QUE O POVO 
SF.JA O::M 
INFORMADO 
N.o 
268 
ANO 6 
ela. V_b_t_a lVI_t 30 a 6 de Novembro de 1977 - Diretor Re.,p~>nséxvc1: Ivaldo Por ira 
ú)J 
a 
Cui11bá -(Correio do Estado) O deputado Val­ 
ter Pereira de Oliveira, do MD!J, pediu o u­ 
!ustumeu to elo t=ecrt!lá rio ;Ju rieirn ÉvMn, du 
Segurança. t
1ob u uh•g,1çiio de "incornpctõn­ 
rla e !'alta de autor·it.lnde" em reuçüo uo cfi­ 
clo enviado à Assem'éia, Da qual o respon­ 
sável pela policia mx0grossense diz que só 
comparecera ao p!enário para presar escla­ 
rec:m<'11tos sobre t'Ve1Jtuais atos de violênciu 
depois que os intere:,,-,ados, no car-o o poder'. 
Lt'gii-:lat1vo, orer(•ça ··uo minimo, os seguin­ 
leti dados: uut,1re:-, vitimns, locuis, natureza 
rle violência, instrumentos, etc". 
A resposta de Évora causou reação entre 
parlamentures arenisl.as e em debistus, dan­ 
do origem a um profundo mal t>stnr no Le­ 
g!,l!ltivo. que :-:.provou a coo vo-:ação do se­ 
cretári,,. A deputadu Erfson Pil'<'S, da Arena, bancada do ilDB e teve a aprovação da 
2° secretário da Assembleia, reagindo às e- maioria. ruas ÉvOi.'!i exigiu, antecipadamente, 
xlgênch,,; do secretário, ratfücou 1-1 convocm- a pJuta das dhcussões, ah-gaudo que s,•r-ia 
~àu iniciul, de:-ctir:ando a acerwçüo das con para um "ruelhor e mais rápiJo desenvolvi­ 
dições imroslns por :loysio :--iudeinl Ev0ra. mento da ses,;Lo. Para o~ pHriamf:11tares, o tem· 
, convocação t!u secret'1rio da Seguraaçn I po de du,ação dJs sessões é atribuição únira 
J)ara esclur?cimentos foi u□1u inidut1va da do próprio Legisl!!livo, uüo dv i,Lcrtltário. Vai- 
ao Pau I o, 
7 
Garcia 
$9U 9E 
FE3e 
ter Pereira, depois de assegurar que ns pretro 
sões da Évori são 1fundada e ridiculas" tem 
coro único obívtivo vneonrr um preiexto 
,para nd» presar te€,tu hlos a eerca 
e infindáveis desmandos praticados por seus 
pupilos", E lembrou que, se o titular da pas 
de segurança deseja f»tos antecipados, a­ 
lla a pena :·e•sultar o co de urna jovem 
recentemente que foi estuprada rum das 
delegaci[,s d. Regio o:te. por 01'1 polici<'l. 
,Como apresentar o instrumento da violên­ 
cia dede caso?". Foi "- J,<'l'guota, il'ônll:u, fio 
parlamentar oposicionista. 
O ofício do secrclá1 lv. par::i. O'- ôeputn­ 
dos. significa que Alny,io '.liaur•ira Év:;rn des­ 
c:onhece u C•mHtítulr,iio rlv E"iado, que obri­ 
ga a ate1,de.- <.:·"· -.-,cêit:-s do Legislativo, 
,.sob pena de coalgurar o u·irne de res;pon­ 
subi'idade". Paralelamente, o líder emedebis­ 
ta Carlos Bezerra I-se que se Eora sere­ 
cusar n. compart'cer, atrndt>ndo a couvoca-­ 
ção . .,isso ,•ai ob~ig"H o .1lJB a denuutiá-lo 
,Judicialmente". 
F a z Estranha 
E!70 ES U 
O ZU!-PART 
Revelacão , 
R D fi 
O RIS O 
Slo Paulo - (AE/CE) - Dizendo.se de cen- um recuo no processo revolucionário'·. Ao 
tro,l-'squerda e achandú que o governo revo- mesmo tempo, ainda que tenha sido escolhido 
luci• nê.rio deve desvincular-se de partido po- atrwés de eleições indiretas para o governo 
lítico", o governa.dor r,arciíl. Neto, de Mato de seu EstY.du, tarnbPm é contrário às elel­ 
Grnsso. afirmou ao deixar o gabinete de Pau- ções indiretas de senadores. Embora tenha 
!(; Eo-ydio ;Tartin~, uo Palácio dos Bandeiran- adiantado que não ir!i concorrer às t-ltiÇÕeE. 
tes, que "a extinçâo nos atuais partidos poli- do próximo Hno. Gbrantiu que s~rá candida­ 
tic,,s é uma necessidade'·. 	to de 1982. "ma~ a algum cargo Legislativo··. 
Segundo ele, a exi:;tência d3 apenas dois Ainda que sua permanência no Executivo 
únicos partidos leva sempre a uma radica.li• tenha sido .. válida r.om~ f.>xper-iêncic, não 
:tHçfi.o. ·•qu.: {) o que vem aconl::cendo'·. Dis- voltaria a ser governante outrs vez por ser 
~•'. porém, que é contra E> formacão de .13 ou I isso desgastante". 
u p,ntidos como antigamente. "Nós estamos I Garcia Neto afirmou que "de.;de mo90 :=em­ 
uu. época em que est~ passando a chüva. O;: 
1 pre fui di:: ce'rttru-esquerda, que é hoje uma 
dois partidos kram necec:sários. .:fas estão! tend~ncia naci,rnal". Tanto que esse senti­ 
termioando de cumpri~· sua ruis~~º- Por isso j do, segundo ele, o próprio gc,verno tem "to­ 
temos, de pensar agora num pluriparidris- mado posições da crntro-esquerda, como por 
m" Acentuou o governador de Mato Grosso. l exemplo, as medidas de ampnro ao trabalha- 
Garcia Neto, poréa. é contra a prorroga-] dor e a criação de mesmas oportunidades a 
çã0 de>s mandatos, isso ser?e um retrocesso, ; todas as classes sociais . 
Noedi Leite Larangeira 
SABADO dia 29 no 
Gremio Pedro R u f i no,· 
grandioso Baile ''Noite 
Azul'' com 
Los Mensys. 
conjunto

ROND 
No decorrer de outubro foram registradas 
no seg-ulutcs queixas nu delegaclu de Pullcia 
de Oelu Vista: 
Informações prosladas polo Sr. Felipe Iba­ 
hes, Folações Públicas du Delegact de Po­ 
licia, Felipe Ibanhes Ex. Guarda Civil foi co­ 
locado a disposlçllo do. Prefeitura l<luulclpal 
na gestão do Dr. Castro Pinto, sendo o mes­ 
mo d.-volvldo pelo atual Prefeito Costa Mar­ 
ques ao Órgão u que pertencia. 
*** 
Queixas Registradas 
Compareceu a esta Delegacia n Sra. Flores, 
viúva de A bllio Flores daudo queixa de sua 
filha menor de 14 uno que a estava ameaçan. 
do constantemente, e disse ainda que tais ame­ 
aças a queixosa tem ouvido atrn vês de João 
Risonho, que comentava com uma vizinha 
sua, não sabendo quando e nem como será. 
levado a. consumação tal ffllo, alegando in 
da a queixosa que sua filha estuda na Esco­ 
la Estar Silva no perlodo Noturno, não ten· 
do alguém para a acompanhar. 
. Ramona Delgado, Brasileira, Sol- 
teira, compareceu a esta Delegacia dando 
queixa de ter sido roubada no dia 4 de ou­ 
tubro em sua residência em Nunca-Te-Vi a 
import.ãncla de CrS 50,00 e que no dia do 
roubo se encontrava em sua residência um 
individuo chamado "Preto" 
Elvio LarAngeire, bra:;ile:ro, ca- 
8ado que compareceu a esta delegacia dan­ 
do queixa de seu filho Evaldo Larangeira 
que o estua tratando mal e com deboche, 
nao se_ contentando ainda com as proezas 
dava risadas enormes de seu pai. 
Pedro Valiente, que compare­ 
ceu a esta delegacia dando queixa de seu 
empregado, Arlindo Figueiredo, que num acer­ 
to de coetas com o patrão quis obrigar o 
mesmo a lhe pagar o que não tinha direi­ 
to, estranhando a sua couta corrente amea­ 
çando o Sr. Pedro, lhe ciando ainda uma Ior­ 
te pancada com o facão nas costas. 
Sra. Mercedes Ferreira Cueva, 
brasileira, caudu dando queixa de seu ospo· 
l!O Vlniclu Cueva do a estar perturbando a 
mais de 6 11uos, batendo inclusive nela cba­ 
muudo oindu de tudo que ~ nome feio. 
Alzira Martins, solteira, dnndo 
queixa de un individuo deuomiuado "'Chi­ 
quito", que a encontrou na rua e a chamou 
para r.onversô.r, sendo que Cbiquito foi logo 
dando uns tapas em Alzira dando logo após 
dois coices, e a mandou calar a boca se não 
quizesse morrer. 
Francisco Aristimunbo, que disse 
ter apanhado de um indivicluo mas que não 
sabia o seu nome, comparecendo a esta de­ 
legacia com os olhos todos roxos de tunto 
apanhar. 
Notas da Delegacia 
Está em gozo de merecirlas Férias o Sr. 
Rui Barbam Vilar, popular Mata Sete meca­ 
n!co e motorista, d(•sta Delegacia de Policia ... 
Sala de Relações Públicas da Delegacia de 
Pol!crn. de Bela Vista - Felipe Ibanhes - Res­ 
ponsável 
=y " 
EOITlt
1 
.º 01/71 f 
Estado de Mato Grosso 
Secretaria do Educação e Cultura 
Delegacia Regional de Educnção e Cultnn 
Escola Estadual de 1° e 2° Grau Castelã 
Branco 
t D!rego d Escol! E!dual_Ce 1% ! 
Graus CaRtelo Brancn, de Bela Vrnta, Estado 
de Mato Grosso no uso das atribuições legal 
Conforme Portaria n° 14/77 da Delegacia 
Regional de Educação e Cultura/06, convoca 
os alunos abaixo relaciona.dos. paro. presta­ 
rem Exames Especits, que se farão realizar 
dias: 21, 22 e 23 de Novembro 77, uo período 
compreendido entre 8:00 e 16:30 horas. 1 
01- Felix B. Maciel Pinto  
02- José Ronaldo 11. Chaves 
03- José Varíldo Serpa 
04- João Elvio Mendonça 
05- Marli Te.rezinba Volpatto 
06- Neli Clarisa Vnlpatto 
07- Mirian Socorro Bazzann 
08- João Marciano Vilalba 
09- Maura Garcete Balta 
10- Nidia F. Freitas 
11- Rosalina Gonzalez 
12- Hyldo Coronel Viédes 
13- Diaai Pires 8runet 
14- Geraldo Rodrigues 
15- Carlos !nsfraim Bento 
16- Odilo Ocumpo:3 
17- Rene Batist3. de Matos 
18- Glória Galeano Freitas 
Bela Vista, Mt, 3o de Outubro de 1.977 
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ela "!"!_ ! 	1Tbbum	d_rrontetru 
Trivi a 
P U R fi 
Simples 
VERDIDE 
A pequena cidade encostada no rio recebe e neolhe 
s que chegam, >ão pessoas vindas pela fé, pelas ir. 
unstàneia+ e talvez guiados pelo destino que lá en. 
ontram um unindo a parte, umu ambiente tranquilo e 
eima de tudo um suporte para suas esperanças, 
Obviamente, dadas as características do lugar, não 
egnimo_imiuir_o cidadão com a ma«a, pelo 
ontrário, a individualização sobressai, solta os olhos 
nlo deixa margem de dúvida. Pessoas de muitas ori­ 
gens, algumas m um regozijo contagiante e outras, o. 
paras, rm dádivas, caladas e sofridas, as que nascem 
rom ti menor sorlc l" que curtern no silên io, as suas 
própria, meluncolius. AI, 111ais urnn vez de soslaio, o 
rcrn1n1PIC fere e lllt!S1110 11ucrcndu hnrmonizú- lo o rc­ 
,ulrndo não _é satisfatório. Por que esta ,liferença mur• 
rnnle que 11111;..:uérn c,rpl1cn e se procur:.1 uus scitust nos 
templos, nas tendas e s,,.., re,posta permanecem curuo 
um 111i;1hio .•uprcmo7 ~1(, os indifcrenrcs aqui e nli, 
o; que pluni'Jnrn e rod11chnrn e no co1irlia110 FC per• 
dem passando as horas sentadas os trilhus. 
São v(1rios os ânµulos e poucas as perspectivas e nes­ 
a tarde, entre estes devaneios, sol caindo no poço da 
noite, dia com luz pura J{t acabar, vislumbro aquela mes. 
ma figura dos meses passados, com as vestes surradas, 
indumentária do drama, incliforente. entre, un111 poria 
de bar e como pano de fundo :;arrufos de pinga, copos 
de ndro e semblante semelhante ao seu. Barba cres - 
ri,ln, rerrnro sem hrilho, rérchro sem dono !!sho~,o de 
alguma coisa e quem sabe um brinquedo das pequenas 
crianças, aquele bon,,co de trapo. Pum lodos quo pns­ 
·am aquilo é uma cena comum, o costume impôs uma 
cerra nnlu:nlHnd.: no foto. Seu nome, filiação, CPF, será 
que possui? Um número Ihe deram! Comentários antigos 
e norn, im·oc·am uma jus1iftcativa, particularmente para 
O! rccém-cbegndos. TI istória contada e mesmo i_nvcn· 
roda, no cnrnnt'l logo esquecido. 
Mudam as figurns. o valor da moedn, ilnto Grosso 
,lo Sul, mais colheitas nsfoho que falta, e clf', inclife­ 
rente transa as suas angustias, longe dos que já foram 
e por ln passaram e permanece enlrc a poeira e a 
fo111usia. E: um personagem das esquinas como outros 
homens do mundo, mas, no local. tem caracteres pró­ 
prios, sobressni e pnracloxomcnte muitos o ignoram, 
confundindr--o com um ser ridlculo. Nem todos, pnrn 
nqude menino "levado", naquela fnnlasin esponlâncn 
é o guerreiro vencido duma bo1ulha qualquer e um 
símbolo de várias matizes, em suas noites de é tam­ 
bém o medo, onde seu, gestos são lembrados corno 
rnhos horrendos e seus gritos ecoam perdidos. ilas 
em sua mente inocente, cm um cantinho guardado fi. 
cnrão cerrnmcnte us impressões d.- um homem de bar­ 
ba, encostado nns ruas, diferente de todos, uma boa 
1 
lcmbrnnça .. , 
1 
r 
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Nono Apa 
Dr. José Ribamar Cruz da Silva 
Partos, Ginecologia, Clínica Geral 
CRM RJ 17.937-- CRM-MT 439/s 
CPF 058.043.377 
Consultório Rua 
481 - Tel 123 
Quinzt de Novembro, 
BELA VISTA 
BI F 
BfWILACQVA - ,Jurlscoosult" bra,;l!clro. r,;'as• 1 Consultor ,Turidico do Mil+tório das Rela­ 
eu em Viçosa Cnará, a 4 de outubro de [ções Exteriores, ergo que ocupou em 1935. 
1819, e l'alcceu no Rio de Janeiro, n 26 ele ju- Escolhido, em 1920, pela La das aç0e 
lho 194'1. Fez seus primeiros estudos em So- pura membro dos Tribunais Arbitrais, no 
bnd. Iniciou em f<'ortaleza o curso secundário, compareceu às reuniões, mas nprcseutou ut11 
terminando-o em 1887, no Rio rle ,Joneiro. N" proje~o !;Obre a Corle P,•rmuncnte ri,• Ju'<llç 
auo Hegulnte entrou para :-1. Fuculdacle de internacional. Era ócio membro honorário 
Direito do Recife, tendo-se formado em !882. e correspondente de numerosas instituições 
Ocupou durante algum tempo o cargo de cultural nucionuis e estrang lr:iR. Sócio fuu­ 
Peomotor, em Aleãntara, regressando logo a dudor du Academia Br:.ai-ileíra de Letras, o­ 
Recift'. De 1884 a 1889 exerceu as funcões :Uf)(JU u Cotleil'[L n" 14 Eatre suas demais 
ele bibliotecário. Escreveu durante este pedo- obi'uS dest,1carn-H Códig<, C:iv!I Comentado 
do: Filosofia Posiliv'l no Brasil (1884) e Es. (1916-119). Em Defesa do Prnj<·to c!o Códi­ 
tudos de Direito e Economia Política (1886). !!O Civil Hrasilelro (196), Direito das Obriga. 
Em 18 9, nomendo, por r~cursos. prore,;1:1or ções (19lü). IJirf'ilo Público lnll•roacioual 
de Filosofia de seu curso anexo. Foi t.am- (1!)10-1911). E.,tudo-; ,íurídit:oi- (HJ10). Lilero­ 
bem ei-r,olhlda para redator chefe! da Revis• tur& e Direito, feito em coaboração com A­ 
ta .-cadê:nica. Por essa oclão iniciou a mélia de F·itis }+v.la qu4 (10) ). , Idade 
publtcação de contribui~ão parn a História perante A. LeIs Civil e Crimiua! (1939) Silvio 
de Direito. Stlo lambem dessa ép.Jca: Fra ei- Romero {líJQ;j). Guerras e Tratados (1900). 
e Fantasias (1894), Direito Familla (1896). Hi tória da Fi>culd·,c!r de Direito do Recife 
Criminologia e Direito (1896). Juristas F"ilosó- (1927) e linhas e Peifis ,furídil:oi; (1930). 
ficos (l89o), e outros. Em 1905, foi nomeado Seu nome completo: CIóvis Bevilacqua. 
CAMI 
Draco 
Contarei co!sas ocullas, que existem desde 
a criação, buscarei a fonte da ngua pum e 
da razão perfeita. Neste canto, comuog11.rei 
com as almas, dos vivos e dos mortos. O 
que está em cima é igual o que está em baixo. 
iIiohas palavras serão vida. e meu pensa­ 
mento, se harmonizará com os homens que 
esperam o século do despertar. Leitor após 
longos meses de ausêociu, voltamos com a 
nossa coluna Caminhos do Fantástico. Agur.r­ 
damos us costumeiras colaborações e as cri­ 
ticas construtivas visando aprimorar a trans­ 
mtssão de tão sérios problemas e idéias. 
0<3«-+-&- 
Manifesto o teu verdadeiro EU e sê forte. f:s uma 
alma imortal e te encaminhas para coisas cada vez 
mais grandiosa, e elevadas (Ramacharada). 
-53$0-±0>-3 
É preciso não contar denasiado com De­ 
us, mas talvez Deus conte conosco". 
·-«s±-< Do--& 
Seicho-No-Iê é um movimento fil0sórico­ 
religioso iniciado no Japão 1,m 1º de m&rço 
de 1930 para divulgar as idéias elo Mestre 
Masaharu Tanigushi. "É um movimento de 
iluminação da humani<lade", segundo o qual 
"quando ocorre a uma pe&soa uma revolu­ 
çiio de consciência instaura-se ao seu redor um estado 
de felicidade e harmonia, qualquer que ~eja a estrutu • 
ra social ou o sistema econõmico". 
.-<-$---9& 
"Na escala do cósmico (toda a física moderna no-lo 
CD 
ensina) só o fastástico tem probabilidade de ser verda­ 
rleirn" (Teillarcl de Cb:irdin). 
---A-14<9$+1 
Dentre as várias tradíç:ões f1tntásticas do 
tempo da C'.>nquista, e11tl'e as quais se coo• 
b1m as estórias dai, amozcrnas. de ÍOdios 
brancos. pigmeus e reinos P"rdidos, sem dú· 
vida, a lenda do Eldorado ~oi 1 que maior 
atenção de ·pertou. 
rortemor; 
As viagens astrais não são alucinações. 
1_:)zem parte da natureza bumana e foram 
.,coohecidas em todas as épocas. Quando a 
alma bumana abandona o corpo e.Ia vive u­ 
ma experiência real: o desdobramento. 
opero;oro 
As escrituras da India podem SI'~· conside­ 
radas os mais antigos textos da ciência pu­ 
rapsicológica. EspPcialroente a Raja Yoga e 
a Tantra Yoga tratam dos fenômenos hoje 
conhecidos como parap icológicos e dos má­ 
todos que os praticantes dispõem para atin, 
gir os "poderes". Isto parece indicar a ne­ 
cesf:idade de os atuais parapsicólogos toma• 
ren tais textos como objeto de estudo. 
5----5±--<-3 
Meditem: Ter uma vida não basta; o im­ 
portante é saber dirigi-la com lucidez, bom 
senso e sabedoria (Krisnamurti) 
PIRAISO DO 
Praça 
Cúm modernas instalai;ões, dispõe de um grande estoque de calçados. Paraiso dos Calçados é especia­ 
lizado no ramo e tem tudo para bem servi-lo. Em matéria d~ calçados. 
conheça a últitua moda lançada nos grandes centros, 
visitando Paraisa do Calçados. 
Presidente Outra • 163 	Ponta Porã • MI 
-------------=====.:====--------------

.. l.Juna t ...._ a 
13::.:11:..:..ln_. :..:..V;..;.fg.;....ht_-_1'_H_. ---------------'- :.::.:.:..--- 
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' 
Apolo Escritório de Contabilidade Apresentam: 
, 
E • • 
■
Pedro 
Fal só o e, polR ó ... voltar n t-:-ansmlllr 
nqollo que n povo quer, o jornal "reviveu". 
.~atú, como diz o amigo Di Piero com "espí­ 
rito". É Isso aí. Alguns nolunistos', da Tribuna 
e dos jornais da OHJIVAPE, estüo com uma 
"buita" inveja aqui do Pedrão. Mas, sabe lá 
o que é escrever parn 13.000 leitores'? ~. pois 
é ... o papal está nessa. 
Povão da terra. de Bela Vista, a "bendita" 
energia elétrica vai chegar mesmo no próxi• 
mo ano. Será a redenção desta fronteira es­ 
quecida. Vibra povilo, ,·ibra ... 
"Ficou patente que a Tribuna (carro chefe 
da ORJIV APE) sempre está buscando novos 
caminhos, inovando no aspecto gráli<:o, dina­ 
mizando a linha editorial, pois deve-se pro­ 
duzir um produto jornalístico destinado a su­ 
bsistir a natural perece bilido.de da informa­ 
~ etand'o-a numa distancia que os fa­ 
tos uão' consigam SU!)Prar" (Esta not::i. recebi 
do Diretor da TF, traçando algumas "linhas" 
a serem seguidas por esta eoluna) .. .' Vamos 
lá ... füta semana o Colunão está quente ... 
quentíssimo ... 
*** Na. nota esportiva inserida na primeira pá­ 
aina da edicllo anterior, assinada pelo presi 
"' 	" 1 dente do EC Ipiranga, o mesmo co oca as 
cartas na mesa". Acontece o seguinte: nó 
publicamos alguns integrantes do clube nfir­ 
m.:.ram que o torneio foi preparado para 
o Cereal, União e 20 de Julho se classifica­ 
rom''. Afirmaram, também, "que o Juiz (Ka_­ 
life) foi parcial": Isto escrevemos. Isto <>uv1- 
mos. Isto continua de pé, até que {)S mesmos 
elementos se retratem. Se houve "erro", par­ 
tiu dos jogadores que "fabram o que não 
deviam" ... ~- pois é ... nem sempre podemos 
dizer o que sentimos.. . pois, nossas pala­ 
vras, as vêzes, ferem "suscetibilidades·• ... 
O atentado sofrido pelo jovem politico A­ 
renista e colaborador deste jornal, Eruando 
Martins Barbosa. foi (ainda não confirmado) 
por problemas ''particulares". ~~ha _ ~ente, 
não foi política não. O Ernando já está pas­ 
sando bem. Recebeu cinco bala,;es e mostrou 
que o São Jorge está vah:ndo. Que o Gran­ 
de Ser proporcione o sou pronto restabeleci­ 
mento. 
Falan".lo em Ernando, olha bicho, voce es­ 
tá. no hospital, e, mesmo_ estando ai, provo­ 
cou um rebuliço em Jardim. O seu último ar­ 
tigo Cartas na Mesa mexeu com o pedaço e 
provocou resposta. Vá lendo e vá pensando ... 
i(i(--t( 
Após aguardarmos duas - horas, conse~ui,: 
mos falar com o "e.té entao desaparecido 
prefeito Fernàndo de Fr2itas. O_ ~ornem. ~r 
tava trabalhando. Foi a Brasilia, Cuia , 
Campo Grande enfim, estava procurando so- 
' ' ·di es. Segun- 
luções para os problemas jarumnens ·. 
do suas palavras 'ninguém comenta que o 
prefeito de Jardim, viaja a serviço da Pre­ 
feitura usande o seu avião partieular, gas­ 
tando dinheiro do sau bolse", disse o prefeito 
que já voou 260 horas a r.erviço da Prefei­ 
tura e que o preço du hora-voo e de 
CrS l.500,00. Já viu né ... 
Pedreirn 
Dopolll de romentm· o orligo Carlos nn Me­ 
sa, o prefeito F<>rnando de Freitas, afirmou 
o guinte: "Pergunto ao articulista de Certas 
na Mesa, que rn·ovidéuclas irá tomar para 
sanar o problemo cio cheque de CrS 7fi.ooo,oo 
que se encontra sem fundos e err. poder rte 
uma Secretaria Estadual" ?Interpelado a res. 
peito do cheque. ou choque, o prefeito con­ 
tou ... Por ocasião da campanha po!ítica. a 
PreíeitUl',1 Municipul recebu uma verba de 
CrS 75.ooo,co para ser aplicodl.' no constru• 
ção de uma escola. Pois bem, o então 
candidato, Ernando Martins Barbosa, com o 
benepláeito do prefeito usou esta verha em 
beneficio próprio. Lembre-se que estávamos 
em campanha. Veio uma comissão de Cuia­ 
bá para Investigar sua uplicaeíio, ~ como 
não houvesse sido aplicada. a municipalidade 
foi obrigada a devolv-e-Ja. Devolveram-na em 
forma de cheque. que se encontra nté hoje 
sem fundes e em poder de umu Secretaria. 
EBtadual. E, pois é ... vamos aguardar o 
esclarecimento :las pa1·tes envolvid11s, como 
diz o Beija Flor, da Bandeirantes: E só. 
c-$<6-<3%-%3 
Escrcn,rno~ de maneira bem •imple,, para o povün 
entencler. O Governo Fstadnual mandou 75.000,00 para 
ser construida uma escola. ão construiram a escola. 
Usaram o dinbeiro no carnpnt•ha política. O C.o,·crno 
viu que a escola não existia e pediu a prana de ..-oha. 
Deram um cheque. Foi cobrado e deu um Choque: e•• 
tava sem fundos. Este cheque se encontra em Cuiabá. 
O prefeito Fernando ele frei tas diz que iu o -,._iolen­ 
to". Eu, particnbrmcntc, não acredito, que o jovem 
político Ernand, Martins Barbosa tenha usdo a grana, 
mas ... o nrefcito rliz que é a pura verdade. Se ele a­ 
firma "categoricamente" que existe tal cheque, não 
existe, e vamos esperar qur algnuem responda, pois nio 
ncreditomo, que Apenns o Ernando tenha "fé no par­ 
tido c defenda rn.,~ icléias como vem fozearlo até ago 
ra". Ou. em Jardim, o único· nrenistn é o Ernundo? E 
o Dir .. t6rio'? E os "t:readores da Arcnn'? O po•:ão e no 
po'ào existe nreni,1ns e emedehistas - quer saber: A 
Verdade. 
A respeito dos atrazos de pagamentos, o prefeito a­ 
firmou que "ainda está pagando salários da Adminis­ 
tração anterior". Com referência a sua A.Jmini.tração. 
mandou o repórter perguntar a qualquer funcionário 
se est.nvn drscontente: O rep6r1er perguntou, e a res­ 
posta: '·Esti, atruzado Dois .leses" ... 
-<39402±«-+3 
Transcrevemos abaixo um comentário do jornalista 
Sebastião ery, da Folha. de Suo Paulo, a respeito de 
um "problema bonitense" ... 
2O! TO 'TO 
Sebastião Nery 
Problema Institucional 
Padre ]não Arrurln l'. prefeito (Aren3) de Bonito, !!Í 
nos fralda• d:i serr:i da Bvdoquena. em iIato Grosso 
rJo Sul. Jo3ias é o presidente dn Arena de Bonito. Bri­ 
garam. E brigaram feio. Lúdio Coelho,_ presidente da 
Arena estadual, mandou ·chamar o:; <lNs: 
- O que é que está havendo com vocês? 
-- O prefeito Joio Arruda é padre, não tem mulher. 
Cc.m isso, Bonito n:io tem pnme1r:1 dama. Eu pedi a 
ele que baixasse um decreto nomeando minha mulher 
primeira dama de Bonito. Ele não qui. . 
. Doutor Lúdio, eu acho que não posso fazer isso, 
Prefeito solteiro pode nomear primeira dama? As leis 
permitem'! O ]oci.13 n:,o prccisn,a romper conugo po.r 
cansa disso. ,~. . . _ 
Precisava, sim:, doutor Lúdio. em primeira dama 
vamos perder as próximas eleições. _ oposição está ex 
plorando mito o fato de Bonito não ter primeira da­ 
ma. Como é que a gente resolve u problema. 
Ltidio Coelho encaminhou o grave as-unto a Fran­ 
celino Pereira, presidente Nacional da Arena, que vai 
consultar o deputado Marcelo Linhares, seu assessor 
especial para problemas institucionais. . 
Nota do E, pois é...o nome do prefeito de Bonito 
é Roos,,elt Sá Mcd-:!ros.; ]o5._o de Arruda foi o candida­ 
to derrotado nas últimas eleições. E só...e sai de cima. 
Enqunn10 em Jardim. a política vive em 
função do nome d Fernando de Frelts, po. 
is o prefeito emedebista, bastante 'insinuan­ 
te". ganha adept.oc; n cada dia que passn, em 
Bonito, dois grupns inda disputam a hege­ 
monia local: O grupo do Pe. Rooswelt Sá 
Medeiros e o grupo do Lte! Jacqvet. Nn e· - 
dnde do l<'ol'moso, ro·plru-he politlea e lodo. 
011 ratos Ruo 11nali;,;irln11 pPln nrJ<1rr>a políllco. 
Até meto a questão da "prieira dnma", 
conforme a. publícaçüo da Folhu de São Puulo. 
-- 
Muita gente, em Bonito, aguarda explica­ 
cães tio aluai prefeito, no assunto 'instlção 
da agêocin do Banco do Brasil.' m cidaêão 
informou o seguinte: " A Prefeitura Munici­ 
pal, na administração Lfel Jacques bavla do­ 
ado um terreno para o Banco cio BrusU cons­ 
truir sua agêacln. ERta área foi cr>n~lderado 
insuficiente pelo Banco, e a PrefPitura pode­ 
ria ampliar 11 ár'.!a doada, mas com a pos!le 
do prefeito Rooswelt o negácio pifou. O a­ 
tual prefeito não concordou em doar a área 
retnte. "Segundo o nosso informante ... " 
o prefeito nJ.o poderia doar o reatante do 
terreno, porque Vendeu o mesmo a um pe­ 
euari;;ta local. Por r:er a área doada insufi­ 
ciente e pela negati 'A (lógico não havia á 
r11a, pois fora vendida) o Banco prncur:ou 
ouh·G local. Encontrou dois terrenos, cujos 
proprietários pediram ª. importância d~ 
CrS 30).010,00 pela venda. O interessante no negócio, 
é que a Prefeitura Municipal, vendeu ao pecua 
rista o terreno por CrSSo.000,00. Assim, em cur 
to prazo. o pec11arista ganhou CTS 240.000.00 
oa valorização de seu imóvel. E um ne­ 
gócio confuso. Nebul'l!-'O. O povo acha que 
o atull prefeito fevo explicar sua atitude, 
pois, afinal, está na Prefeitura graças aos 
votos do Povo. 
30+± 
É, pois é ... eu não entendo nada 
de imove!s, e muito mrnos da sistemáti­ 
ca administrativa de uma Prefeiturit. mas, 
se a!nda vale a matemática do grupo esc­ 
lar. o que sEi e falo de boca cbe!a é que o 
pecuariata em questão é um "sortudo". Com­ 
prou umn terreno uo centro rta cidade pela 
bagatela de CrS 60.000.00 quanda outros ter­ 
renos, não situados no centro, estão valendo 
CrS 300.00.00. Êta mundão ... 
--° 
Olha pessol: pausa para meditação, vamos 
ler Trivial Simples ... uma coluna humana, 
uma fonte de água pura ... para podermos 
enfrentar a vida com tranquilidade ... 
- «<G 
Gente: est.a é séria. Fui :1 reunião du Sindicato Ru- 
ral. Estavam presente- os enhores_Epaminonda- Es­ 
eobar, Fiori Murano, itor Penzo, Corumila Loureiro, 
Roberval Borges e Gentil Vargas da Rosa. Abaixo, 
transcrevo algumas palavra dos presentes, sem csmen­ 
t.5rios: ... 
"A dcnúnrin contra o ,enhor Vitor Penzo, é infnn • 
dada, descabila, busca denegir o nome de ums pessoa 
honrada, de um pa,rndo limpo- (Robcn·a1 Borges) 
"A pe-soa que encetou n f:nmpanha contra o !enhor 
ir Fenzo, usa métodos subver<iros, buscando con­ 
ltlrbr n ordem pública. Bu,:n de;:lf(!egnr a rnciednde .. 
(Fiori ~Iurnw,) 
Os integrantes do indiato, incon.orados. revol­ 
tados., pedem uma retratação pública. pois julgam as 
denúncias feita-, não só ao senhor Vito: Penzo, mas 
a toda Diretoria do Sindicato". 
A Diretoria pede no 'crer.dor Ely de à,·najo B:irbo­ 
sa que preste contas dos medicamentos recebidos, po­ 
is, o Sindicato csti encontranlo dificuldades para re­ 
eeber mais medicamentos por cansa da falta de pres­ 
tacão de contas. Estes medicamentos foram distribui­ 
dos pelo Dr. Ely no Posto de Saüde ... 
Pelo dever sagrado da "Iaprenss pura", nossas pá· 
rinas estão abertas ao vereador... 
Aé a pr6ximn

e dia. no Gretlo 
Arh V!Hla - Mt. 
Trivi a 1 Simples 
-TI T 1- 
Grnmn verdr, 111nnrrnill111 amorrlo, rnmpo 
cnírirndo, o inverno foi embor atrasado; tão bela chie­ 
ou na primavera, a formiga trabalha por puro prazer 
Tfro-Tico, r11ntundn. uhrr o hico bntuln, 'DÍ u r<uH'Cr• 
to das aves reger, 0 sol que beleza, pintando com ou­ 
ro e urn toque «de mor, conversa com o vento que 
brinca com ns folhas, ontem na«idas, de verde vesti­ 
das. Borboletas vaidosas, nprovcitando o matiz, tornou­ 
se bonita, saiu do casulo, esqueceu, o pnssodn de feia 
lagarta, voa íeliz. 
O pai tão contente vni passear com a filha. cn· 
belo dourado, um laço de fita, meigulce nos olhos, Lo­ 
cLeclrn rosndo, vrsti,111 ,le chiln, supnto bordnrlo; n n 
mno pequenino srgurn o honecn que chomo de T TA 
Sorrindo, correndo, mos dadas, que raça, o pai 
vai feliz com a filho, crinnçn, brincar ft na prn~·•· Iln­ 
lanço, gangorra, escorrera, num jogo contente transmi­ 
tem no mundo o aram do amor inocente. 
Felicidade nasceu, pintou a paisagem, o universo 
olhando a imagem da vida no nmnclo: c,tú tudo per­ 
feito, Vamos lá, seu runestrr,, movir:ucnta a bututo, for• 
miguinha acompanha cadência, upa-upa, borboleta 
faeeira facira bate as asas cm valsa e admiradas as 
flores uoc>mpnnhnm com o ulhur. 
Mas num conto do folho, n mnrgclll do 11111nclo, um 
borrüo 11n pintura. Sem tri,tczns, talvez, mas tnrnbém 
sm ventura, esquecidas da sorte, um casal observa 
pai e filho tomhlim, só que ~lc rnlo vê. De bengala na 
milo, um vnzio no olhar, o filhinhn pncicnte, o cami­ 
nho a mostrar, vão sentar em um hnnco que os nco­ 
lhe sileutc. 
Cnbelos Dourndos e popni felicidades, depois 
de cnnsndos, v,10 uo lar rt•tor.nar, quando então de rc· 
pente, p('r cnRunl coincidência, o deEtino OF põe frente 
a frente, Bochecha losada pergunta ao pai porque a­ 
quele homem tem bengala prá andar. Minha filha, o 
coitodu já nüo pode enxergar. Meiguice nos olhos, tris­ 
tezu no olhur; o pal compreendeu e não pode txplicnr, 
De repente parece que n belczn cio dia 
esmnece, Tico- 'l'ico colou, u formiga parou. o vento 
cessou, borboleta fugiu e ucnn mncm brejeira, que o 
espaço infinito percorre lnmpeirn. compreendeu num 
instante que o Ao) de repente 1ueria cbornr. Escondeu­ 
lhe o rosto e deixou que uma úgrimn fosse u terra 
molhar. 
H'apai emoção, sem aber como agir, retirado 
bolso uma noto e oferece uo cego uma esmola de 
amor e convido. n filha n tornarem no par. Mas a 
terna criança recusa a andar. Em seu peito, aperto a 
boneca querida, doce tesouro que ninguém e atreve a 
tirar, Prá surpresa do pai, pum gesto espontâneo, ple­ 
no de nmor, corre a crianca com meiga inocência e 
entrega a outra o brinquedo valioso, olhando p r á 
'flTA, com os olhos c.hornnclo, mas enfim sati,fcitos, 
t: volta prá o pai quo, entende seu feito, apertou a 
hem forte de encontro ao peito 
Chorando, sorrindo, abraçados, correndo, o 
pai volta ao lar com 11 filha feliz, an•ioso em coi,tnr 
para a mãe o gesto du doce petiz. 
Lá atrás tão contente, n outru criança nbraçu fn­ 
ceira a meiga lembrança. De mio espalmada, a T 1 T A 
caluda, acena um ndeos tão autil compreendendo o 
porque dn oferenda gentil. 
No azul ln no céu, o sol chorou outra vez, mas 
tiubn no rosto n luz da alegrla. Pediu ao vento que 
s-iprasie de novo parn a 1:m•em matrcira correr pelo 
nr. Mandou os seus raios regarem a terra de nlcgre mn­ 
,tiz e eur,io, Tico-1'ico, o sério maeHro leu o tom parn 
a orquesrra que volton a Locar. Formiguinbn tornou a 
marchar, borboleta vaidosa apareceu prá vulsenr. ns flo­ 
res mimosas e puseram a aplaudir e o universo in­ 
teiro se pos u cantar. 
(NONO APA) 
TRANSAS 
''N iI o P r e e l sa Expll e 
O 
r, 
DA 
Eu Só 
ALDEIA 
HOMENAGEM 	.. 
O senhor prefttlto rnuntclpal rle Bela Vista, 
elogiou a Nova Tribuna e disse que o nosso 
jornal passou a ser uma "fonte de idéias e 
um vlailante dn sociedade". Obrigado no rn­ 
reno e atuante Costa Marques. 
IDEAL 
Pura mal dos meus pecados, nio cuido 
deles, nem dos albeios. O que ne leva a 
escrever são pedaços du vida. convencido 
como estou de que a vida são os oull'OS. 
Quem disse Isso foi Cândido Motta Filho. 
CON'I'ílADIÇÕES 
Há delPrmlnodAs coisus quo por mais que 
tentemos enlbIHler, nunca chegamoi, a uma 
conclusfio so.lisfatóri11 o.ssím comn bá outras, 
que por mais que queiramos explicar niio a­ 
chamos respostas pura ali perguutas que nos 
fazem. Nessas flituações, o. atitude a to~ar 
redunda numa completa ausência clP op('Of'S 
ou &eja, fingil' que enttndernos El'JD pedir PX­ 
plicações, já que estas nada vem esclarecer. 
Sendo assim exemplificamos tal situaçao 
com o fato que ocorre em Jardim. Na cida­ 
de que mais cresce no Sudoeste, a Arena 
local se encontra apagada e destituida da­ 
quele espírito que faz dos partidos um cen­ 
tro irradiador de idéias. Vamos esperat· uma 
"nova germinação dos idea
1
s politicos dos 
arenlstas de Jardim, pois, parece-nos que se 
encontram demasiadamente acomod11dos. 
SÓ QUER!. ENTENDER 
O que espera o senhor Governador para. 
Coluna do 
O PREFElTO 
O Prefeito municip3l, J0sé Simplici0 da 
Costa Marques, informou à nossa reportagem 
que a comitivn belavistense que foi a Brasí­ 
lia, assistir o ato da assinatura .da Lei Com­ 
plementar que diviàiu o Estado de Mut0 
Grosso, foi recebirla no aeroporto pelo Sena­ 
dor Italívio Coelho e pelo presidente da 
ARENA estadual, Ludio Coelho, além de inú­ 
meros belavistenses que residem na capital 
federal eguado Marques "a viagem foi mui­ 
to proveitosa". 
Q u e rl u E ,,. t e n der 
Podro .Pedrelrt1 
defioltlvament o senhor Jo é ~lf 
,22%%" ciso «rws retinto «4« te» 
P' o município, pobre, está pugndo d4, 
;qqs o que cotradiz uma poitica 
Te!%""",, d despesas. Se o dr. 'stto P 
cgt"",,, assumir: (p»lavras de um t 
nao Vai • 	rr ( 
. colocar 08 curta nu mesa. ~- ' 1 1 
"""",",,j pefeio é uma metida Lógica. o jot 
"k eá gritando e o eco chegou à Reda- 
çilo éa 'f1 ibuua. 
TERTIUS GAUDET 
Frase latina muito citada quondo se do­ 
frontam dois políticos que, no rncsrr:•) pnrtl· 
do disputam a honra. da indfc~<;fio para can­ 
didatos à Presidência d't Republica. A. ex­ 
pressão nasceu da Ir-e: Inter duos ltigat­ 
teR Lertius gaulet, isto é, entre dois itigan­ 
tes há um tereeiro que se lega. Quando 
para apluear as diveréneias, ê escolhido um 
outro couro candidato, a esse ouiro dá·se 
geraimeate a aefomiruçiv de teriu. 
DE GUSTJBUS E·r COLORIHUS N0'1 
DISPUTANDU1 
Provérbio medieval que, em !atiro (os gost9~ 
e as cores não se discutem) diz que caó 
qual tem o direito de pen:nr e de anunciur 
o seu pen:monto como Ihe bem aprouver. 
O preleito de Jardim segue s risca este pro­ 
vérbio pois, afirtxou. Aceito as critteas do 
articulista de Crtas n Mesa. considero a 
oposição válida, i • 'a una incoerência 
nüo ceitur a oposição, pois, no contexto po, 
lltico nacional, eu sou do partido da oposi­ 
ção .. ; 
VEREADOR 
O vereador Ely de Araujo Barbosa, um dos 
integrantes da comitiva belavistense, que res- 
• ponde pela presidência da LEB (Liga Espor­ 
tiva Belavistense) conseguiu junto ao CNO a 
promessa da construção de um estádio em 
nosso. cidade. O ven,ador trouxe a noticia 
auspiciosa da vinda da energi9. elétrica de 
Urubupuagá 
GERENTE 
Com n inauguração do BRADESCO em nossa ci:lade, 
uma nova era desponta para o comércio, a indústria e 
n pecuária local, A lérn de conlarmos, agora, com o ma­ 
ior Banco particular do Brasil, tivemos a primazia de 
ncolhcr a personulidado firme e atuante do jovem ge­ 
rentt" Santana. Gereneiando, anteriormente, a agencio "de 
Antonlo Joào, Santana já posrnin subsídios a respeito 
cio potencial ecouomico de 8:!la Vist.n, o que facililou 
em muito sua"atnnçiio em nossa cidade. A agencia do 
llRADESCO cm Bela Vista está integrada o filosofia 
P O L 1PICA E N E G Ó 8 I O 
das diretrizes emnnadus da "Cidade de Deus", onde a 
met.n principal é o homem. Equipe coPsa e de imensa 
respo11.nhilidudc, o, fUJ1ciooários do Brn.desco cativam 
pela sin•:eridadt: nos n-:g6cioe. 
HOTElRO !)E LA.ZER 
Neste sábado, alnwc-> no re.lanrante do Gaúcho, co· 
nheça o verdadeiro churrasco dos pampas, a tarde vá 
ao , pn (o Prefeitura reformou as vias de acesso e deo 
um "jcitioho no ••ramaJo]. Tome uma cerveja estupi­ 
rlamentt: gelada ná AAÍB e assista o Aeroporto no Ci­ 
ne São Cristovão. Baile no. GPR, ou Ca;;sino, a ruelbo_r 
pedido é o B~ile no Gremio. O jantar poderá ser no 
restaurante do Cassino Paraguay (cozinha inte.rnncional) 
BAJULAÇÃO 
Aquele grnude político era detal maneira bajulado que, 
notes mesmo de expressnr •1uaJquer desejo, adivinbn­ 
vam e se antecipavam. Certa noite, duranle um jantar, 
crrcado de convidado,, pegou num pire, e derramou 
Iene nele. Todos os convidados o imit.nram Depois jn.n• 
tou manteiga a_o leite. O; cumpa.nheiros da resa fize­ 
ram o mesmo. Como ainda havia mel. o nosso homem 
resoh·cu misturar uma colherada. Depois adicionou 
um pouco de uçú.:ar. Todo mundo continuou imitando. 
Aí ele pegou do pires e colocou-o debaixo da mesa. , . 
pnra o gato (Pedro Bloch). 
ABRIR AS COMPURT.-S 
Hefcre-;:e as situa;ões em que alguém abre a boca ,. 
fala demais. Tabem se diz: abrir" o dique ou abrir' a 
lorneira ou, amda, abrir o torneira das bobagens, há 
locução idêntica em francês: "Ovrir les éclué4". Há 
gente falando dc:nais em Bela Vista Vamos fechar as 
Lorn.-:iras? 	• 
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ros - assoalhes - Batentes - Guarnições. 
''Uma indústria que acompanha o Progresso 
Bonito'' 
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MATO GROSSO 
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1 
de 
Tribuna ·da Fronteira 
SEMANA.RIO 
FUNDADO 
Redator Chefe 
EM 25/272 
lvaldo Pereira 
Os artigos publicaàos com nsünaturos 
dos autores não traduzem a opinião do 
JO~nl. ::iuu p,1blicaç:'io obedece ao pro­ 
posito do debate dos problemas munici­ 
J?.ªle e de u·fletlr as diver as tendências 
do pensument.o. 
Tribuna da Fronteira é uma publicaçilo 
ela ORJLVAPE 
CGC-!IF: 03.200,763/0001 74 
Reduçií_n e Adminhtrnção Rua Duque 
de Cax:rns 11/n Be.ln Viua - Ma.to Grosso 
Oficinas: Rua Duque de Caxias, s/n 
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Funrural: 12 às 15 horas 
A @s to e@rt seres e cotar9","Ç.". 
turbado psicóloia que s«6 o 1con"" ,­ 
Jetivo oxpllr!urh1. Rf' !01,,;e posto à lu ' g n 
eiados com a vida e com a morte, com " 
doca e com veiic·, com, a d""E,},,, 
com a tristeza ninuem vai justificar P! ,, 
• " ,, • em transl- 
mente, A nós, seres deste munGG, 
to P em e11guno, niaguCm explica. 
É posslvel explicar e, comportamento du; 
jovens? E teil dizer que o jovem, alema ' 
Imaturo é fn:;tável é allamenle suge:twnáv • 
Isso re~urnido à luz da mais barata pslco. 
logi,1. Ora, o sistema garante televisão, lazer. 
Ai dele se n0.<1 garuntiRi-e. Alguém poderia 
provar o contrário'? Pois, os bllbitos enchem 
uma vida. E o luzer que conheGemos é o que 
foi inventttdo. Se por desgraça, se por gra­ 
ça só Deus pura esclarece-lo. Pois, jovem e 
Isso mesmo: angaria afeto, atençuo, aJuda, 
AMOR (aliás com já estamos cansados de 
ouvir). Os pais, se por fu lha lnvolu~tár1a, se 
por culpa Imperdoável, fazem c,u nao fi~zem. 
Nunca deixam de fazer. Falai· em tóxico é 
abalar as mais flr::nes estruturas conhecidas. 
Sal.>e-se por que o tóxico circula'? porque o 
jovem o aceita? 
Eu não sei. E ataco o problema da drnga 
com a minha ignôrancia. As vezes é melhor 
ser sábio. Mus, só às vezes. O encargo de 
eulpa desses que deverão enfrentar o infer­ 
no quando morrerem ( os traficantes) é insí· 
pido à luz deles mesmos. Porque echam que 
estão faz;,ndo o bem. Poderia se provar o 
contrário? 
a culpa em Elvis, em Roberto e tudo g 
ue eü, pessoalmente %)]gÇÇ! de peno., o 
música e sua poderosu. n u nem. A 
$ o 
Seres de imitação, visceralmente [ala! A 
somos. o jovem nuo escapa, pois na.o é d:. asr 
frrente. Eu frenta o mundo com seu friglc ga 
ra üo e quer conqclstá·lo com seu aruor. Te. tem; 
rá ç de defrontar-se com esta porca civiliza; V 
da moeda, do conéreio das armas par 4 
guerra (a morte de um sernelhanto por outro, ~f t: ~ 
que ele não entende • e ninguém entende) 
1 
lgnorllncia, às vezes inv_oluntária dos pnL--, Pai. 
ao la:!o de filhos lnstru1dos, a neg~ção do P 
diálogo, a angústia ele ver a ele tru1çúo da rit 
natureza, coisas que todos os governos esta fir 
empenhados e eu quero que me provem o !:11 
pa 
contrá,io. 	e 
t fld lt1
1 
Que o espirito, tendenciosamente [alando, f; 
verdadeiramente cristão i.ofre opr~ssao por- , 
que quer o bem, e as pessoas ao querem. 
Querem fortunas, guerras para o comércio 
de armas. 1 egam o valor do jovem. Contes. 
tam-uo impedindo o livre expressar das idé- 
ias. matam us mais nobres sentimentos e:n 
nome de um patriofü;mo descaradamente o- f, 
soleto em nome de uma religião por vezes 
desligada e também a bsolP.ta. Se o jovem a• ú 
presénta sugestão, cbamam·no de _i~aturo. CE: 
de subversivo. Não lhe deixam part1c1pnr na 
familia e na política.. . Não lhe valorizam. 
, . Acabam com seu entusiasmo. Tudo isso por- , 
O que se sabe, e por certo, é que o tóx} que o jovem é puro. e a sociedade, no geral 
co mata. Quer dizer. ante o problema do. to- é a instituição da impureza, de vicios do 
xico, vai da visão que cada um tem da vida. mau exemplo e do mau testemunho dos ma• 1 · 
Se não há ,ienso transcedent~l, se há pess1- , is velhos. 	v~ 
mismo doentio, neurose que faz sofrer, an- 	t 
gústia que naltrata, ignorância _dos proble-l Ninguém faz o que não viu ou não apre-,, 
mas vitais da vida ou seja ausência de um deu. Matar vidas com drogas, é elemento de 
significado mais tangente, seja qual for des- esGape, do desmoronamento e da mcompete~• 
de que não prejudique, há, sem duvida. 
0 eia de servir da ionorãncia ele quem devia 
tóxico entrando por esta vasta fresta. Há e- saber e do ódio d~ quem não merece viver. 
lementos treinados no campo da ilroga. A porque mata impede vicia sufoca e estraga. 
morte ameaça a fam1hJ1. O Jovem, exaspera- ' ' ' 
do pela música, e aqui, objetivamente, con- O seu [ilho, caro charuto, está lendo is:.o. 
dena-se desde os Beatles até o Roliogs Sto- Você vai ser capaz de ter a hombridade de 
nes (quancio começaram), principalmente es- provar com exemplos as coisas certas? Ou 
tes últimos (os Stones) que com seus iote- vai ser um motivo para que. também, em 
grantes metidos 
11
º tráfico e uso da droga sua casa adentre a maconha. o pervitim, 
0 
encheram a cabe~a do~ inexperientes. E, se LSP. 	· 
fcsse botar a culpa deste ângulo. pôr- se-ia 
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roso 6-s/903 Porto Murtinho Rua Joaquim Murtinho, Centro

.T7 pel VIt- Mt. 
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Te. 
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8, 
ao 
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8 
o 
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Tribunn da Frontelra 
,, 
, "COLUNA SEICHO-NO.IE" 
ALEGRIA DE PRATICAR O BEM AOS 
S EM E L H ANTES 
..1 
Sl!o Paulo 11ílo aflrma que o corpo Místico 
Cristo u grande variednde de dons e atri- 
11lçõr~ mnnirrstt:, u unldado do corpo, pela 
rnldade <lo rr;pfnlo. 
Todos somos um só carpo e todos partiel- 
vmos (m1:s1110 e) rio mesmo úulco Espírito 
O Corpo Místico é Igreja e esta é únlca. 
A IgreJa é o comµlemeuto de Cristo, pois 
o sru corpo de que elo é u cabeça 
A lgrej11 prolonga Cristo no tempo e no 
spaço, por isso é de verdado Cristo prolou­ 
aodo Rll!l exh;têucla DU terra até o fim dos 
cmpos. 
Vejamos como: 
Cristo é proft'la trouxe uma mensagem pn­ 
a ~er revelndn. Vfllo como mestre o único 
lfestre. Velo para rnunifestar aos homens 0 
ai, esse pai que é também nosso Pai. 
Pol!! bem, 11 Igreja é também profeta. Con· 
iouu a margem do Cristo; continua atJ 0 
im dos séculüll a ma11ifestar aos !Jomen
6 a 
ace do Pai o os mistios do reino a doutrl­ 
a denn e sobrenaturul que Jesus l!Je deixou. 
Cristo é Sacerdote: ou melhor o único sa­ 
erdote. Como São Paulo o diz 'na Epistola 
os He!Jreus J-isl!s é sacerdote por natureza 
rcconcili11dor do mundo com o Pai. É o pa­ 
lflcador do mundo reeonclliando-o com o 
ai no seu sangue. 
São Paulo ninrla afirma que sem derrama­ 
ento de sangue não bá remissão rle peca­ 
os, e Jesus Sacerdote imolou-se uma bÓ voz 
o altar da Cruz e ai cumpriu a Redençií.o. 
A Igreja é também Sacerdote: continua o 
inico e real sncerdocio de Cristo. ma é sa- 
l
cen!ote como Cristo, é o mesmo aaoerdocio. 
A redenQão de Cristu ainda está em ato. 
Continua ainda a redenção; a ualvação deve 
estender-se até o último dia, porque até o 
ult1rno d1:1 haverá !Jomens pura salvar-se. 
l- Cristo é Rei "Para isso nasci e para isso 
1
1m no roundo" diz Ele a Pilatos. " ou Rei" 
111 o dizes. Ainda que Pilatos não o houve­ 
iº dito, Ela s~-lo-ia, porque Criador de tudo 
de tudo Redentor. Tudo perten(:e ao Cris- 
1o,-u9 céu e na terra, tudo por direito de re­ 
lencno, direito de justiça . 
. A Igreja é tambem rei "Todo poder me foi 
lado no céu e na tei-ra afirma Jesus. Esse 
?~der foi cc,rfrridfJ a Igreja. e Ela manda no 
'eu e na terra. 'Tudo que ligares na terra 
erá ligado no cé;". 	" 
Jesus muitas vêzes comparou· sua igreja 
lo reino dos céus. 
Muitas vézes nas parábolas de J et:us o rei 
le pede conta os seus súdilos, o rei que 
stribui o.s talentos, o rei que expulsa da a- 
. de banquete o conviva sem n veste oup­ 
al, é a Igreja-Hei. 
Quantas maravilbas encena o mistério da 
eja. Estamos demais acostumados a pensar 
1greJa como casa de Deus, como templo. 
.mo Cilrirnonia, como liturgia, corno enfim, 
resumo material do cristianismo. Por isso 
lllbem ela pouco significado tem para nós 
tece-nos algo estático, parado, fossilizado. 
Parece-nos algo de fora do tempo e do espa­ 
ço atuais, 'Temos no raro a sensação de 
que a Igreja sejam as cerimonias e liturgia 
antiga que trazem a roupagem do pasado 
quase sempre inintelgíveis. 
Igreja nacrolca e sem muito sentido pa­ 
ra o homem moderno. A Igreja lorde pura o 
l1omem-fogu 'te. No eotnufo, como a lgnj11 e 
urngnlíioadorn e divina rempre em murcha 
Sf110pre jovem, sempro utuallzada. ' 
Igreja sempre se adaptnndo aos tempos e 
cootioua serupre conquistudora por que é 
Missionária por natureza. 
Nem pcderla ser de outro modo. E porque? 
Porque a Igreja é o Cristo Místico e e te con­ 
tinua u viver e crescer dmantl' u jornada 
do tempo. •·o Cristo ontem, diz Süo Paulo 
o Cristo hoje, o Cristo eteroa!Dcnte". A lgr/ 
ja ontem, Igreja hoje, Igreja eternam·n­ 
te. Se o Cristo não morre nem ela também. 
Se o Cristo urio erra, nem ela também. Se 
o r.risto cresce, Pia também. 
O que é a cabeça é o corpo, porque um só 
é o Cristo total - cabeça e corpo. 
Maria Giansante 
Vistas sob o seu aspeto Tisico, a pe+o« 
e apresentam como seres distintos uns dos 
outros eu Mo eu, ele é e!e. Mas, na verda­ 
de, é a vida única de Deus que toma ese 
aspecto parentemente distinto e, as«lm en­ 
do, no somos, em absoluto, seres separa­ 
dos. Esta é a verdade de que eu e os outros 
somos um so. Realmente, quando fazemos o 
bem ao nosso próximo e vemos que ele fieou 
feliz, nós também nos sentimos felizes. Estu 
tisfaço que sentimos as fazer o bet 4o nos 
o próximo, assemelha-se àquela stnsação de 
u legria imensa que sen!imos quando reencon­ 
tr.tmos algum entl' querido: pai, rn!le, fflhu, 
irmão, marido O'.! mulher: depol11 ele uma lon­ 
gu 'Datação. Por que essa sensação' que 
origio:uiumenté', não l'Xi!,to neohurn erStrnnbn 
entre nós. Somos todos irulos, pui; e filhos, 
pois somo "ramificação" da mesma Vida, 
isto é, d vida de Deus, que fii para dentro 
de nós e que se fez homem. Por tanto é u 
alegria do reencontro o unill.o das partes 
que aparentemente e achavam sep radas. 
O fundamento da alegria que sentimos quan 
do praticamos o bem ao próximo eãlá rrn 
reunião das uas partes que estavam separa- 
das. 	• 
$. 
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UMA ORGASIZACIO PARA SERVIR ATO1O I0! E •• ·.:.o 
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São Cristovão 
Programação para o mes de Novembro de 1.977 
Dias 
1/2 
3/4 
5/6 
6/7 
8/9 
10/11 
12/13 
13/14 
15/lR 
17/18 
19/20 
20/21 
22/23 
2-1/25 
26/27 
27/28 
29/30 
Filmes 
Por um Dólar manchado de Sangue 
Fase IV - Destruição, 
Judite e os Glarliadores 
Guerra é Guerra 
Uma Mulher Diferente 
Er.aannuelle 
Uma aetura na floresta encantada 
O Drngão Chines 
Kung Fu contra os Tigres ~egros 
A estrela sobe 
Cboque dos mundos 
O poderoso machão 
Super Dragão contrn esµada asrnssina 
Ambição Erótica 
O pequeno pri□cipe 
Quandu eJa,, querem e eles não 
Borsalino & Cia 
Elenco 
Brooerick Craw!ord 
Nigel Da Venport 
ilaximo Giroti 
Felipe Caroue 
Sandy Dennys 
Adolfo Seli 
:1árcia Latini 
Bruce, Lee 
Wang Yu 
Bethy Faria 
Kumi Nisuno 
Selrna Egrei 
Cbung Pyang 
Ychiro Araki 
Rictarã Killey 
Silvaoa Lopes 
Alain Delon 
COMÉRCIO 
DR a 
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~ ~-------------------------------------

ENF 
Til 
Ou, , , .,., 
 n,, 
CASAMENTO 
Jconleceu dlu rn p.p., o onloce dos Jovcas: 
Lulz Nelson e Evaolr. Ao molo-dla foi SCI'· 
vldo um loulo chu1:rasco rogado fie multu 
bobldu e t·el'rlgomntl'B. O oarnl anfitriã.o 
(pls da nolvuJ sr. Alfeu o Evlna esüio de 
paraben1:1 pela bonita festa, Notei a presença 
de IL1ómcrus pure11tes cl11 Nelson o Evan!r 
residentes em outras plaga, assim como o 
oomp11roclmento rio muitos miltlores, pois 
Lulz Nelson é mllitnr. A 1101lc Ev11nlr esto.va 
Iluda cm seu vestido de nol.vo. Após a Oe- 
1·lrnôula R.ollglosa foi se,·vido ao8 prefente!' 
bolo· o champagne. ,o novo c»sal nossos vo­ 
tos de ruultn comprem1sllo e felfr,Jdades mil ... 
3 
BAILE DA SAUDADE 
Foi SU o Bailo da Saudnde, organizRdo 
pela Sra. Zulema Rosa o i;ua 3 auxillare:l, 
mnHoR jovens ... casais ... novos e velhos ... 
Os joveus: Pelé e Nelilde dançaram o Tan­ 
go. Para os entendidos "aançaram bem". 
Dançando o rock u exóticu Telmo Loureiro 
Bellnho o Cristlanu curtlrum 0 ritmo carna~ 
vulesco ... 
Entre valsas e polcas destaE}uei os ci1Rnis: 
Sidney-Beatriz, Suntanu-Neuzn, Avelino-CE-les­ 
te, Otávio-Odete, Medolros-Neire Marçal-Ara• 
cl, Alberto. O dila. 
1 
ANIVERSAR!ANTE 
30- Zenóbia O. Alves 
25 Dllney :1arques Fº 
15- Crlsliana Carneiro 
23- Enlr Mendes 
A Sra. Lecy B. Ocampos recebeu no dia 
de seu nat uma linda serens.ta - surpresa, 
liderada pelo casal seresteiro: Claudio e A­ 
delfu. Ao grupo juntaram-se inúmeros ami­ 
gos de Lecy que alegraram a festinha até 
altas da madrugada. 
Os 15 anos de Josyane, filha· do casal An­ 
tonio Nair Lopes, foi cheio de a grndáveis 
surpresas. A satisfação da família Lopes foi 
grande ao ver a demonstração de tanto ca­ 
rinho e amizade dos seus amigos. Josyane 
foi despertaJa uo !>Oill àe Ulfld Jiu•ia ::;eresta. 
O ulmoço e a torta p; noite foi tudo prepa­ 
rado e servido pelos amigos. Parabenizamos 
Josyane pelas suas 15 primaveras, que para 
ela sem dúvida foi um dia de intensa felicidade. 
xx 
DESFILE 
Boutique Mariz.a Modas levou seus moder­ 
nos trajes até a cidade de Jardim, em jan­ 
tar beneficiente. O Jantar era dos advoga­ 
dos. Além dos causídicos de Jardim compa­ 
receram vários advogados de outras plagas. 
De Bela Vista fez se presente os advogados: 
Dr. Pedro Palmieri e Sra. D,·. Perondi e Sra. 
As manecas de Mariza !•Iodas foram: Lu­ 
ciene Galli, M das Graças Assis, Neide Pe­ 
reirB., Janice Andrnde e Mariza de Oliveira. 
Foi oferecido à Sra. Ana, proprietária da 
Boutique uma linda bandeja. O jantar e des­ 
file agrado a todos os presentes. 
O desfile teve inicio com esta introdução: 
Numa promoção de Mariza Modas a boutique que 
veste a mulher elegante de B. Vista, estamos aqui pa­ 
ra apresentar a voces os úhimos lunçnrnentos ela moda 
atual, como irão. ver, aproveitamos a csla~·fo das 
florrs que é a primavera, para rostrar as tendências 
que vão pautar a moda que irá vestir o mulher até o 
final do verão. 
Este ano a imaginação dos criadores explodiu atra­ 
vés de vários temas qne vai desde o estilo safari, as 
!'ilias moldudas e até mesmo vestidos de sabor clás-i­ 
co confeccionados em popelines. gahardines e ,ólidos 
algodões valorizaclos pelos dquis e heges iaspirndos 
nos c:içadores da África. 
O romotismo encontramos nas cores pastéis que 
é a sua maior expressão; o rasa chá, e azul ilesmniaclo, 
o marfim vão colorir palidamenre o modelo,; cndc o, 
detalhes são deiicndoE, traz'!ndo de volta o preciosí,si • 
mo dos bordados, os franzidos s o I l o s, a s 
rendinhas, da roupa de baixo. 
Enquanto os too,; pastei;; ndoçam u mulher trn_nsfor­ 
mando-a auma fi1,'Tlra de Degos a moda sofre os impul­ 
aos agrcs.aivos no estilo que preconiza 11 confirmação 
de tecidos cru. 
{( 
Df, D/ CRl<NÇ, 
No 0111 <la Crinnç11 a DREC/00 unlu-M com 
todas as Escolas Estaduais e criou por um 
dia a Rua do Lazer. Foi alegria total para a 
crlanÇtdll com vát'los tipos de jcgoR. A Es­ 
cola Municipal Ca~leltnho Eocnntudo tamb?m 
fez a sua festa paru s crianças até um de­ 
llcloso almoço foi servido às crianças pre­ 
sentes, Parbenizamos n todos aqueles q1% 
pensurarn nas crianças dar,do-lhes nlrgrla e 
satisfação rm srn Dia. 
, 
,,r-Comunicado 
r 
J?or. Cícero Gonçalves Co, tn, nitd!n,
1 
l{ (oftalmologista), formado pela F»e 
Lufe Medicina, comunic sus c!lentes 
gos qut' já se eacoatr,1 cliuicnn(i<>, H 
• tonlo ,JoJo, 753 ern fl'l'flto u Hocio'!Ar! 
DIA DO PROFESSOR 
Na noite fio dia 14 p.p. os professore 
da Escoia Estadual de 1 e 2, Graus Castelo 
Branco foram homeoagenrlos per seus alunos 
no Clube Paroquial da cidade. 
Compareceram con'ldados especiais c0ntri­ 
buindo aRsim pa,a o maior requinte da fes­ 
ta. Muitas florefi. muita gratidão, m u i t a s 
lembrancinhas fornm diRtribüidas, sorteios. O 
ambiente seleto e requintado lranscorreu ao; 
som de fino 3tereo acompanhado de sorri- 1 
aos. champanhe e delicioi;i1 torta. Paraben~ 
alunos, estão começando a valorizar os mes­ 
tres através desta homenagem, eles merecem 
Já abíamos, e disso não fazíamos segredo, que • 
me do Cerenl Ouro aguardava apenas um melhor +t 
amento de seus jogadores, para atingir o ponto id 
,zar do Uniiio Espm tiva. por ser contra o ,eu ,n, 
o despertar" do Cerenl. Os Pu;,ilos de Edm,r j~! n 
o fino da bola e doruinarnrn completnmtnt.t, a pri 
Irreronhecivd o time de Monclnr, tão irrernnl>'-r 
que o próprio treinador desanimou-se em dar ir 
ções, Quaudo parecia qne o Uniüo poderia reagir. 
tinho perdeu um pênalti e chutou ao,a bolu no tr. 
O dia era do Cereal. Com melhor esquematizr 
jogo, uma defesa coesa e jogando sério, o Cereal p 
ria ter "anho de muito mais. Está embalado o t 
de Edemar e tudo indica que será o grande fiali 
Na partida, hà de se re,saltnr u magniÍlca ntuaç-.c1 
Nelsinho um excepcional jogador que desmanteles 
defesa rio Unii,o. Jo•"lll o Cereal Ouro com: ili 
Luiz Cnrlos, ('arlinl~os e Tadeu; Luiz e To111lo; f 
riano, Al~ruão, Edemi.r, Ncl.inho e Celio [Perr,: 
O time do União não fomec,:u sua ~Ec:ilação. D· 
r.nmos às atuações ele Alemão. Nelsinho (o mtl)!•a 
jogo) Tatalo, Luiz Carlos, 'Taden e fazemos um ' 
Iro e,pecinl parn a atuaçlo ,le Perondi. autor de 1. 
passes que redundaram em gols. Os gols forsm ms 
dos por r-iehinbn (3) e Emilio (contrai 
No Estádio ::lunicipol 
Corintians 2 x Agricultore, 1 
Próximos Jogos no Bi:ira Rio 
Caç'l e Pe,ca x AgnculLOres 
No Estádio Municipal 
ESPOQTE €çM j.%2jr«- 
OI UAí 'tC, OiV 	ci».sícsras 
f
r;::;._© ~"li"Eíl~ § 
1 
I) Cer~ul Ouro e Corintians O p.p 
LL►.l • H Q, & 
1 
2) Agncultores e UniJo ..... 2 PP 
· ! .dia ; @Gs e Pe,;ca ainda não jogou) . 1,1 
, OBS: Senhores encarregados dos quadros, en 
1 formação dos times à Redação. 
Tem geate que não sabe ganhar e muito : 
rueuos perder. E, é isto, o aue me preocupa ' 
nesta fase final do Campeonato Aberto de í 
Futebol _José implicio da Costa Marques; se { 
nao, Ví:Jumos, na fase prrli:ninar tivemos' al- o u •- b . d um c·Iuõe 
" • h •· d • 	niao recr eu convite e 
guns cusm os que oram o que falar e quase J· rd· 	e· 5 de n 
fizram parar o cmneoat, tudo por@is +i. <,,];": Pa _apresentar.se "& irri 
• • 	' u " ro proximo na ouadrs ao t' ' 
guns ganbaram quando deviam perder e, is- Na oc •- • • - • . • d tictas de 
to. mel@ _posso iateol are=et«do por su.: iii/"}2 erao diga"",2,k@ si 
as eqmp2s e outros perderam quando de-1 A IDO.Uo, mascu 100 e e - ·a cidn~, 
vim vencer. Quem venceu quando devia delegação que representará no>. jjo 
perder na hora em que perdei não soui "á composta pelos_ seguintes atle"f},a. 
manter a cubeça no lugar e quem ve Jaquelme, Adnana, Beatriz, Rosens, ) Ro' 
trasdo, ou sei. quaã devi pera;}" Marilene e Pingo (Voleibol Fe.pi?h,e 
já não tiulrn motivação para co r 
O 
me son, (Slnho), Carlos nisso. 1rio, %"; 
Campeonato. 	nn:ar o Jig, Ado, Dialma. (voleibol e Fu!PP" 
É por isso que digo que tem gente que na, ??@o) 0 quão dirigido _pelo no"UE,e 
sub e perder e, muito menos vencer , 
0 
c ar, • eune amplas cond1çoes pa.a rep 
sião certa. 	' na oca- lar O esporte bela vistense. 
E bola ou búlica: Ou perde· na bola e ga­ 
nha na moral e dise:iplii:;a ou g':inba na boi· 
d!s•ancia□do-se da disciplina e moral. Que~ 
viver verà. 
REUNIÃO 
A Reunião Anual da Associ1.1ção das Igre­ 
jas Batistas do Sudoeste de Estado de Mt. 
r<erá dia 29 do correntP, esse conela ve terá 
lugar no 'l'!:'mplo <la lª Igreja Batista de Bo­ 
la Vista. 
NASCIMENTOS 
De parabens ()S casais: Tito Velasquez 
e lêda pela chrgadu do licdo Julio Céza,. 
Negtioho e Cacilda também são os pu­ 
pais de um robusto meni□o. 
Documento 
Dr. Haro!o Earro solicite 
quem encontrou os documen· 
de seu carro W o1kswagem 1c· 
placa S0 9566 - RI. cor acre e 
trega-los no 10.o R.C. - Gratificu. 
GOLf!DA 
Cereal Ouro 
Esportiva 
Perdio 
UEIRI Rll 
Vence União 
Por 4X0 
Ivan do Nascimento 
l 
fspo;tiva Em Jardim 
- 
Sensacional Raile 00 Clube Espo 
tivo Belavistense dia 14 de Novrn 
bro com o Famosíssimo Cassino 
Sevilha 
--