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Procurem a Redacão. 
) Números 
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Limitados 
QUE O POVO 
SEJA BEM E..E 
. I' N F o R M A D o 
Bela Vista - Mt 
N.o 
271 
ANO VI ' 
20 a 26 de Novembro. de 1977 Diretor Responsável: Ivaldo Pereira 
l 
Baile 
Ha 
·[ori 
ague 
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de 
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par- 
se " 
auto· 
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Olha malandro, hoje vou te contar coisas 
tristes. Chega bem pertinho de mim, esque­ 
ça um pouco os Seus problemas e comece 
a viajar pelos caminhos da vida .. os espí­ 
ritos "dóceis e acomodados", aos intelectuais 
de orelhas de livros, peço encarecidamente; 
não leiam este breve cometário. Ele chei­ 
ra Vida. E cheirando vida, transmite sofri­ 
mento. Visitei a Cadeia Pública de Bela Vis­ 
ta. Lá., onde são guardados os "deserdados; 
pela s_orte" e pela incómprensão social. E 
Isso ai. Os maus existem porque os ~bons" 
nio são "bons" suficientes para guiarem os 
"maus" no bom caminho. Qual o bom cami­ 
~bo? Nilo sei nem como escrever ... é pois 
e ... mas vams lá. Cadeia Pública De BP la 
Vista está caindo nos pedaços. Buracos no 
teto, celas sem cocdiçõea de hospedar qual- 
quer tipo de bieho, se bem que ela existe 
Jl'.1-ra "guardar" seres humanos - como já 
disse deserdo dos pela sorte. Lã e!'tá tudo 
errado ... falta tudo, mas tudo mesmo. O es­ 
paço concedidu pelu direção do jorn:il nüo 
dá para mostrar o que ola precisa. Precisa 
de tudo. Quando chove, os funcionários da 
Delegacia são obrigados a carrPgarem os 
lllóvets de um lugar para o outro. Está tu­ 
do caindo nos pedaços ... mas calado mes­ 
mo. O maior perigo e isto não é sensacio• 
halismo- é desabar o· prédio em eimu dos 
Policiais. Aqui já veio o Governarlor do Es­ 
{ado, Deputados, e Senadores, aqui o Prefei- 
.- j 
..... 
Pedro Pedreira 
to é nomeado, eofim, com tanta gente de 
peso na política. ninguém enxerga o proble­ 
ma d11 Cadeia Pública. Vou citar alguns i­ 
tens. resumindo as necessidades da cadeia 
local: 
IJ Chove em todos os compartimentes ... To­ 
dos. 
2) Os banheiros ~ão buracos infectos ... sem 
condições. 
3) Armas ... bea::. Deus nos ajude ... que 
nii.o venha marginal pura cá. 
4) As celas ... as celas servem, tal vez, pa­ 
ra guardar animais, nüo seres humanos. 
5) As viaturas não podem sair em diligên­ 
cias ... ninguém Vlli pagar gasolina do bol­ 
so para Zelar Pela Segurança da Coletividade. 
6) Soldados ... 4 homens que faze.n milagres. 
7) Material de Expediente (papeis, fite) nüo 
existem. 
8J O prédio está condenado ... vai ruir a qual­ 
quer momento. 
Então vamos fazer o seguinte (o tipógrafo 
bota bem grandão). . 
Cadeia Pública de Belll Vista E Uma Ver­ 
gonha É Um desrespeito A Sociedaàe, Onde, 
Dizem, Vivem. Os Seres Humanos. Nosso a­ 
pelo ao senhor Governador do Estado, aos 
deputados, ao Secretário do Segurança, e se 
este;, não resolverem. apelamos ao Seohor 
Presiàente da República.' .. Pelo amor de 
Deus, nos ajudem ... 
17 
O Senhor Abdalla Sain, mais conheeldo 
por Papito, receberá o Diploma de Honra ao 
Mérito, a ser concedido por este jornal, por 
relevantes serviços pre tados à comunidade 
bela vistense. Papito, que está merecendo a 
atenção de diversos órgãos de imprensa do 
paí,;, vem se dedicando a pesqul:.a da cura 
do cancer através da aplicação de raizes 
medicinais. O nrgenrlno libanes, há. pouco 
tempo recebeu urna carta da Londres, onde 
um labcratórlo solicitou a remei.11a de suas 
raízes. Além do intenso trabalho desenvolvJ­ 
do em pról da construção da Capela Espi_!'Ho 
Santo, ele realiza bingos e colabora ativa­ 
mente com as inll!iativas dos padres reden­ 
toristas em nossa cidade. O seu nome está 
se tornando uma legenda e ele merece a 
dí:,tlnçúo que o jornal Tribuna rla Fronteira 
concede aqueles que se dedicam realmente 
no bem estar do próximo e da coletlvülade. 
APE!O O CHEFE 
GiT A 
é 
- $ 
O Carro do Ano. 
Procure Representante em Bela Vista: 
Nosdi Leite Larangeira 
T ambem temos carros usados para venda. 
Esteve era nossa redação, o 
senhor F e·r u a n d o A I Y e s G o m e • 
F i 1 h o, chi,fe da 18º Ciretran, • na 
ocasião, prestou diversas informações a res­ 
peito d;; seu trabalho. Com refe:-enc1a ao 
prablemo. de Menores Dirigindo. Alves Go­ 
mes afirmou que as "multas serão rigorosas 
e os pais que permitirera aos seus filhos me­ 
nores dirigirem veículos devem se conscien­ 
tizar que curro pode ser una arma", O 
chefe da Ciretran lançou um apelo: "Sonho­ 
res pais, não permitam que os seus filhos 
menores dirijam. As multu nrão rie-oro1H­ 
N5e reclamem quando forem pagar suss ta­ 
xas rodoviúrias".

Bela Vista- Mt. - 'Tribuna da Fronteira 
Pronu e 
DO DEPUTADO 
Reccnlemente nn cidade de Jnnlim, onde ao lado do 
clepntaclo Vulter Pereira, participei de um~ renni,lo dn 
comunidn<le para tratar de diversos assuntos de inle­ 
rese regional, pude sentir de perto, pude viver em 
•ua nngustiorn ,1leni1u<le, as questões mais prementes, 
envolvendo Guio Lopes e Jardim, <luua cidades, irmàl 
no crescimento e 1,0 sofrimento. Jardim, em que pese 
o dinamismo de seu prefeit.o, <lescmprnbando ma ln• 
refo de forma n mere,·er elogios até de •eu• adversá­ 
rios, não registra, nem mesmo a título de bons inten• 
çõr.s, n pnrl1cipnção do Poder Púhlico Estaduol. E não 
lamentamos esta ausência como imples argumento pa­ 
rn critica nos 6rgãos do Governo, pelo contrário, o fa- 
1.cmo1 como advertência, pois nào é concebh·el o si­ 
lêncio ante o tumauho de,scaso nrlministrativo. 
A cidade, que é uma du <JUC registram maior índi­ 
e de crescimento no ovo-Oste atravesa aguda crise 
no setor de abnstecim:·nto de água. ma boru é n mo­ 
tor que pifa, outra hora é o poço qne seco, todas as 
horas é o desespero de uma populnçiio intcirn, nn on• 
gutiate corrida da gota d'água. O hospital do cidade, 
os postos de gasolinn, os moradores, todos j.1 npelorom 
puro toe.los e, além ela promc,sa ele imediatas providên­ 
cias, desinteressadameate feita pela ianemat, demogó­ 
gicamente anunciada pelos representantes do Governa­ 
dor, os canos continuuu vazios e os torneiras passam 
a figurar nas residências, inclusive nas mais humildes 
como humilhantes ohj,·los de u<lorno. Mas qual seria a 
soluçiio para o problema da falta d'água em Jardim? 
A resposta é simples. Até a gurizada do colégio sa­ 
be. Está no Projeto Novo Oeste, de nossa nutria e 
nunca foi levado a sério, porque os governantes e.leste 
Fstado, desgraçadamente, não levam nada a sério, além, 
nnturalmc.nte, de im,-,liatos compromisrns eleitorais, 
configurados cm nom,·.,çõe• fáceis, obras que não rc­ 
oistem ao perloclo de eleições e do exerclcio fácil dn 
dialética ele palanque, "n<le teoricamente tudo tem si­ 
do pooslvcl. mns na prática, tudo é Jificil e inviável. 
Jardim, Guia Lopes ds Laguna, Aquicluuana e tantas 
outras cidaclcs deste E-todo, vüo assistir o espetáculo 
degradante da lata d'água na cabeça, enqunuto perdu­ 
rar a pouca vioão polltica dos mandatários desta terra. 
A solução está no aproveitamr:nto <lo potencial ilo rio 
Mimada, para os casos ele Jarclim e Guio Lopes. ilo 
há outra solução. Cavar poços, trocar peças do motor, 
trocar o motor, trocar o poço, nada disso vai resolver 
nado. Estaçilo cio Tratnmento de Aeua é uma rcivin<li­ 
cação que Jardim e Guia Lopes da Laguna não abrém 
mo, E falo neste momento em nome da povulação 
daquela, cluns cidades. não especificamente para tratar 
cio problema ela falta ,!'água, mas pnra lembrar á Ce­ 
maat, ao Governo do E-tado e o. mais quem possa in­ 
teres,ar, que o sistem de distril,uiçiio de energia elé­ 
trica é absoleto, anti-econômico e, em razão disso, al­ 
tamente projudicinl ao desenvolvimento regional. 
A solução é a h'i dr e I é t ri e a que "e hegar á 
como redenção para a maior "ama 
de problemas estruturais, sobretudo no setor 
de industrialização do calcâreo dolomitico, 
cuja dificuldade atual tem tornado em qua­ 
se desânimo a iaiciativa pioneira de empre­ 
sários que investem na região, porque, acre­ 
ditam no seu potencial de produção, capaz 
de assegurar não apenas u aplicação do Po­ 
locentro, mas atender, as necessidades do 
cakáreo industrializado no novo Estado. 
A energia elétrica permanente, ou seja, a 
hidrelétric11, e isso não é necessário dizer 
por ser obvio, por si só, representa, em li­ 
nbas gerais. o primeiro grande passo para o 
estabelecimento de programas de desenvol- 
SERGIO 
vimenlo compatíveis com o progresso daquela 
região que até hoje tem figurado como um 
palpitante e delicioso maná eleitoral e á1·ea 
de reticentes J)rovld(mcias de ordem admi­ 
nistrativa. 
Citei apen11s dois problemas mais urgentes 
da Jardim e Guia Lopes da Laguna para 
mostrar que o Sudoeste não :nuifl vai tolerar 
a posição n que tem sido colocado [requen­ 
temente, qual seja a de pe<llr pouco o con­ 
B"gu!r nada. Estou autorizado a reivindicar 
em nome daquela gente que honrosamente 
represento nesta Cusa. Rrlvindlcar sPm ex­ 
clusivismo. Reivindicar sem pedir favore 
Reivindicar exigindo. Reiviudicnr desafiando. 
O Sudoeste manda dizer aos homens que 
recolhem os seus imoostos, que quer apenas 
os seus impostos de volta, materializados em 
obras e serviços dlgr,os da capa~idude de 
produção de seu povo. Não queremos o pa­ 
trolamento na estrada depois da chuva. que• 
remos o asfalto para as principais rodovias 
de penetração. Não queremos maia um poço 
artesiano parti. ter água no inverno, quere• 
roos estação de tratamento d'ãgua, com apro­ 
veitamento do potencial de captaçãc,, de nes­ 
sas fontes naturais, não queremos mais urna 
sala de aula para quebrar o galho de meia 
dúzia de alunos, queremos escolas o sufici­ 
ente para que não haja limitação do número 
de vagas e todas nossas crianças possam es. 
tudar; não queremos motorzinho para dar luz 
a um pedacinh•> da noite. queremos a exten­ 
são da hidrelétriea para termos energia co­ 
mo têm a maiori11. das demais cidades do no­ 
vo Estado. Enfim, a doença que empalidece 
o nosso progresso e anuvia nossas perspec­ 
tivas de integração imediata, não pode ser 
curada com as doses homeopáticas que esta­ 
mos acostumados a engolir. O remédio para 
os problemas do Sudoeste está na uplicação 
de programas eletivos na área. 
E por grandes coisas que Yale a nossa lu­ 
ta, inspirada na capacidade reivindicatória 
de milhares de trabalhodores da região mais 
esquecida do Estado de Mato Grosso do Sul. 
1 IO 
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tradicional Edição de 
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L 
Brasília, SDIRP - Sob o argumento de que 
a medida colocará o território nacional em 
posição_de maior inter vivência sócio-político 
económica, o senador Italivio Coelho (ARE- 
N A-MT) apresentou projeto que reduz de 
quatro para tres, os fusos hor:'.l.rios exJstentes 
no p~ís. De acordo com a proposição, são o;; 
segmntea os fusos horârios a serem ebedeci­ 
dos: o primeiro, caràcterizado pela hora de 
Greenwich "menos duas horas•·. compreen­ 
dendo o arquipélago de Fernando de Noro­ 
oba, as Ilhas de Trindade e Martim Vaz e 
Penedos de São Pedro e São Paulo· o seuun­ 
do, caracterizado pela hora de a'reem'vich 
"menos tres horas" compreendendo o Dis!ri- t~ 
to Federal, todo o Litora! brasileiro os Esta- ! > 
dos interiores (menos Amazonas e Acre) e 0 } 
Terntóno do Amapá, o terceiro, caracteriza- D 
do PP-la hora de Greewieh "menos quatro ho- ta 
ras", compreendendo os Estados do Amaz0- tr" 
nas 
8 
Acre os Tenitórios de Roraima e 1 1t 
Rondonia. 
, Os 
JUSTIFICATIVA s 
I 
Para o representante matourossense, o De­ 
ereto 2.784, de 18 de junho d 1913, que divi­ 
diu o pais em quatro fusos horários é falho. 
vez que não i;e apresenta consentaneo com 
as necessidades geo-econômicas do .mazo, 
nas e Pará que têm partes de seus territórios 
em dais fusos diferentes. Por outro lado, 
0 
Acre acompanha o fuso horário da Co.Iôm!.>i
3 
e Peru que no entender do parlamentar, 
0 
coloca totaimente desvinculado, ema termos 
de integracão sócio-econômica, das régióe> 
, br,Hnlei.ras q1;1e. lhe são nfins. Italívio Coelh
0 
I 
sugere. por último, que o antigo Estado de 
Mato Gross.o, com a divisão politiea em dois 
Es_t11do11, iique situado no fnso horário de Bra· 
8ilia, Goiás, Minas Gerais, São Paulo Pars 
na, deslocan!!.o-s; da região Noreste, "par? 
uma em que são mais intensas as sul' 
• relações comerciais, sociais o ' ·is". 
l 
1 
a

B~Ia. Vh1ta • Mt. 
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Bela Vl,ta ~ Mt. - Tribuna da Fronteirn 
Serraria Bonito e 
,, 
Apolo Escritório de Contabilidade Apresentam 
fJ 
0 
Podro Pedrolru 
Alô povão de Jo.rdlm, Gula Lopes da La­ 
guna, Nloaquo, Porto Murllnho, Ponta Porá, 
Aquldauanu, Bela Vista, Caraeol, Antonio Jo­ 
ão e Boulto. Esta semuna o "colunão·• ''vai 
sair do aórlo" ... muita gente "querendo cbo­ 
gar no pedaço, mas com muito grilo'' ..• 
009 
Aviso Aos Navegantes: Pela primeira vez, 
"vamos dar nome nos bois" ... esta coluna 
nií.o é escrita e multo menos "ponsada", por 
um ou por dois ... ê isso aí ... Pedro Pedrei­ 
ra é pseudônimo de um Grupo. São várias 
pessoas, descompromlssadns ·com o poder 
público, econômico e ato, quo visam, acima 
do tudo, Informar Sem Medo... frisamos 
bem: toda matéri:, antes de ser publicada, 
passa pelo "crivl•" do diretor, jornalista I­ 
vnldo Perolrn .. •. estamos entenditlos? 
D8D9 
A maré não ei;til. nada boa lá pelo9 lados 
de Bonito ... recc·hemos duns cartas, da Pre­ 
feitura Municipal assinada pelo Secretário (não tivemos 
o prazer do conhl cer o personagem) _e outra 
do senhor Prefeito Padre Rooswelt Sá de Me­ 
deiros ... carta n1ulto educada. por sinal. .. 
Puma resposta à mateia publicada na ediçilo de 30 
de outubro, 11 ref;>~ito do problema de ter­ 
ronos para a agência do Bo.nco do Hrasll ... 
a sor instalada nnquela cldarlo. 
f«0a 
A Lei de Imprensa, Nº 5.250, de 9 de feve­ 
reiro de 1967, em seu artigo 29, " faculta o 
direito de respost l a toda pessoa natural ou 
juridica, órgão ou . entidade pública, que for 
acusado ou ofendido em publicaçüo feita 
com jornnl ou periódico ou em transmissão 
de radlofus!io, ou a cujo respeito os meios 
de intormaçlio e clivulgaQáO veicularem fnto 
inverídico ou errô.100, tem direito a re,pos. 
ta ou retillca9ii.o". No seu artigo 34 n lo! diz 
o seguinte: "Será negada a publicação ou 
transmissão da resposta ou retificação: li­ 
Quando oontiv1!r expressões colunio11as, di­ 
fame tóriaa ou injuriosa,s sobre o jornal, pe­ 
riódico, emlnora ou -agência de notícias em 
que houver a publicação ou transmissão que 
lhe deu motivos, assim como sobre os seus 
Responsáveis, ou terceiros; 
IV- Quando e referir a terceiros, em con­ 
dições que criem para estes igual direito de 
resposta ... 
somos muito unidos), apenas transcrevemos 
uml.l noticia e, ournu prova cabnl de nossa 
bou fé e dos princípios básicos que regeu 
nosso tra.bnlho, publloamor- também a , .. ~ers~o ' 
dos homens que dirigem atualmente a po­ 
lítica de Bonito. Para responder ú que é a 
montlra precLsumos sn bar o significado da 
vardarl~. Qual é a verdade? Quando o se­ 
nhor diz que o nosso ..fo!ormaoto'' agiu de 
má fé e no mais das vezes mul intenciora­ 
do (credo, cruz credo) e deoprovido do quais­ 
quer sentimentos comunitárion, o senhor de­ 
monstra um primarísmo que chega a er lr­ 
rltaate. Nós, nunca publicaríamos uma lnfor• 
mação oriondu de fonte duvidoso. O nosso 
iníormnnte Sr. Secretário pessoa de destaque na comn• 
nida1lt> bonltense, merece crédíto ILLUTADO 
é um homem do POVO, jó. deroonolrou pos­ 
suir espíril" comunitário e o que é mais im­ 
p0rtnnto: é. um político do realce na bela ci­ 
dade do Formoso. 
0&2 0 
Bem ... aenhor secretário de Administra­ 
ção ,(la Pr~feitura. Municipal de Bonito: Suas 
"amávols" palavras seriio respondidas "o­ 
portunamente. Conforme reza ·o item IV, 
do artigo 34, publicando a sun amável 
e ed u cad a e e r t I n h a, p r o p o r c i o­ 
naremos a tereeiros respondernm à resposta 
du resposta, o que irá cauoar grando polô• 
mica, e o que é plor, uma, cisão nos qua­ 
dros da ARENA de Bonito. As "calúnias e 
inverdades" (quanto exagero) pubhcadns om 
nossa coluna pediam apenns explicações e 
não viaava degenerir o nome ou a honra do 
111nhor Pretelto Municipal, por sinal nosso a­ 
migo. O senhor foi muito infeliz, talvez guia­ 
do por sentimentos de irrestrita fldelldo.de 
ao cargo que ocupa. O jornalista Ivaldo Pe­ 
Nlra. (No1110 chefe todo poderoso e dono 
mesmo da ORJIVAPE) pede ao senhor que 
não "desvalorize" os lotes que ele comprou 
com tanto sacrifício, e o que é pior, dcevu.­ 
lorl:r.and• também os terr11noa do grande ba­ 
talhador airo Fcntour.a. Ns no on!ss;­ 
mos as palavras do jornalista Sobustião Ne­ 
ry (a propó1lto, mand.amos uma cópia. de ■ua. 
carta à Folha de ão Paulo, nós, jornalistas, 
Saiba, sonhar sel!retário, procuramos o pre-. 
leito para ouvi-lo o. respo!to do "nebuloso ne­ 
gócio de terrenos" e niio o encontramos (e 
quande falamos n e b u l o s o, falamos con­ 
fuso e não vai aqui nenhuma insinuação mal­ 
dosa à honradez do prefeito, osso Amigo). 
W))S(! 
O que aoontece é que somos I N D E PEN­ 
D ENTES . . . nossa coluna não depende 
das Prefeituras para sobreviver ... o não 
temos compromissos com partidos políticos 
e não somos apadrinhados de ninguém. En­ 
tendeu? 
k16: 
Vamos fazer o seguinte: estamos pubtican• 
do a carta do senhor prefeitll e junto com ela 
outra do prefeito de Nioque (que beJeza de 
carta, não é senhor secretãrlo?) provando 
(so bem que não lhe deve;nos· satisfaçõe!! e 
muito menos provar coisas que o s e n h o r 
não entendo no caso, jornalismo) C]Ue o nos­ 
so papel de formadores a informadores da 
o p i n i ã o pú b l i e a merece e l o g i o s 
de pe15oa1 do nnipe do prefeito Alteir de Alencar 
(jornnlist.a, poeta, escritor e tantas coisas mais) O mo· 
ço é intelectual. Ao no.so i;rnnde en,igo Padre Hoosvclt 
lembrete, não foi nossa intenção ferir suscetibilidades 
ou provocar polêmicas e guerras que não pasarão de 
"batalhas de Itararé. Eu.iremos no. Prefcirnrn Mnnicipnl. 
na próxima semana, e 'conversaremos amigavelmente 
A nota explicativa a respeito dos terrenos, está pnbli­ 
cada na coluna <lo Editor não como.direito de resposta, 
ta, mas como direito que todo jornal ,dulto oferece 
ao político, quando se julga no direito de dizer "as suas 
verdades", se bem que a publicação desta matéria gerará 
no,•na re,postas e muita polêmien. pois o no,rn 
"informante". sem dárida alguma' voltará ao assunto. 
I.,o é muito bom para o jornal (como diz o amigo 
Di Pero: "mais rpirito")o mrsmo não posso dizer 
pnra 11 rlus,e polit1cn de Bon.ito (Arena) e à trnnqnili­ 
dadc da atual Administrção. Mas quem sai na chuva 
é para se molhar e nos parece que o horizonte 
mostra uma 'tempestade' •. até a próxima, amigos de 
Bonito. 	" 
<-«<3 
. Só mais um lembrete: quando alguém se julgar 
ofendido por notas publicada« nesta colunn, por fa, 
enviem cartas Educadas, pois somos nuuito santiveis n 
palavras Grosseiras. E. principalmente, nio proenrcm 
ferir o nouo trab:,lbo Jornllllstico... e,cr4'n•ndo 
"bonitinho", com educação, com "[inese". nós oferece 
remos, não só o espaço que a lri de Imprensa faculta, 
mnas muto ma1s. 
"Tornou-se quase ua dogmn do Jornalismo a 
fGrrglo hi are e«da iors' tem a sua verdade. Eata 
tlosona te»envolve utuu eiuo conceito sobre n criatura 
humana: Cada cabeça uma sentença. Porém a multipli 
cidade dos meios de inforação, a instantaneidade da 
noticia comunicada no meno tempo is mais distantes 
regiõcs, velocidade que o as«unto adquire na eng 
nagem do jornalismo, nssim como a superação de a 
e,i tabu- da imprensa, fazem com que predomine 
noção da veracidade, segundo a qual uma informai» 
n à o é u m a i n for m a d o 
se n?o verdadeira.., con; isso qutreros mostrar qur 
procuramos Informar Corretamente, mas não omC 
perfeitos, Quando erramos, reconhecemos a nos« 
erro... +en: l'ressoe.. em ofensas.. em ameaças, 
com ju-tlc;a. 
Mais notícias, comentários e"sugestões" na colu4 
Transa; da Alrlt-i:1'.., e n opini:lo Serena e firme rle 
nosso Redator Chefe na Coluna do Editor". 
r 
Prob!ema Institucional 
Estn coluna em uma das edições nnl
1
.1rio• 
res publicou uma nota sob o título "Probfe· 
ma' Inslit11clonal", focalizando uma pretons11 
briga entre o atual Prefelto e i;eu yico, Iam· 
bém presidente do Diretório Muoic1pal du A· 
rena, no município de Bonito, GUl do Eatad~) 
de Mátú Grosso. 
A desinformação é um dos graves peca­ 
dos de jornall!itfl, p1inclpalmente quando es­ 
creve p:.!.!'!l um jornal de grande círculaçllo 
nacional, como é o caso da Folha de "Silo 
Paulo". 
Peca o senhor Sebastião Nery em vários 
pontos, pois quo o pref.r:ito de Bonito é· o 
padre- Roóswelt Sá Medeiros e nilo o senhor 
João de Arruda, que foi o caadidalo oposi­ 
tor no último pleito, em 15 de novembro de 
1D76. 
A pretendldn briga, mencionada pelo co· 
lunista, entro o padre Roonwelt Sá Me~el-.i ~ 
ros e seu Vice, Josias Pinheiro de Almeida, 
jamais exisUu, 11 não ser na mente de quero 
informou o citado jornalistn. Prefeito e V!c~ 
trabalham em conjunto, para quo o IunICI­ 
plo de Bonito pole de atração turística, por 
sus belezas nu turais, po;;sa alcançar rap!· 
damente o seu grande futuro, 
Muito nos adnira que o sr. Sebustíão Ne­ 
ry, em sua nota, tenha incluído no arranca.­ 
rabo, por ele ou seu informante lme.gine.do 
os presidentes Nacional e Regional da Aren11, 
Acreditamos que com esse esclarecímento. 
publicado no mesmo espaço, os leitores to­ 
mem conhecimento da verdade e, principal­ 
mente, do fato de que também os profiGsio- 
aais da imprensa dos grandes ceutros 1!0018• 'f. 
tem as suas "barrigas". 
DE 
Evaldo G. Laranjeira 
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SEiiENTES E:l GERAL. 
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ua Duque de Caxias, 1 O 8 O ; 
Bela Vista 
,., Mato Grosso 
.,, 
- 
1 
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Bela Vh1tn • M{. 'I'rlb d 
t 	'!d [rgnfofr 	20.11-77 
! 
A. 
Pessoas de quase todos os 
países do mundo estão à procu­ 
ra de urnn ervu que só existe 
no pantanal mntogrossense. Es­ 
ta erva é n Cancero! e Incarol 
que misturada oom o cipó roxo 
"f 
conlc1<lo., nnlou de tomar a ml­ 
lagrosa erv mtvgrossensa de­ 
coberta pelo :u·que6logo urgon­ 
tino libanêr. Abdalt, Sain, aluul­ 
mente radivado na cidade de 
Beha Vi±ta em: Moto Grosso. 
Ili cinco uno· atrás o 11r­ 
qtieóJC,go, i.paixonado pelu nutu­ 
rílza, começou a pesquisar diver­ 
sas rulzec; di5eronte>s da l'uuoa do 
puntanal motogrossense e, depois 
de inúmeras pesquisas e tentutl­ 
vus. conseguiu um milogrn: uma 
pessoa já condenada conseguiu 
,., reeupel'ur depnis de apllca­ 
çõ. s constantes da erva. A l,a,;c 
principal da i!lfusi.io é a raiz 
crrncornsa que é fervldn junta­ 
mente com o cipó-rei {que eou­ 
tem um suco roxo, da[ outro 
nome: cipó-roxo). E!;tug plantas 
só !Ião encontraàns naB malas 
virgens daquela reglúo do Eatado 
de lfato Grosso e apenas pes­ 
soas que conhecem muito bem 
o terreno podem colhe-la em seu 
habitat. Ao origens desta desco­ 
berta remontam à i d a d e 
s e 1 v a g e m d o coutinente 
nmerlcnno. Os indígonao costu- 
tJ 
J 
Um desse» que chegam ficou impressionado com a 
bimplicidntlc do lui:nr. No cnminho as cidades tinham 
o mesmo nspcclo, aquelns mesmas características e urn 
ro~eiro quuse mon610110, Era verão, bastante sol. a~ ru• 
as quentes e com muiln poeira, e naquela noite da chc· 
,:ada o. c:insuço levou-o para a cama e dormiu. 
~o dia ijc:;uintc foi à casa de seu amigo, vier:, de 
fora e peln pt·imcirn vez conhcrn eetn cidude. Tomou 
• nlgucs bnnhos no gostoso Apa, passou pelo Paptto, fot 
no cinema, tomou uma cerveja no Çinelundin. atravctõ!-OU 
n ponte, até tentou n sorte, comeu um bife coberto 
com queijo derretido ou churra,queou '"'. Gaúd10, foi 
• num baile no Pedro Hufino ou no Ilelav1stcnsc, num 
2I dia que era Domingo assisti à missa e compareceu na 
_cd quermesse, ouviu Saudale ou Paraguaia Linda •••• con- 
'('Í· f --..,.ida mm-lhe pnrn uma feHan,;a 
O 
de nni, cr;:írio ou 
-por r.a.bamcnto e começou u gostar de tudo e qun,e todoJ. 
+p]»] Muita coisa haveria de fazer e do gostar naturalmente. 
Mns o que mais lhe chamou a numção, não foi n stm • 
! plicidu<le e o desprendimento, e sim um _húb(to. Quan­ 
do me chamou n atcnçiio puru esse fato liguei-o logo 
parn o ato de se comer o chnrru;co com mandi6c 1. A 
minha i:erte7~~ era plena e arrisquei logo :, afirmnçãn: 
é a mnndiocn ... ? 
- Nilo é a mandi6cu, pois ela dr foto é i:ootoso e EU· 
bstitui em sabur e em ucomp:inhamento o pio, O <JllC 
ele foto me intrinarn foi o hábito do tereréé. 
Aí, imediatamente retruquei, defendendo afinal um 
c.>stumc aceito e repetido através dos tempos nao n 
ta área restrita, mas através desses dois estados hndct• 
ros recentemente ,livididos. Surglu o diilogo. 
-Voce é d;t11ui. companheiro, não entende ao que 
me refiro. No cnr.nnto não compreendo como numa ro 
da heterogênea de pessoas amigas todos suguem daquele 
mesmo liquido contido em um recipiente com era. 
Retruque, imediatamente tal argumento, frisando q 
essa maneira de tomar, tratava-se de um cerimonial, 
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l 
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• . + « w«nos««é 
ou cipó rei • pode curar diver­ 
sos tipos de Cfincer conforme 
ficou constatado por diferentes 
testemunhes, de vários lugares 
do muodo, que já estavam con­ 
denadas à morte, com seus dias 
Curam Câncer do Mundo 
MAIS ESSA ... 
de uma conduta de longa data passada d· pai para fi­ 
lho, próprio dessas bandas, umn nnturnlidade. 
. -Não me refiro a tradirão, mas sim o aspecto perni­ 
cio«o, o processo maligno de transmissão de doenças 
contagiosas. 
Até es.e ~nomento_ não tiohn notado a conotação da­ 
<la 'pelo _11nn_go e mni< uma vez, querendo ir além. dc­ 
monstrei minha dúvida pela segura afirmação ouvida e 
conttnue1 a escutar. 
Poi,; hem, êsse h:íbito determin:intementc não é 
salutar, não pelo valor do chá, da erva, nem talvez do 
ruc1p1cnte, nem tào pouco da árua e sim pela mn.neira 
propicia de se aJ,,.trar ª"" o:itr;;s a enfam,dadc de um 
Aguçou_a minha percepção,e desta feito, esse meu amigo 
médico já tomava ares técnicos e continuava a investida. 
Em tempos atuais, coa essa poluição ambient.nl, com 
esse» grandes aglomerados de pessoas, são toradas me­ 
didas, inclusive fiscalizadoras, pelo governo, carne 
enrolada em plaet1co, frutas Mcondi.eionadns, líquidos 
ensacados e engarrafados, .., visando alcançar um grau 
maior de higiene, assepsia, em detrimento da propaga­ 
çao. de. d?eoças que afetam significntivamcnt.e a uúde 
do individuo e de ,ma .fumília. 
A~orn comecC"'i a eate_n_der, e qu.n.se perdido com oa 
meus pensamentos, ouvi a exclamação Sensacional ... 
Que coninuem com essa tradição, csa necesidade mas 
cada um com os seus apetrechos - uma cuia, uma 
bomba, a chaleua, pode ser coleti,•a e continuem com 
os_mesmos papos, a mesma roda e o mesmo h.5.bito. 
Fiquei matutando, que "cara" pra falar coisas difíceis 
e inventar problemaas. A noite levei-o à rodoviária e 
quase expliquei, para ele, as virtudes do tereré, - mata 
a sede, congrega, é genial,_é tradição, um hábito, até 
quem não gosta toma... Ma o J.inho ern que o rru­ 
mento dele era outro,. talvez rua.is acccssirio, não ;t'Í. 
Embarcou, ab:mou da Jand11· e me deixou com O pc 0 
da dúYida... NO!'iO APA • 
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mavam usar estas planta para 
a cura de diversas doenças. 
CONIIECI1ENTO JND(GENA 
O corrbPci11ien1o de Ahdala, 
veio ele GUf.l gruudu cxp rloncta 
na rerrillo em quo esta ervas 
brotam, nos pantanais virens e 
desabitados. e de sua couvlvéu, 
ela com OI' indios qulrirl do 
Cbaco Argeulinn e com os Gua­ 
ranis da Fronteira do Bra li oom 
o Pa rn p,un i. 
a casa de Abdula exite uma 
ala que é chamada de xala dos 
mlluf!n•s. Esle cômodo u li t A 
cheio de fotogr..1fius e outras rt-­ 
l!qulas que comprovam o pc.dcr 
milagroso dat! infmiões. O clp6- 
rei foi encontrado. primordial, 
mente, no Chuco Argentino maa 
depois do várias pesquisas e 
de verificar que os morudore?t 
da regmo do p1rntanal utilizavam 
ralzl:'s purn aliviar suas dores e 
11arat· tumore!l acabou por achar 
as mesmas ervas nas vizinhança 
da cidade de Bela Vlala, onde o 
arqueólogo reside atualmente. 
A crrnl!orosa foi juntada à lnfuailo 
por suas pr<i°priedades cicatrlzan• 
tos. 
Abdalla é cnohrcido entre o 
povo da região pelo carinhoso 
apelido de "Papito" poiR nilo 
cobra nada pelos remédios ts 
aplicaçõoa quo faz nos doentes 
assim como presta atendimento 
11 qualquer pessoa que necessi­ 
tar da erva com qualidades cu­ 
r.ativas. PAPITO pede a todo:1 
que preclsarem do mcdJcome:nto 
paro que e,crevem para sua. cf• 
dade natal ;:o seguinte endereço 
Rua conde de Porto Alegro n2 
179 - Belo. Vista Mato Grosso 
(Notícias Populares, 11/1l/7i) 
r. Ivan Afonso la e sfa 
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20-11-7 
Bela 'Ista - Mt 'I'rlbana da Fronteira 
) Edital de Citacão 
) do 
Ilcpúblit-a Fc,lcrntin do Brn!ll Estado ~e lato Gro_,. 
lia Poder J11dici:írío Comarca tle Dela Vutn Carl6rio 
do l' Oficio 
O Dr. João Carlos Braudu G11rcin, Juiz ele Direilo 
da Coniatca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, na 
formn dn Lei, etc ... 
Faz Saber, qne por este Juízo e Cartório do 1• Ofi• 
cio, tramuitn os nutos de llcín1c:;roção de posse u, J.10/ 
'76. requerida por lido Luiz ,la Costa e ua mulher, 
contrn Djalmn Cbnvcs Corre11, do teor .eg111111~: Exm, 
Sr. Dr, Juiz de Direito dn Comnrcn de Deln Vista Mt. 
lido Luiz da Costa e rna mulher Rita Cândido da 
Oosln, brasileiro,. c11sndo1 enlre ii, proprie1úrio,, CIO 
003.714.161. residentes e clomicilindos un cidade e Co• 
mnrcn de t>ourados, E11.ndo de Mato Grosso, por ECU 
butnnle JJrocurador e nd rugado no final a,1sin~do: (ln~­ 
unmenlo de mandato nnexo nos nulo• no 99/7;,, de A· 
çAo de Re,ci1ão de Contrato da Veudn e Comprn, do 
Oartório do 1' Oficin dessa cidade e comarca, entre ns 
mesas partes), eoru escritório à Avenida Prcside111c 
Vargo», 469 - J.O anrlnr na cidade e comuca de Dou­ 
rados. Estado de Mato Grosso. onde recrbe inlimaçõee, 
vem ~ui .respeitosamente pc;antc V. Excia. propôr, 
co'ntrn Djalma Chnvr, Corrcn, bruilriro, cnrndo, pro· 
prlelúrio, redidcnte e ,!omicilindo no imóvel "Chicà~" 
, an "Taboca", nesse município e comnrca de Bela Yis­ 
ta, Ettado de Uato Grosso, bem como poulve1e pre- 
posto• ou sncee~ore1 do mesmo que acaso ,e encou • 
trem no imóvel, a presente Aço de Posse, fundada 
noe artigos 9'.2o n segui1ite1 do Código de Proceo Ci­ 
vil e demais aplicáveis à espécie, expondo, para no fi­ 
nnl requerer o seguinte; Lo São o, Suphoantes propn· 
etários d uma área ds ternu com 1.621 (um mil e 
circentos e vinte e 11111) hectíires, detcrminads por 
'Parte dos imóveis "C hiciio" e "Tabocn", cadastrada 
Junto ao INCRA ob o n.o 91o.023,0063.392, adquirida 
'por formnl de partilh~ extrnldo doa autos de inventá­ 
rio levado 11 efeito pr,r euc Julzo e Cnrtóno do Se­ 
gundo Oficio, por óbito de Mnnoel Francisco Gonçal­ 
v e I B11rbosll, inventário easc Já 
ter m i na d o e formal de partil11a cm fo•e de 
transcrição. 2.o. Que rdcridn irea, adquirida em fere­ 
reiro de 1974 por eecriturà púbhu de scsuo de direi­ 
to anexadae aos autos acima referidos, foi invadida, 
em nproximad:imente 07 (aete) de Junho do mesmo ano 
por Djalma Chaves C,,rrea que, nilo rc1peitnndo os li• 
mitea cxinentes dn á,·cn pertcccnte, aos aUlores, efeu­ 
ro"n, digo, efemou ma inv,u3o em toda a _propriedade 
pert~eente '1101 mesmo,. Em virtude de tnl rnvaoão, pro· 
pseram os autores aio de Reintegração de Posse con­ 
tra o Réu, ação essa que ficou prejudicada posteror­ 
mcn1c face a ~ompo1I •ão ami"á.vcl levada a efeito entre 
as partes, ocasílo em que o réu adquiri ao» 
11u1orc1 11p·roximadnm1·11te 520 (quinhcnto, e vinte) hec­ 
tnrc• da áren 1nvndidu. obrigaudo-se aindn a rc,pcilnr 
,..,__ n poue dos nlll0res t11 área remanescente, 3". Tal aqui- 
'~~içilo ae deu através de contrato p_aruculnr de compro­ 
mina do venda e compro, que deixou de ser devida• 
mente cnmprido pelo réu nos prnzoa nssinndos, ra:tào 
pela qual pleitenrnm os nutores a aua rcsci•ii<1, através • 
dos 'llUtos n.o 99/75, do cartório do Primeiro Olio10 des• 
sa comarca bem como a reintegr:içiio da pouc na área 
objeto do mesmo, tendo por bem V. fü:cia, julgar pre• 
cedente o pedido de rcacisiio, determinando outroesin 
que a retomada do imóvel fosse pleiteada por ação pró­ 
pria. Tal decisão foi confirmada, à unanrn11dade, pelo 
• EgN"glo Trlbaoal de Justiça do E'stntlo de Malo Grouo, com ll cmc:n• 
t~ 11eguinlc:: Contr.:tlo de Compromino de. Compra e Veada. - Resi- 
1!0 • Nilo p:iga.mc:nlo de r,rutaÇUu • mors. do dc,·cdor • lOC'Otttnos. 
da 1ubordioaç-ão de psgs.mcnto O. outorga da eritura - pelação im 
provida • Rc:,dntle~1c o contuto ele comr,rom.iuo de compr:i e venda 
f1udc q11c o devedor, o.io cumprindo prutação ao _di", local. hor:J.. e: 
modo con,•ecioOAJoa, procur.s unell:& do ctulor c:.umcr-■c: da obriga­ 
ão, invocando motivo inidôn«os para justificar a mora (TJ-MT An. Giv. 
lf845 - Rd: Desembargador ?.llluro José Pereira". tl,o 
Com o tramito cm julgado da sentença proferido em 
J.>rimeira inatancin, coníirmndn pelo Egrégio Tribunnl 
de Justiça, em o6 de 1c1embre de 1976, tornou-se o 
rcqnerldo Dj.tlma Cbavca Correa, anteriormente quali­ 
fic_ado, e ntó aquele dia possuidor de boa fé, cm pos­ 
euidor de má fc, uma TeZ que, reecmd1do o contrato, 
Prazo de 20 Dias 
do, cria t!le devolver os autores a posse da área aos 
mesmos pertencentes, devolução essa que não ocorreu, 
embora procurassem o autores reaver a mesma. l+1m, 
caracterizada está data da turbação praticada prelo réu, 
qual eja, o dia to [«eis) de setembro de l976 (mil no­ 
vecentos e «etenta r seis). 5, De acordo com o rtgo 
926 do Código de Proco Civil Biliro. o po+ui­ 
dor 14.'UI o direito a e r 111 ,1 11 t 1 d o n3, 
os»e em cao de turbação, e reintegrado no de esbu 
[í,, E, o artigo 928 do me»mo Diploma Leal, 3ta­ 
bel·e que; E+tando petição iniciiíl dvidamente_in: 
truidn, o juiz deferir!!, •em ouvir o Ileu, u expedição 
de mudado liminar de manutenção ou reintegração. 
6.o. No caso presente, cocorrem_ todos_os requisito 
pnra 11 concossiio da medida initio litis"; Está provu 
dn n posse dos autores, transferida ao léu através de 
controlo de comprnmi•rn de venda e compra firmado 
cm Lo (primeiro) de novombro de llJí-J (l111m mil no• 
vcccnto• e eclrnta e quatro). Está provada a transfor­ 
mação da posse, de legítima em ilegítima, através da 
sentença_transitada em julgado em 6 (seis) de sclem­ 
bro de 1976: Está provada, finalmente, a data de e»bu­ 
lbo praticaclo, ou ej1 a dn111 em que transitou em jul­ 
gado a sentença referida. T.o. As«im,é a preent pa­ 
ra mui respeitosamente requerer a ._Excia. os dignos 
determinar a reintegração 'initio litis' dos suplican­ 
tes na áren de 1.62{ (hum mil sriscrntus e vinle e um 
hectares), determinada por parte dos imóveis "Chicão 
e Tnbocn", eitundo, nesse município e comarca de Be­ 
la Visla, Estndo de Mato Gro~6'J, expedrndo-,e º. com• 
petente mand.tdo de reintegraç5o e, após a efetivação 
da reintegrnção, requerem se digne V. Ecia. determi­ 
nar a cilação através du mandado, pua que o reu D­ 
jalma Chaves Corra, anteriormente qualificado, e re­ 
•idente e domiciliado no imóvel, seja citado, no pra• 
zo de cinco dias pnra conte•tnr, querendo, a presente 
açii<> de relntcarnção de pose, a qual espera julgada 
precedente pa;'a se determinar a rein1egraçiio, ern ea • 
r:iter defini1ivo, da poue cm nome dos autores, con• 
den~nd1>-se ainda o requerido no pagamento das cus - 
tns proccuunis e extra proce•rnai,, perda, e danos u - 
purúvci, em execução, honorário• de advogado na ba­ 
se de vinte por cento ,obre o valor da cauta, as de­ 
mais cominações de direito. I'rote+ta provar o alegado 
por todo o meio de provos ew direito permi1idas, in­ 
clusi,·e e principalmente pelo depoimento pessoal de 
rnp)iClldo, pen~ de confesso, ounda de testemunhas, 
juntada posterior de documento,, Tl6tonas, períciag, 
nrbltrnmcnto e t0dos os dom.tis, em excewão de qual 
quer um. Di à pre1cn1e, pnrn efeitos fi,cnis e do 
direi 10, o vnlor de CrS 2o. 000,00 (vinte mil cruzeiros. 
Termo• em que, P. Deforimento. De Dourados ih, 
pua Bela Vista. em 09 de dezembro de )976 (a) José 
Alberto de Vn,conceloo - Advogado. OAB MT .J.97. 
CIC oo-loo?.771. Certidão de Fh. 35. certif.eo nfinnl 
que deixamos de proceder a citnção de Djnlma Gba,·es 
C orrea. por que aegundo inform:çõea obtidas n:, sua 
sede, e1lc encontra-se anscnte, a procura de campos 
p:ira. compra, no orle do Estado de :foto Grosso, 
razio pela qual não foi citado. 
Dou fé. (a) ?ifario E u ri p e d e • hl ame d e 
O f i e i • n 1 d e Juuiça. Despacho de Fls. 38. 
llecebi beije. Cite·•<> por Edital, com prnzo de 2o ,inte 
dina. Cumprn te. J. p Bela Vista, 18/11/77 (n) Dr. João 
Carlos Brandes Garcia. E, pnra que não Ec nleguc 
Í_!lnorâncin, fui dctcrminndo a expedição do ·prt:sentc 
Edital, com prazo de Yintc diu, por inlermí:dio do 
qual ficn citado Djabu11 Cbavea Çorrea, pnra conlt:stnr 
a presente nçiio, querendo, no prnzo le"al. !ão $Cndo 
conletl4da a ação dentro do prazo lgal, se presumirão 
como verdadeiros 01 fatos articulados pelos :mtore,. 
O presente Edital será publicado na forma d" Lei e, 
nfixado no Forum local, no lugar de costume. O que 
Cumpra se, Observadas as Normalidades Legais. Dado 
e passado nesta cidade e eomnrcn de Bcln Visla, Estado 
drt Mr.10 Grosrn, ~o• dezoito dias do mes de noTembro 
do nno de mil u.:iTccentos e •etenu e sei-.. Eu, ·Pedro 
V da Silvn, E,crcvcnle Jurnm..-uudo, o datilografei • auino 
• Dr. Joào Cnrlo, Brandes Garcia 
Juiz de Direito Em Sub,tituiçiio 
si 
Hegi, . .ilitar 
R 
ofx rft U 
4 D.C. 
x rclt 
JO' R,C. 
à 
O 10 Regimento de Cavalaria, devidamente auto­ 
rizado pela 9o legião Militar, venderá diante lei 
lão, no dia 05 de Dezembro de 1,977, à, If:! hs na 
sede do legimrnto. sito, à P'raça Cm. Pedro u­ 
fino, o material baixo: 
6,0O (eis mil) Sacos de anisgem ao preço mini 
a~ CrS 5. I0U,00 (, inro r.uil e <JU!ltro•·e1110: ~-ru,c:lríl~): ' 
50 (einroenta) Saco« branco o preço mínimo de Ur 
:;s,oo (Cincornln t' ciril'O ('rll/t'ln>~ /; 	. 
250 (duzentas e ineoenta latas vazias ao preço mini­ 
ruo de CrS 600,00 (-ci,ccnto• cri_iniro~ e 
320 (trezentos r vinto) litros vazios ao preço mínimo 
de Cr:S ]60.•)J (C''lltr> ,, •l''-!:fllll 1·r111.1·iru,) . 
O material acima poderá +er visto e examinado e 
los inten'•;c«lo, d,: 2.u :1 6 u feira <l:u (JfJ:oo is 16,oo 
horas, até o dia o3 de Dezembro de 1977. 
Hcaliza,lo o leilão e declarado vencedor, o urre­ 
matante será convidado a recolher de imediato 2o o/o 
(vinte por c.-oto) tio lanr<! de arrr1111le e completar o 
restante no prazo de H} hs, pcderi s o quiser reco­ 
lhcr o total do Janet• de imediato. 
O rnnt,•rial será entregue ao arrematante após reco 
Uiímeuto do 1111al do lancr mediante lermo de entre~ª·. 
Se o rrematante não recolher o retant 
do lance no prazo e,tipnlado, perderá o sinal de 2o alo 
(vinte por cento) pago por ocaslão do leilão. 
Bela Vista. ilt, I8 de Novembro de 1977. 
Brasil José da Silva Cap Cav Pre·ilente 
Cícero Gon~alves Co;;tn l,o Teu Med, Membro 
Andre Luiz Iios Garcia • Ap Of 1112 dent Membro 
Edital de (orreicão . 
Ordinário 
r 
O Dr. João Carlos B. Garcia, Juiz de Di­ 
reito, em aubstituiçilo legal, da Comarca de 
Bela Vista, no uso da14 atrib:1icões qu~ lhe 
foram delegadas pelo Exmo. Sr. Das. Sérgl? 
}.lartios Sobrlnllo, Corregedor Geral da Justi­ 
ça: 
Faz suber que designou os dius r e 2 de 
dezembro, &.s 8.00 horas, para inicio da Cor­ 
reicúo Ordinária a ser relizada em todos os 
ofícios o serviços sob jurisdição, fnclusive 
nos serviços da Polícia Judiciâria. Con­ 
vida-se Autoridarles, Membros do Miniotério 
Público e qualquer pessoa do poVv que . te­ 
nha reclamações n. fazer contra irregularida 
eles em qualquer Cartório ou serviço da Jus 
tiça, inclusive prisões e Delegacias ncercé 
do procedimento eu atividade funcional Ja • 
pessous subordinadas à Comarca, para apre­ 
sentarem-nas nos dias, horário e local fixa­ 
dos, durante o expediente normal d9 For~, 
sob panu de não serem recebldoc postenor­ 
mente. 
Os Senhores Escrivães de Paz e Juízes de 
Paz cl.os Dl11tritos, bem assim, os senhores 
cartorários dos municípios deverão compa­ 
recer também, nos dias, local e hora que fe­ 
rem designados com todoõ os livros, para a 
coneição. 
E para que ninguém n'legue ignorância, 
mnndou passar o presente edital que será pu­ 
blicado na forma de coi-tume. 
Beia Vista, 21 de novembro de 1977 
Dr. João Carlos Brandes Garcia 
Juiz de Direito 
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l."Hta _. _i'v_tt_, __ ..:'l;..;,'ribuu í1 da Fro n teJr r 
[7 
Nº 220/77 
Interonuudo: sr: Oovnldo Turlol, PL·eaideote 
du CO.mnm Municipal de Bela Vista. 
Em 15. 03 77. 
Aflsuoto: Licen~a Prefeito nomeado, em 
prorroguçüo 
O Sr. 
1
Jsvuldo Turlnl, P1·esidonte da Cârnnrn 
~!uniclpll dtl Bela Vl11tu-:'.lt., solicita parecet· 
com reforênch, a prorrognçüo de llcenr,:a pu­ 
ra tratamento do saúde do Prrf<-ito daqu:·lc 
Município e se há um limite máximo pura 
se conceder liçença. Deseja, ainda, saber a­ 
té qunndo o município continuará pagando 
subsidios a o Prefait•; Jíccnclado como tam­ 
Mrn no Prefeito em exercício. 
Em at<:mdimento-i., sclicltaçúo esclar2ce­ 
mos-lbe qne a licença para tratamento de saú­ 
de constitui fato eventual e previsto na Lei 
Orgtlnicu dos lIunicíplos (lei nº 3 770 de 14.· 
9-76}. 
DetE>rmina o urtigo 42 da lei supra c!tadn: 
Art. 42 - O Prefoito podará licsnr.iar-se: 
li- Quando it:J.poss!bllitado do execicio do 
cnrgo, por motivo de doençu, devidamente 
comprovada. 
Parágrafo único: Nos casos deste urtigo 
o Prefeito licenciado terá direito uo subsi­ 
dio o verba de representação. 
No caso em tela vê-se que a licença ra­ 
querida pelo Prefeito onconh·a ompP.ro legul, 
vez que o atestado médico comprova neces­ 
sltnr o mesmo ficar ofustado de suas ativi­ 
dadea normais pol' mois um período de 60 
(sessenta) dias. 	. 
Não prevê a Lei um limite máximo em 
que o Prefeito poderá ficar licenciado, quan­ 
do n licença é para tratamento de sua saurle. 
Enquanto durar O afastamento do Prefeito, 
nfi..: só ele, como também o seu Eiubstlluto 
conUnu11rã~ a receber seus subsiclios, confor­ 
me determina a Lei. 
Receb<'lmos correspondência da Prefeitura 
Municipal de Bonito. esclarecendo a JJota 
Inserido na colu;;a É, Poi,; É ... de 3o de outu­ 
bro, a reapeito du doação de um terreno pa­ 
ra a agência do Banco do Brasil. Diz o par­ 
iu-voz do Pt·efeito·' ... quando o Pe. Roos­ 
Vell Só Meddros assumiu u Prefeitura, em 1 ° 
tle fevereire do ano em curso, não encoutt·ou 
quaisquer documt?nüJção legal doando uma 
área de terrus para que o Bunco d_o 
Brasil construisse a sua agênclu nu ci­ 
dade do 8011ii.o. Na rua Pilad Hebuú, esqui­ 
na com a r1;a Saut'AnncÍ do Puraiso. exliltla 
um lote de terra com Goo ruettos quadra­ 
dos remaues..:ente de urna área, da qu,ll fora 
tlonda, em ndmini':tmçfí o nntedor, uma par· 
(e para a construção do prédio .destinado aos. 
Correios e Telégrafos. Porém, o Banoo do 
Brasil, através de pessoas credenciadas, cste­ 
e na cidade e entendeu ser o terreno insu­ 
t 1 e l e n te p u r u a c o n s t r u ç _á o 
dn. ngêociu. Aos fundos, onde aoterior­ 
tnentt, exfotiam as gm·ugens da Preieiura, 
havia out1·0 lote que. nn realidade. podei-tu 
Ser anexado ao pl'imeiro para quH ulcançan­ 
} as dimensões pretendidas pelo Banco do 
Brasil. Et1tretanto, IUC'Smo. ussim, aquele 
Snco não o aceitou, pois quo o tenono 
lluo u.lcançarb us üxi_gêuci::i.s _ de seu tkpur­ 
i4manto de Patrimnonió. Configura-se, deste 
E}"do que o informante do articulista,_seja 
6. ele quem for. ugiu de má fó, pois que u 
.:loo.ção uiio ex.i;liu, nem na u<lminl&lraçüo 
Prior ou em qualquer tempo, desdo que 

on1to tornou-se município, cm 2 de outubro 
1e 194&4, 
'.:0-11-77 
:,J 
A aludida área, que proteo,wmnnte fora 
doada ao Hanco do Bl'asil, unc•xada uo loto 
dos fundos, porfuzcocto um total do 1.0li2 
metros quadrados, foi permutada com o Sr. 
Agnol C:i.rneiro dll Ollrc>lrn coororrne u Lei 
Muuicipul a~ 2/J.3/77, de 18-4-77 drvida­ 
monlo aprovada pr.lu Cümnrn J!uolclpal. Em 
trocn, o s:-nhrr Ag-nol Curo:ilro dv O!lHiro 
o pt!Cutulsla u quem SJ rcYr.re a nota, doou 
à Preinilura Jiuniclpnl do Honilo uma ún•a 
de terras CfJm 7 (sete} ilt-ctareo (70.000 me­ 
tros quar!rado1;}, dellrnembrnda do sua ''fa.­ 
zen'a Mamai :", no Bairro Planalo, coIJ­ 
forme r:scritmu Pública do Permut!l, la vru­ 
dn no Escrivão de Paz do Bonito, em 2 do 
mulo do 1977, o registrada sob o nº 583, lí­ 
vro 2. em 4 de mbia de 1977, no Cartório 
do 2. Ofício de Aquidauana. Essa permuta 
foi feita no interesse do Município, pois que 
a CrSEIAT- Companhiu de Silos e Arma­ 
zén8 de Mato Grosso, [JUra u constn,çilo de 
um armazém em Bonito exlg-hl uma área de 
Go.ooo metro;; quadrados. 
Essa área de 70.000 metro& qmdradoo, 
permutada com o senhor Agnuol Carneiro de 
Oliveira, foi declarada de utilidade pública 
e desapropriada em 27 d~ a!)riJ de 19í7, a­ 
través do Decreto nº 005/77., e, pelo mesmo 
Instrumento, desmemhr&da, de acordo com o 
P.rtigo 2º nº 1, do Decreto nº G2.i'iü4, úe 8 de 
abril de 1958. Do dcsmembramouto acima 
referido, 60.000 m?trof' l']U'.!drad0f; f0ram <lo· 
ados à Companhia de Silos e Armazéns de 
~luto Gro,;so - Cast>mat, pura a construção 
de seu armazém, obra j iniciada e qm, mui­ 
to virá benoficiur os ugricultoreu da região. 
A. área rc>mnneacente, ou seja 1 (umJ hecta­ 
re (1o.00o metros quadrados), foi doada •à 
Contrais Elétricos do :lato Grosso - CBMAT, 
para qu~- nele. constl'Uu a sua 5Ub-estuçã.u 
uboixudora, a fim de que Bonito, n m:.rtir· 
de junho do próxima ano, po,;su ter um per­ 
f'eito sefviço de luz e força. 
P e d r o P e li ro I r n. 
Nioaque, 17 de Novembro de 1977 
Distinto Jornalista Ivaldo Pel'e_in - Saúde 
e Fraternldnd~ ! 
Agradeço-lhe, oeasibilizado, pela mntéria 
publicada em seu prestigioso jornal (edição 
de l3a l9 do corrente, assinada per Pedro Pedreire) e 
que diz respcilo a minha humilde pessoa. 
Redrnente o Prefl'ito Municipal de Nloaque 
gaohn 3 mil cruzeiros por me;:. Herança que 
nos Iégo11 a Càmara ;lunicipul do mandato 
pssado, a quem cbe, por le!, fixar os hono­ 
rários tio Executivo pura o quadriênio seguin­ 
te. Da fato, joYem jorn1:1listu, é de se perguri­ 
tur: Q,:e o Altsvir Vai Fazer Corn Tras HiI 
Cruzeiros Daqui u 3 Anos? 
Atruvós das pnginas da 'fribunu da Fron. 
teira ngradeço aos nobres Vereadores Oildes 
Mornes de Souza e Seb:1stião Ferreira Gomes, 
respectivumeute Presidenta da. Câmnrn ~:uni­ 
cipal ele Niouque e s-~crctúrio da mesma C:rna 
de Leis, que. por iniciativa própria, forrm ao 
Decrao à Consnltorlíl Juridir.n. da Se:1!:uu, 
tentar cor:igir ums incongruêucia desta natu­ 
reza. Cumpro ressaltar qe. cumprindo o 
·rea.ju,;te st1!urbl de 40% um SecroLil'io da 
P::-at~iturn G<1.nhn CrS 6 1-15.0fl. enqu·mto que o 
clleie, aquol,, que o paga e que t'! o re~ponsú vel 
por tudo no '.1lunici:p!o, uiio c-bogA ;i ganhar 
a melnrle do que ganlum seus assessores 
diretoo o lmediat(•S. 
O qu p:.m os ou Ms eon:•t!tui um rnsullo, 
rnra mim ó um f to norm:11. ~r.~ :no porque 
eu iui e:;c;1, riU1:: do na oiiciiln do sofrim1>n- 
10. C:om :1 ~Iil Cr.iz,•il·os um pal de frlmiliu. 
como eu não pode viver. Mns pode uorer 
com ho,10,itii'ludc-. 
Doni10, 07 ,fo uo, embro de 1977. 
Of. llo 199/77 
Do: P'refeito Municipal de Ionito 
Ao; 5r. Ialdo Pereira 
DD. Diretor Ievpuns4vel da Tribuna da Fronteira., 
Oda Vi.ln - ;II!, 
f'rc111r!o ::ic-nhur:- 
Estranhanxos sinceramente a veiculação, pelos 
pre-tigio+os órgãos de imprensa da Orjivap, entre ele 
a Tribuna da Fronteira', de notas obre a no+sa ndni­ 
ni/traio à frente da Prefeitura Municipal de bonito, 
todas elas completamente de-provi!a de quaisquer fun. 
dai.sento+. 
Sabeu,o, njo •er V. Sa. o re,pon,:11::I ptla• opini­ 
ões emitidas, uma vez que, segundo o expediente, e»> 
tão_sob r-pon-abilidsdé do r. Pedro I'edreira, que 
a+ina a coluna E. Pois E.... 
_í;o cnla11lo. como ,.ru:prc uwuti,ernOil relaç<Je, mais 
que cordiais, e+turnos reretendo, junto a etc, uma co­ 
pia de n•,,or, re-postu, foun pel:t ~ccretunn de Adwrnu• 
tração, encaminhada diretamente ao responsável pela 
nota c qu eperamos seja publicada no mesmo e·paço, 
conforme precitua a legislação que regula o assunto. 
ser mais para o momento, certos de que pode­ 
rno.i; cnntnr co:.u eua uleuç.üo. upr0Vt'llamo, o eniCJ0 
para apresentar.lhe nossos protestos de elevada estira 
e distinta consideração, 
Atenciosamente 
Pc. Hoo-11dt !iú mc<lcir••• 
Foi f-xtra vlada uma bolsa contendo todo!! 
os documentos pe,soals do Sr. Antino Lopes 
CartE>.ira de !dentidndo cxp~dlda em Bela 
Vista. Carteira Nacivnal de Habilltuçüo expo• 
dldn pala. 18ª Ciretrau, Titulo de Eleitor e 
r,pp e documeutoB do Dodge Dart PI a c a 
AE- i807 Cucnpo Gro.ade • Cor • BGW - 3 - 
Ano 1Y71 c1fodelo LL ::!3 Motor 318 P 21211 
Serie - GO - 17760 
Publicação que se faz para obteoçfio de 2., 
Via 	• 
CarteirnNaclonal de Hab!IHnção Pront. 11º 
200 827 aul 000 8581 RG 415.700 Expedida 
pela Ciretran de Gula Lopes da Laguna. 
Francisco iI. da Silva Rua Corumbá, 42 
Jardim Mato Grosso. 
Publicação que se faz para obtenção da 
2!! Via. 
Paulo Roberto 8. Boeir .. declara que foi 
Extraviada sua CNH, ne 00 12066. PBU 20092.8 
Publicação que se faz para obtenção da 
2ª VlcJ. • 
Tribuna da Fronteira 
- • SEMANÁRI0- 
1' U N D A D O EM 25/2/72 
Red,tor-Cbcfe Ivaldo Pereira 
Os artigos publicados cor assinaturas 
elo• uutor<:5 1üo tr;id1tzem w, opinião do 
jornal. Sun publicaçilo obed~ce a.o pro­ 
pósito do deha.te do, prublewlll man.ici 
pais e de refletir a diversas tendências 
do pcn<ll1Ile1110. 
Tribuna da Fronteira é uma publicação 
d:i O!Ul"APE- 
CGC-~IF: 03.200.,631011111-7 t 
Assinatura Anual B V. Cr$ 200,00 
Dcmlli• t.Luniripio! Cr:, 7.50,00 
Hedaeio e Administração K. Duque de 
C.uia, •/11 .Bel.:,. 'iw, - llii:u Gr..ue 
Oíirin:i: Ru:i Duque de Crias s/'n 
Bda 'i-t.1 	:U..10 Grouo

B81& Vista• Mt. TTibuna dn Fronte:.,:lr:.:.::a::__ 	_ 
;:;.;.:;,:.:;;,_..;_;;~;.._---- 
• 
Tratores Valmet e Colheitadeiras SLC 
Tão cerfa 
s.é .- quanto a chegada 4 
,9r das estações é a $ 
• 1 presença da Assistência 
j iécnica Vaimet. . : 1 
,.,,., , ,J· 1 í 
I 
Além de utilizar a mais avançada tecnologia para • 
/: ·' • • ~~] ' • fabricar tratores brasileiros, a Valmet (az: questão de manter 
• ··,' r •• J 1; 'um perfeito serviço de assistência técnica. 
_6. •
1
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i r • ' Os mec:.inicos recebem treinamento na própria (áb_,,ica, 
-.:.-, ,. ~ , ., 
'.j .: , 
1 
alravés de cursos intensivos e altamente especializados qL',e 
~ J cobrem todos os setores da mec:.inica. 
j _ J Todo esse conhecimento é colocado a serviço do 
• : •• - :- • 1 , .· agricultor através da rede de revendedores Valmet que se 
: ·} ..iiia de equipes de mecânicos e frotas de veículos para 
1·. • 	• prestar atendimento direto no campo. 
:: ' , ... 7- _-:::;-~-;:::::::i Conhecimento técnico, peças originais, ferramentas 
, r·=-~.....:..-----=-- adequadas são a garantia que o trator Valmet sempre estará ao 
•• seu lado trabalhando .-------------, 
1 	pelo aumento da 
.,_. t ...• ·j produtividade. 
,.,. .ç, i. Confie na 
• ! ✓);, ('~ (, ~I •. • Assistência Técnica 
• J.r-.._}.-·"" f:: ·•,~ Valmel. Uma presença 
·------· -- -- tão certa quanto 
a chegada dls 
estações. 
1'2filQ~~~ 
~e." r Ct..-irc:..:- e. rrr_-, 
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.,,.. ,.... ...,.. _ 	20/11(77 
A toxíconrn11ia, <JIIC nos dias atuai» se ulustrn sem 
repeitar p a í s o u continente, envolvendo o mundo in­ 
teiro; so uz presente un nosrn wcit!dnrle, dt• tal fornu, 
que ndo podemos observá-la passivamente. E preciso 
que ajamos em defesa dos nossos filhos amigos, En­ 
tretnnto, não é uma tarefo fácil, pois são muitos os 
países e governos que não tem poupado esforços rrn 
co11trolá,Jn •em, no cntnnto, obterem rcsulrucl"• sutis­ 
íutórins 
1
a luta que é truvadn pclu rcpre•FàtJ aos tóxico•, o 
ideal seria que e conseguisse interromper o fluxo nn• 
tes que ele chel!nssc no consumidor, se;a ele um vici­ 
ado ou um curioso no mundo elos tóxicos, o que im­ 
plica em 11u1 , icindo cm potencio!. 
Essn cudcia, deYemos interrompê la cm algum dos 
seus rios, que vão desde as fontes de produção nos 
centros de consumo, abrangendo um mecanismo ussás 
complexo: pr•>clutor; interrn"ediúrio nn fonte: trnn,p,ir­ 
tador; traficante; passador; viciado e, geralmente, do­ 
lesentes curiosos que, por nlgnm motivo. senlc1n•1JC 
com vontnde de dentrar ao muudo dos tóxicos. 
Talvez cja a focilicla<le de cornunicuçilo e u abun• 
dânciu de velculos ,!e informuçilo que eferecem farta 
mntériu sobre tóxico•, dc,pcrtundo, no ndnlcscente, a 
rnrio,idnde e n Yontade de conhecê-lo, oomundo u lsrn 
a fncilidudc <lc obtençiio, o que dará a ele, principal- 
' mente no quo tenhn distúrbio ele condutn, n oportuni­ 
dade de cntrnr cm contato com o tóxico e che~ar nté 
o ,leio. 
E, portanto, sobre o adolescente que se deve agir. 
Sabemos que a adolescencia é um período ingrato por 
ser urr estágio de instabilidade e transformação física 
e psíquica de suma importância e que e caracteriza 
por fluxo e refluxo de sentimentos accntuarlos <lc nmor 
e ódio; <lc infcrioridnrle e mnnia de grandeza; de hon­ 
ra ~ desonra; de purezn e mnhlarlc; de outo-rnficiência 
e insegurança; de religiosidade e descrença; de alegria 
exagerada e tristeza; de esperança, com Idéias aventa­ 
reiras, ou rlc <lc fmimo. l'..nfim. é a pedro:, lapidorcorn 
a formação da personalidade, cuja liberação do jugo 
familiar e a separação dos primeiros objetos amorosos, 
a.rnciados no dcscobruncnto dos difucntes don:lnio• 
da vida e do ego, nbrcm um horizonte iruprcvish·cl 
mas muito bem controlável pela higiene mental. 
E preciso que e identifique, no adolescente, as 
cansas de distúrbios _no comportamento, sejam elas 
consentes ou organicas, pois é uma dessns causas que 
forá com que ele não apresente uma conduta normal. 
l'~ra cxcmplificur melhor, citarei uma cousa de distúr- 
bio do comportamento do adolescente que está relaciona­ 
da moda com fatores de suu infância• como 
J?Uis autoritários, rígidos e castrudor~s. isto 
e, pais com excessiva autoridade, que gover­ 
nam os ftlbos exigindo cleles perfeição e 
obediência a bsolut11 que é. em geral, a princi­ 
pal causa dos distúrbios no aduleo:cé'nte. A 
criança reage, muitas vezes, com submissão 
a esses excessos paternos, mas fica sempre, 
no fundo, um sentimento de revolta que po­ 
derá aca;-retar ambivalência como a indisci­ 
plina, revolta pelas aut'lridades levando até a 
delinquência, agressividade à 'sociedade to- 
xicomania, etc. , . 	' 
Quaodo acontece haver puoiçfio física, en­ 
t~o será pior, pois esses defeitos já citaoos 
vao carregados também de sadismo e às ve­ 
zes, de masoquismo. Ser bom pai ou boa 
mae é m~t~ dtflctl que ser cienti;;ta, diploma­ 
ta ou po.1ttco e, com moderada razão é a­ 
tribuido aos pais o sucesso ou fracasso dos 
DllioL 	• 
Existem também outras causas de distúrbí­ 
º" de comportamente que &ão citados, como: 
super-proteção paterna e mimos exagerados; 
falta de harmonia no lar: fatores de ambien­ 
te escolar, educacional, social e cultural; e 
us causas orgânicas de distúrbios de com­ 
portamento do adolescente, como: faltu de 
iniciativa ou vontnde; dependência dos dema• 
Is; impulsividade, Imprudência, exagerada 
sen&ibllidude à critica, etc ... 
Portanto. é preciso que se identifique o 
distúrbio de comportamento no adolescente 
e oriente uma terapêutica para os mesmos, 
pois evitaremos, assim, não só a toxlcuma­ 
nia, como a marginalidade, u dificuldade de 
adaptação ao trub•1lho e à vld11 conjugal, 
ete. .. E a melhor arma é a higtêne rr.ental. 
No resta dúvida que. se possível. devemos 
corrigi os defeitos orgâniccs que, embora 
não sejam tão frequentes como os psíquicos, 
uma vez suprimidos, seriam um fator a me­ 
nos na constitulçáo de complexos. 
O actolescente é sensível à Inferioridade 
física. Deve.se ai;onselha-lo pondo em evi­ 
dência o problema do belo a do feio como 
questão individual, fazendo-o comprec-nder 
que certas pessoas são bonitad pura uns e 
feias para outros. e vir.e-versa. O nanismo 
afeta o adolescente que nspira ter uma este.­ 
lura elevada. Devemos esclarecê-lo que o ti­ 
po do brasileiro é de estatura baixa e a 
compreensão dessa questão fará com que 
ele aceite u1elhor a sua vida oa sociedade. 
Quanto ao complexo de inferioridade social, 
é importante que um bom col!selheir:, mos• 
tre-lhe a realidade da soeiedade e não aque­ 
la sociedade que ele vê com olhos utópicos. 
Tambem devemos cuidar dos htores que 
favorecem o bem estar físico do adolescente, 
como a boa alimentação, dormir de oito a 
dez horas por noite, o exercício ao ?.r livre 
e a higiene Sexual, pois são fatores que cen­ 
correm para o sadio desenvolvimento intele­ 
ctual e da personalidade. 
Fácil é gera r um filho, p o ré m, 
d!fír.ll, é e ri ar um v e r d,a d e i r o ho­ 
mem. A erucnçào para na vida é obrn elevada e árdua 
poucus são os pais que cstào preparados para tal lJ!re­ 
fo a l se dedicam com o necessária seriedade. A s 
mulheres, principalmente, deveriam aprender a ser 
me antes de o eem, pois não pode existir satisfa­ 
çào mmor na vida do que ter filho• que, por virtude 
valor, energia física e psíquica, adquiram posição proe­ 
minente e agradeçam aos pais por assim tê-los criado. 
a toxicomania emprega-se uma gama enorme de 
substancm <Jlle vuo desde o álcool etl!ico no ácido li­ 
férgico (L.S,0,). Entretanto, no n!cnnce <lo adolescente 
é comumente encontrada a maconha (Cannabis Sativa) 
e a cocaína, por serem as mais nsadas e por _erem 
com elas que o adolescente inicin seu caminho no vício. 
Sobre o assunto pode- se apresentar a seguinte síntese: 
1) Connabis Sativa é um dos tóxicos mais velhos da 
humanidade, difundido em todo arnn<lo e· que afeta 
milhares_de pessoas. A planta do cânhamo produz uma 
substanc1n resinosa e complexa, particularmente abun­ 
dante nas folhas e flores. E«ta substância (: um tetru­ 
hidrocanabinal ainda não completamente conhecido de­ 
vido a complexidade de sua caracteristica química, o 
efeito da Canabis ativa é caracterizado por uma de­ 
pendência psíquica moderada, com pouca tolerância 
ausência de dependência física conhecida, 
Os principais perigos parecem ser: alteração do 
estado de espirito, do jutzo, da percepção e do desen• 
caclcimento do est.nd,, psic6tico temporário, 
Dr. José de Simone Neto 
Doses de T,0 mg ou menos, contidas num só ci. 
garro, provocam euforia, conduta disparatada e ligeira 
distorção sensorial; as cores sr tornam mais vivas, a 
música mais haronio-a, o apetite aumentam lentamen­ 
te; eses efeitos duram_cea de 1 horas, depoi, o in­ 
dividuo entra em sonolenia e, finalmente dorme 
Doses de 1-1 a ) mg provocam os me+mos »intome 
cima citados e mais distorção sensorial e alucinações 
visuais. 
Os efeitos da maconha ão rápidos e os fuma­ 
dores experimentados parecem saber usar uma dose 
que não lhes cause reações de+agradávei». 
Geralmente descobre.se o vicio com n história 
clinica, mna, dificilrnente, um conrnmidor, por vontade 
própria procurará um medico a menos que tenha »o­ 
frido urua crise de pânico e tt:nha bido lel'ndo no rné­ 
dico pelos umwigos ou pela polícia. >u+peita-se do vício 
pela euforia. conduta disparatada, coninntivns avere­ 
lhada+, taquicardia e um cheiro emellante a mato 
queimado na respiração. 
Na into:dração aguda nilo há nect'"o;i<lade de tratnmen. 
to: ,e ocorr•r cri,e de p:inico ou episódio e,quizofn1• 
nico deve-se recorrer à hospitalização até o íi m da crise, 
Parece, t a m b é m que o e o n u 111 i d o r 
habitua-se à muconhu e d e i x a de 
sentir seus efaitos após determinado período 
de uso, procurando, er.tão, tóxicos mais po­ 
tentes, ussim, a maconha funciona como pa<i­ 
saporte para o uso de tóxicos mais fortes, 
que causam maior dependência, tantü Iíslca 
como psíquica, e da qual o vicl11do dificil­ 
mente ~e llvrarr. 
2) Cocuína ta mbem é um tóxico muito u­ 
sado 1:1endo, entretanto. urnnoi< popular que a 
maconha. 
O consumidor usa a cocaína mascando 
suas folhas, t:omo alcalóíd1:1 puro, na forma 
de rapé ou em inoculacão intravenosa. 
Nota-Ele a intoxicação pelo aspecto que a­ 
presenta o consudor. ansiedade, insônia, 
respostas bruscas, aumento dos reflexos pro­ 
fundos, podendo chegar a uma psicose corn 
ilusõPS e alucinações óticas. A cocaína nfio 
causa dependência física. 
3) Ópio, t!XlTaido do "Papaver soniferum", 
da familia das Papaveráces, seus derivados 
contêm os ulca.lóide@: morfina, codeína, pa­ 
paverina, teb11ína, mPconina e narcotina. 
Sendo empregado como medicamento sob 
cuidados médicos, proporciona, aos doentes, 
inegii. veis benefícios. 
A opiomania é o vício de fumsr oa Inge­ 
rir ópio 
Pelos motivos aqui expostos, é que peço à 
nossa comunidade para que nos unamos to­ 
dos, conjugando os nossos melhores esfor­ 
ços e recursos para. lutarmos sem esmoreel­ 
mentos a fim de salvaguardar a nossa juven­ 
tude que é na realidade c baluarte da Nação 
e a continuidade da familia br:tsileira. Apre­ 
goando a nossa divisa de •·cavar masmorras 
ao vício·•. é tempo de demonstrarmos positi­ 
vidade do cumprimento desse lema. 
Tudo o que se puder fazer, devemos fazê­ 
lo, pois todos os sacrifícios são válidos para 
a luta sem tréguas que temos, por obrigação, 
mover cont11a tüo in!idioso mal. 
(NONO APA) 
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Agradecemos_ a Preferência. 
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CLUDE ESPORTIVO BELA VISTENSE 
A dinâmica Diretoria do CEB trcxe a seus 
associados u famosa orquestra Cassino de 
Sevilha. Realmente rol um e11petáculo, foi uma 
noite de eleganciu, u soclety bela vistense 
disso preoente. Personalidades dEi slntns lá 
comparrneram. O ambiente Hnesse vollou a 
confirmar a fama do tradicional. Entre as 
tanlus e tantas• no oslllo andaluz unotl!I. Tei­ 
ma, !.forlley, Beatriz !.11:!delros, Fátima H. Mel­ 
lo, Nells Ve)asquez, Marllete Rodrlgueg, Elia• 
no Chagas. Clássicas estavam: Suely L. Rosa, 
• Marlza Ollvelra, (conga em crepe branco), Ele­ 
cy Ro1111, Auren Rondão, Noely Gunzolli, Ka­ 
tla. Costa. 
Dançn:ide ao som do Cassino de 
Sevilha notei: 
lInneco llliron<lo. Nice, Hélio Dotilnni • Morlene, 
Oscar Salomão - Madalena, Miguel Devalles 
Holty, Veco-Lenira, Reinaldo·:fariza, Dr. Pe­ 
dro Palml~ri-Leda, Adalberto Santana-Ade­ 
laide. Curtindo aquela música ngr:.idá,•el tom­ 
bem marquei: Av, llno-Celeste, Gentil Vurgas 
Zulema, Corumlla Loureiro • Nilça, Sul de 
Barros-Elza, Antc,nio Urbieta-Diva (ela ele­ 
gante como eemp;·e). Monclar e Sra, A thanâ­ 
sio Melo e Sra, M acir Barreto e Sra., Peron· 
dl-Cristina. Não deixaram de comparecer, 
para assistirem o Show da orquestra: Sras. 
Filhinha Dutra, llarcolina Bianchi, Djalma 
Fermina, Eduardo Oeariz - Ana lIaria, La 
Frnnohi-Solnnge, Geraldo-Janice, Edmundo 
Luclene, meus crmpadres que resolveram 
sair da .. Toca'' M.:rques e Elizabeth. 
Baile da Cinderela 
Entre o.bcrto botão, entro fechada Rosa, 
um pouco de menina um pouco de mulher. 
A noite da Cinder •ln Ioi & coufirmoção de 
tão belo poema. Onze debutantes, onze bo­ 
tões de Rosa: Zul ika da Silva, Yolanda Gó­ 
es, Eliete Bonitez Nunes, Tunla Rute Ossuna, 
Flora Maria Velas quez, Elódia de Souza, Mª 
Vilma Cabanhe&, Mima Fleitas, Dalva Flores, 
Alcindu Alves e M Evanilde Cabanhes 
A essas meninas moças nossos t::inceros 
dosejos que seus lindos so.nhos se realizem. 
Bodas de Prata 
Foi ·comemorado no dia 12 a noite, com 
Churrasco as Bodas de Pro tu do casal Juli~ c 
Ev. Vieram parentes de Aqutdauana, Jardim 
especialmente para esse acontecimento. Foi 
uma noite baslnntc alegre p,u·a o casal e 
eeus famillare Dr. Curliohos fez um emocio­ 
nante discurso homenageando ,Julío e Evr •• 
A vocos nossos paru bcus, por tiio !lndu. 
comemoração. 
IBJ(ill 
Bela Vista viveu momento emocionantes, no cumpo 
esportivo, no dia 15 pp, qnnndo oqni estiveram os se­ 
nhores Carlos Orione (Interventor dn CBD) e profs­ 
or José Maravieski (Delegado da FMD). Na oportuni­ 
dade, foi realizado um encontro, no Clul> EFpnrtivo, 
das Liga, do Sudoe11c com n prescnçn de representan­ 
tes de Aquidouann, Bonito. iliron,h. Rio Negro e A­ 
nutó.cio. O professor Maravieki proferiu uma palestra 
a respeito da Nova Federação e suas implicações no 
meio s6cio-poHtico do Sudoeste. Ao Dr. Ely de Araujo 
Barbosa, presidente da Liga E,portivn lldaYi,tcnse as 
nossas congramlnções pela promoç.o. 
• 89-<< 
J6 se comentn que II decisão d:i 0:,rnarn Municipal 
não foi de ncordo com a Lei, isso no caso do pagamen­ 
to de vencimentos nos dois prefeitos: Castro Pinto, que 
estava de licençn e Costn Marques. seu •uhslituto. Se­ 
gn■do intcri:>retaçio da lei (por elemento ligado ao 
meio jurídico) a lei reza o euinte: O prefeito licen­ 
ciado continuará recebendo os eu- vencimentos e o 
e substituto, os zus iciuuntos, vu )a; ue Mercar° 
,lor. Em Jar1lim, 11 Cümnra :lunicipal possui cm seu> 
quadros um Assessor Jurídico, Bela Vista poderia se­ 
guir o exemplo. 
Retiro 
Diu 14 teve lugar na Paróquia 8anto Afon­ 
so um espetacular Retiro para casais, minis­ 
trado pelo Padre Jcsuita Jo.ck. Foi grando 
o número do casais presentes. Tanto do 
Bola ViRtu, como de Caracol e Todos fora.m 
unânimes em confirmar o excelente aprovei­ 
ta.monto das p~lestras proferidas por Padre 
Jack. Em maio ou junho do uno que vem 
haverá outro Retiro, e Padre Jack estara 
presente. 
Soltando a Lingu,. 
No Baile da Cinderela, pelo menos os 
padrinhos das debut deveriam usar terno, 
pois somente dois deles trajaram-se adequa­ 
damente Dr. Roberval e Gersy, alinal era 
um baile onde o ambiente deveria ser mais 
requintado, aliás essa é a opinião da maio­ 
ria ... eu só transmito!!! 
Certas pessoas que tem ascesso ao clube 
(o certo era não ter) deveriuru ter um pouco 
de Traquejo Social, porque pela maneira co­ 
mo se comportam e prineipalmente quanao 
dançam é ;:-idículo ... Cruzes ... 
ANIVERSÁRIOS 
Dia 19: Rosita • Rosa Gomes, recebeu 
em sua reeidencia várias pessoas amigas que 
foram cumprimenta-la. 
Também nesse dia completou anos o Sr. 
Edmundo Benitcs (Veco). As primeiras horas 
do dia 19 Veco foi acordado com um:i. linda 
Serenata feita por vários amigos seus. 
A noite houve uma resta na chácara 
do Sr. Muneco lliraoda, onde notava-se a far­ 
tura de "comes-bebes'. Alegrando o ambien­ 
te estava o conjunto Safari Show. Foi uma 
noitada divertida onde parentes e amigos do 
aniversariante de Campo Grande, Aquidatu­ 
na e de Bela Vista Paraguay além dos ami­ 
gos daqui estiveram presentes. Ao aniversa­ 
riante nosaos Parabens 
O prefrito mnnicipnl de Beh Vista·, Ruben A. A. de 
Castro Pinto, reassumiu o cargo, após 90 dias de licen­ 
ça para tratamento de saúde. Polit;eco ligado diretamzn­ 
te ao Gonrnndor Garciu l'i.-to. C.1,tro l'into. ainda em 
r.icupernçüo. jú e<tá trabalhando e procurando sanar al­ 
guns problemas ligados ao setor energético. segundo 
suas palavas " ainda não estou completamente re-ta­ 
belectdo, mas com a ajuda de Deus darei pro .s.-;:ui­ 
mento às metas traçadas por minha administração", 
Interpelado a respeito dos problemas surgidos, o pre­ 
feito disse que não tenho nada a comentar. Quero 
trabalhar num clima de paz. Cumprir minhas obrigaçõ­ 
es e ser fiel ao Partido, o Governador e ao dienissi­ 
mo senhor presidente da República". 
A li;+a lierca -«lieitala pelo prefeito, e negada 
peia @ua.ata iunicps, +ou polêmicas no teio poli­ 
tico belavistense. O prefeito veio de Campo Grande, 
em ião do Governo, acompanhado pelo senlor Rui 
Sant' Anna dos Santos, Sub-Chefe da C,s Civil. 
ae e co seia bem hlermado 
Ano VI Mel Via Mi.- 026/11/77 -- MM 27l 
mm 
lW 
Eu, José A vellno e Silva Oficial do Regle· 
tro de Protestos da Comarca de Bela Vista 
do Estudo de Mato Grosso, na forma da Lei, 
etc... 
1 1 Faço suher a0s que o pres-ente Editu v • 
;em ou dele tiverem conhecimento, que . se 
encontra em Cartório, à Rua Coronel Dias, 
nº 948, nesta cido.de, para Protestos por fal­ 
ta de pagamento e aceites os seguintes ti­ 
tulas: 
1- Duplicatas apresentadas pelo Banco do 
Brai! S.A. 
a) Ouplicuta nº 2588-Bl, valor de CrS 
8.499,ílO emitida por Irmax Lubrificantes S.A., 
aontra a firma Agro Industrial Bela Vista 
LTDA., em data de '2-l/09/77 e vencida em 
30/I0/77. 
bJ Duplicata nº 2.031, valor de CrS 1.8l4,_75, 
emitida por G.L. Ferreira, contra Carohna 
Antunes Ferreira, em data de 18/08/77 e 
vonci::la em 18/10/77. 
c) Duplicata nº 13.086-3. valor de CrS 
3.000,00 emitida por Tela Comercial , Ltda., 
contra Arthur Theofilo Martins Netto. em 
data. de 14/07 /77 e vencida em 29/10/77. 
d) Duplicata. nº 13.090-2, vnlor do CrS 
1.732.00, omitida por Tela Comercial LTDA, 
contra Arthur Theofilo Martins Netto, em 
data de 15/07/77 e vencida em 15-10-77. 
e) Duplicata nº 13.0f.J0-3, valor de CrS 
1.732,oo, emitida por Telo Comercial Ltda .. 
contra. Arthur Tbeofilo Martins Netto. em 
data de 15/07/77 e vencidn. em 1G-11-77. 
2- Duplicatas apresentadas pelo Luso Co­ 
mercial LTDA. 
a) Duplica.ta n.o 217-BV, valor de CrS 449,31, 
emitida pela Luso Comercial Lida., contra 
Nicanor Lima, em data de 07-01-77 e venci­ 
da. em 07-2-77. 
b) Duplico.ln n.o 108-BV, valor de CrS 460,00 
emitida pela Luso Comercial Ltda., contra 
Nicanor Lima, em data de 12-8-76 e voncidu 
em 12-9-76. 
e) Duplica.ta n.0 206.BV. valor de CrS 845,oo 
emitida pela Luso Comercial Ltda., contra 
icanor Lima, em da.ta de 07-1-77 e vencida 
em o7-2-77 
d) Duplicata S.o 109/BV, vulor de CrS 111,UO 
emitida pela Luso Comercial Ltda., conlr:L 
Nicanor Lima, em data de 12 08,76 e venci· 
da em 12-9-76, 
e) Duplicata n.0 205-BV, valor de CrS 
2.060,00 emitida pela Luso Comereiul Ltda., 
contra Nicanor Lima, em data de 7-1-77 e 
vencida em 7-2-77. 
E por não ter sido possivol encontrar os 
e:nitentes ou sacudos, pelo Presente Edital 
que será afixado !!o local de costume e 
publicado pela imoren:;,a local. intimo-os pa­ 
ra pagarem a importuncia dos mencionados 
titulos acrescidos das desposas legais, ou 
darem u ra.zao de sua recusa e, ao mesmo 
tempo, na falta de pagamento ou comnarac1• 
mento,_ notifico-os do competente protésto, no 
prazo legal 
~ 
Bo!a Vi;;ta Mt. 23 de :'ovembro de 1977 
José Avelino e Silvu 
OIicinl do Registre de Protestos 
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COI 
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Mu 
sol1 
trat 
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