9 o KG-TRIBUNA DA FRONTEIRA JVALDO PEREIRA Fundador: JV ALDO PEREIRA Ano Vl N!?Z56 20 de julho de 1977•llela Viela-Mato Gro11110 lLBUII DE BBGOBDIÇOES DE »ri HISTORICA EXEMPLAR 10,00 ] "A meta de toda a admini traçao publica e o hg mem, Nós partimos do homem, porque e ele o su­ porte de tudo. Estamos imbuídos dos melhore• pro - pósitos para dotar Jardim de condições infra-e:,trut~ rais visando o bem e tar do HOMEM. Nesta oportu - nidade, em que_Bela Vista comemora 59 anos de e - mancipação politica, enviamos as nossas felicitaçoes ao HOMEM BELAVISTENSE, que trabalha diuturna - mente para o progresso do município. Nossas feli­ citações, também, ao Dr. Ruben Alberto de Castre Pinto pela administraçao consciente e produtiva a chefia do Executivo. PREFEITO FERNANDO DE FRE1TA5 JARDIM D Sentimos, na região Su- doeste do Estado, um novo, surto desenvolvimentista. Isso é fruto do trabalho dos ho- mens encarregados de gerir as coisas publicas. Falamos nos prefeito11 de nossa região, e entre eles, destacao pre- feito de Bel Vista, Dr. Hu ben de Castro Pinto, que vem realizando uma administraçao dinâmica e voltada para o pro gesso do município. Receba 011 sinceros parabens da ge~ te murtinhenee que vibra com a_conquistas desta comuna ir­ ma. Somos fronteiriços e luta­ mos por uma fronteira pro­ gressista e unida. ILDEFONSO SOARES DA SILVA PREFEITO MUNICIPAL DE POR TO MUR TINHO Repetindo as pa lavras do eminen • te Presidente Geisel: "Em Deus qu.e tudo es peramos h,umil. demente, com fe, nao defraudar a honrosa confiança em nós de­ positada, nem frus - trar generosos ansei­ os e justas espern - ças, olho11 postos no bem estar crescen - te do povo brasilcirc a, na maior grandeza da Pátria". O ho­ mem total ; o que se une, a todos os ho - mens, ss irmos,de todos os tempos e de todos 011 lugares, pa - ra fazer UM com e - les.. Esta dimensão horizontal é que pro­ porciona o BEM CO­ MUM, Neste dia, fes tiva a todos os bela. vistcnsc s, envio o .meu abraço fraterno, de a migo, de companheirÕ, almejando aos brasilei rc que aqui labutam, propositos harmonio - sos de trabalho para a grandeza do municipia Minha e congratulaçoes ao senhor Prefeito Mu nicipal. Dr, Ruben d;­ Castro Pinto e aos ~ lavistenses em geral FELIZ .P.NIVERSA- RIO BELA VISTA • SENADOR RACHID SALDANHA DERZI Assulmat: A Participação Saldanha t 1 0 presidente da Assembléia ' Legislativa, deputado Paulo Sal danha, participou ativamente do tnovimonto dos pr feitos e vereia dores do Sul-uatogrossense, quê culminou com à eleição da nova' diretoria da ASSUl.MAT e a funda ao da Associação dos Vereado-T res da Grande Dourados-AVEGRAN. o atuante parlamentar que se~ pre destacou-se na defesa dos interesses da região, mais uma'~ vez se fez presente em Dourados prestigiando aquele acontecimen to histórico em termos de muni­ cipalismo. Participou ainda dos debates e reivindicações dos prefeitos, dentre as quars destacamos a ' instalação da Faculdade de Agro nomia em Dourados,e outras de T eariiter geral. Falando à nova diretoria, o parlamentar pontaporanense,dis­ se II quero congrat.ular-me com o povo, prefeitos e diretores de ta força emergente que é a ASSU MAT". Aos novos integrantes da Associação de Vereadores lem- ' brou o importante papel da for a legislativa. de Paulo Da E P D, Valter Pina, d,• ~lu:ido No vo; Alcinado Machado, de Amambay; e, Jaime Marques, de Aral Moreira. MENSAGEM Adotando uma estratégica admi­ nistrativa voltada ao setor EDU­ CACIONAL e ao Homem do campo o prefeito Dr. RUBEM DE CASTRO PIN­ T0, está transformando o aspecto flsico, social e pol Ítlco de Bela Vista. E um trabalho grandioso e exige imensos sacrlficlos. tias o dinâmico prefeito ai iado aõ povo desta terrá ,está vencendo os de saf los. Nesta oportunidade, para­ ben lzo o povo belavlstense, que a tendeu o repto de nossos maiores e trabalha p~ra o engrandecimento da Pátria. Parabêis belavlstenses ,1 O DIA DA CIDADE rino Carvalho e eludo B e / a ,, Í .5 l e n 5 e ., Faz precisamente dols anos que eu assisti aos fes. tejos comemorativos do 34 unlversário desta alegre e próspera cidade, Foi um u festa deslumbrante que mur­ cou nos teus fastos, uma be­ la e nmgullil'll dcmonslruçílo de clvlsmo dos eus habl­ antes Naquele dia 20 de Julho de 1032, udava Bela-Vista, a convite do Sr. Prefeito AI· varo da Sllv<.'lru '.lascarenbns, o Dr. Carvulho de Toledo, proferindo u III n csplOndldu ornclo. Hoje. é o mesmo Prefeito que me traz aqui pnra tradu-­ zir o seu pensamento e do seu povo, sem que houvesse me­ dido a dlsll'nciu entre o meu pobre intelecto e o dnquelc, 11uc naquela du1t1 aniversário. deu n l:lela-Vlstu o brilho de stl!l palavra e a força revl-­ v;orudora de pl'inciplos filasó-­ licos e politicos, idéias suus vividas na juventude, para as novas e modernas realizações de hoie. E assim, õlo dizia reme­ morando umn (!pocu: «Hô 3, anos passados, num dia como C!ste,sob um céu inühilo,chcio de sol e resplandescente de ulclulns no coração da insi-­ piente idade- ílcla-Vlsla se cng-.ilanura [estiva pura rece­ ber u vi itu do enllo secre-­ titio de Estado Sr. Dr. Be­ nite Esteves, que uaquele dia viera instulur a cidade 1·ecem­ criadu pelo i.:ovêrno Aquino Cot-rêa. a :!O de ,Julho de 1!l1S. E u ahna Je!uvistensc, vibra­ va de entusiasmo. Em ses­ süo civic11 que marcou o ad­ vento ele uma nova época nu vida citadina belavistense», êle se exp1·cssuv11 num ver-­ cladeiro hino de louvor, numa ~intcse histürlcu. dccantuudo a novel cí1ludc, qual um novo David em formos Pastoral « oh! minha risonha Bela-Vis­ tu, Jcndila Cunuan, terrn. mo­ ça e apctecilhl noiva do sol " elas !lorcs. cm teu seio de leite e de mel,ucolhe o dizer sem atavios. a prosa rude. a !rnsc chi, deste u quem, en­ tre os que te amum, coube a i-uprema tarefa de te saugar neste dia. para ti, por toâos os titulos auspicioso ». Assim falou Carvnlho de Toledo, jovem culto, cheio de inspiração, p o e ta mavioso, considerando a sua prosa ru­ de e u frase chll. Que pode-­ rei eu dizer da minha ensoa­ da palestra de hoje? Acei­ tando o convite do Sr. Prefeito Alvaro Mascarenhas, ni!.o quiz renuncia-lo, pois se me all!ru­ ra um dever - dever que o amor exige e u gratidão o­ briga- e êste amor eu lenho por Bela-Vista e esta grati­ dão, iâ. tnntas vezes demons­ trada, existe na minha con- cicncia. • 36 anos 6.!lo decorridos de uma justa conquista. O coraçlo belavistense vibra hoje, como vibrará. sempre. ao sentir a pujança do seu progresso confiado aos seus diletos filhos, nêste dia de rncortluçõC';; e merecidas bo­ menagens. Um administrador Neste dia festivo pauru todos n6s. e opurtuno traçar 0 perfil de um administrador. Alvaro Mascarenhas é es­ "- 1 figura impoluta, que com respeito absoluto às tradições de familia. colocou a nobreza de uma raça acima de sua vaidade ou pretenções de mando. Como politico nlo é um intransigente partidário, é um técnico, dando 1os seus g0- vernados o que a ciéncl.1 mo­ derna exige de um adminis­ trador esclarecido, honesto e lahorloHo. ::icm mi!illcu l'llosófícu, integrado no conhecimento las necessidades dos seus municipes, voltou as sua8 vis­ tas e a sua n<;üo pnra cons­ trnlr o bem-estar que lodos 1·ccl11mum:--- e assim ngiu com conhecimento de causa, pura rcallznçõcs posltivm;, dando o n1úxlmo de conforto aos seus governados:-- luz e energia t•INricu, pontes e cstrndus, in­ centivo ao cultivo cllf terra. higiene e instrução, tudo isso, para servir uo seu povo, com­ preensivo da téenica adminis­ trallvu, sem ferir conceitos !ilosMicos, indiferente a ,log•n• ,. ú neflllHla dcmn(!Ol!la. • ut obra de utlminlslra­ dor é concreta, positivo obe­ dece 11 ti'.-cnica sem negar as tradições que constituem o pedestal da nossa nucionall­ dade. Fira o meu conceito sô­ bre o administrador Avaro Jllnscnrenhns; deixo no povo de Beln-Vista o direito de traçar-lhe um perfil mnis per-­ feito de homem público. A Bela--Vlstn. Falnr sôbre a lua história scrin dissertar sõbre a snn­ grenta epopéia da Relirnda da Lagunn; reviver a memó­ ria sagrada de José Francis­ co Lopes - figura heril de denodndo guia; seria trazer à nossa mente n vidn pretérito daqueles bru. vos sertanistas que aqui aportaram, plantan­ do o primeiro marco de urna civiliznção que hoje se refle­ tc, magestosa, nas águas cris­ talinas do histórico Apa. E nno deixaremos esquecidas aquelns pegados dos planta­ dores de cidades, tuo nobre­ mente exaltadas na musa Imortal de Bilac em « O Ca­ çndor de Esmeraldas », ao descrever u agonia de Fernlo Dias Paes Leme: - I va ta mz a una n z tz titas ta:ti s tis t l sra as t!is. rt, tis t zu, e:cu a tzihr la a:tnis u m t:s si::s rs ttum; u sh ta tltig4, Multar tr rI lu tr tu tt'!y e r Mi: à l L, !/pzt» 4 'ri!i, a'mru as i2tu, tutu te :zs, phzrttu te i:te&, atua t» zn2; t titia rirus! A juventude Bclavistense. ,Juventude de Bela-Vista: A minha missão precipua de hoje é te saudar, saudando também o glorioso passado da tua cidade representada pelos teus manes. Mas, puru tanto, é preciso dizer, de ini­ cio, o que eu penso a respei­ to da mocidade e do papel que lhe está reservado na sociedade. Em síntese, direi: A mocidade é a hemoglobina vitalizadora, dinamizando to­ do o organismo social. . Assim como o sangue revigora o orgamsmo animal, assim lambem a mocidade. dá vida e calor ao organismo social. llurio Gonçalves Vianu­ noltl.vel psicólogo português, dlz com multa sabedoria: - - «Pode a[lrmar--se, sem receio de desmentido, que a Juventude é utilissima, nilo ~6 aos lndlviduos, mas, tam- tiêm, üs coletividaclc·,, Os novos têm muito a aprender dos adultos e dos velhos; têm muito que apren­ rler da sociedade em qu e Ingressam. Mas, por seu lado, não deixam de benifi­ clur Jrncnso a coletividade. nhrindo-lhc IHJ'Os horiwntcs. Constituidas, apenas, por velhos, as sociedades huma­ nas cristalizar-se-Iam; constl· Iniciai; apenas por novos, vi­ veriam em permanente tumul­ to e co11fusi10•. , Juventude é uma força dinamizadora, por oxelôncía; a ,·clhlcc e uma força cssen-­ clalmentc conservadom. Os adultos e os velhos impedem um nvnnço dernn­ i;lado rápido e dominam os impctos e os cxngeros dn mocidade. Os novos nrrus-­ tnm os adultos à reullzaçilo de muitos atos que, de outro modo nunca êles orulicariam. , convivcncia dos jovens rejuvenesce os adultos e os ·,elhos; vivifica-lhes o espírito. ~õcratcs gostava de conviver com os novos; nos dlúlOJ.(OS de ?lati.lo, avultam alguns jovens; e o p1·õprio ,Jesüs nfw duvidou de cercar-se de no­ Yos: ernm os filhos de Zebe­ deu, que deixaram o pai pa­ m o seguir. Juntos dos novos, os ve­ lhos sentem-se renascer e remoçar, porque a. juventude quando não está corrompida' é umn fonte viva de entusi­ asmos generosos e desinte­ ressados. . , ju.vcntude salva, por isso mesmo, a sociedade da estagnação. Ainda quando os seus objetivos demasia­ do altos e temerários-mesmo ussim estimula/os adultos en­ che-os de brio. incita-os e man:a-lhes 110'as d1J-ctri7.es. E a mocidade que, com o seu espírito idealistn con­ trahalança o cômodo m.'.!.te­ riulismo dos adultos· é u mo­ cidade, sequiosa de mudanças e transformações, que impele as patr,as e as sociedades ara as grandes renovações ;,uht1cas. hterJ1·ias. sociais ou arlisticas. A nossa história pátria está cheia de grandes asso­ mos e de prodigiosos lances cm que pret!ominam os estos nobres e aucbzcs da mocida­ de. E desde a lnconridênci-l Mineira. até á Proclamaçáó da Repubhca as P:ll!inas da nossa história osteatam valo­ res novos e novas realizações que só à mocidade competia firmar. Quem são - Tira­ dentes, Tomás Ant0nio Gon­ zaga, Claudio Manoel da Cos­ ta e Alvarenga Peixoto ? - - Representantes lídlmos da mocidade heroica. • Quem éra Pedro I nas margens lendárias do Ipiran-­ ga? Um Moço. E Castro Alves, e Rui Barbosa, e José do Patro­ clnio e Joaquim Nabuco, na campanba abolicionistn ? - Moços I Galhardos, sublimes e destemidos moçosL Na propaganda da Repú­ blica, qual a voz dominadora? - A de um moço: - Antônio da Silva .Jardim. E a epopéia de Copaca­ bana por quem foi heroica-­ mente vivida? - Por 18 jo­ vens no melo dos quais se encontrava êsse denodado invicto, sobranceiro e nobre soldado que o Brasil ainda boie tem orgulho de possuir em melo das suas hostes va­ lorosas: - O Tte. Brigadeiro Eduardo Gomes. Quando eu aqui cheguei - há 36 anos passados - a Sverino Carvalho de Toledo mocidade HC'!:i--vi teu--c r.t representada por um pugilo de jovens sequiosos de saber e desejosos de servir mais tarde, à sua teml natal. Foi cnt.iío que em companhia de Carvalho de Toledo, Texeira Campos, 'l't'Xtíra Filho, Al­ voro Mirrrnua, Fausto Porrira, Oscarlno fl.amo e o u Ir o s mais, fund,11110 o "fustltuto Rio Branco" que, em li o r ri tenha tido vida efêmera, ser. víu todavia par'a semear no espirito adolescente que des­ perlavu naquele momento em nossa lcrra - n semente ma­ ravilhosa do civismo. E aquela mocidade pre­ térita é boje a maturidade sadia e pensante que dirige os destinos desta maravilhosa terra, enchendo com o seu dinamismo lodos os setores da sua atividade. Por Isso, numa festa como a que agora realizamos, a mocidade ocupa lugar de explêndido destaque. Moços Belavistenscs 1 Guardai no vosso subcon­ clênte êstc subllme conceito: "Quem tiver, por si, a mocidade, terá o domlnio ou o govêrno do Mundo". Um grande observndor anglo-saxão, viajando certa vez pelas colônias inglesas da Áfl-Jca, respondeu a um daqueles chefes coloniais, que lhe perguntava o que devia fazer para a prosperidade da sua colônia: - "Informal-me quantos novos possui a vossa colônia e eu predir--vos--ei facilmente o seu futuro". Uma grande vida - disse Alfredo Vlgny - é sempre o pensamento da adolescência realizado, rnaJs tarde, na ida­ de adulta e o notavel pro-­ ressor Manoel Rodriçues - grande mestre de psicologia em Portugnl - afirma que - "A vida de cada um é o que tiver sido o pensnmento do-­ minante da sua mocldnde. Mocidade belavistense: prepara para a tua cidade, para a tua terra, para a nos­ a terra, dias de operosidade, de paz, de tranquilidade e de progresso, aprimorando o teu espírito dutit e plasma vel nos grandes ensinamentos d a s letras, das artes, das lndús­ lrins e do comércio, para que ela brilhe no céu matogros-­ ense como nstro de primeira grandeza. Tudo depende de li, por- 11ue: - "Quem tiver, por si. a mocidade, tera o dominio e o govêrno do mundo!" Eia, pois mocidade bela-­ vistense! O futuro te chama e te concita! Agora vós, excelsos ma­ nes. Vós, que fostes em vos· sus_ vidas terrenas, os pri-­ meiros espiritos civilizados a encontrar, nesta sedutora !ai­ a de terra brasileira as ·wnificas possibilidades pa­ r edificação e m:anutenção 'e mu urbe com todos os requisitos sociais, politicos e admm1stral1'os modernos· vós que vistes realizado o vosso :lean&ourado sonho, continu­ :.i veia;:!a pelos destinos ex­ veisn,: dres ferra maravi­ !'ih -;it:+feira, onde der­ tuastes » :·et bendito do osso p:oba labor, onde so­ th:sies as mirabolantes so­ nhos dos vossos ideiais e on­ 'e perpetuaste as vossas familias e os vossos nome., . Sêde presentes esta fes­ tividade e fazei com que os fluidos imponderaveis da vos­ sa bondade nimia, derramem sobre us nossas cabeçus - num halo explcndido de apo­ teóse- bênçãos e graças acompanhadas elas divinas graçns e bênçãos de Vens Onipotente e Pai Misericor­ dioso. I' 1 • t "-'- ( ! li ( 1 1 PONTO DE ENCONTRO ·rvaldo Pereira A vide da TRIBUNA DA rRONTEIRA, conotitui, em verdade, uma viagem emo­ cionante, e eu eopero torna-la produt,!_ ve e aimpleo como o perfume dao flores todoa oentem, mas ningué■explica - Es tou corto de quo, ne procure das verd.!!, das oublimse, cede individuo devo eo­ guir um roteiro peeooe a que todos oa itinerários diferem una doe outros maa conduzam e causa comum. Oe caminhos dg vem oar individueis e diferentoo. A meta principal é uma eÓ1 A GRANDEZA DO BRASIL. Não escravo pare os que nunca oa entregaram e alguma busca, para quem "carece tempo da pensar". Nem es­ crevo para oe comodistaa, perfeitamen­ te eetiefeitos com o que poeeuam, que tem por eeeim dizer uma situação gara tido. Não pedimos pera embarcar no na­ vio da vida, mas encontramo-nos a bor­ do e temos obrigação de conduzi-lo ao porto seguro.~ e nossa missão. Não e!, mos aqui porque queremos. Estamos por­ que e INTELIG~NCIA SUPREMA permitiu e noese vinde. Se não viassamo, talvez permencaisemos no NADA, e vindo com VI DA e aó acredito numa vida PLENA. Uma vida de atividades. De reelizaçÕoa. U­ ma vida construtiva. Não escrevo para agradar a quem que seja, e poderei de!, gostar alguém, pois o que digo deriva estritamente dum ponto do viste indivi , - dual. Ha muita coisa solidificada, en- caixotada, embaleemede, que não admite diecuesêo. ~ curioso, reelmentar mas em matéria de "diálogo", todo indiv! duo se compraz em pensar que tem o mo­ nopólio da verdade. No discurso em que solicitava da Grande Convenção a apro­ vação da conatituiçêo americana, Benja mim Franklin escreveu1 "É por isso qua quanto maia envelheço, tento maio me ointo inclinado a duvidar do meu a do Juizo alheio. Na roolidndo, a maioria dos honans, como a maior parta das sol tas religiosas, preuno or donos do toda a vordado; o tudo aquilo om que os outroo diverge~ doleo se lhoo afig_!! ra gravo orro. Stoolo, u~ protootanto; diz ao Papa numa dedicatória quo o ún! ca diferonça entro ao noooaa duao Igr.2, jas, no tocante às opiniÕoa sobre a certeza de oua doutrina, conoioto em que e Igreja Romana Ó infalivel, o a Igreja Anglicana nunca ostá em orra. Entretanto, embora muitos individuoo façam tão alta idÓia da sua própria i~ falibilidade, cocao da infabilidade da sua seita, raros aao os que e oxprimom francamente corno certa dama francesa que, numa breve discussão com a irmã doclarou1 "Js no trouve que moi qui a! e toujouro raieon" (NÕo sei de ninguéa exceto eu, que tenha sempre rezão). I!!, to mo faz pensar na carga de "crenças" que muita gente gosta de por aoe om­ bros das mentalidades jovens, dizendo: "Voes á um bom menino, um repa% forte. Pode aguentar estas coisas. Trato de acreditar, e ae convencerá de que sao verdades". As vezas, os ombros das man talidades jovens criam bolhas. «IN MEMORIAM>> •l ;nnde al••• ao coraçio ar­ dante do mau pai, 0svAD0 MA TllS PcactRA, tazand■lro dl protisaao, Tanho grande ralt■da habU, lidada anual e laaento-o, Se­ la mais pertito ase intua ••oe ■oub-■■- trabalhar. "ªºª qva r■z• alguaa cala■da Út.11 mergulha nas protundidades do ar a dali etresa uas tontoda bondada a da paz. O ■eu pal a­ ra tarandeiro, Haia preisasn te ua sitiante ecoe aio ghu. doa a pequenos proprietário os de terras no interior do Éa tedo de S■o Paulo. Tlnh■uai ii1 •• prorunda, u■■1ph1t.o v•rd,i doirantes mensageiro, A das peito desta falta de habilida­ de ■anuel can■egul no entanto h•Nf•t do •velho" u:■■precarl• vocaçeo da lidar coas terra. coato da Jardln•g•• Pleu pal deixou seus estudos de adici­ ne per• lider COII • t■rre. A aeus olhos, eu devia tornar-ae u farol, u hoas capar de ••cl■r■car ou outro• ho■en, de lha■d■r corag• ■aap■rança, do lhe» mostrar, a lyt que brilha no rundo da noa. Para meu pai a aventuras hunana ti nha u■dlreçao. (.la Juloa1it■•• aconteciasntos contaras ao si­ tuavg ou nio nesse direçio, A hhtorla tln.h1 ua ·•nlldor ela evolui■para algua■ror111 da ultra huano, traria .. ai a prosasse de uma super consci­ incig, A wu tiloaotia cai­ e nao o separava do aeculo No presenta, as tuna danosa ara progressistas, Uaa vi­ da plena é ua sonho de adolea­ canta r■■llzado na idada ■■du­ ra - diria vigny - e eu, proçu ro aprofundar ■honrar • •••o.. :.: :.1.:.± 7±'±#:.: a ■inha luta concada paz •• •.!! a cinraas, Mau pai morreu se J•••h perder a ■aparança ~• ver brilhar a lur para alia das grandes montanheaa seta luz a qua procuro aantar ao••• , poia, ao nip encontrei, pelo senos vi seu ra?laxo,, MAIS UMA JORNADA NOSSO RECADO TRIBUNA DA FRONTEIRA, um jornal que nasceu pera lutar batalhando pelos aêos princípios de honra e dignidade, disposto a vencer percalços e transpor barreiras, tendo como meta o bem co-­ mu, permanecendo equidistante de quss tiunculas pessoala, alheio a mazelas que, ainda, nos dias de hoje persistem no seio da comunidade. Nossa orienta­ ção e diretrizes escapam do êmbito fo~ medo por indiv!duoa, conetitu!doe do grupos ou racçoss, pare vislumbrar e amplitude do interesse superior, do pensamento elevado e das ideias ealuta rea. Deado o início, fevereiro de 1972 com sacrifícios de toda ordem, temos procurado manter aquela altivez e aqug la dignidade que nos legaram os wmee­ tres do jornalismo". Em verdade não po demos esconder noaao estado d'ala I ante de muitos deeenganca, dasiluaõs~ e, por vezes, diseeboree, ente o nega­ tivismo que ainda perdure am determina das camadas belevietensos. Mas, com cõ regem, confiantes num destino maior dÕ homem~ e crentes em atitudes que exer­ citarao no transcorrer do tempo, na conquista dea sues luzes a na implante cão de uma nossa filosofia, o homem sã haverá de reoencontrer, criando-se ou­ tra alvissareira na senda aapiritual a mental da comunidade. O jornal tem ovo lu!do, como Órgão noticioso, informatl voe divulgador, correspon~ondo ao al­ to sentido que e comuniceçao vem ax­ preassendo nestes dias que vivemos, R.!, detoriel a tacnicemanta nos temos es­ forçado pera ir ao encontro dos ideais e das eapirações da coletividada que vimos servindo há tantos anos, oingola mas davotedamenta. Se por um lado 8 DIRETOR E REDATOR CHEFE1 IVALDO PEREIRA C•t-o• na 11.aiar da u.• ~ da o papal d• pra■■rnr·• oae- "ºªªª luta tem sido imensa, por outro DEPARTA .. ENTOS• a caminhada que, neata 2a de se w a heronia_da una coaunt l • JuIhe d» 1977, TRIUMA DA FRA dado, de una mçio. abe a l n podemos deixar de reconhecer uma IIR enceto-ais que lança u exclusivas nto a la ·a pena caliosa corraapondância, um apoio inos ADHINISTRAÇÃ01 Haria Estela Velaequaz rie si4e -.se.s·. • z.""::::2:%;: iéi",i = •otr • tt• • .!• antov•ndo rutu mavo a a presença constante doe nos era ra aalliteaçãw» no a4eG e interesso lgftis de use aos leitoras, aasinsnteo, anunciantes-, CIRCULAÇÃO: Janaa Vslaaquaz grÍitlco do Jor:a.■"l. Todo o "º!. aaplraço■a • datender • lllVtll- o programa raaua duas pala- quer praça, a honra e_a liber- colaboradora o daqueles que, ao nosso COHERCIAL: Alvaro Pereira «+s wii iiviõri. ;;"ç"7;; ??";";;ç," 1ado, labuta permanentemente. Quer- ARTE: Helio Guodas corra Ser Ln4pendente iá ser lvre, cinco_4nos de luta_a iaaio mos e sempre tivemos dispostos a fazer COHPOSIÇÃ01 Patronio Leiio, Libaracy Li- priaoiro davar de qu .. i li- Jornaliatie da a TRIBUMA DA u Jornal que,_real■anta, ao constitua no, Altair Harquea e Lau:ci- re i respeitar a liberdada a. RnTIRA, coso porta voar au- 111.la, Gua quer sar livre davas tintico de counidade saque ftut inatituiçeo a serviço do um povo; dio Medeiros ... -.ada1 d ... sr Juatoi eati engajada, a arau t o dos D0t iasa, noa ta■oa a■panhado numa ta- IHPRESSÃ01 Nilaon Rocha deve per-as sciaas doa Intera- sublimais direitos da sociedada ·s que pélélas na ele te» bilavintanw». tata rtantacs rafa Ingente para estruturar um órgão coletividades a t@ração, as J crurou qunas asais anos dq da imprensa, que atreva• doa n0aa0a REDAÇÃO, ADHINJ:STRAÇÃO E OFICINAS I Rua ,...._. dna ••r ■né'l'g1co • ir- atividada inintarrut a Ji z - / 1 Vi t PfT 1 =•=;.~•.:lt:.!:."l'!~=: :~:i:::~:.:: :;ª:!~::oo q~: e~~!:r:: ::m!:~~n~? ~~=o a!"1:!r~!ça:ii: Duque de Caxia■, a n - Be a s a- ".:7""±2:.::: r.:: 2z...° Ass1gruRA_AvA (seis v4+s), 1s,os 1d t "arre liberd pgrnes e os 0pene passam, tal coo l Hl - 4 + ' ""iwii "Fie enerpzz 2l i ano, para aparelhar a TRIBUNA, capaci­ tando eete jornal de modo a servir a eua legião da leitores. Mufto temos a­ inda a fazer, muitas missões temos a­ inda a cumprir; talvez muitos Óbicea teremos que defrontar. Haa, com ajuda de DEUS e doe homens de boa vontade e, e!guros da fibra que nos alenta, e que nao estiola, seguros astamoa que proa­ seguiremos esperançosos, resolutos e encorajados pera alcançar outras metas que redundem em benefício comum. Esta­ mos cientes de maneira como erocedemoa no passado; conscios da miesao jorna­ liatica que estamos cumprindo no pre­ sente, e convictos das tarefas e da responsabilidade que nos competem nos dias futuros. A TRIBUNA DA FRONTEIRA o_que eempre foi e sera sempre um or­ gao fadado a perluatrar e corporificar as idéias sãa, nas busca de um grande porvir, sempre fiel ao roteiro delinea do e 25/2/72. Nossas congratulações; neete dia, a todos quantos nos honrem com sua leitura, com aqueles que nos oferecem a sua colaboração contantes e valiosa, incentivando-nos a marchar,ac, brenceiroe, peloe caminhos amplos das conquistas máximas e doe ideais alevan tadoa. - aldo Parei (Fundado em 20/2/1972) TRIBUNA DA FRONTEIRA TRIBUNA DA FRONTEIRA ELA VISTA MT; QUARTA-FEIRA 20 DE JULMO DE 1977 ESTER SILVA Lotor Silva, nas cida na cidado do Ro■ário no Estado do Rio Grande do Sul, a 12 do otom­ bro de 1888. Vaio parg Mato Grosa9 4 to e; aeiu do lo e 20/11/11 e chogou om Porto Hurtinho e 02/11/11. A 05 do moemo moo e ano, f ol nomeada profeaeore Estadual para_oxoer­ cor suas funçoeo na vila de Belo Vista, visto eeta cidade pertencer a Comarca do Nioaqua, A Vila are quase deoarte posou indo algumas casas de barro co­ bortas de capin, He viam algumas de té: buaa como o Correio e raras residências de peaaoaa que aqui Já se encontravam estabelecidas. A Escola Ester Silva, .funcionava num prédio aliés nu me casa de barro cG berta do capim ondã ó hoje o For. 2á existia uma escola particular, cÜja professora não le111brado o nome. Depois disso a luta continuou sem­ pre havendo políti- ca no meio. A 28 de março de 1917 foi nomeada novamen te para o cargo de professora de Vila de Bela Vista, con­ forme arigo 147, visto estar afasta­ da do cargo por mo­ tivos politicoa. En 13 do . abril de 1930 Foi nomeada professora munici­ pal por ato n 44, permanecendo no cargo até ser dia - pensada a pedido pa re ser nomeada Dir tora do Ginasio Es tadual da Bela Via­ ta a 6 do abril da 1956 o qual funcio­ nou 5 anos como Cdu candária Cratuitã para depois tomar o nomo atual acima 111 en cionado - Tomou a seu car­ g0 4 sobrinhos oe quais ficaram som mão, sendo um com 4 meses e outro com l ano e 8 meses dos 4 duas são normolis tao formidas pelo pai o l contador tormado por Catar o qual nas horas que não estava lecionan do are bilheteirã no cine são José, a fim de angariar mals fundos para poder sustentar, a tudo cri ou um sobrinho que hoJo á 19 Ten R/1 do Exército. rol vereadora na gestão do Sr. Ãlva­ ro Mascaranhas de 3/10/51 1956. Em 1952 no Cavar no de Dr. rernandÕ c. da Costa recebeu um Colégio com o seu nome cujo sacra tário era o Dr. Cas tro Pinto e cuja 1= déia partiu dele. Por ocasião do Jubileu da prata do Rotary Clube de Be­ la Vista, foi home­ nageada no Gremo Pedro Rufino pelos relevantes serviços prestados a Comuni­ dade Belaviatenae ! dia 20 Jul 76. A 24/1/77, rece­ beu na Camara Muni­ cipal o titulo de cidadã balavistenae, Ester Silva fi­ lha de Otávio Anto­ nio da Silva e Mer­ cedes de Araujo e Silva nascidos a­ bos no Rio Grande do Sul, passou sua e- («uma legenda>) D. Ester Silva, recebendo de d. Diva Urbieta, medalha do Rotary Club de Bela y1sta, pelos relevantes serviços prestados a comunidade. Na foto, o presidente do Ro. tary (1976) Pedro Jose Palmieri e sua espo aa Leda. - xiatência quase to tinha sua mae a da aqui visto ter qual ajudava e fazi chegado aos 17 anos a todo o serviço cã de idade. aeiro, esta faleceÜ Seu pai resolveu com a idade de 110 vir para cá afim de enoe e ainda lúcida aventurar a vida sa Estar teve a seu iu de lá com l tro. cargo inüeras pes­ pa de cavalos em co soos as quais e ser panhie de seu tio.- viam e eram servi Permaneceu aqui 4 das. Pois na casa anos. Depoia doasa encontrava tudo: as tempo foi buscar e tudo, carinho, etc, familia, A viagem Essas pessoas fo transcorreu de va- ram em numero de 2Õ por da cidade do mais ou menoe, hoje Rio Grande até Por- algumas estão ve­ to Murtinho, de lá lhas ou velhos, ca­ para ce vieram de sedas e outras sol­ carreta da companhi toiros, porn exis­ a Mate Laranjeire,ã tem entre elas pro­ qual transportava [ir- feesoraa, fazendei­ va Mate, aqui che- roe alfaiates, mili gando começou a lu- tares do exército ã ta. Otávio pai tor- da polícia. nau-se· funcionaria Dessas pessoas das Mesas de Renda, permanecem . casa permanecendo no car uma, até hoje es­ go até falecer, as: tao a cargo de ca­ te sempre trabalhou sa 3 netos que Es- fora de casa Mas, ter ainda cuida, .----------- ------------------------------------ REMINISCÊNCIAS Josino Pinheiro Ralembranllo º" topos de criança, quando Bela Vista vivia numa era a­ dgrmecida, as ruas nao poasuiam na e nem nomeJ onde fi­ ca a casa do Sr.Os car R. de Araújo, ra um CaraguatazaI onde eu e meus companheiros de ln fància, matavamoã umas parcáe, ainda me lembro muito da D. Emilia, mãe do preto; era uma ve­ lha lavadeira de muitas família, só gente rica. Foram os tempos, os tempos que um fio de bigode vali a mais que um do: cumento de hoje; quando una pessoa. dizia sou seu ami­ go mesmo. Lembro­ ma dos amigos de meu pai, verdadei­ rgs amigos. pois nao gram so amigos nas horas boas e ai a muitas oca. sioss, _puda ver ye at em situa-­ çoaa de vida ou morte havia a ho­ nestidade dessas amizades. Lá foram Antero Loureiro, Afonsg Loureiro, Militgo Loureiro, Eetevao Loureiro, Ildefonso Pinheiro Salvador Loureiro, Elizario Brum, An­ tonio Coelho e muitos outros, só aqui em Bela Vista, . Naquela -época ao existiam as se guintes fazendas? São Rafael dos Pe­ dras, são Salvador do Sr. "Inhosinho"} Salvador Loureiro, Vaquilha do sr. A­ fonso Loureiro, Santa Cruz, do Sr. Antero Loureiro on de eu nasci em 097 12/1918; fazenda Doa_Viste do Sr,Mi litao Loureiro, rã zanda Machorra dÕ Sr. Primitivo Esco bar, fazend'a novã do Sr. Ildefonso Pinheiro, são Luiz do Sr. D Sabaátião Toledo, razanda St Amaro do sr. Atha­ nasio da Almeida Halle, fazenda Con córdia de D. Rogá­ ria Silveira, ·fe zenda Capão da La: nha, do Sr. Ãlvaro da Silveira Masca­ ranhas, fazenda Monjolino do Sr. Clemente Barbosa, fazenda Itá do Cel Godrofredo Gonçal­ ves. Todas essas fazendas estão sub divididas, Já nas maos de outros do­ nos,umas por heran ças outras por com prar, - As estradas que existiam naquelo é peca, saindo .parã Miranda, passava­ se pela Hachorra, perto da barra com o Apa; dÓÍ passava pela razenda são Salvador, fazenda St. Cruz, razenda Bga Vista, fazenda Sao Luiz, direto ao córrego do Pra­ ta passando pele vila de Bonito; ijo Ja cidade de Boni to, daí passando pelas_ :fazendas; Buracao, Pigangsui ra, daí chegada no rio Miranda, passa gem por balsa, erã uma luta, mas tudo muito bom o trans­ porte coletivo, e­ ra de Jardineira,a empresa era de la mão, era do Sr. JÚ lio Panissa, de­ pois passou ao Sr. Octávio Pereira, genro do Sr. Ante­ ro Loureiro, outra via de transporte sra paro Ponta Pe­ ra, abrindo da fa­ zenda são Salvador no lugar até hoje denominado "Boi Je guá", passando pe­ la fazenda Vaqui-­ lha, vinde,. Monjo­ nho Ãgua Amarela, Ponte Inhum, dos Peixotos; também e migas do meu ines.. quec!vel pai Pedro Pinheiro, Da! ja partia para a Serra Brava subida de dificil acesso, rumava da! para a ,cabeceira do Apa indo para Ponta Porã, bem em outras oportunida­ dae falarei .maia outras coisas, Anthero Loureiro de Almeida (NHO ANTERO) Em 1872, aproxima damente, chegava a princesa do pa,quaD do este dinda era menina, e Jovem An - thero Loureiro de Al melda, vindo do Para ná e em busca de no­ vos horizontes. Jo­ vem, com uma vontade férrea de venccr,An. thero conheceu Cle - mente Barbosa, cria­ dor de gado da regi­ ão, com o qua I asso• ciou-se na explora - çãoda Pecuária, me• lhor forma de desen­ volvimento da época, Logo em seguida vieram também seus pais, que Ja estavam em Meot Grosso, em Vacaria, Francisco Loureiro de Almeida, e Maria Benedita,tam bém seus irmãos, A­ fonso, João, MI I ltão Salvador e a<- Irmãs Ana de Concelção,Per cll iana e Umbel ina-; Todos fixaram-se e proliferaram no Huni ciplo de Bela Vista; com excessão de Ana da Conceição que ra­ dicou-se na Fazenda São Lourenço, na épo ca Munic1pio de Pon. ta Porã. ando a obra iniciada por seu pai, labut.in do na pecuária e a• grlcultura, o5 fi­ lhos: Octavlo • atualmente proprietário de Fa­ zenda Sombreiro, pe­ cuarlsta, Incansável batalhador pelas cau sas justas cm proT do seu runicipio,cal sado com Odete Ajala Loureiro, de cujo ca sal são filhos: Ante ro, casado com zely Guimarães Loureiro; Octavlo, casado com Zulema de Almeida Loureiro; TabaJara , casado comJane Melo Loureiro de Almel· da; lraJá, casado com Jlio Augusto de Helo; Antonio João, casado com Dione Ma· ria Slpol i Loureiro de Almeida e Antonia sendo netos: Otavla, Geórg la, Roberto,Per la, Flávio Augusto e Fernando. Coruml la - desta­ cado batalhador na a gricul tura bela•,ls:: tense, proprietário na fazenda breiro , casado, com Nilça Correa Loureiro, de Após anos d" dedi cujo casal são fl­ cação à criação de lhos Anton'a C 1 • Gado. na região denolna Leticia' '; mlnada"Hojol inho"airÍ ro'. Maria Benedita • da em Sociedade com casada com Zaê Lou • Clemente Barbosa,An-/reiro Pinheiro, pecu thero fixou-se, Jà arista e agricultor, como proprietario de proprietária da Fa­ terras, requeridas z.enda Formosa, gran do Estado de Mato de íncentivador do Grosso, no local que progresso belavisten denominou ''Santa[Se, de cujo casal Cruz". sao filhos: Paulo Ro berto; ldel fonso,ca· Surgia assim a .°ado com Marly da Rg .·' " _,sa Pinheiro; Antonia prazivel Fazenda SaMaria, casada com Pe ta Cruz, majestosa-,/dro Geraldo H2lo; Ce tranquila, acolhedo-liza Haiia; Maria de ra, semel~ante aque- Fátima; Haria Alice; las descritas por /gHaria Patricia; Zoé se Lins do Rego emle Claudia Haria. seus romances que re tratam a colonizaçãõ brasileira. Os demais filhos, Naturalmente, 0 de Anthero Loureiro jovem senhor senti/de Almeida, encon - falta compa!1heira,tram-se radicados para com ela compar- nos Estados de Mato tilhar daquilo qu(rosso, SãoPaulo e havia conseguido a- Rio de Janeiro. cumular através do seu próprio traba - lho-e para isso foi Sao. ,numere os feliz ao escolher , descendentes dos r­ tonia da Costa, glmaos Loureiro de Al­ querida e inesquecJmeida, contando mais vel "Nhã Túnica" desde 800 (oitocentos), cendente da priié;ladicados ainda,prin raça brasileira - cipalmente no tunici indio. pio de Bela Vista,Pg rem com membos espa­ lhados por quase to· Companheira dedi- do o território bra­ cada, mãe estremosa, slleiro,mormente nos protótipo da "senho- Estados de São Pau ra'' brasileira, dedi Paulo, Paraná Rio ceu-se fieelmente aõGranúe de, Sul:Rlo de. esposo e filhos atê Janeiro e Mato Gros­ o final de seus dias so. ê considerada co mo uma das familiá Vitimado por doen fundadoras do HunicT Ç< ii:i,ç:urãvel, fale- pio de Bela Vista,aõ eia Nhõ Antero, dei- qual a mesma jã pres xando viuva e uma tou. e vem presta~ l prole composta de no do relevantes servi-= ve filhos, dentre oiços como parte inte- 1 quais estão .. radie[9rante do trabalho» dos no Huniciplo de da ordem e de pro• } •Bela Vista, c:ontlnu- gresso brasileiro. I « i ' .( t A 5 1 n SI na v e, R ra D V to do ... , EL.A VISTA BELI YISTI DE ONTEM . DELI YISTI DE HOJE . TRIBUNA DA FRONTEIRA Por: Harco Anto­ nio Fernandes, Bea­ triz Helena Mascare­ nhas, lHagall Coelho da Rosa e Odllberto Ka life (coordenação: "Prof. AIDA LOUREIRO PAES). Em 1801 o capitão espanhol Juan Cabale ro atravessou a pa com 109 soldados e fundou o forte São José, onde hoje é Bela Vista. Em 1? de janeiro de 1802, foi derrotado e morto, em combate, o forte foi arrazado pelai tropas sob comando do tenente Francisco do Prado. 1 l 1 l I -S Os Lopes que Já haviam tido papel preponderante no po­ voamento do Vale do Paralba, espalharam­ se por toda a região Sul do Estado de Ma­ to Grosso,or forman- do núcleos regulares de aldeamento, ora a penas, fazendo mui tT plicando-se desde os campos de Vacarias Brilhante Dourados; entretanto pelos cha padões de Amambal,a­ tê as campanhas para guals, indo flnalmen te um desses reben - tos Pioneiros' Insta­ lar-se em regiões ba nhadas pelo rio Apa7 ali formando fazen­ das de gado. Em 1849, João Gabriel Lopes fixou residên­ cia no lugar denoni- 1ado ''Retiro'', a 12 lêguas do Apa, onde faleceu. Em 1850, forças paraguaias in adiram o territÕrlÕ prisionaram o e con duziram para Assun­ ção, Dona Senhorinha tüva de João Gabri- el Lopes, e seus fi­ lhos também o mesmo estlno tiveram os moradores de 12 ca­ $as que Já existiam na 'Hachorra', 0s ln vasores vieram sob comando do coronel Rasquim, depois gene ral....A familia Lo­ pes pioneira de Bela Vista, decende de An tono Lopes, nasci­ dg em Pul, Minas,su Poem-se que ele tl- vesse quatro filhos: Joaquim, Gabriel, Jo ão Gabr l l e Jo Francisco Lopes,Has, são conhecidos ape­ nas três: Joaquim, Gabriel e José Fran­ cisco Lopes. Depo Is da inva­ são e aprisionamento das fam{lias da Ma - chorra Bela Vista fi cou abaadonada ate 1872, em que foi f i r mado o rio Apa, comõ limite entre os dois paises, o povo mais confiante, passou a povoá-lo,sendo os seus primeiros habi­ tantes, ainda os Lo­ pes, (sobrinhos), os Barbosas, os Ferrei ra, os Pedra,0s Lou­ reiro, os Escobar e outros. Bela Vista está situada à mar gem direita do rio A pa. A sua população, é calculada em qua­ tro mil habitantes e o Huniciplo, em .... 15.000. Tem um super fTcle de 10.000 qui- 1Õmetros quadrados,­ calculadamente. Gabr I el Lopes, que procedia de Bela Vis ta, entre Vacaria e o Brilhante,era gen­ ro de Antonio Gonçal ves Barbosa; deixan­ do o sogro em Be­ la Vista, 'Iniciou os a I t cercer de "Passa­ tempo", propriedade que,tempo depois ce­ dia a Inácio Gonçal • ves Barbosa, irmão de Antonio, Iniciando a jornada rumo a regi­ ões fertélsdo Apa,a­ flm de ali escolher, terras de seu gosto o que velo a suceder no Ribeirão "KonJol l nho'' afluente do Ap onde fundou o estabe leclmento mais oÜ menos no ano de ..... 1846. Em companhia da familia, cuidando da nova fazenda, não esquecia de manter contacto com nto - nio Barbosa conver - sando sempre aberta a estrada até a mora da de Gabriel Lopes. Dois anos depois, de ter Instalado a fazenda de 1848, Ga- blrel Lopes, velo a falecer, deixando sua mulher dona Senhori­ nha Haria da Concei­ ção, os cuidados de manter a posse que e le fundara, tempos depois, Dona Senhor i­ nha contcaira núpci­ as com José Francis- co Lopes, irmão de Gabriel e que mais tarde viria ter opa pel de grande reve - lância histórica quando assumiu o com promlsso de indicar as forças brasilei­ ras, então em luta com os Invasores de Sol ano Lopes, o. me­ lhor caminho para al cançar Nioaque, na e peca, da retirada da Laguna. A invasão Paragua la veio a encontrar Dna. Senhora a fren­ te da fazenda funda­ da por Gabriel, cuja posse hav ;a registra do''aos 11 de feve ~ reiro de 1856, de a- cardo com o regula - mento, em 1854', ter minadaa guerra do P­ r aguai o exemplo de Gabriel Lopes e de Joé Frnnclsco Lopes foi seguido por vãrl os outros colonizado res, distinguindo-se entre eles José Le­ mes Bugre, o 1? a se estabelecer, erguen­ do a la. residência onde hoje se loca J 1- za Bela Vista, exata mente no ponte onde futuramente for cons trudo o atual quar­ te( do destacamento' Policial. partir de en- tão, provavelmente no ano de 1870, teve inicio do desenvolvi menta da povoação com a chegada de no vos colonizadores to dos eles dedicados a estabelecimento de fazendas de cria­ ção e agricultura de subsistência. Escõ - lheram para central i zar o novo núcleo, Õ tÕpo da pequena cal i na que margeia o q pa, pelo lado direi­ to. As correntes emi gratõrías, compostas primeiramente e prin clpalmente de rio­ grandenses do sul, Em 10 de abril de 1.900, a resolução n? 255, criava a Pa­ roquia da Paz de Be­ la Vista, com os ] I­ mites do já existen­ te Distrito Policial estabelecido por vol ta de 1889. 0 seu de senvolvimento não so freu solução de con­ tinuidade tanto as­ sim que o governo do Estado, pela lei n?. 502, de 3 de outubro de 1908, criava o mu nicipio de Bela Vis-= ta, incorporando-o a comarca de Nioaque , com os mesmos l im i - tes do distrito da paz. A mesma lei n? 502, de 3 de ovtu - bro eleva a povoação a categoria de VI­ la onde ficou situa­ da a sede do municí­ plo, Dois anos depo­ Is, outra lei estadu al de n? 549, de 2ã d e J u I ho d e 1 .91 O, cria a comarca de Be la Vista, até entao termo Judiciário de Nioaque, a qual fol Instalada em 16 de março de 1911, por força do decreto 1? rltorial de 1.914, o município de Bel, Vista aparece com dois distritos: o da sede municipal e o da Caracol, crladc pela lei n? 549 de 20 de Julho daquele ano. Foi elevada a categoria de cidade, em 16 de Julho de ... 1918, por força da L e l n ~ 77 2. Em 3 1 d e dezembro de 1.93l de parecia com o Distrl to de igual topônlmo (sede municipal) e mais o de Caracol,as sim permanecendo ate a divisão territori­ al de 1.936, quando o Distrito de Cara­ col passou a denomi­ nar-se, Distrito de Porteira incorporan­ do ainda o Distrito de Bela Vista. Em 31 de dezem - bro de 1.9l40 quando foi extinto o distri to de Porteira, apa­ rece Bela Vista com' os mesmos Distritos figurantes em 31 de dezembro de 1.934.Pe lo decreto lei n? 5839, de 21 de setem bro de 1.943, do go­ verno federal passou a constituir munici­ pio do território Fe deral de Ponta Pora, com a extensão do ter ritório Federal, pe­ lo ato das disposi - ções Constitucionais Transistoriais,pro - mulgado em 18 de de- zembro de 1.9h6, fo l reincorporado no Es­ tado de Mato Grosso, com a mesma área an- torlor do desmembra­ mento. Segundo o qu« - dro anexo ao Decre­ to Estadual n? 583, de 2 de dezembro de 1.948, o muni7pi figura com três dis­ tritos: o da sede mu niclpal, o de Cara­ col (anteriormente Porteira) e o de ar dlm, este Último cri ado pela lei n? 11 de 13 de setembr de 1.9l8, com terri tór lo desmembrado do distrito de Bela Vista. Em 1.948 foi lhe acrescido o dls trito de Campestre. Em 1953, perdeu os distritos de Jar­ dim, e Caracol, ele­ vados a categorias runiciplos. Finalmen te em 1.964 perdeu distrito de Campes - tre, que juntanente com a Colônia Penzo, pertencente ao muni­ cipio de Ponta Por, forma atualmente o município de Anto - nio João. Compõem-se ainda dos termos Ju­ diciário de Bela Vis ta, Jardim (já elevã da a Comarca e ai­ da não instalada), Guia Lopes da Lagu na e Caracol. Pela Lei n? 5449 de 04 de junho de 1.968-, o Munlclpio de Bela Vista, foi considera da de interesse da Segurança Nacional. Não se tem notlci elas concretas quan­ do a origem topônlmo do Hunicipio, Presu­ me-se entretanto,qu tal denominação sejz proveniente da loca­ liza,ão do forte d Bela Vista do Para­ guai, erguendo na cl dade do mesmo nome: fronteira aa local BELA VIST A,.MT; QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 TRIJNA_AFR0tTttRAA MENSIGENS "Afirmo com Ncwman"Deus cr lou­ me para prestar al­ gum serviço defini­ do Atribuiu-me al­ guma obrigação, qu talvez, não tenha a­ tribuido a outro. Te nho uma missão. Te­ nho parte na gran- ) de obra; sou um numa cadela; um de ligação entre soas. E 1 e não me ou para nada. de fazer o bem. de fazer a sua elo elo pes erT HeT Hei obra "Povo amigo ... as con junturas nacionais incitam o PENSAR GRANDE ... dlsse o eml nente Presidente Gel sel ''que a maior rf­ queza do Brasil e o seu povo'. 0 que di­ zer do povo desta terra, tão longe do Planalto, mas tão li gada aos Ideais pa:: trióticos emanados da Revolução de 1964 pela tradição, pelo alto espirlto de ci­ vlsmo. Alguém Já dls se - 'nas fronteiras moram os verdadeiros patriotas'. BELA VIS TA...terra que me viu nascer ... na poli tlca ... na vida pÚblT ca. Hoje, dia 20 de julho,presto minha sincera homenagem ao povo que labuta diu­ turnamente pelo en­ grandecimento da Princesa do Apa'. ESPERO QUE COH­ PREENDAH QUE O ALCAN CE DE QUALQUER VIDA E CURTO E QUE TODOS OS DIAS E HORAS SÃO PRECIOSOS Dep. UBALDO BAR EH. Que os sinos repiquem que os pássaros, em revoada, anunciem a nova era ... para os be lavlstenses e para os froteiriços em geral. Saúdo o Prefeito Muni cipal, dr. Ruben de 2astro Pinto e o povo deste torrão históri­ co. PARABENS BELA VISTA VEREADOR NORINO GONÇALVES (Arena- An­ tonio João). "Passaram-se 59 anos desde que decreto­ do Governo do Esta­ do, criou oficialmen forço de seu povo indistintamente, e­ la Vista, soube gal- 9ar a merecida posi ao no cenário esta­ dual. Parabenizo a população belavis - ----. sr - -is tense, Suas autor i­ dades e rendo minhas sinceras homenagens, à este povo que fez e continua fazen- te o município de do HISTORIA. Bela Vista. No decorFELIX HERHINIO FE­ rer destas quase se- RESBIDU - HOTEL-POR­ is décadas, com o e5 TO HURTINHO. EL PRESIDENTE DE La. HONORABLE JUNTA MUNICIPAL DE BELLA VISTA DEPARTAMENTO DE AHAHBAY, ANASTASIO RAMIREZ CORONEL, ADHIERE - CALUROSAHENTE AL ANIVERSARIO DE LA CIUDAD DE BELA VISTA, DRA­ SIL: Y SALUDA AL PUEBLO EN LA PERSONA DEL SR. PREfEITO: GENE RALRUBEN DE CASTRO PINTO. SALUD EN TU DIA HUNICTPIO DE BELà VISTA, QUE EL TRABAJO, LA PROSPERIAD Y LA UNIÓN DE TUS HI- 10S SEA SIEHPRE EL ETERNO PEDESTAL DE TU CONSTANTE PROGRESO. "Minha mensagem e curta, povo de Bela Vista: almejo ape - nas que todos bela - vlstenses,de mãos da das, continuem trt lhando o caminho do desenvolvimento pio­ neiro de nossos an­ tepassados. Eles a­ briam o caminho, va­ mos dar continuida - de .. ,Saúdo, nesta da ta, o senhor prefe to municipal, Dr.Ru­ ben de Castro Pln· to, pulo trabalho e pela dedicação @ue demonstra pelas cau· sas belavistenses. ALCIR COELHO - Presl dente do Diretório-:: da ARENA - Porto Hur tinho. A IGREJA EVANGELICA BATISTA DE BELA VISTA, ao enseJo das comemorações do 59~ Aniversário de emancipação politlca da nos sa querida cidade, vem ao encontro dos nossos municiplos, dese Jando as ricas benções de Deus para a nossa gente laboriosa e boa, e multa orientação de Deus, a quem cabe o destino da nos­ sa cidade, no adeseJo Imenso de que o Governo Hunlclpal, seJa coroado de êxito nos seus empreendimentos, para a beleza do H~ nlciplo, Pela Igreja, Prof. David Bomfim de Oliveira-PASTOR Um pouco de história IGREJA EVANGELICA BA TISTA DE BELA VISTA. (Um pouco de Histó - r la) Foi nos idos de 1936. Precisamente a 1? de março,foi or­ ganizada, a lgre­ ja Evangél lca Bati s ta de Bela Vista7 cujo inicio de traba 1 hos deu-se na Bel tã Vista Paraguai, mas devido a lntolerán - ela religiosa daque le Pais, os crentes foram obrigados, a transferir-se pata Bela Vista· Brasil. Os pioneiros fo­ ram Americanos, dois Missionários; o Pr. Ernesto F. Olên, e Guilherme Sherer. Um dos primeiros frutos foram a Fami- 1ia V?CONCELLOS,dos quais o Faust tor nou-se o primei, Pastor Brasileiro a dirigir a Igreja Outros Pastores tem passado pores· ta Igreja, entre e- les destacamos: Hardomiro Hardo­ lm, que atualmente está em Fátima do Sul, Osmar JacÕb,Pas to rLima, Carlos de Deus Serrano. A Igreja foi or ganizada com 50 mem­ bros, e atualmente devido ao êxito, te­ mos cerca de 43 mem­ bros. Atualmente,pos sue as seguintes or­ ganizaçoes internas: Escola Biblica Domi­ nical, Escola de Treinamento, Socieda de Feminina Hlssionã ria, e os Embaixado­ res do Rei, Daqui sairam i- lustres Pastores,que honram a Denomina - ção Batista Brasi - leira. Altlno Vascon celas, Fausto Vascon celos, Eber Vasconce los, e a cantora D­ bora Vasconcelos.Du­ as moças formam-se neste ano, em Teolo­ gla. Lldia Pires de Albuquerque, que i­ rá ser Hlsslonãria,e Eliane Hello e Sil­ va. Possue a Igreja u ma excelente casa Pastoral(onde mora os pastores) um Tem pio que comporta bem para a sua assistên­ cia, com uma excelen te bancada, e marmõ-= nlo, um terreno na rua do Triunfo, e uma casa de Zelador. Ao 1 ongo da sua história, organizou­ a Igreja Batista de Ãgua Doce, e tem rea 1 izado muitas ati; dades de caráter e­ vangéi lstico. Exerce a sua admi nlstração uma mesa diministrativa, ori­ entada pelo profes­ sor David Bomflm de Ollyeira Pastor da Igreja empossado em 7 de setembro de 197l, vindo da cida de de São Paulo, pa­ ra esta Igreja. Hã espectativa de melhoras e crescimen to, em um futuro nao multo distante. MÁQUINA DE ARROZ PAULISTA de Sérgio Luiz Zanardo o «popular» Biriguí Compra e Vendas de Cereais Saúda Bela Vista por ocasião de seu 590 Aniversário MAQUINA DE ARROZ PAULISTA «Fronteira unida, trabalho e disciplina, fator primordial para o desenvolvimento Rua Barão do Ladário s/n- Cxa. Postal no 25-Bela Vista Mt. 1 1 1 % a r t co p 1 de, ' , l r 1 d t fe do aq 68 VI TRIBUNA DA FRONTEIRA RESUMO HlSTÓ·RICO 00 109 REGIMENTO DE CAVALARIA ANTÓNIO JOÃO ELA VISTA-HT; QUARTA-FEIRA 20 DE JLO E 1977 109 Regimento de Cavalaria encontra !IU­ origens históricas remotas, na Comp­ nhia de Cavalaria de Mato Groeso (22, Fev,, 1839), Cuiaá. Encontra, porém, uas origens mais re­ centes e suas tradiçoes mais puras c glorio - as no l? Corpo de Ca çadores a Cavalo (no- va denominação), de Nioaque, que fez a Campanha de Mato Grosso, na Guerra de Triplice Aliança, De suas fileiras, cm .... 1862, saiu Antonio Jo­ ão Ribeiro, para co - mandar a C olonia Mili tar dos Dourados, on. de com desprendimen­ to e patriotismo, imo­ lou sua vida em dcfe - I sa da P,;:tria. É o Pa- trono do 10!! R.C. que desde 1938 aten- de pela denominação de "Regimento Anta nio João" - Ao comando do bravo Cap. Pedro Jo - 11; Rufino, l!! 1 Carpo de Caçadores a Cava - lo participou das Ope­ rações sobre o Apa e Retirada da Laguna, teste mjmhando feitos heroicos jamais i gualados, merc d constancia e do valor demonstrado pelo i- nexcedivel chefe e seus caçadores. O "Regimento An tonio João" é o reli cario das mais no brcs tradições das F mas do Exército cm Mato Grosso. Em 28 de Nevem ro de 1906 o Ten, Gel Too Inácio Alves Fcr reira recebeu a 5c­ guinte ordem telegra­ fica: "Deveis estar pronto seguir Rcgirrcn to para Bela Vista•(aT Gel Pedro Paulo Cmt do VII Distrito Mili­ tar. Em conscque - eia chegou o Rcgirrc_n_ to a Bela Vista, as 8,00 horas, da ma- nhã do dia 10 de De­ zembro de 1906, a­ compando a cavaleiro da estrada por onde fez a Retirada da La- 500 metros dis a- .. 1 1 1 guna, tantes do paso Bela Vista, a margem direita do Rio Apa. Oeste local transferiu o Regimento o seu a­ campamento, para ol ta Grande, dentro dos atuais limites da ln - ve rnadn, vindo depois bivaca.r em um arran­ chamento construido cm local distante, cer ca de 600 metros d linha do Apa. Em 4 de Junho de 1908, por Decreto n!! 6971 toma a deno - minação de 39Regimet to DE CAVALARIA IN DEPENDENTE, conti­ nuando organizado a quatro ESQUADRÕES, com 172 praças de pre. Em 31 de Dezem­ bro de 1919 o Ten Gel Affonso Pinho de Cas­ tilho, publicou o tele grama do Cmt da l! Circunscrição Militar, que mudou a numers­ çao e denominaçao do 39 RCI, que em fa ce do decreto n !!. , •.. FACHADA DO ANTIGO I09 REGIMENTO DE CAVALARIA TENDO A GUARDA, EM FRENTE DO:i DOIS PAVILHÕES. .... 3916 ' II de Dezem - bro de 191, prou a ser o 10!! JU:GIMl:N'fO DE CAVALARIA IN DEPENDENTE. Em 01 de Janeiro de 1920 foi public11.·­ lo o oletim Repimcn tal do 10!! RCI, Em 29 de Mar - ço de 1931, por Aviso Ministerial !oi reduzi­ do o efetivo do Regi - mento para dois Es. q uadrÕe 11. Em 26 de !everei ro de 1932, por portã ria Ministerial foi mandado acrescer o e Detiva de um ESQUí DRÃO DE METRALHA DORAS, ficando o RC gimento assim consti - tuido: dois ESQUA DRÕES DE CAVALA­ RIA e um ESQUADRib DE METRALHADORAS Em 24 de Maio de 1934, por Decreto n!! 24287 foi manda do acrescer de um ESQUADRÃO DE CA - VALARIA e um ES - QUADRÃO EXTRA !i - cando o Regimento as­ sim constituido: Trés ESQUADRÕES DE CA V ALARIA, m ESOUA DRÃO DE METRALHA DORA E um ESQUN DÃO EXTRA. - Em lI de Fevercí ro de 1939 o item xIT do Boletim Regímen - tal n!! 9, transcreve o seguinte: "O.D.O. no 302 de 31 de Dezem bro do ano findo tran creve o seguinte Decre to - Lei: Decreto Lei n!! 1012 de 30 de De­ zembro de 1938, da a denominação do REGI­ MENTO ANTONIO JO. ÃO ao atual 109 RCI O Presidente da Repi{ blica considerando: . que o nome Antonio João est;_ ligado glori osmente ao passado histórico do 10o RCI,a quartelado cm Bela Vista (Estado de Mato Grosso), em cujas fi­ leiras serviu o imor­ tal heroi de Dourados: que contribuiu para • maior exaltação do nome de quem, com tanta bravura e espiri to de sacrifício, deferi deu o solo pátrio é KG zer obra de patriotis:' mo, de gratidão nacio nal e de estimulo mais nobres virtudes Militares: decrc.ta: Art 19 -O atual 109 RCI, passa a denominar-se REGIMENTO ANTO NIO JOÃO. Arte Rev gam-se as disposi • es em contrário.Rio de Janeiro 30 de De.. zembro de 1938, 117 da lndependencia _ e 509da Repúblico. (a) Getulio Vargas. Euri­ co Dut:ra. Em 6 de .Setcm _ bro de 1939 o Úem VII do Boletim Regimental n!! 211 pÚblica O se­ guinte. Estandarte do Regimento Antonio Jo- ao. O Exmo Sr. Mi _ nistro declara que ,,.. prova o d: modelo a _ nexo, com as crac - teristicas do estanda. te, que e c:on!erido ?O_Regimento Antonio oao e que deverá' ser usado estabelece o art CONTINUA f TIUOUNA DA FRONTEIRA -,A VISTA-11T· U,,RTA-HIRA 20 DE JULHO (1E '''é h te,' "!r'2'-'1-.-' RESUMO HISTÓRICO DO . C0'4TINUAÇAO 1 ºº R EG IMENTo o ECAV ALARIA AN TO NT o Jo Ao 39 do Dec n? 21196,de 23 de Março de 1932. Em OI de Julho de 1946, de acordo com 011 _quadro da Or. gani:açao e Efetivo do Exe rclto para, , , .. 1946/1947, aprovados pelo Decreto Lei n!! 21,134 A, de 16 de Maio de 1946 alterou a denominação do 10!! RCI para I0!!RC, com a seguinte organização um ESQUADRÃO DE COMANDO E SERVI - 1 ÇOS, um ESQUADRA-O DE FUZILEIROS, um ESQUADRÃO DE ME - 'TRALI-IADORAS e MORTEIROS e um FE LOTÃO DE CANHÃO­ ANTICARRO, 1977 Em 31 de Março de 1947, de acordo com a portaria Minis­ terial Reservada n!! 66 de 27 de Janeiro, passou II constituir -s de somente um ES­ QUADRÃO DE FUZI - LEIROS com a deno - mlnação de ESQUA DRÃO DO 10!! RC. - Em 23 de abrild? 1947 o Boletim Regio­ nal n!! 93 publicou a ordem constada cm a>ficio n!! 102 A - Re­ servado de 25 Março de 1947 do Exmo Sr, Gen Div Chefe do E M E para que o 10!! RC tomasse a de­ nominação de 1/10!! RC Em 31 de Janeiro de 1948, em virtu - :le da portaria do Ex. mo Sr, General Mi - nistro da Guerra, n!! 48146 Reservada, de 21 de Dezembro de 1947, o efetivo da uni­ dade foi novamente au mentada para o de Re gimento, ficando o J , , f - DE5FILL D05 MILITARES DO BRAVO 109 REGIMENTO seu efetivo organizado de acordo com o Bole tim Reservado n!! 2,de 1942: Três ESQUA - DRÕES, sendo um de METRALHADORAS e MORTEIROS, um ES­ QUADÃO DE FUZILEI ROS, UM ESQUADRÃO de COMANDOS E SER,.. VlÇOS e um PELOTÃC ANTICARRO, DE CAVALARIA EM 1930. Em 29 de Janei­ ro de 1949, obedecen­ do ao que determina a Portaria Ministeri . al n 1312 o 109 Re gimento de Cavalaria- 1_,,. n ' ., r • 9 4 . --:. ~ ...... pa:i:ia a ter a eeguin - te organização CO MANDO E ESTADO - MAIOR, ESQUADRO DE COMANDO E SER vrç:os, trê:i ESQUA ::­ DRÕES DE FUZILEI_ ROS e ESQUADRÃO DE PETRECHOS PE SADOS, ,1 Á I I . (.: r ·'} T-'"· e: ". -..·°1( ~,, .... < /1' •. ··? . .'I. ~-· •·. í . : FOTO TIRADA, CO'lfORM!: INFORMES EM 1930 EM OCASIAO DA FESTA DE sio.Joio, T!:NDO ABAIXO DAS ARMAS, NO SOLO A fICURA DO MAPA DO BRASIL. Em l!! de Feve reiro de 1955, em a:n sequencia da Portarfã Reservada 179-136, de 17 de Novembro de 1954, passou a ter, seguinte organização: COMANDO e ESTA­ DO MAIOR, dois ES _ QUADRO DE FU. ZILEIRQS, um ES WUADRO DE COMAN DO E SERVIÇOS, e um ESQUADRÃO DE PE TRECHOS PESADO Em 26 de Outu. bro de 1955 Concorda ta a Bandeira do R gmento, com a Gran Cruz da Ordem a Mérito Miligar, a c r1monia foi paraning4 da pelo Exmo Sr G :-. Ex : . • eI • Olímpio Falconie re da Cunha Cmt- Z M C· ' . ' • Estiveram presentes o Sr. Gen Bd Fernando do Nas cunento Fernandes TG vora, Cmt d 93 RM Exmo Sr. Govcrnadat­ do Estado de Mato Grosso e outras auto ridades civis e mi1i tares, O Cmt do 109 RC recebeu ontem d Cm± 4a pc pera _ deslocar em vitu­ ras motorizadas até Aquidaua.na e de 1,; por estrada de ferro, ate a capital Fede ral, a fim de _garai[ tir a constituiçao vi­ gente, As 23:00 ho - ras o l9 escalão se quiu em comboio de 12 viaturas, na maio­ ria caminhões civis (8). Em 12 de Novem bro de 1955 ;_s 05:30 1 horas, o comboio che gou a Nioaque, ;_;­ ll:10_ horas, chegou a Aqn1dauana, as 08:00 horas partiu deste Quartel, o 29 esca­ lao, 0 qual chegou a Jardim de onde re-. gressou imediatamen­ te, as 18,00 hora:i o l!! escalão que se encontrava em Aquida gna de l regressou, as 07:00 hora:i, cho­ &9u neste quartel, o l" Escalo, que havi ido ate Aq uidauana. Em li de Maio à, 1959 por avião espeêi al da F AB foi condu:­ ida a esta Guarni çao pelos Exmo Sr, Gene Div Floria.no ~, 9to Keller, Cm± a3 9= RM e gen de Bda Antero de Matos Fi­ lho, Cmt d 43 DC urna contendo os res. tos mortais do anti- 1 go comandante deste Regimento, Ten Gel PEDRO JOSE RUFI!C a fim, de serem de - positados no monun- Rç o ANroo 5o - EDUCAÇÃO DE BE LA VIS TA.------------------- 1 I Bela Vista: História, Curiosidades ... I [! +== t JIR { MELHOR QUE CHORAR------------------- ,. No prlnclplo a e­ ducação era lmpartl­ da por professores particulares. No la­ do onde Iam estudar algumas das familias belavlstenses. Mais tarde funcionou no clube Belavistense,u ma escola particu - lar, a primeira pr­ fessora foi Agustl - nha Vilalba e logo mais D. Ana Feito - sa. Por Decreto n? 1.177 de 13 de setem bro de 1.951. Desdo­ bra no ano letivo a Escola Urbana Mista d e " 1 pi «nga " B e 1 a Vista. Decreto n? 1.193 de 31-X-1951.iE conside rada criada uma EscÕ la Rural Mista 8e Instrução Primária no lugar denominado, Boqueirão B.Vista.De creto n? 176 de..... CRIAÇÃO DA PAROQUIA 9-ll-1954. Dispõe so bre a criação de E­ colas reunidas em 1- plranga. Bela Vista com a denominação de Ester Sllva.Do:11-11 5l4. - üecreto n'? 1795 de 10-03-1.954. Cria um curso de admí ssãc - anexo ao Grupo Esco- la Normal em Bela V, que manlfestarãd o ensino normal de 1'? ciclo. A Paróquia de Se- padres Redentoristas la Vista, foi cria- norte-americanos que da pelo bispo de Co- foram empossados co­ rumbá, D. José Girar mo vigârios,pelo en­ dll11, missiõnarlc tão bispo diocesano, salesiano nomeado a D, Antonio de Almei­ da Lustosa, no dia 16 de junho de 1931. Os dois 1?s pa­ dres americanos que trabalharam em Bela Vista, foram o PGui lherme e o P. Maur7 cio. Com a chegada dos padres Redento - ristas a esta Par­ quia,tudo foi pro­ gredindo. Foram aber tas no dia 1? de mar ço de 1.932, as au­ las da Escola Paro - quial, dirigida pe­ las irmãs Vicentina, A matricula lnlci- 29 de janeiro de 1.926, foi o primei­ ro visitador dioce­ ano. O bispo de Co­ rumbá, criador da Pa rôauia no dia 4 e abril de 1.924, foi D. José Mauricio da Rocha. A paróquia ti nha os mesmos l imi - tes do municipio. A primeira Igreja cons truida na cidade foi a Matriz do Espiri to Santo. No dia 9 de julho de 1930,che garam os primeiros ai foi de 239 alu-­ nos. As primeiras formandas dessa Esco la foram: Amâl ia Mor tins que atualmente, mora em Nioaque;Leo­ poldlna Portocarrero (residente em Porto Alegre).Olimpia As­ sis e GlórtaLourei­ ro ainda Moradoras nesta cidade. A la. issa celebrada na atriz de Santo Afon so, foi no dia 12 de maio de 1.935. Foi assistida por umas 900 pessoas. Os atu­ ais padres e irmãs, continuam trabalhan­ do pelo progresso desta cidade que e­ les adotaram· como sua também. BELA VISTA D E HOJE ----------------------- A tua l mente a Bela Vista é uma cidade moderna e progressis ta. A paz e tranqui­ lidade da cidade es­ tá dada' pela Delega­ cia da Policia e o 1 O'? R. C. Bela Vista é uma ci­ dade dedicada ativa­ mente ao comércio, agricultura, pecuá ria e Pequena ldÜs ~ trla; dispõe de Ban­ co, Prefel tura, Hos­ pital, Posto de Saú­ de, Escolas, Colégi- os, Central telefõni ca, Igrejas dos ai-­ versos cultos, Pon· tos turistices, Cor· reios, Praças,Praia, Clubes sociais, es· portlvo e culturais. Serviço de luz, cinemas, grandes ca­ sas comerciais e de portlvas;lgradas nos seus 59 anos de exis téncla, faz com que ela seja considerada como à "Princesa do Apa'...rio Apa Bela Vista da sua irmã pa raguaia do mesmo no­ me, com a qual man - :ém um ativo comér­ cio. Antigamente o cruze do rio era efetuado­ por meio de canoas, a remo, que com a construção da Ponte Internacional do A­ pa, ficaram na lem - brança como todas a­ quelas coisas que constituem o patrimõ nio da cidade. - ESTER SILVA-------------------------,--- Certa senhora, a­ chando razoável o preço que pediam por um cão policial, re­ cortou do jornal o anúncio da grande pechincha e preen - cheu um cheque, pe­ dindo que lhe reme· tessem o cachorro.Al guns dias depois,uma camionete parou il sua porta e ali dei­ xou o vira]atas mais asqueroso que ela tinha visto en toda sua vida. Furiosa,te lefonou para o home que tinha posto o a­ núncio e pergunto Ponte Internacional do Apa---------------------, ,: __ .,, • ..,J,. -~ - -. __ ... __ lhe: 'o senhor tem a coragem de dizer que esta porcarla é um cão pollcln17" 'Não se deixe ilu dir pelas aparências nadnmc", resporiocu o homem, "Esse é do serviço secreto'', BELA VISTA PARAGUAI--------------------- A cidade irmã u • nida fraternalmente com Bela Vista, pela Ponte da Amizade, l5C bre o Rio Apa. Man­ tem com ela rela­ çÕes comerciais, cul­ turais e esportivas, Si­ tuad ho norte Para­ guaio, nc 13er. De - partamento do Amam bai, fundada en 1. 902 As familias pio - neiras eram desenten­ tes da italianos, espa­ nhÕie s, e portugueses. Atualmente Be - la Vista paraguaia, como a sua 1rma bra sileira é' uma cidaci; progressista. Tem 2 colegioe, 2 escolas, o radio Z, F 23 difusora "Marechal Francisco Solano Lopez'', que difun- de programas em portugues, nos horári- os de 11 a 12 ha, de 18 a 19hs, INSTITUIÇÕES A SERVIÇO DO POVO antigo Nautico, tem gora um moderno lo. cal com jogo de bi cho, ruleta e baca - ra, contando anexo um restaurante onde se serve mune interna cional e conta com mi? sica funcional... En - cuanto a religião e o igual que Bela Vis ta Brasil, a proa ui esta as ordem dos .Redentoristas cheg&- e dos en 1,931, A antiga igreja foi derrubadaA en I. 965 para levantar a atual de moderno estilo. A paroquia tem um moderno campo de Futebol de Salão co - berto de teto. Os pon- e tos turísticos da cida­ de são o Cassino. A praia sobre o rio Apa A. Paroquia, O Radio e as lojas onde turis - tas brasileiros com­ pram artigos impor - tadas em especial da Europa e Ásia. Dea: não ter sido pelo idioma espanhol e o Guarani, falado en Bela Vista paraguaia, esta podia ser consi derda_como uma pro. longaçao de Bela Vista Brasil. Pois nela até' a moeda corrente é o cru zeiro e não o guarani como devia de ser. Centro de Saude Clinica Medica Clinica Odontologica Servia de Correios Telegrafas Policia Posto Militar O Cassino Para­ guai, que antigamente funcionava no local do RESTAURANT CASSDNO PARAGUA Y' 5 de novembro de tência de escolas.Da 1.911, assume a ca - va aulas em ranchos: deira em Porto Mur­ tinho. Primeira pro­ fessora Estadual. Ten do como comarca Nio aque. Foi práessora, 68 anos sem a exis - Quando tinha 1QO alunos o mais, após quatro anos de ensi­ no por ranchos; apa­ receram outras mes- V l DA NOTURNA------------------------ A diária vid no- ses reduzem as sa­ las de elnes, bares, turna dos belaviste lanchonetes, passe- tras ou protessoras. Foi a la. profa. Es- tadual gratuito, de­ pois de 5 anos pas­ sou para o Estado,on de também foi Direto ra por 5 anos. ,os pelas prayas e no lado paraguaio no casslno"Paraguay". L AMBIENTE FAMILIAR COM MUSICA FUNCIONAL BELLA VISTA (Norte) PARAGUAI Bela Vista: História, Curiosidades ... FAMILIA PIONEIRA HISTÔRICO Município de Bela Vista +ORHAÃO ADMINISTRA­ TIVA - o Dlstrlto'd( Bela Vista, subordl~ nado ao Hunlclplo de Nloaque, foi criado pela Resoluçao n'! ... 255, de 10 de abril de 1.900. A 3 de ou· tubro de 1.908,a. Lei n? 502, criou o Hunl clplo e elevou a po­ voacão cateqoria de Vlla,Recebeu fo­ ros de cidade por e- feito da Lei Estadu al n? 722, de 20 e Julho de 1918. Por Decreto Lei n? 5839. de 21 de setembro d$ 1.943, passou a fa­ zer parte do Territo rio Federal de Pon­ ta Porâ, sendo rei - corporado ao Estado de Hato Grosso, a 18 de setembro de 1.946 com a ex tinção Território, A Comar ca foi criada em 20 de julho de 1.910-, pela Lei n? 549 e compõe-se atualmente dos termos Judlclári os de Bel ..tVlsta e Caracol. A Lei n? 5449 , de 4 de Julho de 1968, considerou o Município de lnteres se da segurança naT do ona l . ATIVIDADES ECONOHICAS - O Hunl­ clplo tem na pecuã ria a sua maior ri- quez icom um reba nho aproximado de 300,000 cabeças, não sendo de se despre - zar a sua agricultu­ ra, Ja bastante adi­ antada, cor produ - ção de aproxlmadamen te 40.000 sacas de arroz por ano; Amendoim 8.000 kl los, milho 40 nil sa cas de 60 kilos,fel Jão 620 sacas de 60 ki los, cana de açü - car 5.800 toneladas; café 5,700 arrobas, AGUA - Possue água encanad ire tratada,a cargo do Serviço Au­ tônomo de Ãguas e Es goto, Jã estando fei tos I lgações em 183 residências e casas comerciais. INOOSTRIAS - Produ­ ção de tijolos, cal, madeiras, pedra para costrução. areia gról lca, etc. SERVIÇO TELEFONICO BELAV 1 STENSE. Estimativamente o Explorado pela rebanho de equinos, Prefeitura, estando­ é de 16.070 cabe - ligados 195 apare­ ças e eqqulnos., .... lhos semi-automãti - 13,200 cabeças. ' cos. MEIOS DE TRANSPORTE­ Rodoviário 1 lgando c município aos de Ca racol, Ponta -Porã, Jardim, Guia Lopes, Nloaque, Sldrolândia Haracaju, e Campo Grande e desta Últi­ ma cidade pa a a Ca­ p l ta 1 . LIMITES Norte com Hunlci­ pio de Jardim Leste com os Huniciplos de Antonio João e Pon- ta Porã. Sul com a República do Pare - guaf Oeste com o Mu­ nicipio de Car ;eol. ENERGIA ELÊTRICA Termoelétrica, tam­ bém explorada pela' Prefeitura, estando 1 igados 538 casas e 39 logradouros. PREFEITURA MUNICIPAL ..... t' As primeiras fami- cisca Pedra, que mu- dia 8 de dezembro, na lias, que se a senta - dou ma Is tarde na rua casa da Sra. Gransa, ram em Bela Vista-, Barão do Amambal. Noe a do dia 20 de Ju­ foram os do Sr. Tomas clube "Curlnga", sen- lho na casa de Libra­ de Abreu e Joaquim Da do o 1~ conjunto o da de Canteiro, onde Rua. Todos eles comer T t G d .. - 1 11 b clantes. As famíl 1 ~ enen e ran e nus - atuava os cam aran - as belavlstenses ti- co, Manuelzlnho da ga', mascarados dan· nham como diversão o Silva. As festas tra-çando frente do san· cinema de Dona Fran -dlclonals era as doto. Em 1 ,_932, após revoluçao chegou primeiro avião a VI s ta. O primeiro ro perteceu a do Dor I co, era FORD, - A ponte da a Crlspim do Rego, cha- significa "Ponte 0 ada-se "Ponte Cai". Macaco". Bela do - As fardas dos----- car-primeiros soldados e- A lnaguração da cl fIhalra perneira e coleteldade de Bela Vista une túnica castanha em]se realizou na can - ocação de brigas. cha em 20 de Julho de rua Nome guarani quel1.918. 1? INSTITUIÇÃO OE BELA VISTA. elação da Prefeltu a de Bela Vista, - Acindino Sampaio -Jo aquim de Arruda Ron­ don - Aliillo sã (do­ is per lodos) - Demõs tenes Martins - Ma­ rio Garcia - Hllltão Loureiro - Pedro Lo­ pes - Alvaro Neves, Ernesto Vllasboas. 1? prefeito muni- pal - Marinho Fer­ nandes Tico Demais prefeitos - (dados nao oticiais, portan to sujeitos a fa­ lhas e omissões), A- DADOS OFICIAIS nastãcio Pinheiro He e na ordem exata lo - Prcio Chamam - porossí Perl de AI melda Hello, Walter Escobar Nunes,tanoel Rodrigues Hlranda, Walter Escoba, Nu nes, 0swaldo Turi­ nl, ClÕvis Turinl -, ClÕvls Marcelino de Oliveira, Ruben Al- berto Abbott de Cas Antonio Harla Ca- tro Pinto. O Correio - O ser A POLlCIA - A cargo paraguaios. Como sim viço de ccrreio rea - do Capitão Antonio bolo daquela luta e lizava-se a cavalo en Gomes, que naêpoca tre Ponta Porã e Be~ da luta revolucioná- da unidade entre o ta Vista, sendo men- ria com O Pc.raguai. Brasil e o Paraguai, sagelro o Sr. Eduardo Formaram a Policia, e a cruz no Posto de Peixoto. Para lutar contra os suavirã. Chefatura de Direito Sendo o chefe Dom A­ fonso Loureiro de Al me ida. Prefeitura - Unlfica da onde atualmente esta a churrasca - ria do Gaúcho.O pri­ meiro prefeito foi o Sr. Marinho Fefnan - des Tlco. AGRICULTURA E PECUÃRIA. Agricultura - 0s 1?s foram Bartolo Coene (Nuca-te-VI), Hauri- cio Riveira(Ãgua Do- Carrero, ao lado do ce), F1ia. Espindo - atual Banco do Bra- nei ro (Cancha). si 1, Cultivo - Handioca Barbevro - Pio milho, arroz, feijão los. fumo, etc, Dãva Pecuária - Os primei ;65 Grisas Fo­ ram Simão Coelho,Mi- 1tão Loureiro,Flia. Gonsales,Fermlndo Hi randa e outros. 1'? PROflS!>IONAIS Farmacêutico - Porto Fotógrafo - O Jap nes Jorge Katayama, que também tinha fa brica de gasosa, be la, bomba.Horava n atual casa do Cân - d la. gguguelro - Antonio GTT. Orço da car­ ne era 200 réis o kl lo. J .I t I t TRIBUNA DA FRONTEIRA ELA VISTA NT; QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO E 19)7 CONT INUACi0 tr; rnrpr 3.4 f.r 1,() :­ ,. 1. :,.. T , :,.. do onde se encon:ra ho- bispo D. José Maur1- je Urbe de Bela Vis- cio da Rosa. 1! pa­ ta. Entretanto, nada dre visitador José há de positivo sobre Glardele missionário tal assertura, 0s Salesiano. filhos de Bela Vista Os primeiros pa­ são chamados de BELA dres_ Padre Francis VISTENSES. co Holvi pe. Afon- A ponte sobre o rio e Cerros é o fru so Held, chegaram a qui em janeiro de to do esforço conju7 1930 . gado dos senhores Al A la. missa foi varo Mascarenha e 1 ratl Ferreira da co; elebrada em 12 de ta, Prefeito do munT maio de 1 •935, inau- guração da nova ma­ cipio e Vice-Prefel 1 (hoje é o Espl- to de Vila Caracol:: rito Santo). As lr­ respect lvamente. mãs chegaram aqui em Como não poderia 13 de Janeiro de de lxar de ser, a i 1 . 932 , eram quatro nauguração de mais ~mas,Maria Rubert,E esse serviço público iliana, Roberta e da gestao Ãlvara Mas Bernadeth. carenha, foi motivÕ Em 1 .93, foi d i - de justo regozijo pa - - plomada a la. turmê ra a populaçao que de ginaslanos. Em ... habita na vizinha lo 1, 953 0 "Belavlsten­ ca 1 idade. Duas br i :: se" teve O .seu 1 ! d 1 lhantes caravanas a- retor Proprietário.­ correram ao local da O hospital São solenidade uma que Vicente de Paulo i­ partindo de Bela Vis naugurado, em 9/5/3 ta acompanhava o sr: sendo prefeito da ci 1aro Mascarenhas 4ade o sr. João Anto outras bem numerosa, nlo Maria Caporossi-;­ que acompanhava es 1 ~ Diretor do hospl- se moço que se temi a1. Dr. Rubens de destacado por seu Castro Pinto. trabalho eficiente e entusiasta, Ira· ti Ferreira da Costa fita inaugural foi cortada pelo Sr. I­ varo Mascarenhas. Bela Vista teve como uma das suas primeiras casas de material, as paredes são feitas de pe­ dras cangas. A Religião, predo mina desde sempre o catollscismo embora havendo outras rei 1- glÕes. A paróquia foi fundada em 04 de abril de 1924 pelo 1o car o BELI YISTI DE ONTEM . BELI YISTI DE HOJE . Grêmio dos Subte· mentes e Sargentos Pedro Rufino. Funda­ do em 9 de abril de 1961, primeira dire­ toria: Presidente - Oret i - 1esAlves de Souza 1? secretário - Fermla­ no Lima - 2° secretá rio -Gablno Loureiro ro Gabino - 1? te - sourelro - Ary Esco­ bar Ribeiro - 2? te­ soureiro - Leonilio' Silva- Orador - A- jalberto Rodrigues Santana BiblÍotecá rio - Apolônio Gomes da Trindade - 1? Su- plente - Anatalicio Cavalheiro - 2? su­ plente - Vitor José Freitas de Oliveira, R e 1 . d o C o n se lho Fis cal - Haroldo Vascon cel los Pinheiro - Se cretárlo do Cons.FIE cal - Cezar Jul tão Gonçalves- 1? vogal Veloclno Marques Mar tins Dir. do Cons. Técnico - Perclo Var gas da Rosa. Secretá rio do Cons. TécntG lntonlo Eustachlo Loureiro Gablno etc. 1? Prefeito - Major ar inho Tlco, 2? Ata ãzlo Pinheiro Me1 lo, 3! pref, Pérclo :hamam, 4! Marco Mo­ rengo, 5? Acintino Sampaio, 6?° Joaquim de Arruda Rondon, 7 Abil lo Sá (Dois per1 odos) 8? Demonstene Martins, 9? Margo Garcia, 10? Mllitão Loureiro, 11! Alvaro Neves 12? Pedro Lo: pes, 13° - Ernesto Vilasboa - 1l4? Haria da Costa Marques,15! Dom Antonio Maria Capoross 1, 16? Per 1 de Almeida Mello,17! Prefeito - Ãlvaro da Silveira Mascarenhas 18? - Atanázio de AI me ida ello 19? a1- ter Escobar Nunes,20 Manoel Redr lgues de Miranda, 21? Walter Escobar Nunes, 22% - Dr. Flori Murano 23? Valter Escobar Nunes, 24? 0swald9 Turini, 25: Cl6vis Marcelino de OI ivei­ ra, 26! Dr. Rubens' de Castro Pinto, atu ai prefeito de Belã Vis ta. Em 1971, foi inau gurada sobre o rio A pa, a ponte da "AMIZà ZADE" ponte interna­ cional, Brasil/Para­ guai, pelos dois pre sldentes, Emil io G':" Méd ice e General S­ trossne. Bela Vista teve como o seu 1? jor- nal "O BELAVISTENSE" como diretor Geraldo je ·souza Rosa, geren te Inácio Rosa, Reda tores: Adalberto San tana, João Pessoa 3raga e João Cristã­ vão Palmiere. Em 1954 às casas de comércio eram:Ca­ sa I nternac lona l de José M, Palmlcre,Far macia Rolal de VI. gíllo Medeiros e fia Ltda., a Delavis tense de Gilberto CÕ me s d a S I l v a , C a sã Loma de Severino Go­ mes e Silva, no dia 20/05/1946, lnaugu - rou o Banco do Bra­ sil, aqui em Bela Vista, seu 1? geren­ te o sr. EI las Barbo sa, ainda, hoje resT dindo em Bela Vista Antes de ser cons truída a Capela do Divino Espirita San­ to. Existiu um santu árlo, onde os católT cos rezevam a sã frente. Que foi fun­ dada pelo sr. Afon­ so Loureiro de Almel da. - BELA VISTA NO SETOR DA INÜSTRIA E COHÉRCI Q Quando da emanci­ pação politlca de Bela Vista, em 1918, o comércio era pratl camente mantido na vlzlnhacidade de Be­ la Vista-Paraguai,na outra margem do Rio Apa. Os fazendeiros locais, faziam suas compras em Aquldaua­ na, trazendo mercado rias em carretas boT ladeiras. Por Murtl 7 nho e Ponta Porá tam bém abasteciam Bela Vista quando então, fami l las da vizinha' cidade de Bela Vis­ ta-ParaQuai,transfor naram-se para ca com a intenção de ex piorar o ramo comer­ cial. Com a guerra do Chaco, mais fami- 1 las se fixaram na cidade aumentando consideravelmente o setor comercial. Nas decadas de 1950/60 - diversas fami 11 as ~ 1 rio-1 ibanesas tam­ bém afluiram em Be- l a Vi s ta, com o i n tu i to de se estabelece­ rem no ramo comerci- a 1. Convêm salientar que com a Instalação do Banco do Brasil S/A em 20 de maio - de 1.946, o comércio já na êpoca expressi va nos seus negócios muito se expandiu, vindo depois outros bancos como prova do progresso no se­ tor comercial da ci­ dade. . -- ... sistema Urubupongá ' Juptã. ENSINO No dia 10 de no­ vembro de 1.911, foi Bela Vista, com fundada a primeira uma camada de pedra escola em Bela Vis­ calcária de valor ta, era chamada Gene incalculável foi l- roso Ponce e funclo­ gualmente visada com nava onde hoje é 0 uma exploração de Forum, na ocasião a cal virgem para cons casa era de tábua trução. Houve época coberta de zinco. í em que mais de 10 ta. professora foi fornos. Trabalhavam, a sra. Ester SI lva , o ano i nte Iro, af lm que l ec lonou duran- de abastecer Campo te 4 anos sozinha, Grande e outras clda Mais tarde Já des importantes do ram mais de três Sul matogrossense.Se fessoras e assim gundo dados técnico, aumentando o n? o cal produzido em Professores e Bela Vista, foi o me nos. lhor do Estado tam 7 Em março de 1.932 bém foi Incentivada, foi fundada a Escola a exploração de ma- ?aroguial Santo Afon nelras, sendo monta- soque funcnou pro­ da serrarias na épo- visorlamente em pré ca em que foram der dlo alugado. rubadas matas vlr 7 Em fevereiro foi gens para o aprovei- fundada a escola de tamento da madeira e são Geraldo em água consequentemente, a Docê funcionando des formação de pasto. de o principio em Também foi uma marce préido proprio. nar,a, cujos tra Em 1.935 fundou- lhos de móveis sãõ se no bairro Nossa conhecidos fora do Senhora de Fátimz municipio. (Nunca-te-Vi) a es- Hoje o comércio cola São Clemente de Bela Vista, acha- sob a regência a se estab:Jtzado,quem professores leigcu. sabe pela falta de Em 1.936, fundo!.l·se infra-estrutura no a escola São Patri - municipio,prlncipal- cio na (Cancha}. mente no seu setor Em 13 de fevereiro energético, cujo pro- ro de 1.950 foi fun­ bl ema jã e do conhe- 1ada a escola Paro­ cimento das autorida quial N.Senhora do des e tudo lndicã Perpétuo Socorro. Em que a curto prazo 1949, foi fundado o teremos a energia de Ginásio Estaduat· de alta tensão vinda do Bela Vista que fun- e­ pro foT de alu- lltLA VISTA HT· QVARTA-PEIRA 20 DE CONTINUAÇÃO clonava no Prédio onde hoje é a Delega ela Regional de Ens! no. Ourante cinco a­ nosos professores e Diretores que era a sra, Ester Silva,le­ clonavam sem nada re caberem, a não ser a graldão de seus alunos, Hoje o glná• slo mudou-se Pªfª um prédio com ótimas acomodações e pasr sou a chamar 'scfà Estadual de 1? e 2% graus Castelo Bran co 11 • Tmos o curso de Contabl lidad e a Es­ Gola Normal, antes, particular mas hoje fazendo parte da fse cola Castelo Branco cm 1964,fundou·se a Escola Comercial San to Afonso, que funcT onou até 1975, pois havendo muitas esco­ las municipais e Es­ taduais não havi condições de contlnu ar funcionando. - Em 1.968 criou - se a Delegacia Regig nal de Ensino, ten· do como primeiro De legado 3Dr. Pedro /o sê Palmlerc. Crlsou- mento·lO'? RC de la Vista "BELA YISTI DE ONTEM . BELI YIST I DE HOJE . 4.775 kms2, se dedi­ ca a criação de boví nos, sendo esta G sua renda principal. Com o advento de programas do Gover no para melhoria! das pastagens o mun..!_ clplo multo evoluiu, quando a maioria dos criadores sairam do pasto nativo, para a formação de pasta­ gens, com Invernada, dotadas de todos re­ quisitos exigidos pa ra uma criação raclÕ nal, inclusive nõ setor asslstenclal médlco-veterlnãrios, cuja defesa sanltá - ria animal sempre me receu a devida aten­ çao dos senhores fa­ zendeiros. Segundo informa - ções colhidas nos Frigoríficos abate - douros de Campo Gran de, Aquidauana,Oourã dos e Gula Lopes da Laguna, o gado de Bela Vista tem obti­ dos os melhores re - Be- O 1 O'? RC (Reg imen to de Cavalaria), en contra suas origens remotas, nas compa­ nhias da Cavalaria de Hato Grosso(22 de fevereiro de 1839) em Cuia bá. Encontra porém, sua origem mais pu­ ras, recente e, glor.!_ osas, no 1? corpo de Caçadores a cavalo (nova denominação)de BELA VI STA E SUA POPULAÇÃO RURAL Sendo o municlplo de Bela Vista dedica do excencialmente a pecuãria, desde os idos tempos de sua criaçao, sempre pre­ dominou uma popula - ção rural expressiva devido a formaçao de colônia municipais-, notadamente, o Nunca Te-Vi, Agua Doce e Oamac,,ê. O que con - i •i "± ± 6 +. : -<.: : ±E_ê;AS±2s , • --"ri-f_ '.rei- r +e'_ " - lll a 2z as ar, _ . «' +« . se tambem um curso de Secretariado,fun­ clonando na Escola Castelo Branco. Em 1.974 foi cria da a Escola do 1 grau a Cazinha Fel lz que ê o jardim da ln fanei e o Pré-prima rio, é uma escol particular.Em 1976 Nioaque, que fez a companhia de Mato Grosso na Guerra da Triplece Aliança. De suas fileiras, em 1.862, saiu Antonio João Ribeiro para co mandar a colônia n; litar de Dourados on de, com despreendi-~ mento e patriotismo, findou sua vida, em defesa da Pátria. E o Patrono do 10? RC. que desde 1938 aten de pela denominação: e de Regimento Antonio João. criou-se a escola de ~ grau Casteli­ nho Encantado, per - tencendo a Prefeitu ra, que também jardim de infância prê-primãrlo. Bela Vista tam - bêm possui a Esco­ l a do 1? grau recan­ to Feliz. Sendo tam­ bém uma escola parti cu lar. - Bela Vista atual­ mente está muito adi antada, no setor d ensino qualquer cri­ ança tem condições de frequen,ar colê - gio pois hã Inúmeras escolas, estaduais e unicipais, dandc assim a oportunidade para qualqur criança estudar. A hisr6na do RegI Ao comando dobra vo Car. Pedro Jose Rufino, o 1? Corpo de Caadores a Cava lo, participou da. operações sobre ''Apa Retirada da Laguna', testemunhando feitos heróicos Jamais igua lados, mercê da con tância inescedTveT chefe e seus caçado­ res. D Regimento nto­ nio João, é o relicã rio das mais nobrei tradições das Armas do nosso Exército em Hato Grosso. correu muito para o acúmulo ele tais popu lação, foi justamen-= te pelo simples fato de ser Bela Vista,um municipio fronteiri­ ço, predominando a iniltração de fami- 1 ias do vizinho Pàra 9uai, quer seja pelo fato de reencontra - rem sempre parentes, ou mesmo pela facili dade de fixação nã terra. A vida em co­ mum dos dois lados, fez com que Bela Vis ta aumentasse consi­ deravelmente a sua população rural, de­ dicada a uma lavou­ ra de subsistência a mão de obra para fa­ zendeiros da região: Gozando de uma as slstência completa em todos os setores sociais, a população rural de Bela Vista Integrada nos princi pios do trabalho a­ gricola, vê coroado de êxito sempre ren­ tãvel,levando uma vi da prõpicla a forma­ ção e manutenção da familia, sempre com o apoio dos poderes pÜbl ices das prôpri­ as forças de seguran ca, já que o munici­ pio é considerado ã­ rea deSegurança Hacl ona l. Segundo o ü 1 tl mo senso demo;rãficÕ Bela Vista conta ho je com uma população de mais ou menos .... 15.000 habitantes na sua zona ru ra 1. PECUARIA EM BELA VISTA O municipio de Be la Vista, sempre se destacou pela sua ex ploração no setor da pecuária. Hesmo dls- merbrado de duas grandes áreas, com a criação dos municipi os de Jardim e Cara= ,.,.,1. Bela Vista com sultados, tanto no TR!8UNA DA PRONTtlRA seu peso, quanto na sua qual idade. Com a Instalação da Exposição Agrope­ cuãria, cujo parque, é um dos melhores do sul do Estado, foi melhorado considera­ velmente o nosso re­ banho de reproduto­ res, para melhoria da raça do gado de corte. Com lsto,cres ceu o rebanho bovinÕ do municipio, com um percentual maior e melhor na produção, cujos efeitos obser­ va-se pelos dados da Exatoria Estadual que aumenta dia a dia a sua receita na cobrança de impostos oriundos do movimen­ to de vendas do gado Bela Vista na sua pecuária, a maior fonte de recurso! sendo por assim di­ zer, as bases de sua economia. Bela Vista e sua Agricultua. Apesar da pecuã - ria ser o fator eco­ nómico predominante de Bela Vista, sem­ pre a agricultua te- ve sua exploração em nível de subsistên - eia a contento, Man­ tida de uma dlversi ricada, tudo se pro7 duz no munlclplo,des de produtos hortl• 7 frutl-grangeiros, cc reais, leguninosas 7 destacando-se a man• dioca e o milho, ali mentos bâslcos parã para o ser humano, Somente de 1,97 para cá, fd que se Introduziu a agrlcul tura em larga esca­ lo a exemplo dos grandes municTplos matogrossenses dedi­ cados ao setor. Com a vinda de agriculto res de outras regi • Ões, destacando- se os oriundos do Rio Grande do Sul, im- p l antou-se a agrlcul tura mecanizável di glebas expressiva! na sua área, no cul­ t Ivo do arroz, soja, o sorgo. Até mesmo o mllhÕ, sofreu um a­ crésclmo em sua pro­ dução, pelo proces­ so técnico e rentã - vel do seu plantio. Joje Bela Vista se orgulha de manter 2 armazens gerais pa ra secagem e arnaze­ nagem de produtos a- grTcolas, comerclall zados tanto com f}, mas particulares cO­ mo com o prôprlo Go­ verno Federa 1. Tudo indica com o correr dos a­ nos, Bela Vista, au mente consideravel ~ mente sua área de ex Ploração agricola,pÕ is os prôprlos Pecuã rlstas, estão se de= dicando ao plantio de cereais, visan­ do no final do ciclo da lavoura, a forma­ ção de passagens. De qualquer manei ra, Bela Vista, dls°'.: se presente ao chama do do Governo Cen­ trai, produzindo sua etapa de produtos de 1? necessidade, não só para o consumo D terno, como para ex portar o excedente. . .EH VEZ de Jogar Pe dras no passado va­ mos aproveitar todas as pedras di-on­ is para construir o FUTURO: Escola de 1? e 2? grau Castelo Branco (Professora AIOA LOU REIRO PAES)Bela vrs-= ta, 20 de junho de 1977. que 1 t; l 1 1 t T!UDUNJ DA J.'!lO?'TDH.A PRE. EITURA MUNICIPAL DE BONITO / '---1 _J ,. ,,,,. . .-, l.. .s. -- s .v.i erg ·e • ... • y PREFEITO MUNICIPAL DE BONITO O m.!rmore em seu estado natural, agora tran,for:r.ado em riqueza que promete promi,sor futuro para o município. :-1 ~ l_ ruê!_ 1 % • in ;:: e: :e, $ • 5 o 2% ;O ).!!_ 1 I s- de --· r . t ' j 1 l 1 ,;:.. • 1 / beleza natural que encanta a quanto a contempla. No ta áuun cristalina a nenle rlc Honilo se deleita fazendo-a de ponto de recreação. ,, . .', $• ,_.,. . ~ ~ . -,...-J::,;...., -..,; ;~ ' . ' Aspecto de uma jazida de mármore, trabalhada pelas extrações, podendo-se notar as formas características denominadas "mãlacões" A firma Tonetti de São Paulo, é quem torna obra de arte o famoso mármore Dolomitico encontrado em Bonito, sendo de teor superior ao mármore de Carrara, já ensejou uma firma i1aliana a importar 500 toneladas. Festa Junina Aconteceu numa tarde gostosa de Ju­ nho,,,e era vinte e cinco do ano de 77. Nasceu do sonho de um grupo de professo res, que com a inten ção de oferecer aos pequenos uma tarde diferente, festiva cultural, resolveu promover aquela fes ta Junin a t Lançada a Ideia urgiam as provldêncl as e traçou-se o se­ guinte plano: 0bje­ tlvo,Preparação, Rea lizacão. OBJETIVO clpação dos em atividade pequenos aqu l, 11 sta gem de alunos para novo número ali,con­ fecção de cartazes, convites, bandeiro - las, balões acolá.Es tava previsto que tu­ do fosse feito na Escola, no presença e com a participa - ção das crianças,P@ ra que elas sentis - sem o evoluir, o a­ zontecer do seu tra­ b a 1 ho . A l uno s , pro­ fessores, funclonárl os, cada um dando um pouco do seu tempo à promoção. Nesse espl rito transcorreram os dias até que fos­ - parti se vinte e cinco. alunos Era sábado e pre cultu- cisava-te em poucas, f a que encerra, so­ bremaneira, a vivên­ cia do folclore bra­ sileiro; e como par­ ticipante, sentir-se elemento vivo e atu ante de sua minicomu nldade: A Escola'. PREPARAÇÃO - Flr mada a idéia, em re niôes extraordinár. as, estudou-se minu­ ciosamente todos os detalhes da promoção NUMEROSA APRESEN TAR, com os respecti vos orientadores-sr. TOR DE PROPAGANDA E D,f:CORAÇÃO - SOi • :'OR TARIÀ - RECEPÇÃO -= CANTINA - CAIXA A­ PRESENTADOR. Compu­ nha a Comissão de Fe<:.ta, o corpo Do­ cente e Administrati vo da Escola. - Levou-se a noti­ cia para dentro das salas de aula, o en­ tusiasmo tomou con­ ta da garotada. A i­ déia começava a dei­ xar de ser sonho, já surgiam lndiclos de realidade, o espiri­ ta de festa grassa - va. Ainda distavan dez dias, e já . se notava em cada canti nho um movimento ; ferente: ensaio dos Com o objeti- vo de despertar nos pequenos o gosto pe­ las tradlções,achou­ se conveniente a par tlclpação dos mes-= mos em danças reglo­ nais, não só por a­ preciarem, mas t me bém como meio de cul tura e maior conhecT mento dos costumes tradicionalistas. E­ les se fizeram pre - sentes especialmente nas dancinhas: 'Qua­ drllha-mlr lm", onde dançavam e cantavam "Shot carreirinho' - variação de uma l ln- da dança gaúcha, o 11 shot d as duas d a mas'' - cula letra, taz a proprla marca- ção; e vivendo o es­ pirita do nosso famo so, porém, esquecl­ do compositor e poe­ ta Catulo da Paixão Cearense, grande re­ presentante e valorl zador do sertanejo­ brasllelro. cantaram "Luar do Sertao'. Apresentou-se a­ inda, a ''Dança do Ba laia", tendo comõ complemento cestas, balaios ou ·peneiras ornadas, para mos­ trar a colheita - o trabalho da roça, transformado em ar- horas deixar o pãteo pronto para o momen­ to. Num piscar de o lhos, meninos e me­ ninas encarregaram - se dos detalhes da decoração. Um canto sequer foi esqueci­ do, todos foram a­ prove l tados, renova­ dos, revestidos. REALIZAÇÃO - Por volta das 14 hs, a Escola de 1? grau Es ter Silva confiante: e feliz abria os por tões para acolher com carinho os pais e amigos que chega­ vam para testemunhar 0 fato que tanto al­ voroçou seus filhos, e vizinhos por quase quinze dias. E foi assim que às 14 hs, e 30 min. deu-se ini elo a tradicional - Festa de São João-, exibindo além da in­ fallvel quadrilha,ou tras danças regiona':' Is, com o intuito de difundir o meio estu dantll as tradições-= de um povo e de per­ petuar o folclore brasileiro.Foram a­ presentados onze nú­ meros, constando de oito danças diferen­ tes, algumas leva­ das sob variações. te; o "Pez l nho" li n­ da dança gaúcha, cu­ jos componentes inte gravam alunos e ami­ gos da Escola; "Dan­ ça d as F i tas' ou Pau de fitas, graciosa dança onde as damas e cavalheiros ao som da músi:a dançam e tramam artisticamen te as fitas que tem nas mãos, no mastro que fica ao centro Nesta altura, ho ras haviam passadÕ e, ao cair da tarde, quase noitinha, o apresentador solici­ tava as atenções pa­ ra um outro ponto do pãteo. Seria acesa a 'Fogueira', o pon­ to alto de toda co- memoração ao dia de São Joao, cuja orl­ Jem [ígar-se-ia a um passado distante se­ gundo esta lnteres ·­ sante lenda: ''Santa Isabel,rã de João, era prima­ da Virgem Maria. são Joáo nao havia nasci do ainda. mas era espeoado. Ora, San­ ta Isabel ,ometeu, à Virgem av sã-la lo go que a criança na5 cesse.As dua casas não eram multo dls­ tantes, de modo que de uma se avistava a outra, com pouco de esforço. Numa noite bonl ta de céu estrela­ do, São João velo ao mundo, Para avisar, a VI rgem, Santa Isa­ bei mandou erguer, na porta de sua casa um mastro e acen - deu uma fogueira que o Iluminava. Era o aviso com­ binado. A virgem cor reu logo a visitar a prima. Levou-lhe de presente uma capeli­ nha, um feixe de pa- 1 ha seca e folhas perfumadas para a ca minha do recé-nascl do. ca, E desde essa épo são João é feste Jado com 'o mastro, a fogueira e a capeli­ nha que lembram o seu nascimento', Não seria possí­ vel a ausência da "Quadrllha"numa tar­ de de São João. Dois grupos dançaram-na, foi evidente o cunho artístico dado à Dança, longe de dei­ xâ-la caipira no sen tido etmológico da palavra, mas sim-, graciosa, rica de significados como foi a intenção dos l dealizadores dessa dança tradicional .Es ses pequenos bailarT nos não pararam ai7 empenharam-se com entusiasmo para a- TRIBUNA DA FRONTEIR «QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO» ANO VI-BELA VISTA-MT -20/7/77 No 256 MENSAGEM IRMANADOS COM O MESMO PROPÓSITO DE ACELERAR O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO DE HATO GROSSO, CADA UH DE PER SI OFE- RECENDO SUA COLABORAÇÃO EFICIENTE E PO SITIVA, AS POPULAÇÕES DE ANASTÃCIO E DE BELA VISTA SE DÃO AS HÃOS NESTA DA­ TA GLORIOSA EM QUE A "PRINCESA 00 A­ PA" FESTEJA SUA PATA HAG!-IA, COFIANTE NA PROSPERIDADE COHUH. ANASTÃCIO, 20 OE JULHO DE 1977. ANTONIO CLEMENTINO DA SILVA. Prefeito Hunlclpal. prenderem em pouco temo o "Chplm", dan­ a pecul lar da nos­ sa fronteira e apre­ sentaram-no sem me­ nos garbo, pols,po - de-se assegurar que temos no nosso melo, Jovens lmbuTdos do espírito de conserva ção dos costumes,ca­ pazes de se interes­ sar pelo que é de tradição e perpetuar dança tão I inda como essa. Foi pleno o obJe tlvo da promoção,po­ is, Integrando o es­ pirito cultural,três Jovens paraguaias trcuxeram-nos danças tipicas de seu pais, "Pajaro Campana" e 'Galopera'', onde se pôde apreciar a se-­ gurança, a agi 1 l'!la­ de e a flexlbll lda­ de daquelas dançari­ nas. Era visível o en tusiasmo das crianz ças, a seriedade e responsabllldade co­ mo desempenhavam su­ as funções;eram cons cientes que da atua':' ção deles dependia, o êxito da festa, o nome de sua Escola Não só como partlcl- nhas', vendendo em suas cestas as Igua­ r las que a cantl­ na oferecia; eles e5 tavam na cantina au­ xll iando no caixa; no setor de refrige­ rantes, abrindo gar­ rafas, controlando o troco; auxl 1 lando de modo gera I na recep­ ção e no atendimento 1o páteo. Naquela 3caslão. a criança sentiu-se realmen • te "dono-da-festa". Nossas crianças prometem multo, Isto o sabem, as pesso­ as que acreditaram nelas e na Escola-. mesmo antes que nada acontecesse, mesmo antes queseus olhos vissem o que viram, seus corações sentis sem o que sentiram; antes mesmo que vi­ brassem e se emocio­ nassem com a atuação de seus filhos. Num momento como esse ê que se compro va o quanto a crian- 1 - ça e capaz e tem em ootenclal. • Quantos pequenos artistas s comprova o quanto a criança ê capaz e tem em potencial, Quantos pequenos ar; pante das danças,mas no desempenho de ou tras tarefas, pois, eram alunos que fig ravam em "as calplr..!_ tistas se revelaram. Isto aconteceu, numa tarde gosto· sa de junho ...fazen do-a inédita. j BRIDESCO # SIUDA BELA VISTI. FAZENDA ESPERANÇA de ILCIRI BILBUENA~ _ seguindo os passos de seu lembrado pai SENHOR FELIPE CANTALICIO BALBUENA, saúda BELA VISTA. na assagem de seu aniversário k • 1 t (' 1 j v al l d t- ELA VISTA-MT: QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 ,, l • J TRIBUNA DA FRONTEIR' A FIZENDI IRES CERROS Sede da Fazen­ da .... Boiada ... u­ ma das gran des riquezas da Fazenda. Vista parcl­ ai da fazen da .... 1 Galpão dos P oes ... Bolada... na FAZENDA TRES CERROS possui quase 6,00 ca beças de ga­ do ... apenas' gado de cria. Horro dos ''3 Cerros'. Mangueira. .... tudo na Fazen da Três cer ros ... é cons. truido dentro de moderno es tllo operaclÕ na J.... - DA fROliTEIR/ DELA VISTA-MI; QUARTA-F EIRA -------- 1977 l - 1 ,I Vista parcial da fazenda .•• i ) ,,( " Cavalos "PONNEY" criação da fazenda FAZENDA MACHORRA Epaminondas Escobar (1.946). SR. EPAMINONDAS ESCOBAR Crraçao de cabras da Fazenda. 1 _J Sr. Epaminondas, ele cuida pessoal­ menu, da criação ... (vacinando). Lembrando o passado ... festa na Fa­ zenda Machorra - Ex-Governador Pe­ iro Pedrossian "Bârbar-e Clgano",Jo­ s e Carne i r,o e S r . E p a m i nonua s • J ! l 1 I Solenidade ... "Epaminondas Escobar, um nome que reüne tradição, humanitarismo multo trabalho .•• " e Geraldo Arce (filho), sua espos:i. Dna. Escobar, sr. Epaminondas e netos. l" i 1 1 1 ! • l 1 ~ 1 1 1 l r s n d J:>, B TRIDUNA DA FRONTEIRA 1 Familia Mello em Bela Vista Athanasio de Almeida Mello e Eponina Carneiro de Almeida Maria Mendes e Araci. .1:. - Amigos e paren­ tes que o visita­ ram em sua en­ fermidade. 1 4,-. Sr, Maria no mo tncnto cm que d ava a sua aliança para o Ouro do Br-aail Pelo qu• u ouvL. ta hlar. dctejava nul to conhecer a hccn :' d• ).1aratrlda e ■-u proprlatu-lo • M :.r lo Mende1 Cont&-lvc,. "Seu" Marlo • un-w tradição ,dva de Mato Grosso,_um lutador da velha cepa, 'lll'horloao e multo humano. Cncontr•l-o abati do, magro, pro lcho por uma enfie nu pulmonar ja anti E•• a11latldo por uma cnferm,lra e tbb o de 1Yclado carlnho de aua .,p;, •. A um C•'!. ;2 1crvl-lo naa Cl'hca ~ riodicaa «e infelizmen­ te lffl tanto corutan­ te a. Minha primeira lmpn .. âo foi a de que a.U te encontr..,a um lutador vcncldo, de armas ensarilhadas,do minado pela doença, Travei corn,craa can ele, pr•lendendo •er pledoao e lntuClar-lhe um po1.1co de inlmo na derrota, Logo, po­ rem, que Mario ).1cn­ dca me hlou 0 1end - moa enacrÕnlco em mi Ma• atlhide •• t:le e► ,..,., ••plrltu~mente nd1o.J j,.o11 • doc:n• a nao atingira seu ea plrho de luta • ,u'; cora.aem anh a. vida .. Sua palavra, tu­ eole • culta, " desa.. fla.nte • polé" n,,lca .. A ma. a d" 1cuuão • ã :3.± caa. D-.i.ra.nte a conver •a, parece que tem Õ dom de . det•r a ea­ fhema.. do dominar oa lec ldoa pu.J.mona..rc a a a :. l. um lutador cncur - tlado, que +e di- po a uma luta te» na.& p,or uma causa •a arada.. S.ua olboa br"t lbam, •• • factos aâc de plano v'laor. UM llOMCM CONTRA O MUNDO Márle Mendr», a rumbaenac 1cm ••u nome U;dO lntlmame.2 te a hhtorl.a de Ma• to "C roa ao. Fol um ad rn.l.4latrador da Matê Mário Mendes Gonçalves, o sistemático da correcão ' Laranjeira uma empri aa que, embora comta tida, teve e tem - lmportanle p.apel pio nelro no Eahdo, lrani' formando em rlquc 7 a.a e trabalho oa e,-. vab nativos de Ponta Porâ e Amambal. J:arl) •• compre -., ender Mario :Mendca e neceaa;rio conver - •• com ;te, correr de moradamcnte a aua ,;­ tenda, ouvir teu mo:" 1orhta ou (lU&lquer dOI acua va.q,llt"" 1U11ta• capcloua e J>lt! tinentes e termina, t dearnhNI J,nc,-0acldade ou frayza em seu :.:% não hentaa de n,ord•• cidade. Parra. entâo • a uma. at.hvde de on ten,porU.ação. em que vusca debalde e,conda- a de«pçio. LI:lTURA. POUTlCA 1: S..CTR.ClROS L; umpre. A !..•!. tura e a contemplaçao da natvrc&a .;o bo • J• •• •I■• arma• para enln:ntar a doença • JuatULcar a vJd.a. Arua tu.ado com a poÚtl-: ca ., a Utcralura, d• fende com ardor tudo aquilo qu9 r•pro■en • ta uma mensagem de capcrança..,. Por hao e re,..oluclon.a.rlo aut,;nc.1- co, que, 1nc:1ualvc,Ju• tUica. a Revolução cm um ato que afetou dl~ lamente aua hmllla - 11mbora encontre fa­ lhas na Revoluçio - e aa crhlquem no e acentuar oa aeua po:i toa positivo,. que, cÕr­ lormc ele-, avultam e; peclalmente da honra:" de1, da cultura, do detprendlmento e da ener1la do primei­ ro macl•trado. Ul,sndo ,e entra na Fazenda Margari­ da notam-•c letrclrm cm mWto• lu.are•. ::±2.° % do e:w:lblclonl•m~ ma, uma manifeataao,ora qlL:.otc,ca ora C>OCll .. ca, com intenio de prevenir e erpUcar • de: um homem nrls;l • nalm,i!!, 10 a uma pequena bar,. gem, onde um cho • rao vlceJa c:m uma 1 lha a_rtlflclal, O• pat; o• ••o lmcnaoa, ira aramado,; ora Horl - dos, As outras ta» aao amplas, con!orta­ vela. bonltaa, ídtaa de madeira e cobc:rla■ da t,dhaa !rance.■••• O e tpc:taculo no­ turno d sede da fa :u,nd• e muho belo, Pa A..: e uma pc"qucna clda • de, atuante de vida. O amanhecer na fa.unda Marsarlda ; lneaquedvel. Uma aln roo.la de •ona dlfcren-: tea acorda a aenta. O ca.nto de melodia srarwi na.hte doa paio,, 1 .;: ao, • marreco, ,e con funde com oa lamentoã doa pavÕc:, ria.J:a e o plpllo de mllhare • de P•••arinhoa.,. &le~re•, insistentes, ruido»oa, Sao crlatu.r!nhaa ala .. da•, que vem recl• m_ar a. comida. a ra çao mat!Aàl abudan:- t• qu~ todo■oa dlaa lhea e íorncclda da fazer.da pelo epiri to pa.L'ltehta de Marlo Mendes, • .:. ± ": da cal!aa para ver oa paaaaroa, (lUe cntraim "...13- pateo omea- a er a_diribui;ao da ra­ ç-ao a• avca doa cam­ po■ow aa• i>a•■uoa doa vlN.lro•. Há tod• ama de p:aa■a.t_lnho•, a vea de lodaa core• ; de canto•• o• mala dUc:re::tc,■• Canarloa hamburuea ou da ter­ ra.,. ~kudoa. cardlat, char§IC•• plr.t.aa,U;o•• ±±: 2 erinhe», castíhí. a:.ulÕea., conç-Õca de :: 5.. 73 e pombos roma.."loa lt' upa.cli'.;c.•• pe.rlqUto11i, .±: 'I amara.!oa, Oa prc 'º'• 1aJ.olaa indlvi.duah ou em 1rapdea -.,(velro, onde ha ninhoa e pin I••• comt't": cm com-: panhla doa P•••arlnho11r, tlvrca, de ve1 qut: oa comc:douro• a;o ace •· alvela por dentro • por fora. C no pate­ ºª• oa P•••aro• mala manaoa •o amontoam comendo a farta rar;iõ quit dlarl..arnrnte ac dia trlbu.i e.ar•_elea. Ai=: auna ••o lao man10• que aobcm noa om­ bro•. na cabeça lt' ao bre os dedos dos qui 01 aHmcnta.m, capec► almcnlt: da dol'.la d.a ca■a, pa.r-c:cendo ar um quadro de Sa.nto de NA •i• a alimentar - e m todo o enomn me qu.adrllatero da fa &enda - na■ccnte 7 naa de ;rvore• e:da­ tentca, Marlo Men­ dt!■mandou la.z.er n.► nhoa de mad•Jra pa ra oa P•••aroa 1C: vrc:•. nfn.hoa que e•- 1ao perma.nentemente o cupadoa. O ace,ao ; ca,a sr■ndc ■e tu por uma extcnaa a.rea .33:.22 dult••• da mat.a., com multo Jre.balho. lia papa,;t:Jo• • 3:± toa marrecos rua- .5·.2 voca lln.d.Jaalmoa S:• llnh.aa rnlnorc:a.. "anaO:- $.:. a tlr:.boa, ~o conviven­ do pac.lliCaffic:ntc, mh­ turadoa, s:rltand.o4:n• na.ndo. balJ.nha, co'r :%. 5 e «e vibra, que mio tl'Ct: u._ como oa 11. rloa ,.de. SalOCO'l;O 1:1aa qwe • belo e agitado vlve_ndo prot•tão d." 1;1m Hrlo romantlco o ultimo dos vencerra :±.2% ± " o. «r««,, a ultJ.i:::.a. re·p.:,r:~•rn totaremoa ousa cae.oa que. aCD:llt!Cttn na Fazenda Margarida ..: ±..: anaavel em euns uE dado■ao marido • ; ía.z.enda, ,e encontr-. •ua ••pÔ••• uma cria tura de meia Idade: almpatlca, almplea e :2.4..-.: admlnlalradora • do­ na de ca••• prcven .. do e culda.ndo de 1u.da. O adml.nhtr..-dor 72.".: cwlda de todo■oa nc socloa, diretamente - com o capalu, oa em prcltelroa. oa empr-e:" 1adoa. a de,pelto de ■ua doença.. Me amo ,om locomO'Y'cr-•e do :.::r rcca.ntoa da rande fa:&.enda, ,cua r-c-tl- roa. a111ua probl.maa e Cada um do■■e:ua aer vl.doi-c:a, - Oa trabalh.adorea da fazenda rcccb.'m to dos os sua tral dores e sobretudu o pantelnt cu)o amor quase ptetia, i nata reta, fala a.imentir •• ava• do ca..mpo. _ moe.tonar •• anta • 'be.le:&a da■Oon■Oll do C..N!Pl-9ct:!o e a.d• • U .) • impUc,id.ade • inocencia daa cri&Dç:a.a. sau ... açao /. ,a / ' J ' _u D P tID O DESENVOLVIMENTO DE UMA COMUNIDADE É O RESULTADO DIRETO DA UNIÃO, HAR­ MONIA E PRINC.IP!OS PATRIÕTICOS, DE SEUS CONCIDADÃOS, DEMONSTRADOS NO TRABA­ LHO E HEGEMONIA DE SUA GENTE. E COM TODO ORGULHO QUE HOJE A COMUNIDADE BELAVISTENSE COMEMORA O SEU 59~ ANIVERSARIO DE EMANCIPAÇÃO POLITICA, CON­ TEMPLANDO EM SEUS FOROS DE CULTURA E SOCIABILIDADE A CONQUISTA DE NOVOS HO RIZONTES DE PROGRESSO E CONSOLIDANDO CADA VEZ MAIS A SUA TRADIÇÃO PATRIOTI CA. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO, ATRAVÉS DE SEU PRESI DENTE E MEMBROS, HOJE TAMBÉM SE ENGALANA COM TÃO GRATA EFEMÉRIDE, NA CERTE ZA DE TER PARTICIPADO ATIVA E DECIDIDAMENTE PARA MULTIPLICAR DIVISAS E SO­ MAR PROPOSITOS DE UMA AMANHà SEMPRE MELHOR. PARABÉNS BELA VISTA. PARABÉNS ,, ,,, COMUNIDADE BELAVISTENSt NESTE DIA FESTIVO. PARABÉNS SENHOR PREFl(TO MUNICI 7 1 PAL DR. RUBEN ALBERTO ABOTT DE CASTRO PINTO. i ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE MATO GROSSO DEPUTADO PAULO SALDANHA PRESIDENTE 1 l t DELA VISTA-MT· QUARTA-FEIRA 2O DE JULHO DE 1977 TRIDUNA DA fAONT[IRA Fazenda Ipanema: João Victor Vaz Guimarães 1 Vista parcial do açude, "Na pecuária baseia-se o potencial econô­ mico da Fazenda Ipanema. Foto da fazenda. Vista parcial da Fazenda. Gado da Fazenda. Fazenda: Santa Eliza Antonio Xavier I • 1 Tonlnho, trabalhando o gado na Fazenda~ ma de suas principais atividades. Tonlnho, com empregados da Fazenda. Antonio Silveira Xavier, o quarto da es­ querda para a direita. Casado com Mar inl cem flIha do Sr. João Victor moço traba­ lhador e filho de tradicional familia de Bonito. Na foto em companhia de seu pai, e lrmaos, entre os quais se encontra 0 presidente da amara Municipal (NAUDEHIR' XAVIER o Primeiro na foto). " Bolada do Fazenda Santa Eliza. BELA VISTA-MT; QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 TRIBUNA DA FRONTEIRA Casamento de Zely e Antero. .,, .!'O passado deve ser lembrado com carinho e Som respeito). 4 . . . ! J • f-5 • F 1 z E N D 1 MARINICE (la. Comunhão) João Victor, ri ' Sr. João Victor D. Lla e Marinice. Sr. J_oão Victor e Dona Lila D. Li 1 a e um casal amigo .. ,. 1 p l 1 l J -l N t a ! J E M & 1 Antero e Otâvla. Antero, Zell, Glorgla e Otâvla (Anlversâ­ rlo da Glorgla). TRIDUNA DA FRONTEIRA DELA VISTA-MT· QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 Corumila Loureiro de Almeida Fazenda Foz doSombrero Corumila Loureiro de Almeida Antonia, D. Nilça e Leticia Antero Loureiro de Almeida ,, O jovem Antero.,. Corumila e seu filho Ante­ ro jantando no restaurante do Clube do Laca. Nilça, Leticia a Antonia, Ao fundo rio Iguaçu. Otávio, Corumila, Benedita, Efigania a Vidalvina. a'e ai.-ê- Festa de Aniversário, Coru­ mila, filhos a sobrinhos •.. Leticia .•. fpoca de colheita na Fazenda foz Sobrero o do flagrante na Fazenda ••• Háquinas agr!colas - fazenda faz da do Sombrero, •• "7 ·,- ' ar ' . ,. - I• , 2 Antonia, Leticia e Antero, passeio na foz do Iguaçu. época da colneita.. a Fazenda _Foz do Sombrero adora os modernos meto­ doa da A ricultura ••• ,. TRIBUNA DA FRONTEIRA DELA VISTA.MT: QUAfl TA-FEIRA 20 DF. JULHO DL: 1977 NILÇA CORREA LOUREIRO Corumila, c,,a,.cr,10. Hll;,1, Cor .. ~11., .. '"":,,,. Baile no Esporte Club belavlstense. Casamento. Corumlla e Nllça. Corumila Loureiro de Almeida Recordacões ... , '3• ~~~ --"-"'=-"'--_,___,,_, Benedita e Corumlla. [ Zoé, Benedita, Corumlla, Nllça, E­ figênla, Otávio, Eflgênla (neta) ... . __J Esq. p/ dir. Carumila e Colegas. 1942 ao fundo. Companhia Nestle. 4- -- ~ - .._ $ ! Esq. LetTcia Harla. Dlr. Antonla Cris­ tina. -;;---:--_r;-:-,. _·;'" • --r ), .... ~"',:.r._• • > - ..... - ~ parcial das Instalações ••• Prefeito de Bela Vista, Or. Ruben de Castro Plnto,diretor da CALCAREO BODOQUENA, presente em mais um carregamento de mais y ma carreta com destino à Fazenda ltamarati. ( Prefeito de Bela Vista e diretores da Indústria ••• MINERAÇÃO BOOOQUENA LTDA. Produtor do r.alcáreo Bodoquena. Produção diária, de 1.000 toncla - aaae calcáreo u sa diariamente par escoamento dessa pro dução de 80 a 10ô caminhões a empre- sa atualmente explo­ ra o ramo de "produ­ ção de pó calcáreo Implantação de um conjunto Industrial, para fábrlco de cal hidratatada, cal vir gen e cal para pint@ ra. Possui oficina me­ cânica própria, pos­ to de gasol ina,etc., tem em seus quadros de trabalhos 10(cen to e vinte) funclonã rios (sendo que 90Z dessa mao de obra é da própria região) possui uma usina ter no-eletrica com. ca­ cldade de 865 KVA. que consome diaria - mente 3.000 lts.óleo D I ese I tendo um ga s­ to mensal de Cr$ •••• 250.000,00 em combus tível, tem em suã propriedade toda es­ trutura necessária para funcionamento inclusive restauran te para funcionários e motoristas, poço artesiano com capacl dade de 15.000 1. hora, possue uma es­ cola primária com 5 alunos. 1 ·l harmosa como poucas, candura e meiguice que se aliam à sua beleza alnd,1 menina,Ma rlza de Oliveira é uma das que enfeitam nossa coluna. ~ -.--·•• ~ J s,'s4 ·/°- Com uma elegância de Manequim, efel· tando nossa coluna a morena Mari Hele­ na Jacques Perrupato com seus colar i­ dos 17 aninhes. Mari lena, (para os ami­ gos) estuda em Ribeirão Preto, preten • dendo para o futuro Ingressar na Facul­ dade de Medicina. Seu hobb i e, os es­ portes principalmente o Voley. Importa lhe ac:.ima de tudo, exercitar a inteli­ gência e aprimorar a cultura. Lê livros de Jorge Amado, Machado de Assis e il­ lian Peter Blaty. Lhe chamaram aten - ção os filmes: A profecia, Seminarista Aeroporto 75 e Golpe Bixo, Faz amigos com faci I idade, porém prefere que sejam simples mas sinceros. Março de 1975, o cantor bclavlstense, Ney Hatogrosso sendo entrevistado pela nossa repõrter Jane Vrlasquez. Nasclda no dia 24 de Janelro de 1962, Zenlmar Ocampos Abdo homan mora com os tlos: Fernandes A.Go me, F? e Zenobia O? Gomes, leni, como a chamam e uma rosa desabrochando, seu serro melqo tem nul til slmpatla. Cursã a 7a. Sérle do 19 grau. Gosta de reuni Ões com os amlgos- partlclpa de dan- clngs, curte filmes românticos e Ficção, autores de sua pre­ ferência: José de A­ lencar, Janete Clalr Taylor Coldwell e Ma chado de Assis.Quan to ao som, sabe mui­ to o que é bom,e que som!!! Cantores e conjuntos: Beatles E I ton Jones, Ben 1- to de P..i ula, Rita Le Lee, Maria Bethania, Milton Nasclmento,Fa fã de Belém,Gal. A­ precia esportes como Vo ley, Jogos de me­ sa, mas pra t I camen- t e o c I c I i smo. Ana Paula, foi a escolhida da faixa juve - nil, para enfeita nossa coluna. Pela é fi lha do casal Gersy Silva e Salomé Melo Sil va. Hâ poucos dias Pela comemorou 12 ani: nhos e cursa a 5a. série do l? grau. Que quadro maravilhoso! Cinco gerações!· nesta foto tirada em 1962. Getúlio Jor­ ge Hello Silva no colo de sua tatara­ vô Sr.a Maria Rita Loureiro ao lado a blsavó Angelina L. Portocarrero, avó Maria Salomé P. Hello e mamãe do pe­ querucho sra.a. Maria Salomé M. Silva. 8oatrlz Halnna Cn­ gllardi Roacnro­ nhes á Pilha do ca al Dr Sidney Mor toiro Hacarounha Beatriz Cagliardi Haocoronhoo. [ bo­ laviatonso, nascou no dia 28 do arço do 1965, Cotó cur- 0ando a 7s sóriodo I grou no Eocola Eoteduol do I o II Crauo Cootolo Bran co. Baotanto dooon volvido r!oica o Õ i:iontalmento para cu o idada, Boa triz Ho lona Ó uma rnoninã alogro o doooontrn 1as. soa crttç@ no momonto ó mu ta múaica o aoportoo, dootacando-oo como excelente jogadora da Voley. Na foto vacas Beatriz Hole na desfilando com sua sipatia o oin plicidado om uõ Chá Bonoficanto. / 1 j sra. Zenôbia O. Alves, bastante simpática e comunicativa sempre presente nos aconte­ cimentos sociais da City. Na foto com seu esposo num baile do G.P.. O casal Eduardo 0cariz e Ana Maria comem€e rando o nat das filhas: Eufóricos cantan­ do Parabéns a você, o casa I Eduar:Jo Ocã riz e Ana Maria com as filhas: Patrícia. Claudia e Laura. - ; . . . ' •. A CRONICD SOCIIL · . . - . - , . • ESTELA '» t Sávio Luiz Loureiro Peeo ó filho de Ai­ da Loureiro Pees e de Roque Joaquim Pa ee. Savinho naeceü no dia l9 do abril de 1975. Chama eten ção pela sue robus­ tez. Seue cebeloe en caracolados e olhar muito vivaz eão os detalhes maia ex­ pregsivos desse ga­ rotao, que e eobre­ tudo muito sério. A dora futebol e múe! ce. Ivana Schwans da Costa Harques Ó a alogria do casal Maria da Graça e Ivan Afonso. Eeta ~racioae boneca de lindos olhi­ nhos azuis nasceu no dia 9/6/75. Segunda geração dos Veiasquez l. -:: < - .____,, ( Sr. Rigoberto Velasquez e o. Lidie Segunda geração do casal Rigoberto Velasquez e O. Li- nho é u111 menino lin do, causando excl mações seus lindos olhos azuis. Ivaldo Pereira 3r. :tor Hugo v. Pereira. dia: Ivaldo Perei­ ra Junior. Muito comunicativo, uni Marco Antonio Ve lasquez, o Harqui~ nho dos olhos gran des e negros como a "asa da graúna", é de poucos risos, porém esperto para seu um aninho. Vic ter Hugo Velasquez Pereira, o Gordu­ ílisonho, basta uum olhar para o Gord choque ele mostra seus dois dentínhos num simpático SOE riso. Renata Vela~ quez Silva, por e quanto a única "n cinha" da segunda geração dos Velas­ quez, Renatinha tem o rostinho redondo e um par de gr2nds olhos azuis. O un! co defeito de Rena tinha é ser muito séria. Harco Antonio Valaaqu■z O TRABALHO f UHA fORHA ABSOLUTA DO AHOR. SÕ ELE NOS PERMITE FAZER ALGO OE BOH EH PRÕL OE NÕS MESMOS E DE NOSSOS SEMELHA!!, TES. MIRIZI MODIS A BOUTIQUESQUE ESCOLHE COH CARINHO O QUE A FAMILIA VAI EH QUALQUER ESTAÇÃO DO ANO, CUHPRIHENTA A PRINCESA DO POR HAIS UH ANIVERSÃRIO. Rua Duque da exige n9 l,3ll Bala Vista-MT. USAR APA, ! 1 1 I 1 TRIBUNA DA FRONTEIRA Fazenda Bonfin: 5 r de Atanásio de Almeida Mello Sr. Atanasio e peoes da Fazenda "as relações entre patrão e fu cionários baseiam-sono respei­ to mútuo". Zozinho - frente da sede da Fazenda (noto do Sr. Atanasio). A ,:- Vista parcial da Cachoeira. Sr. Atanazio de llmeide Molo. Cachoeira - fazenda Bonfim 2z ' 52 "' ( :· Jb .._ -'----'} .'2. -. Ricardo Melo - Cachoeira da Fazenda. ] Zezinho - fazenda Sonrim - Bela Vista / ----1 TRIBUNA DA FRONTEIRA BELA VISTA-HT; QUARTA-FEIRA 20 DE Jut+0 E 1977 Tibiriçá Loureiro de Almeida Sr, Tibiriça Loureiro e sua esposa D. Ol(m--pia (Fazenda Pontal). Sr. Tlbi e D. Olímpia; sua filha LEDA o genro: Advoqado e politico PEDRO JOSÉ PALHIEIRI. Sr. Ti ti e D. Olimpia: tradição e trabalho dedicados Bela Vista. O Sr. Tibiriça Loureiro de Almeida, pertencente a tradicional Familia de Bela Vista, casado com a sra. Olimpia Assis Loureiro, tem uma prole de três !ilhas e 10 netos que constituem a alegria do casal. O Sr. Tibi, como é conhecido pelos amigai, é homem empreendedor, proprietário de quatro Fazendas, onde cria, recria e engor da gado da Raça 'Neloreas'', cujos reprodu­ tores são adquiridos nos centros mais ava çados de gado de corte. Orgulha- se de pos suir um rebanho constituído quase e exlusi­ vamente de pelagem branca, fruto de um trabalho lento e caprichoso para chegar ao estado em que se encontra, Os novilhos de sua5 quatro Fazendas são procurados no mercado regional, negocian­ do-os somente se o comprador se disputar a pagar o preço que realmente eles valem. O Sr. Tibi é apaixonado pelos empreendimn tos de pastagens artificiais, movimentando , ultimamente um grande pessoal e maqui - nas para tornar as ruas terras mais produ tivas. Orgulha-se de ser um dos primeiros a introduzir o pasto Pampola em nossa re­ gio, de cujo pasto é até hoje um admira­ dor inconteste pelas propriedades de viver nas condições climáticas mais sas. Capitalista em maquinarias das sofisticadas, vibra intensamente com balho que elas desempenham no aprimora - mcnto das suas Fazendas. Contudo, o Sr. Tibi nao se destaca ape nas na criação de gado bovino, é gles. cujos predicados de grandemente sobre- adver mais 1 o tra- vitorioso criador de cavalos de sangue in seu ''Kroks' ja fizeram entusiasmar os aficcionados das or ridas de cavalos, até mesmo no JOQUEI CLUBE DE CAMPO GRANDE, onde costu­ meiramente possui uma tropa de quatro pa­ rclheiros de primeira linhagem, ganhadores de muitos prêmios, Nas Exposições de Uberaba e de ou- tros centros criadores de animais bonivos e equinos, não mede sacrifícios para adqui rir o que de melhor existe no ramo, para que os seus produtos sejam os mais compe titivos no Mercado Regional. DADOS PESSOAIS SOBRE A FAMILIA DO SR, TIBIRIÇÁ LOUREIRO DE ALMEID.A casado com a Sra. Olimpia Assis Lourcr­ ro, Pai de três Filhas: ANA MARIA: ca sado com o Sr. Eduardo Justo Ocáriz, Côn sul da Repliblica do Paraguai. LEDA LOU REIRO PALMIERI: casada com o Dr. Pe­ dro José Palmieri, advogado militante cm "Bela Vista, SUEU LOUREIRO DA ROSA, A sada com o Sr. José Garibaldi da Rosa De to, funcionário do Banco do Brasil, exerce do o cargo de Fiscal da Agência de l Bela Vista. Sr, Tibiriça (Tibi) e alguns exemplares de Ne lore. Flagrante da Pontal. Sr. Tibi e Netos. "A .:ilt,gria dos netos faz recordar os belos dias da infância"• Na aprimoraço do rebanho, na compra e na venda, sempre buscando a perfeição' (plantel Pura raça NELORE). '· ,,,. ( / 1 lor r {} 6, , BELA VISTA: BERÇO DE HEROIS [e Familia Barbo l<.! Prefelto-Marlnho T_! co l l~ dono do Corrclo-J2. e de Asais l<.! dono do Cartorlo • Pedro Barcelos [ cn de material, construida cm Bela Via la foi de Afonso Lou." reiro de Almeida NGo tinha Igreja, so havia um aanluarlo on de o pessoal la !a:r.er suas orações. Dona Angélica Ferreira Mi­ randa, mandou cone - trulr a l! Igreja, I-lo jc a capela do Eapirí­ to Santo, Nao tinha J'.!!. Jrc, ao um missiona­ rio que se chamava Ju ião, que pava de vc:r. em quando em Be la Vista, I? médico - Viriginio Otoni e morava no P,!. rap uai, llcla Vista passou a ­ tuado na BR-260 que liga Bela Viata-Bra ailia e Assunção. Fuii dado em 7 de julho de 1971 Harbos, Loureiro, l me ida c Pínchrlo. Ess familias vi vrm morar aqui logo apos a uerra, Na uerra do Paraguai fo ramn prisioneiros o! Maria llosa Darbosa '-' seu irmão Clmcntc da H.osa, Construiram t saláo onde e atual­ mente o lln.lavistcnsc. Em 1905 o professor t..·hamavn-sc Agustinho Vilasboa. No tinha comercio, mas sim u- tua quitanda. an- ele vendia-se frutas; o c.lono chamava-se Al verto Quinteiro. Fr ,·isco Pedra -dono do Iº cinema. cm 1914. }Q Comandante de Policia, Fermiano Rodrigues,1 CoJHnndantc Militar, Guati Monzin, DADOS GEOGRAFICOS Limites: Norte, com o unic pio de Jardim; Leste,, com o Munici pio de Antonio João C T>ont:i Porã; Sul, com a República do Para uai e Oeste, com o Municipio de Caracol. Topografia do Solo. on dulado condiçoes (are- nos o). Clima, Tropibal ámmid Altitude, 161 mta. latitude: 22906'12" longitude: 56!?22 1 77" - rumo 550 Disti"ncia da Capital 625 Km em Unha reta SISTEMA DE COMUNICAÇÃO Pontal e telegráfico. RELAÇÃO DOS PRE FEIOS MUNICIPAIS DE DELA VISTA INFORMAÇÃO HISTORICA Em 10 de abril d, 1. 900, a Resolução ne 255 criava a paraqula de Paz de Bela Vis­ ta, como limites do já existente distrito policial estabelecido; por volta de 1889 a lei ne 502, de 03/10/901, criou o mu nicipio de Bela Viatã, como incorporando Comar ca de Nioaque e clev! do a categoria de Vi - la onde !icou situa - da a sede do Munlci - pio; pela lei n!? 549 de 20.07, 910 !oi cria­ da a Comarca de Bc la Vista sendo instalá da cm 16/03/9111 por força do_decreto 277 na diviaao territorial de 1914, o município aparece com dois distritos: e de sede municipal e o de Ca- racol, criado pela lei ne 549 de 20/06/1 Foi elevado a categg ria de cidade cm ..... 16/0 7 /18, pela lei ne 772, Pelo Decre - to lei ne 5. 839 de ... 20/09/43, passou a :onstitulr município cb território Federal de Ponta Porã. Com ex tin;ão do territórR :le desmembramento. - Segundo o quadro ane­ xo ao decreto estadu al ne 583 de 24/12/4 figura com 3 distritos; da sede, o de Car :ol e o de Jardim, Em 1958 foi-lhe acrescido o diat-rito de Campes­ tre, Em 1953 perdeu os distritos de J ar­ dim e o de Caracol. Finalmente, em 1964, perdeu o distrito de Campestre, Pela lei g 5.449 de 04/06/68, Bela Vista passou a aer considerado de interesse de seguran­ a nacional, Atualmen te compõem.se apé­ nas do termo Judiciá­ rio da sede, já que o Munlciplo de Jardim foi conalderado Co _ l!! Prefeito Municipal Marinho Fernandoa Ti co; Atanaz.lo Pinheiro Mel. lo Percio Chamon: Marcos Marengo; Acintino Sampaio Joaquim de Arruda Ro don - Abilio Sá (dois perio­ dos) Demostenes Martins; Mário Garcia Militão Loureiro Alvaro Neves Pedro Lopca Erneato Vilaaboaa Marlo de Coata Mar - ques Dom Antonio Maria C poroaai Pc-rl de Almeida Mel­ lo Alvaro da S!lvei:-a Maa careahaa - Atan.aslo de Almeida marca. Propriedades gricolas 683 Coletoria: uma coleto­ ria eatadual e uma h­ géncia da Receita Fe. deral; Hoteis: trs: Css Ministério da Guerra li Exército 9! Regi.ão Militar 4 Diviso de Cavala ria. - Regimento Antonio Jo ao Da.doa sobre a criação e organização Em 9 de maio de 1748 o Governodo Bra Em 9 de malo de 1748 o Governo do Bra ail rcaolveu epa - rar a• capitania• de São Paulo e Mato Groaao e dividiu a Ca pltania de Mato G roS:­ ao em duas: Cuiabíi e Mato Ciro■ao. Em ja­ neiro de 1751 chega 3 Capitania de Culabx D. Antonio Rolim de Moura Tavares, como G ovcrnador ~ C aoitNl General, trazendo 190 praças de linha. Em 30 de junho de 1751 D. Antonio por ra - zÕea ignoradas ao es­ tabelece no lugar eh..!'_ mado Pouso A.legre, maia tarde Vllla Bel­ la, Em 1769 aão cria daa duas regiões dei Husaores e doa Infan­ tes, Em 1818 Mageaal cria a legião de tré armas: Cavalaria, In­ fantaria e Artilharia. Em 1820 é transfe - rida a sede do Gover no para Cujabí, par­ tlndo lambem a Iegl ão para esse novo dei tino, Em 22 de !eve • reiro de 1839 por de creto ne 30 é criadG em Cuiabá a Compa - nhla de Cavalaria de Mato Grosso, conalde rado corno origem mala acertada do re • glmento, Em 27 de maio de 1843, o de­ creto n2 301, conacr vou a companhia d 1839, Em 1844 pusa a denominar- se l!? Corpo Fixo de Cavala ria. Em 22 de Aos. 1e de Maio de 1889 o Ce, Manoel Jucaa de Souz.a recebeu o OH. cio n!? 599 de 11 de abril de 1989 ao Cmt. das armas, versando do decreto re!erido nc ano 11,.nterior. Em con sequência mandou en':' cerrar a escritura­ ção do extinto 1!? Co.z-. po de Cavalaria e a­ briu uma nova nomi • nação. As quatro Co pa.nhlaa formavam oa q!!_alro li EaquadrÕea, no havendo. altera çao nem na numera • ção das praças, Nos primeiros dJaa do A• no de 1903 e Regimen to deixou Nioac mar­ chando para Vila de Mlrand)l, aua nova e provlaorla sede, Err 4 de Janeiro de 1905 !oi publica.da uma or dem do dia de onde se tiram os seguintes dados: existéncia de 36 o!lclaia 110 praçao de pret, 115 cavalos, 30 bola e i muar. Em 28 de novembro de ••• 1906 o ten Cel Jo:: ão lj!nacio Alves Fe.z-. to de Cavalaria e um to de 1846 passa a Destacamento Policial; de~ominar-ac Eaque - Aeroporto com pista dn.o de Cavalaria Li de l. 500 metros 150 geira, Em 14 de ver - de aolo natural; Igrejas: 2 u.rba.nas e denominar-ae Esqua- 3 suburbanas dro de Cavalaria Li Sociedade Filantropica geira. Em I4 de feve ; Proteçao a Velhi- reiro de 1847 marchz ce desemparado, Asso para Villa Maria, ho­ eia;ão de Proteção _ je S, Luiz de Cacercs maternidade e a In!an- local designado para eia. e Casa da Amiza - sua sede. Em 9 de ja de; nei.ro de 1849, passa. - Clubes . 2 Clube Es. a designar-se 1e Cor­ portivo Bcla.viatense e po de Cavalaria Ligci Pedro Rufino ; Clube ra, Em 10 de abril de So Nascente (antigo) 1851 passa a chamar- Agricultura: Amendoim se l!! Corpo de Cava­ s. 000 quilos laria de M3to Groaao. Milho - 40, 000 se d, Em 1e de Maio de 60 ks 1858 marcha para arro:r.: 40, 000 ac d, fronteira do baixo P 60ka raguai, Vila de Nloac, Feijão 620 ac de 60 sua nova sede. Em 9 ka de Dezembro de 1866 Cana de Açucar 5,800 teve a aua organiza- toneladas çao e denominação ff!! Café. 5, 7-20 arrobas dada para l!! Corpo de População: Caçadores a Cavalo, 10. 581 . Urbana pelo imperial decre- 4,491 - Rural to n!! 3556. Em I!! de fcverei:-o de 1871 o boletim Regimental n!! 1 do l!! Corpo de Cavalaria, a.inda cem aede em Nioa.c, publi. cou o decreto n 4572 de 12 Agosto de 1870 .L que, aprovando 2 pla­ no de organizaçao do Exercito, apos a guer ra do Pa.raguai, dava casa denominaço o antigo e agora extinto l!! Corpo de Caçado - res e Cavalaria. Em 18 de Agosto de 1888 é assinada no PalÁcio do Rio de Janei:-o, pe la Princesa Imperial Regente e pelo Minia­ tro Thomaz. Coelho, o decreto n!! 10, 01!? que reorganiza o Exerci­ to Braaileiro, criando o 7!! Regimento de Ca valaria Ligeira. Eik reira recebeu a se­ guinte ordem telegrá­ !ica: "deveia catar pronto seguir regime to para Bela Vista". Cel. Pedro Paulo Cmt do Vll Distrito Militar. Em conse • quéncia chegou o Re­ gimento a Bela Vista, as 8, 00 hora.a da ma­ nhii do dia 10 de do­ ze mbro de 1906, a­ companhando o cava - lciro da estrada por onde fez a retirada da Laguna, 500 me troa distantes do PG ao de Bela Vista, G mu-gcm direita do Rio. Deste local transferiu o Regimen to o seu acompanha :- mcnto, para Volta Grande, dentro doa atuais limites da in­ vernada, vindo depois bivacar cm um arran chamento construid­ cm local distante, cer ca de 600 metros dã linha do Apa. Em 4 de Junho de 1908, por decreto n!! 6971 toma a denominação do 39 Regimento de Cavala ria indepentende, - continuando organiza­ do_a quatro esqua­ droes, com 172 pra­ ças de pret. Em 3l de Dcz.en:bro de 1919 o tcn, Ce, AU011ao de Pinto de Caatilho , p.s_ bllcou o telegrama do Cmt. da I! Circuna • e rição Militar, q_uc mudou a numerçao e de.nominação do 39 R.C.I. que em fa ce do decreto 3916 a U de de:r.em­ bro de 1919, passou a aer l!! -l­ tn multo boa casa de grandes e valiosas cncontrndns, unlcamcn go pnrtículnr dos corn madeira, ampla e con- Cazcndas - Mato Gros- te, no rio Apa, com poncntes dn rcdaç;õ íort"vrl - ao. suas e corredeiras e tribuna da Fronteira· Mnnguelroes de na cachoeira do Itá, lavoureiro e Pccuaris primeir o rd em pos • MUNICIPIO DE BELA com 8m de altura, na ta, Filho da tradicio. sue a Fazenda Nora VISTA Invernada Salobra, si- nnl Camilía belavisten- de São Luiz que ain - tuada a 40 km da se- se, Incentlvador dã°s da não foi dito, dia - Localização: localiza• de municipal, boas caus:is, ta seis léguas da e! - se na zona !islogritli; Sindicato existente: lvando Pcreira,di dade de Bela Vista, ca dn baixada, isto e, Sindicato Rural de retor e fundador dÕ Dos bons empregados da encosta, sul, liml- Bela Vista, Atividades Jornal Tribuna da da "Nova de São Lult." tando com os munlcl- econ;micas: O Municl Fronteira, do Correio muitos foram criados pios de Antonio João, io é, essencialmente Jardincnse, e do. Tri­ pelo pr.;prio sr, lld, Jnrclim e Caracol, E, pecuaristas, no sen. buna Mirtinhense, da fonso Pinheiro. ainda, limite interna • do, entretanto, de se revista Integração. R_!? Esta fazenda be- cional do Drasll com a tariano, Batalhador in lavistense, que está República do Paragual desprezar a agricultu- cansável pela impren­ sendo objetvlo de nos Suas coordenadas gcora que,concorre com sa matogrossense, gra.Iicas sao: latitu d c .1preclavcls resultados Marío Dattilani:- 22!!06'12"; longitude de para a economica mu- Industrial - Comerci- 56!!22'17". A cldnde de niclpal, É seguíd• cm t P 'd t d Bela Vista está 'a an e' , rcs1 en e p ; situa. proporções maia mo- Diretoria Municipal d.3 da a margem do Rio destas, pela indás- Arena, o equilibrioa Apa, cntestando com a tria de transformaçaáa calma, colaboraçao Bella Viatn do Parn- O rebanho fixo de incstimavel. Est;i na guai, da qual é separ ovinos é de 246,472 galeria doe que ajuda do pelo çitado rio. Em cabeçasi O rebanho d, ram a fazer do Jor­ relação ª capital do suinos e de 15. 000 cn na! Tribuna da Fron - Estado, dista 625 km, peças. Na agriculte te ira um Órgão re spci cm linha reta e 1. 229 ra os produtos de tado. - km, pela rodovia. maior expressão são: Dr. Carlos E Altitude: na sede arroz, feijão, amen . Sá de Medeiros: Ad­ municipal, 0 ponto doim, algodao, milhq vogado, filho de trndi mais alto atinge l6l m mandioca, girassol e cional familia frontei­ acima do nível do nar. caf. riça: advogado do Jor Clima: O município de Industrias: 3 maquirus nal Tribuna da Fron. Bela Vista possui duas de bcncíicamcnto de tcira; Presidente do cspccics de clima: 0 arroz. 1 !llbrica de Diretório Municipal d tropicnl Úmldo e o tro l.1drilhos; 1 f.Íbrica MDB; rot.1riano. picai de .1ltitude. O pc de farinha de mandio- riodo das chuvas tem ca; 20 cnielras; 3 ola RELIGIÃO inicio geralmente, cm rias; l gr~ica: Rcsu :­ J anciro, indo até a - mo de alguns dos mo­ bril, com maior intcn- is urgentes problo­ sidadc de fevereiro a mns do Município: rparço. rodovi:is? Area: Possui uma c- ssisténcia Técnica no tcnsao territorial de meio rural. 4.662 km2, sendo 0,4% do Estado. PECUARIA E Acidentes geográ AGRICULTURA !icos: os principais - são os seguintes: rio Apn (cm cuja mar - gem direita est; loca lizo.dn a cidade de Bcln Vista), Estrelo, um doa princpai um dos principais a­ fluentes do rio Apa e o rio Caracol, que serve de afluentes do rio Apa e o rio, digo que .serve de limite com o Município do mesmo nome; o mor ro Ma.rgarida. Aspectos Sociais: O município é dotado de 2 cinemas funcionan - do regularmente e 2 clubes sociais. Ensd.no: conta Bela Vista com 4 ginásios, l escola técnica de co mércio, I escola nor­ mal, secreta.rindo, reu nindo 731 alunos m. triculados no nível mé dio; 28 escolas pri. marias, com 2.862, A CEM e o DNERU também colaboram ne sendo objeto de nos­ sas despretenciosasi linhas, é notável pelo grupo de gado seltcio nado, que pode orgu - lhosamcnte ocatentar . Possuc, por exemplo 7 touros mineiro Indu Drasil 11 de puro pcdri gre. Para cruzmen. to ainda, conta com mais dois touros puro sangue, touros estes do Est.1do. Situa-se no Muni. cipio de Dela Vista e é proprietário o Sr. lldefonso Pinheiro gu a herdou de sua mae D. Percilinnn Lourei­ ro Pinheiro, cm 1932. É; uma belissima e valiosa Fazenda. Dela diremos alguma, cai sa, Obramos porem um parente se diremos alguma coi­ sa .. Abrimos porém UJT parcntescs para umas referencias figu ra distinta do Sr. Pi nheiro. Nascido en Dela Vista, onde pas sou, alias, conforta vc l residência, corr três quartos, sala. de visita, sala de jantar coz.inha, ba.nheiro - é o maior fazendeiro ~, região. Gordo, forte, tem 44 anos de idade. Casado com D. Tir.J Lu casado com D, Rita Loureiro Pinheiro. Pos sue seis filhos, Eudo7 Cândido, Zoé, Idas Ké sio e Joo. - No mesmo 1v'1unici pio de Bela Vista, Õ sr. Pinheiro é pro - µrictario de mais ou­ lr.s. excelente f.s.zcnda, distante quatro leguas do. cidade. Situa-se esta F:s. zcnda no local dcnomi nado Vaquilha, e fG; herdado. por D. Rita Pinheiro. E urna. Don;. ta fazenda, Chama-se Tamanduá e possuc ... 1,400 hectares de va­ liosos pastos, bem co,. tno uma estrada carr!;_ tcirn. A Fazendo. Nova de S Luiz, do Sr . l ldcíonso Pineiro é co­ mo dissemos, u.ma ex­ celente propriedade. Possue sete mil cabe - ças de gado; 7.200 hec tares (duas léguas E C..tnpo). Compreende a Fazenda cinco boa.a in ... vcrnadas, todas dlvidi­ tlas. Na importante en­ tre Marca-Cinco e An­ io, existe um bom e ultil açude. A formos ''Fzen­ da Nova de são Luiz".; banhada pelos rios São Luiz e Piripucu a lhe fertilizarem ns valio - as terras, que s estendem atravea das melhores regiões do,c da dia mais prospera Possui ma.is a F zenda: um rebanho dé égua para criação;10o carneiros, nlgumaa ar tenas de porcos parl gasto, criação de ga linha e de~ pavões. - O Sr. Pinheiro requereu o cavalo ''Ncassar' puro san,. gue, inglês: para ro­ produzir. Este belo a nimais pertence ~ Remonta do Exército. Mas não podere­ mos finalizar esta nossa reportagem so brc a fazenda Nova dê S, Luiz, sem aludir - mos a sua bem trada,. da lavoura e no seu fa.rto pomar de tao saborosas e variadas frutas. E não poderemos, principalmente, quiça finaliza-la sem dizer­ mos aos leitores que bem poucas Fazendas podcrao vangloriar-se de apresentar tantos e to empolgantes en - cantos natura.is como n Fnzcnda Nova de São Luiz. Panora1 ~ verda­ deiramente deslumbran tes P.._odcr ela oferece;: nos a vista cxta.r.iad:... Naravilhosas pers pcctivas, pitorescos e npr nzivc is rcc nntc s e enfim está bem situa­ da a prcvilcgiada. Fa­ zcnd.i do um e splêndi - do conjunto de bc lc - zas e encantos que ma.is a valorizam e a tornam admiravcl. te setor. tação de petroleo A­ qui nesta tcrril. mara,. vilhos etamos cona !ruindo, com paz e harrnonia, o futuro de nossos filhos, 'O Brasil e um Faís qr vni para !rente". Rela Vista e um marco que o povo da terra planta no terre­ no fértil do desenvolvi mente, trabalho é is 7 so, é o queimar esta so, é o queimar esta so, é o queimar eta - pas, e o pensar gran de,. O Brasil precÇ sa de cada um, a Pa tria somos nos, conti­ nue Bc la Vista; o tri lhar é o caminho dÕ progresso, .intcs era a mata--. hoje é o verde das lavouras ... antes era apenas p gado:., hoje . .:. os pe­ cuaristas e stao acro­ dit;:u,do nn agricultura; o Brasil poderá ser o País mais rico do rn.n do se dedicar- se ma. is intensamente ; a­ gricultura. O dinhei­ ro que o Brasil vai arre e ar exportando a.11mentos para um mundo faminto, dará para pagar todas as dücrcnças com impo.r_ Em Dela Vista sempre predominou o catolicismo. Antes chi padres redentoristas vierem para ca, espo radicamente, vinh.l.m missionários que nz ocasião fazia.m batiza dos,1 comunhão e casamentos. Essas so lcnidadcs todas eraÍr. feitas na Prefeitura. Um dos missionários, que nio pode , deixar de ser citado e o pa­ dre João Gripa, pois 3pesar de ter naquele epoca idade bastan­ te avançada, sCmpre deixava belas mensa­ gens ao povo que ia ouvi-lo. Em 1930 vi- ram os primeiros po dres redentoristas pa ra cá. Eram o psdr Guilherme Fec e Pa .. dre Maurício Drinall. Em dezembro de .... 1931 chegavam os pri. meiros irmas que e­ ram: Ir. Maria Hu-. bert; Ir. Bern.s.dete ?­ ir. Roberta. As !grc­ jas da C.incha, Agua Doce e do Barirro Nossa Senhora de Fs- _ ti.ma !oram construi - das juntos com as j ~ cit·adas na parte que se rciere ao ensino. A matriz de Santo A­ fonso, a cada dos padres e das irmãs: foram construidas cm 1934, Notamos assim o impulso que trouxe ram esses religiosos' pa;a. Bela Vista,_ que alem da introduçao r ligiosa, ensino funda­ mental. Em 1968 mais ou menos começou a chegar adeptos de no vas religioes que dia a dia vão aumcn • tando. 1) Qua.ndo vieram o primeiros padre pa­ ra Bela Vista: Os pa­ dres Guilherme Fec e Maurício Driscoll en: 1930; 2) Quando foi construi da a Igreja, casa_dos padres e d As 1rmas. 1934 3) Quem veio _lº, _ o• padres ou as irmas? os padres. 4) Quais foram a, primeiras lrn1âs que vieram? As 1 ir­ más foram, Maria llubert; Emiliana, Ro bcrta e Dernadetc - 5) Quais foram, digo, {uando começou a fur cionar os colegios a­ qui na cidade e noo bairros ? A cscoal bairros? A escola pa roqui_stl Santo Afonso-; to.mhcm chamado de Colégio Santo Afonso, e as escolas s. Gera do, São Patricio c­ s. Clemente são es­ colas paraquiais !un - dadas pelos revcrcn - dos padrres na çon­ Jrcgaç:ao missiona.rio :io Sa.ntissimo Reden­ :or, com o fim de .ninistrar as crianças de ambos os sexos, a lém da introdução ré. lígjosa, o ensino pri­ mario fundamental co mum. A Escola ParÕ qui.tl Santo Afonso - fundado em março de 1832 funcionou provi­ soriamente em prédi­ os .alugados, sítios, ruas 15 de Nobcmbro Ccl. Camissão, No primeiro ano a matri cula foi de 239 alu.:­ nos. Em 1941 a matri cula geral atingis 450 alunos. Em feverei­ ro de 1934 foi funda - da a escola suburba - na são Geraldo, cm Água-Doce (b-3.irro urr pouco a!a.stado do ccn to) funcionando desde o prins,ipio em préd dio proprio, 1935 fun­ iou-se a Nunca-Te-Vi (bairro Nossa Senho­ ra de Fátima) a cso 4 s Clemente, sob a rcgna do prof. Leigas; em 1941, pas­ sou a ser regida. pc - las irmãs, Em 1936 fundou-se a Escola São Patrício, no Bairro da C=cha. C ensino é ministrado nos seguintes estabe± cimentos pelas irmas de são Vicente de Pa lo por auxiliares lei: gos, Em 15 de . Iev,.: reiro d.e 1950 foi fun­ dada a escola paro­ quial Nossa Senhora Jo Perpetuo Soc:o!:_-ro. As prime.irAS lrmÃ.s fundadores desta co­ munidade !oram Ma­ dre Ma.ria ltumbert, ir mã Bcrnadctc_. dC saudosa memoria, i.r­ m Roberta e irmã E mlliana atualmente - rcsi.deindo cm São Paulo., Madre Humber te e irm&Emiliana F­ sidiram aqui até 194., lrma Roberta conti- 1ou residindo aqui até 11945 mais ou menos. IUNO DO GlNASIO DE UELA VISTA Letra do professor Ga maliel Stumf, Musi. ca do llino dos Gram. berinces, Instituto do ensino de Juiz de .0Fo ra, M. Gerais. - Mocidade formosa que :m tudo busca .a lu.z, o valor e o ldcal no gináxio, tua a­ sa de estudo luta sempre conosco contra o mal E:xtribilho Eia avante comp.anhei ... ros :Jcsta terra varonil somos todos o, hcrdcj ros do saber pelo llruil Destes mestre, com muitos carinhos aprendemos a vida a liso pois ser; a estrada o caminho a trilhar com fé e dcvogação Desta terra sagradt com firmeza va.mos pelo trabalho e rgucr a bandeira da arte da. beleza pois querer lutando e poder, l 1 1 Pa.ra a vida futuro preparados vamos todos com fé pacifista tendo sempre em mc te bem guardado_s, . os ensinos do Ginas1o Dela Vista NOTA: Este hino sera sempre ca.ntado objetivando prestar to e conservar a trd çi'o homenageando a campanha nacional de educandários gratuito+ da qual rcduntou Gi- n;sio Dela Vista., at,;. l AI.mente "Escola. de 1e e 2° graus Castelo Branco". Clube Esportivo Dela­ vistensc, fundado em 27/12/1942 Grémio dos Subtenen. tes e Sargento Pedro ! Rufino, fundado em 9 de abril de 1961. 1 Pr.imC"ira Direto - ria Aristides Alv·es de Souza; Vice.Presi - dente Fe rmiano Li - , ' ma; l~ Secretario -Ga / bino Loureiro; 2e se. cretario - Ari Esco J bo.; Ribeiro; 12 Tcoo..: 1 retro - Leonilio sil va; 2? Tesoureiro • Adalberto Rodrigues- dc Santan·a; Orador - polonio Gomca do. Trl,! dade; Bibliotecário -}!{ nataliclo Carvalheiro M 1% Suplente - Vier // se Freitas de O!h"r 1 '" 1 '" } 1 t < t ,. nt 8 d ma. do no tr 'e da ta, gin ' p P Poi, se l . a BELA v,s .. r A: BER·CO DE HEROIS ' - r; 2? Suplente - Ia roldo de Vasconcelos Pinheiro, Conselho Fim cal: Cesar Julião Gon. çalves; Nei da Silva Brum; l<:! vogal - Velo cino Marques Mar. tins; 2<:! vogal • Per. cio Vargas da Rosa; Antonio Euslacho Lou reiro Gabinio; Eli seu Sonres; cé'iio Mar, qucs de Brito, CORREIO orrespondenci vinha a cavalo MElOS DE TR NSPORTE - Jardineira No inicio, os mo­ los de transportes e. ram feitos por meios de carrors de bois, ca valos e jardineira. E~ ses meios de transpor te prevaleceram at-;;- 1922, quando aqui veio o primeiro Ford pe CÊ ao que tabm tarde para a atual'Crg zeiro do Sul" de Cm­ po Grande que além de eficiente , man - tém atualmente 4 cr r os por dia para Jar:: dim e Aq uidauana e 3 também por dia pa - ra Campo Grande, Ponta Porã, i11to' e, 13 Ônibus diariamente :hegam e saem de Bela Vista para aque­ la cidade com grande proveito da popula - ço desta cidade. Tam­ bem o Expresso Mota que vai para São J:au - lo, via Ponta Pora e Dourados, Como ficou dito dcde aqueles tem pos ate nosso a dias, 3 progresso rodoviário c da própria cidade é inteiro marcando uma vida nova para seus usuários que agora em apenas poucas horas de viagens chegam a qualquer cidad circun vizinha, contrastando com as antigas cona­ truçÕcs que tomavam dias de sac rificio. E , o progresso que che- ro que lambem foi de gou na fronteira. nominado: Ford bigode Em vista das ri. pela sua car~teriatica xas existentes 'entre vi da tranamiaaao ser a- zinhos, Bela Vi ata te-: cionada no pedal e ª vc o seu povoamento aceleração por meio retardado. de um,,a pc_qucna ala - Em 1801, o capi­ vança junto do volante, tão espanhol, Juan C.?>­ automovcl este condu - ballero, atravessando zido por juvcnal Pai - 0 Apa, funda O Forte , xo, o pioneiro queda ae So José, a mar ceu a serra de Mara - gem direita, onde HG. caju para estas ,ban- je se assenta a cidade, das e fazia csporaticas ele se estabelccen­ viagena experimentais do com os acua 109 :om passageiros. soldados. Batido a 1e Seguiu- se ~ 10!? de Janeiro de 1802 c R.C. que tambem nes- morto em combate, o se ano adquiriu um p/ forte foi destruído e transporte de Oficiais arrazado pelas nossas de transporte e scusf forças, sob 0 comando miliares. As eslradM do tenente Rodrigue a naquele tempo eram do Prado, Em 1849, Jo chamadas "Carrctein,.a'', ão Gabriel Lopes ff: Na .;poca das chuvas xou residcncia no lu as viagens tornavam • gar denominado Retirei; se desconfortáveis e demoradas, Atoleiros, ,,a 12 léguas do Rio A córrego, sem pontes pa, falecendo, ali, nk e nent-.ur:in especie de que le mesmo ano on­ socorro em regiões tinuou no lugar a sua completamente dcspovo viuva. D. Senhorinha, ada, Já em 1927 apare com os seus filhos, cim diversos propri- todos ainda crianças . t,;:rios de caminhões, No ano seguinte força transportando cargas :,pc paraguaia inyadindo o para o comércio. Foi nosso tcrritorio, con­ pioneiro neste tipo de nossa alma ainda vo reverente Em homenagem tambn a sua gente Bela Vista, cidade Varonil CHIBATA Deus onipotente c Crig dor nosso. 1colhe, benignamente, o Deus, esta homena - gero que te rende a nossa inteligencia mo­ ça, robusta de fé na tua Bondade, grandio­ sa na vontade de fa zer a grandeza, ó Cri ador da terra e dos homens Aumentai, pois, a Bondade, aumentai a tua ajuda, aumentai as tuas bençÕes aos fi­ lhos desta terra que BELA VISTA•HT; quarta-FURA 20 DE JULHO DE 1977 BELA VISTA: BERÇO DE HEROIS cindida; fortaleci nes ta mocidade a fe grn diosa nos destinos dee ta terra, Alargai oa horl • zontea dae noeaaa e•• peran_çaa, O Deus da terra e dos homens; derra­ mei a lua graça, pa• ra os que so qu rem o pem deaaa le• ra e ao quem a paz dos teu filhos, Fazei deema mo -· cidade a gorla do no!_ ao povo, Ó Deus da terra e dos homen, engrandece nela a nos a inteligencia, a g!Ória da tua bonda • de, Engrande pela tua bondade a gloria de Bela Vista, BOITE CORINGA nifica, s expecattives Coram ultrapaeeadae, O povo for pre - parado, durante, !num!:. roe dlae, atraveo ae novena, .pra n reo­ cepção e o contacto com a Imagem Peregr_l. na, A CHEGADA Verdadeira multi­ dão, pode- oe dizer que toda a quaoe totalida­ de da população bela - vlatenae compareceu ao aeroporto local aos pontos de recepçao, a llm de receber cari - nhoaa e afetuoaamcntê, com a mala acentuada fé e de braço aber- toa a Santa Mae da Deus - N, S, de FaÍl- ma, Certo dia, já vai um tanto longe, nea cidade recebeu com en tualaamo a inaugura - ção de um novo e ln - tereaaante lugar de diverso. Surgiu sua primeira -e unica boi te, batizada com o n me de Coriaga. Com o decorrer do tempo foi a boi­ le , ae conaolldando, pois que lograa a­ trair as atençoes dos bclaviatcnaca, nao tar tando multo a que cada um, de per si, ae habituasse as nos aaa reuniÕca sociais-: Passavam a ser rca - llzada ali multaa daa aeçÕea daa diveraaa inalltuiçÕc a exiatcntc a na cidade, Oa acua ahow ou {e ata , pre­ •paradoa de quando cm vez, contavam com a prcaença de aemprc numc roa a e • aaaidua aaeiatencia. Não me• noa lntc re a aantc a e ram os seus baile« rcall.zado, quase sem pre, com intenaa anÍ mação e muita a.lcgr'm. Aaaim o Corin ga Passou a fazer par te da vida da cida - de e no há negar com justa tazáo. Apoa um perío­ do de existência rela tivamente longa e ã­ gradabilissima sur giu a propagada no­ eia de aeu de e apare - cimento a que mui­ tas chegava~ mclhcr prefcri,m nao acredJ. tar; finalmente con - cretizou-se a noti - cia no més próximo panado, Foi pos­ to um ponto final aa suas atividades; dei xou de existir a agr.!. d ave l B oite Coringa, perdeu noaaa cida - de um de acua lntercs aante a ponto a de di:­ verso e alegria, rru capcrcmos que essa lacuna poaaa, dentro cm pouco ser preen­ chida • Demos o noa 110 adeus ao Cor• ga, do qual aomcn - te Wlndaa aaudadea, A CHEGADA DE NOSSA SENHORA DE FATIMA Todoa aguarda • vam, deade a• pri­ meiras horas do dia 18 p. p. , anciosamen te a aprasada hora d chegada, lato t, 7, 30 horas desse dia. A esa hora ja a po­ pulação belaviatensee se deslocara para o aeroporto, A Igreja Matriz ou para aa 1- mediações da residén da do Sargento Ve- núncio (outro ponto de concentração). D~ vido a neblina reinan­ te o avião que con-­ duzia N.S. de Fátima aobrevoou, duran - te algum tempo a cl - dade aem que Coa­ se poaaivel a atcrriz. zagem, no entretan­ to, ninguem oueara .!. bandonar os locais de concentração, onde o entusiasmo era sem pre crescente. Às 11 horas aur giu, j~ no limpido e claro ceu de Bela Vis ta, o aviaão - ta, o avio to espe­ rado, faz.cndo uma bela aterrizgem, sb intensa emoçao sur­ giu a Imagem de F­ tima, conduzida por um sacerdote. que a colocou no andadno.!_ ra reportagem obser­ vou inumeraa e mais diversas pesso as que, e mocionadaa derramavam copiosa e comovida lagri - mas. Todos oa pre­ sentes entraram, _di. go, e.,.ntoaram o can­ tico a Virgem Maria. O povo belavl■ten e já vivia, dias ar te da chegada ge Nona Senhora de Fa-. tima, diaa de inten■a emoção e expectativa. Todo■trabalhavam, c1 o !ulam com todo en­ tu■iamo■e deaprendl . mento, poia o dese jo de pre atar a Vir­ cem Milagrosa uma grandiosa manifestação de fe criata. era ge - ral. A aupreaa. no en tretanto, adviria: ~ mais se observou, em toda a hi■tóHa de■• ta. bo■pltalelra...._terra do Bela Lata, manifesta­ ao to elevada e ma A PARTIDA logo pos, saiu na Ptociaaao com dcs tino a matriz; em lá chegando foi noa - 11a Senhora saudada pelo Dr, Gaatão C, S,u za e, apÓa, !oi o!icii" da a Santa Miaaa ! c!.l■tribuida a comunhac ao elevado número de pessoas, que, eral da diocese de Liria,em Portugal, onde eta F tlma, a aenhora dona Maria Tereza Pereira da Cunha que a 6 ance acompanha No .. a Sen - hora, sendo ainda rear ganl;adorá da peregri':' naçaq. As I4 horas foi a lmagem perebrina con duzia em solene pra:e • wo para o aeroportd onde o povo belavla­ tenae novamente !ora ter a fim de deapedir­ se de noasa aenhora. O ar, João Braba O ar, João Braga pz;_onunciou, ne asa oc!.. aiao, a aegulnte ora - ção de deapedida1 Oh, Maria Vir. gem de Fatlma, Na curta mais proveito­ sa ealadla de voa a a I • magem Mllagroaa en tre nós. Oh Virgem Maria de Ftima tive tes ocasião de ve as nossas falhas, as nossas imperfiçoe, as noaaaa ncccaaidadea. Tudo que voa demoa, Senhora que possa ter algum merlto e obra de voao Unigen!o Fi lho Jeaua Cristo. No. sas o as falhas e p cados, mas, senho- ra, bem nossa e ale grla que sentimos com a vossa visita e noa - a também ser a sau dade que_ficara em ca da coraçao com a voa­ •• partida. Ide derramar n vessas graças a outras cidade a, A dádiva Santa qr recebemos sera dadt aos nos soa irmão s d outras plagas. Esse e o nosso consolo. Pela vossa vista mil ve - zes obrigado, e, pro ta.doa aos poea devo~ ao Divino Filho Je sua Cristo suplicamoã humildemente que ae digne abrir oa cora­ çoe • da humanidade por onde paaaardea,Oh Virgem de Fátima pa­ ra que a Vossa pere - 3:rinação seja coroada :ic cxito e o g cnc ro humano volte novamen­ te para Deus, Em se guida J andira Lourcir2 fez. entrega. de uma flg mula, em nome da mulher bclaviatcnac, a Virgem. Foi cantando o hino da de spedjda, cuja bela letra e o se guinte, A hora é chegada de vossa_partida Adeus mac amada Adeua mãe querida Adeuss, Adeus, Adeus, Ma.ria. Em prantos, Senhora nÓa todos estamos Pelo Sr. _BiPo gol dado a bençao aa ctianç:aa e aoa doentes O. aenho; Biapo de éorumba, Dom Orlan­ do Chave»e outras au toridadereclesiastias que acompanharam a imagem na vista a Bc la V lata. Coelhos de. as clérigos a informa ça,o de que N. S, de Fatima aegulrla para Guaporé, Agre, Ama­ zonas, Para, Mra­ nhão, Piaui e Ceará. l terminando a. pcregri- 1 nação no Bra.■il, a 17 de de:r.embro do come rente a.no. em Fortal!. z.a, donde para outras. p.J'aea. Ale,m do Blapà de Corumba. acompaha­ vam o padre Franci■ co Remoutlez., que a b ano■~ p&Db,e;-- _ -o 1Monsenhor Manoel Mar ao irdca crnDora, Saudosot, choramos Adeus voz dizendo Eia que estamos tristes Orando e ao!rendo Conforme pedlete Que a noa,a aaudade noa seja penhor De, na eler·nldade Gozar voaaor armes Parlta, maa iz;emo• aob o vosso vcu e um dia e staz;emoa convoeco no ccu. Um sacerdote que acompanhava a ima­ gem, tomou-a logo d pola ,:m seu• braço• e apoa dar a bençao a todoa conduziu-a pa ra o interior do av. ão que havia de levar N.S, de Fátima, Ln­ crustada noa cora­ çÕea, Bela viata prea tou a quem bem o m­ rece as maia !lrandiÕ saa manileataçoea dt .é cristã, fazendo jus portanto, aa ben - çÕeo que doa ceua recebeu por interméd dlo da imagem de F tima, ENSlNO No dia 10 de novembro de 1911 foi fundada a primeira e a cola em Bela Vis:: ta, era chamada Ge-. ncroao Ponce e !un - ciona.va onde hoje é o Forum. Na ocasião a casa era de táboe e zinco, A pri - mcira profeeaora foi Eater Silva, que leci nou durante quatro a­ nos sozinha. Maia tarde j; eram maia 3 professores e aaaim foi aumentado o nume ro de professores e ~ lunoa. Em março de - 1932 foi fundada a ea­ cola paroquial Santo A !onso que funcionou - provisoriamente em prédio alugado. Em ..fevereiro de 1934 foi fundada a e a cola su­ burbana São Geral - do em Água Doce, fun­ cionando de ade o principio em prédio prÓprio. Em 1935 fun­ dou- se no bairro Nos­ aa Senhora de Fti­ ma (Nunca-tevi) a es­ cola São Clemente. sei> a regéncia de profes- sorca leigos. Em .... 1936 fundou-se a Es . cola São Patricio na Cancha, Em 13 de fe­ vereiro de 1950 foi fundada a escola Paro quial Nossa., Senho. ra do Perpetua Socor­ ro, Em 1,949 foi íund_!!. do o Ginaaio Estadu­ al de Bela Vista,, que funcicnAva no pre.010 onde hoje é a Dele gaia Regional de En - sino, Durante cinco ano! os profeasores e diretores que era a professora Eater Sll • va, sem nada recebe - rem, a nao er a g tldão doa •eu• alunos Hoje o ginásio mu- dou pra um predite com otimas acomoda • çôes e passou a cha mar Eacola de 12 e zl> graus castelo Bran - co • Temos o curso de e ontabilidade e a e acola. normal, antes particular e hoje faze.!!. do parte da Eacola Ca.! leio Branco. Temos o ·c.urao ae contabilidade e a escola normal, an lea particular e hoje fazendo parte da Ea - cola Castelo Bran - co, Em 1964 crlou-ae a escola de Comércio Santo Afonso que fun. cionou até 1975, poia havendo muitas caco­ laa municlpaia e e ala duala não havia condT çGes de continuar fui clonando. Em 1968 criou-se a Delegacia. Regional de Ensino, tendo como primei­ ro Delegado, Dr, P­ dro J oae Palmierl. .Em 1974 foi criada a escola de l!! grau "A Casinha Fellz"que o jardim da Wancla e opre-primário, es- ta é uma escola parti cular. Crou- se o cu ao Secretariado lam :­ bém funcionando na escola. de i!! e 2grau Caatelo Branco. Em 1976 criou-se a eaco­ la de l!! grau Caateli_ nho Encantado, per - tencento Prefeitura que também é jardim de Wancia e pre-pri­ mario, dando assim oportunidade para qu~ quer criança estudar. Belg. Viata atualmente esta muito adiantada no setor de ensina qualquer criança tem condiç:oes de !rcqucn ,­ tar colégio, pois ha inumeras escolas cata. dua.is e municipais . CONTINUAÇÃO DO ·l!! REGlME'.lNTO DE CAVALARIA Em 29 de março de 1931, por aviso Mi. nisterial !oi reduzi - do o efeitov do Regi - mcnto para dois es. quadrÕea. Em 26 de feverer ro de 1933, por Port~ ria Munisterial, acres ceu o efetivo de uffl esquadrão de mctra..11!!, dores, ficando o regi.. mcnto assim constitui do: dois eaquadrÕea - de Cavalaria e um es julho de 1946, de cor quadro de metralh- do com o quadros d dora. Em 24 de maio organizaço e efetl • de 1934, por decre. vo do Ex-erclto par A •• , to ? 24,287 tol msn- 1946/1947, aprovado, dado acrescer de um pelo decreto lei n •• esquadro de Cavo»la- 2l,1)4 de l6 de maio ria e um Esquadrão de 1946, alter ou de-. extra ficando o regi- nominaço do 19 RCI mento assim constitui para 1? , c. Com A •• do; trés esquadrões guinte organizaçõeuni cavalarla, um equa- enquadrao de Coman­ dro de matralhadora do e Serviços, um os • um esquadro extra quadro de fuzileiros, Em 11 de fevereiro de um eaquadr "º de me . 1939, o {tem XIIII do tralhadoras e mortei­ boletlm regimental n9 ros e u.m pelotão de transcreve o seguinte: canhão antJc arro, O. D. D, n!! 320 de Em 31 de mar9'.l 31 de dezembro do a- de 1947, de cordoca nó lindo, Tranacreve a Portaria MinJaterlal o seguinte decreto-lek reaervada n!! 66 de 27 Decreto lei n!! 1012 de de janeiro, paaaou a 30 de d~zembro de constituir-se de somen 1938, da a denomina - te um esquadrão de !Ü o de Regimento An- zileiros com a denomT tonio Joao ao ah.la! nação do esquadrão !:" !!! R. C, I, ,O preude~ solado do !!! RC, te da Republica consi- Em 23 de abril de 1erando que o no;ne 194 7 o boletim regional Antonio João esta liga n9 93 de 23 de abril­ do gloriosamente do publicou a ordem con- pasado historico do tada em o!lclo n!! 102- 1!! R,C,I, aquartelado A, reservado de ..... em Bela Viata, Esta - 23-3-47 do Exm? Sr, do de Mato Grosao, em Gen, Div, Chefe do E. cujas llleiraa aerviu o M, E, para que o l!! imortal heroi de Dou- R,C, tomasac a deno­ radoa; que contribuiu minação de I, l!! RC , para maior exalação eh Em 31 de janeiro de nome de quem, com 1948 em virtude da Por tanta bravura e espi- taria do exm!! sr. Ge. rito de sacrificio, de- neral Ministro da Guer fendeu o solo pátrio ra n+ 48146 reserva a lazer obra d" patrio do de 24 de dezem - tiamo, de gratidão ni bro de 1947, o efetivo cional e de estimulo da unidade foi novamen as maia nobre virh.1. - te aumentado para o bê dea ,militarea decreta letJm reservado e 2 Art, l!! o atual 10° 4 1942 Três equa­ R.C.I. passa a deno- are, sendo um de minar-ae Regimento matralhadora e !for. Antonio Joo. Art. R reiros, um esquadrão gr:a:z% .li± de Janeiro, 30 de d0,. serviços e um pelot:o zembro de 1938, II 7!! Antica.rro. Em 29 de da Independéncia janeiro de 1949, obede 59 da República. Getu - ccndo ao que dctcrmi­ lio Vargas; Eurico na a Portaria Ministe Outra. Em complemen rial n 1322 0 10!! Re': to a transcrição do d ereto acima, item do gimento de Cavalaria passa a ter seguin- boletim publicou em te organizaçao: Coman vibrante trecho em que do e Eatado Maior E o Cmt., Ten, Cel, Teo quadrão (I., li e Ul) e­ doreto Barbosa ae coÕ Eaquadrâo de Petre . gratulava com o Regi': choa Peaadoa. Em 19 mento por tao acerta de fevereiro de 1955, da detcrininaç:âo de' cm consequência da nos aos govcrna.ntea. portaria reservada••• Em 6 de aetem- 179-136 de novembro ~ro de 1939 o item Vll de 1954, paaaou a ter do Boletim regimental a seguinte organiza - n!! 211 publicado o se o: Comando O Ea­ guinte: Estandarte do tado Maior, do is Es - R. Antonio João. O quadres de_fuzileiros ." +±±. : modelo anexo, com as um esquadrão de pe caractcristicas do ea - '"" tandarte, que é confe- trechos pesados. rido ao Regimento An- Por: Claudia Medeiros tonio João e que de·vc- Maria Claudia. Lourei .. r,;_ ser utilizado confor ;o Pinheiro . Sob a me estabelece o art. coordenação da profea 3!! do dec. n!! 21196-cre sora Aida Loureiro 23/lll/1932. Em 19 de Paea J 1 1 Á._ 1 1 • ,r DELA VISTA-MT: QUART~FEIRA Z.0 DE JULHO DE 1977 TRIDUNA DA FRONTEIRA Getulio Lino e Familia Getúlio Lino Filho GetÚl lo Lino, assinando contrato de publ !cação com a TRIBUNA DA FRONTEIRA. Aparecida Lino Vereador Getúlio Lino. na Câmara Municipal 7 .-s • . 1 ... -s • e ✓,,, - 5 i- ::.. a .!. Parabenlzo o nobre povo belavisten se pela passagem do 59~ Anlversã.riõ de Emancipação Polltica do município, desejando que todos os seus objetivos, se tornem realidade. Espero que,a cur­ to prazo, Bela Vista alcance as metas de progresso. PARABENS BELAVISTENSES •• Deputado VALTER PEREIRA. h BELAVJSTENSE:No v s metas estão sen d, estabelecidas .... ti, ,os métodos estão s. do emp, egados .... ls o é fruto da admi nistraçâo conscien te do prefeito Rube de Castro Pinto ..... Nesta oportunidade parabenizo todos que colaboraram para o crescimento da Prin­ cesa do Apa. Dep. HORÃCIO CERZOSI MO. Ao cumprimentar o povo desta terra cujo nome está gravado nas páginas de nossa história - pelo heroismo, pela de deicaçao - almejo votos de prosperidade e harmonia - prosperidade há multo desc Jada - harmonia para que todos possam sufrulr do bem comum. Deputado SERGlO CRUZ. BELA VISTA-MT; QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 TRIBUNA DA FRONTEIRA João Victor Vaz Cuimarãe1 Faz.e11cla lpane1110 "llurrlnho" - mascote da FAZENDA IPANE/IA. H5 vinte anos acompanha o sr. João Vic - tor - na foto - montado por Glorgia - ne a. do Sr. Jo5o V1eor. Zely (filha do sr. João Victor), Antero (genro) e as netas Glorgla e Otávla em companhia de uma amiga, na BOLlVIA)'. . 1 • , , ,, / ! ) !' Otâvla - neta do Sr. João Victor - apre­ sentação no Teatro Glauce Rocha Ballet- (lsadora Duncam" - Otavfa é a neta "ar­ tista" na acepção da palavra. Vista parcial da Fazenda Ipanema. . • • "lc. . - =n? , ° itf·•(J,,!, ........ '· .. Touro de raça da Fazend~ Ipanema. ..:... rt 1 u.-- ,,[ S,. Jro Vi cto, _ V"..'....'.:'."."ã" e Doa· L il a l, 1 í / ! Otãvla e Glor9ia, na Fazenda Ipanema. Sr. João Victor, Dna. Lila, Toninho 'larinlce, na sede da Fazenda lpanena. • "'-· ✓ Antero, Zel y, Otâvia e Glorgia. " d m r, e, p, "" i 1 ! ' t 1 ,l ! t 1 eo Ce, "s ee "' 4o 1 e, nãc de, rlc un, Pes cor vo ., ta rn de na' p i ' da. bi8 te ... da 11 .... 't de N ª' d na dei, eu ao Do me e lhe te Qu, or te tos ro " co,, 1 •• ele Rei ap o .. , tr da ta, vo', deta ts do BELA VISTA-MT: QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 ' TRIBUNA DA FRONTEIRA Mário Mendes Gonçalves Cópia da carta-relatório dirigida aoExmo.Sr. General José PessôaCavalcanti em 1o de Outubro de 1938. ' ' Campanário, 1% de Ou tubro de 1938. Em? Sr, General Jo­ ,é Pessôa Cavalcantl oo. Comandante da 9a Região Kllllar, CAPO GRANDE Ninhas respeitosas saudações. Permlta•me V.Excla que lhe venha eu rou bar uma hora de te; po, ara, rebatendo, calúnias assacadas por uma dupla de ln desejáveis contra a Companhia Kate Laran Jelra e a pessoas ã ela l lgadas, às qua• Is me prendem laços de sangue, restabele cer a ultraja vera­ do, Devo, prcl lmlnar - mente, afirmar a V.Excla. que, não o· bstante aqueles la­ çOs e a minha situa­ ção de acionista da aludida Companhia, venha trazer o meu depoimento revestido da máxima Imparei ai 1 dade, e, somente anT mado pelo desejo de deixá-to estrito em poder do Eminente Pa tricio, cujo Julzo ã respeito dos fatos - em apreço, sobremodo preso, por seu lado mor a 1. Antes de tudo peço permlssao para, em breves traços, anal.!_ sar às pessoas dos pnladlnos dos lntc • teresscs naclonaes"= contra a Companhia. fronteira, aqui des• de logo aliou·•• com Batl•t• de Azevedo , seu slml le pela ambl ção e pelA ausência de escrúpulos na ese colha de meios para adcançar o fim, que outro não era,senão, os cofres da Empresa • a conquista de po­ slçÕes. De mãos dadas,lan çaram-se ambos con': tra a vTtlma escolhi da. apregoando em tÕ dos o, quadranteS que esta retinha cri mlnosamente bens pa­ trlmonlaes do Povo, cu Ódio açulavam conra a mesma,apre­ sentando-se como ver dadeiros Messias,en­ vlados por Deus para slavação da oprimida população fronteiri­ ça. No desempenho de~ se papel, promcten ram partilhar entre" seus Ingênuos adptos o patrimônio da Com­ panhl&, 1nlc1ando as sim a execução dG mal compreendido programa comunista , de assalto ã proprle dade. Para melhor eT cenação, requeremos a granel por com­ pra ao Estêdo, ter - ras, compreendidas no arrendamento e tão em vigor com a resma Companhla, e de sua particular propriedade. Esses requerimentos custa vam sempre, algo ao requerente, das so­ bras vivia o defe~ Do primeiro, pou­ co tenha a dizer. E Geraldo Rocha, o "scrot 11 trl stemente, celebrlsarlo no regl­ rnen pessado, por su­ do aventuras Rocambo lescas. Agora o que não chego a compree~ der é que si as auto rldades máximas de um Pal s devem ser pessoas dignas da confiança de seu po­ vo pela correção de suas atitudes, assim também s Direção,Ge­ rência ou proprieda­ de de qualquer Jor - nal, sõ deveria ser permitida mediante lndlcânclo rigorosa obre sua personal I­ dade. Po Is, sendo S.!_ bido que grande par­ te do povo orienta-­ se e segue a mental.!_ dade do Jornal que ê, como compreender um Geraldo Rocha,Ol­ rctor prorrletirlo de Jornaes1 .•••• _ Do segundo,porem, Neura Carneiro que ainda este ano, vin­ do a campo Grande e, naturalmente, Julgan do-se com qrandes culpas, dirigiu- se ao Coronel Algcmlro Oornelles, Inteira - mente omandante da Região, sol1c1tando ... lhe garantias duran­ te sua permanência a qui no Estado. Este Oficial, provavelme~ te sabedor dos fel - tos de Noura Carnei­ ro nesta Cidade, ~­ conselhou-o a dclx•• le dizendo-lhe ser ele indesejável na Região. [ desse, que apresentando-se sob o disfarce do mais siblo cspirlto de Pa triotlsmo e de soli­ dariedade com o ''És­ tado Novo'', que de• vo', ocupar-me mais detalhadamente. Esse lndlvlduo,ten do surgido nesta das malhas da Justl a, que o envolvla polo delito de homl· cldlo, fez sua 'reen tré 11 no Sul de HatÕ Grosso, para, por ou tros processos,reen­ cetã-la, como legitl mo herdeiro do ódlÕ e da desmedida ambl· ção de seu malogrado companheiro da trls· te aventura. Sem mostrar-se de sonlmodo ante o deS~ moronamcnto de seus 'gigantescos caste - los' com a tenoclda· de própria dos gran des criminosos, for- sor do povo ... Assim agindo, ti nham os falsos de fensorcs do Povo, G certeza de que a Cofflpanh I o opor-se Ia dentro dos nais rigo rosas prlnclplos de direito, ao assalto, ao seu patrlmõnlo, neutral lzando os es­ forços dos ;issaltan­ tes.Sablam absoluta~ mente tnõquc a ,ua ação, nas saia ta bem qúe, com a defe­ sa da Companhia, ob­ te Iram argumentos para apresentarem-na aos olhos Interesse.!_ ros dos pretendentes a seus bens, como a­ çambarcadora e tira­ na de 1nsac1áve1s prctcnções e para apresentarem-se como protetores desse me~ mo Povo, cuja boa-fe laqueavam Tal campanha pro- 1ongou-se até 1924, quando, em um verda delro duélo, a luz do dia e na prlncl - pal via pública des ta cidade, foi morto o Dr. Batista de vedo, por meu lrm,10, então Tenente e hoje Capitão Heitor Men dcs Gonçalves, fato esse de que tratarei ao dissecar o memo ria'', dirigido por Neura Carneiro ao cotendo Conselho Su­ perior de Sgauranca Nacional. Esse lamcntivel ~ conte.cimento produ ria suspensão da ca panha contra a Coma nhia, els que, com a morte de zevedo,/ou ra Carneiro deixando 0 cargo de Yromotor da Justlca,que exer• cla em Bela Vista transferiu-se para o Rio Crande, de onde em 1930, tendo- se desembaraçado ali, Jou e procurou exccu tar novos planos. - Percebendo, com a Intel lgêncla de que Inegavelmente dispõe que a campanha comu nista estava sendo e nerg lcamente real lz~ da no Brasll, a ela dedlcou-se,vlndo em começo de 1932 a che fiar o levante dê forças armadas em se ':':° Companhia, nesta Co- marca, comandado por seus delegados Sln - durpho Garcia, afama do caudilho paragua­ io, e João Ortt, da mais ttlste cetebrl• dade, ambos, no vlsl nho Pals e neste Estado, que sempre devastaran, deixando de sua passagem ras­ tros de sangue e de miséria, Como se vé, ado - tando novas normas de ação, não esqueci ra Neura Carneiro o seu velho ódio à Com panhia Mate. " O que era o plano do movimento chefia• do por Moura Carnei­ ro e fracassado gra• as à ação enérgi­ ca do Ex? Sr. Gene­ ral Klinger então g mandante da Regiao, facilmente conhecera V.Excia. revistando' o archlvo da mesma Repartição. E de pública no torledade nessa Cid! de, Ex? Sr, General que figuravam, cm primeiro lugar, no ludldo plano, o as­ salto ao Banco do Brasl 1 e estabeleci­ mento pÜbllcos eco­ merciaes com o objee­ tivo do saque, e o estupro de senhoras, e donsctaa que seri­ am entregues, como prêmio, aos soldados vencedores. Para Jut gar-se da monstruoso dade de toura Carne ro, bastará lembrar­ se de que, ate as nu merosas crianças que recebem educação no Colégio das Irmãs de Caridade nessa Cl dade, estavam destj. nadas a partilha en­ tre os soldados, co­ mo prêmio 11ao seu va lor', - Abafada a inquall flcavcl fntentonã Neura Carneiro fugiu covardemente, e,quan do, ma Is tarde, foT capturado, procurou negar sua responsabJ 1idade, não obstante todas as provas con­ tra ele assacadas,Re metido para $ão Pa,­ lo, all encontrava-­ se preso, quando ex­ plodiu o movimento de IH2. Coro a vltõ· ria das força, lega­ is, foi posto em liberdade, confundi• do com os presos poe lltlcos, e, tal ar• dor demonstrou pela causa vltorlosa,que. parece, conse.uglu tornar esquecidos se us crimes em HatÕ Grosso. E Esses crimes ti veram graves conse quinclas, quais as da morte de quatro sagrgcntos e de pre­ Julzos ponderavels nos edlflclos dos quartéis de Campo Grande e o de nume­ rosas mortes neste Hunlclplo,além de graves preJulzos oca slonados à Companhlã e a particulares pe­ los Incêndios e sa• ques praticados pe­ la horda chefiada por Slndurpho e Ortt .. -. Removendo-se, en­ tão, para o Rio, fun dou alf Houra CarneT ro, o 'Avante', Jor­ nal de chantages e propagador de cré - dos subversivos que a Policia da Ordem Públlca e Soclal,fez fechar. Envolvido no gran de movimento comunlS ta do Rio, consegulG ainda escapar ... se por falta de provas de sua culpabilidade. Sem melo de vida, ou ponto de apoio,pa ra nele equl tibrar se,voltoua triste herde novamente as suas vistas para a Mate Laranjeira,unin do-se a Geraldo Ro cha e recomeçando contra ela e seus di inf orne retores I a campanha, esperando, talves, que suas l­ tlmas lhe comprassem o silêncio. Falhando ainda esse golpe, mu dou de vitlca, e,ma"n comunado com Gera1- do Roe: ha e outros I n dlvlduos de seu nl ~ vel moral,surglu das trevas, fantasiado de grande patriota mostrando à Nação o 'grande crime que contra ela se ameaça levar a efeito, com a pretendida reforma do arrendamento dos ervals de Mato Gros­ so', e, ao mesmo tem o, para maior segu­ rança, fez cora que seu apaniguado Nano el Azevedo, sobrinho do falecido Dr. Ba­ tista de Azcvedo,re presentado por cle7 inclasse, no foro do Distrito Federal, uma ação contra a Companhia, para dela haver a soma de mil contos, de Indeniza­ ão por suposta làoo ração de erva en te ras de sua proprleda de, que, aliás e 41 to de passagem, não conseguira vender por 50 contos, ape­ sar dos esforços que para ta 1 empregou.,. Releva esclarecer que Geraldo Rocha co mo intermediário pr curou à gerência dã Natc, para propor-lhe. um acordo,em conse - quência do qual,a e­ xigência de seu con­ tribuinte ficaria re chassado. - Como poderá con­ cluir V. Éxcia. o objetivo Único• dos ''puritanos' acysado­ res da Coppanhia Na­ tc, e extorquirem - lhe dinheiro, por qualquer melo, vindo de tempos com tal ot Jetlvo, prparando o ambiente Nacional e chegado mesmo a [m­ pressionar parte do Egrégio Conselho de Segurança Nacional,~ fiel••• do nosso E­ xército e altas auto tidades, tocando na tecla senslblllsslma de nosso acendrado Patrlotl smo:.,. Apresentados com as cores reis os au tores da campanha contra n Nate Laran­ jeira, pretende em seguida demonstrar a enormidade das ca- lúnias contra ela assacadas. Nada direi sobre as acusações veicula das por cogumelos dã Imprensa Carloca,por estar certo de que nenhum homen de bem de minha terra derã apreço às dlstrlbes desses tarrafadores de niqueis, de cu­ jas arremetidas, so­ mente por Informa· çôes tenho vaga cin ela. - linitar•se-ei,po• Is, a dissecar o ''me morial', ou que ne­ lhor deaomlnação pos sa ter; dlrigfdo po7 Moura Carneiro â Co­ lenda Comissão de Se gurança, ao qual jã me, referi n que seu autor distribuiu em fo 1 he tos. Na segunda página desse folheto,encon­ trase, em vistosos tipos negros, a se .. gulnte Inscrição: "A Nemórla de Batista de Azevedo e João Ortt que a Mate La­ ranjeira matou". Essa dedicatória estampa, cm tocJa sua hediondez, a prever­ sldade da alma de Moura Carneiro. Hão há quem lgno­ re, no Sul deste Es­ tado, pe I omeno s, co­ mo decorreu e quais, os protagonistas e os precedentes do la mentável episódio que custou a vida o Batista de Azevedo Este tresloucado mo· ço. não darõ pelo terreno das retalia­ fÕes pessoas contra todos os que desta eran amigos, e, prln clpalmente,contra oS que eram portadores do apelido Mendes Goncalves', Por aqu le tempo, Heitor ne­ nhuma ligação comer­ cial tinha con a Com panhia; Oficial do 1'. xrcio en serviço a­ tivo, dedicava-se ex clustvlamcnte e com todo o ardor, aos ln teresses de sua ela$ se. Ponta Porã erG então agesrnecida por um cor cingente de PoJicla Estadual e um pequeno destaca mento do toe R.c.1.A uele, sob o coman­ do de um Tenente de sua mllic1a, lnsuila do·por Azevedo, cm' pleno estado de rebe ião durante o perT do de eleições,ame­ ava a Cidade de de­ predações,tendo de sua sede se retira­ do para os subÜrbtos onde mantinha-se em atitude ameaçadora. Heitor, con o prôposlto de passar uma temporada conos co, seus lrmãos Ra-- u1, Leonel e eu,cone segue no Rio vir ,o­ mandar o destacanen• to de Ponta Porã até então comandado por um cabo ou sargento. Sendo Já o comandan• te do destacamento , por ocasião d•• elel ções,não era possl - veJ concordar com essa manelra barbara de fazer polltlca,ln fel Jznente então nuT to uzada no ~cu [stã do. Pôs termo à ree 1 Jão,que punha e choque à tranqull Ida de das farll las,pren 7 dendo os reherdes in cluslve seu comanda te. Desse fato pode­ rao dar atestado a V. Exia., os então sarentos e hoje Te­ nentes comissionados Jesuino Ribeiro e Heitor Pereira, que atuAlmente estão na sede desta Região. Explorando es5e gesto de disciplina, e viclsmo do Heitor, entrou Batisa de A­ zevedo a lnve5t fr contra ·a sua honra de soldado,chegando' a dlrlglr•lhe pela imprensa o supremo Insulto de afirmar que ele desonrava a farda que envergava. Tal situação, trouxe para o ofendide a Justa sol ldarledade de toda a oficial Ida do Eguadrãoque para aqui, foi em s:guida enviado pelo !Of R. C.I e 11? R.C.I.pou­ co depois creado,com sede nesta C Idade, e para cuja creoy-., nulto concoreu Hel-­ tor, com sseus ll!!S­ forços e prestigio 11111 tar. Dentre os Oflclaes a que venho de refe­ rir-me, recordo- nie bem dos nomes dos então Tenentes Slmas Enêas, Jose de 01 l - veira Monteiro, hoje no 10? R.C.I, e Ame- r l co Gonçalves Fer­ retra. Hesse esta.do de â nlmo foi o Reitor - :: z2,° z2:t dente da RepGblla, pedido do Presidente do Estado, e por in­ s lnuação de Batista de Azevedo. Regres - sando a esta Cidade, dois anos depois,com llcença,qulz a fata­ lidade que se defron tasse com Azevedo: que mantinha atitude provocadora,na Rua Internacional, em frente a uma farmá­ cia onde aquele en - contrave-se e onde este, ao passar, a­ vistando seu natural Inimigo, parãra. Deuse, ±ntão, o Jncvltivel. Ambos es tavan armados, e, sa cando de suas ar­ mas delas uzaram, travando-se entre e­ les rápido duelo, do qual resultou a mor• te de Azevedo. A atitude do Hei­ tor teria sido lmlta da por qualquer seus colegas de far­ da, els que viam to­ do, em Azevedo. o ln sultador de sua clal se. O que affr-mou. fl cou sobejamente pro­ vado no foro CivJl e Hllltar perante os quais respondeu meu lrnio, sendo julga• do não culpado. Como vê V.íxcla,, fxcm? Sr. General, o motivo da tragédia foi de ordem toda particular, Ou ane tes, mllltar,senrlo A Companhla #ate abso- lutanente alhela a seus Incidentes e desfecho, que em na da de s lu uar., o "º"'"' daquele meu prezado irmão,que, a meu ver Ju1tlflcarla o gran de insulto recebido se outra atitude ti­ vesse assuMldo, De­ fendendo sua ~onra r.d)ltar cruelnente ui trajada, desagra - vou, lgualmeritc, a honra de sua classe da qual mostrou-se digno, como sempre. Batista de Azeve• do não (oi assassina do, cono monstruosA= mente afirma o enér­ gÚneno Moura Carnei­ ro, e, muito menos, pela Companhia Ma­ te. Morreu em um dué­ lo leal e esperado , ãs mãos de um ofici­ al de nosse Exérci­ to e esse oficial, quíz o destino que fosse o meu irmão,co no poder ia ter sldÕ outro qualquer, da­ dos 05 motivos que o ocasionaram. Junto certidão extralda de um Jornal da época. Esgotado esse as­ sunto, passemos a João Ortt, a segun­ da vltlma Imputada à. Companhia, Esse Individuo. a quem aiacima já fiz referência, foi as­ sassinado en março de 1936, na vlslnha cidade paraguaia de Pedro Juan Caba 11 c­ ro, pelo comercian­ te leo,Jndo Batista, por questão lnteira­ aente particu1ar,con soante à detalha<Ía narração que do ca­ so fez "O Sul', sjor nal local ao tenpo ê" xistente, que junte certidão da parte rc ferente ao crime. Devo acrescentar que o lndgitado crl­ minoso, nenhuma liga ção, nem mesmo dê amizade, mantém com a Companhia. E mem­ bro de abastada famí Jta de comerclantes7 e industriaes, que exploram uma área de cerca de )O léguas de ervais, sem a m{­ níma dependência ou comunhão de interes­ ses com esta, áf3s­ tando assim, por com plcto, a hipotese de que tivesse, de qual quer forma, influe­ clado o crloinoso. Pelo que ficou ex posto, é sobejamente conhecido e estarei serre pronto a pro­ var, aval larã V. Ex­ cJa., a crlmfnosa ou sadia de Noura Car - nelro. Passo agora a exa ninar os artigos de seu Libelo contra a Companhia. despre - zando aqueles en que seu autor faz oein literatura, procuran do demonstrar erudl ao, para somente re ferir-me aos que poS sar:1, tnterêssar. por' trataren de fato, concretos. Na parte prel inl i TRIBUNA DA FRDHT[IRA DELA VISTA.MT: QUARTA-FEIRA.20 DE JULIIO DE 1977 Cópia da carta-relatório dirigida ... nar de seu MAthlavê7 llco trob~lho, Hou­ ra Carneiro procura Insinuar que o con - trato de arrendamen­ to dos ervalt de Na­ to Cras,o, em 1B89 e 9S, representam o fruto de ur1 "calT!bllla cho'' entra os lrm~oi Hurtlnho,cls que en­ tregu9ou à ompa ·­ nhlo "todo o antigo Hunlclplo de Ponta Porã". Se a rcpu ta - ção de Joaquim Nurtl nho. francisco MurtT nho e Ht1nol!I Hurtl - nho não dlsponsassem qualquer defesa con• tra os botes dJs vf• bras traiçoeiras, no caso cn apreço, facl• llma tornar-se-ia sua defes11. [r, 189~ e 95, hu• F"'ananente lmposslvcl teria sido a qual­ quer governo entre - gar à Mate Laranjcl• ra o 11 Nunlclolo de Ponta Porã 11 , pela sinpllclsslma r,1-- zão de que tal munl­ clpto sonente crca .. do cm 1912. não ~­ xistia. - o que o acusado! procura imputar i) Companhia_como crie de ltSi) Patrla, e, antes, um de seus muitos atos de ben ncrêncla. Os atuais Munlclplos de Ponta Porã e Dourados, e­ ram na Cpoca rofcrt­ da, sertão bravio que soncntc ln!cgrou se à clvll lzaçao e ao Prog~csso,pclo C! íorço gigantesco da ~ate laranjeira, pe­ la energia de seus diretores, a que o &ra,11 deve a convc~ são do deserto en cidades florcsc~ntcs cono Porto Murtlnho, Ponta Porã, CanpanS­ r lo e Cuaira e nune­ rosas povoações que prospcran sob o ln­ f 1uxo benéfico e c~i ador da mesma o que en sentido pejo­ ratlvo d1z Ho11ra Car nelro cn sem "menorT a1 'Não hã dvida que por taes serviços prestados à prosperi dadc de Nato GrossÕ a memória dos três lrr.,jos (tturtinho) sõ pode ser reverencia da por quantos nourc Jam nos dcscanpados7 sobre as scrrras si! nlílca a única vcrda de contida cm seu Desta forma so tKér,lto,ot mais asslnalados servi - 0s que poderão ser atestados por toda a oflcal ldode que por bSta zona tem passa• do, O fato arguido pe lo gracioso ocusadoÍ de cnprcgar a Conpa­ nhla grande número de Paraguaios cn se­ us trabalhos, não o contesto. Antes o conílrno, nâ_o encher gando, entretanto, Õ porlqo de tal • fato decorrente. Nenhum outro tra• balhodor extrangeiro adapta-se aos nossos costuncs e radica-se entre nõs, 'º"'º o Paraguaio, Nenhum ou tro, como ele é obe­ dlcntc e dlsclpllna• do.Ncnh um outro co mo ele é amigo dedl~ cado de seus patrões Moura Carneiro, se fosse capaz de um gesto nobre, poderia atestar que, quando, ,umerosos paraguaios e alguns brasllelro, a seu nando, cheíla dos por Stndurpho e Ortt atacaran os de­ partanentos de l.lbo ração de erva da CoM p,1nhla,os prlncl - rosa porem-se a es­ sas depredaçoes fo­ ran os peões paragoa 1os da Conpanhla! - Ademais. som!:ntc o peão pardguaio,crl ado nos trabalhu dos ervais, os supor ta nesta zona, ondi todo erva) silves - trc encontra-se stou De 95 par..l c.i foi o contrato de arrendamento reforma do por du3s vezes e~ 1916 e l926,com ct3u ~ula, riodif lcadlll de' acordo com as cond1- ~Õcs do mor.iento. Na última reforma. por cxcnpl_o, flgur.1 ol :ondlç_ao de poder ser o contrato rcs - cindido apôs seis a­ no, de .,, lgor. Todas as reformas fora~ precedida, por editais amplamente dl.,,ulgados, sendo que a Gltla ftol ncsmo nas RepÜbll - cas Argentina e Para guá Ia, ser., que outrõ qualquer concorrente ap4reccsse. o que ,lgnHlca cl.lrar.icntc que a concessão rese pectlva, não o 11 P3nam.i" que se p I n- selo de natas vjr­ gcns. cono V.Cxcia., te•t oportunidade de verificar pcssoal~cn te, os estabeleclmeii tos da Hatc Lar,1nje1 ra, são gcnuinanent"e Brasileiros. Neles, os cargos de d Ire - ão e administração, são en su,1 quasl to­ tal idade, exercidos' por Nac lonacs.. Cm Canpan5rio,co­ r,o cm Gu;:sir.1, viu V. Excia. escolas Bra·­ ,,tclras, ccrto1mer1tc nals efl~lcntes que .ll ístadoaes das vi· tinhas local Idades .. Teria observado a - xlstêncla dos únit9) hospltacs que se cn­ contr.lm no Sul do E.s toldo, a I én dos de' Três Lagoa,, Canpo v'ande e Corumbá. A ~iglcne ê rlgoros,1 - ncnt~ obscrvadll e o Sagrado Pavl lhâo de nossa P.itrla neles trcnula, ,1flrnando bcnalto a Br.-.slllda de da Companhia tt.-.7 te. Nenhum dei l to o­ corr Ido n,1 zona dol N,1te (e são rarissl­ nos pela disciplina al I lr:ipcrantc) fica Impune, eis que os crlnlnosos s5o Imedi atolnente entrcguesa Justlc..l-. ta. (, .lntcs, un ne­ gÕ=1o que somente po de dar e d resulta­ do, graças ao esfor­ ço Intel lgente: dos que o dirige~ e o•­ dron I tan. Rcfcr1ndo-sc ao fantasma do perigo à defesa de nosso território frontel•· riço, coque dlt Nou ra C.-.rnclro lmport.-.'r o contrato com a Ma­ te ,demonstrou ele, r.,.a 1 s uma vez, Meu à­ nino de caluniar,eis que aqucl• CoopanhlA mesma antes de sua naclonallzaçio este• e sempre ao lado do Caverno Naclona-;;õi, ":..7":: Brasil e a seu brio- no Ido• pelo, dlver••• dependências de tra• balho e dl,lgldo< pe lo Dr, Ra(oel BandeT ra Teixeira,hoje da Conlssâo de Limites coto Paraguai, Fo­ am recebidos pela Companhia com o fir­ me desejo de adapta· los a seus diversos scrvlços, Baldados porén, foran os es• forços. Talves por não te(tn sido educa dos no trabalho,a ttã te não conseguiu rc7 ter esses eleren e tos e c.onvcnceu· se nals una vez de que devia, corno faz • .,,a • ler-se de rlemcntos da Reg Ião e I ncorpo• rar pouco a pouco,os trabalhadores doo­ tras pr,,cedinclas que por aqu1 apare­ cem espontaneamente, tm Guaira, como V.Excla. verlflcou,c xlstc o Comando Na~ v.-.1,.lliD de un desta camento da ol lcla Paranaense, chefiado por un 1~ lencnte. con o cargo de Dele­ gado de Policla, um Gu.lrda Aduaneiro ~es t.-.cAdO cn Por to Nen"':' des, cartório de Re­ gistro c1.,,11, flsc.-.­ cs do fstado etc, [m Camp.lnârlo e iualra. encontraC"t•Se, estações r•dlográfl­ cas a cargo de 1nfe• rlorcs do ExCrclo Nacional, N,1 frotllh,1 panhia Mate localizo ao sul mato,rossens encontrar dezcndS de congêneres semeadas, cn todo o solo dc nos!.o Palsl A prÕpr,da Regi­ ão NI 11 tar, a dcspcJ. to do apelo oatr-ltl­ co que faz aos Nato• nogrosscnscs, Jamais conseguiu preencher os claros dos Quar­ teis, não obstante o rigor das LCls con - tra os'lnsublmissos, con os r 11 ho s do [ s • tado, tendo de va­ ler-se parad tal fir de soldados procedrn tcs de outras Unida~ drs do Bras 11, que ao trminarem o tem­ po de serviço, dcs • pnrezando às riquezas de Hato Crosso, re· gressam aos Torrõcs­ Nalolis, salvo raris­ slnas excrpções. Se tais argumenr tos fossen Insuflei· entes para a denons- tração d.l tt!:sc que sustento, dois ou- t ~. de IMportâncla capitil..1. posso aind,"I aprcsenttlr a V. Ex­ c. ia. Tendo sido a Com panhia Mate naciona llzada, cono foi, a ninguêm é iito di­ zê-la extrangeira, e, mesmo que assln n~o íosse nenhum pc­ riao oferecia à Scou rança Nacional, eis que, em caso de ctou -• Carneiro dlrlglu; ao General Goês on tclro, afirma que a #ate Laranjeira mah­ tém carrctclra,- dlrc tas vindas da Argen­ tina, '1114 Paragu.ai •• fnr 4:tanto, co.-:o nos mapas não figa ram estas estradas-e, ser la acertado, que o Estado Maior do E­ xêrclto convidasse 4 quele senhor com "vaqucano 1 ', a lndlci• lo. Esquece se ele, seguranentc de que cais estrados dite - tas scrlan lnpossi .. veis, pela lntcrpos_!_ ;ão dos rlos Para uai e Paraná, Acusa o dcnol l • dor Moura Carneiro à 2:::1." '..+: calünla lnsustcntá • vel. A extensão de uas propriedades, nas zonas cn que se encontram, onde 4u?' quer fazendeiro é proprietário de was tas extensões de ter ra. não pode ser con siderada latlíundl.i~ r J a. partia somente te concorrido para o melhoramento de tals condições distrital do anualrent~ no Nu­ nlcfplo,cerca de 10 m[l tontos, a quare to ~onta o cuttêlo' de seu~ serviços. Ponta Porã. que foi prlnltlva~ente povoada por gente paupérrima, santa hoje grande nunero de pessoas ricas e abastadas,sendo fato irrecusável que a situação da quasl to tal Idade destas, foT conquistada ao servi ço ou corn o tafef dessa tão "indesejá­ vel", CoMpanhla 11<1• te Laranjeíra. Neste "unlciplo nao existe miséria .• Todos os que aquT .,,1 ven e labutan encon­ tran justa conpcnsa­ cão a seus esforços. Se a Conpanhla, pretendesse tornar- se atlfundlârla, ".! A Conapnh.t n.io do mais fácil ser explora seus ser.,,I • lhe-la, que O ter çaes. o trab.llhador comprado as terras braçal nesta Cl"'a - que ocupas quando o de. percebe o salâ .. Estado as vendia ª rio de 6$000 ~ 800 ris por hectare en que trat,alha,a 5c co. Ó nenos rerrunera do peão da Campa - nhla ganha 100~000 • por n~s ã venda de• p t,cncflada, o que é feito na Repj bl lca Argent lna, ou seja, pt!:la "lndüs - trla Argentlna 11 • Q.uon to ã 11 enorril dade" da árco a rren­ dada pela Conpanhla, torna .. sc nístér u"a exp1 lcação. Essa á­ rea nio exeedc de un terço da região er­ vatelra do [St.ldo e mais d.1 sua Mt!:tadc é conposta de campos qJc a Conpa11hla so­ mente arrenda, por­ quê estão situados entre os terrenos de crvals. não convindo àquela perr.iltir, sem prejuizo da dlsclplJ. na que precisa nan­ ter, sejam ocupados por estranhos. Esses cnmpos,são aproveitados pelos ''rancheiros'',,para plantaçoes de ccrea­ ls,cujo produto e pregan na nanutençao de suas turmas, ver dendo o rcmanesccn· te à própria Cor-a nlt Ia. t alnd.l de no - tar-se que a Compa - nhla, lntercssadA e~ no ê pelo conserva ção dos ervals que lhe sio ar-rendados muda anualmente a zo na de SC!:uS trabolhoS só podendo voltar a trabalhá-la três a­ nos depois, de aeor• do com a clãusula de seu cont cto coo o Estado, o que não é. observado pelos de­ mais cr'ilatciros que. trabalha seguidaer te seus ervals,o que rcdundarâ em conver­ tê-los, dentro de g uco tenpo ,eo ca~­ pos sãfaros. Rt!:Ícrtndo•se ao Éseudalo da Prorro- 5ação', diz o "patrd ~ta raflnêc 11 que nao se erg ve face ia Segurança Macio­ nal e das mlseravc­ ls condições de vida da população de Pon­ ta Porõ, a renovol - ção nos dias que cor rem, dos arrcndaaen­ tos da "ate LarAnJe! ra', 'luero dcl'.10nstrar a lopreccdêncla da r.sserçio. Pelo prisma da Segurança Naclonal,~ 114s perturba por mais da uma vez pelo acusador, a servlo da )a. lntcrnaclo• nal, J3 deixel pote te a Jne1tlstcncl• de suas razies. Em referêncla às condlçÕe1 de vida era Pont• Pori que aflr­ na o mesno sercn ml­ seráveis, posso ase severar, desafiando, qualquer ,ontestaçio honesta, que a on- O que naquela Re públ lca sucede com o mate, observa- se cm nosso Pais, e por força de lei, em re laça0 aos produtos a qul lnd11,strlal lzado'i' de materla prlna 1m• portada. Multo a p~~ póslto, ler.ibroo tri­ nho de intormar em Qrio da RepúblicaAr 9entlna. é no Br.as11° bcnt!:flclado e vendi­ do coro produto da ••lndüstrla Naclonal 1 .' Tudc quanto ve­ nho de Informar em rela«ão aos serviços, e ct,ndlções de vida nas dcpt!:ndênclas da Conpanhla Mate!:, tt!:n sido sobcjolmcnte ve­ rificado por alta> patentes de nosso E­ xêrclto e numeroso .. Estadistas Civis.que as ten percorrido. 1 Ainda eo-19)), quando no Com4ndo da Região o Sr. Ccneral Newton Ca.,,alcancl.cn tio Coronel, nandoÜ S. Excia.,.por duas vezes e cm consc • quCncla de denúncias recebidas contra a Nate 1 ocupar ~llltar mente todas as de7 pendências da tompa· nhla, lncluslvel os ranchos de crvatel • ros e portos de esco amento de crvais,por (orças mlllt.lres sob o comando do entio Major Aristóteles de Souza Dant.lS, coo a missão de verifica .. ren escrupulosamente a procedência de ta­ Is denünclas, sempre partlcldas de Noura Carnt!:lro. entlo contra a ~a,,,, náotrepida em coe­ ter tamie crimes e-ontrit a, ai ta, ~ ridades da República ebalndo-lhes a boa t& e levando·as a d llgt:nclill dltPendlo• sai e imiteis as nossas autorld~ • des MdxlMas nlndâ n&o o re,ponsabl 11 sa rao, contln1.1ando il'l-:' pune. Que Pen•l ldArhJ merece esse grande a .,,enturelro, por spu, cries? Ja pensonos cn Processá-lo, assim coo a seus corpae nhelros na sôrdlda campanha, mas, desae nfmanos dJonte do penal Idade lnslgnlfl cante para queM natã Pela prlMalra oralmente um homem, vez, vou assinar uma pois não excede de Jefeza da Co~panhla ~ ~esés de prisão e Nate, e o faço ,cn • multa de um conto de tlndo-Me nulto à von réis... tade, por dlrlgf- lã a V.Excla., em quem, en nosso convlvlo de ooucos dias, tive a felicidade de reco· nht!:cer um !rasltelro jlgno da admiração de todos, por suas excepcionars quallda des de grande Patri otlsrio,lealdadc e ardente desejo de Julgar con a rais r! gorosa Justiça. Chcga•se a ter a impressão de que es sa pena 11 d ade aos ca lunlstas, foi Jnslnu ada em nosso CÕdl~~~ por gente multo pura e otimista! Tal pena lldade deverl~ se7 das mais rigorosas , poli a ca1Únla,quan• do não mata moralmen te suas v{loas, scr.i-= pre gravemente as prejudica. Talvés. provenha desse gran de êrro de nosso Co­ dlgo, outro não ne• nor: o da justiça pc las próprias nãos... Ainda sobre a a­ cusação de 1atlfund~ ária feita a Campa • nhl.l, ocorrc-ne dt­ zer que a mesma ape­ nas tem adquirido as .propriedades neccss4 rias ã rcgul•rlzaçâõ de seus serviços. As sim é que, para ln":' vernadas. teve ncces sldadc de odlqulr1r7 terras, nos NunlcfpJ osde Nurtlnho e Belã Vista, quando pelo porto fluvial do prl nelro razia a expor= t,1ção de seus pro­ dutos. Hoje que já não a faz por all, ,1 conservação de ta­ Is leiõvcls, constf • tue pesado onus para ela, tanto assim que ofereceu à vcnd• i frefc I tura, en 1920, todas as suas proprl edades e~ NurtlnhÕ por 300 contos. ln ... clusive a ferro-car­ rl I que 1 lga S. Ro­ que à sede daquele Mu-,JcipJo. A Estãncla Narga rida. completa• ente lnstalad,1, Já foi oferecida ã vendo cD condições excepcl onatmentc vant.Jjosa~ por Intermédio do Sr Cao. Valério Gomes de Laccrda,para re­ monta do Exêrclto.oo Nlnlstêrlo da Guer• , .. 0 resultado des- Ainda oucr;a de- sas diligências foi onsração de que a de tat sorte favori- Cor.ipanhf• 1140 i:ian - vcl â Co~panhlo, que têir.s O arrendaoento aquele 1lustrc fiel da zona que ocu?a al Julgou-a caracedo' or mera volia:7- ra de um pÜbl 1co de"= vldo•. co:-ao esto110 os sagra.vo, o que fer g exvala para a labora ferecendo a seus fu, ção em zonas, peh,-;;­ c lon.ir los de catc.go• nccess1d•des de sua ria superior, sl9nl- cons.ervayio. a sua flatlva festa hipie produção anual e, e ca c grandioso baile dia, de 8 r.d lhÕes r-callzado nos quar- de qullos, quantld,a• tcls do 11% R.C. l. de insuficiente p;ara oas••s dlllgên • fazer face aos con - cias devem elstlr tratos que mar co rcl.ltÕr101 na R.cgl- 01 coinpradores de ão. Buenos Aires. Oal, o entrar no mercado lo cal e e!':I As sunçãõ Como se vê, tou- na vizinha República ra C.lrnelro. o têtrl como forte comprado­ co ocasionador de' T-ll do produto. pelo norte, e perturba - qual paga senpre pre ções da ordem. o se• ços con11deravc1men~ meador de calúnl•s,o te superiores aos grande crlnlnoso. e~ dos detu,11 c:o?:nprado• suca.:a, no seu Ódio d~ res. A t , a , r t: n -.~ 'I • nado da paclecla de Vfxcla. com tao ler o• cartJ•~cnorlal - Não vacilei, entre tanto « f»ele certo de lar as desculpas que epe nhadamente sotlrlt, e porqucl a , H:'l J u 1 • go-me autorizado pe· la ela/issina dela­ ração que V. fxia., dlgnou•s• d• ra,cr - me, apôs sua vil;a de lnspcçio is de­ de, dos trabalh?S J,. "Na te" de que - ria prevendo que contra a mesma tra la, havla desapare cfdo diante do que pcssoaV9'ente. verlfl• cara e que o Je.,,ava, a ton1lderar àquela (ompanhla uma vila das mals lgnôbels cd lúnlas. - Grande parte do que aqul afiro, ji foi, pois, verJfJc'a .. do por V.Excl•.,Ne)· mo as,Jm, to:-:io • JI· berdadt!: de sugerir o alvitre de le~brar V Excla~. 4 Honrada tolisào de Segura ~a Nacional a ,onve- 1nela de mandar percorrer por uma comlssio de sua ln e telra confiança, to• das as dependências da Companhia, COM o fie de verificar, me diante rigoroso In­ quérlto, da procedên ~la ou lmprcendênclã das acu1ações a ela feJtas, completando assim o grande serv ço por V.E ela .• ln1 ciado. Ao terminar, de­ sejo, como Bras1JeJ ro, dirigir um ardcE te apêlo a V. Excla. para que não deslst• do nobllfslmo prpô,l to que dlQnou•sr , __ vclir-~c, de lntercc der Junto o11os alto; Poderes da Repúbl l'c.a no sentido de scrcon plctada n obrade n~= clonallsaçio de nos­ sa vasta zona fron - teiriça com o Para­ gual, para o que três cousas tornan - se lndlspcns:iveis:E_!. colas, garantias in­ dlvlduaes e nêios de cor.:iunlcaçio. - Para a rcal1z• - çio desse grande emprccndlr.iento, pos­ so desde!: J• hJpotc­ ar a V. Ecia.» _a decidida colatora;ao dessa "Col'IPanhfA ~~­ te Laranjeira, tao injustamente Julga ... Aprescntandc- a v. E.Acla., oeus pro­ testos da rais alta consideraçio, peço permissão para subs crevcr•:::e. De V. Excta. Patrício •dmlr4dor. (o) HÃRIO N[NOLS CD! ÇALVES. <. 1 i « l TRIBUNA DA FRONTEIRA • r t, ± • r ' . ' ,. r .. da . , !l E1. A V I Si A-HT: UARTA-FEIRA 2 DE JULHO O t 197 7 COMERCIIL GUIYIRI LTDI. REPRESENTANTE TRITORES YIILMET E COLHEITIIDEIRII. -SLC IMPLEMENTOS IGRICOLI -SLC- COLHEIT IDEIRI 1 IUTOMOTRIZ MÍQUINIS QUE COLHEM LUCROS Indústria Brasileira CURSODE TRATORISTA de 18_ 26 de-..Julho Inscrições abertas desde já. Procurar o Escritório do Senhor Arí RicardoDelvalles Ter l.lma Colheitadeira Automotriz SLC é pos­ suir uma máquina que colhe lucros e também representa a conquista da tranqüilidade e se­ gurança na hora da colheita. Pois com a SLC está uma eficiente rede de Concessionários, à disposição do homem do campo. Gente que, como ,•occ, está preocupa­ da em assegurar a sua colheita. Assistência Técnlcn com profissionais alta­ mente especlalizndos, treinados na fábrica e sempre presentes na hora da colheita, com peças originais que asseguram a garantia e qualidade SLC. 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MISSEY FERGUSSON s Não existe progresso sem uma agricultura farte A agricultura só é forte quando é mecaniwda. Mecanize sua lavoura com Massey Ferguson. Do desmatamento à colheita, a maior e mais completa linha de máquinas e imp'ementos agrícolas do Brasil. Converse com o revendedor Massey Ferguson de sua região. Estude com ele o equipamento mais adequado para a sua lavoura e a melhor forma de se obter o linanci:nnento. Aproveite o crédito que toda a rede bancária cstú lhe;: oferecendo. Plante mais. * Massey-Ferguson do Brasil S,A, Rua Teodoro Sativa S/N- Bela Vista - MT Matriz: Rua Marechal Floriano, Esq. a/ 1.o de Outubro, Fone 139-421 l... 1 / t. 1 1 j i 1 1 1 i 1 1 ! 1 1 AMA-APOLINÁRIO MÁQUINAS AGRÍCOLAS LTDAl UM NOVO CONCEITO EM ISSISTENCII TECNICJI / ( ,. . ' Ponta Porã-Mato Grosso Filial: Ama111bai-Escritórios de Vendas~Antonio João, Caracol e Aral Moreira ~ PARABENS BELA VISTA... PELO 59~ ANIVERSARIO BELA VlSTA-MT1 QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO TRIBUNA DA FRONTEIRA Por Leda Lourelro Palmieri, Ismael R, izniz, Jacinto lbanhez, Allex M.{or­ rea, Marilda Yuri Nissikawa e Jorge Eduardo Chaves, sob a coordenação da Professora AIDA LOUEIRO PAES. FORMAÇÃO HISTORICA DA CIDADE DE BELA VISTA Multo antes da Independência do nos so Pals aos portugue ses,est.1. lend.irla ê poética região do nosso HunlcTplo, co­ nhecera· Q presença de forças milita - res portuguêsas e e1 panho las,que inter - pretavam cada uma a sua maneira o TRATA­ DO DAS TORDESILHAS-, da laguna", Já enco_!! trara os Lopes e Bar basas, na nossa r. glão, proprietários de Fazendas de cria­ ção de gado. Cabendo a Gabriel Lopes, lr­ não do Jose Francis­ co Lopes, o lendário "Gula Lopes,'estabe- 1 ecer-se com o pri­ meiro estabeleclmen to de criação de ga­ do, em sua fazenda buscando benef1cla - Retiro, na terras rem-se pela linha l da Gleba Honjollnho, maglnârla do tratado Contudo,no perimetro as l lndes que melhor urbano da nossa Cid~ viessem ao encontro 8é ,cabe José Le­ do Interesse de se- •• se««as. ·.i- : %%1.:%"%. Ses. Para maior vigi - ficaçao residencial, &ncia de seu terri , nossa cidade, inl tórlo,contra a his iando com ele o po­ t6ria que em 1802 € oamento de Bela Vis f ,. 1 s t I a nos 1 i mi te s territoriais ocupa - dos hoje, pela cida de de Bela Vista, um forte mi 1 itar espa nhol, que se chama va Forte San Jose, contando com uma for a em armas de 109 tiva, em constante soi'o"acfos, Port,u1to,a evolução e progresso Espanha não conside- rava como 1 imite de seus dominio terri­ toriais sereno e a­ plauslvel Rio pa ir terpretaçao,que se­ ria inclusive corre 3ondida pela Repúblt za do Paraguai, ate o ano de 1872, quan­ do uma comissão de limites Brasil-Para­ guai,definiu como di visa dos dois pai­ ses irmãos esses se afluente que ba­ nha hoje as duas po­ voações Bela Vista e Be 1 1 a Vis ta. Essa decisáo"internacio - nal, não se deu, por to de força do Bra s i I contra a naçao guarani que acava de ser derrotadà na Guerra da Triplice. liança, mas sob o principio do "Uti pos s ide t is',ver d a dei ro instituto do Usu capião I evado para o Jireito internacio - al. I sto quer sign ficar que a povoa - ção dos brasileiros 3esta região à mar gem direita do Apa ccnstituiu em um fa­ to consumado irrever sivel, internacional nenté ,que deu ao Pa is, a configura,ao (e0gráfica que P0ssu imos. Essa ocupaçao, lenta mas gradativa da nossa região con- correu, par vla de consequência para que O território da nossa cidade ficas­ se pertencendo ao nosso pais, graças - ao movimento dos Lo­ pes, Barbosas, Fer- reira, Bugre e ou· tras fami 1 tas, que se situaram nas fér­ teis reges da mar­ gem direita do Rio pa a partir do a­ no de 18l6, com as suas criações de ga do. Segundo nos re lato o Visconde de Taunay em sua lmor - tal obra "Retirada ta, recebendo ou­ tros afluxos das fa­ ilias, Loureiro,Mi- randa ,Escobar, Pe­ dra e Pineiro e mul­ tas outras, cristali zando uma sociedade tradicional e defini 1 Aumen:ando sem­ Pre a sua poula­ çao urbana e rural , Bela Vista, em data de 10 de abril de... 1900, goi vshrhoti­ zada como Paróquia d e Paz . Em 1 9 O 8 é desmembrada do Muni­ cipio de Nioaque,sen do em 20 de julho de 1908 elevada à cate­ goria de Cidade e se de de Comarca,subor- dlnando os termos judiciários a sa- ber: Jardim, Gula Lo pes da Laguna e Carã col. BELA VISTA E SUA AGRICULTURA Apesar da pecuií­ rla ser o fator eco­ nômico predominante, de Bela Vista, sem­ pre a agricultura te ve sua exploração em nível de subslstên - ela a contento. Man­ ida de uma manei­ ra dlverslflcada,tu­ ~o se produz no muni ciplo, desde produ - tos horto-fruti-gran­ gelros, cereais, le­ _gumlnosas, destacan­ do-se a mandioca e o milho, alimentos bã­ slcos para o ser h_!!, mano. Somente de 1974 para cá, fo I que se Introduziu a gricul­ tura em larga esca­ la a exemplo dos grandes municlpios matogrossenses dedi­ cados ao setor, Com a vinda de agriculto res de outras regi­ Ões destacando-se os oriundos do Rio Gran de do Sul, lmplantoÜ se a agricultura me- canlzavel de glebas expressivas, na sua área, no cultivo do arroz, tr lgo e sor• go, Até mesmo o mi• lho, sofreu un a crésclmo em sua pro· dução, pelo proces­ so técnico e rentã - ve 1 do seu plantio, Hoje Bela Vista, se orgulha de man­ ter 02 armazéns gera Is para secagem e ar nazenagem de produ­ tos agrlcolas,comer- altzados tanto co firmas partlculnrcs, como com'o prõprl Governo Federa 1. Tudo Indica que o correr do, anos, Rela Vista, aumcnte, consideravelmente sua área de explora­ ção agrlcola, pois os próprios Pecuarls tas, estão se ded 1 :: cando ao plantio de cereals,vlsando 1,0 final do ciclo da la voura, a formação de pastagens. BELA VISTA NO SETOR DA INOOSTRIA E COMERCIO Quando da emanei pação politicado mü nlciplo de 8ela Vis­ ta, em 1918, o comér cio era praticamene mantido na vizinha cidade de Bel la Vi­ ta - Paraguay,na mar gem do Rio Apa. oi fazendeiros locais-, faziam suas compras em Aquidauana trazer do as mercadorias effi carretas boiadeiros. Porto Hurtinho e Pon ca Porã,também abas­ teclam Beta Vista quando então, fami 11 as da vizinha cida­ de de Bel la Vista­ Paraguay, transfer;­ am-se para ca, con a intenção de explorar o ramo comercial Com a guerra do Cha­ co, mais famit ias e fixaram na cidade,au nentando considera velmente o setor co­ mercial. Nas décadas de 1950/60 diversas famil las si rio - 11- banesas também se a­ fluiram cm Bela Vis­ ta, com o intui to - de se estabelecererr no ramo Cooercial. Comvém sal lentar que com a instalação do Banco do Bras 11 S/A. Em 20 de maio de .... 1.946, o comércio lo :al já na época ex':" presslvo nos seus ne gcios. Muito se e­ pandlu, vindo depois outros bancos como prova do progresso, no setor comercial da idade. Bela Vista,com y ma camada de pedra - calcdrla de valor in calculável foi lguaT mente visada com una exploração de Cal pa ra construção. Houve época em que mais de 20 fornos, traba J ha­ van o ano Inteiro, a fim de abastecer Campo Grande e ou­ tras cidades Impor - tantes do su I ma to - grossense.· Segunde jados técnicos obti­ jos, a cal produzido em Bela Vista, foi a melhor do Estado, superior mesmo a ou­ tros produtos vindo de outros Estados. Com a exploração cal cária, também foi in centivada a explora­ ção de madeiras,sen­ do montada serrari­ as na época em que foram derrubadas ma- tas virgens para o a proveitamento da ma­ delra e consequente­ mente, a formaçãc de pasto, Também foi montado uma marcená­ r ia, cujos traba J hos de móve Is são conhe­ cidos fora do·munici p I o. Hoje o comércio, de Bela Vista/ acha­ se estabelizado, quem sabe pel! falta de Infra- es rutura no munlciplo, rincl­ palmente no s u se - tor energét ico, cujo problema jã é do co­ nhecimento da,s auto­ r Idades e tudo lndi ca que a curto pra­ zo, teremos a ener - gla de alt.--, tensão vinda do sistema Uru bupungã- Jupiã. INSTITUI CBENEFICENTE O nosso Munici - pio, apresenta uma supcrficie de 4.662- Km2, possuindo umd população urbandade pessoas e na zona ru ral uma populaçao de 16:000 habitantes. Contando com um cole glo eleitoral de e­ leitores. Acha-se si tuada à margem dlre! ta do Rio Apa e .a 162 metros acima do nlvel do mar. Os se- us limites são os seguintes: Ao sul com o munlclplo de Porto Hurtlnho,sepa­ rado pelo rlo Perdi­ do. Ao Poente com o munlclplo de Bonito, começando na mais al ta cabeceira do rio Perdido,na serra Bo­ doquena,por uma reta à cabeceira do rio Prata e por este a- baixo atê o rio MI - randa, da1 com o mu nlclplo de Nloaque, pelo rlo Miranda acl ma,. atê o paredão dã s•rra AmambaT,ao Nor te, éom o mune7 pio de Ponta Porã,a­ companhando a pare­ dão da serra Amam­ baT do rio Miranda, ao rio Estrela. A leste, com a Repübll ca do ParaguaY, sepa rando pelos r los Es­ trela e Apa. Bela Vista no que se refere ao am­ paro dos menores fa­ vorecidos está mui­ to bem servida. Te­ mos o Posto de Sa­ de onde é atendida todas as pessoas que necessitam de trata­ mento médico,sempre cisar gastar com con suita e até mesmÕ com medicamentos.Tom bém hã distribuição de leite em pó e são aplicada vacinas em crianças e adultos. Pelo FUNRURAL são atendidos os traba - lhadores rurais· e suas respectivas fa­ m 11 las. No Hospital e Ma tcrnidadc de São Vi':" cente de Paulo to - das essas pessoas que necessitam ser hospitalizada!. lá recebem o tratamento adequado. Nosso hospital a cha-se bem equipa­ do dar bastante con­ forto •aos médjcos e pacientes. Temos o Asilo dos Velhos onde aque les anciões que soo sõ uma famTlias na a nizade que lá Fa. zem. Não podemos de 1 xar de citar a Casa da Amizade que auxi- 1 lada pelo Rotary Clube, promovem mui­ tas campanhas em fa­ vor daqueles que pre cisam de ajuda, BELA VISTA E SUA ECONOMIA NA PECUÃRIA O Municipio de Bela Vista, sem - prese destacou pela ·ua exploração no se torda pecuária, Hei mo dismembrado de du as grandes âreas,co~ a criação dos municT pios de Jardim e Ca­ racol, Beta Vista com .775 Kms2. Se dedica a Criação de bov I nos, sendo esta a sua renda prlnci - pal. Com o advente de programas do Go­ verno para melhoria das pastagens, o mu­ nlciplo multo evolu­ iu, quando a ma lo - ria os criadores sa iram do pasto nativÕ para a formação de pastagens, com inver nadas dotadas de to- aos os requisitos e­ xigidos para uma cri ação .racional, i nc iÜ sive no setor assis­ tenclal de médl­ cos-vetetlnárlos,cu­ Ja defesa sanitária nlmal sempre mere­ ceu a devida aten - ção dos senhores fa­ ztndelros. Segundo informa­ rÕes colhidas nos Frigoríficos abate - 1ouros de Campo Gran de, quidauana, Dou­ rodos e Gula Lopes da Laguna, o gado de Bela Vista tem obti­ do os melhores resul tados, tanto no seu peso,quanto na sua quali d ade. Com a instalação da Exposição Agrope­ cuária cujo parque é um dos melhores dq su 1 do Estado, foi mg lhorado consideravel­ mente o nosso reba - nho de reprodutores, para melhoria da ra­ ,a do gado de, corte. Com isto, cresceu o rebanho bovino do mu nicípio, com um per­ cenual maior e me· lhor na produção,cu­ jos efeitos observa­ se pelos dados da E­ xatoria Estadual,que aumenta dia a dia a receita na cobran­ Sª de impostos orlun dos do movimento de vendas do gado, Bela Vista tem na sua pecuar 1a, a maior forte de Recur sos sendo por assim; dizer, as bases de sua economia. HISTÕRICO DO REGIMENTO O 10? Regimento de Cavalaria encon­ tra suas -origcn!!. h is tórlcas remotas, nG Companhia de Cavala­ ria de Hato Grosso (22 de fevereiro de 1 8 3 9) , cu iabã. Encontra, porém, suas origens mas re­ _centes e suas tradi· ções mais puras e gloriosas no 1? Cor­ po de Caçadores e Ca valo (nova denomina­ ção), de Nioaque,que fez a Campanha de Ha to Grosso, na Guer. ra da Triplice Alian ça. De suas fileiras em 1862, saiu Anto - nlo João Ribeiro pa­ ra comandar a Colõ - nla Hllitar de Doura dos, onde, com des­ prendlmento e patrio tismo, Imolou sua vT da em defesa da P­ tria. E o patrono do 10? R., que desde 1938 atende pela de­ nominação de "Regi - mento Antonio João". Ao comando do bravo Cap. Pedro Jo­ sé Rufino, o te Cor- pode Caçadores e Ca valo participou da OperayÕes sobre o Apa e Ret irada da La guna, testemunhando feitos herõiços ja­ nais igualados mer­ cê da constância E do valor demonstra­ dos pelo inexcedJ vel chefe e seus ca çadores. / ,, l!eglmento An• tonio João" ~ o rei i cárie das mais na: bres tradições das Armas do Exêrcito, em Mato Grosso. » , [, 4E pt g.g Formacão Histórica de Bela Vista , QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 • t no Espl r I to Santo, que ZONA URBANA se encontra em vias de Não obstante a re- ser reformada ou re- cidade de Bela lIglão católlca a_Preonstrulda por uma co- Vista, que como Ja ponderante em nume'°j,são de fléls,desla-flcou dito, anterior de fiéis em Dela_ Vis-nada ara esse fim. mente, encontra- se ta exlstem inúmeras pi encerrada por diver- utras rellglões, con- Anteriormente a vi;os afluentes natura tando com templos,desda dos padres redento-is, notadamente pelo tacando-se a protestanristas, os batizados ,Rlo Apa, que majesto te, esplrlta, assembl!casamentos e missas o-sarnente cerca o seu la de Deus e muitas ocasionals eram assistler]metro urbano na tras, que prestam as-dos pelos padres da3ireção leste, ofere slstêncla esplrltualcongregaçao ~aleslana,cendo ponto atrativo aos seus devotos, que vindo de campclo turismo local A assistencla esplGrande, davam aulas dque em suas águas ritual aos católicos catecismo e multo faziansas, o Belavisten ministrado pelos paam para asslstlr da mese ameniza o calor , dres redentorlstas,qufJhor forma os fies a-nos Inúmeros pontos aqu l aportaram no ,,noqu I res )dentes. Entred,_e banho públ lco. As de 1930 1 lderados pelojos padres salesianos ,suas ruas são largas lnesquec1vel, Pe. Gul que nesse mister Se com traçados cuida lherme, que no ano dddestacara pela sua dedosos, dirigindo as 1931 fizeram chegar asvoção e trabalho, na@suas principais arte primeiras irmãs Vicen-obstante a sua ida/e,las para o setor co tinas iniciando-se,asavançada, era o Pe.Jomunicante com cida­ sim um movimento misslG cripa, cujo valor,de irmã de ella Vis onãrio, que muito confoi reconhecido pelota Paraguai, cujo correu para o proces-povo de Campo Grandeintercâmbio comerci- so da nossa comunidadehomenageando-lhe com oal é bem acentuado, com edificações quenome de uma de suas ruvisando ambas comunl constituem em orgulho,as. dades em mutua depen- para o nosso povo,des A presença da lgrefência econômica. tacando-se à Matriz de,ja Catól lca em Bela- Bela Vista, en- Santo Afonso, a resi -vista não se destacou,:ontra-se servida dência dos Padres,a casomente no setor relicor moderno servi- sa das l rmãs, e outra~g ioso, mas tambem, B;o de água tratada, edificaçoes suburbanassobretudo, no campo ;uja fonte provém do situadas no Bairro No,!do ensino Constltuind°-pa, servindo com o sa Senhora de Fátima,Escolas e encaminhando,eu precioso liqui­ gua Doce, Cancha e aa maioria da infância,4o a quase totalida­ Capela urbana do Dlvi·pelas lendas do saber. de da população. O setor energético pro vêm de gigantescos motores situados na usina de força da cl dade, atendendo,pre­ carlamente as necesi dades loca ls, consT tulndo em um fator de desistimulo ao surgimento Industri­ al, que pelo preço carlsslmo e seu mau atendimento não se encontra em condi­ ções a encorajar lnl clatlvas nesse se­ tor. A nossa comunlda de emborõ deficiente de uma série de in­ fra-estruturas ln­ dispensáveis ao seu desenvolvlmento,con­ ta com Inúmeras ca­ sas de recreação e cultura, possuindc dois clubes, o Bela­ vistense e o Grêmio Pedro Rufino, além de casas de espetácu los cinematográficos como o Cinema São Jo sé, o mais antigo e menos confortável, e o Clne São Crlstõ - vão, de construção mais moderna, Já ofe recendo aos seus usu árlos um padrão me lhor de conforto. ENSINO EH BELA VISTA No d Ia 1 O de no- fo I fundada a Esco­ vembro foi fundada la Paroquial Santo a primeira escola em fonso que funcionou, Bela Vista era Chama provisor lamente pre da Generoso Ponce e dlo alugado. funcionava onde ho- Em fevereiro de je é Forum. 1934 foi fundada a Escola Suburbana São A primeira pro - fessora foi a sra. Geraldo no Bairro Ester Silva, cue le- da Água Doce, funcio corro. , nando desde o pri nc I Em 1949 fo I un- c ionou durante qua_ - G' · · E t Pio em prédio pr-_o dado o 1nas10 s a- tro anos sozinha,ma- dual de Bela Vista is tarde jã eram ma- pr lo. f . f Em 1035 fundou _ que unc,onava _no is três pro esso- J · • d h · Se no bairro Nossa predio on e oje e a rase assim foi au- 1 R · l Senhora de Fátimê Delegac a eg,ona nentando o nümer de ,(Nunc,,-te-V i) a Esco de Ens l no. professores e de alu nos. 1 a São Clemente; sob Em março de 1932 a regência de pro- fcssores l e l gos. Em 1936 fundou - se a Escola São Pa­ tricio na Cancha. Em 13 de feve - reiro de 1950, foi fundada à Escola pa­ roquial Nossa Senho­ ra do Perpétuo So- HINO DO GINÁSIO DE BELA VISA LETRA DO PROFESSOR GAHALLIEL STUH­ PF HOCIA: DO HINO DOS GRANBERIEN SES, INSTITUTO DE ENSINO DE JUIZ DE FORA, H. GERAES. MOCIDADE FORMOSA QUE EH TUDO BUSCA A LUZ, O VALOR E O IDEAL NO GINASIO, TUA CASA DE ESTUDO LUTA SEMPRE CONOSCO CONTRA O MAL ESTRIBILHO EIA AVANTE COHPANHIEROS DESTA TERRA VARONIL SOMOS TODOS OS HERDEIROS DO SABER PELO BRASIL DESTES HESTRES COM HUITO CARINHO APRENDEMOS DA VIDA A LIÇÃO A TRILHAR COH FE DEVOÇÃú DESTA TERRA SAGRADA COM FIRHEZA VAHOS PELO TRABALHO ERGUER A BANDEIRA DA ARTF DA BELEZA POIS QUERER LUTANDO E PODER. PARA A VIDA FUTURA PREPARADOS VAHOS TODOS COH FE PACIFICA TENDO SEMPRE EH HENTE BEM GUARDADOi OS ENSINOS DO GINSIO·DE BELA VISTA. Durante 05 cin­ co anos os professo­ res e a Diretora que era a Sra. Ester 511 va, sem nada recebe­ rem a nao ser a gra tidão de seus alunos Hoje o Glnãsio mudou-se para um prédio com ótimos acomodaçÕee e pas- sou a chamar-se 'Es­ cola Estadual de 1? e 2 graus Castelo Branco. • Em 1 9 fo I funda do o Curso de Conta­ bllidade. Em 19 foi funda­ tscola Normal, razendo parte Escola Castelo da a hoje da Branco. Em 196l4 criou­ se a Escola de Co­ mêrclo Santo Afon­ so que funcionou a­ té 1975, pois haven do multas Esco - las Hunlclpals e Es taduais, não )lavrã condição de continu ar funcionando. - Em 1968 criou - se a Delegacia Regi onal de Enslno,aquT em B e 1 a VI s ta, te n - do como primeiro de legado o Or. PedrÕ Josê Palmiéri. Em 1974 foi cri ada a Escola de 17 grau "A Casinha Fe­ liz' que é o Jar­ dim de Infância e o Pré-Primário, esta ê uma escola parti­ cular. Em 1976 criou-s o curso de Secretari ado também funclo ~ nando na Escola de 1: e 2? Graus Caste lo Granco. - Em 1976 criou-se a Escola de 1! grau, Castel lnho Encanta­ do, pertencente a Prefeitura Munici - pa I que também ê Jardim da Infância e Pré-Primário, dando assim oportunidade para qualquer cria a estudar. Bela Vista atual mente está muito adÕ tada no setor de e sino, qualquer crT ança tem condições de frequentar olé­ gio pois há Inúmeras escolas, estaduais e municipais. MEIOS OE COMUNICAÇÃO xlstente em outr centros urbanos do PaTs. Hoje, cont,,mos com ln@meros melo de comunlcaçao, al la do ao serviço do cor relo postal, possui­ mÓs, comunlc ações te lefônlcas, urbana e Interurbanas, além de uma série de Ins­ trumentos extra-ofi­ ciais, que facilitam don, as nossas mensg , cnv lo das nossa gens mais urgente: , ficavam na dependê@n mensagens ma s ur- 1 gentes, graças aos ela dos meios ma 5 Inúmeros rádio-amado rudlmentãres posslv~ res que operam nã Js, Invariavelmente, nossa comunidade e confiadas aos carre- - serviços de radlos ! telros, que comercia xlstentes em suas rc vam no nosso HunlcT - partições do govcr-=­ plo e aos cavaleiros no estadual e fede• que em suas viagens ral. O serviço lnte­ esporádlcas se pre rubano fora recente dispunham a levar, mente Inaugurado pe~ cartas e enconendas, la Telemat, como prl aos destinatários melro passo para õ mais remotos da nos- aprimoramento telef_2 sa Cidade. Presente- nico, que em futu- mente, esses me los - - ro proximo, sera a de comunicações fie~ prlmorado, resolven· ram pertencendo ao do angustiante pro­ assado, com a cria· blema do povo Bela- ação do serviço d° 1stense, que terão Correios e Telegra nesse setor uma for­ fos, a União encarr~ ma eficaz de comunl­ gou de prodlgal lzar cação, encurtando aos habitantes de5 j,tanclas e aproxl­ ta comunidade o mes­ e- mando pessoas. A comunicação de nossa cidade. multo deve à Comissão Ron­ don, que desbravando a nossa reglÕo, colo cou os flos telegr<­ flcos que nos Iriam' 1 lgar com os demais centros urbanos do PaTs. Enterlormente, ao trabalho de Ron- mo tratamento ja MEIOS DE TRANSPORTES quim Ferreira Souto, que aqui aportar Ao cavalo e ao boi por contingências m1 de carro mui to Vista li tares, se destarla deve, por terem si- como pioneiro nesse do no inicio da povo sistema de transpo! ação da nossa cidade - te, criando uma em· os Únicos meios a al presa de transporte, tura de vencer as de carga, que ivaria péssimas condições velmente transporta- viárias existentes va, tambêm, passagel na nossa região ros, que dirigiam P! transportando com , Nioaque, Aquidaua pessoas e cargas,ga- G ande rantindo o suprlmen- na e Campo r • to de géneros de prl Fator que Influiu me ira necessidade de forma positiva P! ra o consumo local,e ra ª melhoria das transportando bens condições de trans produzidos nesta nes porte na nossa regi· ta região para ou7 ão, deu no ano. de tras demais cidades 1936, quando o Gover no Federal mandou do Pãis. Seguir estrada com o advento da mã- construir a quina Ford Bigode, Bela Vista - Aqulda~ que teve como plonel na, fazendo por essa ro no transporte de razão o aparecimento géneros e pessoas-, das nossas saude • des Jardineiras, lnJ. na pessoa de Juvenal ~ Paixão, que pela prl cio para serem serv meira vez desceu I das as duas con»unida Serra de MaracaJú, áes Bela Vista· A· nesse novo e baru quidauana de mede! nos ônibus, que ho­ lhento meio de tran; je trafegam por es porte que seria asas estradas. forma Inicial das Posterlorr,,ente, f~ modernas viaturas au ram construidas pelo tomotoras, que surgi - Estado de Halo Gros· riam posteriormente, d com a melhoria das so, estradas llgan ~ a nossa comunidade a nossas estradas rd na Porá, Caracol, viárias, fators in eaizando um ser Iço portantes para a a oficial deconunica­ celeraçao do pr,ogres ções de pessoas e-- r~ soe dos aprimorados trocas comerclaJs sistemas de troa? ue aceleraram de comerciais. Se~ duti_ forma definitiva o da alguma o cidadao .. Cacerense. José Joa. Progresso da regiao. - 1 1 1 i l I 1 1 ; 1 / 1 1 1 1 1 1 1 L. 1 1 1 1. I> Sendo o munici - is, notadamente, o pio de Bela Vista, Nunca-Te-VI, Agua Do dedicado essencial - ce e Damacué. O que énte a pecuãrla,des concorreu muito pa­ de os Idos tempos dera o acúmulo de tais ua criação, sempre populações, foi jus­ redominou uma popu- tamente pelo slm - lação rural expressl ples fato de ser Be- la Vísta, um munlcT­ va,devido ai/forração pio fronteiriço,pre­ e colônias murile.fpa dominando a Infiltra 4 BELA VISTA E SUA POPULAçÃo RURAL çôes de familias do mente a sua popula - vizinho ParaguaY, ção rural, dedicada; quer seja pelo fato a uma lavoura_de sub de reencontrarem sem sistncia e nao de o pre parentes ou me5 bra para fazendeiros mos pela facilidade da região. de fixação na terra. Gozando de uma as A vida em comum dos slsténcla completã dois lados, fez com em todos os seto - que Bela Vista aume~ res sociais, a popu­ tasse conslderavel lação rural de Bela Vista Integrada nos de segurança, Jã que principios do traba- o munlclplo ê consl lho agrlcola,vê coro derado área de Segu­ ado de êxito se-~ rança Nacional. Se­ pre rentável,levando gundo o ültimo se uma viga roplela a so deoaráfcor_ formação e manuten - la Vista cone: ão de ção da famT!ia,sem - com uma popul fs ooal 1 menos • pre como apolo dos ma s ou II sua zo poderes públ lcos e habitantes n - das próprias forças na rural. BJ:LA VISTAdlí: OUARTA•FFIRA 70 nr JIII Hrl nr JQ77 ., ' ,re r óu d» ,u sã .to nl V "f' 6 ,.-:: e! +o es TRIBUNA DA FRONTEIRA a lrstalatão ~o Governo na "Princesa ~o Apa" u A lnll,ah1ção do governo em De la Vlsln nflo é 1lrnbóllco. E1tamo, qul para trabalhar, ,em festas, ban­ quetes e recepçõu. tol como ocon• teceu do, vê?.es nnterJnres em Dou .. rodos e ll:.rra do Garçna. Cumprimos desta leito, mais uma etapJ •dmlnlstratlvo cujo lflosolta principal l! o de,centrallzoçllo. Os probl1?m1u belavhtenscs J: ,no co• nhecfdo, do i::overnndor e uqul • nos­ J.rt C-=iulpc de ,:overno uspero solucJo­ n.1 .. ulgun1 UH !I'". Foi o que nflrmnu o g:ovcrnodor Gari Neto no instalar u ndc do s,ov6rfo etc. Malu Grosso cm Btla V{tn, cidade de pouco mal de 0 1nll hul>ltnnt~, - na frvnlclro U lrm~o. o cx-Go• , erndor e deputado fedual em ,·à­ rias legislaturas, por Serpe, Luiz <..;un:b. Depois de cumprimentar os auto• rldru.h.•s, o Chefe do F..xecutlvo mn • tu c,rnHl'OjC dirl.:lu-sr po.N o centro da dd~rl,•. Antts d(" chc,::or ao Grr­ mlo ·p'e«ho Hufino" - local da sole• ntd:ulr dt" tn,ta1;iç:lio do cavemo• o Govc.•rn:1dor G:irC:n Neto foi homt'­ nn).!cndo por 7i ~lnetcs-brasllelros e J).'.'.lra,::uolos - n molorta dêlu lnte­ J;::rantes do "Clube do Laco•• - que congrega os melhores cavaleiros do ,udoeste mato-gro,sen1e. Gov. Gnrcin Nclo usou da palavra para dizer que veio nnrn lrohalhar. ',.....-----=:a Exercício de Ocmocroclo - A certo altura de sua nlocu,;3o o Governador Garcia Neto ntirmou que e-o deixar seu aablncte no Pa16- clo Pola,::ut.i·s·poro dlnlogor com o pavo, CDm os lldcran('as. - C'Om os bons Hlã ext'rcltnndo o democracla. Rtff'rlndo-se ao ex-,:ovemoc:ior Jo Fruelll presente o mesa dos nulorlfadu. o Chdt do ExecuOvo mato-grossense disse lrnt.ar-se de ''umo prova de continuidade ndml· nlstrativa", citando inclusfe, ns va­ rl:u obra, lnlc-fada, na. ,:utllo p:is- . udn e concluldnas na tua, como m.arco dn lmpl3nla,Ao dr uma ··novu menl:alldad~ ndmlnfstr,1Uvn em Mu­ to Grouo". • ' 1 {, .«s .ic. :;...; s- .. .:.._; Flagrante em que formavam a mesa para instalação do governo cm llela 'i,;tn Gov. Gorda Neto se fez acompanhar do lidcr político de lllulo Gro,-so Jo,é Fmi:clli - o inrsqucrivcl velhinho que governon_Mato Grosso. Um Covt."mo Humnno - O toque humano d:i sole-nl• dade na tn1lnl:u:llo do a:ovcrno em llcJn VlsLB foi qu.sndo o Gover­ nador Garcia Neto n:tcrlu-s1t com toda nfase ao pluno de distençio ,oclnl que vem lt'ndo levado II et~l­ to em sua gestão, Sem conseguir disfarçar sua emcão, o chefe do Ex,:,,:utl"o dine por rxcmpto, que: uma lação de lur domiciliar efe­ uada J)t"l:1 CEMAT .. podo p:ittccr par.. at,:,uns um:i obr:, pequem:.. sem lmportl)ncln mns que represcnt.:Ji multo para ::i fomnt~ humlldc quc­ o. n..-ctbc-"' Entrar de casa em casa, penetrar nos lares de t.odos os m::1tni:rosS pafavra.s o Chefe do Excc.utivo mologrosscnse c-on­ ,:::ratulou-se e. solidnrizou•sc rom :i C-üma• r:, Mnnidpnl de llel:i Visl:i pela rsroll,:, do gcncrnl Ruben do Caslro Pinlo pua o cnrgo de prefrito, nêttscrnla"do que cmborn ío.s,c wa inlen(".Üo nome-á .. lo para estas funções procurou respaldnr sua in­ dirnffio no concenso da classe • politica loc:,L • BELA VISTA·HT; QUARTA-FEIRA 20 OE JULHO DE 1977 TRIBUNA DA FRONTEIRA Flagrantes da festa realizada na fazenda São Miguel comemorando os 60 anos de casamento de Donato e Castorina ,i., ' ........ ,) , ' . '{'''·'. 1 !'4a. ' l :ir. , e 1 '· ~ ') ( [n ~- ~~ -~ r-- L ° ' - , •• ' • • l ., ' ... .. ,, , . r ! s » f' y' q h .--r' ~ { i 1 ' --- ... ; __ - ' ' • • ' ' . ... ,' ~ .--..,. •• I',. . .· t' 1 ..... , 7 ,- ·- .~ :J . .... ,, - .,, <. l"'" • • . , ' • f "- l 1 .l • - ~ /'• r:--, :·; 1 ,~.f ·· 4 .!>~·J'.tt~· l,.) ' t:' • . 1 ,. 3 É «· . . - .._,... . , . l ; , • • ~ i~ 'r ( '< '-. ·, j • • '" "' 1 • ) ,· , J/ , 1 l ' .. ......., ... • :1 • '( ; .·• / t -:. s r..e aad hlf 4fF i " y» . :1 :· • _. k _,,. . . . - -~--~ - - , . ~ . ... _.·. ,-~: ' ., ' . ... ~ ~ ---:;;...~,;..--- -- . . - . :; ··, ( ....,_ l - -· r ·- . . l . • • --._ I so-- e . t r r . ' 1 TRIBUNA DA FRONTEIRA ELA VISTA-MT; QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 LEMA Tem Bela Vista ------ r Pedro Pedra Filho de Francisco Pedra e Umbelina Loureiro Pedra. Estudou no Instituto Lafayete no Rio de Janeiro e em Porto Alegre no Instituto Julio de Castilho,depois vindo para Bela Vísta, iniciou suas atividades no comércio, como sócio de um estabelecimento, passando depois a ser criador e logo após tornou-se fazendeiro. Atualmente desempenha as funções de tabelião que é desde o, anos de 1932, quando fora nomeado tabelião in­ terino naquela cidade de Bela Vista, no Cartório do 2.o Oficio, exercendo o cargo por vários anos, depois, pediu licença, vindo para Campo Grande peruando em rtalizar-sc como cartorário, prestando o concurso no ano de 1950, quando foi efetivado para o cargo de Tabelião do Cartório do 3.o Oficio, e, lá se encontn ati o, dias de hoje, reali­ zando assim parte de sua vida. Um dos mais antigos tabeliães do Estado de Mato Grasso. Notabilizou-se na justiça por rua dedicação e integridade, goza de alto conceito junto a classe notarial. E' um homam simples, humilde e de grande força de vontade. Tem oito filhos, sendo que três são seus auriliares di­ retos na direção do cartório, sito d rua treze de maio, 619. _SENHOR PEDRO PEDRA, FILHOS, FILHAS E GENROS JORNALISTA IVALDO PEREIRA E O SENHOR PEDRO PEDRA DELA VISTA.MT; QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 TRIUNA DA FRONTEIRA _____ __:_~..=....:....:..:.::..:..:~::....:::.:..:..:..:...:...--=-=--_::_~.=.;_;_.:....:....::......:...,:__ _ A FAMILIA PEDRA Durante a guer­ ra do Paraguai, exa­ tamente no ano de 1865, listarim-se ns forças imperiais, Ires brasileiros do Estado da Bahia, Um deles MIL. CIADES AUGUSTO DE AZEVEDO PEDRA; que era advogado, AL CIBIADES AUGUSTO DE AZEVEDO PEDRA MEDICO incorporado como Capitão e MA­ NUEL AURELIANO AUGUSTO DE AZEVE DO PEDRA; ele estudÕ superior incorpora­ do como tenente, Participaram ele toda a guerra .e no fim desta; o Doutor MILCIADES: casou. se com DONA RAF AE LA LOPEZ, irmã de SOLANO LOPEZ. DONA RAF AELA LOPEZ, comprou ao Governo da República do Paraguai no ano de 1863, uma gleba situada ao norte da quele Pais, tendo jus tamente por divis ao Sul o rio APA,tan ém linha natural de demarcação da fron leira do então Impe rio do I3RASIL com aquela República. A gleba, de configuração mais ou menos triangular esta" comprtcndida entre os rios APA e ESTRE LA e uma reta do norte a Sul vc r da - deiro, partido do serro Primcito ate encontrar os referi­ dos rios, Achava. se ali cb miciliada Dona RAF à ELA, que logo esta lcceu os trabalhos a:­ grÍcolas, tendo cm frente prosperidade os serviços da lavou­ ra a criaçio de gado; quando irrompeu a guerra, cujo cpiligo sangrento foi assina do no dias 19. de Nr ço de 1870 psG lcguas da aludidas fa­ zenda, com a morte de SOLA 'O LOPEZ irmo da proprietária Apos .:,. guerra passou a pertencer ao território do BRA SIL e dita gleba de propriedade particulil? e que em virtude de Tratado de PAZ, Pr mancccu como nao poderia deixar de ser considerada co- mo de dominio priva­ do. A nesga de ter­ ra de propriedade de Dona Rafaela Lopez cm virtude do seu a sarnento com o DR MILClADES PEDRA; passou este a exer - ccr todos os atos da administração dos bens do casal, vindo daí o ter promovido perante o juízo dos Feitos da Fazenda lm perial, o restabeleci: mento do titulo com provatório de sua pr Priedade, com a u diencia do Procura - dor FISCAL, por meio de uma justifi - cçao, instruida com inumeros documentos, e na qual dcpuzcram entre outras. teatenu nhas de idoneidade comprovada_ taes co­ mo: o c apitao do Oi - tavo Batalhão de In­ fantnrina do Exercito GEOGRAPHO DE CAS TRO e 51LV A; Cap'C to do mesmo Data­ lhã'o, ANTuNIO TU:. P FERREIRA CAL­ das, Alferes JOSE MARTl1'lS DE FIGUEl REDO e LUIZ ZEFÉ­ RINO MOREIRA, to. elos com serviços cm campanha, Julgada essa justificaçao por sen­ tença, em l<:! de Se­ tembro de 1886, e 015 outros entregues a justificante para pro­ duzir os efeitos de titulo de propriedade, pelo mesmo foi leva­ da ao registro compe tente. Aquela JUSTIFI- CAÇÃO, quanto mais não fosse considerada corno re stabe lccirncn­ to do titulo de domi - nio, extraviado duran te a guerra e de im­ possivel reconstituiçc pela destruição dos arquivos publicos do Pais invadido e venci­ do pelo inimigo: Aquc lc documento juficiaT admitido a Registro teve o efeito, certa '_ mente de excluir ck do minio publico e consi dcrar corno não DEVÕ LUTAS as terras compricndidas dentre dos limites menciona­ dos da FAZENDA SO RAFAEL DO ESTRE _ LA" e dai, estarem seguros o Dr. PE DRA e sua mulher com titulo habil e va­ lioso. Ausentando-se pa ra o RIO DE JANET F0_o DR. MILCIADES deixou o seu sobri. nho Cqroncl FRANCIS CO PINTO DE A­ ZEVEDO PEDRA-G. zido oor ele també'm da Bahia) com o en cargo de administrar­ seus negocios, sem af.:,.star-se da sede da FAZENDA SÃO RAFA EL DO ESTRELA". Pompilio 1 FIMILHI PEDRI. ais, e nao havendo li citante, fosse por íim levada a Leilao com isso tudo con cordou u CURADOR unJo ao ortogndo FRANCISCO - PEDRA todo o direito e açáa domínio e posse(sic ) que nas terras des. Fotografia tird no di 6 de novembro d 1926° 5: anivcra rio de Joarinh ( Lofinh) Desfile da Cavalaria Civil 7/9/72 quando recebia o comando da cavalaria civil Na capital Fede ral faleceu o Dr. MIT ciades, com, testa mcnto cm 1902, pro­ cessando-se no Juizo da l! Vara de Or­ faps e Ausentes a ar recadaço dos bens: Como o requeri­ mento de inventarian­ te, para cumprimento da clauaul a tcstcrnen taria., que rezava venda da FAZ El'O.A SÃO RAFAEL DO ES TRJ::LA; cunjo produ to ,seria aplicado cm apoliccs da divida pu bllca Federal: fosse referida Fazenda a trea Praças Judiei- riras tinha o inven­ tariado, de hoje pa - ra sempre na me lhor forma de direi. to devendo pp..r na Reprtiçao competen te no Estado de M TO GROSSO a im­ portanci dos impos­ tos devido, inclusi lo 13 / 1 / J924 Santa Leopoldina nos ido" de 1923 a 1948 O casal Por!irio e Enriqueta Pedra 1969 nomeado, o Dr. CU­ RADOR de Orfos e o Dr. CURADOR de Ausentes, coníor - me consta dos autos (fls. 141, 132, 143). A C!!Se LEILÃO concorreu o CORO NEL FRACISCO PE DRA que por ter ate rccido maior lance, recebeu a escritura passada em notas do «Tabelião do 109 Ofi - cio do Distrito Fcd<>­ ral, cm virtude dn competente Alvará de Autorização daque- le Juízo em 26 de junho de 1915 escri tura esse 'trnsmi A atual sede da fazenda Santa '..copoldina r t. r ' l ) J TRIBUNA DA FROttTEIRA PELA VISTA-MT; QUARTA-FEIRA 2O DE JULHO DE 19 7 7 1 FIMILH PEDRI. 1 Francisco Pinto de Azeviedo Pedra ve o de transferen - e ia da propriedade. As terras denomi nadas FAZENDA SÃO RAFAEL Do' ESTRELA foram adquiridas por compra que fez a mu­ lher do inventariad dona RAFELA LOPES DE PEDRA ao Gove!:,_ no do PARAGUAI cm 0 ano de 1863 cujo ti - tulo se ha registra do no Registro de Pro priedadcs de NIOAC. no livro l {um) e íls 22v 47v, no ano de 1886; A FAZENDA SÃO RAFAEL do ESTRELA duas Fazendas Santa Rica, pertencente ao pequeno posseiro Ma­ cxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx noel Franciscc Gon­ çalves Barbosa e a Fazenda ITA perteng te ao inventariado,can a Fazenda SÃO i:I..A­ F AEL do ESTRELA, ficando aquelas conti guas acima da linha a esta abaixo. O vcrtice inferi - or do triangulo é for­ mado pela conf_,uência ·dos rios Apa e Estr.!:_ la. Vede Mapa. É o que contem a e se ritura. Os documentos a nexos sob os ns q, 5, ó, 7, provam: a) que o rrem­ tante FRANCISCO PE DRA pagou g imposto de transmiçao de pro priedade diretamente ao tesouro do Estado, conforme concordou 0 Procurador Fis - cal da Fazenda. b) Outrossim, r colheu á mesma Ro­ partição a importan - cia relativa ao 1mpos to territorial. e) que pelo Oíi - cial do Registro Ge­ ral de Hipotecas da Comarca de BELA VISTA foi feita a transcrição do imo­ vel; e mais. d) que nas Repa! tição de Terras_Mi­ nas e colonizaçao, no Registro da FAZE DA SÃO RAF .AEL DO ESTRELA por despa- cho do Dr. Secreta­ rio da Agricultura, se lavrou a averba­ ção: "Fica pertercc1,;_ do ao coronel FRAl CISCO PEDRA o di­ reito a ao nos ter mo" constantes no presente Registro marcos existentes, um _ - de etc. sob a denominaçao e !Ensina a Ord. liv. marcos esses ali o!g4, + 53 5 3: cados pelo engenheiro Quem foi algum designado para _medi- tempo Senhor de algu­ çao e demarcaçao da ma coisa, presume-s, Fazenda_do lTA, pela que ainda O e, ate repartiçao de TERRA5que se moestre o coo. MINAS, e COLONIZA- trario". ÇÃO do ESTADO DE FRANCISCO PIN­ MATO GROSSO, con- TO DE AZEVEDO P.f !orme títulos e ma- DRA: Csou-se com pas ali existentes, . a Dona Umbelina Loure_! linha assim determina o de tradicional fa da vai do rio Apa ao milia de Prana, cuní Estrela, limitando as da do desembargador tem a forma de um triangulo, sendo assim os seus limites, por um lado ao .tJorte, COI!' propriedades • que sao o foram de SENHOR­ NIIA DA coNCElCAO viúva de Gabriel L-5?_ pes (O Guia Lopes) e herdeiros deste, ?· sucessores de Fran1 co Loureiro de Almei­ da é João Rodrigues Sampaio, cujas pos­ ses vão morrer no rio Estrela, sendo por tanto, por esse lado divisa natural do rio Estrela, ; pelo l 'do Sul confina com 0 rio APA, nos limi - te definitivos do BR SIL com o PAR AGUA o terceiro lado que liga os dois, ESTRE LA e APA e formado por uma linha deter - minada por dois mar­ cos existentes, _ um sob a denominaçao de marco primeiro, a margem do rio APA e o outro sob a denom!., nação de marco quin­ to, a margem da G BECElRA COMPRIDA, T , i Umbelina Louro.iro Pedra WESTENPHALLER EM cuja memoria tem uma rua com seu nome em Curitiba. A familia LOUREI RO também cstabele­ ceu-se em BELA VIS. TA, FRANCISCO PE DRA, foi um pioneir_o, foi quem conseguiu junto ao Marechal R,o don o primeiro Tele - grafo par BELA VIS TA e tambcm o Pri meiro cinema a quem adquiriu o primeiro GRAMOFONE que era usado nas reuniões do Club de Leitura que então !uncionav"- como centro de cultura e di versao. Do casamento LOU REIRO-PEDRA, nasce-: ram sete irmãos: PE­ NEDO, ROSA, ROSAL_ DA 'ROSALINA, POS SIDÍO, POMPILIO, e PEDRO. PENEDO PEDRA Atualmente com 81 a­ nos de idade não tem descendentes e encon­ tra-se acamado em casa de seu irmão Hr pilio. Rosa PEDRA COU TINHO, casada com Õ Dr. Erminio Barreto Coutinho que era me - dico, e Poeta Pernye buca.no: moraram var os anos em BELA VIS TA; onde éle exereiG pro!issao com verda - deiro desvelo, pois ti­ nha que atender as duas cidades de BELA VISTA e BELLA VIS - TA a mais de ser re­ quisitado mais de uma ver a atender o 10~ R.C. de Cavalaria,por falta de médico Mili - tar. HERVE:.Era casada com Hildebrando Her vé, e foi _assassinada por questões políticas deixando quatro filhos menores ANA, HELIO, HEGEL e AMI (j~ fa­ lecida). pode a vontade firme, llara e positiva de servir os outroy, ia­ ramente se tera cn­ contr ado reunidas nu­ ma só personalidade, tão completas e har - monivas qualidades de AMIGO. POMPILIO sentiu se recompensado por estas qualidades, peh carinho e amizade do­ monstrado pelos seus amigos que concorre­ ram para abraca.lo por ocasiao de suas Bodas de Ouro; e ma­ is dos amigos Belavi_!! tenses, vieram de qa si todos os Estados do Brasil, do Para - guai e ~rgentina, e quem nao pode compa recer se fez presen­ te por telegramas e cartas (foi a pass gem mais bacana de nossas vidas)., Era tambem a Fazenda SANTA LEO­ POLDINA até" o ano de 1947 paragem obri gataria, dos PADRES REDENTuRlSTAS, no tempo cm que por fal ta dc•estradas as vi- sitas pastorais teinha MINIO ROSA e onze que ser feitas a caV_! netos. lo; a Fazenda _trans ROSALDA PEDRA formava-se entao nu- ma verdadeira Igreja, reunindo todos os vi­ zinhos para recebo­ rem os sacramentos. POMPILIO tam­ ém foi dono de uma tropa de carretas,que era o transporte do­ quela epoca, o foi quem transportou to - do o material para a construção da casa. :iaHgreja e do Cole - gio dos Redentoristas lhoje Matris de .S. A­ fonso), e tambem transportou as pedras para a construçao de ponte sobre o rio Mi randa na cidade de Jardim. Foi o Presiden- POMPILIO' PE- te e vice do Club Es- DR A: {cuja foto ilus_- Portibo Be]avistentese • ) durante tres gestoes e tra nossa pagina 5; um dos socios íun- sou- se a bl anos com dados do ROTAR Dona Enriqueta Bz ;LUB de B.V. a que no, dama Paraguaia descendente de ltali_a- e tiveram tr_es nos, . • OLAN filhas, ALICE, __ DA, e EDELlRA, sao seus genros; Dr. CAR Foi também nome LOS SOLANO NUNEZ, ado pelo coronel_ DQ. JUAN GONZALEZ, e RIA PASSOS (entao co DIOGENES ESCO - mandante do 102 R. c:­ BAR. seus netos CA ae Cavalaria) Coman - LOS EDUARDO, JOSE dante da Cavalaria Ci FRANCISCO SOLANO, vil a qual abrilhantou­ DORA ALICE, CUSTA vários anos os nos - VO ADOLFO, ADRIA- os desfiles e foi elogi NA MARIA, POMPIIX· ada por visitantes tan­ LIO RAFAEL. MAR- to brasileiras como e ClA SUELI- (casada trangciros. Doou 1 ha:: com o Tenente AI~ de terra para a cons - BRASIL FAGUNDES) trução de uma Escola HUMBERTO JOSE,. Munidipal, esta esco­ HENRIQUE FLAVIO, e la j; em funicionamen­ RONALDO, e uma bi~ to leva o nome de sua mãe Umbelina Lourei- ro Pedra. Se quisermos reau mir nesta pagina a ex pressão de personalida vil a qual abrilhantou de que estamos biogru fando; bastaria citar - mos as palavras chei­ as de grandeza e e? pressividade com que o saudoso Médico Poe­ ta Dr. ERMlRIO BAR­ RETO COUTINHO (seu cunhado) o Retratou. EST ANC IA FORMOSA E LlNA DO V ALE DO RIO ESTRELA QUEM DAQUI VAI, ROSALINA PEDRA Faleceu ainda menina. POSSIDIO PEDRA Faleceu fulminado por um raio de volta do campo onde fora fazer um rodeio. Era casa­ do com dona Aida :da Silveira e deixou dos filhos legitimos ALDE MIR E ALTAIR e uma !ilha natural ALMERI DA. Dr. Erminio es­ creveu o livro de to­ dos conhecido "Um Me dico de Saúde" onaC retrata a vida de BE­ LA VISTA daqueles. tempos, seus diverti - mentos, seus transpor tes e suas intrigas olitics. Depois muda ram-se para Campo Grande e dai foram a Curitiba no Parana on de veio a falecer no dia el de Agosto de 1976. • Rosa tem 4 filhas JOSE, FRANCISCO PE DRO. JOANA, e ER - netá. DANJ.ELLE. É dono da Fazen­ da SANTA LEOPOLDI NA 9també'm na foto::­ gra!ia) que a maioria dos leitores da TRI­ BUNA DA FRONTEI - RA tiveram a oportu­ nidade de conhecer. Se nos fora permitido acrescentar um sub­ titulo a esta Fazenda, a chamaria-mos (no dizer de vários ami - gos) FAZENDA PARA ISO cujo dono trans - cendeu'das contigen­ cias humanas,. pa­ ra transformar-se no exemplo vivo do que representou numa reu­ niao de cartater ln ternacional em ASSUN CION PARAGUA - SENTE lNFJNDA A VONTADE DE REVE­ LA !IA COR.AÇÕl:S ODE MEDRA O ORGuJ.11O JUNTO A VAIDADE MAS NO DE POMPI­ LIO PI::DRA MEDRA O AMOR JU 1'0 A noNDADE; PEDRO PDRA. Ilustre tabeliao em Campo Grande; er o do - no da sede da FAZEN DA S7O RAFAEL DO ESTRELA que a ven­ deu para o seu primo Tibiriça Loureiro de Almeida, e mudou. se para Campo Grande, onde foi bem succsi­ do e hoje é" dono a mais do Cartório do 3? Oficio, de muitos imóyeis,' um Sijtio e está construindo em vias de cabamen­ to uma Mansão no Jardim dos Estados Casou-se cm BELA VISTA com Dona CA MEN BAZZANO e ti­ veram sete filhos; A­ DE:LINA, FRANCISCO, FLAVIO, AZIR, FE- LIX, MARIA CAR- MEN e ANA MARlA tem quinze netos e o seu genro DR.' ED­ SON TuGNlNI e Pro­ fessor e Diretor do Hospital UniversitarJO da Faculdade Estadu al de M.T. alem de competente anestesis­ ta. Foi o prime1- ro Presidente do Club Esportibo. ~ lavistense, e a mais de fazendeiro era também Tabelião a­ qui em BELA VIST .A. A personalidade, de PEDRO P.t:.DRA e de todos conheci­ da especialmente em Camoo Grande ond':_ e xerce 3ua profisso com perfeiçao e ido neidade que lhe sao inherentes. Tem a5 sistido o 'Congressos de NOTAR}DO em vários Estados do Brasil, e junto corr outros representam a altura o NOTARIAIX> DE MATO GRvSSO. PEDRO também conta com um sem numeros de Amigos, todos leais e que em ocasiões propicias o5 tem demonstrado, e Bemquisto na Fami lia forense de Cam­ po Grande e também de MATO GROSSO. O seu !ilho FAAN CISCO, já foi vere­ dor em CAMPO GRAN DE, presidente d Cá'.mara Municieal, e está em condiçoes de participa.r na • forma­ ção do novo Governo logo que o NOVO ES­ TDO comece a funci onar. COMO os leitorer tiveram ocasião ' de conhecer a História da FAMILIA PEDRA é a HISTORIA DE MATO GROSSO e tan1bé°m a História de BELA VISTA, nascemos jun­ to com a cidade de BE LA VISTA, nela cria mos nossos fi.lltos, por ela trabalharemos, Pa ra que logo nossa que r.ida cidade se torne: grande, linda e cheia de progressos para a- companhar a evolu - çáo do nosso queri- do Novo Estado e do Brasil. BELA VISTA-MT; OUART A-FEIRA 20 DE JULHO OE I 77 TRIBUNA nA ;noNT[IRA Maria Batilani: "Uma vida dedicada à Bela Vista". 1 . l • ) i /' f {-~ ' ~·. ,; Pimeira mostra Agro-Pecuária de Bela 1/ista realizada em 20 de julho de 1,971. Mário Batilani foi o grande idealizador. Sr. Hárlo Batililni, discursando por ocasião da la. Feira de Amostras de Bela Vista. A sua esquerda: Dr. Fiori Hurano e Jacinto Miranda. A direita: José F. Souto, Atanásio de Almeida Melo, Va'ter Escobar Nu­ nes e José Carneiro. Flagrante da la. Feira de Amostras. -- - ·---·- ·--:;;-::-----":i'lill .. • 1 . _:,;:_).. Sr. Mário e sr. Oscar Araújo. Na ocasião Mário Bati­ lani era :-residente do Sindicato Rural. Escola que era administrada pelo Sindicato Rural por ocasião da gestão do sr. Hârio Batilani. e ,,, ,, (' p 1l d ... q to, !! . ·r·· m - ~ to f R J>o o OE ta± ·u 1 de ma do 1 ~1.1. d; f' ºt-(' ") Pe1 [ Yaa e d· DELI VISTA-MT; QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1077 TRIDUNA DA fHDNl[IRA PIORES REDENTORISTAS Introdução - J::m abril melhor caminho seria deste ano, Pe, Fran- por Nioac (sic). Dai cisco Mohr, Redento nós nos dirigimos para rita, pioneiro, Ame- essa cidade, Foi uma ricano, chegou em Bc-viagem de urnas doze Descemos o barranco, la Vista numna viagem1uas, Fizemos essa entramos na agua, sai de inspecçao de gran - distáncia em pouco tem mos no outro lado j,2_ de territorio confiandopo sem nada acontecer gando muito spral, e aos Padres /mcrica- na estrada, Aqui houve subimos o barranco do nos pelo Bispo de Co- uma consulta; qual agg outro lado, Muitas V!:., rumba, Dom Antonio, ra seria O melhor c~ zes a agua subia ate Lustosa, Dela Vista e minha para Bella Vis- as portas do carro, e uma pequena clda- ta, Um, chamado a comec;_amos a duvidar de colocada na beira via montanhosa esta- se iriamos passar, do rio Apa, rio que va mais segura,ms Mas, sempre passamos. separa Drasil do Pa- estendia por 48 le- Planície apos planície. raguai, A cidade de puas; o outro foi con- Mato nos dojs lados. Dela Vista é aproxima sideravelmente mais Grama, recem-queima damente 200 milhas surto, mas era mais da, O yol tropical qu deste de Miranda e difícil visto que atra - imou la no ceu. Quen aprox. 200 sudoeste vessava 5_rios. Porte. incómodo, km a- de /quidauana. essa regiao era chama pos km de planícies Pe, Mohr foi bem do a estrada dos rios. como desertos. Uma recebido. Foi impres O povo de Nioac nos vez erramos o cami- sionado pelo espiritÕ informaram que reccn- nho, depois de ir uns de pvo. Contaram-lhe te mente um caminho poucos kms, decidimos que anos antes, o !is tinha chegado usan- :i_ue e_:!tavamos indo na po havia prometido um do a estrada dos rios. díreçao errada. Volta­ sacerdote, se eles Isto decidiu a qucst;;'0,mos na mesma estra­ construíssem uma i- Decidimos a arriscar a da quente. Um borr greja, Dai, eles cons.. r~trada dos rios. Foi Samaritano, nos apon- truiram unia peque - um caminho horro - to1,1 a estrada certa. na igrejinha bonitinha, 50 , Mal temos deixa- Mais uma vez a estr mas, nenhum padre do a cidade para trás da q.uente. Esta vez, veio para ficar só de quando chegamos a porem, vimos na dis vez cm quando. mui- primeira rio., O barnan tancia um incêndio no to raramente, um pa - co er muito ingreme mato, Chegamos a um dre viria a Bela Vista e O rio parecia rapi - ponto -que parecia que para batisar adminit do, La fomos nos, en- estavamos envolto pe­ trar a Crisma, e f tramos na agua jogar lo fogo. Esta'vamos car poucos dias e dé- do agua longe; acha- mesmo e tinhamos va pois siar de novo. O mos o leito do rio nos galoes de gasoli- povo imploraram ao com muitas pedras e na, segurados ao lado Pe, Mohr que man - passamos p~ra o ou- do carro, todos expos de um pai espiritual. tro lado, so para a tos. Rezamos, Nossa­ Eles indicaram a igre- char o outro barran - Senhora estava canos • ja protestante um cdi- co mais ingrcmc_ain- co, e passamos o I!.= íicio maior maior e da. Subimos - nao sei rigo sem nada aconte mais linda que a igre- como - e continuarros cer. ~scurid;;:o logo ja catolica. Lembrou, a viagem. Antes, ali- chegou depois do logo. també"m, que o minis- ás, de continuar, pa- Mas mato, mas pliani tro crente aqui na ci- ramos para almoçar cies. A estrada n;;:~ dadc, e que ele esta- com os sanduíches estava em boas condi. va gradativamente a que gentilmente form ções. O carro balan - montando seu rebanho preparados para nos çava sem pena dos apostólico. Isto foi o em Aquidauana. Era passageiros. Buraco, argumento mais forte ll:30 hs. Depois de trilhas e outros obst!!_ para ter aqui um sa comer, fomos embo - culos deixou nosso cerdote residente. Õ ra. Nosso carro, 5C!'., carro as vezes em pe. Mohr gostou de do mais leve, saiu ngulosimpossiveis. seu espirita entusiasta na frente do caminhão Como e que conseguia e prometeu-lhes que que era mais pesa • ficar em cima do! mandaria dois padres do. Quando mais tar- quatro rodas! Será dentro de poucos me - de, durante um des- que vamos chegar a ses. canso, o caminho Bela Vista? As 19:30 Ele escolheu o Pe. nos alcançou. Enquan hs. Nós paramos pa­ Guilherme Fee e o Pe. to csperavamos, um ra no-seo-a-quantesi Rudolpho Reiss para viado saiu do mato ma vez, para aguar­ esta nova paroquia; e para beber água. Num dar o lento caminho. imediatamente depois momento, a espingar- Esperamos e espera - de sua chegada em A- da de nosso motoris- mos, e nada do cami quidauana (Agosto, de ta estava apontada, nho. Dai voltamos,c 1930) mandou um tele - mas o viado era rapi encontramos enguiçado grama para Bela Vista do demais para ele, e no meio de um rio. avisando o povo da voltou tranquilamente Puxamos, empurramas, chegada deles, Lo- para o mato. Eu de tentamos de tudo;mas, go em scs;tuida. veic vcrla ter menciona- nao se mexeu. Dai ti- um telegrama de volta, do que .nosso car-: vemos que descarregar dizendo que os padres ro foi dirigido por tudo, Malas, caixotes seriam bem-vindos e Sr. Alexandre Birwo- tudo. Dai, conseguirrm que tudo estava pro ser, zelador da C!!, tirar o caminhão. C-a!. to, sa dos Padres em regamos mais uma 4_d !9gg - Cedo na Aquidauan. vez as malas e cai- manha e 14 de Agos- O viado não se- xas, e seguimos a via to, os Pes. Fee e • u1' t· • l R, ·tid, - Reiss sairam ria o timo animal a gem, epetidas vezes para seu saudar os Padres nes tivemos que parar de povo campo de traba~ ta viagem. Um lobÕ pois de cair da noit~ O primeiro foi ";per.; fugiu quando aproxi . para procurar com lan or provisional. 'ermimamos. Vimos tam- terna.li, a pista do eG tam que eles contem sm um cachorro do minhão que tinha vinde sua historia. mato. Uma rapose de Bela Vista. Era nos Quinta-[eira, l+ oi ofuscada pelos fa. sa única maneira a- de Agosto, as 5, 10 hs,ois do carro e cor saber por certo o ca­ muito antes do nascer reu embaixo do car. minho correto. Bem. do sol, nós saimos do,Esmagamos um finalmente chegamos l qidauna. Nossa cor tatu. Emas corriam pelas ll:30 hs noite. ~iç·ao foi um car.ro com O carro. E mui A cidade já dormia ord. Fomos seguido,os outros passar Conseguimos acordar pelo caminha.o Ford 1~ nós virmos. Certa . alguem do hotel e um yado nossos _perten- mento !oi o cami- menino foi mandado pa ces O : e di • japones qu nho doa rios, e ca. ra mostrar-nos a nos. rigia disse que oda um trouxe um no- sa 'casa". A casa on- vo jopo de incertezas. 1 1 1 i 1 l ' > de "tudo ja estava pre parado'. segundo o te legrama a Aquida,ua - na. Foi um negocio de dols quartos, nem apt para um estreba­ ria. O chão antigamem te era de tijolo, • mais o tempo carregou a maioria deles e deco briu a mão terra, No tinha nem teto; so um pedaço de zinco por cima das çabeças. As janelas, so aberturas nas paredes com veno­ zianas de madeira para janelas. Duas ca­ mas, um estante, du as mesas e umas ca- deiras. Era isto que queria dizer Bela Vista: 11 ••• tudo está'. pronto. 11 Mas, no en­ tanto, um esforço foi feito para tornar o lu­ gar apresentá'.vel. As camas era limpas um vaso de flores decora va a mesa, Um garrã. fão de água potável. e! tava disponível. - Em todo caso, es tavamos felizes por estar no fim de nos - sa viagem e de ter um lugar para colocar nossas coisas - visto que a chuva despencou nem dez minutos de poid wur chegamos. O dia fora comprido; a viagem, cansativa;nos­ sas consciencias esta­ vam em paz, e dormi­ mos. E esta a histo­ ria de nossa chega. da em Bela Vista. 15 de Agosto: Festa em Assunçao de Nos­ sa Senhora. Consegui­ mos levantar-nos rdinãrlas de Vista· Campo Grande sob os dor Diocesano, ben - selos de nossas ar- zeu liturgicamente mas ao de abril d na forma do Ritual 1,924. Romanoalgreja Ma• a)+ José Bispo de triz de Bela Vista, Corumbá. dedicada ao Senhor A próxima crôni- Divino Espirita San­ ca so foi escrl ta em to, construida em u 29 de janeiro de ma parte do lote de 1926, quando foi no- terreno n? 13 da Pra meado Visitador Dio ça Municipal, medln7 cesano da paróqula,Õ do 10 ms de frente Rvmo. Pe. José Glar- por 30 de fundos,con deli. missionário frontando ao norte salesiano, a quem fo com terreno de Anto­ ram concedidas todas nlo Ferreira de Al as faculdades especl melda, a leste com ais para Missões. - terreno do doador,ao Ao pe. Joie-' folcsul com a praça mu­ tamberr dado por auto niclapl e a oeste rização apostólica,6 com terreno de João direito de adminis - Francisco Caporossi, trar o sacramento da doado pelo sr. Fermi Confirmação em toda no Rodrigues de Hl7 par te por onde est i - randa e sua espo­ vesse no território, sa dna. Angélica ele desta Cloccse. Miranda em dois de Na época, os imi maio de 1922, escri- tes da Paróquia de tura públ lca, lavra- Bela Bista eram os da nas notas do tabe seguintes: iDa cabe - 1 ião do 1? í.ficlo ;-­ ceira do rio CaracÕI como consta do regi por este abaixo atê tro n? 271 em 31 d sua barra no rio - janeio de 1923;sen­ pa; este rio acima a do a dita Igreja de té a foz do rio Es- dezenove metros de f ± • e r ± Lt I!,. ,. e fa° e9 4! b. e I• a ... a· +$· ,o r o° 10 nome, e con1 os mes­ es limites civis do unlciplo, rcservon­ o-nos porém o direi to de dividi-la quaR o o exigirem o bei as almas e os into- resses da diocese. onstituimo-la sob o patrocinio da lmacu· lada Conceição de Ma ria Santíssima, que será· .,Titular da 1- rejà Matriz a cons­ truir-se e cuja fes­ ta deverá ser celbra a anualmente no diã 8 de dezembro com to a a piedade e ponpã religiosa, excluídas uoisquer protan1da­ es. Criada assim a paróquia de Nossa Se nhora da Conceição e Bela Vista desli­ amos os seus habi - tantes da jurisdição o pároco a que porventura, em qual­ quer tempo tenha es­ tado sjueitos, para s ligarmos à do_a roco da nova paro quia, e concedemos à sua futura igreja H!!_ triz o uso da pia b tismal, campanar io , tabernáculo, onde se j a co:,servado com a devida decência o SS Sacramento, e diante o qual deve arder sempre, dia e noite ao mesmos uma lampa da alimentada com ó­ leo de oliveira,con­ sist6rio todos os di reitos, previlégios, honra i ns ígn ias e distinções de igre­ ja paroquial. Ao pi­ roce a quem confia­ mos a sua regência eterminamos que lo­ go adquira para a nova paróquia o li­ vro do Tombo respec­ tivo que deverá ser iniciado com a trans crição integral des­ ta nossa provisão, e os dema l s I ivros pa roquiais todos devi- amente rubricados na Curla Episcopal , de 'acordo com as prescriçoes do Direi to Canônico. Manda - mos a todos os páro­ cos e paroquianos que obedeçam a es­ ta nossa prvlsao em tudo o que lhes diz ra; uma reta desta à cabeceira do r lo Ca­ raco 1 . Segundo as crônl· cas escritas naque· la época, vamos en - contar . Segundo as crôni­ cas escritas naque­ la época, vamos en • centrar a Ata da ber ç ao da lareja Matriz do Divino Espírito Santo: trela, este acima a- comprimento e sete tê sua cabeceira,des e melo de largo, e te seguindo a linha livre de 13x6; tendo ,Hvisória do Brasil sob a porta princi - com o Paraguai até o pai a pedra funda - rio Paraná, o álveÓ mental lançada em deste acima até a 1913 por iniciativa foz do lvinhema, o do saudoso Cel. Anto leito deste acima nio Gomes Ferreira atê a foz do ribei- da Silva. Foram para rão Claro; o lei- ninfos a doadora E­ todes:eacima atê ama. Sra. D. Angéli­ sua cabeceira, de a- ca Ferreira de Hi- 1 i umol reta até a anda e os ex mos. barra d rio dos Mat DDrs. Luiz Gomes de tos no Dourados,po Mel lo e Ale ides A l­ este acima atê a suaves da Silva e se-­ cabeceira; desta uma nhoras, respectiva­ reta à cabeceira do mente d.d. Juiz de rio Miranda; o leito Direito e Comandan­ deste até a foz do te do 10? R.C. Apos rio Prata; 0 leitoª benção proferiu deste até sua cabei- breve alucuçao o Rvmo. Visitador as- sistida rei igiosamer. te por autoridades civis e mil ii:ares e grande massa de po­ vo, e em seguida ce­ lebrou s.s, Sacri­ f cio da Missa.E pa- ra constar foi .lavra da a presente ata. - Luiz Gomes de Hello, Primitiva Prado Go­ rnes de Hei lo. Nota: A mudança do TTtüTar da Paróquia que foi fundada como paróquia de Nossa Senhora da Concel • ção para paróquia do Senhor do Divino Es­ pirito Santo, foi u­ na condição Impos­ ta pelos doadores do terreno, onde foi :onstruida a Çapela. Aos aexesseis di­ as do mes de junho de mil novecentos e vinte e seis, sob o Pontificado do S.S.P Pio XI, sendo Bispo Diocesano o Esmo. e Pvdmo. D. José Harlo da Rocha, Pres iden­ te doiEstado o Exmo. Sr. Dr. Harlo Cor - reada Costa e o Cel Esta segunda par­ te da história da Pa rôquia, começa a 27 de Janeiro de 1930, com dois Redentorl5 tas Americanos, no clima quente e n poeira vermelha de ma cidade chamada li quldauana, aprofun dada no interior do Estado de Mato Gros­ so. Estes dois Pa­ dres apenas balbucia vam algumas palavra +m português. Era u- na nova JTngua, um povo estranho, uma região desconhecida, Quais teriam sido seus pensamentos quando viram Mato Grosso pela primei ra vez, quando olha do pelas janelas d velho trem, viram grandes extensões de planicles e matas, sabendo que toda a­ quela reglao seria sua primeira parõ quia no Brasil - seu futuro campo dc ba­ ta I ha p o r O eu s , o tu turo cenário de gran ,es vitórias apos muitos sofrimentos e abnegações. Pensan­ do nisto,sem dúvida, surgiu-lhes na alma, um pouco de saudade de sua terra e dos seus. Sim, porque, tratando de homens de pensamentos e e­ moções humanas, esta história não pode ser limitada a frias estatísticas. Deve ser uma história de Padres Americanos no estrangeiro,em um, terra desconhecida-, austera e dificll,de lutas, desãnimos me­ do e privações. Será a histõrla destes pioneiros que precisavam ter um grande amor a Nosso Senhor e a Nossa Se­ nhora, uma verdadei­ ra sede de almas bas tante bom humor e - ma vontade firme e resoluta de enfren tare de suportar tu do. Sem estes itens7 sua história nunca poderia ser escrl - ta. Foi em janeiro de 1930 que os primei­ ros dois Missionári­ os Redentoristas:Pa· dre Francisco Hohr e Padre Afonso Hlld, chegaram em Aquida­ uana. A 9 de julho organizam mais duas paróquias: Miranda e Bela Vista. Ao chegarem, os Redentoristas,em su­ as earôqulas, até entao abandonados,tu do foi criando vt7 da. Porlsso em 16 de junho de 1931, D. An tonlo Lustosa, entãõ Bispo de Corumbá es­ creveria a seguln- te crônica, em sua visita canônica ã paróquia de Bela Vis ta. Visita Pastoral A 12 de corren­ te mês, apôs laborlo sa viagem em razãõ Jo tempo chuvoso, a­ qui cheguei em compa njla de aols padres da Congregação Reder terista e do meu se­ cretário particular. Fiz a visita a es ta Paróquia sem as forma I idade canô - n I cas, porque - raz dois anos apenas-a visitamos devidamen­ te. Dou mil graças a Deus por ter pedido confiar esta paró qula aos beneméritos P.P. Redentor lstas , que em pouco tempo, Já captaram a slmpa· tia dos paroquiano! e conseguiram notá - ro ainda moradoras nesta cida, vel progresso esplrl No dia 12 de maio tual, com o zelo e de carinho, com que cul 1 935 foi celebro - da a la. Missa na NG dam da Paróquia. va Matriz. Cerca de Como estão eles ainda aprendendo 900 pessoas assisti· lingua nacional, não rama essa Missa. E assim contlnuarr 'hes foi posslvel re • • - ate os nossos dias , ;istrar neste 1 lvro, que nele se de es t es incansável, ~rqulvar.Cumpre que pastores de almas e aqui se registre e estas abnegadas Ir- d d m d os mas, a trabalhar pe- 2asse a ca a u vigários da parõqulai O progresso de nos- e o nome dos seus sa cldade,que eles • t res os avi- cons I deram sua, tam- coa]u.o + b sos e circulares da em. Curla Diocesana, as festas importantes, quer rellglosas,quer Progressos esses civis, que se relacl real lzados por ho­ onem com a vidaxivde mens que não sabiam Paróquia e tudo quan o que era "Hato", a­ to possa contrlbulr7 tê que se viram den- para a história datro dele; que nao 7esma. conheciam as intempê Ao Revmo. P. Gui- rles das selvas, a lherme Fee,atual VI-diversidade do clima grio desta Residên- e da ai lmentação; ho cia Redentorista, a-mens' que tiver presento os meus ma-que lutar com uma no is cordiais agradeciva lingua e costumes mentas pelos ÓtlmosdJferentes; homens serviços que vemque ansiavam pelas prestando a esta pa·almas que haveriam róqula e pela bondade conquistar. E nun de com que nos hosca, por um só momen­ pedou. Passarei hojeto, pensaram ser he- a visitar mais algu-rõls. Eles estava mas localidades des-:ump lrdo o que cada ta mesma parôqula,em~edentorista, desde boa hora . fl d ,anto Afonso, tem pro a _ con a/anetido com solene Ju os benemerltos Fi- ramento: "Trabalh lhos de Santo Afon- ar se retl d pelas almas mais a- • . ran o-me em bondon as". seguida profundamen- te reconhecido ã 01-= E vina P 4 ~ houve progresso? rov, enc a que Sim e não pouco·a volveu olhos chel- 1 - d • os d ; em los progres:.o e misericórdia materiais o mais im­ ?? g· t e ovo esi- orante é que há ni '?mente abandona fiares de pessoa? e a pouco. d " B 1 Vi 6 que apren eram amar J e a sta,l de a Deus e Nossa Mãe unho de 1921 . a) + Antonio ?antisssima, tornan- - 0 se verdade I ros Bispo de Corumba. cristãos. No dia 3 de Janel Hoje a história ro de 1932,depois d dos pioneiros já es uma viagem penosa no ta sendo rememorada; tempo chuvoso, 1,_ Por Redentoristas maos de S. Vicente brasileiros. de Paulo chegaram a Bela Vista Hadre Ma­ ria Hubert, superio­ ra e l rmãs Roberta Emiliana e Bernade te. A soa chegada o povo fez manifesta - ções extraordinárias e as Irmãs fi satisfeitas, cara Foi fundada a Es­ coJa Paroquial dl 9ida por essas ziz. sas lrmas' e as au­ las tiveram inlclo a 1 ? de março de 1932, com 239 alunos. Essa (scola funcl onou a principio eh prédios alugados. Construido o pré dio atual, fol 1nau­ gurado cn Julho de 1934. li ta. turma de (or mandas recebeu o d1- ploma no dia 17 de novembro de 1934. E­ ram as seguintes: A­ mãlla Martins, resi­ dente cm Nloaque;Lco poldlna Portocarrerõ atualmente em Porto AI egce; OI Tmp Ia As- s l se Glória Lourei- De nossa cidade )à temos vários no­ ços se preparando pa ra a vida rei !glosa; dentro da Congrega ao Redentorista. - Que Deus continue abençoar os esforços dos seus apóstolos . Que Nossa Senhora 'o Perpêtuo Socorro- continue a derrama; suas benções snbre seus filhos que lu­ tam para levar as al mas ao coração de Je sus. TRIDUNA DA FRONT[IRA BELA VISTA-MT;QUARTA-FEIRA_20_DE_JULHO DE 1977 ' -- á.-- l "Nossos ide a Is são i denticos: PAZ E PRO PERIDAOE; nossos mn­ todos, os mesmos:MUI TO TRABALHO E AMOR A TERRA. Nesta data, em que você Prince sa do pa, comemo- ra 59anos de emanei ção politica, enviÕ o meu fraternal abra ,0 aos seus morado­ res. Ao senhor Pre­ feito Municipal, Dr. Rubens de Castro Pln to, votos de conti - nuldade em sua profi cua administração -7 aos colegas vereado res meus cumprlmen tos pela atuação se­ rena e firme frente ao Legislativo. POVO OE BELA VISTA: PARA BENS... - VEREADOR OSVALDO COIMBRA GRUBERT 'ARE MA) JARDIH-HT. () I Laços históricos u­ nem as nossas cida - des; trad lçÕes, fa· zem de nosso dia a dia. uma sequência de lembranças que nos encorajam à luta pelo desenvolvimento Vivemos numa fronte! ra UNIDA E FRATERNA. Participamos na ar­ rancada desenvolvl­ mentlsta,nossos obje t lvos se coadunam -, nossos felÍcitações sao os mesmos. BELA VISTA· berço de grandeza em nome do povo de Antonio Jo­ ão, envio calorosas' felicitações pela passagem de mais um aniversário. pro - velto a oportunidade para cumprimentar o prefeito municipal-, dr. Ruben de Castro Pinto, pela dinâml ca administração que vem exercendo fren­ te a Chefia do Execu tivo belavistense. Parabenizo também a equipe TRIBUNA por mais esta realiza­ ção de VULTO, e que é realmente UMA EDI­ ÇÃO HISTÕRICA. ADÃO HERODES XAVIER PREFEITO MUNICIPAL­ DE ANTONIO JOÃO. --- o t 1 A Câmara Municipal de Antonio Joao, trmana-se_as festividades comemorativas aó 59° anlversãrlo de emancipação polltlca do F nlclplo. Nossos cumprimentos ao senhor prefeito municipal, Dr• Ruben de Castro Pinto e demais autoridades que contribuem para o engrandecimento de Bela Vista. ARNALDO MARQUES DA SALVA A CÃNARA MUNICIPAL DE ANTONIO JOÃO TRIIUllA OA FROIIHlíl/ BELA VISTA.MT; QUARTA-FEIRA 2O DE JULHO DE 1977 sau ... acoes ' Nesta oportunidade, em que a PR CESA DO APA comemora mais um aniver­ sãrio de sua emancipação polltica, e nome do povo de Caracol envio caloro­ sas saudações ao povo belavistense.Ao senhor prefelto municipal, meus para­ béns pela admlnlstraçao dlnamlca e propôsltos Imensos de bem servir a co letlvldade belavlstense. Parabens po­ vo de Bela Vlsta. ANDRÊ TADEU OCAHPOS PREFEITO MUNICIPAL OE CARACOL. Quisera ser "mágico" para viajar no tempo, voltar ao passado e ver os prlnelros moradores de Bela Vista, rasgando matas, construindo, enxergando longe. tas: fI­ co satisfeito em viver o presente e ver que os belavistenses, descendentes dos bravos pioneiros, conllnuam a tarefa de CONSTRUIR a grande Bela Vista Nesta opor tunldade, em que o povo belavlstense comemora mais um aniversário, envio mlnhã saudação ao nobre prefeito Ruben de Castro Pinto e ao povo da querida Prlncesado pa. PARABÉNS BELA VISTA. JOSIAS PINHEIRO VICE-PREITO DE BONITO. Parabenlzo o labo­ rioso povo belavis - tense, o senhor pre­ fe I to municipal, Dr. Ruben Alberto Abott de Castro Pinto, pe­ la passagem de mais um aniversário de emancipação politica do munlclplo. JESUS DELBAR FERNAN­ DES - DIRETÚRIO DA ARENA DE CARACOL. -+ a t o 11 l o ,..--- .. E- t . r -- t •,mo• oo,o > a i og,o mmo > •• oo, • m, • N• çio oom, trilha seu caminho de potência emergente, Neste rincão, onde o patriotismo FALA ALTO,brasllelros, unidos, constroem a grandeza de uma cidade. Nesta data, em que BELA VISTA,recebe os vlsltan tes, mostrando a sua pujança, os seus feltos,parabenlzo as autÕ r idades, especialmente o meu velho amigo de tantas lutas, Dr. Castro Pinto, prefeito municipal, pela tarefa que se propôs a real lzar - e está real lzando - de colocar Bela Vista numa posl - ção de realce no cenário estadual. PARAENS BELAVISTENSES. ALCIOES CAVALHEIRO FLORES (JARDIM) l u Direto+lo da ARE NA, de Antonio João; na pessoa de seu pre sldente, NERlS BARBÕ SA PRESTES, parabenT za o povo belaviste se pela passagem do 59? aniversário de emancipação polltlca do munic1pio. Irmana se ao júbilo da popu lação por mais estG data hlstõrlca, envl ando ao senhor pre- feito Dr. Ruben de Castro Pinto, efusi­ vos parabéns pela brilhante administra ção frente a chefia do executivo belavls tense. NERES BARBOSA PRESTES DIRETORIO DA ARENA ANTONIO JOÃO-. PRESIDENTE. BHA VISTA-HT· UARTA-f[IRA 20 DE JULHO DE 1 7 TRIUNA DA FRONTEIRA BELA VISTA ... Lembrancás do Passado ... 'f Acontecimentos vários que constltu em-se em pedaços dã História de Bela VI sta. Fala o Grande Ron­ don (Ao tempo Malor de Engenharia Cândi do Harlano da SI lva Rondon e Chefe da Com. Linhas Telegrá ficas do Estado de Mato Grosso). Seja como for utopia ou não, es­ te meu modo de pen­ sar, sou fervoroso, adepto do emprego do soldado no des­ bravamento dos nos sos belissimos ser­ tões, que só pode­ rão vir a ser povoa dos, depois que fo 7 rem cortados de via ção férrea, rodovã ria e de telégrafo; o que não se pode obter por iniciati­ va particular senão mediante pesadas garantias de juros e atê subvenções pa ra os serviços res­ pectivos. Banhistas no Rio ~p A daquela. Pouco mais flzeramAdesse mês Foi desse corre de Janeiro do ano go Arareau que re- seguinte em que fo- tomei os trahalhos, ·=. - - I :V / , /Ç~~- ' , +,g 1.- • r#e ,. ·-r. , i + 1t ' - 4? ) n ; "J.. --- ! ·--- •'. , # O saudoso liene­ ral dizia em 1890 - que o soldado era o civliizador de Mato Grosso, que por mui tos anos,sõ dessa classe poderia rece ber o maior impulso atraves dos seus vatissimos sertoes Confirma a previ - são daquele inolvi­ dável chefe o assen tamente das l inhasT telegráficas que hg Je cortam o Estado de Leste a Oeste e de Sul a Norte, par ramos t r aba I ho,i do seguimento da pesadisslmos madel­ ros que a primiti­ va derrubada deixa (-~~ f , - 4 f } ± i '-.j-1 / ' ..> .' ra no picadão; fo - ram reprumados mui­ tos postes, substi­ tuídos outros, que, apesar de terem si- depois disto ... - Escolha traçado entre Lourenço e Coxim. - Ramal de Mi- ranrl a f - suspensos, por or- construao em novem dem superior, tendo bro de 1900 repara conseçiuido apenas do o trecho da 1 i7 124 quil§metros de nha de 10 e 1/2 qui construçao prov1so- lÔmetros de S. Lou~ Inauguração Ponte Bnternacional Presidente do s. em 11 de outubro do mesmo ano. • A construção co tlnuou rle Nloaque p para Margarida,ten do sido assentada a 1 inha daquela esta­ cão a esta em 116 quilômetros e, 586 metros de 13 de ou tubro de 1904 a 13 de março de 1905. Nesse trecho foi traçada a terceiro grande tangente de 63 quilômetros e 834 metros da Fazen da Jardim aos morr~ nhos, na proximlda· de de Hargarlda. Com mu I ta pro­ pr l edade o celebra­ do guia José Franc­ ! sco Lopes deu a sua fazenda o nom de Jardim. Habita inda essa mesma Fa zenda, que antes da Guerra Jã era de propriedade de seu marido, o cita Guia Lopes, a legen dária D. Senhorinha que fora duas vezes pri sionelre dos Paraguaios, antes e durante as opera ções. O laranjal, que salvou o resto da Expedição na Re7 tirada da Laguna,)a não existe. Situa dos em derredor - da habitação da le­ gendaria matrona e5 tavam então dois dos seus filhos que a acompanhavam o João e o Bernardino Lopes. O primeiro, foi assassinado te pos depois por um seu visinho. Dois outros filhos dessa tlndq da capital. No dia 11 de se tembro de 1896 G Comissão de Corum­ bá Inaugurava S.Lou renço a primeira e taçao da rede meri­ dionat de quase trl pio desenvolvlmentõ Médici-Bela Vista (Brasil)- Bela Vista (Paraguail l , ria até o corrego Arareau, l O 1 /2 qu 1 lõmetros distante da estação de S. Lourenço na direção lo ltlqulra. renço àquele córre­ go pela reabertura total da picada,que Já tinha vegetação­ de machado. Foram torados e rolados do colocados ape­ nas havia quatro,a­ nos, estavam comple tamente podres porT serem de madeiras pouco desenvolvidas - Ramal de Aqui dauana a Porto Hur~ tinha, passando por Nlóaque inicio a 16 de agosto de 1904, atinqindo Nloaque ....... xenêrgica senho: ra de nomes .>ese e Pedro habitam terrenos nais afas • tados, onde se est! beleceram com a sua pro I e. n $ R c p de, c a em m m ELA VISTA-MT; QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 TRIBUNA DA FRONTEIRA l -l / casa do arroz, de Ulisses Pinto de Almeida, que há longos anos vem servin do a dona de casa belavlstense atra- ves de um sistema baseado no bom aten· e ~ ♦ ra· a Fa da de u 1 en a ha ze° dos e 1, tO e Já 1e e2 is que o • ºº , te2 ur e,,, l s ssa dlmento, no preço e na personal Idade de bem servir, agradece a preferência, e envia ao povo amigo desta terra hls· tórlca seus calorosos parabéns. "O Clube do laço entidade que congre­ ga os pecuaristas da região de Bela Vis· ta, nesta data, em que o munlciplo com~ mora mais umaniver­ sário de emancipação polTtlca,envla -· sua calorosa saudaçao ao povo e autorlda - d e s belavistenses, conclamando a todos a cerrarem fileira em torno do Ideal co mum: progresso da co munidade. MENSAGEM ... Em face de lnÚ• meros impecilhos que atravancavam o progresso belavls· tense, a "Pr i ncesõ do Apa "permaneceu desl lgada do surto desenvolvimentista, que assolou Mato Grosso. Hoje,entre­ tanto, com a presen ,a do dinâmico pre feito, esta oportu­ nldade para congra­ tufar-me com o povo e autoridades bela· vistenses. NAUOEHIR XAVIER CÃHARA MUNICIPAL DE BONITO. A causa do progresso exige: TaABALHO: Tra batho exige harmonl~ de propósitos. Propêf sitos que levam ao T dea I comum. Parã construir a NOVA BE· LA VISTA, não é pre• ciso apenas arrega­ çar as mangas, é ne· cessãrlo que todos os seus filhos se conscientizem de que vivemos um momento histórico. HOJE O IM PORTANTE .... E A E­ CISÃO FIRME DE ACELE RAR HETAS ... DE HARHÕ NIZAR CIRCUNSTANCIA PELO BEM COMUM ... Re• dijo estas palavras com o coração trans• bordante de alegria, pois, aqui se encon tram as minhas ra7 zes ... PARABÉNS BELA VISTA. LIBINDO. DE ASSIS GOOOY{Vereador) AQUI DAUANA. • BEMVA VISTA-MT; QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 , DR. KEZIO LOUREIRO PINHEIRO 1 1 I 1 ' • { 1 l f• 1 1 ,/ 4 " ' r 2 5 t- 3 1 Entrada da Fazenda. 2 Vista parclal das mangueiras Harllândla. Fazenda 3 Galpão na Fazenda Hari1anata. ,_ d Estrada gue liga Bela Vista à Fazen- • dà Harllândla (ponte do Rio Apa). 5 "Na Harllãndla tudo foi constltuldo vi sande o bem estar ... a presença do bom gosto ê uma constante .... o Sede da Fazenda ... a mansão onde Dr. Kê zlo ~ Maria recebem os amlgos ... são ex celentes anfitriões... • o [LA_VISTA-HT; QUARTA-FEIRA 2O DE JULHO DE 1977 TRIBUNA DA FRONTEIRA BELI YISTI: PODERES PÚBLICOS E POPULIÇiO UNIDOS PELO PROGRESSO OI COMUNIDIDE MENSAGEM "0 PROGRESSO DE UMA COMUNA É O RESULTADO DO TRABALHO CONJUNTO DE TODA A COLETIVIDADE, COM SEUS ESFORÇOS DIRIGIDOS PARA UM só OBJE­ TIVO: O BEM COMUM.' O DESENVOLVIMENTO QUE A COMUNIDADE BELAVISTENSE HOJE r:X?ERI- MENTA É O FRUTO DO LABUTAR DE TODOS OS SEUS MUNÍCIPES, AO LONGO DE 59 ÁNOS DE EXISTÊNCIA, DE FORMA QUE, CADA CIDADÃO, DENTRO DE SU­ AS ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES, COLABORASSEM DE MANEIRA PREPONDERAN­ TE DENTRO DO CONTEXTO DA GRANDE FAMILIA, QUE É O ESTADO DE MATO GROSSO. O GOVERNO DO ESTADO, SENTE:SE ORGULHOSO POIS, PARTICIPOU DE TA MOBILIZAÇÃO GERAL EM BUSCA DOS DESÍGNIOS DO DESENVOLV1MENTO GLO­ BAL DA COMUNIDADE, EM TODOS OS SEUS SETORES E MAIS JUBILOSOS SENTE­ SE A LEVAR A TODO O POVO BELAISTENSE, SEUS DIRIGENTES E DIRIGIDOS, A SUA MENSAGEM DE CONGRATULAÇAO PELA PASSAGEM DE TÃO IMPORTANTE DATA PARA TODA COLETIVIDADE. SALVE 20 DE JULHO Dr. JOSÉ GARCIA NETO GOVERNADOR DO ESTADO TRIBUNA DA FRONTEIRA ELA VISTA-HT; QUARTA- EIRA 20 DE JULHO DE 1977 Ilumenanem cm acrústico ao Governador ,JOSÉ GARCIA NETO Jubiloso mês Í 11'11,d, verdade que curta 'alo1,·:; l(·L'llllÍOll,!1111. p:.1.1 fl 110,,0 I' -rir ito. tal, ("llfl,(J imaginar uma popular» [nu­ tnta vm clima de felicida­ de plena, {1ui! ia l•;,1 mo­ nia e paz eh• , . p.1 i11, qll" cada < idarl;t,, t1:11h ,·011:--l{",fJ nll'smo. 1 ~ .. ,im, nús 1111:,g111:1111ns a escola voltada pata a íor­ mação da criança, não só intrlectual mas ,ohrl'tudo moral. <·m contato <·om pro­ fes~:i:o fa:a:.e doso{t» da ptóp:i1 o!a. ..s. + RRe mos vem do valor nico dssa frae vxec!a , que a inspiraco de um h;nem público ecoou à as­ ,ochc;úo do im:it"I i:d :10 mall•il;rl, da i leia a•> f;rt(> COn<'l"l'IO. n7 ai temos um outro ;1s­ pecto que, por iiaçio, che­ gamos, da da imagem e da kitnra da frase: é a da in­ tencionalidade do sujeito, do agente da obra, do homem público. 1 E lia retraia. mais que bso, caracteriza o compor­ tamento do prefrito diante da realidade que lhe cabe trabalhar. l l Identifica o seu modo de ver o problema e escla­ rece sobre o seu posiciona­ mentc, diante dos fato,. Ü I prefeito tenha ou + aerminado a coloca­ ção d:. frase, certo é que a adotou, revelando sua índo­ le de homem sensível, que ao lado da pragmática admi- INAUGURAÇÃO DA ESCOLA MUNICIPAL "Sõo Gmldo" • no bairro Áou• OoeP .iHOlIENTO em que as senhoras .i.Ia1 ia Lygia de Borges G2rcia e Clotilde Gonçalves de Castro Pinto, desatavam a fita inaugural na presença das mais altas autoridades do Estaclo. elo ·município e conyidados presente!. nistratíva. que cletl'rniin:i a abstração de ,·a!ore,; filosó­ frcos, deixa vazar o seu sentimento, a sua sensíbilidadP, hnmani1.ando a obra. j_ 1 ':;so é altamenll, positivo. Devemos crer na possibílidndc da construção de um mundo melhor. E essa construção deve ter seu início justamente no homem, a1tífice das modificações por que passa a natureza. E como começar a reconstruç:io do homem ideal, sociável, amoroso, realmente humano'! Do homem integrado, consciente do seu tempo e do seu mundo. I; • - :;i.. - ' .--:--:::--·- • O PREFEITO HUBEN DE CASTRO PINTO e o ;:-o'ernudor GARCIA 1'ETO' acomp:111hados de suas senhoras, quando: adentravam às instalações da Escola 1lu­ nieipal de Artes e Oficias. A primeira dama do Estado sra. lfari:l Lygia de· Borges Gur<'ia. foi bastante bornenagendr. o ouc a deixou muito como'id:i. TRIBUNA PA FRONTEIRA Bela Vista Capital "Como Como Bela a o planta dia Vista recebe recebe recebe o a a seu Chuva de Mato Luz, assim Grosso Governador" GARCIA NETO: Estamos fazenrlo Uíll ··GovPrno Humano MOMENTO on VESE.I IJ.-HQL' E no aeroporto local, do E.mo. Sr. Got·ernaclor Garcia J 1t'!o, e da Primeira Dama cio E,ta:iu Sra. )!a riu Lygia de Borges Gnrcia, ammpn·1lrndos elo Pres1rlcn1e rio Tril>1111nl ele .l11s1iça do Estndo Desemuurgmlur Don11119os Sárro Bramido Lima I' esposa Sra. Joscpl1111a JJues de 13arms Lima. do Povo com o Governo Em palanque armado na praça "Castro Alves" realizou- e o encontro do povo com o governo. Umas das maiores aclamações recebidas pelo Gov. Garcia Noto em todo o Estado. ' o flarante o Presidente da C!imara de ereadore1 Dr. Pertro Palmlerl qu.ando m ua oratória acn.decla ao Governa­ dor Garcia Ndo pela■realf1a('úe1 I0·1:r­ namcutafl em Deli VJ■ta. 'heqo e hora e a e, do 11r1t•.,,u,Ur11··. clr:.:.,,· IJ .. Jur111 J.,,. na de Borges Garcia ao «tsur­ Mar nua sol·dade de tntupuru­ do da Casa do Artesão de He­ la Pista, uu presença do yorer­ uador Gare Neto, do ice-G­ t'l..'T1111dor Cti.'(.:Íll l.l·ill' tft• H,rrro .... tf,, pn.•Jl'irn HuhL'H eh• C:11.,rru Pito, dos eeret@rios de Estado t' th•moi.'( autorült1tft-,'( J>n',:1•11tcs uo UC'OHh.'C"Ílltt'Uh•. •J pr11wip:1l de nho eminentemente xoctu­ cultural, dentre a preyramutcão !70l'l'rrinuu.•11rul ,·11mprulu 1tt•.,ru eidade, sede provisória do Go­ erno Matoyrossense, Au agradl'l'l.'r a :muda(.·tio tJIIC lhe foi dirfgidu pela senhoru Clolildt! Pinto, µriml..'lrtl du111u do m1111icípio, D. Jllaria L11!1iu de Borg,s Garcia, ''""· ,, u prc- sidente da Fundado de Promo­ do Social- roltou a afirmar que a 1,alorí:a~·üo do arh.'.1ih1 e u .1tucrguiml.'ntu do arll'.Su11ufu :wrüo ,uai priudpab prcufupu­ cães à frente da ProSol, que jd fundou casas de artr.,·ãu em Cuia­ bd, Campo Grande, Dourados, Rundunópulí:t, Corruubü e agora Bda Vi.ta. nMIZJlDE BRASIL - PARAGUAI Com traballio.s em cou.ro, ce-­ rdmica e madeila a Cara do ATtesdo de Bel11 Vi,u, tem mul­ to o que mottTaT nclo IO!nfflte 11 Mato Grosso, mas ao próprio Brasil. A• colcha, e cu toalli,u de mua de nhanduti, por erem- <6J Casa do Artesão ~ .. -~ . a ✓ , Í- d µlo,. {rt.•ud,r de! orig~m para .. 'vaia), os does e licores . prin­ ipalmente o de guavira ... l' 111110 ir•fi11idade de 01, chamou bestante ' ~tençi de pequenas cirurgias, aplicações de so­ ros, vacinas, etc, DUAS CASAS DE MATE RIAL, sendo uma residência do contador senhor Vital Lrureiro, casado com a sr Santa Pinheiro ioureiro com uma prole de 3 filhos. O senhor Vital e o braco direito da fazenda, onde mora desde o início, a­ companhando o seu progresso. Outra resi dencia pertence ao motorista Adao, Todas s residências da Sede contam com instalo- coes elétricas, agua encanada. etc, Um escritorio de Contabilidade (Sala Jose To mas,em homenagem ao construtor da me s ma) - Capela Santa Rita de Cassia - os móveis foram foram confeccionados na fa­ zend . Na Capela realizam-se os casamen­ tos e ali casaram-se ALOISlO (filho de D. Araci) e Rosalina. Todas as dependencias na fazenda estão perfeitamente em condi­ ções, tipo apartamento - com geladeiras, etc .. Quatro casas de madeira, com instala çÕes elé'tricas, á'gua encanada, etc (para Õs empregados). Em uma das casas mora o sr. ARAL RODRIGUES, capataz da fazenda todas as dependencias mobiliadas e decora­ das. Residem na fazenda quase 60 famili as. Além da sede e das casas que a ro­ deiam conta com 4 retiros. I .. ; ....... - . "- -= CRIAÇÕES Gado predominante Raça Nelore (criam e recriam). Criação de aves, pássaros de todas as es­ pecie s, pav Õe s (50) marrecos, gansos, ca - valos e carneiros. sE -~ i· .. Conta a fazenda com UMA BALA!- ÇA PARA PESAR GADO, 1 MANGUEIRA EM otimo estado, UMA ESCOLA MUNICIPAL, 1l_ MA VlLA COM 7 CASAS DE BARROTES, 4 CASAS DE MADEIRA para empregados, e a CACHOEIRA (ponto turístico) na rodovia Jardim - P, Murtinho. Dr. Araci dedica rinho todo especial as crianças da fazen - da e visando estas crianças e _ que cons­ truiu a escola. São 30 alunos da l!! a 7-! si rie que contam com uma biblioteca para esquisas e uma distribui;o diris de me­ rend escolar feita por pessoas encarrega - das, Além d PECUÁRIA, A_ FAZENDA MARGARIDA, possui plantaçoes de TRIGO, ARROZ, SOJA, etc ..• é' um pequeno retra­ to da fazenda que mereceu este comentaria por parte de um visitante: "É UM, SONHO". Sim .•• a FAZENDA MARGARIDA e UM SO - NHO ••• Um sonho que o saudoso MARIO MENDES tornou realidade e que d. Araci Mendes Gonçalves conserva, aprimora e a~ menta. F n l OELA VISTA·NT• QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 TRIDUNA DA FRONTEIRA Fazenda Margarida • e '- luu w» I Entrada da Fazenda: Situada na rodovia Jardim-Porto Murtinho(BR- 262) pro~rledade da senhora ARACY MENDES GONÇALVES. l n,, . 1 '.;.':t ' ( l Escola Hural da Fazenda Margarida, 3~ alunos, Flagrante de qu,atro casamentos mo dia (funcionarios da fazenda) 1 k ocorridos no Missa celebrada na Fazenda Margarida. me s - D tracy visitando o Rodeio • J ;i: ..... ,.~ - e ·rs , g " ' .; .i, ·a2Z ., " . /' •·;,,_ ✓,.,,. , Boiada que foi vendida. • ·:" ·3, ,9-., "-. 1 t· 1 :. i d 1 1 ,. ,t . _-:._., _ _... •• -. .. ~ .:_~- - ~- ' "-~------ ,. Campeiros no momento em que pararam o rodeio. Vista parcial da Fazenda {Lago). TRIBUNA DA FRONTEIRA ELA VISTA-HT: QUARTA-FEIRA 2O DE JULHO DE 1977 BELI VISTI ... ONTEM ... Festa do día 02 de a gosto. Dia de Santõ Afonso, padroeiro da Cidade (1,945), Jorge Agusto Cunha Tebcherane •Luiz Car losCunha Tebcherane­ Humberto Luis Sgan • zerla - Enir Garcia e Maria Víla, Vista da enchente do Rio APA em 1958 ba nhando as duas cidades vizinhas: Bela VI sta - e Bel la Vi sta·Paraçiua l. 1 1 1 11 r • Vista aérea das cidades fotografada _ 1955- ela Visa - Bras1 - sele ,, ta - Paraguai - Separadas pelo Rio r , r 8ELA VISTA-IH; QUlRTA-HIRA 20 DE JULHO DE l'J77 Fazenda Sombrero Familia Otávio Loureiro Almeida TRIDUNA DA rnoNTEIRA ~ 1 r r :J li # , 1 • • J : . : r, 1 e ~ '.oi «' "', 1 l 1··. ' L '-~--- ~~-"""-~----~-~ UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO ruo DE JANEIRO - FORMATURA - 73 FORMATURA DE I RAJ!f' LOUREIRO. Harla Umbelina Ayala - da Sra. Odete Loureiro. ., SENHOR OTÃVIO, D. ODETE, FILHOS, FILHAS GENROS, NORAS E NETO. Sra. Anton1a Costa loureiro - mãe do Sr. Oti.lfío loureiro. Zulema Almeida Casada Com Otávio l. Almeida Filho •Verônica A. Melo, casada com JlioHelo. TRIBUNA DA FRONTEIRA BELA VISTA-MT; QUARTA-F[IR~ 20 D[ JULHO D( 1977 Fazenda Sombrero - Familia Otávio Loureiro Almeida Antonl;i Lcureiro (Tunica) Casame 0.o do lr1jã Loure'ro filho do sr. Otávio lourL,ro. ' .: . - ·-~- ...... ~ Lavoura da Fazenda Sombrero .. , Fazenda Sombrero. Cavalo de raça, propriedade do OTÃVIO. sr. tstrada da Fazenda Sombero (reformada P! la Administração Castro Pinto). t -,•_J _, imo • (' -~ ç ,. , - '"'~• • .J '. ►• - .( • A n to n i o João (no Qu a r te 1 ) • • ... ,,,.. , ,.·.r;;; •.IJ ~-- Oione S. de Almeida, ca­ sada com Aatonio João. --7 - ' , Antero Loureiro. -: Otávio (filha de Antero Lo~reiro) desfilando ..• r .r e, D 1' tar do ui p o,. Go ºª p q Pro Sr. i lt' li la, que Ond, "'' , 1.,, GEORGIA BOIADA. (neta do Sr. OTAVIO - filha do Antero reiro). Lou nh, com ada " < Cor, n,,,, P, ('lo. o H Prio <'Ont 4 so d«a, r NA FAZENDA .... R[lA VISTA-"T· QUARTA-FEIRA 20 DE JULHO DE 1977 ( 1 PANEGIRICO de D. Francisco Mendes Gonçalves A rt''t>.ld.J ,:t·m .i ltlt·múri.1 tio ( :umt·rul.,dur Fr,u11,,·i,c.:o ,h n• de« Gonales e um preito de justia aquela grande obra, «d 1.p1c fui t:k u funtl.ulor l' ,111im.ulur Jur,1nll' (jU,IÍ ~(I .IIH", c.· ,p1l' é hujc.· J maior emprésa rateira ,lu Ur,1,il. O fim d,1 n:,0,111,1 foi h,ni,.1r os aiie «de treinamento do,a. dos a várias cidades daqueles Estados por iniciativa do Dr. C.h.1tl'JUhri.1nJ 11.1 c.1mp,1nh.1 ·•A,.1! tio IJr.1,il'". do, l)i.íriu, Anoci.utos. Nl'l,1 tum.1r.un p.ir11..·. ,di:·m do Sr. Ministro S.tl,-:.ulu íilhu e ScnhurJ, Dr. Qu.irrim 11.irho,., ,. Senhor., e l>r. ( h.,. h:,1uhri.1r,J já rcforic.lu~, m,ii, u, Sr). Dr. l:d11.1nlo LJhtHIJ!k, FmhJixJdor da Argentina, General Lehman Miller., Chefe da Mi.,.s:io ,lilirnr Amc.:ric:an,1. e Sc.:nhurJ. ,lmír,11HL' G.1,.:0 <.ou• linho. Corunl'I Luiz Leal Nero dos Hc.:i,. A,,i,11:ntl' ·1 l·u1in, ,lo Mini,tro. Coronel Amilc.ir Vl'llo,o PL·tlt.·rncir.,,. l>irt.·lur do Departamento de Aeronáutica Militar. Dr. Luiz Simões l.opc.:s. Prt:)iJcnu.• dn Dcr,irumcnto Admini,,r.1thu do er , iço Pl1hlicu. Dr. l lor.,cio Ltícr. l'rl·,iUcntl' t.l., ( 11mp.1nhi.1 i'i1ro-Q1.1írnic,1. e: ~c.:nhor,1, M.1jorc.·~ \',mtlL•rky l' hm.,r Br..1,11. Assistentes Tcnicos tio ,1ini,tn,. ,1.,jor C.ltro Lim.1. ( u­ mandante da Hse Aérea de Santos, e Senhora, Capitão ro )luur,1, As,i)tl'rtrc ,lilit,lf do Ministro, .. 1pitJn Jo)I: dL· F.1ri,1 lim.,. Assistc.:fllc Tt:cnicn do ~lini.,tro. Dr. 'ulf Kl.,hin l' 5l'nhor,t. Ors. Alfrc.: lthc.:in~.,ntz, Tc.·ncnl!.: f.l·rton frÍt)Ch. tjuJ.,ntc J:: Or vindo com .t i'l') prculuro, i.i. nu omo, sómente do Paraguai. Mais tarde, o Sr. Thomaz La­ r.::njc;ir.s. tc;ndo p.1r1icip.1du .... .._,mo furncct.·S c.llcrsos. ;aJ~um.is c:,·oluçõi:s se produ2.ir.1m Jcpuis nessa or1,:Jniuç.:io. t: uma no,·a 1:ntid:1.de comercial se ,·on)ti1uiu no Dra.sil. ,1 ~ocicd;uJc.: L:ir.1njcir-.1. Mendes A Com­ p.1nhia. da qual passaram .1 fazer p.tNt:' cumu aciunis,as .1 íirm.1 fr.1nci!-ro l(cnde.s & Compaohb. de Uuc:nos Afrc:.s.. os Comc.:n• dadon:s fr.incisco Mendes Gonç;1ln:.s e Thom.iz Lar-.mjdr.i., 1.>.> Martinho e várias pessoas mais; até que cm 1917 surg.iu a so­ c11.-d~dc .a.nomm;a, :irg.:nUn.3. Empre.u ~(Jtc UC3njc.:i.ra.. como t.lon;a, Je todos os bcn.s exisu:ntcs t:an10 n.1. Argentin-;i como no Brasil e no Paraguai e da qual faziam parte como ;icionisus os mc.~mos clcmcnros de L:t.n.njdra. tfcndes & Comp.inhi:i. no 8r.i5il e na Argentina. Posteriormente, em 1929, se resolve scp.:uar d.:i EmprC:.S..:. .aq,,:t:nuna-a pane Sltu:idu no Brasil e com ê3.sc ohjetho )t.· cun,- 1iluiu a no? _e ;&tu.a) ~ocied:ade .3._nônima hn.silcir.1 Comp.rnhi. 1 Mate Laranjeira, com sede no Riu C!;"IO .. d c.norna·. p.,r..t p1>tl1.1 <.·onlJ.f com Jeniço Tl'j.t"Ubr dt con,.:.1 o ,lru .iu ll.11,,, J'.1r.1ri.!. Como onequnia da aio da {runpanhi.a, e formou em (iu.tir.1 11111.1 hd1llll,I roU.l,10, l.llll"., ,111hur.1 d~· ...... pruprtl· d.gele partiular, nem por isso deixa de receber numero+ir+ turi,1.:, yuL' .,pro ,i1.1.ndo .1., l.urnodid.1dc, LUl11 que la osbrinda. , 1,,r.:111 u, m.tJ,.:riiíit.o, ,.dru, t.· f.11c;m .1 , i.1,-:t. m 110 'l u I ri,,._ 11 • 1, .1fr Punu ~fcndL·, p.ir., d.tlí irem (.Ullitll 1.r tffll.t d.1, m.,i,,r,, m.1r.t,ilhJ' do t.oruint.·flfl": _., ( .ir..1r.11.1, tÍu l>,.:o.1"11. Em Mato Grosso tambem sua aio iilrsdor « s tendeu : todo o Sul do Estado e hoje o eu entro d trabalho, t um panario, um expoente do «que podem o toro e a nergta Jos '1UL in1,i.ir.tm 1,,-,,..1 m.q . .:n1l11..t ul,r.i l du, tju1. pn ... ,q,:uir.tm 1a aio de D) lraniso e de seus «cooperadores Por tudo quanto fica exposto,e a treta anulai+ xis­ Cl.."ntl" 1.·ncrc.: .l!I- 1: i: .>cm c cur.tril--w11.1 (:3C";t cst.--c:'!-:'."' ,, ... J., mais os laços de amizade que sempre eis­ ur.i:n cnt:":= :-, Ju....s n:Jçõcs irm1.s. E ho;c; ~- ... ndo alu.s pcrson.1.Hd.1dd do p.:.ís rc:<.onhcC'cl!l !' procb.m-:im :i bcnc:mc,rênci.1 da obr.i e do )cu inloÍt.:nL· iu-,