. TRIBUNA D Ano VI N.o 259-- 20-8-77a28-8-77 Bela Vista h $k%is tese ta te z.ta., hra. R !-J 1 1 uns ll }» CÂMARA É a Gasolina pode­ ra sofrer novo aumento -f Ao• olnoo dlna do me11 do Ago11to do au• d• hum mil novecentos e eetentn. o 11 11, reallzou-110 nn Cfimnrn Municipal de ha VItna, Estudo do Mato Grosso, Seu- _-_ 1 ,ao Solene, 110 I> a Prusldêncla d o Verea­ dor Joall Simpllclo da Cota Marquos. Hanud• ''quorum", o Sr. Presidente de­ tlartu aberta n 101oli.o cm "n o m e de D• u", Fizormso presentes os e­ rutnt11 Verendoroe: Osvuldo 'furlnl, Noe• dl Leite Laranjeira, Afon110 Dilou Nun0s Lolto, Nivaldo do Barros, Ely de Araujo Barbosa, lldefonao Pinheiro e Getúlio Lino. Para cumprimento da Programuç!ío doa futejo11, foi realizada o. Mi&frn na Capela do DIYlno E&plrllo Santo prlo !'aclre Haroldo Harrison às dezoito horas • con■tou com as presenças dos senhu, ru: Eduardo Justo Ocariz, Cônsul du República do Paraguay; Sr. Orlando len­ h:lugn, Comandante do 10º Regimento de Cvalaria, Presidente du Câmara Mu- 11lelpal do Vere11.dore11 e outras nutorlda­ dea clvi1 e militares. Terminada a missa houve a Soouo 8oleo com a pre;;euça daa ·autoridades clt11.da", com exceçiio do Sr. Cônaul rlo Paraguey que teve de a1111ntar-1111 por motivos de força maior. Come nio p11des1e pro rerir a po leslra .:2:".z. o 'Suplente de Vereador David Bonfim de Ollnlra, que chegou utrazndo para u solenidade. Foi f&ito o segumto discurso em nome da Caiara, pelo vereador Ely de Araújo Barbot1a: ti E Voltais táo cheio de glórlR Vejo-voH tu nto crescei· Que o 1 Hvro du nossa I-Ih1tórla Nüo pod1, mais vos conlAr. Ei-vos enfim! São tüu grandes Vossos vultos Imortais Que compará-los uoa Andos Fora ab1lxá-los demole. 1.88G vai encontrá-lu como PresidE-nle da Provlnclu do Hio ürundo do Sul e M11rechul de Campo e na questão mili­ tar val em defesa do seus companheiros de fnrdl e uaeim ue pronuncia em me· roorávAl carta ao Bar/lo de Coteglpe: "E falam em Exérnlto e em dfecipllna! Subo precisamente o que é Exército, o quê é disciplina, sómente aquele que toma par• te ativa nas suas glória~; aquele enfim que esquece mãe, mulher e rilhoe para lembrar-s~ dentro da11 fiielrlB militaret1 sórneute àa Pátria e que para rellddade dela oferece o corpo no ferro Inimigo. St1.be o que é dlsclplint1. m!Jitar i,ómeate aquele que, no horrlvel do combale tem ll responsabilidade a mois difícil. a i elevadaa, incompreenivel, que é a res­ ponsabilidade rte soldado". Em Moto Grosso foi ajudante de ordea do Presidente do. Provincia. Casou-lia em Culabá. Foi comundante do Qunrt:.>I Ge­ neral om Transito. Em 1.889 assume o Comando das Forças 'avoi e de Terra. Daqui partiu de volta à Corte pura Pro­ clamur u llepúbllcn. Coube a D,•odoro entregar a Osóri<>. umn. espada l'0m o norne do Patrono da Cava­ laria oscrito em ouro, ofE:recids. pelos que serviram sob seu .Comando. Dizem que quando o Bud~ uasce}l em Coube a Or.órlo quando saudado no inverno, ma& a untureza cobriu-se de Paço de áo Cristóvão, com t!Xpanslvo tioru II o~ pé.llearos voltarnm a cantar. entusia!lmo responder ao Imperador: Ch•gou ao mundo um iluminado. "Snlve Osório, ho, bruvo dos bravos" Coutam, que quendo Cristo nas1;eu, a ''O bravo dos bruvos é um só. E es8e nolt• eachou-,e de Paz os Anjos cauta- é Deodoro." ram: AIPluja! Glória a Deus nus alturas M~us enhores: Gestos como ee!'rs t>ÜO e Paz 1111 Terra liOII homens de i>oa von- ta.de. Veio ao Planeia Terra o Filbo de próprios dos brn vos, para quem "a gló­ ria é n mais preciosa recompensa."' Deus. Nada m;;ls justa que esta homenugem Quundo o Mahatma Ghandi nasr.eu O que n Cilmarn :'11unicipal de Bela Vista Ganges correu bem mnamente e nessa t E;é it B} ·q1,3. g hora todns foram convidadon à preee. preP 11 ao x rc O rasi eiro, 11º es• p quicentenó.rio de nascimento de Deodoro. Chegou no wundo um homero do az. Deodoro é uma da!' expressões, vivas 5 de Agôato de 1.8~7. Alagoas· Brasil. do Exército Ur.u:ileiro, titmp,e suldndo No mar Ili andou cresceram, õe avolu- no rigoroso sentido da palnvr&, bravo maram, 110 agigantaram e quebraram-se e arrojaôo dill-nte do inimig-o em qual­ Doa rochedo11 com 11strondo, como O ru- quer campvoh•, ubordinndo ás ordens rnprriores, gir do■canhões. Os Anjos, sempre OS m•• guardando no coração toduE os &eotimentos Aujoa . Querubins - tocaram trombetas nobres, os anseios de liberdade, de fé na demo- i 1 1 A • abateram crncio de luto peln g:randez.a tln notso Pátria. om r troo marc l ; os .-..rcanJOS Ilo~rnclos e nobres colegas r meus ,enhore.: ospnda em contiuêncla. O Sen_hor dos Nosso pah c~minha altaneiro pnra o futuro que Ixércitoa abriu a cortina dos CeüS e eo_r- lhe é reservado no con,erto das 1 ações do Mun- rlu para o mundo. Nesse lnistante nasclli do. . . . Dtodoro, o Guetrelro. Diante das várias crises que dcspontom _no ce- S Buda e Cristo mudaram a História núrio internacional, vigilante para a agre+ão que e U &l r·t f' diu111rnnmente se r e n O' n, p n r t 1 d n d OS de doi• mundos trnzendo nova IilosoI1a, ,e desejam o c a o •• 11 d e s o r d e m, Ghandi com ll Palavra a 'H1stór1a · da 1 ~. ·i:revo• conslllntes ~olapante• da •~o•sn econo·. Jndl& domando o Leiio Brlt/lnico, D_eo• mia, para os pronunciamentos ofensivos à Seu­ d m u llBpa.da encerrou um ciclo rança acional, a nrdem ntunl procura construr oro,. co • d a lrcui- um 1-'nh socinlmente sfio, com uma democrnc1n nos- da Hilltórla do Brasil rorupeu "· d nboríucnc compatl'el com o estnuio d-, descn- t dl ~ • l·a de mais E> rne- ••· " ' • 1 " c Ir (çiio monarquIsl ' vlvinento cconmmuco que atingimos não apenas fo século. um democracia teórica; a ordem atual d ·seja pa Se Gbandi é 0 Patriarca d Nova I ,a o Puh umn _cl_emocrncin de plena l_ib~rdnde, ma• .. Estou rrocurundo normn1iznr 11 •ituação finnn• o D d é Pui do Regime Rapu- om responsabilidade, em que_o direito de um eira dos Prefeitura, c atendeudo a todos dentro dta, oo(oro o I I termina quando tangencia o direito de outro,. do, limites. O povo devt! •:tbcr que estou aqui por blicano do Continente Brasil2iro. Pra atingirmos a esse democracia é nccc•sário trinta dias ,•,pero, como todos dc'Cll.l cSpPmr. o Filho du Guerreiro e mãe heroinu e O 1eu.ladores, estudantes, lavradores, empresá- pronto restabelecimento d Prefeito Castro "intoe terceiro de umu prole de dez. Mais tarde "}',, .ritores._estejam cocos em_torno de um aí então tudo voltará moralidade". Segundo fosta d ·ia te o úmero três é per[eito s objetivo, unidos em torno das idéias do nos+o Marques é "prematuro e até esmo indelicndo prende",9 feio coto ríiho. es G ' .. rito nprcseat.tnilo ,oluçuc; e nilo nprnas cr,- pt:nsor eru >UCl!SSilo ou imnginnr pn,,i'ci, rnh,ri• e ele tam ér 'o1 per'_·' v' ' • '4aa. pois a critica destrutiva fácil n ,lificll tatus de Ca,tro l'irllt'. Ele {: o Prefeito. E,tá de pcso e como chefe militar. ósos ",,{{',, principalmente_nos dia> de hoje «m licença e cu por dever de lei tomei po--e. E-ta Aos 1 anos de idude um uno up08 ,j, um consenso que vivemos tempo» dificeis. afirmação de veterano politico é oportuna, pois . t dos d Escolu Militar sob o Coman I E,tejamu:< ,~do, unulo. no remo objetivo de já e comenta na cidade para continuar a óbra re e à sa volta Luis iuuI' ersos. pétalas das ros1s brancas. Nasceram asim as pri ; administrativa de Castro Pinto". lhe e a seus companheiros esses meeiras rosas vermelhas, Ea quisera também agora ter dessa« ro·as na­ cidas das gotas de sangue da Mie de um Guerrei­ ro_ que volta ao lr chio de glória para transfor- 111,,. a; cm uma coroa ,. l'Oluc:1-IJ 11,1 fronre do Soldado Brasileiro assim como faziam os grees te os romanos com euw deses e herói, Energia Elétrica É Meta primordial Afirmou Costa t'varques a a o t t a ' J Com o pedido d.- liconçn do prefeito Castro Pinto, sumiu u chefio do Executiro Helvisten­ se o presidente da Câmara Municipal, José Sim­ plicio ,ln Co,t• MnrqucF. O Veterano ,Polilico, ronh•cido p e l o « eus dotes ele político que busca harmonizar us diversas tendências', manteve um ligeiro contato com n no .... a reperta­ gm. Na ocasião, Costa Marques, traçou objetin,s e definiu mett1~ Jlrimôrcliais. nào íu:zindo ela~ já traçadas pelo Prefeito Castro Pinto. O novo pre­ feito frisou a sua "elha amizade com o General que estim., e respt·ito como homem plerun. Frieo bem: energia elétrica é a minha me­ tn principal'•, Brasillu - Uma ultn fon­ te rrov,..rnameut11l coniir­ mou u existenciu de es­ tudos pra determinar u neces. ldude ou níio de uc rnujorarem os preçoo tios combustíveis dorlva­ dos do petrólao.proximn , ruente, cuosldorando que o último uumento daqueles preços ocorreu no mes de maio pnsaudo e de lá para cú já 110 registraram tre altera­ çõe'J con'-eculiVilb D!l ta­ xa cambial !tlém do au­ rnt:nto de 5 por cento nos rreços cio petróleo no mercado lnternacio· nul. ,pesar das ulterações da taxa cambial que determinaram a deavalo­ rizaçio do cruzeiro em relaç:1o no r!ólar e o au­ mento do óleo bruto em julho passado PXistem indícios seguros de que talver não huju neces1 por cento sobre os uiveis atuais". A mesma fonte obsor­ va que os dado disponí­ veis relativo11 à estrutu­ r de preço!! dos com­ bustíveis iodtcum certa folga entre as tarifas em vigor P. a necesgldnde de se alterarem os pro­ ços. pelo mc>oos por eu- • quanto. uma vez que tem­ se registrado sensíveis reduçii.11 na evolução do consumo de gasolion no Brasil, desde, que o go­ verno optou pela política de preços reais dos com­ bustivels para forçar a r e d u ç ão do consumo. $[ IRl 0M É tüo fúcil • ssr bom! Por que não Iler? Por que não espalhar em derMdo;-, O perfume sutil do bem querer, Que faz a vida pare­ cer melhor? Um gesto bom uma pul:.tvra bôa! ' As vezes custam pou­ co e velem tanto! Como é feliz o que !!.ma. o que perdôa. O que sabe fazer ces­ &u.r ,_, pranto! Bela Vl1ta • Mt. DESBARATADA Rio Organização Subversiva Detidos o, Prlnclpali; RPsponRú volt{ • Comunicado Oficl11I do 1'' Exé.rcilo !tio 6 - () serviço do relaçiíos púl)lic•an do I Exército divulga a seguinte »ta: "DIJi&nelas bom sucedidas permitiram n lrlnut!Iil'ução e o doRhar1damPnto da orgnnlzaçllo subversiva dciuornl111Hít1 mo­ vimento peln emunclp11çf1 o (lo p1 olt·l11 rifl· do (MBP), lwm como a do!i>nçilo de v,rloH dos sou!! princl pt.dR ln tt•grnn te1<, lud os rnpondondo u compot1:rnle inquérito po­ llclal Instaurado untes metJmo dAt! rcf13. rlda8 detenções. A Secretaria de Segu­ rr.nçu Pública do Estado do Rio de ,Ja­ neiro, encarregudu da operuçll<', tornou público o do inquérito em questiio' inclusive doo uulos do exa­ me do corpo de delito, passados pelo Instituto Médico-Legal, os quais registram o bom estado flsico e mental d:)S delldos. EDITAL N.O 03/73 €L - Minist6rio do Exército 11 • Exército 9.n Rcgiiio Militar 4.a DC - 10.• HC H•r:imento Antonio João A Comissão de ·licitação do l0 Regimento de Cralaria. de acordo com o Dec. Lei 200 de 25 fev 67, resolve atravéz deste Edital aceitar pro• posta para aquisição dos seguintes artigos para fornecimento da tropa, no período compreendido de OI 0r unircfwo. O Loca de informuçóc,;: Fi,c ndm· QU Scn·i.-·o de Aprovi,ionam•nto. ' g) Condições de apresentação: Estar cadra-tado 110 lo• RC e CGCM!•· hl_ As·•inatur::, do Conuato: 31 de a~,,,to dt: 19i7 Quartel em Bela Viua, MT. !(1 de Ago,to l.97i. Wilar Nunes Viana Maj Ca PHRSlOENTE José de Ribamar. Cruz e ila Cap Vet - 1.1;:mbru Silvio Homero Finto Hodrgue- 2.: Ten 1{12 lnt Secret:.rio (DOUHiDOS OP - 'ff) O deleado rglonl de Policia de Dou­ rados. bacharel Nivaldo Cavalheiro, en­ vlou 1to UirPl01· Gemi de Pnllcia C1v1l do Estado Zuzl Alved du. ti1Jva, resulla­ do de uma sindicância administrativa solicitada pela Secretaria de Segurança Pública, a qual comprovou ,llos de v1oléucra pra· licados por um comissário f dois lnvos­ lig-aclore)> dtl polícia civil deatu cidade, da 2 de j1111ho úllimo, na cidade do Na­ vlrai com cobertura do ex-delegudo re­ glo11!1! (Mtlofabiano Ferreira Diaa, A denúncia do Incidente, foi feita peh vt•rudor João t1hlrquel! Luiz, J>resi­ donle da Câmara Muuiclpal de Navlrní e enviada ,rn governador Garcia Neto e ao Secretário Madeira Evoru, da Segu­ rança Pública. Assim,· foi dndo conheci­ mento Üil autoridades responsáveis pelo. segurança pública em Mato Grosso, da vioHucia prnlirnda no dia 2 de Julho, en Nuvirai pelo comissário Carlos Al­ berto 'Torres e pelo::; invesligadoras Jo­ ão "antnna e Lidio Sarut Demonslr&.ção de volteio "Currousel" Recebemos ão Te. Cel. Gay Cardoso Galvão Vários exemplares de seu livro Crõnlcai:; do Cotidiano. Os belavisteDRes guurdam singelas recordações do diotlmi­ co miliat· que aqui serviu como major e l'oi o grnnde iocenlivador do esporte bela v!stense. Além de • suas qualidades literárias, o Ten. Ce! Gay Cardoso Gal vüo é uru entu,;iusta do Cinema; 01:1 seus es[orço;; em pró! do cinema nacional é 1 <'eouhecidó por todos. Ainda possuimoB - lguns exemplares do seu livro, os lnter­ ressados procurem a Redaçllo da Tribu­ nu que ofereceremos gratuitamente um exemplar. . Sugestão Semana úa Pútria (fie 1 u 7 de Setem­ brn Lei Federnl n.o 363, ae 6 de Abril de 19 l9) , semuua em G.prêço vale co­ mo comen:oraç:io tio 7 de Setembro, em especial, dal:i. magoa de 110;:;a história· quando o Brasil ll~ loruuu ludepeudent~ de Porlugal._ O recordado na poesiu, nu pl'Osa. nos livros de loiturn, nos manua- Sautaua, que sr•r.:uudo. i.15 tcsternunbu 8 , agrediu com socos, ponla-pés e coronha­ dns de rovólver, o comerciante Benigno Piulleíro Cavtl!cnnte. Sómente vitima, entretanto, é que acusa os investigado­ rc, Cario· Alherlo 1Torres e L1dl'J Saral(, . t1,ilc último exonerado do quadro civil, através de ulo publicado dia 29 de 3ulllo, ao Diário Ortclnl do Eslarlo. Quanto 110 Ex-delegado Celllofublauo ~errelru Dias, estt tambem implicado, pois assistiu lo­ da u cena de v!olênci 1 1, sem repreender seus comandados. E, segundo o delegu• de Jaime R±fael da Silva "Bigode" da cidade de Naviraí, o AX·dEleg11nrlamen_lnr, nfio é mais do que a carta de soberania na· cional, o documento próprio a ddin..-ar o EBtaclo como 1111• tituição política uprema na ordem inlcrnn r. COIIIO nnr•o indepcndeale, no pluno i111er­ nacional, assegurando, na +ua parte dogmática, os direitos dos cidadão•, que niio devem, porém, superar u razões •lo Estado. A,Aim, tanto pode lia­ ver um Estado de Direito, ,em cario constitucional, ,omo uma clitadurá, de futp, existen­ te II Comtituiçiio mais liberal. Pacificação O deputado Augosto Trein, do Rio Grandé do Sul, ma aift.·stundo-so em nome da Arena, deplorou a exo.cerbaçáo de ulg•.1· as parltimeotares oposi­ cionislas. que ter usado agresaivo.s pnra concei­ tuar deputados da Areoa,. entendendo que, deste, modo. s~rl!.o infrutiforos os esforços que se pro· movem no sentido de uma paciflcaçlio Nacfo­ nal. • A verdadeira democracia e u que •• pr 1· , d eleiões ], arca atrvés le ti ~}"""·,firou d­ ("1DB-BA) 1 d e r 1 e o Olireira • p,ua. ~ue.rn :io tc,-r- rno no . .- . . ' •eu •enh o hu16neo e exato - - 1 . ' nao se dee aplicar }"""Tr ieio. siiG e­ dia,}" 3rate e a+i» tiva Uada d• futebol de e11lào cnde bom públioo compareceu nu quudra do Blg Lar Atlético Club. !,. lfo Domingo, pela purto d manh, m•I• futebol, as equipes juveuh1 do Vila Nova e Bairro Alto, deram proseegul- 111,oto ao oampeonato da cidade, 3 ten­ IH a :z:ero para o Vllll Nova. l>I0"8009<,C>iQ Na parte da tarde, pelo campeonato da 2ª dlvllll.o, a equipe do Cera nilo te­ n dlflc11ldadu para derrotai· o Cojur por 4 tentos ll 2. D04 4080 0 NI partida principal pela l!! dlvlt,lio, o Vila Nova venceu o Bairro Alto por do- 11 tnto1 u. 1, numa partida dlrlcll e tu­ multuada. D3 044 b4 Mo aml1to10 Interna.clonai reallzttdo tm Slo Paulo a l'qulpe do A tléllco de M11.dri aurpreendeu meio mundo 110 con­ quitar a taça Governador Paulo Egydlo. Na quinta feira, na primeira partida o Corinthlu perdeu na penalidade máxi­ ma para o Santos, e o Palmeira tam­ bem perdeu na penalidade para o Atlé­ tico de Madrl. No domlogo decisão. Co­ rlnthlas conquistou o 3% lugar ao ganhar do Palmeiras por dois tentos a zero. No jogo prluoipal o Atlttlco <.le Madri van­ oeu o Santos nas onlidade8, ngrando- 11 campeão da compatiçlio inlernal!ional 09@-+090 04 As alunas do terceiro ano Normul, es­ to apresontando na cidade um peça teatral. "Opioilo". Segundo comentário• a f '9ª eatá agradando a toJos. De #te@ ~quldauaua jt HIil vivendo o mes do uu ailiYer■ário. Dia 15 de agosto. Fara !110 virlaa fut111 e novidadu foram pr~paradu. OesfilH escolar civil " JDllilar, jogos, comp,tições, ,.. bailes. ala o concurso de pesca que foi rea­ lizado no dia 14. tros. 'Todas as vezes que tomus alguma colln ou nluem para ti, deixas de mr, pol.i t·et-i.;11~ de dar. Adas u contra mão. 03±0r%93 Amar ullo é dares alguma coisa, é an­ tes rle ludo, ''d1u-te". E~tarás amundo, 16 1,stiveree dando.te ou colocando-te ln­ lelrnrnente no que et1llveres dando mes­ mo que ettja o mais material doa objetos. #1 593+39 Mia ma aquele que dá mais. Se qul• seres ao.ar ald o fim, precisas estar pronto a d11r toda a lua vldn:, Isto é, morrer paro li :nesmo, pelos outros. 9493000 001 Nunca poderás pecar por amor. cado é não amar bastante ou mal. 44+o A.goelo. o mu considerado por tudu, como o mes do azar, até agora no mos­ trou dns sua em Aquidauana, e per ai?. ±os-ce A. praça iodependente, que prom_ete ser uma das mais bonitas da cidade Já eatá. quase pronta, no dia dit. i11auguraçãio hneré. muita festa. Q pe­ amar Donlzelte 000390993 003 A Rua do Lazer: Projeto Rondon. Dando continuidade das colsa11 boas que a equipe do Prajelo Rondon deixou no. Princesa do Sul, todos 011 Dornlogos em todos os bairros da cidade notamos com alegria, que as alunas da Escola ormal, estão ministrando com dinamis­ mo a jó. tradicional Rua do Lazer. Pare­ beus as aluoae do Normal, e nos~os a­ gradecimenlln ao pe1>doal do Rondon. 8G090k6 90 Fe,ta da cerveja foi Sueesso: Ola 6 de agosto foi realizaria a famo­ sa resta da cerveja em .'quidauano, pro­ moção do Lious Clube Local. Os promo­ tores da festa no final estavdm todos sorridentes, pois mais de cem caixas de cervej11s foram consumidas pelos que lá compareceram, dizer o estado da turma é desnecessrio, pois ucrt.-dilo que todos estavam prà lá de B!lgdt'l #89#rG ma, e Outras Bruil 'eto. Presidente da Lina E,portin Aqui ,lau:1nen1e, euá com a corda todn. pou:ivclmentc urii o candidnto n Vice Pre,idenle dn Federação, ele é um do, muior.:s inctnlivndorc• do uo,so futebol local. 09c« Gunnandy, o verdão local, joga dia 13 em Co­ n:mbá nn parte dn noite contra a equipe do Amé­ ricn que no último domingo ganhou do Guanandy por 3 tentos O para muito eue jogo foi Zebra, Mauro Lucio Ortiz pre,i,lente do Yerdüo, e • l á preocupado, pois o mesmo alga que a sua equi­ pe nunca Jogou a noite. oeo& De O Seuentn de Dela Vista, juotn,ocnte com Bairro Alto de Aquidauann, Cruzeiro de Miraada ,eleçãu de Bonito, aão do. me,rua cbne da Taça Auis Chntcaubrinnd, que ,cri coordenada poli Li• ga Aquidauane_nse. , Equipe do Jardim, como campeão da última taça, entra 1ilmentc nn fuc final. .>9o"o)lj() A famosa Cronista ocial dos Estados Unidos, Ela Mawel, redigiu O dez Mandanen­ tos da boa nver+ação. 1 Mantenha-e a par dos n+suutos da atualida. de lrndo o, úlrimos livros revistas jornnis, 9 o deixe que os outro» percebam io. 3- eja humorista, mas evite os sarcasmo». Deixe as malicias nos outros, nsairn evitará ioiruizad~~. 4- Saiba ouvir o que os demais tem pura dizer 5 - Tenha na mem6rrn nnerlutcH 011 pergunta, interessantes. Evite repeti las para o me+mo gru­ po de pessoas. b ão provoque discussões sobre a»suntos em imporlancin evitando polêmicn, u reipeito d~ rc • lii,:1il•• polí1icn1 e, coisa• Intimar. 7 - Quando ouvir umu historia para rir. Hia E ludo bem. 8 . fio inicio con'er!.. purliculnres diontc de cslrnnhos n' menos que 01 poua incluir oa con'crsaçio 9 • no tente monopolizar n converu, lo - üo faça perguntas indiscr.-ta~. Dr. Laucídio Valdez de Barro Clrurgilo Oentls ta CRO 557 Mt Cllnlca de Crianças e adultos Atende-se com hora marc•da Ralo X Con,ult6rio Av. Duque de Caxiu, 508 (Ao Ladu do Danco Financial) J248D0M) MIA1O G30$$0 [l Um novo lar para seu confor to - Restaurante dormitório e ambiente super Famili_ar. Otimo local de estacioeamentJº Rua almirante Barroso 323 BELA VISTA I7 1EIEI MT- ré e teoe? Givanlldo do Corinthis, já voltou p­ ra o seu antigo clube. Saata Crur. Fal­ co e Caçapva estio sendo pretendidos pelo Corinthiu. NÃO ANDE NA CONTRA MÃO . . A, fanfarnu dos colégios da cidade tre- O amor é uma estrada com máo unl- naram com afinco para o dia l5 de agosto, onde u aa f.lnfarrH do Cezar, Falcão, este umpcão do a- c. parte senpre de ti para ir aos 0 ·----------------- SERGIO .ROBERTO PERONU111 ADVOGADO Bela Vista Mato Grosso MIu!!rio da Agrieul­ tura - M.A. Instituto Nacional de Colonizaç/o e R ~rorma , !rár'iu-INCH/ Courdl'nadorla Regloaal de Mato Grosso - CR - li Projeto Fuudiárlo Jar­ diw - CR{13) T (7)/0?i' Prorrogação de Prazo de Edital O I N C l1 A comunica as proprietários ruruls da área abrangida pelo Edltol para llatificaçAo de fítulos no rnunlclpio do 13elu Visto, que o prazo purn entrega do docu­ mi•olos foi prorrogado por trita (30) dias, ren­ cendo impreterivelmen­ te em 16/09/77. Sol111lta-':le o compare• cimento à sede do Pro­ jPto Fundlárlo em Jnr­ dlm, de todos oi; propril!• tárlos que venham en. contrando dtrlculdadu na composlçll.o dos do­ cumentos exigidos, a fim de que possam os mee­ mo, receber orlenta9ll.o correta em beoeffolo de seus Interesses. Jardim, 10-08-77 Feira do Artesão em Bonito Diretores, Profeuor.-s e alunos da Eacola Esta.­ dual Luis da Costa Fal­ cllo, convidam a todos para a feirn do ArteslLo, em Bonito estf' mês de Agodo, o acontecimento contará com as pro&et:­ ças da t" Dama do Ea­ tado ra. Ligia Bergn Garcia, e a Cusa do Ar­ tuão de Cuiabá. Colo.ho­ rem poie esta ó mai uma prernoç&o do Su­ doeste. Leia e Assine O Jornal Tribuna da Fronteira CHIRM BOUJ-IQUE de Esmilda Artigos finos moda braaileira. Cbarm para Compra diretamente dae fábricas da11 • famosas· marcas: Boutique uma palavrinha sempre Senhoras e Senho_ritas, Bolsas, as Proença últimas novidades (Didi) da Gledson. 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Ae­ im é que, de conformldado com o arti­ go 4 do D.L ](i7/67, abriu o requerente, com o v1ilor dns cédula11, uma cooto em nome do emitente. Vincule da à operação e que, presentemente, registra o ao.Ido negativo de CrS 630.313,33 - 3. E, 111lo tencln o emitente pago as parce,lns con­ vencionada9, a dívida tornou-se venci• da desde 25-07-íG o ainda niio regulari­ zado, nodo. rtbstante os Ingentes esforços do suplicante-credor, nesPv st?ntldo. Dti sorte que, embassudo no art. 41, do De­ creto• Lei JG7 /67, com binodo com oa de nºs. 58-t, !II e 646, estes do Código de Proce,fso Civil, quer o Poatulante inten­ tnr, como efetivamente . Intenta, contra o Sr. Rlchardt Kunt Halko, já qualifica­ do, a presonte execução a rim da com­ peli-lo ao pagamento da divid11., est d­ monstrada pelos "extrato;·· das contas • Yiuculadufó, atualizados u té a presente data, à opernção, referida no item pre­ cedente, medi» nte a exproprl11çào de bt-ns do devedor. 4. Além disso, o devedor pl­ gnorutício, abandonou nessa comarca alguns dos hens objetos da garantia e da­ qui ausentou se, tomancjo rumo ignor!ldo levando consigo outros bens, lgunlm,rnte 'lpeuhados ao Suplicante. Diante desse fato, o Exequente ingresi;iou ne11te Juízo com medida cautt>lar·(ai,quostro) contra o executado que, deferida 'initio Iitis" se coaseguiu aprender os objetos da garantia que aqui oi oda permonccinnt eu encon­ trn.m, 11tualmente, depositados em mãos de pe!!eoa idônda, nomeada pelo Juízo. Dita medida cautel&r tem 11eue trfl.mites pelo C11.rtório do 22 Oficio der.ta comar­ ca. 5 Requer, Jessa forma, digo-se V. Exa determinar a citação por edital do devedor, uma vez se encontar em lugar incerte e não Stibldo, para pagar o "quantum" a,:i!Jla referido, 11crescido da mu!ta penal de 10%/ (dez por cento), wais verba honorú:ia e dei;µesas judici­ is, dentro do prazo de 24 horas (arl. 652 do CPC). penn àt! confe~so, convo­ lando-se o sequestro dos bens ofertados em garanti11 em penhora, indtipendeote­ mente _de nomeação. O devedor deverá ser cientificado de que terá o prazo de to (dez) dias para se defender, ceso no pague no tempo aprazado. atra vée de oposição de embargos (art. 736, c/c o de 0°· 738. do CPC). ocasião em quo s,r{l advertido de que seu silêncio i:nplicará na presunção de ter aceito' como verdn­ deiro, todo o legado e I o Suplicante art. 285, 2º parte). A final tt presente se• rá aceita em todos os seus têrmos com julgamemto rocodent e, via de cose­ quêucl.a, p11g11.rá o executado o p:-iuclpal. juro11 moratório&, multa penal ho- norário• e despe1a11 Judlclal1. t:i. - Adian­ te o t'Xequente, com rt'laçlo 11.01 _ Juros contratual1. que lnexl11te, na eapéo1tt, vlo­ laçllo à Lei da Usura. É que a Lol 4.595/64, embora não r■vogn.ndo aquela, 110 dispor sobre a Pollt1ca • u l1ntltul­ çõ11 Moneiárla11, Bancárias e Credltfclu, componentes do l»tema Financelro Nnclonnl, estabeleceu nerm11& próprla1 no que diz respeito à taxas de juros. descontos, comissões • qualquer outra [orm do remuneração aplieávseis às operações e serviços bancários e Jloan­ ceiro, pelo Invocando diploma, ta 1 • remuneraçõea, até então limitados a 12% (dozec por 11ento) ao auo, passaram a se sujeitar, exclusivamente, aos tetos fixa­ dos pelo Conselho Monetário Nacional (art. 4º, inciso 9°. da Lei nº 4.595). T1ll entendimento jé é o do Colendo Tribunal de Alçada do Est1:1.do de São Paulo (A· pelaçií.o n2 170.855 "ln Repositório de Juri11prudência do Tribunal de . Alçada, Vol. 19, pág. 19/20). E o Pretório Excel o em voto lapidar do emloenti, Mlol1tro Luiz Galloti (recurso Extraordinário n !14.141, publicado no O.J., apenso 11º 13n, p ã g. 509, de 23.07.64), as s i m igualmente entendeu. pel•1 expesto . e desde já requerendo a produção de pro­ vas documental, pericial, teelemuohal, pena de revelia e confesso, com 01 In­ clusos documentoa, pedindo, ainda, dia­ tribuida estn por dependência ao 2.o Cartório, 11 fim de ser apenaada a os tt uto11 do arrt-sio, digo, sequestro; convertendo­ º em penhora, dando-~e, para afelto11 fiscais, o valor de Cr$ 630.313,33. Pede deferimento. 8f'la (Mt.), 14 de julho de 1977 (a) P. P. Alfredo Candid o S11ntoe Ferreira. ''Despacho: O.R.A, p/dependên­ ci11 do 2.!l Oficio. Após oit•-se, como requer. J. p/Bela Vista, U./07/77 (as) Dr. ,João Cai-los Brandes Garcia - Juiz de Direito." O prel'lente Edital serA afixado no lugar de costume e publicado n11. for­ ma d11. Lei e seu prazo, qu~ correrá da primeira publieação, considerar-se-á transcorridos assim que decorram os vinte (20J dias fixado e assim perfeita a citação. Dado • p3f!sado r.eeta cidade e comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, ao quatro dias do mes de agosto cio ano de mil novecentos e se­ tenta e sete. Eu Goethe Escobar Nunes Escrivão do 2.o Oficio, fiz datilografar, subscrevo. . Dr. João Carlos Brandes Garcia Juiz de Direito Dr. Ivan Alouso ~a Casta Marques ADVOCACIA EM GERAL 1 Hua Voluntários do Pá1rin, 376 . Fone 210 Bela Vista· Mato Grosso Obscurantismo da Censuro O deputado . Álnr11 Vali e ( Arena-RJ) ctul­ derou ob11curant11ta a cen21ur11 ■obre livro■11- trangeiros, sustentando qu•, oom medidas deata natureza, não formare. wo, uroa opinião públi­ ca realat"9nto á subver­ o e aos extromlsmos, ManUutando ceinflan­ Qll na superioridade da democracia, o repreaen­ tante da Arena dil'H 11- tar hoje Imune à tfmta. ção do roarxismo-lenl­ nlamo, graça, a etudos que duraram anos. Álnro ValJi, afirmou que, com a censura, pr1- tenduu o Governo. cer­ tamente, impedir a di­ vulgação dt obr11.1 e re­ vistas imorais em nono País. Neste cmpo, H­ gundo enteod!, justUl­ C-80 censura. O par­ lamentar também ~cha que ae deve evitar a en­ tre.da no País de obras subversiva■e11crtta11 ow português. UNIDADE NACIONAL O Bruil. no entendr.r do drpu­ tado Adhemar Santillo (MDB­ G 0), m a i , do que: naaca necc:uita de: uma uajAo nacio­ nal, pa.ra 9ue ,eja ,uperado o fosso existente entra nosso Pah e uutra■naçõu ciTiliu· daa, com o governo cego e •urdo ao clamor popular e de• e di,taaciado. Frisou que todas as for­ çaa vhu da Naçio, 11-■ta ho• ra ddicadn d a conjuntura nacional, prcciaam calar uai­ du para que o Bruil adquira foro, dr grande potr11eia, 16- mente possirel de»de que en­ tre nó■,e i111tale ama demo­ cracia ■cm iupu e ■rm adjr tiros. I COMÉRCIO E LIYD Una· R E P R E S E N T A C Õ .E S . Mauro .Jorge Gusmão Adnboll, Inset.ioidu:1, Herbicidas, Sementes, Calcário:!. Tratores Ford, Implementos, Colheitadeiras Ideal, Catannto■. Brevemente fiHais em fiela Vista e Antonie João Avenida Brasil, 2286 - Caixa Postal, 203 79.900 1 Ponta Porã Mato Grosso ---~-~ Sollciln•se a di'tr:lguçilo desta Nota di- • 30 jul 77 ou depois do dla 3O ··concurRo Se1·viço Militar/77 Lançamen­ to Com o oh~rUvo tio proporcionar à ju­ v1!ntude, estimulo p,ira molbor avaliar u [ importância do Serviço Militar, 9 RM lança o COIICIJl'HO 11 ::iei•viço ~lililur/77" sohre o seguinte tcmu: " "O Serviço Militar como Fator de In- tegrnçüo Do Civis E ~1illturo!l." i O concurso em caráter regional, tem abertus as iuscrições nos rstucluuleA <1011 estabelecimentos civis de ensino médio, que podncaml­ nhados à DS~J (Brusília-DF) onde con­ correrão um 'Amblto Nacional. PRÉMIOS Serão conferidos os i;egulntes: - No âmbito Nacional: 1° l~gar ..... CrS 6.000,ú0 2? luar .....Cr$ 3.000,00 Melhor "Apresentação" ... Ci$ 1.500,00 e Menüo Honrosn No Amhito fü,gionul: 1° lugur ....C$ 2.000,00 2'' lugu1· ..... CrS 1.000,0() M<>lllor "ip1ei4) - Regulamento da Lei do Serviço llill­ tur (Dec. 5GG54, de 20-01-BH Supl. ao D.O. 31 jan 6G) encontrados em todas as or­ ganizuções llilitures e juntas de Serviço Mililttr. lnslítuirlo no Brasil há. cerca de vin­ te anos, em homenagem no Dr. Hugh lll,nnett, pioneiro nas moderoas técnictts de prottQiio dos recursos 11aturais, come­ morou-se (15 de abril) em vários pontos fo país o dia da Conservação do Solo. O desgaste do solo agrícola motivado pela erosão constitui, sem sombra tle dúvida um dos maiores flagelos da hu­ manidade. E sua ação é tanto mais ne­ fasta quanto mais aumenta a população do globo e, conseqm,ntemente, m~1s se fazem sentir as necessidades de alimen­ tá-la conforme rP-ssflllou o secretário de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro ao ensejo da datn. Segundo José Resendo Peres, os conser­ vaclooistas calculam que a natureza le­ va de 300 a mil anos para restaurar uma camada de 2 a 3 centimetros de solo agrícola. , No Brasil, porde-se anualmente cerca do 15 cénttmetros de solo. em 180 mil hectares de torrn. Isto quer dizer que, numa ó.rea. imensa como ee~a. destrlllmos em um nno o que u natureza. levou de 2 a 7 mil anos para formar, de acordo [ID(ill -- ------------- ---·--i 1 nus fui]] Propriedade da O]"V com as petg!tlmi­ dado do Poder L<'Jrlsla­ livo, além da autorlda­ de do Vaticano e da nen-agem do Evnug-olho. Afirmou o representa• te do íl!o df' ,Ja1wiro não . ver naquele bispo um rcpresPntanlo grunte do clero. "o­ cupando espaço bastante discutlvel entre as tendên­ cias modt•rnas da Igre­ ja, dentro do ustubeleci­ c!o nas vJF.ões maiores do Papa .João XXIII, que servem de hase, delur­ p,1darnente, aos avanços de determinada nla, llo- je h lt'l ante rças Arruadas no e xercício direto do poder, no que só dnos , ta!Vl'Z afé incparàveis, pode lhes 1J.Cur 1 retur». Nu· discurso que teve com. b·ase esta advertência, o Senador Ja{o:1s ! Pgssrinhc formalizou no Seuado u seu l ponto de vista contrário ao de qo hé necessidade da presença de,; m·, •~i: :.r no plano político, até que o Bras jj' o para_ml·lro do desenvolvíment· 1, - e arepista, o Senador unir.n ~,,- é falaciosa, como é ialso + ., o desenv:ilvimPnto surgir e o m o <' desen volvi'llent<' RUI MARECHAL FLORIANO 1582 ~-~~~--===----:--------11 ., r,5!' oi' oDs ., .c'couf·· O d6putado Braga Ra­ mos (ARENA-PR) mani­ fei,:tou !l opinião de que o projetado fosso que estilo pretendendo cavar entre a Igreja e o Esta­ do trari11 proveito, ape­ nas, aos interressad'lS na õubversilo e na • dem. Tanto a Ir Estado - d; mi::são Cada trur d e A RI , E Trabalho realizados no primeiro semestre de 1977 na Câmara Municipal de Bela Vista f'Hl'--1..(' no:; Vf,,lU,:,rJOHES: Pe-ilente J»é »implicio d Costa Marque trena) MI Ire-en.a ieel'residente 0saldo Turini (Arena) 29 Perna l 5reretirio Noedi Leite Laranjeira Arenn) :27 l'r, -<' n ''" 2 eeretrio Getulio lino (MDI) 25 Presenças Afonso Dilon Nunes Leite (Arena) 29 ' Carla Centurião (Arena) 19 Fl de Araujo Dharho-a [Arena) 31 11,l<·fou•-u 1 1 •i11l,riru (IDII) 17 ialdo de Muros Atenua) 15 HE(JIJ Eltli11-:NTOS Da atorin do Vereador Ely de A r a 11 j n E+rboa (Arena) k,o Is Solicitando o Exmo. 5r, l'rrfoirn ,lunicipal 11 lil,~rn.-:111 ,lo IJnoclét-imo rfo C:inrnra ;J1111it'ipul. No - solicitando ao Exmo. r. Presidente d Cura, nomear uma Comissão destinada reli. ir o legimeto Itero da Gãn+ara Municipal. fi, y-'solicitado ao Fxmo. Sr, Prefeito Ma nicipal, de-iar o Lider_do Executivo_e_o+ V're- ! identes dos Diretorios da Arena MD a indi. vação do Lideres das respectivos Bancadas • o .J • 'uliri11111do IHI Ex1110. ,Sr. Prcd,lrnte ria Camara, providências para colocação das fotogra­ fias dos Senhores; Presidente da lepública e Go- 1•e,n11clor ,lo E,rado, uu Snlu ,In11 .Sc,sõcs ila Cm ara Municipal. .o 5 - Solicitando o Eo. Sr. Presidente da Ciurnr:r ~lun iclpu). proviili-1:cin• pu,•, a II rolocn~il_o das Bandeiras ; Nacional, do Estado e do Munici- o na sa,'a d s Sessões da tCâmara Municipal. {',, ie4crendo ao Emo. Sr. Pr feito Müicf- · l n iforiu,'" ,., •mplelos e luvas pau a o» funco­ P","ta Li,ue 'Pütlie, Mataduvo e proteto- nu I o • 1 u . Elé . res aditivos para os da /ma E étrica. N.o 8 - Uficir ao Brigadeiro Jorge Mossab, rnlicit.nrnlo a reaberra dos voos da TAN, para c:1to ci,lntlc. . ., D , T .i.o 9 • Oficiar ao Cher+ do FRMA., conserto da Rodovia _que liga, Dela Vista'Jardi,u. N.o I0 - Solicitando o Ssnhor Prefeito Munici­ pul, Carl eiras pnrn os luno.s da Escola de Contn­ Lilidndc Dr. Joaquim Murtinho, . li.o Solícicundo no Chefo do Dermnt, qnc pu~•e aos encargos daquele Orgio, a estrada que liga Bela Vista.Carar6]-Porto Murtinho e a cstrada que passa por Margarida ligando a Rodovia _Esta­ dual Dcln 'i-ru •• Curaool ,, I·etloral Jurd1111/ 1 orlo ilurtinho. . N.o 12 • ::iofü·i1an