MITO GROSSO DO 
SUL VII NASCER 11.º 
]ME} 9 EE 1978 
Balli {E) - O presidente Geisel deverá enviar esta sema­ 
nu, ao Congresso, mensaom para a criação do Estado do Muto 
Grc do Hui, cujo pi fp,efro governador, com mandato de els 
anos, deverá ser nomeado a I de de janeiro do 1!178, fazendo 
com que o utual f:(JVernndor Gnrcl-1 Neto cumpra o seu ôltlmo 
ano Ce governo dirigindo apenas o Mato Grosso do Norte. Mais 
rico, o Mato Grosso do Sul será. respoooablllzndo por 75% das 
atuai!. dlvldue de Mulo Grosso e ser o sétimo Estudo m!lis lm­ 
portante da Federação. As infor.nações foram divulgadas no fl 
nul da emana que passou, em Brusllla, e a donomlnuçilo Mato 
Grosco do Sul é a mula ugradún:l aos mutogrossenee11 e 
por isthJ scrú o f lei a 11 z a d a para o Novo Estado que terá 
Campo Grande como Capital. 
! . 
lJu til 
Fundador: I v a 1 d o Per e i r a Ano VI No 257 31/7177 Bela Vista Mato Grosso 
Com a presença do mundo economl­ 
co belavistense, de autoridades munici- 
pulR e do gerente de fillRis Sr. !i'alsPal 
Ca!U de Carvalh
1J o Banco Brasileiro de 
Desconto inaugurou a sua agencia em 
nossa cidade. O dia 19 do corrente mar­ 
cou um acontecimento dos mais signili­ 
.cativos e importantes para o nosso rnu­ 
nic!plo, pois, hó muito tempo a popula­ 
ção belavistense aguardava a chegoda 
de um banco parttculur. O Bradesco, se­ 
gundo o prefeito Ruben de Castro p'into 
está destinado a desempenhar um impor- 
tnte papel no rnunlclplo, principalmente 
no tocante ao _npoió e incentivo à pequenos ngri­ 
cultores e médias empresas. A solenidade de inau­ 
ruração revistiu-se de inusitado brilhantismo con­ 
tando com n presença de figuras reprcsentntiTns 
de nosan ■ociednde, destncando-s<' o senhor Pre- 
feito Munici!_lal e !enbora, Atnoasio de Almeida 
!elo, Sebastião Zacarias, Dr. Carlos Edy Sá de 
Medciro•, Dr. Gevair Fcrreirn Lima (promotor do 
Comarca], Eduardo Ocariz (Consul dó Paraguay, 
Sidney Mascarenhas, Jacinto Miranda, Manoel Ro. 
drigues de Miranda, Dr. Sergio Roberto Perondi 
Mar Bailai, Elo Bailai, Dr Roberval Borges 
~•car Snlomiio, Dr. Pedro José Pnlmieri, Deocle­ 
eiano de Vasconcelos, Antonio Urbieto, Epominon­ 
du füc?bnr, Fernandes Ah·es Gomes Filho (Che­ 
fe da Ciretran), José Simplicio da Costa Marques 
(Presidente da Câmaru Municipsl), Ely de Araujo 
Barbosa, Afonso Dillon unes Leite (Vereadores) 
Ot11vio Loureiro de Almeidn, Dr. Ivan da Costa 
l'arques do Departamento Juridico da Tribuna da 
Fronteira e Evilasio Nunes de Miranda Exator 
Chefe. 
Bençãos 
Iniciou-se a solenirtade de Inaugura­ 
ção com a benção às mvdernas instala­ 
ções pelo padre Adriano, pedindo à Deus 
,.que continuasse a proteger o banco e 
que seus propósitos de harmonia e de 
bem servir à comunidade fossem sempre 
o ref!exo dos ensinamontos do Rabi da 
Galiléia". De:icerrando a fitu. o Prefeito 
ilunlcipal Ruben de Castro Pinto e 8ua 
esposa D. Clotilde, com o gerente senhor 
Antonio ~antana de Souza convidando 
os presentes a ingreesarem no recinto. 
Oradores 
O primeiro a Iazer uso da pálavra foi 
o Prefeito Municipal que manifestou a 
sua alegria por aquele acontecimento, 
.. que !!em dúvida assinalava um novo 
marco para o desenvolvimento de Bela 
Vista". Dillt1e o prefeito: .,O Bradesco é 
um grande banco e aqui, senhor gerente, 
habita um grande povo. Nós muito espe­ 
ramos desta in·stituição, e saiba, senhor 
gerente, que o nosso município oferece 
grandes perspertiv as em todos os seto­ 
res." !ssegurou ainda ,.que, um dos tra­ 
balhos que o banco deve executar é o 
de apoio e incentivo ao pequeno acrricul­ 
tor". A. seguir falaran o presidente da 
Câmara Municipal José Simplicio àa Cos­ 
ta Mlrques, o advogado Pedro Palmiere. 
que foi o grande mentor para a instala­ 
ção da agencia em Bela Vista. Palmierl 
quando presidente da Câmara Municipal 
batalhou junto com seus pares ao sen­ 
tido de ser a agencia instalada a curto 
prazo. Em sua oração Palmierl salientou: 
,.A presença do Bradesco em Bela 
Vista é motivo de incentida satisfação, 
de modo especial para mim e meus ex 
companheiros de Câinara, pois, trabalha­ 
mos para que isto hoje se tornasse rea­ 
lidade; manifesto ainda minha confi:rnça 
nu banco que atualmente é o maior 
banco particular do Brasil". O gerente 
de filiais, senhor Faissal Calil àe Carvalho, 
resumiu seu discurso em uma só frase, 
que disse tudo: ,Bel vistenses, a casa 
é de vocea, estamos aqui para servir". 
Um coquetel encerrou a festiva solenida­ 
de, transcorrendo num ambiente de fran­ 
ca camaradagem e distinção entre os 
presentes 
Trabalho Conjunto 
. 	. 
Mais uma vez, Tribuna da Fronteira 
e Emissora Marisca! Lopes, de Bela Vis­ 
ta (Paraguay) trabalharam em conjunto, 
numa prova cabal de que dois povoo 
irmãos se unem também através da im­ 
prensa. Ao diretor da ZP-23, jornalista 
Valeria Penha o nossa muito obrigado 
pela colaboração. 
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Prefeito Ruben de Castro Pinto e 
esposa descerrando a Festa ... 
PREFEITO MUNICIPAL SftUDftNDO 
O B RI D E S C O. SEDE DO BANCO BRIDESCO

ConRlderando que ue vá. plnntnr arroz 
em uma re virgem, o necessárias na­ 
da menos que a rollzaçio de 17 prtl. 
ca, compondo um processo indispenwá­ 
vel pau uma cultura do arroz bem con­ 
duzida. 
PrátlcBR e111wnolal11 puru o cultivo de 
arroz de sequeiro: 
1- Amostragem do Solo: Tem 11 flnall­ 
dade de ne fazer um posterior análise 
da terra, para se conhecer o potencial 
da mesma e usrlm determinar u neces­ 
sldado de correçllo o ou adubuçllo; 
2. Desmatamento: Compreende o des­ 
bravamento da áreu; 
3- Enlelramento: Deve ser feito cortan­ 
do o entldo dus águas e e possível em 
nlvel, evitando no mãxlmo juntar terra 
às leiras a distancia entre as leiras de. 
vo ser entro 3o e 5o metros, levondo em 
consideração u decllvldudn do tenono, 
tipo de solo e quantldude de m'.lterlul a 
ser enlelrndo. Nota: As loiras devem ser 
posteriormente destruídas; 
4- Controle u Erosllo: Pura terrenos com 
declividade em torno de 2%, recomenda-se 
fazer uracão, ~radagem e plAntlo em oí­ 
col. De 2 a 6%, recomenda-se o uso de 
cordões de contorno , m curva de nlvel. 
Acima de 6%, recomenda-se o terracea­ 
mento do base larga, 
5- Correçllo do Solo. Calngem, apllca­ 
Qáa de calcãrlo de acordo com a neces­ 
sidade expressa ua análise do solo. Adu­ 
baçllo Corretiva devem BElr orientuda por 
um técnico; 
6- Aração: Deve ser executada e uma 
profundidade de 2o a 25 cm, com a fina 
lldade de revolver 0 Olo e melhor Incor­ 
porar o cálcarlo ou adubo corretivo (se for 
O ODBO.) 
7- Catação de Ralzes: Após a primeira 
arnção, poderá ser feita manual ou me­ 
oanlcamente: 
8- Primeira Gradagem Pesadn: Logo a­ 
pós a catação de raízes, cem a flnalidu­ 
de de destorroo.r o terreno; 
9- Catyção de Ralzes (repasse): Deve 
ser feita manualmente, logo após a pri­ 
meira gradagem pesada; 
10, Segunda Gradagem Pesada: Reco­ 
menda-se quando o indica do de infosta­ 
ção de ervas daninhas da área a ser cul­ 
tivada, for acentuado; 
11- Gradagem de Nivelamrnto: Deverá 
ser realizada alguns dias antes do plan­ 
tio e em nível 
1.!- Plantio e Adubação de Manutenção. 
Plantio e AJubaçü.o aiío operações feitas 
simultâneamente com plantadeira/aduba·• 
detra. 
12. Variedades: Ciclo Curto IAO - 25 
Pratão Precoce • Douro.do . Precoce 
Ciclo Médio IAC - 47 
IAC- 1246 
IAC-!í544 
12.2- Espaçamento e Densidade 
Espaçamento 
40 cm 
45 « 
50 « 
55 « 
60 « 
12. a. Profundidade de Plantio 
De 03 05 cm 
12,4- Época rio Ploutlo 
Para clclo curto. Dezembro 
Pum ciclo [Iiédlo - 15/10 a 30/1J 
12.5- Tra tamento dn Semente: A semen­ 
te devorá ser tratada com ln1rntloldas e 
fungicidas, seuindo as devidas orienta 
ções técnicos. 
12.6- Adubação de Manutenção: SerA 
feita baseada na análli<e dó llolc, rsem­ 
pre com a reoomendaçflo de urn térmico. 
13- Tratos Culturall5: 
13.1- Controle de ervas danlnhab Podo 
ser manual ou mecfinlco, porém sempt·e 
untes do periilhameoto. 
13.2 Controlei, n Pragas e Doonçns 
Pragas- lagartas em geral, pulgões e 
percevejos 
Doenças Fú□gicas- Bruzone Cercons­ 
poriose e Helmintosporlose. 
Nota: Pura controle das pragas e loen­ 
ças acima ciladas, deve-se procurar ori­ 
entações Técnicos; 
14- ColhP.ita: Devo ssr Iniciada quando 
2/3 do cacho estiver maduro, aí, o ar­ 
roz está com a umidade Ideal de colhei­ 
ta, ou sejo, 20% oproxlmudameute; 
15 - Secagem 
Umidude Temperatura da secagem 
25% 	4-t 
O 
e 
20% 	40 ° e 
O tempo de seeagem é de 8 a 10 ho­ 
ras, o resfriamento d,werá ser lento. O 
nrri,z para o armazenamento deverá es­ 
tar com n umidade dos grãos em torno 
de 13% 
• 1G - Armazenamento: Após u secagem, 
o arroz deverá ser urmuzenado até u 
comercialização. Deve-se ter cuidados es­ 
peciais no nrmazenameoto e àurunte o 
me mo; 
17 - Comercialização: Baseado. na polí­ 
tica de preços mínimos. 
EMATER - MT 
Unidade Operativa de Bela Vista -MT 
' 
COMERCHll EXPORUlDORll E IMPORTIGORN BEL VISTA LIDAI 
Sementes Selecionadas - Adubo 'lrellan" - Luhrilimles lnselicidas 
RUA CiEHERAL OSÓRIO S/N - BELA-VISTA - MATO CiROSSO 
GRÁFICR 
Densidade 
40 mentes/metro linear 
45 « « 
50 « « 
55 « « 
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a Cores 
cgc 03570,314/0001.18 
POHTll PORii 
nI 
MI. 
H algum tempo atrs, o ilustre io­ 
vernador Garcia Neto. levado pelo eu 
comprovado espirita público e alta v1buo 
dos iateresses e problemas matogrosseD­ 
ses, sentiu a necessidade de um pequeno 
remanejamento nos altos escalões da 
admioistraçüo estadual, no qual 1nclu1a 
a Chefia da Casa Civll. 
Transferiu daquele alto posto para 
na Secretaria do Indústria, Comércio e 
Turismo, o Sr. Dttvld Bal11nluc, e recon­ 
duziu à vida pública um bomcm a quem 
Mato Groo já deve inestimável parcela 
de serviços prestados nos mais diferen­ 
tes setores da atividade humana, e que 
voltava a dnr ao seu Estudo e aos seus 
coestaduanos o brilho da sua inteligen • 
ela e o valor dos seus conhecimentos 
umalhados ao longo de uma vivência 
das mais longas, dos mals nobres e dignas. 
Assumiu u Çhefia da Casa Civil o 
Dr. Archime::dos Per1::irn. LilI!u, homem 
público de escolas, jornalista vibrante e 
empresário dos mais destacados. A sem 
nenhum dosdou para o seu antecessor, 
a sua a'!ceosão àquele alto cargo vem 
mais uma vez comprovar o sàbio provér­ 
bio ioglês. 
O novo Chefe do. 8asa Cívil, porta­ 
dor de honrosa e brilhante folha de ser­ 
viços prestados ao seu Estado c!e Goiás 
e ao Governo Federal, dlgoificando altos 
encargos e comissões, conquistou de 
Imediato a simpatia e admiração gerais 
de um modo especial os homens de im­ 
prensa, que reencontram no tratamento 
fidalgo, afetivo e cordial que lhc>s é di~­ 
pensadu pelo Dr. Archimides Pereira Li· 
m o Ilustre experiente e equilibrado o 
jornolist11. que fez uma verdadeira es­ 
cola em nos o Estado, jamais superada. 
.. O homem certo para o lugar certo. 
Ltder por excelênrin o chefe por 
força nobre, qualidades que exornom a 
sua personalidade excelsa, Dr. Archemi­ 
des Pereira Lima, sem deixar de ser 
0 
homem público que s_e rev_elou no segundo 
quartel do século, jumuis foi polit:co. 
Certa Yez quuado ainda à frente do seu 
«Estado de Mato Grosso» que fundou na 
capital do Estado e é hoje O mais anti 
0 
diário matogrossense nos meada jl 
40, o jornalista Archimedes Pereira Lim 
considerado o «prineipe dos jornaii 
mato grossenses» na expressão do q 
so J«ye Ferr·ir de 'Vascoaen,,"""" 
creveu um editorial iattilado «á }, 
da megera», onde êle focaiizuu ,. 
retoro da polituc, a utentiea,'' ~;",,g 
do governo dos povos que 
1 
' nr1a 
admirou e admira, mas , e_ sempre 
mesquinha e rasteira as +a,PP?Hicagem 
soais, a agressão mor 1 a mçoes_ pes­ 
conslituida que ele seC: à uutondade 
repudio itiasigente,, "ombateu e 
O chefe da <;asa c· li • . . 
Pereira. Lima 
O grande iv Arcb1medes 
deu ao norte' do Esta ,, epresrio que 
industrial matogrosse, " Pi'or parque 
co tnquebrantável volta- o ornem púbti­ 
conselbeiro moderado e ger o chefe e 
imprensa matogrosse-• s rio de toda a 
Tr; 	'use. 
an crito a «Luta» 
Dr. José 
Ribamar Silva da Cruz 
Partos, Gr • 
, ll:lecologia. Cli . 
' ruca Geral 
CRM RJ 17.937- CR.MA 
439
/s - CPF 05S043377 
Consultório 
Excelentisimo Senhor 
Rube Alberto A. 4i Cs. 
tro Pio to Diguí.'simo fHt>­ 
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Vista MT 
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Dourados MT Tel NR 
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tribuição ·energln elélri­ 
on sed município pt ln­ 
formo vg ainda obras 
deverão marcar quarto 
trimestre 77 pt saudaçõ­ 
es 
José EUas Moreira-pre­ 
sidente Al:loulrnat 
ct Presidente Assulmat 
Rode Tranemissão Ponta 
Porá - Bola Vista 
Mlnhitério da Educsção 
e Cultura MEC Fundação 
l[ovimento Hrnsiieíro de 
Alfllbetizaçã o ,fobral 
Coordenação Estadual do 
Mobra! /Sul /Mt Agência 
de lllobilização - amobe 
-----.:_ _.-, 
Rua Qs 
!umnze de Novemb 
BE 	ro, 481 - Te! 123 
3LA VISTA 
Nota para 
'Oivttlgação 
Mobral na Área Pro­ 
fissional 
1 - Estão em funciona­ 
mento no Sul do Estado 
09 Baieões de emprego. 
Nos sPguintes Municípios: 
01- Aquidauna 
02- Caarapó 
03- Camapuã 
04- Campo Grande 
05- Corumbà 
06. Dourados 
07- Fatíma do Sul 
08- Gloria de Dourados 
09- Três Lagoas 
2- Cursá tratorista 
convênio Mobral .Maasey 
Ferguson: Total de ele­ 
mentos treinados 168 
3- Informação Profissi­ 
onal: 
Implantado atá o mo­ 
mento em 28 Municípios 
onde existe Posto Cultural 
Objetivo: dar ao mo- / 
hraiense é à cumunidl.1· fJ[. 
de em geral a ooortuol­ 
dade de escolha de nm4 
profissão. 	/ 
± 
________ 1

Pede_!!%!_z !!	T	ribm_da_Fronte!r !l.Tl 
CON 
E 
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5 8 si - s :'?±"is$é?sr:z--'±} 
it'il,J,~•-.1 l-,:1·••··~-·-; ............ • .... •✓..t• ·...:...;- .,..,.. • ,,. - ·.4--1!,....:..~---·..-;:..:.~~-)"'-1""-"' 
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Beln VIsta - Mt. 	Ttibun n Fronteira 
.' 
os PRIMEIROS PaVOADOR s E HABITA ~s 
DO SUL DE MATO GR S O 
A E11panba, em primeiro lugar. cube 11 gra. dulí dando volta. 
glória do, primeiros povortdores do ter- Em 1797, Cuetuoa Pinto de lllranda 
rttórlo Sul dti Mato Grosw,, resumindo-se, Montenrgro põe cm exC1cuçilo o pr1,jrto 
porem, esta glória, únicamente, na fun- de Luiz de Albuquerque de Melo P<!rel­ 
daçllo da Colonln de Mnrucnjú, em 1.538, ra e áceres, maadundo fundar à mnr­ 
acima do salto dus Sete Quedas, u uma gem esquerda do rio lfoudêgo umu co­ 
légua mais ou menos desta e da murgem 1011111 mlllt11r, que danomlnou Presidio de 
direita do rio Parnná, eludo que Xernz. Miranda, nome este que passou no rio 
à margem esquerda do Rio Mirandu, to-. Mondego. 
ve vida 11fêmera. 	A 30 de abril de 1845, o Sr. Henrique 
Ouaraf, em 1579, percorrendo us planí de Beureparai Rohan, natural do Rio de 
eles do alto du sena. que chamou Plunl- Janeiro, tt,ndo percorrld•1 pu1·te de3te lllr­ 
clo do Jguntemi nuda coniilrulu em uor;- rltórlo, no seu regresso à Culabá, upro­ 
o território. 	sentou as uus exposições do Eiitado po- 
O11 ,JesuHas com sua capital em Santo lltlco, militar e moral Cio bulxo Par1.1gual, 
Inlolo Maior, eltuudas ns vertentes do pus quais, declarando que a pupulação 
'Teblcuarí afluente do Rto Purugual, la.m total de Miranda, Comapuan, Anhandui, 
a Gualra e de lá, vinham pelo alto da Vacaria em conjunto era de 4.498 habl­ 
Sorra de llaracojó, lambem nudn 1:ons- ttrnteis, 664 civilizados e 3.834 índios, se 
trulram em nosso tenllórlo. 	conclui, que toda esta faixa, naquele 11• 
Os bandeirantes pnulistas, nas suu pe- no, continuava em completo abandono. 
netrações rrnsta parte 11!• tenllórlo pátrio, Foi nesse mesmo no de 1.845, de 21 
nenhuma bPnfellorla fizeram. • de agosto a 15 de agosto de 1847, que 
E. de supor-se que assim uconteclu, pe- Joaquim Franclsco Lopes, mineiro de 
lll faltll de confiança ou garantia, n es- nscimento, domiciliado em Santana de 
tabllldade de qualquer povoado que vJPs- Paronaíbn, preposto <le Barão de Anto­ 
sem de fundar nesta parle do solo brasl- nina e João Henrique Elllot, com alguns 
lelro, quer de uma, quer de outra parte. companbelro11, encentuvam cinco Pxcur- 
8ó em 1766, easa confiança velo de ções nePtas p:1ragens, pnrn abertura rle 
firmar-se, m11ndando o Morgbudo de Ma- uma estrada já projetado, ligando Silo 
theus fundar a vinte léguus do rio Pura· Paulu à Província de 'lato Grosso, via 
ná, à margem esquerda do rio Iguatemi, Tibagí, (hoje Pal'Oná) Parnnnpanema, Pa­ 
a oolonla militar deste mesmo nome, a- raná, lvlnhelmn, Brilh,rnte. l1Jnque lflran­ 
provadll por carta de 22 de março d da, concessão feita pelo Presidente de 
1767, uma atalaia, como dizia,• para ver ão Pauli) aquele Uim1o e depois pelo 
o que ae pnesu em todos esseii sertões, Império, por força do aviso de 31 de Ja­ 
até o rio NhauJui, que, como se vê do neiro de 1 49, µubllcada no Diário do Rio 
capítulo x foi deatruída pelus forças es- de Janeiro de 5 tle Feveriro rlaquele ano 
p:rnbolas, em outubro de 1777. antão órgão oficiul. ovas estradas de 
Chamou-se ela antes, Cachoeira dos 1847 a 1849, realizaram Lopes e Elliot 
Prazeres, Nossa enllorn dos Prazeres nestes sertões, dos quais regressaram ao 
de Iguatemi, Praça de ossa Senhora dos Parnná, em setembro de 1829, pura do 
Przere, São Francisco da Paulo do J. novo, em 1853, estarem nesta parte, do 
guatemí, e, finalmente, o de Colcnia Mi- Território ui do Est11do de :.~ato Grosso. 
litar do Iguatemi. Antes da Pundação des- Nestas incursões, na de 1849 e nu de 
ta Colonla, estiveram por cá Antonio An- 1858, na Fazenda Agna Fria, poes~ de 
tunes Maciel, André de Zunega y León, Antonio José de Souza, nasceram Anto­ 
Peacoal llorelra Cabrul Lemes. as em nia e Maria, filhas ilegítima,; de Joaquim 
slmplea diligência. Só o último, embora Lopes. Uma outra excursão, esta, em 
de pouca duraçlo, teve um campo en- 1 57, realizou ainCla Joaquiro F'rnncisco 
trlnchelrado na região do Xerez e oiten- Lopes, percorrendo toda a região ivinhei­ 
ta canou no Rio Miranda. 	ma, Amambai, habitada nu épocn sómen- 
Em 1776, João Leme do Prado, por or- te por indios selvagens. Ainla que na 
dem de Luis de Àlbuquerque de Mello intenção de uma posse das terras per­ 
Pereira e Cácere8, fez o reconbecimea- corridas, tais incursões por ordem de B­ 
to do rio Mbotelei, mudando o seu no- rão de Antonina, multo cooper!lrllm pa­ 
me para o de Mondêgo e o Uucago, seu ra o povoamento do nosso território, ain­ 
afluente, para o de Aquidauana, escolhen. da que algumas partes dele continuas­ 
do um lugar, um pouco abaixo da foz sem despovoado por muitos anos. 
do Ribeirão Saibro, pura um estabeleci- A 29 de juubo de 1 50, 1.1 mcrgem es­ 
mento futuro, o que não se re11.liz0u. 1 quPrdn do Rio Puraguai, é fundada a co- 
Outra expedição nessas parugeos sob llna militar "Fecho dos Morros", que te­ 
as ordens de João Lemes <lo Prarlo, vol- ve ida efêmera, destruida como foi lo­ 
tou mais uma vez, em 1783. go depois. por forças paraguaia5, ao co- 
Eru 1783, Cândido Xavier de Almeida mando do Capitão Vila MHyor. 
e Scmza, falecido em 1831, em ão Pau- Em l 56, o cap. Francisco enes da Cu­ 
lo explora o rio lgurel, até sua cabe- nha. por ordem do presidente da provin­ 
celra, na Serra Caaguassú; mas, como eia de M:ito Grosso, explora as terras 
os outros, nacta edifioou. 	Cubeceira,: do S1rnto Antonio, Santa Ger- 
Em 1786, Ricardo Franco e outros, des- trude, Cachoeira, Santa Maria, Dourados 
condo o Rio Paraguai chegam u Baia Ne- e escollle um lugar em que mais tarde, 
Colonia Militar de 
em 1862, foi fundada ", m 186I, fol te­ 
Lourado:, que destruída ., 
eoitriida ém Jmh ,,'ás, ode 
Feito estes estudos '' ~recisar nu 
mos pro face dos meflmos, rimelros po• 
rua ordem cronológica , .l'já uicíj»to 
voadores e hubltuntes e 
11 
• 
do sul de Mato Grosso. _ 
0 
seu po- 
p O r T A p O R Ã ti da cos- 
voado joga com os mat8, !"%%,q em 
ião ri, "rap)",,,,)""ateo 
1">38 por ordtlm de oru ng • 
o 	j Ayula, ae! 
(ruiu lugur tenente de • oao ' 
ma do sulto das S..:te Quedae, 
11 margem 
direi@ ás ir is@. 9%,0%$/ ." 
uma légua, na latitude austra. 1e ' 
9'30 e ;a Íongltude, merldlano de Parlt1 
de 58.º12'1, deslruldtt em 1676, pdos b
1
n· 
delrante& paufüias. assunto tratado no 
(upltulo X neste modestio trabalho, 
desaparecendo com el toda a qualquT 
ocupação espanhola, em nosso território. 
para quase um século depois começar a 
dos Portugueses. Foi em J7G6, que o 
Morgado de Matheus mandou fundar e 
Colonla militar se lguaternl a margem 
esquerda do rio do mesmo nome, a 20 
léguas da sua fóz, no rio Paraná, essa 
destruída pelos espanhóis, a 27 de outu • 
bro de 1777, o que levou esta zona a 
continur em completo abandono sem 
moradores. sem habitantes, ainda por 
muitos anos. Depois desses Jatos, quem o 
primeiro II fixa r-i::e no terretórlo, hoje 
munlclplo de Ponta Porã, não e pode 
precisar. 
Pt.1rece nos no entanto, que foi o 
tenente Antonio Jotio Ribeiro, em 1862, 
com os eus companheiros quando de 
fundação de colonia militar de Dourados, 
naqueles ano. 
Oiz o Dr. João ieveriano da Fonse­ 
ca, uo seu Dicionário Geográfico, que 
u colonia militar de Dourados, fundada, 
a lO d~ maio de 1831, em um plunalto 
da serra Amnmbi junto e um pouco ao 
norte riu primeira e maior das tres 
cabeceiras do rio Dourados afluente do 
Brilhntes e conta vertente do Lageado 
cabeceira do Apa. a 66 quilômetros d~ 
colonia rle Miranda, começou com um 
núcleo de 10 colonos e uma pequene. forç1:1 
militar. r-.·ão duvid&mos que a colonia mi­ 
litar de Dourados tivesse começado com 
10 colonos e uma pequena força militar 
não em 1831, mns Pffi 1862. 
aquele nno de 1 31, na data referida 
houve apenas o esboço de um projeto, 
para cuja execução em I856, partiu de 
Cutabá a fim de explorar a região 
apito Francisco Nunes da Cunha, '4 
come já ficou dilo linhas atrás esdolb e 
um lugar apropriado 4 fudaçaó d ·," 
nia projetada Ponta Por, quando d, 4 
exploro+cio. aida no tinis um s6 { 
tante, salvo uquE>les habitantes dar ·- 
L d • d . _ eg1ao. 
ogo _Iepois la destruição coloia 3 
lguatemi, o muuicipio de Ponta p - e 
ora vol- 
(Continua ... ) 
DEUS ... 
Adeus .. , 
No voltarei jamaia, 
nlo tentarel recomeçar 
poJ<; seria iriutil, nlio 
vale a pena tentar, vo. 
cf' julga estar U'I pode5- 
tntl, e t·U subordlnel-rue 
e! a SeTVa. 
Mas você, talvez sen. 
tiu.e mal servido o re­ 
oleou fazer-me notar ser 
demais ara você 
Adeu!'l ... 
Não chore pelu minha 
falta, por qu'3 nunca !lor­ 
riste quando eu estava 
presente 
• Não julguo-mti uma 
santa, para não sentir-ye 
um Demônio, um DernO­ 
nio que eu amo, um De­ 
mônio que eu S"O!pre so­ 
nhei tê-lo comigo. 
Adeus ... 
Mas responde-me sor­ 
rindo, compreenda o s­ 
gnifieado destas palavras 
e procure nilo fitar-me 
Dos olhos, pra não ver 
a gotu lírnµldt1. e crrnta­ 
llna que colará em mi­ 
nha face 
Não ... nó.o <lê me o úl· 
limo beijo, por que o sen­ 
tirá amargo; nmargo de 
sofrimento, amargo de 
saudade e sobre tudo 
de muito amor. 
Não ... uão ndianta, 
nt'.l é dois corpos estira­ 
dos maltratados e desu­ 
nidos. 
A 1eus ... 
Nada mais nos uoe, 
nem mesmo 0 nosso - 
mor púl" mais forte quP 
de foi, ele mat1Ji:-nos 
de tormento, desilusões, 
e principalmente muita 
saudade 
Não chore.. . simples­ 
mente adeus ... 
Olga M Borges 
G.L L 
Alexandre Carneiro 
perdeu os documentos I­ 
dentidade, carteira de 
reservista, carta de r­ 
servista, registro de ar· 
mas. 
Rua Maracajú S/N. 
JARDIM - M'l'. 
F 
Funilaria e Pintura de Veículo em Geral - Mecânica Especializaà:t em V lk 
o swagem 
- 
AVENIDA INTEGRllÇBO 
, 
INASTIICIO 
• 
• 
MIO GROSSO 
I 
T 
- ..

Bola VInt - MI. 
·- ---- ..... ·---- 
T;huna da Fron!eir 
---------• - -- - - - - 
Desfile cívico militar. A <ire nde 
Atração em Dela Vista 
Por Marciano Lopes 
O rlesíilc clvlon-rr:llltur, com fl p:1rti,:l­ 
pnçt1o de todos o estudanl das +co, 
las estadual e municipais, carros leó­ 
rie0, a gurhoflll l.rnpa cio 10° fü-glmc-1110 <lo 
Cavalaria, Clubes e Asoeiaçõe reaiiz­ 
do o longo da Av, 'Teolc1o tiva conti- 
' tulu-1<0 1111 grande atração do dlu 2O de 
,Julho l'ITI Ht>la Vh,tu, 1111 Rlla Da lu ! 11 ftl!H. 
Iniciando prec[sumente às 9 horas, lo! 
o rulloso espetáculo aberto pela fnn 
frlrm Cnslrlo Brnnco, da Escol« Estndu 
ul de 1" e 2 Grnus, h merag tudo ei­ 
dade com um pelotüo ele alunnt- co11,:u­ 
zlndo urJ cores <l11 ol<l ide, VPt ml'!ho, l>· a:i­ 
co, nmarelo o vereio, em fll ,i,, moças 
rpnzes com tç48 e outro troféus es­ 
norllvc1s alusivos à glnúsllca l'emonlnn, 
ju<iô, gir1ôstica rltmlou o outro••, Um bo­ 
nito númt·ro de gluú. tlca mocJ~rna f. d a­ 
presentado diante do pnlauque oficial­ 
por Maria de Ft llrna L. Plulwiro. 
A f.'scola Munlclpul irtes o Ol'icios l•'.ngº 
,José G. Neto também upreseniou se b•l· 
lbanto:::ente eoru suu funfarru, b , l.z 1 ~ t· 
1,luaos do Jurdim du Infância rum lelrafi 
do Alfabeto e outt o8 trunspOItundo s 
principais produtos du região, tnls como 
soja, arroz, bicho-da-seda e 1n,tro:, além 
de uma bnnlta alegoria ali deseobrimAnto 
do Brusil e a lntroduçiio cio roP 110 Pa 
is. Uesfllarnm tombém Dam,u; do Reino 
Roluhus, Et;cravas, índios, e todos os Es­ 
tados rf.preHentados hcmenugeando o 
mundo livre, bem como uma miniatura 
da Esc. llunlclpul Castelinho Encaatudo. 
A Escola Municipal Jarbas Passuriuho 
npree,eutando-se com bicicletas, executan­ 
do rllrnçue em lenços o jogos, bem corno 
a Escola Municipal de 1, Grau Serra di­ 
nho, com um carro mostrando a produ 
çfio da Escala, tais como laranja, café, 
cona;de-nçucar, algodão e banana. 
Seguiram-se UR Escolas de 1° Grau 
Costa Reuou, Nunc11 Tevi, Silo Clt>menle 
Siio Patrlclo, eata (:onduzindo um artís­ 
tico bolo alusivo aos 59 anos da cldnde; l 
e Silo Geraldo, prestando uma homena- 
gem 
1
às normalistas de 77, e (l Clube A- :contcceu ele 18 a '22 elcstr mês o curso de trn­ 
gricola Süo Geraldo, apresentando alu- torista promovido pela Comc_rcinl Ouavira e Vai­ 
no8 com produto e ferrumentas agrico- met do Brasil, em colaboração com o represen­ 
las numa carroça com plantações que IOlllC local Sr. Ary Ricardo Brando Pelvalles. 
, . . foram convidados para o curso mais de B80 Agri- 
os alunos cultivam no colégio, ostentan- tores e pecuarista,; sendo que somc111e 10 fo_- 
do no rústico veiculo a faixa: Quem Plan·  1am os que se iuscre,·ernm, e 17 foram 111é o f,. 
ta Colhe 
1
6s Plantamos E Colhemos.' nal. De parabens está Bela Vista com e-te evento 
A seguir o obral, com seus a- pois ganhou mais l7 Tratoristas formados. io fi- 
lunoo 1 6 E í de 2o Gr mal do curso fo1 ofcrcculo um lato Churrasco 
se, logo upos a scla 'e : irau no He,tuuronte cio Gaúcho pdJ ("omerrial Guavi- 
·loaquim Murtinho, Centro Civico prof. ,a através de seu gerente Sr José Elia- Maciel. 
Vernec, Departamento de Cullura e Eti· 
portes, Departamento Feminino, represen· 
lação dos Estados com sues roupas ti· 
Picas, ioiciando- E' com 11lato Grosso e 
Prestando uma homenagem à vizinha 
República do Paragul.li. 
Uma 1ilegor!11 à Prefeitura iIunicipal 
de Bela V!sta e sua atual admini~traçiio 
atletas, carros alegóricos o umu Iluda 
miniatura da Praça Castro Alves, obra 
municipal. 
Motoqueirod e motoristas de taxis desfilaram 
bomcnngennelt> o governo municipal ele Bela Vis­ 
ta, encerrando o desfile CÍ'ÍCo o Sindic.ito Rurol, 
com suas numcros~s e rnrindns máquinas ogrlcolas 
e grupos de cavaleiros. 
Veio o •cguir o bcHssiruo desfile militnr. com 
os ;;arbosos cuvoleiro& do 10' H.<.. urrancnndu n­ 
,' plausos do grande público prc;cnte. 
f  
1 
' 
A 
Você não pode continuar trabalhando como 
antigamente. 
A sua lavoura não deve ficar parad:i no tempo. 
] Ela precisa de uma revolução. 
1 A Linha da Valmet esta 111, Justamente 
para isso. Ela vai colocar nas 
suas mãos os tratores mais avançados do mundo. 
l 
/Venha até aqui. Vamos acertar 
4 
1 
JJ 
o financiamento com o Banco do Urasil 
ou outro banco do seu agrado. 
A sua fazenda vai sentir a presença 
revolucion:íria da Va!met. 
t4 
O ponto de 
onconlro 
dodo 
Rua Dr. Corre11 
NO 56 
------7 
Porto 
Mato 
TO 
CHES 
da Soei•· 
murtinhenH 
llurtlnho 
Oros10 
1 
e i n I Gunviro em :loto Grosso) Jorge Ueno e Tako­ 
shi Owatari (representantes_da Valmet do rasily 
e ários pecuaristas, mecanico: de tratores, e con­ 
'idnelos c,pcciais. 
Comercial Gunvira !:..tdu, atrn, é, d·s seus direto­ 
res, gerentes e repeserntantes agradece a todos 
onc cobhorurnm para que o curso fosse levado 
,;lé o finnl. entre eles u Sru. Hrjnne Carneiro 
l'rop. da FozcniJ l!arn;?a ontle foi dado n práticu 
de como manejar um tr,llor no mio, Diretor da II 
rau Joaquim lurcinho que cedeu ruas salas para 
aula d> teoria. S. Fernandes Alves Goms (Cire- 
iram), Sr. Jnir de Freitas (Emat,:r). e u todos que 
No decorrer do curso foram feitas pnlcstru• pe- comparece.um no cncnra,nculo da entrega de 
la E.IATEIVMT a•rav<'!s de seu técnico agrícola certificados. No encerramento destucanos as pa· 
r. Jnir de hcito;, CIRETHANlilT por seu Dirc luvrn,; do aluno ili;;ucl Yarciro. ngraelccendo nos 
tor Sr. Fernandes Ah-es Gomes l•'illio, pda EMA- Professores e Diretores da Va'met do Brasil S/A 
T1'-H de Conservação de Solo, pelo Dctron como por e-ta promoção trazi,ln u Bela Vista, e foi ofere- 
11111 Trator na cielnde •• luito hon foi_ n ntual'ão do~ 1 recido pelu Comercio Guavira premios aos 1 e 2 
dirigir ' rofessores da Vulmct do Brasil rs. Tukn;;lu colocados. 
Ow;tnri e Jor"C Ueno, que viernm especialmente 
de Silo Paulo para ministrar o rc:fcrido curso .. 
Destacamos as presenças dos rs, Antonio Lima 	_ 
(Gerente do Ilauco do Brasil S/A), Miguel Ban- 
elão Dclvnllcs (lnelus1riul) ílcncelito Gon~alo lTéc• 
niro A"rlcola do Emutcr .lt), Fr:mcisco Rolim 
(Acodc~ico de ngronomio que se encontra e;n 
nossa cidade pura nuxilinr o escritório local da 
EMATEH. ~11), Fernundes ,Jvet Gomes Filho (Di­ 
retor elo Circtrnn), Ari Hicar<lo (R-,prescntnntc da 
Com e rei nl G u n vi r a em Bela Visto) José 
Elius Jlncicl (Gerente Procurador •la C o m e r 
'este Exemplar 
€C:$ 3,00 
Partiste!!!.. 
Deixando-me n a mala 
trltlle t.ol!dão 
leüJbro-me do tempo em 
que felizes vivíamos 
Porem hoje só saudade■
me resta de voce 
Qu11 ndo ... quando volta­ 
rás'? não sei! 
Vivo a torturar-me com 
ex8à pergunta 
E nenhuma resposta tu­ 
do é triste e vazio. 
A alegria que linha, tu 
levaste consigo 
No dia que ma disse 
adeus. 
Hoje, choro... choro de 
dor e dei saudades. 
De voce. Mas apesar de 
muito chorar e sofrer. 
Tt-nho o coração cheio 
de esperanças de um 
dia 
Te ver chegar ... 
Tal vez ... Ta!vez ... nunca 
mais volte. 
Mas eu te espero 
Só por essa esperança 
eu continunrei tendo 
Uma r-azáo para viver. 
Te esperei .! te espero ... 
e sempre te esperarei 
Talves um dia te verei 
regressar o ponto. 
De partida em que.·· me 
deLxas-te 
E a saudade se apagará 
morrerá para eampre. 
Olga M. Borges 
Praça Presidente Dutra .. 163 
Com modernas instala.;ões, dispõe de um grande estoque de calçados. Paraiso dos Calçados ê especia­ 
lizado no ramo e tem tudo pura bem servi-lo. Em matéria de. calçados. 
conheoa a últiu,a moda lançada nos grandes centros, 
visitando Paraiso dos Calçados. 
Ponta Porã • MI

31-7-77 
S.I& Vtata • IIT. 
Tribuna d11 FronLelrn _______ ;.,;.__ 
BELA VISTA CD EMOR U 
f ESTIVAM ENTE 59, ANOS 
por M A RC IA NO LOPES 
No .,·ltlmo dia 20 de Julho. o blst(irl• 1 uumcro•u co111i1iv11 µ11urn11i. Sr. Akir Cot'll
1
1
°, 
1
~.'re· 
u 	• • Di 64 M 'ipl d·, Arena , e or 
co mutcfpto de Bela VIst, quo tem co- ·ir!g, """""""",,""ti 1íã«tono 
l I li I P 1 
.,, ll 10 ... Urllll HI,• rep .,,., . 1 
mo sede a bel 0 ucolhedoru ,1'IiCt, Soares da iln, sendo todos recep- 
do Apn". plantada nu fronteira com u clonados pelo Prefeito Ruben de. C. P111tor 
vizinha Rtipúbllra do Puragunl, festejou 
O 
sua esposa Sru Clotilde. e i;ua fllh1.1,Letlt11 
o 69 nnlversárlo de su11 lndepe11dfiucl11 lforla Castro PJnto, diretora da Casa do 
política, reallzundo extono programa Artesão de Bela Viela, Preslilente ,da CI·, 
oomemorutlvo, com a participço macl- E mura Municipal e outras uut1,rJdadPs local~ 
Qa e entui;lasta de toda a suu populuçlio Os festejos cornemoratlv.os aos 59 anos 
e a presença de Ilustres uulol'ldades de Beln Vistu tiveram inicio às 6 horus 
convidadas e vlsit1tnles. 	com a alvoradn festiva pelo banda Mur- 
o Prefeito Ruben ele Castro Plr::to, ciul rir~ Tres Lagoas, percorrewlo us prln­ 
que vem dirigindo os deRllnos da rlcu, e clpal"' l'UUB da cldn de. 
lendârla região, imprlmlndo-lbe urna no- Após às uutoridudes vlsllantes serem 
va mentalidade administrativa, foi o ru: recepcionudus no Aeroporto Militar, se­ 
de anfltrlfio du data magna de Bela V1stn gulu•Bl< às 8:30 horas u sPlenldndc de ha.il• 
recebendo de maneira cordial e fidalga teamento dos pavilhões nuolonul, do Es­ 
tcidos 011 que nll foram comungar com os lado e do Munlclplo na Praça Castro .AL­ 
belavlstenses as alegrias da sua festa ves pelos Senhores Deputados riuben Fl- 
mb:lma. 	gue'iró Comandante Orlando Mendes e Dr 
Autoridades Presentes 	Archl~edes P. Lima, Chefe da Casa Civil 
Dentre as autoridades e figuras re- representando 
O G 
O v e r n a d o r do Es­ 
presentallvas do ê.Blndo que se fizeram lado ao som do Hino Nacional executado 
presentes às restlvldudes de ílela ~lsta pela Banda Marcial de Tres Lagoas. Pre­ 
destacavam·lltl o8 senhores Dr. Archime- sentes, as autoridades visitantes e locais 
des Pereira Lima, que represer1:ta~a o grond~ massa popular, além àe estudantes. 
Governador Gnrola. Neto, impossibilitado 'Tiveram lugar a seguir as grandes fes­ 
de· c<>mparecer por ter vJnJado para Bra- tivldades alusivas ao festivo acontecimen­ 
sllla atendendo. chamado do Presidente to lniclundo-se com 
O grandioso desfilo 
Geisel; Dra. Ana Celeste Lima, represen ejico militar, sem dúvida o ponto alto das 
tando a: Sra. lfori11 L1gla de Borges Gar- comemorações. 
ela primeira Dama do Estado; Deputado 
Ruben Figueiró, lider do Governo e do I TORNEIO DO LAÇO 
Estado e Sra, comand110te Orlando Men· Simultaneamente com as festividades 
des e Sra. , .~onaul do Paraguai em Bela do "Dia da Cidade", realizou-se em Be­ 
Vista, Don Eduardo Ocariz; Frei Roose- la Vista, 1e 17 a 20 deste, numa signifi­ 
velt Sá Medeiros Prefeito de Bo- cativa homenagem à cidade nmversan­ 
nito; Dr.Fr a n 0isco Cesário ante o 1 Tornéio Nacional do Laço pro­ 
de Oliveira, prefeito de Rio Negro: Sr. movido pelos fazendeiros da regluo, Srn­ 
André.Tadeu .Ocampos prefelln de Caracol: dica to Rural e 'lub do_Laço de Bela 
Sr Altevir--·Alencar prefeito de Nioaque, Vista, com a purltc1paçao de peoes dos 
sua. esposa e, comitiva; Dr. Fernando de Estados do Rio Grande elo Sul, San.ta 
Freitas prefeito de. Jardim; Vice-prefeito Catarina Paraná e Mato Grosso, conquis­ 
Eron dos Santos e Comitiva; Dr. Pedro U- tando o primeiro lugar o reprosentante 
birajara prefeito de Aquidauana, sua espo- de Bela Vista, José Carlos Pacheco, se­ 
eá e comitiva·· autoridades admlntstrahve. gurndo-se mata quatro colocados, inclu­ 
do ·Paraguai,' Don Anastpasio e esposa e indo-se o miui-peúo. 
CIR A à REOIÇiiO 
São. Paulo 20 de julho de 1.977 
Prezado Ivaldo: 
Faço-lhe portador de transmitir aos be­ 
lvist3nses em geral os meus votos de 
parabens pelo 'trãn'scurso de mais um a­ 
niversário da "Princesa do Apa". 
Que o progresso lhe seja uma constan­ 
te! 
Por outro Iado,dnformo ao amigo que 1 
dnerel estar na cidade de Campo Gran­ 
de, ,no .começo do mês .de Agosto, defen­ 
dendo os interesses da empresa para a 
qual advogo aqui em Silo Paulo. Depen­ 
dendo do rumo dos acontecimentos, pre. 
:tendo dar uma esticada at~ Bela Vista 
,para matar saudades e desfrutar da sua 
;agradável compunhio. 
• Por derradeiro, informo-lhe que n nos­ 
sa "querida Tribuna da Fronteira'' está 
sendo lirJa no Japão, onde se encontra 
nossa colega Amélia, que esteve junta­ 
mente conosco aí em Bel& Visto, por o­ 
casião do Projeto Rondon, sendo certo 
que conseguiu bolsa do estudos por um 
ano. Enviei à mesma alguns exemplares 
da "'l'rlbuna" e ela. confirmou o recebi­ 
m•nto. 
Um grande abraço do amigo, João 
de Ollv,eira Rodrigues. 
Bela Vista ( Mt)23 de julho de 1977. 
l)mo. Sr. lvuldu Pereira 
Ne Ia. 
Prezado Ivuld11: ,· nel-me quando vo­ 
Sinceramente mo1O'_ qf@ião especi- 
é m pa8sou às mio a e f 
º1 d ''Tribuna da l<rontelra". Con esso 
u " á ·o do jornal em 
que quando vJ, o n uner • . 1 que 
mfío1< de vArias,),essofB não ntrne 
ern n Tribuna, penei sim, que era um 
·outrq periódico. 
sre»senta«o do seu 1yrma! ,,2}; 
1 
• ã,o 
05 a;str.,tos, ttnflrn a e IÇ 
pg9!y''qu: eu presenciasse nm 
toda 'oz com 	N co 
tt jamats pensei em ver. un , 
ato que 	ditu a sua ca- 
confesso, apesar de acre/tar n 
p1cidade de trabalho, sonhei em ver a 
Tribuna triunfante e empolgante. Se a 
mim que aqui convlvo:trouxe tantos re­ 
cordações da luta de nossos fundadores 
e dos que aqui ulnd,1 labutaru calculo 
qual11. emoçô,es huverllo de senti os be­ 
Iavistenses qU~ daqui se afastaram leva­ 
dos pela lula em busca. de melhores di­ 
as Quero que meus amigos e parentes 
longinquos possam também entlr orgu­ 
lho de Bela. Vista. 
!-eu espil'ito empreended
1,r aliado a 
coragem da Estela, deverão conduzí.los 
a grandes vitórias é o que desejamos. 
Parabens a você, Estela e_sua equi­ 
pe. Recebam nossa admlrnçao e nos­ 
so incentivo. Que o grande Pai do Céu • 
continue a velar por vocês, pelo seu8 
trabalhos e por suas familias. 
Sinceramente 
Dr. Késio Loureiro Pinheiro e Famllla 
·BEL·A. VISTA 
Um novo lar para seu confor 
1 to - . Restaur·ante dormitório. e 
ambiente super Familiar. 
Otimo. local de. estacifinament.1, 
Rua filmiraot.e Barroso 323. 
Bra::;illa (SDIRP) • Os jogadores profis­ 
sionais de futebol podtrilo ostentar pro­ 
paganda comtrcial nos uni!ormes espor­ 
tivos salvo os de marcae de fumos ou 
de h~hidas alcoólicas, segundo determi· 
-na projeto do Senador- Benjamin Farah 
(MDB/RJ), agora aprovado pela Comis 
são de economi!l. do Senado' que acolheu 
assim, o parecer favorável do Senador 
Altair Becker (ARENA/SC). 
Segundo o autor da . proposição, seu 
projeto originou-se na crise financeira 
que se abate sobre os clube, brasileiros 
de futebol, sendo raros, ou nenhum - na 
opinião de Farah - os que conseguem 
apreaentar superavit nos seus balanços 
anuais. 
MT. 
Dr. Laucídio Valdez de Barros 
Cirurgião Dentista 
CRO - 557 MI. 
Clinica de Crianças e adultos - 
Atende-se com horn m11rcudn 
Consultório Av. Duque. de Caxias, 508 
(Ao Lndu do Banco Finnncinl) 
)A3,00M) - $iTô GRO$$O 
' 
CARTA A 
REDAÇÃO 
J. l.,.J. 
Matriz Santo Afonso 
79260 Bela Vi.ta, Mato Groso 
;-6 Julho 197i 
iledaror e Editor 
Tribuna da Fronteira 
e-ta 
Prtzado halclu: 
Quero aproveitar destes 
ocos minutos para expressar 
or e,crito º" unt111H·IOS que 
ara sinto ao ver os trabalho 
~., e,lÍI realizando em prol 
l, no-a querida Bela Vista. 
Lendo o jornal comemorativo 
do unive<E:Írio da cidade, eu 
l eu mim mesmo e cllHO 
cn . ,. , I 
ue este jornal está agindo 
desinrercHnilnmentc pelo bem 
de nossa comunidade. Portan­ 
to; quer<> que uce1le, por mau 
humildes e por menos bem 
escolbida~ ns minluu palavras, 
os meus pnrnbéns por um 
trabalho bem feito, as bem 
feito mesmo. As vezes, é mm· 
pre bom que n gente receba 
umas palavrinhas de elogio 
dá força para continuar reali­ 
zando o ideal no qual acredi­ 
tnmos. flealmente, o que fez 
com a edição comcmorallvn 
foi di.,no das muis t.fusivas 
congratulações. O que pode­ 
mos dizer se: não: conunue. 
No que puder. poderá 
contn.r com JlOS~a. colaboração 
Qnc Deus cóntínue. nbenço­ 
ando seus emprendimentoP­ 
E sobre tudo, nhcnçonndo 
todos os foncionátios deste 
jornal. 
Sincera,mentc, 
Pe. Haroldo fur{i&on. 
CSSR. 
Senador. Quer Bra­ 
sileiros apoiando 
Presidente Geisel 
Ralo •X- 
SERGIO ROBERTO PEROMD! 
ADVOGADO 
Bela Vista Mato Grosso 
Br11sília (SDIRPJ - Em 
n o v o pronunl!íameoto 
sobre o quadro político 
brasileiro, aoali,mndo as 
opções que se oferecem 
para a implantação de 
um sistema institucional 
dur11.douro o· Vicé-Líde'r 
José Sarney, da Maioria, 
afümou que a Revolução 
não tem outro: objetivo 
e jamais se perdeu de 
sua perspectiva no senti 
do de ua sociedade de­ 
mocrática. 
Enfatizando que os ·' 
atos ·revôh,iclon~rios n~o Jrir' 
são feitos com o desejo [, 
de eternizá-la mas sim, 
com.o. uma necessidade , 
de construir uma demo· 1 
cracia essenci11l, o par• 
lamentar, depois de ace~- /.-. 
tuar que um estado _d· 1 
tatorial tem motivaçoes f 
pessoais, de castas, de r 
grupoe e de interesses, 1 
ressaltou que o Brasil 
jamais pereorreu esse 
caminhes. 
Ao final, José :SarneY 
conclamou os brasileiros 
de boa vontade para 
evitar a radícalização e 
cerrar fileiras . em torno 
do Presiden,te Gelsel. 
porque ele, mais do que 
nunca, interpreta, agora, 
os destiaos do povo br­ 
sileiro. 
I 
1

Os Primeiros Povoadores e Habitantes do Sul de Mt. 
e ontinuaçõo .. ' 
tou a ser povoado, com de Dourados, que 
destrulda a 2) de dwzembro de 1861 foi 
rP:.tnurarln u :ll do junho <lo 1872, a 7 de 
abril do o.no 11ogul11te, criada no lugar 
uma lmrrolra o agencia fü,cal. Da ta por­ 
tanto, de 1882, o8 verdadeiros primeiros 
povoadores do solo pontporanene ain­ 
da que tenha havido uma lr1tc1·rnpçílo de 
sete nos e meses. 
F ]B3, obtendo do Governo Imperial, pelo 
1),,, .. 
11
•• 1179<J, tlr novr, rln 1IPY.(•rnhro rir, lflll!, [ll'r· 
missão para colher erva mate nos terrenos devo 
lutos da fronteira com o Paraguai, entre Hineào «de 
Júlio e as cabeceiras do ri Iguatemí, 'Toma La. 
rangeira veio de ooperar no povoamento le Pon 
u P'orá, estabelecendo·se à margem direita do llio 
Verde, com uma carreta de bois, que recebeu do 
patrão em pagamento de seus serviços prestalos 
como é empregado do mesmo, no fornecimento 
las trops brasileiros em operação, na puerra do 
Paraguai, Foi com e+ta cnrreta que 'Tomiz Laran­ 
eirá, homem pobre, afoito no lrnhnlho, deu co­ 
neço em pesson, à elaboração da erva mte no 
muuiclpio, conrluzínrlo u no Porto Murtinho no 
llio l'arnguni, onde ,lel11 dispunh:1, vcn<lcn1lo,1t. 
Com o r·orra <li, tcmio, uurncnlnndo Ft·rnprc " 
«a fortuna, começou fluir pente de todas as par­ 
te» a estas paragens, brasileiros, paraguaios, argen­ 
tino, todos empregados n elaboração da erva 
mntc, de sorte que, o CJlltl um PÓ homc111 encetou 
con,titui hojo n grnndc Emprcrn ~la!,: Lnrnngcira 
'A da qual si o principnis 
cios o Cup. Heitor Mendes Gonçalves e o •eu 
filho Fcrnnnrlo Jorge Mendes Gonçalves. 
Depois <lc Tomtíz Lnrnnjcirn, fixurnrn <lo111icflio 
no )lunicfpio, Adão de Barros e um senhor Quci• 
róz de Tui em lmpcum; José Firmino cm Amnm­ 
ha(; Olimpio ilonleiro e Emilio Culhnu, cm l'on, 
tA Pora, Gnbricl de Tnl, em int Virgini; To• 
máz Pereo, cm Silo Tomáz; Joiio Vítor nn Fnzeuda 
Paraixo, Manoel Pinheiro, na Fazenda 5ão Gubricl, 
de sorte que, olé o 11110 de lll91, eles eram os írni• 
cos moradores no municlpio de Ponln l'oril. 
Naquele ano de 1891, foi o populnç,fo <lo muni­ 
dpio oumentuilu com a chegada de Constantino 
de Almr.idn e seus filhos Zcforino e Jacinto de 
Almeida: 
Seguiram-se nos nnos seguintes: Mnrin Jrnlllo 
Peimru, Mnrcclino .Mnciel. Joào Antonio dn Trin· 
dade, Frnncisro Hos~ cln Conceição, Vrr<lclino llu­ 
déca, Manoel Moreira etc. 
llm 1897, entrou pnrn o município o ~lnjor rc• 
Ínrmndo <lo exército, Francisco Jlurquc• Tury Sc­ 
rejo, comandando um contingente policial, o pri­ 
meiro que vem a esta fronteira. 
Do• seus clc;cendcntes existem quatro no 111unl­ 
dpio: duns filhns domicilin,lns ncFtn ciclutlt', siio 
cosndos, umn com o Sr. Lourenço Gumes Montei­ 
ro e outru com o r. Abel Limn, 11111bus pcs;i•as 
,·oucdtuodus no nosso meio. 
Peln r•súluç:io 11° 255 de 10 ele Abril •lc 19CO, 
Ponto Poril foi clevo<ln à cntcroriu de Di,1ri10 de 
Pnz, send<, o seu primeiro Jmz no;i1cnilo, o cupi­ 
tão João Antonio da Trindade que exerceu por 
onze anos contlnuos, e cm 1912, pelo resoluçüo 
n' 617 dr 18 <lc Julho o de Município, sendo elei­ 
to seu primeiro lnlen<lcnlc, o ciclo<lilo João Pon• 
ciano Je Muros, nuturnl do Hio Grande <lo <lo Sul. 
Em 19!ã, pelo Lei n.o 721, de 23 de setembro 
foi Pontn l'oril elc,·ndn :1 Comnrcn, com os limi­ 
tes constantes ela rcspccLivn Lei. lmtr.ludn n l:l 
de Juuho <lo ano seguinte de 1916. 
Boje Ponto Pora, depois de Cnmpo Crondc e de 
Corumbá, é o primeira cidade do Sul <lo Estado, 
tendo tido <li,·crsos Jomni,: O St1l. A Folha do 
'ovo, O Ponta Porü, A Fronteira e .-iutros. A ci­ 
dade conta com uma população superior n cinco 
mil habitantes, o ilunicfpio uLUnlmcnte, com -lo 
mil bobitantee. 
A H.n superfície é <le 29.ooo quilomctros quo• 
drudos, mais ou menos. Este pequeno trobnlho já 
se achava no prelo, quando pelo Lei r,• 131, <le li 
de setembro. publico,ln no Diário Oficinl do Esta­ 
do, de 5 <le outubro deste ono, foi crindo o Mnu­ 
nicipio de Amanhai, 
Perdeu assim, o municfpio de Potttu Porà mnis 
CMu parte de seu território e uns 15 mil de 1eus 
hnbitantes. 
MIRANDA 
Miranda começou a ser verdadeira- 
m<'nle p•)voarlo, em 1797 com u fuoda· 
c;ílo cio f're idio rio me mo nan;e. 
Não se leva em conta a história Xerez 
(Jeres), dos epanhoes. fundada em 1580, 
pelo célebre Hui Dia"! Mo!rprejn às. 
margens do Mbotetí, como os primeiros 
habitantes de:se Município, visto que 
abantlonud,t em seguida a sua fundação 
o8 svu moradores não podem, ussim, 
ser considerados, 
João Ltma do Prado, porem, na8 
flllHB <>xploroçõ,•s pelos rios Mlrnnda 
f Aqulrlnuana, em 1776, a procura rle um 
lugar pura fundar. uma colonla militar e 
e do varadouro deste último ao Anhan­ 
duí, por onde 1111tes varnvom oi:i pau!Js- 
. las viu Cuiabi, u1·rastundo por terras 
as bUa~ canoas, abandonado em 1735, em 
troca do Pardo, Cumpu, Coxim, mal!; 
conveniente aqueles destemldCls rlesbra­ 
vadores dos nossos ~erlõus, Hupôs ter 
deRcoberto V(•Bligios da untiga colrrnla 
castelhana, um pouco abaixo do Uaco­ 
go, corno era chamado o Aquldnuna. 
Abanrlonada, como fui, ern seguida 
a sua fuuduçilo como já rir.ou dilo, lm­ 
possível seria a conservação dos 8eus 
vestígios, p111· lüo larg'> espaço, quase 
duzentos anos. 
Demais, Antonio Raposo Tu vares, o 
seu suposto destruidor, nüo desceu o rio 
MlrandLL Pelo m<'nos não dizem os fatos. 
O que está provado é que André 
Fernandes. em IG48, repelido n11 região 
de Xerem, quando do ataque u Terec· 
nhl e ele outras colonias espanholas, 
bnnhurbs pelas agu_as de Jejuí, por for­ 
ças partidas de Assunção, r"cuando, 
subiu n serra por onde havia desciJo. 
Unindo-se n Ar:tonfo Raposo Tva;es 
no nllo da serra de Maracujú, tornaram 
rutno :'forte, ncredilando-se que a Xeres 
foi por ele destruiria, foi ti fundada em 
1593, pelo historiador Rui Dias de Gus­ 
rnan, no rio Purdo. 
Não I oi, porlantu, o Xeres os vestígios 
encontt'lldos por ,loüo LPmes do Prado, 
abaixo da fóz do Aquirtaunnn, no rio 
1iranda. Projt·tarla <>m 17í'li, p~Je; enti'io 
Presidente d Povincia, Luís de Albu­ 
querque de ifrlo Pereira Cú.ceres, foi o 
presídio de Miranda fundado em 1797, 
nas margens do rio ~~botei, µor ordem 
de Caetauo Pinto de iliranda Montene­ 
gro, que, por este fato, o rio passou a 
chamar-se ~liran1a em boCPenugem ao 
fundador do Presidio. O pre&id!o até 
1801, quando o Teo. Prancisco Rodrigues 
do Prado parte a fü11 de dest•u:r o forte 
de São J usé, construido a u:argem direi­ 
ta do rio Apn, pelos espanhóis, o que se 
v~rificou u 1° de Janeiro de 1802, não 
passava de um simples destacamento mi­ 
litar. mas, com o decorrer do tempo, pa 
ra ali afluíram indivíduos de diversos 
pontos, que, entrcg&ndo-se a lavoura e 
a criação de gado, foram os primeiros 
povoadores do ::nunicípio, onde mais tar­ 
de, uma mulher cujo nome não podemos 
ldenlificá-lo, tinha, urna. fazendi,. com um 
número superior a nove mil reses. 
Foi deBse :lunicípio que, ao supor-se, 
partiram os primeiros morJ.dores de Nio- 
:tt-1-71 
aque. 
,. 2G de agosto de 1835, Mirania foi 
elevada a categoria de de distrito de Paz. 
A 30 de maio d 1857 a de Vila, iny; 
talada a 2o de janeiro d0 1859. Em 1865 
foi 11 vila invadida por [orças pa­ 
r 11 g u a 1 as que ocuparam-na 
Seicho-No-ie: Supermer· 
c:ado Religioso 
(Continuação) 
A vertlucle está em todas as religiões, todas e­ 
lus fnlnm <le Deus e Deus é a verdade, Deus é pu­ 
ro e ele está toda n perfeição. o que nlrnpnlha 
o munifei;tução do plano de Deus, na tara é n 
tentativa d e cl i v i ,1 i r u V e r d a d e, 
divirlir D e u 8, e n q u n n t o J e s li d 
nos ensina o contrário "Guarda-os Em 'Teu ome, 
Que me Deste, l'ara Que Eles Sejam Um _A+im 
Como is".Amai-vos Uns aos Outros Assim Co­ 
mo Eu V,,s Tl'nho Amacio" João 13:3-1. 
Ensina-nos o Seiclw· 11-le _que pura compreen• 
<lermos n verdade é neceHúrio uma profunda Pro· 
fissão <le Fé. onde se examina o que se pensa ele 
si mesmo como que valor dá u si mesmo 
filho de Deus? P o i e. c ,e 11 t n m e n t e 
0 <iue você per.•o ele si é o que você pensa dos 
outros., Desta forma, se pensa como Filho <le 
Deus snbe que é herdeiro de todo bonançn e ma­ 
ravilhas de Deus., Daí cumprirá com certeza o ma­ 
ior <los mandamento, - Ame o trem próximo como 
n Ti me,mo. O seu próximo timbém é filho Deus. 
Nós que lideramos o movimento para brasilel­ 
ros aqui em Dourados, somos muito gratos ao 
Frri Lino, que muito nos ajudou na divulgação 
da Seicho• o- le. 
Pedimos também perdão aqueles que deixam de 
orientá-los bem ou que porventura algum dia e 
sentiu u~rc<lido .-m seus princípios <le fó, since• 
ramente nos cabe a culpa em particular indepen­ 
dt·nte <ln eicbo l o le. Nós somos nrnd_n neneJ 
110 
conhecimento <ln eicho o le. por 1sso nos 
perdoem. Muito Obrigado 
Itnllvio llortins Bomfim 
11ua lllonso Pena Esq. Teodoro Saliva 
ft L E 
Dedaração 
Declaro para os devl­ 
d ()i- t'ft>ltfls que extraviei 
os documeuloR abaixo 
descriminados, cujus 
118 
caructerlslica,: são a 
8 
seguintes. 
Certificado de proprl•• 
dados de um veiculo 
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SLC 
COLHEI 
AUTO MOTRIZ 
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MAQUINAS QUE 
COLHEM LUCROS 
Indústria Brasileira 
Ter uma Colheitadeira Automotriz SLC é pos 
suir uma máquina que colhe lucros e também 
representa a conquista da tranqUllldade e se­ 
gurança na hora da colheita. 
Pois com a SLC está uma eficiente rede de 
Concessionários, à disposição do homem do 
campo. Gente que, como voc, esta preocupa­ 
da em assegurar a sua colheita. 
Assistência Técnica com profissionais alta­ 
mente especializados, treinados na fábrica e 
sempre presentes nu hora da colheita, com 
peças originais que asseguram a garantiu e 
qualidade SLC. 
Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em 
terrenos alagados, para colher com esteiras), 
Tratores Valmet • Colheitadeiras SLC - lmplementos Selecionados = 
s 
0LA$ 
milho (para colher com a nova Plataforma de 
3 ou 4 linhas) ou outros grãos, ~ncontrará um 
modelo de Colheitadeira Automotrlz SLC (do 
tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que 
lhe proporcionarão tranqW!idade hoje e a 
certeza no amanhã. 
Por tudo isso. os que já confiaram a sua co­ 
lheita a uma SLC acreditam no que plantam 
porque sabem com o que colhem 
,,..,., · , í --- - ---- -7 
á@e»' mm»y um» » 
Assistência Técnica 
Permanente 
Matriz: Rua Marechal Floriano 2049 - Fone, 286 - 
FILIAIS : AMAMAI 
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ex. Posta! 180 - Ponta Porá. Mt. 
EI VISTA 
SLC

17 
Venda no rlia 17 ..... 
Vendn no dia 18...·.·. 
Venda nos dias 19 20 ... 
Venda de 195 k. de pucheiro ao Sr Guilherme M. 
Ve11dí1 de pucbeiro ao !-ir·. Amnrluu :'lfoclirw 
Vcnrln tia 2 rcfrigeruntt•s dia 21 
RECEITA 
CrS 18.470,00 
Cr$ 15210,O0 
Cr$ 28.627,00 
CrS 58:í,0O 
UtS 1GO,OO 
CrS 10,00 
31.77.7 
Total da Receita . . . . .. 	CrS 68.062,00 
Comlssiío do Restaurante 
'l'ules Monteiro Mascarenhas 
DESPESAS 
- Pego Hotel tios Vlojanteo NF 1391 referente a despesas do 
conjunto Los Mensy's 	Cr$ 625,00 
- Pago Casnas Pernambucana4 NF 259587, referente uquis, de 
plásticos pura mesa ..... 	CrS 811,00 
- Pugo íercad() lfarada, conforme recibo, rer. aquisição de u- 
tensfl!oll para cozinbn 	CrS 150,00 
- Pago c·onjunto Los Mensy'e, eouf. recibo Cr$ 9.000,O0 
- Pogo Guilherme Marllnes, ref. aquls. do 710 kg. de 
m2.ndlóca 	CrS 1.0lJ;,,00 
- Pago Amadeu Medina, ref. serviço de carnonda o o n r o r m e 
recibo 	CrS 380,00 
- Pago Sr. Autonlo Luiz, ref. serviços prestados pelas cozlnhel- 
rat1 e assadorell. conforme recibo CrS 1.210,00 
. Pugo Brasiliano dias, ref complementação por serviços de 
assadores oonf. recibo 	CrS 120,00 
- Pagamento referente uquis. de wWsky, conforme oh. 64€079 
do Banco do Brasil S.A. 	CrS 8.fi80,00 
- Pago Bar Santo Afonso, NF 212 referent~ aquisição de 
Gelo 	CrS 1.800.00 
. Pago Supermercado Fukaya, NF 12883 referento aquisição de 
Bebidas e utensllios para cozinha Crg 32.160,00 
Total da Despest1 	CrS 55.964,80 
Saldo entTOgue ao tesom·eiro do Clube do Laço Cr$ 7.097,20 
TOTAL 
CrS (iS.062.00 
Cristóvão llran Costa 
ílU ffil[L[lJU (ID 
E? 
O senuàor Itnlívio Coelllo, da Arena 
mnatogrossense, previu que o Brasil so­ 
frera umu 11guda crise em termos de pe-· 
cuâriu e que us autorido.des governa­ 
mentais diretamente ligadas ao proble­ 
na devem adotar medidos urgentes de 
socorro, antes que o Pais passe da con- 
1lição de exportador de carne à coodí· 
çilo de importador. Lembrnndo que devi 
!o à conjuntura econô•nka 0t1cional e 
mundial as distorções para o setor são 
inevlté veis, assrgurou que "a pecuária 
tem ido maior vitima" dos programas 
governumeotais de combate : iuflição. 
'Hoje, u suspensão de crédito para o 
produtor, para a pecuária, é um fato 
grave. Muito mais gruve, porém é a JU· 
RUficlêncla gritante de preços para os 
produtos do scto", frisou Itulivio Coelho, 
lltisinuluudo que ''os custos de produção 
1 
nilo lomm conliaos a temp11 e Re torna­ 
~_. rum elevadissimos, o que tem impossibi­ 
litado, nos últimos anos, aos pecuaristas, 
o desenvolvimento normal de suas f-1 tivi­ 
<lades". 
Na sua or,mmo, o pecuarista, atual­ 
ente, "é um produtor desestimulado" e 
'que "isso representa luevltavelmeute um 
rebtioho abandonado, ele baixa p1·oduti• 
vidade, um maior abate de fêmeas para 
suplementur ui; necessidades de numerá­ 
rio, o que vai comprometer, num l'uturo 
tnuito breve, & oapaeidade de produção 
nacional". entre ai; atuais deficiências 
d11 pecuária nacional. o senador, pecua­ 
t[sta de longos anos, situa a falta de s­ 
Hstência médko-vetarinllria o não rema­ 
'1ejameuto das pastagens e 'uma Réric de 
outras difículdadc-s "enfim, um coujuntc, 
de coisas que está importando em dveli­ 
tio do rebanho". 
. Após traçar, rapid>tmAnte, as principa 
IS dificuldades da p e o u á ri a brasileirn, 
·º senador Itolívio Coelho deteve-se es- 
Trilua da Fronteira 
Propriedade da ORJIV APE 
LE. 6)2CM) t1- 
Direto Respenusdel: O o aldo ]reira 
!Diretor Comercial: dtloaro /Jutira 
pecificumente na situação atual do Pan­ 
te.nnl Iatogrossense, ussol1do nos últi­ 
mos tres anos por violentas enchentes, 
que redundaram numa rPduçüo assustado­ 
ra da capacidade de pucrição do que 
considern-se o mJior c~atro de cria de gil- , 
do de corte do mundo, e garante que, se a- neln Vista 
té fim do ano de 1975 o Pantanal coo- Demais Municipios 
seguin. exportar 3oo mil reses diretum,rn­ 
te para ubute e outro tanto para as in- 
vernn.dus, a partir de agora terá condi- 
ções de prover os abatedouros e centros 
de engorda com pouco mais de 2oo 
mil resc,s, o que vai refletir considera vel- Í 
mente no panorama nacional, fazendo a 
carne atingir preços elevadíssimos. Essa 
queda, segundo explirou, é decorrente 
não só das inundações, mas da crise que 
envolve a pecuárh brasileira. No caso es- 
pecifico do Pantanal, as cheias colabu- R D d e 
raram muito para a diminuição, já a par- t lua )uque le .axias 
tlr do segundo semestre, da oferta de , Bela Vista - Mt. 
gado. Isso porque os criadores, além de I ·------------------! 
perderem cerca de 2o por cento rios re- 
banhos nas inuod>1ções, tiveram cerca 1 
de 3o por cento das matrizes enfraque- , 
oidas que abortaram IJU simplP.Rmeute Dr 
não 'entraram no cio, interrompendo o • 
ciclo normal de reprodução. Nesse caso, 
uma matriz que há dois anos oã.o pari 
nenburn bezerro, só voltará a uma boa 
rase de reprodução ein c-asu d3 olio o­ 
correm novas ·inundações, no próximo a­ 
no: ou seja, só dentrn de quatro anos é Bela Vista 
que essa fêmea coloct1rá em condições 
o primeiro animal para abate, levando­ 
se em conta quase um ano de gravidez 
e outros tres pura o crc·scirner.to do uni 
ma}. Em siatese, esse fator n-presenta 
que a .pecuaria nacion .. ll i-ofrerà uurn Te 
e.s-ão ain.la mais aguda nos póxinos 
quatro anos e qt!o só uma tomada de 
posição urgente do governo federal evi­ 
torà uma crise ainda mais prolongada. 
A r t e : Hélio Guedes Corrên 
Circulação:Jane Velasqucs 
C o rn p os i ç à o: Petronio Leão, LyLeracy Lino 
Altair .(arques, Laucidio Medeiro» 
1 m p r e s s ii o: 'ilson Uoberto de Souza 
Heclaçào. Aclministrnçào e Oficinas à 
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Clínica Geral e 
Tiranquinho 
Branquinho 
Pediatria 
Funr.ionando em período Integral 
para melhor atender os belavistenses. 
Ava Afonso da Casta Marques 
ADVOCACIA EM GER"AL 
Run VolunlÍlrios da Pátria, 376 • Fone 210 
Mato Grosso 
Papa lnalisa si­ 
tua€ão no Brasil 
Telegrama da TFP 
à Paulo VI 
' 
R u a Sã o P a u I o S/N 
s. 
O Professor Plinio Cor­ 
rêa dE' Oliveira, Presidente 
do Comelho acional do TFP 
enviou telegrama a Paulo VI 
manife,tanJo perplexidade an­ 
te a alocução com que o Pnpn 
recebeu o Embnixador do Bra­ 
sil junto ao Vaticano. Espera­ 
mos - diz o telegrnmn que 
com a maior nrgéncin Voua 
antidade manifeste de p6bli­ 
co 005 governos comunistas o 
horror que a Vossa Santidade 
causam as atrocidades cometi­ 
dn■continuamente 10bre os 
povos que eles clominam. 
Como se recorda, Panlo 
VI, naquela oportunidade, fez 
nln,ão üs violações de Di­ 
reitos humanos que teriam o­ 
corridos em atividades repres­ 
sivas ao comunismo no Bra- 
sil. Mas observa o Prof, Plínio 
Corrêa de Oliv.eirn - eau 
alocução não contém qualquer 
censura á violação de direito• 
humanos que o c-omuni,mo , 
internacional vem cometendo 
em nosso território ao insti. 
gar continuamente o lut11 de 
classes e a revoluç o social 
com patente violação da sobe­ 
rania brasileira. Instigação e- 
sa favorecida pela atitude de 
simpatia, quando não de cum• 
plicidade, de eclr.siá■tico1 e lei• 
gos da chamada esquerda-cató- 
ca com os manejou sovieticos 
Exemplos disso são certas poe­ 
sias e afirmações doutrinárias 
ele D. Pedro CuaHáliga., Bi•• 
po de São Felix do Araguaia, 
MJIRTINS 
Máquina da Beneficiar Arroz, a Secador paro Cereais Atacado e Varejo. 
ULA ORGANIZAÇIO PARA SERVIR ANTONIO JOIO E REOLIO 
•' A n to n 1 o João MT

Podo Jdiirio 
Ewtdo da Mato ,rw++o 
Gomwre de Bl Vista 
Carrllrifl do 2.11 0fiio 
Edital de Praça 
Edital de Praça 
O J>ourur lo!io Cario• 
Iradv Gren, Juiz de Di 
reito da Comrea de Bel Vi. 
ta, Estado de Mto Grosso, 
por «bstitição legal, na for­ 
ma da lei, rir .... 
Faz Saber n todo 
quantos o presente Edital vi­ 
rem ou dele conhecimento 
tiverem, que no dia 09 de 
setembro de 1977, 9,00 h», 
no átrio tio Forum de•ra co• 
marca, o Sr. Porteiro dos Au· 
rlit6rio1 João flilnrio l'erern, 
levará n praça os bens penho­ 
rudo1 no• Auto• de Execução 
que Banco Itu S/A move con. 
na Ary rticudo B. Delvnllu, 
em triimite por êste Juízo e Cnr 
t6rio do 2.o Olfcio, 11 nAo ha• 
vendo licitantes foi designado 
o dia 19 de setembro de 1977, 
h 9:00 horas, para a cvcntuul 
segunda praça, sendo os e­ 
guinte bens penhorados: Um 
oallo comercinl, erlifirndo no 
lote de terreno n.o l da rua 
Sebastião Crispim do lego, 
medindo 5,50x60 wctrt>s, de­ 
vidamente tran1crito &0b n.o 
20.768 lh. 90, Ih ro S-1, avalia. 
do cm CrS 100.000,00 (cem 
mil cruzeiro,), ,·11lor por qunn­ 
to será levado à praça para 
1rr arrematado lº' quem ma­ 
ior lance der acima da valla­ 
çio, 1endo a ,·cedo íeitu à 
viata ou medinte fiador ido. 
neo pelo pruo de 1re1 dias. E 
paro que ningucm po .. a nlc­ 
gar ignorância foi determina­ 
da a expediçilo do presente 
Edital que será afixado no 
forum local no lugar de co­ 
tume l'l publicado an forma dn 
hi. O que cumprn•■c com in­ 
teira observancia das precri­ 
çõe1 legai,. Dado e pussado 
neata cidade de Bela Vista, 
Etado de .Mato Grouo, aos 
vinte e dois dias do me» de 
Julho do ano de mil novecen 
101 e setenta e 1cte. Ea FLO· 
RINDA BENITES Eicrilo do 
2.o Ofício, fiz datilografar, 
bscrevo 
Dr. Joio Cario, Brnnde1 
Garcia - Juiz de Direito 
CASINHA 
Ata N.o 
;r 
FELIZ 
22 
Aos 27 d1ae do mês de 
julho de um nil nove­ 
centos e setenta e sete, 
à s 9 hs, no prédio da 
Escola de 1 Grau "A Ca 
sinha Feliz", sito á rua 
XV de Novembro n 156 
foi renliz11de uma reuni­ 
ão dando por encerrada 
todas as atividades da 
escola. Foi iniciada com 
palavras da Sra. Direto­ 
ra Maria Lnureiro Pinhei­ 
ro, expondo os motivos 
de tal atitude, dizendo 
que o objetivo era de 
preencher uma lacuna 
no ensino de Bela vista 
e que esta idéia frutifi­ 
cou-se e o ensino pré­ 
primArlo já conta com 
estabelecimento munici­ 
pal especealizado. Nossa 
meta era de servir e a­ 
creditamos que levamos 
avante nosso mister, com 
carinho e dedicação. Não 
foi objetivado lucro e to­ 
dos os que nos procura­ 
ram pobres ou ricos, fo­ 
ram atendidos. Agradeço 
pela confiança deposita­ 
da colocando.me à dis­ 
posição de todos. 
Nada mais havendo a 
tratar, foi encerrada a 
reunião na qual lavrei a 
presentt- ata que lida e a­ 
chada vai assinada por 
mim e demais presentes. 
Marllza Loureiro Pinheiro 
Enoly Loureiro Assis 
Elza Nogueira Barbosa 
Mariza Garcete Baita 
Amelia Lourdee Gonzales 
Andresa C. Lourelro 'de 
Almeida. 
CRÔNICA SOCIAL E ST E L , 
Deeflle Eatudunlll 
'Todas a Escolas apresentara se 
com multo garbo. Oa 01trro11 alegóricoi-, 
o 1O° RC, os cvleiros, o Clube do 
Laço., M a s ... foi destaque mesmo o d e lif i • 
lo da Eac. do Arlof:l e Ofícios sob u di­ 
roço do Hoitu domes. Vu-se o traba­ 
lho bom feito das nlcgorl11R upreoontudrltl 
s blusas de todos os alunos forum pln· 
tudu11. Sabemos quo o trnhulho foi enor­ 
me, porque ucompunhamos de perto os 
preparativos, mas ... enfim, os belavisten­ 
ses o visitantes mereciam os sacrlfíelos 
du Dlreçn o, profoesoree, uuxlllares ad­ 
mlnl11tratlvos e at(I dos alunos. 
#<000 -3 
Bailes 
Em grande estilo o G.P.R. abriu euoe 
portos para receber sous Inúmeros aqao­ 
clado11 e convidados para o Nat da 
Princesa do Apa. Som contaginnte, mul­ 
ta olegrla n descontraçlio mesclados à 
elegunclu dns Sras. e Srtno. presentas. 
Iarcaram presetH;a: o sr. Prefeito Mu­ 
olcl)Jal e Sra., Dep. Ruben Figueiró e 
Sra., Pref. André Ocampos e Sra. (Ca,a­ 
col) e Inúmeras autoridades de Belln 
Vista Paraguo.l. Tambem anotei o casal 
major Alves e us filhas (Magda o Mr­ 
ela), Sra. Mngaly esposa do amigo Coro­ 
nel Gay, tambem de férias entre nós. 
0860<,090 
Na«cimentos 
O lar do clsal Claudlooor e Fátima, 
ficou em festa com a chegada da "Cego 
nha que lhes presenteou" com um lindo 
menino. 
Itallvlo e Llca, multo corujas já come­ 
moraram os dois meses de seu robusto 
menino. 
1 0099908 
Jantar Festivo 
Há dias plBsados o Rotary de nossa 
cidade recebeu com alegria o novo 
governador do Distrito 451 o Sr. Paulo 
Philbols e Sra. Inúmeros rotarianos 
r;uas espoRas e convidados flzeram-ee 
presentes. Notei o elegancia da Sra. Bea 
triz Mascarenhas. 
9198G 
CHA 
Por motivos alheios à nossa vontade dei­ 
xou de ser publicado em nossa Edição 
Especial o chá realizado na residência 
da Sra. Nice Miranda. Naquele dia foi a 
passagem da Diretoria da Cosa da Amiza­ 
de, sua nova presidente, Sra. Ana M!!. Oca­ 
rlz. Também fez-se a entrega de uma pe­ 
quena lembrança à sra Marileide Moreira 
ex- tesoureira dn Casa da Amizade que 
mudou-se para Amambai. Houve. um lin­ 
do desfile oom 08 trajes de Marlza Mo­ 
das. Foram apresentados os últimos lan­ 
çamentos em toillete (com muito brilho) 
até 08 descontraidos esportes. Desfilaram 
Nice, Zenóbia, Flávia, olange, Jantce e 
Mariza. Chamou atenção o bom gosto da 
decoração onde aconteceu a agrádavel 
reunião. 
Vlsitus à Redação 
Com grande 8at!sração receberno3 a 
visita do casal Mujor Mosqueira e Dra. 
Áurea. Eles nos disseram, que sempre 
quando recebem a Tribuna da Fronteira 
sentem enorme alegria. Soubemos que 
breve seu filho Miltinho estará servindo 
como oficial em Bela Vista. Isto é mo­ 
tivo de alegria para nós, pois Miltinho 
ostudou aqui enfim fez parte cla juventude 
Estuadaatil. de Bela Vista. Fuluado em Estudante, 
Miltinho sentiu-se bastante triste. quando 
soube que a Escola Paroquial Santo A­ 
fonso encerrou ,mas atividades, pois foi 
aluno daquela tradicional Escola. 
Recebemos e retrlbuimos os abraços 
enviados pelo Cap. Aldo e Sra. Nos dá 
satisfação em saber que nas mais lon- 
Tr b é e p.crada corn 
ginqunas plagaa a 'rilup4 
ansiedade e lida com carinho. 
r.o G 
ANIVERSÁRIOS uJ- 
Jaquellne Barros recebeu Reus nrnlg de 
nhos para festejarem mais um ano 
" ,2%#t a «nos os wesav 
Pinheiro encheu-se de jovans para Xº­ 
memorarem o aniversário do Asp. ~­ 
guato. A noite transcorreu com mu 
to som, snlgndinhos e beblrlas. 
+0 4 -0 
PARABENlZAMOS 
pela partlclpaçllo atuanto e loconsável 
das Srtns: EHznbeth Araújo e Neusa Bor­ 
ges Rainha o princesa do 1 Torneio 
Internacional do Laço em Bela Vista. Pro­ 
clanmos de jovens assim entusiastas e 
participantes. 
930$9600 
. 1° TORNEIO DE LAÇO 
Gonzo.ga "revelou-se", organizando e 
realizando o lº Torneio de Laço, foi su­ 
cesso Total. Gonzaga: Sinceramente va­ 
lorizamos 11eu trabalho, por experiência 
própria, eabemos como é socrificado rea­ 
llznr algo, pois quando lança-se a Idéia, 
todoe concordam, todos prometem, mae 
na horn do trabalho sAo poucos 011 quo 
parliclpam. 
AGRADECEMOS 
o empenho dos alunos dn Escola Cas­ 
telo Branco que elaboraram os Trnba· 
lhos l'obre Bela Vista. Apresentaram tra­ 
balhos valiosos, só que não foi po1111ivel 
publicar todos, mas valeram as pesqui­ 
sas feitas, a participação de cada aluno, 
pois, ficaram conhecendo um pouco ma­ 
is eobre a Hlstória de Bela Viste. Esten­ 
demos nossos elogios à prof Aida L. 
Paes que foi a grande lncenttvadora. 
D89-08i98: 
ALMOÇO 
Bneta nte concorrido o Arroz Curretel­ 
ro promovido em pról da Capela do Es­ 
pírito Santo. Da participnçfio de todos 
depende a realização de mnls esta obra 
pnra o engrandeoimllnto de Bel11 Vista. 
.GoGiG 
ADMIRAMOS 
O Trnbalho incansável das pessoas 
que r.om dedicação realizam Curso de 
Hatizadoe, Cur!lo de Noivos, Retiro para 
Jovens, Retiro para Casais. É um Traba­ 
lho que exige sacrüíclos, porem só ma­ 
is tarde é que vemos darem seus bons 
frutos. Parabens e sempre em frPnte. 
08o&9±0%3 
EDIÇÃO ESPECIAL 
_ Sentimo-nos satisfeitos com repereus­ 
sao que teve a Edlçao Especial da Tri­ 
buna da Fronteira. A procura desse e­ 
xemplar é intensa, tanto • por pessoas 
da cidade como de outros lugar&s. Foi 
um trabalho ArduQ, porem •Wcompensou 
ver a excelente aceitação. Nosso muito 
obrigado a todos que de uma forma ou 
outra colaboraram. 90 D939900 
Casamentos 	~-~ 
Bermudez ti Flávia em grande acon- A A B B 
teclmento 11ocial di~seram o tradicional Foi excelente a idéia da AABB ceder 
"sim" a eles desejamos felicidades. suas dependências p/ brincadeiras dan- 
Com um suculento churrasco, AI- çantes, pois há tantos jovens em férias 
ziro e Maria receberam grande n° de e a noite não tem o que fazer. 
convidados par11 juntos comemorarem 1 	" 
o início de vida-a-dois. · 	~ 
LIVRO 
Recebemos alguns exemplares do 
livro Crônicas do Cotidiano de autoria 
do dinâmico Coronel Gay, é um livro de 
grande interesse público. 
-383-# 
PASSAMOS 	. 
Um domin_go diferente na bonita e a­ 
conchegante Fuzenda Marilândia d~ pro 
priedade do Dr. Késio. Ele e sua espo­ 
sa D. Maria, excelentes aníritriões nos 
proporcionaram um ambiente de muita 
cordialidade. Para nós foi uma revela 
ção a filha do .casal, Vera Rit11, que "~ 
primeira vista" parece ser uma garote. 
"fechada" porém descobrimos ser ela 
ma menina bastante comunir.attva e r­ 
opinião. 	e 
n úhllea Federativa do Brasil 
'i ã i«to, ar9rso 
Comarca de Bel Vista 
cii6rio do 2 otieto 
0 
Doutor Jofio c,i.rlos Brtindes Garcia, 
Juiz de DIrolto dn comarca do Bel 
VIsta. Estado do Mato Grosso, por «nbs­ 
tilulção legal, uo forma du lei, etc ••. 
Fuz saber a todos quantos o preso­ 
t e Edllal virem ou dele coohec,mt-t:lo u. 
rem que no dia 09 de sotc•mbro de 
{Gh5+'io6o horas, no 4trio do Forum 
desta couurca, o Sr. Porteil'o doa Audi­ 
tórios João Hilário Perera, levará a pra­ 
ça 
08 bens penhorados nos autos de E­ 
xecução que C IA I TA Ú DE INVESTI­ 
MENTO crédito e financiamento move 
contra Àri Ricardo Brandão Dolvallu, 
em trO.mile por êste Julzo e Cartório do 
2º Ofício, e não havendo llcltnntee foi 
designdo o dia 19 de eetembro do 1977, 
às 10:00 horas, para a eventual segun. 
da praça sendo oi, e«:1gulotes OR bens pe­ 
nh orados: um salão comercial, edificado 
uo lote de terreno nº t 1 da rua Sebasti­ 
ão Crlspln do Rêgo, medindo 5,50x60 
metros. devidamente transcrito sob n° 
20.768, na. 90, livro 3-L., avullado em 
Cr$ 100.000,00 (cem mll cruzeiros), valor 
por quanto será levado à praça parn ser 
arrematado por quem maior lance der 
acima da avaliação, sendo a veada fel• 
ta à vista ou mediante fiador ldon110 pe­ 
lo prazo de tres dias. E pa.ra que nlo· 
guém possa alegar Ignorância foi deter­ 
minada a expediçlo do presente Edital 
que será afixado no forum local no lu­ 
gar de csstume e publicado na forma d11 
ltil. O que cumpra-se. com inteira obser­ 
vância das p1·escrlções legaiH. Dado e 
passado nesta cidade de Bela Vista, Es­ 
tado de Mato Grosso, aos vinte e dofs 
dias do mes de Julho de mil novecen­ 
tos e sotenta e sete. Eu Escrivão do 2° 
Ofü:lo, fiz datilogrdfar, subscrevo. 
Dr. João Carlos Brandes Garcia 
Juiz de Direito 
Coluna SEICHO-NO-JÉ 
1 
I • 
1 
1, 
i 
"TRANSFORME O FRACASSO 
EM :ÊXITO'' 
Masaharu Taniguchi 
A queda é uma oportunidade. 
A vocês que se lamentam por terem 
c~ido, anuncrn: a queda é· uma oportu­ 
Illdade". 
Se h 
' nuo :>uvesse a queda certamente 
o mu
nd
o não teria um aspecto tão belo 
COno tem. Assim falando, voces se as- 
sus am. E porqu ' 
a d e sempra pemaram que 
que ª é maléfica. Porém caros leito. 
res se as seme t - ~ 
d, entes não caíssem na ter- 
.$," o arro? rim fruas? is 
de frut porque as sementes de arroz e 
as caem é qu d 
arroz todo ct· e po emos comer 
saborear $]?°, lias e ta@bem podemos 
T t 
e ciosas frutas 
an o aos homen • ) 
acontece 
O 
me 
8 
como às ssmentes i,t .. 
mente ao ca· smo. Pode ser que a se· 1 
do iigria,""8,}erra, tenha derams 
- Q 1e mugoa: · ' 
-- ue horror' A ? • 	- 
e pisoteada," "}m derrubada ao chão 
Para a é,,""rei morrendo. __ 
oportunidsá {""" porém, chegcu uma 
VE'r se, mais d em melhor para desanvol­ 
cna bonita «,,"" que estar gurdde nu 
leira. ,xa no uHo de uma prate· 
- Cai, meu Deus! 
Logo após as • 
trar uma terra sim pensar, já vai encon· 
não encontrar multo fértil que untes 
curava e aind' recebe. umidade que pro· 
solar lança.jj," ais, a necescaris Ia: 
lor. Se· a sem um sorriso cheio de. ca· 
orjei .,"; Ão,fvess caiã?E 
go: "a qued . n sso. por isso que di· 
verdade. +",, ,Uma oportuniãd. e 
taro tendo ,","F"to em que catrem; es 
matar cresclm.ent 
0
P
0
rhinidade para seu 
o. 
1 r 1 
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