"FU1.!d dor 1 v ldvPeruir 
DO 
Auo ' 
lo Ptrnlo, H< du ago!llo tle 10'i7. 
Jlmo Sr. Cmt 
É com grande prazer qu lhe ecrevo 
e1-ta hfim do o cumprimer1Iur, JJl'I pas- 
sagem do Diu do Soldado. 
h'u, ex.-soldndo nº 807 Suulo.rm, que 
serviu nossa unidudt' em rnr.8. estou mul­ 
to contentB e orgulhoso de mim pelas 
inatruções que recebi nesse Regimento. 
É que considero qua firmeza de atl.tu­ 
dcs u amizade são coist.ts que se upren­ 
de no Exército Brasileiro. 
E eotou nauendo consorvnr. 
Trabalho ntuulmonte na Varig, ompre- 
=---------------------­ 
' 
li li~ n,·iuç-:o 11l'r1• comrr<'111i ('  !{l(i - 
Viação Aérea RIogrnnd •IJ r.). 
, ou casado, p ti l& um r111--.1l ll<' filho. 
1-.' lH!mpre O in lrno JHH O l'.lllllJ,1!10 
melhor. Si meu filho quiser seguir a car. 
reir militar será o meu ntior prazr. 
Sem mais, um braço e fe!ieituç0es 
pum lodo1-1 110 l)i:1 do Soldudo 
Espero uma rsposta. 
N 1fllon Snnt 111 .. 
Endereço: Funduçüo Hub n lfortl. V ri~ 
Aeroporto 'ongonlw11 . 8.P. 
li €1 f o DORI ST o 
C Diretório Nacio- 
p E R 
nal de Bela Vista 
(1 E 
Ofício nº 005 Sec. B. Vista, Mt. 20/8/77 
Do Pros. do Dir. Municipal. 
Ao Exmo Sr. Prefeito Municipal. 
Assunto: Moção de solidariedade (faz.) 
1· Aprnz-nos em comuutoar à V. Excia. 
que em reunião do Diretório .Municipal 
do dia 19 de agosto 77, foi consignada 
um~ moção de. solidariedade e votos 
de pleno êxito na gestão que V. Excia., 
inicia., conduzindo os destinos de Bela 
Vitsta, M.T., por 30 (trinta) dias em ra­ 
zão da licença solicitada pelo Exmo. Sr. 
Prefeito Municipal efetivo. 
2- Na expedatíva de ter apresentado 
à V. Excia. o apoio irrestrito partidário 
aproveitamos da oportunidade para 11pre­ 
s2ntar nosso& protestes de elevada esti­ 
ma e mui distinta consideração. 
I!TA 
Atenciosamente 
Dr. Fiori Murano • Presidente. 
M 
or. N.o D9177 Sec. - Adm. 
ll 
Bela Vista 29/8/77 Do Prefeito '.Iunicipa.l 
de Bela Vista. Ao Exmo. Sr. Presidente 
do Diretório da Arnna 
Ai,sunto RePposta Ref. Of. N.o 005 
Em atenção ao oficio nº 003 de>sse 
ntuante Diretório ~lL:nicipal agradeço 
sensibilizado moção de solidariedade l'e­ 
cebida, aproveítando ensejo para C(Jofir­ 
mar mlnhas Intenções de não medir es, 
forços, no 11entido de procurar soluções 
aos problemas que se apre:rnntarn, ne­ 
cessitando e contando com o apoio inte­ 
gral dos prezados companheiros. 
Atonciosamente 
José Simplit:to da Costa Marques 
Prefeito Municipal 
J t o va e • e 
II 
a 
os 
:-,,. ,1 trt-111~ r•p.-111111.• ,, ri', li!,,,, 1 í,1I, nr1,1: ,11, 
Mina como so» governo, tambtn os •íttlÍhl f. drf"'•" 
invocála, Mais: o próprio ideal de democracia e«d4 
•)li<·, jtl'l fora, busquem uprrar+e emergena 
oprre«ora, 
l nicamrnta após todos o clamintos à razio, 
depois de extinta a ltita eprrata, ono ensi 
na Paulo Ml, só ne»te caso tremo pode adni­ 
tir-se a violeneia, ·no cavo de tirania evidente 
prolongada, que atente gravemente ontra o di 
r-.u, 11111'1 ,nu n1~i·, J, p• • 0,1 ,. p<111l11 .-111 • rio 
J)C'l j,.., 1) hf'!.I ,L, C'Ol1lllllirl:11l,• •. 
L •111(-. n.t f,H' 1. 1.r,1n~p,,n ,.,, 11 lu·ruÍ1'1llt> 1,pc~n.,,. 
quando ela irrompe, em d ri.,d, i,,1 in-1 11ri:1' tH•l,i 
bem; nuca nem grandeza, quando e instala doni 
n, l,,rn: 11 ,iol, 11<·1a ,ri A f(·r1il 1·in )111np<'J'l, in,11111, 
1:.111'0 11brir-,p ,!,, e(,., r-111 l•'lllfll'"'-H]e. 
Todo apelo à violência d!'-nfio, qu,•, tl'flJJlft', 
na , 10),- r11·i,1 1•11run1rar·, rt'•ptl ta: a força d,•,t1u:a­ 
deia u forca e tende a destruir.se na revulsào 
qu«. longe de purificar, ressurge o apetites ins- 
1i1JIÍ/H prolic.1don•~ da mi~(.ria mom, e ll llllJrnl 
em putrefacio termina por empestar as boa« in. 
lPIJÇ<ir• proc IJ11rnrl:ts. 
l-'r11Hr.1- •C. de+tarte, a força, em depressões, das 
q11ais, pur -i prúpri:r, ini.1:_ri11a ,:11':ir-•I.': (rustr~•se 
ao p•·•1> dn priÍpria solidão, da amargura da pró­ 
pria impotencia de recriar a sociedade à imagem 
que se imaginara. lear aos momentos de angús- 
tia apenas de i mesma, todavia, pode 111Jlr!I••!', 
,, ~e t1lll{)•dnr,ra. lfr,i 14';_!ra111•,c v 111JJ ,, <!,» o­ 
diapositivos de força, a força, m ri, é princípio 
Je 111111 ,·r,ilo. 
Soíiamam tJll11UIIVi JII +tifieanu o rerime de força 
c;omo prelimi,11ir :, rlemu, ra1·111. '/U ,,,,l,, ,q,rt'l('J'JJll 
que t"xd11,iÍH1111,.11I<' ,-1,- pod,• eduar, ptopiando 
- condices económicas e culturais, necws-árias 
,) li,rc <' l"011scitu1,· , .. [,•1;J1, d•J• ~(o•;.-r1 H1L--: 11lll•: 
nios de tirania desmentem-lhe tal virtualidade. 
<:cr1ificand1>, :w rc,(• •. que t"l.a 11'1<1 e preocupou 
jumais ,·rn cle,ar o JH>1<> HJ3, tiío--/J ~!JJ t--p,,li:-J,1, 
m prol de oligarquia- mais ou mtno• enc,,hert,u. 
. iás, desa;amada, não mais pode a fvrc;a cun­ 
Ler·Ee: 
dc:Hruidas as liberdade! cidadis., passa insopitivel, 
:) i_:uerra, declarada quase nunca pel•is idcai• pr,-. 
LextadoR, 111u por interesses de ordem econômi• 
c:u, nilo raro estrangeiros, aos quai, mai5 fol'il­ 
menie servem os déspotas. 
ii• llH blt~ 
1 l111h•p•ll· 
, '•· ,,,roa 
11 ,14' l'I l tUe, 
,•a, num 1uun•o 
Càmara 
Noticia 
l)11cr •to Lt"Hl&lallvo: 
De autori do Vere­ 
dor Ely do Araujo Bar 
bosa Arena 
lhwrt•to Le1rl11latlvo 
O'.:! 77. 
.. D nome 1l0, Ylll· 
f{Hl'ltl 11lll, conhi>cldo 
lt lrro Nli:tt•r,11 e du. outra■
provldc'l11Cil •• 
A mesa du CAma­ 
r Municipal de Dela 
Vi la. ll •a11iio <11 11u • 
a!rtulçõus leal, Ir 
ler que t #eslo 
1),·lltnlll'Jl. I' l'l.111, UII 110 
dia 02 do Mato d 1977, 
pro ou o ela promulga 
o Hnj{IIÍ!llt•: 
DECHETO LEG ISLiTIVO 
A rt. 1 Q Pnssu a nr 
denomin do Bnirro Pr0- 
Gitl.a11le Costa o Silva, o, 
vulgarmente, conhecido 
Uairro Nh11ron. 
Art. 2 Este Decreto 
c11trarú om vigor DI data 
da r.uii publlcaçílo revo­ 
gdas as disposições 
uw co1'trurio. 
8alu. du, Scuões, 02 
de Maio <.lc 1977. 
:1.. 
J o.sé Simpllclo 4a 
Costa >.farquei1 
Pre-si<.lente Anaa 
j 
' 
1 
.. , 
j 
J. 
A Diretoria do Frigorífico Rio Miranda Ltda., avisa aos Srs. Pecuaristas 
em geral da região, que já iniciou 
belecimento. 
suas atividades 
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de abate no próprio esta 
MITO 
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Os interessados poderão procurar nosso escritório na Vila Frigorífico 5/N em 
o

28877 
E 
0 Dr. Joio Carlos Hrandes Garei, Ji de p 
rito da ('omarca de Dela Vi»ta, E atado de M, 
Crosso, por substituição legal, n forma «da lei, ete.. 
la aber aos que o pente Elita] virem o 
dele eonherimento tiverem, com prazo de vinte 
dltu, que Cita a Hihardt h ut ll.JJ,.,, hr., ,il,·nu 
aolteiro, maior, reilente nu lugar incerto e no 
bido pata comparecer em Juízo manifetnr.se 
nos termos do H'roersso de Ereção n h2//i, 
em que é e,quente Banco do Hrail 5,A., twl, 
conforme petição e depaeho abaixo transcritos: 
Exeelentíssimo Senhor Doutor Juiz dre Direito «d 
Comarca de Bela Vista Estudo de M{to ,roo. 
lhnco do Brasil S,A,, Baco Oficial de <.r/·d,1
11 
Úra:llo da Ad111i11i-1r,1<;itri J',,tfn,d l11dir..-111 (n11. 11l i 
inci3o 1. do DN-r,•tu-11-i 200, de 25-027), elemren 
to integrante do istema Financeiro Nacional, 
Membro do Conselho Monetário Nacional, Me, 
bro da Uomisso Consultiva Bane@riu, Instrumnren 
to de Execução d Política Urre«ditíecin do Gover­ 
no Federal, pozanlo dos favores, iene@re+, prii 
légios, inclusive fiscais, que são próprios «da E 
uucl11 Nnrionnl (nrl. 1.6,7, l 9 <" .·111 du T,·i "·" i. 
595, de 31 . 12 . t.le 1% 1) <'uJn o furo pri,·n1 i," d11 
Vniüo, co1110 mandatário desta nas operações 
que a lei e pcc1fit.l (nrl. 711 tl.1 Loi n.o .,. 111, ri,· 
30.035.1966), com sede em Dras-ili-Distrito Fede 
rale agência nesta comarca e cidaule de B·h Vi. 
ta (MT), via de seu advogado e procurador que 
ta subscreve (doe.j.) com escritório ,rn tu Gui 
Lopes, 404, nu cidade de Ponta Por (Mo, onde 
recebe intimação ar. 39, nl, do CP», respeito­ 
amente a Vossa Excelência em epor para, a 
finnl rrqut>ror: l. !!Ili 11.10.7:í, u Sr. Hidturdt l-..11111 
Balk.o. br:a;.ilt-iro. sohdrn, rrn,inr, 11:i ép11,·.1 rl',Í­ 
dc111c e dornidliatl,, ne-ta cidade e comarca, emi­ 
tiu, em fo,or do postulante, a inclusa cédula Ru­ 
rol Pitrnorntkiu • 075/099. C IU-: - PRO.GHO. nn 
valor de Cr {94700,0 com vencimnento para 
25.07,79, mrdinntl' ns ro11dit·1it·~ l'1•11•1:1111e. do tí• 
1ulo. Ptl,ll'ri,Jrmc111r, 1•111 ~.2/(J lfió. u prt• c·itada d­ 
rluln de crf<lito r11r.1I fui ,l~, icL1111t·n1c- udi111,l,l pn­ 
r o fim pevial de ser incluídos na garanti, sob 
penhor, os bens descritos no tópico aquisições­ 
ndquiridos com parte do numerário emprestado 
ao requerido, por força da contratação do mÍl1110, 
Como se depreenda do instruurnto cc·dulur e· >!'li 
1uli1ivo, foram eles inscritos sob ns 793, fls, fli 
do li, ro 9-H, l'lll l 5.10 75. 1'111 data posterior, i­ 
to é, em 1,]275, em complemento ao financia­ 
mento dantes descrito, foi emitida, também, a cé. 
duli rural pignoraticei EAC 75/113- ('l{E - l'HO­ 
AGRO, no valor nominal de Cr::: :.'.6.000 l'Olll 
vencimento para 25..7o_inscrita sob n, 3.1lo, fl' 
1,3, lnro 9-H. em :::.!.!:!.,;,, Ao,llll, !!~ ~Hal1t1ns n·· 
is dos instrumentos em apreço, assentram·se, 
definitivamente, em. n) Pt·ulwr rrclulnr t.le JHÍ­ 
meiro grau e sem conrorre11cin dt> terceiro5; 375. 
000 kµ de nrrvz t'llJ ,·a ca n Cr~ 1-1~ por tJUilo 
Cr$ 532.5JO,OO Lu.000 k!! de 5oja CrS 15.ooo,oo 
l carrrta marr.1 cambé para ó,60o quilos, com 
i:rnncl;,ira C'r$ lt.ooo,no I trator C.B.T. l.o9o, auu 
ele 1973. motor 71,~6ool9 Cr$ 60.000,00 l 111nque 
de i-ombu~thel p~r:1 2.ooo litros Fabritol CrS 9. 
000,00 l cnrretn JJ-Ora 4 tont"l.1dt1~. marca Fnna,·i1t 
Cr$ 6.000,00 l grade niveladora 'aldnn. com -!2 
dill'OS de [8,ooo,oo 2 grades de arrasto morca Ta­ 
tu, com 2o discos cada Cr$ 2-1.ooo.uo lurudo nus 
4 di,ro, 2U CrS 16.ooo,oo I trnlor :IF 65, aao de 
fabricação 71m motor 8:!..!21 CrS -lo.000,00 l arado 
de 6 disco, :!.!< lll(UCH Supcrorng Cr 16.ooo.oo 1 
semcedub:ideir11 mnrt·a St:m Hi,al, 15 linha--, ano 
de 197.'! CrS 9.ooo.oo ] trtllor C.B.T. ano de 1969. 
motor 2017569:! Cr 15.ooo.oo I tcutor "nlmet 85 
10, ,8 IJP e/ lll>'Or ,.l~ .:l -1 cilindros. cow bi­ 
dráuli<:-o, e acessórios Cr '79.:loo,oo l grade ni­ 
veladora marca lmas+a com 3: discos de l CrS 
12500.00 1 11 r u d o h i d r :í u l .i e o m a r - 
ca Baldan de 4 discos, de 2G" CrS .500, 
00 1 tanque de fibergless, com n cnrreta 
para pulverizuçflo e capacidade de 2.C00 
litros CrS 9.ooo.oo b) Em penhor cedular 
dP segundo grau e sem cooconêncin de 
terceiros, os mesmos bens onteriorroe_nt~ 
dHcritos. uma vez que :i cédul , qt.:e fé· 
cebeu os bens em penhor de 2° gr,rn, foi 
emitida em complemento do antel'ior. 2, 
Form pactuados juros e taxa de 10,, 
110 ti«no, eleváveis de I, em cnso do 
tnom <'i< 11[<' o c-rnllanto do qut·, io1.1dim­ 
plidu obriução, suportaria, indn, mul­ 
ltt [)Pll:rl (qun nü,, 11(• <:011!'1111d(• ('Ulll V('f'­ 
ba honaria- cfe. julgados do 'Tribunal 
1
ll, / 1 ça clll Ci vi I do Estad o dr Süo Pau lo 
Vol :t~ pt'lg. 110 e 1'.!I) do 1()1!/
11 
p,;olJro v 
cléblto, pol' np'ieaç:1
1
, do dlflposto no ar­ 
tigo 71, tio D.L. lfl7 li7, além d obria­ 
t,'ll
1
l de responder pelas demis d+9pen 
que, eventualmente, tivessem de er ren­ 
zndn pelo Suplicante, objetivando ll 
,,í'f?lt'Ull(,'ll d<• lilllJ dlrl'iln Cl't11!11orlo. An­ 
im e que, de conformidade com o nrlf­ 
go l do IU .. 1!i7, lil, nhrlu o roquoron!e, 
t''>Tll o Vil lor d11R crclulnN, u,,rn conto cm 
11om1· uo , mitílll!P. 'inculuda : <>IHJl'íl.Qfio 
v que, presentemente, repitr o aldo 
ea'ivo de Cr$ 630,313,33- 3. E, no 
l1
1
11dn o <rn1ilo1llc pago n~ parcolns cou­ 
enconda, dividn tornou-+su venel 
da desde 25-07-76 o inda no regulari­ 
z11du, 11:tclu •>bst:111le os ingcnte:-t oHl'orços 
do suplit:11nto-c1·t•c..lor, nesP11 séutido. De 
sorte que, embassudo no al'l. ,t 1, do Do­ 
crl'lo l.Pi lli7 /li7, eombi11ado eom oo de 
nºs. f°>~-1. !li o li-11>, ostes do Código d~ 
Processo Civil, quet' o Ponlulante inleo­ 
lnr, como efetivamente inte11ta, c0olrn 
o Sr. fücharrlt Kunl Bulko, já qualifica­ 
do, u pnrnente execuçilo a fim de com­ 
peli-lo ao pagamento Lia divida, esta dt­ 
monslrndn. pelos "extrato~·· das C'lnlas 
Yiuculndus. 11tu111izados 11té a presente 
du tu. ,) opernoiio, referida no item pro· 
cedente, medi:Jute a expropriação de brns 
do devedor. 4. Al(>m disso, u devedor pi­ 
gD<11·aticlo, nbundonou nessa comarca 
Alguns dos hons objetos da gnrantia e da­ 
qui ausf'ntou se, tomaurlo rumo ignorudo 
levundo consigo outros bens, igualmente 
':lpeuhudo!:i ao Suplicante. Diante desse 
r to. o Exequente ingrns~ou uei:-t(' Juízo 
coro medida cuut<'lur (sequestro) contra 
o executado que, deferida "initio litis" 
se couseguiu apreudet· os objetos da 
garantia que nqui ainda pernwm·cin111 e se cncon• 
tram, atualmente, depositudos E:m müo8 
de pessoa idônda, nomeada pelo Juízo. 
Dita medida cautelr.r tem Reus trâmites 
pelo C1tI'tório do lQ Oficio desta cornar­ 
ct1. 5. Requer, Jessa forma, digne-se V. 
Exa determinar a citação por eàital do 
ctavedor uma vez se e11cootar em lugar 
iucert<' ~ não sabido, púa pagnr o 
"quantum" at:irua referido, acrescido da 
multa penal de to% (dez por cento), 
ruais verba honorál'ia e despesas judici­ 
ais. dentro do prnzo de 24 llot·as (art. 
652 cio CPC), pena de confesso, convo­ 
laudo-Ee o sequestro dos bens ofertados 
em o·m·antitl em peuhora, independente­ 
rneotP de nomeaçüo. O devedor deverá 
ser cientificado de que terá o pr·azo àe 
10 (dez) dias parn se defender, caso não 
pague no tempo apr·::izndo. atrav~s de 
opostçã.o de embargos (nrt. 736, C/C o de 
nº 738. do CPC). ocasião em que será. 
advertido de que seu silêncio i~nplicará 
na presunção de tel' aceito' corno ~erdu• 
deiro, todo o al~gado µ e 1 o Suplicante 
art. 285, 2c pucte). A final li presente se· 
l'á aceita em todos os seus têrmos com 
julgamemto procedente e, via de cone • 
' qutncfn, par,nrA o 1•xec;utudo o p!·lnclpal, 
juros moratório, multa penal _IJ0- 
11ort1rloB o dNIJWSHS judiclnii;. H. - Adian­ 
to o t•xcquonlc, com relação aos juros 
contrntuuiR, qUP iuexl!jto, IJ11 c11péc1t1, vlo­ 
Jaçli.o õ Lei da Usura. .É que Lel 
4.605/31, embora não revogndo aquela, 
fio dlA[)OT' 101.Jrf 11 f>olltlca e ac; l~!!_tllul­ 
ç0o Monetárias, aneáris e Creditieias, 
componentes do Sistema Financeiro 
Nnctonul, estuholecou normus próprias 
110 quo t1lz re'!pPilo úu taxas de .1uros, 
descontoR, co1111l'r-õe11 <:i qualquer outra 
!'ormfl do remuneraçõo nplicóvtdu_ às 
oporaÇÕBf; 0 Sl'l'ViÇOll baueúl'IOR e finnn 
ceiro; pelo invocando diploma, ta 
Is 
remuneraçõeH, uté entiio limíladoo a 12% 
(rlou• pnr t:enlo) uo u110, µaBt1uram ~ se 
nujellar, exclm;ivamenlP, uou totoi; fixa­ 
dos pelo ConRelho ~lonolál'io N31clo1111I 
(art. 4°, inciso !)º, da Lol nº ,J.fi9;i). 'fui 
e11lendimonto jó é o do Colend(I Tribunal 
do Alçada do Esüido de Súo Puulo (A· 
pelaçiio nº 170.85fi "i Repositório de 
Jurii-prudênda do Tribunal de Alçada, 
Vol. rn. pág. Hl/20). E o Pl'etórlo Excr,J90 
em voto lapidar do omincnle Ministro 
Luiz Gallotl (recuroo Extraordinário nº 
'1,Ll41, publicudo no D.J., apeso ° 
1:.l pá g. 509, do 23.07.ü4), u s sim 
igualmente entondeu. pel1; exposto e 
desde já requerendo a preduçflo de pro­ 
vas documental, poricial, tostcmuDhal, 
penn. d-e revelia e confosso, com 06 in­ 
clsos documentos, podindo, ainda, dls­ 
tribuida esta por drpendência ao 2.o 
Curtót·io, a fim de ser apensada aos autos 
do atTPsto, digo, sequestro, convertEC.do­ 
o em penhora, danrlo-se, para afeitos 
fiscait=, o valor de CrS 630.313,33. Pede 
deferimento. Bela (Mt.), 14 de julho de 
1!)77 (a) P. P. Alfredo Cundido Santos 
Ferreira. ''Despacho:- D.R.A, p/dependêo­ 
ciu do 2.i> Oficio. Após citP-se, como 
requer. J. p/Bela Vista, 14/07/77 (as) Dr. 
.loi:-to Cai-los Brandes Garcia - Juiz de 
Direito.'' O prnRente Edital será al'ixado 
t1Cl lugar de costume e publicado na for­ 
ma da Lei e seu prazo, que correrá da 
primeira publicação, considerar-se-á 
transcorridos assim que decorram os 
vinte (20) dias fixadoi-: e assim perfeita 
n. citação. Dado e THssacto nesta cidade 
e comarca de Bela Vista, Estado de 
?1'1ato Grosso, aot:i quatro dias do mes de 
agosto cio ano de mil novecentos e se­ 
tenta e sete. Eu Goethe Escobar Nunes 
Escrivão do 2.o Oficio, fiz datilografar, 
subscrevo. 
Dr. João Carlos Brandes Garcia 
Juiz de Direito 
r. Ava oso da Casta Marques 
ADVOCACIA EM GERAL 
l{ua Voluntários <la Pátria, 376 . Fone 210 
Sela Vista 	Mato Grosso 
Mi11l1l4rlo 1'111 Aw:Jul­ 
tu r - 1 A. 
Instituto Naoioral de 
Colonizaçà o e H ~forma 
Agrari-INCRA 
Coordenadoria Regional 
da }foto 01·00!!0 - Cll -11 
Proírtto FundíárlCJ Jar­ 
ulm - 'R.(13) 'l' (7)/IJF 
Prorrogação de 
Prazo do Edital 
o I N e R A cornunl<Ul 
íl.Oli pro pr-i ló rÍOR l'U ra Is 
da re abrangida pelo 
Edllal para Hullflcaçtlo de 
I'ílulos ao muuícipio de 
Oelo. Vista, que o pra::w 
pura 011tregu. do docu­ 
mentos foi prorrogado 
por lri1Jtu (:l0) di_us, von­ 
ccndo imprnterivPlmoa­ 
le orn 10/09/77. 
Solialta-Be o comparo­ 
cimento à aede do Pro­ 
feto Fundiário em Jar­ 
dirn, de todos oR propt·10- 
tárlos que venham en. 
oontrando dificuldad118 
uu oomrosiçfio dos do­ 
cumentos exigidos, u fim 
de que possam os m011- 
mott receber orlentaçllo 
corretu em benefloio de 
seus lnteresseti. 
Jardim, 10-08-77 
Elo 
LA#~IE$ 
O ponto de 
encontro da Soclo­ 
dode murtlnhenso 
Rua Dr. Correa 
N º 56 
Porto Murr.inho 
·Mato Grosso 
Jornal 
Tribuna da 
Fronteira 
COMÉRCIO 
Mauro 
RE? R E S E N T A Ç Õ E S 
.Jorge Gusmão 
Aci.abois, 
Inseticidas, Heruicid::i.s, Sementes. Ct1lcário-:;. Tratores Ford, Implemeutos, Colheitadeiras Ideal, Cataventos. 
f l
• • B I v· t e Antonio João 
Brevemente i ia1s em e a Is a 
Avenida Brasil, 2286 - Caixa Postal, 203 79.900 
Ponta • Porã - 
Mato Grosso 
-

.:.' 
pelo inegável interesse e pelos owforço 
que vidou para que a munie!pa!idade 
J)O!J ;!Jflfillh'fl-..' tjv is ter o em u 1 
ge li) •• 
1
) l" l r llo lembrs que durante 
tu:!o o lt'.11 lllt• <!t- ,!)) ·o, ';.111 dt' p • li l,i 
de financiamento e da autorização prna 
amar o limite de endividunento, al 
danha Detzi efetuou gesto's importantis 
s!mas, que culminaram com a l' p ,,t.l 
liberução dos Importantíssimos recursos 
,yn II aproH ilou para denta«ar, t 1111lw10 
11 
,,mpl'nl1n eh 1-,•n11do1 Snldanha l),•r,.1 
to que se relcions pavimentação d,t 
roclov1 Oour,t.!u..;-1',int Pori, que p _ 
surú a receber maior fiuxo de turistas 
e de empresários interessados em inve 
ur na ür1>u, ma-; que e ,taHlll limilaílo!-. 
cm s1111i- i11lt
1
ll<;õ0~ jw,tamt111lt' P< l I ilifl ­ 
euldaclt· do lignçl1o r od<n iár la. (h 1·prur- 
8os oriundos do empréstimo, egundo o 
chefe do Executivo de Pon a Por;T. -,o
1
·iio 
uplicados na pavirw·ntuçílo cl(• Jíl1.t:ll 
motr<11s quudr,1do1s dfl ru,11!, r.0111',l1 U<'1o de 
guias, sarjetas e l{:tlcriat- pluYiaif d·a~ Re­ 
guinte:; vias públicns: Iu tendente Heliodo­ 
ru Alves Salgueiro. dc
1putado ,ral 1o­ 
reira, Pedru ~farivaillr.r, ('(Jronel r:1u1i1iio 
7 de setemhrn, Intendente Ff'lii.berto '..for­ 
ques, Guia Lof)es. Avenidn Tir~!<h·ntes e 
parte da Avenida Getulio Vargc1s. O rnu· 
(Campo Grande CE-TF) 
O Senador Petronio Portella, presiden- 
te do Ser,ado, enviou comunicação ao 
prefeito Ayres ~'!arques, de Ponta Pori'í. 
iLformnudo-lbe que o Senado aprovou a 
través da resoluçúo númern 33, autóri­ 
zação para que a Prefeitura Municipal 
contrate empréi;timns, junto no Banco Na­ 
Gional de Habitação, no valor de 15 mi­ 
lhõ0s, 11 mil e 7ü cruzeiros, para n rea- 
1 
lização ele obras de infra-estrutura e sli­ 
neamento básico, o que permitirá n 
muniP-ipalidade melhorar ainda mais as 
condições de vida dos munícipfr,.,. O pro­ 
jeto de financiamento foi elaborado pelo 
EPLAP. Ei:;critório de Plancjsmento e· As­ 
sistêncin Financeira - empresa especiali­ 
zada e que ussessorá a Prefeitura poo­ 
taporanense durante todo o transcorrer 
da tramitação. O prt.>f eito Ayre8 }larques 
informou ontem quo o Banco Financial 
S/ A atuaró. como agente financeiro do 
Banco Nacioual de Habitação. promoven­ 
do o repasse do valor do empréstimo. 
Satisfeito, Ayres Marques foz questão 
de lembrar que n diretoria do grupo 
bancário muito se ompenbou no sentido 
do ncolerar os trâmités legais que cul­ 
minaram com a aprovação do pedido e 
merecendo, por isso, o recoRhecimrnto 
do povo e dao ,rntoridudeB pontapora­ 
nense. Ayres Marques disse, o.inda, que 
um tributo todo especial deve ser prns­ 
tudo ao senador Rachid Saldunbo. Dorzi, 
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ieipto d e P o n ta Por, ('o n ll • • 'H u , 	,.. 
to d. H'refetto Ayres M rque, um dos 
p :-1 )rio d I! i•> • 4' 1 eteto deenvol 
!o 11rli 1110, 111r.1t. I.P1ll'11l1
1 j)l'Ollll· 
» a motor urbanização da cidade, 
i:111 ·, nm I d.t m d 11•! , c1,, todo E 
llido. ,•orn 111.1í, • , •• llt11t•l!<·11> p10•11,1 
mados, medos ai obras Já realizadas 
pt>l l ,H!lltlltltllr-1(.' 111, ,y11 li  :li lll<' ' l • 
(•1111duztdo no po ,lll ,1 pó, 11111 1H•1·io1l11 d,, 
administraçdo pala stua notável efieiên-' 
cia, ficar numa pouiçio previleiada de 
de taque, participado do progresso que 
ora volve todo o Sul de Mato ar0o. 
Ministério do Freito 
li • J.,i'•r11lr) 
9' • ll.- .. ,1,, ~lílitnr 
1.a U<: to, llC 
legimento Antonio João 
0 10a Regimento de Cavalaria, devidamen­ 
mente autorizado pela 9.a legião Militar. venderá 
111ulian1,· l,·il.i,,. no dia I> 111· ;-: ... 1 ... 1.lln<, de 19í7. ,,. 
14:UO li11rn,, n:, rd,· do Hegimento, sito s praça 
tmt Pedro {afino. o material abaixo. 
o,00o (is mil) «acus de aniagem ao preço mi­ 
nimo de ró to,o0o,ao, o esquenta) aos bran 
cos ao preço mínimo de .r o.ao; !} (duzentos 
e cinquenta) lata+ varia+ ao pi ','l 111ín11 l'> ,!,· C:r' 
ô2í,oo 3'.W (lr,'l<'lllo• ,, .intt.) l11,,,. ,u,,,,. 1,0 
pr,-,;o rnÍllÍIIHJ d<· Cr 1
1
1.! '·" 
O material acima poderá ser visto e examinado 
pelos interessados de segunda a e»ta firas das 
OB:on a, 16:(111 horas, 111{· ,, di.1 l, ,1,, , 1.,m!,n1 .J.- 
1.977. 
HC',diz·ulo o lei Li., r d,-, J ,rarl,, ,, ll' ,-ri• r. 11 1rr~­ 
matante será convidado a recolher de imedia o 
20%, (vinte por cento) ,Ir, l.1n< .- de arr,., ,,,,.. .­ 
CO!!!Jllt'tar u rt·;l.lt!llt· 110 pra,o ,!,• !/1.,HI )11,ra •, j!O· 
derá se o quiser recolher o total rfo ! at d .. 
i111edi:.110. 
O material será entregue ao arrematante após 
o rCL"<)lhimen1 > do tot:.t! do ]J11cc medi:.rnt~ lerm<, 
de entrega. 
Se o arrt:111a1iiu1c nJo recolher " ren:.n1e do 
lunct' no prnw r!-1 ipulado, perderá o sinal de 2) 
vinte por ceutol 1,~çro por oca ... i3o dl} JeiJjo_ 
Beb 'i,to, JlT, Z:I dr, A::o-to de J.9í7 
Lauro José de Sá Cap Dentiot.a 
Pre-identi:: 
Cícero Goncalves Costa - J.o Ten Mtd 
• ,lembro 
Geraldo da :3iha Pereira - Asp Of RC '.lled 
~ecret.írio 
., icho-N 18 
 lhr1nn11la det I iar 
I' " 1 aa« da Sude'' 
l•'m l11llo h 11tt•n1 alol•· 
li(' 1  iili'I li• lklll - •• 
s id de [)eus eth e 
Ulll l' li, ~TIIIO t'lll voe ' 
por (so o natural que 
, 01'l' ,, ttll 1.1 mlll t••· 
lt llll 1- Hl·1•, St' ult(Ullllll 
j)(''-l•lt)!l ,la r,1u1il111 •!'Ili 
manifestando uluma d o ­ 
onça, e porque o canal 
(OU :t ,ll"l'IIH'\.) por onde 
«e manifesta a vida da 
l)t l/( ~flUÍ olhll'Uítla. A 
discórdia conjual, a i­ 
W11lidao fllínl. () údln n,­ 
<'hl'O()O ('lllT'< UI f1llUÍli1A- 
1 	. 
t'(IPI, o r:111ro1·. u trt lot.ll, 
,l l11t•t,rl,. 1a, o m, cio, o 
idJnllnPIJlll (1 outro pe11• 
ti.11111•1)1,') Ü tll'tllill1'111lO• 
t1on1li!'lori 11flo <' 1'11nlonl·• 
1.,t111 1•0111 , vdtt l11111lnO· 
11a du l)<,11 l o obstruem 
e manifestarão plena da 
vlcrn !o Ueu1i. l'•tra quo 
lnr!n 11 fo111ll:t 10111!:t ~llÚ· 
de é preeio que os cónju 
ues s rncon ·iliam, quo 
os filho tenham senti­ 
rnonlo de gr líd o po.ra. 
uo1u ott palt1 o quo llajil. 
plt!na rnrmooiu. na ftuni­ 
liu. Ai; doençuH dufl cr!an­ 
ças ão, geralmente, pro­ 
duliHl df.l pl'Oi<c•çiio dt. 
m1·nte em diecóL·dia dos 
pü.is. Qun.ndo urna criun­ 
çu rirnr doente. os pais 
ccVL'l'llo e rotlelir e pro­ 
cu1·:n· pl'íncipulmeutc har­ 
monizar o· st!nllmcnto11 
So n.a c.ríonçns nio 
lJriiuoutrrn o fi.e11m ,com 
' OR lll.'l'V(Jfl cxcíla<ioB é 
11í11ul de que hú alguma 
vil>raçilo mo111al de desl!lr 
mona nos adultos det1111 
fumllia. inaliirn tiC n!ío 
h.6. trnulírnaotus de llo,r,tl­ 
lírJade ou confülo entre 
!!lürido o m~lher, entn 
sogra e nora ou ehtre 
nora e cuabadn. Corri­ 
giuct0 esses aeutimetttos 
mudará. o tcrnporamento 
dag crianças. 
ó Deus., que uiutt 
somente ~oisas eo&1, 
que soís o Gri1.-dor de 
todos os aerss viventu, 
que sois o Criador li.• 
todas ao coisa. exlst1entH, 
que vistes I e r "muito 
. bGm" tudi) quanto erias­ 
tes, e que F.oi1 o no1st1 
Pai oniscienta e onipo­ 
tente, demonstrai que a 
doença não existe ne 
mundo CTiaào por V61. 
■
Funilaria <; Pintura de Veículo em Geral - Mecânica 
11J[ 
Especilizada em 
, 
N S CIO 
Volkswgern 
- MATO GROSSO 
,.,.

TRAI 
" 
s 
ºª· 
SLC 
s 
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o o o,.,_.._...._ .... ~ 	~ @ o" 
ola±hás.«ri»a .a.«ia s 
CDL 
AUT 
Ter umn Colheitnclc>ira Automotnz SLC é pos­ 
suir umn m:iquina qlll' colhe lucros e também 
representa a conquista ela t ranqú1lidadc e se­ 
gurançn na horn ela colheita. 
Pois com a SLC está uma eficient.c rede de 
Concession:irios, il disposição do homem do 
cumpo, Gente que, como 'oci·, t·sl:i preucupu­ 
dn em assegurar a sua colheita. 
Assistência Técnica com pro!issionnis ultn­ 
mente especializados, treinados na f:lbrica e 
sempre presentes na hora da colheita, com 
pe<;ns originais que asseguram n garantia e 
qULilidade SLC. 
Você que pluntn soja, trigo, nrrot (mesmo em 
torrenos alagados, J:)flra colher com esteiras), 
milho (pnru collwr com a nova PlntoCorm11 da 
3 ou -l linhas) ou outros grãos, encontrará lllll 
modelo de Colheitadeira Automotrlz SLC (elo 
t:un:mho de sua lavoura) e seus opcionais, Q.IO 
lhe proporcionarão rMqilllidnd11 hoj11 • a 
certeza no nmnnhã. 
Por tudo !no, os que j confrm a a eo 
lheit.n II uma SLC acreditam no qu.i plA,1r.m 
porque subom com o que colhem 
( - - ---- ----] 
: 
L -- - 
, 
MAQUINAS QUE 
COLHEM LUCROS 
Indústria Brasileira 
1 
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.' À: 
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ss 
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1}., 
(. 
" 
t 	: 
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Tratores Valmet . Colheitadeiras SLC - fmplementos Selecionados ;, Assistência Técnica Permanente 
Matriz: Rua Marechal floriano 2049 - Fone, 286 - Cx. Postal 180 • Ponta Porã- M. 
FILIIIS: BM ·-ª 1 
4ST

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M 
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ERGUNSO 
.Nãoexis 
A agricultura só é forte quando é mecanizada. 
Mecanize sua lavoura cóm Masey I erguson. 
. Do dcsm.it~mcnto u colhe11a. a m,t:or e 
mais completa linha de máquinas e implementos 
agrícolas do Brasil. 
Converse com o revendedor Massey Ferguson 
de sua rc/!,Jao. 	' 
Estude com ele o equipamento mai~ adc,.iu,1do 
■
gr icultura forte. 
para a sua lavoura e ,l rndhor Íl)rtll.l de ,,e obter 
O iin.111, l.llllClll1l . 
Aproveite o crédito que toda a rede bancária 
esti lhe oferecendo. 
l'I lllli.; 111,11'. 
* Ma:;noy-F<!rnunon do Brocll S.A. 
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y?«à 
~ -:J; 
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.::.i;, 
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5f ,,.,.. 
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Bela Vista 
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e Outubr , fone 139-421 Ponta Porã Mata. Sr.ass 
endas 
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Assistência 
Mt. 
ntonio Joã , Caracol e Irai Moreira 
íl 
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CDLÇID-0S 
Com modernas instala.;õe!S, dispõe de um grande estoque de calçados. Paraiso dos ':;alçados é especia­ 
lizado no ramo a tem tudo para bem servi-lo. Em matéria de calçados. 
conbeca a últillla moda lançada nos grandes centros, 
visitandv Paraíso dos Calçrndos. 
Praça Presidente Outra • 163 
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P11t1 P1rã •

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Chc~uel rlc prrtu du t11(·u nrni,•n qu,· DS,tH , ,11 
"'.''- J1t11II •• D,· lhos fechados, le não me 111 (lt 
, gunrdei na memória reproduzo, D)ai me eu 
Deu,, l «du losa inspira,ao, (Quero e«durar 
111tnH filho« para a ternura, a tolrán t l 1, .i c,,1,t 
preensão do próximo. Assim tenho f 110 ia 
1
,111 
que 01 tt'r11os e º" tlnct ~ ilt til, tltl 1:111 r,11" . 1 11 1• 
nhos, quase marginais, emn ehanee de fazer ou 
criar, nu dum t'Olll(lf'li(!11 d:i , id11' 
E ,e os ,-duro 1111 li11l111 d dura , ,,., 1111,1 
formarei homens eficazs, tleta do ah r do 
fo~,l'f, pndrôt's do ,',ilt• t'"' rno, bilho rt o 
brilho e positão. Mas os que conheeo a in, 
Ct•runtt•lJI{'. Fti(1 Ít
1
1i7('8°! e JJllOl .. t• 11 tW.11.1111. ll 1 
pesos pelo papel que desempenham! 
meu P11i. ye-11-t• ,·111 rni11 i111,·rk1 ir. lm «d ,,,., 'I'" 
o_ que há neles de eu, de "''" i,·.,, ,!,, 1,.,, d,i.t• 
rio t' d,, 1111rnu,í,·r1, ri, .t•llw, ,·u,111:111<!11. 111 1• 1 11 
•·enl!" de uru tempo em que fin,u 11111.! 1 d,•" ,r 
crnça entregut a .... i l1ll'"-lll1 p:Hll 1h11} lru t.11 
Depois vi esses menino- "a -em Itu-tacão" cre 
idos fundando-e na mais completa ti,• •• , .. ,...,. 11 111 
berrando sua solidão o 'e protege pi "u 
>ro_,egt: 11iAr- ,1, .. farçado em agre-<iida«de, .1111u,:r• 
ruiçào e negação sem aliraçào compenatoria 
b«ri que a educato de cu pai-, aquela lursn 
o '@e_pode' 'não deve" 'é peculo", "eu o 
uero' 'você vai ser igual a mm, 'ai seguir a 
m111llll cnrrt·iru'·, ,.-r:í que é certa: ,h, .1 ,p1.1t1t<>, 
cnhur, , indoi clr-rn, 1 i re-,, alar na ala da atar. 
ura, dn ,·idn 11:io , i, iJu, eia n' ull.1 ,t'lll n'11H·diu. 
Eu f!OSlarin de ,ó falar-llH - rJ,, nnwr /1t,,,i,,-l 
ª. i111por1.1nci• do •~1111111t'n.to_ dt1 t1111rn , .1 capn-· 
dde de 'r r :-t•u11r e, p,o,1nw, c,,1110 .iprt•11di 
s livros e nos mestres e sempre tente tale 
ma conseguir. Mas não estarei t,,rn•undo utu puro 
fllk uo1 ~e111 ,t•z nf' .. lC 111u11do'( 
Pos,so 11cen111nr o sr1i-11 de justiça que nle vejo 
ato, desde pequrenino. Mas nio +tarei formn­ 
o um sutC·lda/ I u,,u ninar-lhes as mil regras 
-------------·----------------- 
,COMERCIAL E PORT . DR 
Smer.les 
E IMPORlftDORil BfUll V~Sli UilOli 
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RUA GENERAL OSÓRIO S/N 
do J. menu+o, d aptidade dr compreender e 
Justrr M]a » formar un» ajustado ao trei 
,·ri~n lu .q,, ,1.1 '" u .. 11111 uú1111110 n t 11111ltidl1u d,· 
r«dana »moda ? [,e onio u uni analista! 
lo e+tarei ptparando n ,· .. ,11 (·11tl1•111 t"III di'n i­ 
la? lu que compreende lema, a tudo e a 
tolo e ao auge nunca: Quem abe, meu Pni, li- 
1.iit 1111 11 p.1 ,1 lhe tolos os menus valores de 
 1 J ,!l!llt Ir , qnus herlei de menu pi, os ou 
tro- que acolhi ofendo onho? alerio alo 
nu tudo que muda muda a vala dez anos ma 
lo que vmy tolos o atemos! 
, lhe dio o qu pt 11 11 1n,1tdo .. ,h1 lilwnlo.rl,·. 
S nula lhe falo, pe» por omis+ao. 'e dieto 
u aluo pulo. e imponho, e twgo, te calo 
eoninto ' vontto acabo perdendo-o e iro não 
• 1l•1 11 1 llj>Orl.11 
e lh ijo estnlo sv que ou lotar luét 
que manha pode e perguntar por que tanta ci. 
vi e a ida uatutal é mi suuhável. '3e n , iro 
do coleis, lo responsável por uma ignorância 
qur o pode atetrr. 
l '.11-1111·, .. ·nlu,1. a 111.1. de· u111 c..1.111i11ho, 1111111 ho­ 
« ta opio ata quem, como nu, sabe do mudo, 
ct dh ,·,· llw n e~p,·r-~111<_:11-., c- ti111l11r-1t1 U'- c11r,a-. 
.,  1·111hc1 i .1d.1, :tl;:11r111 t'Oflltl l'll JlH' 11 .. pira Jlf) 
loluto e ao. valores nos quais, tlmoso, não 
deixou de crer", 
E, as<iue o menu aio, homem aberto ao mn 
do, •. 1C1 111,0, di-.pn-.to a c,nruinnr u ,icJn .;t•111prc 
edo todos o eus lados expressava a Deus o 
de->pero de sua honro-u perplexidade. 
E eu fiquei pensando que í· m11ilü 11111is fácil 
1',,•ull1t•r 11111 do, ,·,1111i11ho• e fil",11' cu111 "'" llf'"illl· 
do o- demais.Mas acabei me perguntando se no 
• exatamente por isso que o homem vive em 
"Trellan" Lubrilicantes 
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11111 herói, ,, rucdi111111os com respeito e amor a g" 
nnosirludc quc o distinguiu pelo seu umoru Du111, 
e n Pltt ria. 
E111uu, tlOS  ,·m II pt·rgnntu: 
llu 'cr:í ainda l,er6is c111 uosrns diu'{ 
- Por <JUl' nfo'! Ilú, e muitos! 
Q1111nlas 'l'ZCS O t'llCOlllnllllOF no 110550 cu- 
111i11hnr pela cidnt!c, e· 110s cumpos! 
--;Ias entiio qu•'m é esse'/ 
-E eu lhes rt'spondu com firmeza. É o nos- 
S(l Sol'.ludo! 'ocí' jú pensou no vulor de-SFe irmão, 
cuja vida é uma constante deação à Pú1ria'! 
Niio é ele o herói de hoje u quem deve­ 
mes olhar com cariulw r.:spcitu ,. amor'/ 
Sin,, o n'rtlarleiru Soltlndo consome· u sua 
,·ida pelo nobre itlcnl: "A Pnz"! 
O seu dia n diu, é um pcrcne hino à Pú­ 
tria, eun sohcrauu ndorudu! 
O Sohlado niio é um homem escrnvizíldo 
pelo dever, como alguns p•:nsum, porque n sua li­ 
hcrdudc consi,tt' em nmar a Pátrio n quem de 
serve, e esse amor o ÍUI': feliz, liberto! 
Sim, qunmlo o soldado obedece as discipli­ 
nas do q11nr1cl, as ordens dos superiores, ele cstú 
apcrfoi,;onndo a sun pnrnnalidude. de ser humnno 
criado a imagem de Deus. 
Tudo isrn é belo! mas ... "ião é fúcil! É 
obre e se chuma heroísmo! 
Ucus permile que continue sempre expres­ 
sando o seu valor naquela linda canção que diz: 
Amor fr~nl pe_lo Bra,:1 uo coração não há que p~.;ae 
. . Eu q111uri! p':_netrnr _cm cada corução brn. 
sileiro, e fnzc lo palpitar mais lto, com acordes 
mais ,·ibrantcs por esse Brasil afora, nquele mcrc­ 
ci<lo, muito obrigado! Deus lhes pa•nc ~olclados 
de minha Pátria! 	D ' 
lrmii Angelina~ 
IDJ 
Aos 27 dias !lo mês de 
jullH> do um mil novc­ 
eontus e seteotu e nete, 
u&i !) ho, no prédío dn 
E,.,,cola de 1."° urau "A 
casinbu Feliz··, Rito á 
rua XY de Novambro 
N.º t5G foi realiwda u­ 
ma reuoiü.o dando por 
eoc0rra du t o d 1:1 s ns 
atividades da escola. 
Foi Iniciada com pala­ 
vras da Sra. Diretora 
Maria Loureiro Pinheiro 
e X p o )) d o . o B m ~­ 
tivos de tal at1ttude, d1- 
zt>ndo que o objetivo 
em de preenchei uma la­ 
euna uo ensiuu de Dela 
Vista t! que está idéia fru­ 
tificou-se e o ensino pró­ 
primário já e o n t a com 
estabelecimEinto mumc1- 
pul especializado._ Nossa 
meta era de servir e u­ 
creditumos que levamos 
avnte nosso mister, com 
carinllu e dedicação. Não 
foi objetivado lucro e to­ 
dos os que nos procura­ 
rum pobres ou ricos, fo­ 
ram atendidos. Agradeço 
pela cClnfiançia dE:poeita­ 
da colocaudo•me u. dis· 
posição de todos. 
t"-Jada mais havendo n 
tratar, foi encerrada a 
reunião na qual lavrei a 
p1·esente ata que lida e 
achada vai assinada por 
ruim e demais preiientes 
Maria Loureiro Pinheiro 
Enoly Loure iro Assis 
Izabel Nogueira Barbosa 
Muriza Garcete Bu.Ha 
A urelia Lo urdes Gonz.ales 
Andref;n C. Loureiro de 
Almeida 
Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador para C ereais Atacado e Varejo. 
l' li A U t: ll A ;-. 1 ?. A Ç , O l' A ll ,1 S E 1t ' ( ll 
AliTONIO JO,O E llEGt,Q 
s 
? 
er 
Je 
L 
R u a S õ o P a u I o S/N 	Antonio Joõo MT 
Praça 
Presidente Dut:-a • 163 
--- 
Cc,m moderou ins{nh.t~!ÕH, dispõe de um grande estoque de calçados. Parai!:'o dos Calçados é especia­ 
lizado uo 1·amo a tem tudo para bem servi-lo. Em mutérin do- calçados. 
conl!eca a últilliU moda lançada DOS grandes centros, 
visitando Pa.raiso dos Calçados. 
Ponta Porã .. MT

HniES 
.f ST" 
CREIO EM 
ES STÊHC A 
G 
pelo Horizonte "Deflagrei a Revolução 
l!J6'4. como todos irn.llcrn . Assim nào 
,redito em resistências_ contra o meu 
$e no meio militar. 'reio que não só 
0
110 o dever, corno meus •fr-t•· o drreilo 
pleitear minbu caodiduturn. :ou IJo 
em que deve mrrecor conrí,rnça''-- di~­ 
;· 
0 sr. Magalbües Pio to. em ..;l'lt> Lag
011
..,_ 
,ode foi participar d1.1s no111t'1111g-e
11 
restadas ao Scr:rctúrio da Fazeocltt <lc 
}o Paulo, Murilo. Mucecio. "ilinh11 can­ 
Jdatura,,é a candidatura da pacificaçãc, 
cfonal , expl1cou, sorndeote, <1 senaclt.,r 
1aelro, mas completou: "iEso ão exclui 
3 outras candidaturas. A minha é um'I. 
ternativa, mas todos O-i nomes devem 
r examinados com o mesmo respdlu. 
u veaho procurando o úpoio do Presi­ 
~ate Geisel e, estou certo, através dele 
_rAi o apoio dos meios m1litu1 e. Neles 
)pito, não pode bttver resitltências a meu 
ome. Todos sabem que me coube a 
l
icial!va do movimento de l9G,1, J1agtt­ 
ães se negou, também a manifestar 
n preforência por um nome rnilittn: • 
- Não posso falar sobre isso. Se falas- 
2, estnritl enfraquecendo a 1oinlia pró-­ 
ria candiciaturu. Isso eu não faço. 
: Negou-ee v1rnbém Magall1ães a a d1an­ 
r ,eu programa de Governo, no caso 
e chegar à Presidenciu da República. 
• ~leu programa será conhecido oportu­ 
,1mente. Combinei com o Fresidénte que 
)sso não flilaria antf's de janeiro, qua11- 
o deverá estar aberto o procesr.o suces­ 
ório. O Pre~idente Geisel rect.>hrn com 
aturalidade a minha candidatura. Ma­ 
alhães voltou n referir-se, a pedido de 
m repórter, à simpatia manifêstada pe- 
1 Presidente Catter a seu nornP. 
-Vi a notícia, ºº"' jornais. Honrou-me 
luito, mas apoio eu quero mesmo é do 
residente Geisel e do meu partido. J!a­ 
alhães disse também que o passado não 
olta e por isso não se prencupa com o 
erigo desse retorno, manifestado po. 
lguns diante de documentos collio a 
Carta aos Brasileiros". 
-A história nüo volta atrás - disse. 
F 1 
ADVOGADO 
Bela Vista lIato Grusso 
dl) t-- 
1 
or :l·i,t1 , 
(OH! !) 
nhit',JP 	, 	! 
11
u 
selecionl. 	.r 	ofel 
ai ... l, H r,i-t .• 	c·,, .. ll> 
l!-llfl •ni,.11111.1r I' llt, 	, rwin 
da l'rt,lJ ... -,,to l'íll todo " l'rt1"1no t. ll'IOil,d. 
Cor hi-n1' ,l fHO!l1"-ic:fio, todo, cH t1I11- 
lnc-(> ,•it·dici s e efetivos do cartório 
de n, gi-..tr,,-. d • lm/1v, i • cln l'. í · ,1-....:1m 
C'Oll1IJ ·• tH '-lll>,.'itutu,. d  C'l:to 111'-l'., - 
H'r- (', ohr-i~ 1l•Jti 1111. nl' ('Ollll) rt1C'111hrn 
rla 1,i·,1eru, t•m r;1111 1,•
1
,pE>ctt 11 Hl'c;üo ,1-.t.1 
dual. 
, OfUB era composta de Cons l!H) 
Fe,!end, CO!ll r-(•dP 1'11 ('; pitul du 1<1,pu 
bliril, Cfl11.,ellw1, S •cciot1?Jt,; ,. ;,..:rmhlé­ 
Tas Gerais. 
NECESSIDADE 
.'h.t justifica,:lo do projeto, il,divío PX· 
plica que o mesmo atPnclc a solícilHçüo 
que lhe foi feiq pelo Iu-.liluto dt• Ht•f~ÍH· 
tro 1rno1Jilíário do Brasil, e11c•aminlH111tlo 
8ugi,stões apresen(aLlrB ao 2º Encuutrn 
doti Ofic:iair; de ltegistro de lmóveii-, rea- 
1 .,,lt, 
( 	,. ,, 1 
1  . 1 1 ) 1 
1 "' 
11 d<•n1 lt 
1 	que os do 
•• t: 	1 -.lllll ,11, lt.l 11111lt<l 
(11mp ,. .1 . p 1rli', ,·m vin, 1il ''• 11 
'IIIUII, 1!0. !·'1'1,:·1•1t q111',l'1U lt 
nhas o projeto segue o ,• ,l.1 [li 
to dn dos Advoga los do ll:·. d. 
Jlfllll'ip !roente quanto à sua estrutura 
Uma vez aprovada, dentro de 90 dia 
d.i r,•~ul.1m,•J11.u; o du 1111,·,t l<'l, <1 111111it. 
tro da justiça devera nomear, dentre no 
m e q'te sorão propostos prelo I ll li tll l (l 
cl~ lü ,.{l-.:ro <i<- rmuh1ILu·10 tio lll'dF.11. li 
menbros do Con olho bical, e dos Con 
elhos Seccionais encarreados d» insta­ 
l.1,:10 rln 01 <lt•m, < ('Vl'tHlo ,i. l!lt•, ni·,; <'Xt'r 
eer sus funções por doí anos, a p.u·lir 
da pose, mal o prazo nvee.rio para 
a o!J rvaneia das datas do inldo ,1<• 
m11ndalos e de re dizaç,l'> d(: d· lçi1<'i-, 
prcviRllll-l Clll lei. 
Preço des1 Ex mp1· r trS 3,DO 
; 
, , , I 
•• Segll anca e 
..ducação .. 
Fatores irdispensáveis ao 
desenvolvimento do nosso Estado. 
;;iÀf' 
,J , 
• 'r » 
, . ,5 
sé 
Um governo raba'ha, do 
por um pova mais íei. 
L 
CIII 
o 
1.. ··-· ....... 
ll. 1 ill,1 O l'it1tll<'I, 
CII 'lilo, p 11',l uqlli <i•'10 
d•
1 
,. 1k 1•·io p,1d(•t ,lo •ll' 
,•1 1 ' diilo < 1•111 1111
1 1110° 11 
do valor da compra, por 
llll pl'.tt.n d1•, 110 1111'.Í 
mo três anos, segundo 
t·:i1·1a vl1 v11lnr 1111111íclk 
pelo Banco Central. 
A dei to foi eomunt 
<'1tcl!1 a 1,,c1., 1 a I l111,lil11i- 
1yô1·.., f1110111•,•irnH in.l - 
1
11·.11111 i cio <11·,f,,111u 1111- 
tonal de vr@dito rural 
(' clt·l••rn1!11a tambett que 
e Incluam no ealeulo 
p,trn o valor do finanela 
1lli'{l1() lodll•• 111'1 v,,rl) li 
n • l I ti v 11 { a u·,, n q por l 1 ; 
upliençào do insumo, 
() t'111pr<" llmo. L11rflo 
juros de 1 :l por l!t'lll<1 ao 
:1110 (JU•ltllllJ ror1l!JI ÍlllU~ 
1 [or,•R ; Cr"' 1:1 mil Ht1.>, 
e de » por cento ao 
lltlO [l,1'a (lll ele V,110)' MU­ 
püt'l<ir. 
de Esmilda Proença 
Artigos finos para Senhoras e Senhoritas, Bo'sas, as últimas novidades dd 
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(Didi) 
Rua Antono .João256 (em frente ao prédio do Banco Bradesco) - Bela Vista - Mato Grosso

BALANC 
CLU 
ECEI '1' / 
Colaboração dos Senhores. 
José Avelino Silva- Irine Cardi 
nl -. Wolks Fernandes Monteiro- .+José 
Mal . Kelo Loureiro Pinheiro. Mario 
Louroiro - Lulz Ali (C' Nunes- Lzro 
Corrcn - José Marques de Rezeude 
,lollo Ildefonso Pinheiro Murano- Joio 
Ma«crenhs- Arino Moreira· Hoberval 
Borres- Pery de Almeida Melo- Zoe 
Loureiro Pinheiro- Afonso Pinheiro 
Manorl Afonso L. Moreira- Joa, l'inhiro· Ipmi. 
ondas Eseobr. tanaio Loreiro de lei«da 
Athnansto de A. Mello- Hteltran Grei 
looelvet Gareiu - Elio lutilnani- I«bela 
da Rooh Matos - Aramis Brandão - Ser- 
io Znnardo E cl w II r ll 11 , li o H a 
CrS . . . . . . . . . . :,>:;,i,,oo oo 
Verba doda pela Secretaria da ri- 
cullur·n , . , . . . . 	::11,lHJll,(hl 
Verba doada pela Prefeitura 
MtwicipHl rS ... ,. . :ri, ,,1 '.Ofl 
Arrecadação do estourante conforme 
baluncnlí• Cr~ . . . . . ', 11.1,• t11l 
Anecrtc:iu liquida elo c·o11t'lll':-..ll dl' ,lt- 
ni-Peiío Cl'S . . . . . . :,.ti7!l,0{) 
Arr!.'r.ntll.('110 lfquicln elo II o n e II r :-.. o 
Rainbu CrS . . . . . . 11343,00 
Arrccncfuçüo liquida do H 0 cl l' i o 
CrS . . . . . 	19s1 :!,00 
r O TAL 'rS . . . 10t->.71i:,llll 
E 
B,ILE 
No 1,úboclo pp. o Clul.H' Ef;porti vo 
Bela vitense, abriu suas portas pura re­ 
eeber um grande n de ussociudos eon­ 
virludos pa.'i-u o&si. til m ll umn 11oiluLln 
ulegre e movimentada. O ponto alto da 
festa foi o show fito pelo "Padre un­ 
tor" que com 8UU simpu tiu e expunusivi­ 
dade agr dou a todos. 
A ·1'EHS..H[OS 
O cusnl Sgto. ~forç1l - Arnei, festeja­ 
ram o nat. de Cristina com um lau­ 
to jantar, acomp:mh:iào de rl'f1 i!_!rruutes 
e outras bebidas. Em sua aconchegante 
residência, comp!ireceram grirnde nº de 
co•vidados, que foram cumprirnental' 
Cristilia. a ola nossos pu:->abens. 
-+325--<3<$ 
O Sx·. Fernando Alves Gomes recebeu 
alguns amigos p:.un comemorarem o 
puuagem de seu :1n1,·ersá!io. Ao Sr. Fer­ 
nando Yotos de felici.dndes. 
Para o nat. de iIônica e Beto, seus 
pais Sergio e Cidu, organizarnrn urna lin­ 
da festinha que contou com a presença.­ 
de inúmeros urniguinbos do auivel'sari­ 
anles. 
Com um churrasquinho em sua resideneia Fernan­ 
dinho, festejou seu aniversário em companhia de 
algum amigos mais íntimos. 
<94€ 6< 
Folclore 
O 1 festival do Folciore foi apresen­ 
tado pelos alunos e professorí?s da Esc. 
Est. de 1° e 2º gr. Castelo Br" uco. O o­ 
bjetivo principol desse fostival. que foi 
apresentado no salão cto G.P.R., é a pre. 
LACO 
• 
AV 
Parmenuto hospe'nem conforme re. 
c·,trn e,· 	~.7:IH,00 
Param ·nto telefonema interubrno 
conforme recibos.... Cr° 994,9n0 
Pagamento a publicidade Cr$ 2O630,00 
Paramentos a atos de constução dos 
banheiros, conforme recibo Crs 22.289,O0 
Puramento de Armzens da cozinha 
dos peões, conforme recibo Cr$ 15.89%,00 
Pgnmentos a empregados, gatiliea­ 
g0exs ·te, conforme recibos CrS JG.:l'.!8,00 
Gastos om combustiveis, conforme 
uo!11H <'rS 	8.1:lU.J0 
'intentos de viuens e etdins «do 
Sr. Luiz Gonzaga de Arauju conforme 
recibo Cr$ 	6.41'3,00 
H'aumento de fretes de cuminhão, 
<'1111lorn,,
1 n•eiboi-; CrS G.0110,00 
(]uslo~ c·om 'l'axis, c o n I' o r m e 
n·ci bo ( 'r!'; 	1 /í00,00 
'T'OT.  l. C'rS 100. 054, 70 
Total Receita Cr$ 108.761,20 
'l'olal Dospc•HIIH CrS 100.n:->11,'l0 
Snldo t·rn l'alx1.1 CrS 7 800,!i0 
on::;. Forn 11s bezenos leiloados o clu­ 
be possui } bozerros e d vacas. 
pnmçiio elo indidduo para a vida social 
brul'i!Pil'íl cl<' rnnneirn sadia, uma vez 
que <' Folclore 6 um patrimonio de Tra­ 
dições populares t' seu conhecimento não 
so foz útil :1p~nt1s corno ilustração. Pa­ 
l'll surpresa e adrnirnçil.o do grande µú­ 
l>lico presente, forum apresenludos: 
FANTrSTICO - Música Daddy Coo! Co­ 
rnogrnrin aluuu mestra Teima Medeiros 
Neguinllo do PaEtoreíu - Crendice do Fol­ 
clore Rtograndense Cantigas de Rodu. 
ílarin Chiquiub11- Diálogo cantado do 
Folclore Baiano 
Danças gaúchas Rio Grun<ie "terra de 
homem vulente e mulher bonita". 
Danças da Fita 
Danças do Baluio 
Dança. do Pézinbo 
Buruba meu boi• muito conl10cido no Nor­ 
te e Nordeste 
Dança japone:oa - F0lclore JaponeR 
Chopim, Dança do Folcrore Paraguaio 
Poesia - '!'irada do Folclore Riograndense 
::,urnba .,. O que! é que a baiana tem? Fol- 
clore baiano. 
Chora Bananeira - Diálogo contado do 
folclore ordestino. 
Desufio 
Candomblé . Dança do Foklore baiano. 
Coral com musicc1s ric Folclore Brasilei­ 
ro: Luar do Sertão e Siriema do M.T 
Iri a Fr leira 
0 o peo 
"" 
bem 1 
,, .. lu 
. i+ta M 
01 [J/'7 i 
'1, :.,_(,O 
Ano  l la 
"Há um Alcóolotra em 
( 1 " 
nossa rami ia 
Nflo vPJ1t lll'lO como um vcrgonlia.. 
Seu ente querido está doente pols o nl, 
cooll»mo é uma doneçu. 
O Alcóoln.tra pode RCl' curad~. Jssuma, 
portanto. um atitude de fé, dizendo quo 
o eu nte querido vomitará coIu a Gra· 
çn de l)euf!, u Rua molénlla. Pode estnr 
cerlu dhrno pocqut• mllhurefl de alcoóla­ 
tras dominaram seu revés, e ão gora 
membros úteis e bem suced!dofl da so. 
11lodade, 
Procuro J,11 dlulo eontuclo com os AI- 
coólati·rrn ,11ô1dmoH, Trula-se do maior e 
elo rn11lu Hficiento Grupo de pei;soatl quo 
do!lejom 1111xlli>t1·. 'J'rnbullturum jó _ua re­ 
cupcrnç/lo de um quul'l0 do mill!ao de 
alcoólolrus. Tomu.,·í'ío o alcoó!atru sob 
seu cuidudo pessoal, e uão desistirão 
enquanto ele 011 e:,la niio e6llveram reou­ 
pcrudo. 
I~ lmporluute saber que parte da i:::ura, 
6 uma solicltuçíio absoluta dos A.A., é 
que u pesoou fie reconheça como alcoó· 
lalru. Ela deve conl'essar slneero.mente, 
que não tem dentro de si a força neces­ 
sária para combater aquela doença e 
está desejando seguir um programa, e 
especialrut:nle, ceder u um poder maior, 
isto é, n Deus. 
Mesmo quando o doente começar u 
npresontar melhoms pode l!avor um Re· 
cuo. Os que amam nunca se devem de­ 
s~neor11jar, mas exei'cer uma Pé sem li­ 
mites, mesmo quando o caso pareça de­ 
seoperaclo. Reze por ele, ame-o roRnle­ 
nba Fé i n a b n I ó. v e I de que o 
milagre de seu reuuscimento terá lugar 
Reze pedindo paciência e a receberá, 
e precisará d elo, pois às vezes o proces­ 
so é dilatado. Seria pena que, exatamen­ 
te quaudo a ocasião da Vitória estives­ 
oe 1,>1 óximu, você desistisse. Re0orde-se 
a~ palavras das Escrituras: "Em vossa 
puriência possuía vossas. ,.)mas. "Em tal 
paciência você também ganl!arÁ. sobrie­ 
dade para o Ente que Ama. Acredite que 
Deus curará seu Ente querido se você 
mantiver firme, se você tiver FÉ. Ajude 
constantemente Deus com suas Preces 
Com todo seu coração e com toda o 
Fé que puder r6unir, ponbu seu Alcóol­ 
latr:1 nas mãos de Deus. Peça a Deus 
que o cure, e ac:redite que Ele o fará. 
Seguudo sua Fé, isso lhe será conceidido. 
Prestação de Contas 
RECEITA 
S:ildo anterior 	1.283,33 
Ordem de Pagto. conf. oficio n.o 63.76 768,33 
Idem, conf. oficio de lo.o9.7ó /SN 600
161 
Deposito pelos seus membros 1.Soo,oo 
4.092,27 
DESPl'i:SAS 
Aquisição de um aparelho de Son, conforme re- 
eibo de o7/o6/76 	2.600 ooo 
OISPONI VEL 	' 
Banco do Bruil S.A conc:1 de depóeito, conforme 
extrato 	• l.492.2, 
4,692,27 
Conforimos a presente prc11nção de contas no 
nlor de r$ 4.092,27 (Quatro, mil e noventa e: 
ucJis cruzeiro e vinte e utc cont~vo,). 
Ilela Vise.a ilt. o7 do Junho de l.9Y7 
Afomo Dilon Nunes Leite T e a o u r e i r 0 
Dr. Fi,,ri Murano P r e s i d e n t e 
Deputado Esta­ 
dual convidado 
a transferir titulo 
de eleitor poro 
Guia Lopes da 
Laguna: 
Segundo d clarou à. 
nossa reportagem, o 
dtputudo Henrique Pires 
de Freitas (MDB), rece­ 
beu um convite do Dire­ 
tório Municipal do Guia 
Lop s da Laguna para 
transferir o seu titulo de 
Eleitor ao referido muni­ 
cípio a fim do coneorr:er 
a cadeira d e P:efe1to 
nus próximas elelçoee. 
Edital N? - 04/77 - SEC. 
AlM. Em 2D rfe Agostu 
de 1.!J77 
De ordem do Exmº 8r·. 
Preíelto Municipal de 
Bela Vista, Sr. José 
Simplicio da Costa Mar­ 
ques. polo presente Edi• 
tal fica notificado o Pe­ 
dr~ Paulo Rojas, paru 
comparecPr oestu Prefoi­ 
tura Municipal no prazo 
de 30 (T ri n t 11) Gtias a 
coatnr desta data, a fim 
de trntar de assunto de 
seu interesse. 
Preft>ilura Municipal 
de Bela Vista 28 do . .­ 
gosto de 1.977. 
Jo!lo Estevão de Castr0 
Of. de Gabinote. 
Hela Vista liT, 7 de 
junho do 1977 
Ae Diretório Regional 
de Mato Gro;so 
Cuiabá- MT 
Sonl!or Presidente 
Em anexo estamoa re­ 
mehll'ido a V. Sª. a pres• 
tn~ão de Contns do "Di­ 
ra tório Municipal à.a A­ 
rt-:na • Fundo Pnrtidário" 
do exercício passado. 
Sem outro particula 
formulamos oo noss, 
protestos de estima e dis­ 
tinta considera.ção. 
Atenaiosnmonte 
Afonso Di!on Nuneo Lei' 
Tosoureiro 
Dr. Fiori Muro.no 
Presidente 
ar Condicionado, Quartos com Ventiladores 
.·.purtarllento com 
e Serviço . de BX 
ll. )fouoel Antooio Pa.es de Burros, 905 - Fones 1277 e 1687 
Endereço Telegráfico fIOQUIPALACE 
Aquidauana 
Mato Grossa 
.: