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j' ORJIVAPB % 
O loaldo Ptrrlra 
7 
TRIBUN D TEI 
Fundador Ivaldo Pereira - N.o 267 -. - 23a30/10/i7 - • Bela Vista - Mato Grosso 
ESPOSTI O 
DO IPIRINGI 	I 
! Em primeiro lugar, o que tenho a dizer ao I te essa receita, que Isso lhe fará hem allvlu- 
tegrante (segundo o que foi publlcado pa- rá suas dores de cotovelo ' 
,l Tribuna da Fronteira do dia 16 de outu- -Vamos deixar de idéias sujas, anti-sóciais 
o 1977) _que o objetivo da Comissão Orga- anti-esportivas, unirmo-nos e junto lutarmos 
lzadora Juntamente com os presidentes de pelo nosso esporte, pelo bem estai· de nus­ 
guliJlls ll construir e não destruir, como la· ses filhos, e do povo belavistense que mere­ 
m uma mela duzla de pessoas, que confor- ce um pouco mais de respeito. 
e pn>cedem, só querem participarem para Peço para o tal integrante do Iplranga E. C 
r mais oportunidade para a 1lestrulçao, não (apesar de não saber quem é e não me ln­ 
nam em colaborarem com as pessoas que teressa conhecer tal pessoa de mentalidade 
tam pelo esporte belavistense, sempre ata- tão baixa como se revelou, tenho medo que 
ando árbrltos e bandeirinhas, que nada ma- Isso sej». contagioso) analizar os fatos que 
faz~m a não ser colaborarem com nosso levaram u Ipiranga E.C. retirar-se do campe- 
• aporte, e ficarem ouvindo palavras de bai- onato para depois falarem pelos cotovelos 
o calão de pessoas ali presentes. Se alguém como falaram. 
11A com dor de cotovelo, eu receito um re- Até a próxima amigos 
édlo: Prucure construir, ou isto lhe faz mal? 
u passo uma contra Indicação: Colaborem 
/1m quem quor construir, vamos fulano, ten- 
Moncl11r Rosa Correa. 
Pres. dl Comlssiio Organizadora 
Sr. Redator Esportivo, 
À hem da verdade. vimos et1cia,ecer uma 
Ola inserida em ''É, pois é .. :·, edl~ão n º266 
limo, con relaçiio à nossa participação no 
rne!o Aberto: 
l) no regime presidencial como é o deste 
. ube, só o Presideutf' tem condições de ex­ 
~lr oficialmente qualquer opinião em no­ 
o Esporte . Club Ipirnnga; 
• li niio protestamos contra a atuação do Ju­ 
} (Kalife): 
~ nilo e·stamos de acordo com a informB­ 
io de que o torneio foi preparado para ou- 
! hs equipes; reconhecemos o mérito indiscu­ 
hel du idéia, organizado que loi o torneio 
, • hra movimentação e cougruçamento do es- 
te;te na cidade. 
d) a retirada da equipe do torneio foi de­ 
rada por mim, pelo simples motivo de 
e a sua parlicipução tinha finalidade des- 
tlva, de entrt:laçumento amigo; ora, se 
E S P O R T E S SEM 
FRO T IRA 
Carlos Castilho, ex-goleiro do Flumluense 
e da Seleçllo füasllelra, volta ao Operário 
de Campo Grande. E, com isto, as esperan­ 
ças do Carljó se exoandem e é como e ti­ 
vesse havido uma rajado, forte, de vento tl­ 
rando todo o marasmo que havio. se apode­ 
rado da Equipe. 
Ca11tllhn, o leiteiro, o sortlsfu, mas, acima 
de tudo, o profissional responsve! e hones­ 
to. Castilho o hoturetu q.e dará, parece, ao 
Operário una melhor estrutura de equipe e, 
cem isto, provará que experiência e eompe­ 
tência tem sua vez no melo em que atua. 
Vi diversas vezes, Castilho jogar e, sem­ 
pre, obeervel ihe a maneira de agir. Nervo­ 
são, gesticulador. briguento, com os próprios 
colegas, em defesa de vitória e, consequente­ 
mente, dos bichos melhor1•s e permtrnentes. 
Foi este o Castilho que conheci, apesar de 
nunca ter-lhe upertado a mão, num cumpri­ 
mento, was de quem fui. sou t> serei fã. pela 
maneira de agir profisRlonalmente. E este o 
homem que poderá levar o time do Operário a. 
uma situação invejavel dentro do Braeilelrão. 
Ivan do Nuseimento 
Ao é, Pois 
16/10/ 
., 
e. 
77 
de 
F 11 T 
''O CARRO DO ANO'' PROCURE 
AGENTE LOCAL: 
num jogo 3 elementos, isto é, 1/4 do quadro 
é expulso de campo, ele não tem condições 
de participar de nenhuma disputa· é sinal de 
inolsciplina generalizada do quadro, pois e- . O. coletivo turma, foi bem empregado, pois 
xiste um capitão_pura reclamações legais; a- sigruflca uma parte de um todo. 
po1t1mos 11 atuaçao do Juiz e de todos 
06 
Minha intellgl!-ncia não ceita que quem 
Juizes, pois se não h"ouver uma rigorosa • gas
t
ou tante dinheiro com uniformes, que ce­ 
plicação das leis esportivas, teremos 
O 
cátJs dia condução para os atletas, possa descer 
no campo. · 	de seu pedestral para tão baixa eova. 
2. Lamentamos, mais do que nfnguém nos- , Nuo consigo compreender que o atleta que ~ 
a retirada do torneio. mas sim agimos atleta na verdadeira expresso da palavra 
para não desmerecê-lo, pois foi oferecido diga·se de passagem no E.C. Tplranga tem 
um espetáculo deselegante de indlsciplina es- mm.os, pois bem os_conheço de outras jor­ 
portiva, e, enquanto a equipe não estivrr nadas, possam ser tao fnvolns. Es1-a turma 
em condições ae coinparE>cer, dentro da lei deve ser quem levava garrafas de cachaça 
para cumprimento de todas as regràs, não para tomar no campo de futebol. deve ser 
furá. 	quem_permitiu que atletas que jogaram de 
Esportivamente manha, fosse assistir futebol à tarde com u- 
Esporte Clube Iplranga nlforme do Clube. bem não custou dinheiro 
Elias Barbos dessa turma, 
Presidente Se 
O Juiz errou, êlê é humano, e todos s- 
bem que não existia outro na oportunldaàe 
O Sr. Elvio e ~aturnino que :;rie do E e· 
Ipiranga e fazem parte do quadro de árbitros, 
cujos rapazes merecem todo nosso respeito 
suo testemunhar; dls!lo. 
_ O á~bltro (Kalife) reconhece suas limlta­ 
ções fisicas e técnicas, mas não admite par­ 
cialidade nem baderna. Se o torneio foi fel­ 
to para os clubes citados, eu não sei, só 
posso ahrmar que a personalidade do Mon­ 
clar e do Edmar_ estão acima da classlUcaçllo 
de qualquer eqmpe. Pelo 20 de julho respon­ 
do. estllu:oi3 acostnmados e sabemos perder 
com a mesma digidade que recebemos a 
vitória. Com a saída do E.C. Ipiranga (u 
deve ter sido ar is@vc«o d« tá 
ma da garrafa, o 20 de julho ootinuari& no 
campeonato, fomos dos primeiros a suste­ 
nr 9ue fi";A~Se reAlmente quem tco mé:rilos ~ 
Fica assim provado, que fazemos espor. Para 
ei. ano iier, reísGio se ri ,,g;"" 
ce nossas considerações, par :, ere- 
ises que tanto neces;ia"";Z}""r crri» deses Noedi Leite Larangeira 
_ ___________________ ..;;;._ __ ---!. 
Aqui não vai nenhuma resposta a turma 
que disse a essa coluna, as coisas que vem 
da lama rola como lama e só chega a ser 
Iodo. 
Kalife

Bela Vista - Mt. 
Tribuna da Fronteira 
($%9 Mi.ESn 
23 10-77 
ICO 
Dr. Roberva l Borges 
É precJllo rle Rotary nüo deixar qual­ 
quer ulusão o transcurso das efemerldes as 
datas festtlvas e o dia das profissões. Como 
no próximo dia 18 de oatubro corrente co­ 
memorn-se o dia do m ~Jlco, esta reunião é 
dedicadu em homenagem a esta classe. Por 
essa razão e como sócio representativo da 
classlfhmção de medicina, atualmente único 
do Rotary Club de Bela Vista, incu::nblu-me 
o companheiro presidente rte fazer umu pe­ 
quona palestra alusiva a esta data. 
Falar em medicina é falar de sua história 
de seus feitos, de seu progresso. Ser médico 
é acompa.nhur esta evol•1ção 00 dia a dia 
de seu mister. 
A medicina é fllha nata du fllosoYia e er­ 
ram os que querem deserda-la de~tu fi­ 
liaçío e tia-la às ciências naturais, porque 
supervaloram apenas um pequena faceta 
de um método geral de pesquisa do progres­ 
so médico. Sem dúvida que o grunde salto 
da ciência e da arte rnMic1:1 resultou da ex­ 
primentnção com snuas amplas possibilid­ 
des. A ufania da experimentuçüo ··positiva" 
como se ela só nos pudesse levar à verdade, 
nlío pode empa nnr um conceito mais amplo 
ê a filosofia que deve nortear a expertmen­ 
tação, sendo esta apenas um método para 
pesquisar e verdade. A _experimentação que 
leva ao conhecimento novo nüo poüe toda­ 
via levar a conclusão de que não e deve 
estudar históricamente o conhecimento ante­ 
rior. 
Partindo desse raciocinio lógico podemos 
afirmar que a medicina forma parte essenci­ 
al e fundamental da civilizaçii o moderna, 
seu progresso é um índice fiel do progresso 
social - que por suo vez - lhe determina seu 
desenvolvimento. Ao brado médico em relação 
ao Individuo e à coletividade é sempre um 
espelho e uma decorrencla <laa trausmuda­ 
ções de sua época e se torna cada vez ma­ 
is vidente, como foi acontecer no caso da 
explosão demog-rafica, da re,; alução lndus­ 
trial, das lutas de clnsses ou sob qualquer 
aspecto de convulsão social; sendo finalidn­ 
de da história ctar a geuese e evolução des­ 
ta aç!lo. Por lSll) caros companheiros, dese­ 
jo enfocar nesta palestra um pouco da bis. 
tórla ila medicina e citar alcruns de seus lu­ 
minares. 	. 
A medicina ê tão velha como o .homem e 
como o ·sofrimento humano, que ela se es­ 
força em curar 011 al!viar. Se admitirmos a 
divlsilo clásslcJ. de aua história, vemos que 
travessu 3 periodos: religioso ou ontigo; fi­ 
losofico que culmina com Hipócrates e cien · 
tifico ou moderno. 
No início porem, antes que o periodo re. 
ligioso se condense, encontramos uma era 
nebulosa de feitiço e mugiu. E a pre-história 
da medicina, da qual nilo subexlstem docu­ 
m:mtos. Nestes tempos remotos, mágicos e 
curandeiros tinham a investidura da arte de cu 
rar mais em benefício próprio que do próximo. 
Mais tarde, com e progredir de sua evolu- Barn:ml no Hospital Groot-'ihure da Afria do sul já. 
ção, surge o periodo religioso em que u me- é realidade hoje em nesso paí. 
dlclna, Instituição do estado como a religião, 
é exercida por sacerdotes, médicos <lo ,:orpo 
e du almn, em proveito dos fieis, nos seus 
templos e cultos. 
No exerclclo de suas àtlvldurlrs tinham es­ 
ses sacerdotes consciente ou inconsciente­ 
mente no.mos rle conduta aprovados pelo 
senso comum exigidas, muitas, pela coletivi­ 
dnde para seu bem e Interesse ou pelos pró­ 
prios profissionais em prol de seu prestigio. 
J'.s'licn devia o médico cuidar com solicitude 
do doente, ter conduta m<•ral Impecável ala­ 
da _que fora do exercicio _de suas atividades 
médicas própriamente ditas 
No periodo filosofico da medicina surge 
Hipócrates orlund~ do ramos dos médico­ 
scerdotes Asclepíades, nuseido no ato de 
460 AC na ilha de Cós e cognaimado o psi 
da medloina. Embora nem todos os 55 trata­ 
dos reunidos hoje na Coleção Hipocraticu e­ 
jarn de sua autoria, não resta a menor dúvida 
que este grande mestre da Grêciu antiga, até 
hoje sem paralelos, foi um verdadeiro gênio, 
pois seus 6ditos trancendem os séculos e se 
perpetuam até hoje como o seu famoso jura 
mento que nunco é demola repelir por ser olé nossos 
dias pudràu de ética e moral médica: E o seguinte es­ 
se juramento; Prometo que ao exercer a arte de curar 
me mostrarei sempre fiel aos preceitos da honestidade, 
dn cnridnde e •ln ciência. Peneirando no interior dos 
lares meus olhos serão cegos; minha !ingun calará us 
segredos que me forem revelndos, o, quais lerei como 
preconceito de honrn: nuncn me servirei do miohn pro­ 
fissão para corromper os costumes ou favorecer o cri 
me. Se eu cumprir este juramento com fidelidade, ge­ 
ze eu a minha vida e minhu vida e minha arte com 
boa reputação entre os homens e pnrn sempre. e de­ 
le me afastar ou infringir, suceda-me o c o n t r ári o, 
Vem a seguir o período cientifico ou 
moderno da medicina que de cem anos para 
cá oferece o muis extraordinário panorama 
de que a .humanidade tem conhecimento. 
Tudo que existia ates era apenas tre- 
vas de ignorancia de sofrimentos de tenta• Despersonalizou-se o médico. se este não l 
tivas infrutífera:> na ~scuridão Fruro da ex- tem os seus clientes por igual e para conso- °' 
plosiio industrial a medicina dü saltos gi- lo nosso, não tem estes os seus médicos 
gantescos, torna-se mais ciencia. Pe quisado- aos quais posaam procurur nominalmente ta 
res como Pasteur invadem o mundo dos in- pela confiança neles depositada, por um con­ 
[initamente pequenos e demc,nstra:n cabal selhc de amigo, por uma fjimpatia ou dlnl­ 
mente a sua presença papel e importuncia nidade especial, fater psicológico de mouta 
como ecausodores de doenças. ·enner se nvte- nos benefícios !erapeuticos que tanto a me­ 
inGcula para demonstrnr a Inocuidade e o dteina psico-somática exalta 
alto ·valor da Vacinucü.o. No campo da ci- 
rur-gia em lê. t0.1846, Thomas William Morton 
realiza com sucesss a primeirá narcotização 
anestésica com o éter, pedra angular da cien 
eia operatória, cujo campo se r~striogi1.1 es 
tacionário há seculos reduzido imµiedos1.1men­ 
te pelo poder absoluto da do1 i<', restrito por 
medo à febre truruatica a raras intervenções 
de extrema necessidade. Como un terreno 
ferlil a upressão da dor velo <lar origem a 
uma sucessão infinita de feitos pioneiros e 
de -progresso a té1eatã•.• inimagioá veis. Já em 
nossos dias assistimos estarrecidus à era 
dos transplnte> que iniciado cum Cristian 
E paralelamente a esse progresso social. A arte de 
curar limitada n um número reduzido de população e· 
xigia cada vez mais menor marginalização dos de ren- 
du per-capita !,a_ ixa e não pr>dia H, dnr no luxo ,lc tra• 1 
tratamentos onerosos, hs grandes nomes da ciência 
vão desaparecendo pais já não e funciona maia ozi­ 
nho e im em equipes. A medicina pessoal dá lugar à 
medicina previdenciária, à medicina social, com +uam 
vantagens e desvantagens com eus erros e seus actos, 
e rujo escopo principal é alentar pnru os probleru11• 
'ue as questões soriai. onvol'cru. Viwu de.1'ur1e à me-1 
I roria dn ;a(,de coletivo 
e daí até a necessidade de desdobrar a me- ] 
dlclna ciência em nova ciência, rxatnmrute . 
esta medicina oeial quo é a parte des ci­ 
encias sociais q:e estu 'a os f tore- médicos 
que hé nas questões sociu.s ou de cutramu­ 
neire se preferir o tudo dos fatores socais 
que há nas questõ1·t! médicas. 
Sem sombra de dúvida a noi.sa medicina 
de hoje é um uprlslonamrnto sem Ce8ar e 
crescenle de nossa proflsBão pelo Estado. 
, e por um ludo ela vem de encontro ao 
atendimento das aassas que cada vez mais 
exigentes emn concordância e em decorrência 
do aumento do poder aquisitivo de melhor 
comuatcaçiic, e dP. todoa º" fatores do pro­ 
gresso, por outro desaparece o médico da 
livre concorrência. A medicina se tandarti­ 
zs-se tora rotineira e cansativa. liita os ! 
horizontes. /. r:;ecanização da atividade dcs­ 
merece o idealismo, abafando a ação do es­ 
pírito, traút1forman.do a medicina em Rlmples 
arle, matando a ciência que nos legaram se­ 
us maiores pontíflcea. 
E ai estamos minha gente, meus caros co­ 
legas meus eompaoheiros de Rotary. A épo­ 
ca de hoje é a. êpoca da medicina social, j 
nova ciencia, realidade, Irreversível. Boa ou 
má depende de pós aprimorá la, torná.la ú­ 
til e benfazeja às partes nela envolvida, mas 
pessoal ou prevident:iária, curativa ou pre­ 
ventiva sua meta é sempre o homem e a. 
tras desta meta estará sempre o médico 
com suas glórias ou suas angustias curandol
1 
quando pode; aliviando o uis das vezes 
mas c,onsolando sempre. 
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o 
Tribuna da Fronteira 
ENERl·L 
O presidente Ernesto Geiel é o primeiro presiden­ 
te da Ilevolução de 1961 que rxoncrn 11111 mini•lro do 
Exército, 'Também foi o primeiro punir ostensiva­ 
nwntc um general de Exército, Ednardo D'Avilla Mel­ 
lo, em janeiro de 1976, Estes gesto, sem precedente», 
indicam um estilo de goveraar que tem desnorteado 
mitos nnlistas e, inclusive, os próprios militares 
Senu estilo é considerado, em geral, agressivo e per­ 
sonalista e mitos militares, inclusive, agora, o pró­ 
prio i:••nernl Syh•io Frota, temem que esses pe+tos in­ 
dividunis possam colocar em risco u unidade corpora­ 
tiva das Forças Armadas, ou mesmo o regime de po­ 
der viver viente no País, 
Essa interpretação sofre do excesso de simplificaçio, 
além de níb lcvur em conta o nmplo leque de signifi. 
caçoes que cada gesto presidencial rontém e produz. 
Em primeiro lugar, o general Geisel sempre agiu em 
nome da hierarquia e da disciplina militar, enfeixan­ 
cio o Princípio do Chefe que norteio geruln,enlc n con• 
ilutn ilo soldado no interior doa Forçns Armodns e 
também nn esfera clu vidu púhlicn. Os ~cnerois Frota 
e o· Avi11n lldlo nilo fornm punidos em nome le ra­ 
zoes políticas, strictu sensu, mas porque nilo curnpri­ 
ram à risca, cm suas áreas de responsabilidade, as di­ 
retrizes prc•iilcncinis. 
Pode-se chnmnr tuilo isso ilc rncionnliznçiio para jus­ 
tificnr umn nliturlc poHrirn, e pode até ser, mns o cer­ 
to é que esens rnztics tem 11111 peso imporlnntc na for­ 
mo das decisões, quando estas se referem o rnilirnrcs. 
D ponto de vista estritamente político, os gestos 
do prc,iilente, no punir homens ilo própria íl~'oluçiio, 
tem uma significação mnis amplo, pois pretendem jus­ 
tamente mostrar que Geisel pode e deve transcender 
o Sis1e1110, estar acima ilcle, e colocá· lo sob o conlro· 
le de princlpios que supõe desvitruoilos 110 prática. O 
general Geisel é o primeiro presidente da Revolução 
ilesilc Castelo Bronco, que pretende falar niio cm n!l• 
me do Sistema, apenas, mas da ação como 11111 todo. 
Evidentemente, OF prcsi<lcnles anteriores tnmbém 
supunhnm fnlur em nome da ação; contudo, sua prá­ 
ticn polllicn sempre tsbnrrou no jogo pendular entre 
"direita" e "esquerdo" do regime vigente. Tinham li­ 
limites eatreiros determinndos, frc11ucn1cment•·. pela 
"linho duro", o núcleo que se pretenrlc portador da 
legitimidnile e intérprete dn .,pnrczn" rc'olucion{1rin. 
Clnrnmcnte, o general Frota fazia parte desse núcleo 
dos "puros". A incompnribiliiln<lc entre ele, . e Geisel 
jamais foi, corno o próprio general Frota demonstra 
em sun 11010 ilc ilcsprdiiln, i<lcológicn, leio. <lo ,in[!ulo 
<lo presidente Gcisel. 
O estilo do general Geisel nil.o é ideológi­ 
co no sentido tradicional do termo. ~!üo re­ 
presenta o setor comprometido com presr:ri­ 
ções estritas de corno deve ser o processo 
revolucionário de 19fH. l üo é da "esquerda", 
nem de "direita•·, mas associa urna visão da 
Nação, como uma unidade integrnda. a de­ 
terminados princípios hásico pelos quais se 
norteia e esses princípios são 1 parenta dos, 
ainda que nfl.o sejan exatame::te iguais, aos 
do ex-presidente Castelo Branco. Geisel tam­ 
bém não é um pragmático, como muitos pre­ 
ferem interpreta, de modo simplificador. É, 
antes de tudo, um homem que quer passar 
pra a História e que tem uma certa visão 
histórica dos problemas sociais, políticos e 
econômicos. 
Seus gestos não sü.o aleatórios, nem o pro­ 
duto de um temperamento teimoso e contra­ 
ditório. A psico-blstória já saiu cle moda hã 
nlgum tempo, e, ainda que traços de sua per­ 
sonalidade encaixElm-se perfeita.mente ao pro­ 
cesso político que desencadeu ainda em 1973 
no Largo da Misericórdia, não s!ló as únicas 
de rlndlr as Forcas Armadas sempre têm o 
sentido ele buscar algo associado à ldéla de 
unidade acional. Se o presidente será feliz 
ou nüo em flUa~ rnetns, se terá fôlego ou 
não para a tarefa de transceder o istem, 
é uma Incógnita. A luteoção, porém, ex{ste, 
e materializa se em ações concretas. 
A esta estratégia, Gel.;el tem acresceulaclo, 
uma tática "gaulista" que consiste em dar 
to Jos a oítid11 lmpressilo de que u vltlma • 
coostonte de fortes pressõt-s vl11das do lnte· 
rir do Sist·ma, às quis precisa antecipar­ 
se ou enfrentar, Na maioria das vezes, e8su8 
pressões são mais upurentes do que reais, e 
o comando da ação !ica, <le modo garancldo, 1 
com o presidente. Jll.nlo Quadros tentou usar 
·sse expediente, típico, aliás, do procedimnen­ 
to ric um general de Estado-Maior, mus o 
ex-prt:tiidErnte não cbegou a ter multo suces• 
fio. Geist>I, o mais po
1
ltico de todos o8 prel­ 
dentes da Revoiução de 19G4, tem obtido 
mais êxito nessa tática "bonapartí<-ta", ape-I 
HUI' da conjunturn er.:>nômlca e social desfa- 
1 
vorúvel. Até que ponto porlerá Ir, afn,Ja alio' 
sabemos. 
e decisivas determinantes de sua ação. 
Tudo iudiea antes de tudo, que o genernl 
Geisel tem umna noção aguda de ter um pa­ 
pel na História. que pretende imprimir uos 
desline,; do País. Se está certo ou errado, 
isto é outro problema. Mas não dúvida de 
que prl'tende coloenr-sc nclmu dos partidos, 
das classes sociais e dos próprios grupos 
funcionais, militares e tecnocratas, que estão 
na geetiio do Estado hoje. 
Seu estilo lembra muito o tio general De 
Gaulle, um lí<ler que não hesitou em colocar 
a OAS em seu devido lugJr. correndo, parSJ. 
isso, o risco de clesngrad:.tr poderosos gru­ 
pos ldentificiidos corno o flanco mal conser­ 
vador das Forças Armadas Francesas. De 
Gaulle puniu generais e mioistroc;; do Estado. 
Chegou a levar aos tribunais honrens como 
o general Snlan, herói de muitas batalhas e 
enrogé da guerra argelino. 
A comparação, certamente, será conside- 1 Um exemplo patente que mostra as dife- 
rada exagerada por muitos. Dirão que é elo- reuçns rle estilo é a própria escolha que o 
giosa demais pura o general Gt·isel. ias é presidente Geisel fez para substituir o gene- 
uma comparnçiio puramente diferencial. ral Frota. Escolheu o general Fernando Be 
i1 o s t r s. ê s t i I os d EI p o I í ti e as, tblern. ccnsiderado um .. linha dura" e ho- 
a m b as d e um viés fortemente rnem do ·Sistema por excelência. Com isso, o 
a_utorltário, é verdade, mas comprometidas presidente dividiu a ,.Jlaha dura" e paralisou 
com urna idéia de "grandeza nacional". uma possível resposta negativa vinda do in- 
0 general Geisel tem n té o Acordo Nucle- terior da carporaçü.o milirar. Se pusesse um 
ar com a Alemanha. a lembrar, rtomotarnen- "I i b e r a l" no Ministério do Exército, 
te, a force de frupµé do general De Gaulle. com fuma de "mole'', ac; consequências snl­ 
Falta-lbe seguramente o talento literário do arn lmpre·1isíveis ... 
velho herói da Resistência francesu, e a fle- 
xibilidade política do conservador renitente 
que enfrentou la chienlit em iIaio de 1968. 
Jmbós, porém, têm em comum uma certa 
ousadia ''bonapartistn." - a coragem de não se 
encostar à "direita" ou à ''esquerda'' - e de 
manter uma linha de conduta que visa, antes 
de tudo, a "paciiicação nacional". Os gesto,; 
de Geisel, mesmo quando· passam pelo risco 
A política de Geisel, e Pie tem uma, dife­ 
re enormemente daquela apresentada pelo 
ministro Sylvio Frota. poi,; é antes urna prá­ 
xis que se adequa. 110:; vários momentos hls- 
1órico~ que vive a sociedade do que um pro-. 
grama dl:' pre;;crições irlPológlcn<'. A meta é j 
definida - a unlrlade nacional e a criação de 
uma "grunde" potência.. Só que 03 caminho3 / 1 
para isdo niio f!Ü.tJ tão lineares. Aliás, quem í 
não compreender isto, seja de qual posição 
l'or, esteja dentro do puder ou não. poderá 
sofi-er os rnesn10s tropeços do general Frota 
- um militar típico. homern redimente sim­ 
ples e direto. mas que não conseguiu perce. 
der que os tempos exigem alternativas e es­ 
tilos mais complexos do que o seu 
A general· Geisel, em suma, tem o estilo de· 
quem, pela primeira vez, quer escapar à eo­ 
grenugem du máquina do regime, para ten­ 
tar readaptar o Estado a um momento histó 
rico da Nação.· Resta saber se chegará at 
o fim. 
s 
COMÉRCIO 
1/1) 8íl 
' fE REPRESENTAôES 
t 
ª" 
Mauro .Jorge Gusmão 
Adubos, Inseticidas, Herbicidas, Senentes, Calcário±, Tratores Ford, Implsm :ntos, Colheitadeiras Ideal, Cataventos. 
Brevemente filiais em Bela Vista e Antonio João FILI 
Avenida Brasil 2286 - Caixa Postal, 203 
Ponta Porã 
79.-900 
Mato Grosso

1 
1 
1 
1 
'Tribuna 'da Froutelra 	Suplemento 	2::l-10-77 
1. 
.: 
1 
SINDICATO· RURAL DE 
Carta , Sindical de 9 de Maio de 1968 
Ministério ·de Trabalho e -Previdência 
Social 
C. G. G. MF. 03.168.960/0001 
Rua' Cel. Cámissão 750 - Rela Vista - Mato Grosso 
BELA 
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VISTA 
• ' 
A classe agro-pecuarista de Bela Vista, reprsentada pela Diretoria d0, Sindi- 
kii. .á «»»e.si a «»si, nicles 4' oi.cs4a» 
·contra 
O 
seu presidente, Sr. Vitor Penzo, vem de público, através da imprensa, 
hipotecar Inteira e total 1101idarledade uo Sr. Vitor Penzo_, não aceitando as acu- 
1
;ações feitai3 na Tribuna da Câmllra de Vereadores por acha.em-na6 inverídicas 
e rlesabonadoras a honra deste companheiro. 
N 
..o.9g"";g;; Pero 
Pior urano 
Curumila Loureiro de Almelde

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Tribuna da Fronteira 	Suplemento 
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e-nvem as costumeiras. mensagens. 
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.·qn' :{ $177.4 ,0±ldn; ·', Ir .atas'i ;o!i! »e, »tobias1q n9a 0 B1)0 
-D):. : 6bn!jy±si+ ,xn'! :{ : on ·íuy!·/:+:/i!o Jr),) ;Ji 1uelo,ir' 
':1,· l' l'l:"J :i i.1 II',LI!»> 90! e%o !:. i 	b is) ;;j, :-:i!IJdhT r,:: ~._,J,':.] J'>fr_,,, .. 
Reserve seu espaço... 
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Bela Vista -Mt. 	Tribuna da Front Ira 
23-10-77 
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Comercial 
Guavira Ltda. 
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[rotores Valmet 
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 Selecionados 
 
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1 
Colheitadeiras S L C 
Assistência Técnica 
Matriz Rua Marechal floriano 2049 
i ' . ' 
[ FILIAIS:- AMAMBAl 
i 
J 	_____,J 
- 
fone 286 • CX. Postal 180 
Implementas 
Permanente 
Pauta Porã -- Mt. 
BELA VISTA - MATO CiROSSO

Tribuna da Frantelra 
EXCE 
PREOC 
A colheita de arroz estimada para o cor­ 
rente ano em território nacional é de 10.522. 
doo toneladas. Mesmo cor.siderando-se Te­ 
duçl:l.o para 8.6000.000 toneladas em couse­ 
quênc!a da seca de 4o dias em Uolú:1, Mlüas 
Gerais e São Paulo, a safra deverá situar-se 
no nível acima indlc:ado por cus dn colhe!­ 
ta do arroz Irrigado rio Rio Gr,rnde do Sul. 
Uma vez que o consumo interno deverá. 
mnnter-se em 7,7 milhões de toneladas, ocor­ 
rer um excedente de 9000.000 a um milhão 
de toneladas, as quais, juntadas ao eetoque 
atual de um MIihão, formarão aproximada­ 
mente 2 mllhõ!'s de toneladas. Tal fstoque 
preocup11 os produtores e o Governo, afir. 
mou o Sr. Hélio de Almeida Brum em cen 
ferêncla perante o Conselho Técnico da Con­ 
federação Naólonal do Comércio, quando tra­ 
tou da· "geografia do arroz". 
Ao enfocar o plantio de arroz no Brasil, o 
conferencista disse que o produto foi intro­ 
duzido aqui pelos colonizadores portugueses. 
passando rapidamente a figurar como um 
dos gêneros essenciais na 11limentnção do uos 
ao povo. No Rio Grande do Su.J, como em 
outras regiões d() mundc. o arroz é nultlva­ 
do com Irrigação, ao passo que aoutras re­ 
giõtia o é no cerrado ou espigão, sendo ch!l­ 
mado arroz de sequeiro. 
Quanto ao rendimento comentou o Sr. 
Almeida Brum- pelo. seu aspecto importante 
de produtividade, importa destacar as cifras 
correspondentes ao RS com 3.935 kg/ha San­ 
ta Clltarina com 2.349 kg/ha, e SE com' 2.871 
kg/ha com área irrigadas. O Rio Graude do 
Sul com 113 da área cultivada em r,;laçii.o 
a Mato Grosso (iio5.oo x 1.G45.ooo ha) produz 
cerca de 75%. 
COMERCIALIZAÇÃO 
O Cereal oriundo das regiões produtoras 
do Pais, segundo o conferencista, difere en­ 
tre si, n!io só quanto ao sistema agrícola a­ 
dotado oomo também em relação à sua clas­ 
sificação para negócio. Ainda que numero- 
1::as as variedades de arroz, do ponto-de-vis­ 
ta c;:omereial ,são grupo.das em três tipos di. 
ferentes: arroz de grilos longos, :n3dios ., 
curtos. 
Os grãos longos são mais conhecidos· A­ 
marelão ou Pratão (cultivado dominantemen· 
te em MG, GO e SP.): Agulha e Agulhinha 
(tipo lgunpê e Pérola, plantados no RS, SJ, 
litoral paulista e RJy; de grãos curtos (RS 
e MA). 
Su!l cotação é variável, partindo da mais 
elevada, a do Amarelõo ou Pratão, grãos 
longos, "Blue-Rose'', grãos médios, e japones, 
grãos curtos, do qual o tipo de preço me­ 
nor é o do MA, face à qualidade inferior 
IRROZ 
DUTORES 
decorrente do cultivo (sementes) e do pro­ 
cesso de preparo (beneficiamento). O comér­ 
cio d•J nrrf z se faz, dominantemente, por 
cooperativas no RS e por atucadistuR, llga­ 
dos muitos deles aos maquinistas-beneficei. 
dores nos demais Estaclo11. 
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS 
Citando o diretor da Comissão de Finan­ 
clamento da Produção, que participou de um 
congresso nacional sobre economia orizlcola 
em Porlo Alegre, o Sr. Almeida Brum lem­ 
brou que em 1970 o Brasil exportou 95.ooo 
tonelada!! rle arroz, baixundo para 2.Goo to­ 
peladas em 1975, firmndo se no mercado in­ 
ternacional no ano passudo, com 76.coo to­ 
neladas, aper do período de entresfra, 
em que importamos certat- quantidlldes do 
Uruguai, Colômbb e Itália. No ano em cur­ 
so, já embarcamos 13.ooo tonl'ludas para 
Madagasca; 12o.000 toneladas para o Leste 
Europeu e ão.ooo toneladas estão contratadas 
parn outros paíse6 da Europa. 
O excedeute de produção di:iverá .fo,·ne­ 
cer um contingente pnra exportação e uma 
µarte para funcionar comt.> eHtoques regula· 
dore11 do mercado interno. A doutrina geral, 
aprovada em congresso da cat-"gorla econô­ 
mica em Porto Alegre, é a de que se reali­ 
ze na prática os seguintes itens: l) aumento 
da produtividade das lavouras brasileiras por 
um melhor planejamento: 2) assistência téc­ 
nica efetiva, corn drenagem. irrigação e apli­ 
cação de defensivos; 3) correção do solo: 4) 
utilização de sementes certificada!'; 5) lança­ 
mento de novas variedades; 6) pclitica de 
crédito agrícola &fetlva e per mane n t e 
com maior rapidez e menor burollracia; 7) 
C!!IDp!inba de esclarecimento de novas técni­ 
cas agrícolas; 8) uso econômico da eletrifica­ 
ção rural; 9) fixação de preços mínimos, a­ 
través de preços básicos para o 01-roz de ti­ 
po 4; 10) finenciareutos adequados à fase 
de comercialização. 
RETROSPECTO 
O Sr. Almeida Brum fez um histórico do 
surgimento do arroz, que teria sido cultiva­ 
do primeiro pelos povos do Extremo Oriente, 
notadamente os chineses. Mais tarde chegou 
à Europa. Na Espanha foi li:vado pelos ára­ 
bes e, depois, espalhou-se pelo mundo a fora. 
Jiz mesmo que 27ou 28 séculos antes de 
Cristo, um imperador da China estabeleceu 
o ritual para o plantio do arroz, que repre­ 
atava u alimentação do povo de seu tem­ 
po. Na Iodia o grão já era. conhecido 3.000 
ao antes de Cristo. De lá foi para o Egito, 
no iaício da era cristii, passando seguida- 
mente à Europa, Afrlca, Amérlcu e Austrlia. • 
O orador advertiu que Luls Amurai em ; / 
w.a obra clátlbica, "Hlstórla .Geral da Agrlcut- 
1 
tura Brasllelra", allredlla que o arroz seja 
de orit?em bras!lelra, apontando dados de 
Riedel e outros botilnlcos, como Gandavo.', 
Como Afonso de Cundole afirmava, vá- 1 1 
rias plJntas coexistem em mais de um con- • 
tinente, embora sem Intercomunicação conhe- 
cida, plantas das quals umas v&ricdaàes silo 
da Indla ou da Asla Menor e outras elas 
Américas lntertroplcais. 
Na verdade - comentou o orador se p08. 
suíamos o cereal e a sua cultura generali­ 
zou-se, até o começo do fécula o Brasil ain. 
da Importava arroz usiátlco. Instltufdas, con­ 
tudo, tarifas protecionistas, o seu cultivo es­ 
tendeu-se pelo Pais, modernizando e ampliando 
métodos e istemas agrícolas de plantio. Fol 
principalmente no Rio Grande do Sul que se 
deu o grande Incremento da lavoura. A par­ 
tir de 1832, já se encontravam referências 
ao arroz plllntado nas colônias gaúchas, o 
arroz de seco, nas coxilhas ou lugares altos. 
Comércio & Mercedes 
Oração ao Divino Espírito 
Santo 
Espirito Santo, voce que me esclarece 
tudo, que ilumina todos os caminhos para 
que eu atinja o m,m ideal, você que me dá 
o dom divino de perdoar e .esquecer o mul 
que me fazem; e que todos os Instantes de 
minha vida esta comigo eu quero neste cur­ 
to dialogo, agradecer-lhe por tudo e confir­ 
mar mais uma vez, que eu nunca quero me 
esquecer de você por maior que sej11. a llusilo 
materi:11 ailo será o minino da vontade que 
sinto de um dia estar com você e tudos os 
meus irmãos na Gloria Perpétua. 
Obrigado mais uma vez. 
(A pessoa deverá fazer esta oração 3 
dias seguidos sem fazer o pedido. Dentro 
de 3 dias será lcençada a graça, por mais 
difícil que seja). Publicar assim que receber 
a graça. 
Por uma Graça Alcaaçada. D.V.F. 
M 
H TE 
de 
FIM A 
Sergio Henrique Martins 
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Refeições farta e Ambiente Familiar 
Rua l'eodoro Rondon, 845 Fone 1244 Aquidauana Mate· G:rosso 
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de Ca 
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- Estilo modGr.· . ..:; e f ,móonal 
• Filtro da or seco. 
• Siit&mo h:dõ6ulict, e.:,;-;, grande 
capacidaoo ck levante. 
- Transmissão com 8 ve!::í~cck; à frente 
e duas à ré. 
- Pai~( cfa insiru:m::tos iLminado. 
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• Embreogam d.Jr
1
o '"'!forçada. 
- Direção hidráulica. 
- Rodas traseiras com ajuste automático 
• de bitolas. 
- e!oc:;uaio de dífe.,móal (opcionaO. 
9 E,>E? E,3 44g 2.%4 %2g.% 
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n e.r e 	"ucz.:.2 
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APOLINARIO MAQU~NAS ACiRICOLAS LTDA. 
Um Novo Conceito em Assistêricia Tér:nica 
Rua Teodoro Sativa S/N 	Bela Vista - Mt. 
Matri1: Riu Marechal floriano, Esq. e/ 1.o de Outubto, Fone 139-421 Ponta Porã = Mato Grosso 
Filial: llmambai Escritórios de Vendas Jlnlonio João, Caracol e arai Moreira. 
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Tribuna da Fronteira 
- SEMAN..RIO - 
R U N D , O O E M 2512,72. 
Redator Chefe hsldo Pereira 
Ü• • nrtigos publicndos com nssinaturns 
dos autores não traduzem n opinião do 
• jornal. Suo p11blic:ição obcdcec ao pro­ 
posito do d.-batc dos problemas munici­ 
pais e de refletir as diversas tendências 
do pensamento. 
Tribuno da Fronteira é uma publicação 
da ORJIVAPE 
CGC-~IF: 03.200.768/0001 74 
Hedoçilo e Administroçilo Hua Duque 
de Cnxia1 s/n Bela Vi.til - lloto Grosso 
• 11 Oficina•: Rnn Duque de Caxias, s/n 
- 1. Bcln Vista - Mato Grouo 
r- . 
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-" 
SERRARIA BONITO L T D A. 
Madeiras Brutas e Aparehadas - Vigamentos - Fcr• 
ros - Assoalhos - Botantes - Guarnições. 
"Uma indústria que Acompanha o Progresso de 
Bonito'' 
Rua Santana 
BONITO 
do P araiso No 1 C P. 1 
MITO GROSSO -

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E, p E. 
Tribuna da fr nteira 
L 
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Oue e Eco seta bem hnlcrade 
Bela Vi-ta - M. 231077 -- N. 2ó7 
Pedro Pedreira 
Esta coluna é publicada aemultaneamente 
nos Jornais 1'rlbuna da Fronteira, CorrAlo 
Jarllluenes e Tribuna Murtlnhense. 
E n. dlreç!lo do jornal, nnteelpudamente, 
deu o meu presrmte de Natal • pela primeira 
vez - o "Colunão" vai ser publicado sirnul­ 
Ulneamente nos três jornais da ORJIV àPE. 
Muls precisamente na Tribuna da Fronteira, 
no Carreie Jarl!lnense e na Tribuna Mu1·tl• 
nhense. Siio quase seis mil leitores, do cin­ 
co municiplos. A nossa mensagem vai 11er 
"ouvida'' em todo o sudoeste. 
Quudo falo em ser ouvida, é porque um 
de nosso8 admiradores, afirmou que nos8as 
palavras pareeem música... é, pois é, quan• 
do a gente escreve para o povo e fala a 
verdade, soa mesmo como música... 1 
Falando em música, e 11 rádio Bela Vista? 
Será que vai aair mesmo, ou será outro Be­ 
lavlstão? E o Ginásio Coberto ficou só na 
esperança. Ainda tem gente reclamando do 
"tutu" que pagou ... para estes a esperu.aqa 
maior é rE1ceber o seu dirheiro de volta. Será? 
"A voz que clama no deserto" ... é a atua­ 
ção do jovem políticio jardinense Ernando 
Martins Barbosa, o único urenlsta, fiel ao 
partido, que continua fazendo opnsição. Seus 
artigos calam fundo ... e o povão gosta. 
Mais uma vez a direção do jornal foi ''ma­ 
gnânima" e permitiu que (eu tambem) o É, 
pois, é. . . publicasse a sua ''galeria". São 
pessoas de destaque e que são notícia ... de 
uma forma eu de outra .. , 
.--- 
.. 
A simpática ver.eadora Fátima Fernandes. 
atua como Secretária da Cfimará. Fátima, ve­ 
readora do l'lDB, t-steve batendo um papo 
com um de nossos repórteres e falou... "é 
a situação está feia" ... 'ló Isso? Não, fRlou 
mais, mas nós só publicamos o que nos au­ 
torizum. Senão ... sui de cima. 
"• ·-•-- .... - -· ..... •.- ----1 
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it 
Alô prefeito Altevir de Alencar, de Nioa­ 
que. Faz muito tempo que não encont:a~os 
o inteligente cronista, para trocarmos idéias. 
Quando vier à Jardim ou a Bela Vista, VJSl­ 
te-nos. • Sua visita só nos tráz _alegrias O. 
"wisky" está guardado. 
II 
Prefeito Fernando de Freitas, estamos pro- 
curando-o bá vários dias. Queremos uma en. 
trevlsta com V. Exala. É de suma lmportfln• 
ela para os leitores da região. 
JARDINENSES - A partir do dia Jo e~1orá fun• 
cionando n Slotese Editorial • lntlústrin Gráfico· '0Ctf, 
sabem onrle ena n Procar? Ali na Tcnenle Rernardti, 
perto da Viln do Miltom Xavier. Pois bem enviem o»" 
pedidos para quulquer tipo de impressos. H_ap1dez,prt-a d11 
ço e perfeição. Mais uma indústrfo a serviço do proers 
gres,o de Jardim. 	1iu 1 
turu, 
É% 
Casa 
Pala 
urga 
1S C 
livo, 
bléiu, 
oicipa 
ies, 
cJuià 
'amb 
d 
í .~onc 
A atuação serena, firmr e produtiva lo prelo r 
to Ralo_Fraga Santos_ está merecendo elogio dd"} 
moda humilde de Guia Lopes da Laguna, que "'i n V 
atual prefeito. um homem de ação e dotado d« lo" a 
pírito humanista. 	Iasj ll 
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ermo 
,"Ag 
. Ex 
Aos amigos vereadores Wilson Grubert, Jossg]g 
Dcstefani e Antonio Aranha (aJcário) comunico que a 
reportagens sairão na edição_especial de natal. Hou 
um sério problema e não foi possivel lançar a ediçã 
em No,·embro. 
Vereador Carlos Pleutim, do MDB, de Jar­ 
dim, porta-voz dos moradores da Vila Angé­ 
lica. Pleutim perguntou há poucos dias atrás 
"se __ ainda . ..existia jornal em Jardim". Existe 
slin, vereallor O Correio Jardinense e a Re­ 
tirada da Laguna. Estamos uguardando ma­ 
téria "interessante''. do nobre edil, para que 
possamo!! publica~Ia. Estivemos na Câmara, 
várias vezes, mas ainda niio tivemos o pra­ 
zer de encontrar o. representante da Vila. 
Angélica 'e, também; não 'ré.cebemos..._desde o 
inicio do ano, indicá.ção, moç~o ,oU-SJ'jn lá 
o que for do nobre vereador. Existe jornal 
■lm ... (sic) , e 	- '	, cn»; 
M» 
-5c2-3-5233 
[ 	Estamos preparando_a edição de Natal, para Jr 
Faltou água em Jardim, no dia 17 p.p. Con- . 	. dim Bela Vista e Porto hlurnnho ., reserve o esp I 
tlnua faltando? Parece que o povlo. • ànda- . - O dinâmico prefeito de Bom to, padre Roos- ço para ª ,ua 
1rad
ic=~=ação. e 
melo ii&Bcontente. Falta água ... falta luz. . . welt Sã Medeiros, está enfrenta11do. uma pa- Deixo 
O 
meu abraço aos amigo•. tnan,miúJ1
8
do ~• 
falta tanta eoisa ... e na época das eleições, Fada dura, mas está vencendo. O jornal de garra, na nação e nos homens _que dirigtm o iras 
a■promusas fornm tantas de ambos os la- Bonito (solicitado pelo padre) está em vias uo" nos;o grande Presidente ... Força Ccnrral. • P; 
des, que boje dá vontade de rir ... e de cho- de se tornar realidade. Vamos aguardar o cmí com o Senhor o Brasil pede tnabalbo e 
rar... 	final do ano. 	tranquilidadt, 
Leia n crônica Tri-Tfal Simple• um relnato do cot!· 
di:ino um brado de humanismo uma chamada à rcali· 
dode. Publicada todas as •em:m:i• no, J<>rn:iis da 011• 
JIVAPE. 
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