MITO GROSSO DO SUL VII NASCER 11.º ]ME} 9 EE 1978 Balli {E) - O presidente Geisel deverá enviar esta sema­ nu, ao Congresso, mensaom para a criação do Estado do Muto Grc do Hui, cujo pi fp,efro governador, com mandato de els anos, deverá ser nomeado a I de de janeiro do 1!178, fazendo com que o utual f:(JVernndor Gnrcl-1 Neto cumpra o seu ôltlmo ano Ce governo dirigindo apenas o Mato Grosso do Norte. Mais rico, o Mato Grosso do Sul será. respoooablllzndo por 75% das atuai!. dlvldue de Mulo Grosso e ser o sétimo Estudo m!lis lm­ portante da Federação. As infor.nações foram divulgadas no fl nul da emana que passou, em Brusllla, e a donomlnuçilo Mato Grosco do Sul é a mula ugradún:l aos mutogrossenee11 e por isthJ scrú o f lei a 11 z a d a para o Novo Estado que terá Campo Grande como Capital. ! . lJu til Fundador: I v a 1 d o Per e i r a Ano VI No 257 31/7177 Bela Vista Mato Grosso Com a presença do mundo economl­ co belavistense, de autoridades munici- pulR e do gerente de fillRis Sr. !i'alsPal Ca!U de Carvalh 1J o Banco Brasileiro de Desconto inaugurou a sua agencia em nossa cidade. O dia 19 do corrente mar­ cou um acontecimento dos mais signili­ .cativos e importantes para o nosso rnu­ nic!plo, pois, hó muito tempo a popula­ ção belavistense aguardava a chegoda de um banco parttculur. O Bradesco, se­ gundo o prefeito Ruben de Castro p'into está destinado a desempenhar um impor- tnte papel no rnunlclplo, principalmente no tocante ao _npoió e incentivo à pequenos ngri­ cultores e médias empresas. A solenidade de inau­ ruração revistiu-se de inusitado brilhantismo con­ tando com n presença de figuras reprcsentntiTns de nosan ■ociednde, destncando-s<' o senhor Pre- feito Munici!_lal e !enbora, Atnoasio de Almeida !elo, Sebastião Zacarias, Dr. Carlos Edy Sá de Medciro•, Dr. Gevair Fcrreirn Lima (promotor do Comarca], Eduardo Ocariz (Consul dó Paraguay, Sidney Mascarenhas, Jacinto Miranda, Manoel Ro. drigues de Miranda, Dr. Sergio Roberto Perondi Mar Bailai, Elo Bailai, Dr Roberval Borges ~•car Snlomiio, Dr. Pedro José Pnlmieri, Deocle­ eiano de Vasconcelos, Antonio Urbieto, Epominon­ du füc?bnr, Fernandes Ah·es Gomes Filho (Che­ fe da Ciretran), José Simplicio da Costa Marques (Presidente da Câmaru Municipsl), Ely de Araujo Barbosa, Afonso Dillon unes Leite (Vereadores) Ot11vio Loureiro de Almeidn, Dr. Ivan da Costa l'arques do Departamento Juridico da Tribuna da Fronteira e Evilasio Nunes de Miranda Exator Chefe. Bençãos Iniciou-se a solenirtade de Inaugura­ ção com a benção às mvdernas instala­ ções pelo padre Adriano, pedindo à Deus ,.que continuasse a proteger o banco e que seus propósitos de harmonia e de bem servir à comunidade fossem sempre o ref!exo dos ensinamontos do Rabi da Galiléia". De:icerrando a fitu. o Prefeito ilunlcipal Ruben de Castro Pinto e 8ua esposa D. Clotilde, com o gerente senhor Antonio ~antana de Souza convidando os presentes a ingreesarem no recinto. Oradores O primeiro a Iazer uso da pálavra foi o Prefeito Municipal que manifestou a sua alegria por aquele acontecimento, .. que !!em dúvida assinalava um novo marco para o desenvolvimento de Bela Vista". Dillt1e o prefeito: .,O Bradesco é um grande banco e aqui, senhor gerente, habita um grande povo. Nós muito espe­ ramos desta in·stituição, e saiba, senhor gerente, que o nosso município oferece grandes perspertiv as em todos os seto­ res." !ssegurou ainda ,.que, um dos tra­ balhos que o banco deve executar é o de apoio e incentivo ao pequeno acrricul­ tor". A. seguir falaran o presidente da Câmara Municipal José Simplicio àa Cos­ ta Mlrques, o advogado Pedro Palmiere. que foi o grande mentor para a instala­ ção da agencia em Bela Vista. Palmierl quando presidente da Câmara Municipal batalhou junto com seus pares ao sen­ tido de ser a agencia instalada a curto prazo. Em sua oração Palmierl salientou: ,.A presença do Bradesco em Bela Vista é motivo de incentida satisfação, de modo especial para mim e meus ex companheiros de Câinara, pois, trabalha­ mos para que isto hoje se tornasse rea­ lidade; manifesto ainda minha confi:rnça nu banco que atualmente é o maior banco particular do Brasil". O gerente de filiais, senhor Faissal Calil àe Carvalho, resumiu seu discurso em uma só frase, que disse tudo: ,Bel vistenses, a casa é de vocea, estamos aqui para servir". Um coquetel encerrou a festiva solenida­ de, transcorrendo num ambiente de fran­ ca camaradagem e distinção entre os presentes Trabalho Conjunto . . Mais uma vez, Tribuna da Fronteira e Emissora Marisca! Lopes, de Bela Vis­ ta (Paraguay) trabalharam em conjunto, numa prova cabal de que dois povoo irmãos se unem também através da im­ prensa. Ao diretor da ZP-23, jornalista Valeria Penha o nossa muito obrigado pela colaboração. ■■ o ■ 4<4< ■ ■ ....,,. E - - Q €3 d.1.1 aa.. ..... e:, = :z - >< ul ·o o:: a • :z < z = a - LtJ = Q c::r 0% a ◄ :::, 4.;:J 4 1 • ' 1 Prefeito Ruben de Castro Pinto e esposa descerrando a Festa ... PREFEITO MUNICIPAL SftUDftNDO O B RI D E S C O. SEDE DO BANCO BRIDESCO ConRlderando que ue vá. plnntnr arroz em uma re virgem, o necessárias na­ da menos que a rollzaçio de 17 prtl. ca, compondo um processo indispenwá­ vel pau uma cultura do arroz bem con­ duzida. PrátlcBR e111wnolal11 puru o cultivo de arroz de sequeiro: 1- Amostragem do Solo: Tem 11 flnall­ dade de ne fazer um posterior análise da terra, para se conhecer o potencial da mesma e usrlm determinar u neces­ sldado de correçllo o ou adubuçllo; 2. Desmatamento: Compreende o des­ bravamento da áreu; 3- Enlelramento: Deve ser feito cortan­ do o entldo dus águas e e possível em nlvel, evitando no mãxlmo juntar terra às leiras a distancia entre as leiras de. vo ser entro 3o e 5o metros, levondo em consideração u decllvldudn do tenono, tipo de solo e quantldude de m'.lterlul a ser enlelrndo. Nota: As loiras devem ser posteriormente destruídas; 4- Controle u Erosllo: Pura terrenos com declividade em torno de 2%, recomenda-se fazer uracão, ~radagem e plAntlo em oí­ col. De 2 a 6%, recomenda-se o uso de cordões de contorno , m curva de nlvel. Acima de 6%, recomenda-se o terracea­ mento do base larga, 5- Correçllo do Solo. Calngem, apllca­ Qáa de calcãrlo de acordo com a neces­ sidade expressa ua análise do solo. Adu­ baçllo Corretiva devem BElr orientuda por um técnico; 6- Aração: Deve ser executada e uma profundidade de 2o a 25 cm, com a fina lldade de revolver 0 Olo e melhor Incor­ porar o cálcarlo ou adubo corretivo (se for O ODBO.) 7- Catação de Ralzes: Após a primeira arnção, poderá ser feita manual ou me­ oanlcamente: 8- Primeira Gradagem Pesadn: Logo a­ pós a catação de raízes, cem a flnalidu­ de de destorroo.r o terreno; 9- Catyção de Ralzes (repasse): Deve ser feita manualmente, logo após a pri­ meira gradagem pesada; 10, Segunda Gradagem Pesada: Reco­ menda-se quando o indica do de infosta­ ção de ervas daninhas da área a ser cul­ tivada, for acentuado; 11- Gradagem de Nivelamrnto: Deverá ser realizada alguns dias antes do plan­ tio e em nível 1.!- Plantio e Adubação de Manutenção. Plantio e AJubaçü.o aiío operações feitas simultâneamente com plantadeira/aduba·• detra. 12. Variedades: Ciclo Curto IAO - 25 Pratão Precoce • Douro.do . Precoce Ciclo Médio IAC - 47 IAC- 1246 IAC-!í544 12.2- Espaçamento e Densidade Espaçamento 40 cm 45 « 50 « 55 « 60 « 12. a. Profundidade de Plantio De 03 05 cm 12,4- Época rio Ploutlo Para clclo curto. Dezembro Pum ciclo [Iiédlo - 15/10 a 30/1J 12.5- Tra tamento dn Semente: A semen­ te devorá ser tratada com ln1rntloldas e fungicidas, seuindo as devidas orienta ções técnicos. 12.6- Adubação de Manutenção: SerA feita baseada na anállis é di~­ pensadu pelo Dr. Archimides Pereira Li· m o Ilustre experiente e equilibrado o jornolist11. que fez uma verdadeira es­ cola em nos o Estado, jamais superada. .. O homem certo para o lugar certo. Ltder por excelênrin o chefe por força nobre, qualidades que exornom a sua personalidade excelsa, Dr. Archemi­ des Pereira Lima, sem deixar de ser 0 homem público que s_e rev_elou no segundo quartel do século, jumuis foi polit:co. Certa Yez quuado ainda à frente do seu «Estado de Mato Grosso» que fundou na capital do Estado e é hoje O mais anti 0 diário matogrossense nos meada jl 40, o jornalista Archimedes Pereira Lim considerado o «prineipe dos jornaii mato grossenses» na expressão do q so J«ye Ferr·ir de 'Vascoaen,,"""" creveu um editorial iattilado «á }, da megera», onde êle focaiizuu ,. retoro da polituc, a utentiea,'' ~;",,g do governo dos povos que 1 ' nr1a admirou e admira, mas , e_ sempre mesquinha e rasteira as +a,PP?Hicagem soais, a agressão mor 1 a mçoes_ pes­ conslituida que ele seC: à uutondade repudio itiasigente,, "ombateu e O chefe da <;asa c· li • . . Pereira. Lima O grande iv Arcb1medes deu ao norte' do Esta ,, epresrio que industrial matogrosse, " Pi'or parque co tnquebrantável volta- o ornem púbti­ conselbeiro moderado e ger o chefe e imprensa matogrosse-• s rio de toda a Tr; 'use. an crito a «Luta» Dr. José Ribamar Silva da Cruz Partos, Gr • , ll:lecologia. Cli . ' ruca Geral CRM RJ 17.937- CR.MA 439 /s - CPF 05S043377 Consultório Excelentisimo Senhor Rube Alberto A. 4i Cs. tro Pio to Diguí.'simo fHt>­ feito Municipal de Bel Vista MT AUA )1T 7x0!J/2{J de Dourados MT Tel NR 1023 061 019 1500 Tenho prnznr· comuni­ car vossa excelencia e. provação Prodezran re­ cursos vlnte et um ml- 1hões de cruzeiros dex. tlnados obrns redes de tranomisRüo Ponta Porã Bela Vistn ft rede dis­ tribuição ·energln elélri­ on sed município pt ln­ formo vg ainda obras deverão marcar quarto trimestre 77 pt saudaçõ­ es José EUas Moreira-pre­ sidente Al:loulrnat ct Presidente Assulmat Rode Tranemissão Ponta Porá - Bola Vista Mlnhitério da Educsção e Cultura MEC Fundação l[ovimento Hrnsiieíro de Alfllbetizaçã o ,fobral Coordenação Estadual do Mobra! /Sul /Mt Agência de lllobilização - amobe -----.:_ _.-, Rua Qs !umnze de Novemb BE ro, 481 - Te! 123 3LA VISTA Nota para 'Oivttlgação Mobral na Área Pro­ fissional 1 - Estão em funciona­ mento no Sul do Estado 09 Baieões de emprego. Nos sPguintes Municípios: 01- Aquidauna 02- Caarapó 03- Camapuã 04- Campo Grande 05- Corumbà 06. Dourados 07- Fatíma do Sul 08- Gloria de Dourados 09- Três Lagoas 2- Cursá tratorista convênio Mobral .Maasey Ferguson: Total de ele­ mentos treinados 168 3- Informação Profissi­ onal: Implantado atá o mo­ mento em 28 Municípios onde existe Posto Cultural Objetivo: dar ao mo- / hraiense é à cumunidl.1· fJ[. de em geral a ooortuol­ dade de escolha de nm4 profissão. / ± ________ 1 Pede_!!%!_z !! T ribm_da_Fronte!r !l.Tl CON E i • A agricultura só é forte quando é mccaniz.ada. Mecanize sua Jnyoura com Massey Ferguson. Do desmatamento à colheita, a maior e mais completa linha de máquinas e implemeatos agricólas do Brasil. Converse com o revendedor Masscy Ferguson de sua região. Estude com ele o equipamento mais adequado para a sua lavour.1 c a melhor forma de se obter o financiamento. . Aproveite o crédito que toda a rede bancária está lhe oferecendo. Plante mais. * Massey-Ferguson do Brasil S.A, IITORES llS l . ' , W: =~· ~~~•;::i•t ... -:-,;-.-~-c-·•"-,,....,..·-- ,~-:-.-.--;-....,.-,,,-.,.,·,;.,x•-=:·-7:-·~ · , %E..Eh±+ ,, y.3'j5 é..f> '~ '°"•'', :, º's_, - ±%%s5,57 x±:7 - e #E$sj s e e ...Sé##%f#; #e %#se 5 8 si - s :'?±"is$é?sr:z--'±} it'il,J,~•-.1 l-,:1·••··~-·-; ............ • .... •✓..t• ·...:...;- .,..,.. • ,,. - ·.4--1!,....:..~---·..-;:..:.~~-)"'-1""-"' s±.arasse sage"S"rz±Se 3±si..sUSdNEEASE> e-= -•-'-~---•~" -- __ ,,_..,_ T s-«'. . • • ar ..- AMA Rua Um Novo Teodoro Sativa Conceito S/N em Assistência ,, AGRICOL.AS Tér:nica Bela Vista M Mato Gross1 Filial: ãmambai Escritórios de Vendas ntsnio lão, Caracol e arai Moreira LTDA. 08 LI N COMÉRCIO E RE.?RESENTAÇÕES Mauro .Jorge Gusmão Adubot1, Inseticidas, Herbicidas, Sementes, Calcários. Tratores Ford, lmplementos, Colheitadeiras ldt'!al, Catavento•. Brevemente filiais em Rela Vista e Antoni0 Joã•> Avenida Brasil, 2286 - Caixa Postal, 203 Ponta Porã 79.900 Mato Grosso Beln VIsta - Mt. Ttibun n Fronteira .' os PRIMEIROS PaVOADOR s E HABITA ~s DO SUL DE MATO GR S O A E11panba, em primeiro lugar. cube 11 gra. dulí dando volta. glória do, primeiros povortdores do ter- Em 1797, Cuetuoa Pinto de lllranda rttórlo Sul dti Mato Grosw,, resumindo-se, Montenrgro põe cm exC1cuçilo o pr1,jrto porem, esta glória, únicamente, na fun- de Luiz de Albuquerque de Melo P38 por ordtlm de oru ng • o j Ayula, ae! (ruiu lugur tenente de • oao ' ma do sulto das S..:te Quedae, 11 margem direi@ ás ir is@. 9%,0%$/ ." uma légua, na latitude austra. 1e ' 9'30 e ;a Íongltude, merldlano de Parlt1 de 58.º12'1, deslruldtt em 1676, pdos b 1 n· delrante& paufüias. assunto tratado no (upltulo X neste modestio trabalho, desaparecendo com el toda a qualquT ocupação espanhola, em nosso território. para quase um século depois começar a dos Portugueses. Foi em J7G6, que o Morgado de Matheus mandou fundar e Colonla militar se lguaternl a margem esquerda do rio do mesmo nome, a 20 léguas da sua fóz, no rio Paraná, essa destruída pelos espanhóis, a 27 de outu • bro de 1777, o que levou esta zona a continur em completo abandono sem moradores. sem habitantes, ainda por muitos anos. Depois desses Jatos, quem o primeiro II fixa r-i::e no terretórlo, hoje munlclplo de Ponta Porã, não e pode precisar. Pt.1rece nos no entanto, que foi o tenente Antonio Jotio Ribeiro, em 1862, com os eus companheiros quando de fundação de colonia militar de Dourados, naqueles ano. Oiz o Dr. João ieveriano da Fonse­ ca, uo seu Dicionário Geográfico, que u colonia militar de Dourados, fundada, a lO d~ maio de 1831, em um plunalto da serra Amnmbi junto e um pouco ao norte riu primeira e maior das tres cabeceiras do rio Dourados afluente do Brilhntes e conta vertente do Lageado cabeceira do Apa. a 66 quilômetros d~ colonia rle Miranda, começou com um núcleo de 10 colonos e uma pequene. forç1:1 militar. r-.·ão duvid&mos que a colonia mi­ litar de Dourados tivesse começado com 10 colonos e uma pequena força militar não em 1831, mns Pffi 1862. aquele nno de 1 31, na data referida houve apenas o esboço de um projeto, para cuja execução em I856, partiu de Cutabá a fim de explorar a região apito Francisco Nunes da Cunha, '4 come já ficou dilo linhas atrás esdolb e um lugar apropriado 4 fudaçaó d ·," nia projetada Ponta Por, quando d, 4 exploro+cio. aida no tinis um s6 { tante, salvo uquE>les habitantes dar ·- L d • d . _ eg1ao. ogo _Iepois la destruição coloia 3 lguatemi, o muuicipio de Ponta p - e ora vol- (Continua ... ) DEUS ... Adeus .. , No voltarei jamaia, nlo tentarel recomeçar poJ<; seria iriutil, nlio vale a pena tentar, vo. cf' julga estar U'I pode5- tntl, e t·U subordlnel-rue e! a SeTVa. Mas você, talvez sen. tiu.e mal servido o re­ oleou fazer-me notar ser demais ara você Adeu!'l ... Não chore pelu minha falta, por qu'3 nunca !lor­ riste quando eu estava presente • Não julguo-mti uma santa, para não sentir-ye um Demônio, um DernO­ nio que eu amo, um De­ mônio que eu S"O!pre so­ nhei tê-lo comigo. Adeus ... Mas responde-me sor­ rindo, compreenda o s­ gnifieado destas palavras e procure nilo fitar-me Dos olhos, pra não ver a gotu lírnµldt1. e crrnta­ llna que colará em mi­ nha face Não ... nó.o la Vh,tu, 1111 Rlla Da lu ! 11 ftl!H. Iniciando prec[sumente às 9 horas, lo! o rulloso espetáculo aberto pela fnn frlrm Cnslrlo Brnnco, da Escol« Estndu ul de 1" e 2 Grnus, h merag tudo ei­ dade com um pelotüo ele alunnt- co11,:u­ zlndo urJ cores · a:i­ co, nmarelo o vereio, em fll ,i,, moças rpnzes com tç48 e outro troféus es­ norllvc1s alusivos à glnúsllca l'emonlnn, jumenle Siio Patrlclo, eata (:onduzindo um artís­ tico bolo alusivo aos 59 anos da cldnde; l e Silo Geraldo, prestando uma homena- gem 1 às normalistas de 77, e (l Clube A- :contcceu ele 18 a '22 elcstr mês o curso de trn­ gricola Süo Geraldo, apresentando alu- torista promovido pela Comc_rcinl Ouavira e Vai­ no8 com produto e ferrumentas agrico- met do Brasil, em colaboração com o represen­ las numa carroça com plantações que IOlllC local Sr. Ary Ricardo Brando Pelvalles. , . . foram convidados para o curso mais de B80 Agri- os alunos cultivam no colégio, ostentan- tores e pecuarista,; sendo que somc111e 10 fo_- do no rústico veiculo a faixa: Quem Plan· 1am os que se iuscre,·ernm, e 17 foram 111é o f,. ta Colhe 1 6s Plantamos E Colhemos.' nal. De parabens está Bela Vista com e-te evento A seguir o obral, com seus a- pois ganhou mais l7 Tratoristas formados. io fi- lunoo 1 6 E í de 2o Gr mal do curso fo1 ofcrcculo um lato Churrasco se, logo upos a scla 'e : irau no He,tuuronte cio Gaúcho pdJ ("omerrial Guavi- ·loaquim Murtinho, Centro Civico prof. ,a através de seu gerente Sr José Elia- Maciel. Vernec, Departamento de Cullura e Eti· portes, Departamento Feminino, represen· lação dos Estados com sues roupas ti· Picas, ioiciando- E' com 11lato Grosso e Prestando uma homenagem à vizinha República do Paragul.li. Uma 1ilegor!11 à Prefeitura iIunicipal de Bela V!sta e sua atual admini~traçiio atletas, carros alegóricos o umu Iluda miniatura da Praça Castro Alves, obra municipal. Motoqueirod e motoristas de taxis desfilaram bomcnngennelt> o governo municipal ele Bela Vis­ ta, encerrando o desfile CÍ'ÍCo o Sindic.ito Rurol, com suas numcros~s e rnrindns máquinas ogrlcolas e grupos de cavaleiros. Veio o •cguir o bcHssiruo desfile militnr. com os ;;arbosos cuvoleiro& do 10' H.<.. urrancnndu n­ ,' plausos do grande público prc;cnte. f 1 ' A Você não pode continuar trabalhando como antigamente. A sua lavoura não deve ficar parad:i no tempo. ] Ela precisa de uma revolução. 1 A Linha da Valmet esta 111, Justamente para isso. Ela vai colocar nas suas mãos os tratores mais avançados do mundo. l /Venha até aqui. Vamos acertar 4 1 JJ o financiamento com o Banco do Urasil ou outro banco do seu agrado. A sua fazenda vai sentir a presença revolucion:íria da Va!met. t4 O ponto de onconlro dodo Rua Dr. Corre11 NO 56 ------7 Porto Mato TO CHES da Soei•· murtinhenH llurtlnho Oros10 1 e i n I Gunviro em :loto Grosso) Jorge Ueno e Tako­ shi Owatari (representantes_da Valmet do rasily e ários pecuaristas, mecanico: de tratores, e con­ 'idnelos c,pcciais. Comercial Gunvira !:..tdu, atrn, é, d·s seus direto­ res, gerentes e repeserntantes agradece a todos onc cobhorurnm para que o curso fosse levado ,;lé o finnl. entre eles u Sru. Hrjnne Carneiro l'rop. da FozcniJ l!arn;?a ontle foi dado n práticu de como manejar um tr,llor no mio, Diretor da II rau Joaquim lurcinho que cedeu ruas salas para aula d> teoria. S. Fernandes Alves Goms (Cire- iram), Sr. Jnir de Freitas (Emat,:r). e u todos que No decorrer do curso foram feitas pnlcstru• pe- comparece.um no cncnra,nculo da entrega de la E.IATEIVMT a•rav<'!s de seu técnico agrícola certificados. No encerramento destucanos as pa· r. Jnir de hcito;, CIRETHANlilT por seu Dirc luvrn,; do aluno ili;;ucl Yarciro. ngraelccendo nos tor Sr. Fernandes Ah-es Gomes l•'illio, pda EMA- Professores e Diretores da Va'met do Brasil S/A T1'-H de Conservação de Solo, pelo Dctron como por e-ta promoção trazi,ln u Bela Vista, e foi ofere- 11111 Trator na cielnde •• luito hon foi_ n ntual'ão do~ 1 recido pelu Comercio Guavira premios aos 1 e 2 dirigir ' rofessores da Vulmct do Brasil rs. Tukn;;lu colocados. Ow;tnri e Jor"C Ueno, que viernm especialmente de Silo Paulo para ministrar o rc:fcrido curso .. Destacamos as presenças dos rs, Antonio Lima _ (Gerente do Ilauco do Brasil S/A), Miguel Ban- elão Dclvnllcs (lnelus1riul) ílcncelito Gon~alo lTéc• niro A"rlcola do Emutcr .lt), Fr:mcisco Rolim (Acodc~ico de ngronomio que se encontra e;n nossa cidade pura nuxilinr o escritório local da EMATEH. ~11), Fernundes ,Jvet Gomes Filho (Di­ retor elo Circtrnn), Ari Hicarmparecer por ter vJnJado para Bra- tivldades alusivas ao festivo acontecimen­ sllla atendendo. chamado do Presidente to lniclundo-se com O grandioso desfilo Geisel; Dra. Ana Celeste Lima, represen ejico militar, sem dúvida o ponto alto das tando a: Sra. lfori11 L1gla de Borges Gar- comemorações. ela primeira Dama do Estado; Deputado Ruben Figueiró, lider do Governo e do I TORNEIO DO LAÇO Estado e Sra, comand110te Orlando Men· Simultaneamente com as festividades des e Sra. , .~onaul do Paraguai em Bela do "Dia da Cidade", realizou-se em Be­ Vista, Don Eduardo Ocariz; Frei Roose- la Vista, 1e 17 a 20 deste, numa signifi­ velt Sá Medeiros Prefeito de Bo- cativa homenagem à cidade nmversan­ nito; Dr.Fr a n 0isco Cesário ante o 1 Tornéio Nacional do Laço pro­ de Oliveira, prefeito de Rio Negro: Sr. movido pelos fazendeiros da regluo, Srn­ André.Tadeu .Ocampos prefelln de Caracol: dica to Rural e 'lub do_Laço de Bela Sr Altevir--·Alencar prefeito de Nioaque, Vista, com a purltc1paçao de peoes dos sua. esposa e, comitiva; Dr. Fernando de Estados do Rio Grande elo Sul, San.ta Freitas prefeito de. Jardim; Vice-prefeito Catarina Paraná e Mato Grosso, conquis­ Eron dos Santos e Comitiva; Dr. Pedro U- tando o primeiro lugar o reprosentante birajara prefeito de Aquidauana, sua espo- de Bela Vista, José Carlos Pacheco, se­ eá e comitiva·· autoridades admlntstrahve. gurndo-se mata quatro colocados, inclu­ do ·Paraguai,' Don Anastpasio e esposa e indo-se o miui-peúo. CIR A à REOIÇiiO São. Paulo 20 de julho de 1.977 Prezado Ivaldo: Faço-lhe portador de transmitir aos be­ lvist3nses em geral os meus votos de parabens pelo 'trãn'scurso de mais um a­ niversário da "Princesa do Apa". Que o progresso lhe seja uma constan­ te! Por outro Iado,dnformo ao amigo que 1 dnerel estar na cidade de Campo Gran­ de, ,no .começo do mês .de Agosto, defen­ dendo os interesses da empresa para a qual advogo aqui em Silo Paulo. Depen­ dendo do rumo dos acontecimentos, pre. :tendo dar uma esticada at~ Bela Vista ,para matar saudades e desfrutar da sua ;agradável compunhio. • Por derradeiro, informo-lhe que n nos­ sa "querida Tribuna da Fronteira'' está sendo lirJa no Japão, onde se encontra nossa colega Amélia, que esteve junta­ mente conosco aí em Bel& Visto, por o­ casião do Projeto Rondon, sendo certo que conseguiu bolsa do estudos por um ano. Enviei à mesma alguns exemplares da "'l'rlbuna" e ela. confirmou o recebi­ m•nto. Um grande abraço do amigo, João de Ollv,eira Rodrigues. Bela Vista ( Mt)23 de julho de 1977. l)mo. Sr. lvuldu Pereira Ne Ia. Prezado Ivuld11: ,· nel-me quando vo­ Sinceramente mo1O'_ qf@ião especi- é m pa8sou às mio a e f º1 d ''Tribuna da l que uce1le, por mau humildes e por menos bem escolbida~ ns minluu palavras, os meus pnrnbéns por um trabalho bem feito, as bem feito mesmo. As vezes, é mm· pre bom que n gente receba umas palavrinhas de elogio dá força para continuar reali­ zando o ideal no qual acredi­ tnmos. flealmente, o que fez com a edição comcmorallvn foi di.,no das muis t.fusivas congratulações. O que pode­ mos dizer se: não: conunue. No que puder. poderá contn.r com JlOS~a. colaboração Qnc Deus cóntínue. nbenço­ ando seus emprendimentoP­ E sobre tudo, nhcnçonndo todos os foncionátios deste jornal. Sincera,mentc, Pe. Haroldo fur{i&on. CSSR. Senador. Quer Bra­ sileiros apoiando Presidente Geisel Ralo •X- SERGIO ROBERTO PEROMD! ADVOGADO Bela Vista Mato Grosso Br11sília (SDIRPJ - Em n o v o pronunl!íameoto sobre o quadro político brasileiro, aoali,mndo as opções que se oferecem para a implantação de um sistema institucional dur11.douro o· Vicé-Líde'r José Sarney, da Maioria, afümou que a Revolução não tem outro: objetivo e jamais se perdeu de sua perspectiva no senti do de ua sociedade de­ mocrática. Enfatizando que os ·' atos ·revôh,iclon~rios n~o Jrir' são feitos com o desejo [, de eternizá-la mas sim, com.o. uma necessidade , de construir uma demo· 1 cracia essenci11l, o par• lamentar, depois de ace~- /.-. tuar que um estado _d· 1 tatorial tem motivaçoes f pessoais, de castas, de r grupoe e de interesses, 1 ressaltou que o Brasil jamais pereorreu esse caminhes. Ao final, José :SarneY conclamou os brasileiros de boa vontade para evitar a radícalização e cerrar fileiras . em torno do Presiden,te Gelsel. porque ele, mais do que nunca, interpreta, agora, os destiaos do povo br­ sileiro. I 1 Os Primeiros Povoadores e Habitantes do Sul de Mt. e ontinuaçõo .. ' tou a ser povoado, com de Dourados, que destrulda a 2) de dwzembro de 1861 foi rP:.tnurarln u :ll do junho xploroçõ,•s pelos rios Mlrnnda f Aqulrlnuana, em 1776, a procura rle um lugar pura fundar. uma colonla militar e e do varadouro deste último ao Anhan­ duí, por onde 1111tes varnvom oi:i pau!Js- . las viu Cuiabi, u1·rastundo por terras as bUa~ canoas, abandonado em 1735, em troca do Pardo, Cumpu, Coxim, mal!; conveniente aqueles destemldCls rlesbra­ vadores dos nossos ~erlõus, Hupôs ter deRcoberto V(•Bligios da untiga colrrnla castelhana, um pouco abaixo do Uaco­ go, corno era chamado o Aquldnuna. Abanrlonada, como fui, ern seguida a sua fuuduçilo como já rir.ou dilo, lm­ possível seria a conservação dos 8eus vestígios, p111· lüo larg'> espaço, quase duzentos anos. Demais, Antonio Raposo Tu vares, o seu suposto destruidor, nüo desceu o rio MlrandLL Pelo m<'nos não dizem os fatos. O que está provado é que André Fernandes. em IG48, repelido n11 região de Xerem, quando do ataque u Terec· nhl e ele outras colonias espanholas, bnnhurbs pelas agu_as de Jejuí, por for­ ças partidas de Assunção, r"cuando, subiu n serra por onde havia desciJo. Unindo-se n Ar:tonfo Raposo Tva;es no nllo da serra de Maracujú, tornaram rutno :'forte, ncredilando-se que a Xeres foi por ele destruiria, foi ti fundada em 1593, pelo historiador Rui Dias de Gus­ rnan, no rio Purdo. Não I oi, porlantu, o Xeres os vestígios encontt'lldos por ,loüo LPmes do Prado, abaixo da fóz do Aquirtaunnn, no rio 1iranda. Projt·tarla <>m 17í'li, p~Je; enti'io Presidente d Povincia, Luís de Albu­ querque de ifrlo Pereira Cú.ceres, foi o presídio de Miranda fundado em 1797, nas margens do rio ~~botei, µor ordem de Caetauo Pinto de iliranda Montene­ gro, que, por este fato, o rio passou a chamar-se ~liran1a em boCPenugem ao fundador do Presidio. O pre&id!o até 1801, quando o Teo. Prancisco Rodrigues do Prado parte a fü11 de dest•u:r o forte de São J usé, construido a u:argem direi­ ta do rio Apn, pelos espanhóis, o que se v~rificou u 1° de Janeiro de 1802, não passava de um simples destacamento mi­ litar. mas, com o decorrer do tempo, pa ra ali afluíram indivíduos de diversos pontos, que, entrcg&ndo-se a lavoura e a criação de gado, foram os primeiros povoadores do ::nunicípio, onde mais tar­ de, uma mulher cujo nome não podemos ldenlificá-lo, tinha, urna. fazendi,. com um número superior a nove mil reses. Foi deBse :lunicípio que, ao supor-se, partiram os primeiros morJ.dores de Nio- :tt-1-71 aque. ,. 2G de agosto de 1835, Mirania foi elevada a categoria de de distrito de Paz. A 30 de maio d 1857 a de Vila, iny; talada a 2o de janeiro d0 1859. Em 1865 foi 11 vila invadida por [orças pa­ r 11 g u a 1 as que ocuparam-na Seicho-No-ie: Supermer· c:ado Religioso (Continuação) A vertlucle está em todas as religiões, todas e­ lus fnlnm ltfls que extraviei os documeuloR abaixo descriminados, cujus 118 caructerlslica,: são a 8 seguintes. Certificado de proprl•• dados de um veiculo mnren Ford Beli 'Tipo Perua Placa C1-717 cor Anrurela Clrns11l11-L84FPA -2!26 Certificado n° 13980 MT.018. Bel Vista 18 de ,Julho de l.!)77 Túllo Loureiro RECANTO LANCHES O ponto de encontro da Sacie• dade murtlnljlHU Rua Dr. Correa Nº 56 Porto Murtinho lfato Grosso 1 MÓVEIS Elelro-Domésticos em Geral Facilidades de pagamentos • Colchão divino inte­ grado [Algodão, espuma, sisa, modelo ortopédico e firmeza progressivo) Casa Ale Móveis, Onde Voce Compra Tudo Para o Seu Lar. 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Pugo Brasiliano dias, ref complementação por serviços de assadores oonf. recibo CrS 120,00 - Pagamento referente uquis. de wWsky, conforme oh. 64€079 do Banco do Brasil S.A. CrS 8.fi80,00 - Pago Bar Santo Afonso, NF 212 referent~ aquisição de Gelo CrS 1.800.00 . Pago Supermercado Fukaya, NF 12883 referento aquisição de Bebidas e utensllios para cozinha Crg 32.160,00 Total da Despest1 CrS 55.964,80 Saldo entTOgue ao tesom·eiro do Clube do Laço Cr$ 7.097,20 TOTAL CrS (iS.062.00 Cristóvão llran Costa ílU ffil[L[lJU (ID E? O senuàor Itnlívio Coelllo, da Arena mnatogrossense, previu que o Brasil so­ frera umu 11guda crise em termos de pe-· cuâriu e que us autorido.des governa­ mentais diretamente ligadas ao proble­ na devem adotar medidos urgentes de socorro, antes que o Pais passe da con- 1lição de exportador de carne à coodí· çilo de importador. Lembrnndo que devi !o à conjuntura econô•nka 0t1cional e mundial as distorções para o setor são inevlté veis, assrgurou que "a pecuária tem ido maior vitima" dos programas governumeotais de combate : iuflição. 'Hoje, u suspensão de crédito para o produtor, para a pecuária, é um fato grave. Muito mais gruve, porém é a JU· RUficlêncla gritante de preços para os produtos do scto", frisou Itulivio Coelho, lltisinuluudo que ''os custos de produção 1 nilo lomm conliaos a temp11 e Re torna­ ~_. rum elevadissimos, o que tem impossibi­ litado, nos últimos anos, aos pecuaristas, o desenvolvimento normal de suas f-1 tivi­ tmAnte, as principa IS dificuldades da p e o u á ri a brasileirn, ·º senador Itolívio Coelho deteve-se es- Trilua da Fronteira Propriedade da ORJIV APE LE. 6)2CM) t1- Direto Respenusdel: O o aldo ]reira !Diretor Comercial: dtloaro /Jutira pecificumente na situação atual do Pan­ te.nnl Iatogrossense, ussol1do nos últi­ mos tres anos por violentas enchentes, que redundaram numa rPduçüo assustado­ ra da capacidade de pucrição do que considern-se o mJior c~atro de cria de gil- , do de corte do mundo, e garante que, se a- neln Vista té fim do ano de 1975 o Pantanal coo- Demais Municipios seguin. exportar 3oo mil reses diretum,rn­ te para ubute e outro tanto para as in- vernn.dus, a partir de agora terá condi- ções de prover os abatedouros e centros de engorda com pouco mais de 2oo mil resc,s, o que vai refletir considera vel- Í mente no panorama nacional, fazendo a carne atingir preços elevadíssimos. Essa queda, segundo explirou, é decorrente não só das inundações, mas da crise que envolve a pecuárh brasileira. No caso es- pecifico do Pantanal, as cheias colabu- R D d e raram muito para a diminuição, já a par- t lua )uque le .axias tlr do segundo semestre, da oferta de , Bela Vista - Mt. gado. Isso porque os criadores, além de I ·------------------! perderem cerca de 2o por cento rios re- banhos nas inuod>1ções, tiveram cerca 1 de 3o por cento das matrizes enfraque- , oidas que abortaram IJU simplP.Rmeute Dr não 'entraram no cio, interrompendo o • ciclo normal de reprodução. Nesse caso, uma matriz que há dois anos oã.o pari nenburn bezerro, só voltará a uma boa rase de reprodução ein c-asu d3 olio o­ correm novas ·inundações, no próximo a­ no: ou seja, só dentrn de quatro anos é Bela Vista que essa fêmea coloct1rá em condições o primeiro animal para abate, levando­ se em conta quase um ano de gravidez e outros tres pura o crc·scirner.to do uni ma}. Em siatese, esse fator n-presenta que a .pecuaria nacion .. ll i-ofrerà uurn Te e.s-ão ain.la mais aguda nos póxinos quatro anos e qt!o só uma tomada de posição urgente do governo federal evi­ torà uma crise ainda mais prolongada. A r t e : Hélio Guedes Corrên Circulação:Jane Velasqucs C o rn p os i ç à o: Petronio Leão, LyLeracy Lino Altair .(arques, Laucidio Medeiro» 1 m p r e s s ii o: 'ilson Uoberto de Souza Heclaçào. Aclministrnçào e Oficinas à Hua Duque ele Cnxius / Ileln Vista. Mt Assinatura Anual CrS 150.00 Cr$ 180,00 Dr. Oto Maracajá Ora. Tazue Hara Clínica Geral e Tiranquinho Branquinho Pediatria Funr.ionando em período Integral para melhor atender os belavistenses. Ava Afonso da Casta Marques ADVOCACIA EM GER"AL Run VolunlÍlrios da Pátria, 376 • Fone 210 Mato Grosso Papa lnalisa si­ tua€ão no Brasil Telegrama da TFP à Paulo VI ' R u a Sã o P a u I o S/N s. O Professor Plinio Cor­ rêa dE' Oliveira, Presidente do Comelho acional do TFP enviou telegrama a Paulo VI manife,tanJo perplexidade an­ te a alocução com que o Pnpn recebeu o Embnixador do Bra­ sil junto ao Vaticano. Espera­ mos - diz o telegrnmn que com a maior nrgéncin Voua antidade manifeste de p6bli­ co 005 governos comunistas o horror que a Vossa Santidade causam as atrocidades cometi­ dn■continuamente 10bre os povos que eles clominam. Como se recorda, Panlo VI, naquela oportunidade, fez nln,ão üs violações de Di­ reitos humanos que teriam o­ corridos em atividades repres­ sivas ao comunismo no Bra- sil. Mas observa o Prof, Plínio Corrêa de Oliv.eirn - eau alocução não contém qualquer censura á violação de direito• humanos que o c-omuni,mo , internacional vem cometendo em nosso território ao insti. gar continuamente o lut11 de classes e a revoluç o social com patente violação da sobe­ rania brasileira. Instigação e- sa favorecida pela atitude de simpatia, quando não de cum• plicidade, de eclr.siá■tico1 e lei• gos da chamada esquerda-cató- ca com os manejou sovieticos Exemplos disso são certas poe­ sias e afirmações doutrinárias ele D. Pedro CuaHáliga., Bi•• po de São Felix do Araguaia, MJIRTINS Máquina da Beneficiar Arroz, a Secador paro Cereais Atacado e Varejo. ULA ORGANIZAÇIO PARA SERVIR ANTONIO JOIO E REOLIO •' A n to n 1 o João MT Podo Jdiirio Ewtdo da Mato ,rw++o Gomwre de Bl Vista Carrllrifl do 2.11 0fiio Edital de Praça Edital de Praça O J>ourur lo!io Cario• Iradv Gren, Juiz de Di reito da Comrea de Bel Vi. ta, Estado de Mto Grosso, por «bstitição legal, na for­ ma da lei, rir .... Faz Saber n todo quantos o presente Edital vi­ rem ou dele conhecimento tiverem, que no dia 09 de setembro de 1977, 9,00 h», no átrio tio Forum de•ra co• marca, o Sr. Porteiro dos Au· rlit6rio1 João flilnrio l'erern, levará n praça os bens penho­ rudo1 no• Auto• de Execução que Banco Itu S/A move con. na Ary rticudo B. Delvnllu, em triimite por êste Juízo e Cnr t6rio do 2.o Olfcio, 11 nAo ha• vendo licitantes foi designado o dia 19 de setembro de 1977, h 9:00 horas, para a cvcntuul segunda praça, sendo os e­ guinte bens penhorados: Um oallo comercinl, erlifirndo no lote de terreno n.o l da rua Sebastião Crispim do lego, medindo 5,50x60 wctrt>s, de­ vidamente tran1crito &0b n.o 20.768 lh. 90, Ih ro S-1, avalia. do cm CrS 100.000,00 (cem mil cruzeiro,), ,·11lor por qunn­ to será levado à praça para 1rr arrematado lº' quem ma­ ior lance der acima da valla­ çio, 1endo a ,·cedo íeitu à viata ou medinte fiador ido. neo pelo pruo de 1re1 dias. E paro que ningucm po .. a nlc­ gar ignorância foi determina­ da a expediçilo do presente Edital que será afixado no forum local no lugar de co­ tume l'l publicado an forma dn hi. O que cumprn•■c com in­ teira observancia das precri­ çõe1 legai,. Dado e pussado neata cidade de Bela Vista, Etado de .Mato Grouo, aos vinte e dois dias do me» de Julho do ano de mil novecen 101 e setenta e 1cte. Ea FLO· RINDA BENITES Eicrilo do 2.o Ofício, fiz datilografar, bscrevo Dr. Joio Cario, Brnnde1 Garcia - Juiz de Direito CASINHA Ata N.o ;r FELIZ 22 Aos 27 d1ae do mês de julho de um nil nove­ centos e setenta e sete, à s 9 hs, no prédio da Escola de 1 Grau "A Ca sinha Feliz", sito á rua XV de Novembro n 156 foi renliz11de uma reuni­ ão dando por encerrada todas as atividades da escola. Foi iniciada com palavras da Sra. Direto­ ra Maria Lnureiro Pinhei­ ro, expondo os motivos de tal atitude, dizendo que o objetivo era de preencher uma lacuna no ensino de Bela vista e que esta idéia frutifi­ cou-se e o ensino pré­ primArlo já conta com estabelecimento munici­ pal especealizado. Nossa meta era de servir e a­ creditamos que levamos avante nosso mister, com carinho e dedicação. Não foi objetivado lucro e to­ dos os que nos procura­ ram pobres ou ricos, fo­ ram atendidos. Agradeço pela confiança deposita­ da colocando.me à dis­ posição de todos. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião na qual lavrei a presentt- ata que lida e a­ chada vai assinada por mim e demais presentes. Marllza Loureiro Pinheiro Enoly Loureiro Assis Elza Nogueira Barbosa Mariza Garcete Baita Amelia Lourdee Gonzales Andresa C. Lourelro 'de Almeida. CRÔNICA SOCIAL E ST E L , Deeflle Eatudunlll 'Todas a Escolas apresentara se com multo garbo. Oa 01trro11 alegóricoi-, o 1O° RC, os cvleiros, o Clube do Laço., M a s ... foi destaque mesmo o d e lif i • lo da Eac. do Arlof:l e Ofícios sob u di­ roço do Hoitu domes. Vu-se o traba­ lho bom feito das nlcgorl11R upreoontudrltl s blusas de todos os alunos forum pln· tudu11. Sabemos quo o trnhulho foi enor­ me, porque ucompunhamos de perto os preparativos, mas ... enfim, os belavisten­ ses o visitantes mereciam os sacrlfíelos du Dlreçn o, profoesoree, uuxlllares ad­ mlnl11tratlvos e at(I dos alunos. #<000 -3 Bailes Em grande estilo o G.P.R. abriu euoe portos para receber sous Inúmeros aqao­ clado11 e convidados para o Nat da Princesa do Apa. Som contaginnte, mul­ ta olegrla n descontraçlio mesclados à elegunclu dns Sras. e Srtno. presentas. Iarcaram presetH;a: o sr. Prefeito Mu­ olcl)Jal e Sra., Dep. Ruben Figueiró e Sra., Pref. André Ocampos e Sra. (Ca,a­ col) e Inúmeras autoridades de Belln Vista Paraguo.l. Tambem anotei o casal major Alves e us filhas (Magda o Mr­ ela), Sra. Mngaly esposa do amigo Coro­ nel Gay, tambem de férias entre nós. 0860<,090 Na«cimentos O lar do clsal Claudlooor e Fátima, ficou em festa com a chegada da "Cego nha que lhes presenteou" com um lindo menino. Itallvlo e Llca, multo corujas já come­ moraram os dois meses de seu robusto menino. 1 0099908 Jantar Festivo Há dias plBsados o Rotary de nossa cidade recebeu com alegria o novo governador do Distrito 451 o Sr. Paulo Philbols e Sra. Inúmeros rotarianos r;uas espoRas e convidados flzeram-ee presentes. Notei o elegancia da Sra. Bea triz Mascarenhas. 9198G CHA Por motivos alheios à nossa vontade dei­ xou de ser publicado em nossa Edição Especial o chá realizado na residência da Sra. Nice Miranda. Naquele dia foi a passagem da Diretoria da Cosa da Amiza­ de, sua nova presidente, Sra. Ana M!!. Oca­ rlz. Também fez-se a entrega de uma pe­ quena lembrança à sra Marileide Moreira ex- tesoureira dn Casa da Amizade que mudou-se para Amambai. Houve. um lin­ do desfile oom 08 trajes de Marlza Mo­ das. Foram apresentados os últimos lan­ çamentos em toillete (com muito brilho) até 08 descontraidos esportes. Desfilaram Nice, Zenóbia, Flávia, olange, Jantce e Mariza. Chamou atenção o bom gosto da decoração onde aconteceu a agrádavel reunião. Vlsitus à Redação Com grande 8at!sração receberno3 a visita do casal Mujor Mosqueira e Dra. Áurea. Eles nos disseram, que sempre quando recebem a Tribuna da Fronteira sentem enorme alegria. Soubemos que breve seu filho Miltinho estará servindo como oficial em Bela Vista. Isto é mo­ tivo de alegria para nós, pois Miltinho ostudou aqui enfim fez parte cla juventude Estuadaatil. de Bela Vista. Fuluado em Estudante, Miltinho sentiu-se bastante triste. quando soube que a Escola Paroquial Santo A­ fonso encerrou ,mas atividades, pois foi aluno daquela tradicional Escola. Recebemos e retrlbuimos os abraços enviados pelo Cap. Aldo e Sra. Nos dá satisfação em saber que nas mais lon- Tr b é e p.crada corn ginqunas plagaa a 'rilup4 ansiedade e lida com carinho. r.o G ANIVERSÁRIOS uJ- Jaquellne Barros recebeu Reus nrnlg de nhos para festejarem mais um ano " ,2%#t a «nos os wesav Pinheiro encheu-se de jovans para Xº­ memorarem o aniversário do Asp. ~­ guato. A noite transcorreu com mu to som, snlgndinhos e beblrlas. +0 4 -0 PARABENlZAMOS pela partlclpaçllo atuanto e loconsável das Srtns: EHznbeth Araújo e Neusa Bor­ ges Rainha o princesa do 1 Torneio Internacional do Laço em Bela Vista. Pro­ clanmos de jovens assim entusiastas e participantes. 930$9600 . 1° TORNEIO DE LAÇO Gonzo.ga "revelou-se", organizando e realizando o lº Torneio de Laço, foi su­ cesso Total. Gonzaga: Sinceramente va­ lorizamos 11eu trabalho, por experiência própria, eabemos como é socrificado rea­ llznr algo, pois quando lança-se a Idéia, todoe concordam, todos prometem, mae na horn do trabalho sAo poucos 011 quo parliclpam. AGRADECEMOS o empenho dos alunos dn Escola Cas­ telo Branco que elaboraram os Trnba· lhos l'obre Bela Vista. Apresentaram tra­ balhos valiosos, só que não foi po1111ivel publicar todos, mas valeram as pesqui­ sas feitas, a participação de cada aluno, pois, ficaram conhecendo um pouco ma­ is eobre a Hlstória de Bela Viste. Esten­ demos nossos elogios à prof Aida L. Paes que foi a grande lncenttvadora. D89-08i98: ALMOÇO Bneta nte concorrido o Arroz Curretel­ ro promovido em pról da Capela do Es­ pírito Santo. Da participnçfio de todos depende a realização de mnls esta obra pnra o engrandeoimllnto de Bel11 Vista. .GoGiG ADMIRAMOS O Trnbalho incansável das pessoas que r.om dedicação realizam Curso de Hatizadoe, Cur!lo de Noivos, Retiro para Jovens, Retiro para Casais. É um Traba­ lho que exige sacrüíclos, porem só ma­ is tarde é que vemos darem seus bons frutos. Parabens e sempre em frPnte. 08o&9±0%3 EDIÇÃO ESPECIAL _ Sentimo-nos satisfeitos com repereus­ sao que teve a Edlçao Especial da Tri­ buna da Fronteira. A procura desse e­ xemplar é intensa, tanto • por pessoas da cidade como de outros lugar&s. Foi um trabalho ArduQ, porem •Wcompensou ver a excelente aceitação. Nosso muito obrigado a todos que de uma forma ou outra colaboraram. 90 D939900 Casamentos ~-~ Bermudez ti Flávia em grande acon- A A B B teclmento 11ocial di~seram o tradicional Foi excelente a idéia da AABB ceder "sim" a eles desejamos felicidades. suas dependências p/ brincadeiras dan- Com um suculento churrasco, AI- çantes, pois há tantos jovens em férias ziro e Maria receberam grande n° de e a noite não tem o que fazer. convidados par11 juntos comemorarem 1 " o início de vida-a-dois. · ~ LIVRO Recebemos alguns exemplares do livro Crônicas do Cotidiano de autoria do dinâmico Coronel Gay, é um livro de grande interesse público. -383-# PASSAMOS . Um domin_go diferente na bonita e a­ conchegante Fuzenda Marilândia d~ pro priedade do Dr. Késio. Ele e sua espo­ sa D. Maria, excelentes aníritriões nos proporcionaram um ambiente de muita cordialidade. Para nós foi uma revela ção a filha do .casal, Vera Rit11, que "~ primeira vista" parece ser uma garote. "fechada" porém descobrimos ser ela ma menina bastante comunir.attva e r­ opinião. e n úhllea Federativa do Brasil 'i ã i«to, ar9rso Comarca de Bel Vista cii6rio do 2 otieto 0 Doutor Jofio c,i.rlos Brtindes Garcia, Juiz de DIrolto dn comarca do Bel VIsta. Estado do Mato Grosso, por «nbs­ tilulção legal, uo forma du lei, etc ••. Fuz saber a todos quantos o preso­ t e Edllal virem ou dele coohec,mt-t:lo u. rem que no dia 09 de sotc•mbro de {Gh5+'io6o horas, no 4trio do Forum desta couurca, o Sr. Porteil'o doa Audi­ tórios João Hilário Perera, levará a pra­ ça 08 bens penhorados nos autos de E­ xecução que C IA I TA Ú DE INVESTI­ MENTO crédito e financiamento move contra Àri Ricardo Brandão Dolvallu, em trO.mile por êste Julzo e Cartório do 2º Ofício, e não havendo llcltnntee foi designdo o dia 19 de eetembro do 1977, às 10:00 horas, para a eventual segun. da praça sendo oi, e«:1gulotes OR bens pe­ nh orados: um salão comercial, edificado uo lote de terreno nº t 1 da rua Sebasti­ ão Crlspln do Rêgo, medindo 5,50x60 metros. devidamente transcrito sob n° 20.768, na. 90, livro 3-L., avullado em Cr$ 100.000,00 (cem mll cruzeiros), valor por quanto será levado à praça parn ser arrematado por quem maior lance der acima da avaliação, sendo a veada fel• ta à vista ou mediante fiador ldon110 pe­ lo prazo de tres dias. E pa.ra que nlo· guém possa alegar Ignorância foi deter­ minada a expediçlo do presente Edital que será afixado no forum local no lu­ gar de csstume e publicado na forma d11 ltil. O que cumpra-se. com inteira obser­ vância das p1·escrlções legaiH. Dado e passado nesta cidade de Bela Vista, Es­ tado de Mato Grosso, aos vinte e dofs dias do mes de Julho de mil novecen­ tos e sotenta e sete. Eu Escrivão do 2° Ofü:lo, fiz datilogrdfar, subscrevo. Dr. João Carlos Brandes Garcia Juiz de Direito Coluna SEICHO-NO-JÉ 1 I • 1 1, i "TRANSFORME O FRACASSO EM :ÊXITO'' Masaharu Taniguchi A queda é uma oportunidade. A vocês que se lamentam por terem c~ido, anuncrn: a queda é· uma oportu­ Illdade". Se h ' nuo :>uvesse a queda certamente o mu nd o não teria um aspecto tão belo COno tem. Assim falando, voces se as- sus am. E porqu ' a d e sempra pemaram que que ª é maléfica. Porém caros leito. res se as seme t - ~ d, entes não caíssem na ter- .$," o arro? rim fruas? is de frut porque as sementes de arroz e as caem é qu d arroz todo ct· e po emos comer saborear $]?°, lias e ta@bem podemos T t e ciosas frutas an o aos homen • ) acontece O me 8 como às ssmentes i,t .. mente ao ca· smo. Pode ser que a se· 1 do iigria,""8,}erra, tenha derams - Q 1e mugoa: · ' -- ue horror' A ? • - e pisoteada," "}m derrubada ao chão Para a é,,""rei morrendo. __ oportunidsá {""" porém, chegcu uma VE'r se, mais d em melhor para desanvol­ cna bonita «,,"" que estar gurdde nu leira. ,xa no uHo de uma prate· - Cai, meu Deus! Logo após as • trar uma terra sim pensar, já vai encon· não encontrar multo fértil que untes curava e aind' recebe. umidade que pro· solar lança.jj," ais, a necescaris Ia: lor. Se· a sem um sorriso cheio de. ca· orjei .,"; Ão,fvess caiã?E go: "a qued . n sso. por isso que di· verdade. +",, ,Uma oportuniãd. e taro tendo ,","F"to em que catrem; es matar cresclm.ent 0 P 0 rhinidade para seu o. 1 r 1 h