1. o 1.0 RODEIO DCIO IL DE L Ç CAMPEÕES DOS Pariipacdo R. G. d Sl S Y' '. 7. 1o 2U i, ta, Catarina, Paro,ná, S. Paulo, Ma:to Grosso f: CL. 3E 1O 1 0, SI.IICITO RURL ; PREFEITUH :U.IIC PL DE JEL. ISTa t! JULHO DE 1917 1, FR a ' Fundador: Ivaldo Pereira _l_ Ano VI 5/7/77 Rela Vista Mato Gro so - DO Em sessão realizada dia 27 pp,a Câ-1 a intenção desta Casa não é a de traba­ mara Municipal aprovou o projeto de lhar contra o povo e contra os Projetos lei do Executivo que doa ao Estado o do Executivo que visa o bem estar des­ teri:eno on~s atualme_nte existe um de- ta povo, desde o inicio este Projeto ti­ pósito de lixo, no bairro da Cacha pa. nha minha aprovação desde que fosse w. a construçao de mais urna escola mu- comprovado a legitimidade de posse. O nicipal. Na edição anterior, havíamos en- inte·resse púhlico esta acima dos interes­ focado u. necessidade de urgencla para ses particulares e isto representa o i­ a aprovação do projeto, haja vista o deal do político. prazo que o Prefeito Municipal tinha pa- Nunca - informou ainda o verea­ ra enviar as documentações aos órgãos dor, passou pela cabeça de qualquer competentes em Cuiabá, pois a verba já membro da Càmara preferir um depósi­ se encontrava a disposição da Prefeitu- to de lixo ao invés de uma escola. A ra. O vereador Nivaldo de Barros, mfor- Câmara - frisou O vereador, agiu com al­ mou à _reportagem que foi nomeada uma to espirito cívico, aprovando um proje­ comissão para investigar a posse do ter- to que represeuta, não só os interesses reno e segundo informações do Cartório dos moradores ·da Cancha, mas os ultos local_- o mesmo era propriedade da interesses da pátria, pois uma escola é a forja de Prefeitura. Disse, arnda o vereador que onde surgirão os brasileiros de amanhã. #QUÉIo Está EM ANDO A SENTO O vereador Carlos Centurião, líder do prefeito na Câmara solicitou ao Presi­ , dente informações a respeito da CPI que i investiga "possíveis" irregularidades ad­ IIIhnstrativas cometidas pelo Executivo. O vereador solicitou que a Presidência informasse se as pessoas que foram ouvi­ das pela Comissão, no inquérito, foram ou­ idas na Casa e qual o resultado deotas lUW>est,igacões". O presidente informou que foram ouvidas na Câmara· e o veroador Centurião pediu que constasse em ata o seu _Protesto por ser inconstitucional tal medida", O vereador quis saber ainda quais as pessoas que foram ouvidas pois, eorno líder do prefeito, tem este direito. , omissão, integrada pelos vereadores ",,S Argui@ Barbosa, Noedi Lataujeira A,9nso D. N. Leite está em plane anda- ento e, segundo palavras proferidas pe- los vereadores Noedi e Odilloo, "breve­ mente o vereador Carlos tomaria conheci­ mento de seus resultados", Ainda a respei­ to da CPI, o vereador Centurião perguntou pela Ata onde está registrado os documen­ tos a respeito. Informado que se encontra­ va depositada em Cartório o vereador ener gícamente repudiou tal meclida consideran do um despropósito tal atitude, pois os funcionários desta Casa são merecedores de confiança e. uão hi necessidad.e dos documentos serem guardados em Cartório Finalizanào, o vereador "enfocou a neees­ siilade da Comissão apresentar eaas con­ clusões "o que será feita em sessão extraordinária. Bonito receberá Cr$ 09 milhões do Polocentro O município de Bonito, bem como toda a sua á­ rea de inlluência ·i:ierão contemplados com recur­ sos no valor de 89 1.ui­ lhões e 476 mil cruzei­ ros, isso porque, encon­ tram-se situados dentro dos limites do Polocen­ tro, considerados priori­ tários, em-face a grande produção apresentada pe­ la região. Esses recuréos, que de:­ ve.rão ser entl'egues ao município através ae benfeitorius, tem por fi­ nalidade cobrir os sub­ programas de armazena­ mento, transportes e e­ nergia. Essa verba deve­ rá aumentar em 18 mil toneladas a atual capa­ cidade de armazenamen­ to da região, em... 217 quilômE.tros a extensão das estraaas rurais e a­ inda, implantar mais 128 quilôm&tros de linha de transmissão de energia. Por outro lado, a pró­ pria cidade de Bonito es­ tá sendo contemplada com um armazém, cuja capaciàade é de 6 mil toneladas e também com uma linha de transmissão entre aquele município e Bonito, linha esta que, segundo previsões da Se­ cretaria de Planejamen­ to da Presidência da Re­ pública deverá estar con.. cluída até o mês de mar­ ço do pró,ximo ano." Docum.entos Perdidos Jacira Cham0rro da Rocha extraviou os do­ cumentos. Titulo de Elei­ tor r,a,rteita de J,Jentidn,de Carteira Ipemat Registro de Nascimento. Fub'lioa­ ção que faz para obten­ ção da 2 Via lnfririgência ao Decreto N. 0 79.148 de 18 de Janeiro de 1977 O General Oziel AlmeMa Costa, Presi­ dente do Conselho Nacional do petróleo, endereçou ao Sindicato Nacional do Co­ mércio Atacadista de Minérios e combus­ tíveis Minerais o seguinte ofíeio: Nº 1786. . Sr. Presidente. Ações fiscalizadoras ro­ centemente processadas junto aos Postos Revendedores constataram infringência ao Decreto nº 79.148 de 18 de janeiro do 1977 quer quanto ao funcionamento em períodos de proibição, quer quanto a vendas a crédito. Várias denúncias têm sido ender09-adas ao Conselho Nacional do Petróleo rale· rentes a coneessã.o de créditos Considerando a gravidade das infraçãos cometidas que ferem determinaçõt1s go­ vernamentais concernentes às medidas de racionalização do consumo de àerivados de petróleo, esta presidência solicita a V. Exa. provídênciM visando alertar as Companhias Distribuidoras e Pestos Re­ vendedores quanto às consequências que podení advir pelo nã.o cumprimento das disposições do Decreto 79.148 de 18 de ja­ neiro de 197í e Portaria n? 22 de 28/01/1977. Dentro dê sua competência legal, o • Conselho Nacional do Petróleo aplicará pes11das penalidades que poderão culmi­ nar com o fechamento definitivo dn Posto Revendedor infrator, ap~ran.do-se aillda a responsabilidade da respectiva Distri­ buidora. Aproveito a oportunidade para apre­ sentar a V. Exa. meus protestos de esti­ ma e consideração. Oziel Almeida Costa. Presidente''. CONVITE Quinta feira; sete de julho,. aniversário de ZP 23 Difusora Mcal. Lopez (6 anos). Programa: _ 1- Missa em ação de graças na Capela Maria Auxiliado,ra. 2- Festival de música 2-3. Desfile Ele coa- juntos. · 3- Saudação do Diretor da ZP 23 no bo­ letim do meio dia. 4- Leitura e entrega de premio ao me­ lhor trabalho em verso dedicado à ZP 23 5- Gradioso baile com eleição e coroa­ ção da Rainha da Difusora Mcal. Lopez com ammaçao especial do conjunto Los Mensys, e com . luzes ultra modernas, n-o CIub Paroquial- B.V. Paraguay. Nomes das candidatas a Rainha da ZP 23: Lucina Ortiz Ledesma Berta Rodriguez Pinto Maria del Cármen Esquivel Gamarra Elvelin Gonzalez urI Juana Valonzuela '-'---' ! !UUU!"!! tela_ Vtt MT .- !! LUDIO CO DE;'I ...... Culnbí (CE) A rena matogrosonso, reuni­ da no plenário da Aombléia Leilativ, mnnteve o r, Lúdio Martins Coelho n prosdénela do diretório regional do par­ tido governl-lla e no mesmo lompo alegou o m dloo ,loRó Montolrn do FJguol­ redo para primeiro vice-presidente @ o do p u ln do o B ta d u a. J Afro Stefa­ nlnl, para u 1-iegunda vtcu-preRldêncla. O pleito foi carnclerlzado por uma per­ feltn união partidriu. O governador Jo­ só Garcia Nelo, como sempre faz, tam­ bém ostovo pr<>sonto, bem como o vlco-go­ verndor Cássio Leite de Barros, O sena­ der Raehld Saldanha Derzi fez quosto de vir a OHla Cnplt11I pnra prestigiar tL convenção renista e rever os 8eu8 com­ pnnbefros dB purlldo. NOVAS VITÓRIAS Em nomo dos convenclonols, Ut;ou da plavra o deputado estadual Milton Fi­ ueiredo, lembrundo u facilidade com quo Lúdlc, Mnrtlnll Coelho sempre tem na oblençíío de êxitos ao longo de sua vi­ da e al'lnnçou, com buti& no largo conhe­ cimento quo tom sobre u novo presiden­ te al'enfstn, que o partido está murcha o• do para novnd vHórias, "Lódio Coelho consagrará os grandes objetivos da aro nu", enfatizou o par!umentar arenistu. Em seguida falou o Dr. José Mon telro de Figueiredo, para dizei que havia ocei­ to o cargo Elem qualquer intert>sse poli· tico, mos com o desejo de servir à Are­ na e a Muto Grosso. O mesmo fez o de­ putado estadual Afro Stefunini, ressaltan­ do a impurttlncla do poder político e da partlclpuç!lo urenlsta na viàa nacional. Estado de Mato Grosso Poder Judiciário Comurca de Jardim Juiio de' Direito • Cartório du l° Ofich, O Dr, João 1.urlos Brandes Gurcin, Juiz de Di­ reito da Comnrca de Jardim, Estado de Mato Gros­ o, na forma dn Lei, etc . . . . • Fuz saber, 1101 que o presente Edital virem ou deli" conhecinrnnto tiverem, que por ordem do MI. Juiz de Direito da Comarca, o Porteiro dos Audi­ tórios deste Ju.izo, levurá a público pregão, no pró­ ximo clia 07 de julho, ás 10,00 hs, no útrio do Fo. rum, a quem muia der e maior lance oferecer ou­ melhores condições acima do avaliação, 374 Has e 8.716 m2, de terras pastais e lavradias, dentro dos limites da fozendu Ariranha, situada no Mu­ nicípio de Guia Lopes da Laguna, pertencente a Judnh Gonçalves Barbo~a, conforme os autos de Alvará Judicial para Alienação de nº 635176. que trnmita por este Juiz., e Cartório do 1 o Ofído, se~do ns condiçõed mínimas para a alienação se­ guines: Venda por preço não iuferior a avaliação que foi de CrS l.?00,00 o hectare, em coud1çõcs de prazo não superiores e valores seguintes: CrS 150.000,00 como entrada, no ato do negócio; CrS 100.000,00 dai a seis weses: CrS 100.000°00 • dai a um ano após o negócio; OS 100.000,00 'dai a um nuo e meio da realização da venda: gruvado o i.­ móvel cow cláusula da inalienabilidade, enquanto não pago integralmente o preço da veuda; depó­ sitos das parcelas vincendas em estabelecimentos bancá.rio oficiais. com rendimeuto de juros e cor­ reção monetária, tudo indcpendememente da pres­ tação de contas a que fica sujeito o Curador, por conta do disposto no art. 435 do C. Civil; final- 0 governador Garela Neto tmbém pu­ dlu a palavra e convoeou f>H RCUS com· pnnhefros de partido u se manterem FeI­ pre juntos com o governo, em buac11 _d11.1< soluções reivindicadas pelo povo. Disse inda que as unas palavras obre a rea° lizaço de um governo político não foi bem entendido por ulguns, mas que Isto sempre representou n integração do par­ tido e do governo em benefício geral de Mato GrosRo. Encerrando a solenidade, Lúdlo Coelho ur,radeoen II confiança de seus companhel­ rós e lembrou °- < , milho (para colher com a nova Plataforma de a ou 4 linhas) ou outros grãos, encontrará um modelo de Coll,C'il:tdl•lra A11tomotrlz SLC (do tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que lhe proporcionarito tr:rnqWl!d;.<.le hoje e a certeza no amunhôl. Por tudo isso, os que Já confiaram a :,ua co­ lheita a uma SLC acreditam no que plantam porque sabem com o que colhem. [EE «.-- J • à a e l • • .%.. ; , . < ' 9 i Tratores Valmet • (olheitadeiras SLÇ - Implementos Selecionados - Assistência Ténia Permanente . E-&à -ry Matriz: Rua ~arechal Floriano 2049 - Fcne, 286 - Cx. Postal 180 - Ponta Porã - MI. FILIAIS : - AMIMBDI - BELA VISTJI 5-7-71 - ela !!!: ! Triban do_Fronte!· J "T E TRITORES w 1$ • TO:i ftGRICOLI • FERGUSSON ■ A ngricultum só é forte quando é mecanizada. Mecanize sua Juyoura com Massey Ferguson. Do desmatamento à colheita, a maior e mais completa linha de máquinas e implementos agrlcólas do Brasil. Converse com o revendedor Mas.~ey Ferguson de sua região. ' Estude com ele o equipamento mais adequado para a sua lavoura e a melhor forma de se obter o financiamento. .e..:~ Aproveite o crédito que toda a rede bancanla está lhe oferecendo. Plante mais * Massey-Ferguson do Brasil S.A. , . f ,,,. '7'""i·~•~'~----- "... ' ,. •. . •. ' .:. . • } i .. " . ' 11T AGRICOL.AS LTDA. Rua Teodoro Sativa S/N Bela Vista - Mt . 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A mulher re- mulher e as 1compatibilidades da vivên­ catada, no divórcio é vitima de sua pró- cia no lar e em família. Os desajustes e pria honra. Nisto, precisamente, consiste us incompatibilidades se geram pela fal- a injustiça, proclumum os moralistus, que ta de educação para o amor. Oru, fH.l 08 a mulher honesta sente vergonha de pro- , desajustes • as imcompatibilidedes pela curar outro casamento. Logo, concluem } deficiência de educação sexual e de edu­ eles, o divórcio lhe é altamente prejudi- caç4o para o casamento existem deve- elal, Será verdade esta afirmação? O di-} mos pensar assim: '' vórelo é mesmo, injusto, pura u mulher } O divórcio no resolve os defeitos da honmdn? • A reullrludc sociul mostra o educação Sl'XUal para o amor e 08 pro­ contt·ó.rio. O desquite é que é injusto. O bleras mor ais do casamento entrem arl­ desquite lança a mulher, até a honesta, do e mulher, mns é medida legal que per­ na luma do concubinato e das untõse i- mito que marido e mulher não vivam, licitas. O desquite condena a mulbt•r a ,com seus filhos, em adultério e em u­ viver só ou u formar (insist-se: mesmo niões ilegais. quo honesta) um lar cldostino e ílegul. isto sim, é aberrante injustiça. O dlvór­ '310, ao contrtuio, permite novo cnsamen­ to ao homem e à mulher. O divórcio u~i­ xn om pé de lguuldnde o homem e a Iuu lher, se desejurnm consliluir um novo 1 •r. O desquite é tábua de salvação do «sal ve se quem puder». Logo, é ridículo fa­ lar em Injustiça do- divórcio. O divórcio é iojm,to para !t mulher, atualmente, no Brasil, porque está fora da lei: porque nüo é remédio legal. No instante em que o divórcio for acolhido pela legislação brasileira, os falsos moralistas não mais falarão em injustiça e imoralidade do di­ vórcio. Aliás, corno nü.o falam ds podri­ dão moral do desquite. Preferem aceitar u1n desquite que incrementa as uniões i­ llcitus e ilegais e combatem alucioada­ mente a legalização de um ctivórcio que, como mal menor, procura regularizar as uniões ilícitas e ilegais. Os moralistas es­ tão se esquecendo desta verdade: A dissolubidade ou indissolubidade do matl'imônio não é problema de paixão egoístieu ou de -abertura para o insUuto sexual: é antes de mais nada problema de educação sexual e de educação para o nmo1. Divórcio e Instinto Sexual • O grande problema do casam . .rnto, ho­ je, não é o -divórcio e nem o desquite. E a falta de amor. O homem e a mulher bem casados dispensam qualquer forma de desquite ou de divórcio. Aliás, ho­ mem e mulher que vivem em estado de am·Jr autêntico, nem pensam em divór- , cio ou desquite. Pensam. sim, em unir-se sempre mais pdos laços inditisolúveis do amor. Sim, mil vezes sim, o amor ver­ dadeirQ é que é indissolúvel. Este, em verdade, ninguém separa. Justamente, por isso é preciso prega_r o amor. É pre­ ciso educr pelo amor. E preciso engran­ decer o sexo. O problema não é o di­ vórcio. O· problema ê a falta de amor. É a falta de educação sexual. O problema não se resolve, censurando, até com a. meaças, a dissolubilidade do casamento e tecenrio loas carismáticàs à indissolu­ bidade. O problema repetimos consiste em educar os jovens e os nubente:.. para uma vida conjugal feliz. Sob este aspec­ to, louve-se por exemplo, o trabalho ma- Simpatia Há pessoas que nos silo simpáticas. E outras que nos são nnllpáticas. Esta ê u­ ma constante na vida comunitár'ia. Por­ qur:1, nós simpatizamos com esta mulher e nos antipatizamos com aquele homem? E claro que tudo depende do interesse pelo qu111 se encara a pessoa. Muitas vezes, um ato grosseiro casual ou voluntário pode gerar uma antimpatia ou uma siunpati9 por uma vida· inteira. E sempre, quando pos­ sível, mostramos esta t:1írnpatia 1.,u anti­ patia em público. Há pes:,oas que são sim­ páticas para alguém, porque munca con­ viveu mais intimamente com elus. A con­ vivência talvez mudaria a simpatia em antipalia. Uma selJhoru (JOde ser antipá­ tica para um uédico, porque é metida a sabichona e, ao contrário, simpática a um professor porque os dois gostam de mú· sica.. Na comunidade, a simpatia ou e:. antipatia. se guh1m, através do círculo de amigos do clube que frequentamos, dos colegas de trabalho ou do parenes com os quais convivemos, Neste relacionamen­ to mais intenso, surge o sentiménto na­ tural de simpatia ou de aotipati-i que nos faz 11proximar ou afastar da pessoa que nos é sirnpatice ou antipática. YVen­ cer a simpatia e a antipatia é tarefa im­ portante de quem Jeseja ter sucesso no trabalho, na profis.são e na vida social. Ridicularizar a pe!'lsoa antiµáticu e louvar a pessoa simpática é muito fácil. Na vi­ da comunitária devemos estar certos do seguinte: O nosso semelhante nos aprecia, no fundo, quando somos justos e rrspeitosos com as pessoas c.om as quais convive­ mos: simpátimis ou antipáticas. Flagrantes da vida que vale manchete Obervação de um condenado, olhan­ do pela grnde de janela de sua pequeni­ na cela: Viver é importante; viver honestamen­ te é mais importante; mas viver em li­ berdade é muito mais importante. Trova Parn Medita·ção Quando o homem se casa, Talvez deseja casar. Ele só caa& e quer casa Porque a mulher quer casar. BENEDITO HESPANHA .•CorumM4 • "O TEMPO" ) b>e Pedro Pedro+sian, durante »eu mandato, pra­ case atos corruptos, o 'Trital de Contas, que mpte mostrou «ua eficiência nestes casos seria suficiente para condena-lo», Assim o vereador Bre­ no bezerra, da Arena. Um dos mais antigos ami­ pgos de Pedrossian, encarou as denúncias feitas pe­ lo Senador Mendes Canale, em Dra-flia. A ques1o, encaminhada por todo o Estado como verdadeiros estopim prestes a se incendiar nos meios políticos. torou vulto nas últimas semanas, quando o tambem ex-,over­ nador José Fragelli, ao ser entrevistado pelo Jor­ nal do Brasil, foi, conforae suas declarações, mal interpretado pelo reporter. O Jornal carioca afir­ mava que Fragelli pedia o AI-5 para Pedro Pedro.si­ un, mas o ex Governador de-mentira, 11111 dia de. pois, enviando telegrama a direção do J, expli­ cando que "jamais pediria aplicação deste ato vi. ando particularmente atingir elementos do pró. prio partido, COMERCIAL Um contato comercial.venda de bois entre Be. zerra e José Fragelli, alertou o CX-l(OVernarlor so­ bre a matéria do JB. O vereador foi quem infor­ mou, para o surpre~o e indignado Fra••elli, que ele pedia,_no Jornal. o AIS para Pedro. Na mes­ ma hora Fragelli avisava que nunca pedira tal coisa e o repórter estava mal-interpretando en­ trevista· Telegramas foram enviados ao JD e ato­ da imprensa mtogrossense, dando sua posiç..o u respeito: nunca pedira aquele aro excepcional pa­ ra Pedro. Na verdade, durante o governo de Pe• dro Pedrossian, a ua campanha eletiva, em Co­ rumbá, teve em Breno Bezerra um forte apoio, inclusive nos comícios pré eleitorais, contra a for­ te corrente que representava Lúdio Coelho, pode­ roso e influente. pecuarista, que era tido como o provável vencedor da corrida ao Palácio Alencas­ tro, nu época u rasa do g_oYernndor de Mato Grosso. O CÍRCULO Formou-se, então, nos últimos anos, um cfrcu.lo atribuindo para si os louvores da decisão preeidenci- 1 +, [ Afirmn~do ser amigos pessoal e íntimo de José Fragell_i e Pedrn Pedrossia.n, Breno Bezerra clas­ sificou a posição do Senador Mendes Canale co- , mo inoportuna mas m:turnl. E explicou, •lnopor• tuna porque_,já se passaram_,7 ano,i do final da a­ dministração de Pedro, e ninguem chamou-os de 1 corruptos, porque naquela época ele não era uma ameaça nos. interesses particulares daqueles que 1 hoje temem sun força política. Por que s6 agora ess.1 acusação? Ou estão achando que o tribunal de Contas em incompetente? Natural "porque, com l a divisão, muitas vagas se abrem nos olhos ávidos pelas po~ições de destaque e liderança. E Pedro Pedrossian é, atualmente, o nome mais cogitado. nos altos setores pela brilhante administração que desenvolveu. Desprestigiá-lo seria bom para ou- 1 t.ros que almejam e,~as vagas! Terras Brnsilia (Suc) O ex-go­ vernador de Muto Grosso, José Fragelli compareceu Comissão Parlamentar de Inquérito do Sistema Fun­ diário, pura explicar u venda de dois milhões de hectares de terras pá­ blicaR a granrle$ grupos ecoaOrnicos, o brungrndo (1rcas anteriormente vcu­ didns pelo governo pe­ quenos agricultores. , acmação oo ex-go­ vernador foi feita há du­ as emanas, na mesm CPI, pelo ex-prefeito dti Oro.cena e procurador da Campanhia dr Colonlzn­ ção de Terras .. socieda­ de Pioneira Arlpuanã. Dracena'', Juvenal Pezo­ Jato. O representante du empresa afirmou nu CPl que ele e OR 269 nutroR sócios da companhia ad­ quiriram. Há dez anos, direta.mente do governo estadual, terras no mu­ uicípio de Aripuanã ao norte do Mato Grosso. No entanto, afirmou se­ te ano11 depois da aqui­ sigo, quando alguns dos sócios j haviam pago até dois terços do valor de suas terras. Foram supreendidos com a in­ formação de que a reas que ocupavam estavam -sendo transferidas para os grupos Rendayl e J o­ ão Uarlüfl da Souza Mei­ relles, presidente da As­ sociação dos Empresários da Amazônia. A revendu das terras, segundo ele, foi feito com a autoriza· ção do então governador José Fragelli. E o pro­ cesso de expulsão dos primeiros moradores foi feita cot, armas e pela polícia do Estado. (Folha de São Paulo) 08/611977) LEII E IISSINE l IBUNJI DA FRONTEIRII ... Máquina de . Beneficiar Arroz, e Secador para Cereais Atacado. e Varejo. U M A O RG A N I Z A Ç Ã O P A R A S E R VI R A N T O N I O J O à O E R E G I à O j 1 ~---------------------------------- Rua São Pau I o 5/N Anton10 João MT INIA EMISDOA MMIGA DE] - CUMPLE ANOS Z.P. 2:l el proxlmo 7 de jullo vonldero cumplir sels anos de nctividade al ser. vllo del pueblo y por enrlo do nuestra pntria, ee día rendiromos un justicioro homenngem a esta Emisora privadn, qu13 en su collrllanu labor cumplo una al­ tn mlsiou aocl11l y comercial, que uunan­ do lo valores humnos lo encausa por es corriente de progresso, cumpliando una accion transformadora de los recur­ o8 económico de esta zona, tan rica y tan trbajudora como sle::pro lo fúe Be­ lla Vista - Amambay. ZP, 28, en su diurln emisíon tiene lu fuerzn suficiente de munteners activa y tonificante, de confuudit'se con el pueblo, n aor parte Integrante del pueblo, casl indlvislbile, Z.P. 23 onda amiga que com­ parte todos los díac1 J1i mesa dei rico, del pobre, del comerciante, del deportts­ ta, del trabajudor Jejano de los inmensos bosques, dei estudiante y dei ohrero. Endulzando la vida de sus oyentos en diarias e ininterrumpidas jornadas de tra­ bajo, matizando suR progrnmnt1 con mú­ Rlcas, noticias y comeatarlos de toda la ya, que ayudam a elevar el cervo cul­ tural de· nuestro pueblo. Z.P. 23, ''Difusora Mariscai Lóprs" ee portadora genuina del diario sentir de todos los hombres de biem que habita­ mos este lugar, de essos hombres que se onorgullecen por contar oon una Eml­ sora joven y hien norteiía. E neste sexto aniversario recordamos a la proprieta­ rla dona Bianca Rolón de Cardozo a su incansable director don Valerio Pena y a todo el personal que conforma ln or­ ganizacíon de esta Emisora amiga; y porque no recordar a esta altura del tiempo a todos aguellos que desfilaron oontrlbuyendo con su labor personal en esta radio, pues ellos constituyen los Ia­ drlllos como en el cimtento de una casa, abora oasi relegados ai olvido, los recor­ damos agradecidos por su aporte en bi­ en del progreso y la cultm·a de Bella Vista, porque de una o otra forma dleron de si para que difusora "Mariscai Lopes", siga emitiendo su son amigo a bagares paraguayos y brasile.ií.ob. Se ha dicho que la prensa hblada y escrita es el cuarto poder, y este lo. ratüica el consenso mundial. por tanto la radiodifusíon vie­ ne a constituir un poderoso medio de propaganda, si ella está al servicio dei bien, obra milagro, si se embandera en la. causa del mal, produce desastre; de ahí su importancia y su delicada m'isíón en la sociedade, e para m a y o r resul­ tado debe abocasre a la tarea de des­ pertar la sensibilidad del pueblo en be­ neficio de la paz, del bienestar y d e 1 progresso. Si ella puede ser conducto de tan genuino y elevado interesses de la so­ ciedad, estamos obligados a datle el a­ poyo que le corresponde, sea esto eco. nomico, moral o intelectual debemos de compartir la responsabilidad de sus ob­ jetivos y deóemos de estar seguros con su enilhesta pret:1encia, más cuando ella reponde a los sagrados intereses de la patria, que cuando está desempenando esta labor patriótica, la. situa a nivel de patrimo•nio nttcional, de ahí en más es considerada fiel intérplete del sentir po­ pular, expresado en nuestra música, en uestras sanas costumbres, ennuestro duloe idioma el guarani, y así en cada amanecer redime el alma de nuestra raza para avivar como tea encndida, nuestro carüi.o, nuestro amor a esta bendita tie­ rra que nos vió nacer: El Parag-eay. Difusora Marisca! Lopez, lleva el nombre del Héroe Máximo de nuestl'a. nacionalidad, surgió l eter un T de ju­ lio d.e 1971, desde esa fecha en sus seis aií.os de vida, se_ha integrado positiva­ mente a la actividad de la ciudadanía paraguya y brasilena, residentes em am­ bas Bella Vista, su voz potente y sono­ ra. diariamente está salteado a los cua­ tro vientos informando las grandes rea­ lizaciones naciouales, y el se ha cOns- tltúfdo en una de las sabias vitales del folklore y el palpitar cotldiano del norte paraguayo. A grande rasgos, esta es la sem­ blaza de la activa Emisora Z. P. 23, Difusora Mariscal López, emisora jovem y a.miga que el próximo 7 do julio esta­ rá de anlvcrsurio, voz paraguaya que prestigia 11 nu<•stro país, que canta las glorias de este pueblo de vallentes, pue­ blo que hoy está transitando por las víaR del blenestar y la tranqullldad, gracias a un gobierno laborioso y constructivo. z.r. por tua seis anos de trabajo in. tenso, todos te congratularemos en ese magnifico dia, que los seres que com­ parten contigo tu dlario trabajar sean felices tambien, y quiera el Altlslmo que en esta hermosa tierra en la cual vivi­ mos luchamos y soíiamos, el mejor ra­ millete de obsequlo sea coo el perfume de concordia, la comprension y la mano a­ miga tendida haeia una eterna amistad, como lo es tu antena radiante en el ele­ lo de América. Felipe Ajala Lopes. tos da Caráter Reivindicações dos Prefei• ASSULMAT de Regional - Estradas: p11vimentação asfáltica • a) BR-163 ligando Fátima do Sul, Jateí, Glória de Dourados, Deodápolis, Ivinhema • Porto São José· trata-se da BR-376, com extensão de 200 km. b) Dourados -Nova Andradina, Juty, Naviraí, Por- to Caiuá- :110 km. . c) Naviraí • lvinhema - Extensão 95 km VICINAIS a) Indápolis - Colonia dos Italianos - Lagoa Boni­ ta • Deodápolif, numa extensão de 60 km. b) Naviraí - Amambai 110 km. c) Porto Felicidade - Iguntemi, 80 km. d) Dourados• Caarap6 • Laguna - 25 km. e) Macaúbn - Formosa - Cruzaltina (BR-163) - Trn­ versão 46 • Lagoa Rica - Piraporã (Ttaporã) - 45 km reivindicação de Dourados. O Eldorado - Porto lIorumbi, na travessia Umua­ rama, 2? km. e. Bela Vista - Caracol - 70 km. &. Caracol - füo Perdido - 50 km. I.- Caracol - São Carlos - 48 km. j- Caracol - Alto Caracol - 58 km. l· Vila Rica• Juty - 70 km, m- Lagoa Bonita - Culturama - 17 km. fr - ARMAZENS E SILOS. Fátima do Sul Dcodlipolis, Eldorado e Carapó. III - ELETRIFIGAÇAO RURAL Dourados Fátima do Sul, Vicentina, Jateí, Glória de Doura­ dos, Deodápolis, Naviraí, Ivinbema, Caarap6, Ju­ ty, Eldorado e Porto Morumbi. IV- REDE DE TRO.íCO Bela Vista a Caracol. V • DISTRITO INDUSTRIAL Dourados, Navi­ raí e Deodápolis. VI ÁGUA E ESGOTO Dourados, Fàtimn do Sul, Naviraí, Deodápolis, Caracol, Caarapó, Eldo­ rado e Jateí. VII GALEHIAS Fátima do Sul, Deodápolis, Navirai, Caarap6, Eldorado e Dourados. Vlll- REDE TELEFÔNICA • Dourados (DDD - Discugem Direta à Di~tâncin•, Caarnpó, Eldorado, Deodápolis, Caracol, Bela Vista e Jateí. IX - ARERTURA DE POSTOS DE GASOLINA AOS DOMINGOS E FERIADOS EM TEMPO DE SAFRA • Todos reivindicaram. FACULDADE DE AGRONOMIA EM DOURA­ DOS - reivindicação geral. Universidada Rural pa­ ra a região da Grande Dourados, começam pela Agronomia, com criação rle cursos técnicos em Ponta Porã • Engenhuria Operacional e Enferma­ i1:m, Antonio João • (curso de tratorista) e Bela ista_- (curso de capataz e trabalhador no campo). XI: Pavunentaçuo asfúltica da R.,dovia Victor Angélica - Ivinhema_- aviraf- Foz de lguaçu, ltaipu. Pavimentação asfáltico da rodovia Ponta Porã . Antomo João • Bela Vista. XII - ENERGIA ELÉTRICA - hidráulica, siste­ ma de_Urubupungi - Ponta Pora. Xlll_ Estudos de viabilidade técnica para im plantação de um projeto de Desenvolvimento e incentivo à soinocultura na região, nos moldes dos projetos já implantados na região norte do Estado. . XlY - P~vimentnção asfáltica da r.odo:vin liga Rio Bilhante, Maracaju, Jardim e Porto • ql ue tinho. ur- XV - De caráter de Urgência, a rodovia Dou rndos - Caarnp6 - Porto Felicidade • lguatemi . El dorado e Porto '1.urumbi corredor de exportação­ XVI- Dilatação do prazo do PRODEGRAN pa­ ra 191<1 Trihuna ta Fruteira Org e Tdqendente a &reis da 'Rciue Ano VI Dela i+ta - M 5/7/77- N. 23l COLUNA "Oração para realizar o paraíso sobre a terra" Masahuru T aniguchi -- .. Com alma e corpo purificado, venho colocar-me diante do trono de Deus. To­ do Poderoso, para rogar, fervorosamente, que rrifoha. alma e meu corpo se unam a Vós. Sinto que o espírito de Deus está em torno de mim, me envolve e se in!iltra na minha alma e n: meu corpo. En ver­ dade, alcancei agora a consciência de que estou unido a Deus. Porquanto Deus é e espírito da Paz, também a minha alma e meu corpo se enchem de paz. A minha vida funde-se com a vida de Deus; ums. grande paz toma conta de todo o meu Iler, e na minha alma não existem sequer pequenas ondas de inquietação. Neste mo­ mento, confio nas mllos de Deus a mi­ nha alma e o meu corpo. O espírito de Deus é transbordante de sabedoria e resplandece eternamente. Por isso, o meu espírito confiado a De­ us será orientado pela sua sabedoria e não perderá, não verá escuridão ~ nun­ c hà de tropeçar. Seguindo a luz, eer­ tamente caminharei para a realização de todos os meus ideais. O meu earnioho está iluminado pela sabedoria de Deus; portanto não existe diante de mim nada que impeça a mar­ cha, que ponha obstáculos nas minhas a­ ções, que tente prejuàicar-me ou que me faça cair na enfermidade. Este mundo é o mundo repleto de Paz de Deus. Por isso, todos os seres desde os microorganismos até os animais de grande porte, harmonizam-se, ajudam-se e confortam•se mutuamente. Não haven­ do aqueles que brigam ou que ferem uns aos outros; todos eles, manifestando ca­ da um a individualidade e a característica própria, formam um todo harmonioso e, cerno que entoando uma música celestial que exalta a Paz, faz o paraíso manifes­ tar.se sobre a terra. Este mundo é um repleto de amor de Deus. Portanto, todos os seres, a começar do homem, ajudam-se e amam-se mutu­ amente, não havendo quem inveje os ou­ tros,· quem julgue os próximos e quem diga palavras ofensivas. Ouvem-se ento­ nar tão sómente as palavras de amor e admiração, qual umá. dcce música celes­ tial. Este é um mundo repleto de bençãos de Deus. Assim, todos os homens aben­ ç0um-se mutuamente, e cada um ora pe­ la felicidadP dos outros. Essa vibração espiritual, essa prece abençoadora, alcan­ ça as alturas, transforma-se em música celestial e alegra o trono de Deus. Deus se regozija eom isso, e ilumina ainda mais este mundo com a Sua santa luz de benção. Essa Iuz resplandece por to­ da parte, qual uma chuva de flores ce­ lestiais que adorna a vida de todos os homens. Estou agora, aqni, em frente ao tr-cno de Deus Supremo; e, com as pál­ pebras cerradas e espírito sereno, vejo com os olhos da ala a luz da benção divina, a chuva de flores celestiais. Em verdade, esta terra é um paraíso, é o reflexo do reino dos céus. Eu, que rece­ bi de Deus a vida e sabedoria e tenho a proteção do Seu amor, reverencio esta santa Luz abençoadora, sentindo minha alma repleta de alegria e transbordante de gratidão. Rendo graças ao Deus To­ do Poderoso por esta grande benção. Muito obrigado, N J L ADE N'ecessoria lar milhões de tele«pecado- I r brasileiros, especialmente os jovens, a apresentarão de H. deres emedebits na televisão deve ter sido, acima de tudo, uma surpresa, Há sírios nos não e via a Oposição manifen. tar-e tão criticamente ·obt aspeto da problemática bra­ sileira por um mio de nlance tão amplo. Independentemente do ca­ nhado mérito dai opiniões e interpretações expo-tis no pro rama, terá ido tonificant para a indiferença política de tantos brasileiros presenciar, em tal duração e amplitude, colo.c~çüe• contr.hi:t~ ih oíiein 1 Foi como e a Nação,' bruscamente exposta à ontro. véria natural e audível de l um prnr<·,,n tlu11ocrá1ic.o, Ee j visse mágicamente transportada a uma condição que muitos já se habituaram a ver como inadequada ou incessível para {/ nós. Embora a autorização par o programa tenha sido mera decorrência de uma lei (de resto uma lei restritiva, que muito mais tirou do qnc den paro o excrdr_io dns lilJerdacles civis), não deixa de merecer reconhecimenlo o foto de o presidente Geisel haver removido possíveis embaraços à sua aplicação, Setores de opinião mais radical teriam sobidamento preferido influir paro que, de ulgum modo, o MDB não tivesse acesso um meio de comunicação temido por sua penetração vertical atra vés de todas as classes e por 1s o mesmo objeto das citadus limitações legais. Que o programa tenha ido ao ar reforça a parência de que efetivamente o Governo se dispõe a uma nova tentativa de reabertura do processo político, embora outras interpretações. p I a usív e 1 a mereçam consideração. Algans objetam, de outro lado, que essa não. teria sido a melhor oportumdade de o llDB reiterar os pontos de vista oposicionistas, já que a inesperada aprrsenração dells poderia comprometer as frágeis e imprecisas bases de uma eventual recoro posição política. lIas se o governo não estivesse preparado para absorver com serenidade tal exposição de opiniões, seria de duvidar que ele tivesse efeth·ns cond1çoes de reconduzir ao diálogo o processo. É normal, em toda in­ teração política, que cada uma das partes interlocutoras defi- na com clareza sua posição, porque só a . partir de. uma avaliação realista das diferen­ ças é qu~ podem ser encetadas negociações si.néeras. (Folha de São Paulo) Saldanha Der­ zi agraciado com titulo de cidadão Antoniojoanense 1 • A Câmara de verea.ào- , J res do Município de . .n- ~ tonio João considerando l os diversos serviços j6 prestados pelo Senador Saldanha Derzi àquela , rica região matogrossen­ se assim como o seu tn· teresse pelo desenvolvi­ mento do Municipio, re­ solveu, por unanimidade dos senhores vereadore_s locais,· conceder ao di­ námico Senador o titulo de cidadão {Antoniojoa- • nense. Dentro em breve, por- tanto o ilustre Senador da A;ena de ~1ato Gros- } 60 deverá visitar Anto- nio João para. receber a merecld• homenagem. J