co 
Fu11darlor: Ivaldo Pereira - lao VI 
WJ 
PBG:ÇO 
DE STI 
EXEMPLA! 
CHS 2,CO 
O prel~lto Municipal de Rela Viste, José 
Slmpllclo do Costa Murqus, esteve recente­ 
mente em CuiaM. ondo mnntPve contatos 
com inúmeras secretarias visando solucloonr 
alguns casos que estavam pendentes. o DE 
CRAN, entregou a prostaçüo de contas ela 
Prefeitura, e foi Informado pela titular do 
órgúo, que deverii estar presente dln 5 de 
Outubro, nn clclocll' de Campo Grande, para 
assinatura do convênio de urbanização. Es­ 
te convênio já foi assinado e estabelece: o 
seguinte: 
1) FNDU, do município cS 239.Gl ,ao.Sendo: 
P) crédito vindo d~ Brnsílin 139.68I,oo 
b) Crédito da SEPLAN (Secretaria de Plane­ 
jamento) 100.000,00. Estas verbas poderão 
ser aplleadas indistintamente. 
CEMAT 
nom o Cel Estevào Torq:!ato da ilvo, da 
Cemat, o prefeito municipal recebeu a con­ 
firmação da extensão da linha de transmis- 
, 
são de Jntonlo João para Bela VMu. Se­ 
gundo o Cel Torquuto - ''Já foi publicado o 
Edital para a tomada de preços. no i:entldv 
de ser u!lqulrldo 177 postes de concreto!! e 
1o0 luminárias. Esta aquisição é para a re­ 
forma parcial da reda de energia elétrica da 
cidade. Com· a visita do prefeito á Cerna t, fi­ 
cou realmente con!imdo: "Bela VIsta roce­ 
berá energra elétrica de Urubupungt 
_Reformas de Escolas 
No ,Departamento ele Obrns Públlcna, con­ 
seguiu a liberação da verbn de 150.000,00 
que se encontrava no Uepartament'>, para a 
parcial reforma das escolas estaduais. Ficou 
um restante de 150.000,00, que sná liberado 
quando da visltfi de um representante (En­ 
genheiro Dr. Dlnulmo) n n0,sa cidade. O en­ 
genht>lro, virá provideneiur a rnedlçílo de 
obras 
Juiz par Bela Vista 
a Corregedoria Gerul da Ju liça, u prfei­ 
Costa Marques. solicitou junto ao Desmb sr 
gador ergio Martins Sobrinho, o prt.>enchi­ 
mento da vaga existente na Comarca. Esta 
mel.lida exige uma certa urgência. pois o a­ 
tuo! ,luiz, que responde pela Comarca de 
Bela Vista, está lotado en.. Jardim, e iual­ 
mente,· respondendo turnbem pelas Cúmarcas 
de Porto Mm Unho e ?llat·acajú. 
Secretaria de Educação P- Cultura 
Junto ao Dr, Louremberg Nunes Rocha, Se­ 
cretíU'io de Ell11caçíio, couseguiu a libernçíio 
do pag>1mento do débito reft:rente ao forne­ 
cimento de enérgia elétrica à ecretari11 de 
Educação e Culturn, consumidas por seus 
colégios em Bela Vista. A verba foi recebida 
junto u. S&cretarla da Fazenda 
Cuiabõ.- Não procede o notícia de que 
Indiquei o sr Pedro Pe,lrossian para gover­ 
nar }ato Grosso do ul e, muito@ menos, 
ou candidato ao cargo, disse em Ciabí o 
Ministro Rangel Heis, que se encot a na 
Capital para assinar convênios com o Gover- 
1· no do Estado no valor de CrS IO milhõ:~ p 1- 
l
j ra cobertura do cana! da Prainha e asfalta­ 
mento de um trecho d&. pista que liga a c!­ 
do.d(' ao centro político administrativo. 
O Sr Rangel Reis abordou, também, o pro­ 
blema rios fluxos migratórios para Rondônia, 
onde milhares de pe,goas f'Ftil.o enfrentando 
toda sorte de dificuldades porque núo e11con­ 
tram terra para cultivar Afirmou que a itu­ 
ação j está sob controle e que o Iusllluto 
llcional de Colonização e Reforma Agrá­ 
ria (INCRA). e>ti procurando assentar as 
milhares de familias que foram levadas pa­ 
ra a área "por pessoas sem codiçõys", 
f 
Noedi Leite Larangeira 
ire!ó:ío la r., 
B.ep.re:.en tação a 
<. 
~ 
• 3 
Brasilia 
Em reunrno cio Diretó, lo ~u□lcipul da Are­ 
na, realizada no dia 5 do correute ficou ele, 
liberado que mandaria a füa~llla, uma repre­ 
sentação do Diretório composta de 3 rnem­ 
bros chefiada pelo Presidente Dr. Fiori Mu 
rano A m,,f;; os companhPfros Dr. Ely de A­ 
raujo Barbas, Noedi Leite Larungeira e ,Jo­ 
sé Joaquim Ft::rreira Souto, p!ira estarem p!'e· 
sentes ao a to da assinatura pelo Exmo. Sr. 
Pre1:1idente ela República d:1 L"I que cria o 
Estadv d~ Mato Gros.;o do Sul, marcada pa­ 
ra o -<lia li do corrente. (Jota Jota) 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
Decreto N, 04/77. ec. Adm. 
Em <'6 <l,- Outubro de 1.977. 
O r José Simplicio da Cc,r.a )!arque-, Prefeito Mnu­ 
nicipal <le Belo Vista. E.c..<lo <le lllnto Gro,so no uo 
de fUllS aLribuições. legais .. 
DECRETA 
Art. - I.o Decreto ferindo liunicip:i.l dia li 
de Outubro, <luta <lu crinciu do Eotado de Mato Gros- 
so Sul. 	• 
Arr. - 2.o O presente Decreto entrará em vigor 
na d.ta de sua publica,ão, revogando-se em contrário. 
José iplicio da Costa Marques - Prefeito Municipal. 
I l!ÇOIJG 
Inúmeras reclamuçõcii chegaram a nossa 
red!lção, o respeito ds falta de bl!!iPne em 
alguns açougues da cidade. "Carne éo mos­ 
ca varejt>ira é com:tm"- afirmou um dos 
denunciantes. É necessário que os fiscais da 
Prefeitura etetuem um Rigoroso levantamen­ 
to e punam os r~::ponsáveis. Quem não tiver 
condições de manter um c:.>rto p!ldrão de hi­ 
giene em seus estabelecimentos, devem ser 
llulJados e severamente repreendidc.s.

TRIV 
Um grupo qualquer com um objetivo comum, uma ] 
conversa animada e de-percebidamenta entre opiniões 
e relutos, nce uma idéia. Desejamos inicialmente, a 
travéR dl'sl11 colunu, levnr nlguma fllf}fliiU;!AOI, ali:rum Ju .. 
zer e especificamente intertr os qur, por tempera­ 
mento e formação, gostem das coisas simples, bierá po- 
i• 11111 rela10 rio din-a-dia, Acreditem, nào nos passa 
peln cabeça 111·111111111~ outri~ prrtcn,iio. O prin,eiro prn­ 
blema encontrado foi o ntinente no d1ulu. ,pó, um 
diálogo com uma pessoa desta cidade, especificamente 
em uma ca»a comercial, optamos pelo "Trivil iimples" 
já que coaduna com aquilo que objetivamos narrar. 
Nossa mior meta, talvez razio de er desta iniciativa, 
é sermos úteis, Aspiramos influir po,itivumenlr, nem 
que seja sub-reptieiamente, no penamento dos quo nos 
acompanharem, lendo nossos artigos, Começamos hoje 
e pretendemos, sem fula modéstia, agradá-los até •]lle 
por qunlqucr motivo deixemos dP oqui comparecer: E 
neste finl de linha, coro um "lugar de rc,•onheci • 
mcnto", cuml'rimcnlnmos o Diretor destll scrunnúrio 
pela opurt11111dndc. 	' 
A Visitu 
A visita n 11111 hoapitnl de doenças contagiosas 
algo deprimeate, que dá a qualquer pessoa uma sensação 
de angústia e medo, Por ai vontocle que +e queira 
e&t11r, há sempre um ccrt<, e,c,úpulo em nos nproxmrnr. 
mos dos doentes, em tocarmos em seus objetos e uté 
em repirarmos o mesmo ar. Além di»u, chocu nos o 
YUÜo de uni outro caso grave, quun<ln fisionomia do 
pociellle tcn1 mnis o 11parência ele uma máscara grote, 
ca do que de um ro&IU humano. Com frequência, o senBÍ• 
bilidado dos nossos sentimentos ficn abalada despertando 
cm n6s ,·ompaixão pnrn co111 uquelns pcs,ons· 
Um episódio que me marcou profundumcn1e ncon• 
teceu num ambiente assim. 
Certo amigo meu tinha um parente internado no 
posto de sn~<le du ciducle num pn'il11ão dcs1inodo, n 
tllul'! precário, a tuberculosos. Prccirnnd<> visitn•lo, 
convidou- me puru acompanhá-lo e, como não hnviu iu. 
con'cniu,tc, acedi. 
, A primcirn impressão que tive ao transpor a porta 
do c_normc, Fnldo cheio de leitos foi da limpeza e as,eio. 
O puo encerado, os lençóis imnculndamente branco• 
as paredes de azulejos brancos ecm uma mancha conti 
nuava uté a laje de cobertura II uns quatro metros de 
piso. Cndn duento tmlrn cm ma cabcccirn um crii,rlo• 
mudo repleto do remédios. 
Ena primeira imprcs ào passou logo, untes mesmo 
de alr.ançormos a cama do doente n quem visitávamoF' 
A par cio nmbientc de limpeza, pairuvn no or um cs• 
pcctro de dor, sofrimcnlll o 11111 ch~iro ltorrlv~I ele l!tor­ 
te. Raquel nla do pavilhão, estavam os casos irrecupe­ 
rave1s. Üi paciente• 11nha111 o aspecto de amontoado ele 
ossos cobertos por uma fin camada de pele 1ransparente. 
Igualmente 1mpress1onndo, fiquei ao ver o h!Jmen n 
quem _fomos visitar • losto magro e fino, e,cnssos cabe­ 
los grisalhos, o perfil ante bonito, provavelmente, hoje 
trazia mnrcns J.lrofunclns do soírunento físir.o, olbos fuu. 
dos com olheiras negras e, <la bocu que fc torna,n cnor• 
me pela magreza, puecia. onhnrcm os dente•. O l.'eltc- par• 
cmlmenle descoberto oscilava pela respiração dificil. No 
entanto, ao curupriment5-lo fiquei surpre3o com o bri 
lho intenso do seu olhar. Era um contraste que realçava 
ainda mais a aparência doentia daquele desconhecido' 
A conversa iuiial foi simples e informal, Yersando 
sobre o estado do doente, como ,e c;entin, 5,c 
O atendi­ 
mento era adequado, se no precisava de nada. 
Ne••e drnlogo, f1que1 a morgem, pois me •cntia 
pouco à vontade e deprimido. O nosso doente mostrou 
ser de palavra fácil e o sen espírito demonstrava uma 
Tort11leza· que! não condizia absolulamellle com seu fí. 
sico. Isso foi me clcix,rndo mnis á 'OUlade e, depois 
de certo tempo, o mal estar havia diminnido. 
Como si: tivesse lit.lo C"ru 111euj pcn:;amcnto", a certa 
alturn, aqucJ., homem fez uma obser'oção que me dei­ 
xou sem ter o que dizer, estarrecido, envergonhado. 
«ES 
-- Notei que o meu jom amigo, chocou­ 
com a aparência das pe++oas que moraru aqui, E, mui 
to natural. Eu mesmo, à vez>, me urprerendo com a 
minha,própria imagem, e chego sentir um certo pavor 
quando olho purn o Indo e enxtrJ:n meus rornpnnhe1ro, 
de infortúnio, alguns em pior estado do que eu. De­ 
morou muito para dizer isto por ter n rc,pirnçfio difi• 
cil e ponue um acesso de C1Jsse deixou-o 1•fr1?:t1Jh! e 
com os olhos brilhantes de áua. 
Compreendo, Entretanto não consigo entender 
cvrno comegue c,,nverenr tanto tempo .em uenhum la­ 
menco pdo seu cflud,J e manter uma t'JCpre•~ão de ulhe­ 
inmento n sua própria doença. Arrrpen<li-rne imeclinln• 
mente por unu ta conFeg11ido e,cnnder o mu tpanto 
com o <JIH! via. Oc repenlt-, deu-me vonlu,le de rnir 
imcdiutnrnente duli por e.tur Mlormen1ando e;olsticr•• 
mente aquele homem com minha total falta rle lato. 
Ele que passava a ter outra fisionomia 1os meus olhos, 
Jlí qmise nfio Yin doença em se11 rosto, tal a sercníd11· 
de que refletiu seu semblante. 
• En:;ann•se, meu ,curo. Muitas vezes 1enti penn de 
mim mesmo. Nessa• oca,iõcs, implorei a vindn dn mor­ 
Jc. Mas ficava vexado em ver- no meu redor nlituém 
em pior situação, Aliás, vou contar lhe uma hiHória 
rápida que, upe,ar da simplicidade, explica em parle 
o meu cHodo de espírito· 
- Havin numa aldeia, um velho padre <JUC, em 
virtude da pobreza da paróquia, raramente tinha algo 
mas para comer nlém dos frutos de uma macieira que 
havia em seu quintal. Esse padre mortificava se pela 
vida que levava e, muitas vezc• no recolhimento de 
sua cla, perguntava a Deu• o porque daquele infortú 
nio. _Nunca· recebia rc•postu. Acontece que ele costuma• 
vn J0f!Ur u cnscu elas 111 a ç ii s nua l n d o• 
<lu _igreja onde não passava ningaém. otou, um dia que 
simn que Jogava as euscus vinha mu homem 111Jhrnpi­ 
lho que ns apanhava e comia, o que lhe chamou 0 - 
ten_çao. T~dos o• ,lius, n rneõma, coim. Enquanto isso, 
mnu e mau uumen1111'11 o seu descontentamento em face 
da folta de uma refeição dccenle, a ponto de se 1or­ 
nur mnl-humorudo e runzinzu. Um din no 'cr o ho­ 
mem aprnximar•se, resoh·eu snti,fozer n sua curio.icln­ 
<le. Abriu _a poria e chamou o vagabundo. Antes que 
pudcsrn dizer alguma coisa, falou-lhe o miserável com 
,·oz serena: 
• A san benção. padre. . 
Deus Cl uhcn:ôe re1pón.leu cou, rispidez. Quero fn. 
zer•lhc 11111n peq:unln, homem. Porque vem romer os 
rcsloS de maçã que jo~o foro todos os dias? 
- Porque ser isto a única refeiçiio qnc como durante 
o dia padre. Ora, aqutlo surpreendeu de tal forma o 
padre que, por rnomentc,s. ficou sem palavras porque 
sempre pensou que era o mais prbre dos homens. 
Quando falou de novo, c,1nrn menos anressil•o e <le­ 
mnnstrnva umn cerla piedade pelo vabundo. 
Digu•me umn coit::o: você deve se r;nsidcrnr o mnis 
pobre e infeliz dos homens. 
- Absolutamente, padre, agradeço a Deus que me dá 
algo para comer, pois conheço gente que, por vezes, 
nndu conEeguc parn rnntnr a fome. Deu um soriso e cun• 
tinuou: emprc há nlguern em pior situação do que nós. 
- Envergonhado, o padre fechou a porto. e fo, reznr 
em seu orntôrio, dando graças pelri refeição diária, 
que pn>■arn a representar un, banquete. 
O homem que contava isto terminou de falar e fi. 
cou por longos instantes a nos observar, como que 
querendo ientir o impacto daquilo que clissern. 
Como vês, meu jovem (tosse) eu procuro me satis­ 
fnzer com o quinhao a que tenho direito. E vou levan­ 
clo a vida. 
ní dali envergonbntlu comigo, rnns mnral'ilhado 
com a simplicidade ela filosofin daquele homem que, 
os porlas dn morte, tinha forças suficientes parn colo­ 
car-se acima de seu sofrimento. 
NO 'O APA 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANÁRIO 
NDADO 
}lecbtor-Cheft: 
E.! '.!/2/7'! 
Ialdo Pereira 
Os artigos publicados com assinaturas des 
uulore• uilo trnduurn " op11.iao _rio Jornal 
Sua publicação obedce ao propósito do deba. 
te dos problemas municipais e de refletir n 
diversas tendência« do pen·amuento. 
Tribuna dn Fron1cira é urnn puhlicQç.io 
da OHJIVAPE- 
CGC·MF: 03.2uo.763loooJ.7-t 
Heda:Ao e Admini,lra,;ão Hnn Duque de Co• 
xia , 6/D Bclu Vi,tn • Mato Groi!o 
Oficinas: Rua Duque de Caxiae, H'11 
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- 
Tribunu dn Fro11telra 
_____________ ;.__ 
O lll 77 
i 
, 
E • • • 
Pedro Pedreira 
O vereador Ely de Jrnujo ílurborm, comen- 
tou u utução do pres. do idlcato Rural de 
II 
D.V., Victor P:!117.0. Segundo o vcre,Hlor, de­ 
núncla11 forurn fH1tu1:1 u respl'lto cio uso da 
umbulfinolu quo e, preslJeote do Sindicato 
conseguiu junto o Furural. Alogum os "de- 
uuuclautes" c1ue o popular Tltl Penzo etltuvu 
usando a umbulia pra Entregar Leite. 
Isto ó, uo ivés de transportar doentes, o 
. veiculo trausporluvu leite. O asrmuto está na 
CLrnaru. 
Com n cnndldaluru de Carlos Edy Sá de 
Medeiros germinando nos baetldorls da poU­ 
llcm local, alguns "pretensos" cadi.inatos a 
cundldnlos da Arena, perderam o impeto e 
rstlio nu expectullva. Será multo dlrlcll con • 
corrtir com o popular Carlinhos. Até mesmo 
os orenlstus acreditam na força do presld,m· 
te do Diretório lfonlclpal do MDB. 
E a Tribuna, ngora l!lUito mais jornal; co• 
!unas novas estilo Rendo opresentadas e ve­ 
lhos colunlstt1s voltam a ln refa de politizar 
b orientar (car<o d,> Jott1 Jota). E- u Nova 
Tribuna ... 
Por falnr em Ti ibunn Forte, e., nosi:o jor­ 
nal .foi o único a cil'Cl!lar no dia 2 de Outu-· 
bro, om edição especial comemorativu uo 
nniversário de Bonito. Esta edição foi Impres­ 
sa em nossas oficinas e o povo de Bonito 
Vibrou ... E Muito. 
E o prefeito interino, José implício da Co-ta 
Marques, 'lemonstra dia a dia, suas qualidades de 
líder e de bom administrador. A classe política blsis­ 
tense e»tá satisfeita com o veterano político, e caso, o 
Dr, Castro Pinto o possa reassumir, Co-ta Marque 
6 o liomtm, 
E,;teve em uo»n Redução, o depu1udo Sr.rgio Cruz, 
nprc,enrnu,J_o o seu projPto Novoeue. Sn;do Cruz é 
u dos mais atuantes deputado,; do )!Dll ti uru velho 
nmigo da Trihuno 
O momento nüo é propicio mu vnmo• folar: a l're· 
feitura Municipal existe (se isto é existir) un funcio­ 
nário que uilo dá valor às coisas da terra. Explicamo,: 
Possuímos umu gráfica, fazemos qualquer tipo de im­ 
preso, os nossos preços são iguais, r as vezes meno­ 
res, do• de Aquidouunu e Campo Grande, as o cuia 
dilo (contrnriundo ordens) enttega todos os scniços da 
Prefeitua para ns gráficas de fora. Qual o problrma 
in<lividuu ( Quer cascata quer'/ Aqui nilo lc111 nilo. Vo­ 
ce desconhece que as poucas indústrias belavi+tenses, 
• e 1nmbé111 o comércio pagum impostos aqui? Olha uqui 
6 individuo ... hem deixa para lá ... Mas em noua o­ 
piniilo vocc deveria se mundnr, sumir no mundo, ir ... 
Estumos senlind-) um ·esvazhunento do Pro­ 
jeto Sudoeste (união <los prefeitos) ;parece que o 
Idéia de centralizar e canalizar as frças em 
A quidauau, não deu certo. O que eru espe­ 
rado. As cidades ela fronteira estão ligadas 
mnis diretamente· à Ponta Porá e Dourados. 
Isto é certo· e mostra o bom senso dos pre­ 
feitos da regi!lo. pois, em· _PontA Porã, tc>mos 
um Senador, um D:>putado FedPrnl, e um De­ 
putado Estadual (que é o atual PresideutP. da 
Ai:sambléia, Paulo S!lld<:1uha), nlém de contar 
mos e integrarmos com a força política de 
. Dourados e com elt1 o PHODEGRAN. Os 
acenos de Aquidauanu são muito esperanço­ 
&OR mas não traduzPm a r e u 1 i d a d e. Se 
deve existir alguma liderança ou centraliza­ 
ção. vamos p e n sr enu termos de Ponta 
Poril. Eunmos falonclo a rspeito das cidades situadas 
na foixn de fronteiru (Porto Mortinho, 13cln 'isto<: An­ 
toqio João) 
Senlwr, lh•rai- 1106 t!u maquinações polfticas doo 
"ellrna Cncique, e irlcrccda junto ao Go,ernador, no 
,entido de ser u~udo o bom semo, cnso o prefeilu 
Castro Pinto no volte n osrnmir. , . Amém. 
Era 
Nilo ser haixo com os grnodu, nen, nrro,::ante 
com os miseráveis, servir ooa opulentos com altivez e 
nos indigentes cou1 cnridude. : mar a Pátriu, eFtrct!!ccer 
o próximo, guardar a fé cru Deus, na verdade e no 
bem (Rui Bor_bo,o ) 
Com· refrrêncin no Ílem 1 desta coluna, sentimos o 
dever de defender e upoior um homrm Íntr(!ru e cum­ 
pridor de •uus obrigaçõe~; O Senhor Victor l'enzo, ele 
merece o trotamento e n folia de respeito de prelen­ 
sos ''guordiàcs elos coisos públicos,,. Caluniadores e 
pretensiosos indivíduos que pensam guardar a verdade, 
quando o único verdade que conhecem é 11 de suas 
1ncntes dcentina e nefastas. Porque voces não agem e 
niio "buscam truzer puru a nossa cidade o que ela ne­ 
cessita, ao invés de ficarem expelindo Ycneno como 
cascúYcl. Sim, não há outra expressão: cobra, E mesmo 
ns im, restamos oferdendo os ofídios. 
O vereador Ely de Aruujo 13arboea foi o poria voz 
dos denúncias contra o senhor Victur Penzo. O verea­ 
dor enfocou n necessidade de n ambulância do FUN­ 
RURAL ser guordnd:r. nn garagem <lo Prefeitura." quan• 
to as demais dcnúncina; foram de peisoos "ulheioF· n 
Câmnru". Estn explicação se foz necessárin, pnro nào 
comprometer o 't:rcador. 
TO 
M 0 
6 OS~ O DO SUL E O 
E T O HJ J .. RIC 
Aproxima-se o Ia 11 de Outubro de 1977. 
Data por demi aguarduda pelos matogros­ 
Fenses <lo i;;ul, que marcar:l uma furn nova 
p u a todas us tivi i d	es do homem que l'VO­ 
lui, que mareara a estruturação das base 
dn nr>va uuidud~ dti Feder.u;ilo, CcJIIJ todas U!:! 
lmplle:.içõe, do ,;lstema sócio-político urlrnlnli­ 
trativo que norteará o destino desta rica re­ 
gião. cuju pot(lJJdnlldadc econOmlco-culturul 
foi n cnsa principal do weu desmembramen­ 
to <lo noite, tu1·uu1H.lo-n uutõnoma, governo 
próprio, vida nc.,va. 
Os jornais de Mato Grosso e porque no 
dizer do BrasU tambá'.l1, tem-se preocup~ do 
em fazerem comentários os muis diversos so­ 
bre esse problema que empclgn u naco In­ 
teira, t:.I a magnitde motivutn pela feliz I­ 
niciativa do Exmo. Sr. G"'ueral Ernesto Gei­ 
el, Prasid +nte da República o tomnr 3 co­ 
rajo8s decisão de dividir o Estado de Mato 
Grosso p r	a nmpliar a grandezu e 	u cons- 
trução da um Bra-il msior. 
Desses comentários, cs de afores reper 
cmssões na políllcu eiitadu d são os que de­ 
b.1tem sobre a lndlcnçf.io d11 homem chave 
para seu p:-fmelro goverm1áor. Nomrs de 
proeminentes homens públicos tem sido co­ 
gitado dentre eles dois ex-governadores do 
Estado e um Ministro. 
!làs, como é natural e ndrnl-slvel em um 
Pll.ls_ democrátictJ, as opções so marcada8 
por interesses políticos que suem, à luz dos 
aconter.imentM com surpreendentes motiva­ 
ções, para cuja solução. exfge um descortl­ 
olo salutar, muita Isenção e sobretudo que 
os postulantes tenlrnm urna vivencia polítlca­ 
eleitoral que satisfacam o Sistemu. 
Ultimamente foi afiiRtada a po~slvel lndl­ 
cnçáo do Sr. Ministro Rnogel Reis, contesta­ 
da pelo Sen. Italivlo Coelho. que justificou cer 
Mato Grosso do Sul dentre seus políticos, e­ 
lementos capazes pum ocuparem esse posto 
que realmente é de muita responsablll('ade 
e exige as condições irnp'.lSlas pelo Sr. Pre­ 
sidente da República: "ser polític( que tenha 
uma grande inrluênrlo. eleitoral que posa fu­ 
turnr votos para a ARENA''. 
Óra, multes são os nomes lembrados, to­ 
dos eles com. vasto preBtíglo político e em 
eleições passadas, ganhüram pelo número de 
voto recebidos, quer em eleição direta ou 
indireta. 
Porque então ·náó incluir no ról desses 
candidatos, o nome do ilustre Senador ltall­ 
vio Coelho que reúne todas as qualidades 
morais para Pxercer tifo honroso cargo? 
AmantP, h<!nquisto, com relaclonamanto 
político em todo o Estado de Mato Grosso 
e z~loso do SPU mandato, tambem por ques• 
tões dE" arrastar votos para a ARENA, ele 
deu provas do -seu prestigio pessoal o ser 
eleito suplente do saudoso senador FiHnto 
Muller, na eleição da 1972. 
Quem mais que ele teve tantos votos? 
Jota Jota 
Sergio • Henrique Martins 
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Já se disse que os nimals produzidos do n­ 
calamento do um touro de um Iça com 
umu vaeu de ruça diferente, provocam um 
fenômeno, couhcctrlo como hertose ou "Vigor 
hlbrldo". 
Também já se dlsse que os touros real­ 
mente provados e comprovados como melho­ 
radorm, tendem u transmitir grande parte 
desta u carueteristlcn a seus filhos, o que 
o ocorre com antnls que lo possam a­ 
presentar ou u "prova de progenie', ou um 
grande uúmero de Jllhos que demonstrem 
conservar os caracteres desejá veis de seus 
palH, 
Isto sfgnlflcq, eru principio, que u reuliz­ 
ço de cruzumenloR jndustrlale devem ter co­ 
mo buse os touros p,rovndos e melhoradores 
que a lnsen1lnaçllo arurlclal pode oferecer ao 
criador. 
Enlretanto, é preciso que os cálculo;; i:.e­ 
jam feitos com projeções numéricas, pra 
que cada criador possa, reulmenle, conhecer 
dns vnntagons do cruzuwento industrial com 
inseminação arllüclal. 
CÁLCULOS TEÓRICOS -DE PRODUÇÃO 
A tabuluçiio de resultados de vários pro­ 
(?ramas de Inseminação artificial, exlloutudu 
no longo de muitos anos, estabeleceu uma 
média de comparaç!io, cujos íodlce:; silo al­ 
cnçaveis desde o primeiro programa. 
Essa tabela estabelece valores discretos 
parn a lnsemlnaçüo e, proposllalmente, eleva 
os resultndos de monta natural bem acima 
da média oaelonal, justumente para estabe. 
leoer a comparação somente no campo das 
vantagens obtidos pelo vigor físico, quais se- 
jam: 	• 
1adlce de Prenhez: nota naturul:. 70%; in­ 
semlnac!lo artificia!; 75%; reglstrando,se já 
no primeiro programa um aumento percentu· 
al de 5 no número de animais obtidos pe­ 
lo emprego de inseminação. 
Ressaltam3 novamente o foto de que pou­ 
cos criadores do Brasil conseguem um indl· 
oe de 70°1., em regime de monta nutural, n 
média nacional fica em toro dos 0% 0 que 
elevaria a diferença de produção pura cerca. 
de 25%/ om favor da iuseminução. 
Considerando um rehonho do 1.000 vucas 
teriamas cerca de 350 novas fêmeas produzi­ 
das por monta natural, contra 375 por lnse­ 
minaço. 
As vacas de monta natural teriam o ini.::io 
de sua vida reprodutiva aos trinta meses, en­ 
quanto que as vacas de inseminação Pstiio 
aptas a conceber aos 24, pois as de monta 
natural têm seu deiienvolvimento condiciona• 
ào àe médias de seus rebanhos, euquanto 
que as de lnirnmlnação, incorporuudo t!ill 
sangue novo, apresentam inevitavelmente a 
precocidade como característica. 
Nesses tnmos, o produtor além de ganhur, 
25 vaça_s, ganha 6 meses de pasto paru cada 
uma, o que representa 12 anos e 6 meses de 
desfrute de pasto em cada parição de eu I­ 
bulo. Esse valor, traduzido para dinhiro 
quer dizer que é poseivel produzir nais de G 
vucus, sómente com u disponibilidade do p1- 
to, usando-se a inseminação artificial. T'eudo 
em vistn, que nosso cálculo está baseado 
num rebanho de 1.o0o vacas, teremos srguu­ 
do média habitual, 350 machos de monta 
uaturnl contra 375 de lusernlnuçilo ,nllficlal. 
Novamente a pracoeidade decorrente do cho­ 
que de sungae, ulluda u outra caracteristicu 
decorrente que a capacidade de ganho de 
peso, que faz pender par os filhos de lnee­ 
mlnaç!lo urtillclal a halunçn dos resultudos 
econômicos o financeiros. Um macho produ­ 
zido por montu nulurnl, 1,ómente t:slurá pron­ 
to para o o bate aos 48 meses, época em que 
estará com cerca de 540 kg., já que os nú­ 
meros que estamos 11presen1ando. decorrtin­ 
tea do anos de peRqulsa e de u vallaçil.o, tra­ 
duzem uma média nacional obtida em regime 
de crio a campo. 
Um filho de iasemiouçil.o artlfi_ciul (produ­ 
to de cruzamento orientá-lo), aos 48 meses 
estará com 800 kg, pe1mndo portanto 2H0 kg 
a mais que o média de um boi comum. 
Pedimos atenção para a. compuraçúo de 
peso8, ode os [ilhos de Inseminação arllri­ 
clul apareceui aos 48 merns, pesando quase 
50%/ a mais do que ua animal produzido por 
monta naturul. Quer dizer que llí'BSO reba­ 
nho de inseminação artificial está valendo 
quase que 50% a maltl do que os anlm:1Is 
produzidos rle maneira convenciona!. Na ver­ 
dnde o pecuarista terá no final de 4 mesas 
260 kg, a mais de carne para cada rilho de 
Inseminação. ganhando o equivalente ao au­ 
monto de peso, como una lucro liquido e a­ 
dicional, pois a despesa para a crluçiio de 
um e outt·o é a mesma, dado os resultados 
que apresentamos são todos para a cria em 
regime de carupo. 
O moior peso aos 48 mess favorece aos 
filhos de loserninaç!lo ortilicial em outro pon• 
to: aos 3o meses, portanto 1 meses antes do 
animal convencional, os produtos do cruza­ 
mento orientado eF-tariio com 500 kg., e 8).1· 
tos para a comercialização, caso o Interesse 
do pecuarista seja o da alta rotatividade de 
sus pastos. Cado. boi, neste caso, ganhará 
18 meses de tempo de cria, que poderá ser 
utilizado para Afeito de estabelecimento de 
desfrute médio anual de uma propriedade. 
Na produção de gado pura abate, a ine­ 
ininação vem sendo moda sistematicamente 
pura ll melhoria do pa.drilo daR carcaças. A 
precocidade, n capa·cidu de de ganho de peso 
juntam-se a um terceito fator que é a melho­ 
ria da di,poslção tl da qualidade, das carca­ 
ças nos animais produzidos por inseminação 
artificial. J(l existe um movimento, apoiado 
p o r p e c u a ri s t a s, a u t o r i d a d e s 
e principalmen pelos 
e 
industriais da carne, no sentido de s li­ 
berar o preço da carne de no Ilho precoce, 
Lealmente um produto nobre, que em mere­ 
dos intertaclonais, desde há muito vem go­ 
zando de privilégios especial na comereiuli- ' 
zuçúo. 
Esta qualidade de carne, usundo-se o pro- ' 
cesso de monta natural, só seria pussivel de 
se obter empregando-se técnicas mais olabo­ 
radas de cria, técnicas quo eventualmente 
envolviam processos de confinamento ou do 
beml-co11fmurueuto dos unimult:1 comuns. 
a inseminação artifteiul programa 
da para n obtenção de bois tipo carne, a pre 
cocidade seria um sub-produto obtido atu­ 
ralmente ~ naR mesma11 condições de cria 
de animal convencionais. pois seria esta 
uma curacterístlcu lnc1.•rporudu a cudn a­ 
nimal por processo genético- parllndo-se da 
premissa de que o criador utilizaria em suas 
vacas, sêmeru de touros. provados e positivo, 
cientificamente garantidos como melhorado­ 
res, com prngenlrs (filhos) que po.;snm ates­ 
tar e garantir isso e com dados de progra­ 
mas de cruzamentos orientados. 
"em >t preocupaçfio <IP anullsnr o rendi, 
mento gfobul da propriedade no longo de 
um período de produção dilu lado, onde en­ 
trariam como fatores de cálculo: a) O ga. 
nho:. de tempo na produção de novas ,•acas; 
b) Sua consequente projeção dos rnndirnen­ 
tos decorrentes do maior número de bezer­ 
ros produzidos pelas sorna das duns vanta­ 
gens dn ln~eminnção (a preeocldude e o per­ 
centual de prenhez de cada vaca), vamos 
expor o rendimer,to, fim cruzeiros, compara­ 
do entre bois parn abate, com 48 meses pro­ 
duzidos por inseminação artlfklal. 
Como naturalmente as matrizes fdcunctudns 
artificialmente jA apresentam maior número 
de crias lnco!'porarr.os os 5% no total do 
cálculo: 
Ren ta bilida de de um rebanho de 350 ca­ 
beça: de bois produzidos por monta natural, 
vendidos aos 48 meses, com 540 kg a CrS 
145,00 por arroba de carcaça CrS g't3.5oo,oo 
875 cabeças de inseminação artificia!, com 
oo kg de peso ao abate CrS 1.441.125,oo. 
Diferença ou lucro produzido pela insemina 
çuo art1hcial: Cr$ 527.62..'J,oo ou seja mais de 
Cr$ 130.000,00 por .ano! 
TE TEMUNHO3 VALIOSOS 
Geraldo Bordon e José Ahreu Ribeiro Le­ 
me Diretores do Grupo Bordou vem desen­ 
oledo em suas fazendas, na Amazonia e 
em Mato Grosso, programas de cruzamento 
10dustr1:us com base em inseminação artHl­ 
ciul com resultados econômicos extraordiná­ 
rioa. 
- O Zoo_tecnista José Esteves Junqueira 
coordenara este ano um novo ptograma ma~ 
(Continua ... J 
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Agricultores: Silvio, os, Alberto, Hamio, Justino, 
Tt>orlor,,, IJinni.io. )'lir, M:írcfo, V, lf, Lribtrê e Guego. 
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Gol•: E,kurnr, ao, l0 111 <lo l" lruol'> (Clert,11) e Otto 
111a :!O 111 Ju l, trepo. Detinho. de penalti, marcou 
gol da vitória para o União aos l m do 2o tempo 
nilo Esportiva Bel@intense 
ligue, Caturebs, Alfredo, Guto e Emilio lo) Jair. 
llolirnn ,. l:lctinho; 1dãu, lcco e 0110. 
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lem,1o, Pedro (Perontli) Luiz 
Nehinbo, l'loriano entrou no 
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t;,"7 ,,,},. ' ..... ,. 
91077-- i 
Leia e ssine o J· rnal 
1 
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Tribuna da fronteira 
Luiz Carlos, Tadeu, A· 
CurloR, Ccli11, Edrnur, 
!u;:ur do Tadeu. 
ESP 
lnoui;uro-rue, hoje, neste Scmnn/1rio, qu~ri,lo " 
famoso, como comentarista esportivo. l'eco na Deus que 
nesta "º"ª 'função ,lê-me a mesma implicilaode que ulé 
aqui norteou os llH"lU fl"""º"· l~ra,ltço no Sr. Uirc1or 
da Trihuna du Frontcirn. lvnldo Pereira II opo1tuni1l11dc. 
O Cumpc,muto du Putchol Abcr10 Jo~6 Simplicio d,1 
Costa Marques; vai cada vez melhor. Domingo próximo 
pasado dia ? de out., tivemos o cguintes jogos e 
re,ult.Pdod: l.o ílcira lliu-Apu; Agricuhon1s ?X0 Pre- 
feitura 	• 
:Z.o íleira llio-Apa; U.E.Bclnvi•tensc. 2Xl C. Ouro 
3.o O. Fontouru; Ca~n e Posr.11 3Xl Juvcntu• 
4 o O. Fontnuru; lpiranga 3X0 Vin11· tle Julho 
Atuaram cnmn juízes os scuhore~: Uzail Os.una, Sn· 
turniuo, Adélio e O comenlari,111 qur. lhrs escreve nes· 
te momento hon du Nascimento. VI todos os jogos r 
confcpao que cado ,•cz mais nfionço-me de que o cs• 
Wrffi® Tf 
porte organizado é II melhor muncira de unir os ho 
mens e construir mentnlidades sadias, 
E«taremos sempre a disposição dos senhores espor 
ti.taP e queremos toda colaboruç:lo pouh-d e críticas 
p!lrn quo us,irn venhamos n melhorar cada vez mais 
dando uo público que nos OUVtl a "23e lê na Trihu• 
na tudo ,le hom. 
Apro,cito n oportunidnde para fohr, tombrm, nn, 
"Ruu de Lnzer" •ruc será realizada diu 12 d~ outubro 
(din ,ln criança) em nos;n comunidade num tmboll,o 
conjunto clu Dele{!uciu Regional de EnEino rlc Belo 
VíHn (DltEC-6) ., n ccrelnrin de Educação e Culturn 
do Município de Bda Vista e, nas próximnt participa­ 
ções no,,uJ, aqui ou nn H6dio, duremos mnis detalhes 
do que ,·ni ,cr os jogos da •·nua de Lazer''. 
Ivan Nascimento 
O diretor-H•dntor-Chcfe dn Tribunn da Fron•eirn 
jorunliun haldo l'acir11, foi convidado pelo senhor 
Monclar Rosa Corrêa, diretor ,ln União Esporti,·11 Ue­ 
(avuteu•c pum 111.tcgrnr o quadro do dirl'toria do mnis 
Jovrm clube du ,:ulade. S:guudo informações, "filtm• 
du" o convite foi nceito 	• 
Estnmne nguardnndo n pos,c Jn no,·u diretoria du 
Liga_Esportiva Belavitense,_pura assistirmos o "vibran­ 
te' Campeonto Municipal. Tudo está muito parado. 
S~m ~xphcaçocs <le ambas na portes, da ex e du norn 
Dtrctonn. 
Falando em novn diretoria, todo, perguntam: "Por• 
que os dirigentes da LEU nilo frcqueotom os estádios? 
Pedro Pedreira 
Parece que os desportistas estão descontentes. E quan­ 
do falamos cm dcsportislus, fnlamos no todo e nào aos 
rPprescntantcs de um ou dois clubes. 
Aos corintinnos de Ucln Vis111 o meu nbruço ... mes• 
mo •e o Co1·i111iiio niio chegar lá ... mos ,·ui chegar, 
por todos os atos, pais de santos, babalorixás, etc ... 
Vamos promover grandes eep~láculos... Atenção 
LEU ... Mãos u obra ... 
Vamos no E.iádio ;lunicipol. .. prestigiem o Cam­ 
peonato Aberto de Fuu,bol 
os 
E 
CH,~ x OE:lFILE 
O ch
1
, heneficrnte or~auizodo peln 
rio du Ca&n da Ami:rnrld contou com 
inúmeras : ro,. o rias. dn ci<latlt' 
Anotei: Sra : Neuza antann, Maria Hi1n Loureiro. 
Teili Borges, Beatriz Medeiros, Fley V. Mello, Apre· 
ciflo M. Miranda. Leopoldina Bnrhoan Araújo, llei1h 
Mariu G. Delvalbe@ e ª" ~rias Cristiane Carneiro, Td­ 
mo M. Loureiro, Jusiane Lopes, ;1.u dn, Graças Assi, 
e Gilcn Liuo. Pre.iigiarnm com was pre,cnça11 do1ua; 
de Bella Viela Para::uay. nu. Maura Lopes, Luzia de 
Gnrcete, Lurde!I ,!e Cavalhero, Dcolinda Brujada, Bea· 
triz Brujodu e Elva Duurle. Srtas: Wilma Gonçah·e,, 
Mariu Roque!, Cedlia Gonçah·e•, Yolnndu Coronel, 
Joana Vnh:n•uelu f' Rumona Dnzzano . 
.  pre,euçu desse colorido de gente elegante deveu­ 
se sobretudo no Desfile de Modas sob o patrocioio de 
Mariza Modas. O, modernÍ••imos trojes' leve». colori­ 
dos, sexi, para este verão foram apresentados pelai 
Srta~: ;lari,.a de Oliveira, Elda. Fátima, Dci~e J:. 
Rocha e Sras: Nice Miranda, Zenóbia Gomrs (ge,tautc) 
e Eliane Chagas. 
Nnscimcntos: 
Nasceu o garotão Marcelo, filho do jovem Clleal: Sér• 
gio e Cladir. Quem está loda feliz é a vov6-coroja 
Adélia Machinsk 
V 1 
(R e s p ó n s a v e l Ivaldo Pere1· J 
oltamos com n nossa coluna rolária, biiscando não 	ra 
16 d1vulg:ir o que foz ROTARY em Bela Vi,tn ma. 
tambén' levar o espirito de ROTARY a todos s h 
mens, indistintamente, que buscau harmonizar tende, [ 
cu, transmitir idéias. na busca do IDEAL de todos, 
que e um mundo melhor, com mais comprceusGo, com O protocolo, Salamen, traçou breves, mas belíssima pa 
mnu amor, onde o HO~lE~I. fi~ura máxiuou Ja criação avrns a respeito ~o dia da Criança e ,lin do professor, 
encontre o "eu verdadeiro cnmmho" 	' cníocaudo a rclnçõl.o entre ::in1bot!, dando prisma eapeciul 
ao papel do mestre na formação_ do _jovem e no dn cri. 
ançn, 11emelbnntes os rosns no jardim de nossa vida." 
• nuncuu, ainda, os anivcraàrio do jovem lvaldo Perei­ 
ra Jumor ·e o seu (sob 1/rcssuo dos cornponheiros pre• 
sentes). ··o Sén·i,o niio é s6 de •erci inferiores .. 
Dcua ,uc dá '? fmto e n luz, é " primcirn n 5ERVIR. 
!'ogre ia chama lo •••im: O SEHVIDOH. 
E EL •, que tem os olhos em nouns màos 
nos pergunta todo dia: SERVISTE HÓJE  
Q?? ,srore, ao eu sigo ou a teus niir? 
va ne a Mistral 	• 
Dl@>33 
lleu.niilo do dia 7. realizada no Re•lournutc <lo Gaucho 
%"","" pregremgs 4o» ·eggie. ggspiheirj; 
ouza elo. vilas10. Noedt, Genil Reinaldo ::,idnc Ro 
berval Salamene, Eduardo, Ivaldo, Clovis, I, ,, ; 
Suleiman. 	' , orenco e 
Presidência; companheiro Eduardo, Secretaria,comuna- 
nbeiro Noedi; Protocolo, companheiro Salamene. t> 
~ cotnp3nhc1_ro Hobcrvnl efetuará uma palestra,n pró 
xima sexta feira, em comcmoruçào 110 Dia do ilédico 
O companheiro convidou dois .111é<licos de nossa cid d. 
P'!ra compuecérem á reunião: Dr Fiori Murano e "o e 
Cicero, 	• • r 
FJouve votação para novos ·sócios, 
sendo aprovados cinco futuros companheiros. 
O assunto polêmico da reunião ·foi o ti· 
mão • . D um lado Souza Neto e Jvaldo 
(corlnttanos) contra os tute buona gente 
(palrneirense faoalicos) comandados pelo Rei­ 
naldo. 
t:J'ossa próxima reunião serà na Casa Pa­ 
ruqmal e pcRsivelmente contará com u pre­ 
seça do senhor prefeito municipal além da 
1teressunte e util5sima p:ilestrli do Dr R . 
bervnl a respeito do dia do M•édico. • 
0 
ot 
re 
lc 
rs« 
dinâmica Dirclo• : nhn 
a presença de De 
ns ' 
1e, '' 
Presi 
Vice 
lo 
2.o S 
' ~ ,,o 
!.o 
2.o 
'3.o 
Depo 
ANIVERSÁRIO 
de casamento: Snturnino e Domingo completaram dois 
ono1 de casados. 
Fernandioho e Zen6bia, brindaram seus 5 anos de 
vi,Ja·n-dois. 
Rodeada dos filhos, noras, genros e neto, foi come­ 
n.orado com um delicioso 'churrasco os 7l anos da 
Sra. Froocucu Barbosa. 
Do_min:;o p.p Alberto alamene e OJila, tawbcm 
festeJarnm 12 anos de Ciliados. 
Dia 5 .P:P· o Sr. Fernandes Alves Gomes comemorou 
o nnt.ahc10 dr sua filha. Cidinho e de seu amigo gto 
' . , 
Foi servido suculento churrnsco no ,,rond<' 
número. de coovididoa! civis ruilitares e lambe':'n de 
Bella Vista Paraguay. A fesl.á foi animada com muito 
"?P_ muita bebids_ Aos anhcrsariantc. os noEaós pn· 
ro cns e aos nnfilrtues nosS?, elogio~ pela bonita fosta . 
2-939+3 
• 
Snho~do .P·~· Alberto S~Limene recebeu ami"o• em 
ua resfencia que foram 	.e. y ., 
ni r. • < cumpr1menla· os pelo seu a· 
versano. , os convidados foi servido um coquetel. 
] ososs 
1 
Daniele Veronica Santana Vn=11s f 
na se 	"Rs tez seu lo aninho 
1
. emana P·P· pnra a linda festinha compar-ccernm 
múmeros lllJliguinhos de Dniele. 
, · .. BAILE DA SAUDADE 
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