- ' ·" • % $ < $>' .._ ,s, • j' ORJIVAPB % O loaldo Ptrrlra 7 TRIBUN D TEI Fundador Ivaldo Pereira - N.o 267 -. - 23a30/10/i7 - • Bela Vista - Mato Grosso ESPOSTI O DO IPIRINGI I ! Em primeiro lugar, o que tenho a dizer ao I te essa receita, que Isso lhe fará hem allvlu- tegrante (segundo o que foi publlcado pa- rá suas dores de cotovelo ' ,l Tribuna da Fronteira do dia 16 de outu- -Vamos deixar de idéias sujas, anti-sóciais o 1977) _que o objetivo da Comissão Orga- anti-esportivas, unirmo-nos e junto lutarmos lzadora Juntamente com os presidentes de pelo nosso esporte, pelo bem estai· de nus­ guliJlls ll construir e não destruir, como la· ses filhos, e do povo belavistense que mere­ m uma mela duzla de pessoas, que confor- ce um pouco mais de respeito. e pn>cedem, só querem participarem para Peço para o tal integrante do Iplranga E. C r mais oportunidade para a 1lestrulçao, não (apesar de não saber quem é e não me ln­ nam em colaborarem com as pessoas que teressa conhecer tal pessoa de mentalidade tam pelo esporte belavistense, sempre ata- tão baixa como se revelou, tenho medo que ando árbrltos e bandeirinhas, que nada ma- Isso sej». contagioso) analizar os fatos que faz~m a não ser colaborarem com nosso levaram u Ipiranga E.C. retirar-se do campe- • aporte, e ficarem ouvindo palavras de bai- onato para depois falarem pelos cotovelos o calão de pessoas ali presentes. Se alguém como falaram. 11A com dor de cotovelo, eu receito um re- Até a próxima amigos édlo: Prucure construir, ou isto lhe faz mal? u passo uma contra Indicação: Colaborem /1m quem quor construir, vamos fulano, ten- Moncl11r Rosa Correa. Pres. dl Comlssiio Organizadora Sr. Redator Esportivo, À hem da verdade. vimos et1cia,ecer uma Ola inserida em ''É, pois é .. :·, edl~ão n º266 limo, con relaçiio à nossa participação no rne!o Aberto: l) no regime presidencial como é o deste . ube, só o Presideutf' tem condições de ex­ ~lr oficialmente qualquer opinião em no­ o Esporte . Club Ipirnnga; • li niio protestamos contra a atuação do Ju­ } (Kalife): ~ nilo e·stamos de acordo com a informB­ io de que o torneio foi preparado para ou- ! hs equipes; reconhecemos o mérito indiscu­ hel du idéia, organizado que loi o torneio , • hra movimentação e cougruçamento do es- te;te na cidade. d) a retirada da equipe do torneio foi de­ rada por mim, pelo simples motivo de e a sua parlicipução tinha finalidade des- tlva, de entrt:laçumento amigo; ora, se E S P O R T E S SEM FRO T IRA Carlos Castilho, ex-goleiro do Flumluense e da Seleçllo füasllelra, volta ao Operário de Campo Grande. E, com isto, as esperan­ ças do Carljó se exoandem e é como e ti­ vesse havido uma rajado, forte, de vento tl­ rando todo o marasmo que havio. se apode­ rado da Equipe. Ca11tllhn, o leiteiro, o sortlsfu, mas, acima de tudo, o profissional responsve! e hones­ to. Castilho o hoturetu q.e dará, parece, ao Operário una melhor estrutura de equipe e, cem isto, provará que experiência e eompe­ tência tem sua vez no melo em que atua. Vi diversas vezes, Castilho jogar e, sem­ pre, obeervel ihe a maneira de agir. Nervo­ são, gesticulador. briguento, com os próprios colegas, em defesa de vitória e, consequente­ mente, dos bichos melhor1•s e permtrnentes. Foi este o Castilho que conheci, apesar de nunca ter-lhe upertado a mão, num cumpri­ mento, was de quem fui. sou t> serei fã. pela maneira de agir profisRlonalmente. E este o homem que poderá levar o time do Operário a. uma situação invejavel dentro do Braeilelrão. Ivan do Nuseimento Ao é, Pois 16/10/ ., e. 77 de F 11 T ''O CARRO DO ANO'' PROCURE AGENTE LOCAL: num jogo 3 elementos, isto é, 1/4 do quadro é expulso de campo, ele não tem condições de participar de nenhuma disputa· é sinal de inolsciplina generalizada do quadro, pois e- . O. coletivo turma, foi bem empregado, pois xiste um capitão_pura reclamações legais; a- sigruflca uma parte de um todo. po1t1mos 11 atuaçao do Juiz e de todos 06 Minha intellgl!-ncia não ceita que quem Juizes, pois se não h"ouver uma rigorosa • gas t ou tante dinheiro com uniformes, que ce­ plicação das leis esportivas, teremos O cátJs dia condução para os atletas, possa descer no campo. · de seu pedestral para tão baixa eova. 2. Lamentamos, mais do que nfnguém nos- , Nuo consigo compreender que o atleta que ~ a retirada do torneio. mas sim agimos atleta na verdadeira expresso da palavra para não desmerecê-lo, pois foi oferecido diga·se de passagem no E.C. Tplranga tem um espetáculo deselegante de indlsciplina es- mm.os, pois bem os_conheço de outras jor­ portiva, e, enquanto a equipe não estivrr nadas, possam ser tao fnvolns. Es1-a turma em condições ae coinparE>cer, dentro da lei deve ser quem levava garrafas de cachaça para cumprimento de todas as regràs, não para tomar no campo de futebol. deve ser furá. quem_permitiu que atletas que jogaram de Esportivamente manha, fosse assistir futebol à tarde com u- Esporte Clube Iplranga nlforme do Clube. bem não custou dinheiro Elias Barbos dessa turma, Presidente Se O Juiz errou, êlê é humano, e todos s- bem que não existia outro na oportunldaàe O Sr. Elvio e ~aturnino que :;rie do E e· Ipiranga e fazem parte do quadro de árbitros, cujos rapazes merecem todo nosso respeito suo testemunhar; dls!lo. _ O á~bltro (Kalife) reconhece suas limlta­ ções fisicas e técnicas, mas não admite par­ cialidade nem baderna. Se o torneio foi fel­ to para os clubes citados, eu não sei, só posso ahrmar que a personalidade do Mon­ clar e do Edmar_ estão acima da classlUcaçllo de qualquer eqmpe. Pelo 20 de julho respon­ do. estllu:oi3 acostnmados e sabemos perder com a mesma digidade que recebemos a vitória. Com a saída do E.C. Ipiranga (u deve ter sido ar is@vc«o d« tá ma da garrafa, o 20 de julho ootinuari& no campeonato, fomos dos primeiros a suste­ nr 9ue fi";A~Se reAlmente quem tco mé:rilos ~ Fica assim provado, que fazemos espor. Para ei. ano iier, reísGio se ri ,,g;"" ce nossas considerações, par :, ere- ises que tanto neces;ia"";Z}""r crri» deses Noedi Leite Larangeira _ ___________________ ..;;;._ __ ---!. Aqui não vai nenhuma resposta a turma que disse a essa coluna, as coisas que vem da lama rola como lama e só chega a ser Iodo. Kalife Bela Vista - Mt. Tribuna da Fronteira ($%9 Mi.ESn 23 10-77 ICO Dr. Roberva l Borges É precJllo rle Rotary nüo deixar qual­ quer ulusão o transcurso das efemerldes as datas festtlvas e o dia das profissões. Como no próximo dia 18 de oatubro corrente co­ memorn-se o dia do m ~Jlco, esta reunião é dedicadu em homenagem a esta classe. Por essa razão e como sócio representativo da classlfhmção de medicina, atualmente único do Rotary Club de Bela Vista, incu::nblu-me o companheiro presidente rte fazer umu pe­ quona palestra alusiva a esta data. Falar em medicina é falar de sua história de seus feitos, de seu progresso. Ser médico é acompa.nhur esta evol•1ção 00 dia a dia de seu mister. A medicina é fllha nata du fllosoYia e er­ ram os que querem deserda-la de~tu fi­ liaçío e tia-la às ciências naturais, porque supervaloram apenas um pequena faceta de um método geral de pesquisa do progres­ so médico. Sem dúvida que o grunde salto da ciência e da arte rnMic1:1 resultou da ex­ primentnção com snuas amplas possibilid­ des. A ufania da experimentuçüo ··positiva" como se ela só nos pudesse levar à verdade, nlío pode empa nnr um conceito mais amplo ê a filosofia que deve nortear a expertmen­ tação, sendo esta apenas um método para pesquisar e verdade. A _experimentação que leva ao conhecimento novo nüo poüe toda­ via levar a conclusão de que não e deve estudar históricamente o conhecimento ante­ rior. Partindo desse raciocinio lógico podemos afirmar que a medicina forma parte essenci­ al e fundamental da civilizaçii o moderna, seu progresso é um índice fiel do progresso social - que por suo vez - lhe determina seu desenvolvimento. Ao brado médico em relação ao Individuo e à coletividade é sempre um espelho e uma decorrencla na ~scuridão Fruro da ex- tem os seus clientes por igual e para conso- °' plosiio industrial a medicina dü saltos gi- lo nosso, não tem estes os seus médicos gantescos, torna-se mais ciencia. Pe quisado- aos quais posaam procurur nominalmente ta res como Pasteur invadem o mundo dos in- pela confiança neles depositada, por um con­ [initamente pequenos e demc,nstra:n cabal selhc de amigo, por uma fjimpatia ou dlnl­ mente a sua presença papel e importuncia nidade especial, fater psicológico de mouta como ecausodores de doenças. ·enner se nvte- nos benefícios !erapeuticos que tanto a me­ inGcula para demonstrnr a Inocuidade e o dteina psico-somática exalta alto ·valor da Vacinucü.o. No campo da ci- rur-gia em lê. t0.1846, Thomas William Morton realiza com sucesss a primeirá narcotização anestésica com o éter, pedra angular da cien eia operatória, cujo campo se r~striogi1.1 es tacionário há seculos reduzido imµiedos1.1men­ te pelo poder absoluto da do1 i<', restrito por medo à febre truruatica a raras intervenções de extrema necessidade. Como un terreno ferlil a upressão da dor velo que iniciado cum Cristian E paralelamente a esse progresso social. A arte de curar limitada n um número reduzido de população e· xigia cada vez mais menor marginalização dos de ren- du per-capita !,a_ ixa e não pr>dia H, dnr no luxo ,lc tra• 1 tratamentos onerosos, hs grandes nomes da ciência vão desaparecendo pais já não e funciona maia ozi­ nho e im em equipes. A medicina pessoal dá lugar à medicina previdenciária, à medicina social, com +uam vantagens e desvantagens com eus erros e seus actos, e rujo escopo principal é alentar pnru os probleru11• 'ue as questões soriai. onvol'cru. Viwu de.1'ur1e à me-1 I roria dn ;a(,de coletivo e daí até a necessidade de desdobrar a me- ] dlclna ciência em nova ciência, rxatnmrute . esta medicina oeial quo é a parte des ci­ encias sociais q:e estu 'a os f tore- médicos que hé nas questões sociu.s ou de cutramu­ neire se preferir o tudo dos fatores socais que há nas questõ1·t! médicas. Sem sombra de dúvida a noi.sa medicina de hoje é um uprlslonamrnto sem Ce8ar e crescenle de nossa proflsBão pelo Estado. , e por um ludo ela vem de encontro ao atendimento das aassas que cada vez mais exigentes emn concordância e em decorrência do aumento do poder aquisitivo de melhor comuatcaçiic, e dP. todoa º" fatores do pro­ gresso, por outro desaparece o médico da livre concorrência. A medicina se tandarti­ zs-se tora rotineira e cansativa. liita os ! horizontes. /. r:;ecanização da atividade dcs­ merece o idealismo, abafando a ação do es­ pírito, traút1forman.do a medicina em Rlmples arle, matando a ciência que nos legaram se­ us maiores pontíflcea. E ai estamos minha gente, meus caros co­ legas meus eompaoheiros de Rotary. A épo­ ca de hoje é a. êpoca da medicina social, j nova ciencia, realidade, Irreversível. Boa ou má depende de pós aprimorá la, torná.la ú­ til e benfazeja às partes nela envolvida, mas pessoal ou prevident:iária, curativa ou pre­ ventiva sua meta é sempre o homem e a. tras desta meta estará sempre o médico com suas glórias ou suas angustias curandol 1 quando pode; aliviando o uis das vezes mas c,onsolando sempre. ;--------_;_ --------------------------------,;.__, O SERVIÇO DE O PRIITD Novembro: Saída. de Corumbá· 4/11. Porto iJurtinh l • 6/11 - Conceição -S Porto urtinho 1o/1 t. Dezembro: Saída de Corumbá - 02/12 Porto Murtinho - o-1/12 • Conceiçã·> . 06/12. Porto Murtiho - 08/12. Sérvic;o de Navegação da Bacia do Prata SI A: Sede em Corumbá; Rua 15 de Novem­ bro, 32 - São Paulo, Avendia São Luis, 258-602 Rio Guanabara; Av. Almirante Bar­ roso 6-s/903 Porto Murtinho Rua Joaquim Murtinho, Centro ! Bala V!Rtn - Mt. já- de e­ en. ' tn­ ia i­ t" à •lJal Tribuna da Fronteira 23 to-77 f -----------·------------------------------·. 1 .• CHIRM II de fü,milda Proença (Didi) Artigos finos para Senhoras e Senhoritas, Bolsas, as últimas novidades da moda brasileira. Compra diretamente das fábricas das famo~as marcas: Gledson, Cori, Bayrd ,Deblu. Charm Boutique uma paiavrinha sempre em m~da Rua Antonir, João, 256 - (em frente ao prédio do Banco Bradesco) - Bela Vista - Mt. ma­ lte , cl• 1 O~ ·ffill• ais HAP HOTEL AQUIDAUANA PALACE 1 y •,do. 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CISA DO • PECUilRISTII co· épO· eial a ou la ú ma pre· e a• édico ·ando vezes ' DE .. Evaldo Gutierrez Laranjeira PRODUTOS VETERINÁRIOS, INSETICIDAS, SAL BOI DEIRO E MINERAL, SEM EN- TES EM GERAL. Os ,melhores preços da praça. V isi te - n os. Rua Duque· de Caxias, 1080 - Bela Vista 'MI. FS Ili lTDII. • Funilaria e pintura de Veiculo em Geral Mecanica Especializada em Volkswagens nveflida Integração anastácio Mato Grosso l::====-=--=--=--=--=--=----==================---------------·----------- PIRIISO DOS CIILÇID t t 1, 1 i' d 1 tala . 0 - 68 dispõe de um grande estoque da calcados. Parait-10 dns Calçados ê especla- CI, o mais po 1 ltico de todos o8 prel­ dentes da Revoiução de 19G4, tem obtido mais êxito nessa tática "bonapartí<-ta", ape-I HUI' da conjunturn er.:>nômlca e social desfa- 1 vorúvel. Até que ponto porlerá Ir, afn,Ja alio' sabemos. e decisivas determinantes de sua ação. Tudo iudiea antes de tudo, que o genernl Geisel tem umna noção aguda de ter um pa­ pel na História. que pretende imprimir uos desline,; do País. Se está certo ou errado, isto é outro problema. Mas não dúvida de que prl'tende coloenr-sc nclmu dos partidos, das classes sociais e dos próprios grupos funcionais, militares e tecnocratas, que estão na geetiio do Estado hoje. Seu estilo lembra muito o tio general De Gaulle, um lí 90! e%o !:. i b is) ;;j, :-:i!IJdhT r,:: ~._,J,':.] J'>fr_,,, .. Reserve seu espaço... - ' . 1 1 , 1 )l . 1 Bela Vista -Mt. Tribuna da Front Ira 23-10-77 ' . . . .1 l . i. • Comercial Guavira Ltda. ., ' [rotores Valmet ' Selecionados 1 1 Colheitadeiras S L C Assistência Técnica Matriz Rua Marechal floriano 2049 i ' . ' [ FILIAIS:- AMAMBAl i J _____,J - fone 286 • CX. Postal 180 Implementas Permanente Pauta Porã -- Mt. BELA VISTA - MATO CiROSSO Tribuna da Frantelra EXCE PREOC A colheita de arroz estimada para o cor­ rente ano em território nacional é de 10.522. doo toneladas. Mesmo cor.siderando-se Te­ duçl:l.o para 8.6000.000 toneladas em couse­ quênc!a da seca de 4o dias em Uolú:1, Mlüas Gerais e São Paulo, a safra deverá situar-se no nível acima indlc:ado por cus dn colhe!­ ta do arroz Irrigado rio Rio Gr,rnde do Sul. Uma vez que o consumo interno deverá. mnnter-se em 7,7 milhões de toneladas, ocor­ rer um excedente de 9000.000 a um milhão de toneladas, as quais, juntadas ao eetoque atual de um MIihão, formarão aproximada­ mente 2 mllhõ!'s de toneladas. Tal fstoque preocup11 os produtores e o Governo, afir. mou o Sr. Hélio de Almeida Brum em cen ferêncla perante o Conselho Técnico da Con­ federação Naólonal do Comércio, quando tra­ tou da· "geografia do arroz". Ao enfocar o plantio de arroz no Brasil, o conferencista disse que o produto foi intro­ duzido aqui pelos colonizadores portugueses. passando rapidamente a figurar como um dos gêneros essenciais na 11limentnção do uos ao povo. No Rio Grande do Su.J, como em outras regiões d() mundc. o arroz é nultlva­ do com Irrigação, ao passo que aoutras re­ giõtia o é no cerrado ou espigão, sendo ch!l­ mado arroz de sequeiro. Quanto ao rendimento comentou o Sr. Almeida Brum- pelo. seu aspecto importante de produtividade, importa destacar as cifras correspondentes ao RS com 3.935 kg/ha San­ ta Clltarina com 2.349 kg/ha, e SE com' 2.871 kg/ha com área irrigadas. O Rio Graude do Sul com 113 da área cultivada em r,;laçii.o a Mato Grosso (iio5.oo x 1.G45.ooo ha) produz cerca de 75%. COMERCIALIZAÇÃO O Cereal oriundo das regiões produtoras do Pais, segundo o conferencista, difere en­ tre si, n!io só quanto ao sistema agrícola a­ dotado oomo também em relação à sua clas­ sificação para negócio. Ainda que numero- 1::as as variedades de arroz, do ponto-de-vis­ ta c;:omereial ,são grupo.das em três tipos di. ferentes: arroz de grilos longos, :n3dios ., curtos. Os grãos longos são mais conhecidos· A­ marelão ou Pratão (cultivado dominantemen· te em MG, GO e SP.): Agulha e Agulhinha (tipo lgunpê e Pérola, plantados no RS, SJ, litoral paulista e RJy; de grãos curtos (RS e MA). Su!l cotação é variável, partindo da mais elevada, a do Amarelõo ou Pratão, grãos longos, "Blue-Rose'', grãos médios, e japones, grãos curtos, do qual o tipo de preço me­ nor é o do MA, face à qualidade inferior IRROZ DUTORES decorrente do cultivo (sementes) e do pro­ cesso de preparo (beneficiamento). O comér­ cio d•J nrrf z se faz, dominantemente, por cooperativas no RS e por atucadistuR, llga­ dos muitos deles aos maquinistas-beneficei. dores nos demais Estaclo11. EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS Citando o diretor da Comissão de Finan­ clamento da Produção, que participou de um congresso nacional sobre economia orizlcola em Porlo Alegre, o Sr. Almeida Brum lem­ brou que em 1970 o Brasil exportou 95.ooo tonelada!! rle arroz, baixundo para 2.Goo to­ peladas em 1975, firmndo se no mercado in­ ternacional no ano passudo, com 76.coo to­ neladas, aper do período de entresfra, em que importamos certat- quantidlldes do Uruguai, Colômbb e Itália. No ano em cur­ so, já embarcamos 13.ooo tonl'ludas para Madagasca; 12o.000 toneladas para o Leste Europeu e ão.ooo toneladas estão contratadas parn outros paíse6 da Europa. O excedeute de produção di:iverá .fo,·ne­ cer um contingente pnra exportação e uma µarte para funcionar comt.> eHtoques regula· dore11 do mercado interno. A doutrina geral, aprovada em congresso da cat-"gorla econô­ mica em Porto Alegre, é a de que se reali­ ze na prática os seguintes itens: l) aumento da produtividade das lavouras brasileiras por um melhor planejamento: 2) assistência téc­ nica efetiva, corn drenagem. irrigação e apli­ cação de defensivos; 3) correção do solo: 4) utilização de sementes certificada!'; 5) lança­ mento de novas variedades; 6) pclitica de crédito agrícola &fetlva e per mane n t e com maior rapidez e menor burollracia; 7) C!!IDp!inba de esclarecimento de novas técni­ cas agrícolas; 8) uso econômico da eletrifica­ ção rural; 9) fixação de preços mínimos, a­ través de preços básicos para o 01-roz de ti­ po 4; 10) finenciareutos adequados à fase de comercialização. RETROSPECTO O Sr. Almeida Brum fez um histórico do surgimento do arroz, que teria sido cultiva­ do primeiro pelos povos do Extremo Oriente, notadamente os chineses. Mais tarde chegou à Europa. Na Espanha foi li:vado pelos ára­ bes e, depois, espalhou-se pelo mundo a fora. Jiz mesmo que 27ou 28 séculos antes de Cristo, um imperador da China estabeleceu o ritual para o plantio do arroz, que repre­ atava u alimentação do povo de seu tem­ po. Na Iodia o grão já era. conhecido 3.000 ao antes de Cristo. De lá foi para o Egito, no iaício da era cristii, passando seguida- mente à Europa, Afrlca, Amérlcu e Austrlia. • O orador advertiu que Luls Amurai em ; / w.a obra clátlbica, "Hlstórla .Geral da Agrlcut- 1 tura Brasllelra", allredlla que o arroz seja de orit?em bras!lelra, apontando dados de Riedel e outros botilnlcos, como Gandavo.', Como Afonso de Cundole afirmava, vá- 1 1 rias plJntas coexistem em mais de um con- • tinente, embora sem Intercomunicação conhe- cida, plantas das quals umas v&ricdaàes silo da Indla ou da Asla Menor e outras elas Américas lntertroplcais. Na verdade - comentou o orador se p08. suíamos o cereal e a sua cultura generali­ zou-se, até o começo do fécula o Brasil ain. da Importava arroz usiátlco. Instltufdas, con­ tudo, tarifas protecionistas, o seu cultivo es­ tendeu-se pelo Pais, modernizando e ampliando métodos e istemas agrícolas de plantio. Fol principalmente no Rio Grande do Sul que se deu o grande Incremento da lavoura. A par­ tir de 1832, já se encontravam referências ao arroz plllntado nas colônias gaúchas, o arroz de seco, nas coxilhas ou lugares altos. Comércio & Mercedes Oração ao Divino Espírito Santo Espirito Santo, voce que me esclarece tudo, que ilumina todos os caminhos para que eu atinja o m,m ideal, você que me dá o dom divino de perdoar e .esquecer o mul que me fazem; e que todos os Instantes de minha vida esta comigo eu quero neste cur­ to dialogo, agradecer-lhe por tudo e confir­ mar mais uma vez, que eu nunca quero me esquecer de você por maior que sej11. a llusilo materi:11 ailo será o minino da vontade que sinto de um dia estar com você e tudos os meus irmãos na Gloria Perpétua. Obrigado mais uma vez. (A pessoa deverá fazer esta oração 3 dias seguidos sem fazer o pedido. Dentro de 3 dias será lcençada a graça, por mais difícil que seja). Publicar assim que receber a graça. Por uma Graça Alcaaçada. D.V.F. M H TE de FIM A Sergio Henrique Martins E Refeições farta e Ambiente Familiar Rua l'eodoro Rondon, 845 Fone 1244 Aquidauana Mate· G:rosso - o0, dos a ' jornat. po-ito pais e , do pe Tribu ( Redç de Ca of5e Bel -- Vista - Mt. Tribuna d Frontvirna '!.:l/l0/77 11.-----·--------~---- ------~-- ---'--------------------------. E MASSEY J oi • o 1 FERCiUSO. D ES 11 ' ' 1 1 J ·, d ••' ,. ' -- •) .. ·- 3 (1 3 - Estilo modGr.· . ..:; e f ,móonal • Filtro da or seco. • Siit&mo h:dõ6ulict, e.:,;-;, grande capacidaoo ck levante. - Transmissão com 8 ve!::í~cck; à frente e duas à ré. - Pai~( cfa insiru:m::tos iLminado. • Mofor diesel Perlira e 4 lindos, c 79 0/. • Embreogam d.Jr 1 o '"'!forçada. - Direção hidráulica. - Rodas traseiras com ajuste automático • de bitolas. - e!oc:;uaio de dífe.,móal (opcionaO. 9 E,>E? E,3 44g 2.%4 %2g.% a " : ã ..--- gg2 n e.r e "ucz.:.2 ~ 5T c4 &. )-~ :1'-=5 - .se sr#d AMA , , , APOLINARIO MAQU~NAS ACiRICOLAS LTDA. 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"Uma indústria que Acompanha o Progresso de Bonito'' Rua Santana BONITO do P araiso No 1 C P. 1 MITO GROSSO - , , E, p E. Tribuna da fr nteira L ■■ Oue e Eco seta bem hnlcrade Bela Vi-ta - M. 231077 -- N. 2ó7 Pedro Pedreira Esta coluna é publicada aemultaneamente nos Jornais 1'rlbuna da Fronteira, CorrAlo Jarllluenes e Tribuna Murtlnhense. E n. dlreç!lo do jornal, nnteelpudamente, deu o meu presrmte de Natal • pela primeira vez - o "Colunão" vai ser publicado sirnul­ Ulneamente nos três jornais da ORJIV àPE. Muls precisamente na Tribuna da Fronteira, no Carreie Jarl!lnense e na Tribuna Mu1·tl• nhense. Siio quase seis mil leitores, do cin­ co municiplos. A nossa mensagem vai 11er "ouvida'' em todo o sudoeste. Quudo falo em ser ouvida, é porque um de nosso8 admiradores, afirmou que nos8as palavras pareeem música... é, pois é, quan• do a gente escreve para o povo e fala a verdade, soa mesmo como música... 1 Falando em música, e 11 rádio Bela Vista? Será que vai aair mesmo, ou será outro Be­ lavlstão? E o Ginásio Coberto ficou só na esperança. Ainda tem gente reclamando do "tutu" que pagou ... para estes a esperu.aqa maior é rE1ceber o seu dirheiro de volta. Será? "A voz que clama no deserto" ... é a atua­ ção do jovem políticio jardinense Ernando Martins Barbosa, o único urenlsta, fiel ao partido, que continua fazendo opnsição. Seus artigos calam fundo ... e o povão gosta. Mais uma vez a direção do jornal foi ''ma­ gnânima" e permitiu que (eu tambem) o É, pois, é. . . publicasse a sua ''galeria". São pessoas de destaque e que são notícia ... de uma forma eu de outra .. , .--- .. A simpática ver.eadora Fátima Fernandes. atua como Secretária da Cfimará. Fátima, ve­ readora do l'lDB, t-steve batendo um papo com um de nossos repórteres e falou... "é a situação está feia" ... 'ló Isso? Não, fRlou mais, mas nós só publicamos o que nos au­ torizum. Senão ... sui de cima. "• ·-•-- .... - -· ..... •.- ----1 - ·. - . ~ i. • 4 "SEg I. · J. ., . y+ I , ,. •. ) 1 r .. 11 ~ ? ' - A ,.._ o _ __:_ ____ it Alô prefeito Altevir de Alencar, de Nioa­ que. Faz muito tempo que não encont:a~os o inteligente cronista, para trocarmos idéias. Quando vier à Jardim ou a Bela Vista, VJSl­ te-nos. • Sua visita só nos tráz _alegrias O. "wisky" está guardado. II Prefeito Fernando de Freitas, estamos pro- curando-o bá vários dias. Queremos uma en. trevlsta com V. Exala. É de suma lmportfln• ela para os leitores da região. JARDINENSES - A partir do dia Jo e~1orá fun• cionando n Slotese Editorial • lntlústrin Gráfico· '0Ctf, sabem onrle ena n Procar? Ali na Tcnenle Rernardti, perto da Viln do Miltom Xavier. Pois bem enviem o»" pedidos para quulquer tipo de impressos. H_ap1dez,prt-a d11 ço e perfeição. Mais uma indústrfo a serviço do proers gres,o de Jardim. 1iu 1 turu, É% Casa Pala urga 1S C livo, bléiu, oicipa ies, cJuià 'amb d í .~onc A atuação serena, firmr e produtiva lo prelo r to Ralo_Fraga Santos_ está merecendo elogio dd"} moda humilde de Guia Lopes da Laguna, que "'i n V atual prefeito. um homem de ação e dotado d« lo" a pírito humanista. Iasj ll EEOKEE - It6 sta 'ion; e da eml for te do la A 'es Ar 'omp 'a até 'ideo ia uc, Ao lo E ermo ,"Ag . Ex Aos amigos vereadores Wilson Grubert, Jossg]g Dcstefani e Antonio Aranha (aJcário) comunico que a reportagens sairão na edição_especial de natal. Hou um sério problema e não foi possivel lançar a ediçã em No,·embro. Vereador Carlos Pleutim, do MDB, de Jar­ dim, porta-voz dos moradores da Vila Angé­ lica. Pleutim perguntou há poucos dias atrás "se __ ainda . ..existia jornal em Jardim". Existe slin, vereallor O Correio Jardinense e a Re­ tirada da Laguna. Estamos uguardando ma­ téria "interessante''. do nobre edil, para que possamo!! publica~Ia. Estivemos na Câmara, várias vezes, mas ainda niio tivemos o pra­ zer de encontrar o. representante da Vila. Angélica 'e, também; não 'ré.cebemos..._desde o inicio do ano, indicá.ção, moç~o ,oU-SJ'jn lá o que for do nobre vereador. Existe jornal ■lm ... (sic) , e - ' , cn»; M» -5c2-3-5233 [ Estamos preparando_a edição de Natal, para Jr Faltou água em Jardim, no dia 17 p.p. Con- . . dim Bela Vista e Porto hlurnnho ., reserve o esp I tlnua faltando? Parece que o povlo. • ànda- . - O dinâmico prefeito de Bom to, padre Roos- ço para ª ,ua 1rad ic=~=ação. e melo ii&Bcontente. Falta água ... falta luz. . . welt Sã Medeiros, está enfrenta11do. uma pa- Deixo O meu abraço aos amigo•. tnan,miúJ1 8 do ~• falta tanta eoisa ... e na época das eleições, Fada dura, mas está vencendo. O jornal de garra, na nação e nos homens _que dirigtm o iras a■promusas fornm tantas de ambos os la- Bonito (solicitado pelo padre) está em vias uo" nos;o grande Presidente ... Força Ccnrral. • P; des, que boje dá vontade de rir ... e de cho- de se tornar realidade. Vamos aguardar o cmí com o Senhor o Brasil pede tnabalbo e rar... final do ano. tranquilidadt, Leia n crônica Tri-Tfal Simple• um relnato do cot!· di:ino um brado de humanismo uma chamada à rcali· dode. Publicada todas as •em:m:i• no, J<>rn:iis da 011• JIVAPE. ·--