l.l - QUE O POVO 5EJA í.lCM 1NFOUMAIJO ·º 270 O VI P r ira ~~------ Em Sessão realizada no dia 07/1177, pro. rndo em Plenário, ficou determinado que se comunlcaAHt'rn ao Govc1rnndor cio fü-latln de falo Gt·osso, a decisüo tomada po!' esta e;u­ ~u. l'lll relaç1'ío ao rt--qu0rimPnfo do p,.,,fPitn lu~ii.:ipnl Dr. hlll.hJU ,,,. de l,uKll'V hulu solicitaudo mu is, t!·i11tu d iai; do licenc,w rn I d 1ratamento dt: ~aude, e quu conE:tn: /o Exm Sr. Gornrnador do 81,tadu saúde s• !ií'i­ ladu pel0 Ex,nº. Sr. Prol'!-!ito J[Unir:ipal, O,. HulJen 1.A. dL~ C;)stro Pinto, em fiiee cio Dr•­ crelo Lei uº. fiüO, dt:i 29 clt➔Abril de t9G!J Outrossim. informemos u Vo ... s1:1 Exc,·!ê11d:i, que esta augustn rasa havia C'111cerliclo !1'1:1- ta dias, u contar do 08/08177, de ucol'•lo C(,111 a Lei 01·gânica dos ~lunicipios (A:·t. :l9º) e rnnis RP~1t·imt•ulo :iprt>sr11:~1do p1Jr V. Exu., ( m requerer licença por mai,;: t1 iato di. i; p,1ra tratamento de suúde conforme atestado mé­ rli Ioind etn basto n { sns+, I t u!!. ,JUIJ ,11, t,',) Ut AUl'il lk lU(ilJ, qu • lia UOV/1 redação os artigos 3 e -1 º , cuput. da L ·i u". 5.41fl, de Ol d<' .Julilo eh l!J'jll_ Apr·0n• t,:­ mus a op<)l'tuuielude pu1·.1 ,1prnS('Uta1· u V. Exn., nossas distintas considerações. Ao ExmQ. Sr. PrPfello ilunicipal de l1ela Vista MT. José :mpiicio da Costa Marques Comunicamos ;,, '. Exa .. que eI Ss iio re:.!l;;:1r!a, dia o; /11/77, foi apr,•i;, ntado a Mesa, requerimento de autoria do Dr. ! uben A. A. !.le Caslrn P,nlo, Prefeilo deste ~!unicipio e lkenciadu, rPquei·eodo a t!Sg •c!0 1,0 ÜPCJ'(•tv Lri ;Q fiGU de :!9 de Abril r1o :!'lfüJ. que dá nova redai«o «us aiugus o e i' du cA.plu, da Lei n, GA.JD. de -! de Junho 19GS Aproveitamos a o­ pc,rtunidHrlt➔para apl'gimcuto cie Cnvüla;ia CCE para Sub 'l't•n e Sgt 1 ° Lug,1r: 102 Regimento de C::nalarin. 2° Lugar: 17% Regimento de Cavalaria Polo - Torneio HunJic,10 1° Lugar: 11º Regirue11to ·ue Cuvalarl11 2° Lugar: 17º Rt>gi.:uento de Calaria Polo - Tornrio AbHto 1º Luga1·. 17° Rcgimenro de Cavel,•ria 2 L u g. .r : 10° Regimento de Carnluria Unidade> Venc.-rra do Troféu Gur1icurus Ano 1977 17º Regim~nto de Cavalurl I sediado em A­ MAMBA MT tradicional Edição e IRE i1 1 l 1 Tombam remos carros d . 1 -~ 0e! _eira usados pa:-a Lorarigeiro v nda .. , - 1o S;,mioário dc> R·c!c lngtm e!<> ~lldiu pa­ tr J(•in do rentemente pela AR« ciaçi'i·) [ir-a­ sii·ira d- A.uncIa:to.. E+i Fahat pronun­ ciou p lht:·. ,,r b e j,,:-nni➔. du,:ac•.11do ui uns do f:tos que faz m dos diarios o ma­ i,.: ucr,•Jiü, 1o ' ·i<'u!, rl <·•>rnunica(,,;lO pu!Jli­ citaria. Bas ano su Iet n'malmente pela :fPJ pl.Jhn nu, !H'111cipai~ <:npit,J!i; brasi­ I ir. s hat refer:u-se ao 11aprt• iooaute f:lt•) de '1' e Wi J (,,., IPllO!'c:, ele jfJI'Ol'i3 per• tencem às !as+g À o que tem capaci­ dade de 1,;•,;npr ... r tude q, quc1lqu, r unuoci- 3nt ..1> p - do rn ]ito até um 1n·Lu. Outro la.o impressionante é a pe­ :ictr:11,:::i1 dos jornais entre leit•1rcs com imi­ tr uçilo !-UJJ.:l'iu1, uo,·tnla e nove por cento. Assim i; 1,tio, o,iaíqut-r um que tenba rnar)?ens para as mais anplus iidera iças brns!lelras, seja de vun.rt>1R OE' um ~r"'"uto Sejn institu­ ciorrnl ou p0litícu. pr•·c1!:n ~ ti~ve obrigatória­ mente reco!'•·rr aos Jorm1i;. f'ara certos tipos de mensagens, é ioerr,H·el que os jornais teu sup"r-ioriJede, c?mo n0 caso do lançamento clP um p"oduto novo, e em rnrnunicaçõe.'> ios­ tiluciouais. Um out?·o falol' fortetn<.'nte deci­ sivo para i.l inclu,-üo c!o jornal como Yeículo de vendas, é u ascendente preseuça das mu lherea co:n.J 1<'ilot·c1 de jo;-oal. O•llro s:>gmen­ to nlt11rnente selPlivo. e m todas; as .::idai;es brosileir s, e crrta:nente nas ciduds do interior. Es;amos elaborando a l ae Natal. SPACO ... ., 1. 11° íloln Vlr;tn . Mt. -- 'Prlhuoll d1l Frnnh•lrn __________ ,,, _______ ..------~-- ----.: ;..- 'li l IT LIVIO COE HO U R IVIDIR Of r. lva· s a B SIL M R FU os e »r CI t n< r r a Tirn· ;•: ·,DIHP • Sob o 11rg-umrnto do q1111 n tIH'!ltdn colornró. o lol'1 i.tórlo 11110ion11l ant posição de muniur Intervivência +ócio-político económlea, o onudor Italivio Coelho (ARE­ NA.MT') presentou projeto que reduz de (llllllt'0 jJlt ta tret, os fusos horário existentes no pls, De acordo com u propoRlçITu, Hflo 0R suinte o l'llHOfl horár:los :.1 llCI'l'íll olldcl!l­ cuica P E'f:riritu ,lhmo. O ui!ema maior, u causa pritic11.n,; ,,u:; desll· J certos. é a buscu da siutfH,e qu" hurmooizn­ á o poder da técnica e o poder da tente, Nossa intn- 1 , ·o, l'0m l.'~tn ~éric de !lrl ig:oc:, (~ particip:1r '10 gr:1n·k' 'espertar da 1lumunid,1ue. :::iomus todos bu.,. cudores. Não se admite. hoje em din, !m es­ PÍl'ito estagnado. E.;taD1os na É'poca da stivi­ úacle. O bomrm pão deve se con'entar com1 0. liOJ i t 0 i /11 '1 ( <' ~ "' l ''. • ' ' •: r ' .', :·. : ... - ~ :i (; () dogmas. Deve avànçil[' senÍprP. Semprtl. f; de rnrna importúncia Jrisnr, que a formaç.:Io !o Novo Homem exige de tudos uói: um;; :o­ mucta de posição. Nü°o poclemo~, sob bipó_t~­ se alguma aceitar o estabelec1do por ep­ ios retrog,:udos. H:í os que almejam uma vi­ do !Tlelllor no "nlém". 0:1tros, enxergD.tn ·1p~n .. s o Íado matl:l'ial das coisus. Nüo exis­ te "ulérn''. O que está em cima é igual ao que e lá emlH·ixo. Tudo na Iiu1ureza e har- ..i ,aumcument<' inter!ig-1do. O v.;.101· de~ uma forruig,1 0 o mesmo de bilbõetõ de estrelas. O pensamento do mendigo que mora oo via­ liuto. repr,:sPnta ~ sintouizb n u1annestaçao Uu unia ioH licrenc;;J mu:or. Som0s. todos nós, ihdi~liutamenh', filhos da Luz lnl'inita. O UJ?U ll!tio, de up,•uus 4 anos, um dia perguntou, lll;H 'fllJ O É atitude pequena e Jwr.,r nu t'.i!!Ít' f 1rn1id ·w J111r ht·111 frir(I. J 1 ...t p1f,pri.1 ,,lil'il,tt iu ti 1 :f .. 11,,l.1,, [, 1trr11 atitule mesquinha que de-tói o propio valor da bun­ da«de. Disse algurmu que...considerar ingrato o ho. lllt'II ... é u111a bo,1 d1··l'llip:.i ·1,artl 11Jo pre ... 11,r Lnun···:'. as MHl e {mas Noites" temos; "Semeia venero-a· rut.·ntc· O) grfo - de tua bondade, até ttu; l(·rn·n1,u q11t.• te pareçam ári!o .... Tnrdt· uu ccdn o --t.·111e:u!,,r rt~,·,dhr• r.-l u1: Íllllt•'i do j:!r,-,c, fjlllº pluilloll, f;llprr111hl, l'U,liC p .. pcr.111<::-.Q'". ::õu .ee 110.l,1, pnr(·m, no nro clf' lw11,l..ulP. de plantar o rio para colher mais tarde E miuha pe- Acão ' ff b P E D R O P E l) R E I ll A me:" Papai, 0 que existe depoia das estre­ las'?" Estn pergunta, é o 1wrgurita que se .fa­ zem os "buscodores". O que existe alêm das e~trelas conhecidu~'? p,l!'!l co11hecerrnos a res­ posta é nl'ces,-(nlo u tição. A açilo que L.1z ro­ dar as múquto:is, que iinpulsio11u o progrnsso, que elevn o espírito e o c.',uhecimento. e que um rlia, levará os hOIDl'l!S além rias ºStrel 1s. O que está em ci 6 ir! o 18 0st' e11,b1ixo. Stja como .ioana O':,c urdeütlo nu roguPirn. st'j!i C!lmu um .;;irnplrn :soldado es• ainda-s em sangue no eembate, todos,que UI'( iscP.m u viela pela causa amada se ilumi­ nam da furuu que perdur-a para sempre. O mundo r,tii ! e rido de heróis que só os un • .ios cant>. !11, m.i:- todo~, que o rnuudo liüal- 11.lPnte liou1·a. têm drnntarlo ;;m ;·isco sobre­ ln1m:1110 ,. ri.:.dizn1h1 n ma u b r u ~obre· hum:nrn. iüu existe limitnçõ0s paru o q u e 1· e r quando u próprio querer supera as lilliit.Jçõ­ es. O hom!:.'rn que rucein. l!eve :::abe1· que o dia em que ~1,ul.Jt•r manipular o preseatl' co­ mo Deus l'nz com o futuro, tornai·-s~-üo ricli­ culos to doe os seus receios. 3ô o mergulhador vai ao fundo rias águas, e, SPja ouro ou lôclu o quA por lá exista, quem o acbur triunfará. A imortalidade glrifieu o homem ativo. ião podemos esq:Jecer: a história é pais onde a profecia foi ação. Acom;.•lho uma experiêu­ cia: a primeira ,·ez que preseutires uma con­ vicção. uma inspiraçrio ou um desejo que tenha um que de invulg,ir, cu me1=rno de im- possivel, obedece pronta, irnp:icilli e cnba.l­ mente. e redundur em in::uces,-o, não te a'!ij,1s. pois ter-se-á be1 lo em teu cérebro um carwl novo paru uuc1e ariuam as forças cósmicas, e. na proporção em que te ro.-e~ entindo familiarizado com a sensação nova irás de ,urprcs:i cm ;urpri:;a, d.,,êo1ohc11do n leu poder ,k nção rn ' { lllU Flats Pra o ' , dizer a Gaulh +mina qur , -l ., l.1 1 lu ( ,dfu r:.. I; 'I 'ft f 1. l li r (AI í 01 1 ona m reaja dz do l'l.01t11. r lrn. J I h!.I , I •t.: tl•tx.J 11 .. ,..m, l,t .. uul I J·:-t,..- ,.,. .. (1t!1r,1-.. Pedro Dloh Hit6ris» de Gente) Iut I'' 1 .. ('I a per- n repórter da Tribas, viajando para ,uinbá, pa­ rou r-tn fo11do11f1poli-, t' 11.i.l'n t•l-tatir.J.11l•' ,.,,, 111 utU:, l'(IIJ't·r•U IIJIIÍfti i1tlt'Cf' ,tl,l(·. d' P I .... r l • J .1. J.r,1 Ulll 11lu10(,c, <•U um j.tJ.I r, t- r•l.l.., mn pre n f!I ,:u.,,-. ('· readores de onlonópoulis e um nhor que se não me engano é funcionário «da Prefeitura de saque (ecre­ trio o . ...... t·• -orJ Pr i 1 ,n, o hto senhor t,ne untando rne o n, fiw, d, t e Mh ' de ln- .. ,, ,..:.,t1,IH1. 1'''' 11n .. ~••1 ->,1 J11, o 1 • :.,u ~nu1 .. ir1H>l É i.to mesmo: Tre« Mil fruto-. Dila o senhor que os vereadores hrhs Mor s de , suma e ba t,o Ferreira Gores, ta a ilo à (sub para procurar ... alução de tão desconcertante problema, Os ltlt...,vlo­ re • de lomdonópolis ficarat, abismado e qut ri.am f,•. l1c·irnr º" ,·nlt";,!a ... 'lue pr<1LUr;JJztl ··.!imi,,i.Jir "o i:-ofri­ rnc-nri, do pr.·leitt> (o -:!' iÍ(J é nt, «o), Os me+mo nu4o e-ta'11111 pre-entr-. }l,,r,d ,h lli-túr .. i: (' inedmi,-h'. I uw Prefeito J!onll[lr rDu i1 rí .. 6rio al.!ri,). ;intL h1:-u.i u Prt"ÍCitu ..-lit.•,jr, urn Jo ... mui ... rulto .. «ie )L_,tlo Gn,1;. o e que vem e sacrificando para dotar a idade his· tórica de infra estrutura neces·iria ao ·eu prú!!ít"i<--o. Fclici1.1nio .. 011 rwbn: ... readores nioaquen-es, 3ó pa­ ru en1enrlcr: O pref,·i10 d" fl, lo Visa ganha "quae" 2o.ouo,,"' (, intc mil ,-ruh·:n .. ,) mcn.:.1l111t:1He. DE ~tODl::i I~ REBC:i DMurp:ir5n rle u,n /·r ·, du J)IJCl:.t J;uino Hor.kio . nas >&tiras empregada cor no significado de "dentro de vetos li:ite.', A epro-ão ocorre ne-:.ta po .... a.,ero: ''F-.r rnndnc: i11 n·hu,._: .. nnt rerri d"'t1iqui fini,...,/ Qu-:u; ultra utaqu t@ui vnu-tire rtu tluo uma me­ didu 1.:ru toJu ... a:- (·oi-u.:- ses limites não us pode- 1110:= ultrapJ~1..ur, nem fic-ur uqué11.1 dde:-) de Soares e Soare "O VALOR NÃO ESTA ~A­ QUILO QUE FAZE10S, ;lAS NA MA N E IR r COMO FAZEMOS. Bonito Mt. Dr. José Atanazio Neto Advogado Causas Civis, crirnioufs, Comer­ ciais. Iventarios e Partilhas. Re­ guluriznçõas de Terras Junto ao lncr,1. Etc Av. Duque de Caxias, '.o 78 , Jar­ dim • :.lt. Fazettda 2 de Ouro. - Guia Lopes da Leguaa lIt. ( Artigos finos p.ara Senhoras 1 Charm Rua Antonir> 1 e Ia Vista de T Esmilda e E Proença ( didi) Senhoritas, Bolsas, as últimas novidades da moda brasileira. iretaiit .. L d· s íáb icas: Rayard, Deblu. ,_ rawrinha sempr Conprõ Gledrnn. Cori, Bwutique .João, 256 - ( em frente ao prédio do B. Bradesco) Mato Grosso em m da Bola Vista - Mt . . - •rrlhunu dn Frontoirn ------- _,..,_ ---------- -- t -- - ----·- - • -- COLAERI'IEE@$ Indústria Rrasileira Ter uma Colheitadcira Automotriz SLC e pos­ suir uma máquina que: colhe lucros e também representa a conquista da trnnqúilidaàe e se­ gurnnça na hora da colheita. Pois com a SLC está uma e!icientc rede de Concessionários. l1 àisposiç:'lo do homem do campo. Gt:nte fllll', CIJITlO 'OCÍ:-, t.'!>iá prt"UCllpa­ da em assegurar a sua colheita. Assistência Técnica com profissionais alta· mente especializados, treinados na fábrica e sempre presentes na hora da colheita, com peças originais que asseguram a garantia e qualidade SLC. Você que planta soja. trigo, arroz (mesmo em terrenos alagados, para colher com esteiras). milho para colher com a nova Plataforma de 3 ou 1 lintm; > ou outros gr:'los. 1:ncontrnr.í um modelo de Colheitadeira Automotriz SLC (do tamanho de sua lnsoura1 e ~eus opcior:::-.:s. que lhe proporcionurao tr2nqú1lidade hoje e :: certez:1 no ::imanhã. Por tudo isso, os que já confnram a sua co­ Iheita a uma SLC creditam no que pla.atam porque sabem com o que colhem f; . . r - f@e», ,._ .,. . '............ '-- 1 _ _j 1 ---- ---- -- 1 - ------ Matriz: Rua FILIAIS: Marechal - Floriano 2049 MAMBd Fone 286 .. (X. Postal 8o Ponta Porã Mt. ROSSO )lelu Vl&lil - Mt. ·--------..::.'1':._::rlb~u~nr;!....t dr1 Frontclrn i'J .J l . ', '. i tf • ,._. ~____,_ __, .. .. s ., . ,. -;:·.: • • ·, .. _.: '> - ? - • ) =7e: -- - Es-iilo rn~Jmo e funcional. - Filtro da or SS'CO. __ -.:Jtv: 1 '.._ . . - Si~mo hidr6ui:co cem gronda kj._lj$. s j] o!s de levante. '.,-..::., r- - J -Tronsmissêíoro,1,Ü,1::.;~d-:kd.:,sàfrsnta • •. ·:•t ~- ~ • .. eduosàrá sr52lj - Po::-d eh- instum:i7tOS 1h.1;nincrc!o. • -:~ '""~ ""· 1 - Motor diesel Pe,-l<"ns dt? 4 di.tdms, ó 79 0/. t, -. 7l • .., ' • d = • " - :.,-,::;~c;g:::-:1 düp;o retorço a. 2e9 sãs# ...se ., ~~~ e L - Blcque:o de dferer. {opcional). . R"3"A 9O·E3TM2 7M 2A a= IEEE±E3Re, , ãd ID!L:...:....:,:i~----------~-~------ ~ .__._,_~:..,,..r..:._ .... -~ '-'-=_ '---'''------'-- ~--'--'-=--= = Apolinário Máquinas Âgrícola5 l TDA Um Novo Conceito em Rua Teodoro Sativo S/N A.ssistêncla T ér:nica Bela Vista Mt. Matiz: Rua Aaa! E!ariano, fst. c/ s de Ju!ub:a, Fome {3s-421 Ponta Porá - It. Filiai: mambai ±scritóyics de ena: fois Soãe, aracs e Rra! Moreira A.parlamento,: com ar condicionado. quartos com veuti]adore!'I, amhiente familiar e refeiçõP.s fartas t~u3 Teodoro Rondon 865 Pou Aqu1dau .na Mato Grosso Bola Vlal11 . MI. - 'l'rlbuoii da Froutelrl A scmi-nnalfa belo. T'emos o caso, tristemente , l~nir) Ví"li-a qur é f11rmncêut1Lfomot.º· cio. (Bi r. , ' 'O oUll 1)1'0 1-· lo também nada tom a ver· com ~ itdves exiivei ao exercicio do cargo. s pl Ioe: • Licínio :1ontr!ro, uni pcc11ul'istu qut., f 1 coo- rluzirlo no Tribu11n! rJe Co11lus pum ª . 1 1 ' 1 j ] . . en, cerrar sua carreira polticu. O ex deputado Alexandrino Marques, , tro qu·, graças o econchego com o gy" no, foi também levado para o p bre Tribu­ nal de Contas, para finalizar sua carreira • pulilica. . Estes fatos diz o deputado I:lennque Pires - são oluei,Jntivos para que se enten­ da perfeitamente quando se comenta a ino­ perflncia do Tl'ilmnal de Contas. _ Na opinião do par!mentnr, o ide[ seria que o Conselheiro do Tribunal de Contas fo­ se eleito pelo povo. Isso evitaria o problema da introdução de elementos desqun_llf1cados para o cargq, pois o oaudlda_to teria, logi­ camente que presentar corríeulo provando sua aptidão. A eleição também evitária o grave probleau da subserviência, pois assim o conselheiro não teria vmculo pohtlco nem com o Exacutivo nem com o Legislativo. (Cuiahú - O social democrata) ") 'Tribu. nal de Contos do Estado de Mnto Grosso fun­ ciona como snco do lixo, onde siio despeja­ dos os restos políticos l'rustadoR da Arena" Esta a opiniüo do deputado Henrique Pires. do MDB. Mas afio é só isso - acrescenta o parlamentar. "Todo o seu funcionamento es­ tá deturpada. O Poder Executivo i11dica o nome do conselheiro, lnterferiudo na outo­ nomia do Legislativo e fazendo pressão so­ bre os deputados dn Arena. Com isso, o no­ me do condicllllo é aprovado, já qui, o Par­ tido do Governo é majoritário na Assemblé­ ia e os seus integrantes silo subsl•rvieotes". Fi.ns Políticos Henrique Pires observa que as nomeações para o Tribunal do Contas são feitas com fios exclusiYam;:nte pJli'icos, sem se levar em consideração os roquisitos mínimos indis­ pensáveis ao exercício do eargo e com des­ prezo da finalidade do .órgão. Na sua totali­ dade - faz ver o deputado -::- os couselhei­ ro.s do TribunRl de Contas de Mato Grosso não passam de políticos frustados, que que­ rem encerrar sua carreira com polpudos ven­ cimentos pagos pelo povo. Exemplos ''PiH·a se comprovar qus o Tribunal . de Contas do Mato Grosso é um .saco de lixo, onde se depositam os restos politico frusta­ dos da lrenn. não é preciso 1r mmto longe . Basta, n.rresoeutu flenríque Pires, citar al- guns exemplos. . . . . O conselheiro Marcilio de Oliveira Laa, que é médieo. Como se vê, sua profissão não apresenta sequer caracteristica de cienciu e­ xata. Isto, sem falar que elo substituiu um Presidente dos A e r o n a u t a s do Reblções _ Apartamentos - htante especial Lanchanete. Anexo: Borrochoria ctcnd01•Se dia e noile Eleíto em As1iembléía Gorai da Classe, foi empossado uo Cargo de Presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas do Brasil, o campogran­ lleuse Hélio Huben de Castro Pinto, um dos mais jovens aviadores da Ae­ ronáutica Civil. O Comandante Rubem pertence a o quadro de V ASP, ond" exerée além das !'unções de Comandante de Avião n Jato, ns de Instrutor e de '.lembro da Comissão de "Prevenção ele AGidentes Aéreos". Agorn mesmo ncaba de regressar do Exterior, on­ de esteve reµresentando SP.U Pais num Simposio ?llundial de Prevenção de Acidentes Aéreos, realizado no Canadá. Auguramos ao Ilustre jovem mato­ grossense êxito uo Eeu pl'Ogrnma de COMERCIAL EXPORTADORA E IMPORTADORA BELA VISTA LIDA Se□enles Selecimdas - Adubo 'Trellaa" •- lobriHmles lmlicida.s li RUA CiEHERAL OSORIO S/N 13-1 j 7 - --- - ti Armazem e Restaurante Km 30 de.!,, c'.J. J;<::fJ!.Ji:~ om• 4 &oosultório l{ua 15 de Novembro, ·- Tel 123- BELA VhTA ;__ __ por -Nós ... Sindicato Nacional do Brasil trabu!ho dívuigodo no Jornal do Bra­ sil, que, em síntese; consiste: "Em melhoria das condições do trnbaiho; restauração das fuuçõP.s políticas da otiYidade sindical, atualização da le­ gi&lação em benefício do Aeronauta, e a redução ela insegurança preca­ riedade e riscos sociais que ntual­ meute envolve a profis,-ão. Estes são os objetivos Ja nova Diretoria do Sindicato Nacion!il dos AerooautJs, empossada no dia 21 do corrente em solenidade realizada na Sede do Sindicato no Rio de Janei­ ro com a presença das mais altas auto1·idades nacionais. Aproveitamos a oportunid::;.cte pa­ ra cumprimentar o Casul Gol.' Dr. Rubem de Castro Pinto, pais do Co­ mandante Hélio Rubem. BELA VISTA Dr. José Hibamar da Silva Partos, Ginecologia, Clínica Geral CRM RJ 17.937-- CRU MT 139/s CPF 058.0-13.377 o feito MATO GROSSO e Madeiras Brutas Guarnições. .. e Aparelhadas -= Vigameni-os -= Forros - Assoalhos - ''Uma indústria que acompanha o Progresso de Batentes Bonito 9 ' "' Rua Santana do P araiso N.o 1 Cx. P. 1 l Mi1o MIO ggQss@ ~ Vliln • W. -=-'I'dliunn da fl'ronf<>lrn Com moderna Instalações, dispo d ' e < e um grande estoque de 1 I P ,•spt•ci1ilizado "O ,. C,I C,H os. raio dos alçados é ., " ,amo e tem ludJ . ,. b . • ·~ ' · p,11,1 e,n r,ctv,.Jo. brn matéria de calçado eonllc('u a últf . ,. ' • u,.i moua l:.i.uçada os grandes centros visitando Paraíso do Calçados. Praça Presidente Dutra ., 163 de •n• < • r 1 .. ;. ,! • ' ... ,,.. 'I ']} '.:O'!'. ,DO L VA!U> ,JO O:i '.EL. IO. E PECO DA l'H Ç.. "' ' HU A LLJ.:-; COti l'A LUTE S/';,; J. nowro - MT ------------------------- P1:1çus_ Origiouii,; Ford, 1 Nillis, lJ' infol'lnaçii•J nn rl'&i-J•~n{;i 1 du rr11 sr11.1 ou tclefor,e nº 'dJ7. Qu,n: ü encoulrnr :;.r.'.I kru gro.­ liYicud0. Máquina de Beneficiar Arroz, e Sec:odcr pc:a Crus Atacado Vareio, Ruo Sã o Pau I o S/N R I S r.a .. • (' .. .,,_.,.,. : z+to !f P yn! Antonio João MT ......... - . . ,,,--,- -- •. ::-. "Jt _,....+f ACURA}A±, PALA: Apartamento com ar Condicionado, Quartos com Ventilarl(Jres e Serviço de PRX H. fauoel Antonio Paes de B.üros, 905 - Fones 1277 e 1687 Endt:lreço Telegru rico HOQU!PALA CE Aquidauana Mato Grossc ;;: meem !iE 1 .~adutor do Cal•lig1mte ••. Faça um exceientt:l negócio. Invista n Cidade Turismo ... Gomo? é fácil... ~ rtinho do conjunto habiteioal do BNH.•. !y0 quer dizer ••• Luz ••• Aguo ••• .. aner.mento ... ..sf:J.lto ... Trat1uzrndo. ,alouzaçuo eertu ••• Tci.o carta coinu dois lntis dois são quatro .. • . - • Possui:os 100 lotes... Vendemos em suaves prestações mensais ••• Re- J)etimos: F çn. um boa negõeio... Use a sua mtelt_gencrn ,- •• y~nba ?onosco, Bon.tto está esper:rnao sua n:;1t:1 ... wvc:.ttr em terras é aobru1 o cup;tal em Ptuce tampo. C B S-!l D DE Evaldo G. Laranjeira PRODUTOS VETERlN..RIOS, 1:-.SET!Cl­ DAS S . .L i3üLDEIRO E :.!1:XERAL, E.1ENTES fül GERAL. Os melhores preços da praça. Vüitr-nos. IS Rua Duque de Caxias, 1080; Bela Vista :, Mato Grosso ssi o Jornal Iribu a a Fro1teira Serraria Bonito Contabilid Ow vereadore Afono Dillon Nunes Leite, Cnrl•>• Centuriãn e Hdefono Pinheiro, não comparecernm a aso de segunda feir p.p, Nesta sessão, o vereado­ res El de Araujo Barbosa, Noeli Leite Laranjeira ,etulto Lino, votaram Contra o pedido de licença so licitado pelo prefeito 'astro Pinto. O presidente da Cãmrs, Osvaldo 'Tuini fez o possível para a conces­ :tfio da licença, ma os rredores foram irrelutíveis: Ntiu, f, pois é .. , u·gundn um vcrendvr ..• "i16s nau deveríamos ter dndo II licença de 60 dins". e ad Apolo Escritório de e Apresentam , PcdroPt>droJrn T AI.MENTE Com n nt•µatiH, d11 liccnçn tolicirndn pelo prefeito, a·ume a Prefeitura, no lugar do Presidente da Càm­ rn, o 1errct(1rio Joilo E,tc,ilo de Ca,tro. Se o prefciw Castro Pinto lli1o se upro,r.11tnr ,lrntro ele quinze dius, o carµo ficurtí Vn~•• e S. Excin o Govcrnndor cio Estudo deverá nomear um novo prefeito. OLllA GENTE t umu vergonha o que se passa em bela Vista; a clas­ ,e polfticn C<>mpleturncntc u111orfn, vi .. cndo de dedu­ çõese não de fatos concretos._ Que os políticos se que11nc1n e venham com 'respostas", Onde JÚ •e vin tnntA hnrbirHude. O Diretório dn Arena simples­ n1cntc uào cxis1c. Niio ,·xiue ponp1e nüo influi em 11:1 .. du. Um vcrcndor, ou melhor, dois vereadores (e pode· rei citar os nomes) düo rirnclns quando ,e fala em Di· retório e 1eµnndo eles "estnmo• sem lidcrunçn prllti • ca" ... é, poi, é ... vnmo, rnnovur a polltica beln.,i.icmc'/ Tri O SINDICATO nu.rol ele Beln 'i.tn, atrnvés ele ma diretoria, deve• rti tomar uma nti1nde séria a respeito das denúncias mais uma , cz formnlneln,., contru o presidente Vitor Pe1iz1J, Segundo o Requerimento do vereador Nivnlclo de Barro; • publlcucl&J nu c:diçiío unterior os 'crendo• res Afonso Dillon e Nocdi L. Laranjeira "sabem dus coisa," ... vai cutueçar tudo de tlO'O ••• INTEHESS,1NTE Existe muita gente em Bela Vi~tn, que vi'e eru fun• ção da Crítica negativa, S3o pessoas que "passam" o tempo nus esquinas, nos botecos, nas salinbns de vi­ !itas. malhando o,. outros, elebocbnndo e o que é pior: le,·auLAnclo cnlúnins. Jlns. o go1.aclo. {: .qne estas pes­ son_s .JJodem ser vütas todo! o, domingos nos templos rcüg,osos .... O DIBETOR DO SEDB!AT de Campo Grnnde, jornalista Sebastião Bar­ boslre!', enviou telegl'!lrnu agmdecendo are­ messa dos jornai11 da Ol1JIV APE. Olha, ó Bar­ bosires: comunique o Senhor Governadur, ao PN&idontc dn A R E N A eatadual, ao amigo Dr. Arquimedes Pereira Lima que a situação em Rela Vista continua na mesma ... ''ninguern t1ntondo ni□guem". Leia a mataria ESPORiE I Enccntro de Ligas e Clubes do Sudoeste de Mato Grosso do Sul Dia 14 às J9 horas - Co1iforência do Ma­ jor José Maravieski Presidente da F.:1.D. As 19,30 boms - Demonstração de hand­ ball, Voleibol feminino B. Vista X Aquiduu· ana, Futebol de Salão B. Vista X Aquidauana Dia 15 às 11,30 - Churr2sco de Confrater­ nização às 14,00 horas - • Caçu e Pesca X Obreiro (Paraguai) , às 15,80 Seleção B. ViE-tu X Aquídauaua Fugiado a rotina dos jogos do Camptioua­ to Aberto de Futebol Jos0 Simplicio da Cos­ ta Marqu&&, muito boti. por siual. lert'mos nos dias 14 e 15 (segunda e terça-feira); u­ proveitando o feriado. uma espetcular tem- da esportiva em Bela Mistas. Promovido pela LEIJ, ro;-ª momento. dírigi !a pelo médico-vereador Eiy de Arauj•J 8.lrbo1ia, e-, inauf!11r».ndo u dn CAmaru o "dt:>duLa" ... Tom rnolo, nmlg,J de guerra: nosso município é pobre, muito p0- l>re, e está préCiBt1J1dO do v,.-rl>:.tB .•• Nós IIUU Leroos poli'ieos pra rPJv!ndtcnt· o que necet­ sltt1 ll1()1' ... vni prlo jCll.'ll!ll. O ADVOGADO Carlo11 Emos entre outras atrações duas mulheres bandeirinbn!l (não creio quc;J dê cer­ to mas, pelo menos, será mais uma nuvida­ ce), e, também u presença do lnterventol' , 0 Ertado que Jú n'.!sce forte no fulebo1 bra~i­ leiro ~ que muito poderâ demu1,strar, se bem organizado, seu futebol. Esperem e torçam pelo sucesso desta nobel iniciatirn do nosso Dr. Ely, e bola prá frente. TYnn do NflsC'imento Caminhos do F 01 ,,fat e Draco 'enhum poder 6 ru •ij rorte oraço (Alexis Carrol) oui SI L O VERDADEIRO CRISTO Crislo u11o trn s1mplesmenle u1.1 , consolador mas, sobretudo, um extrao rio modelo de potência, um verdaleiroi homem IJO sentido espiritual. Para co . mos nosas palavras podemos citar u Glbran Kalíl Gibruu, que for.1m m □l!QL no sou livro "!SI±, O flho ! I!om" humanidade rê Jesus o Nuzareno 1 e vivendo como u lD pob1 e, ofe; dlch l !'raco crucificado cr,mo um criminoso, e ra-o e lamenta.o... Jesus não viveu € _ uru covarde e não morreu sofreoüo e q xondo-se. Viveu como um revolucíc,1,àr. foi crucificado como um rtbelde e mr, como um herói... Jesus niio veio li ~r homens vlgol'osos de s u a II o c u p ii ç ,j ,. e fazer deles monges e padres; mas para· suflar n8 atmosfera deste mundo umna ! nova e forte que destrói, até as suas fun« ções, os trnnos elevo dos so~re os cr.ir.i(, desmantela os palácios Grgu1do !'Obre e,: mulos e derruba os ídc:los imposto, :io H to fraco dos humíldoi:;". &-«$ Perguutomos-□os como po!:SU um !:j duo ter vencido na tel'ra, de tdl Yorrna ai breviver por quase dois mil anos, por ir, forte que tenha silo a sua personalia tendo em vista que se colocou na pos1r;.1" - cordeiro, pregou e viveu uma doutrina de crificio? Respondemos: Existe no Cristo.~::: forqa que está além do nosso limite de consces ;x,';IIC Silo Francisco Xavier, que morreu em_ 153~ foi desenterrndo em 1553 e o corpo foi e. contrado fresco. Novaete desenterrado 1556, ainda conservava a sue. cor natu·~ ')('o(''>'<, ,De repente, desencundeou-se sobre o I" uma tempestade tão grande que as ondas briurn a barca. Ele, no entanto. tlorm1 • do i disdpulos echeoaram-se a ele e o neor 1 1 ram dizendo: Senhor sfl1Ya•□05, nós perec?· 1 • te re[ mos". E Jesus perguntou: .. Por que es -; do, gente pobze de fé? Então, levantando deu ordens aos ventos e ao mar e fez•.•· uma grande calma (Mt 8, 24 26) <-: de Os símbolos, os sig::os süo talvez. 1%" los, concebidos para as máquina superior ', do nosso espírito, em vista do funcion'lfficJ· l • to da □o~sa iateligAnci:1 11outro e:.tado j ele1 to. l,t $ de ra□ SI te m ti na II2 a) b) r ll)( EICHG-O-IE" FALE SE>RE COI A S AGRADÁVEIS / Se você referir aos seus negóciofl 6E~pre em tom of:rnista, certamente elos passarao ~ 1 pl'ogredir e a prosperar .. Tas se ficar o eg po todo !alando de prejuízos e insuee"? } ao3 poucos os seus negócios irão se re%"; do, decaindo, e tudo que você fizer 11airil {· rado .... e falar sobre pobreza. Portanto, e ' te io..:ar nesse as:-unto • s t;: .' · .. "Ser& e)a otimista e diga todos os dia. ·as- uma pessoa importante". A expressão j, soa importante" possui vários significsó", Mas, essencialmente, "ser itupartaiits,, uma pessoa va1ios::i, úlil e impre,;cind1'elou· t soc,r.d;:tde que proporciona aleo!'in uos ttos e' ' ,p,·ine s que merece p!lluvrns de recuu ec ~ 1 ~o. cc,mo: "Coosea,ui graças a ole'' ••se ll• 1 '. 10 s 1 - "" ' ' E p•·r, " e e e. nuo sei e que faria", etc. ~" ermos pssoas ssi, é reéto rea""";; odo:,,. os dias o pen!'amento de toroarmo· ti> possuidores de tis qualidades. pois "%"",",' Iundo tudo par2eo conforme o pensam@f