QUE O POVO SEJA DCM 1NFORMIDO ' Sela Vista - Mt - 6 a 11 de 11 de 1977 - Diretor N.o 269 ANO 6 M A. 1 ( 1 p Responsável: Ivaldo Decroto Lei N. do 29/4/1969 os Pcroira 560 os Arlig-u l l • 0 P:·dc.:llo eleito juulameotc curo o to, por quatro 0110s, 110s Lei Fl•, em seus impedime11los temporário·, pelo Presldenlo da Câ­ moru. Artigo 12- O Prefeito é substitui­ rtlat· dn sele do Município, por pra­ zo superior ao previsto ncste :.rligo, d:Jrá ciêocia prévi'.l ao Governador io respectivo Estado. para I feito da ser nomeado um substituto. $ 2 Dentro do prazo sideote da República ou do Governador do ERtado''. Art. 2Q Ê~te Decreto.Lei entrará em vigor oa data de sua publica(rÜO, revP-gadar.. as disposições em contrário A. Costa e Silva - Presláente da República. Camora não PE HT? Em sessão r,rnlizada Jia 7 p. p. a a liceoça de 3o dias, e logo após Gu.marn ?lluuicip11I uegou uovo pedido outra ele Go dias, consultarnm o llE­ de licença ao prcf:cilo C1:1hlro Plulo, Cíl..N que não viu irnpedlmenlo no que se eocontrn hospitalizado nu ci- caso. Ê irn:_:iortunte l'risar quP o pre­ dude de Curnpo Grande. O prefeito sidente da Cflmaru fez o possivd municipal, que está de licença, con- para a concessão ele mais esta licE>n­ cediaa pela Càmu1·t1., por noventa çu. Em determinado momento, o ve­ dias, solicitou por interurédio de uma reudor Ely disse que .,o requerimen­ p r o c u r H ç i.i. o, no v a licença to l'oi puss1:1 do por procuração o que para tt·atament0 de saúde, nf! qual àemouslru. inclusive, u impossibilida- rião foi atendido. Presentes na sessi:io de do pr·efeilo nssinl'll·." GRANDE PH.OGRA 'J!AÇÃO Esp' 1 rtiva os vereadores Ely do Araujo Rurbo- Em contacto com o prPsidente da sa.. Getulio Lino Noedi Leite Laran- Dúvidas Liga Esportiva Belavistense, Dr. E!y jeira, Osvaldo Tutini e Nivaldo da tle Araújo Barbosa, o mesmo nos in- Barros. No inicio dos trabalho:::, 0 ·, sr : «. formou a respeito da grande progra- presidente da Cftmára, Osvaldo Tu- Os vereadores demonstraram dúvi mação esporliva marcada para os tini, pediu aos verrador.ts que olhas- das na aphcaçüu da lei, 0 , ftcou de-1 d1!1S 14 e 15 de Novembro. Além da sem com cariuho a matéria e que ri N0... ao G-11 77 A1pouton l'fonlll0B preparo do solo e plnutlo Engo. Agro. Tsmool elo Madoiros Em vlrtudo d11 sei· 1;1 soja uma cul­ turna que pouca proteção oferece os efeitos da erosão hídrica, e fator fun­ dum(rntnl, quo o propuro do solo e o plantio, sejam efeluudos em nível ou, pelo menos, cortando o 1ientldo dus flguus. Em função rio tipo de so­ lo decllvldnde e cumprimento do ln- çunte que cada proprlodntlo apresen· OLEO¾ PHOTEINA% ta, em particular, pude-se toruur neces- 21 3!) srio o termceumonto do torrono. 18,5 38,8 39 A calngem e a adubação de corre- 21 çlio devem ser buaeudur, em funçúo dn O pluntio davo ser efetuado utili· nális do solo. A calagem será ne- zando-se sementes de boa procedên­ oessárla quando se constatar que o eia e quundo o solo apresentar úmi· Indica de saturação do Alurninio for dade suficiente para uma boa ger­ superlor a 20%, calculando-se esi:e minnção: lodice, pelos teores de Aluminio, cnl· A pesquisa indico. que, pura a VH- clo 'f magnésio e potnssio. riedades semi-tardias, o espaçamento E' recomendá vel que o calcário a ctevc ser de 50 a 60 cm. entre linhas ner utilizado seja dolomitico e com com 25 a 30 sementes viáveis .por PRNT mínimo em torno de S0%. metro linear. A aplicação do calcário, deYe ser Em qualquer cai;o o plantio deve efetuada com 60 dias de anter.edêu- ser efetuado a urna profundidade de eia do plantio ou no mínimo 30 diai; 3 a 5 centimetros devendo o adubo _se o solo oferecer boas condições de cair em torno de 5 cm, ao lado e a- umldade. baixo da ·semente. Alndn em funçllo dos resultaàos A inoculação e.las semeates deve- q u a a aná!i,,e do s o lo apre- rá ser realizada utilizando-se 400 sentnr devera i;er efetuada ou uüo a grnmas de inoculantes para cadu sa­ ndubação da correção, usando-se co de 50 Kg. de sementes. preferencialmente, terma fosfato e Observemos que a inoculação de blpertosfato. ve ser efetuda a sombra, com as se- A adubação de correção é realiza I mented previamente umedecidas com da após a cnlagem, udmitiado-se a 12 titros de água misturada com a. sua aplicação até 20 dias antzs do- çucar ou leite para a quantidade ci­ plantio. A incorporação deve sor fei- tada de semente e, o plantio, reali­ ta com uma gradagem pesada a p!'O· zado no mesmo dia. fundidade de 20 centünetros. A adubação de manutenção, final- O preparo do solo p1·oprh:imente dí- mente, será fornecida conforme o re­ to deve ser efetuado com uma aração sultado da análise do solo. e. no mínimo, duas gt·adagens. A a- ração deve ser efetuaàa após a npli· cação do calcário incorporando-o. Uma gradagem pesada e outra com grade niveladora, seguida do plantio normalmente siio euficientes. O plantio. coofnrwe v ciclo da va­ riedade a ser utilizada, deve ~er rea• lizado no período ,le lº de Novembro a 15 de dezembro. As variedades mais indicadas paru na nossa região, com nas suas caracte­ rir.lica var-íetuls, 11[10 us scgulules, VARIEDADE PORTE l:C-2 Jndetcrnlioado liC-5 Inc!cterm)nado Pelicuuo lndetermrnudo fi'lor Hilo Roxa Mnrrom Roxa Preto Roxn. M'orrom Tribuna da Frontoiia -- SE!ANÁRIO-- '-' .N D A D O E .{ 25/2/ 7 2 Redator.Chefe Ialdo Pereir Os artigos publicado com assinaturas dos autores não traduzemn opinião do jornal Sua publicação obedce ao pro. p6«ito do debate dos problemas munici pai, e de refluir o. di,eua, tcndrnciu dos pensamento. Tribuna da Fronteira é uma publica,io da ORJIAPE CGC-ME: 03.200.763/O001-71 Assinatura Anual .Ll V CrS 200.00 Demais Municipios Cr3 260,00 Reda,;,io e Admini•tro,iio R. Duque de Caxias s/n bela istn • )foto Gro ag Oficina: Hua Duque de Bela Vista Cnxias s,'n Mato Grosso 0CUME;'TO PERDIDO Eàernar Wottricb declara quo perdeu sua Carteira de Identidade RG 584 458 expedida em 14/05/70, Porto Alegre RS. Publicação que Re faz para requerer 2% via Foi extraviada uma Carteira con­ tendo todos os documentos da ra. Mnria Amélia Rosa Pinheiro. Qual· quer informação na residencia da mesma ou telefone n° 267. Quem a encontrar será bem gra­ tificado. de Ubinujara Gomes de Campos· o popalar ·BITA" C h a p • a 4, Lt • r r. 11 e,. :::i, PJ n tu r a+, Solda E 1 • t r I e , M«cal C' a , :n o 1 ·r I L A I e n d e a q u a 1 q u e r h o r a d o d la o u d a n o i te. Rua nronso Pena Esq. Teodoro Saliva Bela Vista - fA;to &rosia .Rua 667 T - Fone 1395- , G0!SO Peças Originais; Ford, Willis, Mercedes, Wolksvagem, Chevrlet: Acessóuos, ~fater1al ue Pmtura, etc... Especializada em Tia+' Massey Ferguso, C 8 T, Ft. ra ores Breve Auto Peças Universal em Nioaque. --------------- --------------1 1 l, JJ~Vlsta - Ml - 'f'rlb11nn dn Frnntolr_u _ ~ fl.lJ -77 O» E » IM L tlHHA A agricultura só é forte quando é mecanizada. Mecanize sua lavoura com Masscy Ferguson. Do dcsmatamcnto à colheita, a muior e mais çomplcta linha de máquinas e implcmcntos agrícolas do Brasil. , Converse com o revendedor Mas.sey Ferguson de sua rcl!iào. 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Faz saber a todos quantos o presente Edi­ tal virem ou dele conhecimento tiverem:, que no din lo de dezembro de um mil novecen­ tos setenta e sete, às IA hrs. no átrio cio fo. rum, o Sr. Porteiro dos nmlit6rio1, Juno Ili )(,rio P'erera, levará à praça os bens penho. rados vos autos do processo de Fecuçao que ; Banco :mt >/A, moe contra Joio Ilefon-o } Pinliei1 ,, ifuruno e JoUo Loureiro l 1 inln•iro, em tr:1111itc por e.te Juízo ,. cnrt6rio ,to Lo Oficio, e no havendo licitantes foi designa­ do o dia 16 de dezembro de 1977, 14,00 hr, pura a eventual segunda praça, sendo os seguintes bens penhorados: Uma gleba de ter­ ras pais e ln, rndins dentro dos limites Hum!, a refenda A ml,ulnncia de­ veria ser entregue ao Chefe ,lo Executi,o r ot a• devidas acomn11 e do fermento, A função do romnei»ta não fer. ventar a m·u, isto é, n vda, ma apreen. tú-111 1:11 1·,uno é, por mais órdida que sejo. f função do sacerdote, do moralista do po• 1(1ir11, w·lo l'ara reconhcct•r que é imposivel uma lgreja Evangélica dren­ lrn clu tlluul c:-itruturu. poi~ nccesFlurinrncnte u Jgrejn tem de entrar em choque com essa e .. trnturn. l'orI1;?CIII pnru oceitnr n duro rculi­ clacle que vl t:1110!-, nurun sot·ic,lnde nwtt·riu .. liFtu, onde o homem pto tem condiçõc~ de dPsohrodrnr cm Deus". (ÜJ?· cit. p. ,19). Esse depoimento de um Jovem dorninicnno_, ! que coll'Í'en por qnurro nnos com os horue11s em esperança, coincide com as palavras ric um· jon,m beneditino fnmcês, tnmbém rc• 1' cr111cna•ntc rcVt·ladn~: uNrio snbemôs Ycrtln• rlcirnmcntc tJUClll é Dl'ns se não ollrnrmo! pn· rn Jesus Cri.to, o qe Ele dise e fez, mas PObrt·t1Hlo como , iveu e com qurm. Ora, fr. sus foi aos pobres lo;,:o, é aí que encontra- 111os I eus. Se Deus está no espa;o d,nolirlão e da truufcrndêndu, Cf=tÚ it:nalmcnte no e::pa­ ço da pubrczu. Se querc•moa scn·ir a Deu;:, é mister fuzê-lo ondr. ele: Ycio: entre os po· hrcs" (Ghir.lni n Lntour, Des Moines et eles Homme!', 1977, p. 32). Frei lleto está hoje ,•iycntlo no mrio dos pobre,; ele Vitória e particirando de perto de uma dessas p.:queuns comunidu·lcs de ba!e, que r.:prcsentnm o sinal mais 'Ívo dessa rc­ novnç:io católica, entre nós, nessa etapa ntual dn evolu~~ão rcliirio5u <-m nossa terra, coto u Igreja ni triunfalista mas n1ifsionária, lo• miando consciência ação profunda da I­ greja t>III nossa terra, tivemos há pouco o tes­ temunho d o s u c e s s o r d o P n dr e L E F E B V R E. eu j a "is i t o e cuja permanência cm nosrn pnls, h:i 31) ano!, tan• to repr<·sentou pvra essa renovação. f: o que o Padre Co•m:io, sucessor de Lcfebvre, eicre­ ,·eu no fornnl La Croix (2. 8. 77), de Paris, obre sua recente stada entre nós, em on­ tato cor o ,erd .. dfiru ,.,,,o e n,.(J cú11l o pu­ gilo de integrista e reacionários, mo fez o ex-Arc,,l,i-po d,· llnrnr: "J· nq, .. ,n1,, MoJHI'· ulior LefrlHrt' J•t•rroni la rririfa. Lllin•, tive a rorte de participar de uma runiio no Hrn.:il, (uwando u rlt.11<1 (, 111 ,, úu ª"º cl1t ('l)fllÍIH."JIIP, (·onheu·ru!o a h•~--ri1.di 1l J(" di:1- quels que obteviem, cvmo podem, quan­ to 1JUt-' ,.>(.,f"u dJ rt"ndtt fht iouJ .Jt p .. r.i JV 1 dr,, nrnis ri<-o• ... lo , h.1o d11ro N 111v !'IU ,., cala nacionl, as Igreja. tmn nome da qv.d f.il.-i. u C.í B.U., ,. t:í Hrn,,r,· pr~•frll.- undt' ,. quando e trata dos direitos dos humens, das libt'rdndes rh i~a•. o, Jirtito- ,!,,- b, rador<­ às terras que cultivam, os direitos dos indii duo a ,nn identidttd!' cultarnl. Lm• 1;:nja lJO< folo rnal• nor ~'"' uro, (fUt.' pur ,uus cl~cltom· çõcs... Jami-+, talvez, cm toda a ua história a lgrcja se 1:11c·ontro11 a tn) p,,nco lnt situ.a.­ o idêntica às de suas origens. O l:'adrc Cow,ao reconlwren, d,· puto, o pop,-1 a social nos levam tantas vezes ao desa­ nimo, o qne no• salva é o fermento. cumo o dos autores desse Canto na Fogueira ou o dessa, humildes "comunidade de bu,e"' de nos!1o povo, tonto rnuis reprc"tõtnt:iti,o ,,uanto mai• rncriíicado e e,quecido. Cigarros, 11ovo. preço em Novembro Brasília (O Nacional) - Os cigarros custarão 30% mais caro a partir de 1º de novembro. Os da classe A que têm menor preço, passarão de CrS 3,80 para CrS 5,00. Os mais caros de classe K. irão de 10 para 13 cruzei­ ros. Os da classe B cu tarão CrS 5,50. Classe O CrS 5,80. Classe D CrS 6,20. Classe E CrS 7,00. Classe F CrS 8,00. Classe G nrs 8,80. Classe fI CrS 9,40. Classe I CrS 10.00 e classe J custará CrS ll,20. Hil HOTEL AQUIDAUANA PALACE •. Apartamento com .ar Condicionado, Quartos e Serviço de PRX R. 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TÕdo esse conhecimento é colocJdo a serviço do agricultor através da rede de revendedores Valrnd e;· .e se ""utiliz.a de equipes de mecânicos e frotas de veítulo, . •an prestar atendimento direto no campo. -~~-..;."'é~ Conhecimento técnico, peças originais, ferrJ1 •n:J~ adequadas são a garantia que o trator Valmet sempr. esró a, seu lado trabalhando ~-------- --·--,; pelo aumento da _ -j produtividade . • l Confie na ·~Assistência Técnica _ 1 Valmet. Uma presença • - tão certa quanto a chegada das estações. --~~~ 11'1:!"..rcn.. t{r.::-.r•,nc.1Tr:llt-u Fira Mg tu ·1%is.Dut n 1 1 . , ' ' - i;i :':.:.~ ... ,. .." «ki;-c l uão un", Ili • M Esta coluna esta sendo atr ,, l s Dia feliz e conclusivo sob muitos «pec- I t' I· ' .. ,· p,t 1 0.c,ua- E.'( . . •, l . ·. to•. ~~rtúrw fov11re(·t a con,)u•l'w de· >'•llri- ds, tambem, pela Serrariu Bonito...} stu semana, infelizmente, ou feliz- os económico·, curdos escrito» contra· vendu de madeira serrada, forros,. m~utc, o É pois ó ... era mais 'cu!- Sucesso excepcional no amor. otc ... ~- umu dus maiores serrnrias j lº .. : Proble.rnas de. ~0l'reules_ de ~·eop,l-1 - C . N C F R da rcg1uo... ! ço (Isto quer d1ze1:: a dtroçao, "; • • 1 • . . . d t ]h [i yrf,, • o ; Ta! ra com algumas rrtaç@s, o 'ia à>'l<::,>,:/ 1 mt. Or, O epaTtamento Comercial será positivo. Concentre-se nas rnu- nti,ido- Bem. já fi 1inhx édi pediu passagem...) ides_é alcançará bons resultado-. ja mai» •• • z a m O a Ln' lll Com I pacien1~ e ro11-1an1e ru, urnvr. os u1rn11cia11tes agora, vou coutar os ê><:"'1:! = casos que fazem do jornal um ma- O verea dr Osvaldo Grubel'l !ln !'"/', LEÃO unncial de informações ... (c::edo que ARENA, de Jardim, vai responder us Livre-se de pen-atentos negativo» e nüo ) ceda à depressão. Ili influencias positivas e llaguagem acusações do J>rol'eito Fernaarlo de pnderLi cvncn:rinr ,~u• projeto•, C:oi;fie ')lo<':><>:, Freitas ... será aa próxima... no futuro. Abrem-se as cortinas e começo o espetáculo ... no circo da vida, os &rtiotas são os políticos que usam a yolíticu e não fazem u politicu ... Ra­ risõinias excessões ... <+3 Ficou gozado: a Câmara Municipal de Belu Vlsta mandou uma matéria para ser publicada. Esta matéria já ustuvu impressa, quando chegou um emissário dü Câmara pedindo o cao-· celamento da mesma. Não deu. Foi publicada. A Càm1na mandou outra mttléria. Tambarn foi publicada. As­ sunto: Arquivamento e OP.sarquiva­ mento das denúncias formuladas con­ tra o senhor Vitor Peozo. %2-3 O vereador Nivaldo de Barros pe­ diu que a Comiflsiio de iDquérito apu­ rasse realmente os fatos ... o Reque­ rimento do vereador solicitando o de­ ~arquivamen:o (pala vru feia) das de­ núncias irá conturbar o ambiente (do Sindicato), pois os integrantes da Diretoria esperavam era uma retra- taçãQ da Câmara Ê pois é. . . co- 1Deça tudo de novo . 3 OIha gente, vou parar por aqui. .. este nagócio não ·está obeirtrndo bem ... para o Pedro e quem quiser, N,:Ji><, illeu povo, leiam o Trivial Simples e u Coluna do Editor ... esta semana (como sempre) da ''pesadu" 1$l•'><" Até a próxima ... com a costumei­ ra página (inteira) do colunão ... 11O­ tícias quentíssimas ... Dr. José Ribamar da. Silva Partos, Ginecologia, Clínica Geral CRM RJ 17.937 -- CRM-MT 439/s CPF 058.043.377 Consultório .Hua 15 de Novembro, 481 - Tel 123 - BELA VISTA Preço deste Exemplar Horóscopo TO t'RO ()uno di.,1 cansativo om alguns obt cu-- lo e aborrerimentos, À «ituaio lhora te pode contar com boa« eonlusa lo pro- o(que atrito+, Cr$ 3,00 .1f VfRGEM Os astros favorecem seu êxito, muelho. ria de seu relacionamento t'Oln us ptuo:.,p: UlJ eu redor bem como com colegas e amigos, é½ BALA.NÇA Mercúrio seu signo propicia boas idéias« para alcançar resultados importantes. soluções prática- e reuniões com pessoas maduras. Fe­ Jiciducles na vida untorúiu ou conju~nl. e.o.:: ESCORPfÃO Tende ao nervosismo: mantenha-+e con­ trolado e trrHe a fodos com cort'!:ei;J. fe quitc:r obter cooperaçJo .. dic as rleci-i,es e iniciati­ vas importantes e tenha cuidado se dirigir. X SAGITÁRIO Outro dia po,iti-o com po .. ibilidade~ de conclusão de negócio imporrrn1e. i'iio adie o que puder fazer agora. Felicidade porn os que estão am:mrlo, ;.ü1, CAPRICÓRNIO Nüo •e assmte se não puder <'Oocloir um negócio: umnnl.ui tudo ,erá mai< fácil F,. vi1e c,:"cesso.; de qunlquer tipo. A AQUARIO Ocupe-~e e concentre-se em sous at1vt• dndcs com todo entusiasmo e .. energia e ,·en .. cerá um obstáculo que o , inhu preocu_paodo, '"<> <>-< 'ão sejo impocieme: tudo que lhe diz respeito est.ã tendo progresso. Os astro• favo• recem-no e pode conta.r bons resultado, e euce,so Mcial. PEIXES 0! A3I NNVE D PRAIA ' Novembro: Saída de Corumbs 4/11. Porto Murtinho - 6/11 - Conceição - 8 Purto Murtinho 1?í11. l Dezembro: Saída de Corumbá - 02/12 Porto llurtrnho - 04/12 - Gonce1iao , 06/12. Porto Murtin.ho - 08/12. Serviço de Navegação da Bacia: do Prata S 1 A: Sede em Corumbá; Rua 15 de Novembro, 32 - São Paulo, Avenida São Luis, 258-602 Rio Gua­ nabara; Av. Almirante _Barroso 6-s/903 Porio ·Murtinho Rua Joaquim Murti- nho, Centro '' fi lt-77 'l'rlbunt df Fronlolra -- .------------.:....:..:. ,, • . . M lho'' ,, Aqui, corn as Barbas de 0 Chego à conclusão qu as coisa O impacto da programço mael. ta. A partir dessa premis nada "},, ais importantes nós usufruimos em ça do diversas tendênclus e váris Is tem irnpol'lüocia. /r do 'fedelho 4os darmos conta; e as vezes pen . n1•Jr1oos Wm ln1zldo, ú crluuçLL cm quo per lurbJI' o rutebol rubro-m do futr>l>ol ru,.1.l trun . crianças, os valois e o comporia- s, neste horário, sou eu, e entra O '{lo e distraidamente deixo esca­ mculo !los jovem,··. D,·nt1·l 1 O l u 07 p.,i e ,·ai a 111ile, fica o Y11ho. e ate O ~ 1 . 1 u n sorriso il'ônico. anos, nesta faixa etrin, os menores 'beo" j tem um lugar e já tece put II nssistem et média 23 horas de tele- alguns c montários, Na faixa nobre visfio por sernauu. C.:r,rnn bl•m dedu- to~lo~ inconscieutemeuL~ e9l1'io muli· ziu o urticulistu, s1~ th seonlat·ruos as la Jn de 1:1eus deveres tradicionais, horas do sono, i1·emos verificar que I pr,•so às progra,ucçõ~s C1H11prom 1 s­ ó urna atlvidadr• que prepondera IHL } sos indiáveis dos dias atuais. vida desses inocentes. Mas não ó só Puxu, baixo os televisores! isso, a submtssf10 uo vídeo, mnil11 Nem tunto, é urna ulertu, um aviso. mais e a qualidade das cenas e us As estatísticas nos grandes países ' tónicas das apresentações:' assasini- e uus grandes cidades - aqui ne Bra- Os 11!0s históricos violêncius. menti- sil a m»ioriu das capitais - Já estilo ' ) 1 t' ru;; ... ~leu Deus! ... Srr/1 que nilo é, npreseotando resultados ele cuuhn a- exagerú, puro a!arlsm,,? Poc!Am fie11r l lnt'roanre. E sinal qu;, algo deve ser estarrecidos, porem não irão negar feito. inclusive sabemos que os re~­ essas exposições, pensem... ponsáveis estio atentos. Mas indubi- Para o pal, as vezes, até que é I ta velmente essa precuuçfio tem que comudo, pois as criançu1> LI,~ õlh11 no I ser !omudu ele inicw 110 lar, pelos vídoo é sinal de susflógo. 1 i.L> ba bri- seus ,·.•spousúvels. O~ pois não po­ ga, nem choro e nem gritos imró- t dem e não dev~m se omitir mas sim prio .. Pura ilust1o. Nnquolus hc,ruR es-1 co11scieutiza1·•se do perigo e ugir. mo sendo ntroiiinltJS teudêu::ia. rle É cluro que existem prn~ramns de uma importflllcia inestimável ao rie- grirnde valor educacioottl, bem como seuvolvimento futu!'o . .' imuginaça,i uns que se dest11ca.m pelo luzer pro­ o o sonho são guiaclo~ purn vaon•s porcionado, até ai tudo bem, no en­ normalmeute mnléf1ct)S e qur.Stl sem- tanto, uma grnude porte da divuiga­ pre descompassados com o devenvol-, çiio se caraeteriza pela pt•rniciosi­ vimento menlul. O gul'oto não enn- dade, pela falta de propósito e pelo segue receber un:ia g:t'llH tüo gn1utio 1 , 11peo destituído ele importância. de impulso~. e rm li'io pouco terupo. Pnl'ece até que uüo se go1;ta do se.:n prejuízo..;. A !3Uil mente rica sem l p1 ogresso e da evolução. :!as nií.o é condi(:ões de assimilttl' ria melh·n· j progresso é destruição de cacteres mH.neira e me:-mo c_onc1ilenur as _idé· , 1 I? irais especificamente dn j.uventude, ias para um 11preor11.zfldo ·omp..:!1vel. e bom que paremos f)Ol' aqui. Não é Eat:lo clrngamos à conctusão que j l'tllso purfürnismo, mos sim um ius­ se limitarn::os a~s pt·ejuizos rdusados. tinto de defesa em prol de nossos às crianças estaremos resolvendo o { próprios í'ilhcs. problema? Acrt>dito que não, pois l<· 1' .Em dias atuni~. muita :?cn1c, 11111i1n "ente n,cs lém de cerces; as atividades rnluta· ruo, daria tudo pelos "p"p~s" nas res, como o brinquedo de rua, grita- prtas, pelo tempo que se tem para rrn, p1que-a;.oondo, a l8ttmu, u uiva- conversai· -com a fumílin. e com os 8 . gação e u introspecço, o pior, atra- migos. Um canal mais humano de vês desta fobia televisiva, se é que um colorido menos afetado um mun­ podemos ussim chumar. desaparece do menos global. mais íoti:uo e nos­ o diálugo. Ninguém da fumília abre s0, sem os grilhõl'ls da "soc:iecadc mão do seu hoatio. N sala apens consumo" e sem motivações tmpró­ um objetivo, a apresentr,ção prec!ile. prias. 4los@ la € 1a1qJ23 ADVOCACIA EM GERAL I{. Volu11uírios da Pút riu, 376 • Fone 210 Bela Vista ta Mato Grosso ADVOGADO 3$)10210- Rua 3 de Outubro (AO 1D0 DAN €JAZ 1A) Bela Vista ;fato Grusso -MÉDICO- Consultório: 7 às· llhs 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde Funrural: e 12 às 15 hs fv1adeiras Brutas e Aparelhadas - Vigamentos ros - A~soal.hos - Batentes -. Guarnicõés ''Uma indústria que acompanha o Progresso Rua Santana do P araiso N.o 1 Cx.· - For. Bonito'' BONITO - M 110 de P. 1 GROSSO 'i !leia VJsta - M't. - Tribuna dn FronteJra n.1 t 77 ----------------------------- ,, e PA A ESPOSAS 7',lns reuuiões da Câmara Municipal dos autógrafos da Lei Gomplemon- Je Bela Vista (Mt. Sul), for apro- tar que cria o Estudo de :fato Gros- dos os seguintes documentos e a- so do Sul. tos deste legislativo: [) Iudfeaço de autoria do vereador a) Indicção 1" 25/77, de autoria do {Noedi Leite Laranjeira- Arena, no sen­ eredor Ely de Araujo _1arbos_A- {tido _de_inditear aó Exmi, sr. Pretéí­ reon, que solicitasse no Diretor Re. to Municipnl, a oxtoução da Rede E­ gionl do· Correios_e 'Telégrafos u trie o P'arque de Exposição A- iustalução de um T'eletipo e u in gro-pecuária desta cidade dieaçüo de um 'Telegrafista pu a,g) Iuicaço verbnl de uutori sidente. NHtia Consta Que nesa­ uofc> e Voluntários du l'.1tria. l>oue o refrido Presidente. foi en­ <11 Projeto de Loi, que dispõe sobre camiuh::ielo o rquivo desta Câurnra. o Orçamento para o Exl 1 1·cíci,, Fluun- i- Indicação vel'bal de autoria do ve­ ceiro do Município do ano de JD?8. rrado1· Afonso Dllon Nunes Leite-A­ (Encuminbado pina a ~omissiio Es- rena. solicitando o Exm. Sr. Prefei­ peéiul de Finauçus e Üt!u1r.ento, pa- lo .lunicipu!, a colocnção ele tubos ra estudo do mesmo) silenciosos nus escapumrntos dos o) Portaria:; nºs ü5-0G/77. C.I. das u- Motores da Usina. tnbuições legais da Pr1•sidência ela Sala das Sessões, 27 de outubro de 77 l!esu, 11orneuudo os Veteadores Ely Visto: de Arnujo f3arbosa-Areua, e Noedi 1 Leite Lm·anjt,irn-/rnaa, pura rtlpre- 1 ,eotarern este Legislativo em Brasí- i LiR·DF., por oca::-iúo elas as inutur11s 1 Joi.io 'e tor Andcrson Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador poro Cereais Atacado e Voreio, Ulc!A OílOASIZAÇ,O PARA SERl'IR ASTQ)IJO JO,O E ltEOl,O ' Ruo Sã o P o u I o S/N Antonio João MT RUA GENERAL 0Só.0 S/N Eu m'iiR go,to do meu marido... Ou,wdo l'U ~ico nervo-; e ele !J'i.O. Quando ele faz u, j11 1Jtt1 (o faz do que eu gosto) Quando a11 crli.:nçLJs o aeuSIOJ ele rabugento, e Invés de tornar-se tais rabugento ainda, confessa ,,Tem raz?o ()uaodo ele telefonu para c:1sa pergunt11ndo se houve corr!.'spoadên­ ciu mas eu sel que elt! realmente teltfonou parn l'alur comigo. Quando ele demora em pintar a ca­ so, o e:.. queixo, mas depois de 3 anos a pioturn uioda é per!'eita. Quando ele chega du serviço e diz que nüs quer jantar e reconheço o quanto ele está cuusado Quando ele conta para nossn cn­ çulinba a mesma estorinba, toda noi­ te, por um mês, poi·que ela tanto goste.. Quando eu estou quase trepando nas paredes de nervosa e ele me er.­ trega minha bolsa e ai- chaves do CIHTO Quando eu amanhece com gripe e ele mA mnndB- ficar nu carna e tele­ fona pera o 6BCritório avisando que não irá. Quando tem emergencia na família e eu sei que podemos depender dele Quando é ele que insiste que a fa­ n::ília toda reza o terço. Quando ele castiga as crianças mas 10 mintos muis tarde está com­ prando pieolé para eles Qm1ndo ele é expansivo nu. festa e tem a desceocia de sentir vergonha no dia seguinte Quando encontTa dificuldades arn comunicai· com nossos adolescentes mas sempre cooti!lU& tentando Quando ele me deixa ver suas fru- i quezas e incertezas para que possa awá-lo pelas fraquezas e fortalezas. Quando compreendo que ele sabe pgrqg22n {2I 7g;p7 ;ng todas minhas fraquezas melhor _que li' Siüi l.l.l l)li Li!ll eu e ele me ama do mesmo jeito Quando ele me diz que nossa ,•ida • " Lrif;' t p-a, juntos pode ser diiicil mas nunca Se:!s Sk:tia's - Mz "Trllz" - Ltrifitczulzs Is:licitas chata! M.ATO (jRºsso Daí eu estou tão contente porque. ele casou-se comigo! Osvnlelo Turioi - Arena Presidento - BEL.A VISTA Artigos finos para moda Cbarm Rua B e Ia de Esmilda Proença (Didi) Senhoras e Senhoritas, Bolsas, as últimas novidades da brasileira. {Compra tirelamente das fábricas: Gledson, Cori, Bayard, Deblu. Boufique uma palavrinha sempre em moda Antor,in .João, 256 - ( em frente V is Ia ao prédio do B. Bradesco) Mato Grosso D Jn, Vl_sla - Mt. - Trihuna du fcroot_elra --------'"---~~ e M . • ·ia entender NJo prec1 a ·xphcar, eu so que Pedro Pedreira • , ·elativa s torturas C:::oL Camnrgo acliri Don(mulus murn a clouunci~ 1 Dc°)l-COlJI. 110 Só ., om rlrponclêm:las elo tores.tontos s sras iüio diinéiro. "$4p914%,,13%,",,"" O assessor rio Jniprcnuu ela P1·c· r,re ·os" eonllnou o 'epu.a • '. llitlõuciu clu Ror>ública. Coronel Tofe-{íni. os familiares, _a reclama' • 1 • "' ' - ·ó ''"r11o ser o­ do Camargo, informou depois de ci! providências que s pode alficur de «impresslountes e sérlus mudas através de uni ioquerlto roa· u1:1 nnticlHs sobro as clenuncius de mentn severo, n fim dr• quo f;:itoj tol'lurns nn dopondencias do DOl- dessa natureza não fiP repitam. u CODI 110 Rio de Juueiru que us uu (Governo, através de sun liderang toridades !igads ao assunto estão no Senado, solicitou a apresentação atenlus e tomurfío ,em E=eus mve t s de denúncias do casos como esse e ele alunçilo, as providências que por- MDB transmitiu-o da tribuna da ventur vierem ser necessárias. C±mura a fim de que u violência . , ·~ não se reproduza, gera o do a v1olen­ cia, e a omissão oilo po;;sa ser mo- DOS JORNAIS . . . j tivo de estinulo de novos fatos ele Com rderênciu . as notrnws publlc!t· tortura. uns pelos Jornais o Est~1do do ~ao 1 ,:,,e* Paulo e .Jornal do Brasil e a de?un- UYSSUS BYSSU~l lNVOCAT ela do lül.er to MDB so!re a pris49 "d Frase ia.tina de origem biblica. df Rosallco Fernandes, 0 corone . . .. 1 ,b· 0 cha~rn o abismo Toledo Camargo al'it·rnou o seguitur: Stgite o i"} ,, mal atrai o rnaÍ ii gestora 4ereta, essoig %"2.#!!".,l" dois os row- le embora. minha oprnrno pessoa se- d Honoréede Balzac. ju irrelevante como eonteceria com ces e Está no Salmo 42,7. qualquel pessos de fornaçdo cristã ' que essu leitura é impressionnte e ;>!:;o.,o séria. ~üo leubo mew:; de UJutzur PANTA RHm BUU veracidade n::er-mo p0rque e co- Expressão grega q~e co~stilui nllecida a prútica de tantos presos o principal axioma da filosofia de de :ilegarem que conl'essaram sob Heráclito: tudo corre. O mundo cvo­ torturas, tanto para melhorar sua 1ui incessantemento. - pot-içiio nas 11rgani:l11ções subve1·s1- '>-<:* vas tL que partecem, corno para C<'D· seo-ulrem impresllfíu mni:, fa vora vel de 0 quem os deva_ julgur. -­ ESTARRBCEDOR O relato dos presos publicado nu Joroal do Brasil, é estarrecedor Não sabemos se correspondem a ver- 1fade. Os subversivos buscurn contur­ bar e deturoar os fatos. O Presiden­ te da. República é contra e combate as tortura:;. Üll fatos serão apurados. i>.,(;C>i!(! FREITAS NOBRE O líder do MD8, Deputado Freitas Nohre. informou que a propo:iito do noticiaria sobre torturas de presos politicos que o MDH tranbmttiu à Câ- POLlTICOS O líder elo governo, deputado Jo­ sé Bonil't'lcio pediu a de;nissão, urna vez apurada u culpa, dos agentes do poder público alvo de acusações de tortura contra presos. E 11Hrmou que a tortura deve ter sido reir.a por algum sádico e assegurando que as denúncias desde que sejum encami­ nhadas ao ministro da Justiça, serão apuradas, o deputado destacou que uão é possível que o presidente ou o mioi:;tro se transformem em cnrce­ reiros para saber se o preso tal. apa­ nhou ou uão. nário que as autoridades federais j estio fazendo as devidas verifiee ura apurnr s denúncias de tor:ur t 10 }{!o ele JunCliro. Rezende que f lou logo após a leitura do doeumn. lo Robro us torturns, lido po, ha ti, Montoro, ufirmou que 0 governo d presidente Geisel não só pune autores desses hediondos tipos d delitos, que reflelsm covardia, sul. gerin e brutalidade, mas ainda ma­ tem permanente vigilancia para que ratos de~!la n!ltureza nu.u se reprc,. duzaw. O líder g-overolsta no Senado, Eurico Rezende comunicou ao ple- ILIDDE de Soares e Soares "O VALOR N.i.0 ESTÁ N~­ QUILO QUE FAZEMOS, lIAS NA !II A N EIRA COJ10 FAZElOS. Bonito Mt. rze Wridale de Gurib·,l
  • tidn. e por ela referido em su'.1 denúacin, mostra o sen estado de nbsoluin tranquilida­ de e normalidade, comprovado, ;_iiorla, por declaração de ::eu próprio punho em duus laudas ID!!nuscritas, em que ate, ta o bom trat1meoto recebido du­ rnnte f'Ua detenção e interrogatório". ··o Cor,rnodaote do II Exército rea­ firma sua determinaç!l.o de não per­ mitir qu:::lquer tratamento desumano a oresos sob soa jurísdic·ão, no que é atendido por seus rsubordinados, sem a menor sombra de dúvida". "EElranb,, por isso. que os orgãos de impranrn dêern guarida a inver­ dades proferidas p0r ele::nentos sub­ versivos, cujos cusos estão Fbnrto jul · gados pela Justiça eompet..ente··. Despnle para a 1·ealidade ... Acorde ... Veja u fato e acI·edite: Bonito é a ter­ ra prnmissor_a ... Ê a_ Canail . : . ~eJa ine.l_igtmte .•. Faça um excelente negócio. Invista na Cidade Turismo ... Como. é fac1l... 17 M/$ MM.Kg POSSE L07EM3ERT? ~ • mm.4% l[H.W illJ ~ E.lO j Pertinho do conjunto habit!:icional do BNH ... Isso quer dizer ... Luz ... Agua. - .. Saneamento ... Asfalto .. _ Traduzrndo. valorizaçüo certa ... Tão certa como dois mais,dois,54o }, ' vedemos em suaves prest«soes mganais ... Re- ossmmos • • • • - 1· • ·.. V b co l ' . . , um bom nf'gócio Use a sua· inteligência . . . en a conos . peh~os. Ftáaça nndo sua visita investir em terras é dobrar o capital em Bomto es esper., " "" DELI Vi rontinue pagaI1do imp:istos em dia: o ·progresso pagará à cidade na mesma moeda. Administra~ão: Costa iYlarques ENFOQUE: FATOS o Iile Noite Azul, provido pelo Cen­ tro Civieo Prof. Wernek o CP.I. foi ani ma«díssimo, Ao sot do Mensys a euforia • ra total, H'or 1ft uotri. 01'. . .f,u11_.-,lurm dn <,ru .. a, Dr, lrajá Loureiro e Sra; Eto- 'Telma., Ínit morena Marilene Perrupato, Airton- l+­ nia, Ieinan Marilin, Carlos .li, Z6.Ho«i­ nh, Silvio-Nrrilza, Alves e Mari Ely _a Srn. Nilça com '" (illrn,: I.c1kin e A1111J11111. (:!<,!:$) N 1 SCJH'.NTOS Uou rncnl1111 """ o casal Vaner e Etelkna Eeheverria e Elza também felizes co» a arotiuh que "dona cegonha" trouxe. #@$0 Fl,I DE 'rOYeitnudo a Yelocicladc do go­ ei,dor Miúdo, o timão c:nvolve os ndvcr•ário, e cria situações de gols a todo imtnnte. Contra o Cereal o negocio foi fúcil. O t(mc do Edcmar csfor,;ou-!e bastante e com isto SOCI D DE VIA ASSUNCIO lo«evelte Garcia, sua espoa da Adelfa curtiram alguns Purugunfo: . it.oltcivn SUCATA Foi o conjunto que animou o bnile pre,mo­ ido pelo 3o contador. Apesar dos trabalhos empreendidos pelos alunos da Es., 'Técnica 0 baile nio foi muito u1111nado, , p<11s não compreeeu n.o de pesoas eperadas, mas o csíurço o u boa vontade dos alunos merecem nossos elogios. vulori1.ou a vitória do ' 0 1imão". Finalista por outeripnçiio, o Corinthians está demonstrando que, 111esmo no urundori~1110, _o. Heeponsnbili~ dude pern e vale muito. Pru Frente Timão. Classificação Pontos Perdidos l) Corint.hinn~ e Cnçn e pescn O p.p 2) Cereal Ouro e Agricultores 2 p.p 3) Uuiiio Esponiva ,J p.p 1) Cori11thiat1s 6 pg 2) Caça e Pesca 4 pg 3) Cereal Our<> 2 p~ '1) Agricultores e Uni:io lruni e cur.ha­ dias a Cupitol 0 pg Próximos Jogos Cereal Ouro x Agricultores (Beira Rio) Caça e Pesca x Corintians (Octávio Fontoura) Últimos Resultados -- Tri 11 íl • d e (}, .' 1 /J. ' 1kla l 1.1 Corintin,u ·1 x Cctt!al Onro Cuça e Pesca 6 x União 2 J.., Caço. o Pesca, do Jo. ino, c 1 ai Ouro, do Eú nar e Corintht • do Gudoi e Eder; são as equipes q mais reunem cuodições par,1 eh :. rem a finalíssima rlo Campeonato f Futebol José SiropíícifJ da Cc,ta J -. ques, destes três; dois serão o; ., zardos e um sera o gruode c1rnp,, l Graode sim já. que o Camper,·d que forn feito para dar lazer ,1 t_ 1 grupo de esportistaa e divcrtim :d a todo. comunidade velo provur q_• tudo que for feito organizadam e terá sucesso gara nlido e, a liam ·-1 verdade, o campeonato est uma b leza de organização e se melhor ti anda culpas oão cabem aos !Joi:r.c.1 que o estão ca.Tegan?o à'l _cns:J•. Por Isto é que Já ve10 o cn 1 peão consagrado, e. qualquer que l!- '. ceber a Tr.ça, Simplícío Marques, ds três acima enumerados. se é quenl 1 ocorra uma ZEBRA, honra,la.-á di melhor maneira possível e prov:ir, que a Organização é a base de tudo, tudo: até do futebol, mesmo que e ja pelada! Ivan do Nacimcnto ' .1 (' e ;-; e r (. [ t Dia 2o o Clube do Laço reaUz'.m um Torneio de Laço, com a pal'i!