f 
QUE O POVO 
SEJA BEM 
1NFORMADO 
~ íl J IV n P[ 
Bela Vista Mt Sul ·JU. a 7 de J.:xneiro do 1978 Diretor Responsável: 
N.o 
274 
ANO VI 
sr: AIIARIO 
Ivaldo Pereira 
OOW(D)ijlill rL 
J • Co11firmada a ca11dldaturn 
rle Ely de Arnujo Borbosa, rnreu­ 
dor da Arena, à deputado Estu- 
1 11un!. SPgundo pala vrns do verea­ 
doré necerio um participação 
, maior do pnlitlco brlavistPIJSr, 
pol~ aeimn dos lt! terri-sPs p::i rlicu · 
lares 1•stá o bem comum. Sou can­ 
didato e acredito DO povo dn Su­ 
doeste. O vereador Ely contará 
rom apoio do deputado Ubaldo 
Rarem, o mais votRdo DO último 
pleito. 
2 - Inúmeras reclamações che­ 
garam a Redação, criticando a 
imagem da TV iiloreDa. Recon­ 
hecemo11 o esforço dos pioneiros 
irmJíos Znbran em Mato Grosso 
aoreditanrlo no potencial do 
Estado, quando todos duvidavam 
do mesmo, nssiru como, ncredi· 
tRruos no bom senso e na com- 
~ 
nreeusiio d'ls atuui~ diretores Ja 
TV :0.loreoa_ Lançnnws o notiso 
i apelo• fl esperamos ,J]Ue ele seja 
,iteadido: Bela Vista quer ima­ 
gem :nelhor ... 
3- O também cHndidato u can­ 
didato à deputado esthctual, ad­ 
vogado Carlos Edy Sá M~cleiros, 
atualmente morundo em Campo 
Grande, inir:iou dinamicamente 
sua campanha e já fixa objeli'OS 
para o inicio de sua esealada 
.política. 
-! • Gm Clubt! furle, represen - 
ando cidade de Bela Vista em 
lodos os setores esportivos, nas­ 
, -:e na Prince::a do Apa. Falamos 
l
• n~ Nautico Esport1vo Clube, que 
1
n_1ciará suas atividades no pró· 
lmo ano. Estarnof' precisando 
l~ um Clube espo1 tivo, onde o 
:sporte seja a filosofia principal. 
-onte conosco Nautico... 
. 5 • Reveillom no Clube Epor- 
1 'Ivo 8elavistense e Gremio P~­ 
fro kufino. Nossa reportagem 
1
ocia! estMá pn,rnnte em amllos. 
os grades conj:.mtos a brilhan- 
.
1
.nta _º- tradicionais bailes. 
1 6 - A cadeia pública, após a 
1 Jota publicada na Tribuna, me- 
~:ceu reportagem em un.t jornal 
e Aquidauana e em dois de 
Cuia bá. Está aí a Tribunn Fol'le. 
O lmpc1rtr1ute é o Eco ... Espera· 
mns que o g0Vl'rr.11do1· Garcia· 
Neto e o próprio Secretário de 
Segurança Pública sintam o nos­ 
so drama e tomem providêacius 
urgentes. 
7 • O prereito de Bela Vista, 
D•·. Ruben de Castro Pinto, tra­ 
çando os objetivos báE-icos de 
sua administração para o próxi­ 
mo ano. 
NOVO TEMPO 
E,;tamos com quase 8.GílO leitor,!s 
distribuído,- nas principais cídt~­ 
des rto Estado, mois previsamen­ 
te na regiilo Sudorste. A.o invés 
de edltannos um jornal para a 
Região, resolvemos Editar um 
jornal em eadn cidade dn Sudo­ 
este. .Jardim, Bela Vista, Porto 
Murtinho e agor11 Bonito, são ns 
citlades rgmciada8 com o privi­ 
légio de ter um jornal local. 
São oito mil cidadfioA que sema­ 
nalmente recebem os jornaiA da 
Orjivape. Ao inv(•s de adotarmos 
a política de restringirmos a nos­ 
sa atividade à fronteira. preferi­ 
mos alongar estas fronteiroi::. Es-· 
tarnos cil'culando em todas as 
cidades do i;ul matogroHsense, e 
no ioicio dú próximo ano f'stare­ 
mús nas bf!ncas de Campo Gran­ 
de. Muita coisa será modificada, 
visando antender melhor o públi- 
1 co leitor. Só nos surpreende o 
número de assinantes em Bela 
Vista. O belt1 vistense não gosta 
de ler jornal? Ou o jornal não 
está a altura do público belavis­ 
tflnse? São considerf' vÕeA que fi­ 
zemos e o resultado será ama 
grandP. campanha de assinaturas 
e um melhor padrão jornalístico 
isto sem • dP.ixarmas àe usar a 
nossa infra estrutura e meios 
próprios. Adquirimos uma linoti­ 
po e estnmo& 6ID vias de mon­ 
tarirus uma elicheria não visan­ 
do npenas Bela Vista, mas a RE:­ 
gião. Aspecto gráfico a parte, di­ 
namizaremos a liaha editorial, 
fazendo do jornal uma idéia vi­ 
vn. Pura Ít-'-O é necessário o seu 3poio. 
Contamos com VO<'<' e isto para nós é 
rlc ,uma import5ucia! O seu apoio, 
Lembro•in<' do saudoso Assis 
Chateaubriam«d, quando definia sua orga­ 
nização (Diários A-sociados): Nossa or 
ganizacão é assim como uma espécie de 
bazar e quitada. Há de tudo na- pra­ 
teleirs do rzém: idas telha e 
moça, perfumarias, bombons, mandioca, 
hortaliças, mesinhas pari crianças, ado. 
lt•:-,:et1tel:I e ndullo~. e i,n rrn.:ula-c ro1n 
gado pordo e maµro, e dr" pk!,t?i 1 e uo­ 
bre estirpe, além dos suinos de boa fa. 
mília. Teruoi.: n1ui-. ,drit·tL,Jc·.- do qu,· 
muitos bazares, porque enquanto ete 
ficam nas sedas e virtulhada-, nos enfia­ 
mos pelo sertão adentro amuatv-amos­ 
boi bravo e plaatamos algodão, café, 
mttntona, milhu. :1rro1. Na Altá ';oroco­ 
bana e em Capivari tiramo s leite de va­ 
cas em Pirassununga, engordamos capa 
dos em Siio ]os!! dos Campo• •·111u • 
!
,imos c1,. irléin, ··up to date" o público 
ocal, pois temos pão espiritual a valer 
A maior aspiração de minha , ida, desde 
criança .. u de poder organiznr. um dia, 
uma rede de jornai .. , re, i1..ta~
1 rádio e 
outros meios de comunicação, encontrou 
110 r::rnndc jornalista A•,i• Cl1:rn!cabi:iar1d 
Banrh-ira de Melo, um moddo a •cr ,., 
guido. Todo joTlll tem o H'U líder. o 
-eu guia. O n1cu foi t. continua endo 
o fuurJador d,,,; Diários Associados. A 
medida em que a realidade da da {ai 
ensinando-me n vi, er os problemas 
mais problemas eu criava, bempre gs­ 
tei de desafios. O espirito de renovação 
t:io defcnd1do p<·lo  elho Cup1tao, con­ 
viveu e convive comigo no dia a dia de 
111inho peregrinação por esra terra. Guar- 
O Rei lomo do Bicentenário 
Depois de dez anos afastado prn­ 
tic.unrntc das atividades e recreações 
no muuicipio. Huben, Jo,é Pereirn o 
popular _Jurehn. porlcrii, em 19ífl, ser o 
Hei _lomo do Bicentenário_ 
Quatro vezes Mateba foi Hei llo­ 
mo em Corumh:i. Sua 5iruputia e ani­ 
mação concorreu para seu sucesso no 
reinado dos dia; de carnaval. Agora doi, 
grupos carnavalescos relançam seu nome: 
"Ü Formigueiro e o Deixa Di,so_" 
Na década de 1910. no ,·élebre carna· 
vai da vitória, _lateba foi Rei IJomo e 
se recorda perfeitam,:nte ria animoçao e 
dn alegria daquele; dias. Mnteba além de 
trarliçüo c:irna'alesca que cerca ;;eu no­ 
me, também já foi animador de progra­ 
ma•- r.idiofônieo;, entre o:; quais "e tor- 
o Brasil 
.. 
e 
d do as devidas liritacões. também 
f " o t' 
1
1 r n «· r i ar a t ,.. d "' 
idealizada na infância. Em I972 acida 
a Tribana Da Fronteira (cor muita 
gente duvidando de sua continuidade], 
impririr lo o jornal eu _quidauana e 
enfrentando toda espécie de dificuldade» 
com.sim,os !trapt-ar aquele limite 
que chamamos "ponto critico". A aven­ 
tura bgmnano tem um objti o e onsooh'tivoé o 
contar sta ventura. Hegitrar os fatos 
e olaborar para o aperfeiçoamento do 
homem. Hoje, são quatro jornais que 
.-,lir·1n11,< •111 llrlr- Vi-ta. A <h.te do •t'• 
gredo do crescimento de nossa empresa 
é •irnplr-: nruito trnb.:llw i- iMin, J,Jéio 
de querer criar e construir. O anho 
nunca fui o no-..-=r, hhj, .. ti, o. Eiromo•, e 
uuito nestes anos que vetos a ma­ 
ravilhosa a t'ntura JHl 111urHio du C'OtnU·· 
nicação, mas quem é perfeito! Nossa 
mensagem, neste final de no, conüou:i 
a er de otimismo, de confiança no fu. 
turo, nc, ... de-ti:"H>~ dc---1a terra <JUP. uo,;,;; 
urolfwu e qu-.: ::oje, temos crrlt·z:i, f>p .. 
lamo, retribuindo. Ainda cootinuarno• 
com o , dho itleal e ,1ue ,eropre ,e Tt'• 
ama. l:'urafrn-e:mc!o o  cllio Capitã<> ·•f 
nctt·:.----.írin leJntar tribun:i.l t'rll vário? 
ponto, e de cada uma delas derramar 
os tesouros de nossa confianca no dia 
de amua,h±. Com os jornais dá 0rjiape 
odqvirimo, o deva de uCirnrnr em todo 
o país a nossa vontade de fozer ac,bre­ 
, i, rr u flama da rraciomilidadt coe a 
e indivi-ivel. 
FELIZ A:  iOVO BELA 'lSTEl t::5 
nou famosa a Discoteca do "Tio Mateba" 
do Cine Anache Hoje, aos 61 (taos de 
idude. ma• o;;lentando um vigor e 
dispo,i,ii:J física im cjávei•, Hubens Jo· 
sé Pa.,ira é um dedicado fu.ocionú.rio 
da Receita 1-'cdnul, em Beb Vista, Ma­ 
to Grosso do uL 
J.í e;t.á qua,e ;e apo,entundo mns 
não ·vni deixar de pre;,-t igiar o c:.una vul 
de Coromb:í, terra que tano ama .. Af 
está urna ótima medid:i :i .-er :ivslrndn 
pela comissão do bicentenário: Mate ba. 
um de uns 111a1s tradLCIGtlillS re,s mo­ 
mnos, voltando a reinar ao c.urna,al do 
hiccmenúrio. Com a palavra a comis;iío. 
Trar.scr-ito do Jornnl O Tempo. Cornm- 
l há :-1.T. 
( ·t 
rei o por 
.. 
nos 
ET,"V RCERTO 
fi ~ JJ 
ADVOGADO 
±2110310 Rua 3 de 
Outubro (AO LADO A 
t:JillfJHJ:irH 
Dr. Carlos Edy Sá 
Medeiros oab • Mt. 
Dr- Cyrio Falcão 
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de 
616 
Procure 
rF 
O Carro do Ano 
Be!o Vista: 
Bela Vista 
Causns Civis Cl'iruioais 
Inventário!. T~·ttbulhisrns 
Rua Rui Barbos:i, 2774. C; 1 
Fone .J. 6683 Campo Grandt! 
Hu:J eb:1
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_ii:_1_ª _ _:..,. 	. 
-------- 
Representante em 
Noedi Leite Larangeiro 
.fato

Bela VI«ta MS - Trilun da Fronteira 
~------------ 
Uf: 
ITAIS 
V I V E 
o 
Certos comportamento e a- tem razão de ser: nossas ruas 
ló mosmo modos d falar duvem freqiientP.rn1rnte tôru poçni-i d'uguu 
er evitados, se vocõ não quizer e slém disso, a oxittloni'la d l' 
receber u diploma de cafona certos motoristas afoitos faz corn 
Gostos e corei:! níio t;n dilicutem que seja realmente u parte in­ 
mas cxletero cel'tor; mundo. torou da calçada ( c>xltita ou o fio 
meutos do bem viver que é pre- calçada) a mais segura de se 
clso observar. 	andar. 
Uma pessoa educada, refe- Quanto aoR cumprimentos 
rindo-se a uma mulher, usará , dois pontos. o porto de no rft,. 
expt·essüo "scnhorn". Mns ao fe- va ser [lr·me, evHundo-se tuutu v 
lnr da mulher, 
0 
marido deverá quebrnr de ossos como o escor­ 
chama-ln "minha mulher" nunca regadio e também o aperto de 
mlcha senhora, minha patroa, mão prolongnudo e sacudido. Um 
minha Vt'lhn ou ininh~ esposa homem nunca estende a mão pa­ 
que é cafona. 	ra a mulher. antes que ela o la- 
ça: no caso de uma apreseata• 
Também de extremo mau ção, o aperto de mão pode ser 
gosto, as frases do genero "ve- d i8p e n s a d o , sem ferir 
nha passar mal c migo", usadas a etiqueta um i-irnples aceno de 
por alguns quando ta fazem um oabeça por parte da mulher é 
convite. Trate de vitar fórmulas procedimento corroto. 
desse tipo, a me nos que voce O beija mão, gesto tradicional 
queira que o co:widado entre de cavalheirismo, ainda é adota­ 
pela cozinha adRntro para veri- do em nossos &alões por muitos, 
ficar "ln louo" o Inenu. . . independAnte ele idade. Mas olho 
Grossuras u parte, nunca vivo, porqul'I cavalo não desce 
é d e m a i s 1 em b r ar escaria: o homem apenas toca a 
que a delicadeza para com a pele com os lábios e por vezes 
mulher contiou:i em evidencia i;imula somente o ato, cmvando­ 
ceder-lhe a frente. puxar sua ca• se sohre a mãe. Na rua, coniu­ 
deira, acender seu cigarro, todos do, o beija mão não é adequa­ 
são procedimentos obrigatórios [ do: ficaria um ponueo ridículo... 
para o homem ln:eressarlo em um beijo 'pro forma nas duas 
praticar as rf'gras de boas ma- faces é outro cumprimento mui­ 
neiras. 	to usado hoje em dia, entre pes• 
Um homem dr sociedade ou soa~ amigas. . 
rio café society aliá:a, mesmo que Arnda sobre cump~1ru:nto1:: 
não fume poderá levar no bolso pode acontecer que voce nuo re­ 
um isqueiro 
011 
uma caixa do Conheça quem o cumprimentou. 
fósforo. Marca po:to. Aindu so. Não cometa a gale deixando de 
bre cigarros: como é de uso d responder ao aceno não há nada 
maioria, ou charutos como de ais indelicado. Se o 'desconhe­ 
alguns tantos ou do caximbo de c1do for mais. rns,stente e vie_r 
alguns poucos: de cigarro, cha- falar con você, um conselho: di­ 
ruto ou caximbo ac,~sos nunca ~a alguma coisa vaga e o deixe 
se entra na casa de alguem. p ir falando, pode ser que de re­ 
remember (lembre-se) numa Dente algo o identifique... De leve. 
roda de amigos não há proble- Ai está mais um pouco do que 
ma mas se sua acompanhante a experiência do colunista Sued 
não for conheciJa do longa da- nos indica magnificamente nestes 
ta O mais correto é só fumar tempos para cometermos gafes 
depois de lhe pedir licença. Ou- cada vez em men?~. numero._ 
tra coisa: em público m e s m 
O 
Aguardem o próximo domingo 
que se trate de amiga íntima quando abor~sre~os_ outros po_n­ 
atenção: irnnca se seote enquun- tos e pecudos capitais que ão 
to ela estiver de pé Never! devem ser cometidos, por quem 
se tem por educado e frequenta­ 
dor duma sociedade· seja ela de 
que grau nn escala social; nela 
estão urna parte de seres huma­ 
nes, e, dada esta circunstancia 
os direit0s são iguais. ' 
Tcbáu 
O homem deve p!'ocurar 
manter-se sempre a e~querda da 
mulher. A direita é lugar d e 
honra. Mas, andando com uma 
mulher na rua, por tradição, o 
homem deve ceder-lhe o lado 
interno da calçada e esta regra 	LE DUC. 
COLUN SEr'ffO .. 
O Mundo se tranofor­ 
ma como queremos 
Tudo acontece conforme nós 
pensn,1101-. ::-e pcnHU!Tlll'- qut,"não 
temos capacidade" perderemos a 
cHp1wldudP. Se oe;recJllamos que 
"Temos a força recebida de Deu.-, 
seremos forteR não há ninguém 
que sr. tomou forte, pans:mdo 
"iou fraco Incapnz". Não h! , 
inguéin que se toruou saudável 
pensunr!o:·•estou doente". 
Se quisermos nos tornar fortes 
devemos dlzer: sou forte, sou ca­ 
pal-!. Hão há ninguém que se 
tol'Jlou rico, pensand.o na pobre­ 
za, falando da pobreza e lamen­ 
tando a pobreza. A felicidade 
jamais poderá se aproxiroRr de 
uma pessoa que vive pensando 
s ó e m c o i s a s n e- 
gu tivas, pessimista e triste. Tal 
pessoa está ti-ansformada numa 
espécie de imã que atrai sómen­ 
te al"!0ntecim(•ntos negativos. O 
homem atrai sómente o.s ecisns 
que se sintonizam com a sua 
mente, da mesma forma como o 
rádio capta os programas que se 
sintoniza rn com frequencia de 
suas ondas. A verdaoeíra felici­ 
dade vem , omente àquele que 
se esforça continuamente com 
sorriso no semblante sonhando 
com o êxito, o progresso, a pros - 
peridade e a Jelicidade. 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANARJO -­ 
FUNDADO EM 25/2/72 
Redator-Chefe I vai do Pereira 
Diretor Comercial: Alvaro Pereira 
Os artigos publicado,; com assinutur.u 
dos autores não traduzem a opinião do 
iornal. Sua publicação obedece ao pro­ 
ósito do debate dos problemas munici 
:us e de refletir a diversas tendências 
o pensamento. 
Tribuna da Fronteira é uma publica~'.iio 
da ORJIVAPE- 
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Redação e Administração 
R. Duque de Caxias s/n - Bela 'Vista MT 
Oficinas: Rua Duque de Caxias s/n 
ela Vista 	Mato Grooso 
COMLJ·NICAD0 
O Dr. Carlos Edy Sá de ea, 
ros, comunica a todos os 
amigos, cli ntes e ao povo 
geral, que levado pela obtiggg 
da educação de seus filhos, ra 
f!fi ott obrigaçilo de mud,1r 11, ;. 
sidência para a cidade de C 
po G:-nnde, mas que, estara co 
tantemente em nossa cidah 
atendendo r:6fsslonal:ente 
:::eus l'!lenles e amigos, como 
sempre procurou tender, da me. 
lbor forma possivel. 
E, em Cumpo Grande, estate 
mos atendendo profissionalmente 
juntamente com o Dr. Cyrio F»! 
cão, a Rua Rui Burboflu. 2m 
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ro. 
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ri 
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e 
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de 
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Dip 
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Refeições -- Apcrtamenllt• i 
ambiente espe,ciol Lonchonete. j 
1 
Anexo: Borrochario atende-se 1 
dia e noite 
1 l 
1 l 
Leia e assine o Jornal 
1 
Tribuna da Fronteiro 
J 
I 
J 
( 
fProduio do Calcário &odoquena 
USINA Rodovia .Jardim Por:to Murtinho Km 
Escritório de Vendas e Administração: ...v. Duque de Caias 
JARDilvi MATO GROSSO 
54 
Centro 
DO SUL

1- 
, 
) 
1 
aa Vi«ta_- _Ms 'Tribuna da Fronteira 
----------------- 
A Coroum (Comlw:ão do Mo­ 
ra ~lunlelpal ílolnvistl•mrn) uvi­ 
a os interessados nbnixo rela­ 
·lorrndos, que, éacontru-fH' em 
poder de 11 Diplomas de ,Jfabe- 
1tznção, que podorüo Rer procu­ 
rados em sua séde, localizada 
em uma das salas, gentilmente 
cedida pela Delegada Regional 
de Ensino, e, sltuuda ao larJ.o dn 
Prefeitura Munlcipul. Todos 03 
Diplonrns süo relativos a conve­ 
nlos anteriores a 1977 11 saber: 
imindu Telxell'U 
Darei Ribeiro 
De!cl Ribeiro dos Santos 
Edson Wlton Tu varei; 
Gregório A vulos 
Helvi? ililton Tavares 
Isabel Teixeira 
,loúo Peres Donegá 
Marltt" Nllda lionzaga 
~luria Jsolinu de Oliveira e 
Ru mão 'I'orres. 
Outrossim, também desejamos 
que nos procurem as' pessoas 
abnixo relac!onad11s para com'. 
plemeatação dA seu üudastro e 
YN'ificaç.lo de sua slluação, dmn 
ile que dado o caso, se lhes pos­ 
,a fornecer o respectivo Diploma 
rte Alfabetizados, todos também, 
l!e convenios anteriores. com da­ 
dos i1Jcompletos: 
Adalberto Torres 
Amaro Benites 
Apolõnio Gonçalves 
Alziro Pimenta 
Intenio Martins 
Ataide Costa Ferreira 
Bernardu Roda 
Bento Rodrio-ues 
C!eonir Roctf.igues 
Clementina )!alheiro 
C11nrliclo. V!llulba 
Clementinn Mores 
Cristino Villr Martins 
Carlos Torre 
Ulcero Gonzaga Bento 
Cleuza Rodrig-ues 
Ermogenen BPuitea 
Ernilíana Pinto 
Euzebio Fel'l'elra 
Euza (ou EnzuJ Rodrigues 
Firmino Feneiru Brnz 
lldebrnndo Ovtlar 
J oanu Torres 
Joana Fernandes 
,julla Alves dos Santos 
Leonorn Pereira 
Maria Alves da Costa 
Matias Alareon 
~lar'ia Clemeutr Rodrigues 
Maria Luiza Duarte 
Maria Antoniu Aranda 
Marciana do 
1
acimento 
lurla Rojas 
Osório Go reia 
Olimpio Bazano 
Ortagno de Souza 
Hoberlo Afouso Ana:c<tácio 
Sebastião de Souzu. 
Sal vadcr Clemente . 
Tereza Lia Silva 
Vicente Furtado e 
Valmir dos Santos. 
Agradeceríamos imensamente a 
todas pessoas que leitores da Trl­ 
buna" e conhecendo algumas 
das pessoas aqui citadas, lhes 
avisasem prestando assim uma 
colaboraçãn com o ilobral Hela­ 
vistense. 
Imensamente grato por este 
especial fü ✓Or, subscrevo-me 
Gamaliel Stumpf. 
Secretário Executivo da Co­ 
mum Belavisteose. 
Câmara Municipal de Bela Vista 
José Simp!lcio da Costu Marques - Osvaldv Turini - Eli 
, de Araujo Barbosa - Afonso Dilon Nunes Leite - Getulto Liao - 
loedi Leite Larnojeira - Carlos C~nturião e lldefonsr, Pinheiro. 
Durante o uno que pus!-ou, procun.mos cumprir com a nos- 
8
~ rnissllo de bem representar o povo bel!l.vistense. Estumos 
lnllundo novos caminhos, surgem nova • oportumdades, o mo­ 
meto é propício para 1·ecapitulur: o que fizemos? O que dei­ 
xamos de fazer? Muito fizemos. :'lluilo deixamos de fazer. ~Ias o 
f • f11.zer· faz pal'te da grande filosofia do qu rer e nem sn.pre 
1 
o que querenos se torna realidade. ossos votos, é que em 1978, 1 
ludo o que voce deseja, se torne realidade. E nós c0ntinuaremos, 
a lutar por voce. É est9. u nossa missão Este é o nosso propó- • 
• sito. Feliz 1978. 
O Doutor ,Toüo Cnrlo-; Brande~ f 
Garcia, Juiz de Direito da Comr. 
ca de Defa V«ta, Estado de :luto 
Grosso m sub tituição legal, na 
l'orron elo Lei, ete .. 
Faz saber que por ete II{­ 
zo e Cartório do 1? Oficio, trami­ 
ta os Autos de Processo de Exe­ 
cuçü.o requol'ido por lido Luiz da 
Costa e sua mulher, Rita Candi­ 
da da Costa, contra Djalma Cha. 
ves Corra. No refeido processo 
foram arrestados bens imóvei 
do executado, ctijo auto é rio 
1 
teoi· s11guiate: Aos dezoito dias 
do mê::1 de nl)vembro rio anu de mil 
novecentos e setenta e SPte., rtesta 
cidade e comarca de Bel, Vi-ta 
Estado de Mato Grosso, em cum­ 
primento ao mandado de arresto 
expedido pelo MM. Dr. ,Juiz de 
Direito d1rnta Comarca, extraidCJ 
dos autos de Processo de Exe­ 
cução requerido por Ildo Luiza da 
Costa, r.ontra Djaima Chaves Cor­ 
rea em tramite pelo Cnrtório rlo 1º 
Oficio. pr·ocedemos o arresto nos 
seguintea bens pertecentes no 
executad<•: 405 has e 100 rnts2 
(quatr0cent0s e cinco hectare e 
cem metros quadi·ados) de terr.1s 
pastais e lavradias, dentro dos 
limites da pot;S?. Taboc..t " 
Cbicão, neste mcnidpio e comar­ 
a de Bela Vista; imóvel este 
registrado oo R.G.I. sob o nº 
R-1-824 a [l. S24 do livro n 02 
referido imóvel já encontra-se 
CENTRO ESFIET 
IRMÃ' CLÁUDIA 
Cooperaç_ão e Agrade­ 
cimentos 
Contribuíram para o natal 
das criancas pobres de Bela Vis­ 
ta - .lt. Sul. 206 pessoas e fo­ 
ram arrecadados a importância 
total de CrS 5.432,0-l 
Foram adquiridos e distribui• 
dos 300 presentes, sendu o. tota­ 
lidade em roupas e cuja rei?· 
ção, encontra-si:! com Da . .laria 
Bertolizi, a quem possa interes­ 
sar. 
O Centro E,;pirit!i Irmã 
C!audia, nas pessoas de seus 
Qrganizadores, agradecem 1::s e 
gesto de filantropia "dando um 
pouco do que tem. para repartir 
um pouquinho a quem não tem 
nada e rogam ao menino DEUS 
que abençoe a todos a seus 
familiares, desejando um 1978 
cheio da alegria, paz e saúde. 
A Comir-:silo 
penhorado, conforte registro n? 
R 2-824 do livro 1 02 tendo co­ 
mo utora, Felipa !ta Horan de 
Escobar. Procedido o arresto 
depositamos r+ferido imóvel em 
mãos do Sr. João Hilário Pere­ 
,.. DPposit(nic, Púhlico det<ta Cu 
1 rca, sob o compromisso, de 
su cargo. 'ada mais, foi enver­ 
rado este auto, que vai devida­ 
mente assinado (as) Guilerme da 
Ko±a; Depositario: João I. Perera 
'To s t. !n1ninas <ltt Stlvu e Ho. 
mero alta. E como o executa­ 
ôo enc•optra-se ern lugar lnurto 
e nião sabido, foi determinado a 
expedição do presente Edital, 
por interm ·dio do qual li< um iu­ 
ti:n.tclos Djalma Chaves Correa 
e ua mulhJr do ar,(;.,tc udmu 
descrito, e para que não se ale­ 
gue içworúncia Yoi exprdido es­ 
te Edital que será publicado nu 
lmpreo~u Ofici,!l e local bem co­ 
mo afixado no Foram desta Co. 
marC'a. no lugar de costume. Da­ 
do e p .. ssJ t• ne ta cidarle P. Co­ 
marca de Bela Vista Est. de Mato 
Grosso aos dois dias do mês de 
D-:1emhro do ano de mil nove­ 
C<!nto..; P sn'cnta e sete. Eu Pe­ 
dro Ve1gilio da Silva, Escreven­ 
te Jura:ner.tudo o datílr-grafei e 
a:;sino. 
Dr. João Carlos Brandes Garcia 
Juiz de Direito em Substituição 
Documento Perdido 
Nlwton Garcia Morais ex­ 
traviou sua Carteira de Identida­ 
de, Titulo de Eleitor, CPF, Cer­ 
tificado de reservista, docm:nen­ 
to de uma Camioneta C-10 Cba­ 
a PV ú958 Gmfüica-se 
Publicação que se Jaz para o­ 
btenção da 2% via. 
E.IARO 
-MÉDICO­ 
Consultório: 7 às 11 h& 
16 às 19 horas 
«IPEMAT e INPS» 
Posto de Saúde e 
Funrural: 12 às 15 hs 
Em 1978 a Tribuna será muil.o mais ,Jornal. Estamos sempre procurando aperfeic;oar o nosso padrão de qualidade. E­ 
quipamentos próp1'ios. Gerando riquezas. Oferecendo condições de ser aproveitada a mio de Obra Belavistens~. Procuraodo o 
Progresso do rnuuíoipio. Divulgando Bela Vista. 
A inl"ormaçúo séria. O debate livre e Altaaairo. Prepare-se para 197 .. Assine TRIBUNA DA FRONTEIRA... O Jornal 
de um Novo Tempo.

PEDhO PEDRElfü 
NOVAS DIRETRIZES 
O "cnciqus" da Orjivpe, nos­ 
'IO chuto todo pod roso, chogou 
do So Pulo, e como sempre, 
com novas fdélas vfsanrlo melho­ 
rar o po.drão dos jornais do O ru­ 
po. 011 funcionários jâ sabem: o 
patrão vfuja, qunndo volta, mu, 
dançu6 a visto.. É Isso ní. J pri­ 
meira modificação foi no nspecto 
grâflco do jornal, e , oltaremot1 
a circular em rormn ln slt1.udartl 
(oficio!). Mudará também, pru 
melhor, a linlrn editoriRl. ,Jornul 
que busca aperfeiçoar a socieda• 
de, deve aMrupanl111r as mudan­ 
ças no mundo dn comunicação. 
A coluna É, pois e ... também foi 	o+c 
"cortada" pela dirrção. Agora o PAllABENS 
meu recado é o B a l a n ç o 
1 
Deixaremos as d· duções o par- AnE nossos compunbeiru!I de 
tiremos para as explicações. Vol- Aqulrtuuana, especiulmente os 
ln também o Editurial semunal- diretores de O Pantaneiro, Or- 
mente. 	!ando Pascoto e Lima Neto que 
t><:>1<; conseguiram snplantnr as adver­ 
i:ldades que todo jornal interiora­ 
no atravessa, e nonnalizarnm a 
circulação do tradicional orgão 
de imprensa uquiduanense Nos­ 
sos parabens também pela re­ 
porrngem sobre a cadeia pública 
de Bela Vistu. Sempre que um 
jornal, rádio ou Televisão defen­ 
der os nossos interesc;es, estare­ 
mos ao 1,eu lado, poii:; o que nos 
importa e representa um ideário 
de luta . é o progresso social, e­ 
conomico e político de nossa 
em Câmara Municipal, dia 
28 
querida Princesa do Apa. Quan- 
do um grita, a voz é ouvida, 
PP, o nosso diretor manteve de- quando muitos gritam, as vozrs 
morarla palestra l'Om o verea1for retumham mais forte e o eco é 
Osvaldo Turiui. Algumas arestas F N 
foram sanadas e i•xplicaçãf.s /que mai?r. eliz Ano ovo compa- 
eram necessárias) foram dades {heiros. 
de amhas as partvs. Sugestão do 
vereador Turini: "'Dar prioridade 
no jornal, às coisas belavistense 
Acatado pela direGão. Sugestão 
tlo vereador: ''Apoiar os politicos 
que visam acelerar o progresso 
da cidade, apoiar o Diretório da 
Arena, tão criticado por este jor­ 
nal"'. Louvável f}. atitude do ve- 
reador, um manter um diálogo 
franco e sinr.ero com o jornalis- 
ta Ivaldo Pereira. Não concor- 
damos, inteiramente, com a "ques­ 
tão politica ", mas c11ncordamos 
e elogiamos a busca de, através 
do diálogo, buscar soluções. In­ 
teressante frisar que em Bela 
Vü,ta é neces$ário o diâlogo, 
pois no campo político, muita 
gente não se entende, exclusiva­ 
mente por falta de diàlogo. 
CAMAHA 
A Cflmara Mm,icipal de Bela 
Vista entrou em r,'cP.sso, os ve­ 
nindores belavistense!l terão a 
oportuniàade de v ,)ltar às bases 
e auscultar a opir ão e sugestões 
do eleitorado. É hora de medita­ 
ção e de pesar o~ prós e con­ 
tras rlo ano que passou. 
FALANDO 
no mofo dos homans que cons­ 
troc>m o Brasil potencia e que• 
seguem os principio+ moralizado­ 
res da Revolução de Março de 
l!JG1 (p0.Jnvrat1 do diretor). 
TRADUZINDO 
Nüo quu os jornnls ela Orjl­ 
vn pe oerilo ul'autos rias lcl6iflH 
nremstas. mns, pntente está, o 
jogo foi aberto, e nós, e_< mo 
fuacionfuios, mesmo com a liber­ 
dade de dizer uquilo que julga­ 
mos certo, não poderemoH fugir 
do esquetMl traçado. 
TRIBUNA 
Circulando com apenas qua­ 
tro págine.s esta semana, mas 
na prôxirna estará com força 
total. AgnMdem a nova Tribuna. 
M RIA EST 
-- aU 
se. 
É' 
---- O R 
A 
el 
::.-- 
_., 
Dia 29 1" aninho de 
Romero 
Dia 30 1 aninho do b 
Victor Hugo V. Pereira 
* 
Notícias da 
Prefeitura 
O prefeito mun:cipal, 
Ruben de Castro Pinto, propor- 
TRANQUILO 	ciouou um final de ano mais fe- 
Fique tranquilo 
O nobre e erlu- Iiz liOS fuucionórios da municipa­ 
cado vereador O.;valdo Turiai, lirlade. Efetuou o pagnmento de 
um dos prováveis sucessor do dezembro, dia 29 PP, quando 
prefeito Castro Pinto, poi , após o usual é este pagamento ser 
demorada palestra com os edito- feito até o dia 10 de janeiro. É 
rialistas e s.nalistas dos jornais o toque humano àa atual admi­ 
da Orjivape, 0 diretor do grupo niskação. Castro Pinto recebeu 
deixou bem claro que •·a hora é dois funcionários da TELElAT 
de ddiniçúo, politica e ecrnoomi- que vierem à Bela . Vista pura 
ca o ano de 1978, é ano base" entabular contato visando uma 
Ficou acertado, também, qu oluçuo final do problema inter- 
os jornais do grupo poiar5o os j0ano- Segundo a_stes func1or,a­ 
caditatos de Bela Vi.t; à As.,rios, os novos equtpamentos pa 
sembléia Constituinte, c!esde que I ta O t'..;st~·. ;Lc~.1.-u.u uu p.:.,. ,....i 
eate e a n d i tl a t o s surja segunda feira. 
« Boas Festas > 
/grndt>CCUlOR e Uctrib•.iilClO~ 
Jornal O Estado de São Paulo P­ 
Francisca Gonzales Arce-Brasiliu 
Autonio Santana Souza B Vista. 
Deputdo P ul» Sa!'aba 
Corunila Loureiro Bela Vista. 
José S. Costa Marques Hela Vista. 
Soares e Soares - 13nnilo. . 
Loja Estrela do Apa no. 3 B.Vista 
Senador Mendes Canle- Brasilia 
Dr.Sergio R. Peroodt Bela Vista 
Cel.Peri,mdro Motta R. de Jane1~0 
Irmão Cblco - Curitiba. - 
Fernando Soldunhn Ponta Por~ 
Senador Racllld Saldanha Derzi 
ílrasilia. 
Jornalista Hélio Leite Camp1J 
Grande. 
Senador Jtalivio Coelho Erasilia 
Deputa do Horacio Cerz6ziroo 
Cuiabá. 
Sgto. Eunicio Torça! da Rosa 
r:ampo Grande 
Representações t' Comercio Al­ 
meida Ltda. - Belo Horizonte 
Geraldo E!;cobar Pinheiro Presid 
Dirrtório Acad. Clóvis Bevilaquá 
da Faculdade de Direito Campo 
Gran1e. 
Deputado Ruben Figueiró Cuiabá 
í;ap. Aldo Luis Ramos Rio de 
Janeiro. 
Willy Albert Raffel Bela Vista. 
Prefeito i-ilircelo iliraada Soares 
Campo Grande. 
Jornal Correio do Povo Ponta 
Porã. 
Geraldo Pinto Sobrinho Belo IIo­ 
rizonte. 
Mariza Modas Bela 'ista. 
Sgto. Loureiro - Caropinat:. 
Maneco Miranda - Bela Vista. 
SenRdor Jarbas Passarinho Bra­ 
silia. 
Dr.José Jorge Filho Amparo S.P. 
Elias Barbosa - Bela Vista. 
Administração e Funcionários do 
Banco elo Brasil S/ A. Bela Vista. 
Dr. Jofw O. Rodrigues S.P. 
Banco ltaú S/ A - Jardim 
NASCIMENTOS 
Um menino para o casal Ed­ 
valdo Salomão e Vera Fegina. 
Chegou para o ca al !achado 
e Magali uma menina. 
Altuir' (funcionário desta em­ 
presa) e Ramona ganharan de 
Dona Cegonha um garotão. 
* 
,NIVERSARIO 
Dia 15 - ,fane Vela. quez - Come· 
morou com suculento churrasco 
9ncte jomrn muitJ bebida e não 
faltou o conjunto do Pepe Va- 
11e:nte para alegrar o a;ubienle 
Inumeros amigo rJe Jane fize­ 
ram-se presentes 
Dia 22 - Marcelinho Gomes 
Foi r nlizado um concotriio 
churrasco para festejar o nat de 
lareeiiuho. Gente e mais gente 
pre ligiaram o acontecimento. 
Agradecemos os convites da 
formandos du 8 série da [ 
la Castelo Branco Tadeu 
de e Regina Mendes. A 
nossos parabens por mais um. 
etapa vencl'.la. 
Bastante comentado e elogie 
do o Baile de Formatura d 
Formandos da Escola de . ) 
Grau Joaquim Murtinho. O a:::­ 
biente "Finesse". A música I 
do agrado geral. No dia segui 
te os formandos ofereceram un 
delicioso churrasco a um grande 
núrnero de convicladof:. 
1
1, a,­ 
fitriões foram perfeito~ n11 a,: 
de receber e bem servir. Aos 
parabens por tudo àe belo q' 
nos proporcionaram ne-Eéª :w,1.­ 
te cimentos ools raramente e, 
Bela Vista realiza-se algo ti 
bem orgauir.ado e bonito. 
SOLTANDO A LINGUA 
Não poderíamos deixar de " 
menlar -obre o c-onvÍlt' que o- for;:1,n• • 
da E-c de 2.o Grau Joaquim Muri 
fizeram ao nosso Hedator - Jornali' 
Ivaldo Pereira. Pois bem: é a prmemn ' - 
vez em 5anos que a lmpren-a é co 
dada a participar da mesa de honra d+ 
ma fornatura. ota-se que esses for 
mandos são cônscios do valor da 1 
pren-a numn cidad.-. FrnbnrJ 
O r., 
conparecimento de Ialdo deu.se W"  
motivos de Saúde. fica aqui os no5" 
agradecimentos por tão honroso convir-