r----------a.-.-----·-----------------------'-----,-, 
D 
J 7 /! 77 - 
o e 
( Campo (h'ande CE) 
O 10º Reglrr,ento dP Cu valaria, Redln-1 féu Guakurus. Esta temporudu hípica foi 
do em Bela Vista. foi o cumpeilc da rnurcflda para o próximo mês d outu­ 
'C'eruporuda Hipica eulizadu durante três bro. As duas últirnus provafi realizadas 
dias em Campo Grande e encerrada na 4a. DC. foram rleoumlnaclatJ ''llireto­ 
c o m u ri Is pula d as ú 1 li - ria de Veterinária" e "Estado Maior do 
mas provas, na 4a, DC. O encerrurnento Exército", tipo Grund Pl'ix. 
da tempor-11dn culminou com um ulmoçu, 
no Círculo ~lilltar, quando foi <'ntregue 
uo 10º llC o Troféu Guuicurus, de posse 
transitótin. 
Ficou decidido que a próxlr11u tempo­ 
rada (süo reullzadns quulro, 011uJ!m2ule), 
a última deste uno, erll realizada ua 
cicladP rle Amambai. Jucul oude é sediu­ 
do o 17º llC, até então detentor do Tro- 
WIACÃO CRUZEIRO 'DlA DA I 
» 	Nesta data quando se comemora o o D E SF [ L E 
Do Sul I
Mn nM IER) A_ cr- DIA DA n!PRE s:., U chefia dll Casa O rtesflle l!ÍYÍCO militar coutou com fl 
: 8'11.:JJ 11:uitº-J> Civil Depnrtumento de Divulgaç!.io de presença de toclrJ,- os eblaheleclrnent(.S 
llato Gros o desejam transmitir a esse de ensino ia ctdude, representantes de 
1 
?.r.~~o _cl_e c~m_unica<;ilo e ao~ seus_ JJl'O· clai-st'S, clubt'S de ser"riço (_O_Hotary Club 
llss1011a1s seus cumpril~enton e o I espt-1· apresentou um carrn itlegnncu ). p pelo­ 
to pelo trabalho de informação que de- tóes do 1o Regimento de uvala;ta. 
empenha Junto a coletividade Cordial 1 
mente. Dr. Ai-quimede Pereira Limu (Cue- ,LJTORIDADES l'AR,GUAIAS 
fe da Casu Çivil) e Sr. '.Levy ,Caapanhà Prestigiundr. o ev, nto, estiveram no 
de ouza (Diretor do SEDIMA.1). pulanque oficial. n se11!Jor consu! do Pa­ 
raguai. D. Edu~:,do Ocarlz P conwnd!lnte 
do Destacamento de Bella Vista. ten. Sin • 
clulfo C,tbaiia,;. A Emissora Mariscal Lo 
pes cobriu o desfile através das palavras 
dinâmicas do S!'U diretor Vuléri0 Prnha. 
Os u. uãrlos da Viação Cruzeiro do Sul 
estilo descontentes com o atual s1::t·viço 
prestac!0 pela empresa. Alegando ''!'alta 
de educação dos motoristas" um passu­ 
geiro ht pouco iliat1 utrús reclamava 
do critério de escolha dos motoristas, 
"as vezds - afirmava o usuário - eles co­ 
locam elemJntos ~em preparo. E _nilo fa­ 
lo em cultura, falo em EDUCAÇAO". A­ 
gora, mais uma vez, chega a no sa re­ 
daçiio recbmnções dos preços dus pas­ 
sagens, dos despachos (verdadeiro roubo 
segundo um moraJor de Jardim) e da 
péssima qualidade dos on:bus. nbemos 
que a empresa mudou de dono e pedi­ 
mos ao novo proprietário que tome pro­ 
vidências a respeito. 
O 10º flC fui cumpeJo tanto nus pro­ 
vas para subtc11cnteH-1mrge11toR como pa­ 
'nt oficiais. Al.irn d '!1 mlliiare clui; guar­ 
nições da 4a. or,. IO ltC. l?" HC e llo. 
nc, participaram t11mhem da ternpr1rada 
hiplcu de Campo Grande inúmeros civis 
(a!unos do 
1
PO!'l e SocieJadl' Hipicn de 
Campo Granfo). 
[{}100. 
-MÉDICO- 
Consultório, í às :a horas 
16 às 19 ho:-a:- 
« IPEM.A. T e INPS» 
Posto de 
Funrural, 
Saúde e 
12 às 15 horas 
0 desfile civice» militar que teve lugur 
na Ave:ida Teodoro Sativa, u purtlr ctaH 
!I horn!i cio dia 7 pp, foi o ponto nilo rlus 
comemorações da data mugna de nossu 
história. Após o hasteamento do Pavilhiio 
Nacienal, abrindo ol'idnltnt·n!P os festejos, 
centenas de pes0as ocuparam o lungu 
ria a, e ida, e aplaudiram intensamen­ 
te aos contigentes escolares e do 10 Re­ 
gimento de.Cavalaria. O desfile foi assis 
lido pelo snhor Prefeito Municipl, ·José 
Simplicio da Costa Marqus, Cel. Orlanrlo 
Mentzingem (comandante do 10 RC ve. 
read,,rt se demai, !iUIOridadr,; municipu is. 
TOR 
1
EIO INICIO 
No Estádio :luuicipaI. inúmeras equi­ 
pes de futebol deram inici1 ao l0l'lll'io 
José Simplicio da Costa Marques que es­ 
tâ em pleno andamento com clulws de 
divt-rsos bairros. Este torneio é uma pro­ 
ruoç:io tlu Prefeitura :,lunicipal que atra­ 
vés do prefeito municipal ofertará um 
belissimp troféu uo campeão. 
O Preteit de Be!a Vista, Je ' 
Simplico da 'qus, avtsn a popula- 
ção B·lavint probl do corte de 
l'l1l'f',!i l t-1( tr 
I li llffl p:hl•' (l(',1rrId1) 
nus Motores da EMAI, mas que providenei 
iá foram tomai s e os toenieos já e encontram 
em nossa e lade, e que possivelmente segunda 
reir I já tenhamos energia em abundanci. 
1 
ESTU E E 
P li I IS DE 
Volto à U 
om o "campus" no­ 
vumL•ntt· O('Lfj)tld() por 
tropa:-< dn Pollcl!l Mlllt11r 
e agentes da Policia Fe­ 
ei r1I1. relniclarnnt-!W h!l 
aulas do segundo +etues­ 
tr na Universidude de 
Brasília. Foi meiço o 
comparecimento de alu­ 
nos às aulas, que tru­ 
correram hl'íll lncidcnt1•f'I. 
, • tropas polfcinls 
clu•garnm 110 "campu,o·• 
untes do inicio das nula 
lá permeeendo duran­ 
te todo o dia. O ,wgun­ 
do semestre letivo du 
UNI deverá prolonaur· 
se até o final de dt'ZCJll­ 
hrc,, para que sejam re­ 
CUJH'l'auns as aulas per­ 
di la,; durante o JOOVl­ 
mento grevista que pa­ 
ral1zou aqué'le t'tilu1.lele­ 
cirncntu por qua. e clol 1 
me,;e11. 
Mensagem d e 
Jesus Cristo 
E olbai por vós, nüo 
acuntcça que os vos~o,· 
cornçõeo se curreguern 
cll-' glulúnuriu de embria­ 
pues e dos cuidados du 
vida e venha sobre vó; 
<!e impro,J,o aquele ;!ia, 
porque virá como um lu­ 
ço sobre todos o:; que 
habitam nn l'af'.e da tPr­ 
ni. vigiui pc,is em torlo 
o te•r>po. orando. pura 
que sej;.ti& li.1v1dos por 
dignos de evitar todas 
estas coisas que llão de 
acontecer e de Pstar em 
pé diante do Filho do 
homem. 
( . Lucas: 21. 35, 35) 
·A Diretoria do frigonfico Rio Mirando ltda., avisa aos Srs. pecuaristas em geral da região 
que 1a m1c1ou suas atividadas de ·abate no propno estabelecimento. 
Os interessados poderão procurar asso escritório na Vila frigorífico S/N em 
{iU_IA LO P E s· DA L-A (i UNA

1i fl 7'7 
.. 
-----------------7 
Bragi13, An<la - O reputado Ubnldo 
Barém (Arena ~l'l'), apre,,enlou rmencln 
ao projrlo de lei que cria o Es:aclo ,!e 
Mato Grosso do Sul, estnlwlecendo !'_111 
quntro o número de senndo_reH dn no,:a 
unlclacle rederntivn, no pi>noclo de rn,;:i 
a 1983. O prazo pora n npresenlaçã" de 
emendas encerrou-sri dio ri p p chrgan:lo 
quase o umn centena de propo~ição de 
senodore~ e deputnrln . O projeto cio g,,. 
verno procura rr.sover o problema da 
ropresentaçlô no Senado Federal Pslu­ 
belecendo que r ~en1vlor eleito pelo a­ 
tual Estado de Mato Grosso cujo manda· 
to termlrrnrn em 1!183, que. no caso, é· 
o sr. llendes Cnnalle, da Arena. repre­ 
sentorá o Estado em que tPnha domicílio 
rle orol. No r,,so, Mato Grosso do Sul. 
Assim, o novo Estudo só eleg·riu dois se­ 
nadores e outros tres. sendo que o que li­ 
,,er menor votação ficará com mandato 
de apenas quatro ano.;. , err.end!i Burén:. 
que altera o nrl. 3G do projeto para de­ 
terroiuar que dois senadores os menon 
votodo!' dos quatro lerão mandato redu­ 
zido, segundo obs1,rvadorPs Irará para 
o sr. MeIJdrs Cunalle um concnrrenk 
qut: normalmente não existia. Assegura 
Barém que !iÓ !icçiio jurídica pode-se a­ 
tribuir n um senador eleito pela popula. 
çllo de dois tt,rrilório!', que cnni-tiluem 
dois Estado11, n rt>presentaçüo rle um só 
desses. Acho que o vontade eia popul:i­ 
o inteira dos dois Estados não pode 
ser fraccionudu. 
Pura o deputado, u silu11ção cio coa­ 
dor '.lendes Canulle é tlllÔ'.llUla e não 
exprime só a Yontade rlo 2st·Hio de~­ 
membrado. P<•r L110, quer que o ºº"º 
Esl!'.do eleja tres sruudores compirtan­ 
do uma represenlaçã;; de quatro com <J 
H. Mendes Canulle. Admite que a ~ilua­ 
ç!i.o é semelhante a do Kiu dt> ,Jun.'iro 
Qll", depois da fusão, ficou, numa lgis 
la~ura, com sei;; senadores em SU'.i n:pre­ 
sentaçüo. A em,rndu dos parlame11tares 
guiunos qu.:: m,1nda anexar u G.iius u- 
1110 faixa cttt dez quilôm,·tro:- ,11.,,c,lrudus 
do tei-ritó~io ue ilalo G:usso - o dobru 
<lo atual Oi ·tr:to fecléral - fui a presen­ 
tacia oficialmente. Da ban•;ada, de Goiás. 
apenas o rdltor, senador 0:;ire::; Teixei· 
Dr. Oto iIaracajá Branquinlio 
Ora, Tazue llara Bra11qni11ho 
Clínira Geral e Pediatria 
f
1
rn,;iounnlio em pe>dodo mtegral 
pura melhor atender OR belnvi!,lrosP~. 
Rua Duque de Caxias 
Bela Vi~ta - Mt. 
u a f r n te i r 
Propriedade da ORJIVAPE 
ttt. lf 
'' 1 I r . . e a / de I ' t r ( j r ,1 
h'e ater( hh. 
 r 
1 1 
.. ll(!io Gu~rlr- 'orrt • 
,, • C ;, 1 .l ,•) o: lt,•!,!'ill,l lt-ncft•.i. 
,; 
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r 
1
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0 
• l'<'lt<Hll" Ldo, 1 bera 
, o tn "" _. ...-. f • 
ltuir ~lurq1II' r 11ll'Í lio ' ,•,IPir<•• • 
l+pressão: ilon Roberto de 5oura 
H redacão, Administração e Oficina d 
lua Duque de Caxias 1-:,. llt-l.1  111u. 11 
Assinatura Anual 
crs 150,00 
CrS 1BO.UO 
llrl.,  i-1.1 
Dern,,i, lunlC'ipio- 
s o 
ADVOGADO 
:;;:::C;)l{fJí11ü !lua :1 de Outubrn 
CJ. U '.LADO !JA Clfü"fílAi"ll 
Bela Vista 
Mato Grosso 
Uma Lição 
Esqu cidcx 
··O uso de um Jornl 
depende de um grande nme 
r de irenun«tàneias e piso 
que um jornal »e parre on 
llt1trn r,npr~•• qu,lq,wr. 
I)/l·"'t'. rnlttlCtl1l''· ('OH A r-1!· 
presa jornalística o qur nlo 
e di com outra; ela conta de 
iukiu ~•()111 ,.'1rio~ in11nia.n" nn.­ 
tos, que vão desde o analfabe­ 
to que nlo l porque n4o M 
be, até o mis analfabeto, que 
ão le porqur no quer. 
[a nlo Ao Henas estes: a 
«sneia mesmo do jornal a 
erio«idade. sexto sentido qu 
tem por órgão o repórter, mi­ 
tu ,Ir· ouvidn, ,,lho I' foro, rom 
àos para escrever e ptnt 
pnro D urlnr rlt•prf•.;:
11
n, _l'or PºU' 
eo, um habitante de Marte em 
caricatura. 
Oru, o rl'p(ircer q11er ~_•brr, 
saber para contar, «aber juta· 
mente oisn» qe o outro 
não querem que se saibam. 
E aí etá um dos maiores 
11i111iiro• rio jornal: 01 que 
i•111 ,1,t"µrt"rlo~ pnro gurtrdnr, 
que lo tolos os qu o repór· 
ter prorurn. 11<·0111pnrd10, hn·Jn, 
hi,l,ilho1riro r- curioso ( ••• J 
(Puhlirarlo nn priml'irn 11úmr, 
ro rir O (;lobo, em 29 de Ju• 
lhn <1,· 192,'i, ,oh o p•enrlilní • 
1110 <l, ."Dan Xiquote", na pri­ 
tnl'itft p{q.::i110, ron1 o tltt_Jlo O, 
inimigos natos Dom iquot 
era um clo1 111ui1oa psnudô111• 
1110s ,lo Jorualisla e poelíl Bu6• 
tos Tigre) 
y 
Saúde, 
Segurança e 
Educação. 
Fatores indispensáveis ao 
-des€nvolvlmento do nosso Es~ado. 
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".  L I r Um governo tr3balhando 
··....,. --!..;: por um ;.)CVo mais feliz. 
·---x= • 
tJ1•g 
"''"'" H·m 
did 
( !-' u ~ 
<'om 
torar 
Tobii 
àeo 
dos 
Ças. 
PurliL 
ran 
dadt 
dos t 
DO·S 
C1.,rn :noderoas instala-;õ!!s, dispõ':! de um grande estoque da calçados. Parui,:o d,.,s Salçados é especia­ 
liza io o rumo e le:n tudo pura bem servi-lo. Em Dl!I léria de. 0açado s. 
conbti;-a a últiu,a moda luaçada nos grandes centros, 
visitrndc., Paraíso dos Clllçados. 
Praça Presidente Dutra· - 163 	Ponta Porã - MI

... 
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,.r-f ,,: 
8:; A ·' 
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:.a:.±il i 
T] sulista, "poderá ser em breve o quarto 
t:~tarlo do F.;rleruç:lo". 1centuou quo o 
Norte, que terá simplesmente o nor:r>e de 
~Jato Grm,so, tarnbem tem muita poten­ 
cialidade e com o auxílio que receberá 
1o governo federal "poderá vir a i:er o 
nos•rn Texa.R do futuro". 
NUo ncrecllla o deputado Paulo Salrl:rnhn 
que um ano seja. t11mpo sur!clente par-a 
se concretiwr a total df,·is:111 nrlmlulstru­ 
tiv dos dois fü;tados, rnzã o porque a 
comissão que h'á tratar do acervo prt lrl­ 
rnonlal rleverll continuar sou tmbalbo 
por um pc!rforlo mais longo. Aluda sobre 
a rllvlsão, o parlamentar recorda que Sul 
e Norte são compl<!lamente dlferentet>, a 
começar du flora e fauna, além do pró­ 
prio homem. "O sullsta acrescenta o de­ 
nu tudo é ''paulista", enquanto que o nor­ 
tista ~ umnzônlco. Até a linguagPm é ,_lJ. 
ferente, existindo uma brincadeir;;. de 
que no Norte se fala o cuiabanês" Se, 
gundo o Parlamentar, o Sul está muito 
mais ligado à São Paulo do que a ilat<J 
GroFso e com a separção estes laços 
deverão 1ie Pstrc-it,1r ainda mais. Natural­ 
mente, diz Suldanlrn, o orte ficará ain­ 
da mais vinculado a Golós. O governa­ 
dor de Mato Grosso do Sul será nomeu­ 
do pelo presidente da República e o de­ 
putado nlio arrisca prognósticos, mas diz 
que no Norte um nome está revestido 
de maior força e tem tido aceitaçíi.o em 
torlas as tendêaciao;;, sendo poHível que 
o llngenlle?ro Frederico Carlos Soures 
Campos, atualmente Secretário de Viução 
e Obras Públicas, venha a ocupar o c~r- 
São Paulo (AE-FD) - ~luto Gros&o, já 
,ste.vn dlvldi<lo há muitos anos e u se- 
. paração que está sendo feita ago é a­ 
penas de direito, afirmou o deputado 
;Paulo Salduoha, presidente da AsRemblé- 
1 
l•.1 Lr;gislutJvu duqueie fütaJo, que 
tem visitou o governador Paulo Egydio. 
O parluawntur. que l'Stá em visitn ofici­ 
l u Silo Paulo, ucrescentou que iluto 
tirosso do Sul era "Incomparavelmente 
mais fo;•u, economicamenttl do que o Nor­ 
te" e, lembrando palavras do governador 
' 
go. 
Contando-se os dois partidos, o Sul 
tem maioria ao atual Legislativo mato­ 
grossern:e-- 1· ,ubrou o deputado, qu é u­ 
lista e renista. A Arena tem 18 deputa­ 
dos, dus quais oito do ul, enquanto o 
MDB tem eis, sendo apenas um do Nor­ 
te. Assim, exi lern 13 sulistas em 2-1 de· 
pul.adoil. 
Vende-se uma motocicleta 
YN! D 5 
Tratar à R.15 de Nove~bro 
' 
Vila Militar Casa 4 Eh Iist - 1,11. 
Documentos Perdidos 
José Vieira rle :'11edeiros Neto. décla­ 
ra que foi estraviadu a sua CH de ca­ 
tegoria profissional "B" de ° 200-015, 
PlilJ 11º 200.015 expedida peh 31
11 
Ciri-trau. 
Gula Lopes da Luguna - ,LT. 
Paulo Roberto B. Boeira, declara que 
foi estruviadu sua CNH, 1° 0012066. 
PBU 200. 928. 
Publicação que se faz para obtenção da 
2 via. 
T obios Granja sequestrado por denunciar violências 1. 7 DE SETEMRO 
Ernando F. Gasco 
O povo belavistense, unido como sem­ 
pre, demonstrou seu patriotismo na Se­ 
mana da Pátria, principalmente no dia 
7 do corrente mêõ, em que as ruas da 
cidade foram tomadas por seus estudan­ 
tes que souberam rq>resentar s'.!as esco 
las desfilaatlo graciosamente. como tam­ 
bem a orgaaizaçlio cicl!sta de Bela Vis­ 
ta, que de maneira toda e:;pecíal parti­ 
cipou atlvamel:!te no acl)ntecimeoto 
históríco de nossa Pátria, acobertado pe­ 
lo .1obral em sua c:lmpanha: esporte pa- 
ra todos. 	- 
Nossos agradecimentos sinceros às a-u­ 
toridades civis e militares que dedica­ 
ram todo seu indispensável apóio na me-· 
dida possivel: 	. 
Sr· Prefeito ~tuaicipal 
Regimento de Cavalaria. Antonio João 
Policiamento de- Bela Vista 
, Tobias Granja, ndator •lo Jornal de Alagoas Advogados do Brasil e à A BI, da qual 
foi ~cqucs1rnd,, ils 2 horns da madragada de 29 de é sócio, Tobias Granja revelou que seu 
punbo, ne> nnmidpio de São SébaHiilo, por um sequestro ap11rentemente motivado por 
trapo de sohlu<los da PM sob II comando de um d S 
argento de nome Ulisses. . onlcm ,lo snrgcnlo urn incJ ente em íi.o ·Sebastião, na rev- 
,_ abra <)UC voce está pmeso! Tobias rcsponclcu !idade teve suas origens nas denúncias 
1nega(ivumcnte. Foi o suficicmc para que c o m por ele formuladas contra violcncit18 po­ 
thutes e coronhadas de fuzil, os soldados colocas- liciais. Em reportagem !l siuada Tobias 
sem a porta -t1buixo. A cusa foi inva- havia denundado que o delt>gado José 
dida e alguns pertences do Jornalista Renê da Silva obrigara detentos a in­ 
(Elnvelope com ê!0cumentos um revolver gerirem uma mistura que ele prórrio de­ 
rom respectivo porte de arma, cheques,) uomlnara de «PONCHE» composta de 
!oram roubados coniorme mais t ar d e; defectos e urina. Por ordem do Gover­ 
Tobios Granja, que também é 11dvogudo nador flivaldo Suruugy, o jornalista foi 
denunciou a seção alngoana da Ordem libertado. A ABI em telegrama assinado 
dos Advogados do Brnsll. - . por Prudente de Morais, neto manifestou 
Yiolentamente e com muitas amea- sua solidariedadG a Tobias Granja. Na 
ças, Tobias foi colocado num carro e sua C'olun:1 Sempre aos Domingos ele re­ 
r>nrtiu de íi.o Sebustiãe para. uma es latou todos os fatos. Na Jllaoclletina da 
tranha excursão por diVArsas outrns ci- coluna Tobias color.ou esta frase,· A vi- 
idades to!s como A~apiruca, São Miguel tória dos muus _anima ou incita os de- 
i dos Campo e Jllace1ó. , 1 mui<> 
1 
A OR1GEM DA VIOLENCIA - ' 
Em cartas enviadus à Ordem dos (Boletim da ABI) 
) ,__ 	__,.;;__ 	...:..._ _ 
1
, r- 	• '{l 
! .1 
_ ___.. 
A,0UI AÜANA 
PALACE 
Apartamento co:n ar Condicionado, Quartos com Ventiladores 
e Serviço de PRX 
lt. ilanoel Antonio Paes de Barros, 905 - Fones 1277 e 1687 
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Aquidauana 	Mato Grossc. 
Bel Vi.ta (to, 10 de setem- 
1,rn <l,· 1977 
Hmno. r. Ialdo Pereira 
D.D, lJireror <l<t Tril,un11 da 
1-'rnnlc·ir:1 
Nesta 
l'rr, .. ulo St"nlwr 
Nesta data em que e come­ 
mora o Dia da [prensa vi. 
mos tran-mitira , a, e, a­ 
t ravé- de V, 5a., a todos a­ 
qurele- que trabalhar nesse ór. 
ão de Imprensa os nossos 
parabéns 
Transmitindo informação e 
,·uhura no po,n de 11<:ln Vis• 
tn, " Tril.n,no <l.i Fronteira 
tem colaborado de maneira e­ 
fetia para o pro;gre»-o e bem 
,•,1,ff < ,•,la COUlllllÍ<la<le e <lo 
país. 
Fazemos votos para que se 
órgão de imprensa continue 
durante muitos a 11 o .ti, 
ofert·c,·n<ln ao poYo d.- llelu 
Vista o» inestimáveis serviços 
que rcconht·ecmu-. e aprecia­ 
mos. Atenciosamente 
Posto Ipiranga LTDA. 
tlias J:larborn 
E CITO 
LAICIIES 
O ponto de 
encontro 
dcde 
Porto 
Mato 
de Socle- 
murtinhense 
Rua Dr. Correa 
N º 5G 
Murtinho 
Grosso 
.(

17-!-i7 
I CONHEÇ 
E 
TORES 
A agricultura só é forte quJn<lo é mecanizada. 
MccaniLt: sua l,1,·oura com ii;l.,_ cy I crru,on. 
Do dc,111:itamcnto à colhcil.t, a maillr e 
mais completa linh:i <lc m:iquin'.L'> c impkmcnlo, 
ngrlccila., do llra,il. • _ 
Converse com o rc'cmk:dor jfa~cy l·crgu,on 
de sua rcgi:io. . . 
Esludc com ele o cqu1p:imcnlo matS adcqu;ido 
, ?$ 
'-} 
para a ~u.1 l.1 Ul'J e a mdhor forma de se obter 
o financiamento. 	• 
Aproe:te o crédito que toda a rcdc b:mcan:i 
c,l:i lhc ukrccc11do. 
Pl,rnlc mab: 
~ q Massey-Fcrguson do Brasll S.A. 
•I 
AMA 
_, 
Rua 
(7 
A~
í) •íl)1 !11, ~~©(~IR' 
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VICE. ÃO 
A poesibilldade de compoPiçiio com o 
General João Balista de Figueiredo, em 
que o Sr Magalhães Pinto ficaria com a 
Vice-PNsidêacia, ú claramente afastada 
pl'lo senudor: "Eu l'lÓ luto por cargo 
principl Além de tudo, no regime atu­ 
l, ninguém deve ser candidato a Vice­ 
Presidente. 'ão fica bem. Antigamente, 
o cundIclulo di,putavu lSte cargo pelo 
voto populur e podia consr·gtti-lu inde­ 
pendenten te de seu companheiro de 
chapa; agora. não: tem de ser eleito jun­ 
to coru o Presidente". 
O Senador fez questão de uflrmar que 
não está descumprindo qualquer orienta 
"" çüo do Pulacio rto Planalco com o lan­ 
çamento de sua c•1ndidutura, o que cor• 
responderia a aotc>cipnr o debate suces­ 
Cereois Alocado e Vereio. sóriu: "Sou um politico e devo percorrer 
 
o puís para subsidios que me permitam 
fzer um programa de Governo. Aiodu 
MT não tenho metas. ms em breve preten­ 
do divulga-las".·Disse ainda que o bem 1 
estar do pc,vo brnsileiro será a base 
deste programa de governo. 
Ele diz que nilo teni fórmula csp~eial 
pura viabiliz:tr sua candidatura à l'res1 
dêacid d!i República: ''Procuro o apoio 
do povo. Porque sei que na hora em 
que u questão sucessória for examinada, 
minha candidatura será vista com~ a 
que tem grande apoio populur". O 5ena­ 
Dola Vista • Moto Grossa dor disse que ni1o é fovorável à convo- 
Antonio. João 
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I 1!1it:tt-k'.o em. Jud.L.?!l Arwtda Duqae de Culu: (ao la,dl) do llotd Orltalt} Cx. P,ut.sl 05 
Fortaleza • O Senudor Magnlhües Pin­ 
to disse, que sua candidatura à Presl 
rlêncla <la Repúbliea i:t•rsí vitoriosa • E­ 
la terú êxito, nuo teuho dúvidui," • e que 
r.fío govnnaI ú com o AI-:, por que us 
reformas politicus que estão por vir da­ 
l'ÜO ao pais us ~alvaguurda • íoclfspensá• 
veis à garantia do regime. 
Considera-se um cnndíduto de -pacifica­ 
ção e diz que o MDB eRt3 entu,-iasmado 
com sua candidatura pois e pr r-1 rlelu 
uma mensagem novu. O apolo da Opesi­ 
ção, segundo o Senador, ainda tem sido 
discreto, mas ele qualquer modo, pura - 
le. "motivo de muita 6ufüfoçúo e muita 
honra". 
' 
RUA. GENERAL OSÓRIO S/H 
caçi:ío de uma CooJtilulnte agora, m:is 
uc!m!te que, i;e as pr6xlmu!! reform111:1 de 
carult'r constilucio:rnl núo atem.lerf'm no 
desejo do país ela porter/1 ser convocudn. 
COM ADMIINISTRADORES 
O Senador iíngulhãeb Pinto falou pa, 
ra os participantes de um c•nco11tro naclo• 
ual de administradores, que se realiza 
em Forl'alezn. Ele declarou que ''enquan· 
to oã<> p·,ssult· um sistema empresarlal 
potente e estável, em todos os nlvels, o 
Brasil não decolará do estágio de nação 
emergente em que se encontra". 
''Nosso país, quf' cresce, demográflca­ 
mente, u taxas que poderão elevar sua 
população a 200 milhões de habitantes, 
no ano 2000. t ,m de estruturar, solida­ 
mente, suas forças produtoras. Isso é io­ 
dispen~ávd tanto para pruvn as cres­ 
ceoteo necessidades do mercado interno, 
quanto paru fazer face aos compromis• 
r,os iot!:'rnacionai.:1. A estabilidade do sis­ 
tema empresari<1l tem rerlexos diretos no 
sistema social. Dela depende,m a melho, 
ria de vida da popul!!ção, a distribuição 
mais equitativa de rendas, a criação de 
novos empregos e a oportunidade a gra· 
dual eliminação dos núcleos de misérla, 
que aioda se encastelam em vastas re· 
giões do território pátrio". 
Para o Senador Magalhães Pinto, só o 
slFtema de.mnC'ráticc, propicia a livre em­ 
presa, só ele buruaoiza o desenvolvlmen· 
to. "Ru mesmo sou um produto da demo­ 
cracia; minha vida se dividi; entre a de· 
dicação à empresa privada e à coi,;a pú, 
blica; atuei nos dois campos da adml· 
nistraçáo e posso garantir-vos que O U­ 
cessos obtidos só se torneram possiveis, 
por ter Eempre prei;ent€11 os valores Iun· 
damentai.3. que alicerçam a filosofia d~­ 
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Descle a coleto ela ln· 
rormnoão, buscando as 
fontes. lnslRtlndo com au­ 
torlcl!!deR, tendo atenclio 
com fatos e 11enslbllldade 
com documentos. 
Colocando o menen­ 
gem dentro de llngua· 
gem simples e nceível, 
própria parn cada cn­ 
nal de comunlonelo. 
Usando proflsslonol• 
1>speclflco e ele apolo. 
Exigindo longas viagens 
e longns horas de tra­ 
blho a fio, sem dor 
chance de maior convl­ 
vlo com familia, Igreja 
e outros grupos sociais. 
Até a avalinço das 
respostas do público 
qunnto ao Interesse e 
E:hwnct'io sócio-cultural. 
NosRo louvor e grau 
dão a Imprensa brnsllel 
rn e matogrossense em 
especial, porque Infor­ 
mar é o dia-a dia de 
quem ama a verdade. 
A Emater-Mt e os produ­ 
tores rurais, no eu tra­ 
balho de uumentar a 
produoiio e a produtivi­ 
dacle, reconhecem a par­ 
ticipação da imprensa 
na construção de dias 
mais fellze,. 
ama a verdade 
DIRE 
, 
CLO 
, 
D 
No ola 05-09 77, as 21 horas no 
Teatro da Casa du Cullura da PU:;}tT 
(Faculdades Unidas Católica8 de Mato 
Grosso) haverá u solenidade de posse de 
nova Diretoria do DACLOHE assim cons• 
tltulda: 
Nome da Chap11 Vencedora: Situação 
Presidente: Geraldo Escobar Plnheit'o 
42 ano de 'Direito. 
Vice-Presidente: Ayrton de Morais 3° a­ 
no de Direito 
1° Secretário: WiImar V. Matos 29 ano 
de Direito 
29 Secretário: Teresa Cristina Razuk 2% 
ano de Direito: 
10 Tesoureiro: Getulio José Costa 2° ano 
de Direito 
22 Tesoureiro: Alei Araujo 2° a n o de 
Direito. 
Conselho Fiscal 
Antonio Pedro de Figueredo (4 ano) 
Joanu Caetano de Lima (3° ano) 
Dar Monteiro (2° n) 	> 
Representante do corpo discente no 
Conselho Departamental. Geraldo Escobar 
• 
• 
N V 
Pinheiro 4° ano 
Representonte do corpo discente na 
congrngaçüo 
Hogolho Massud 4° an'> 
Representante do corpo discente no 
departamento d direito público 'Tereza 
Cristins Razuk 2 ano 
Representante do {corpo discente no 
departamento de direito privado Joana 
Coetauu de Lima 
Representante do corpo discente no 
departamento de fundament'l de direito 
Issa Nicolas Ferzelll 2° ano 
, elelç/io ocorreu no dia 25 de 
Agosto p.p. sendo que u Chapa Sltuaçfio 
teve uma Vitoria esmagadora sobre a 
Chapa Solução. 
Trabalhar e Integrar é o lema do 
novo grupo que dirigirá os deatlnos do 
Diretório duraute o presente ano e os 
acadêmicos desta faculdade muito espe­ 
ram da nova equipe que compõe o Da­ 
olobe. 
(Do Correspondente de Campo Grande 
Francisco de Assis Diniz) 
e 
, 
l' RIO 
G/3 li M S 
Leia e assine 
o Jornal 
Tribur.a da 
Fronteira 
TFP Enalte«e Soldado Brasileiro 
"Que margem de tempo e de atenção 
consagraram º" brasllelros nesses_ dios 
a leilura do noticiário sobre o Dia do 
Soldado? Qual a amplitude, em seu co­ 
ração do apreço e do reconhecimento 
que tem por nossas Forças Armadas?' 
Essa questão foi formulacla pelo prof. 
Plinio Correa de Oliveira, Presidente do 
Conselho Nacional à!l TFP, em entrevis­ 
tn concedida a. imprensa, por ocasião das 
comemorações do Diu do ioldado. 
··ocorre ao noss público que as con­ 
dições em que vive, ele nãc as teria se 
nos anos de 1960 até aqui, as Forças 
Armadas não estivessem • empenhadas 
em uma luta lndõmlta_ contra a agressão 
a mão armada e a g•.;erra revolucioná­ 
ria psicológica que Moscou move ao Bra­ 
sil?", acrescentou .o catedrático paulü,ta. 
''Digoum et justum est, aeguum et sa­ 
lutare" - assim rezavam as pala nas mi­ 
lenares Ja liturgia católica: "E coisa di­ 
goa e 'justa, equitativa e salutar, prestar 
honra quem a merece". A tal disposi­ 
ção de espirito todos nós devemos ade­ 
rir sinceramente, b.ini>feciados que so­ 
mos por esses bravos, pe1o fato de ga­ 
rantirem, para cada brasileiro, um lugar 
ao sor·, concluiu o entrevistado. 
En«d: o Espeeilizdo às E-colas Mili!ares 
d> Aeronautica, Exército ou Marinha, 
Atenção jovem brasileiro, eja um Ca­ 
dote! 
Iogresse na Força Aérea Brasileira, 
Exército ou Marinha. 
A Força Aérea necessita de piloto. 
Voe gostaria de pilotar um 'Mirage', 
voar na "Esquadrilha da Fumaça ou 
+ingrar os mares levando a Bandeira do 
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misso, as informações gratuitas de cor­ 
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tério do Exército e :larlulrn, no 1rngulato 
endereço: 
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Deposito pelos seus membros 1.500 00 
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Aquisição de um aparelho de som, 
conforme recibo de 07/06/86 2.600,00 
DISPONIV8L 
Banco do Brasll S.A. conta de depó- 
sito, conforme extt·ato 1.492.27 
4.0!J2,27 
Conferimos a prestação de contas no 
valor de CrS4.092,27 (Quatro mil e noven­ 
at dois e vinte e sete centavos) 
Bela Vista Mt. 07 de Junho de 1977 
Afonso Dilon Nunes Leite Tesoureiro 
Dr. Fiorl llurano Presldent11 
e 
Bela Vi,ta lIT. 7 de junho de 1977 
Ao Diretório Regional de Mato Grosso 
Cuiabá - MT 
Senhor Pre,identc 
Em anexo estamos remetendo à V. s.• "pre,­ 
tnção de Contas do "Diretório Municipal da Are­ 
na - Fundo Partidário" do exercício passado. 
em outro particular, formul.,mos os nos.01 
protestos de estima e distinta consideração. 
Atenciosamente: 
Afonso Dilon Nunes Leite 
Tesoureiro 
Dr. Fiori Murano 
Presidente 
C O M É R ( 1 O E REPR E S E N T A Ç Õ E S 
Mauro Jorge Gusmão 
Adubos, Inseticidas, Herbicidas, Sementes, Calcários, Tratores Ford, Implementos, Colheitadeiras Ideal, Cataventos. 
Brevemente filiais em Bela Vista e Antonio João 
Avenida Brasil, 2286 - Caixa Postal, 203 79.900 
, 	Ponta Porã 	Mato Grosso 
]'- - - - - - ------=

O SETE 
NOVA IN 
Sllr> r>·1ulo, por Cf(JvfH ,Junior, da ,r,f,J 
4 pince Leopoldina, com seus dedos 
nfilud e róseos, duledamente fechou 
ll Curta. Jlas foi Chrn Unl geH(<►1 udn ,. 
lnipaclknle quu 11plii:ou o Hl'lo eh· llahi-i­ 
burgo nu cera inda líquida do lacrl'. 
Hesitou um tomento, relembrando o eon 
teúdo da mlsslvn, corroborando o (''>ll· 
relho'de Jos· Bonilclo: "Senhor, o da­ 
do, est lançado e de Portugal não temos 
'esperar senão escravidão e horrores. 
Véiili ( V.A.ll. quanto u111es 11 de1:ida-~1•". 
O porta lor Paulo regro rec lheu a cor­ 
respondê&nela, curvou-e e retireu·se e8- 
tn[ando cavalo pelos e mi hos entre u 
cb'ü e Sl10 Paulo,, Lida u t: li r t!(Jllll<W1t­ 
@,'i «u etosta.so ma [J:ial Ct•lllri, 
buium o s111Hi11:~ IHl'co ,10, il ,.;rb:1m e o 
agitado sangue lente] no- dos B onça. 
o Jovem Prieipe !llllll 11 :: 
1~·1v:1lo .Ec, 
reuilndo a e tlva, 8a :ou d1 espada. 
Uui grilo rouco, como um•1 j·1r,1, ma~ 
também como umn de a!lo, a 3sou-lhe os 
ltib!'os: "lud •p.111dêucln ou Inrte!" N > 
gesto e na Ir use ua ;ola o E3ra sll u II tô ·1 
mo. M 1,1 e,sa 1111touomlu política mlo 
signifleou nsu real iuJep:.>ndencm d1l 
uutro:1 c ,mp >s. A nossa soberania juri­ 
dlc11 pleni.l, dtll
11 dti 1875, quaodCl o inci­ 
dente CHRI TIE levnu-nos à rPvis:1u dns 
Tratados dJ 18~G r-: de18:V) A'é rn '.lo ti­ 
nharn,,s ele toleme lrlhuu ds 1 ,glt>.,es eru 
território br11silelro no,; q1Ptis l'r I n jl­ 
gados, por juíza I e leis br!lil 1tc ,.- , os 
confliLOtl enlce os n11clonui.; e :1;; sú•lito, 
d S.M. Brltílulea. A no,s t indPpc>nclt'n~i11· 
soclul vai se fazendo cu-t si e vagro 
sumente. Um modelo '3nc;al br,1s,leir0, 
justo e eq11ílrilml', vem se t1sboçnn lo 111 
longo de 11ossfl História. e tem ns maif­ 
d1versos coustrutúre-,: Eu -ébio eh, Quei 
róz, lsabc-1 de Urugau~ 1, .Jc1i°l•> Càntli 10. 
Getúlio V1ugus, L'ndotr > Co!lor, Flori,; ·e­ 
no Paixão, Itobe"rto SampJ,a e o anôni 
mo burocri1tu que ln11rnt m 11 ubrn pri· 
ma que é o Pl::i - P A E.'. !a-1 arnd:! es• 
turnos longe de poder o h·n cm orgu­ 
lho o nosso mortPlu soch I P l ,Lo 1101< tor 
na dependente~. Dep·nctenle~ de ul11çõqs 
tmportndus, dependt>ntei- ,la CHi,l ide dc•s 
pises mais d e s e n v o I v i d o s, 
da caridade dos p .í-esmais desenvolvi­ 
duH ""fll'lld"11lt fl ... A i11dt•fl('lllll!11(·1,1 ·c ll­ 
u/)n;IC.ll r•nt:í,1, Pil' l' ·,- l'iill:i vr•z 111,1h lon: 
rri11qu•1.' .. Enriça cemnu-n s, wim. Mas d 
eu-ta de um a u fadar en ivida vento 
l" '(p,J"flO, 60!íilltl•J >) um l10_t(1~·j,; p:;IJ IIIJU­ 
)111:'IIIIJ ite Pll'>l'l!ll.'H, m:lfl llm1l ,d 1,; fl·8er­ 
v11
i; 111i11 •rniR E m1n:-r10 11111, d,1 sq,:uuda 
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reito, humaaos l' n ;da têm t1 ver, por 
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ç1o :-oclnl dos negros e dos "chicanos", 
(IS •IYLA Y viet1111mít,ts, a ln~trumentali· 
znção sexual rtu mulher', e a genocida 
ulilizaç,lo do a tomo em Ngasaki e IIl­ 
rrshlmu, silo !'ato,; que nil.o . uuto1num 
moralmeal•' os •1ossús vizinhos C' amigo!l 
do Nort•• 1> siit11rem·f'b numu posição de 
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nucl:l:11·. E, c,'rl<".ment, 11lnguém. pret,·n­ 
dt' neg eia: siste nu político por auto-su­ 
r1cíec1u en rgé i :11 já que isso significa­ 
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Ministério da Edul!ação e Cultura da Coordennção e mu is de 1000 índio!! 
Coordenação Estadual do obra! Mato das Tribos Terenas s Guaranis. 
Grosso ~ui Agência Cultu1·1il 	Já em t975 mais 17 ruu nicípios foram 
C. Grande 08.09.77 11gradt-cidos com Postos Culturais, sc'ndo 
1 :~'flf'-!:JLl,QADE 	que a 1" inaugurnção ocorreu em 14 de 
O.,P.r,Qgrarn,a .de.,_,Atividade Culturais maio, no rnJoicipio ct·e ~liru,1tla, dando 
do Mobral, fllérn de oi>j-!tivar a amplíu- início à 2 fase de implautuçilo. 
ção cio universo cultural do Mobralense, No dia 4 de outubro, Uuia LO!)l'S da 
vistu sobretudo à complementar os de- Lagunu foi o 35 muuicipto u receber 
mils prgratas do /Mbrl. pra atenuar u,u Posto Cc.lturul. 
oU,,.IQ:pP.d,1t.1,,l,",~gr~;j&_~p,ap,l"Í.nnlfabetis1110: Na 3" fase, o ano de 1976. súmente a 
11[aFltu•u.o, perigo. da,; :d?8er,çii.f);-, diminuir e ida ,
1e de Inocência foi conte,nplada cc,m 
o número de reprovaçls; /agi cumo fa- um 1-'usto C'ultür,íl. ilfndo que a innugu­ 
tor de mobilli11çao: 
1
iÍlcedtiv;rr
11
0
11
espíríto rnção ocorrP11 no dil1 31. 10.7G 
associativo e 8º.ffiÜ_nHl}tfO,<f! divulgnr a rtrav0s ou of. iOJ 16/77 de OS.US.77 foi 
lilosofla d ~fobr4), .. ,~i.t;•;progrnrnn estt "Olirilado ma:. ri 11 pna 14. Posto Cullu­ 
sendo trnplanbdo ~tru,·1'~ de pu5lo_; fixoi- 1 rai_s ~uj 1s inaugur,,çõe, ucor,e1üo no 
(oq postos cullura1,) e po,tos volantes próximo uno. 
(Mobraltecma) distibu'dos por todo o pi I--- 3. E A OBRALTECA CHEGO 
l 
2 - SITU ÇAO D8 !!PLANTAÇÃO 1 , ~lohruh,•ca ,·i,i1ou n municíp'o, da COES- 
No ano de 1974 fort11U inuumirJdos 1 'f/'.IT/ 'l'L no período t!e 111arço a junho cio a,:,o 
Postos Cu1L11r1iis na Coe:H/~lt/Sul l'"f'·"l",- O 1,·atnnlm de bonecos e o show ao I • 
1 
Nesta l" r d • 1 t - • · 1 ' 1 '11 f»r 1111, 'l" ponlo, culminante,, atr:unclu mrlhn- 
1 - aee e 1mp un liÇuo ,a u tirou rc,- <lc ·,·,~.-c1:•cior,·s. 
uµldade inaugurada foi e[etuadu no mu- ,1 .. 11IOADES DOS POSTO.:, CULTURAIS 
nlcíplo de A'Juurilàndla no dia 10 de .,,_ , m,iori,tlo, Po,tos Cultur:ii• teu, t1,,,.,ll•ol- 
nl>vembro/74. 	~,'_,lo cli ·, ,o :•·~prugra111u•. rlcs1.Hc,mdu ~" o de 
b
Ainda nei-sa 1!! fuse de lmplaataç:-o 1:;11cr,11u u, t u)d, Artcrn1u10, lcatro, l·oklon,, e 
npssu Coe 	a, 	±, 	.,	__ 	V+ O· E-porte. As avidades que merecem enfoque ·ão. 
• est foi alvo ile ande espettcu- Enipré-timo de liryreneura-, pequeno- fe-i- 
ll / lmprt!DSIL de Mato Grosso, P&runú ni, ,fo música-s rei6it- criarão de conjuntos 
e'São Paulo noticiou e registrou u inau-} uieais; exvi+@eu!na),, cadastramento d­ 
guração do Posto Cultural na Colônia ur1rsàn,, e,pctuculos te.,1ra,~ aprc-cntuçüe, folcl6- 
lndigea Buriti. 	ria- e aivil!e- sgjjg1 ira> de E»- 
' Na oportunld d J. • - t• • t por!c Pum_ 1 udu,. 1 ruf1»1011uhzJçuo P,·cla;!6~a·a 
t 
11 e, p_:si-o,s impor ao es e ,1., 0J,1liw,.10. r ~ 
d Funnl e do Cecut (Centro Cultural ô." @IS ,Ip!zo 1 
dL Muhral) se fiuram prL•sentes e.orno: ;; - ATIVll)AOE.-; J,JS 1-.XPHESSl"A O. 
Senhora Lilfam Barreio. Cel. Aler! /,1-E?1A, ±!vi _E.iipis tsfi 
Verlangieri de Castro (então detéiá l' _Orfiiriíõ siíÉsfiii. 
R<eaiontd da Funal) Pr fe t d •. • 1 - 1 r111u·,ro F.xpupl4,I. z • 1 no1I Culturnl cio 
1 
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1 
OS 0-S IUUDICJ- E,1utl!, 3 - !'ar1icipa,;fro ao l" Tcmin,iriQ de 
P 09 V .ouru08j--quaae-todos,~ l-em-entos- -fü.efou.o.;--do :,ui dc-lla:.....G.r.o,.u.____ _ __ 
tl,.. , /'. ". 
Pôr 
da Fror.teira 
OLUNI 
O•·IE - 
D falto nos outros 
o v a r d i a 
() in,lidrluo l(U<' u.ln 1c1r1 J ,uficic11te l'ull•Ót"n· 
eia de que 'eu os outro+ +orno+ um ó tora-e 
euoí-ta. 'Tornando-e goí-ta, [ 1,1 n "-t'Uflr a ne ... 
ee.-«idade de rebaixar os outro para e mostrar 
imporlllUI<". 'e r, '"" nula (· (lO. pr,-c,-a_ dar_70 ou 
ti) para outros a fim de sentir-e uperior. orna­ 
se ciumento, e é homem rico, irrita se, +t 
alguem tira notas mais altas, ente ódio; e se um 
ealga de serviço ganha ordenado nvelhor que ele, 
fiea nervoso. Manifestando tais cd1111es. u.'u íi.Ó ~­ 
tormentará eu próprio e,plriw, cu11w turnhe111 (,. 
cara impossibilitado de alcançar o uee+o. Uma 
pe+-oa que e esforça para lcançar r nota V) 
quando : que o outro irou U), poderá ir a +r 
um grande homem. Mas quando o indivíduo não 
pensa assim e clgse a folar nurl elo outro parn dt· 
minu!-lo de r,la 111rullhll:lu. 
li ouve uma época rm rpw u Seich_o: _ o - I~ so­ 
freu crftica-c por 'artt! ele outrJ:, rellg-1oe~. 
Tratava- e Iam em de ciúme por cau•u cln ,u • 
l
,crinridade da St'icho • N -Ie. Como dizia o hos• 
1in1 lto, as Religiões nino ·e manifestariam contra 
a Scicho.o-le, e esta fosse real:ente um mnu 
ensinamento e uão tivesse por ; .. t-o, nf'nbu1111 for­ 
ç-n. Se f0..,-:e ut11 mau t"n..-.1n1.1rut"nl<1. u➔H',ito~, 
cornprc::en,Jeriatu por i-Í nH•f.1Ud"l que nào haveria 
nenhuma neceF- ... idade de rnanífel-t.an·n1 .. f:c contra 
rela, pois um ensinamento em valor acaba dre+a­ 
parc::cendo H>r i-1 111e .. 1uo. )1a<,j l,.l"t~ n.1u. u,·01Hcce 
com a Sric h>•No I,,. A f!lln Poutnna t! a utc~ma 
do Budismo prega a mesma verdade contida nos 
cnsinnmt:nlos de: t 'ri-19 ..  lf111 d1,,o Ct'fll multo 
mais vida no rnoclo ele:: pre~ar. Com o receio ele 
HCrcm darolaclo,; l'"I" np irr,·imcnln de algo tão 
pn<len, .. o como u Seicho-o.le, ele» começaram a 
criticar-nos como mcdidn ele pre,,.nçào. 
Cena , ez, um Lonzo panicipou ele uma reuniàu 
da. S..'.'iehn•.:'o-lo e fel varias críticas contra a tnes· 
na, aconselhando que u pessoas deixassem a 'ei­ 
,.-ho•:'o•lê, poi"' c .. la t>ru um mau en-inamento, A 
pc~.;on..i ficaram ou, intlo o <"tn ,. i_lt'ncio, ruas final­ 
mente um deles e levantou e disse; ") senhor 
falou mui(o mui <la St'il'ho 1'io le. mas u•1ui t'U 
nunca OUÍ nin;.:uc!n1 fulur mal do J.u,li.;.1110 n,.nJ do 
Cristinni~mo. A Seicho .'lo 1~ r6 vive e_l o gi 
n n d o os outros. Bor is-o não e r e 1 <JUe 
o:, Sl!Ui cnsinn111,·11lo~ i,;rja111 ruins··. O bonzo ficou 
cnrubcci<lo diante •!e.tas pulu>rus. 
f: rculmcnlc• lamt'ntá,·d o fato d as pessoas 
prccieurr-m rehuixtir ug outro .. para se mostrarem 
imporruntee. f: <luí que e originam o conflito:;. 
O "modus vivendi da S-,icho-No-lt, é não rchai• 
xnr nin:;uém. não folar mui de pet-~ou alg-un1r1 
Pelo contrário, ele l.·ont-Ír-lt." t'rn dc:--cubrir us 
quulidudcs. cm cu<las u ... pct-~Oal" a do::;iú-Jn ... 
1) Por determinação <lo r Cel Cav Orlando 
ilcnlzin::cn, Com,nduntc do IOº RC, serão aliena• 
tias -1 (três) viaturas com a, caracted,1icas abaixo 
citada: 
- Jcep 11-1 Ton, marcn Willys, -lx-1, motor a ga­ 
solinu, 9J l!P, ano de fabricaçào,1961 (EU l!l-12523, 
chassi n, 4/5221/00370» 
-Jecp ]/,1 fon. m•Jrca ill,,, -lx-1, motor a goso• 
lina, 90 HP. ono fabricuçfo 196-1 (EU 21-1:!522, 
rhnssi n, ,l/5~2-l/C012ll). 
- Jeep Ili Ton. marca Willys. -lx-1, mo•or a ga,o­ 
lina, 90 IlP. ano tle fabricação 1961 (EB 21-1252-! 
chassi 110 -1/522--1/0lllll 
2)y Os interessados na aquisição das referidas viu• 
turn!'I devt>riio entre~ar :-Uad proprosra:, até o di:i 
2o set 77, cm envelope, lacr-Jdo que ,cr:fo aLcrto, 
no tlin '!:7 set 77, às J.1:00 li. no quar1d ilo lO.. RC 
3t erio prestadas informações e outros clemen­ 
to~ ,,,.cc5ó~ário!- ao perfcirn conbecimento do ob­ 
jeto tia li,·itarào no •tuartd <lo (O, HC., das 1-1;00 
à- ló;oo hs, devendo os interessados entrar em 
li~.1çfio co1u o l, Ten Marco Aurélio Bastos Do­ 
mingues. 
-1) O,.; proponcnlcs <Jllc ti ,·creu: sua a propostas 
ucc::ita:1 deverão fnzcr o pagntnento de amu caução 
no valor de 2o, do total devendo ainda liqui• 
cl..tre.01 o tutul <lu pi..gamc:.nto dnõ pr,>poStas no má .. 
ximo até -18 hora~ ap6,:,a <JU=iuc.lo será entrer,uc o 
objeto da transação. 	r 
5) O n:io cu1,1primrnto do prnzó de -18 horas 
prescrito no número acima. acar-retarú reciEâo,.. DIJ.• 
tom:lrica do contntto, perdcodo o proponetJte, a 
caução de 20%. 
6) Ser±o considerados ,·cnct:dort:• o;; prop<>stns 
que mt'lhor ofor1a faça pnr-.1 cada , iutura. 
r 
TRIBUNA 
, 
POETICI 
Miguel Ângelo Pedroso - Cap Cav 
Prcs,dcnt.e dn Corui•~ào de Liciln:ào 
o quP t'U nrloro <'lll li, 
Nü o é 1t tua beleza. 
A beleza, é em nós que 
ch1 u:,:le;tc. 
, belozn ó 11111 couc~'ilo. 
E II Relo7.íl ó trlst_<'. 
No é trt,te cm ,;1, 
Mas pelo qut• há nela rio 
fragilidade t, tio lncertt•,.o. 
O que eu udoro em li, 
Não $ tua inteligeni+. 
"'ào ó o teu espírll•> ~u(lf, 
Tüo ó~ll. t11o Jurnlno,o. 
- Ave Roltu uo céu nutl· 
nnl da mont,rnhu. 
Nem é u tuu clêrdll 
Do corução dos ho11H!111 
o das coiss 
O que eu adoro cm ti, 
Não é u tua graça m11FI· 
cal 
Sucessiva e renovada a 
cada momento, 
Graça aérefl corno o teu 
próprio penR11menlo. 
Graça que perturba e qu 1 
t.rn liEfez. 
O que eu adoro em ti. 
Não é a mãe que já perdi, 
Não é a lrrnü que já perdi, 
E meu pol. 
O que eu adoro em tua 
natureza, 
Não é o profundo lnstlo­ 
to materMI 
Em teu flan«o ubeno co­ 
mo uma Ierlda. 
Nem tua put'eza, nem tua 
Impureza. 
O que P.U adoro em ti - 
lastima-me e consola-mel 
O que eu advro em li, é 
a vida. 
DOCUMENTOS 
PERDIDO~ 
O abaixo assioado deala­ 
rn parfi os devidos flmi 
que foi extraviado o 
documento. Carteira de 
Identidade. R.G.-58.221 
expedido cm Aquldauana. 
Publicação que se faz 
para obtenção de 2• Via. 
Olga Mendonça - Faria 
O abaixo assinado de• 
clara para os devidos 
fins que foram extra vin­ 
dos todos os docuwe::i­ 
tos, Carteira de ldentid&­ 
de N? 04238, Registro 
Z-54, .237. 
Carteira de Motorista, 
Carteir11. de Cheque Ou­ 
ro do Banco do Brasil 
Publicação que se faz 
para obtenção da 2!! Via 
Shicbiro Nishikawa 
O abaixa assinado de­ 
clara para o s devidos 
!!os que foram extravf. 
dos os docum.-ntos do 
segcite: Veiculo Volks­ 
w a g e n 1 500. a 
no 1971 - côr azul pa vllo 
Chasis- BS 151560. 
Plutar.,co ColJna 
1 
J 
1