QUE O POVO SF.JA O::M INFORMADO N.o 268 ANO 6 ela. V_b_t_a lVI_t 30 a 6 de Novembro de 1977 - Diretor Re.,p~>nséxvc1: Ivaldo Por ira ú)J a Cui11bá -(Correio do Estado) O deputado Val­ ter Pereira de Oliveira, do MD!J, pediu o u­ !ustumeu to elo t=ecrt!lá rio ;Ju rieirn ÉvMn, du Segurança. t 1ob u uh•g,1çiio de "incornpctõn­ rla e !'alta de autor·it.lnde" em reuçüo uo cfi­ clo enviado à Assem'éia, Da qual o respon­ sável pela policia mx0grossense diz que só comparecera ao p!enário para presar escla­ rec:m<'11tos sobre t'Ve1Jtuais atos de violênciu depois que os intere:,,-,ados, no car-o o poder'. Lt'gii-:lat1vo, orer(•ça ··uo minimo, os seguin­ leti dados: uut,1re:-, vitimns, locuis, natureza rle violência, instrumentos, etc". A resposta de Évora causou reação entre parlamentures arenisl.as e em debistus, dan­ do origem a um profundo mal t>stnr no Le­ g!,l!ltivo. que :-:.provou a coo vo-:ação do se­ cretári,,. A deputadu Erfson Pil'<'S, da Arena, bancada do ilDB e teve a aprovação da 2° secretário da Assembleia, reagindo às e- maioria. ruas ÉvOi.'!i exigiu, antecipadamente, xlgênch,,; do secretário, ratfücou 1-1 convocm- a pJuta das dhcussões, ah-gaudo que s,•r-ia ~àu iniciul, de:-ctir:ando a acerwçüo das con para um "ruelhor e mais rápiJo desenvolvi­ dições imroslns por :loysio :--iudeinl Ev0ra. mento da ses,;Lo. Para o~ pHriamf:11tares, o tem· , convocação t!u secret'1rio da Seguraaçn I po de du,ação dJs sessões é atribuição únira J)ara esclur?cimentos foi u□1u inidut1va da do próprio Legisl!!livo, uüo dv i,Lcrtltário. Vai- ao Pau I o, 7 Garcia $9U 9E FE3e ter Pereira, depois de assegurar que ns pretro sões da Évori são 1fundada e ridiculas" tem coro único obívtivo vneonrr um preiexto ,para nd» presar te€,tu hlos a eerca e infindáveis desmandos praticados por seus pupilos", E lembrou que, se o titular da pas de segurança deseja f»tos antecipados, a­ lla a pena :·e•sultar o co de urna jovem recentemente que foi estuprada rum das delegaci[,s d. Regio o:te. por 01'1 polici<'l. ,Como apresentar o instrumento da violên­ cia dede caso?". Foi "- J,<'l'guota, il'ônll:u, fio parlamentar oposicionista. O ofício do secrclá1 lv. par::i. O'- ôeputn­ dos. significa que Alny,io '.liaur•ira Év:;rn des­ c:onhece u C•mHtítulr,iio rlv E"iado, que obri­ ga a ate1,de.- <.:·"· -.-,cêit:-s do Legislativo, ,.sob pena de coalgurar o u·irne de res;pon­ subi'idade". Paralelamente, o líder emedebis­ ta Carlos Bezerra I-se que se Eora sere­ cusar n. compart'cer, atrndt>ndo a couvoca-­ ção . .,isso ,•ai ob~ig"H o .1lJB a denuutiá-lo ,Judicialmente". F a z Estranha E!70 ES U O ZU!-PART Revelacão , R D fi O RIS O Slo Paulo - (AE/CE) - Dizendo.se de cen- um recuo no processo revolucionário'·. Ao tro,l-'squerda e achandú que o governo revo- mesmo tempo, ainda que tenha sido escolhido luci• nê.rio deve desvincular-se de partido po- atrwés de eleições indiretas para o governo lítico", o governa.dor r,arciíl. Neto, de Mato de seu EstY.du, tarnbPm é contrário às elel­ Grnsso. afirmou ao deixar o gabinete de Pau- ções indiretas de senadores. Embora tenha !(; Eo-ydio ;Tartin~, uo Palácio dos Bandeiran- adiantado que não ir!i concorrer às t-ltiÇÕeE. tes, que "a extinçâo nos atuais partidos poli- do próximo Hno. Gbrantiu que s~rá candida­ tic,,s é uma necessidade'·. to de 1982. "ma~ a algum cargo Legislativo··. Segundo ele, a exi:;tência d3 apenas dois Ainda que sua permanência no Executivo únicos partidos leva sempre a uma radica.li• tenha sido .. válida r.om~ f.>xper-iêncic, não :tHçfi.o. ·•qu.: {) o que vem aconl::cendo'·. Dis- voltaria a ser governante outrs vez por ser ~•'. porém, que é contra E> formacão de .13 ou I isso desgastante". u p,ntidos como antigamente. "Nós estamos I Garcia Neto afirmou que "de.;de mo90 :=em­ uu. época em que est~ passando a chüva. O;: 1 pre fui di:: ce'rttru-esquerda, que é hoje uma dois partidos kram necec:sários. .:fas estão! tend~ncia naci,rnal". Tanto que esse senti­ termioando de cumpri~· sua ruis~~º- Por isso j do, segundo ele, o próprio gc,verno tem "to­ temos, de pensar agora num pluriparidris- mado posições da crntro-esquerda, como por m" Acentuou o governador de Mato Grosso. l exemplo, as medidas de ampnro ao trabalha- Garcia Neto, poréa. é contra a prorroga-] dor e a criação de mesmas oportunidades a çã0 de>s mandatos, isso ser?e um retrocesso, ; todas as classes sociais . Noedi Leite Larangeira SABADO dia 29 no Gremio Pedro R u f i no,· grandioso Baile ''Noite Azul'' com Los Mensys. conjunto ROND No decorrer de outubro foram registradas no seg-ulutcs queixas nu delegaclu de Pullcia de Oelu Vista: Informações prosladas polo Sr. Felipe Iba­ hes, Folações Públicas du Delegact de Po­ licia, Felipe Ibanhes Ex. Guarda Civil foi co­ locado a disposlçllo do. Prefeitura lão pessoas vindas pela fé, pelas ir. unstàneia+ e talvez guiados pelo destino que lá en. ontram um unindo a parte, umu ambiente tranquilo e eima de tudo um suporte para suas esperanças, Obviamente, dadas as características do lugar, não egnimo_imiuir_o cidadão com a ma«a, pelo ontrário, a individualização sobressai, solta os olhos nlo deixa margem de dúvida. Pessoas de muitas ori­ gens, algumas m um regozijo contagiante e outras, o. paras, rm dádivas, caladas e sofridas, as que nascem rom ti menor sorlc l" que curtern no silên io, as suas própria, meluncolius. AI, 111ais urnn vez de soslaio, o rcrn1n1PIC fere e lllt!S1110 11ucrcndu hnrmonizú- lo o rc­ ,ulrndo não _é satisfatório. Por que esta ,liferença mur• rnnle que 11111;..:uérn c,rpl1cn e se procur:.1 uus scitust nos templos, nas tendas e s,,.., re,posta permanecem curuo um 111i;1hio .•uprcmo7 ~1(, os indifcrenrcs aqui e nli, o; que pluni'Jnrn e rod11chnrn e no co1irlia110 FC per• dem passando as horas sentadas os trilhus. São v(1rios os ânµulos e poucas as perspectivas e nes­ a tarde, entre estes devaneios, sol caindo no poço da noite, dia com luz pura J{t acabar, vislumbro aquela mes. ma figura dos meses passados, com as vestes surradas, indumentária do drama, incliforente. entre, un111 poria de bar e como pano de fundo :;arrufos de pinga, copos de ndro e semblante semelhante ao seu. Barba cres - ri,ln, rerrnro sem hrilho, rérchro sem dono !!sho~,o de alguma coisa e quem sabe um brinquedo das pequenas crianças, aquele bon,,co de trapo. Pum lodos quo pns­ ·am aquilo é uma cena comum, o costume impôs uma cerra nnlu:nlHnd.: no foto. Seu nome, filiação, CPF, será que possui? Um número Ihe deram! Comentários antigos e norn, im·oc·am uma jus1iftcativa, particularmente para O! rccém-cbegndos. TI istória contada e mesmo i_nvcn· roda, no cnrnnt'l logo esquecido. Mudam as figurns. o valor da moedn, ilnto Grosso ,lo Sul, mais colheitas nsfoho que falta, e clf', inclife­ rente transa as suas angustias, longe dos que já foram e por ln passaram e permanece enlrc a poeira e a fo111usia. E: um personagem das esquinas como outros homens do mundo, mas, no local. tem caracteres pró­ prios, sobressni e pnracloxomcnte muitos o ignoram, confundindr--o com um ser ridlculo. Nem todos, pnrn nqude menino "levado", naquela fnnlasin esponlâncn é o guerreiro vencido duma bo1ulha qualquer e um símbolo de várias matizes, em suas noites de é tam­ bém o medo, onde seu, gestos são lembrados corno rnhos horrendos e seus gritos ecoam perdidos. ilas em sua mente inocente, cm um cantinho guardado fi. cnrão cerrnmcnte us impressões d.- um homem de bar­ ba, encostado nns ruas, diferente de todos, uma boa 1 lcmbrnnça .. , 1 r [ Nono Apa Dr. José Ribamar Cruz da Silva Partos, Ginecologia, Clínica Geral CRM RJ 17.937-- CRM-MT 439/s CPF 058.043.377 Consultório Rua 481 - Tel 123 Quinzt de Novembro, BELA VISTA BI F BfWILACQVA - ,Jurlscoosult" bra,;l!clro. r,;'as• 1 Consultor ,Turidico do Mil+tório das Rela­ eu em Viçosa Cnará, a 4 de outubro de [ções Exteriores, ergo que ocupou em 1935. 1819, e l'alcceu no Rio de Janeiro, n 26 ele ju- Escolhido, em 1920, pela La das aç0e lho 194'1. Fez seus primeiros estudos em So- pura membro dos Tribunais Arbitrais, no bnd. Iniciou em f<'ortaleza o curso secundário, compareceu às reuniões, mas nprcseutou ut11 terminando-o em 1887, no Rio rle ,Joneiro. N" proje~o !;Obre a Corle P,•rmuncnte ri,• Ju'culd·,c!r de Direito do Recife Criminologia e Direito (1896). Juristas F"ilosó- (1927) e linhas e Peifis ,furídil:oi; (1930). ficos (l89o), e outros. Em 1905, foi nomeado Seu nome completo: CIóvis Bevilacqua. CAMI Draco Contarei co!sas ocullas, que existem desde a criação, buscarei a fonte da ngua pum e da razão perfeita. Neste canto, comuog11.rei com as almas, dos vivos e dos mortos. O que está em cima é igual o que está em baixo. iIiohas palavras serão vida. e meu pensa­ mento, se harmonizará com os homens que esperam o século do despertar. Leitor após longos meses de ausêociu, voltamos com a nossa coluna Caminhos do Fantástico. Agur.r­ damos us costumeiras colaborações e as cri­ ticas construtivas visando aprimorar a trans­ mtssão de tão sérios problemas e idéias. 0<3«-+-&- Manifesto o teu verdadeiro EU e sê forte. f:s uma alma imortal e te encaminhas para coisas cada vez mais grandiosa, e elevadas (Ramacharada). -53$0-±0>-3 É preciso não contar denasiado com De­ us, mas talvez Deus conte conosco". ·-«s±-< Do--& Seicho-No-Iê é um movimento fil0sórico­ religioso iniciado no Japão 1,m 1º de m&rço de 1930 para divulgar as idéias elo Mestre Masaharu Tanigushi. "É um movimento de iluminação da humaninquista, e11tl'e as quais se coo• b1m as estórias dai, amozcrnas. de ÍOdios brancos. pigmeus e reinos P"rdidos, sem dú· vida, a lenda do Eldorado ~oi 1 que maior atenção de ·pertou. rortemor; As viagens astrais não são alucinações. 1_:)zem parte da natureza bumana e foram .,coohecidas em todas as épocas. Quando a alma bumana abandona o corpo e.Ia vive u­ ma experiência real: o desdobramento. opero;oro As escrituras da India podem SI'~· conside­ radas os mais antigos textos da ciência pu­ rapsicológica. EspPcialroente a Raja Yoga e a Tantra Yoga tratam dos fenômenos hoje conhecidos como parap icológicos e dos má­ todos que os praticantes dispõem para atin, gir os "poderes". Isto parece indicar a ne­ cesf:idade de os atuais parapsicólogos toma• ren tais textos como objeto de estudo. 5----5±--<-3 Meditem: Ter uma vida não basta; o im­ portante é saber dirigi-la com lucidez, bom senso e sabedoria (Krisnamurti) PIRAISO DO Praça Cúm modernas instalai;ões, dispõe de um grande estoque de calçados. Paraiso dos Calçados é especia­ lizado no ramo e tem tudo para bem servi-lo. Em matéria d~ calçados. conheça a últitua moda lançada nos grandes centros, visitando Paraisa do Calçados. Presidente Outra • 163 Ponta Porã • MI -------------=====.:====-------------- .. l.Juna t ...._ a 13::.:11:..:..ln_. :..:..V;..;.fg.;....ht_-_1'_H_. ---------------'- :.::.:.:..--- ------ Cl l7 Cl AMA APOL'MA.AIO MAOU#MAS AGRÍCOLAS Um Novo Conceito em Assistência T ér.nica Rua Teodoro Sativa S/N Bela Vista - Mt Matriz: Rua Marechal Floriano, Esq. € /1.9 is üutuio, Foge 139-42i Fonta erà Ma!g?:sso Filial: mambai Escritérios de Vendas ais icãs, ara6i e a; #ar±ra. LTDA. Esmüda Proença (Didi) Artigos finos para Senhoras e Senhoritas, Bolsas, as últimas novidades da moda brasileira. Compra diretamente das fábricas das. famosas marcas: G!edson, Cori, Bayard ,Deblu. 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"Ficou patente que a Tribuna (carro chefe da ORJIV APE) sempre está buscando novos caminhos, inovando no aspecto gráli<:o, dina­ mizando a linha editorial, pois deve-se pro­ duzir um produto jornalístico destinado a su­ bsistir a natural perece bilido.de da informa­ ~ etand'o-a numa distancia que os fa­ tos uão' consigam SU!)Prar" (Esta not::i. recebi do Diretor da TF, traçando algumas "linhas" a serem seguidas por esta eoluna) .. .' Vamos lá ... füta semana o Colunão está quente ... quentíssimo ... *** Na. nota esportiva inserida na primeira pá­ aina da edicllo anterior, assinada pelo presi "' " 1 dente do EC Ipiranga, o mesmo co oca as cartas na mesa". Acontece o seguinte: nó publicamos alguns integrantes do clube nfir­ m.:.ram que o torneio foi preparado para o Cereal, União e 20 de Julho se classifica­ rom''. Afirmaram, também, "que o Juiz (Ka_­ life) foi parcial": Isto escrevemos. Isto <>uv1- mos. Isto continua de pé, até que {)S mesmos elementos se retratem. Se houve "erro", par­ tiu dos jogadores que "fabram o que não deviam" ... ~- pois é ... nem sempre podemos dizer o que sentimos.. . pois, nossas pala­ vras, as vêzes, ferem "suscetibilidades·• ... O atentado sofrido pelo jovem politico A­ renista e colaborador deste jornal, Eruando Martins Barbosa. foi (ainda não confirmado) por problemas ''particulares". ~~ha _ ~ente, não foi política não. O Ernando já está pas­ sando bem. Recebeu cinco bala,;es e mostrou que o São Jorge está vah:ndo. Que o Gran­ de Ser proporcione o sou pronto restabeleci­ mento. Falan".lo em Ernando, olha bicho, voce es­ tá. no hospital, e, mesmo_ estando ai, provo­ cou um rebuliço em Jardim. O seu último ar­ tigo Cartas na Mesa mexeu com o pedaço e provocou resposta. Vá lendo e vá pensando ... i(i(--t( Após aguardarmos duas - horas, conse~ui,: mos falar com o "e.té entao desaparecido prefeito Fernàndo de Fr2itas. O_ ~ornem. ~r tava trabalhando. Foi a Brasilia, Cuia , Campo Grande enfim, estava procurando so- ' ' ·di es. Segun- luções para os problemas jarumnens ·. do suas palavras 'ninguém comenta que o prefeito de Jardim, viaja a serviço da Pre­ feitura usande o seu avião partieular, gas­ tando dinheiro do sau bolse", disse o prefeito que já voou 260 horas a r.erviço da Prefei­ tura e que o preço du hora-voo e de CrS l.500,00. Já viu né ... Pedreirn Dopolll de romentm· o orligo Carlos nn Me­ sa, o prefeito F<>rnando de Freitas, afirmou o guinte: "Pergunto ao articulista de Certas na Mesa, que rn·ovidéuclas irá tomar para sanar o problemo cio cheque de CrS 7fi.ooo,oo que se encontra sem fundos e err. poder rte uma Secretaria Estadual" ?Interpelado a res. peito do cheque. ou choque, o prefeito con­ tou ... Por ocasião da campanha po!ítica. a PreíeitUl',1 Municipul recebu uma verba de CrS 75.ooo,co para ser aplicodl.' no constru• ção de uma escola. Pois bem, o então candidato, Ernando Martins Barbosa, com o benepláeito do prefeito usou esta verha em beneficio próprio. Lembre-se que estávamos em campanha. Veio uma comissão de Cuia­ bá para Investigar sua uplicaeíio, ~ como não houvesse sido aplicada. a municipalidade foi obrigada a devolv-e-Ja. Devolveram-na em forma de cheque. que se encontra nté hoje sem fundes e em poder de umu Secretaria. EBtadual. E, pois é ... vamos aguardar o esclarecimento :las pa1·tes envolvid11s, como diz o Beija Flor, da Bandeirantes: E só. c-$<6-<3%-%3 Escrcn,rno~ de maneira bem •imple,, para o povün entencler. O Governo Fstadnual mandou 75.000,00 para ser construida uma escola. ão construiram a escola. Usaram o dinbeiro no carnpnt•ha política. O C.o,·crno viu que a escola não existia e pediu a prana de ..-oha. Deram um cheque. Foi cobrado e deu um Choque: e•• tava sem fundos. Este cheque se encontra em Cuiabá. O prefeito Fernando ele frei tas diz que iu o -,._iolen­ to". Eu, particnbrmcntc, não acredito, que o jovem político Ernand, Martins Barbosa tenha usdo a grana, mas ... o nrefcito rliz que é a pura verdade. Se ele a­ firma "categoricamente" que existe tal cheque, não existe, e vamos esperar qur algnuem responda, pois nio ncreditomo, que Apenns o Ernando tenha "fé no par­ tido c defenda rn.,~ icléias como vem fozearlo até ago ra". Ou. em Jardim, o único· nrenistn é o Ernundo? E o Dir .. t6rio'? E os "t:readores da Arcnn'? O po•:ão e no po'ào existe nreni,1ns e emedehistas - quer saber: A Verdade. A respeito dos atrazos de pagamentos, o prefeito a­ firmou que "ainda está pagando salários da Adminis­ tração anterior". Com referência a sua A.Jmini.tração. mandou o repórter perguntar a qualquer funcionário se est.nvn drscontente: O rep6r1er perguntou, e a res­ posta: '·Esti, atruzado Dois .leses" ... -<39402±«-+3 Transcrevemos abaixo um comentário do jornalista Sebastião ery, da Folha. de Suo Paulo, a respeito de um "problema bonitense" ... 2O! TO 'TO Sebastião Nery Problema Institucional Padre ]não Arrurln l'. prefeito (Aren3) de Bonito, !!Í nos fralda• d:i serr:i da Bvdoquena. em iIato Grosso rJo Sul. Jo3ias é o presidente dn Arena de Bonito. Bri­ garam. E brigaram feio. Lúdio Coelho,_ presidente da Arena estadual, mandou ·chamar o:; a políllco. Até meto a questão da "prieira dnma", conforme a. publícaçüo da Folhu de São Puulo. -- Muita gente, em Bonito, aguarda explica­ cães tio aluai prefeito, no assunto 'instlção da agêocin do Banco do Brasil.' m cidaêão informou o seguinte: " A Prefeitura Munici­ pal, na administração Lfel Jacques bavla do­ ado um terreno para o Banco cio BrusU cons­ truir sua agêacln. ERta área foi cr>n~lderado insuficiente pelo Banco, e a PrefPitura pode­ ria ampliar 11 ár'.!a doada, mas com a pos!le do prefeito Rooswelt o negácio pifou. O a­ tual prefeito não concordou em doar a área retnte. "Segundo o nosso informante ... " o prefeito nJ.o poderia doar o reatante do terreno, porque Vendeu o mesmo a um pe­ euari;;ta local. Por r:er a área doada insufi­ ciente e pela negati 'A (lógico não havia á r11a, pois fora vendida) o Banco prncur:ou ouh·G local. Encontrou dois terrenos, cujos proprietários pediram ª. importância d~ CrS 30).010,00 pela venda. O interessante no negócio, é que a Prefeitura Municipal, vendeu ao pecua rista o terreno por CrSSo.000,00. Assim, em cur to prazo. o pec11arista ganhou CTS 240.000.00 oa valorização de seu imóvel. E um ne­ gócio confuso. Nebul'l!-'O. O povo acha que o atull prefeito fevo explicar sua atitude, pois, afinal, está na Prefeitura graças aos votos do Povo. 30+± É, pois é ... eu não entendo nada de imove!s, e muito mrnos da sistemáti­ ca administrativa de uma Prefeiturit. mas, se a!nda vale a matemática do grupo esc­ lar. o que sEi e falo de boca cbe!a é que o pecuariata em questão é um "sortudo". Com­ prou umn terreno uo centro rta cidade pela bagatela de CrS 60.000.00 quanda outros ter­ renos, não situados no centro, estão valendo CrS 300.00.00. Êta mundão ... --° Olha pessol: pausa para meditação, vamos ler Trivial Simples ... uma coluna humana, uma fonte de água pura ... para podermos enfrentar a vida com tranquilidade ... - «mpnnhnm com o ulhur. Mas num conto do folho, n mnrgclll do 11111nclo, um borrüo 11n pintura. Sem tri,tczns, talvez, mas tnrnbém sm ventura, esquecidas da sorte, um casal observa pai e filho tomhlim, só que ~lc rnlo vê. De bengala na milo, um vnzio no olhar, o filhinhn pncicnte, o cami­ nho a mostrar, vão sentar em um hnnco que os nco­ lhe sileutc. Cnbelos Dourndos e popni felicidades, depois de cnnsndos, v,10 uo lar rt•tor.nar, quando então de rc· pente, p('r cnRunl coincidência, o deEtino OF põe frente a frente, Bochecha losada pergunta ao pai porque a­ quele homem tem bengala prá andar. Minha filha, o coitodu já nüo pode enxergar. Meiguice nos olhos, tris­ tezu no olhur; o pal compreendeu e não pode txplicnr, De repente parece que n belczn cio dia esmnece, Tico- 'l'ico colou, u formiga parou. o vento cessou, borboleta fugiu e ucnn mncm brejeira, que o espaço infinito percorre lnmpeirn. compreendeu num instante que o Ao) de repente 1ueria cbornr. Escondeu­ lhe o rosto e deixou que uma úgrimn fosse u terra molhar. H'apai emoção, sem aber como agir, retirado bolso uma noto e oferece uo cego uma esmola de amor e convido. n filha n tornarem no par. Mas a terna criança recusa a andar. Em seu peito, aperto a boneca querida, doce tesouro que ninguém e atreve a tirar, Prá surpresa do pai, pum gesto espontâneo, ple­ no de nmor, corre a crianca com meiga inocência e entrega a outra o brinquedo valioso, olhando p r á 'flTA, com os olhos c.hornnclo, mas enfim sati,fcitos, t: volta prá o pai quo, entende seu feito, apertou a hem forte de encontro ao peito Chorando, sorrindo, abraçados, correndo, o pai volta ao lar com 11 filha feliz, an•ioso em coi,tnr para a mãe o gesto du doce petiz. Lá atrás tão contente, n outru criança nbraçu fn­ ceira a meiga lembrança. De mio espalmada, a T 1 T A caluda, acena um ndeos tão autil compreendendo o porque dn oferenda gentil. No azul ln no céu, o sol chorou outra vez, mas tiubn no rosto n luz da alegrla. Pediu ao vento que s-iprasie de novo parn a 1:m•em matrcira correr pelo nr. Mandou os seus raios regarem a terra de nlcgre mn­ ,tiz e eur,io, Tico-1'ico, o sério maeHro leu o tom parn a orquesrra que volton a Locar. Formiguinbn tornou a marchar, borboleta vaidosa apareceu prá vulsenr. ns flo­ res mimosas e puseram a aplaudir e o universo in­ teiro se pos u cantar. (NONO APA) TRANSAS ''N iI o P r e e l sa Expll e O r, DA Eu Só ALDEIA HOMENAGEM .. O senhor prefttlto rnuntclpal rle Bela Vista, elogiou a Nova Tribuna e disse que o nosso jornal passou a ser uma "fonte de idéias e um vlailante dn sociedade". Obrigado no rn­ reno e atuante Costa Marques. IDEAL Pura mal dos meus pecados, nio cuido deles, nem dos albeios. O que ne leva a escrever são pedaços du vida. convencido como estou de que a vida são os oull'OS. Quem disse Isso foi Cândido Motta Filho. CON'I'ílADIÇÕES Há delPrmlnodAs coisus quo por mais que tentemos enlbIHler, nunca chegamoi, a uma conclusfio so.lisfatóri11 o.ssím comn bá outras, que por mais que queiramos explicar niio a­ chamos respostas pura ali perguutas que nos fazem. Nessas flituações, o. atitude a to~ar redunda numa completa ausência clP op('Of'S ou &eja, fingil' que enttndernos El'JD pedir PX­ plicações, já que estas nada vem esclarecer. Sendo assim exemplificamos tal situaçao com o fato que ocorre em Jardim. Na cida­ de que mais cresce no Sudoeste, a Arena local se encontra apagada e destituida da­ quele espírito que faz dos partidos um cen­ tro irradiador de idéias. Vamos esperat· uma "nova germinação dos idea 1 s politicos dos arenlstas de Jardim, pois, parece-nos que se encontram demasiadamente acomod11dos. SÓ QUER!. ENTENDER O que espera o senhor Governador para. Coluna do O PREFElTO O Prefeito municip3l, J0sé Simplici0 da Costa Marques, informou à nossa reportagem que a comitivn belavistense que foi a Brasí­ lia, assistir o ato da assinatura .da Lei Com­ plementar que diviàiu o Estado de Mut0 Grosso, foi recebirla no aeroporto pelo Sena­ dor Italívio Coelho e pelo presidente da ARENA estadual, Ludio Coelho, além de inú­ meros belavistenses que residem na capital federal eguado Marques "a viagem foi mui­ to proveitosa". Q u e rl u E ,,. t e n der Podro .Pedrelrt1 defioltlvament o senhor Jo é ~lf ,22%%" ciso «rws retinto «4« te» P' o município, pobre, está pugndo d4, ;qqs o que cotradiz uma poitica Te!%""",, d despesas. Se o dr. 'stto P cgt"",,, assumir: (p»lavras de um t nao Vai • rr ( . colocar 08 curta nu mesa. ~- ' 1 1 """",",,j pefeio é uma metida Lógica. o jot "k eá gritando e o eco chegou à Reda- çilo éa 'f1 ibuua. TERTIUS GAUDET Frase latina muito citada quondo se do­ frontam dois políticos que, no rncsrr:•) pnrtl· do disputam a honra. da indfc~<;fio para can­ didatos à Presidência d't Republica. A. ex­ pressão nasceu da Ir-e: Inter duos ltigat­ teR Lertius gaulet, isto é, entre dois itigan­ tes há um tereeiro que se lega. Quando para apluear as diveréneias, ê escolhido um outro couro candidato, a esse ouiro dá·se geraimeate a aefomiruçiv de teriu. DE GUSTJBUS E·r COLORIHUS N0'1 DISPUTANDU1 Provérbio medieval que, em !atiro (os gost9~ e as cores não se discutem) diz que caó qual tem o direito de pen:nr e de anunciur o seu pen:monto como Ihe bem aprouver. O preleito de Jardim segue s risca este pro­ vérbio pois, afirtxou. Aceito as critteas do articulista de Crtas n Mesa. considero a oposição válida, i • 'a una incoerência nüo ceitur a oposição, pois, no contexto po, lltico nacional, eu sou do partido da oposi­ ção .. ; VEREADOR O vereador Ely de Araujo Barbosa, um dos integrantes da comitiva belavistense, que res- • ponde pela presidência da LEB (Liga Espor­ tiva Belavistense) conseguiu junto ao CNO a promessa da construção de um estádio em nosso. cidade. O ven,ador trouxe a noticia auspiciosa da vinda da energi9. elétrica de Urubupuagá GERENTE Com n inauguração do BRADESCO em nossa ci:lade, uma nova era desponta para o comércio, a indústria e n pecuária local, A lérn de conlarmos, agora, com o ma­ ior Banco particular do Brasil, tivemos a primazia de ncolhcr a personulidado firme e atuante do jovem ge­ rentt" Santana. Gereneiando, anteriormente, a agencio "de Antonlo Joào, Santana já posrnin subsídios a respeito cio potencial ecouomico de 8:!la Vist.n, o que facililou em muito sua"atnnçiio em nossa cidade. A agencia do llRADESCO cm Bela Vista está integrada o filosofia P O L 1PICA E N E G Ó 8 I O das diretrizes emnnadus da "Cidade de Deus", onde a met.n principal é o homem. Equipe coPsa e de imensa respo11.nhilidudc, o, fUJ1ciooários do Brn.desco cativam pela sin•:eridadt: nos n-:g6cioe. HOTElRO !)E LA.ZER Neste sábado, alnwc-> no re.lanrante do Gaúcho, co· nheça o verdadeiro churrasco dos pampas, a tarde vá ao , pn (o Prefeitura reformou as vias de acesso e deo um "jcitioho no ••ramaJo]. Tome uma cerveja estupi­ rlamentt: gelada ná AAÍB e assista o Aeroporto no Ci­ ne São Cristovão. Baile no. GPR, ou Ca;;sino, a ruelbo_r pedido é o B~ile no Gremio. O jantar poderá ser no restaurante do Cassino Paraguay (cozinha inte.rnncional) BAJULAÇÃO Aquele grnude político era detal maneira bajulado que, notes mesmo de expressnr •1uaJquer desejo, adivinbn­ vam e se antecipavam. Certa noite, duranle um jantar, crrcado de convidado,, pegou num pire, e derramou Iene nele. Todos os convidados o imit.nram Depois jn.n• tou manteiga a_o leite. O; cumpa.nheiros da resa fize­ ram o mesmo. Como ainda havia mel. o nosso homem resoh·cu misturar uma colherada. Depois adicionou um pouco de uçú.:ar. Todo mundo continuou imitando. Aí ele pegou do pires e colocou-o debaixo da mesa. , . pnra o gato (Pedro Bloch). ABRIR AS COMPURT.-S Hefcre-;:e as situa;ões em que alguém abre a boca ,. fala demais. Tabem se diz: abrir" o dique ou abrir' a lorneira ou, amda, abrir o torneira das bobagens, há locução idêntica em francês: "Ovrir les éclué4". Há gente falando dc:nais em Bela Vista Vamos fechar as Lorn.-:iras? • -------,--~-------------,------. ~------------~- SERR·ARIA Madeiras Brutas e Aparelhadas - Vigamentos - ros - assoalhes - Batentes - Guarnições. ''Uma indústria que acompanha o Progresso Bonito'' Rua Santana do BONITO • BONITO Paraiso No 1 C. P. MATO GROSSO L T DA. for-. 1 de Tribuna ·da Fronteira SEMANA.RIO FUNDADO Redator Chefe EM 25/272 lvaldo Pereira Os artigos publicaàos com nsünaturos dos autores não traduzem a opinião do JO~nl. ::iuu p,1blicaç:'io obedece ao pro­ posito do debate dos problemas munici­ J?.ªle e de u·fletlr as diver as tendências do pensument.o. Tribuna da Fronteira é uma publicaçilo ela ORJLVAPE CGC-!IF: 03.200,763/0001 74 Reduçií_n e Adminhtrnção Rua Duque de Cax:rns 11/n Be.ln Viua - Ma.to Grosso Oficinas: Rua Duque de Caxias, s/n Bela it ato Grosso t. Brl.t V!Hlrt - ML .- 'Tribuna dn Fronteira ■ - T5c certa s? quanto a chegada - das estações é a presença da Assist Técnica Valmet. ? Além de utilizar a mais avançada tecnologia para fabricar tratores brasileiros, a Valmet faz questão de manter um perfeito serviço de assistência técnica. 1 Os mecânicos recebem treinamento na própria fábrica L! ; através de cursos intensivos e altamente especializados que cobrem todos os setores da mecânica. Todo esse conhecimento é colocado a serviço do ~, agricultor através da rede de revendedores Valmet que se . • utiliza de equipes de mecânicos e frotas de veículos pa · prestar atendimento direto no campo. •- ~~ Conhecimento técnico, peças originais, ferramen! adequadas são a garantia que o trator Valmet sempre estará ao seu lado trabalhando ,-------------, J pelo aumento da produtividade. Confie na ,_ Assistência Técnica , Valmet. Uma presença - - tão certa quanto a chegada das estações. - 2E3EEEI Imtraez tfa - .. FiaMgtuCnau-as fia.ãaul e Comercial Guavira Ltda. FILIAIS: AMAMBAi, BELA ex. Pasta! 180 Ponta Porã ViST - MT. MATO CiROSSO 1 Bela Vistn • MI. - 0lha '[] - ..I~.!!!!.~~~~E..1~-~------ ~ ;....--, Tribuna rln Vronte rn -------~----- INDICIIDOR Dr. Ivan nronso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Huu Volunr(,rioA eln Pí,triu, :!76 • Fone 210 Bela VMa Mato Grosso SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO Bela Vista Mato Grosso IRMIZEM TRINDIDE de GARIBALDI WEIS 'l'RINDADE Secos e Molhados em Geral - Óleo de Sója 'I'upã • Latarias • $ementes - Grande Estoque de Caldeirões e caçarolas • Er­ va Mate Gauchu - Bijuuterias - Perfuma­ rias - P11pelarla - Sal Bola.delro - Ferra­ gens - Arames • Artigos Escolares. VENDA NO• ATACADO E VAREJO OS MELHORES PREÇOS DA PRAÇA RUA LUIS COSTA LEITE - S/N BONITO • MT IIPOLO CONTIIBILIDDDE . , ESCRITO RIO de Soares e Soares "O VALOR NÃO ESTÁ NAQUILO QUE FAZEMOS, MAS NA MANEIRA COMO FAZEMOS Bonito Mt. RI , . . ,, f 11 DO TOXIC0 DR. FIORI MURIINO -MÉDICO-­ Consultório: 7 às 11 horas 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural: 12 às 15 horas A @s to e@rt seres e cotar9","Ç.". turbado psicóloia que s«6 o 1con"" ,­ Jetivo oxpllr!urh1. Rf' !01,,;e posto à lu ' g n eiados com a vida e com a morte, com " doca e com veiic·, com, a d""E,},,, com a tristeza ninuem vai justificar P! ,, • " ,, • em transl- mente, A nós, seres deste munGG, to P em e11guno, niaguCm explica. É posslvel explicar e, comportamento du; jovens? E teil dizer que o jovem, alema ' Imaturo é fn:;tável é allamenle suge:twnáv • Isso re~urnido à luz da mais barata pslco. logi,1. Ora, o sistema garante televisão, lazer. Ai dele se n0.<1 garuntiRi-e. Alguém poderia provar o contrário'? Pois, os bllbitos enchem uma vida. E o luzer que conheGemos é o que foi inventttdo. Se por desgraça, se por gra­ ça só Deus pura esclarece-lo. Pois, jovem e Isso mesmo: angaria afeto, atençuo, aJuda, AMOR (aliás com já estamos cansados de ouvir). Os pais, se por fu lha lnvolu~tár1a, se por culpa Imperdoável, fazem c,u nao fi~zem. Nunca deixam de fazer. Falai· em tóxico é abalar as mais flr::nes estruturas conhecidas. Sal.>e-se por que o tóxico circula'? porque o jovem o aceita? Eu não sei. E ataco o problema da drnga com a minha ignôrancia. As vezes é melhor ser sábio. Mus, só às vezes. O encargo de eulpa desses que deverão enfrentar o infer­ no quando morrerem ( os traficantes) é insí· pido à luz deles mesmos. Porque echam que estão faz;,ndo o bem. Poderia se provar o contrário? a culpa em Elvis, em Roberto e tudo g ue eü, pessoalmente %)]gÇÇ! de peno., o música e sua poderosu. n u nem. A $ o Seres de imitação, visceralmente [ala! A somos. o jovem nuo escapa, pois na.o é d:. asr frrente. Eu frenta o mundo com seu friglc ga ra üo e quer conqclstá·lo com seu aruor. Te. tem; rá ç de defrontar-se com esta porca civiliza; V da moeda, do conéreio das armas par 4 guerra (a morte de um sernelhanto por outro, ~f t: ~ que ele não entende • e ninguém entende) 1 lgnorllncia, às vezes inv_oluntária dos pnL--, Pai. ao la:!o de filhos lnstru1dos, a neg~ção do P diálogo, a angústia ele ver a ele tru1çúo da rit natureza, coisas que todos os governos esta fir empenhados e eu quero que me provem o !:11 pa contrá,io. e t fld lt1 1 Que o espirito, tendenciosamente [alando, f; verdadeiramente cristão i.ofre opr~ssao por- , que quer o bem, e as pessoas ao querem. Querem fortunas, guerras para o comércio de armas. 1 egam o valor do jovem. Contes. tam-uo impedindo o livre expressar das idé- ias. matam us mais nobres sentimentos e:n nome de um patriofü;mo descaradamente o- f, soleto em nome de uma religião por vezes desligada e também a bsolP.ta. Se o jovem a• ú presénta sugestão, cbamam·no de _i~aturo. CE: de subversivo. Não lhe deixam part1c1pnr na familia e na política.. . Não lhe valorizam. , . Acabam com seu entusiasmo. Tudo isso por- , O que se sabe, e por certo, é que o tóx} que o jovem é puro. e a sociedade, no geral co mata. Quer dizer. ante o problema do. to- é a instituição da impureza, de vicios do xico, vai da visão que cada um tem da vida. mau exemplo e do mau testemunho dos ma• 1 · Se não há ,ienso transcedent~l, se há pess1- , is velhos. v~ mismo doentio, neurose que faz sofrer, an- t gústia que naltrata, ignorância _dos proble-l Ninguém faz o que não viu ou não apre-,, mas vitais da vida ou seja ausência de um deu. Matar vidas com drogas, é elemento de significado mais tangente, seja qual for des- esGape, do desmoronamento e da mcompete~• de que não prejudique, há, sem duvida. 0 eia de servir da ionorãncia ele quem devia tóxico entrando por esta vasta fresta. Há e- saber e do ódio d~ quem não merece viver. lementos treinados no campo da ilroga. A porque mata impede vicia sufoca e estraga. morte ameaça a fam1hJ1. O Jovem, exaspera- ' ' ' do pela música, e aqui, objetivamente, con- O seu [ilho, caro charuto, está lendo is:.o. dena-se desde os Beatles até o Roliogs Sto- Você vai ser capaz de ter a hombridade de nes (quancio começaram), principalmente es- provar com exemplos as coisas certas? Ou tes últimos (os Stones) que com seus iote- vai ser um motivo para que. também, em grantes metidos 11 º tráfico e uso da droga sua casa adentre a maconha. o pervitim, 0 encheram a cabe~a do~ inexperientes. E, se LSP. · fcsse botar a culpa deste ângulo. pôr- se-ia Sermles Selecionadas - Adubo 'Trdlan" - Lobrilimtes Inseticidas r RUA CiEHERAL OSORIO S/H • BELA VISTA Sfi; Jo e ulç 1ld T - COMERCIAL fXPORTIDORD E IMPORTftDORB BEUI VISTll LTDA MATO GROSSO~ O SERVIÇO DE N BAEIA DOO PITI Novembro: Saída de Corumbá 4/11. Porto Murtinh - 6/11-Conceição - 8 Purto ?Jurtinho lo/l l. Dezembro: Saída de Corumbá - 02/12 Porto Murunho - o41/12 - Conceição • o6/12. Porto Murtinho . o8/12. Serviço de Navegação da Bacia do Prata S/A: Sede em Corumbá; Rua 15 de Novem­ bro, 32 _ São Paulo, Avendia São Luis, 258-602 Rio Guanabara; Av. Almirante Bar­ roso 6-s/903 Porto Murtinho Rua Joaquim Murtinho, Centro .T7 pel VIt- Mt. - 80 l º· dl- co­ Te. o a o, a 8, ao ela 8 o o Tribunn da Frontelra ,, , "COLUNA SEICHO-NO.IE" ALEGRIA DE PRATICAR O BEM AOS S EM E L H ANTES ..1 Sl!o Paulo 11ílo aflrma que o corpo Místico Cristo u grande variednde de dons e atri- 11lçõr~ mnnirrstt:, u unldado do corpo, pela rnldade Avenida Brasil 2286 Ponta Porã - Caixa Postal, 203 79.900 Mato Grosso ~ ~------------------------------------- ENF Til Ou, , , .,., n,, CASAMENTO Jconleceu dlu rn p.p., o onloce dos Jovcas: Lulz Nelson e Evaolr. Ao molo-dla foi SCI'· vldo um loulo chu1:rasco rogado fie multu bobldu e t·el'rlgomntl'B. O oarnl anfitriã.o (pls da nolvuJ sr. Alfeu o Evlna esüio de paraben1:1 pela bonita festa, Notei a presença de IL1ómcrus pure11tes cl11 Nelson o Evan!r residentes em outras plaga, assim como o oomp11roclmento rio muitos miltlores, pois Lulz Nelson é mllitnr. A 1101lc Ev11nlr esto.va Iluda cm seu vestido de nol.vo. Após a Oe- 1·lrnôula R.ollglosa foi se,·vido ao8 prefente!' bolo· o champagne. ,o novo c»sal nossos vo­ tos de ruultn comprem1sllo e felfr,Jdades mil ... 3 BAILE DA SAUDADE Foi SU o Bailo da Saudnde, organizRdo pela Sra. Zulema Rosa o i;ua 3 auxillare:l, mnHoR jovens ... casais ... novos e velhos ... Os joveus: Pelé e Nelilde dançaram o Tan­ go. Para os entendidos "aançaram bem". Dançando o rock u exóticu Telmo Loureiro Bellnho o Cristlanu curtlrum 0 ritmo carna~ vulesco ... Entre valsas e polcas destaE}uei os ci1Rnis: Sidney-Beatriz, Suntanu-Neuzn, Avelino-CE-les­ te, Otávio-Odete, Medolros-Neire Marçal-Ara• cl, Alberto. O dila. 1 ANIVERSAR!ANTE 30- Zenóbia O. Alves 25 Dllney :1arques Fº 15- Crlsliana Carneiro 23- Enlr Mendes A Sra. Lecy B. Ocampos recebeu no dia de seu nat uma linda serens.ta - surpresa, liderada pelo casal seresteiro: Claudio e A­ delfu. Ao grupo juntaram-se inúmeros ami­ gos de Lecy que alegraram a festinha até altas da madrugada. Os 15 anos de Josyane, filha· do casal An­ tonio Nair Lopes, foi cheio de a grndáveis surpresas. A satisfação da família Lopes foi grande ao ver a demonstração de tanto ca­ rinho e amizade dos seus amigos. Josyane foi despertaJa uo !>Oill àe Ulfld Jiu•ia ::;eresta. O ulmoço e a torta p; noite foi tudo prepa­ rado e servido pelos amigos. Parabenizamos Josyane pelas suas 15 primaveras, que para ela sem dúvida foi um dia de intensa felicidade. xx DESFILE Boutique Mariz.a Modas levou seus moder­ nos trajes até a cidade de Jardim, em jan­ tar beneficiente. O Jantar era dos advoga­ dos. Além dos causídicos de Jardim compa­ receram vários advogados de outras plagas. De Bela Vista fez se presente os advogados: Dr. Pedro Palmieri e Sra. D,·. Perondi e Sra. As manecas de Mariza !•Iodas foram: Lu­ ciene Galli, M das Graças Assis, Neide Pe­ reirB., Janice Andrnde e Mariza de Oliveira. Foi oferecido à Sra. Ana, proprietária da Boutique uma linda bandeja. O jantar e des­ file agrado a todos os presentes. O desfile teve inicio com esta introdução: Numa promoção de Mariza Modas a boutique que veste a mulher elegante de B. Vista, estamos aqui pa­ ra apresentar a voces os úhimos lunçnrnentos ela moda atual, como irão. ver, aproveitamos a csla~·fo das florrs que é a primavera, para rostrar as tendências que vão pautar a moda que irá vestir o mulher até o final do verão. Este ano a imaginação dos criadores explodiu atra­ vés de vários temas qne vai desde o estilo safari, as !'ilias moldudas e até mesmo vestidos de sabor clás-i­ co confeccionados em popelines. gahardines e ,ólidos algodões valorizaclos pelos dquis e heges iaspirndos nos c:içadores da África. O romotismo encontramos nas cores pastéis que é a sua maior expressão; o rasa chá, e azul ilesmniaclo, o marfim vão colorir palidamenre o modelo,; cndc o, detalhes são deiicndoE, traz'!ndo de volta o preciosí,si • mo dos bordados, os franzidos s o I l o s, a s rendinhas, da roupa de baixo. Enquanto os too,; pastei;; ndoçam u mulher trn_nsfor­ mando-a auma fi1,'Tlra de Degos a moda sofre os impul­ aos agrcs.aivos no estilo que preconiza 11 confirmação de tecidos cru. {( Df, D/ CRl, H • tonlo ,JoJo, 753 ern fl'l'flto u Hocio'!Ar! DIA DO PROFESSOR Na noite fio dia 14 p.p. os professore da Escoia Estadual de 1 e 2, Graus Castelo Branco foram homeoagenrlos per seus alunos no Clube Paroquial da cidade. Compareceram con'ldados especiais c0ntri­ buindo aRsim pa,a o maior requinte da fes­ ta. Muitas florefi. muita gratidão, m u i t a s lembrancinhas fornm diRtribüidas, sorteios. O ambiente seleto e requintado lranscorreu ao; som de fino 3tereo acompanhado de sorri- 1 aos. champanhe e delicioi;i1 torta. Paraben~ alunos, estão começando a valorizar os mes­ tres através desta homenagem, eles merecem Já abíamos, e disso não fazíamos segredo, que • me do Cerenl Ouro aguardava apenas um melhor +t amento de seus jogadores, para atingir o ponto id ,zar do Uniiio Espm tiva. por ser contra o ,eu ,n, o despertar" do Cerenl. Os Pu;,ilos de Edm,r j~! n o fino da bola e doruinarnrn completnmtnt.t, a pri Irreronhecivd o time de Monclnr, tão irrernnl>'-r que o próprio treinador desanimou-se em dar ir ções, Quaudo parecia qne o Uniüo poderia reagir. tinho perdeu um pênalti e chutou ao,a bolu no tr. O dia era do Cereal. Com melhor esquematizr jogo, uma defesa coesa e jogando sério, o Cereal p ria ter "anho de muito mais. Está embalado o t de Edemar e tudo indica que será o grande fiali Na partida, hà de se re,saltnr u magniÍlca ntuaç-.c1 Nelsinho um excepcional jogador que desmanteles defesa rio Unii,o. Jo•"lll o Cereal Ouro com: ili Luiz Cnrlos, ('arlinl~os e Tadeu; Luiz e To111lo; f riano, Al~ruão, Edemi.r, Ncl.inho e Celio [Perr,: O time do União não fomec,:u sua ~Ec:ilação. D· r.nmos às atuações ele Alemão. Nelsinho (o mtl)!•a jogo) Tatalo, Luiz Carlos, 'Taden e fazemos um ' Iro e,pecinl parn a atuaçlo ,le Perondi. autor de 1. passes que redundaram em gols. Os gols forsm ms dos por r-iehinbn (3) e Emilio (contrai No Estádio ::lunicipol Corintians 2 x Agricultore, 1 Próximos Jogos no Bi:ira Rio Caç'l e Pe,ca x AgnculLOres No Estádio Municipal ESPOQTE €çM j.%2jr«- OI UAí 'tC, OiV ci».sícsras f r;::;._© ~"li"Eíl~ § 1 I) Cer~ul Ouro e Corintians O p.p LL►.l • H Q, & 1 2) Agncultores e UniJo ..... 2 PP · ! .dia ; @Gs e Pe,;ca ainda não jogou) . 1,1 , OBS: Senhores encarregados dos quadros, en 1 formação dos times à Redação. Tem geate que não sabe ganhar e muito : rueuos perder. E, é isto, o aue me preocupa ' nesta fase final do Campeonato Aberto de í Futebol _José implicio da Costa Marques; se { nao, Ví:Jumos, na fase prrli:ninar tivemos' al- o u •- b . d um c·Iuõe " • h •· d • niao recr eu convite e guns cusm os que oram o que falar e quase J· rd· e· 5 de n fizram parar o cmneoat, tudo por@is +i. <,,];": Pa _apresentar.se "& irri • • ' u " ro proximo na ouadrs ao t' ' guns ganbaram quando deviam perder e, is- Na oc •- • • - • . • d tictas de to. mel@ _posso iateol are=et«do por su.: iii/"}2 erao diga"",2,k@ si as eqmp2s e outros perderam quando de-1 A IDO.Uo, mascu 100 e e - ·a cidn~, vim vencer. Quem venceu quando devia delegação que representará no>. jjo perder na hora em que perdei não soui "á composta pelos_ seguintes atle"f},a. manter a cubeça no lugar e quem ve Jaquelme, Adnana, Beatriz, Rosens, ) Ro' trasdo, ou sei. quaã devi pera;}" Marilene e Pingo (Voleibol Fe.pi?h,e já não tiulrn motivação para co r O me son, (Slnho), Carlos nisso. 1rio, %"; Campeonato. nn:ar o Jig, Ado, Dialma. (voleibol e Fu!PP" É por isso que digo que tem gente que na, ??@o) 0 quão dirigido _pelo no"UE,e sub e perder e, muito menos vencer , 0 c ar, • eune amplas cond1çoes pa.a rep sião certa. ' na oca- lar O esporte bela vistense. E bola ou búlica: Ou perde· na bola e ga­ nha na moral e dise:iplii:;a ou g':inba na boi· d!s•ancia□do-se da disciplina e moral. Que~ viver verà. REUNIÃO A Reunião Anual da Associ1.1ção das Igre­ jas Batistas do Sudoeste de Estado de Mt. r