ES :.... H edição especial de 20 de Julho já está sendo impressa nas oficinas do JOrnal da Manha em Campo Grande. Antecipadamente, as pesssoas que colaboraram conosco, com mensagens, propaganda ect. Especialmente, agradecemos os senhores João itor Vaz Guimarães, 'Tibiriçá Loureiro e Do. na Araci Mendes Gonçalves. que alémde Eeportgens deram a sua colaboração "extra", Nossos agradecimentos, A direção em "off-sott" agradecemos ' j '{ l B u N a D 1 1 1 ° Fundador: I valdo Pereira Ano VI N.o 256 17/7/77 Bela Vista 1 Mato Grosso a -s CDSTRO P N EM JDRDI O prefeito de nossa cidade, Ruben de Castro Pinto, na reunião realizada dia 10 PP, em Jardim, com a finalidade de ser debatida a feliz idéia da criação 1111 Associação doa Prefeitos do Sudoeste teve brilhante participação na mesma, Escolhido para presidir os trabalhos, o prefeito Castro Pinto disse ter acatado com muita honra o seu nome para a presidencia de tão importante aconteci­ mento e a iniciativa dos colegas do Su­ doeste permitirá vencer desafios· que se apresentarem e em conclições de chegar mos nté mesmo ao Presidente da Repú- bliea, pois criada a Associação, lutaremos pelos interesses de uma grande e produ tiva região. Enfocando o trabalho do pre- .j ·U 1 '1 A partir de agosto, a Tribuna da Fron-. 1 teira circulará com novo aspecto gráfi­ co-editorial. Atendendo as diversas con, ·' tigência do momento, e dando continui­ dade a sua filosofia empresarial, a edi­ tora do jornal (ORJIVAPE) colocará no ., mercado um "jornal diferente". Novos l i mercado~ se nbriram para a Tribuna, A­ , quidauaua e Ponta Porã com a nomeu­ ção de correspondentes representantes e aumento das propagandas destas cidades neste orgão fronteiriço fizeram com que a direção acelerasse, os seus planos e,di­ torais. Aguardem a Nova Tribuna . . . • feito de Jardim Fernando de Freitas, pa.­ rabenizou o povo Jardlnense que em curto prazo alcançou admirável cres­ mento. Disse ainda: sinto-me feliz em parabenizar Jardim, pois este jovem mu­ nicipio passou a distrito com a minha presença na Câmara Mun. de Bela Vista 1 e a munlcipio com o meu assentimPnto co­ mo Deputado Estadual. Resumindo o pre­ feito de Bela Vista destacou-se na reunião e o nosso colega O Pantaneiro, de Aqui­ dauana publicou na foto de nosso pre­ feito a Legenda: Castro Pinto, Prefeito de Bela Vista mereceu de todos, o res­ peito pela sua Tarimba na vida Pública desta região. POLI T O senhor José Loureiro, Delégado de Policia de Bela Vista, solicitou, e j'1 foi atendido, reforços policiais ao Destaca­ mento de Ponta Porã . A medida, segun­ do o delegado, "deriva do intenso movi­ mento que assolará Bela Vista por oca­ sião dos festejos comemorativos ao ani­ versArio da cidade e Torneio do Laço. Falando em Delegacia de Policia, a de Bela Vista está sendo muito bem dirigi· da pelo atual delegado, que tomou inú­ meras providências para sanar proble­ mas que exigiam atitudes enérgicas. A melhor prova disso, é a 8firmação geral: Bela Vista é um lugar tranquilo. ( DER , HISTORIA PLR D EDICÃO .. APENAS ... 600,00 É uma coisa nossa... uma ediçêo para • ser mostrada aos netos, bisnetos, etc ... su Crescimento do Bradesco O lucro do Banco Hra­ silero de Descontos atinu­ giu CrS 1 bilhão 325 mi­ lhões no primeiro semes­ tre, com crescimento de 15,31%/ sobre o registra­ do no segundo semestre do ano passado. que foi de CrS 1 bilhão 149 mi­ Ihões. Este lucro signifi­ cou uma remuneração de 27,48%/ sobre o capital. reservas e fundos, atual­ mente CrS 4 bilhões 820.8 milhões. Os depósitos do Bradesco aumentaram 13,65% alcançando UrS 25 bilhões 143,9 milhões sendo que os depósitos à vista evoluiram 12,29%/, somando Cr$ 23 bilhões 906.2 milhões e os pra­ zos cresceram 48,54%/, a­ tingindo CrS 1 bílhão 237,7 milhões. A previ­ são do· Banco Central para o crescimento dob depósitos no primeiro se­ mestre era de 10,1%. ESERV. • • E A NETO BELA IST O, governador do Estado, engenheiro José Garcia Neto, coofirmou sua presen­ ça em nossa cidade, no próximo dia 20 participando das festividades inerentes ao 59º aniversário de emancipação políti­ ca do município. O prefeito Buben de Cas­ tro Pinto disse que 'inúmeras personalida des estarão presentes ao evento, nuua pro va cabal da importância de Bela Vista no cenário político estadual". Além das lestas comemorativas ao anlversfuio da. cidade, Bela Vista apresentarâ o 1º Cam­ peonato de Laço, com a participação de 5 Estados. O senhor Governador; sent'irá a pujança e a fibra da gente belavistense, e na oportunidade, poderá· prestar infor­ mações a respeito da linha de extensão de energia elétrica de .Ponta Porã a Bela Vista. E um assunto muito debatido última mente a oportunidade deverá ser aprovei tada pelos nossos políticos. HOTEL Apartamento com ar Condicionado, Quartos com Ventiladores e Serviço de PBX R. Manoel Atonio Paes de Barros, 905 - Fones 1277 e 168í Endereço Telegráfico HOQUIPALACE Aquidauana Mato Grossc I Beln Vita • Mt BELI VI S1 D Ainda um pouco pérolas esparso5... ' A Espanha, em primeiro lugar, cnbo a glórill dos prlmolt·o11 povoadora, do ter­ ritórfo Sul do Mnto Grosso, resumindo­ se, porém, osta glória, unicamente, na fun­ dço da colonia de Marcajú, om 1538, cima do Salto das Sete Quedas, a um légun mais ou menos desta e da murem dlrt>ita do rio Paraná, dndo que Xerez, à margem osquorda do Rio Miranda, te­ ve vida e[mera. D. Joo de Guaraí, em 1570, porcorrondo as planícies do alto du erra, quo chnmon do Planícies do Iua­ toml nndn conntruiu em nosso território. Os jesuitnas, com ua capital em San, to Inelo Mator, ltuados nas vertentes do 'Teblcurl. afluente do rio Paraguay, 1i.,m a Gualra e de lá, vinham pelo alto do serru Murnco.jtí, também nada cons­ trutram em nosso território. Os bandeirantes paulistas, nns suas pe­ netrações nest!l pute do território pátrio, nenhuma benfeitoria flzernm. Ern 1707, /;aetano Pinto de Miranda Montenegro põe em execução o projeto de Luiz de Alburquerque de Melo Pereira e Cceres, mandando fundar à margem e3- querda do rio Mondêgo (antigo Mbotetel) uma colônla militar, que denominou "Pro­ sidio de Miranda", nome este, que pas­ sou ao rio Mondêgo, ou melhor o atual rio Miranda. A 30 de abril de 1815, o sr.· Henrique de Beaureparal Rohan, natural do Rio de Janeiro, tendo percorrido parte des­ te território, no seu regresso à Cuiabá, apresentou as 1mas exposições do esta­ do político, militar e moral do Baixo Pa­ raguai, nas quais, declarando que a po­ pulação total de Miranda, Camapuan, A­ nhandui, Vacaria em . conjunto era de 4.498 habitantes, 664 civilizados e 3.834 indios, se conclui que toda faixa naque­ le ano, continuava em completo a­ bandono. Foi nesse mesmo ano de 1845, de 21 de agosto a 15 de agosto de 1847 que Joaquim Francisco Lopes, mineiro da nascimento, domicllado em .Santana do P11ranaiba, prepôsto do Barão de An­ tonina e João· Henrique Eliote, com al­ guns companheiros, encentavam cinco ex­ cursões nestas paragens, para a abertura de 'uma estrada já projetada, ligando São Paulo a Provincia de Mato Grosso, via Tibagí (hoje Paranál Paranapanema, Pa­ raná, lvinbema, Hrilhante11, Nioaque, Mi­ randa, conr.ewsão feitn pelo presidente de São Puulo aquele Barão e depois pe- 1 o império, por força do avit:o de !ll de janeiro de 1849, publicado no Diario do­ Rio de Janeiro de 5 de fevereiro daque­ le ano, então orgão oficial. Nestas incursões, na de 1849 e na de 1853, na Fazenda Agua Fria, posse de Antonio José de Souza, nasceram Antonia e Maria, filha ilegítima de Joa­ quim Francisco Lopes. Ainda que na intenção de uma posse das terras percorri1as. tais incur1oões por ordem do Barão de Antonina, muito cooperaram para o povoamento de nos­ so território, ainda que algumas partes dele continuassem despovoadas por mui­ tos anos. Bm 29 de junho de 1850 à mar­ gem esquerda do rio Paraguai, é funda­ da a cAlônia Militar '.'Fecho dos Morros" que teve vide efêmera, destruida como foi logo depois, por forças puraguaias, ao comando io Cnpitão Vila Mayor. Em 1856, o Cap. Francisco Neues da Cunha por ordem do Presidente da Provincia de Mato Grosso, explora as terras ca­ beceiras do Santo Antonio, Santa Ger­ trudes,, Cachoeira, Santa Maria, Doura­ dos e escolhe um lugar em que mais tar­ de, em 1862, foi fundada a colónia mi­ litar de Dourados, que destruída enu 1864 foi reconstruida en junho de 1872. ' Uma vez abordados estes pontos his­ tórlcos, podemos em face dos mesmos precisar na sua ordem cronológica o~ primeiros povoadores e habitantes de ca­ da municípo do Sul de Mato Grosso. Data portanto de 1862, os verdadeiros primeiro, povoadores do solo Pontapo- ranense Em 1883, obtendo do governo Jm~ perlal pelo Deo. n!! 8709 de 9 de dezem­ bro de 1882, permisfo para colher er­ va mate nos terrenos de volutos da fron­ teira com o Paraguai, entre Rtncilo de Jullo o as cabeceiras do rio Iguateml, 'fomaz Laranjeira veio de cooperar no povoamento do Poatn-Porii, estubt:lecea­ do-so à margem direita do Rio Verde, com uma carreta com bois, que recebeu do patrão em pagllmeato de peus sorvi· ço8 prestados como empregndo do mes­ mo no fornecimento das tropas brasilei­ rus em operação na guerra do Paragut1l. Foi com esla carreta. que Tomás Laran­ jelru homem pobre, afeito ao trabalho, deu começo om pessoa, à elaboraçílo do erva mate no município, couduzlndoa­ ao Porto Murtinho, no rio Paraguai, onde dela dispunha, vendendo-a. Com o correr do tempo, aumentando, sempre n sua fortuna, começou a afluir gente de toda parte a estas paragens, brasileiros, paraguaios, argentinos, todos empregados na elaboração da erva mate de sorte que, o que um só homem en­ cetou constitui boje a grande Empresa Mate 'Laranjeira S/ A, da qual são prlnci• r11is 116cios o capitão Heitor iI. Gonçalves e seu filho Fernando Mendes Gonçalveo. Depois de Tomaz Laranjeira, fica­ ram domicilio no Município Adão de Barros e um outro Queiroz de tal, em impeum: José Firmino, em Ananbai Olim­ plo Monteiro e Emílio Calhau em Ponta Porã; Gabriel de Tal em Santa Virglaia; Tomaz Peres, em Siio Tomaz; João Vi. tor, na Fazenda Pariso; Manoel Pinhei­ ro na Faz. S. Gabriel de sorte que, até ' . . o ano de 1891, eram eles os únicos mo- radores do municiplo de Ponta Por, de­ pois então aumentada com a chegada eia Constantino de Almeida e seu8 filhos Zeferino e Jacinto de Almeida, e, nos anos seguintes Maria Joana Pereira, Mar­ celino Maciel, J oa.o Antonio de Trindade. Francisco Rosa da Conceição, Yerdeliao Badéca, Manos! Moreira. etc. Em 1897, entrou para o município o major refor­ mado do exército "Francisco Marques Tu· ry Serejo, comandando um contingente policial o primeiro que vem a esta fron­ teira. Dos seus descendetes, existem quatro no municipio: duas filhas domici­ liadas nestt1. cidade, são casarias, uma com o Sr. Lourenço Gomes Monteiro e outra com o sr. Abel Lima, ambos pes­ soas conceituadas. Em 10 de abril de 1900 Ponta Porã foi elevada a categoria de Distrito de Paz, sendo o seu primei­ ro Juiz nomeado, o capitão João Anto­ nio da Trindade e a 18 de Julho a de Municipio, sendo seu primeiro intenden­ . te, João Ponciano de Matos, Natural do Rio Grande do Sul. Em 18 de Julho ele­ vada a Comarca.. Em 5 de outubro por Lei de 8 de Setembro, parte de seu ter­ ritório foi desmembrado para dar ensejo a criação do Municipio de Amambai. De miranda, podemos dizer que come· çou a ser verdadeiramente povoado, em 1797 com a fundação do Presídio do mes­ mo nome. João Lima do Prado, e::! 1776 a procura de lugar para fundar, uma co­ loaia militar, supôs ter descoberto vesti­ glos da antiga colonia. castelhana a his­ tórica Xerez (jeres) dos espanhóis funda­ da em 1580 pelo célebre Hui Dias Melga.­ rejo, às margens do Mbotetei (hoje rio Miranda) e isto um pouco abaixo do Uacogo, como era chamado o Aquidaua­ aa. O Presídio, até 1801, quando o Tenen­ te Francisco Rodrigues do Prado, parte a fim de destruir o forte de S. José, construido à margem direita do rio Apa, pelos espanhóis. o que se verificou a lº de Janeiro de 1802, não passava de um simplet1 destacamento Militar, mas com o decorrer do tempo para t11í afluíram individuos de diversos pontos que, entre­ gando-se a lavoura e a criação de gado foram os primeiros poodores do Mu. nicipio, onde mais tarde, uma mulher cu­ jo nome não podemos identificar, tinha u- ma numero superiora no ma fazenda com u l i distrito de Paz 11 ve mil reses. Miranda_"" 49 de mio de 26_ de agosto de 18ó " Sj de janeiro de is57 a Via, 1sal"% restaurada a 1859, suprimida ",,5Tendo uma marche 7 de outubro d,, {q de comunicação lenta, em vista .{} ae cor»á ne- n não ser com a cidade ,, lso a es· i via Iuvial, velo dar-Ihe "E ri cu- cai i iro "oro,,, "%." ii- ja ponta de trilho part n, cbe ou em perança no Rio Paraguai, ali 'ui­ íoio. ijevada _a cidade em ";ai Fé­ cípio depois da crlaçüo do T de 1943 tem deral de Ponta-Porá, no ano_' +4 prosperado e crescido. Foi desse m""!E cfpio que, ao supor-se partiram os p - meiros moradores de Nioaque. 1e Nioaque teve suas origens num pequ' no destacamento militar de vinte 48 cin· co praçus, a!i criado em 1847 ou », p4T tindo de Miranda. Com as penetraço_?B de Joaquim Lopes, preposto do Banto Antoniua, foram aos poucos se estabele­ ceodo diversos moradores I!º munlc1p10 a partir de 1848, primeiro vindo de MI­ randa, depois os Barboaas, os Lopes, os Fernandes, de sorte que Antonio Barbo­ sa um des&es primeiros povoadores, em 1850 morador no Desbarrancado, era fos­ petor de Quarteirão, com jurisdição no alto e de baixo da serra, José Francis­ co Lopes, Gula Lopes que acompanhou o irmão Joaquim Lopes, nas suas explo­ rações na8 zonas em 1845 a 1847, foi também dos Lopes o primeiro morador do município, depois passou-se ao Para· guai, onde viveu sete anos, regressando à pátria, casou-se com a sua cunhada, viuva do João Gabriel Lopes, fundando mais tarde a fazenda Bom Jardim. onde o encontraram as forças expedicionárias brasileiras de Camisão, em 1867, ali no raesmo ano, falecendo, vítima de cólera, depois de haver prestado à expedição relevantes serviços, na qualidade de gui­ a da mesma. Em 1850 vem de Miranda para Nioaque, transferido o Corpo de Cavalaria que lhe dá se11sível desenvol­ vimento, mas ocupada em 1865 por for­ ças paraguaias, que a abandonaram em 1867, depois de haverem-na. incendiado, caiu ela em decadencla, só começando • a reviver em 1872. Distrito de Paz em 1877, à Vila em 1890 com a denominação de Levergeria. Desmembrada do Mun. d~ Miranda é instalada a 14 de novembro do mesmo Maracajú, como Vioaque começou a povoar-se em 1847 com Souzas e Barbo­ sas ou os B1:1rbosas e S0uzas, porque sem duvida um dos primeiros habitantes foi Antonio José de Souza, em cuja pos­ se Agua Fria, em 1849. nasceu Autonia e em 1850, Maria, ambas filhas de Joaquim Lo­ pes. Outras pessoas vindas de Minas fixa­ ram domicílio no município naqueles a­ nos. Em sete voltas, os senhores Soria­ no Corrêa, Balbino Corrêa. A 25 de De­ zembro de 1922, um grupo de fazendai­ ros, reunem ee na casa de Nestor Peres Barbosa e deliberam em associação, fundar uma escola primária coin ensine gratuito. Para maior amplitude dos dese- . jos, adquiriram no lugar denominado Montaleão, uma área de 200 hectares de terras, que delineada, traçadas em ruas, começou a provoar-se. No ano seguinte em 1923, já possuindo alguns prédios' foi criado o distrito Policial do lugar com a denomrnação de Maracaju e em 1925 o de Paz. É depois elevada a catego­ ria de Município de Comarca a 8 de outub_ro de 1929. A 25 de Abril 1944, che­ ~a ah,,a ponta de trilhos da. estrada de ferro Noroeste do Brasil" decorrendo então dai todo seu progresso. Com respeito a Bela Vista no seu trabalho "À _retirada da Laguna" décima edição brasileira, pag. 34, o Visconde de Taunay, escrevendo sobre a marcha da ooluea. partindo de Nloaque e atra­ ano de 1890. Em Outubro de 1892 per-­ o nome de Levergeria para tomar o de Noaque. e atrnveuando O Rio Miranda escreve: "Fomos acampar per. to do morro do retino ~ onde ocupamos a verte. ' te em cuja base nse o ribeiro de mosmo no- me. E. nesso lugar adrnf V rável a nntureza corra a água emoldurada de palmares. entre margens ligeiramente sinuosas, re­ vestidas de relva curta fina, da mais bela côr esmoraldina. No longe dali residira outrora esta mesma se-{ nhorinha, cuja hospitall. dude já gabamos. Acha. va-se então csnda am primeiras nupcias, oom um Lopes (o João Gabriel) irmão do J:Oll!O valente guia José Fran. cisco falecido em 1849. Residindo i;ó, com Ok tilhos então criancas, numa zona fronteiriça, onde não há a mínima s9gurança para os Ira- coe, já forli outrora a viuva presa e levada por um magote paragua­ ios. Reclamada, ao cnbo de algum tempo pela legação brasileira em Assunção e libertada em 1810, contraíra segundo o costume generalizado naquela época e terra segundo casamento com o cunhado, o 008110 guiA, que se esta beleeeu em sua estaneia do Jar­ dim. Ali, no começar a invasão em 1865, fora de novo presa e internada no Paraguai. Um ofício do Con,andante de Miran- da, datado de 16 ·de novembro de 1850, ao comandante interino ge• ral, Joaquim Antonio da , Fonseca, fala de um ou­ tro estabelecimento do finado Gabriel Francis- co Lopes. ha meia légua do Rio Apa, na zona de Vacaria depredada na· quele ano por forças do Paraguai". . Assim diz ele no ofl· cio a que nos referimos, o qual transcrevemos em parte: (CONTINUA) RECANTO 2 ) LANCHES O ponto de 1 • encontro da Socle- dade murtinhnese Rua Dr. Correa NO 56 ... Porto Murtinho .... Mato Grosso Bela Vta. MT, ____ ..;._ _ __;_;...... ....,... _;..·r:1'r!:fítrrn . ~ •. ', ... z; .t ;;/:.:·:. 1 ! , 1 i 4 i 9' i :' si: ·~...c-... ~ E# ,;~ t:'· {2 h 1 • êá Ais i: ;' milho (para colher com a nova Plataforma de 3.ou 4 Jinh:1s) ou outros grãos, encontrará um modelo de Colheiludcira Automotrlz SLC (do tamanho de sua lavoura) e seus opcionui.s, que lhe proporcionarJ.o tranqlillldade hoje e a certeza no amanhã. Por tudo Isso, os que já confiaram a sua co­ lheita a uma SLC ac:redltam no que plantam porque sabem com o que colhem. 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Faço saber ao que o presente edital virem ou dele tiverem conhecimento que se encontram em Cartório. à rua Coronel Dias, n? 948, nesta cidade, pu­ ra protesto. por Falta de Pagamento e/ ou Aceite Devolução, os seguioteR títuloff: 1) Apresentado pelo Banco do Brasil. a) Duplicata nº 244:-Bl. Vencimento 20. 05.77 valor Cr8 670,00, emetldu por En­ xovals Ilha da Madeira LTDA., contra Célia Gladia Afonso. b) Duplicata nº 006/77 - Vencimento 11/ 06/77 valor CrS 1.275,oo emitida por Tra­ tor Sul LTDA, contra Silvlo Ibai'ies. C) Duplicata nº 004177 - MO - Vencimen­ to 11- 06 - 77 valor CrS 7.327.00, emitida por Trator ul Ltda., contra Sílvio Ibafíes. d) Nota Promh1sória nQ 00/CJ Venci• mento 20/02/77 valor CrS t.500,00 emiti­ da por Cooperativa Agropecuária Mista de Jardim Ltda., contra Alcebiades Via­ na. de Deus. 2 Apresentados pelo Sr. Wldemar Donega e.) Nota PromissóriR. nº 06 vencimento 10/06/77 valor CrS 500,00, emitida por Arnaldo Ba, reto lfrun. 3) Apresentados pela Srª Selma Regi­ na de Barros. a) Uma Duplicata nº 010 • A vencimen­ to 30/05/76 valor Cr$ 515,00 emitida por Posto Nacional de Serviços, contra Ju­ randlr Ferreira de Souza. b) Uma Duplicata n. 010-B Vencimen­ to 30/08/7fi valor Cr$ 515,00 emitida por Posto Nacional de Serviços, contra Ju­ randir Ferreira de Souza. E, pôr· ter sido lmpossível encontrar os devedores dos referidos tílulos ou e­ ua paradeiro, pelo presente edital, que será afixado no local de costume e pu­ blicado pela imprensa local, intimo-os para pagarem 8 importância devida ou durem as razões de sua recusa, e na falta de . pagamento ou comparecimento, intimo-os do competente protesto que será extraido no prazo legal. . (Prazo; 3 (tres) dias a partil' da publi­ c9ção). Beh Vista MT. 07 de julho de 1977 O Oficial de Registro de Protestos 1 O Doutor Valter José Rodrigues Con­ trera, Juiz de OJrelto da Comarca da Bela Viste, Estado de Mato Gsosso, na forma da lei, etc; Faz saber a. todos quantos o presen­ te Edital vlrnm ou dele conhecimento ti­ verem, que no dia 05 de Setembro de 1977, às 9,00 hora no átrio do Forum, o Sr. Porteiro dos Auditórios, João Hlà­ rio Pereira, levará à praça os bens pe­ nhorados nos autos de Processo de Exe­ cuçllo que Banco Itaú S .A. move cont.n João Ildefonso Pinheiro Murano e João Loureiro Pinheiro, em trâmite p1~r estE'I Juízo e Cartório do 1e Oficio, e não ha­ vendo llcitantehl foi designado o dia 26 de Setembro 1977, 4s 9,00 horu-s para a eventual segunda praça, sendo os seguin­ t.es os bens penhorados: Uma gleba de terras paetaitJ e lavradas dentro dos li­ mites da Fazenda São Geraldo. parte da Fazenda Vaquilba, de 1.048 has (hum mil e quarenta e oito hectares), dentro dos seguintes limites: ao Norte, com terras de propriedade de Mario Batilane: ao Sul, com terrus de propriMade de Athanasio Loureiro de Almeida e Késio Loureiro Pinheiro; a Leste, com terras de proprie­ dade de Aluízo Afonso Loureiro, Atha­ naslo Lourefro de Almeida, Ramo Ca­ bral e Dr. João Ilgenfritz e Frausito Nu­ nes e a Oeste, ooru terras de proprieda­ de de João Ingenfritz e Dr. Késio Lou­ reiro Pinheiro, dividamente cadastrado no INCRA de acôrdo com o recibo cer­ tificado de cadastro nº 910.023~004.383, de­ vidamente matriculada no RGI sob nº 812, à fls. 812, do livro e 02, cujo bem foi avaliado em Cr$ 1048.000.00 (huru milhão e quarenta e oito mil ·cruzeiros), valor por quanto será levado à praça pa- • ra ser arrematado por quem maior lance der acima da avaliação, sendo a venda feita à vista ou mediante fiador idoneo pelo prazo de 3 dias. Referido imóvel já se encontra hipotecado ao Banco do Bra­ sil 8.A., conforme inscrição 0° 1.995, fls 38 do livro nº 9-E E, para que ninguém al~gue ignorância foi determinada a ex• pedição do presente Edital que será afi. xado e publicado na forma da foi. O que Cumpra-se, com inteira observância das _prescrições l~gais. Dado e passado nesta Cidade e Comarca de Bela Vista, Esta­ do de Mato Grosso, aos trinta dias do mes de Junho do ano de mil novecentos e setenta e sete. Eu, Pedro Vergilio da. Silva, escrevente Juramentado, o datilo­ grafei e assino. Inferindo.se d leitura do incluo oficio por copia a que o subdelegado Suplente em exerefeio dirigiu ao cidadão Antonio Barbos, inspetor do Quarteirão le Vacaria que o estabelecimento do finado Gabriel Francisco Lopes erigido meia le. gua mais ou menos n quem do Iio Apa fora de. predado pelas forças da República do Paraguay, apresso-me a levar este acontecimento a , M, e a rogar que me auxilie com algumas praças, ar­ mnamcnto em cartuchames fim de opor energica­ mente a qualquer tentativa dos inimigos de que tenLarem e,;te, Presidio. , . (continua) Eis o oficio tçilo, ,-(1 o carro conduziram. Entendo t.nmb(·m foram, meu genro, o filho do Em, Sr. Baro e seus camrdas. Creio que foram 22 pessoas que roubaram dos no•sos. Esbarrando, l2 de Novembro de IIJ'.l0. Ilm» Subdelegado Paes J, da Veiga. Antouio G. Barbosa. l11spe1or de Vr1cari: Vacarfo em toda a regillo do alto da serra, compreendendo as águas do Vacaria, Bri­ lhante, e DouradM. Pelas narrativu acima lemos a concluir que se trata de duae ocorrências ra­ quele mesmo ano de 1850, ma no Retiro, Están­ cias de João Gabriel (irmão do Guia Lopes) de­ baixo da erra ha doze legunas mais ou menos do rio Apa: outra no alto da serru no e,t.nbeJ.,cimen• to de Gabriel, lnmbém irmão do Guia Lopes, a meia légua do rio Apa, mais ou meno, Antonio Lopes naeceu em Piui, Minas. >upoe-se que ele tivesse quatro filhos: Joaquím, Gabriel, João Gabriel e Jose Francisco Lopes; mas conhecido apenas três, Joaquim, Gabriel e José Francisco Lopes. Logo n ocorrencia •foi i,Ó uma• no Retiro debaixo da Serra, ha d,,ze légnaa e.lo A· pa. veriíicada naquele ano. de 1850. Destruído o Retiro, eBtância do finado Gabriel, a sua viuva e filhos foram presos, e in­ ternados no Paraguai. Beln Viita ficou abandona~ da até a fundação de .Machorra, ha uma legun e meia da atual cidade, séde do Município, ignoran• do-se o ano da sua fundação. Destruida em 1864 foram seus mondores presos e conduzidos para Assunção; o município continuou abandonado até 187:?, em que firmado o rio Apa, corno limite en· tre os dois paíaes, o povo mais confiante paasou a povoa-lo sendo seus primeiros hal,itantes ainda os Lopes (sobrinhos) os Barbosali, os Ferreíras. os Pedra os Loureiros, os Escobar e outros. Aumentando sempre sua população, pela Re­ solução do Estado nº 2-55 de 10 de Abril de 1900 foi elevada a categoria de Distrito de Paz. Pela Lei n• 502 de 3 de outubro de 1908, a de muni­ cipio que desmembrado do de Nioaque, pelo De­ creto n 218, de 3 de Dezembro do mesmo a.no foi instalado a 6 de _março do ano seguinte. .Dr. Valter José Rodrigues Juiz de Direito Coutrera ADVOGADO Bela Vista Mato Grosso RELI VISTI Con tiuação... T r i b u n a da F r o n t e i r a Propriedade da ORJIVAPE C.6.t. KJ. Dl200J6l/COD1-71 !Diretor IResponsáoel: c.!J o a l d o /2 e reira !J>fretor Comercial: dl!oan, /1e.refra A- r t e : Hélio Guedes Corrêa C irculação: Jane Velasques Composição: PetTonio Leão, Lyheracy Lino Altair Marques, Laucidio Medeiro& 1 m p r e s s ã o: Nílson Roberto de Souza Redaciio. Administração e O6cínus à Rua Dique de Caxias S/N Bela Vista. Mt Assinatura Anual Bela Vista ,Cr$ 150.00 Demais Municípios Cr$ 180,00 .1 1 Com1llcl,: a uplniüo do mulloa. Logo, nfio que!• ramoit quo no0!(à cl'itíoa. seja a melhor·, a mais perfeita e a muit justa. Nilo quel­ ramos que a nossa critica eju superior uo bo::nem o :1 obrl.l crllfcada. O impor­ tante, numa crítica honesta, e resume ni­ to: o que (ou qu<·m) critlcumoa, deve ler 11· ma fuu(ifi.o infonnallva Hum fim fonnutlvo. . função inrormullva visa enRinn1· o que· ue sabe e o que se aprencl«-u. E o firn for­ mutlvo lnm por mim consolidai· o que 1•1.llá cedo e procurat· a pedefçtío do quo ot errado no homem ou na obra do homem. Isto se clmma crítica construtiva. A c!'ítlca cmrntruliva (sempro cl'itlca de o­ pinião). uo pontar us virtudes e os erro, busca comrreender o homem e o valor rle Rua ohra, pal'a u comunidade. A co-· munldade deve ser1tir-se e~tlmuludu para lmltur u virtude o evitar o erro. Cons­ trulr espirituulrnt>nte é o grande seutirlo cta crítica. Ao C1Jntr{1.1·Jo: A crítica destrutiva condenn, dB forma cru<'), impiedosa e in­ justa o homem, denegrindo-lhe as vfrlu­ des, res~tlltundo-lhe os erros e inventan- do contl'U u sua pessoa todu a sorte de defeitos: a crítica destrutiva é a incom­ preensão de tudo e de todos. DIREITO DE CHÍTICA Criticar é um direito, é um dever ou um poder? Antes de ser um dever, é um direito. Não é poder: a não ser que se procure restringir o direito de crítica. En­ tão, seria um poder de alguns ou de uns poucos. A critica seria uma exceção. As exceçoes, nu terreno da crítica são an­ tipáticas, odiosas e antidemocráticas. Por isso, o direito de crítica é uma garantia de todos. Numa democracia, como pre, tende ser (e luta por ser) o Brasil o di­ reito de crítica. é uma necessidade. Que­ remos construir uma nação grande e li­ v_re para todos os brasilelros. Logo: cri­ ticar com o fim sadio e cívico de apon­ tar as virtudes e de· corrigir os erros é o po:-tulado maior dE:! qualquer institui­ ção democrática. Não é sem razão e sem tempo que a Constituição Federal consa­ grou o princípio político da liberdade de expressão. O que é liberdade de expres­ sãu? - É o direito de crítica que tem ( e deve ter) todo o cidadão de transmitir e de comunicar a seu semelhante, através dn palavra falada, escrita ou televisionada a significação e os valores da vida e dó homem com o fim de aperfeiçoai· o uso o gozo de sua liberdade. _CRITICA E LIBERDADE DE EXPRES­ SAO A llber1ade de expressão é a consa­ gração do direito de crítica. Seria um absurdo (e uma violência cultural) se, para manifestar a sua opinião, o seu pensamento, a sua convicção política ou a sua posição filosófica, o cidadão (livre) dependesse sempre do poder, da lleença ou da censura da autoridade. A autori­ dade, no tocante ao direito de crítica é igual a qualquer cidadão do povo. É cla­ ro que, quem possui libardalocados a venda ... (apenas 50) l .±o, [ A 1 . E: 1 , SUPERMERCllDO RELIGIOSO Depois de alguns dias de ausência retornou a Bela Vista o Diretor desta folha, jornalista Ivaldo Pereira ... O '·chefe" estava num ''retiro tram,ceden­ tal" (credo). A diferença é que o retiro fui batalhando pela Tribuna ... Falando em Tribuna, a de Portn Murtinho, circular[>, a partir de Setembro toda semBna ... -3063303 Fim de semana movimentado na "Princesa do Apa" ... Baile no GREMIO, no BELA VISTENSE A no CLUBE DO LA­ ÇO ... grandes atrações no Torneio Na­ cional do Laço ... <$&38±5$ E ·a política? Vamos ilguardar o mês fatídico, (Agosto)... que novidades aparee.erão no fren.t ? . . . até a próxiru Retornaremos. (PP) [~reamo contentes quando lemos n mensagn do Missionário Frei Lino, com o titulo do super mercado Ieliioo: SEICHO NO.I.. Pois. o Frei Lino, 01Jl() bllio de [)e:H ()ue {• C ( lwfr de ,ri--Jo- ' Japona Católica, tem projeção e a ua palavra é ()U ida; con+rquentemente a ua convido faz a convicção dos +cus fiéis. Dentro le um upermer­ carlu, n_ü'> ucreres" de curas havidos aos meios praticantes da Seicho-No-Ie. Ate o presente momento, ,. que nós que pratica­ mos a b'ciclo-No-Ie conhecemos de viagens do Mestre pelo mundo, foi somente duas e ':ias duas esteve no Brasil. Na primeira delas, quando pro. feriu palestras nos Estados Unidos, recebeu o Tí­ tulo_ de Doutor em Filosofia do Religious Science lnst1tute. • r Conhecer -a vida do Dr. Masaharu Taniguchi é o mesmo que conhecer um pouco de si mesmo com muita sinceridade. Conhecer a sua Filosofia e pacientemente pratica-la é o meio mais correio de entender o_ significado da expressão de Jesus, quando diz: • ... a tua fé te salvou". MaL 9:22. O_Mestre Masaharu não é um profeta ou um adivinho, é sem receios, um Filho de Deus que tem crença límpida na VEHDADE e emina com firmeza o caminho Crístico: "Eu sou o caminho a Verdade e a Vida; Nmguém vai ao Pai s , por mim" João 14:ó. ena.> COMO NASCEU ESTA FILOSOFIA ENSI . NADA PELO DR. l1ASAHARU - Há 19l anos atrás, Jesus Cristo, encerrou a missão física na terra e o que predirei ao Pai e nome, ele trnderà.. Por iota:r,c·,li,, dt" :Ln-L, fl , 1 5agrada Me, eu humillemen­ te rogo no o«no pai et vosso nome que minha oração vja oida. (Menciona.se o pedido) 0!' Jesus que di.estes; _O eéu e terra pa-·atão, 1a+ minha palra nu4o pesará" , ar intermédio de Alaria vo». ·a agrada Mie, eu confio qu minha oração eju ouvida. (Menciona.c o pedido). ieze Pi No-o, N Ave Ma- ria e I 5ale tainha. Em caso urgente e-ta uoe na deverá ser feita em nove hora. Mandada publicar por ter aleanado varas graças. M14.G. .A.ssociação dos Municípios do Sudoeste de lYíato Grosso A Associação dos Muni­ cípios do tudoeste fatogos­ rense, em decisão tomada dia 10 do corrcnre cúou urnu Co­ mi;;,iio para t:laborur o °IFIOI u­ lo da entidade, além de mar­ c:1r para 6 de a:.(osto jJróximv n data da l.a Assembléia Ge • mi que aprovará o Estatuto e elegerá a Diretoria úa Associa­ ca6ó. Fazem parte da entidade Oil se~uinte, Prefeitos: Dr. Pedro Ubirajara de Oliveira, de Aquidauan; Dr Franci,co Cczáno de Oliveira, de Hin Ne;_!ro; lJr. Fernando Freitas, de )ardim; Dr. Castro Pinto de Bela Vi,ta; Sr.Daltru Fiuza. de Sidrolf1ndj11; Sr. Jo­ sé lldefoneo. de Porto Murtl• nho; e Sr. Hosal vo Fraga San­ !tls, de Cu.ia Lopes da Laguna. COLUNA SEICHO · NO - IE DE ONDE VEM A FELI­ CIDADE Dr. Ma;;aham Taniguchi ri.epito novamente que você é a saída de Deus. Deus, tem poder para tu- do, porém sua única saí- da é através de você. Ele poderà exteriorizar-se sà f mente através de você. Você é o testemunho da força infinita de Deus, é j o único amigo Dele pa- ra provar sua força i- l nesgotável. Quando vo- cê quiser demonstrar a força infinita que coubila ! consigo incontestável- ] mente. Deus se sentirá Ratisfeito, o protegerá, o amará e fará exteriorizar ainda mais sua forç.a inte rior. Demonstrar a força. ainda maior do que pos- 1 sm atualmente signil'ica I evoluir ou crescer. A Seicho-no-iê não é uma supertição que contradiz o evolucionismo. Deus é a fonte de in- -J finita energia e yocê é a passagem Dele, por tanto quanto mais traba­ balbar, quanto mais es­ tudar, o seu Deus inter- no sentirá regozijo e vo- 1 cê também sentir-se-á, ] automáticamente, a ale- )" gria de viver, se i8s0 a­ contecer aquele qus ~s: tava enfermo recuperarr. a saúde e aquele q% já era são será IIJ!ll·' sadio, animádo e esi; do por todos e terâ O • xito que desejar.