es corriente de progresso, cumpliando 
una accion transformadora de los recur­ 
o8 económico de esta zona, tan rica y 
tan trbajudora como sle::pro lo fúe Be­ 
lla Vista - Amambay. 
ZP, 28, en su diurln emisíon tiene lu 
fuerzn suficiente de munteners activa y 
tonificante, de confuudit'se con el pueblo, 
n aor parte Integrante del pueblo, casl 
indlvislbile, Z.P. 23 onda amiga que com­ 
parte todos los díac1 J1i mesa dei rico, 
del pobre, del comerciante, del deportts­ 
ta, del trabajudor Jejano de los inmensos 
bosques, dei estudiante y dei ohrero. 
Endulzando la vida de sus oyentos en 
diarias e ininterrumpidas jornadas de tra­ 
bajo, matizando suR progrnmnt1 con mú­ 
Rlcas, noticias y comeatarlos de toda la 
ya, que ayudam a elevar el cervo cul­ 
tural de· nuestro pueblo. 
Z.P. 23, ''Difusora Mariscai Lóprs" ee 
portadora genuina del diario sentir de 
todos los hombres de biem que habita­ 
mos este lugar, de essos hombres que 
se onorgullecen por contar oon una Eml­ 
sora joven y hien norteiía. E neste sexto 
aniversario recordamos a la proprieta­ 
rla dona Bianca Rolón de Cardozo a su 
incansable director don Valerio Pena y 
a todo el personal que conforma ln or­ 
ganizacíon de esta Emisora amiga; y 
porque no recordar a esta altura del 
tiempo a todos aguellos que desfilaron 
oontrlbuyendo con su labor personal en 
esta radio, pues ellos constituyen los Ia­ 
drlllos como en el cimtento de una casa, 
abora oasi relegados ai olvido, los recor­ 
damos agradecidos por su aporte en bi­ 
en del progreso y la cultm·a de Bella 
Vista, porque de una o otra forma dleron 
de si para que difusora "Mariscai Lopes", 
siga emitiendo su son amigo a bagares 
paraguayos y brasile.ií.ob. Se ha dicho que 
la prensa hblada y escrita es el cuarto 
poder, y este lo. ratüica el consenso 
mundial. por tanto la radiodifusíon vie­ 
ne a constituir un poderoso medio de 
propaganda, si ella está al servicio dei 
bien, obra milagro, si se embandera en 
la. causa del mal, produce desastre; de 
ahí su importancia y su delicada m'isíón 
en la sociedade, e para m a y o r resul­ 
tado debe abocasre a la tarea de des­ 
pertar la sensibilidad del pueblo en be­ 
neficio de la paz, del bienestar y d e 1 
progresso. 
Si ella puede ser conducto de tan 
genuino y elevado interesses de la so­ 
ciedad, estamos obligados a datle el a­ 
poyo que le corresponde, sea esto eco. 
nomico, moral o intelectual debemos de 
compartir la responsabilidad de sus ob­ 
jetivos y deóemos de estar seguros con 
su enilhesta pret:1encia, más cuando ella 
reponde a los sagrados intereses de la 
patria, que cuando está desempenando 
esta labor patriótica, la. situa a nivel de 
patrimo•nio nttcional, de ahí en más es 
considerada fiel intérplete del sentir po­ 
pular, expresado en nuestra música, en 
uestras sanas costumbres, ennuestro 
duloe idioma el guarani, y así en cada 
amanecer redime el alma de nuestra raza 
para avivar como tea encndida, nuestro 
carüi.o, nuestro amor a esta bendita tie­ 
rra que nos vió nacer: El Parag-eay. 
Difusora Marisca! Lopez, lleva el 
nombre del Héroe Máximo de nuestl'a. 
nacionalidad, surgió l eter un T de ju­ 
lio d.e 1971, desde esa fecha en sus seis 
aií.os de vida, se_ha integrado positiva­ 
mente a la actividad de la ciudadanía 
paraguya y brasilena, residentes em am­ 
bas Bella Vista, su voz potente y sono­ 
ra. diariamente está salteado a los cua­ 
tro vientos informando las grandes rea­ 
lizaciones naciouales, y el se ha cOns- 
tltúfdo en una de las sabias vitales del 
folklore y el palpitar cotldiano del norte 
paraguayo. 
A grande rasgos, esta es la sem­ 
blaza de la activa Emisora Z. P. 23, 
Difusora Mariscal López, emisora jovem 
y a.miga que el próximo 7 do julio esta­ 
rá de anlvcrsurio, voz paraguaya que 
prestigia 11 nu<•stro país, que canta las 
glorias de este pueblo de vallentes, pue­ 
blo que hoy está transitando por las víaR 
del blenestar y la tranqullldad, gracias 
a un gobierno laborioso y constructivo. 
z.r. por tua seis anos de trabajo in. 
tenso, todos te congratularemos en ese 
magnifico dia, que los seres que com­ 
parten contigo tu dlario trabajar sean 
felices tambien, y quiera el Altlslmo que 
en esta hermosa tierra en la cual vivi­ 
mos luchamos y soíiamos, el mejor ra­ 
millete de obsequlo sea coo el perfume de 
concordia, la comprension y la mano a­ 
miga tendida haeia una eterna amistad, 
como lo es tu antena radiante en el ele­ 
lo de América. 
Felipe Ajala Lopes. 
tos da 
Caráter 
Reivindicações dos Prefei• 
ASSULMAT de 
Regional 
- Estradas: p11vimentação asfáltica • 
a) BR-163 ligando Fátima do Sul, Jateí, Glória de 
Dourados, Deodápolis, Ivinhema • Porto São José· 
trata-se da BR-376, com extensão de 200 km. 
b) Dourados -Nova Andradina, Juty, Naviraí, Por- 
to Caiuá- :110 km. . 
c) Naviraí • lvinhema - Extensão 95 km 
VICINAIS 
a) Indápolis - Colonia dos Italianos - Lagoa Boni­ 
ta • Deodápolif, numa extensão de 60 km. 
b) Naviraí - Amambai 110 km. 
c) Porto Felicidade - Iguntemi, 80 km. 
d) Dourados• Caarap6 • Laguna - 25 km. 
e) Macaúbn - Formosa - Cruzaltina (BR-163) - Trn­ 
versão 46 • Lagoa Rica - Piraporã (Ttaporã) - 45 km 
reivindicação de Dourados. 
O Eldorado - Porto lIorumbi, na travessia Umua­ 
rama, 2? km. 
e. Bela Vista - Caracol - 70 km. 
&. Caracol - füo Perdido - 50 km. 
I.- Caracol - São Carlos - 48 km. 
j- Caracol - Alto Caracol - 58 km. 
l· Vila Rica• Juty - 70 km, 
m- Lagoa Bonita - Culturama - 17 km. 
fr - ARMAZENS E SILOS. Fátima do Sul 
Dcodlipolis, Eldorado e Carapó. 
III - ELETRIFIGAÇAO RURAL Dourados 
Fátima do Sul, Vicentina, Jateí, Glória de Doura­ 
dos, Deodápolis, Naviraí, Ivinbema, Caarap6, Ju­ 
ty, Eldorado e Porto Morumbi. 
IV- REDE DE TRO.íCO Bela Vista a Caracol. 
V • DISTRITO INDUSTRIAL Dourados, Navi­ 
raí e Deodápolis. 
VI ÁGUA E ESGOTO Dourados, Fàtimn do 
Sul, Naviraí, Deodápolis, Caracol, Caarapó, Eldo­ 
rado e Jateí. 
VII GALEHIAS Fátima do Sul, Deodápolis, 
Navirai, Caarap6, Eldorado e Dourados. 
Vlll- REDE TELEFÔNICA • Dourados (DDD - 
Discugem Direta à Di~tâncin•, Caarnpó, Eldorado, 
Deodápolis, Caracol, Bela Vista e Jateí. 
IX - ARERTURA DE POSTOS DE GASOLINA 
AOS DOMINGOS E FERIADOS EM TEMPO DE 
SAFRA • Todos reivindicaram. 
FACULDADE DE AGRONOMIA EM DOURA­ 
DOS - reivindicação geral. Universidada Rural pa­ 
ra a região da Grande Dourados, começam pela 
Agronomia, com criação rle cursos técnicos em 
Ponta Porã • Engenhuria Operacional e Enferma­ 
i1:m, Antonio João • (curso de tratorista) e Bela 
ista_- (curso de capataz e trabalhador no campo). 
XI: Pavunentaçuo asfúltica da R.,dovia Victor 
Angélica - Ivinhema_- aviraf- Foz de lguaçu, ltaipu. 
Pavimentação asfáltico da rodovia Ponta Porã . 
Antomo João • Bela Vista. 
XII - ENERGIA ELÉTRICA - hidráulica, siste­ 
ma de_Urubupungi - Ponta Pora. 
Xlll_ Estudos de viabilidade técnica para im 
plantação de um projeto de Desenvolvimento e 
incentivo à soinocultura na região, nos moldes 
dos projetos já implantados na região norte do 
Estado. 
. XlY - P~vimentnção asfáltica da r.odo:vin 
liga Rio Bilhante, Maracaju, Jardim e Porto • ql ue 
tinho. 	ur- 
XV - De caráter de Urgência, a rodovia Dou 
rndos - Caarnp6 - Porto Felicidade • lguatemi . El 
dorado e Porto '1.urumbi corredor de exportação­ 
XVI- Dilatação do prazo do PRODEGRAN pa­ 
ra 191<1 
Trihuna ta Fruteira 
Org e Tdqendente a &reis da 'Rciue 
Ano VI Dela i+ta - M 5/7/77- N. 23l 
COLUNA 
"Oração para realizar o 
paraíso sobre a terra" 
Masahuru T aniguchi 
-- 
.. 
Com alma e corpo purificado, venho 
colocar-me diante do trono de Deus. To­ 
do Poderoso, para rogar, fervorosamente, 
que rrifoha. alma e meu corpo se unam 
a Vós. 
Sinto que o espírito de Deus está em 
torno de mim, me envolve e se in!iltra 
na minha alma e n: meu corpo. En ver­ 
dade, alcancei agora a consciência de que 
estou unido a Deus. Porquanto Deus é e 
espírito da Paz, também a minha alma e 
meu corpo se enchem de paz. A minha 
vida funde-se com a vida de Deus; ums. 
grande paz toma conta de todo o meu 
Iler, e na minha alma não existem sequer 
pequenas ondas de inquietação. Neste mo­ 
mento, confio nas mllos de Deus a mi­ 
nha alma e o meu corpo. 
O espírito de Deus é transbordante de 
sabedoria e resplandece eternamente. 
Por isso, o meu espírito confiado a De­ 
us será orientado pela sua sabedoria e 
não perderá, não verá escuridão ~ nun­ 
c hà de tropeçar. Seguindo a luz, eer­ 
tamente caminharei para a realização 
de todos os meus ideais. 
O meu earnioho está iluminado pela 
sabedoria de Deus; portanto não existe 
diante de mim nada que impeça a mar­ 
cha, que ponha obstáculos nas minhas a­ 
ções, que tente prejuàicar-me ou que me 
faça cair na enfermidade. 
Este mundo é o mundo repleto de Paz 
de Deus. Por isso, todos os seres desde 
os microorganismos até os animais de 
grande porte, harmonizam-se, ajudam-se 
e confortam•se mutuamente. Não haven­ 
do aqueles que brigam ou que ferem uns 
aos outros; todos eles, manifestando ca­ 
da um a individualidade e a característica 
própria, formam um todo harmonioso e, 
cerno que entoando uma música celestial 
que exalta a Paz, faz o paraíso manifes­ 
tar.se sobre a terra. 
Este mundo é um repleto de amor de 
Deus. Portanto, todos os seres, a começar 
do homem, ajudam-se e amam-se mutu­ 
amente, não havendo quem inveje os ou­ 
tros,· quem julgue os próximos e quem 
diga palavras ofensivas. Ouvem-se ento­ 
nar tão sómente as palavras de amor e 
admiração, qual umá. dcce música celes­ 
tial. Este é um mundo repleto de bençãos 
de Deus. Assim, todos os homens aben­ 
ç0um-se mutuamente, e cada um ora pe­ 
la felicidadP dos outros. Essa vibração 
espiritual, essa prece abençoadora, alcan­ 
ça as alturas, transforma-se em música 
celestial e alegra o trono de Deus. Deus 
se regozija eom isso, e ilumina ainda 
mais este mundo com a Sua santa luz 
de benção. Essa Iuz resplandece por to­ 
da parte, qual uma chuva de flores ce­ 
lestiais que adorna a vida de todos os 
homens. Estou agora, aqni, em frente ao 
tr-cno de Deus Supremo; e, com as pál­ 
pebras cerradas e espírito sereno, vejo 
com os olhos da ala a luz da benção 
divina, a chuva de flores celestiais. Em 
verdade, esta terra é um paraíso, é o 
reflexo do reino dos céus. Eu, que rece­ 
bi de Deus a vida e sabedoria e tenho 
a proteção do Seu amor, reverencio esta 
santa Luz abençoadora, sentindo minha 
alma repleta de alegria e transbordante 
de gratidão. Rendo graças ao Deus To­ 
do Poderoso por esta grande benção. 
Muito obrigado, 
N J L ADE 
N'ecessoria 
lar milhões de tele«pecado- I 
r brasileiros, especialmente 
os jovens, a apresentarão de H. 
deres emedebits na televisão 
deve ter sido, acima de tudo, 
uma surpresa, Há sírios nos 
não e via a Oposição manifen. 
tar-e tão criticamente ·obt 
aspeto da problemática bra­ 
sileira por um mio de nlance 
tão amplo. 
Independentemente do ca­ 
nhado mérito dai opiniões e 
interpretações expo-tis no pro 
rama, terá ido tonificant 
para a indiferença política de 
tantos brasileiros presenciar, 
em tal duração e amplitude, 
colo.c~çüe• contr.hi:t~ ih oíiein 
1 
Foi como e a Nação,' 
bruscamente exposta à ontro. 
véria natural e audível de l 
um prnr<·,,n tlu11ocrá1ic.o, Ee j 
visse mágicamente transportada 
a uma condição que muitos já 
se habituaram a ver como 
inadequada ou incessível para {/ 
nós. 
Embora a autorização par 
o programa tenha sido mera 
decorrência de uma lei (de 
resto uma lei restritiva, que 
muito mais tirou do qnc den 
paro o excrdr_io dns lilJerdacles 
civis), não deixa de merecer 
reconhecimenlo o foto de o 
presidente Geisel haver 
removido possíveis embaraços 
à sua aplicação, Setores de 
opinião mais radical teriam 
sobidamento preferido influir 
paro que, de ulgum modo, o 
MDB não tivesse acesso um 
meio de comunicação temido 
por sua penetração vertical atra 
vés de todas as classes e por 1s 
o mesmo objeto das citadus 
limitações legais. Que o 
programa tenha ido ao ar 
reforça a parência de que 
efetivamente o Governo se 
dispõe a uma nova tentativa 
de reabertura do processo 
político, embora outras 
interpretações. p I a usív e 1 a 
mereçam consideração. 
Algans objetam, de 
outro lado, que essa não. teria 
sido a melhor oportumdade 
de o llDB reiterar os pontos 
de vista oposicionistas, já que 
a inesperada aprrsenração dells 
poderia comprometer as frágeis 
e imprecisas bases de uma 
eventual recoro posição política. 
lIas se o governo não estivesse 
preparado para absorver com 
serenidade tal exposição de 
opiniões, seria de duvidar que 
ele tivesse efeth·ns cond1çoes 
de reconduzir ao diálogo o 
processo. 
É normal, em toda in­ 
teração política, que cada uma 
das partes interlocutoras defi- 
na com clareza sua posição, 
porque só a . partir de. uma 
avaliação realista das diferen­ 
ças é qu~ podem ser encetadas 
negociações si.néeras. 
(Folha de São Paulo) 
Saldanha Der­ 
zi agraciado 
com titulo de 
cidadão 
Antoniojoanense 
1 
• A Câmara de verea.ào- , J 
res do Município de . .n- ~ 
tonio João considerando l 
os diversos serviços j6 
prestados pelo Senador 
Saldanha Derzi àquela , 
rica região matogrossen­ 
se assim como o seu tn· 
teresse pelo desenvolvi­ 
mento do Municipio, re­ 
solveu, por unanimidade 
dos senhores vereadore_s 
locais,· conceder ao di­ 
námico Senador o titulo 
de cidadão {Antoniojoa- • 
nense. 
Dentro em breve, por- 
tanto o ilustre Senador 
da A;ena de ~1ato Gros- } 
60 deverá visitar Anto- 
nio João para. receber 
a merecld• homenagem. J