1 
fSTIMO 
PRO 
L. 
■
Fundador: lvaldo Pereira - lno VI N.o 2GG 16-10-77 Bela Vista Oro fO 
'O· 
en­ 
·n- 
Gaeta, como do eu e tilo, re olve fazer graça, e recr be troco 
fun• 
cesl 
Jesl O Governodo1· Oorcla Neto, rleviuam<>n• 
o,,~ autorizado por quem poderia faze-lo, e­ 
,pre-a dirigindo convltt·R a autorldode:1 e ültas 
pro• ersonalidndes para assistirem, no próximo 
'ia 11, em Brasilin. à &olenldade de assina­ 
ura, pelo Renbor Presidf'nte da República, d11 
el que slluclona a crição do Estado de .a­ 
o Grosso do ul. 
O Govern».dor do Estado autorizou n 
asa Civil a, através do Cerimonial do Palácio 
alaguó.s, C' dentro de suas o trlbuições normais 
,rgonizar a llstn dos convidudos, iucuiudo 
s chefes. dos Poderes Judiciário e Legisla­ 
lvo, membros da magistratura, ria A ·sem­ 
léia, f>refeltoi-, Pre identes das Câmaras .1u­ 
icipuis, Pr~stdentfos de &ssocinções de cl! - 
es, outr& per oun lidarles. 
O conhecido Deputado Jesus Gattn in• 
uido por um equivoco, na relaç!io. recebeu 
ambém o tP!egroma-circular do Governador 
,foi· oncebido nos seguintes termos. 
da ca Estou nutor!zado n convidar V. Excia. 
no ara participar vg u 11 de Outubro próxin,o 
> e,· •g às li horas vg no Palncio P!,rnalto vg em 
rasilia do ato solene da Assinatura dos 
. , Jtógrafos do. fel complementar que cr·a o 
Estado de Mato Grosso do Sul vg a •r "fiD­ 
t(onlda no ocosillo pelo Exmo. r. Pt-e lôen­ 
le da Repúbli'!a na presença de Wnistros vg 
lnembros do Cungre so Nacional vg Gover­ 
àor, ecretáiio • e dt·leguções de Mato Gr • 
lº do ui vg prc?identes naci:inal e rt·gional 
a Areuu ~ g deputad•>S Prefeits e Ver+do- 
es Arena M»to Grosso pt Conto ndo seu 
ompurerirnenl•> vg solidto !oofirmar pre,en­ 
a até no má xi.no •l:11 três a fün de serem pro­ 
idenciads credenci is lt ,muraty pt Cor-dini,c 
aucucões (n) José Go.rc!a Nelv. 
'· Ao telegrama em upreço do Governador 
o Estado, respondeu Gueta nos sf'guln,es 
rmos que revelum seu primurismo. 
. '.'Agradeço sensibilizado quem autorizou 
1
• Excio. convidar-me participar ato solene 
, Joe sslnatura lei complementar divisão Mato 
que a 
fiou,· 
ediçilui,. 	_ 
Grosso pt Encareço V. Excia os préstimos 
no sentido de fazer che~ur ao cavalheiro e 
educado Fenhor do feito que me orgulho dn 
lnnibrunça e com muita honro comparecerei 
à solenidade pl" 
Mas, como se verá, ''o senhor do feito" 
nil.o é nem cavalheiro, nem <•ducn<lo, e o sr. 
GaPta nllo comparect1rá ao Planalto, pvfs o 
responsável pela gafte, nada wenos que o 
Chefe da Casu Civil, que por elu, como do 
seu feitio, a1sumiu inteira responsabiJi,tade 
e, para dt"Safogo de sua consciência dirigiu 110 
t:·êfego deputarw o i-eguinte telegrama: 
Deputado Jesus Gaeta 
Assem blélt1 Legislativa Cui!l bó. 
Qt1eira Vos~encia comd<lerar como não re­ 
cebiào teleg.-an.a convite para as !natura vg 
pelo Senhc,r Pre:iidente República vg Palácio 
Planalto vg dia onze próximo vg Bra ilia vg 
autógrnfJs lei Ci>mplem.'ntar s~ncinno.u'.lo .:ri· 
uçilo E tado ;lato Grosso Sul pt Nome Vos­ 
Srl11cia lncluido relação deputa <los aos quais 
deveria ser endl:reçado convite decorreu de 
lamentável equivoeo meu e pelo qual assu­ 
mo inteira responsabilidade pt R.!spo;tt1 
grosseira Vossencia revela su:1 primário edu­ 
cação polítira vg suo. falta g•·a n<.leza vg seu 
despreparo para recebei· tão ulta di:<tioçilo 
que nüo ob~tnnte endereço t•r,·ado vg los:-en. 
ci1t embora usando seu conhecido estilo capa­ 
dócio vg apressou ·se em aceitar pt Divulgação 
convite e de su: ueafagestuda resposta vg 
testam vg definitivamente vg não t>star 
Vo~!H•ncia à alt1H·a coIT!purecn· aquele res­ 
peitú v!-I cenário onrle lri:J. o.nlJr-,ar com ns 
mais ultas figuras da Revolução que Vossen­ 
cia vg por ela. poupado vg vem sistematca 
mente coxuvalhaudo corr:o provam anais da 
própria. Assembléia que Vossencia deslus1ra pt 
(a) Archlmedes Pereira Lima - .v. Sto. 
Antonio, 51 Coxipó 
(reproduzido do Diário de ~tato Grosso 
de 02• lo-77) 
do coli 
reali­ 
OR. 
·" lar- 
) esp,--, 
ndo f • 
Brui: 
o pov 
e d 
"O CARRO DO ANO" PROCURE 
O A<iENTE LOCAL: 
Noedi Leite Larangeira 
------------------ 
Cuíabá . (O Soriul Democrn!a) Em di•curso pronuncio­ 
do na Assembléia Legislativa matogrossense. o depu­ 
tailo Vnhcr Pereira eh- Olin!ÍTB Olull), prOJ>Ô• o ~ubs• 
tituição do atual secretariado do ornador Garcia 
eto. O parlamentar assegurou qur vários ecre'ários, 
"pela sua inoperância e servilhis,o". tem estimulado 
e eclosão de constantes crises políticas extremamente 
prejudicial a» desenvolvi:nento do Estado. 
Pereira criticou, pnrtic-ulnrmcnte, o Eecrerár10 de- e- 
f,
urunça Púl•licn cc,rnncl ,Julsio ,l:idcira f:vora, '"um 
omem sem preparo para as funções que ve,n exercen­ 
do". "Se f:rnru n:io 1,:, e n capacicladt: de fazer unia 
nulo crÍlira de sua adrinistração", disse o depulado, 
"cabe ao governador fze-lo tomur as providências ca­ 
bh·ei•". "Nao se pode admitir que os interê,,e, e a 
vaidade pessoal de alguns secretários, comprometam o 
próprio deenvolvimento e Sr-gurança. do E,.lildo , n· 
crescenl'>U o parl..nicnlnr. 
O f.ccrttário dt'" Segurança foi. recentemente convo­ 
cndo pela Assembléia Legislativa, a prestar esclareci 
11,e11to• ,obre o, nloe <le eua pa,ta .Ele ruamfe.tou-se 
disposto, egundo revelou a jornalistas, numa entrevis- 
ta coleti,·u, a comparecer à Aeaembléi:i. . 
Por nu<ro lado uma fonte polltica da Assemblérn 
garantiu ontem que o secretário de segurança só não 
deixou o cago ainda, porque não deu conta de todo° 
o, erro, e arbitrariedade que as Polícias Civil e Mi­ 
litnr , rm con,.,tencl<1 no E,rado todo. "O gu,·ernador 
Garcia Neto'-, udic.ntou n uu:,:;ma fonte, ,..não vê a ho• 
ra desse secretário pedir eu afatamtnto, pois manda­ 
lo embora não pega bem, principalmente agora". 
A 'OVA CHISE 
Com o prcot [ .. io aba ludo pelas acu,oçõe• <le nepotis• 
mo e cujo processo foi vencido pelo autor das mes­ 
ma•. rleputr>clo Cntlo, llczerr-.i (licler da bancada do 
MDB), no Tribunal de Justiça, re.:entemente, o gover­ 
na.dor vê agorn.. o it~ício de zunis um.a fase de E-én_o 
desgaste. crise no governo vai agravando-se em di­ 
ferentes setores, reconhecm alguns deputados da pró­ 
pria ARENA. 
Aincl:, nüo recuprrarlo àa situação que viveu com a 
intervenc:ão do Banco E,tado de Mito Grosso- RE­ 
MAT (quando esse estabelecimento, sob a presidência 
do Sr. Euio Vieira - cx-prési<lente do diretório da 
ARENA no Est.ndo e atual c.,nselheiro do Tribunal de 
Cont!l emprestava alta oma á (Matoveg) - o governa­ 
dor 111:ttogrn:-5cnr-e tc1n uµ:ora. em Eeu.s diJerentes 
escalões; pontos frágeis e vulneráveis. 
No setor policial, soldados da PI tem prati<-ado 
lesões financeiras a advogados, delegados tem se cor­ 
ro,npido e ª'" usrn-ainarlo p~,i-oa.,, a.lem de policiai• 
civis e militares desencadearem uma onda de espanca­ 
mento eu vereadores ressões a deputados. 
Enquanto i:; ... o, tr-queccndo-se um um pouco 
das arbitrariedades da P e Policia Civil (e-ta respon 
.. avd p<·lu morte, do delegado de policia de Na viraí, ex 
tren10 sul. n:-SU-!i:,U1udo por uai e:-crivão e por um io,·c:.:;• 
ti;:nrlor ela própria dclegucin o secretário !ladeira f:voru foi 
a televisão com declarações comprometedoras, chegan­ 
do mesmo a admitir a existência de critérios políticos 
p·,ra admissão de pessoal em sua pastu:,

ílr•ln Vl1<ln - MI_. 
Tribuna da Fronteíra 
Hi-10 77 
BIOGRIIF a 
PELÉ 
Consldernclo unrrnlmrmenle o maior joga­ 
dor de futebol de lodo,- OH trmp,,s. E o sím­ 
bc,lo do Jogurlor braRllelro moderno: couscl­ 
enle, sério e com alto entido profissional. 
Mlnt>lro de Três Col'oções. Nasceu 110 dlo 23 
de Outubro de J.!)40: é filho elo jogador Don· 
dlnhu, do qual her lou as grrrndes quulldadeR 
mornis que muito lho servlrum para torr,ar·· 
e m exemplo de atleta e de homem. Inici­ 
ou f'UU e 1rrelrn fulebolfiatlcn 1,m Bouru. no 
juvenil do Baurn Atlético Clubr, pnRsando 
pelo Noroeste e pelo fluclium e J.-pol, rwlo 
juvenil do S,1nlos l•'utebol Clube no uno de 
1950. Sua ullllzuçü·o nn equipe prlnrlpal foi 
imediutu, sagrando-se no uno de 19 
cumpeão puulistu e dui para n Seleção !Jra 
Ptlelra de F11tPbol rol um pulo. Estreou na 
Soleçào Bmslh·lru em 1.957 contr1t u A rgon 
tia, pela Copa Roca. Dai pnrn c(l é uma 
constante em toclus bB til'leçõo; uqul forllln­ 
das, st>nrlo conslcleraclo inclispentió vel. Pl'!o 
seu clube, o Santos, tem Bido cumpeúo Plll 
quuse tooos ut1 compron:itos de que partici­ 
pa, elém ele ser <' nrlllhelro do11 11rtilb"'iros. 
Em .958. no Suécia, ~agl'Ou-se carnpeiio cio 
mundo, tendo conseguido o titulo de artilhei­ 
ro da Copa. No Chile, m 1963, voltou n ven­ 
cer sagrando-se bl-cumpefio mundial. Final• 
r,:,•mte fazendo parte dn equipe que rPpresen­ 
tou o Brasil na Copa do llundo. reuliznda no 
lléxlco, em l!J70. vrio n conquistu r pUl'd o 
nosso r,al a cobiçada Tuçu Julle Hlmet, pro­ 
porcionando no povo brasileiro enorme júbi· 
lo. Seu nome é pronunciado com respt>ito e 
admiração por todo o mundo: em toroo de­ 
le !lilo cnntndas multns lendas. fruto de seu 
sucesso e dos feitos conseguidot1 com u bo­ 
la em jogadas lnlrnilnda~. 
Pelé dt>lxa oficiulmentt> sua carreir,l ft1t, bo­ 
lí lica vinte 1rnos pós seu contrato com o 
autoi. F.C. lt1 7 de etembro de 19;'>7). ~ob 
os nplausos de cerca de 7G mil espectaJorei: 
dia J'l de outubl'O ele l B77. "ID 'ova Jersey 
(Novn York - F. A., Pe16 ntuon 5 minu­ 
tos por cudu tin,e entre Cosmos (E.lJ.A.) 'au­ 
tos F.C. (Brut1il) vencendo por xl para o 
Cosmos. 
eu nome completo: Ed ou Arantes do Nus. 
cimento (Pelé) 
a 
.. 
41/77 S E S S 8 O 
, 
ORDINARIA 
• 
o 
Aos vinte e seis dias cio me, de Serr111hro ri.: n,il 
avcentos e tenta e etre, na ala da- e«sões da ti­ 
maru .luuieipal ,tr 11.-lu Vi>ta, E<tudo ri,· )lato Gr<'••O, 
realizou-e a reunilin Orcliur.ria mi, a l'rl'Fi<lê11ri.i <lo 
vereador Osvaldo Turini. Havendo "quorum" legal e 
estando no horário regimental, o Sr, Presidente "em 
111,zne ele l'cu,-" ,ledarou uhcrta 11 :,,:o•:1o. E,ti'nam 
presentes os guintes vereadores; Getulio Lino, A[on­ 
o Diln Nnunes Leite, Fl de rio Hrb««a r < 
valdo de Barros O 5r. Se·retiro fez a leitura da Atua 
anterior e posta em diseu-são foi aprovada por todos, 
ies-a oportunidade tambem fez se leitura da Ata da 
:-ic •• ilo !:i11lrne rcalizndn r,., dia I l p,p., e uprovnrú npó, 
rnu npredaçllo. Nn leitura du• 1:orre•pnn.Jenrin• Exp<'· 
didnM ,·on-tou cln, ri('~UÍntc•: or. li.O 179177. c·,J., à 
ll11111, Srn. Uohd E•colrnr dt1 Cu,lro, 11pr1•,e1111111rlo ron• 
dolencias pelo desaparecimento de seu poso, Of, n o 
181/77., os Revdmos. Podres Fedentoristas, agradecen­ 
rio u colulJUraçüo nu ocn•iilo rln So;io Solene rt·nlizu­ 
dn nn Cluht' Paro1p1iul; Of. n.o 2lll/77· C)I uo, Di1e­ 
tores da T V illorc1111, ,olicitundo informnçõc• dn con•­ 
tante evasão de imagem em nossos televisores pro­ 
vidências cabíveis a respeito! Of, 11.0 28V7i. C~I , uo 
Exmo Sr. l'n·f eit.1 ,( unicipal. rnlicitnndo pro, i,lêncius 
junto 110 TELEIAT no reparo do, Cnbo• Telrrnnico,; 
or. n.0 13/77, ao Exmo r. Prdcitn Muniripnl, reque­ 
rt·n,lo c•implementu~:io de rnh,ldio• pnrn follhn de pn• 
gumento de vereadores, rcfrrentc no mes de ,~o-to. 
Na leitura das correspondências recebidas foram as se­ 
guintes: Indicação n.o 23/77, do UEC H A M, informando 
que nos dius onze. ,lozt- t' treze de Nc,vemhro, E-t!rÍ1 
realizado '"" Borra do Garça, o l V cn,ontro d115 )111 
ni,·ipios ,lo Ontr, Of. Flrt.. dn Comunidnrle P,,roquiul 
na pessoa do Hc'1110. P,•. llnr,•ldo Ilnrri,un, n~nulceen• 
do a uprovação do Decreto Legislativo n.o 01/77, que 
outorgou a Hnlmn Trrnü Lucinda o Titulo de l'i,ludii 
Bela'lslcmc; Of. no :!t.i/77, ,ln Cftmnra 1uniripnl de 
Cúccrc• • Me. encominhundo fotoc6piu de Hequerínu·nto 
<JUe ~t
1 lidta n c-nmcmoraçlio do "Dia do vereador Mato 
grossense' no dia 1,o de outubro e que seja enviada 
umn c6pin !ln Atn ,ln cssilo SolPnc <lci'>P din. no Ex- 
celentísimo enhor !'residente du Hcpública, no 
Sr. Mi·tis t r o ,t n J u t i ç n, n o r 
Presidente do Senado, da Câmara Federal, ao Deputa­ 
do Federal Ga.tão ~lullcr. nos Depurados E,tn<lunis 
,irton cios Hei,. Pnnlo Sul,lnnhu e para u Câmara ~u­ 
nicipol ,lc C!trcrc-: Tele:;rnmu n.0 125803 - Drnsllin, do 
S,•ztn<lor lruli, io Coelho. comunicando nprornçilo no 
Eongresso Nacional à denominação de Estado de Jln­ 
lo Grosso <lo Sul, ao novo Estado da Federação: Cópia 
<lo Oi,curso proferido pelo r. Dcputnrlo Vul<lomiro Gon­ 
çohc,, vcrFnndo •oure n crinç:1" de umu Con,punhin dc 
Tranepnrtcs ,ero E,tn<lual pnra .lnto Grosso. 
Ht•rnluçào n.o /77, <li•p11ndn sobre o Orçamento do 
C:1111nru ~lunicip,,l para o exercício de 1.978. Ordem <lo 
Dia. o ordem do din. foram nprovndo!- Ofi seguintes 
docu1•1cntoe: Indicnção n.o '23fi7, de autoria do ,·erea­ 
clor Ely de ,rnujo Dnrbosn • AHENA: no entido ele 
instalar um Teletipo e a indicação de Telegrafista na 
A:,!ênciu dos Corrciozt u Tcl~grufos local; of Circ. n.o 
213177 <l(' Cáccro • Mt., que solicita o Comemoração 
do 'Dia <lo vereador Matogrossense" no <lin l.o de ou­ 
tubro ficando determinado que for-se-á realizar umn 
csFí'io Solene nc.e:se Jia Us dczcuove e I rintu horas; en1 
- - 	comemoração ao Dia do ereador Matogro»sese; leso. 
CRM RJ 17.93, -- CRM-MT 439/s lução n.o /77, que ,füpõe snbr~ o Úrçnmento <ln Cã- 
CPF 058.Q,13.377 	mura Municipal d<· Ueln Visto. para o cxercidu de 1978, 
sendo encaminhado patn n Comis.ào de Finanças c 
1
O,çnmento. Por qurszuo de ordem o vereador Ely de 
Consultório Rua Quinze de Novembr ,ruujo llarbo,a • ARE1 .-. ,olicitou à Mesa o uso da 
481 - Tel 123 BELA VI T palavra para fazer o seguinte pronunciamento: "Sr. 
Presidente, Srs. Vereadores; Esta Casa que regularmen­ 
te toma providências a respeito de Requerimento», 
--------------------- 10d1caçoe,; pnrn solução <los problemas do Município 
Dr. José Ribamar Cruz da Silva 
Partos, Ginecologia, Clínico. Geral 
tnn,b/im a Ela cabe recehfr drn(111dn• clt' irrrgnluridu­ 
de» e sobre estas tambem tomar a, rlevic.lus prn,iclfn. 
cias. E-ta Casa que sempre foi honrada comparecendo 
a inaugurações e outros evento« Municipais, estnduais 
e me»mo de âmbito acional, não fora convidada na 
ocn,iilo do recebimrnto pelo 'in1licn10 Hurul_ d~ uma 
Ambulância destinada ao Funrural. Ambulância que , 
desde a chegada tem servido únicamente ao Presidente 
d+ Sindicato para seu tan»porte pessoal e le seus fa­ 
miliares Ambulância que fica estacionada em chácara 
,lt' ma rropricda le dii-tnnte tres quilometros da dda- r 
de. Obrigando n quem dela necessitar pela madrugada 
em ca-o_de urgência ter de pagar tá Para eu uso 
dc,ído. ão se con<-ebe enhores vereadores tamanho 
nhnrn com vdrulo do patrimônio Público. Jo'nmoa in• 
formados_que Para a entrega do veículo citado foi fei- 
lO um Ofi,·io o Prdeito declJrund11 que ~eri11 respon­ 
F,hd pela mnnurt'nçuo. con,hustivel e conduçuo dn 
mrsin, desde que ele permaneces+e na garagem da 
Prefeitura''. O Vereador Afonso Dilon Nunes Leite, 
confirma as palavras do vereador Ely e complementa 
dizendo que .. 111 ,Iiálugo .-om o Agente do -'unrurul, 
este e manifestara descontente com o comportamento 
<lo Sr. !"residente do in<lic,uo em relação 110 citado 
vei<-ulo e '"" o 5r. f'reFidente <lo :::indícnto nlém dr 
usar o Au, rnlãnda poro o Feu UF0 pei,ool. nin<ln a 
u,a,·n rara trnmportnr I~ite pau u cidade. 
O Sr Presilente solicito então uo Plcnàrio umn 
~IOÚO <le deFcontentnmento o Presidente do indicalo 
Hurnl. em fuce ,la Câmara nào ta ,ido convHa<ln no 
recebimento da Ambulância por aquela Instituição e 
pediu 11 <l~núnl'ia do Vereador J,;ly por escrito, O ,·ere«· 
nd:,r Nivaldo em breve alocução achou de•11eceeFària u 
npresentuçào da ,l,.m)nciu por e;crito,<le vez que ela 
con.tario em ,tn C" rniid1ou ~ nhertura de uma Comis- 
ão epeciul de Inquérito: paro apurar o fato. Foi cons­ 
títuidu 11 seguinte Comi.são ,!e Inquérito: VcrenJor , ~ 
G e t u I i o L í n o ~l D U, P r e • i • 
dente; Vereador l'iivaldo de Barrns-AHE A, Helntor; 
e Afonso Dilon unes Leite-ARENA, Membro. Uma 
vez constituída n Comis,iio de lnquêrito, •<>licitou o 
Sr Presi<lenll•, que para n npurnçiio rln fato teriam um 
prazo de quinze dias para o opr~.t•ntoçüo dos re•ultn· 
doa npurn<los. ada mais.... • 
Tribuna da Fronteira 
SEMANÁRIO -- 
1-UNDADO 
Kedntor-Chefc 
'.?0/2/7'2 
hnl<lo P.-reira 
Os nrti:;o publicados com a sinaturas dos 
autores nào traduzem u opinião do jornal. 
un publicação obe<lN:e ao prop6•ito do deba­ 
te dos problemas municipais e de refletir as 
di'crsus tendência~ <lo pensamento. 
Tribuna <ln Fr.,nteirn é uma publicação 
dn OIUIVAPE- 
CGC-MF: 03.200.763IQ11uJ- 7,1 
Redação e Administração Rua Duque de Ca- 
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Ofi< 
&AS! LA#05s 
COMÉRCIO fé RE.?RESENTAÇÕES 
Mauro .Jorge Gusmão 
Adubos, Insetlcid 1s, Herbicidas, Se:nentes, Calcários. Tetres ForI, Implementos, Colheitadeiras Ideal, Cataventos 
Brevemente filiais em Bela Vista e Antonio Joao 
Avenida Brasil 2286 - Caixa Postal, 203 79.900 
Ponto Porã 	Mato Grosso 
-------------------------- 
1 
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Categc 
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Bela Vltlln • lft. 	Trlb•rna da frontelrn 	16-1'1·77 
E»tado de Mato Grosso 
Comarca de Bela Vista 
Cartório do 2 Oficio 
EDITAL DE PRAÇA 
O Doutor Jono Curlos Hrnn,lc• C.arcin, Juiz de 
Direito dn Comarca ,le Ilrln ViHla, fü1ndo de Moto 
Groon, por wh,tí111içiln lci:al, nu formn da lei, etc.,. 
Fz saber a todos quanto o presente Edital virem 
ou dele conhecimento tiverem que, na sde deste Jul 
1 v.o, no E,lificio do Forum e nln ,Jus Audiências, no 
 
,lin 11 de novembro de 1977, » 10:0 horas, o portei• 
ro do~ Audítórios Jofo llilnrio Percro, levnr6 11 !'raça 
os bens penhorados n Execução n,o 97175 que Dunco 
lluú SI A movi'! conlrn Olisscs l'into tio Al1nr.i1la, em 
trlimile por este Juiz I e Cur16rio do Ser:1111110 Oficio, 
e pnrn cvtH>hrnl •egumln l'rnçn designo o dia 2I de no­ 
vembro do corrente 11110, us 10:00 horus no mesmo lo- 
cal, para os seguintes bens penhorado; uma casa e re»­ 
peetivo lote de terreno urbano n,o 2} da rna Antonio 
João, nl'illU cidntle, com lírnu ele 750 rn 2, orlquirido 
ronforme tru11&criçno 11.0 12.838, íls· 70, livro 3 • g. ovn• 
liado» pela quantiu de CrS 50.000.0o, valor por quanto 
•erá lcvudo n l'ruçu para ser rrematado para quem 
maior oferto nfcrecrr ocirno d11 nvnlioçilo, •e1,,lo feiro 
venda n visto ou mecliunte fiador idoneo pelo prazo 
de 3 dias. E, parn que ningucm alegue ignorâncio, mon­ 
dei expedir o presente Edital que será publicado no 
lmpre1uo Oficlul do Estudo e duas vezes no Jornal 
di6rio no forma da lei. O que cumpra com observan­ 
eia dM prescriçõl"s legnid. Dndu e passado r:esln cidade 
de Dela Vi,10, E,1ndo de Moto Grosso, uos clez clins 
do mes ele outuhro do ano de mil novecentos e srten­ 
tn e sete. Eu F I o r i n d o D e n i t e s Escrivão 
do 2,o Oficio, fiz dntilogrofor, subscrevo 
' Dr. Joilo Corlos Brandes Garcia 
Juiz de Direito 
V 
, 
J IM BISHOP 
l 
l 
1 
Quando tinha 4 anos, eu sabia que Deus estava m 
toda parte, Falava com Ele, e as vezes Ele escutava 
com simpatia. Foi uma data memorável de minha mo 
cidade quando Ele tendeu meu pedido para uma bi­ 
cicleta. Enquanto crescia, por mais que aprendia, quan­ 
to menos acreditava em Deus, Dizia comigo me»mo 
tJUI' Elc foi inventado pelos ancies que temiam a es 
euridão eterna. Pior: eles mesmos O fabricavam à sua 
próprio scmelhnnçn. 
Quando tinha 2I anos, minha inteligência superior 
me )nÍOrrnnva que Deus era um trapaceiro. O Céu não 
podia estar lá em cima, nem o inferno lá embaixo, 
pois no r+paço nem tem arma nem baixo. E Sabaa 
q1111 turlo nn criaçlio morre, desde n estrelo mais gi 
gontesca até os insetos mais microscópicos. 
os anos seguintes, havia épocas de grande ativida 
rle e 11118 snce"'o~, mas nOo crnm nnos foliv.e,. llnvio 
nn cnheçn um cnrrocel em <JIH' os cavnlos .!e dúvi_dn 
giravnm em lentos círculos acompanhados por música 
met+lia, Tinham selas vázis, e galopavam numa in­ 
crt:dulidodc rnedonhn em Deus, no trabalho, na e+posa, 
nn humanidade, até nos meus próprios pnis. 
Dul, um dio tinh I nova rxpniência. A~siHi o mílo• 
gre do nnscimenlo de minha filhn. l,lo chocou-se com 
minha• dúviclus e fez com que minha mente cambo• 
lcnase. Olha. tinha visto mu1tn1 crinnçns no berço, u 
tinha segurado, as tinha cantado, tinha observado seus 
sorrisos, e tinbo esperado qne nüo chora,.,m. 
Mas, este milagre era Virginia Lee, rninhu íilho. Ern 
mois umo infnnte (uma de formo.urn excepcionnl, é 
cenrol, mns 1io próximo n mim que eu questtoni a i­ 
dia de nascimento e vida. 
Eln foi e, rcsuhndo de clois corpos que ee nmnvom' 
mas como é que foi que o ovulo aprendeu n ficar no 
útero? O que cnmou o cspermntozóide o ferteliznr o 
ovlo. E que divindade longinqunt mandou aquele o­ 
,·ulo a rnchnr e n rachor de novo para formar o feio, a 
plancjnr seu próprio sistema de qu[uaicn e a absorver 
nutrimento ele s1111 rnüc? 
Como imnginnvn cu, podin uma criança inconscien­ 
te fobricnr o número certo de membros, de detlos, de 
olhos, de ouvicl,,s? Fez tudo i,so sozinho'! 
. e fosse um coso de genos, será que eles se fabri­ 
cnrnm? Tulvcz eles se envolvrssem durante muito mi­ 
lenios. De que? Comecei assim a duvidar as próprias 
dú,·idns. 
Grndotivnmentc, perdi n fé no meu intelecto. Esta­ 
,n lon•c de suprir as respostas exigidas, ão podia 
O Doutor Joilo Cario• Brontles Gorcio, Juiz ele " 	1 •  • é t! 
er.xergar o nr, mns s.-111 e e, morreria. , ss1m , cve 
Direito do C:omnrcn ele Bela Vista, Estado de Mato er, com 
O 
homem. Eu precisava algo para soprar o 
Grosso, por substi1uiç110 legal, no formn tio lei, etc.... vid~ numa olmo que fora esmagada pelo domillância 
Fnz saber a todos qunnto o prcscnle Edital vire A mente bumann. 
ou dclu conhecimento tiverem que, na séd deste Jui ium espaço de nove semanas, vi mioho mente re­ 
zo, no cdificio tio Forum e sola dos nudiêncio , no din duzida na um inurumenlo inútil. Perdi tonto minha 
11 de no'r.mbro de 1977, as 10:00 horos, o porteiro cios müe como minha esposo. Elos ambas foram quieta• 
auditório, Jouo Hilário Pcrern, levorá II Prsçn o• bem mente rico, em íé, fortes na ciência pnrn onde ium 
penborndos na Exccuçlo que Cio llnú rle ln'estio11:n10, iln, poru rnirn 
08 
semanas arrastavam. O tempo pare­ 
Créclito e Finoncinmcnto move contra Ulisses Pinto de cin e 
O 11 
g e I a cl 
O 11 11 
m instante só; nem mexia 
Almeida. cm trârnitl' por este Juízo ,. Cartório do Se- As vezes, perdido no labirinto de com­ 
gundn Oficio, e para aventual Segunda Prça designo ' 
o clio 21 de novembro do corrente nM, os lo:oo horas plexidades, fui forçado a valtar parP.. O CO· 
1 no mesmo local, poro os s,·guintcs bens penhorados:;u- meço. Repetidamente eu argumentava: (1) 
ma casa e respectivo l .. te de terreno urbano n.o 28, d" N!ío .existe Deus. (2) Existe Deus. Dia após 
rua Antonio Joüo. ne-tn cirlnde, com úre, 750 mtú, dia, comecei a ver que nada acontece por 
n•lquiridn conforme trnnscri,;ão n.o 12.838, fls. 70, lino acaso. Todo bem e todo mnl são peças de 
3G, nvolinclos em CrS •10.000,00, vnldr por qunnlo será 
Invado n Prnçn paro ser nrremutndo pnrn quem maior um gru.n:ie esquemát'co tudo em equilibrio. 
oferta oferecer ncimn da avaliação, sendo fcitu o . ilos, aµrendi lentamente. De algum mo­ 
,·endn a vista o mediante fiador idôneo pcl'> prazo cto, porém, e de 9.lgum lugar, enquanto apal• 
de 3 tlios. 1':, pura que ninguém a legue ignorância pu va 
O 
caminho, eu achei minha alma. Da 
mandei expedir o presente Edital que scr6. ,publicndo noite para o dia, sabia que tstava Hl machu­ 
na lmpren•n Oficial do· Estado e duas vezes no Jornol 
diário, na forma da lei O QU1'. CUMPRA com obser- cada, sangrenta talvez mas, viva. 
vàncias das prescrições legais. Dado e passado nesta "e existe urna alma, deve existir tam­ 
cidade de Bela Vista. Estado de Mato Grosso, aos dez ; bém u Deus. A ciência é incapaz de medir 
d10s do mes de outubro do ano _ele mil novecentos e I a a!ms. Chame-a consciência chame-a reclo- 
sctentn e sete. Eu, Florinda Benites Escrivão do 2o} , . 	' 
Oficio, fiz datilografar, subscrevo. 	ciuio entre o bem e o mal, chame-a um er 
Dr. Joo Carlos Brandes Garcia 	espiritual tanto faz. Existe porque ele qms. 
Juiz de Direito 	Comecei a rezar. Descobri que podia re- 
zar a qualquer momento: dirigindo carro. fa­ 
zendo a barba, enquanto pensava nele e na 
sua presença. Comecei a pedir coisas. Não 
coisas pequenas, não. Pedi paz mundial. Pe- 
• , cti fé para os Incrédulos. Rezei -pelos pobres, 
~ abaix~ a,sinodo dccla1;1 porn 
05 dc'id_o~ finas q~e 
I 
doenteA, º. s machucados, os velhos. os solitá· 
foi extraviada a sua Carteira_de Prontuiri@ 220.827 rios. Na medida que me voltava a fé. eu 
Categoria Profissional expedida por Guia Lopea tln I t • ·· d d • , 
Ln .. unn N' 0008581 	• comece a emer que 10 escoo er-se e mim 
R.G - -115.7o8 	de novo. Daí, rezei pela fé perseverante também 
Publicação que +e faz para obtenão de 2ª via. , A fé não chega tiio rápida quanta estas 
• palavras. Começa. Para. Enche. Receue. Por 
um tempo pensei que estava .,namora.n•lo" a. 
ié. Cultivando a Jé J igual a criar amizades 
com alguém com quem nunca se encontrou. 
Agente tenta. Anlsca. Pula de si. Quando 
me entreguei, daí é que a calma veio. Senti 
a presença dele. Não tinha. nenhuma apari­ 
ção, nenhum sinal. Estava, e eu o s9bi. 
Compreendi que estava aqui como parte 
de uma enorme p10Ya .. Ele me deu o uso de 
• 1 
Estado de Mato Grosso 
Comarca de Bela Vista 
Cartório do 29 Oficio 
EII 
DOCUMENTOS PERDiDOS 
"" 
1 
~ 

~ Dr. Haroldo Barra solicita a 
quem encontrou os ducumentos 
de seu carro Wolkswagem 1S73 
placa SO 9566 - RJ. cor ocre en- 
- t !rega-los no ld o R.C. - Gratifica-se 
mlr,ba olmo; Algum dia me pediria cont1111. E 
eu - ll'.I via pru;BacJo u in°tado de minlta vida 
judiando essa minha ulna Assim murmurei. 
perdoe-me.Faça-me mais agradivel aos seus 
desejos". De novo e novitrul'ule, murn1urava 
e:tu oraçi1o. Tun.bém r1•z~•i; ,.O Deus, uruu 
vez atendeu a oração de um nH1cluo que 
quer la uma blclclelu i;em eu 1mber o que era 
fé, e sem eu merecer. Favor lembrar-se 
de mim agora". 
E como no caso da biclclt•la, uma luz velo 
MDfS domina plenário 
da Assembléia 
as últimas hnras tem se notado um gran­ 
de ewuzlamento no plenàrh da Assemi,lêio. 
Legislativa, por parti! ria Arena. Ood seu 18 de­ 
puta dos, apenas meia dúzia esteve presente8 
11us trabolho!l. 
Valter Paraira(MBDJdiz que "os integrante 
cta Arena estão mais preor.upado com as no­ 
meações de seu;, pupl!oti e com u e8truturução 
de suas bases eleitorai!l, que com os prôprlos 
interesses do Estado". 
Disse o parlamentar que eles "estno nafl 
secretarias, autarquias. reivlndic1.1ndo nomea­ 
ções ou f,1zendo os .. acerto," delto;-aia nos 
municípios. Oai suas ausências. 
CJom a, au encla dos parlamentares arenis­ 
tas, o ilDB obstruiu várias mensagens en­ 
viadas pelo governo, na AL. 
ó assim, a gentP. tem vn. comentou um 
outro parlamentar emedebtsta. Enquanto isso 
pet·manecem os 18 x 6 na AL matogrossense. 
"Religiosos, Não Façam da sua Lingua uma 
Espada". 
Será muitJ dificil con1:Pguir 11 paz mun- • 
dial enquanto as próprlas religiões. que a­ 
reditamn em Deus, estjverem em disputa en­ 
tre si e ,mquanto existif'lm rt<ligiõl's vulga­ 
res que tentam ampliar a area de seu do­ 
miniu ditam11ndo violentamente as demais­ 
Sejo. neste monte ou naquele;· seja nesta i­ 
greja ou naquele templo. seja este ou aquele· 
o nome dado a Divindade, os homens devem 
passar a adorar igualmente a um único Deus 
criador do universo. Cristo ensinou a Pedro 
que todos os que lançam mão da espada, à 
espada perecerão. Essa espada não se refe­ 
re apenas aquela feita de .ço. Os religiosos 
que ferem ns outras religiõi:,s com más palre 
vras também lançam mão da espada. Des 
e amor, e portanto nós devemos envolvle 
com nosso amor todas as rellgiõe&. Aquena

ílela Viela - lH. 
'Tribuna da Fronteira 
OT 
A reunião de sextu felra passada, fol rea­ 
llzadu no salão do Cube Paroquial. contun­ 
do oom u preençu dos seguintes sócios: Su­ 
leimam, Curtinho, Pedro, lamene, Eduardo, 
Roh-,rvul, Clovh1, lvalclo, 'loedl e Gurlbnldl. 
O Rotary Clube de Bela IV'ista reúne-se tods 
u8 sextas-feias 	' 
O Jembrble uclmn é paru os companheiros 
de outras cidades, e para alguns beluviste­ 
es (podem se esquecer do dia). 
O compunhelro Roberval Borges falou a 
respeito do dia do Médico, realçando u har­ 
moniu entre a Filosofia e a Mediclda. A -po­ 
Jestra foi multo aplaudida pelos presentes. 
Na próxima edição publicaremos na lnti;gru 
o trabalho do C0U1panhelru. 
y 
Quando for anunciada a palestra de algum 
companheiro, achamos que todos devem se 
esforçar em comparecer, pois companbeirls­ 
mo é lambem reconhecimento e inceullvo. 
Sob a presidência do companheiro Eduar­ 
do Ocarlz, servindo como protocolo AIL,erto 
Salmene e secretaria Noedi Leite Larunjel­ 
ra, a rbUDlilo foi muito produtiva, pois aléru 
du palestra alusiva uo· <iiu do Médico, o 
companheiro Roberval "traçou vibrantes con­ 
celtos sobre Rotary e companheirismo". 
E±E±a 
Convidados espPciolmente para a ocasião 
os se1.Jh<'res Dr. Cícero, Dr. Hibamar, Dr. 
Carlos Alberto (Cuchito) Joiio Batista e 
1
estor. 
, 
ÍCIII 
Responsável: Ivaldo Pereira 
João Aatlsta é o mais novu Fóclo do Rot:iry 
CIub de Bela Vl ·ta e em llllll primeira reunl­ 
ão demonstrou o espírito que faz de Rotery 
uma "Idéia viva": o companllP.lrlsmo. 
ter 
Infelizmente os "palmeirensey" faltaram nu 
reunlii.o ... talvn seja por Isto que eles niio 
furam: r.orint!J11s camp.·ão. 
por#ora 
O companhc•iro Pedro l'almlerl elogiou u 
palestru do conferencista (Roberval), traçan­ 
do um paralelo entre a medlclnu e a cvolu­ 
çilo do ser humano. Disse ainda ... "o papel 
da medicina social nos dias de hoje é de ex­ 
trema responsabilidade perante o futuro". 
0+00993 
Elogiou também o trabalho da esposa do 
companheiro Genil, pl'OYessora Enoly de As­ 
sis, na comemoração do Dia da Criança. 
propora 
16-10.77 
COLUNI 
EDITOR 
DO 
O prefeito municipal, JoHó Slmpllclo da 
Costa .Jarqucs, esteve em Cuiabá e manteve 
demorada palestra com o govern,nlor Garcia 
Veto, Mnrque· firmou uo Govornador que 
"ucataria as dretrzes nanadas do Paiaguás 
e "que estava pronto servir, pelo bem do 
partido e d Nação "Parece-nos sintomático 
o provérbio dP que "'vinho, quanto mais velho 
rnel!Jor" e isto cabe bem nu personalidade 
do prefeito df: Bela VJsta um veterooo , poli· 
tico. ma com espírito jovem. O que satisfez 
o Governador, foi saber que Costa Marques 
é um homem apaziguador e de diálogo fran• 
co. O prefeito Interino, realmente, está unin­ 
do u Arena belavlstense. . 
Existe uma forte corrente em Bela Vista 
NÃO DEIXEMOS ROTARY SECAR que prega o lugres110 do advogado Serglo Ho- 
l1ultas vezes rios e corr1:,ntes t1ecaru se não berto Perond! na Polltica munlcipt1.L Elemen­ 
sào alimentados regularmente pelas águas to que desfruta de grande conceito e possui 
das nnsceutes ou pelus chuvas das monta- influência no meio jovem. Perondl é um dos 
nhan. Um Rotüry Clul.> pode tambem tornar prováveis_candidatos a voreador nas próxl- 
80 árido e seco se não se admitem novos 
I mas elelçoes, há os quA afirmam. um forte 
sócios para manter 
O clube renovado como candidato ao executivo, pois precisamos de 
uma conente rápida é. forte. Nada enfrque- gente jovemn e de responsabilidade". Guardem 
ce mais um club do que uma seca de novo" o nome. Serglo Roberto Perondl... ele vai longe. 
sócios. Não deixemos a fvnte secar ... Com- 	~~ 
partilhar dE Rotury 1:om outro homem mere- 	- 
cedor e quulifioado é uma das tarefas mais 
importantes que podemos realizar. 
±E 
O presirlente agradeceu a preseuça de to­ 
dos, enfocou a palestra do companheiro Ro­ 
berval. elogiou a coluna Rotary é Notícia e 
encerrou a reunliio, conclnm11ndo d todos 
saudurem os pavilhões hasteados. 
Pouca gente sabe disto, mas o chefe da 
Ciretran de Bela Vista. é um do!l poucos que 
premaneceu no cargo por mais de três anos, 
e um dos mais organizado . O joYem chefe 
da Ciretrn.n, Fernaad~s Alves Gomes Filho,· 
é um moço com imensa vontade de servir e 
de ilibada reputação. Ele não w!sturu ,_posl­ 
çiio e favoritismos", Isto quer dizer acima 
de tudo o dever. 
Eu, José A vellno e Silva, oficial do re­ 
gistro de protestos da Comarca de Bela Vis­ 
ta do Estado de Mato Grosso, aa forma da 
lei etc . . . • 
Faço saber aos que o presente Edi­ 
tal virem ou dele tiverem conhecimento, que 
se encontra em Cartório, a uu Coronel Dias 
nº 948 nesta cidade. para Protestos por falta 
de pagamentos e aceitos os seguintes títulos. 
1) • Duplicatas aprt!sentadas pelo Banco 
do Brasil S/ A; 
a) Duplicata n 13.0S6-I, valor de ..... 
CrS 2.ooo,oo emitida por Telo Comercial Ltda 
contra o Sr. Arthur Theofilo Netto, PCD data 
de 14-7-77 e vencida em 29-8-77 • 
. b) Duplicata nº 13.090-l. valor de ..... 
CrS 1.732,Clo emitida r,or Telo Comercial Ltdu 
contra. o Sr. Arthur 'Theofilo Netto em data 
de 15-7-77 e vencida em 15-9-77 
• e) Duplicata n• 13.090, valor de . 
CrS 1.732,oo emitida. por Telo Comercial Lldu 
contra o Sr. Arthur The0filo Netto em, data 
de 15-7-77 e vencida em 15 8-77 
d) Duplicata nº ~3.086·:!, valor de . ·; ... 
'r 
CrS 3.ooo.oo emitida por Telo Comercial Ltd 
contra ó Sr. Arthur 'l'heofilo Nett" em duta 
de 14-7-77 e vencida Em 29-9-77 
e) Duplicata nº 2.l48.8t, valor de ..... 
CrS 5.066,00 emitida por Irmax Lubrificantes 
S/A, contra a firma Serraria Coimbra Ltda 
em data de 30-6-77 e vencida Em 2-9-77 
r) Duplicata nº 726/77A, valor de ... 
CrS 2.812,oo emtidn por Manufatura de Cotu­ 
ros 'ão João Ltda, contra Anselmo Severo 
Polbett e:n data de 246-77 e venciaa em 
24-8-77 • . _ 	Não está. cansado de ouvir e t t 
E por não ter sido possivel encontrar cantilena de ,os mus tempos' "}d eterna 
os em1ttrntes ou sa~ados, pelo presente E-10 11 dez. vinte cincoenta f . .; ti:1e é ontem 
dital que será afixado no local, de costume de que há pessoas ara nos. ao verda- 
é publicado pela imprensa locai, intimo-os pa. esta suposti sita", ]"" permarate 
ra pagarem a 1mportancia dos mencionados nos negócios em ;eral "' es ar do pais, 
titulos acrescidos das despesas legais, ou da- culr? _.Os maus n "}"S seus, em parti­ 
rem a razão de suu recusa, e ao mesmo !!•ª varit1 nos lábios de t uma expressão 
tempo, n falta de pagamento ou comparecl- os inéptos e os us, 'dos os fracassados. 
meito, _notifico-os dó competente protesto, no so dos que no { "}e
s
, supremo recur " 
prnzo legal. 	nem ànimo ra ., em suas concções, 
Bela Vista-Mt.. 13 de outubro de 1977 estão vens{ lutar, e que, de antemão, 
Oficial do Registro de Protestos: JOSÉ A. e SILVA 	' 
Em estado embrionário a formação da 
Uni!lo Desenvolvlmentlsta de Bela Vista ou 
nome semelhante. Um grupo de cidadãos 
com ativa participução da comunidade. uni­ 
dos para cnlaborarem com a Prefeitura e 
com a Câmara uo sentld, de acelerarem o 
progresso beluvistense. Esta inJormação foi 
filtrada em uma roda de • .. hornt:,ns de ação". 
Não se trata de grupo político. , 
COMERCIAL EXPORTADORA E IMPOTOE BEL VESTA LID 
Seles Seleis -- Mh "TrlIz" Lubrificantes loselicldas 
MATO GROSSO 
São Paulo parou O c .· . . 
o esperado titulc d iortptians conseguiu 
23 anos d ... s 
O 
e <:an.peao paulista, após 
ve1 o h - e pera: Foi uwa festa indescritl· 
• 
0 
amado Timão parou Slio Paulo. 
I

TRI 
IT3 
r; r 
~ ltD, ~ 
~.-çru-- 
Comercial 
Guavira Ltda. 
i 
1 
Matriz: Rua Marec!Hd f!oriam11 2049 - Fone 286 
FILIAIS: - 
- $NEE,USEM.AS SLC JIEMESEITGS 
SSBSEEAEIR TECES FEEREEM 
ex. Pazstal 180 - Pmmta Porã - MT. 
MATO (i osso 
1 
,._

16 10/77 
Tribuna da Fro::tetra 
ASSUNTO: 
DIA DI 
CR 
Tres Nomes . Duas Épocas • Um só Espirito. 
OS llPOSTOl S PEDRO, PI U LO E p, li U LO Y 1. 
f)()l11 mil nnos de Hl,;tôrl:1 aproxlmndamen- na pessoa do seu vgário, ucesoT de prfo• 
te, registram e1n suas páginas as memorávets [ipé dos apóstolos. Paulo VI por miserlcór. 
e lapidares palavra? de C1·Jsto: E te digo que rtla Infinita de Deus, está hoje n tedra 
tu és Pedro e sobre esta pctíra edificarei de Pedro, quul Mcha luexpuugáv<>l. p:irn dl· 
minha Igreja, contra u qual não ::,revP.l"ce- rlgh' os destinos eternos da b:1manltl11de re • 
rão as portas do Inferno. E te dnrl'i u.a cbuves rnlda pelo sangue de Cristo. 
do Heino do Céus. Tudo o que ligare. ua Pedro e Paulo, cvlaaaH da Igrdj11, revivem 
T e rr a será lia d o n o Céu , e fundem.se na pessoa do nos!IO umuclu Pas· 
(iIat. 16, 18 e 19). 	tor. São trc,; nomes, duüs épocaR, e um só 
No entanto, aquele burnllcle peKcarlor da e pírito. O nome de Pedro é simpático uos 
'l'iberiudes, despoj11do dos altos valores de próprloii lrm:los separados. é temivcl para 
herói e do gênlP dispondo upenus de um O!l inimigos da Igreja, é ''O terror cios de­ 
rico cabe<lol de fraquezas humanas, e por mônios", na Expresso de Santo Agostinho. 
tres vezes negará o Mestre na tremenda noi- Palo é um nome que define uma posição 
te da paixão. toruou-se a pedra fundurnen· acentando ne haKes do novo pontificado. 
tul o Chefe Vnlversal da Igreja de Crldt0. Num século como o nosRo, o esplrlto da um 
Como pode um simples pescador galileu Inovo Paulo faz-se urgente. 
tornar-se o mais temível o ais amável den E preciso que os homens we unam, se auxiliem e e 
tro dos homens'? São mlstérloR insodávelH ele amem. E Paulo VI proclama hem oho c,s de,·cres mn• 
Deul'l. O tóqUP de Deus abre sulcos lnflollos tuo dos_homens. da sociedade das ações entre si •. !'­ 
que os homens não sabem e nem podem co . o coraçao do l 111 comum que com ue que e<>frem., 
preenóer 	UI é o novo Paulo que, da Cátedl-a de :o Pedro deseja 
· 	socorrer consolar e abraçar todos o povos num só e 
Pedro nilo obstante suas fraquezas, Rentla. 6nico amplexo. 
order-lhe no peito a chama do amor a Cris- O espirita urdente e •ert'no de Puulo VI levará a 
to, e soube reparar a triplice neguço com H'rmo á grandeza_obra de unidade e pacificação inii­ 
os tres protestos de amor dizendo: "Senhor ada por Jo:lo XXIII, o Papa da caridade e da paz. Nilo 
•u conhec t d b 	, falta no umo pontífice eperiencia p u e tora ) 
j'é}'i?""{ ,{" " sabe que eu te amo" [cultura vasta 'e profunda'. tranqtltdídg ascé- 
As pula vras <le amor a Cristo, uniu ,, !!ca e personalidada vigorosa. Paulo VI, é o 
chaves cio poder de ligar e desligar e a co- Papa (bomsslroo) bondoPo pio, roas prudente 
roa de um reino infalível • 
0 
firme de que o muudo hrje precisa. 
Pedro é o chefe intalivel da Igreja e n Nossa homenagem de fé e amor ao Sumo 
pt1lavra ele Cristo iofalivel siio todos os • poollfice. _ 	• 
cessoreS '' 	su ós crlstaos cremos na IgreJa e cremos no 
Cristo rezou por Pedro e pela a Igreja Papa sucessor de São Pedro, porque cremos 
prometeu lhe siu preseuça constante dia. !" Palavra do _filho d3 Deus. 
"Eu es_tou convosco todos os dias até a con- ' ardlm • M:, 23 de Setembro de 1.977 
sumação dos séculos" lat. (28.20) 
Cristo hoje e sempre vive, reina e Impera 	Maria Glansante 
Franci:-co de Assis Diniz 
O "Dlu da Criança" era tradicionalmente co 
mcmorndo u 2 de outubro. De dez ou quln· 
zo nos para cfl, porl'>m, começou a r,er ce­ 
lebrado no dlu. 12, junlul'!1011te com n Dr.sco­ 
bert du Américu. 
Nurua rovh;to do SECIE (Servlco de Educa­ 
ção Cívica e Intercfimblo Escclur) d eer­ 
trla de Educço de Gnnabra, número de 
outubro de 19(31, encontramos esta expllcaçilo, 
em Jomiu. de diálogo: 
Aluno: Por que. ProfesRCJru o dlu 12 de ou­ 
tubro é o dia da Crinçu? 
Professora: Nem sempre exta data foi o Dia 
da Criança. No Inicio restejou se apenas o 
Descobrimento da América. 8ro feriado na­ 
clonul, e todos os dlvertlmeotos eram fran­ 
queados aos escolares. Quem fosse estudun­ 
te poderia Ir de graça ao cinema. 
ALUNO: Entilo era uma fcstu do cinema? E 
havia lugar para todos? 
Professorli: fio eraní só os cinemus que a­ 
briam suas portus pnrn os estudantes. No 
Parque de Diversões du Quinta da Roa Vista 
todos o~ dtvertlroentos eram de graça, desde 
que os alunos fossarµ uniformizados. 
Aluno: Mas então nilo era o Dia da América: 
era o Dia das Crianças. 
Professora: Exatamente. Foi este o pensa­ 
mento do povo du nossa cidade, que pus 
sou a chamr o dia 12 de outubro de Diu 
das Crianças. Foi 11 consugrução populo r que 
Instituiu o Dia das Crianças! Ficou mais uma 
vez prov,1do que, A Voz do Povo é a Voz 
de Deus"! 
Bem, amigos leitores, a crinnçn precisa de 
amor. Só recebendo amor pode o. crlançn de­ 
senvolver.se normalmenti;. Amor bem com­ 
preendido, sem pieguices, sem exageros, a 
mor. que não seju. cheio de "meu filbluho 
querido, nilo faça isso"! Assim como o peixe 
precisa de água para poder viver, a criança 
precisa de amor pnra poder transformar-se 
num 11.dulto que, por sua vez, a me sua famí _ 
lia, seu trabalho, sua cc,niuoldude, amando 11 
Patria e a Oeus. 
Dr. Oto Maracajá flranquioho 
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Ao primeiro dia do Mes de Ourubro ,lo 111111 de mil 1 
novecentos e setenta e ett. na Sal das Ses-ôes da 
Câmoru Municipal de Dda Vista. Estado de Mato Gros. 
su, •ub n l're,idência do Vereador oedv Leite Laran­ 
jeiru • . RENA, realizou• SI' n lhuniüu Extraortlinúrra. 
l!.stundo no horário regimental e havendo "quorum" 
legal o 5r. Presidente declarou ",•m 110111e de Deus" a­ 
berra n essiio Ex1rnnrcli11ari,1. Estiveram presentes os 
seguintes vereadores: Carlos Centurião e Ely de Ara 
l
·o Durbosu. lnicínlmenlc o r. Presidente em breve a 
ocuçiio disse o objetivo da llrunião Extruorclinári~ 
qut1 reunirnm-,e pnrn Comemorar nesse dia, o "dia do 
Veredor Matogrossense" e dando a palavra livrr, o 
Sr. Vereador Ely de Aroujo llnrbo•o • AHENA. fez o 
seguinte pronunciamento; "Um dia como este é privi­ 
légio e ele gruntle júbilo, pois primeira vez no Pula, 
rende hou11'noge111 IÍquele qu.: no •ilêncio lrubolhn pelo 
s.:u ~luniclpio, onde otruvés do Orgao do Poder Legi­ 
lo1ivo, o Vereador Femprt: está presente. Antes o Ve 
rcndor nào era lernbrodo, nào tinha mnmento de lernr 
o ~cu nome n ser conhecid<>. Trnbalhn ,.-is ,lias duna - 
nalmente para aos munícipe• rruzcndo aqui presen1t- 
1mru s.-111,r o qne é um ,lia de vcrendor. Vereador 
Cario Centuri:lo, Sr. Pre,i,lenle, dias ulrft•, sonhárn­ 
nos com este dia para ressaltar o nosso encargo e nio 
o no••o corgu, 1robalharnu• nu silênrio. lrnzendo do• 
Munícipes, problema• que muirns ,·ezes bntem as nos 
sns porloF pnrn nqui serem resol'ido•. Tenho a diur 
que ese dia foi rnuiro bem elnhorudo, .: porque 
no dizer que fora uma inspiração divina daquele que 
o criou. O Vereador não é aquele que chega ao l're· 
folio p•ra reiYindicur n seu favor, mas u fo,·or dos 
seus Munícipes, que rnfrt: o seu clin o dia e que prcci• 
a de algurm que fole por ele; E lamentável que no 
dia de hoje se com.:mora no silêncio o din do Ver<!ll· 
dor Matogrossense e só tm tres vereadores para dizer 
o que sentimo, mas, muitas vezes o número não fala 
o que Eenlc; muiros vezes fala levado sob terceiros que, 
nu subvenào leva o multidão dizer o que não sente. 
ós estamos aqui puru dizer o que sentimos, somos 
not:Dos oquel,. bomen1 que carregou a sua cruz como 
Crisro carregou 11 suo própria cruz; mas sempre cm 
pról de algum, e es e alguem _são os nosso« Munfcipe: 
entimos jubilosos, privilegiados e satisfeitos por ·er 
mos Vereador e muito nais ainda, o Vereador é aque­ 
le que fiscaliza, é aquele que legisla, apesar de que 
fiscalizar e legislar +o completamente diferente», é 
111113 1ur1•fa difit·il. Sinto· me honro tio. poi;; rll.l l:porn 
pa-sala, não existia o Dia do Vereador, e que hoje. 
digo que ser Vereador não é legislar. que no é fisca­ 
lizar. é amar o eu próximo, a +eu semelhante, partin­ 
do de cura ;,1u u curaç,1o". 
L o g o a rguir usou da palavra o 	V e r e a d or Carlos 
''enluriilo - A II E '.'i A . cnm o ••·izuinre pror:unciurn.-1110 
"Sr. 'residente. Senhores Vereadores, meus caros cole. 
as; ete momento eu no poderia deixar passar 
cm branco esta data, "Ola do Vereador" Dia J.u de 
Outubro. Cem grande júbilo digo algumas palavras, 
lioje. como t"(t'td11n, ,,u &t"ja, o Vt'rt::ador dv mais lt"IU• 
po r,,-;rn E;:réi!ia Ca,u, no diu do Vcr·udc•r. Honra me 
muito aber que juntameote com os meus nobre cole• 
gas, ao comemorarmos nosso dia, simbolizamos, não 
.cmenle nos•n repr..-,enLaçiio do po,·o belaviense, co 
,no tambt!m, a dernoc-rucia hro,.ileira. Aqui co1n
1
ivcmoíl 
confiarlo, em que podt'.1110• H:mpre ruu1prir fi..-Jmenle 
nosso dever, acima de qualquer questiúncuia partidiiria, 
colocando ncirna de tado nosso lesejo de bem B c r v i r 
"""º terra, nosso Estado e o brasil' Hoje npnnr de 
e.;;rar a Câmara , azia. ,.,,amos corn muita honra borne· 
nagendo aquele que trabalha em he11efírio de eu 
1uunfcipes". 
O Ver.-orlor Cario, ainda connratulou-•e com as po • 
lavras do Vereador Ely. - Complementando o Vereador 
Ely, di.-e: Prezado coleg_a Cario• mu110s ,eze•. o vnzro 
não representa nada, muita vreze cobre o vazio quan­ 
do suas palavras vr,n do cur:.1ç.i"' con<"reri1..nndo urn 
ideal, o "º"'º ideal. e honra me Vereador Carlos Cen· 
Luriüü ser colega de V. Era." O Sr. Presidente logo 11 
seguir disse que temos certeza que cumprinuo» com o 
noõrn dever, cm comemorur u ,)ia do Vereador ;lato• 
gros,emc, ne.ra Cn~a. comemor6ção eimple! mos since­ 
ra .... 
l oda mui• ba,·endo a trurar •.• 
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Jvan do Nascimento. 
O futebol é envolvente demnis pr deixar de ser notado, e isto ese­ 
ela]mente no Brall terra de grandes futebollstas. O_Flamengo no lo, 
Atlético em MI, Grêmio no Rio Grande do Sul. E sim sueceslvu­ 
mente sfio us equipo. que transformam n vida das cidades em que estd' 
ed1dos; dando mesmo, poderlu dizer, nova vida w tudo quando venI. 
O Corinthtans faz tudo isto que disse acima ó que em termos Naclo­ 
nuls. A vihruçlo dos belnvl ·tenses (quase todos) foi a mesma de toda 
populnçü.o brusilelrn. Quem ouviu as eml11sorns dP r(1dios rio Rio, S P., 
Rio Grande elo Sul e outras hi de ter observudo que a euforln era total. 
Por Isto é que afirmo que o Corinthluns no é só S. Paulo: E Brasil. 
Parabens Corinthians, prabens S, Paulo, parabens Brasil. Bola prú frente 
pol o Timão é Campeão! Bola prá frente que atrás vem gente. Solve 
o ''pf do Mestre" Salve n "Rua de Lazer" e Salve os finalistas do 
Campeonato Aberto de Futebol José Simplelo du Costa Marques. Salve, 
t>speclolmente, o "Dia du Criança" flor no presente, raiz no futuro. 
!<'alei. .. o pov!lo nüo ia aguentar n ausência 
e, principalmente o eslilo do é, pois é... a­ 
Inda mais que o poviio manda e rós (do jor­ 
naU somos povo. Os "intelectuais" que des­ 
culpem ... procurem II página nobre da T• i­ 
buna ... deixem o Coluniio pum o povo 
Segundo "fofoqueiro" ainda uiio iclenllfica­ 
do (Ou já. foi?) o senhor Victor Penzo esta­ 
va usado a ambuHlncla elo Fuorural parn 
entregar leite ... Interess11nle, quando o se­ 
nhor Penzo faz!a os Envlços do Sindicato 
usundo o seu carro, ninguem falava nuda, e 
agora, oi< "caluniadores" iuventain e criam 
situações comprometedoras ao honrado presi­ 
denle (do Sindicato) ... 
No acideote ocorrido na Rua Duque de 
Caxias, entre um Chevette e uma viatura do 
Quartel, houve um desentendimento com o 
chefe da Ciretrun e um sargento. ~liio va­ 
mos criticttr niuguem e muito menos defen­ 
der u[guem. Vamos, apenas. deixar um lern­ 
brett,: "Bela Vista é uma. ci<lnde pequena, 
onde todos se conhecem e convivem harmo­ 
nicamente. As relaçõei; entre <'ivis e militares 
estão fundamentadas no respeito mútuo e na 
convicção de que t0dos esl!l.o cumprindo o 
seu dever. 
Estamos elaborando a ediçüo festiva do 
Natal. Reserve o espaço para saudar os ami­ 
gos. Participe. 
2 
Na ?róxlrua edição, o relato do Jota Jota 
a respeito da assinatura da Divisão... Ele 
foi lá .. - e voltou enluslusurndc, ... 
Bem. .. só urua frase: Coriothlll.llS Campeü.o ... 
□o 
Tribuna da Fronteira 
Leia e Assine o J oroal 
Tribuna da Fronteira 
Pedro Pedreira 
trn o Caca e Peca. em protesto. se retira­ 
ram do Torneio Jherlo ... e tem ais. .. um 
dos integrantes do lplranga &firmou que es­ 
te torneio foi preparado pura o Cereal Ouro, 
o 20 de Julbo e o União se classificarem, 
eles não esperavam a atuação do lp!ranga ... 
Povo ela Vila Nova, ai está a energia elé­ 
trica, os po!ites de 00ncrelo estü.o sendo co­ 
locados, núo esqueçam, eu 11empre trubolhei 
pela Vila (nu próxima ,;crei candidato a ve­ 
rador). É sério mesmo. (sie ) 
E a Tribuna voltou ao formato lublóide. 
Nào é &conomia de papel. viu ave agouren­ 
ta ... O que ucooleco, mister, é que estu­ 
mos prepurando os diagramadores para a 
grande surpr!.!sa de 1978 ... Off l-ietl. E a cri­ 
se? Nem, o pessoal du Tribuna sempre está 
em crise, então vumos viver a Crise com 
mais progresso, tais jornal, mais povão ... 
sempre em frente ... com fé. Falei em "sur­ 
presa" e cotei o milagre. Mas ai esta: Em 
1978 a Tribuna será impressu em Off Sett ... 
em nossas oficinas não vamoe "alugar" 
impressoras não . 
Olha: sempre que "o cara·· da Prefeitura 
contrariar ordens do pre[eito e nüo apohn 
us nosgas indústrif,; e nosso comércio, va­ 
mos gritar. Na próxima vamos dr o nome 
clu ''individuo" que niio •·gosta das coisas 
ela tPrra". Suma bicho. 
Carlos E'y Sá de Medeiros ... um nome ... 
uma tradição ... ele está começando a dina­ 
mizar !i política bela vi tense ... 
Hem pessoal, estive ausente e estou meio 
A "turma·• do CIub Ipirang gritou contra por fora dos grilos belsvisterses, mus na 
u atuação do juiz (Kalire) em sou jogo con- próxima, a coluna voltará com força total. 
- 
Jogando melhor e sabendo manter urna 
certn tranquilidade, :) rime do Cereal Ouro 
conseguiu a almejada clssificção Apesar 
do calor e do sol ( o jogo começou as 14 ho­ 
ras) grande número de torcedores foram as 
sislir o clássico e tão iram decepcionados. 
A Prefeirura que tambem precisava da vi­ 
tória para classificação, não ofreceu mui­ 
ta resistência uo time d'l Edewar. O jogo 
foi no EstAdio Otávio Fontoura, o juiz foi 
Sebastião Knlife e no final do encontro o 
placar anotava: Cereal 2 X Prefeitura O. 
O JOGO 
Os dois times iniciaram a partida com os 
"nervos a flor da pele", pois ambos preci­ 
savam da vitória Sentíamos o time do Ce­ 
real, com uma melhor esquem tização de jo­ 
go e muito envolvente pelo Setor esquerdo, 
onde Nelsinho e Alemão faziam misérias. A· 
pesar do mpelo inicial, o quadro da Prefei­ 
tura, demonstrava fragilidade !IO seu setor 
ofensivo e apenas Osvaldo segur11va. "valen­ 
do tudo'', o ataque do Cereal. No quadro da. 
municipalidadP.. Ivan arriscava uma invest!­ 
da. mas a defesa do Cereal estava muito 
bem plantada com Fernando garantind0 a 
barra. Foi um jogo disputado e serviu como 
prova.: quaorlo os pupilos de Edmar "que­ 
rem jogar", eles sabem o que fazer com a 
redonda. 
Club de Caça e Pesca 
_Dia 09/p/p houve uma festa de familia, 
aqui em Bela Vi:ta. E foi no Clube de Caça e 
Pesca. E que festa bonita:mais pela sua simpi 
cidade.Foi servido tanto salgadinho, tudo feito 
pelo casal querido do Caça; Pesca,' D.ª Ilda e 
Sgt. Inoé.Contamos com as presenças de qua­ 
:se todos os nossos companht·iros. Inclui;ive o 
ator torcedor do _time.sgt. Ramalho. Houve 
muitos disgur5os, Salgadinbos. Coca, Farta e 
Cerveja. Estivamos comemorando a vitória 
do Time sofredor Ipiranga, num placar de 
3 _x l: pr,1s, o lplranga em to!.la pria•eira fas•I 
,mo 1mha sofrido uma de.rrota. - 
,, 'Focou o Caca- OI O1é OI4o Caça 
em otando pra quebrar 
Josino 	••• 
SI 
me 
e, 
• al 
e 
P. 
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