BUN F TEI 
09-08-77 N.o 258 Bela Vista Mato Grosso 
, 
,, 
Continuamos nu mesma ... Falta de 
Energia Elétr·lca. I-Ifl. vários cll
11s estamos 
rodando o nosso jornnl "a força muscu­ 
lar."Parece-nos quo o crucinte problema 
da energia e!Hriou ainda vai perclurnr. 
Ilogamos providências às autoridades. 
Por ocaalilo do aniversário ele Bela Visto 
muitas promessas foram feitas. Basta de 
promessas. Vamos phrnr o solo firmo da 
reulidacle. O povo pergunta: O que está 
acontecendo nu Usina? Motores com de­ 
feitos? Fultu de óleo? As pequenas (pou- 
oas) lndu&ll'las belavlstenses e11lúo a bei­ 
ra rio desespero. E o dilema; endlvldar­ 
se ainda mais comprando grupo gerador 
ou fechar as p1)1'tas? Sabemos que o se­ 
hor Prefeito Municipal encontra-se a­ 
doeotado e não sabe o que está 1:ie pas­ 
sando. Já não sabemos II quem apelar. 
Associações ão criadas. Deputados truns­ 
mitem noticias promissoras. Telegramas 
são recebidos. Mas u reallrl11de, a crua 
realidade, é que continuamos sem Ener­ 
gia Elétrica. Até quando? 
por F.n ncisco ele Assis Dluiz 
No período de 08 a l'!../08/77 será rea­ 
lizada em Campo Grnnde-11', às 19:30 
horas no Teatro Dom Bosco, a XI ema 
na Jurídica. 
A apoteótica semana jurídica tem co­ 
mo objetivo a conscientização dos aca­ 
dêmlcos do Curso de Bn.cbarelado em 
Direito sobre o problema carcarário 
brasileiro tendo em vi::ita a recente re­ 
forma do sistema penitenciário utrnvés 
da lei 6.416/77. 
A promoção é da FUCT (Faculdes 
Unidas Católicas de Mato Grosso), pela 
1ma diratortu, Dlretório Acadêmico Clóvis 
Bevilácqu, Associação Matogrosense 
Pró-Amparo e recuperação rlos Encarce­ 
rados e ten como 2 objetivo a come­ 
rnoração do csquicentenário da:; e­ 
manas Jurídicas no Brasil 
As conferências, seguidas por debates, 
serão proferidas por iluE'tres juízes de 
Direito de Süo José doo Campos ( P), 
Aquldnuana (iIT) e criminalistas de Cam­ 
po Grande. 
Vejam, a seguir, o prcgrama da XI Se­ 
mana Jurídica: 
Dia 08/08 - Direitos humanos e prisão 
preventiva - Dr. elsoo Trad • Prof. de 
Direito Penal da FUC'lT, Criminalista. 
Dia 09/08 - A Lei 6.4l6/7i b os aspec­ 
tos jurídicos da APAC - DR. Sílvio Mar­ 
ques Neto - Juiz de S/io José dos Cam­ 
pos ( P) e equipe. 
Dia 10/08 - Missa. 
Dia 11/08- O procedimento sumaríssi­ 
mo (inicial, provas, audiêciu, defesa, 
conciliação, sentença) - Dr. Licíuio Car 
pinelli Stefani - Juiz de Aquidauana. 
Dia 12/0- A modrrna filosofia penal 
carcerária e sua evolução en razão da 
urquitotura - Dr. 8. S. ilva Fre!re, Pre­ 
sidente da Comissão de Assistência e De­ 
fesa do Advog11io na OAB-ilT Crimina­ 
lista. • 
• 
1 
l 
Na edição anterior, de 31/7/77, no ar- Nossas desculpas ao público e ao senhor 
tigo Bela Vi ta Comemorou Festl,vameo- comaudnote do 10 :lC. 
te 59 Anos onde está. escrito 'coman- 
dante Orlando }endes", lê-se Cel. Orlan- 
<lo lletzingen, comandante do 10° RC. 
F o i u m e r r o de revisão. 	A DIREÇÃO 
·TO SOLICITI 
E PRESIDEN· 
CÜM A SOME 
O Prefeito Municipc..tl, Ruben de Castro 
Pinto solicitou uma licença de 30 dias para 
tratamento de saúde. Assumirá a Prefeitura 
Municipal o presidente da Câmara, José 
Simplício da Costa Marques. 
E 
1 
A diretoria do Frig~rífico Rio Miranda Ltd~. 1 
avisa aos Srs Pecuaristas em geral da regi­ 
ão, que já iniciou suas atividades de abate 
no próprio estabelecimento. 
Os interessados poderão 
rio na Vila Frigorífico, s/n 
Laguna. 
procurar nosso 
Guia em 
escritó- 
Lopes da 
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U-S 77 
Hela Vita MT 
~:..:...--,-------- 
COLUNI D O 
CftMPO GRANDE 
Dr. 
Porl(•rla uma terra Influir 1111 colhellr1 
que 11e fnz de urnu bem euld11rln no ,·,irn• 
po. Porque exlatem diversos tipos de 
terrus e com cores diferente por e+e 
llru11!1 nforn'? 
Torln eor da terra Influencia nu suu 
fertilidnde? SIm, Mas o certo mesmo ó 
procP.~snr urn11 1111állt1u de talH turrns 11- 
trnvós do 11uxlllo do nl~um lubornt61 lo 
de 1111állt1CH qulmlca!.. 
'Teremos sim uma respstn cort 
<1ue eficluroor IIOfiSllR dt1vlcJus 110 que diz 
resptlllo II ferlillrladu. 
Mus o quo d!!vOl'á i;cr turru? Dourle 
virá a terrn? 
A reRpo11tu certn será; "ela vom rias 
roohos que esmo dl•utro do terru proprln­ 
ment'.¼ dlltt e tumpuda por essa cuma­ 
da solta que os geólogos chamam do re. 
gollto, Elue R'' deslntegrnm com o tempo 
e do oroduto dessa deslull'graçúo nasce 
o solo e com ele urnu nova c({>oc!a que 
8o estuda chamada Adafologl, nns es­ 
colas sup(lrJore11 ele Agrlcullura. 
Qual sera a cor da terra dessa no8s 
região cumpograudense? Vermolbu. Dull 
Terras de Minas Gerais? Clnz!t Clara rn­ 
chada na 8êca. 
Do Rio de Janeiro? t>: branca amaro· 
lada arenosa. Temos assim tonas com 
cores diferentes, todas preparudas para 
um plantio o de fertllldade também di­ 
ferente. 
E qual delaJ ·levera ser a mais Iértll? 
Só um11 auállse podará dizer. Está o vu­ 
lor de uma análise de terra u ogricultur11.. 
E aqui em Campo Grande como será 
o eolo? Porque é ele vermelbc? erl!. P.­ 
l bom pra culturas? 
Um i>dafólogo diria que o solo dessa 
nosso reglüo é um la toseol simples no 
Povo Camrograndense 
em Luto 
 
Tríburrn da Fronlt'!lr. _____________ ...;..._;__ 
Campo Grande - 1T 
Do Correspondente - Campo Grande 
Pura lvnldo Pereira • Tribuna da 
Fronteira - Bela Vista MT 
l 
O 
de Agosto de 1977 
Dizem 011 superticiosos que !lgosto é o 
mês do desgosto, mês do dei,astres, mês 
de cachorros louco , etc ... 
Campo Grande viveu um 1° de ugosto, 
2!! felrn, de terror, lãgrimos, muito luto 
e intenso pavor. 
No cruzamento da avenida Afonso Pe­ 
na, às 16:00 horas, uma composiçãp dtt 
Estrada de Ferro I orol'stc do Brasil, 
com máquica Diesel de nº • 112 l colheu 
um ônibus da Vlaçllo Ciaade Morena, de 
nº 5167 da linha Vila P!oneiru - Viu Uni­ 
versidade, destroçando-o todo. 
Mu.lto choro, muito sangue e muitas 
e multas pessofls mutil!l dtl.l'. Poltronas 
lavadas com sangue. Tudo isto eu vi al­ 
guns minutos atrás. 
Sem dúvida, a culpa de ludo ostã no 
motorista do ônlbuR, pesso'i il'responsa­ 
vel e indigno de ocupar tal profissão, 
pois não respeitando o insistente apito 
do l!ondutor do trem, tentou utravesur 
os trilhos quando recebeu o Impacto do 
la.do esquerdo, executando um giro de 
90 graus. 
Motorista, cobrador e passageiros so 
freram ITlOmentos terríveis de pavor, me­ 
do e quem nllo morreu foi mal pura os 
hospitais de C. Grande. 
O onibus conduziu mais de 30 pes,rnas 
e pelo que consta, até este momento, 
17:oo horas, mats de 3 jó. perderam li vi­ 
da. 
Fazemos um upelo aos motoristas de 
ônibus de Cumpo Grande, de Mato Gros 
so e do Brasil - 'Apendar a amar as 
vidas que voces conduzam dill.riamente". 
Francbco de Assi1:1 Diniz 
O Correspondente Campo Grande 
BG 
E 
Alberto Cotrim 
LIOR 
TE 
p1da vr<•1u.lo técnico. Isto caracterlzu um 
tipo de olo zonal que [tendo a ução 
ds Intempéries do cliuu, vai ,w forman­ 
do lentamente ueste nosso clhr111 tropl, 
Clll l'bllVO!lO, 
Portantv ó urn ~olo p1•ofundo poroso 
que pole cbr-gar o ,wr compacto em ul­ 
gumua . rgíõe1:1 E por quu erá «le com­ 
pacto ou 1·lco em subslfincla,i nrgíláccas? 
E porque uoHsa reglã o a rocha se llll'II· 
trn mais fracu a ação do intornperisrno 
e i,,e de!llutegrn totalmonl<: em minúscu­ 
las p!irlículrls formu11dn o solo. 
Quanto 11 i;ua ferliliíl,de autur11l 11 ve­ 
getução nttvu dose olo é o cerro.do, 
matus denaas chamudui. lalifollados de­ 
vido ao uspecto daH folhas se nsseme­ 
lharem o. uma folhu plana de lula. 
As análises feitas deste solo pelos téc­ 
nlcoti acusa rnm deficiências de allmen­ 
tnoão que este solo poderá ceder as 
cullurnti mais exlg,rntcs como o milho, 
o café, e o soju. 
Portanto (IXistem terras mais férteis 
do que esta cujo resultacto das análises 
satisfatória pura qualquer culttJra que se 
deseja instalo r no campo. 
Duí cooclulmos que devemos ajudar 
llB nossas lerrus colocando nelas alimen­ 
tos que os lér.nicos t, enteodlios . reéo­ 
mendu m. Assim procedendo saim<•S ga­ 
nlrnndo pois temoK uma grande colheita 
o economizaremos o dinheiro que seria 
apllcado neiuta e que poderia er jogado 
a prazer pelo 11gricullor prtijudicando 
mesmo sua cultura. 
Portanto fuçam ~Ampre análiseP quí­ 
micas de suas terrus caso queiram de­ 
l>1 obter informações úteis âs lu vorns. 
Cortesia: Importadora A ExporladC'rn Be­ 
la Vlstli 
Repúhllca Pecterulivn do Brasil 
Estado de Mato Grosso 
Comarca de Bela Vista 
Cartório do 2° Oficio 
O Doutor J oüo C1trlos Brirndes Garcia, 
Juiz de Direit,) do r:omurca de Sela 
Vista. Edtado de Mato Grossc,, por snbs­ 
tilniçào legal, no forma da lei, etc ... 
Faz saber a tudo quantos o presen­ 
te Edital virem ou dele conheclmeulo ti­ 
verem, que no dia 09 de setembro de 
1977, as 1OO0 hora , no átrio do Forum 
desta con,urcn, o Sr. Porteiro do Audi­ 
tórios ,João Hilário Perera, levará u pra­ 
ça os bens penhorado nps autos de E­ 
xecuçüo que C IA I TAU DE INVE TI­ 
~1ENTO. crédito e finuaciambnlo move 
contra , ri Ricardf, Br,rndão De!vnlles, 
em tràrnite por êsl-• ,Juízo e Cartório do 
2° Ol'ício, e não huvendo licitantes foi 
de,:;ignudc o c!ia 19 de setembro de 1917, 
us lll:oo horas, para a eventual segun­ 
da praça, sendo os seguintes os bens pe- 
fohor,tdo~: um salão comercial, edificado 
~110 lote de terreno nº 11 da rua ebasli­ 
ão Crispin do Rêgo, medindo 5,5Qx60 
metros, devidamente transcrito sob n% 
20.768, n~. 90, livro 3 L., avaliado em 
CrS !00.000,00 (cem mil cruzeiros), valor 
por quanto será levado à praçu para ser 
arrematado por quem maior lance <ler 
acima da avaliação, sendo a vendo. fei­ 
ta à vista IJU mediante fiador ldo1H,o pe­ 
lo prazo de Ires dias. E para que nin­ 
guém possa alegar ignorância foi deter­ 
minada a expe:liçio do presente Edital 
que será afixado no [rum local no lu­ 
gar de costume e publicado na forma da 
lei. O que cumpra-se. com inteira obser­ 
vílncia das p, escrições legais. Dado e 
passado nesta ~idade de Bela Visl<t, Es­ 
tado de Mato Grosso, uGs vinte e dois 
dias do mes de Julho de mil nove@en. 
tos e setenta e sete. Eu Escrivão do 
9
o 
Ofü:io, fiz datilogr,1for, subscrevo. - 
Dr. João Carlos Brandes Garcia 
Juiz de Direito 
Podr Judiiiri 
E-do de Mato Gro·' 
Gorara de Bela Mista 
trtorio d, 2a 0feio 
Ldital de Pra,a 
Edital de Praça 
O Uoutor J<,:irl Carl''.' 
Irande· Gare.a, Juiz de Di 
reito da Comarca de U,ln V,-- 
1:1, E-rarlo cl,· lnru Gr,,•-V, 
por sub-tituição legal, na for 
11111 ,-la lt'i, ,.,,..... 
1 Faz 5aber a t,do 
quantos o prre-eate Edital i­ 
rem ou dele conhecimento 
tiverem, que_no dia 09 de 
relembro , e 1977, à• 9,011 h•, 
no átrio do Forum de-ta 'o 
marca, o r, Porteiro dos Au 
dit6rios Joio Hilario Perera, 
Jevurá a proçn o• bens )'enlw• 
ralo nos Autos de Execução 
<Jllc llanco Irau SI A mnv, i:011- 
rrn Ary Hicar<lo U, Delvull~•· 
em trâmite por ê»te Juízo e Cur 
16rio do 2 o Oficio. e 11ao hn• 
vcrulo licilnnlcH foi designado 
o din 19 de setembro ,lc 1977, 
às 9:00 horas, para a eventual 
segunda praça, sendo os e­ 
guintes bens pcrrlu•rndoF: m 
suluo comercial, edificado 110 
!oro de lcrreno n.o l I dn rua 
Schusliilo Criepinr do H,
1
go, 
medindo 5,5060 metros, de­ 
vidnmcnle rrnnscritn ,ob· n.o 
20.768 fü. 90, Jj, ro 3-1. u,·nliu 
do em Cr 100.000,00 (cem 
mil c,uzciro,), vulor por quan­ 
to Feri lcvndo à prnçu parn 
•t·r nrrcmorndrl eor quem mo• 
ior lance der acima da nvalln• 
c;ílo, sendo n vendo feirn à 
visru ou nredihntc fiador i,lo­ 
nen pelo prazo de tres dias. E 
pnrn que ninguem possa ale­ 
gar ignorância foi determina­ 
da n expedição do presente 
Edital que será afixado no 
furum locnl no lugar de co•­ 
tumc e publicoclo nn forma da 
l~i. O que cumpro-se com in­ 
teira observancia das preseri­ 
çes legais. Dado e pussudo 
nesta cidade de Ilelu Vi•ta, 
Estado de Mato Grosso, aos 
vinre e oloi• dins cio mee de 
Julho do unn de mil nol'ecen• 
tos e setenta e: eete. Eu FLO­ 
HIN llA DENITE Escrivão do 
2.o Ofício, fiz datilografar, 
subscrevo 
Dr. João Carlos Ilrnnde 
Gorcin - Juiz de Direiro 
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O ponto de 
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Bela Vista 	Moto Grosso 
, clireçiio nacional do MDB. em reuniiio 
da executiva nacionnl, sob n prcsidencia do depu· 
tado Ulysses Guimarile,, desi.,nou um "'rapo de 
trabalho para apresentar, após o recesso. as dire­ 
trizes do partido nos campos institucional, econô- 
mico e sociul. 	' 
o setor institucional foram desirnados 
o8_seguintes parlamentares com as respectivas a 
tribuicõs: 
l_ienador Paulo Broxsarde - Federação, Declara­ 
ção de Direitos, Direitos e Garantias Individuais: 
2 enador Marcos Freire - Defesa do Esta, 
do, E.todo de sitio, dn eliminação dos ntos de 
Exceção. Anistia e Constituinte· 
b 
.. 3 Deputado Tancredo N~ves. i~tema Tri· 
utar1o; 
4 Deputad~ Laerte Vieira - Poder Le.,isl,ni,·o, 
Orçamento e Fiscalização Financeira; 
P d f.
;> Dep~tado Erasmo ,fartim Pedro . Do 
o er • xecut1vo: 
6 Deputado Humberto Lucena - Segurança 
acional. Forcas Armadas e Funcionários Público-: 
,,, ',"pado Celso Barros - Do poder Judi­ 
caro e do Minietério Pblieo; 
. 
8 
!)_cputu•lo Waho:-r ~ilv11 - Da ordem econô· 
mca e social 
Pn,a, ""gadg Sérgio Mt@rito. Do. P»ridos 
,""? la 'aailia, Educa;ao e Cultura. 
s retrizes da poüti • . . I 
pnm o plnno d - cn ecooom1cn nac,oan ' 
os r«bílis, 4,],,""P""30. sr4 definida segundo 
ruenr.nres: p semu os pelos seguintes pnrln- 
1 Deputado Antonio e I d O . . 
blemn du clepend· . ar os e ·liveira - U pro· 
leirn. excesso de ':ncia ext:rna dn economia brasi­ 
lógica, end;; Importacoes, dependência tecno· 
f; 'nvdamento, etc .. 
2 
Dc:putado Alceu Co! • 
0 tribuição da ri+ue+. ares • }>roblema dn dis- 
éii@ si4ii"4$}$,"",y ui vários sector 
sistema tributá;io ; ~ca d e emprego, reforma do 
nlimeat:,ção, etc. . • ao lo campo de saúde e da 
3 Depurado 11nrconde G d 1 
da emprêsa privad ~ 
11 
e bn • Fortalecimento 
problema da pe u:n nnc:onn!, compreendendo: o 
reris@s «k,," Jdi ±mriés, o apoio 
de 6laces par "";; !g rditoj, a necessidndr. 
outros aopr.ctos: capita izaçao das emprêsa,, e 
4 O Deputado João G;II 
presença do Estado 
I 
erto. • O problema da 
5 Senador Lei <]"} economia Brasileira: 
tura e da estrutura a•o.v_e~ - r problema da ngricul· 
6 Senador Roberto g~iir1:1 _rnsi.leira; 
energia e da explor.,,}nino - Os problemas da 
7 Deu«do ÉGi",!e mub-solo; 
Educai « da ia,,"?",Os prole. ds 
ac1ona, 
1 
. 1

Ilda VJHlli MT. 
9s77 
'T'ribgyu i''U- 
,Jogan~lo nml11to1mrnt•nte _domingo, <liu I de ,:iliío rf1i <'lclarlP .. • r part1da1: ~~to ri'a- 
24 em Fátima do Sul, contra u equipe do liz dns totos os abalos a partir dns 
21 do Abril, time amfdor da cidade. () 19:l!IJ horas, com trPM partidas na rodada. 
G unnndy de Aquidauna conseguiu um Os times que fazem parte desse cam 
heróico resultado o emptur por 2 ten. pvonato ão copllerados os melhores 
toa u 2 com o time Jocul. 	da cld:,tle, <·On! destaque par..1 o time 
l~esuludo CHBe que foi conseguido com do ''niverul que é apontado pol' multoll 
rnutto esforço pelo time aquldauanunse, como o melhor de todos. 
pois como empre acontece quando uma Neste domingo, uma grande partida em 
equipe visita 11 outro, o ,Juiz local, passa !quld,1uanu, Guona1tdy, o verdão Aqul­ 
u muo. 	daunense, enfrentará o América de Co- 
Fol reallzudo domingo ~la 24 em Aqui- rumb. Jogo esse que promete ser um 
duuana, umu purtlda no Estádio Noroes- dos n.e!hores, pule uu sua última e,;t11da 
to, onde na oportunlc!ude a seleção Lia era A;uidauuna o América ganhou de 
cidade se apresentou para o torcedor 4 teutos 2 do Jmp ria!. Por Isso a mo­ 
pela primeira vez. No tiuul urn rc'!ullttdo çuda ostá promr.tendo descont11r 1,t1sa 
multo hom para seleção que jogou lavadn. 
contra o time do Rio Negro, Sete tt>utos '!llvez ainda esH11 semarrn GlvP.nlldo, 
u Zero para o selecionado. do Corlnth!us Puulisttt seja vendido para 
ProvavelmAate os times que participa- o Cruzeiro de Belo Horizonte com a 
rão do. Taça. "Assis (C b a t e a u-. venda desse jogador, cogita-se a vinda 
hrland) neste ano. Bt>rão as Equipes do -do' Caçapava p,ua o Timão. 
E. C. Bairro Alto, e E. C. Vila Novn. Pu- O Santos aluda não definiu u situação: 
ru isso as equloe11 já e!!tão se movlcneo- o time d11 Bali,ia, quer comprar Toalnho 
tando Intensamente. 	Cerezzo e .Paulo lziLloro do .-.tlético de 
Está sendo renllzado na Qundru do Minas, ambos fazem parte dtt & ~ l e ç li o 
Blg Lar A. C. o campeonato ~cte !uteb0l Brasileira. 
F.TO lill@illJ ~ [ID ffil lliJ Ell 00 lm 
A turma do Projeto Rondon, operação 
XIX em Aquidnuaua chegou dla 5 de ju­ 
lho e desenvolveu v!uios trabalhos jun­ 
to com a Comunidade. Eis os projetos 
que foram rPalizados: 
1- Estruturação c/ ou dioamlza<:lio de 
grupo Suporte. 
2- Educação Sanitária. 
3- Implantação c/ ou dit:umlzução Lle 
associações comunitárias. 
4- Ai;sistência o. Escola Comunidade. 
5- Capacitação de mli.o de obras. 
6- Runs de lazer. 
7- Campanha dt: Conservação e valo­ 
rizoçáo da Floru e Fe.uoa 
• ColHboraçüo junto a Prefeitura na 
l'!aboraçAo de um foruulurio sobre Suú­ 
rle, alimPntnção e vebtUflrio nos escolas 
rurais du rede municipal de Aquidnuana. 
eída da turma dia 6 às horas com 
Destino pura :3-. Paulo no final o moui­ 
tor do grupo dizia o seguinte: 
equipe no inicio da sua atuação te­ 
ve realmente dificuldades c/ os contatos 
para com a comunidade, mc.s felizmente 
conseguimos umo. interação com exilo. 
Hoje sentimos pelo dia de amanhã, 
poli- 1rnrtiremos levando coao,;co a 
saudade e a len.brança da comunidade 
Aquldauanense. 
Atividades Esportivas do Grupo Roadon 
Dia 6 de julho Futebol de salão 
Rondou 9 x 5 Comunidade 
Dia 7 de julho valei feminino 
Ronrloo 1 set x Comunidade 2 sets 
Dia 8 de julho Hnad boll 
6 x 3 Rundon Mli,to 
Dia 9 de julho, futebol de salão 
Rondou 4 x8 Rlldio Independente 
Di 16 de julho, mini olimpíadas valei 
fernin!oo 
Rondou Aquic.J. 1 set x 2 seleção Ron­ 
dou de Anastácio 
Hand l>oll masculino 
Rondon Aquid. 8 x Rondou Anasttclo G 
Futebol de Suliio 
Rondon Aquid. 4 x 2 Rondou Ao:11,lácio 
Dia 23 de julho, em Taunay, o futebol 
de gramado Roodon Ox7 Seleção de Tau­ 
nny, o Roadon jogou sem tres titulares. 
COMPONENTES DO 
Gl IPO ROHDOH 
Cleuzu • Enfermagern 
Lenice » 
rsula - Educação Fisfea 
Sucli • ;'iulrição 
Juão Luiz (''luta) Ed. Fiiea 
Hilo - Biomediea8 
Cio vi ( p,,etn) - Ed. FIiea 
Zé Pedro • Agronomia 
Aluir (!ui/•) Serviço Socfnl 
Serglo - Engenhurltl 
:!arlo Inê,; • ~!edicinu 
Sorllu - Snviço Social 
!lomulo - Cornunlcação 
Lúcia - l'e.Jagogia 
illarfo. roes - St!rvlço Social 
Claru - Artes 
Marisele - S. Social 
Lúcia • S. Social 
Odomllson (Camurúo) - VAtl'rlnt'í.rlo 
João - Ciências Biológicas 
Cledsoa - Monitor 
Dr. Fiori :lurano 
Médico 
Consultório 7às 
11 h::;. 16 :h 19 h.!< 
lpemat INPS 
12 s 15 hs. 
Posto do Saúde· e 
Funrural 
SOCIAL 
PARALELO 
O homem tem a illpremacia; A mulher 
tem n prefereacia. A supremacia repre­ 
senta a força, a preferência representa 
o direito. 
O homem é forte pela razão; a mulher 
é iovenelvel pelas lágrimas. A ruzão con- 
vence; as lágrimas comovem. , 
O homem é cpaz de todo: os her0ia­ 
mos· a mulher de todcs os W!lrtirlos. O 
heroismo enobrece; o martirio sublima. 
O homem é o código; a mulher é o e- 
vangelho. O código corrige, o evangelho 
1 
aperfeiço1:1. 
O homem 1! um templo; A mulher é 
um sacrário. Ante o templo descobrimo­ 
nos, ante o sacrário ojoelhamo-nc;R. 
O homem pensa a mulher sonha. Pen­ 
sar é ter um cérebro. Sonhar é ter an 
fronte uma auréola. 
O homem é um oceano; u mulher é 
um lago. O Oceano tem a pérola que o 
embeleza. O lego tem a poesia que o 
deslumbra. 
O homem é a a gula que voa, a mu­ 
lher o rouxinol que canta. Voar é domi­ 
nar o e8paço, cantar é conquistar a almn. 
Victor Hugo 
Comunistas Chi­ 
lenos desiludidos 
com o Paraiso' 
socialista 
O, mili1nnle• e•querdi,tu 
que ohundonuram o Chile n• 
6s queda do_governo % 
hi,,de ferm e fixar e vá 
rios países comunistas no Lres­ 
te Europeu e em Cuba. 
Mandava a lica yue. uma 
vez instalados nos pararo» 
socialistas, esses comum1a 
andino• ali pennon.eceesem, 
poíe ,•iveríam rnb reg1mrs 'Iª." 
correspondiam ás suas con­ 
cçôes ideológica. 
Entretanto, tal não e dru. 
Esses chilenos logo se deram 
conla de que a vida n?• pal­ 
ses socialistas era um inferno. 
l'or ; .. o, em sua grande maio 
ria. eles abandonaram a 
nações. Enquanto isso, o na­ 
mero de andinos nos paíse 
"bureuese»', principalmente 
na ti;noço. cão deixou de au- 
mcnLnr... 	, 
E•tathticus do Alto-Con11s­ 
sariado das Naço» 'nidas, ór­ 
vão in•u.speilo para coollala• 
], mostraram que no lo ano 
dó governo Pinochet fixaram, 
se na Alemanh& comum&IJl 2211 
1 
- 
chilenos. Em 1976 e6 eslava?' 1 
JE, 53 delce. Paro a Hungria 
,·iajaram 31-1. FiCllrom npenC < 
46. ia Fumãnia sómente 289 
dos 1149 comunistas dulcnos 
que foram pará Já. Tnmb_ém 
em Cuba, dos 517, s6 111 f.1ca• 
rnm na ilhn-pri,ão de Fidel 
Cn,tro. Mais uma vez, umn 
verdade rsalta dos fatos; o 
tão dec-ant.ndos paraísos aoe!•· 
Ji;;tas 020 passam de um lll• 
fernu insuporlável •• , mesmo 
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terrenos alagados, para colher com esteiras), 
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3 ou 4 linhas) ou outros grãos, encontrará um 
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tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que 
lhe proporcionarão tranqUil!dndc hoje e a 
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B• ln 'I la · H. 
Tribnu11 da Froul·•i?fi 
--------------------- 
- 
PRO 
o 
ri 
Sendo, neste momento, primeira o- 
por(unidade que uso eta Tribuna, neto 
ano, faço.o com II maio!' ul,·r,rln, p1>IH, te­ 
nho u oportunidde de congratular.me 
efusivamente, com o Sr, Presidente Er­ 
neto Gel«el pel histórlea e certíssimu 
cleolsiio de eriur um novo Estudo, nu Fe­ 
derncio Br:irilltlrn. o Estado de Campo 
Grande, com o desmembramento de u­ 
ma pequena pureelr do imenso e rico 
Estado de Mto Grosso. 
Está-e informndo que, brevemente, 
clrngurá nu Congrns~o Nacional u Meu­ 
[gom concretizando u decisão reforida 
em termos legais, truvés de Lei Corn­ 
plemntar. 
O Interessante que muitos duqnelrs 
11110. enf{ltlc111ntinte, diziam-se contl'U 11 
nlu<,•ão do novo Rslutlo, aqui mesmo na 
Câmara, hoje, arvoram-se utó u atingir 
. po~lções relevo na vida políllca-ndminls­ 
trutlvn do Matü Gros5o, lianfio a lmprns­ 
süo que nõ.o se rncordam que até 3 de 
maio, agressivamente, manifestavam-se 
contra a criação do novo Estado. 
Os Anols da Cfim11ra e os pronunclu­ 
meatos publicados, ão nos deixam fal­ 
tar com a verdade. Interessante, por­ 
tanto, verse a folta do c,11:irêncla dos 
inusitados clcladões. Ontem arum contra 
e ogorn desejam até, como já disse, num 
comportamento incoerente ulinglr posl­ 
çoes, quan<lo de fato eram, no momento 
não são mnls contra a política preconizt1- 
da pelo Governo Federal. 
Hoje é fato consumado, ão hú <lúvidn n crin - 
çilo tio mnis um novo Estndo Brasileiro o de Carn 
po Grande. Tanto Mato Gross.». como Cnmpo 
Grande devem ser liderados política e 
ndministrativamente pelos líderes políticos que 
desde a primeira hora, de público, sem constran­ 
gimento, declaram-se o fa,·or da meclidu, nliás dns 
mnis snbiaP do Prc•i<lcntc Geisel. 1 
Parnbcns, Sr. Prcsidcnl'! Gcisel, pela dedsiio, 
foto ,los mais importnnles na H ist6rin Pátria dcs 
tes últimos tempos, com notáveis vantagens, no 
1ctor de Segurança e Dc,envolvlmento, nilo só dos 
dois F.stuclo•. como ttunbérn para todo o Urn,il. 
Vivam os dois Estudos, iloto Grosso e Campo 
Grnn<lc, duas futurus grandr.s potencin,, no con­ 
cxto brasileiro, uo setor de progresso e de­ 
sen,•olvirnento <ln Pó1ria Comum. 
Senhor Presidente. ,._ Deputado,, o principal 
motivo, no eutnnlo, du miuhu ,·inda a este mi­ 
crofone. é outro, üto é, ossinnlar o foto doloroso 
de Faber-~e qu,; muis uma vez, u Petrobrás não 
tomo conbecimcnto de Mato Grosso, do Centro­ 
Oeste de um modo geral e cspeciulmente do Pon 
tanal Matogrossense e Campograndense, para áre­ 
os de pesqui;u, olrové de contraio de risco ou 
pela próprio Petrobrás, que eu snibn, de Petróleo. 
Jà discursei, dcs111 mesmo Tribuno, olerlnndo e 
protestando, junto o Petrobrás, ao Governo Fede­ 
ro! de um modo genérico, ,·ontro ci!sn pré-indi, • 
posiçào, com referência o pesquisa do imenso ter­ 
ritório matogrossense e campograndene e da re­ 
gião Centro Oesle, destacando-se o Pantanal, co­ 
o rea que deve possuir imensas reservas pe­ 
trolifcras. 
Lança-se a licitação, dez novas úrens, 1orlas me· 
nos uma, na plataforma submarina e a região Cen 
tro Oeste, nada. 
Fiz, aqui, Sr. Presidente, Srs. Deputados, longo 
pr-ouunc1arncuto, no ano pussudo juntando provas 
de que existem indirios concretos da existencia 
do 'ouro negro•·, na imensa planície, 
intitulacla Pantanal, no Brasil e 110 Para- 
LLER 
u i, chamdnu Chuco. Já se provou que 
no ('huco que é o Puutuuul 110 Purnguul. 
ha Petróleo, ms no Brasil, onde o Cha­ 
o, cltmn-e Pantanal, não existe, O 
meto caso d-se quunlo a Boliviu. 
Hú Petróleo nos untepluuoi; bolivianos, 
bem como no Chuco Uollviano, mas no 
Brasil, nüo existe, ou melhor nunca ele 
falv, fuz so, polo menos que eu saiba, um 
trabalho sério do pequisa e prospecção 
na rnferldu região, antigo Mar dos Xu­ 
ruls, com uproximudam:rnte 300.000 Kms. 
quadradoH. 
A Imprensa e11crll11, fuludu e televianda, 
fuz poucos dias noticiou que o Prnjeto 
Rudam, constatou mnnanclul petrolifero, 
nu Ilha rio Bananal (região Centro-Oes­ 
te). Não ow constu que u Petrobrás, atra­ 
vés ele Contratos de Hlsco ou f1or uçilo 
própria, h'á lmplanhu· 11uquE1!u Ilha, aliás, 
a maior ilha fluvial du mundo, uma ba­ 
se de perfuração, ou seja lmphrntaçilo 
de uma infraestrutura du Petrobrás, ob­ 
jetl·audo atingir u lençol, constatado pe. 
lo Projeto Radnm. 
Parece-nos, que há uma crrta obsessão 
da Pt>lrobrás, quanto as regiões du coe­ 
ta allfinllco, num sistemó.lico, posiciona· 
menlo, de dar as r.oi;tas para o interior 
l>rnsileiro, quanto as pesquisa!! do "ouro 
negro" fora da plataforma submarina. 
e o Pantanal foi como se afirma um 
grande Mar Interior nu pussado, p'lr que, 
meu ',Deus do Céu". niio Re pesquisar o 
grunde O.rea? Se o Petrobrás oão possuí 
coüdições ele exercer osse traballlo, por 
falta d.- condlções próprias que o ftiça 
através dos Conlralos de Risco. 
O ,upremo Arquiteto cio Universo, não 
teria sido lil) podrosto, pora eom o Bra­ 
sil, d e t e r mi n a n d o que 11 n os R '1 
Pá t !' i u. t e ri a que ser uma II h a 
cercada de Petróleo por todos os lados. 
Regiett·o, :-ir. Presideute, Srs. Deputa­ 
dos, mais umu vez. em nomP- dv p:ivo 
matogrossense e carnpograndense, o pro­ 
teeto o desencanto e mesmo a revolta, 
contra 11 Petrobrás, pela sua atitucie de 
desconhecer, M11to Grosso, o Pantanal e 
a regiüo Centro-Oest~, como prová veis 
áreus de ricus possibilidadea de encon. 
trar-e Petróleo. Que Deus, ilumine a 
intollgêncla dos tecnocratas e burocrntas 
da Petrobrá.11, dando-lhei; mais agilidade, 
ação mais rápida, menos papéis e suti­ 
lezas jurídicas ao concretizar-se os con­ 
tratos de risco. gu nhando-se tempo, na 
pesquisu e prospecção das regieõs citadas. 
É preciso leml>rar-t-e que existem vezes 
que as primeiras impressões não são fa­ 
vorüveis, que utravés das pesquias con­ 
Vlncíouais não existe o produto numa, 
vamos dizer, lncoerênchi da própria na­ 
tureza, que no caso, em t"ipeeial, apre­ 
senta-se de forma diferente, fugindo aos 
preceitos cieutil'íco.; rígidos pré-estabe­ 
leoldos. 
Nüo seria o cutJo do Pantanal? Se jó. 
a-e ln algum trabalho ou algo parecids 
e não foram boa as perspectivas, por 
que não se partir para outra fora, talvez 
no terreno abuudoua11do u prallca e 11 
teorin, já consugrad'? Não nos entra u 
cabeça, como se diz vuluruente, qu 
havendo comprovudurnt>nte P.,-tróle~ 
no Chaco Paraguui, repito que nada mais 
é que o Puurnaal, uu língua e11patJhola, 
t1ão PXiRtn no Brasil, dlunte de uma Rlm­ 
bólica fronteira, em largo trecho. decor. 
rente de urno Jlnlrn lmaglnál'la. Como a 
Pt!crubrá11 explica a descobenu do Petró­ 
leo, em Porto Experança, Distrito de Co­ 
rumbá, em 1939, havendo ordem n épo­ 
ca para lacrar o poço e encerrar a ali· 
vldude dn Companhia, liderada por Mcn­ 
teiro Lobato? FIc.1, port9n to, repilo, ma­ 
is uma voz registrado o nos»o protesto 
e desencanto, com relnçtio u Petrobrás 
por ausentar-BEi du reglilo Centro-Oeut.P. 
Deputado Gastão luller 
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) 
a Vista• Mt. 
2- 	--------------- 
Tribuna da Fronteira 
CONJH 
POR C 
J'onla Poril • <t A culpa n/1 o é do ngrl­ 
eultor, e a soja produzldn nuestn reylão 
em sendo vendidn e contrabnndeda 
l,nr11 o Pnragunl por preços muito aeim 
los oferecidos pelo mercado interno. A 
culpn cube uo Govemo brusilelro, que 
decretou o confisco de 12 sobre a ven 
da da soju». 
A 11flrmução é do major Astúrio Mar­ 
ques, Preldente da CoopPrntlvu doa Pro­ 
dutores de Ponta Porã - Cooponi • que, 
ulérn de módleo e vereador prla • arann, 
possui ull umu ruzenda que servo corno 
ponto de convergênela paru entrndu e 
retorno da soja. negociada. P contrnbnn­ 
teada. 
«On agricultores que venderam toda 
iua produção uog intermedló.rlos purugua­ 
ios», opinu o Major Marques, «nilo são 
maus brusilelros: eles estão é sem con­ 
dlções de sobrevivência com os preços 
oferecidos pelo Governo e i;ão obrigados 
a apolur a quem paga melhor pelos seus 
produtos». 
A IRREGULAntDADES 
Segundo levantamento da Receita Fe­ 
deral, as priuclpals irregulllridudes que 
estavam ocorrendo com eoju nos cor­ 
redores d Fronteiru Brnsil/Purugu6i, e­ 
ram as seguintes: 
1. A Hoja brusllelra. principalmente 
produzida próximo à fronteira, estaria 
,endo desviada cladt't>linamente para e 
pais vlzlnbo, de lá retornando por Pon· 
ta Porü ou Guuira, eomo produto de ori­ 
gem parngunia, inclusive com certificudo 
de origem oblldo no.quele pair;; 
2. Soja brasileiro estaria sendo Jesli­ 
nuda ao porlo de Pnra.naguó.. diretamen­ 
te do território nacional, mus acompa­ 
nhada de doeumentos ( certificado de ori­ 
gem, documento de transito, etc), fnlsili 
cados como sendo de orígt-m paraguaia; 
3. Veículos realmente procedeates do 
Paraguai, com soja produzida naquele 
pais, durunte o percurso em território 
nacional, estar iam cc;mpletando n carga 
coo soja de produção nacional, utillzun­ 
do-se de fulsa dec!tu·aç!lo de peso isto é, 
tonelagem realmente originária do Para­ 
guai lnferiol' à declarat
1.a nos documen­ 
tos, sendo completada. no território bra­ 
sileiro. 
RECEITA ACHA QUE NÃO HAVERÁ 
MAIS DESVIOS 
. ecretaria da Receita Federal coo· 
Hdera qu'3 foram totalmente inibidas as 
poslbilidade. de ingeessr nos depósitos 
[rap os nos portos de H'uran!ui e San­ 
tos, oja de prcduçlio Bra!lilelru como 
se11tlo <1<' prorl:.ição rio Par·agual, rn<'dio11- 
te certifcados de origem paraguaia ful­ 
slfk11'loF1 
Para movimenlação de seu comércio 
exterior, o Purogunl se utiliza daqueles 
do!:-: portoi:: brasileiros, onde mntém en­ 
trepostos de depósito franco, 1,egunrl11 
permitlr :m convênios assinados com o 
Brnsll C'm l9fll Tanto os pro<lulos orlgl 
nátios do Paraguai como OH destinados 
a r a!le pois circulo m pelo território brn­ 
silolro ern trnnslto luternaclonnl lenes­ 
tro (Mdovl(•rio e feri·ovió.rlo) aoobertuc.io 
pelas normas fixadas aos referidos con­ 
vênios (O Momento •· Corurnbó.) 
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RUA CiENERAL OSÓRIO S/N - BELA VISTA MATO GROSSO 
Paulo Silva Meira 
O Centro Bebourg um pseudo museu 
de arte mandado construir pelo governo 
françes está provocando enorme contro­ 
vérsia. 
Os frunce~es viram emr>rgir do solo, 
de repentP, nas proxlmir!ad<>s da Turre 
de Sulnt Jacques, um enorme mastodon­ 
te melállco, ostentando à vista de todos 
suas horrendas entranhas: tubulações gl 
1 
gantescas, condutos elétrkos emaranha· 
1 
dos, grossas nervuras de ferro. 
Essa espécie de "hangr de arte', 
com asp~cto de rdiuarla de petróleo 
causou profundo de.;agrudo no público 
pJrisi~n8e. Um repórter brasíleiro QUi:! 
viaj,,u a Paris ouviu de um chofer de 
txi: " o sr. não chegou em boa hora. 
Com todo o frio que est".l rnen:lo, só 
resta ir ver esse nrgócio idiota e vul­ 
gar que inauguraram ont~m, uma espé­ 
cie de armazém de arte''. 
Os jornais comunistas estão indigna­ 
dos com a rejPiçi.io do público a esse 
templo da ·•modernidade". O referido 
"c&ntro cultural", além de feio tem-se 
mostrado também dispendioso e antifun­ 
cional. Suu manutenção devora um sé­ 
timo da verba do ministério da culturas 
gastando ruaiA do que os outros trinta 
museus da Frauça juntus. E seus 1.032 
funcionários não cessam de se queixar 
do ambiente do trabalho. 
O ruído é in uportli.vel, pela falta de 
pare«Jes e o efeito ótico de pinturas ex­ 
tra vcgantes é desastroso: todos os fun­ 
clonárioil tem os olhos constantemente 
a vermelha dos. As listas de recl!1mações 
se avolumam cada <lia mais nas mesas 
dos diretores. Mas isso não importa. O 
que tem importil.ncia é manter essa ex­ 
travagància, como culto à "deusa mo­ 
dernidade'' (A BIM:- Agência Bua Imprensa) 
Agradeça ao Ir«-ado 
Ma-abaro Taniguchi 
rele a ua mente, ) pa+· 
-do não existe; e o sofrimen­ 
to prevente está se tornando 
pa-ado a cada instante. lu­ 
do passa. E o que nlo exi«- 
ti·ncià real, lera que atormen 
tar e segurando o que lo 
real? No carregue fardo na 
a mente, Mesmo que n« o· 
+a+ passageiras tenham caua· 
do rande +ofrimentos, ben­ 
oe-as t agradeça-lhe quando 
elas pasan. Todo e qualquer 
sofrimento proporcionou al 
gurua experiéncin a ua alma 
e deixou-lhe alguma lição. 
Quando você chegar a ter 
um coração capaz de agrade­ 
cer às coisas qu passam, r· 
ceberá em seguida coisa« bem 
mt.lbures. Qa;ndo você uben­ 
ç0ar sinceramente todas a8 
coisas, nada poderá prejudi­ 
c:í lo. Algo pode prejudicil-lo. 
S6menlfl quando você o ode­ 
ia o amaldiçoa e quando e 
ufli,,e •t:••11r1111do-u nn ment.e. 
ó oíe é julgado pelas 
palavras que profere. Os que 
di1.cm hoos pallvras recebem 
a felicidncle. Aqueles que ol­ 
tnrn má, palavras atraem a 
desgruçu. Os que rnt-ntem nao 
•ão urrecli1nclos e seguem o 
caminho ,la perdição. 
Aqueles que <:liu:m •empre 
a verclnrle conqui,tum a con­ 
fiança dns pessoas. E quando 
o nrdade pode prejudicar al­ 
uém, não dizem nem a ver 
dncle nem a mentira; guarda 
o silencio por bem da pesso­ 
n cm c1uestào, Aqueles que 
tem a boca leviana "traem a 
pegraça e 
QJl,ÇÁO DO PERDXO 
Sou filho <le Deus. Deus ê 
infinito amor. 
O amor nãu odeia ningném. 
O mor não ve as falhas a­ 
lheias. Por isso, não odeio 
ninguém e não vejo as Luhas 
de iaguémn, O amor vê ó­ 
mente';. bondade do pr6ximo, 
e vejo sómente as co1us bo­ 
as do pr6ximo e Louvo o, 
Preço deste 
Exemplar 
CrS 3,00 
MARTINS _: 
" Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador poro Cereais Atacado e Vereio. 
s. 
UMA O!lOANIZAÇÃO PARA SERVIR ANTONIO JOÃO B llEOIÃO 
R u o S õ o P o u I a S/N Antonio João 
s 
CGm modernas instala~õe8, dispõe de um grande estoque de calcados. Parai~o dos ~alçados é especia­ 
lizado no ramo e tem tudo pura bem servi-lo. Em matérla de calçados. 
conheca a úlli1ua moda lançada nos grandes centros, 
visit11ndc, Paraiso dos Calçados. 
Praça Presidente Outra • 163 	Ponta Porã - MI

IS o ■
Pedro 
• 1 1· . l 1· • • 1 1 J' • i I nre Frnrsto ,;.,;,d 'onforme hviamo prometido na elião o, oi nomeado pelo 'rirei ''. 	, 
eia] de 2)/l 'Tribuna da Fronteira inreva m com o beneplácito dos politicos belavisten-rs '/o 
J''- • • 	•• 	) ' I' alé UH'HIIO lllflil 
nova fae, o +peeto gráfico visual, continuaremos, por crnto] r ria uma tolice t y 
por enquanto, a imprimir o jornal o velho si-te. insensatez, criticar o +eu trabalho freute ao" 
m (máquina plana e tipográfico) mas daremo- tio elavirtene [l'alara de um político uiabano) 
especial atenção à diagramação, ão está longe u 
'Trihuna r impressa rm ,offset", o nos+o plano 	o+o+«c+3 
de trahalho e objetivos utto prazo incluem a 
modernização do nosso parque gráfico, Quanto 
11 linl',a r.di1,,rlol, u purrir rlc,I•• 11ú111crn, n lr·itur 
entirá uma mudança para melhor e n próxima 
f.Clllllllll li PIUrlunçu Hrfi 10111I. 
1.t, l'OJS f.:. .. 
Deixando de lado as deduções, do E, pois é.. 
pasmo» àx nxplicaçoes do Isto , D'ma tran-for­ 
mação que repercutirá, inclusivr, nn linh do jor. 
rrnl, O IPilor nw,lrrnl), o hom,•m inreliµeulu é ~ 
nusu rnrlu• E~t11mo• pnrtin,lo pnrn n f:stnhilirnç:in 
no toente no speto económico, ruça to plunt:• 
jnmNtlo II JlllllClrnç1iu ,lo jurunl. N:)o ircrnu• for.a 
UU jornul pura o Sudo~&lc, ,·u,110.., t·tlitnr 11111 jor­ 
nl do Su,locsro para Muto Grosso, Entramos em 
comntu com II Di,tribuidora Cnpricho e ,lontro 
.,m brcvll 1101~0 jornul Colnrá nus lmnca, ti,· Curn• 
po Grande e Aquidauana, E a expansão. 
093+-85 093 
AUMENTO UA QHCULAÇÃO 
De 1.000 exemplares emanai pa·aremos_ a 
2.000 • obedecendo um ''comdho" o 111cs1re Di­ 
ne,: "Ao invés dr: pnrnr 11~ rnlutivJ•, rnelhorur o 
jornal e aumcnlar u circulaçilo". 
AINDA D! ES 
"0 compromisso tle jornais e jornnlislos é com 
n informnçiio. cu empenho nesta tarefa foz, de 
um jornal qunlqucr um jorunl linc, lo:;o um Grnn­ 
cle Jornnl. Umn Nnçilo de grnn•les jornnis é umn 
grnnde Nnção. Sem CFle 'olor in1rlnsec1J. sem cslc 
quila1e ~ue ndvém de um cnlt'1Hlimco10 superior 
dn• ,uno funções, um jornal, por melhor que Feju 
orgnniudo e construído, ser apenas um catálogo 
de noticias", 
tlinistro 
• 
■
Pe<lreirn 
Novos Colaboradores 
'l'rih111111 du Fronleira cunlrutou dois jor­ 
nalistas, um de Campo Grande e outro de Cuibá 
l
,arn. c:ulu.borarr1n Aeuuurnhuentc co1u Arttg:vs JHJ .. 
!tico~. (, 11 Trilmn• forte ingressando em nova fase, 
gosto: de f a 3l: Ms do Folclore. 
Trib . a da f ranleirn 
Q,.r e peve eta bem hn'emade 
A w a, ,,y_ o.ri •±y 
AS SUL: 
Prefeitos 
Enc:errom a li R e u n I a o 
Agricultura 1· 
comunica preços Minimos 
para a safra 1977 /1978 
em /vt. 
DI VEHGENClAS 
' Em meio ao festivo noticiário dos confrades a 
respeito do nnivereário •Ir 130l11 Yistn, foto que 
julgamos, diga-e, de sumn imporlâncin pnm o po­ 
sicionnmenlo lurlstico do Princcsn do Apa no cc• 
nório eundnnl, ficou patente o rc•pcitu e n nrlmi• 
ruçio que ,, 111Hso Prrfcito recebe da classe jor­ 
nnllstica. Eloniumos o trubnlll'> do, Jornni~ "0 
Rcp6rtrr", J.;' C«mpo Grnndc, "O Puntunciro" ele 
Aquidauuou e "lmpnc10" de Cnm;>o Grundc. Ti­ 
nham razão os gregos quando deram aos JcuseR 
us paixões humnas, que os envolviam n que 
relns terrc•trc,> c os fozinm participar de fero1.cs 
combates ou seduzir rnortnis us-nndo truques ca­ 
pnzes de causar invejas ao próprio Joilo Tc116rio. 
Mas, vivemos em outrn épocu, os deust:s forum 
cassados, e hoje, os tempos io diferentes. Ficou 
palente, pr111cipulmenlc , cln,sc polfticu de llcln 
Vista, que existe divergências na ARENA da ler· 
ra. Pro'u dio~o a prc,cnça nn cidndc do Oepulu· 
,:lo Ubaldo Burcm e nüo tn o 111c<mo compn­ 
recido às festividades. Coisa surpreendente, poi, 
receblamo~ o rcpreseu1a111c do Gol'eroador Gnrcrn 
Neto: Dr. Arquimedes P•:reiru Lim:•• , Çhcfe du 
Casa Civil. Tem s certeza que o emts@ano de Gnr• 
da Neto ·••urpr .. cndeu-se" com. tul nt(tude. l!m 
n•rcador afirmou que "niio havia recebido convite 
e por igso nio irln comparecer às festividades e 
inaugun.,çõ.o. 
Outro, há pouco tempo apoetou com es­ 
te colunista que o mes de Agosto trarin surpresas 
no campo p<>lítico m!'i,S 
1
recisn_mcnt_« Problema,; 
para o Prefeito Muicipai, Quais seriam estes pro· 
blemas? E uma peq:nntn Eem r~spo,ta. E HtO nnu 
nos supreende pois existem muitas perguntas em 
repostas, São os inais dos tempos. Em Cuiabá 
onde estivemos há pouco, interpelaram-nos a res• 
peito da situação política em Bela Vista. O que 
dizer? Uma CPl eslf1 em anclamel!lo nn T::tntorn 
Municipal. Acusam o Prefeito de falta de Diálogo 
E, isto tudo em fonuliu. 1 udo Arena. Onde nndu 
u fidelidade p:irtidátin'? Estarrcccdor. ~o c111:tnto, 
é saber que: n tranquila falta de autocrítica com que 
muitos ,e opinam sobre a vida pública belavisten­ 
+e, matéria que desconhecem s não er pelo usu­ 
fruto das posições, tem sido a causa tior das 
divergências. No compete _ao leigo imiscuir-se n 
orientação política do municipio, asmm como, é. 
rid!culo bancar o ·candinha e fazer fofocas, • .. Pr6• 
prio de homens menores. Existe, realuente (Jl"Cr­ 
gências no Arena belavistense, Alguem ou algo 
deve processar uma união urgetc caso contrário 
o MDB até o momento assistundo de camarote 
poderá usar e agir e sua condição de Oposição. 
Por enquanto a Oposição em Bela Vi-ta e feita 
pelos próprio~ ure1m1us (SIC) 
«-&--«- 
da 
O Ministro Alysson Puullnelll, da Agrl• 
cultura, antecipou, por telefone 110 Secre­ 
tário Estadual da Agricultura de Mato 
Grosso, Muçao 'fadane, os novos preços 
mini mos fixados para o safra 1!)77 /1978. 
O lIlnistro adiantou, ainda, que na fi­ 
xuçõ.o dos preços minimos foram levt1, 
tlos ern consideração diversos fatores, com 
a preocupação de se conciliar os interesRe 
do produtor, a política antí·inflacio11árla 
que o Guverno Federal está desenvol­ 
vendo a própria conjuntura eeonômlc11 
nacional. O conjunto de ponderações, 
unte>s dn definição du tabela de preços 
rulnimoP, foi submetida il aprecinçilo da 
Pre,;ldência du República, sPgundo o 
Ministro. 
os PREÇOS 
Encerrou-se domingo, dia 24, a II Reu­ 
nião da Associação dus Municípi<•s do 
Sul de Mato Gro,so. (ASSULMAT), que te­ 
ve corno principal objetive,, a aprovação 
dos estatutos daquelu associação. 
Algodão ... 
100,00 por 15 Kg. 
Milho , passou de 63,60 para 
78,00 por saca de 6o Kg. 
Arroz pa!lsou de 100.00 parn 130,00 por 
meu de 50 kg P' 
Feijão passou de 214,80 pura 27G,U0 por 
sac de 60 kg 
Soju pussuu de !)G,00 pata 112,20 p o r 
saca de 60 kg 
Amendoim passou de G3,00 pura 76,50 µor 
sacu de '.!5 kg 
Mandioca passou Je 250,00 purli 336,0ü 
por toneludu. 
pascu de 78,0 pura 
O APOIO 
Prestigiado 
O Prefeito Municipal de Bela i-ta uereee 
o repeito e o u.poio do Go,•rrnador t;a.rc111 Net_o 
é um homem íntegro de passado honrado, reali .. 
zador e eetú desempenhando uns funçõe u on­ 
h:nl.o. t una do:-- melhores prefeitos de Mato Gros· 
Para o Secretário Maçao Tudano, é 
iudisculivel o próprio apoio que a Comis­ 
süo de Financiamento da Produção e 
o próprio Minitro da Agricultura vem 
dlPpensundo no setor primário Nar.ional 
confirmando, inclu:-ive, pronunciamento 
recente que fez à Escola Superior d e 
Gue1-ra sobre Pen;pectivas Agrícolas para 
• 1978, quando fez a colocação de que o 
desaquecimento do setor agrícola pode­ 
ria agrn vur a iaflaçíio no País. Essa po- 
8ição, conliunou, merece o nosso aplaurn 
conAiclerundo-se o papel do i1iniJtél'io 
dn Agricultura nu liderança e C')nduçã.o 
du pqlílica b,asileirn nu ,;etor agrope­ 
cuáric. Por outro lado, há que se recu­ 
nlli:r.er a sensibi11dade do Presidentl da 
República que tem prncul'ado apoiar 
da [arma mais objetiva o setor primário 
vendo nelt> a sua importância na poli­ 
Uca de abastecimento do Mercado in­ 
terno e no incremento às exportações 
e: 0 lll inevitáveis refl~xús sobre a ba• 
laça de pagamentos brasileiro. Hé. 
ainda, dif-se, a p1·iimo_s:ao humana que ge­ 
ra, atra vês da fixução do Hum em à 
terra, Iun pais onde u maior parte de 
su:1 população I eside na zona rnrul. 
Referindo-se especifieumente a Mato 
Grusso ilaçao Tudano disse que 
O Go­ 
vernador Garcia Neto tem recebido do 
üov_e-rno Feder&! todo o apoio na cun• 
duça.o do setor agropecuário er,tadual. 
t 
~ . ...., 
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,J. 
 ·2 
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., 
(.í 
·- 
A reuulão contou com participação 
de mais de vinte prefeitos pertencentes à 
associoção além do Presidente da Assem­ 
bléia, Deputado Pirnlo Saldaoho. Deputa­ 
do Feder·al Ubaldo Barém. Diretor do Se 
tor de Habitação do BNH. Honório Peter­ 
sen Hungria; Ozandi Teixeira da Sudtico; 
Harry Amorim CoPta. Diretor do DNOS e 
várias autoridades de órgãos estaduais 
e fodernis. 
i reunião iniciou às 8,30 h de sába­ 
do quando várias autoridades fizeram u • 
so da palavra e diversos prefeitos flze­ 
ra::r: suas raivindicações, destacando-se 
11. do prefeito Aires Marques, que solici­ 
tou a estrada que partiri11 de Porto Muti­ 
nho, passando por Caracol, Bela Vista, 
Pou_ta Porã, Curnnel Sapucaio, ParanhoK 
ProJetu 7 QuP.dus indo até Guaíra in­ 
clusive com condições de pavimentação 
a coni,truçao de uma eHtação rebaixado­ 
ro. a St:!r lqcalizada 110 Posto Guaíba, na 
estrada Ponta Porü-Dourado, para aten­ 
dimento do srtor rural indo a linha de 
transmissão por Carnp~, Bocajá, Tagi, e 
Aral r.loreira e finalmentR a instaleção 
de postos telefônicos para ligações in· 
terurbanas em Sanga Puitã e na Faze11- 
da _ Itamnra ty. A tarde os prefeitos se re­ 
unrm para aprovarem os estatutos da 
Assuliat quando foram debatidos vá­ 
rios a~suntos de ordtm política e econô­ 
mica. O presidente da Assembléia, De­ 
putado Paulo :::uldnnha, manifestou sua 
Hatisfaçilo em pariicipEtr d1J encontro e 
senti o gt·ande progrnsso dt1 a::.suciação 
D!:stacou ainda que a At'sulrnat apesur 
de sei- rece•n ,,riada, já v.:m pr,.Hiuzindo 
alguns frutos. como u instuh1ção du. 1'a­ 
culdade de Agronomia em Dourados, rei­ 
vindicado na primeira reunião e que já 
tem o apoio do Governador Garcia Nt:!to 
Disse ainda o líder da rssernbléia, do en • 
tusiusmo que tem se notado no,; inttcgran­ 
tes du associação que li.Uruentou ussu,;­ 
tadoramente após a re11Uzação da pri­ 
meira reunião na cidad~ de Doura:lo~. 
'ma constituição, 
ra ser bou, deve es, 
Jw1moolzuda C'tn ~ u u 
partes. liiscíplinada i rn 
seu regime garantida em 
FIia axecuç/io . 
. . . ftomugno,i .... 
ECI IHECIO " 
Contabilidade 
de Antonio João 
Os estudantes do Cur- 
6ú Técnico de Coutablli· 
dade da Escola de 1º e 
22 Graus Aral Moreira, 
de Antônio João, vêm de 
alcançar expressiva vi­ 
tória, ao verem reconbe­ 
c:do aquele curso olra. 
vés da Por!aría de nQ 
5184 de 8 junho de 1!)77, 
do éonselbo i::stadual d~ 
Educação. 
O curao Técnico de 
Contabilidade d&. Escola 
".ra! ~foreira'' tinha sua 
autorização para funci(J· 
namento pelo d e c r e I o 
° 849/76, ficando depen 
dendo do seu recoohecl­ 
mento oficial o que vem 
de ocorrer agora, e a· 
quele etltabeleclmento de 
ensino, e sobretudo os 
jovens estudantes de 
Contabilidade ficarllo a 
dever moís esse valioso 
trabalho aos i>siorços do 
ilm,tre Deput.ido Paulo 
Slllanuha. president~ da 
Assembléia Legislativa e 
prestigioeo repl'Paentaote 
daquela região do Pre 
feito AdJo Herodes Xa· 
vier e dos esforçados 
mestres daquele curso, j 
proiessores Horges e Jo­ 
nas Capllé. 
Le.ia e assine 
0 
Jornal 
Tribuno da 
J 
Fronteiro 
p 
t 
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g 
tz 
d 
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s 
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y 
o 
ci 
d. 
e 
l 
r 
Prnco d a s te 
Exemplar[ 
e r $ 3,00 1