BUN F TEI 09-08-77 N.o 258 Bela Vista Mato Grosso , ,, Continuamos nu mesma ... Falta de Energia Elétr·lca. I-Ifl. vários cll 11s estamos rodando o nosso jornnl "a força muscu­ lar."Parece-nos quo o crucinte problema da energia e!Hriou ainda vai perclurnr. Ilogamos providências às autoridades. Por ocaalilo do aniversário ele Bela Visto muitas promessas foram feitas. Basta de promessas. Vamos phrnr o solo firmo da reulidacle. O povo pergunta: O que está acontecendo nu Usina? Motores com de­ feitos? Fultu de óleo? As pequenas (pou- oas) lndu&ll'las belavlstenses e11lúo a bei­ ra rio desespero. E o dilema; endlvldar­ se ainda mais comprando grupo gerador ou fechar as p1)1'tas? Sabemos que o se­ hor Prefeito Municipal encontra-se a­ doeotado e não sabe o que está 1:ie pas­ sando. Já não sabemos II quem apelar. Associações ão criadas. Deputados truns­ mitem noticias promissoras. Telegramas são recebidos. Mas u reallrl11de, a crua realidade, é que continuamos sem Ener­ gia Elétrica. Até quando? por F.n ncisco ele Assis Dluiz No período de 08 a l'!../08/77 será rea­ lizada em Campo Grnnde-11', às 19:30 horas no Teatro Dom Bosco, a XI ema na Jurídica. A apoteótica semana jurídica tem co­ mo objetivo a conscientização dos aca­ dêmlcos do Curso de Bn.cbarelado em Direito sobre o problema carcarário brasileiro tendo em vi::ita a recente re­ forma do sistema penitenciário utrnvés da lei 6.416/77. A promoção é da FUCT (Faculdes Unidas Católicas de Mato Grosso), pela 1ma diratortu, Dlretório Acadêmico Clóvis Bevilácqu, Associação Matogrosense Pró-Amparo e recuperação rlos Encarce­ rados e ten como 2 objetivo a come­ rnoração do csquicentenário da:; e­ manas Jurídicas no Brasil As conferências, seguidas por debates, serão proferidas por iluE'tres juízes de Direito de Süo José doo Campos ( P), Aquldnuana (iIT) e criminalistas de Cam­ po Grande. Vejam, a seguir, o prcgrama da XI Se­ mana Jurídica: Dia 08/08 - Direitos humanos e prisão preventiva - Dr. elsoo Trad • Prof. de Direito Penal da FUC'lT, Criminalista. Dia 09/08 - A Lei 6.4l6/7i b os aspec­ tos jurídicos da APAC - DR. Sílvio Mar­ ques Neto - Juiz de S/io José dos Cam­ pos ( P) e equipe. Dia 10/08 - Missa. Dia 11/08- O procedimento sumaríssi­ mo (inicial, provas, audiêciu, defesa, conciliação, sentença) - Dr. Licíuio Car pinelli Stefani - Juiz de Aquidauana. Dia 12/0- A modrrna filosofia penal carcerária e sua evolução en razão da urquitotura - Dr. 8. S. ilva Fre!re, Pre­ sidente da Comissão de Assistência e De­ fesa do Advog11io na OAB-ilT Crimina­ lista. • • 1 l Na edição anterior, de 31/7/77, no ar- Nossas desculpas ao público e ao senhor tigo Bela Vi ta Comemorou Festl,vameo- comaudnote do 10 :lC. te 59 Anos onde está. escrito 'coman- dante Orlando }endes", lê-se Cel. Orlan- oc!a que 8o estuda chamada Adafologl, nns es­ colas sup(lrJore11 ele Agrlcullura. Qual sera a cor da terra dessa no8s região cumpograudense? Vermolbu. Dull Terras de Minas Gerais? Clnz!t Clara rn­ chada na 8êca. Do Rio de Janeiro? t>: branca amaro· lada arenosa. Temos assim tonas com cores diferentes, todas preparudas para um plantio o de fertllldade também di­ ferente. E qual delaJ ·levera ser a mais Iértll? Só um11 auállse podará dizer. Está o vu­ lor de uma análise de terra u ogricultur11.. E aqui em Campo Grande como será o eolo? Porque é ele vermelbc? erl!. P.­ l bom pra culturas? Um i>dafólogo diria que o solo dessa nosso reglüo é um la toseol simples no Povo Camrograndense em Luto Tríburrn da Fronlt'!lr. _____________ ...;..._;__ Campo Grande - 1T Do Correspondente - Campo Grande Pura lvnldo Pereira • Tribuna da Fronteira - Bela Vista MT l O de Agosto de 1977 Dizem 011 superticiosos que !lgosto é o mês do desgosto, mês do dei,astres, mês de cachorros louco , etc ... Campo Grande viveu um 1° de ugosto, 2!! felrn, de terror, lãgrimos, muito luto e intenso pavor. No cruzamento da avenida Afonso Pe­ na, às 16:00 horas, uma composiçãp dtt Estrada de Ferro I orol'stc do Brasil, com máquica Diesel de nº • 112 l colheu um ônibus da Vlaçllo Ciaade Morena, de nº 5167 da linha Vila P!oneiru - Viu Uni­ versidade, destroçando-o todo. Mu.lto choro, muito sangue e muitas e multas pessofls mutil!l dtl.l'. Poltronas lavadas com sangue. Tudo isto eu vi al­ guns minutos atrás. Sem dúvida, a culpa de ludo ostã no motorista do ônlbuR, pesso'i il'responsa­ vel e indigno de ocupar tal profissão, pois não respeitando o insistente apito do l!ondutor do trem, tentou utravesur os trilhos quando recebeu o Impacto do la.do esquerdo, executando um giro de 90 graus. Motorista, cobrador e passageiros so freram ITlOmentos terríveis de pavor, me­ do e quem nllo morreu foi mal pura os hospitais de C. Grande. O onibus conduziu mais de 30 pes,rnas e pelo que consta, até este momento, 17:oo horas, mats de 3 jó. perderam li vi­ da. Fazemos um upelo aos motoristas de ônibus de Cumpo Grande, de Mato Gros so e do Brasil - 'Apendar a amar as vidas que voces conduzam dill.riamente". Francbco de Assi1:1 Diniz O Correspondente Campo Grande BG E Alberto Cotrim LIOR TE p1da vr<•1u.lo técnico. Isto caracterlzu um tipo de olo zonal que [tendo a ução ds Intempéries do cliuu, vai ,w forman­ do lentamente ueste nosso clhr111 tropl, Clll l'bllVO!lO, Portantv ó urn ~olo p1•ofundo poroso que pole cbr-gar o ,wr compacto em ul­ gumua . rgíõe1:1 E por quu erá «le com­ pacto ou 1·lco em subslfincla,i nrgíláccas? E porque uoHsa reglã o a rocha se llll'II· trn mais fracu a ação do intornperisrno e i,,e de!llutegrn totalmonl<: em minúscu­ las p!irlículrls formu11dn o solo. Quanto 11 i;ua ferliliíl,de autur11l 11 ve­ getução nttvu dose olo é o cerro.do, matus denaas chamudui. lalifollados de­ vido ao uspecto daH folhas se nsseme­ lharem o. uma folhu plana de lula. As análises feitas deste solo pelos téc­ nlcoti acusa rnm deficiências de allmen­ tnoão que este solo poderá ceder as cullurnti mais exlg,rntcs como o milho, o café, e o soju. Portanto (IXistem terras mais férteis do que esta cujo resultacto das análises satisfatória pura qualquer culttJra que se deseja instalo r no campo. Duí cooclulmos que devemos ajudar llB nossas lerrus colocando nelas alimen­ tos que os lér.nicos t, enteodlios . reéo­ mendu m. Assim procedendo saim<•S ga­ nlrnndo pois temoK uma grande colheita o economizaremos o dinheiro que seria apllcado neiuta e que poderia er jogado a prazer pelo 11gricullor prtijudicando mesmo sua cultura. Portanto fuçam ~Ampre análiseP quí­ micas de suas terrus caso queiram de­ l>1 obter informações úteis âs lu vorns. Cortesia: Importadora A ExporladC'rn Be­ la Vlstli Repúhllca Pecterulivn do Brasil Estado de Mato Grosso Comarca de Bela Vista Cartório do 2° Oficio O Doutor J oüo C1trlos Brirndes Garcia, Juiz de Direit,) do r:omurca de Sela Vista. Edtado de Mato Grossc,, por snbs­ tilniçào legal, no forma da lei, etc ... Faz saber a tudo quantos o presen­ te Edital virem ou dele conheclmeulo ti­ verem, que no dia 09 de setembro de 1977, as 1OO0 hora , no átrio do Forum desta con,urcn, o Sr. Porteiro do Audi­ tórios ,João Hilário Perera, levará u pra­ ça os bens penhorado nps autos de E­ xecuçüo que C IA I TAU DE INVE TI­ ~1ENTO. crédito e finuaciambnlo move contra , ri Ricardf, Br,rndão De!vnlles, em tràrnite por êsl-• ,Juízo e Cartório do 2° Ol'ício, e não huvendo licitantes foi de,:;ignudc o c!ia 19 de setembro de 1917, us lll:oo horas, para a eventual segun­ da praça, sendo os seguintes os bens pe- fohor,tdo~: um salão comercial, edificado ~110 lote de terreno nº 11 da rua ebasli­ ão Crispin do Rêgo, medindo 5,5Qx60 metros, devidamente transcrito sob n% 20.768, n~. 90, livro 3 L., avaliado em CrS !00.000,00 (cem mil cruzeiros), valor por quanto será levado à praçu para ser arrematado por quem maior lance elavlstenses. Rua Duque de Caxias Bela Vista • Mt Dr. Ivan ilfonso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Hua Volunrárioo ela Párrin, 376 • Fone 210 Bela Vista Moto Grosso , clireçiio nacional do MDB. em reuniiio da executiva nacionnl, sob n prcsidencia do depu· tado Ulysses Guimarile,, desi.,nou um "'rapo de trabalho para apresentar, após o recesso. as dire­ trizes do partido nos campos institucional, econô- mico e sociul. ' o setor institucional foram desirnados o8_seguintes parlamentares com as respectivas a tribuicõs: l_ienador Paulo Broxsarde - Federação, Declara­ ção de Direitos, Direitos e Garantias Individuais: 2 enador Marcos Freire - Defesa do Esta, do, E.todo de sitio, dn eliminação dos ntos de Exceção. Anistia e Constituinte· b .. 3 Deputado Tancredo N~ves. i~tema Tri· utar1o; 4 Deputad~ Laerte Vieira - Poder Le.,isl,ni,·o, Orçamento e Fiscalização Financeira; P d f. ;> Dep~tado Erasmo ,fartim Pedro . Do o er • xecut1vo: 6 Deputado Humberto Lucena - Segurança acional. Forcas Armadas e Funcionários Público-: ,,, ',"pado Celso Barros - Do poder Judi­ caro e do Minietério Pblieo; . 8 !)_cputu•lo Waho:-r ~ilv11 - Da ordem econô· mca e social Pn,a, ""gadg Sérgio Mt@rito. Do. P»ridos ,""? la 'aailia, Educa;ao e Cultura. s retrizes da poüti • . . I pnm o plnno d - cn ecooom1cn nac,oan ' os r«bílis, 4,],,""P""30. sr4 definida segundo ruenr.nres: p semu os pelos seguintes pnrln- 1 Deputado Antonio e I d O . . blemn du clepend· . ar os e ·liveira - U pro· leirn. excesso de ':ncia ext:rna dn economia brasi­ lógica, end;; Importacoes, dependência tecno· f; 'nvdamento, etc .. 2 Dc:putado Alceu Co! • 0 tribuição da ri+ue+. ares • }>roblema dn dis- éii@ si4ii"4$}$,"",y ui vários sector sistema tributá;io ; ~ca d e emprego, reforma do nlimeat:,ção, etc. . • ao lo campo de saúde e da 3 Depurado 11nrconde G d 1 da emprêsa privad ~ 11 e bn • Fortalecimento problema da pe u:n nnc:onn!, compreendendo: o reris@s «k,," Jdi ±mriés, o apoio de 6laces par "";; !g rditoj, a necessidndr. outros aopr.ctos: capita izaçao das emprêsa,, e 4 O Deputado João G;II presença do Estado I erto. • O problema da 5 Senador Lei <]"} economia Brasileira: tura e da estrutura a•o.v_e~ - r problema da ngricul· 6 Senador Roberto g~iir1:1 _rnsi.leira; energia e da explor.,,}nino - Os problemas da 7 Deu«do ÉGi",!e mub-solo; Educai « da ia,,"?",Os prole. ds ac1ona, 1 . 1 Ilda VJHlli MT. 9s77 'T'ribgyu i''U- ,Jogan~lo nml11to1mrnt•nte _domingo, utos '!llvez ainda esH11 semarrn GlvP.nlldo, u Zero para o selecionado. do Corlnth!us Puulisttt seja vendido para ProvavelmAate os times que participa- o Cruzeiro de Belo Horizonte com a rão do. Taça. "Assis (C b a t e a u-. venda desse jogador, cogita-se a vinda hrland) neste ano. Bt>rão as Equipes do -do' Caçapava p,ua o Timão. E. C. Bairro Alto, e E. C. Vila Novn. Pu- O Santos aluda não definiu u situação: ru isso as equloe11 já e!!tão se movlcneo- o time d11 Bali,ia, quer comprar Toalnho tando Intensamente. Cerezzo e .Paulo lziLloro do .-.tlético de Está sendo renllzado na Qundru do Minas, ambos fazem parte dtt & ~ l e ç li o Blg Lar A. C. o campeonato ~cte !uteb0l Brasileira. F.TO lill@illJ ~ [ID ffil lliJ Ell 00 lm A turma do Projeto Rondon, operação XIX em Aquidnuaua chegou dla 5 de ju­ lho e desenvolveu v!uios trabalhos jun­ to com a Comunidade. Eis os projetos que foram rPalizados: 1- Estruturação c/ ou dioamlza<:lio de grupo Suporte. 2- Educação Sanitária. 3- Implantação c/ ou dit:umlzução Lle associações comunitárias. 4- Ai;sistência o. Escola Comunidade. 5- Capacitação de mli.o de obras. 6- Runs de lazer. 7- Campanha dt: Conservação e valo­ rizoçáo da Floru e Fe.uoa • ColHboraçüo junto a Prefeitura na l'!aboraçAo de um foruulurio sobre Suú­ rle, alimPntnção e vebtUflrio nos escolas rurais du rede municipal de Aquidnuana. eída da turma dia 6 às horas com Destino pura :3-. Paulo no final o moui­ tor do grupo dizia o seguinte: equipe no inicio da sua atuação te­ ve realmente dificuldades c/ os contatos para com a comunidade, mc.s felizmente conseguimos umo. interação com exilo. Hoje sentimos pelo dia de amanhã, poli- 1rnrtiremos levando coao,;co a saudade e a len.brança da comunidade Aquldauanense. Atividades Esportivas do Grupo Roadon Dia 6 de julho Futebol de salão Rondou 9 x 5 Comunidade Dia 7 de julho valei feminino Ronrloo 1 set x Comunidade 2 sets Dia 8 de julho Hnad boll 6 x 3 Rundon Mli,to Dia 9 de julho, futebol de salão Rondou 4 x8 Rlldio Independente Di 16 de julho, mini olimpíadas valei fernin!oo Rondou Aquic.J. 1 set x 2 seleção Ron­ dou de Anastácio Hand l>oll masculino Rondon Aquid. 8 x Rondou Anasttclo G Futebol de Suliio Rondon Aquid. 4 x 2 Rondou Ao:11,lácio Dia 23 de julho, em Taunay, o futebol de gramado Roodon Ox7 Seleção de Tau­ nny, o Roadon jogou sem tres titulares. COMPONENTES DO Gl IPO ROHDOH Cleuzu • Enfermagern Lenice » rsula - Educação Fisfea Sucli • ;'iulrição Juão Luiz (''luta) Ed. Fiiea Hilo - Biomediea8 Cio vi ( p,,etn) - Ed. FIiea Zé Pedro • Agronomia Aluir (!ui/•) Serviço Socfnl Serglo - Engenhurltl :!arlo Inê,; • ~!edicinu Sorllu - Snviço Social !lomulo - Cornunlcação Lúcia - l'e.Jagogia illarfo. roes - St!rvlço Social Claru - Artes Marisele - S. Social Lúcia • S. Social Odomllson (Camurúo) - VAtl'rlnt'í.rlo João - Ciências Biológicas Cledsoa - Monitor Dr. Fiori :lurano Médico Consultório 7às 11 h::;. 16 :h 19 h.!< lpemat INPS 12 s 15 hs. Posto do Saúde· e Funrural SOCIAL PARALELO O homem tem a illpremacia; A mulher tem n prefereacia. A supremacia repre­ senta a força, a preferência representa o direito. O homem é forte pela razão; a mulher é iovenelvel pelas lágrimas. A ruzão con- vence; as lágrimas comovem. , O homem é cpaz de todo: os her0ia­ mos· a mulher de todcs os W!lrtirlos. O heroismo enobrece; o martirio sublima. O homem é o código; a mulher é o e- vangelho. O código corrige, o evangelho 1 aperfeiço1:1. O homem 1! um templo; A mulher é um sacrário. Ante o templo descobrimo­ nos, ante o sacrário ojoelhamo-nc;R. O homem pensa a mulher sonha. Pen­ sar é ter um cérebro. Sonhar é ter an fronte uma auréola. O homem é um oceano; u mulher é um lago. O Oceano tem a pérola que o embeleza. O lego tem a poesia que o deslumbra. O homem é a a gula que voa, a mu­ lher o rouxinol que canta. Voar é domi­ nar o e8paço, cantar é conquistar a almn. Victor Hugo Comunistas Chi­ lenos desiludidos com o Paraiso' socialista O, mili1nnle• e•querdi,tu que ohundonuram o Chile n• 6s queda do_governo % hi,,de ferm e fixar e vá rios países comunistas no Lres­ te Europeu e em Cuba. Mandava a lica yue. uma vez instalados nos pararo» socialistas, esses comum1a andino• ali pennon.eceesem, poíe ,•iveríam rnb reg1mrs 'Iª." correspondiam ás suas con­ cçôes ideológica. Entretanto, tal não e dru. Esses chilenos logo se deram conla de que a vida n?• pal­ ses socialistas era um inferno. l'or ; .. o, em sua grande maio ria. eles abandonaram a nações. Enquanto isso, o na­ mero de andinos nos paíse "bureuese»', principalmente na ti;noço. cão deixou de au- mcnLnr... , E•tathticus do Alto-Con11s­ sariado das Naço» 'nidas, ór­ vão in•u.speilo para coollala• ], mostraram que no lo ano dó governo Pinochet fixaram, se na Alemanh& comum&IJl 2211 1 - chilenos. Em 1976 e6 eslava?' 1 JE, 53 delce. Paro a Hungria ,·iajaram 31-1. FiCllrom npenC < 46. ia Fumãnia sómente 289 dos 1149 comunistas dulcnos que foram pará Já. Tnmb_ém em Cuba, dos 517, s6 111 f.1ca• rnm na ilhn-pri,ão de Fidel Cn,tro. Mais uma vez, umn verdade rsalta dos fatos; o tão dec-ant.ndos paraísos aoe!•· Ji;;tas 020 passam de um lll• fernu insuporlável •• , mesmo para os comunistas! (ABI • Agência Boa Imprensa) EUTTE. de Esmilda Proença Artigos ,. rmos para Senhoras e Senhoritas, Bolsas, as últimas novidades (Didi) mod11 .b1·t1slleira. 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O Interessante que muitos duqnelrs 11110. enf{ltlc111ntinte, diziam-se contl'U 11 nlu<,•ão do novo Rslutlo, aqui mesmo na Câmara, hoje, arvoram-se utó u atingir . po~lções relevo na vida políllca-ndminls­ trutlvn do Matü Gros5o, lianfio a lmprns­ süo que nõ.o se rncordam que até 3 de maio, agressivamente, manifestavam-se contra a criação do novo Estado. Os Anols da Cfim11ra e os pronunclu­ meatos publicados, ão nos deixam fal­ tar com a verdade. Interessante, por­ tanto, verse a folta do c,11:irêncla dos inusitados clcladões. Ontem arum contra e ogorn desejam até, como já disse, num comportamento incoerente ulinglr posl­ çoes, quanlrobrás, quanto as regiões du coe­ ta allfinllco, num sistemó.lico, posiciona· menlo, de dar as r.oi;tas para o interior l>rnsileiro, quanto as pesquisa!! do "ouro negro" fora da plataforma submarina. e o Pantanal foi como se afirma um grande Mar Interior nu pussado, p'lr que, meu ',Deus do Céu". niio Re pesquisar o grunde O.rea? Se o Petrobrás oão possuí coüdições ele exercer osse traballlo, por falta d.- condlções próprias que o ftiça através dos Conlralos de Risco. O ,upremo Arquiteto cio Universo, não teria sido lil) podrosto, pora eom o Bra­ sil, d e t e r mi n a n d o que 11 n os R '1 Pá t !' i u. t e ri a que ser uma II h a cercada de Petróleo por todos os lados. Regiett·o, :-ir. Presideute, Srs. Deputa­ dos, mais umu vez. em nomP- dv p:ivo matogrossense e carnpograndense, o pro­ teeto o desencanto e mesmo a revolta, contra 11 Petrobrás, pela sua atitucie de desconhecer, M11to Grosso, o Pantanal e a regiüo Centro-Oest~, como prová veis áreus de ricus possibilidadea de encon. trar-e Petróleo. Que Deus, ilumine a intollgêncla dos tecnocratas e burocrntas da Petrobrá.11, dando-lhei; mais agilidade, ação mais rápida, menos papéis e suti­ lezas jurídicas ao concretizar-se os con­ tratos de risco. gu nhando-se tempo, na pesquisu e prospecção das regieõs citadas. É preciso leml>rar-t-e que existem vezes que as primeiras impressões não são fa­ vorüveis, que utravés das pesquias con­ Vlncíouais não existe o produto numa, vamos dizer, lncoerênchi da própria na­ tureza, que no caso, em t"ipeeial, apre­ senta-se de forma diferente, fugindo aos preceitos cieutil'íco.; rígidos pré-estabe­ leoldos. Nüo seria o cutJo do Pantanal? Se jó. a-e ln algum trabalho ou algo parecids e não foram boa as perspectivas, por que não se partir para outra fora, talvez no terreno abuudoua11do u prallca e 11 teorin, já consugrad'? Não nos entra u cabeça, como se diz vuluruente, qu havendo comprovudurnt>nte P.,-tróle~ no Chaco Paraguui, repito que nada mais é que o Puurnaal, uu língua e11patJhola, t1ão PXiRtn no Brasil, dlunte de uma Rlm­ bólica fronteira, em largo trecho. decor. rente de urno Jlnlrn lmaglnál'la. Como a Pt!crubrá11 explica a descobenu do Petró­ leo, em Porto Experança, Distrito de Co­ rumbá, em 1939, havendo ordem n épo­ ca para lacrar o poço e encerrar a ali· vldude dn Companhia, liderada por Mcn­ teiro Lobato? FIc.1, port9n to, repilo, ma­ is uma voz registrado o nos»o protesto e desencanto, com relnçtio u Petrobrás por ausentar-BEi du reglilo Centro-Oeut.P. Deputado Gastão luller Dr. José Consultório Ribamar Cruz da Silva Partos, Ginecologia, Clínica Geral CRM RJ 17.937 - CR~i-MT 439/s - CPF 058043377 Hua Qulnzt de Novembro, 481- Tel 123 BELA VISTA Mi éVEIS Eletro-Domésticos em Geral Facilidades de pagamentos - Colchão divino inte• grado [Algodão, espuma, sisa, modelo ortopédico e firmeza progressiva) Casa Ale Móveis, Onda Vaca Compra Tudo Para O Seu Lar. Rua 7 do aolombro, 140 Ponla Pcrã €4$ de Ubirajara Gome. de tamp«.«· o popa'sr DIp" C l. & p • s ç A o. 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Soja brasileiro estaria sendo Jesli­ nuda ao porlo de Pnra.naguó.. diretamen­ te do território nacional, mus acompa­ nhada de doeumentos ( certificado de ori­ gem, documento de transito, etc), fnlsili cados como sendo de orígt-m paraguaia; 3. Veículos realmente procedeates do Paraguai, com soja produzida naquele pais, durunte o percurso em território nacional, estar iam cc;mpletando n carga coo soja de produção nacional, utillzun­ do-se de fulsa dec!tu·aç!lo de peso isto é, tonelagem realmente originária do Para­ guai lnferiol' à declarat 1.a nos documen­ tos, sendo completada. no território bra­ sileiro. RECEITA ACHA QUE NÃO HAVERÁ MAIS DESVIOS . ecretaria da Receita Federal coo· Hdera qu'3 foram totalmente inibidas as poslbilidade. de ingeessr nos depósitos [rap os nos portos de H'uran!ui e San­ tos, oja de prcduçlio Bra!lilelru como se11tlo <1<' prorl:.ição rio Par·agual, rn<'dio11- te certifcados de origem paraguaia ful­ slfk11'loF1 Para movimenlação de seu comércio exterior, o Purogunl se utiliza daqueles do!:-: portoi:: brasileiros, onde mntém en­ trepostos de depósito franco, 1,egunrl11 permitlr :m convênios assinados com o Brnsll C'm l9fll Tanto os prorgir do solo, de repentP, nas proxlmir!ad<>s da Turre de Sulnt Jacques, um enorme mastodon­ te melállco, ostentando à vista de todos suas horrendas entranhas: tubulações gl 1 gantescas, condutos elétrkos emaranha· 1 dos, grossas nervuras de ferro. Essa espécie de "hangr de arte', com asp~cto de rdiuarla de petróleo causou profundo de.;agrudo no público pJrisi~n8e. Um repórter brasíleiro QUi:! viaj,,u a Paris ouviu de um chofer de txi: " o sr. não chegou em boa hora. Com todo o frio que est".l rnen:lo, só resta ir ver esse nrgócio idiota e vul­ gar que inauguraram ont~m, uma espé­ cie de armazém de arte''. Os jornais comunistas estão indigna­ dos com a rejPiçi.io do público a esse templo da ·•modernidade". O referido "c&ntro cultural", além de feio tem-se mostrado também dispendioso e antifun­ cional. Suu manutenção devora um sé­ timo da verba do ministério da culturas gastando ruaiA do que os outros trinta museus da Frauça juntus. E seus 1.032 funcionários não cessam de se queixar do ambiente do trabalho. O ruído é in uportli.vel, pela falta de pare«Jes e o efeito ótico de pinturas ex­ tra vcgantes é desastroso: todos os fun­ clonárioil tem os olhos constantemente a vermelha dos. As listas de recl!1mações se avolumam cada do, Jornni~ "0 Rcp6rtrr", J.;' C«mpo Grnndc, "O Puntunciro" ele Aquidauuou e "lmpnc10" de Cnm;>o Grundc. Ti­ nham razão os gregos quando deram aos JcuseR us paixões humnas, que os envolviam n que relns terrc•trc,> c os fozinm participar de fero1.cs combates ou seduzir rnortnis us-nndo truques ca­ pnzes de causar invejas ao próprio Joilo Tc116rio. Mas, vivemos em outrn épocu, os deust:s forum cassados, e hoje, os tempos io diferentes. Ficou palente, pr111cipulmenlc , cln,sc polfticu de llcln Vista, que existe divergências na ARENA da ler· ra. Pro'u dio~o a prc,cnça nn cidndc do Oepulu· ,:lo Ubaldo Burcm e nüo tn o 111clítico m!'i,S 1 recisn_mcnt_« Problema,; para o Prefeito Muicipai, Quais seriam estes pro· blemas? E uma peq:nntn Eem r~spo,ta. E HtO nnu nos supreende pois existem muitas perguntas em repostas, São os inais dos tempos. Em Cuiabá onde estivemos há pouco, interpelaram-nos a res• peito da situação política em Bela Vista. O que dizer? Uma CPl eslf1 em anclamel!lo nn T::tntorn Municipal. Acusam o Prefeito de falta de Diálogo E, isto tudo em fonuliu. 1 udo Arena. Onde nndu u fidelidade p:irtidátin'? Estarrcccdor. ~o c111:tnto, é saber que: n tranquila falta de autocrítica com que muitos ,e opinam sobre a vida pública belavisten­ +e, matéria que desconhecem s não er pelo usu­ fruto das posições, tem sido a causa tior das divergências. No compete _ao leigo imiscuir-se n orientação política do municipio, asmm como, é. rid!culo bancar o ·candinha e fazer fofocas, • .. Pr6• prio de homens menores. Existe, realuente (Jl"Cr­ gências no Arena belavistense, Alguem ou algo deve processar uma união urgetc caso contrário o MDB até o momento assistundo de camarote poderá usar e agir e sua condição de Oposição. Por enquanto a Oposição em Bela Vi-ta e feita pelos próprio~ ure1m1us (SIC) «-&--«- da O Ministro Alysson Puullnelll, da Agrl• cultura, antecipou, por telefone 110 Secre­ tário Estadual da Agricultura de Mato Grosso, Muçao 'fadane, os novos preços mini mos fixados para o safra 1!)77 /1978. O lIlnistro adiantou, ainda, que na fi­ xuçõ.o dos preços minimos foram levt1, tlos ern consideração diversos fatores, com a preocupação de se conciliar os interesRe do produtor, a política antí·inflacio11árla que o Guverno Federal está desenvol­ vendo a própria conjuntura eeonômlc11 nacional. O conjunto de ponderações, unte>s dn definição du tabela de preços rulnimoP, foi submetida il aprecinçilo da Pre,;ldência du República, sPgundo o Ministro. os PREÇOS Encerrou-se domingo, dia 24, a II Reu­ nião da Associação dus Municípi<•s do Sul de Mato Gro,so. (ASSULMAT), que te­ ve corno principal objetive,, a aprovação dos estatutos daquelu associação. Algodão ... 100,00 por 15 Kg. Milho , passou de 63,60 para 78,00 por saca de 6o Kg. Arroz pa!lsou de 100.00 parn 130,00 por meu de 50 kg P' Feijão passou de 214,80 pura 27G,U0 por sac de 60 kg Soju pussuu de !)G,00 pata 112,20 p o r saca de 60 kg Amendoim passou de G3,00 pura 76,50 µor sacu de '.!5 kg Mandioca passou Je 250,00 purli 336,0ü por toneludu. pascu de 78,0 pura O APOIO Prestigiado O Prefeito Municipal de Bela i-ta uereee o repeito e o u.poio do Go,•rrnador t;a.rc111 Net_o é um homem íntegro de passado honrado, reali .. zador e eetú desempenhando uns funçõe u on­ h:nl.o. t una do:-- melhores prefeitos de Mato Gros· Para o Secretário Maçao Tudano, é iudisculivel o próprio apoio que a Comis­ süo de Financiamento da Produção e o próprio Minitro da Agricultura vem dlPpensundo no setor primário Nar.ional confirmando, inclu:-ive, pronunciamento recente que fez à Escola Superior d e Gue1-ra sobre Pen;pectivas Agrícolas para • 1978, quando fez a colocação de que o desaquecimento do setor agrícola pode­ ria agrn vur a iaflaçíio no País. Essa po- 8ição, conliunou, merece o nosso aplaurn conAiclerundo-se o papel do i1iniJtél'io dn Agricultura nu liderança e C')nduçã.o du pqlílica b,asileirn nu ,;etor agrope­ cuáric. Por outro lado, há que se recu­ nlli:r.er a sensibi11dade do Presidentl da República que tem prncul'ado apoiar da [arma mais objetiva o setor primário vendo nelt> a sua importância na poli­ Uca de abastecimento do Mercado in­ terno e no incremento às exportações e: 0 lll inevitáveis refl~xús sobre a ba• laça de pagamentos brasileiro. Hé. ainda, dif-se, a p1·iimo_s:ao humana que ge­ ra, atra vês da fixução do Hum em à terra, Iun pais onde u maior parte de su:1 população I eside na zona rnrul. Referindo-se especifieumente a Mato Grusso ilaçao Tudano disse que O Go­ vernador Garcia Neto tem recebido do üov_e-rno Feder&! todo o apoio na cun• duça.o do setor agropecuário er,tadual. t ~ . ...., . ~ ·, ' . , .I' ,J. ·2 ' - ; l ... ., (.í ·- A reuulão contou com participação de mais de vinte prefeitos pertencentes à associoção além do Presidente da Assem­ bléia, Deputado Pirnlo Saldaoho. Deputa­ do Feder·al Ubaldo Barém. Diretor do Se tor de Habitação do BNH. Honório Peter­ sen Hungria; Ozandi Teixeira da Sudtico; Harry Amorim CoPta. Diretor do DNOS e várias autoridades de órgãos estaduais e fodernis. i reunião iniciou às 8,30 h de sába­ do quando várias autoridades fizeram u • so da palavra e diversos prefeitos flze­ ra::r: suas raivindicações, destacando-se 11. do prefeito Aires Marques, que solici­ tou a estrada que partiri11 de Porto Muti­ nho, passando por Caracol, Bela Vista, Pou_ta Porã, Curnnel Sapucaio, ParanhoK ProJetu 7 QuP.dus indo até Guaíra in­ clusive com condições de pavimentação a coni,truçao de uma eHtação rebaixado­ ro. a St:!r lqcalizada 110 Posto Guaíba, na estrada Ponta Porü-Dourado, para aten­ dimento do srtor rural indo a linha de transmissão por Carnp~, Bocajá, Tagi, e Aral r.loreira e finalmentR a instaleção de postos telefônicos para ligações in· terurbanas em Sanga Puitã e na Faze11- da _ Itamnra ty. A tarde os prefeitos se re­ unrm para aprovarem os estatutos da Assuliat quando foram debatidos vá­ rios a~suntos de ordtm política e econô­ mica. O presidente da Assembléia, De­ putado Paulo :::uldnnha, manifestou sua Hatisfaçilo em pariicipEtr d1J encontro e senti o gt·ande progrnsso dt1 a::.suciação D!:stacou ainda que a At'sulrnat apesur de sei- rece•n ,,riada, já v.:m pr,.Hiuzindo alguns frutos. como u instuh1ção du. 1'a­ culdade de Agronomia em Dourados, rei­ vindicado na primeira reunião e que já tem o apoio do Governador Garcia Nt:!to Disse ainda o líder da rssernbléia, do en • tusiusmo que tem se notado no,; inttcgran­ tes du associação que li.Uruentou ussu,;­ tadoramente após a re11Uzação da pri­ meira reunião na cidad~ de Doura:lo~. 'ma constituição, ra ser bou, deve es, Jw1moolzuda C'tn ~ u u partes. liiscíplinada i rn seu regime garantida em FIia axecuç/io . . . . ftomugno,i .... ECI IHECIO " Contabilidade de Antonio João Os estudantes do Cur- 6ú Técnico de Coutablli· dade da Escola de 1º e 22 Graus Aral Moreira, de Antônio João, vêm de alcançar expressiva vi­ tória, ao verem reconbe­ c:do aquele curso olra. vés da Por!aría de nQ 5184 de 8 junho de 1!)77, do éonselbo i::stadual d~ Educação. O curao Técnico de Contabilidade d&. Escola ".ra! ~foreira'' tinha sua autorização para funci(J· namento pelo d e c r e I o ° 849/76, ficando depen dendo do seu recoohecl­ mento oficial o que vem de ocorrer agora, e a· quele etltabeleclmento de ensino, e sobretudo os jovens estudantes de Contabilidade ficarllo a dever moís esse valioso trabalho aos i>siorços do ilm,tre Deput.ido Paulo Slllanuha. president~ da Assembléia Legislativa e prestigioeo repl'Paentaote daquela região do Pre feito AdJo Herodes Xa· vier e dos esforçados mestres daquele curso, j proiessores Horges e Jo­ nas Capllé. Le.ia e assine 0 Jornal Tribuno da J Fronteiro p t d g tz d ., ,., e s d y o ci d. e l r Prnco d a s te Exemplar[ e r $ 3,00 1