l.l 
- 
QUE O POVO 
5EJA í.lCM 
1NFOUMAIJO 
·º 
270 
O VI 
P r ira 
~~------ 
Em Sessão realizada no dia 07/1177, pro. 
rndo em Plenário, ficou determinado que se 
comunlcaAHt'rn ao Govc1rnndor cio fü-latln de 
falo Gt·osso, a decisüo tomada po!' esta e;u­ 
~u. l'lll relaç1'ío ao rt--qu0rimPnfo do p,.,,fPitn 
lu~ii.:ipnl Dr. hlll.hJU ,,,. de l,uKll'V hulu 
solicitaudo mu is, t!·i11tu d iai; do licenc,w rn I d 
1ratamento dt: ~aude, e quu conE:tn: /o Exm 
Sr. Gornrnador do 81,tadu <fo ~rnto Groseo: 
Conunieumss a Vossa Excelência, que em 
Sessuo reuliznda em 07 do corrente, t C:lmu­ 
l'il Munic:pal, 11õ.o co□cPdeu maiu trintu dias 
de lireoça pnrn tl'atumento dt> saúde s• !ií'i­ 
ladu pel0 Ex,nº. Sr. Prol'!-!ito J[Unir:ipal, O,. 
HulJen 1.A. dL~ C;)stro Pinto, em fiiee cio Dr•­ 
crelo Lei uº. fiüO, dt:i 29 clt➔Abril de t9G!J 
Outrossim. informemos u Vo ... s1:1 Exc,·!ê11d:i, 
que esta augustn rasa havia C'111cerliclo !1'1:1- 
ta dias, u contar do 08/08177, de ucol'•lo C(,111 
a Lei 01·gânica dos ~lunicipios (A:·t. :l9º) e 
rnnis RP~1<er.ta dins, n contai- de 08 ele SPtem­ 
bro. conforme pancrr nº. '2.20/77 do Dec1·1111, 
resultado por osle L<•gi~lativo em trmpo llh­ 
bll. Apruveilumos o oportuu!audA para npre­ 
seutar a Vossa Excelência, sus distintas 
cousideraçücs. 
Ao ExmQ. Sr. P1·efeito :Innicipiil de Bel11 
Vista Mt. Dr. Rullen A.,. ele Cn -!l'o ,'iuto. 
Comunicamos que em Sesdão reolizada !lO 
dia 07/11/77, p p., foi rcj<!ita•lo polo Pienfir·io 
o requt>t·imt•ulo :iprt>sr11:~1do p1Jr V. Exu., ( m 
requerer licença por mai,;: t1 iato di. i; p,1ra 
tratamento de suúde conforme atestado mé­ 
rli Ioind etn basto n { sns+, I t 
u!!. ,JUIJ ,11, t,',) Ut AUl'il lk lU(ilJ, qu • lia UOV/1 
redação os artigos 3 e -1 º , cuput. da L 	·i 
u". 5.41fl, de Ol d<' .Julilo eh l!J'jll_ Apr·0n• t,:­ 
mus a op<)l'tuuielude pu1·.1 ,1prnS('Uta1· u V. Exn., 
nossas distintas considerações. 
Ao ExmQ. Sr. PrPfello ilunicipal de l1ela 
Vista MT. José :mpiicio da Costa Marques 
Comunicamos ;,, '. Exa .. que eI Ss iio 
re:.!l;;:1r!a, dia o; /11/77, foi apr,•i;, ntado a 
Mesa, requerimento de autoria do Dr. 
! uben A. A. !.le Caslrn P,nlo, Prefeilo deste 
~!unicipio e lkenciadu, rPquei·eodo a t!S<n 
ugu-ta Cas, mais trinta dias de licença 
pura tratamento de saúde, conterme atesta­ 
do médico que acornp· nba. O referido t'l•que­ 
:·ime11to foi apreciado, discutido. e n<>g •c!0 1,0 
ÜPCJ'(•tv Lri ;Q fiGU de :!9 de Abril r1o :!'lfüJ. 
que dá nova redai«o «us aiugus o e i' du 
cA.plu, da Lei n, GA.JD. de -! de Junho 19GS 
Aproveitamos a o­ 
pc,rtunidHrlt➔para apl'<!3eot::ir :; V. Exma .. 
nos~as disliolas co;1sicleraçõ,s. 
Usvaldo Turiai - An,nu • Prcsideute 
Realizou-s~ ?:o pt1riodo útJ 03 a c,s rle no­ 
vembro. no Quartel do !Oº R 'J, u 4ª Ten!pD· 
rnd1i Hipica do Troféu Gu·dcurus. A este im­ 
por(a11te acontecimento 1:siveram pcC'sentcs 
s geuerais. Gentil :Jarcondes Filho. Crnt riu 
!}) D:[ e JoJquim Abrl'U J<'onser,a. Cnt da ! 
DC, nlérn dos Comancontes de Unidades se- 
. ;iiudas na árNl, bom co,DI) llS rep,esenl:.iç•ões 
f desportivas da 4 DC do 10º RC, 11° !~C e 
1 
do li" RC. ' 
Os rof'ultados obtidos .rorair. os seguintes 
/rova ChLpi!li Para (Oficiais) 
1
- Lugar: L7Q nu•rimeutu de Cuv,ilaria 
~~ L º ,... l • 
j
. ugar: 10º Rc'g'itrn,u!o da .l\'11 ar1a 
:S CCE f)Rl'U Ol'iciuis 
[7 
r-i 
(@ 
] 
1 1 
~ 
' ' 
si 
u .-. 3 
tQ Lugat: 17° Regimento de Can1!,;1·i1J. 
2° Lugal': 10" Rt>gimcuto cie Cnvüla;ia 
CCE para Sub 'l't•n e Sgt 
1 ° Lug,1r: 102 Regimento de C::nalarin. 
2° Lugar: 17% Regimento de Cavalaria 
Polo - Torneio HunJic,10 
1° Lugar: 11º Regirue11to ·ue Cuvalarl11 
2° Lugar: 17º Rt>gi.:uento de Calaria 
Polo - Tornrio AbHto 
1º Luga1·. 17° Rcgimenro de Cavel,•ria 
2 L u g. .r : 10° Regimento de Carnluria 
Unidade> Venc.-r ra do Troféu Gur1icurus 
Ano 1977 
17º Regim~nto de Cavalurl I sediado em A­ 
MAMBA MT 
tradicional Edição 
e 
IRE i1 
1 
l 
1 
Tombam 
remos carros 
d
. 1 -~ 
0e! _eira 
usados pa:-a 
Lorarigeiro 
v nda .. 
, 
- 
1o S;,mioário dc> R·c!c lngtm e!<> ~lldiu pa­ 
tr J(•in do rentemente pela AR« ciaçi'i·) [ir-a­ 
sii·ira d- A.uncIa:to.. E+i Fahat pronun­ 
ciou p lht:·. ,,r b e j,,:-nni➔. du,:ac•.11do ui 
uns do f:tos que faz m dos diarios o ma­ 
i,.: ucr,•Jiü, 1o ' ·i<'u!, rl <·•>rnunica(,,;lO pu!Jli­ 
citaria. Bas ano su Iet n'malmente 
pela :fPJ pl.Jhn nu, !H'111cipai~ <:npit,J!i; brasi­ 
I ir. s hat refer:u-se ao 11aprt• iooaute 
f:lt•) de '1' e Wi J (,,., IPllO!'c:, ele jfJI'Ol'i3 per• 
tencem às !as+g À o que tem capaci­ 
dade de 1,;•,;npr ... r tude q, quc1lqu, r unuoci- 
3nt ..1> p - do rn ]ito até 
um 1n·Lu. Outro la.o impressionante é a pe­ 
:ictr:11,:::i1 dos jornais entre leit•1rcs com imi­ 
tr uçilo !-UJJ.:l'iu1, uo,·tnla e nove por cento. 
Assim i; 1,tio, o,iaíqut-r um que tenba rnar)?ens 
para as mais anplus iidera iças brns!lelras, 
seja de vun.rt>1R OE' um ~r"'"uto Sejn institu­ 
ciorrnl ou p0litícu. pr•·c1!:n ~ ti~ve obrigatória­ 
mente reco!'•·rr aos Jorm1i;. f'ara certos tipos 
de mensagens, é ioerr,H·el que os jornais teu 
sup"r-ioriJede, c?mo n0 caso do lançamento 
clP um p"oduto novo, e em rnrnunicaçõe.'> ios­ 
tiluciouais. Um out?·o falol' fortetn<.'nte deci­ 
sivo para i.l inclu,-üo c!o jornal como Yeículo 
de vendas, é u ascendente preseuça das mu 
lherea co:n.J 1<'ilot·c1 de jo;-oal. O•llro s:>gmen­ 
to nlt11rnente selPlivo. e <lP rnu.ito. 6igniJica­ 
çiio t·C"nômic::i. e o da juv1::otud,• de classes 
. é H. que BP a preECeow. e2'.! escalo. u~crn­ 
clente coino leitora d" jor111:n. em magníficos 
percentuais que já ultrapa sum largamente 
us 50° 
0 
:>m todas; as .::idai;es brosileir s, e 
crrta:nente nas ciduds do interior. 
Es;amos elaborando a 
l 
ae Natal. 
SPACO ... .,

1. 11° 
íloln Vlr;tn . Mt. -- 'Prlhuoll d1l Frnnh•lrn 
__________ ,,, _______ ..------~-- 	----.: 
;..- 
'li 
l IT LIVIO COE HO U R IVIDIR Of 
r. lva· s a 
B SIL M R FU os e 
»r 
CI 
t 
n< 
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a 
Tirn· ;•: ·,DIHP • Sob o 11rg-umrnto do q1111 
n tIH'!ltdn colornró. o lol'1 i.tórlo 11110ion11l ant 
posição de muniur Intervivência +ócio-político 
económlea, o onudor Italivio Coelho (ARE­ 
NA.MT') presentou projeto que reduz de 
(llllllt'0 jJlt ta tret, os fusos horário existentes 
no pls, De acordo com u propoRlçITu, Hflo 0R 
suinte o l'llHOfl horár:los :.1 llCI'l'íll olldcl!l­ 
<los: o prin1oil'O, carnctorlzado pola ltora de 
Greenwich ''menos duas horas", compreen­ 
dendo o urquipélago de Fernando de Noro­ 
nhn, nr; 'Jlhuo do 'l'riudnrlH e lllurlim Vaz o 
Penedos do Sfio Pedro e São Paulo; o seun­ 
do, caracterizado pel hora de Greenwich 
"menos treu hornt1" compreendendo o Dis!rl­ 
to Federal, todo o Liloru! brasileiro, os Estu­ 
rlos Jntorioros (menos Amazona~ e Acre) e o 
Território do Amnpf; () terceiro, cnructerizu­ 
do pl'la horu de Greewlch "menos quatro ho­ 
ras", oompre.endcndo os Estados do Amuzo­ 
oas e Aoro ou Torrllórios de Roraima o 
Rondouin. 
JUS1'ffICATIV A 
Porn o reprosentn11te mntogrossense, o Do­ 
orotu 2.784, do 18 de junllo de 1913, que t.l1vl­ 
diu o puís em quu tro fusos horários é falho, 
vez quo no so apresenta coosentaneo com 
na necessidndeo geo-econõrnicus do Amazo. 
nas e Purá que têm partes de seus territórios 
om ctols fuoos diferentes. Por outrn lado, o 
Acre noomµonlla o fuso horário da Colômblu 
o Peru que no entender do p!1.rlarnent~r. o 
coloca totnlmcnta desvinculado, em termos 
de lnt~grnçilo sócio-Pconõmica, dn!l regiões 
brasileiras que lho silo afins. Itnlivio Crelllo sílm, Goiús, ~linas Ge!'ais, São Paulo e Pnra­ 
sugero, por último, qua o- antigo Estndo de na, deslocando-se da região Noreste, ''para 
Mato Grosso, com a divisão polfüca em dois uma om que suo mais intensas as suas 
Estados, fique situudo no fuso horário de Bra- reh1ções comercinis, socinis e culturais". 
lmp,essos em uff:a ou mais cores 
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Bela Vista Mato Grosso 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANARIO-- 
F U N O A O O E ;l 2 S /2/ 7 2 
Redalor-Cheíe [valdo Pereira 
Os artigos publicados com assinaturas 
do!' untore~ nüo traduzem II opiraão do 
jornnl. Sua public11çüo oberl.-ce ao pro• 
p6,ito do debate dos problemni muoici 
pais e de refletir a diversas tendências 
dos pensamento. 
Tribuna ela Fronleirn é uma publicnçüo 
<ln OHJ[I APE- 
CGC-~lF: 03.200.763/01101-7-l 
A•sinatura Anual Il. V CrS 200,00 
Demais Municípios CrS 250,00 
Redação e AdminiEI ru~iio H. Duque de 
C,ixias e/11 l:le]4 'istu - :foto GrO!SO 
Of:icinu: Rua Duque ele Caxias s/n 
Bela Vista - )lato Gro,;o 
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Mauro 
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1
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11 
Al­ 
berto Ahnt «das Unstro Hinto, encontra.se internado 
•. ,,, IW"Jllliil d,• f'1lt1po (; l',111dt• SuJi1·it1111, ]'' i111:•i101111'11· 
e, me licença de i) dis: na Gamara concedeu; depois 
. ,,lit'ih111 outra lena de too dias; Uàra coce«leu: 
entrou com outro pedilo de licença; a tâmara ego. 
E«taa te·pon«denudo pela 'refeitna o pue-ilente da 
tâmara. J0-é impliio da Costa Marque. Com a ne 
ativa la mar em conceder nova licença, o prefei 
u, Cn~rru } 11110 lt'l11 q11111z,· drnt p.1r(I se a]e-n!ar, 
ente interina, reponde prla Prefeil ura t, .. t·crl't/tri,, 
Jn.'10 1:-lf' .11) de• Cneltn. N,,,. ,.J,n .. lidnr('~•· du pulft ica 
he]gritene, já estavam escolhendo os nomes para na­ 
preciação do Governador, Foram coitado- o.- :-wulio­ 
rti Fiori Mlurano, P'e«dro H'almieri, Osvaldo 'Turini c- 
11111ro, mais. Não precisa explicar, eu só queria enten­ 
,1,r ... 
"Nilo l'rcclnu oxplicur, cu 116 queria tender' 
A C"'ord l Aberta mpr Do Lado Mais I ft-H'•J 
lroérbio antigo que na roça asuriu couta forra. 
Cnlu ( (·,•u 1111,rr,~ ,,.,.,11111 t' rfr lº u1d,  ,1::ultt. 
l' E D it o l' ,; lJ rt 1, f n i 
11-77 
A Vitória pela 
Dizlu Purinlon: "estnmos D'l (,pcce da a!i­ 
vidndo. O homem que sabe !'PI' ativo é hoje 
disputado, pois nüu há quem negue seja êle, 
dcutre todos, o eloito capaz elas ações mnis 
olcvadss e das que cnusum m11101· admiraçuo". 
Henlmcnte, estumos nn 6poca da atiYidade. 
.'omos os construtores elo mundo do futuro. 
E~tn mundo foi precouizar!o pdns profetas. 
Os livros de ficçüo cien11ficu a□lPciptim umn 
r·ealidade que ja desponta Llit mente dos ci­ 
!!u!istns. Os esotfricos :l l'iló!,ol'oi,;. assim co- 
1110, as rr,Jigiões, esperam o Novo Homem. 
Iloje, em todas us purtes cio mundo. rei-pira­ 
~e umu a1mosi'er11 d1:1 t(>cuica P E'f:riritu ,lhmo. 
O ui!ema maior, u causa pritic11.n,; ,,u:; desll· 
J 
certos. é a buscu da siutfH,e qu" hurmooizn­ 
á o poder da técnica e o poder da tente, Nossa intn- 
1 
, ·o, l'0m l.'~tn ~éric de !lrl ig:oc:, (~ particip:1r '10 gr:1n·k' 
'espertar da 1lumunid,1ue. :::iomus todos bu.,. 
cudores. Não se admite. hoje em din, !m es­ 
PÍl'ito estagnado. E.;taD1os na É'poca da stivi­ 
úacle. O bomrm pão deve se con'entar com1 
0. liOJ i t 0 i /11 '1 ( <' ~ "' l ''. • ' ' •: r ' .', :·. : ... - ~ :i (; () 
dogmas. Deve avànçil[' senÍprP. Semprtl. f; 
de rnrna importúncia Jrisnr, que a formaç.:Io 
!o Novo Homem exige de tudos uói: um;; :o­ 
mucta de posição. Nü°o poclemo~, sob bipó_t~­ 
se alguma aceitar o estabelec1do por ep­ 
ios retrog,:udos. H:í os que almejam uma vi­ 
do !Tlelllor no "nlém". 0:1tros, enxergD.tn 
·1p~n .. s o Íado matl:l'ial das coisus. Nüo exis­ 
te "ulérn''. O que está em cima é igual ao 
que e lá emlH·ixo. Tudo na Iiu1ureza e har- 
..i ,aumcument<' inter!ig-1do. O v.;.101· de~ uma 
forruig,1 0 o mesmo de bilbõetõ de estrelas. 
O pensamento do mendigo que mora oo via­ 
liuto. repr,:sPnta ~ sintouizb n u1annestaçao 
Uu unia ioH licrenc;;J mu:or. Som0s. todos nós, 
ihdi~liutamenh', filhos da Luz lnl'inita. O UJ?U 
ll!tio, de up,•uus 4 anos, um dia perguntou, 
lll;H 'fllJ O 
É atitude pequena e Jwr.,r nu t'.i!!Ít' f
1rn1id ·w J111r 
ht·111 frir(I. J 1 ...t p1f,pri.1 ,,lil'il,tt iu ti 1 :f .. 11,,l.1,, [, 1trr11 
atitule mesquinha que de-tói o propio valor da bun­ 
da«de. Disse algurmu que...considerar ingrato o ho. 
lllt'II ... é u111a bo,1 d1··l'llip:.i ·1,artl 11Jo pre ... 11,r Lnun···:'. 
as MHl e {mas Noites" temos; "Semeia venero-a· 
rut.·ntc· O) grfo - de tua bondade, até ttu; l(·rn·n1,u q11t.• 
te pareçam ári!o .... Tnrdt· uu ccdn o --t.·111e:u!,,r rt~,·,dhr• 
r.-l u1: Íllllt•'i do j:!r,-,c, fjlllº pluilloll, f;llprr111hl, l'U,liC p .. 
pcr.111<::-.Q'". ::õu .ee 110.l,1, pnr(·m, no nro clf' lw11,l..ulP. 
de plantar o rio para colher mais tarde E miuha pe- 
Acão 
' 
ff 
b 
P E D R O P E l) R E I ll A 
me:" Papai, 0 que existe depoia das estre­ 
las'?" Estn pergunta, é o 1wrgurita que se .fa­ 
zem os "buscodores". O que existe alêm das 
e~trelas conhecidu~'? p,l!'!l co11hecerrnos a res­ 
posta é nl'ces,-(nlo u tição. A açilo que L.1z ro­ 
dar as múquto:is, que iinpulsio11u o progrnsso, 
que elevn o espírito e o c.',uhecimento. e que 
um rlia, levará os hOIDl'l!S além rias ºStrel 1s. 
O que está em ci 6 ir! o 18 0st' 
e11,b1ixo. Stja como .ioana O':,c urdeütlo nu 
roguPirn. st'j!i C!lmu um .;;irnplrn :soldado es• 
ainda-s em sangue no eembate, todos,que 
UI'( iscP.m u viela pela causa amada se ilumi­ 
nam da furuu que perdur-a para sempre. O 
mundo r,tii ! e rido de heróis que só os un • 
.ios cant>. !11, m.i:- todo~, que o rnuudo liüal- 
11.lPnte liou1·a. têm drnntarlo ;;m ;·isco sobre­ 
ln1m:1110 ,. ri.:.dizn1h1 n ma u b r u ~obre· hum:nrn. 
iüu existe limitnçõ0s paru o q u e 1· e r 
quando u próprio querer supera as lilliit.Jçõ­ 
es. O hom!:.'rn que rucein. l!eve :::abe1· que o 
dia em que ~1,ul.Jt•r manipular o preseatl' co­ 
mo Deus l'nz com o futuro, tornai·-s~-üo ricli­ 
culos to doe os seus receios. 3ô o mergulhador 
vai ao fundo rias águas, e, SPja ouro ou lôclu 
o quA por lá exista, quem o acbur triunfará. 
A imortalidade glrifieu o homem ativo. ião 
podemos esq:Jecer: a história é pais onde a 
profecia foi ação. Acom;.•lho uma experiêu­ 
cia: a primeira ,·ez que preseutires uma con­ 
vicção. uma inspiraçrio ou um desejo que 
tenha um que de invulg,ir, cu me1=rno de im- 
possivel, obedece pronta, irnp:icilli e cnba.l­ 
mente. e redundur em in::uces,-o, não te 
a'!ij,1s. pois ter-se-á be1 lo em teu cérebro 
um carwl novo paru uuc1e ariuam as forças 
cósmicas, e. na proporção em que te ro.-e~ 
entindo familiarizado com a sensação nova irás de 
,urprcs:i cm ;urpri:;a, d.,,êo1ohc11do n leu poder ,k nção 
rn ' { lllU Flats Pra o ' , 
dizer a Gaulh +mina qur , -l ., l.1 
1 lu ( ,dfu r:.. I; 'I 'ft f 1. l li r (AI í 01 1 
ona m reaja dz do 
l'l.01t11. r lrn. J I h!.I  , I •t.: tl•tx.J 11 .. ,..m, l,t .. 
uul I J·:-t,..- ,.,. .. (1t!1r,1-.. 
Pedro Dloh Hit6ris» de Gente) 
Iut 
I'' 1 .. ('I 
a per- 
n repórter da Tribas, viajando para ,uinbá, pa­ 
rou r-tn fo11do11f1poli-, t' 11.i.l'n t•l-tatir.J.11l•' ,.,,, 111 utU:, 
l'(IIJ't·r•U IIJIIÍfti i1tlt'Cf' ,tl,l(·.  d' P I .... r l • J .1. J.r,1 Ulll 
11lu10(,c, <•U um j.tJ.I r, t- r•l.l.., mn pre n f!I ,:u.,,-. ('· 
readores de onlonópoulis e um nhor que se não me 
engano é funcionário «da Prefeitura de saque (ecre­ 
trio o . ...... t·• -orJ Pr i 1 ,n, o hto senhor t,ne 
untando rne o n, fiw, d, t e Mh ' de ln- 
 .. ,, ,..:.,t1,IH1. 1'''' 11n .. ~••1 ->,1 J11, o 1 • :.,u ~nu1 .. ir1H>l 
É i.to mesmo: Tre« Mil fruto-. Dila o senhor que 
os vereadores hrhs Mor s de , suma e ba t,o 
Ferreira Gores, ta a ilo à (sub para procurar 
... alução de tão desconcertante problema, Os ltlt...,vlo­ 
re • de lomdonópolis ficarat, abismado e qut ri.am f,•. 
l1c·irnr º" ,·nlt";,!a ... 'lue pr<1LUr;JJztl ··.!imi,,i.Jir "o i:-ofri­ 
rnc-nri, do pr.·leitt> (o -:!' iÍ(J é nt, «o), Os me+mo nu4o 
e-ta'11111 pre-entr-. }l,,r,d ,h lli-túr .. i: (' inedmi,-h'. I 
uw Prefeito J!onll[lr rDu i1 rí .. 6rio al.!ri,). ;intL h1:-u.i 
u Prt"ÍCitu ..-lit.•,jr, urn Jo ... mui ... rulto .. «ie )L_,tlo Gn,1;. 
o e que vem e sacrificando para dotar a idade his· 
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nas >&tiras empregada cor no significado de "dentro 
de vetos li:ite.', A epro-ão ocorre ne-:.ta po .... a.,ero: 
''F-.r rnndnc: i11 n·hu,._: .. nnt rerri d"'t1iqui fini,...,/ Qu-:u; 
ultra utaqu t@ui vnu-tire rtu tluo uma me­ 
didu 1.:ru toJu ... a:- (·oi-u.:- ses limites não us pode- 
1110:= ultrapJ~1..ur, nem fic-ur uqué11.1 dde:-) 
de Soares e Soare 
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sempre presentes na hora da colheita, com 
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terrenos alagados, para colher com esteiras). 
milho para colher com a nova Plataforma de 
3 ou 1 lintm; > ou outros gr:'los. 1:ncontrnr.í um 
modelo de Colheitadeira Automotriz SLC (do 
tamanho de sua lnsoura1 e ~eus opcior:::-.:s. que 
lhe proporcionurao tr2nqú1lidade hoje e :: 
certez:1 no ::imanhã. 
Por tudo isso, os que já confnram a sua co­ 
Iheita a uma SLC creditam no que pla.atam 
porque sabem com o que colhem 
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T'emos o caso, tristemente , 
l~nir) Ví"li-a qur é f11rmncêut1Lfomot.º· cio. (Bi r. 
, ' 	'O oUll 1)1'0 1-· 
lo também nada tom a ver· com ~ itdves 
exiivei ao exercicio do cargo. s pl Ioe: • 
Licínio :1ontr!ro, uni pcc11ul'istu qut., f 
1 
coo- 
rluzirlo no Tribu11n! rJe Co11lus pum ª . 
1
1
'
1 j 
]
. . 	en, 
cerrar sua carreira polticu. 
O ex deputado Alexandrino Marques, , 
tro qu·, graças o econchego com o gy" 
no, foi também levado para o p bre Tribu­ 
nal de Contas, para finalizar sua carreira • 
pulilica. 	. 
Estes fatos diz o deputado I:lennque 
Pires - são oluei,Jntivos para que se enten­ 
da perfeitamente quando se comenta a ino­ 
perflncia do Tl'ilmnal de Contas. _ 
Na opinião do par!mentnr, o ide[ seria 
que o Conselheiro do Tribunal de Contas fo­ 
se eleito pelo povo. Isso evitaria o problema 
da introdução de elementos desqun_llf1cados 
para o cargq, pois o oaudlda_to teria, logi­ 
camente que presentar corríeulo provando 
sua aptidão. A eleição também evitária o 
grave probleau da subserviência, pois assim 
o conselheiro não teria vmculo pohtlco nem 
com o Exacutivo nem com o Legislativo. 
(Cuiahú - O social democrata) ") 'Tribu. 
nal de Contos do Estado de Mnto Grosso fun­ 
ciona como snco do lixo, onde siio despeja­ 
dos os restos políticos l'rustadoR da Arena" 
Esta a opiniüo do deputado Henrique Pires. 
do MDB. Mas afio é só isso - acrescenta o 
parlamentar. "Todo o seu funcionamento es­ 
tá deturpada. O Poder Executivo i11dica o 
nome do conselheiro, lnterferiudo na outo­ 
nomia do Legislativo e fazendo pressão so­ 
bre os deputados dn Arena. Com isso, o no­ 
me do condicllllo é aprovado, já qui, o Par­ 
tido do Governo é majoritário na Assemblé­ 
ia e os seus integrantes silo subsl•rvieotes". 
Fi.ns Políticos 
Henrique Pires observa que as nomeações 
para o Tribunal do Contas são feitas com 
fios exclusiYam;:nte pJli'icos, sem se levar 
em consideração os roquisitos mínimos indis­ 
pensáveis ao exercício do eargo e com des­ 
prezo da finalidade do .órgão. Na sua totali­ 
dade - faz ver o deputado -::- os couselhei­ 
ro.s do TribunRl de Contas de Mato Grosso 
não passam de políticos frustados, que que­ 
rem encerrar sua carreira com polpudos ven­ 
cimentos pagos pelo povo. 
Exemplos 
''PiH·a se comprovar qus o Tribunal . de 
Contas do Mato Grosso é um .saco de lixo, 
onde se depositam os restos politico frusta­ 
dos da lrenn. não é preciso 1r mmto longe . 
Basta, n.rresoeutu flenríque Pires, citar al- 
guns exemplos. . . . . 
O conselheiro Marcilio de Oliveira Laa, 
que é médieo. Como se vê, sua profissão não 
apresenta sequer caracteristica de cienciu e­ 
xata. Isto, sem falar que elo substituiu um 
Presidente 
dos A e r o n a u t a s 
do 
Reblções _ Apartamentos - 
htante especial Lanchanete. 
Anexo: Borrochoria ctcnd01•Se dia e noile 
Eleíto em As1iembléía Gorai da 
Classe, foi empossado uo Cargo de 
Presidente do Sindicato Nacional dos 
Aeronautas do Brasil, o campogran­ 
lleuse Hélio Huben de Castro Pinto, 
um dos mais jovens aviadores da Ae­ 
ronáutica Civil. 
O Comandante Rubem pertence 
a o quadro de V ASP, ond" exerée 
além das !'unções de Comandante de 
Avião n Jato, ns de Instrutor e de 
'.lembro da Comissão de "Prevenção 
ele AGidentes Aéreos". Agorn mesmo 
ncaba de regressar do Exterior, on­ 
de esteve reµresentando SP.U Pais 
num Simposio ?llundial de Prevenção 
de Acidentes Aéreos, realizado no 
Canadá. 
Auguramos ao Ilustre jovem mato­ 
grossense êxito uo Eeu pl'Ogrnma de 
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&oosultório l{ua 15 de Novembro, 
·- Tel 123- BELA VhTA ;__ __ 
por -Nós ... 
Sindicato Nacional 
do Brasil 
trabu!ho dívuigodo no Jornal do Bra­ 
sil, que, em síntese; consiste: "Em 
melhoria das condições do trnbaiho; 
restauração das fuuçõP.s políticas da 
otiYidade sindical, atualização da le­ 
gi&lação em benefício do Aeronauta, 
e a redução ela insegurança preca­ 
riedade e riscos sociais que ntual­ 
meute envolve a profis,-ão. 
Estes são os objetivos Ja nova 
Diretoria do Sindicato Nacion!il dos 
AerooautJs, empossada no dia 21 do 
corrente em solenidade realizada na 
Sede do Sindicato no Rio de Janei­ 
ro com a presença das mais altas 
auto1·idades nacionais. 
Aproveitamos a oportunid::;.cte pa­ 
ra cumprimentar o Casul Gol.' Dr. 
Rubem de Castro Pinto, pais do Co­ 
mandante Hélio Rubem. 
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Ow vereadore Afono Dillon Nunes Leite, Cnrl•>• 
Centuriãn e Hdefono Pinheiro, não comparecernm a 
aso de segunda feir p.p, Nesta sessão, o vereado­ 
res El de Araujo Barbosa, Noeli Leite Laranjeira 
,etulto Lino, votaram Contra o pedido de licença so 
licitado pelo prefeito 'astro Pinto. O presidente da 
Cãmrs, Osvaldo 'Tuini fez o possível para a conces­ 
:tfio da licença, ma os rredores foram irrelutíveis: 
Ntiu, f, pois é .. , u·gundn um vcrendvr ..• "i16s nau 
deveríamos ter dndo II licença de 60 dins". 
e 
ad 
Apolo Escritório de 
e Apresentam 
, 
PcdroPt>droJrn 
T AI.MENTE 
Com n nt•µatiH, d11 liccnçn tolicirndn pelo prefeito, 
a·ume a Prefeitura, no lugar do Presidente da Càm­ 
rn, o 1errct(1rio Joilo E,tc,ilo de Ca,tro. Se o prefciw 
Castro Pinto lli1o se upro,r.11tnr ,lrntro ele quinze dius, 
o carµo ficurtí Vn~•• e S. Excin o Govcrnndor cio Estudo 
deverá nomear um novo prefeito. 
OLllA GENTE 
t umu vergonha o que se passa em bela Vista; a clas­ 
,e polfticn C<>mpleturncntc u111orfn, vi .. cndo de dedu­ 
çõese não de fatos concretos._ Que os políticos se 
que11nc1n e venham com 'respostas", Onde JÚ •e 
vin tnntA hnrbirHude. O Diretório dn Arena simples­ 
n1cntc uào cxis1c. Niio ,·xiue ponp1e nüo influi em 11:1 .. 
du. Um vcrcndor, ou melhor, dois vereadores (e pode· 
rei citar os nomes) düo rirnclns quando ,e fala em Di· 
retório e 1eµnndo eles "estnmo• sem lidcrunçn prllti • 
ca" ... é, poi, é ... vnmo, rnnovur a polltica beln.,i.icmc'/ 
Tri 
O SINDICATO 
nu.rol ele Beln 'i.tn, atrnvés ele ma diretoria, deve• 
rti tomar uma nti1nde séria a respeito das denúncias 
mais uma , cz formnlneln,., contru o presidente Vitor 
Pe1iz1J, Segundo o Requerimento do vereador Nivnlclo 
de Barro; • publlcucl&J nu c:diçiío unterior os 'crendo• 
res Afonso Dillon e Nocdi L. Laranjeira "sabem dus 
coisa," ... vai cutueçar tudo de tlO'O ••• 
INTEHESS,1NTE 
Existe muita gente em Bela Vi~tn, que vi'e eru fun• 
ção da Crítica negativa, S3o pessoas que "passam" o 
tempo nus esquinas, nos botecos, nas salinbns de vi­ 
!itas. malhando o,. outros, elebocbnndo e o que é pior: 
le,·auLAnclo cnlúnins. Jlns. o go1.aclo. {: .qne estas pes­ 
son_s .JJodem ser vütas todo! o, domingos nos templos 
rcüg,osos .... 
O DIBETOR DO SEDB!AT 
de Campo Grnnde, jornalista Sebastião Bar­ 
boslre!', enviou telegl'!lrnu agmdecendo are­ 
messa dos jornai11 da Ol1JIV APE. Olha, ó Bar­ 
bosires: comunique o Senhor Governadur, ao 
PN&idontc dn A R E N A eatadual, ao 
amigo Dr. Arquimedes Pereira Lima que a 
situação em Rela Vista continua na mesma ... 
''ninguern t1ntondo ni□guem". Leia a mataria 
ESPORiE 
I Enccntro de Ligas e Clubes do 
Sudoeste de Mato Grosso do Sul 
Dia 14 às J9 horas - Co1iforência do Ma­ 
jor José Maravieski Presidente da F.:1.D. 
As 19,30 boms - Demonstração de hand­ 
ball, Voleibol feminino B. Vista X Aquiduu· 
ana, Futebol de Salão B. Vista X Aquidauana 
Dia 15 às 11,30 - Churr2sco de Confrater­ 
nização 
às 14,00 horas - • Caçu e Pesca X Obreiro 
(Paraguai) 	, 
às 15,80 Seleção B. ViE-tu X Aquídauaua 
Fugiado a rotina dos jogos do Camptioua­ 
to Aberto de Futebol Jos0 Simplicio da Cos­ 
ta Marqu&&, muito boti. por siual. lert'mos 
nos dias 14 e 15 (segunda e terça-feira); u­ 
proveitando o feriado. uma espetcular tem- 
da esportiva em Bela Mistas. Promovido pela LEIJ, 
ro;-ª momento. dírigi !a pelo médico-vereador 
Eiy de Arauj•J 8.lrbo1ia, e-, inauf!11r».ndo u 
dn CAmaru o "dt:>duLa" ... Tom rnolo, nmlg,J de 
guerra: nosso município é pobre, muito p0- 
l>re, e está préCiBt1J1dO do v,.-rl>:.tB .•• Nós IIUU 
Leroos poli'ieos pra rPJv!ndtcnt· o que necet­ 
sltt1 ll1()1' ... vni prlo jCll.'ll!ll. 
O ADVOGADO 
Carlo11 E<ly Sá Modoiro!<, candldnto 11 dop~l?­ 
do, está recebendo muitas adesões eru IIJU· 
mero!l municípios do Sul e o Sudoeste. O 
popular Carlinhos, presidente do MDB bela­ 
vhstense. u1-sistiu a última st•ssão da Câmarn. 
Interpelado a respeito dn problema, ele a_- 
ponnR sorriu. t: Sorriu ... "aquele Eorrlso' • 
Dou pr!l ontenrler ? 
NOSSO JORNAL 
semana 1rnssada circulou ''pequeulno", é o 
problema do papel. Não reoel.Jem<·s nossa 
cota da A.TJANER, Ó Sr Osvaldo, vamos 
despachar o papel. senão vamos fazer "u 
pape!Uo'' ... 
L ETA 
TRANSAS DA ALDEIA, coluna assinadn por 
este seu amigo não precisn explicar, eu só 
queria ('atender e o Trivial Slo;plr.s, assi- 
nada pelo Nono Apa, esta semana falando 
no cruciante problema das drogas... 
%% 
• REUISTRO 
Quebrou o pau no 8Rlão do Gremio Pedro 
Rufin0 ... em nossa humilde opi[lião, a Díre· 
toriu deveria proil.Jir a entrnda dos elemen­ 
tos quo brig,1ram ... seja lá quem for. O €lu­ 
be é o t.':artão de visit"-s du cidade, e fica 
chuto estas demonstrnções de pugilato ... Nu 
dia do "quebra" não estávamos presentes, 
e foi "sorte dos valentes'', pois iríamos pu­ 
blicar o uome dos "despreparados para fre­ 
quentar a sociedade". O meu umig1, Surgen­ 
te Ocampos deve usar de ~Iáximo Rigor ... 
provocou BADERNA. está proibido de c:ntrar 
no clube ... Conte com o nosso apoio ... 
O ADEPTOS 
do Oculti.smo e do Fantástico, agora possu­ 
em a sua coluna no jurnal: Caminhos <lu 
Fantásticr ... A coluna é assinada pelo DRA­ 
CO ... (cruz credo) 
uié u próxima, 0ão da terra... 
tPmporudA esportiva cificial (um pouco tarde 
não é?) trará a Bela Tista equipes de hand­ 
ball, futebol de salão e campo e voleibol fe­ 
minino; que, preliarão amistosamente nos 
ui_ss urima dat:Jdos. Sendo que voleibol, hnd­ 
bal e rut.,bol de salão serão jogado!! à ncite 
de 14 e futebol será a tard!:! de 15. Vai ser 
umu boa, terE>mos entre outras atrações duas 
mulheres bandeirinbn!l (não creio quc;J dê cer­ 
to mas, pelo menos, será mais uma nuvida­ 
ce), e, também u presença do lnterventol' <l1:1 
Fcdora9üo ~fotogrossense de Futebol, que fa­ 
rá uma palestra no Belavistense e esclurece­ 
rá corno será a futura Federação de Futebol 
de Mato Grosso do Sul; modeslia a parle>, 
0 
Ertado que Jú n'.!sce forte no fulebo1 bra~i­ 
leiro ~ que muito poderâ demu1,strar, se bem 
organizado, seu futebol. Esperem e torçam 
pelo sucesso desta nobel iniciatirn do nosso 
Dr. Ely, e bola prá frente. 
TYnn do NflsC'imento 
Caminhos do F 01 ,,fat e 
Draco 
'enhum poder 6 ru •ij rorte 
oraço (Alexis Carrol) 
oui 
SI 
L 
O VERDADEIRO CRISTO 
Crislo u11o trn s1mplesmenle u1.1 , 
consolador mas, sobretudo, um extrao 
rio modelo de potência, um verdaleiroi 
homem IJO sentido espiritual. Para co . 
mos nosas palavras podemos citar u 
Glbran Kalíl Gibruu, que for.1m m □l!QL 
no sou livro "!SI±, O flho ! I!om" 
humanidade rê Jesus o Nuzareno 1 
e vivendo como u lD pob1 e, ofe; dlch l 
!'raco crucificado cr,mo um criminoso, e 
ra-o e lamenta.o... Jesus não viveu € _ 
uru covarde e não morreu sofreoüo e q 
xondo-se. Viveu como um revolucíc,1,àr. 
foi crucificado como um rtbelde e mr, 
como um herói... Jesus niio veio li ~r 
homens vlgol'osos de s u a II o c u p ii ç ,j ,. 
e fazer deles monges e padres; mas para· 
suflar n8 atmosfera deste mundo umna ! 
nova e forte que destrói, até as suas fun« 
ções, os trnnos elevo dos so~re os cr.ir.i(, 
desmantela os palácios Grgu1do !'Obre e,: 
mulos e derruba os ídc:los imposto, :io H 
to fraco dos humíldoi:;". 
&-«$ 
Perguutomos-□os como po!:SU um !:j 
duo ter vencido na tel'ra, de tdl Yorrna ai 
breviver por quase dois mil anos, por ir, 
forte que tenha silo a sua personalia 
tendo em vista que se colocou na pos1r;.1" - 
cordeiro, pregou e viveu uma doutrina de 
crificio? Respondemos: Existe no Cristo.~::: 
forqa que está além do nosso limite de consces 
;x,';IIC 
Silo Francisco Xavier, que morreu em_ 153~ 
foi desenterrndo em 1553 e o corpo foi e. 
contrado fresco. Novaete desenterrado 
1556, ainda conservava a sue. cor natu·~ 
')('o(''>'<, 
,De repente, desencundeou-se sobre o I" 
uma tempestade tão grande que as ondas 
briurn a barca. Ele, no entanto. tlorm1 • do i 
disdpulos echeoaram-se a ele e o neor 
1 1 
ram dizendo: Senhor sfl1Ya•□05, nós perec?· 1 
• 	te re[ 
mos". E Jesus perguntou: .. Por que es -; 
do, gente pobze de fé? Então, levantando 
deu ordens aos ventos e ao mar e fez•.•· 
uma grande calma (Mt 8, 24 26) 
<-: de 
Os símbolos, os sig::os süo talvez. 1%" 
los, concebidos para as máquina superior ', 
do nosso espírito, em vista do funcion'lfficJ· l • 
to da □o~sa iateligAnci:1 11outro e:.tado j 
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EICHG-O-IE"  
FALE SE>RE COI A S AGRADÁVEIS / 
Se você referir aos seus negóciofl 6E~pre 
em tom of:rnista, certamente elos passarao ~ 1 
pl'ogredir e a prosperar .. Tas se ficar o eg 
po todo !alando de prejuízos e insuee"? } 
ao3 poucos os seus negócios irão se re%"; 
do, decaindo, e tudo que você fizer 11airil {· 
rado .... e falar sobre pobreza. Portanto, e ' 
te io..:ar nesse as:-unto 	• 
s t;: 	.' · 	.. "Ser& 
e)a otimista e diga todos os dia. ·as- 
uma pessoa importante". A expressão j, 
soa importante" possui vários significsó", 
Mas, essencialmente, "ser itupartaiits,, 
uma pessoa va1ios::i, úlil e impre,;cind1'elou· t 
soc,r.d;:tde que proporciona aleo!'in uos 
ttos e' 	' ,p,·ine 
s que merece p!lluvrns de recuu ec ~ 
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~o. cc,mo: "Coosea,ui graças a ole'' ••se ll•
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" e e e. nuo sei e que faria", etc. ~" 
ermos pssoas ssi, é reéto rea""";; 
odo:,,. os dias o pen!'amento de toroarmo· ti> 
possuidores de tis qualidades. pois "%"",",' 
Iundo tudo par2eo conforme o pensam@f