. TRIBUNA D 
Ano VI N.o 259-- 20-8-77a28-8-77 Bela Vista 
h $k%is tese ta te 
z.ta., hra. 
R 
!-J 1 1 uns ll }» 
CÂMARA É 	a 
Gasolina pode­ 
ra sofrer novo 
aumento 
-f 
Ao• olnoo dlna do me11 do Ago11to do 
au• d• hum mil novecentos e eetentn. o 
11
11, reallzou-110 nn Cfimnrn Municipal de 
ha VItna, Estudo do Mato Grosso, Seu- 
_-_ 1 ,ao Solene, 110 I> a Prusldêncla d o Verea­ 
dor Joall Simpllclo da Cota Marquos. 
Hanud• ''quorum", o Sr. Presidente de­ 
tlartu aberta n 101oli.o cm "n o m e de 
D• u", Fizormso presentes os e­ 
rutnt11 Verendoroe: Osvuldo 'furlnl, Noe• 
dl Leite Laranjeira, Afon110 Dilou Nun0s 
Lolto, Nivaldo do Barros, Ely de Araujo 
Barbosa, lldefonao Pinheiro e Getúlio 
Lino. Para cumprimento da Programuç!ío 
doa futejo11, foi realizada o. Mi&frn na 
Capela do DIYlno E&plrllo Santo prlo 
!'aclre Haroldo Harrison às dezoito horas 
• con■tou com as presenças dos senhu, 
ru: Eduardo Justo Ocariz, Cônsul du 
República do Paraguay; Sr. Orlando len­ 
h:lugn, Comandante do 10º Regimento 
de Cvalaria, Presidente du Câmara Mu- 
11lelpal do Vere11.dore11 e outras nutorlda­ 
dea clvi1 e militares. Terminada a missa 
houve a Soouo 8oleo com a pre;;euça 
daa ·autoridades clt11.da", com exceçiio 
do Sr. Cônaul rlo Paraguey que teve de 
a1111ntar-1111 por motivos de força maior. 
Come nio p11des1e pro rerir a po leslra 
.:2:".z. 
o 'Suplente de Vereador David Bonfim de 
Ollnlra, que chegou utrazndo para u 
solenidade. Foi f&ito o segumto discurso 
em nome da Caiara, pelo vereador Ely 
de Araújo Barbot1a: 
ti E 
Voltais táo cheio de glórlR 
Vejo-voH tu nto crescei· 
Que o 
1
Hvro du nossa I-Ih1tórla 
Nüo pod1, mais vos conlAr. 
Ei-vos enfim! São tüu grandes 
Vossos vultos Imortais 
Que compará-los uoa Andos 
Fora ab1lxá-los demole. 
1.88G vai encontrá-lu como PresidE-nle 
da Provlnclu do Hio ürundo do Sul e 
M11rechul de Campo e na questão mili­ 
tar val em defesa do seus companheiros 
de fnrdl e uaeim ue pronuncia em me· 
roorávAl carta ao Bar/lo de Coteglpe: "E 
falam em Exérnlto e em dfecipllna! Subo 
precisamente o que é Exército, o quê é 
disciplina, sómente aquele que toma par• 
te ativa nas suas glória~; aquele enfim 
que esquece mãe, mulher e rilhoe para 
lembrar-s~ dentro da11 fiielrlB militaret1 
sórneute àa Pátria e que para rellddade 
dela oferece o corpo no ferro Inimigo. 
St1.be o que é dlsclplint1. m!Jitar i,ómeate 
aquele que, no horrlvel do combale tem 
ll responsabilidade a mois difícil. a i 
elevadaa, incompreenivel, que é a res­ 
ponsabilidade rte soldado". 
Em Moto Grosso foi ajudante de ordea 
do Presidente do. Provincia. Casou-lia em 
Culabá. Foi comundante do Qunrt:.>I Ge­ 
neral om Transito. Em 1.889 assume o 
Comando das Forças 'avoi e de Terra. 
Daqui partiu de volta à Corte pura Pro­ 
clamur u llepúbllcn. 
Coube a D,•odoro entregar a Osóri<>. umn. 
espada l'0m o norne do Patrono da Cava­ 
laria oscrito em ouro, ofE:recids. pelos que 
serviram sob seu .Comando. 
Dizem que quando o Bud~ uasce}l em Coube a Or.órlo quando saudado no 
inverno, ma& a untureza cobriu-se de Paço de áo Cristóvão, com t!Xpanslvo 
tioru II o~ pé.llearos voltarnm a cantar. entusia!lmo responder ao Imperador: 
Ch•gou ao mundo um iluminado. "Snlve Osório, ho, bruvo dos bravos" 
Coutam, que quendo Cristo nas1;eu, a ''O bravo dos bruvos é um só. E es8e 
nolt• eachou-,e de Paz os Anjos cauta- é Deodoro." 
ram: AIPluja! Glória a Deus nus alturas M~us enhores: Gestos como ee!'rs t>ÜO 
e Paz 1111 Terra liOII homens de i>oa von- 
ta.de. Veio ao Planeia Terra o Filbo de próprios dos brn vos, para quem "a gló­ 
ria é n mais preciosa recompensa."' 
Deus. 	Nada m;;ls justa que esta homenugem 
Quundo o Mahatma Ghandi nasr.eu 
O 
que n Cilmarn :'11unicipal de Bela Vista 
Ganges correu bem mnamente e nessa t E;é it B} ·q1,3. g 
hora todns foram convidadon à preee. preP 
11 
ao x rc 
O 
rasi eiro, 
11º es• 
p quicentenó.rio de nascimento de Deodoro. 
Chegou no wundo um homero do az. Deodoro é uma da!' expressões, vivas 
5 de Agôato de 1.8~7. Alagoas· Brasil. do Exército Ur.u:ileiro, titmp,e suldndo 
No mar Ili andou cresceram, õe avolu- no rigoroso sentido da palnvr&, bravo 
maram, 110 agigantaram e quebraram-se e arrojaôo dill-nte do inimig-o em qual­ 
Doa rochedo11 com 11strondo, como 
O 
ru- quer campvoh•, ubordinndo ás ordens rnprriores, 
gir do■canhões. Os Anjos, sempre OS m•• guardando no coração toduE os &eotimentos 
Aujoa . Querubins - tocaram trombetas nobres, os anseios de liberdade, de fé na demo- 
i 1 1 
A • abateram crncio de luto peln g:randez.a tln notso Pátria. 
om r troo marc l ; os .-..rcanJOS Ilo~rnclos e nobres colegas r meus ,enhore.: 
ospnda em contiuêncla. O Sen_hor dos Nosso pah c~minha altaneiro pnra o futuro que 
Ixércitoa abriu a cortina dos CeüS e eo_r- lhe é reservado no con,erto das 1 ações do Mun- 
rlu para o mundo. Nesse lnistante nasclli do. . . . 
Dtodoro, o Guetrelro. 	Diante das várias crises que dcspontom _no ce- 
S Buda e Cristo mudaram a História núrio internacional, vigilante para a agre+ão que 
e U &l 	r·t f' diu111rnnmente se r e n O' n, p n r t 1 d n d OS 
de doi• mundos trnzendo nova IilosoI1a, ,e desejam o c a o •• 11 d e s o r d e m, 
Ghandi com ll Palavra a 'H1stór1a · da 
1 
~. ·i:revo• conslllntes ~olapante• da •~o•sn econo·. 
Jndl& domando o Leiio Brlt/lnico, D_eo• mia, para os pronunciamentos ofensivos à Seu­ 
d m u llBpa.da encerrou um ciclo rança acional, a nrdem ntunl procura construr 
oro,. co • d a lrcui- um 1-'nh socinlmente sfio, com uma democrnc1n nos- 
da Hilltórla do Brasil rorupeu "· d nboríucnc compatl'el com o estnuio d-, descn- 
t dl 
~ • l·a de mais E> rne- ••· " ' • 1 " 
c Ir (çiio monarquIsl ' vlvinento cconmmuco que atingimos não apenas 
fo século. 	um democracia teórica; a ordem atual d ·seja pa 
Se Gbandi é 
0 
Patriarca d Nova I ,a o Puh umn _cl_emocrncin de plena l_ib~rdnde, ma• .. Estou rrocurundo normn1iznr 11 •ituação finnn• 
o D d é Pui do Regime Rapu- om responsabilidade, em que_o direito de um eira dos Prefeitura, c atendeudo a todos dentro 
dta, oo(oro o I I termina quando tangencia o direito de outro,. do, limites. O povo devt! •:tbcr que estou aqui por 
blicano do Continente Brasil2iro. Pra atingirmos a esse democracia é nccc•sário trinta dias ,•,pero, como todos dc'Cll.l cSpPmr. o 
Filho du Guerreiro e mãe heroinu e O 1eu.ladores, estudantes, lavradores, empresá- pronto restabelecimento d Prefeito Castro "intoe 
terceiro de umu prole de dez. Mais tarde "}',, .ritores._estejam cocos em_torno de um aí então tudo voltará moralidade". Segundo fosta 
d ·ia te o úmero três é per[eito s objetivo, unidos em torno das idéias do nos+o Marques é "prematuro e até esmo indelicndo 
prende",9 feio coto ríiho. es G ' .. rito nprcseat.tnilo ,oluçuc; e nilo nprnas cr,- pt:nsor eru >UCl!SSilo ou imnginnr pn,,i'ci, rnh,ri• 
e ele tam ér 'o1 per'_·' v' ' • '4aa. pois a critica destrutiva fácil n ,lificll tatus de Ca,tro l'irllt'. Ele {: o Prefeito. E,tá de 
pcso e como chefe militar. ósos ",,{{',, principalmente_nos dia> de hoje «m licença e cu por dever de lei tomei po--e. E-ta 
Aos 1 anos de idude um uno up08 ,j, um consenso que vivemos tempo» dificeis. afirmação de veterano politico é oportuna, pois 
. t dos d Escolu Militar sob o Coman 
I 
E,tejamu:< ,~do, unulo. no remo objetivo de já e comenta na cidade <Jlle o Dr. Cuelro 1'i,·,tu 
eh' (enerul José Jeuquim Coelho- de negar os nossos descendentes um Brasil maior e { não voltar± ao caro, ·gundo font·s da própria 
do de _ i riu, teve o seu btls- lo. sabemo- que o Brasil é feito por _nós. }Prefeitura, o fato decorre de pres-õe- de seu- 
pois Barão du IH,', Prieira. Meus obre» colegas. menus ·ahore: ; familiares. E de suma importância o comentário 
ao de fogo ua re_vu UÇl ~ ra t. em Contu u lenda que certa vez uma mire espera ] do utuanl< .,,,lítico l'crlro ];,-(, r'almicd: º"Tudo, 
Graça o epirito de combate' . -eu fillo que_chegava da Guerra cheio de cicatri- quera a @lta do Prefeito a-tro Pinto mas se 
b 
d g!óriu fui promovido logo ! e. e dr ., 6riu e quis dar llic uma rosa vermelha. ocorrer um imprevisto, principalmente no toca 
cu (l ;i'	. 	fs no muddo existiam sómente roas branca. E- te a sua saúde que é_o principal. amo- apoiar e 
pofy z erp1tio. du Operugo Agult , tristemente. abraça a roseira e de seu peito colaborar com José Simplicio da Co-ta Marques 
Em 1.865 purtielpo ".'f' a dedica- ferido deisa cair gotas de zangue que cobrem a- que reúne ampla- condice> para continuar a óbra 
re e à sa volta Luis iuuI' ersos. pétalas das ros1s brancas. Nasceram asim as pri ; administrativa de Castro Pinto". 
lhe e a seus companheiros esses 
meeiras rosas vermelhas, 
Ea quisera também agora ter dessa« ro·as na­ 
cidas das gotas de sangue da Mie de um Guerrei­ 
ro_ que volta ao lr chio de glória para transfor- 
111,,. a; cm uma coroa ,. l'Oluc:1-IJ 11,1 fronre do 
Soldado Brasileiro assim como faziam os grees 
te os romanos com euw deses e herói, 
Energia Elétrica É Meta 
primordial Afirmou 
Costa t'varques 
a a o t t a 
' 
J 
Com o pedido d.- liconçn do prefeito Castro 
Pinto, sumiu u chefio do Executiro Helvisten­ 
se o presidente da Câmara Municipal, José Sim­ 
plicio ,ln Co,t• MnrqucF. O Veterano ,Polilico, 
ronh•cido p e l o « eus dotes ele político 
que busca harmonizar us diversas tendências', 
manteve um ligeiro contato com n no .... a reperta­ 
gm. Na ocasião, Costa Marques, traçou objetin,s 
e definiu mett1~ Jlrimôrcliais. nào íu:zindo ela~ já 
traçadas pelo Prefeito Castro Pinto. O novo pre­ 
feito frisou a sua "elha amizade com o General 
que estim., e respt·ito como homem p<iblico de 
grande ,·alor" t• que está" segurando o cargo e 
pwcurondo ujuclnr no que for possível". 
. Há , ários dias que c,tamoa com problemas de 
energia d?trica e o Prefeito Municipal afirmou 
que: "sei das dificuldndes cio comfacio. dn indú,. 
tria e dos lares Lelavistenses com a falta de ener• 
i:in elétrica .. ln,, afirmo que o problema dnro 
em breve s e r á eoluciona o. A cnu~a pri!l ... 
cipnl ela fnltu Ue energia é d,-corrcntc de pr,,blcmas 
técnicos e um funcionário da CEMAT estí en 
nossa cidade visando normalizar este problemas" 
Afirmou o Prefeito que 11 ener~in e!érrica é mt:ln 
primordial. 'o curto p~riodo que c,tarci frente 
no Executivo bntc4rl"i meio~ de ,:.olucionnr o pro­ 
l>lerun. Frieo bem: energia elétrica é a minha me­ 
tn principal'•, 
Brasillu - Uma ultn fon­ 
te rrov,..rnameut11l coniir­ 
mou u existenciu de es­ 
tudos pra determinar u 
neces. ldude ou níio de uc 
rnujorarem os preçoo 
tios combustíveis dorlva­ 
dos do petrólao.proximn 
, ruente, cuosldorando 
que o último uumento 
daqueles preços ocorreu 
no mes de maio pnsaudo 
e de lá para cú já 110 
registraram tre altera­ 
çõe'J con'-eculiVilb D!l ta­ 
xa cambial !tlém do au­ 
rnt:nto de 5 por cento 
nos rreços cio petróleo 
no mercado lnternacio· 
nul. 
,pesar das ulterações 
da taxa cambial que 
determinaram a deavalo­ 
rizaçio do cruzeiro em 
relaç:1o no r!ólar e o au­ 
mento do óleo bruto em 
julho passado PXistem 
indícios seguros de que talver 
não huju neces1<iducle de 
se lerarem os preços 
vi•_rPntes para os derivn• 
dos do petróleo. Entre­ 
i.unto, c:urn surja essa 
necessidade o aumento 
não deverá ultrnpal!llar 
a f> por cento sobre os 
uiveis atuais". 
A mesma fonte obsor­ 
va que os dado disponí­ 
veis relativo11 à estrutu­ 
r de preço!! dos com­ 
bustíveis iodtcum certa 
folga entre as tarifas em 
vigor P. a necesgldnde 
de se alterarem os pro­ 
ços. pelo mc>oos por eu- 
• quanto. uma vez que tem­ 
se registrado sensíveis 
reduçii.11 na evolução do 
consumo de gasolion no 
Brasil, desde, que o go­ 
verno optou pela política 
de preços reais dos com­ 
bustivels para forçar a 
r e d u ç ão do consumo. 
$[ IRl 0M 
É tüo fúcil • ssr bom! 
Por que não Iler? 
Por que não espalhar 
em derMdo;-, 
O perfume sutil do bem 
querer, 
Que faz a vida pare­ 
cer melhor? 
Um gesto bom uma 
pul:.tvra bôa! ' 
As vezes custam pou­ 
co e velem tanto! 
Como é feliz o que 
!!.ma. o que perdôa. 
O que sabe fazer ces­ 
&u.r ,_, pranto!

Bela Vl1ta • Mt. 
DESBARATADA 
Rio Organização 
Subversiva 
Detidos o, Prlnclpali; RPsponRú volt{ • 
Comunicado Oficl11I do 1'' Exé.rcilo 
!tio 6 - () serviço do relaçiíos púl)lic•an 
do I Exército divulga a seguinte »ta: 
"DIJi&nelas bom sucedidas permitiram 
n lrlnut!Iil'ução e o doRhar1damPnto da 
orgnnlzaçllo subversiva dciuornl111Hít1 mo­ 
vimento peln emunclp11çf1 o (lo p1 olt·l11 rifl· 
do (MBP), lwm como a do!i>nçilo de v,rloH 
dos sou!! princl pt.dR ln tt•grnn te1<, lud os 
rnpondondo u compot1:rnle inquérito po­ 
llclal Instaurado untes metJmo dAt! rcf13. 
rlda8 detenções. A Secretaria de Segu­ 
rr.nçu Pública do Estado do Rio de ,Ja­ 
neiro, encarregudu da operuçll<', tornou 
público o<J edclareclmenlos uece,:1,úrios, 
além do permitir, cm entrevh11 colrt1- 
va o conhecimento detalhado de l'al<'B 
e proves s re6pelto daquela organiza­ 
ilio clandestlnu e dos elernentod qu1•, a­ 
travéa do MEP, tom sérí11s ímplicaçõcR 
c:om a ação &ubversiva no país. 
Recentemente, foram feitas o fümaçõe11 
procuraudo envolver os órgãos de se, 
gurunça do I Exército, com o nititlo 
propóstte de tumultuar e de couíundil· 
a opiul!io pública. 
O prQblema, como é evídenle, loi e 
continuirá sendo tratado pels esferas 
competentes, até o pronuncldniento fiúal 
tia jmillça. º 
E, no entanto, cumpre esclarecer, desde jú: 
Os órgãos do segurança do I Exército 
acempanho.m e, sempre que necessário, 
atuam, e em íntima 1 i g a ç ã o com os 
de ma i !! organismos encarregados da 
mauutençllo da segurança interna na 
zrea. Pór essa razão tomou-s<i conheci­ 
mento de todas as peçut> do inquérito 
em questiio' inclusive doo uulos do exa­ 
me do corpo de delito, passados pelo 
Instituto Médico-Legal, os quais registram 
o bom estado flsico e mental d:)S delldos. 
EDITAL N.O 03/73 
€L - 
Minist6rio do Exército 
11 • Exército 
9.n Rcgiiio Militar 
4.a DC - 10.• HC 
H•r:imento Antonio João 
A Comissão de ·licitação do l0 Regimento de 
Cralaria. de acordo com o Dec. Lei 200 de 25 
fev 67, resolve atravéz deste Edital aceitar pro• 
posta para aquisição dos seguintes artigos para 
fornecimento da tropa, no período compreendido 
de OI <le ouL a 31 dez do corrente ano. 
I- Car bovina sem osso, 50% de dianteiros e 
50 o/o de trazeiros especini,, parn n fornccimcn• 
lo da tropa: 
a) Média mensal de fornecimento: 5.ooo k~s u­ 
proximn<lamente. 
b) Média <li.iria por entrega: 200 k;:; uproxi- 
ma<laruente. • 
2- Pão Frnacea on de Sal 
a) _Média mensnl de fornecimento: 5.200 kgs - 
prox,mn<lnmeate. 
b) Média diária por entrega.: 2oo kg aproxima- 
111ente. 	• 
3) Frango, com miúdos, sem pés e sem cabeça, 
con1 pc-!o. minnno )>0r uni<ln<le, <le 1.300 kgi-. 
a) _Méd1n mrn,111 de fornecimento: J.2oo k~• n• 
proximnclu.meute. 
b) Será fornecido uma vez po ,emnnu. 
e) ~lcc.ha por entr~gu.: 2 lo kgs nproxiurndumenH•, 
-t. Pescado Fresco de J.u <Juuli<l~dc 11,is especi. 
tes - Dourado, la<i, Pnc<i e Pintado, sem Yiccrns e 
Fetn eu:amsia com peso ,·nriando de 2 u 1t kn:-, 
por nn,dndc. 	, ~ 
a] Local da entrega das propostas; Fiscalizsção 
Adm1n1strnttvn. 
b) Receber/, as propostas: Fi,cnl Admini:trnti,·o 
c) Data da entrega das propostas; 30 agosto i7. 
d) l:Iorar,o de entrega do propow,: uté lll,00 hs. 
ubenura lo:3o lu 
•l Critério <le julgamento: De n,clhor qunlirluclc 
r menor />rcfwo. 
O Loca de informuçóc,;: Fi,c ndm· QU Scn·i.-·o 
de Aprovi,ionam•nto. 	' 
g) Condições de apresentação: Estar cadra-tado 
110 lo• RC e CGCM!•· 
hl_ As·•inatur::, do Conuato: 31 de a~,,,to dt: 19i7 
Quartel em Bela Viua, MT. !(1 de Ago,to l.97i. 
Wilar Nunes Viana Maj Ca 
PHRSlOENTE 
José de Ribamar. Cruz e ila 
Cap Vet - 1.1;:mbru 
Silvio Homero Finto Hodrgue- 
2.: Ten 1{12 lnt Secret:.rio 
(DOUHiDOS OP - 'ff) 
O deleado rglonl de Policia de Dou­ 
rados. bacharel Nivaldo Cavalheiro, en­ 
vlou 1to UirPl01· Gemi de Pnllcia C1v1l 
do Estado Zuzl Alved du. ti1Jva, resulla­ 
do de uma sindicância administrativa 
solicitada pela Secretaria de Segurança Pública, a 
qual comprovou ,llos de v1oléucra pra· 
licados por um comissário f dois lnvos­ 
lig-aclore)> dtl polícia civil deatu cidade, 
da 2 de j1111ho úllimo, na cidade do Na­ 
vlrai com cobertura do ex-delegudo re­ 
glo11!1! (Mtlofabiano Ferreira Diaa, 
A denúncia do Incidente, foi feita 
peh vt•rudor João t1hlrquel! Luiz, J>resi­ 
donle da Câmara Muuiclpal de Navlrní 
e enviada ,rn governador Garcia Neto e 
ao Secretário Madeira Evoru, da Segu­ 
rança Pública. Assim,· foi dndo conheci­ 
mento Üil autoridades responsáveis pelo. 
segurança pública em Mato Grosso, da 
vioHucia prnlirnda no dia 2 de Julho, 
en Nuvirai pelo comissário Carlos Al­ 
berto 'Torres e pelo::; invesligadoras Jo­ 
ão "antnna e Lidio Sarut<i, que tispan­ 
caram violentamente o comerciante 
ileuigno Pinheiro Cuvulcattte fato com­ 
provado alravés de exame métiico ane­ 
xo uo processo enviado à Diretoria Ge­ 
mi de Policia Civil em Culabú. 
O mai& Implicado neste 
é o iuveatigador 
1 v a Ido 
AA 
e n tS o, 
J o ã o 
Pereira 
Foi c-laborodu a programação paru us 
solenidades comemor11livas ao Dia do 
Soldado, a realizar-se dia 25 do correale. 
Recebemos comunicado do 10° RC com 
e,lu programaçáo: 
1) As 7 horus • ao pátio interno do 
Regimento: 
Missa e Páscoa. dos Militares 
2) As 8 horas - No C/mpo de Poli, 
Formatura do Regimento 
Entrega de Medali.Jas 
Compromisso de Oficial 
Jurumeato u Bandeira 
Desnle 
DPmonelração de ginástica sobre apu­ 
rellÍo'> 
Demonslr&.ção de volteio 
"Currousel" 
Recebemos ão Te. Cel. Gay Cardoso 
Galvão Vários exemplares de seu livro 
Crõnlcai:; do Cotidiano. Os belavisteDRes 
guurdam singelas recordações do diotlmi­ 
co miliat· que aqui serviu como major e 
l'oi o grnnde iocenlivador do esporte 
bela v!stense. Além de • suas qualidades 
literárias, o Ten. Ce! Gay Cardoso Gal 
vüo é uru entu,;iusta do Cinema; 01:1 seus 
es[orço;; em pró! do cinema nacional é 
1 <'eouhecidó por todos. Ainda possuimoB - 
lguns exemplares do seu livro, os lnter­ 
ressados procurem a Redaçllo da Tribu­ 
nu que ofereceremos gratuitamente um 
exemplar. . 
Sugestão 
Semana úa Pútria (fie 1 u 7 de Setem­ 
brn Lei Federnl n.o 363, ae 6 de Abril 
de 19 l9) , semuua em G.prêço vale co­ 
mo comen:oraç:io tio 7 de Setembro, em 
especial, dal:i. magoa de 110;:;a história· 
quando o Brasil ll~ loruuu ludepeudent~ 
de Porlugal._ O recordado na poesiu, nu 
pl'Osa. nos livros de loiturn, nos manua- 
Sautaua, que sr•r.:uudo. i.15 tcsternunbu
8
, 
agrediu com socos, ponla-pés e coronha­ 
dns de rovólver, o comerciante Benigno 
Piulleíro Cavtl!cnnte. Sómente vitima, 
entretanto, é que acusa os investigado­ 
rc, Cario· Alherlo
1Torres e L1dl'J Saral(, 
. t1,ilc último exonerado do quadro civil, 
através de ulo publicado dia 29 de 3ulllo, 
ao Diário Ortclnl do Eslarlo. Quanto 110 
Ex-delegado Celllofublauo ~errelru Dias, 
estt tambem implicado, pois assistiu lo­ 
da u cena de v!olênci
1
1, sem repreender 
seus comandados. E, segundo o delegu• 
de Jaime R±fael da Silva "Bigode" da 
cidade de Naviraí, o AX·dEleg11<lo estava 
com sua equipe em nviraí a passeio e 
não em cumprlmenío de, qualquer mlss1'o 
políciul. 
Esses utos de violência foram registra­ 
dos na zona do meretrício de Navirt!.Í e, 
segundo as le9temunhas, o comerciante 
Benigno Pinheiro C
11valrante RO nao foi 
morto pelos policiais de Dourados, graça d 
u Intervenção do delegado daquela cida­ 
de, Jaime Rafael da Silva. 
O resullado da Sindicânria ~ compro­ 
metedor para os lnve"tígadore1::, uma vez 
que uma das teslemunlrns do ineidenle 
é o próprio delegado de polícia de Navi­ 
raí, que interviu para que não se r.onsu­ 
maslle o crime. 
is de civismo, merece a coasagrúção 
que lbe devota a e;,cola br,asilelra. Deve 
ser ele estudado nu sua significação, fi. 
guras, origens e co,,sequências, nos di­ 
versos níveis e ramos da escola. Nas 
normais, o assunto enseju estudos mais 
serios, pesquisas bibliográficas seminários, 
::non0grafias, aulas práticas nos ginásios, 
pode-se fazer o estudo do !ato, com a 
focalização da figur,1 rle D. Pedro I, de 
José Bonifácio, ospecialmente. Crianças 
do Curso primário farão de,;enbo do 
"Grito", das figuras do Patriarca e do 
Priocipe, marc11dore!I de livros, cartaze11, 
recordando o grande acontecimento. 
Dia do Soldado 
1 ESTADO DE 
"Eu vi os corpos de tropa mais nume­ 
rosos, as batalhas mais disputndas, mata 
nunca v, em nenhuma parte homens ma­ 
is valentes, nem cavaleiros mais brilhan­ 
tes que os da cuval&ria sul-riogranden­ 
SP, e_m cujas filas principiei a desprezar 
o perigo e a combter dignamente pela causa ea, 1 
grada das nações. Quanto• , czes me ,·i tenl'.!ldo a • 
patentear ao mundo os feitos assombrosos que i 
eft.tuar por essa viril e deeteuu<la gente, que us­ 
tentou por mais de nove anos, contra um podero- 
so império, a mais encarniçada e gloriosa luta. Não 
tenho escrito semelhante prodígio pela carênciu 
de habilitações; com meus companheiros de aras 
por mais de UIUQ vez, porem, tenho comc:ntorado 
tanl.n hruvurn nos combntes, quanta ,:reuero•fdude 
na vitória, tanta hospitalidade, quantó afgos ao 
estrangeiros e... a comoção que minha ln, entao 
ainda jovem, sentia na presença e na majestade 
dos viris e cavalheirescos exercícios de vossa ju­ 
entude corajosa;_e. rcpassando pela memória as 
vicissitudes de minha vida entre vós, em sei 
nos ativisima guerra e de prática constante de 
ucoes magnammmas ~.. como em delirio, brado: 
"_On<lc t:starüo :ii;or:i. ê.<ses belicoso,; filhos do con• 
tinente; t:ão tnajr.stoenmerue tcrriTei!I nai. butalhaà? 
on<lc Bento Gonçah·C!. Neto. Canab:irro Tcixeirn 
e tantos valorosos que não me lembram! Oh qu.±- 
tas vezes tenho desejado nestes campos italiano± 
um ó esquadrão de vos»os centauros, avezado 
u carregar uma masn de infantaria com o mesmo 
dc5ctnburaço com que o fazem a um.a ponta de 
gat!u ..• Onde •e: ach:uu eles? 
JO:3Ê GARlllALDI 
DIREITO 
Ao discordar daquele que 
pretendem a inexistência de 
lllll l<taclo de Direito entrr. 
nó• nlioervou o ,!,pulado Jo·r-­ 
,,t· Arl,.,~e U11ENI.-P.) •Jllf, 
em ordem, segurança, traba­ 
lho e tranquilidade, tereruo 
condi,@_Para superar a nes. 
a« dificuldades matriai, pa· 
ra que o Estado de Direito 
seja, aqui, aquele que perita 
a mais justa reparti,o dos 
frutos do nosso crescimento, 
a elevação do u o s o ní. 
,d dt" ,idn e, em ,urnn, o de. 
envolvimento cora +eguratça. 
Unia Conatillli·i,o, p a r a o 
}>nrlamen_lnr, nfio é mais do 
que a carta de soberania na· 
cional, o documento próprio 
a ddin..-ar o EBtaclo como 1111• 
tituição política uprema na 
ordem inlcrnn r. COIIIO nnr•o 
indepcndeale, no pluno i111er­ 
nacional, assegurando, na +ua 
parte dogmática, os direitos 
dos cidadão•, que niio devem, 
porém, superar u razões •lo 
Estado. A,Aim, tanto pode lia­ 
ver um Estado de Direito, 
,em cario constitucional, ,omo 
uma clitadurá, de futp, existen­ 
te II Comtituiçiio mais liberal. 
Pacificação 
O deputado Augosto 
Trein, do Rio Grandé do 
Sul, ma aift.·stundo-so em 
nome da Arena, deplorou 
a exo.cerbaçáo de ulg•.1· 
as parltimeotares oposi­ 
cionislas. que ter usado 
agresaivo.s pnra concei­ 
tuar deputados da Areoa,. 
entendendo que, deste, 
modo. s~rl!.o infrutiforos 
os esforços que se pro· 
movem no sentido de 
uma paciflcaçlio Nacfo­ 
nal. 
• A verdadeira democracia 
e u que •• pr 1· , d 
eleiões ], arca atrvés le 
ti ~}"""·,firou d­ 
("1DB-BA)
1 
d e r 1 e o Olireira 
• p,ua. ~ue.rn :io tc,-r- 
rno no . .- . . 
' •eu •enh o hu16neo 
e exato - 
-
1 
. ' nao se dee aplicar 
}"""Tr ieio. siiG e­ 
dia,}" 3rate e a+i» 
tiva <U • n c.ruocracia rrla .. 
•er 1:!n e ~a realidade. poderia 
e o m 
Oª se ""'!ºenteia limitada. 
Braail, Yi, at.uahneutc no 
/

fiel• Vl1la • IJT 	'Tribuna_da__Fto!o!E 	ih}i 
NOTI IQUIDIUDNENSESª . 
Do Corre'lpondenle 
Nota esportlvun o diveras 
4quldaunan esteve bastante movimon­ 
tala no inl deus, seman om relação 
•• fut,bol. No nbado ltvomo& uma 
1 
pnd• n1>Uada d• futebol de e11lào cnde 
bom públioo compareceu nu quudra 
 
do Blg Lar Atlético Club. 
!,. 
lfo Domingo, pela purto d manh, 
m•I• futebol, as equipes juveuh1 do Vila 
Nova e Bairro Alto, deram proseegul- 
111,oto ao oampeonato da cidade, 3 ten­ 
IH a :z:ero para o Vllll Nova. 
l>I0"8009<,C>iQ 
Na parte da tarde, pelo campeonato 
da 2ª dlvllll.o, a equipe do Cera nilo te­ 
n dlflc11ldadu para derrotai· o Cojur 
por 4 tentos ll 2. 
D04 4080 0 
NI partida principal pela l!! dlvlt,lio, o 
Vila Nova venceu o Bairro Alto por do- 
11 tnto1 u. 1, numa partida dlrlcll e tu­ 
multuada. 
D3 044 b4 
Mo aml1to10 Interna.clonai reallzttdo 
tm Slo Paulo a l'qulpe do A tléllco de 
M11.dri aurpreendeu meio mundo 110 con­ 
quitar a taça Governador Paulo Egydlo. 
Na quinta feira, na primeira partida o 
Corinthlu perdeu na penalidade máxi­ 
ma para o Santos, e o Palmeira tam­ 
bem perdeu na penalidade para o Atlé­ 
tico de Madrl. No domlogo decisão. Co­ 
rlnthlas conquistou o 3% lugar ao ganhar 
do Palmeiras por dois tentos a zero. No 
jogo prluoipal o Atlttlco <.le Madri van­ 
oeu o Santos nas onlidade8, ngrando- 
11 campeão da compatiçlio inlernal!ional 
09@-+090 04 
As alunas do terceiro ano Normul, es­ 
to apresontando na cidade um peça 
teatral. "Opioilo". Segundo comentário• 
a f '9ª eatá agradando a toJos. 
De #te@ 
~quldauaua jt HIil vivendo o mes do 
uu ailiYer■ário. Dia 15 de agosto. Fara 
!110 virlaa fut111 e novidadu foram 
pr~paradu. OesfilH escolar civil 
" JDllilar, jogos, comp,tições, ,.. bailes. 
ala o concurso de pesca que foi rea­ 
lizado no dia 14. 
tros. 'Todas as vezes que tomus alguma 
colln ou nluem para ti, deixas de mr, 
pol.i t·et-i.;11~ de dar. Adas u contra 
mão. 
03±0r%93 
Amar ullo é dares alguma coisa, é an­ 
tes rle ludo, ''d1u-te". E~tarás amundo, 16 
1,stiveree dando.te ou colocando-te ln­ 
lelrnrnente no que et1llveres dando mes­ 
mo que ettja o mais material doa objetos. 
#1 593+39 
Mia ma aquele que dá mais. Se qul• 
seres ao.ar ald o fim, precisas estar 
pronto a d11r toda a lua vldn:, Isto é, 
morrer paro li :nesmo, pelos outros. 
9493000 001 
Nunca poderás pecar por amor. 
cado é não amar bastante ou 
mal. 
44+o 
A.goelo. o mu considerado por tudu, 
como o mes do azar, até agora no mos­ 
trou dns sua em Aquidauana, e per ai?. 
±os-ce 
A. praça iodependente, que prom_ete ser 
uma das mais bonitas da cidade Já eatá. 
quase pronta, no dia dit. i11auguraçãio 
hneré. muita festa. 
Q pe­ 
amar 
Donlzelte 
000390993 003 
A Rua do Lazer: Projeto Rondon. 
Dando continuidade das colsa11 boas 
que a equipe do Prajelo Rondon deixou 
no. Princesa do Sul, todos 011 Dornlogos 
em todos os bairros da cidade notamos 
com alegria, que as alunas da Escola 
ormal, estão ministrando com dinamis­ 
mo a jó. tradicional Rua do Lazer. Pare­ 
beus as aluoae do Normal, e nos~os a­ 
gradecimenlln ao pe1>doal do Rondon. 
8G090k6 90 
Fe,ta da cerveja foi Sueesso: 
Ola 6 de agosto foi realizaria a famo­ 
sa resta da cerveja em .'quidauano, pro­ 
moção do Lious Clube Local. Os promo­ 
tores da festa no final estavdm todos 
sorridentes, pois mais de cem caixas de 
cervej11s foram consumidas pelos que lá 
compareceram, dizer o estado da turma 
é desnecessrio, pois ucrt.-dilo que todos 
estavam prà lá de B!lgdt'l 
#89#rG 
ma, e Outras 
Bruil 'eto. Presidente da Lina E,portin Aqui 
,lau:1nen1e, euá com a corda todn. pou:ivclmentc 
urii o candidnto n Vice Pre,idenle dn Federação, 
ele é um do, muior.:s inctnlivndorc• do uo,so 
futebol local. 
09c« 
Gunnandy, o verdão local, joga dia 13 em Co­ 
n:mbá nn parte dn noite contra a equipe do Amé­ 
ricn que no último domingo ganhou do Guanandy 
por 3 tentos O para muito eue jogo foi Zebra, 
Mauro Lucio Ortiz pre,i,lente do Yerdüo, e • l á 
preocupado, pois o mesmo alga que a sua equi­ 
pe nunca Jogou a noite. 
oeo& De 
O Seuentn de Dela Vista, juotn,ocnte com 
Bairro Alto de Aquidauann, Cruzeiro de Miraada 
,eleçãu de Bonito, aão do. me,rua cbne da Taça 
Auis Chntcaubrinnd, que ,cri coordenada poli Li• 
ga Aquidauane_nse. , Equipe do Jardim, como 
campeão da última taça, entra 1ilmentc nn fuc final. 
.>9<J;tMi)lj(!Ol!Q 
No dia 1l de agoto, véspera do aninr­ 
súrio rla cidade, j o g a r a m no Estádio No• 
roe1te a equipe do Operários de Dourado• contra 
• 1 a le ç l o 1 o e a 1. O O p e r n r i o de 
Campo Grande, jogou contra o Gunnandy no dia 
du ani,·cuirio dn cidade 
■
no passado, Estadual e normal, disputaram 
um belo troféu para o primeiro lugar Comen­ 
ta-+c que A fanfarra do Ealeio tinha tudo para 
conquistar o troféu novamente. 
D',(,)l',O,>o"o)lj() 
A famosa Cronista ocial dos Estados 
Unidos, Ela Mawel, redigiu O dez Mandanen­ 
tos da boa nver+ação. 
1 Mantenha-e a par dos n+suutos da atualida. 
de lrndo o, úlrimos livros revistas jornnis, 
9 o deixe que os outro» percebam io. 
3- eja humorista, mas evite os sarcasmo». Deixe 
as malicias nos outros, nsairn evitará ioiruizad~~. 
4- Saiba ouvir o que os demais tem pura dizer 
5 - Tenha na mem6rrn nnerlutcH 011 pergunta, 
interessantes. Evite repeti las para o me+mo gru­ 
po de pessoas. 
b ão provoque discussões sobre a»suntos em 
imporlancin evitando polêmicn, u reipeito d~ rc • 
lii,:1il•• polí1icn1 e, coisa• Intimar. 
7 - Quando ouvir umu historia para rir. Hia E 
ludo bem. 
8 . fio inicio con'er!.. purliculnres diontc de 
cslrnnhos n' menos que 01 poua incluir oa 
con'crsaçio 
9 • no tente monopolizar n converu, 
lo - üo faça perguntas indiscr.-ta~. 
Dr. Laucídio Valdez de Barro 
Clrurgilo Oentls ta 
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Cllnlca de Crianças e adultos 
Atende-se com hora marc•da 
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I7 
1EIEI 
MT- 
ré e teoe? 
Givanlldo do Corinthis, já voltou p­ 
ra o seu antigo clube. Saata Crur. Fal­ 
co e Caçapva estio sendo pretendidos 
pelo Corinthiu. 
NÃO ANDE NA CONTRA MÃO . . A, fanfarnu dos colégios da cidade tre- 
O amor é uma estrada com máo unl- naram com afinco para o dia l5 de agosto, onde 
u aa f.lnfarrH do Cezar, Falcão, este umpcão do a- 
c. parte senpre de ti para ir aos 
0 
·----------------- 
SERGIO .ROBERTO PERONU111 
ADVOGADO 
Bela Vista Mato Grosso 
MIu!!rio da Agrieul­ 
tura - M.A. 
Instituto Nacional de 
Colonizaç/o e R ~rorma 
, !rár'iu-INCH/ 
Courdl'nadorla Regloaal 
de Mato Grosso - CR - li 
Projeto Fuudiárlo Jar­ 
diw - CR{13) T (7)/0?i' 
Prorrogação de 
Prazo de Edital 
O I N C l1 A comunica 
as proprietários ruruls 
da área abrangida pelo 
Edltol para llatificaçAo de 
fítulos no rnunlclpio do 
13elu Visto, que o prazo 
purn entrega do docu­ 
mi•olos foi prorrogado 
por trita (30) dias, ren­ 
cendo impreterivelmen­ 
te em 16/09/77. 
Sol111lta-':le o compare• 
cimento à sede do Pro­ 
jPto Fundlárlo em Jnr­ 
dlm, de todos oi; propril!• 
tárlos que venham en. 
contrando dtrlculdadu 
na composlçll.o dos do­ 
cumentos exigidos, a fim 
de que possam os mee­ 
mo, receber orlenta9ll.o 
correta em beoeffolo de 
seus Interesses. 
Jardim, 10-08-77 
Feira do Artesão 
em Bonito 
Diretores, Profeuor.-s 
e alunos da Eacola Esta.­ 
dual Luis da Costa Fal­ 
cllo, convidam a todos 
para a feirn do ArteslLo, 
em Bonito estf' mês de 
Agodo, o acontecimento 
contará com as pro&et:­ 
ças da t" Dama do Ea­ 
tado ra. Ligia Bergn 
Garcia, e a Cusa do Ar­ 
tuão de Cuiabá. Colo.ho­ 
rem poie esta ó mai 
uma prernoç&o do Su­ 
doeste. 
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lheita n uma SLC acreditam no qu11 plu:,tam 
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/'ruf7íl /('). G1 ({ 
~ 
l ~ , l ' 1'' 
' t' 
• _J / ~ •-~ ~:.V Lrl..J L J 
"' 
CúID modernas iustala.;ões, di põe de um grande estoque lia calcados. Paraii::o d<ls Salçudos é especia­ 
lizado oo ramo a tem tudo para bem servi-lo. Em matéria de calçados. 
conhece.- a úlliu,a moda lançada u9r;: grandes centl'Os, 
visitando Paraisa dos Ca!~ados. 
Praça 
Presidente Dutra • 163

20/8/77 
EDIi 
O Dr. Jo Carlos Irndres Garcia, Juiz de D)i. 
rito da Coara de Dela Vi«ta, Estudo de Mato 
Grosso, por sub-tituiçio legal, na forma da lei, etc... 
Faz saber nos que o preente Edital virem ou 
dele conhecimento tiverem, vom prazo de vinte 
dins, que Cita Hirchardt k unt Llko, brasileiro, 
solteiro, maior, resilente em luar incerto e no 
bilo para com»parecer em Juízo r manifestar.e 
nos termos do Processo de Execução n 62/77, 
em que exequrente laneo do Ira.il 5.A,, tudo 
conforme petição e despacho abaixo trnn-ritos: 
Excelentíssimuá Senhor Doutor Juiz de Direito da 
Cmunrrn ,le lleln Vista Estado de Mato Gros+o. 
llnnco ,lo Brn•il S.A,, llni,ro Ofit'ial tlu Créclito, 
Oro da Administração F·deral Indireta (rt, 169 
inciso I, do Decreto-lei 200, de 25-02 67), elemen 
to integrante do 5item Financeiro Nacional, 
Membro do Conselho Monetário Neionl, Mem­ 
bro da Comissão Consultiva Bancária, Instrumen­ 
to de Execução da Política Creditícia do Gover­ 
no Federal, gozando dos favores, isenções, privi­ 
Jépios, _inclusive fiscais, que_·ão próprios d Fa­ 
x.raln Nnciorrnl (nrl. 1.6,7, 19 e 5U , a Lei n.o 1. 
595, de 31 , 12. ele 1961) cnrn o foro priv111ivo dn 
União, como mandatário desta t nas operações 
que a lei especifica (art. 70 d Lei n.o 5.0lo, de 
30.05.1966), com Hedc cm Drusílin-Dis1ri10 Fcclc 
rale ngência nesta comarca e cidade de Dela Vis. 
t (MT), via de seu advogado e procurador que 
eslll subscreve [cloc.j.) com escritório nn rua Gui 
Lopes, 40-1, na cicladc de l'ouln Puni (Mt), onde 
recebe intimoç,io (nrl. 39, mel, do CPC), re+peito­ 
+amente a Vossa Excelêncin vem expor pnru, ft 
fmnl requerer: 1. cm l·l. 10.75, o Sr. Hichunlt K uni 
Balko, brnsilciro, solt.-iro, maior, nn époru resi­ 
dente e domiciliado nesta cidade e comarca, emi­ 
tiu, em fuvor do poatulnnle, n inclu,u cédula Hu­ 
rul Pi~noratlrin • 0751099 - CHI•:. PROAGHO no 
alor de CrS •19-1.700,00 com vencimento pura 
25.07,79, medinnte us condiçõe• comtnnte• do tí­ 
tulo. Posteriormente, em 2VO J/76, p pré citndn cé• 
dula de crédito rural foi devidamente aditada JlR· 
ra o fim especial de ser incluídos n garantia, sob 
penhor, os bens descritos no tópico aquisições­ 
adquiridos com parte do numerário emprestado 
ao requerido, por força do contrntnção tio mútuo. 
Como se depreenda do instrumrnlo ce.Jular e seu 
aditivo, foram ele, inscritog rnb 11• i793, fls. ITT 
do livro 9-B, em 15.10 75. Em clo11t posterior, i,. 
to é, em 18.1275, em complemento no finnncia­ 
mento dantes descrito, fol emitida, também, u cé­ 
dula rural pignorntlcin EAC 751113- CHE. PRO. 
AGRO, no rnlor nominal de Cr 26.000 com 
vencimento para :5.7.76. inscrita sob n, 3.1ló, fls 
173, livro 9.8, em 22.12.75. Assim, s garantias re. 
ais dos instrumentos om preço, assentaram·se, 
definitivamente, em; a) Penlior cedular de pri. 
mcrro grau e sem concorrcncia de terceiros; 375. 
000 kg de arroz em cnsca n CrS l-12 por quilo 
Cr$ ;,32.;,00,00 l2o.OOO kg ,le sQjn CrS 15.ooo,oo 
l carreta marca cambé para 6,60o quilos, com 
raneleira CrS 12.ooo,oo I trator C.B.T. l.o9o, ooo 
de 1973, motor 7o8o019 Cr 6o.o0o,oo I tanque 
de rombu.tl'el por11 2.ooo litro, Foliritol CrS 9. 
000,00 1 cnrreln pnru ·1 loncludns, marcn Faaavia 
CrS 6.000,00 1 grade nivdado,ru 'aldan, com -12 
discos de l.ooo,oo ? grades de arrasto marca T. 
tu. com 2o disco• cotln CrS 2-1.ooo,oo I nrnclo Sons 
4 di,cos 28 CrS 16.ooo oo I trator MF 65 nao de 
fabricação Tlm motor 8242] CrS 1o.oco,oo I rdo 
de 6 discos 2 marca Supermag Cr 16.o0o.oo l 
■emcodubadeira marca Sem Hi,nl 15 linliu ano 
de 19i3 CrS 9.ooo,oo I lrntor C.IÍ.T. ano d~ 1969, 
motor 20-175892 CrS 4.S.ooo,oo l trator almet 85 
10, 78 llP e/ motor MWM 4 cilindros com hi­ 
dráulico, e acesaório, Cr 79,300,00 I grade ni­ 
reladora marca lassa com 32 discos de 18 CrS 
12500.00 I o rad o h i d rá u I i e o tn r - 
ca tlaldan de 4 discos, de 26" CrS 8.500, 
00 1 tanque de f!bergless, com a earreta 
po.ra pulverirnçüo e capacidade de 2.000 
lltros CrS 9.ooo,oo b) Em penhor oedular 
de segundo grau o sem coocorrência de 
terceiros, os meomos bens anteriormonh, 
descritos. uma vez que a cédula, que re­ 
cebeu os bens em penhor de 2° gr,1u, foi 
emitida em complemento da anterior. 2. 
-O COM PRAZO DE 20 DIAS 
Forum pactuados juro e taxa de 1%, 
u0 no, elevávets de P, em cno de 
mora, ciente o t1mllantt1 do qut>, luadlm• 
pll<la 11 ohrlg11çtlo, suport11ria, ulnda, mul- 
111 po11al (qui;, não se conlunrle com ~er­ 
l>a houhrla. • cfe. julgados do Trlbun11l 
do /Içada Civil do Estado de São Paulo 
Vol. 22. pág. 110 , 124) de 10%/ sobre ú 
débito, por npllcuçúo do disposto no 11r­ 
tigo 7 J, do D.L. 167 /67, ulém dtl obrlgn.­ 
ç/io de rosponder pell',B demais despeaas 
quA, eventua.lmente, Uvei;eem de ser rea­ 
liz11dru; pelo ~upllcaote, objetivando n 
Aeguruuça de seu direito credltórlo. Ae­ 
im é que, de conformldado com o arti­ 
go 4 do D.L ](i7/67, abriu o requerente, 
com o v1ilor dns cédula11, uma cooto em 
nome do emitente. Vincule da à operação 
e que, presentemente, registra o ao.Ido 
negativo de CrS 630.313,33 - 3. E, 111lo 
tencln o emitente pago as parce,lns con­ 
vencionada9, a dívida tornou-se venci• 
da desde 25-07-íG o ainda niio regulari­ 
zado, nodo. rtbstante os Ingentes esforços 
do suplicante-credor, nesPv st?ntldo. Dti 
sorte que, embassudo no art. 41, do De­ 
creto• Lei JG7 /67, com binodo com oa de 
nºs. 58-t, !II e 646, estes do Código de 
Proce,fso Civil, quer o Poatulante inten­ 
tnr, como efetivamente . Intenta, contra 
o Sr. Rlchardt Kunt Halko, já qualifica­ 
do, a presonte execução a rim da com­ 
peli-lo ao pagamento da divid11., est d­ 
monstrada pelos "extrato;·· das contas 
• Yiuculadufó, atualizados u té a presente 
data, à opernção, referida no item pre­ 
cedente, medi» nte a exproprl11çào de bt-ns 
do devedor. 4. Além disso, o devedor pl­ 
gnorutício, abandonou nessa comarca 
alguns dos hens objetos da garantia e da­ 
qui ausentou se, tomancjo rumo ignor!ldo 
levando consigo outros bens, lgunlm,rnte 
'lpeuhados ao Suplicante. Diante desse 
fato, o Exequente ingresi;iou ne11te Juízo 
com medida cautt>lar·(ai,quostro) contra 
o executado que, deferida 'initio Iitis" 
se coaseguiu aprender os objetos da 
garantia que aqui oi oda permonccinnt eu encon­ 
trn.m, 11tualmente, depositados em mãos 
de pe!!eoa idônda, nomeada pelo Juízo. 
Dita medida cautel&r tem 11eue trfl.mites 
pelo C11.rtório do 22 Oficio der.ta comar­ 
ca. 5 Requer, Jessa forma, digo-se V. 
Exa determinar a citação por edital do 
devedor, uma vez se encontar em lugar 
incerte e não Stibldo, para pagar o 
"quantum" a,:i!Jla referido, 11crescido da 
mu!ta penal de 10%/ (dez por cento), 
wais verba honorú:ia e dei;µesas judici­ 
is, dentro do prazo de 24 horas (arl. 
652 do CPC). penn àt! confe~so, convo­ 
lando-se o sequestro dos bens ofertados 
em garanti11 em penhora, indtipendeote­ 
mente _de nomeação. O devedor deverá 
ser cientificado de que terá o prazo de 
to (dez) dias para se defender, ceso no 
pague no tempo aprazado. atra vée de 
oposição de embargos (art. 736, c/c o de 
0°· 738. do CPC). ocasião em quo s,r{l 
advertido de que seu silêncio i:nplicará 
na presunção de ter aceito' como verdn­ 
deiro, todo o legado e I o Suplicante 
art. 285, 2º parte). A final tt presente se• 
rá aceita em todos os seus têrmos com 
julgamemto rocodent e, via de cose­ 
quêucl.a, p11g11.rá o executado o p:-iuclpal. 
juro11 moratório&, multa penal ho- 
norário• e despe1a11 Judlclal1. t:i. - Adian­ 
te o t'Xequente, com rt'laçlo 11.01 _ Juros 
contratual1. que lnexl11te, na eapéo1tt, vlo­ 
laçllo à Lei da Usura. É que a Lol 
4.595/64, embora não r■vogn.ndo aquela, 
110 dispor sobre a Pollt1ca • u l1ntltul­ 
çõ11 Moneiárla11, Bancárias e Credltfclu, 
componentes do l»tema Financelro 
Nnclonnl, estabeleceu nerm11& próprla1 
no que diz respeito à taxas de juros. 
descontos, comissões • qualquer outra 
[orm do remuneração aplieávseis às 
operações e serviços bancários e Jloan­ 
ceiro, pelo Invocando diploma, ta 1 • 
remuneraçõea, até então limitados a 12% 
(dozec por 11ento) ao auo, passaram a se 
sujeitar, exclusivamente, aos tetos fixa­ 
dos pelo Conselho Monetário Nacional 
(art. 4º, inciso 9°. da Lei nº 4.595). T1ll 
entendimento jé é o do Colendo Tribunal 
de Alçada do Est1:1.do de São Paulo (A· 
pelaçií.o n2 170.855 "ln Repositório de 
Juri11prudência do Tribunal de . Alçada, 
Vol. 19, pág. 19/20). E o Pretório Excel o 
em voto lapidar do emloenti, Mlol1tro 
Luiz Galloti (recurso Extraordinário n 
!14.141, publicado no O.J., apenso 11º 
13n, p ã g. 509, de 23.07.64), as s i m 
igualmente entendeu. pel•1 expesto . e 
desde já requerendo a produção de pro­ 
vas documental, pericial, teelemuohal, 
pena de revelia e confesso, com 01 In­ 
clusos documentoa, pedindo, ainda, dia­ 
tribuida estn por dependência ao 2.o 
Cartório, 11 fim de ser apenaada a os tt uto11 
do arrt-sio, digo, sequestro; convertendo­ 
º em penhora, dando-~e, para afelto11 
fiscais, o valor de Cr$ 630.313,33. Pede 
deferimento. 8f'la (Mt.), 14 de julho de 
1977 (a) P. P. Alfredo Candid o S11ntoe 
Ferreira. ''Despacho: O.R.A, p/dependên­ 
ci11 do 2.!l Oficio. Após oit•-se, como 
requer. J. p/Bela Vista, U./07/77 (as) Dr. 
,João Cai-los Brandes Garcia - Juiz de 
Direito." O prel'lente Edital serA afixado 
no lugar de costume e publicado n11. for­ 
ma d11. Lei e seu prazo, qu~ correrá da 
primeira publieação, considerar-se-á 
transcorridos assim que decorram os 
vinte (20J dias fixado e assim perfeita 
a citação. Dado • p3f!sado r.eeta cidade 
e comarca de Bela Vista, Estado de 
Mato Grosso, ao quatro dias do mes de 
agosto cio ano de mil novecentos e se­ 
tenta e sete. Eu Goethe Escobar Nunes 
Escrivão do 2.o Oficio, fiz datilografar, 
subscrevo. 	. 
Dr. João Carlos Brandes Garcia 
Juiz de Direito 
Dr. Ivan Alouso ~a Casta Marques 
ADVOCACIA EM GERAL 
1 
Hua Voluntários do Pá1rin, 376 . Fone 210 
Bela Vista· 	Mato Grosso 
Obscurantismo 
da Censuro 
O deputado . Álnr11 
Vali e ( Arena-RJ) ctul­ 
derou ob11curant11ta a 
cen21ur11 ■obre livro■11- 
trangeiros, sustentando 
qu•, oom medidas deata 
natureza, não formare. 
wo, uroa opinião públi­ 
ca realat"9nto á subver­ 
o e aos extromlsmos, 
ManUutando ceinflan­ 
Qll na superioridade da 
democracia, o repreaen­ 
tante da Arena dil'H 11- 
tar hoje Imune à tfmta. 
ção do roarxismo-lenl­ 
nlamo, graça, a etudos 
que duraram anos. 
Álnro ValJi, afirmou 
que, com a censura, pr1- 
tenduu o Governo. cer­ 
tamente, impedir a di­ 
vulgação dt obr11.1 e re­ 
vistas imorais em nono 
País. Neste cmpo, H­ 
gundo enteod!, justUl­ 
C-80 censura. O par­ 
lamentar também ~cha 
que ae deve evitar a en­ 
tre.da no País de obras 
subversiva■e11crtta11 ow 
português. 
UNIDADE 
NACIONAL 
O Bruil. no entendr.r do drpu­ 
tado Adhemar Santillo (MDB­ 
G 0), m a i , do que: naaca 
necc:uita de: uma uajAo nacio­ 
nal, pa.ra 9ue ,eja ,uperado 
o fosso existente entra nosso 
Pah e uutra■naçõu ciTiliu· 
daa, com o governo cego e 
•urdo ao clamor popular e de• 
e di,taaciado. 
Frisou que todas as for­ 
çaa vhu da Naçio, 11-■ta ho• 
ra ddicadn d a conjuntura 
nacional, prcciaam calar uai­ 
du para que o Bruil adquira 
foro, dr grande potr11eia, 16- 
mente possirel de»de que en­ 
tre nó■,e i111tale ama demo­ 
cracia ■cm iupu e ■rm adjr 
tiros. 
I 
COMÉRCIO E 
LIYD Una· 
R E P R E S E N T A C Õ .E S . 
Mauro .Jorge Gusmão 
Adnboll, Inset.ioidu:1, Herbicidas, Sementes, Calcário:!. Tratores Ford, Implementos, Colheitadeiras Ideal, Catannto■. 
Brevemente fiHais em fiela Vista e Antonie João 
Avenida Brasil, 2286 - Caixa Postal, 203 79.900 	1 
Ponta Porã 	Mato Grosso 
---~-~

Sollciln•se a di'tr:lguçilo desta Nota di- 
• 30 jul 77 ou depois do dla 3O 
··concurRo Se1·viço Militar/77 Lançamen­ 
to 
Com o oh~rUvo tio proporcionar à ju­ 
v1!ntude, estimulo p,ira molbor avaliar u 
[ importância do Serviço Militar, 9 RM 
lança o COIICIJl'HO 
11
::iei•viço ~lililur/77" 
sohre o seguinte tcmu: 
" "O Serviço Militar como Fator de In- 
tegrnçüo Do Civis E ~1illturo!l." 
i O concurso em caráter regional, tem 
abertus as iuscrições nos rstucluuleA <1011 
estabelecimentos civis de ensino médio, 
que pod<wllo aprrsentn.r um texto sobrei o 
tomn proposto, munusc1 lto ou dn tilogrn­ 
!nllo em uspnço duplo o que deverú ser 
felio num máximo de 15 e minlmu ele 
2 folhas tamanho ofício, utilizadas só­ 
meot9 em urna das fuces. 
Os, trabalhos deverão ser ~nlrrgues 
pelos··coucorrentC's nu sede da 9~ riegi­ 
áo Militar (SSMR/9), Comandos de Guur­ 
nlçií.o, 30º CSM, Deleg11cia de Servíçu 
, }!llllar e juntas de Serviço Militar, con• 
forme_ o local de residê•wia uo cundida­ 
lo, '1entro do prazo est.lbPlecldo nus ins­ 
truções distrlbuidas ao~ Colégios, de mo­ 
ido qun, u 05 out 77 tortos os trabalhos 
·estejam no QGRt9. Üfl trabulhos classi­ 
ficados na fase regional 11.irúo <>ncaml­ 
nhados à DS~J (Brusília-DF) onde con­ 
correrão um 'Amblto Nacional. 
PRÉMIOS 
Serão conferidos os i;egulntes: 
- No âmbito Nacional: 
1° l~gar ..... CrS 6.000,ú0 
2? luar .....Cr$ 3.000,00 
Melhor "Apresentação" ... Ci$ 1.500,00 
e Menüo Honrosn 
No Amhito fü,gionul: 
1° lugur ....C$ 2.000,00 
2'' lugu1· ..... CrS 1.000,0() 
M<>lllor "ip1ei<ouluçúo CrS 500,00 
Do 1° lugnr ao 5'' lugar Diploma de 
''Cooperuçti.o Meritóila·• 
Prescrições Diversas 
Os tmbalhos deverão Rei' ncornpunhn­ 
dos da Declaração do Estabelecimento 
de ensino sobre a série e curso quo o 
candidato freqüenta. Este documento ser­ 
virá também pura a iclenlificaçüo. 
2 Niio i;erfio couslder11dos os lrubalho5 
qui, deixarem de cumprir quaisquer das 
dli;poslções da rPgulnmentaç.:.o dlstribuí­ 
das aos 'olégio8. 
3 Bibllogrurta 
- rfütória do Brasil, Rio, Dloch Edito• 
res 1972; História tio Exército Bra!-llelro. 
Ed. Estado Maior do Exercllo; • I·fütória 
do BrnRil, C1tl6ger:1s, Pandiá; O Exérci­ 
to Visto Pot· Um Civil, Monjurdim, Ido! 
fo Polll, l3ibllotecu do Exército. Hlli8: O 
Exército é u Nuclonulldade, Mau!, Cn.r­ 
dos, Biblioteca do Exército, 1950 Enci­ 
clopédias Diversas e uindu: Defesa Na­ 
cional, Letrus em rnarchu o Verde Oli­ 
vs. 
- Lei· do Serviço llllll!ir (LPi 4375, de 
17-8-li4 - D.O. 3-set-1>4) 
- Regulamento da Lei do Serviço llill­ 
tur (Dec. 5GG54, de 20-01-BH Supl. ao D.O. 
31 jan 6G) encontrados em todas as or­ 
ganizuções llilitures e juntas de Serviço 
Mililttr. 
lnslítuirlo no Brasil há. cerca de vin­ 
te anos, em homenagem no Dr. Hugh 
lll,nnett, pioneiro nas moderoas técnictts 
de prottQiio dos recursos 11aturais, come­ 
morou-se (15 de abril) em vários pontos 
fo país o dia da Conservação do Solo. 
O desgaste do solo agrícola motivado 
pela erosão constitui, sem sombra tle 
dúvida um dos maiores flagelos da hu­ 
manidade. E sua ação é tanto mais ne­ 
fasta quanto mais aumenta a população 
do globo e, conseqm,ntemente, m~1s se 
fazem sentir as necessidades de alimen­ 
tá-la conforme rP-ssflllou o secretário de 
Agricultura do Estado do Rio de Janeiro 
ao ensejo da datn. 
Segundo José Resendo Peres, os conser­ 
vaclooistas calculam que a natureza le­ 
va de 300 a mil anos para restaurar uma 
camada de 2 a 3 centimetros de solo 
agrícola. 	, 
No Brasil, porde-se anualmente cerca 
do 15 cénttmetros de solo. em 180 mil 
hectares de torrn. Isto quer dizer que, 
numa ó.rea. imensa como ee~a. destrlllmos 
em um nno o que u natureza. levou de 
2 a 7 mil anos para formar, de acordo 
[ID(ill 
-- ------------- ---·--i 1 
nus fui]] 
Propriedade da O]"V 
com as pet<quisas de uma de nossas 
maiores n utorida des no BHsunto, o enge­ 
nhfiro agrônomo J oiio Quiotillano Marques 
os Estados Unidos, onde os traba­ 
lhos de cunservuçüo do eolo estão mui­ 
to muis udiuntados e geoerulizad1Js que 
entre nós, as estações experimentai que 
procedem a mediçõeH rigorosas desses 
feuômenos, r.hegaram :1 vários resultados 
demonstrativos de que umn únic'I. chuva 
pode arrastar tl3 n 125 toneladas de so­ 
lo por hectareR. 
Todos esses fatos, comprovados em 
experiwentos de a1tes eeguidos, por re­ 
nomados cieLtistas, monstrnm a necessi­ 
dade da uplicaçiio de uormaa e métodos 
conservacionlstali na exploração racional 
da terra. 
Proteger, recuperar e explorar racio­ 
nalmente o solo, n. água e ns florestas é 
não só um dever mas um imperativo da 
nossa própria sobrevivência. 
r.a.g.f. 
Emnter Local 
Unidade Operativa de Bela 
• 
Vista 
Szmzales Seletizadas- Moo 'rllu" - Lthrilicales lmticidas 
RUA. CiENERAL OSÓR!O S/N 
1 
1 
I · 
G 
BELA VISTA MATO CiROSSO 
Lt. ±E 1, . 
!Dir,tor 'l<e•pc11t•,o,·/; .J 11 a l ·Í ,. JJ r r e Ir a 
Deter Cemer:tal; ateas pereira 
 r te: JI?Ji,, Gucclt•• Cr,rr,",_, 
Circulacio: ferina fedes 
Composição:Petronio Leio, Lyleracy Lino 
Altair Marques, Lacidio Mede·iro 
I l1l p r e,, ü o: , .il,011 HnlJt·rtu de SoutJ • 1 1 
ledaco. Adini-tração e Oieina- à 
Tua Duque de Caia- 5/N la Vi»ta. r 
Assinatura Anual 
Cr8 150.00 
Cr8 160,6o 
l:lr.ln Vista 
Demais Municípios 
Passarinho: « Forças Armoª 
dos não devem Íiçar indo .. 
finídamenta no poder» 
..· • .• 
Impressos em! ma cu Lls creS 
C relais _ estudanU:s - Serviços 
Jrnpressos ome 	cgc 03.570.314/0001•18 
Inscrição Estadual 13.086.446-4 
PDITTil 
.:1 Cores 
POrui - • MI. 
Ao analisar, com b+se 
n& notas taquigráfteas, 
o depoimento do bispo 
on Casukdalig, ns CPI 
em que depôs. +ustentou 
o DepuL1do Da•-o Colm·· 
bza (Arena RJ) ser da 
quele prelado um contes­ 
tndor, niio flÓ da autori- 
da rlc, como da lr>g!tlmi­ 
dado do Poder L<'Jrlsla­ 
livo, além da autorlda­ 
de do Vaticano e da 
nen-agem do Evnug-olho. 
Afirmou o representa• 
te do íl!o df' ,Ja1wiro não . 
ver naquele bispo um 
rcpresPntanlo <la Igreja 
l'ató!ir.a ApoHtólica Ho­ 
rn rna, mas sim um mero 
lutt:>grunte do clero. "o­ 
cupando espaço bastante 
discutlvel entre as tendên­ 
cias modt•rnas da Igre­ 
ja, dentro do ustubeleci­ 
c!o nas vJF.ões maiores 
do Papa .João XXIII, que 
servem de hase, delur­ 
p,1darnente, aos avanços 
de determinada nla, llo- 
je h lt'l ante <lifu;1dida e 
. 1 e:1v,,lviu.1 r.om posições 
p:,!itkas c,,utrárias àR 
trac!içõ.-s do cristiunlsmo 
em gemi e do Brasil, 
em particular". 
« _ + 
• J 
Brasilla (O Nacion2.l) «Se u Revolução 1 
deve Bt'r permanente até a conquista li 
1 
oal de seus objetivos, indefinida não deve 1 
ser a presença das fc>rças Arruadas no e  
xercício direto do poder, no que só dnos 
, ta!Vl'Z afé incparàveis, pode lhes 1J.Cur 1 
retur». Nu· discurso que teve com. b·ase 
esta advertência, o Senador Ja{o:1s ! 
Pgssrinhc formalizou no Seuado u seu l 
ponto de vista contrário ao de qo hé 
necessidade da presença de,; m·, •~i: :.r 
no plano político, até que o Bras jj' 
o para_ml·lro do desenvolvíment· 1, - 
e arepista, o Senador unir.n ~,,- 
é falaciosa, como é ialso + ., 
o desenv:ilvimPnto 
surgir e o m o <' 
desen volvi'llent<' 
RUI MARECHAL FLORIANO 
1582 
~-~~~--===----:--------11 
., r,5!' 
oi' 
oDs 
., .c'couf·· 
O d6putado Braga Ra­ 
mos (ARENA-PR) mani­ 
fei,:tou !l opinião de que 
o projetado fosso que 
estilo pretendendo cavar 
entre a Igreja e o Esta­ 
do trari11 proveito, ape­ 
nas, aos interressad'lS na 
õubversilo e na • 
dem. 
Tanto a Ir 
Estado - d; 
mi::são 
Cada 
trur 
d

e 
A 
RI 
, 
E 
Trabalho realizados no primeiro semestre de 1977 na Câmara Municipal de Bela Vista 
f'Hl'--1..('  no:; Vf,,lU,:,rJOHES: 
Pe-ilente J»é »implicio d Costa Marque 
trena) MI Ire-en.a 
ieel'residente 0saldo Turini (Arena) 
29 Perna 
l 5reretirio Noedi Leite Laranjeira Arenn) 
:27 l'r, -<' n ''" 
2 eeretrio Getulio lino (MDI) 25 Presenças 
Afonso Dilon Nunes Leite (Arena) 29 ' 
Carla Centurião (Arena) 19 
Fl de Araujo Dharho-a [Arena) 31 
11,l<·fou•-u 1
1
•i11l,riru (IDII) 17 
ialdo de Muros Atenua) 15 
HE(JIJ Eltli11-:NTOS 
Da atorin do Vereador Ely de A r a 11 j n 
E+rboa (Arena) 
k,o Is Solicitando o Exmo. 5r, l'rrfoirn ,lunicipal 
11 lil,~rn.-:111 ,lo IJnoclét-imo rfo C:inrnra ;J1111it'ipul. 
No - solicitando ao Exmo. r. Presidente d 
Cura, nomear uma Comissão destinada reli. 
ir o legimeto Itero da Gãn+ara Municipal. 
fi, y-'solicitado ao Fxmo. Sr, Prefeito Ma 
nicipal, de-iar o Lider_do Executivo_e_o+ V're- ! 
identes dos Diretorios da Arena MD a indi. 
vação do Lideres das respectivos Bancadas 
• o .J • 'uliri11111do IHI Ex1110. ,Sr. Prcd,lrnte ria 
Camara, providências para colocação das fotogra­ 
fias dos Senhores; Presidente da lepública e Go- 
1•e,n11clor ,lo E,rado, uu Snlu ,In11 .Sc,sõcs ila 
Cm ara Municipal. 
.o 5 - Solicitando o Eo. Sr. Presidente da 
Ciurnr:r ~lun iclpu). proviili-1:cin• pu,•, a II rolocn~il_o 
das Bandeiras ; Nacional, do Estado e do Munici- 
o na sa,'a d s Sessões da tCâmara Municipal. 
{',, ie4crendo ao Emo. Sr. Pr feito Müicf- 
· l n iforiu,'" ,., •mplelos e luvas pau a o» funco­ 
P","ta Li,ue 'Pütlie, Mataduvo e proteto- 
nu 
I 
o 	• 1 u . Elé . 
res aditivos para os da /ma E étrica. 
N.o 8 - Uficir ao Brigadeiro Jorge Mossab, 
rnlicit.nrnlo a reaberra dos voos da TAN, para 
c:1to ci,lntlc. . ., D , T 
.i.o 9 • Oficiar ao Cher+ do FRMA., conserto 
da Rodovia _que liga, Dela Vista'Jardi,u. 
N.o I0 - Solicitando o Ssnhor Prefeito Munici­ 
pul, Carl eiras pnrn os luno.s da Escola de Contn­ 
Lilidndc Dr. Joaquim Murtinho, 
. li.o Solícicundo no Chefo do Dermnt, qnc pu~•e 
aos encargos daquele Orgio, a estrada que liga 
Bela Vista.Carar6]-Porto Murtinho e a cstrada 
que passa por Margarida ligando a Rodovia _Esta­ 
dual Dcln 'i-ru •• Curaool ,, I·etloral Jurd1111/ 1 orlo 
ilurtinho. 	. 
N.o 12 • ::iofü·i1an<lo n<r Chefe do Dcrmut, prov,­ 
dêncin,; pnra conscrlnr n· Estrudn fJU" chega tl Fn- 
zenda Bonfim. . . 
N.o 13 • Solicitundo no Mílmlro de Agncultum, 
quuis n"- cspedc de mandioca e sorgo como ma­ 
teria prima para extração do Alcool. 
N.o 13.a Solici1,11do ao Ii'il'S. u crn,ç,1o de um 
Posto rlc Benefício, nestn ri,b<lc. 
N.o I J olicitan<lo à E.R/3 uma pa+sagem pa­ 
m Yeiculos e prdc.<lrcs nn A,cni<l_:r T,todoro Sa­ 
tiva crn frente ae Centro Telefonico. 
nº 15 Solicitando no Ministro de Minas 
e Energia, que seja extendi_dá._ á Oel_u 
Vista, b. linha de enorgia elétrica provi­ 
niente d" Urubupuagá, quando 8 mesma 
chegar a Ponta Porã. _ . 
nº 15n Solicitunr!o à Secretarm de Agri­ 
cultura a cri,1çúo de um Posto da Cobal, 
para cl'3ssificação de produtos vegetais 
e o preenchimento da vaga de chefe de 
Escritorio du Campanha contra a Aftosa 
Da autoria do vereador- Osvaldo Turi­ 
ni (Arena) 
n 4 Requerer.:.do ao Exmº Sr. Prefeito 
funicipál a insenção de Taxa. de Ener­ 
o-iu Eletrica h de Telefone do clube Es­ 
portivo Beluvistense. 
Da autoria do vereador Afonso Dilou 
Nunes Leite;:(Arenu) 
Roquerendo ao chefe do Dermat, solici­ 
tando reparos na Estrada que demanda 
Bela Vista/Ponta Po1·ã. 
Tndic:Íções: 
Da autoria do Vereador Getullo Lino 
(MDFJ) 
uº :!- Ao Exm". Sr. Prefollo Munlolpal, 
nolft:ltuudo conurto da eatrada que 
demanda Caloira à Barra do Caracol, 
paasundo pelu Fazenda Ouro Branco. 
nº 2. • Com referência a arbo1·iz11ç!lc, da 
cidade, no Aentldo du que 1eJ11m podada■
aR arvore, d11s ruas du cidade. 
Da autoria do Vereador lldefonse Pl- 
11hclro (MDB) 
nº 1 - Solicitando ao Exmº. Sr. Pref•l­ 
to Municipal, reparos na Rede Elétrica 
da cidade em face doe constantes ourto 
circuito causando falta de energia elétrica. 
Da autorln do Vereador Osvaldo Tu-· 
rlni (Arena). 
Solicitando uo DO. Diretor do I.I.M.T., 
Sr. Huroldo Muodes de Paiva, a criação 
de uro Posto de fdentHlcação nesta cida­ 
de 
Ao Chefe da C.E.R/3, de Jardim, eollcl­ 
tnndo reparua na Via que demanda Be­ 
la Vista/Jardim. 
- Da autoria do vereador Afonso Dllon 
Nunes Leite (Arena) 
Ao Exm". Sr. Prof Pito Municipal, sollcl­ 
to ndo ll mudança do harárlo de forn~ol­ 
mento de energia elétrica no período de 
inVbl'IlO. 
Ao Chofe do Dermat, en, PontA. Porã, 
solicitando reparos na Ponte do Apa, que 
demanda Bela Vista/Ponta Porã. 
Da autorl!.l do Vereador Nivaldo de 
Barros (Arena) 
Ao Diretor da Empresa Viação Cruzei­ 
ro do ui, sollcl.tando que fosse construi­ 
da na agencia local, abrigo, sanitários 
para os ueuários dos ônibus de11sa Em­ 
presa de Tramipertes . 
Ao Chefe do Dermal, em Pont11 Porã, 
solicitando que fosse construido um Pas­ 
so, a esquerda da Ponte sobre o Rio A­ 
pa, que demanda Bela Vista Ponta Porã, 
para • pussagem de animais bovinotS. 
Da autoria do Vereador Ely de 
Arnujo Barbosa (ARENA) 
Ao ll:xm. Sr. Prefeito Municipal, 
solicitando eonstruir pela Carpintaria da. 
Prefeitura. Municipal, bancos para os 
urnários tio Centro Telefôoico. 
Projeto àe lei: 
Da autoria do Vereador Nivaldo de 
Barros (ARENA) 
Autorizando o Chefe do Executivo 
Municipal, doar ao Clubo Reereatlvo de 
Caça e Peeca°Camping e Tiro, o Lote rle 
Terreno suburbano nº. 366, pua constru­ 
ção de sua Sede própria, nesta cidade. 
- Criando o Horto Florestal, nesta cida­ 
de. 
- ,Aumento em 20% os vencimentos 
dos Funcioná.rios da Câmara Municipal. 
Da uutoria do Vereader Osvaldo Turini 
(ARENA) 
- Denogando em parte a Lei nº 6(13 de 
14 de Favereiro de 1973, do Código Tri­ 
butário Municipal, que reg-ulamenla Taxa 
de Licença d61 Veículos Motoriz11do1, com 
a seguinte redação: A Taxa de Lioen11a 
ponto de Estacionamento e Circulação 
de Veículos lllotorizados, será cobrado 
sob taxa de 500/0 ( cinquen.ta por cento) 
anual. baseado no Sálario .1lnimo da 
Região. 
Criando a construção de Sanitário 
Mt 
no Predlo d11 Câmar11. Municipal. 
Pertarlaa: 
0 n 1 - Contratando prazo de o ano. 
Sr. Narciso Ortiz para exercer u Funçõ•• 
de· Contlnuo/Po;telro, da Cllmua Muni· 
elpal. . 	., fül'd• 
nº 2 • De11ignando o Ytrea .. er · 
Araujo Barbosa (ARENA) para repnun­ 
tar Cflmara Mllniclpal cfe&la clda••• 
nu Solenhlade da Exp6elção Agro-Pecva­ 
rla em Ponta Peru-MT. 
nº 3-Contetando por prazo de um ano, 
o Sr. Antonio Lop13s, parn exercer a 
Função 'de Coatador de Contador da 
CO.mara Municipal. 
-CIIYICIÇil 
O Clube do Lase verid 
., nus ■11ociadt11 pua ar■•• 
nilo a mar realizada dia $ da 
Setembro a sede da entfdada. 
Luiz orara da Araújo 
Palrlo 
IIGRIDECIMENTOS 
o cube ao1+0, +rases de «s rio. _1si G·o+ !·9"2"""" 
dcce ao senhor Coroael Orlando Metzigen, Coradant • 
RC. 11 inrstimavel eolabernçlo p resta d a a e11e 
Clube por ocuiãu do Lo Toracto do Laço. ·o O 
LUIZ CO ZAGA DE AH J 
Palrlo 
O Clube do Laço, através de seu patr4v, Luiz Goaa■111 _d• .lraújo, 
agradece ao Banco Irileiro de Desconto, o patrocínio das 
propagandas efetuadas na Heda Matogrous de Telerio 
" (Campo Grande, Corumbá e Cuíabà), reíercn- 
te1 ao Lo Toraei• do Laço. 
Luia Couaga fie Araúj• Patrlo 
o 
A Diretoria do Frigorífico Rio Mi­ 
randa L tda., avisa aos Srs. Pecua­ 
ristas Em geral da região, que já ini­ 
ciou suas atividades de abate no 
próprio estabelecimento. 
Os interessados poderão procurar nos- 
so escritório na Vila Frigorífico S/N em 
Guia Lopes da Laguna - MJ. 
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