f QUE O POVO SEJA BEM 1NFORMADO ~ íl J IV n P[ Bela Vista Mt Sul ·JU. a 7 de J.:xneiro do 1978 Diretor Responsável: N.o 274 ANO VI sr: AIIARIO Ivaldo Pereira OOW(D)ijlill rL J • Co11firmada a ca11dldaturn rle Ely de Arnujo Borbosa, rnreu­ dor da Arena, à deputado Estu- 1 11un!. SPgundo pala vrns do verea­ doré necerio um participação , maior do pnlitlco brlavistPIJSr, pol~ aeimn dos lt! terri-sPs p::i rlicu · lares 1•stá o bem comum. Sou can­ didato e acredito DO povo dn Su­ doeste. O vereador Ely contará rom apoio do deputado Ubaldo Rarem, o mais votRdo DO último pleito. 2 - Inúmeras reclamações che­ garam a Redação, criticando a imagem da TV iiloreDa. Recon­ hecemo11 o esforço dos pioneiros irmJíos Znbran em Mato Grosso aoreditanrlo no potencial do Estado, quando todos duvidavam do mesmo, nssiru como, ncredi· tRruos no bom senso e na com- ~ nreeusiio d'ls atuui~ diretores Ja TV :0.loreoa_ Lançnnws o notiso i apelo• fl esperamos ,J]Ue ele seja ,iteadido: Bela Vista quer ima­ gem :nelhor ... 3- O também cHndidato u can­ didato à deputado esthctual, ad­ vogado Carlos Edy Sá M~cleiros, atualmente morundo em Campo Grande, inir:iou dinamicamente sua campanha e já fixa objeli'OS para o inicio de sua esealada .política. -! • Gm Clubt! furle, represen - ando cidade de Bela Vista em lodos os setores esportivos, nas­ , -:e na Prince::a do Apa. Falamos l • n~ Nautico Esport1vo Clube, que 1 n_1ciará suas atividades no pró· lmo ano. Estarnof' precisando l~ um Clube espo1 tivo, onde o :sporte seja a filosofia principal. -onte conosco Nautico... . 5 • Reveillom no Clube Epor- 1 'Ivo 8elavistense e Gremio P~­ fro kufino. Nossa reportagem 1 ocia! estMá pn,rnnte em amllos. os grades conj:.mtos a brilhan- . 1 .nta _º- tradicionais bailes. 1 6 - A cadeia pública, após a 1 Jota publicada na Tribuna, me- ~:ceu reportagem em un.t jornal e Aquidauana e em dois de Cuia bá. Está aí a Tribunn Fol'le. O lmpc1rtr1ute é o Eco ... Espera· mns que o g0Vl'rr.11do1· Garcia· Neto e o próprio Secretário de Segurança Pública sintam o nos­ so drama e tomem providêacius urgentes. 7 • O prereito de Bela Vista, D•·. Ruben de Castro Pinto, tra­ çando os objetivos báE-icos de sua administração para o próxi­ mo ano. NOVO TEMPO E,;tamos com quase 8.GílO leitor,!s distribuído,- nas principais cídt~­ des rto Estado, mois previsamen­ te na regiilo Sudorste. A.o invés de edltannos um jornal para a Região, resolvemos Editar um jornal em eadn cidade dn Sudo­ este. .Jardim, Bela Vista, Porto Murtinho e agor11 Bonito, são ns citlades rgmciada8 com o privi­ légio de ter um jornal local. São oito mil cidadfioA que sema­ nalmente recebem os jornaiA da Orjivape. Ao inv(•s de adotarmos a política de restringirmos a nos­ sa atividade à fronteira. preferi­ mos alongar estas fronteiroi::. Es-· tarnos cil'culando em todas as cidades do i;ul matogroHsense, e no ioicio dú próximo ano f'stare­ mús nas bf!ncas de Campo Gran­ de. Muita coisa será modificada, visando antender melhor o públi- 1 co leitor. Só nos surpreende o número de assinantes em Bela Vista. O belt1 vistense não gosta de ler jornal? Ou o jornal não está a altura do público belavis­ tflnse? São considerf' vÕeA que fi­ zemos e o resultado será ama grandP. campanha de assinaturas e um melhor padrão jornalístico isto sem • dP.ixarmas àe usar a nossa infra estrutura e meios próprios. Adquirimos uma linoti­ po e estnmo& 6ID vias de mon­ tarirus uma elicheria não visan­ do npenas Bela Vista, mas a RE:­ gião. Aspecto gráfico a parte, di­ namizaremos a liaha editorial, fazendo do jornal uma idéia vi­ vn. Pura Ít-'-O é necessário o seu 3poio. Contamos com VO<'<' e isto para nós é rlc ,uma import5ucia! O seu apoio, Lembro•in<' do saudoso Assis Chateaubriam«d, quando definia sua orga­ nização (Diários A-sociados): Nossa or ganizacão é assim como uma espécie de bazar e quitada. Há de tudo na- pra­ teleirs do rzém: idas telha e moça, perfumarias, bombons, mandioca, hortaliças, mesinhas pari crianças, ado. lt•:-,:et1tel:I e ndullo~. e i,n rrn.:ula-c ro1n gado pordo e maµro, e dr" pk!,t?i 1 e uo­ bre estirpe, além dos suinos de boa fa. mília. Teruoi.: n1ui-. ,drit·tL,Jc·.- do qu,· muitos bazares, porque enquanto ete ficam nas sedas e virtulhada-, nos enfia­ mos pelo sertão adentro amuatv-amos­ boi bravo e plaatamos algodão, café, mttntona, milhu. :1rro1. Na Altá ';oroco­ bana e em Capivari tiramo s leite de va­ cas em Pirassununga, engordamos capa dos em Siio ]os!! dos Campo• •·111u • ! ,imos c1,. irléin, ··up to date" o público ocal, pois temos pão espiritual a valer A maior aspiração de minha , ida, desde criança .. u de poder organiznr. um dia, uma rede de jornai .. , re, i1..ta~ 1 rádio e outros meios de comunicação, encontrou 110 r::rnndc jornalista A•,i• Cl1:rn!cabi:iar1d Banrh-ira de Melo, um moddo a •cr ,., guido. Todo joTlll tem o H'U líder. o -eu guia. O n1cu foi t. continua endo o fuurJador d,,,; Diários Associados. A medida em que a realidade da da {ai ensinando-me n vi, er os problemas mais problemas eu criava, bempre gs­ tei de desafios. O espirito de renovação t:io defcnd1do p<·lo elho Cup1tao, con­ viveu e convive comigo no dia a dia de 111inho peregrinação por esra terra. Guar- O Rei lomo do Bicentenário Depois de dez anos afastado prn­ tic.unrntc das atividades e recreações no muuicipio. Huben, Jo,é Pereirn o popular _Jurehn. porlcrii, em 19ífl, ser o Hei _lomo do Bicentenário_ Quatro vezes Mateba foi Hei llo­ mo em Corumh:i. Sua 5iruputia e ani­ mação concorreu para seu sucesso no reinado dos dia; de carnaval. Agora doi, grupos carnavalescos relançam seu nome: "Ü Formigueiro e o Deixa Di,so_" Na década de 1910. no ,·élebre carna· vai da vitória, _lateba foi Rei IJomo e se recorda perfeitam,:nte ria animoçao e dn alegria daquele; dias. Mnteba além de trarliçüo c:irna'alesca que cerca ;;eu no­ me, também já foi animador de progra­ ma•- r.idiofônieo;, entre o:; quais "e tor- o Brasil .. e d do as devidas liritacões. também f " o t' 1 1 r n «· r i ar a t ,.. d "' idealizada na infância. Em I972 acida a Tribana Da Fronteira (cor muita gente duvidando de sua continuidade], impririr lo o jornal eu _quidauana e enfrentando toda espécie de dificuldade» com.sim,os !trapt-ar aquele limite que chamamos "ponto critico". A aven­ tura bgmnano tem um objti o e onsooh'tivoé o contar sta ventura. Hegitrar os fatos e olaborar para o aperfeiçoamento do homem. Hoje, são quatro jornais que .-,lir·1n11,< •111 llrlr- Vi-ta. A ~ dc---1a terra p .. lamo, retribuindo. Ainda cootinuarno• com o , dho itleal e ,1ue ,eropre ,e Tt'• ama. l:'urafrn-e:mc!o o cllio Capitã<> ·•f nctt·:.----.írin leJntar tribun:i.l t'rll vário? ponto, e de cada uma delas derramar os tesouros de nossa confianca no dia de amua,h±. Com os jornais dá 0rjiape odqvirimo, o deva de uCirnrnr em todo o país a nossa vontade de fozer ac,bre­ , i, rr u flama da rraciomilidadt coe a e indivi-ivel. FELIZ A: iOVO BELA 'lSTEl t::5 nou famosa a Discoteca do "Tio Mateba" do Cine Anache Hoje, aos 61 (taos de idude. ma• o;;lentando um vigor e dispo,i,ii:J física im cjávei•, Hubens Jo· sé Pa.,ira é um dedicado fu.ocionú.rio da Receita 1-'cdnul, em Beb Vista, Ma­ to Grosso do uL J.í e;t.á qua,e ;e apo,entundo mns não ·vni deixar de pre;,-t igiar o c:.una vul de Coromb:í, terra que tano ama .. Af está urna ótima medid:i :i .-er :ivslrndn pela comissão do bicentenário: Mate ba. um de uns 111a1s tradLCIGtlillS re,s mo­ mnos, voltando a reinar ao c.urna,al do hiccmenúrio. Com a palavra a comis;iío. Trar.scr-ito do Jornnl O Tempo. Cornm- l há :-1.T. ( ·t rei o por .. nos ET,"V RCERTO fi ~ JJ ADVOGADO ±2110310 Rua 3 de Outubro (AO LADO A t:JillfJHJ:irH Dr. Carlos Edy Sá Medeiros oab • Mt. Dr- Cyrio Falcão Advogados de 616 Procure rF O Carro do Ano Be!o Vista: Bela Vista Causns Civis Cl'iruioais Inventário!. T~·ttbulhisrns Rua Rui Barbos:i, 2774. C; 1 Fone .J. 6683 Campo Grandt! Hu:J eb:1 5t ião Crispim do Rego T amb.em temos carros usados para venda. Grusso J~19 Fone 771 B_e_i_a_• _v_ 1 _ii:_1_ª _ _:..,. . -------- Representante em Noedi Leite Larangeiro .fato Bela VI«ta MS - Trilun da Fronteira ~------------ Uf: ITAIS V I V E o Certos comportamento e a- tem razão de ser: nossas ruas ló mosmo modos d falar duvem freqiientP.rn1rnte tôru poçni-i d'uguu er evitados, se vocõ não quizer e slém disso, a oxittloni'la d l' receber u diploma de cafona certos motoristas afoitos faz corn Gostos e corei:! níio t;n dilicutem que seja realmente u parte in­ mas cxletero cel'tor; mundo. torou da calçada ( c>xltita ou o fio meutos do bem viver que é pre- calçada) a mais segura de se clso observar. andar. Uma pessoa educada, refe- Quanto aoR cumprimentos rindo-se a uma mulher, usará , dois pontos. o porto de no rft,. expt·essüo "scnhorn". Mns ao fe- va ser [lr·me, evHundo-se tuutu v lnr da mulher, 0 marido deverá quebrnr de ossos como o escor­ chama-ln "minha mulher" nunca regadio e também o aperto de mlcha senhora, minha patroa, mão prolongnudo e sacudido. Um minha Vt'lhn ou ininh~ esposa homem nunca estende a mão pa­ que é cafona. ra a mulher. antes que ela o la- ça: no caso de uma apreseata• Também de extremo mau ção, o aperto de mão pode ser gosto, as frases do genero "ve- d i8p e n s a d o , sem ferir nha passar mal c migo", usadas a etiqueta um i-irnples aceno de por alguns quando ta fazem um oabeça por parte da mulher é convite. Trate de vitar fórmulas procedimento corroto. desse tipo, a me nos que voce O beija mão, gesto tradicional queira que o co:widado entre de cavalheirismo, ainda é adota­ pela cozinha adRntro para veri- do em nossos &alões por muitos, ficar "ln louo" o Inenu. . . independAnte ele idade. Mas olho Grossuras u parte, nunca vivo, porqul'I cavalo não desce é d e m a i s 1 em b r ar escaria: o homem apenas toca a que a delicadeza para com a pele com os lábios e por vezes mulher contiou:i em evidencia i;imula somente o ato, cmvando­ ceder-lhe a frente. puxar sua ca• se sohre a mãe. Na rua, coniu­ deira, acender seu cigarro, todos do, o beija mão não é adequa­ são procedimentos obrigatórios [ do: ficaria um ponueo ridículo... para o homem ln:eressarlo em um beijo 'pro forma nas duas praticar as rf'gras de boas ma- faces é outro cumprimento mui­ neiras. to usado hoje em dia, entre pes• Um homem dr sociedade ou soa~ amigas. . rio café society aliá:a, mesmo que Arnda sobre cump~1ru:nto1:: não fume poderá levar no bolso pode acontecer que voce nuo re­ um isqueiro 011 uma caixa do Conheça quem o cumprimentou. fósforo. Marca po:to. Aindu so. Não cometa a gale deixando de bre cigarros: como é de uso d responder ao aceno não há nada maioria, ou charutos como de ais indelicado. Se o 'desconhe­ alguns tantos ou do caximbo de c1do for mais. rns,stente e vie_r alguns poucos: de cigarro, cha- falar con você, um conselho: di­ ruto ou caximbo ac,~sos nunca ~a alguma coisa vaga e o deixe se entra na casa de alguem. p ir falando, pode ser que de re­ remember (lembre-se) numa Dente algo o identifique... De leve. roda de amigos não há proble- Ai está mais um pouco do que ma mas se sua acompanhante a experiência do colunista Sued não for conheciJa do longa da- nos indica magnificamente nestes ta O mais correto é só fumar tempos para cometermos gafes depois de lhe pedir licença. Ou- cada vez em men?~. numero._ tra coisa: em público m e s m O Aguardem o próximo domingo que se trate de amiga íntima quando abor~sre~os_ outros po_n­ atenção: irnnca se seote enquun- tos e pecudos capitais que ão to ela estiver de pé Never! devem ser cometidos, por quem se tem por educado e frequenta­ dor duma sociedade· seja ela de que grau nn escala social; nela estão urna parte de seres huma­ nes, e, dada esta circunstancia os direit0s são iguais. ' Tcbáu O homem deve p!'ocurar manter-se sempre a e~querda da mulher. A direita é lugar d e honra. Mas, andando com uma mulher na rua, por tradição, o homem deve ceder-lhe o lado interno da calçada e esta regra LE DUC. COLUN SEr'ffO .. O Mundo se tranofor­ ma como queremos Tudo acontece conforme nós pensn,1101-. ::-e pcnHU!Tlll'- qut,"não temos capacidade" perderemos a cHp1wldudP. Se oe;recJllamos que "Temos a força recebida de Deu.-, seremos forteR não há ninguém que sr. tomou forte, pans:mdo "iou fraco Incapnz". Não h! , inguéin que se toruou saudável pensunr!o:·•estou doente". Se quisermos nos tornar fortes devemos dlzer: sou forte, sou ca­ pal-!. Hão há ninguém que se tol'Jlou rico, pensand.o na pobre­ za, falando da pobreza e lamen­ tando a pobreza. A felicidade jamais poderá se aproxiroRr de uma pessoa que vive pensando s ó e m c o i s a s n e- gu tivas, pessimista e triste. Tal pessoa está ti-ansformada numa espécie de imã que atrai sómen­ te al"!0ntecim(•ntos negativos. O homem atrai sómente o.s ecisns que se sintonizam com a sua mente, da mesma forma como o rádio capta os programas que se sintoniza rn com frequencia de suas ondas. A verdaoeíra felici­ dade vem , omente àquele que se esforça continuamente com sorriso no semblante sonhando com o êxito, o progresso, a pros - peridade e a Jelicidade. Tribuna da Fronteira - SEMANARJO -­ FUNDADO EM 25/2/72 Redator-Chefe I vai do Pereira Diretor Comercial: Alvaro Pereira Os artigos publicado,; com assinutur.u dos autores não traduzem a opinião do iornal. Sua publicação obedece ao pro­ ósito do debate dos problemas munici :us e de refletir a diversas tendências o pensamento. Tribuna da Fronteira é uma publica~'.iio da ORJIVAPE- CGC-M F: 03.200.763101101.7-1, Assinatura Anual B. V. CrS 200,00 Demais Municipios Cr 250,00 Redação e Administração R. Duque de Caxias s/n - Bela 'Vista MT Oficinas: Rua Duque de Caxias s/n ela Vista Mato Grooso COMLJ·NICAD0 O Dr. Carlos Edy Sá de ea, ros, comunica a todos os amigos, cli ntes e ao povo geral, que levado pela obtiggg da educação de seus filhos, ra f!fi ott obrigaçilo de mud,1r 11, ;. sidência para a cidade de C po G:-nnde, mas que, estara co tantemente em nossa cidah atendendo r:6fsslonal:ente :::eus l'!lenles e amigos, como sempre procurou tender, da me. lbor forma possivel. E, em Cumpo Grande, estate mos atendendo profissionalmente juntamente com o Dr. Cyrio F»! cão, a Rua Rui Burboflu. 2m fone 4 6683 e em nossa residn eia situada a ru 1 xv de NlJl'EL.­ bro, 390 apartamento, 91 teremo o máximo prazer de r.-celler o amigos. Bela Vista, 15 de dezembrt de 1!:J77. Carlos Edy Sá de )fedeit·os. de Soares e Soares "O VALOR NÃO ESTÁ SA QUILO QUE FAZEMOS, MAS NA MANEIRA COMO FAZEMOS Bonito Mt. Armazem e Restaurante Km 30 A ro. .,l ' ri 00 til'' r e ced de Pre Dip lo de ' 1 Refeições -- Apcrtamenllt• i ambiente espe,ciol Lonchonete. j 1 Anexo: Borrochario atende-se 1 dia e noite 1 l 1 l Leia e assine o Jornal 1 Tribuna da Fronteiro J I J ( fProduio do Calcário &odoquena USINA Rodovia .Jardim Por:to Murtinho Km Escritório de Vendas e Administração: ...v. Duque de Caias JARDilvi MATO GROSSO 54 Centro DO SUL 1- , ) 1 aa Vi«ta_- _Ms 'Tribuna da Fronteira ----------------- A Coroum (Comlw:ão do Mo­ ra ~lunlelpal ílolnvistl•mrn) uvi­ a os interessados nbnixo rela­ ·lorrndos, que, éacontru-fH' em poder de 11 Diplomas de ,Jfabe- 1tznção, que podorüo Rer procu­ rados em sua séde, localizada em uma das salas, gentilmente cedida pela Delegada Regional de Ensino, e, sltuuda ao larJ.o dn Prefeitura Munlcipul. Todos 03 Diplonrns süo relativos a conve­ nlos anteriores a 1977 11 saber: imindu Telxell'U Darei Ribeiro De!cl Ribeiro dos Santos Edson Wlton Tu varei; Gregório A vulos Helvi? ililton Tavares Isabel Teixeira ,loúo Peres Donegá Marltt" Nllda lionzaga ~luria Jsolinu de Oliveira e Ru mão 'I'orres. Outrossim, também desejamos que nos procurem as' pessoas abnixo relac!onad11s para com'. plemeatação dA seu üudastro e YN'ificaç.lo de sua slluação, dmn ile que dado o caso, se lhes pos­ ,a fornecer o respectivo Diploma rte Alfabetizados, todos também, l!e convenios anteriores. com da­ dos i1Jcompletos: Adalberto Torres Amaro Benites Apolõnio Gonçalves Alziro Pimenta Intenio Martins Ataide Costa Ferreira Bernardu Roda Bento Rodrio-ues C!eonir Roctf.igues Clementina )!alheiro C11nrliclo. V!llulba Clementinn Mores Cristino Villr Martins Carlos Torre Ulcero Gonzaga Bento Cleuza Rodrig-ues Ermogenen BPuitea Ernilíana Pinto Euzebio Fel'l'elra Euza (ou EnzuJ Rodrigues Firmino Feneiru Brnz lldebrnndo Ovtlar J oanu Torres Joana Fernandes ,julla Alves dos Santos Leonorn Pereira Maria Alves da Costa Matias Alareon ~lar'ia Clemeutr Rodrigues Maria Luiza Duarte Maria Antoniu Aranda Marciana do 1 acimento lurla Rojas Osório Go reia Olimpio Bazano Ortagno de Souza Hoberlo Afouso Ana:c<:>1<; conseguiram snplantnr as adver­ i:ldades que todo jornal interiora­ no atravessa, e nonnalizarnm a circulação do tradicional orgão de imprensa uquiduanense Nos­ sos parabens também pela re­ porrngem sobre a cadeia pública de Bela Vistu. Sempre que um jornal, rádio ou Televisão defen­ der os nossos interesc;es, estare­ mos ao 1,eu lado, poii:; o que nos importa e representa um ideário de luta . é o progresso social, e­ conomico e político de nossa em Câmara Municipal, dia 28 querida Princesa do Apa. Quan- do um grita, a voz é ouvida, PP, o nosso diretor manteve de- quando muitos gritam, as vozrs morarla palestra l'Om o verea1for retumham mais forte e o eco é Osvaldo Turiui. Algumas arestas F N foram sanadas e i•xplicaçãf.s /que mai?r. eliz Ano ovo compa- eram necessárias) foram dades {heiros. de amhas as partvs. Sugestão do vereador Turini: "'Dar prioridade no jornal, às coisas belavistense Acatado pela direGão. Sugestão tlo vereador: ''Apoiar os politicos que visam acelerar o progresso da cidade, apoiar o Diretório da Arena, tão criticado por este jor­ nal"'. Louvável f}. atitude do ve- reador, um manter um diálogo franco e sinr.ero com o jornalis- ta Ivaldo Pereira. Não concor- damos, inteiramente, com a "ques­ tão politica ", mas c11ncordamos e elogiamos a busca de, através do diálogo, buscar soluções. In­ teressante frisar que em Bela Vü,ta é neces$ário o diâlogo, pois no campo político, muita gente não se entende, exclusiva­ mente por falta de diàlogo. CAMAHA A Cflmara Mm,icipal de Bela Vista entrou em r,'cP.sso, os ve­ nindores belavistense!l terão a oportuniàade de v ,)ltar às bases e auscultar a opir ão e sugestões do eleitorado. É hora de medita­ ção e de pesar o~ prós e con­ tras rlo ano que passou. FALANDO no mofo dos homans que cons­ troc>m o Brasil potencia e que• seguem os principio+ moralizado­ res da Revolução de Março de l!JG1 (p0.Jnvrat1 do diretor). TRADUZINDO Nüo quu os jornnls ela Orjl­ vn pe oerilo ul'autos rias lcl6iflH nremstas. mns, pntente está, o jogo foi aberto, e nós, e_< mo fuacionfuios, mesmo com a liber­ dade de dizer uquilo que julga­ mos certo, não poderemoH fugir do esquetMl traçado. TRIBUNA Circulando com apenas qua­ tro págine.s esta semana, mas na prôxirna estará com força total. AgnMdem a nova Tribuna. M RIA EST -- aU se. É' ---- O R A el ::.-- _., Dia 29 1" aninho de Romero Dia 30 1 aninho do b Victor Hugo V. Pereira * Notícias da Prefeitura O prefeito mun:cipal, Ruben de Castro Pinto, propor- TRANQUILO ciouou um final de ano mais fe- Fique tranquilo O nobre e erlu- Iiz liOS fuucionórios da municipa­ cado vereador O.;valdo Turiai, lirlade. Efetuou o pagnmento de um dos prováveis sucessor do dezembro, dia 29 PP, quando prefeito Castro Pinto, poi , após o usual é este pagamento ser demorada palestra com os edito- feito até o dia 10 de janeiro. É rialistas e s.nalistas dos jornais o toque humano àa atual admi­ da Orjivape, 0 diretor do grupo niskação. Castro Pinto recebeu deixou bem claro que •·a hora é dois funcionários da TELElAT de ddiniçúo, politica e ecrnoomi- que vierem à Bela . Vista pura ca o ano de 1978, é ano base" entabular contato visando uma Ficou acertado, também, qu oluçuo final do problema inter- os jornais do grupo poiar5o os j0ano- Segundo a_stes func1or,a­ caditatos de Bela Vi.t; à As.,rios, os novos equtpamentos pa sembléia Constituinte, c!esde que I ta O t'..;st~·. ;Lc~.1.-u.u uu p.:.,. ,....i eate e a n d i tl a t o s surja segunda feira. « Boas Festas > /grndt>CCUlOR e Uctrib•.iilClO~ Jornal O Estado de São Paulo P­ Francisca Gonzales Arce-Brasiliu Autonio Santana Souza B Vista. Deputdo P ul» Sa!'aba Corunila Loureiro Bela Vista. José S. Costa Marques Hela Vista. Soares e Soares - 13nnilo. . Loja Estrela do Apa no. 3 B.Vista Senador Mendes Canle- Brasilia Dr.Sergio R. Peroodt Bela Vista Cel.Peri,mdro Motta R. de Jane1~0 Irmão Cblco - Curitiba. - Fernando Soldunhn Ponta Por~ Senador Racllld Saldanha Derzi ílrasilia. Jornalista Hélio Leite Camp1J Grande. Senador Jtalivio Coelho Erasilia Deputa do Horacio Cerz6ziroo Cuiabá. Sgto. Eunicio Torça! da Rosa r:ampo Grande Representações t' Comercio Al­ meida Ltda. - Belo Horizonte Geraldo E!;cobar Pinheiro Presid Dirrtório Acad. Clóvis Bevilaquá da Faculdade de Direito Campo Gran1e. Deputado Ruben Figueiró Cuiabá í;ap. Aldo Luis Ramos Rio de Janeiro. Willy Albert Raffel Bela Vista. Prefeito i-ilircelo iliraada Soares Campo Grande. Jornal Correio do Povo Ponta Porã. Geraldo Pinto Sobrinho Belo IIo­ rizonte. Mariza Modas Bela 'ista. Sgto. Loureiro - Caropinat:. Maneco Miranda - Bela Vista. SenRdor Jarbas Passarinho Bra­ silia. Dr.José Jorge Filho Amparo S.P. Elias Barbosa - Bela Vista. Administração e Funcionários do Banco elo Brasil S/ A. Bela Vista. Dr. Jofw O. Rodrigues S.P. Banco ltaú S/ A - Jardim NASCIMENTOS Um menino para o casal Ed­ valdo Salomão e Vera Fegina. Chegou para o ca al !achado e Magali uma menina. Altuir' (funcionário desta em­ presa) e Ramona ganharan de Dona Cegonha um garotão. * ,NIVERSARIO Dia 15 - ,fane Vela. quez - Come· morou com suculento churrasco 9ncte jomrn muitJ bebida e não faltou o conjunto do Pepe Va- 11e:nte para alegrar o a;ubienle Inumeros amigo rJe Jane fize­ ram-se presentes Dia 22 - Marcelinho Gomes Foi r nlizado um concotriio churrasco para festejar o nat de lareeiiuho. Gente e mais gente pre ligiaram o acontecimento. Agradecemos os convites da formandos du 8 série da [ la Castelo Branco Tadeu de e Regina Mendes. A nossos parabens por mais um. etapa vencl'.la. Bastante comentado e elogie do o Baile de Formatura d Formandos da Escola de . ) Grau Joaquim Murtinho. O a:::­ biente "Finesse". A música I do agrado geral. No dia segui te os formandos ofereceram un delicioso churrasco a um grande núrnero de convicladof:. 1 1, a,­ fitriões foram perfeito~ n11 a,: de receber e bem servir. Aos parabens por tudo àe belo q' nos proporcionaram ne-Eéª :w,1.­ te cimentos ools raramente e, Bela Vista realiza-se algo ti bem orgauir.ado e bonito. SOLTANDO A LINGUA Não poderíamos deixar de " menlar -obre o c-onvÍlt' que o- for;:1,n• • da E-c de 2.o Grau Joaquim Muri fizeram ao nosso Hedator - Jornali' Ivaldo Pereira. Pois bem: é a prmemn ' - vez em 5anos que a lmpren-a é co dada a participar da mesa de honra d+ ma fornatura. ota-se que esses for mandos são cônscios do valor da 1 pren-a numn cidad.-. FrnbnrJ O r., conparecimento de Ialdo deu.se W" motivos de Saúde. fica aqui os no5" agradecimentos por tão honroso convir-