o 
e 
)- 
º ... 
à 
ha 
em 
n- 
al 
na 
das 
Na­ 
tre- 
ro 
.ta 
li 
ta 
.Is 
O· 
a­ 
do 
•a­ 
se 
s0 
r de 
.... n- 
,a- 
8· 
2api- 
,lu· 
re­ 
,tado 
este 
1D 
,rui 
1b!la 
nns 
as 
11 
,... 
• 
Bela Vista 
na!: '•Estranliamos LJ vinda do deputado a 
Belu Vlstu e nílo ter procurado o Dlre­ 
tório " Nossa reportagem sentiu que "ha. 
viu algo no ar" e procuro:.i diversos 
membros do dir~tór!o Um dc,s loregran­ 
tvs informou que a situação politieu em 
Bela Vista esta muito dificil, com diver. 
s A grupos dividido;; (grupo Baram, g-ru 
po 1•1guelró. grupo Castro Pinto e gru­ 
pu lndP,pendeuleJ. Tomumotl couhPcl­ 
mento que urna carta foi enviada ao de­ 
ontaclo, mas o pr::>slJeote do IJJrdório, 
preferiu núo dar publiclclade a m1'1Hna, 
alegundo que era de curátM pessoal. 
• J1as, o conhecido político Pedro Palmle­ 
ri, afirmou que 11 mesma era df rcpúôio 
ao descaso que o deputado dedicou uo 
diretório. O assunto esta muito nebuloso 
e não temos certeza da vinda do depu­ 
tado a nossa cidade. 
A informação de que o deputado 
esteve na cidade, pr!Jcedeu do senhor 
Adalberto Sant· Anna, membro do d ire, 
tório. Veio ou não veio a Bela nstu. o 
• 
eIra 
M. de.Sul Ano VI No 275 - O7al4 078 Ditor 	Responsável Ivaldo Pereira 
Juiz de Diroito 
o 
- 
.• 
Flo1i :lurnno 
O Diretório da ARENA, de Bela Vis­ 
ta, está Jescontente com o-deputado Ru­ 
ben Figueiró. O presidente, Fiori :fura· 
no, prestou a seguinte informação ao jor- 
Segundo informações do prnsidente 
do Clube füporl! VCI Bela vistense, A brito 
,,,.Zacarias, o empi::_esnrlo coubecido pela 
alcunha de CHICAO deu o "golpe do con­ 
Juato" no lrudlcioual clube da cidade. o 
Belavisten.;: bavia feito um coucrnto com 
º. empresário, t·ontralaodo o Grupo Eufo­ 
ria, <le Campo Grande, para ubrilbnotar 
o baile do Reveilloru. AcontPce cJue o,; 
músicos quo se apresentarom nlto per­ 
tenciam ao Grupo, e um de:cs afil'mou 
que "ora catados a ultirnu hora". O 
clube além do prejuízo ma leria! (todas· 
as mesas haviam sido vendidas), sofreu 
um desgasto no seu prestigio. A socie­ 
dade bela vistense, presente no baile, 
compreendeu o problema. Não foi culµa 
do clube, mas do indivíduo qne se diz 
empresário. Graçus a inlerveoçilo do 
advogado érgio Perondi, serenando os 
ânimos dos main exaltados, os "musicos" 
receberam urna verba para as despesas 
e assinaram um termo ,de compromisso. 
O clube entrará com a queixa na 
justiça e e pera qut> o CHIGÃO nparçea 
em Bela Vista para as necessárias expli­ 
cações. 
UE ESPORTWO BELA VISTENSE 
0MUNA€AO 
A Diretoria do Clube Esportivo Bela- rU. Outrossim, pede desculpas e cor;:;­ 
~lstense, comunica uos associadoti e preensão pelo incidente ocorrido. A Di­ 
convidados, que adquiriram mesas para retoria já tomou as devidus pro vidências 
0 
baile do Reveillom, que os mesmos para punir o empresário irresponc1ável. 
nílo pagarão :nesa~ no baile do dia 
~ com o Conjunto SOLOVOX, de Bau- 	A Diretoria _,_ 	_.;;.;;_;::...:.;,.::..:.;;.:.;.;:_ 
Não Percam: Dia 10 no Clube Esportivo Belavist~nse um 
' Grandioso baile com a animação da aplaudida Orquestra 
Origina! Sotovo de Baura 
deputnrlo Rubcn Figueiró'? O qui, cxl11IL' 
por t1·u1. dl'-la viu<lu'! J>orquo o Dil'í'tório 
si; magoou? O que PXifllc di; verd11d•~ rw 
l!élo triplice onviudu ao Ooveruudor'i 
Gost:1ríumos da uma l11formuçüo rnaitl 
plauslve1, ruulii objellvu, polK, segundo 
palnVl"llS do crnluenle prcsiJont,i Gohcl, 
o .rena devo harmonizar seu qun,Iros 
visando vencer as próximas elelçõe. 
Nós, particularmente, gostariamos que os 
politll!os t, •lavlsteuse.i p. ':!,tas-.em lnlor~a 
ções coerenteB, poli,; 1) dever do público 
é ucompanbar u ulivlclacle p0litic11 e_ o 
nosf'••. o ue tran,rn1i!lr ei<tE'.!I lntormnçol'b 
Ni1o rleve rxi,tir o esplr Jto de dedo no 
gatilho contra a imprensa. Depois dizem 
que o jornal apena,; critica o dfrc,lórlo. 
mas quando '> jornal procura esto dire­ 
tório vJs1rndo intormur suaR atlvldaderl 
seus n,oruhro, µreferem a omlosi.lo dos 
fatos. 
Vândalos destroem 
as árvores 
A Preft::ltura Municipal. está tentando 
arborizar e melhorar o aspecto de nos­ 
sa cidade, no entanto, apesar de eutueias• 
mo t1 espírito comunitário de uma gran­ 
de maioria, exl te uma minoria que bus­ 
:::a destruir e pertuhar o progrR,; o bela­ 
vlstrnse. O técnico etipecializudo, contra­ 
tado pare. o plantio das mudas adquiri­ 
dns pela municipalidade, pasmad(), tem 
visto que elas são arrancadas e danifi­ 
cadas por e1em.,ntos, ou roelbor, por 
;;elvagens. Através dt1s p~ginaa deste 
jornal, o prefeito Ruben de Castro Pinto 
apela a • grande maioria que se entusi­ 
asma com as conquistas duramente al­ 
cançadas, princ!palruente aos moradores 
dns ruas XV de 'ovembro e Conde de 
P. Alegre no sentido de cofo borarem pa· 
ra que as 300 mudas de àrvores plantadas 
1 
crescam e embelezem a- no,sa querida 
Belu Vista . .- beleza de uma cidtHfi, é 
orgulho para os seus mvradores. O Go 
verno se emoenha na camp&nha Plan- 
te uma àrvore. mas aqui, alguns vânda• 
los não entenderam a mensagem. Ao 
invés de plantar. procuram destr:;ir. Ci­ 
dadão, você também é Responsável. Co­ 
labore com as coisas públicn11, pois 
assim o fazendo, voce estará di:!endendú 
O bem comum. 
Foi nomeado para a 
'omare de Bela VIta, 
o Or. O1Jvnldo llnmanz1 
111, que Jfl Hü cncoutm 
e .ercendo o caro, O 
uovo ,Juiz, ó procc,hrnte 
ela cidndo de Jlatueatu 
(SP) e recentemente fol 
concursado. Ao M.M. Dr. 
Osvnldo s boas vindas 
do Povo beluvistene. 
Jefegrama 
Pulaclo Palíl/{:J.llj 
cutabA MT TE 0080 
EM 01/01/78 12.808(MT) 
A Diretoria d 1 Trihu­ 
na da Fronteira - Cor­ 
relo .TurdlnenHc, Tribuna 
l!urlinheosc, e ,forual de 
Bonito. 
Agradt-ço IDT Retribuo 
oR votos de rellcldudes 
atrQ nova pt. 
,Jo11é Gar<?la r--:eto Go­ 
vr.rnador do Estado de 
.talo Grosso. 
Gráficas estão 
isentc.s do ICM 
Cuiabá-No conhecendo de 
recurso extraordinário impetra­ 
do pelo E-talo de 5o Hsulo, 
o Supremo 'Tribunal Federal 
mante #entença que tentou 
as indústrias gráfica. do pya­ 
gomento do imposto sobre ir­ 
~ulução ,J., )lcrudorini (l.C.M.). 
até pouco rempo iuju,ramen• 
ltl recolhido. 
ujeírnm•se ria,. apenas, e­ 
rundo «entendimento da magna 
carte, ao Imposto sobre Ser­ 
viços (I. .5.). 
iara o êxito da grande cau­ 
sa muiro contribuiu o Siodic.:1• 
to das Indústrias Gráficas de 
Cuiabá, em especial seu Pre­ 
,idenlc. o emprl"õário Públiu 
Pae• de Barros, devotado ba­ 
talhador pelos interesses da 
cla-e e .:11ual direor teourei 
ro <ln Federaçilo d.:13 lndú~trio• 
no Estado de Mato Grosso 
flEllT. 
Tratando-se de rípografía. 
em que ae utilizam tintas, Pa­ 
pel e in.,reditnlti• outros. fi. 
cam lei absorvidos com a 
impreS<ão r.-alizad:r. . 
Perdem o •clor cornercra_l. 
não são vendidos como bens 
corpóreos, merecendo tributa• 
ção do serviço prestado, nos 
termos de lei expres&a.. . . 
Afastada fica a Incidência 
de outro tributo, que • nio o 
1.5.5..em todo e qualquer _tra­ 
bulho de composição gráfica 
({eil"ura e impres•.io de nota, 
ficai+, talões, cartões, etc. 
,tru,·és dn dcti1ão ,upcrror, 
plena de Justiça, o produto 
firal das indústrias em foco 
1ornar-,e-.i mui• J,..n,to. Dai 
a ampla ressonância do rene­ 
rando ac·ord:io do :iupremo Trr• 
bunal Federal, motivo por que 
está de parabéns a categoria 
do; .. ,:iíicos, puticul=t>nle 
o 5;,';Jica10 de Cnúbi. 
,. 
ADVOGADO 
±SCP;030- Rua 3 de 
Outubro (A0 LA0 A 
CÇ:ü;JJ:iJilA1'-J) 
...... 
Bela Vista 
Mato Grosso 
Dr. Carlos Edy Sá de 
Medeiros oab - Mt. 616 
Dr- Cyrio Faléão 
Advogados 
Causas Civis - Criminais 
Inventáriof. Trabalhistas 
Rua Rui Barbosa, 2?7'1 C/1 
Fone 46683 Campo Grande 
nua Sebastião Crlspim do Reao 
319 Fone 771 Bela Vis1a" 
T 
O Carro do Ano 
Procure Representante em Bala Vista: 
Noedi Leite Larangeira 
T ambem temos carros usados para venda.

Bela Vista • Mt. Tribuna da Fronteira 
u 
ESTADO 
.g 
, . i l 
Brasilla "Se as eleições fossem dtretas­ 
tranquilameote, eu seria eleito govern1;,­ 
dor do Estado de Mato Grosso do ul' , 
disse o ~x-governador, Pedro ~edrossmn, 
ao reforçar sua candidatura ao governo 
do novo Estado, embora ressaltando que 
nií.o sabe ainda quem ocupará o cargo, 
"porque esta decisão cabe ao general 
Gelsel e só será anunciada após a es­ 
colha do aucessor presidenc
1al". 
• 
Segundo a lei que criou Mato Grof.so 
rio Sul, 0 governador do Estado será es­ 
colhido até 31 de março. Pedro Pedros­ 
sian é 11pontudo como o candidato m_als 
forte 110 governo de Mato Grosso rio Sul. 
Pedro Pedrosslan governou o Estado 
durnote cinco 1Jnos, de 1906 a 1971.-e­ 
gunilo parlamentares mutogroi;sen ;ª• 
ele detóm, até boje, u maioria do elel,o_:­ 
rndo tendo vencido as l'lelções de t.9füi 
com 'uma dlr~renç1:1 de vinte mil votoR a 
mais que o outro candidato, Lúdlo Coe­ 
lho que também é um dos pretendPntes 
ao 'cargo de governador de Mato Grosso 
do Sul. 
Para Pedro Pedro Pedrossfan:, ''é sl~­ 
pl.;R administrar o novo Estado , que Já 
poi,sul um potencial pol[tlco multo elt·v11- 
do. Segundo ele, Mato Grosso do Sul "tem 
condições de e desenvolver rapldamen· 
te" devido a consciência progressiva da 
população e ao empresariado. Se ele for 
escolhido, durante este ano, Iara um olag­ 
nóstico do novo Estado e seu plano de 
governar se resumirá basicamente, e:n 
"reallwr o desenvolvimento de l1ato 
Grosso· do ui e abrir perspectivas para 
as gerações futuras". 
Na opinião de Pedrosslan, "não há sen­ 
tido" a fscolha de pessoas de fora do 
Estado para governar llnto Grosso do 
ul, porque o ouvo Estado "tem muitos 
µolitlcos capacitados a gov:rná-lo . Se­ 
gundo ele, toda a populaçuo d~ ~lato 
Grosso do Sul "está na expectativa da 
escolha da governador". 
-------...--..------- 
O Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros, comu­ 
nica a todos os seus amigos, clientes 
e ao povo em geral, que levado pela 
obrigação da_ ~du_caç!lo d e seus filhos, 
viu-se na obrigação de mudar de residên­ 
cia para a cidade de Campo Grande, 
mas que estar!l constantemente em nos­ 
l!R cidad'e,a tendendo profil-sionalmente a 
seus clientes e amigos, como sempre 
procurou atender, da melhor forma pos­ 
sível. 
E em Campo G r a n d e, estaremos 
atendendo profissionalmente, juntamente 
com o Dr. Cyrio Falcão, a Rua Rui Bar­ 
boa, 2.774, tone 4 6683 em nossa re­ 
sidência situada a rua x.v de Novembro, 
390 apartamento, 91.. teremos o máximo 
prazer de x .. celfer os amigos. 
Bela Vista, 15 de dezembro de Hl77. 
Carlos Edy Sá de Medeiros. 
Tribuna da Fronteira 
- SEMA ÁRIO -- 
F U D A D O E M 2 O / 2 /7 2 
Insc. Est. 1309533-1-2 CGC-MF: 03.200.763101101-7-1 
Redaciio e Administrnçiio 
R. Duque de Caxias s/n • Bela Vista MT. 
Oficinas: Hua Duque de Caxias •/n 
Bela Vista 	Mato Grosso 
Redator-Chefe I valdo Pereira 
Administração: Maria Estela V Percirn 
Diretor Comercial: Alrnro Pereira 
A SI ATURAS 
Assinatura Anual Bela Vista CrS 150,00 
Demais Municipios CrS 200,00 
Tribuna da Fronteirn é nm:,. publicação 
da ORJIVAPE- 
Os artigos publicados com_assinaturas d o s 
autores não traduzem u opinião do Jornal. Sua 
publicação obedece ao propósito do debate dos 
problemas municipais e de refletir a diversas 
tendência, do pensamento umversal. 
Fundador: I vnldo Pereira 
Dr. {icoro e.calves 'osta 
Módico 
Oculista Oftahnoiogü;ta 
Rua Antonio João n.o 7 53 
Bela Vista t Sul 
DE 
Evaldo G. Laranjeira 
PRODUTOS VETEIUNÁIUOS, l.'iSETICI­ 
DAS SAL BOIADEIRO E :IINEltAL, 
SE~1ENTES E:'11 GERAL. 
Ül'I melhores preço:; da pruç;a. 
Visite-no-. 
Rua Duque de (axias, 10 8 O ; 
Bela Vista .. Mato <irosso 
DL Ivan ftfonsB da Cosia 
arques 
ADVOCACIA EM GERAL 
Rua Vdvntários da Putria. 376 • Fone .-10 
Bela Vi la Mto GrOs8o Sul 
Er-cercar3] 
5 Z.P.23 
g 
~ Difusora 
fiflcatlópez 
ELLA VISTA,NORTE PARAGUAY 
• .. 1rn:?. VE!t'ílJ?.OSO Oí LA P,URIA 
Se eu pud L' RO votar 
uum c11nclldnto p:ll'il go­ 
vernador dP Mnlo Gro~­ 
flO do Sul, cu votrnht om 
Poclro Pedi-os6lan n :dir­ 
maç/lo foi felln pelo se 
nndor ltnHvlo Coelho, - 
f:Jnallndo que Pedt·ossl­ 
un foi um dos melhores 
governndores que Mato 
Grosso jti tPvP e, dlrl­ 
gindo-se nos jornalistas, 
Pffi Rua maioria jovens 
afirmou que a juventu• 
de deve- grande revo­ 
lução cultural do Estado 
àlJUele ex-governan:e, 
que con1:<trulu duas uni· 
versidades. A definição 
de Itulívio Coelho velo 
confirmar apenus as suud 
posições unteriores favo­ 
ra veis u Pedrosslan. Por 
outro lado, o senador 
m•1 tcgrossem;e deixou 
bem claro . quo nüo é 
contrário a nenhuma ou­ 
trn indlc11ção, mas pro­ 
testou com veemêocf:i 
em relaçüo às riolíclus 
se2'1.lndP as quais pode• 
rla"' ser Jndíeado um téc­ 
nico-político alienígena. 
Mato r.rosso Sul. 
E GEISEL ANUNCIOU 
FIGUEIREDO C O l1 O 
SUCESSOR 
O presidente Ernes­ 
to G eis e I anunciou 
à A R E N A os nomes 
do general João Batista 
Figueredo e do gover­ 
nador Aureliano Chaves 
de Mioaa Gerais. corno 
candidatos à presidência 
e vice-preaidencia da Re­ 
púbílca. 
O anúncio era espe­ 
rado e não se constituiu 
em novidade. O general 
a tista de Flgucredo e 
o govErnador Aureliano 
Cbave15 deverão ser elei­ 
tos pelo CongrC'sso Na­ 
cional em outubro e em 
possados no dia 15 
de março de 1979, quan­ 
do deixarão a presiden­ 
cin. e a vice-presidencJ_a 
da República os genera1s 
Ernesto Geisel e Adn.1- 
berto Pereira. 
BIG·LDR 
,,., O Comércio Jovem de Mato Grosso do Sur Eletro 
domésticos em geral -- Móveis - Voce ÍOz o plano de · pagamento 
Concessionário ULTRDGBS entrega automática - plantão, aos domin­ 
gos e feriados troca de 6utijão pequeno - Assistencia técnica permanen· 
te Seção de preços especializados 
Rua Vereador Romeu de Medeiros S/N ----=~ Jardim 
.a.a 
(, 
1
11> 
1t 
prese 
te»«' 
po 
s8 qu 
~  
nhj 
1111)11<" 
il'lllp! 
rn+•-­ 
pro 
hom,, 
! 
adas 
eIo 
wvrá a 
·pa 
·pr 
lerin 
lhrr-í 
pri] 
I 
rata+ 
hoje 
1
. .,, 
h:zen 
fada 
fon 
r!c, i 
·'rteg 
'o,-° 
1 
l• 
d 
D 
j'; 
to 
c« 
tr 
do 
de 
6u1 
te 
vi 
uh 
le, 
-- 
,,..... 
r

1.7 
-- ............ 
lJ J
11 VI ln Mt Sul Tril.1uua d Fronte.ia 
,,,,_.,_ - - ---.,, ·--------~-------------------·----- 
t,7 Uf 7 
I 
/ 
1 
--l 
votur 
ara go- 
0 Gros. 
:arfa em 
1 a allr- 
4 o se-, 
:jlho, M· 
'edrossl• 
,clhores 
ato 
e, dlrl• 
na listas, 
jovens 
juventu- 
revo, 
» Estudo 
crn11n!e, 
ns uni· 
lolçúo 
o velo 
; as suas 
favo­ 
,1110. Por 
senador 
deixou 
núo é 
uma ou 
.ns pro·. 
1êncl:i 
uotícla's 
pode· 
uro téC· 
- uígeon 
Em t1Uu me11sugem dt: fim de ano, dl­ 
vulgaua pPlo pl'ogrnma A Voz do Brosil 
e, depois, po1· Caliela '.'{acional fie Tele­ 
visão, o JJl'CsidHnlc Erue!!LO Gr•i5eJ rrno• 
vou ni; ei::p:!ruuçus e;n IDcll'Canle avanço 
político om Hl78. Confia o prei;idente um 
que n iuicieliva do guvernú quanto ur; 
refurmu!' polilicu1:1 rrnciouul~. cm coJYitU· 
çiio "seja <:orresponclida pt>la clarividên­ 
~iu das clu~ses politic11'- nacionaio, ca­ 
puzea de renúnciu, ulçur.)m-se à altura 
do momento que 'hemos, sopfw.ndo 
umb!çoes pessoai:; ou d" grupo~." 
Dever Cumprido 
. "Como em opol'tunfdudes unteriore:::, 
as vésp~ras de novo !ino, ,·enlJo ctur-vcs 
?Onta doi; principuiti resulta dos que con­ 
Junturn~ule ulcanç'.Hnos cm 1977. Oem 
assim formula as perspectivas gerllis 
que visualizamos paru Hl78. h1_ço-o 
consciente do devei· cumprido com má­ 
ximo empenho, i-em desfaieclmentoa. E, 
embora circuuslânciai; diversas hujum re­ 
duzdo l'Ebultados l]Ut:! co1.1fiantemenle 
podiamos esperur e paceialnepte fru+­ 
lrud? algumas _elas funt..lameutndas e1<pe­ 
rn~ç,1:3 que hc1.vmmo!! alentudo, creio que 
alinal, o saldo dos avsnços e das reli­ 
zaçoes e mmto grandP, corno tem sido 
llesrle a revoluçilo de J!JG-1, 0 que 
O 
pre­ 
sonte Estudo g<'ral da i':açilo - interna e 
t!xternumeote - mostru o real siaufricaúo 
do pro~re~so que, com esforço de todos 
ods brus1le1. o,,, ::1lcnnçain.,s no dccone~ 
este auo" 	' 
~ Ernes· 
mclOU 
nomes 
ant1st11 . _ No campo critico da C'conomia a 
.,0ver- :' oluçalJ da_ tiituaçilo mundial u de nos- 
ia ,,P"_eostru o e«rto d orientçáo 
oorn° ·,· ll
74 
o Bresil vem s guindo a partir ele 
, 'dêncla d , _<"m _cl.corr,!nc,:1 , a ci h·,• provo;,:.i. 
" ie $!! tore, et«vesta dos r@cs o 
fui ó,eo. O choque el.!êf10 gc,t·u<lo I Ji, ti:! 
P
e· ,O, O COlll,'Ç' •
1 
, U'l' 
r e IU tou v ':" ' ' 11uva --i·u para 
nsti""; é;; ", 'Azyo i«usai«l modr. 
, ttener!l tr. é
0 
e i;. rnlcrnu. um. prnce:iso "Ue a- 
º e a v s de sue ,.. • • d " ' 
red? dove;à 'vsstos Is{obramentos, 
reli@' de ' estender-se até que novas tontes 
- eJel· sum·~ergiu vcnh:,m prn~rassi'ameote as- 
' ser !'{11· te J1. o papel, i:da hvie predomiaaun- 
" e j ,""npeih,d» pelo petróleo. O É- 
1° ,,"! dos pais·s que, desde togo l'0('O· 
dill 
0
• u. c,ru r.i a n , e . 
1 1 
d 1 "" ' • 
que' lera@:," ''std:te de um: desuea- 
'{e 	io progressiva, ão violenta, de sua 
es 111 
• -!idellC!• •·,1 
- ern - 
• g"ai+ 
e 
Setor Econo:mico 
) 
.. 
economia 0, em paralelo, de mudanças 
cstn1tul':lis suflclenlemPnte rápldru;, no 
quadro de urna e1,tratégiu udoquuóu, ca­ 
paz de assegurar no p>!ÍS uma trujetórin 
sólida de crescimento. Implantar essa 
cstrnt{>gla era tarC'fa órduu que exigi1 ia 
sacrifícios da populaç)io e, ,rnte>r. do tu­ 
do, um forte apelo à Imaginação e a 
cri11tlvldude nacional. Embora o g.aduu­ 
li!!mo fuça parte dn tradição brn!'lleil'U 
em política economica, 1rn dlmPnsões du 
crisa do petróleo obrigavam-nos a seguir 
com pre~tPza. Não era l'ucil em poucos 
anos, mobilizar recursos nec~ss3rios uo 
programa de St!b~titulção àe importações 
não era fácil, a. curto prazo, modernizai• a 
agricultura, preparando a sí'Dultaneumen­ 
te para o atendimento do crescent~ mer­ 
cado lnteroo e para o aumento acelera, 
do das exportações. Não era fflcll, prin­ 
cipHlrnente condliar em módulos i:l"'uit1 
os objetivos de· crescimento econômico, 
melhoria da distribuição de renda. ejuRto 
do balanço de pagamentos e combale a 
inflação. Em 1974. nosso déficit comer­ 
cial atingia a cirru de 4,6 bilhões de 
dólares. Este ano conseguimos voltar uo 
tradicional equillbrlo da bolançll comPr­ 
cial, de fato com um pequeno superavit. 
Visto estar qtfe uté novembro deste ano, 
enquanto as exportações de produtos 
primo.rios cre,;ceram u excelente t:.ix,1 
de 1!J,4 por cento, us de proúutos indus­ 
triali1.:1dos aumentaram de 33,8 por· cento 
o _aument~ _acelerado c!as exportações 
nau rel'lqu1l1brou apenas nosso balanço 
comercial. V i u b i I i z () u também 
a nossa divida extl:lrna, inevlhtvelmente 
crescente dura11tR esta quudró mus ex­ 
pandindo-se em ritmo cda véz menor. 
Inflação . 
"A t:>:-a de iaflaçüo, mfldidn pelo 'índi­ 
ce gerai de p1·e,ços, d::ver/i Filuar-se em 
Hl77 <·:rn pouco meuos d::! 39 por cento. 
Essa c1í.ri: comporta duas observações: 
co_1;11parat1vamt!ntc aos 46,3 pot• cento dtl 
1976 apresenta inegável melhoria, com 
- a diminuição de muis de sete pontos 
percentuais no ritmo infiacionário. Ao 
longo do ano, os 3~1 por cento resulta­ 
r_am na composição de duas fases dis­ 
t111t.as: uma da _influção ,rnelel'Ur!a n1 :- 
rI1n10, a taxa mediu m1:ur:ul de 3 7 pai· 
cento. Outra de inflt1.ção bem mais bran­ 
i~~u~e 2, 1 por cento ao rnes, a parti!- de 
Apesar dos progressos m relação a 
HJ7U, t•i;f;1moo ll n/!P c!P clt.t· por ,·p,,cidn 
a gl.icrr:i contra a inilaçío. E,:diorn 
connicion,1dos a metodologia r,r1·r1du·,li~­ 
ta, pr1::ci-nmos continuar a Cl)lfll)atei' n 
inflação sem tréguas, pelando pra to­ 
rJos o mecaniRtnos d2 (·onlrole ú diH['JO· 
~içüo {t cooperaç!lo e a compre(',,S:1o do 
, povn. A luta anli,inf!:.ie;lon:llitl r .Pl'fl· 
!:!entu, untPs de tudo. oxlra•,rdiw'trin 
exel'cido de d;Hcipllna c
1
a floclt.1dnde. f: 
Jll'fCÍflO qu0 IO(J!Jfl relvindiqU<'lll'l'; IDPUOB, 
para qu1· os runho:. não venham u nc1· 
f: ui,.trnclo~ pelas allns <le preçoR·•. 
Pe,.spedivc:s PoiíUcas 
'·Quanto :10 prJhlerrrn p'llítich propriil111enr,·. 
cm rcf·t"ulc <fi~eur .. 11 prhft·tido ::l 'rjJ114,:irr.1 de d,•. 
zembro, apresentei o quadro atua e as perpeeti 
vns de sua evolução nele de-taquei a ivapor :,ncia 
do desenvolvimnto das in-titições política- para 
o prc.;::reFso do p,IÍ'3, nu ,•1upa a qve chegamos , <lu 
vida nucion.'.l!. E nadn cnbc acrc~c,•ntar, de nu: .. 
n1ento. um:.1 vc.t que, pela con .. uh.n a:r:JJliuda no.; 
setores mais esclarecido- da população e pelo con­ 
SCUl'líl l(Ut' çC 
1 
{•rjficruc·•, é. íJUe f.t• ÍIXt•r~io n11110: 
bem ,lcfiuido . .i e met.1.;, ri nfcanç .. ,r c.0111 re . .1Ji-wn, 
prudência e be:,!Utall'íl. I·~·JH:rs1JOO'-, c-ouvktn1ucn1C·, 
qut: o uuo próximo se venha a as+inalar por um 
avanço mJt('l.!.Uft: flí;rre ft.•ror, urench:ndo :t3 a--pirn 
çtie::: µcrJf~ dn nprimoruílH"ULo rlt.: uo.,ca dt:moC'r~1- 
t::ia. Coofia1r.os ~rn qu~ a inici:.1ti,;a do governo e 
ju correspondi,fo pela cbrivid.,nria rh, r!J--,·, p•1• 
lítica.~ nacionais, capazes, de, com e-pírit de ft-'­ 
núncin, n)ç~rezu :-:e u ulturu «lo rnomt>nlo que vi, c­ 
rnos, Fopit:..:nllu c1.nJ,iy,jct- pe~-oaia ou de grupo.--. 
Chegou arFÍm ar, tênt1in,, de.illl ...-xpoei~üo fJUt> j!, 
vai mais longa do que era de dejar. .  relt. ,ru-1• 
cin de seu teor e n nece,-id.!cle rll' ih~ cbr a , er· 
t!adeirn lonalidade <lt' otimismo ern qu.- podrrnus 
er..r:uar o fu:u:-o rxi:!ir=-im n t'Xtc•n:-ii., Cj'JP Jhe íol 
dada. Ao conduir~ uu;;uro um Ano :u, o o d(• 
1970 pleno- d" rcali7.nçõc, p~r.1 a Nuç~o l'Otuo um 
todo e c.Jn, ac.re~ci,bõ bt:nçüe~ p:ira cadu ddorf:iu 
brasileiro, no seio de sua comunidade e uo rct•~s-• 
o de sru lar. 
Realizações .::,odais 
"No cnmpo social, cle,de 197 J, u atuaç:1n do 
go,erno tetn ~iclo d.inámicn e cri:idora 
O !?OYt"rnu _preocupou-Ee en:1 assegura'r que os 
rt'ajuiuc. .. calnriah=, particularmente~ o~ do· ~aJ,irio 
mínin1u, rc::corr.puêe!l:-cm os pnrlrõc~ dn poder 
nquhi:i·o cr6dito" pela in(J.u.:iiu. O mais ipnr .. 
Li.tnt.t:, porém, é aue o mcrr..nd<Í~ Ü1"'.' fato, vnforizou 
o 1rab3JL,,. bern ~~ima dos co.,ficie::tc• oficiui • de 
reajustamento lurial. Os programas do istrema 
educacio1:n.l. a redt:cào da taxa do 011,,!f.:.hetÍ-'mo 
adulto, o crédito educativo, os progrm:as de saá­ 
de i,ública, a prevcnr:io da ;:ra, idn úe alto rirco 
traduzemn aspectos da política social que t:eu go­ 
verno tem procurado seguir. A , rrdudcin justi~.1 
coei.li núo é u que isuhmete <· ir:ili.J.lhador a,, p.1• 
trrnnlismu go·ernamcn;af. n1;:- a que:: tozn:1-u e.a· 
puz de se , :iloriza.- nu n1erc:!do de rr.:.balho, in­ 
ilep.;:ndemerncnt., ile;,a proteção. Executou-s.:, t'UI 
1/i t, um Or:amento rncrn.l riu orrlcra dt! CrS231l 
bilbêe• cm cduc=,ãr..,aúde públicn, a,<Í!tcoci~ m(,. 
dica, saneamento, numurrraço. habitaço, previdên­ 
cia. trabalho e trcin:.1r.Jt!nto }Jrofi.::ionnl. A e:-'-e 
dispêndio adicionou um pru.rran,a c!e c!~:teu,ohi­ 
mento urbar:u de ccrc.1 de êrS 3') 1nilhõt:i dc~ti• 
11,1.I,,~ prinr-:p l:  1th' .1 tr, n1t• 
porte coletivos e ttto o­ 
inir, pur outro lalo, apl­ 
caro.· ms Csr lu {iltoe 
do Fundo de Apoio ao Ie 
ri li r,h Ít1h OCO .;"lfln il. 'I .1i, , ,; 
Í1t11.,·11• d,l .!i(ºI Hh'l,d ,.,1J(lt" 
riza consihrvel progresso, 
Na verdade, as aluçóe· 
.. ir:1pl,~--, 1ura unt pd-, r,.JllJ 11 
popular ão que temo, no nos· 
-o iel de renda, o simples 
, Jlt 11:1• 1111 J-l'qwL Cn111 wfo, (· 
pos·fel encontrar essas oln­ 
~flt .. e t·f,·1 h :i ... ftu ('otn ,t:1 f•r­ 
mina4o e f, pelo c«ninho 
da evoluão ordenada, nua 
rnl'Í<·•l.1cl,: ah{'ri,1, plnrnli,la e 
CJII crt"1"PIIJlt'illH lit"fjl reflJr () 
n soluções extremadas e io­ 
l,·ah1,·•. 
l 
! 
1 
1 
1 
.con~q:a o que ucun­ 
tecel' TJO mundo oxterno, 
afw se esqusça de 
Deus, que é a fqnlo dn 
provisão. A fonte da 
provisf:io é sempre Ocufl 
e é !u e,.;gutú vel. . pro· 
vi. il0 pon:co nlgum~s 
yez.-s COl'liJdU, ma~ DUO 
ei,tú eorta 1t1 de vcrda­ 
dc•.O cru,~ t!COtllPCe é 
que. quundo o boruem 
se esquece da su Ig3- 
çlio com Deu;,, man1foa­ 
ta·r:sll um tenómeno em 
que f:lt• parece desliga­ 
do d pr •visl1o fufrn!tn. 
Seja quul for a 8ituução 
reuornênica, Deus estv 
dentro ue vncll, traba­ 
llw.udo se:npre c!e wodo 
8 realizar as cofias ne­ 
cecs::{uias para vo!.!& , na 
forn:a em que vo,;(f de- 
Hiiju. 	. 
Por mal;; que i;urJam 
r,ituaçõeF- dlf_iceiti ~o mu:i­ 
do fenorr:en1co ;-;ao dei­ 
xe n sua mente se Da­ 
!a r p,•!a~ 1ran?formuçoes 
r~nomfo!ca-s. ., <;:· 
·Existe Só:unte Deu. "9 
m«te Deu! $nt P"";; 
:Xlld> ,·:ci,lt: ,Jt:m de D.e-. _':­ 
Deu- onipotente quem_me u­ 
ifis! E 'eu· d1w+?%?" 
fini:a, quem « _al4; "" 
dn t':<ei•te além d~ D,_u;. rn: 
não existe! A ifeliidade nso 
exi,te' As de-graça não xu- 
, '(J fr:,ôu:l!Ll<' nü<> po,<:1 de 
1,m. . b iit> tem 
«gts!_t s -gr%",i,arfo 
t'.X.'-'h nria real rurP J" 
a<sim. con-cientize-+e no ° 
e negue terrsinsntryrna+e O 
•· ~~::i.lc5 F eno:lzt·f.ut·o:i • 
CGLT, NA SEfCIIO-NO-rn 
E J..'l QUAIS FORAM 
O • ACONTf~CB!ENTOS 
FENOMÉNICOS 
.USINA 
Rodovia .Jardim Porto Murtinho Km. 
Escrilórill :le V d 
• en as e Administração: .-.v. Duque de Caxia;; • Centro 
DIM - 
e á ri o 
MATO 
lodoquena 
GROSSO· 
54 
DO SUL

B«la Vista ML Sul 'Tribuna d Fronte!r 
li 
p 
CO, DIZE 
VI uma menina uorrendo no en- O índice de leitores no Brasil • dos 
~bntro d!i ~ua mão e ueutl uma 011ormo mnli; baixos. kso foi o quo conatall)tt o 
saudade do tempo oro quo nu também lcvuntamenlo feito pelo SNEL o IHGE, Num wundo ameaçado por to<l(•cl OR 
era um,i jovem mãe. Cheia de vida, fe· em comparar.ilfJ feito. tom outros paíse. tipos de poluições. São Fa.reisco pare­ 
llz, enudá vel. Hoje nem utr.a jovem avó O índio do livros/'população verlflcnrlo e" como ·um verda<lclr o profr tu d pre­ 
eu ou. 	m 72, o si!té: Estados Unidos, 209 vago da natureza. Não foi por nnda 
Sou uma velha chuta o impltcute milhões de habt'antes nrédia de 0,79 por que ONU dc!arou ·rto como ps° 
com quase um século nas cotas. habitante: Rússia, 247 milhõea de I.Jubl- dtoell'O da c-cvlogiu. 
Quando eu contava nna vinte l!DC>il tanter-, O,:l3 nor bablt1rntt•s; República A comunhfio de ~ão trruncl•co com u 
nlo nego quo de vez cm quando eu pu- Federa! da MA!eanh, 40 rnllhões de hn- natureza niio tevp um nc.;pccto rorn, nll­ 
rnvn para meditar em minha velhlce, en- bltant:, 0,65 por habitantes; Suécia, 8 co apenas. No período romantico, era fá­ 
tretanto eu penei que cadrt Idade tives- milhões do hubltantcs, 1,00 por hnbllao• cll Jmag-lrilll' que um C'l't'IDítti, ucl1nP1:1e 
88 o seu encanto, u. velbloe tem apenas te· Espanha, 31 mllhõe11 ele hnbltnntes, prazer em ficar uumu cnprla em ruins 
o encanto de nos fazer voltai' aos nos- 060 por habitte; F'rança. 55 milhões de em melo us rtoretJ, com o Juur lfumtnun­ 
sos anos do juventude l 	hubltontcs, 0,47 por habitante, Portugal, do a noite. Mas não era este o caso d 
A única coisa que posso fazer 8 60 milhões do h•1blluntes, O,GD por ha- So Francisco. Ele amuva a natureza 
com m u l t o esforço é ler uma ho- itante; Argentina, 24 milhões do habi- porque via nela "tu :1lnul. O Pol, a água 
rn. por dia. nado mu!R, Estou mgra, frna tnntes, 0,21 por habitante; Brasil, 104 s flores, o vontu, 11. te1·rd, leruuravv-llHl o 
ca sem dlsposlçfio, vivo entacta tt sofro milhões do hubltant••s; O,OG por babltan• Criador. Para f:.'!e, todo o uulvel'r,o eru umu 
de insonin! minhas rugas afio lüo vlolPn• te. 	imensa catedral, onde percebla u presen 
tns que quase ni;su11turn us p0sRoas. Estes dados do SNEL Sindicato Naclc,- ça de Deus. Todas as cuias, nu perpe- 
Mas meu tempo do jovem orn ótimo. nal dos Editores de Livros· vêm noo re- cliva de Fraodsco, d?pofi; den<·nvolvlda 
Eu não l!OU daqueles tempos rigidos em velur o baixo nível do brasileiro nesse por São Boaventura, erum degraus que 
que os pnls não davam uma mlnima llber- al:!pecto. 	conduziam n Deus. 
dnde oos fJihos, eu sou dn era reodernu. Em pesquisa realizada recentemente, Além d!Pto. 8110 Frhncl~eo Pra rlotado 
Minha juventude foi de uma época trnn- provou-sé que Machado de Assis é, nln· de uma especial sensibilidde. Seu Can­ 
sltóri, revolucionária. Eram os primeiros da, o mais lido entre os ceritres brasl to das Criatvrus e colono nutre us 
pas11os para umu enorme liberdade e ln· lulros. Sem; romances, como :Jemóirns obras primus da poesia Ituli1rnn. ,Já se 
dependência entre os jovenR. As faculda- Póstumas de Sras Cubas e Qulncas Bor disse que em São Fracclsco dlficilE,entc> 
dee abriram suas portas pura todos!. ba, constituem-se no rompimento do au- teria surgido n Divina Comédia. 
Nos namoros o romantismo já nll.o exibtln tor com os esquemas do romantismo na Cada um vê o universo de uma mn- 
Nada de versos e nem de flore.;! Lomi,rel- flcçúo. 	neira. o economista vé opeous poF11il>lll· 
me de uma frn&e muito usada na 1olnha Obras de granr!P senso de humor den: dades econômicas, o poeta vê emoções es 
turma: 	tro da comédia do adultério - que teria tétlcas. Sãl) Francisco pPl'cebla Deus em 
- Você eetã numa boa, ma!lrndra! havido ou não - e de uru cachorro que toda a parte. E porque perceblu sin11l1:1 
Todavia, atualmente núo faço !Mia de herda uma fortuua. O ridículo e o dra- de Deus em todas as criaturas, sentia-se 
oomo andam os fatos, falo pouquisimo mático nu comédia ela vida. um irniiio -:inivet'sttl. Viveu em comunhão 
(e eu era querida por falar bastnte) Memorial de Aires. oulro de :11:us no- com todas as criaturas não apenas por- 
porque sofro de surdez. 	tá.vais roma.nceJ, pode ser considerado que eram úteis, É Finlomátlco que o 
Meus filhos me visitam oqui no n!.ilo,, um te11tameato humano e lllerãrlo de Canto das Criaturns tenha sido cornpos­ 
allás antlqulnslmo (desculpe, asilo unca Machsdo de Assis. Prosa de admirável to no fim de sua viria, já ala<!Udo pela 
está fora de moda) de vez em qu,tndo, limpidez nele o autor enxerga no fundo doença e pela cegueira. Alguns de seus 
quand-o sentem remorsos ... lúgo, Cúruo do abismo da Miséria humana uma !uz suuhos e planos estavam já comprome­ 
vou saber o que se passa lá foro? de esperança e faz suu mensogem ditini· tidos e seus olhos apenai- viam o con- 
Ao menos eu tivesse tido uma filha, Uva de poz. Antes, no Alienista um ou- torno das coh;as. Ele cão "ne uposs,1va" 
talvez Pia fosse mais carinhosa c
1 
migo, tro de seus romances, Machado de Assis das coisas, pois não se julgava com 
ossn to! uma das minhns maiores 1 usta- acaba por mostrar-nos ironicamente que direito els to. Sua pobreza o fazia pasar 
çõesl Sempre sonhei lt>c ume. filha, mas os sãos podem estar nos hospícios, en• ao ledo de tudo e ele que não queria 
tive somente trê.s rapuzes. quanto os louoos estarão fora dele. . ter nem lugar pem casa, nem coisa ul- 
Te-nho alguns netos que mal cc,nheço Dei>11e inconfuod!vel maior romancista gumo. As criaturas todas computuhum o 
hoje em dia uma avó mo.l tem Cllntato braeileiro resolveu a Editora Cultrlx pu- pano de fundo, compunbnm n pairngem 
oom seus netos.. . 	bllcar um'a seleção de obras escolhidas, mas apenas Deus era o imporante. o 
Desde multo Jovem, sempra go~•e de numa edição grófica e intelectualmente essencial. 	' 
pessoas de muita gente u.o meu redor. 1 bem cuidada, com estudo introdutório I Quando tomou 
O opção decisiva, ar- 
"meu maior receio era a solidão. da vida e obra do autor. 	rancou suas ve11teti &otregou as ao pai. 
Porlsso e por amor, muito amor mesmo, 	moribundo quis ficar deitado sobre a ter- 
casei-me. Fui espC>sa, fui mãe fui dona 	ra nua. Esta a filosofia de Francisco. 
de casa e trabalhei fora. Dei tudo " LEMBRE S i quli! ter, por que sómente Deue e- 
mim para os rne1!s. 	~ '-"" • ft • e F? • t t 
1 
d , 
Fiz de tudo para ter uma ve!hic· r±da !! f;d ! ) 	' •- 	• - Lb ra impor an e para ele, e na6a e up0s. 
sava porque Deus era sua riqúeza, tudo 
de pessoas e familiares. 	t d · 
Entretanto, calculei errôntiamentr: - que no fundo doo mares existem er. amava porque em u 
O 
sentia a presen- 
e8quecl• mo da ..morte e da iogro.tidu0 dadeiras florestas e jardins com plaoto.s ça de Deus. 
• 	• 	E foi atrnvés destes degraus as cria- 
" morte levou mau marido amigo um que chegam a atingir 300 metros de altura. 
.... " 	• 	turas que o poeta e o nio que coexis- 
do meus filhos e grao
d
es amizades. - que na Indi existe urna espécie te psi- tiam e raucisco o elevaram u santí- 
Por Ironia do dc::tlno, aqui datou eu com xe que sobe em árvores e que tais peixes dade. Irmão de todas as coisas, Jil a s 
o.quilo que mais temia. n solidão! siii> capazes de galgar um plano quase mais que todos, iilho de Deus. 
vertical. 	• 
Leia e Assine o JORNAL 
Tribuna da Fronteira 
que o uso de hélices para a propulsão 
üe navigs, em subsôtulçlio ás rodas, foi 
ides.lizad11. pelo austríaco Kessel, em 1829. 
-- que a chlne. conhece a sêda mil anos 
antes do resto do mundo. • 
O Brasil 
.,. 
por nos 
.,. 
e feito 
A Desidratado 
A VlO, D.E ShU HUlO 
DEPENDE DE VCE 
SIGA ESTES CONSE­ 
LHOS AO Pl~ D, I.f.l'HA 
1- e só mamadeira e 
com1lda prcparadn mi ho­ 
rn. 
2-Fer ,. n toda Aua is bs. 
ber, j de poço, uv i­ 
cu ou enenadu. 
).Ferva mumad·iras, b!­ 
crs o chupetas antes 
de d-las criança. 
4-Não deixe que a crian-] 
ça leve t boca s com!da, 
bnlns ou objeto que te­ 
nlwm cnfdo no chüo. 
5 .J oguc ror11 quulquer 
ffutu ou til1rn<>nto cotrn• 
g-ndo ou puss:.trlo. 
ü•Ac,tho com moscar. r. 
mosquitos em sua casa 
7.Conserve empro lim­ 
pas ns roupas e ns mãos 
da criança. 
8- Lu ve ~Ulltl mHos, DH 
hora de preprar a ma- ] 
mndeira ou qualquer ro­ 
feição. 
9- Só use fraldas limpas 
e puRi:arlu1:1 com ferro 
quente. 
10- Trate imediatamen­ 
te dP qualquer Jufecção 
que a crLrnçu. tiver: oa 
garganta, olhos, ouvidos, 
nariz boca, etc. 
11-Nãu mude a ullmenta· 
ção da criança, 1rn1u con­ 
sull·t r untes o médico. 
ATENÇÃO: Ao primeiro 
eirrnl de <liarréla.fuça Is· , 
to: 
1•Suspenda a alimenta· 
ção. 
2-Só <lê água fervida E 
fria o quanto a criança 
aceitar. 
3-Procure logo ussisté 1 
ela médica. 
Verdad!:'S 
Ê mdhor prnveolr que 
remediar. 
Pais previnldos • pais 
inteligentes! 
Documento 
Perdido 
t 
Niwton Garcia Mo· '• 
tais exlTJViou sua Car· 
teira de Identidade, Titu­ 
lo de Eleitor, CPF, Cer­ 
lificado de ReservJ?ta, 
documentos de uma Ca· 
mionela C-10 Chupa fl/ 
0958 
Gratifica-se 
Publicação que se 
faz para obter fi 2
3 
via, 
~ 
r, 
(' 
o 
é 
e, 
t 
te 
Suite, ,:Apartamento:. (casal e. olteiro). Sala de Recepção 
- O Hotel mais l"tL.."lloso do Sudoeste 
y.sr..=z7= 
1 • 
Uüotel iquidauana ~cloce 
.. O Cartào de visitas de Aquidauana " 
1 	AQUIDAUANA MATO GROSSO DO SUL J 
a-. -	----'--- - --	-- ---- , 
........

l 
ú7.1,. 
-...... 
Botu Vista Mt Sul - TrlbuM du Frontt,u·n 
--- 
íl!-Ol-Y8 
-- ----- -.......- ... ------- 
,, 
íID 
' 
J l'l! I' 
· o, 
CONE 
LE, 
1acte1•,, 
da m 
flll ,J• >. 
0, @±L 
t>iru;,: 
.JU UU' 
rlança. 1 
ll Ct/,f 
t com!:, 
,os que 1, 
:hão. 
qual 
lo C!trl 
·o. 
moscas 1 
l SU!l c,J<J 
!11lpro llc 
e 110 m!:1 
mrtos, ti 
trnr a c1•1 
tquer ri. 
s li;u 
c:om frri1 
iatum1i 
lolecç'.: 
tiver: t! 
• orli! 
ollmeoli 
se C­ 
j]lédiCO:. 
prin 
11.Ioça ii- 
oll!lllnB· f 
ferl'lda f 1 
cris:] 
cs8 
veolr qui 
s. 
' 
Ap61:1 inúmeras palestrr.11 com a 
Dlreç:io do Jorn·u1, multa ln!-list(ln~ia a­ 
juda de lnltores fanátloos pelo _estilo a­ 
qul elo pupri[, o "porlcroso cllofau per 
ralliu, n,Lo a volta do E, pois é. . . mo.3 
pelo 1+no do POIS É. Segundo ela, es­ 
te uno nã0 flcnrernoa nu11 eleiluções ma.; 
partiremo~ para ai exp!lcuçõí:ls. [•oi ne­ 
cessário explicar que todo j ornai possue 
o sou l<'rrltórlo livre. . . ele entendeu 
Crnlu aml~o !P.ilo1·: o chefe tem razão, 
prov, disto é u coluna desta semana. 
Leiam e julgurm. 
 HE!l,Ç.O 
l 
·..A 
1 
... ; . 
,, 
1, 
4 
1! 
:5 
l 
± 
' 
1 
BELA VJST1'  
Pois ó: quando lnlciarnm n campa, 
nha do Beluvlstão, este jorn11! foi o pri­ 
meiro n colaborar, divulgando materiuti 
gratuitamente e apoiando a infclallvu. O 
corretores, conlratt1dos parn n venda dos 
títulos patrimoniais, recr bé>rem da Plre­ 
çiio irr!!strlta solldariednde. Assim como 
o então vereador ,José Glaucy Flores I­ 
dealizador do Belavlntüo. O amigo Glau­ 
cy, cumpriu com seu papd (multas vezes 
em preiuizo próprio) e nomeou uma Co­ 
missão de Alto Nivcl para gerir a camu 
-p:iDba. tid&hlizcu. Trabn.ll.Jou. Entregou 
em mãos respon1>ávelt1. Converso.mos com 
o Glaucy, inúmeras vezeR, ooment11odo 
que multa gente reclamava do Dinheiro 
pugo na compru de títulut> A V I S '1' A . 
Ninguém nunca deu sastifoção. Gsarem 
o jornal na camp:rnha e, qunodo foi ne­ 
cPss{u lo uma Expllração, niiu a dtram, 
Preferiram o 11ilênclo. O' Povo. Esta Co 
brando. llulla gente n!ío recebeu o seu 
dinheiro de voltam. Hoje, alguns culpam 
o José Glaucy Flores, talvez porque o 
mesmo esteja radicado em Aquida uana 
e não possam reeponder pessoalruente 
por um dever ele consciencia, peàimos 
tos responsaveis que :;e manifestem. 
Surge. agora, um problema molor: O Ter­ 
reno doado pela ~luoicipalidade pura a 
<'OnRtrução do Bela vistão. Por onde anda 
o~ responsáveis ? o terreno doado como 
é que fica ? Pois é: o povo esperu que 
c~da um cumpra o seu dever. Explica­ 
çoes ... Explicações. . . Nós não fica­ 
remos calados. voltaremos ao assunto. 
+-± 
DEU ZEBRA NO BEL:. VI TENSE 
O conjunto contratado pr.ra abri­ 
lhantar o baile de Reivellom no Clube 
Esportivo Belavi8tense rlt'u o' golpe. Pro­ 
mete:-D-m uma coi,;t1. e vieram com 
KOISAS. Pois é q,rnndu o clube coutra­ 
tar um .conjunto dt:1 loru, deve ft1zer um 
contrato, onde reze o sequintt:-: O não 
cumprimento dat1 Ulausulas Implíeará nu 
multa de ... assim por diante. ExiGte 
muita malandragem por ai. e não vai 
ser aqui em Bela Vista que os vlvalrti­ 
ncs vao sair ganhando. Providências ri, 
gorosas a respeito diretoria do Belavls­ 
tense. 
;:;,,:,;;;._ 
Campanha eleitoral de - Negrão 
de Uma. Comício na ravela do.. Jacare- 
I'EDHO r'EDREIRA 
zlnho. Rub0m lle•·,11·do, o ndidoto n vlee 
pegn o n,lcrofouo bota fl boca 110 morro: 
- 'ão cslnn os aqui RÚ parn podlr 
voto. Estr1mos qul p11ra ~ur1111tlr no po­ 
"º que vamo trnhulh~r. r.iv~r escolno 
p-:rd que, por exemplo, ess negrinho 
l.10 s-impático que está aqui em voltu do 
palanqut•, quando cresce,., não seja um 
negrão analfabeto. O próprio, o <le LI· 
ma, no ouvido de Lufz Alberto Banhia: 
• - Bnnhlí, tom l o microfone do Renir­ 
do que ele bÓ dlz bosteira (Suba!itHlo 
Nery) 
-G 
O chefe da Clretran fez um a­ 
pelo, atrnvés das páginas da Tribuna, 
solíclt1rndo oos tienhores pais que uão 
permltisHem aos seus filhos menoreR dl • 
rlgirem. Não precisa explkur, ru só quP• 
ria entender: Porque os pais continuam 
a permitirem essa anormalidade? Qu:rn­ 
clo acontecer um fato dei;ngrudável, um 
desastre ou coisa parecld11, vão culpar 
a Cirelrun. Não precisa explicar, eu só 
queri'l PntPncl!ir ... 
Na próxima semana voltaremos 
e deixo com voces este pensamento: 
'.'Torto homem que sofre por su11s c,rn­ 
vlcções é um mártir da fé'' 
GEN0 MUER%­ 
flíl(A O 
"Em ano de eleições, o Governo se 
torna mais flexível", disse o prr11idente 
do Banco do Brasil Carlos Rlsclldlet';!r, ao 
comentar a po!-sibilldade de que us 110, 
vos mer!anismo de reajuste, a SEffem iil­ 
troduzidos no orçamento monetário para 
1978, venham a ptrmitir umu umpl!ação 
da buse de assistência credlUcia aos pro­ 
dutorAs. 
O presidente do 88 salientou que fala. 
va em termo.~ de "tendência histórica" 
e acrescentou: 	• 
"No orçamento do Banco, em fase de 
elaboração, uão está sendo levada em 
cousiderução Vdriável de cunho político. 
Não tenho nenhuma orien~açil.o a e;;se 
respeito. 
A recomendação que recebi foi a de 
compatibilizar as necessidades de rcur­ 
so~ com o disponívE>l" 
-Adroilia, entretanto, que o número de 
empréstimos poderá s~r a:npliado signiií­ 
calivamente. "A idéia central que está 
norteando a elaboração do orçamento do 
BB é a de distribuir arlequndamente a 
massa de recursos de que se lrá dispor, 
compr1mlndo um pequeno percentual cm 
todos os programas. de modo i:,. beneficiar 
maior número de prPdutorea" .. 
Assim, na área de máquinas agrlcolas, 
cujas vendas para 1978 est!io estimad11s 
em 30 bihões de cruzeír , o D1rnco, :,,,. 
uinrlo OH pl•rc!:'11lu,d. 1r11dirlnnfl!t:, d<''1'­ 
f! rantir financiamentos da ordem d 1 
bilttõcfl do cruzeiros, e fut upena uma 
. co;•rq;~o sohrc o.~ Ct • 10 hi1h<1 ., li:• l!J, 'i 
devendo, portnto, rrn nebr Hlro !.l 11 l l 
bilhõos 't 1 ]!178. 
Rischbister informou ainda que o 01 i,"l 
m:>nlo do BB puru lffi8 terá carater prr­ 
vi• ório, abrangendo penas o pi i, () 
semm11ro, com cálculos feitos na ba e do 
ano anterior, 
1tó outubro dcstn uno, o BH huvi•1 1
1
• 
minclado pum o f.l'!lor púhllc:o P p,J'r,d­ 
do país Cr$ 27 bilhões. Ao setor pivad. 
r.oubc~ CrS i, (i hilllõ?:-1, l'U1do <]UC G'.í.1
11
'0 
dPf:IHl Vl'rba ror,J.l!l paru n ugl', pocu{u ln 
e 33
11
/
0 
pnru o . etor lndust1 ia!. O H!l (1 
responsável por eerea de ã04 dos fins n­ 
cion:é•utos opPrndOt• 111J Pnl •. 
;)((» 
ç%1pM/M 
2és9 
PeU.o 
N!MAL BRUTO { PN) 
, ' ' 
!N 
O rnétodQ de aYnllução du rique­ 
za nacional dos países é somar o lor 
do qu'l todriR Ot! seus cicladú••R o!.! em­ 
presas produzem, na forma de bens ou 
serviços, em todos os setores de utlvlcla­ 
de<i durante um eno. Este culculo ou me­ 
lhor o resultndo eoMntr;:do ehamu-!!e 
Produto Naclo11al l1ruh tPN!JJ 
Segundo seus PNOs ( em bllbõe:1 
de dólares) eis os pises m4is ricos ou 
poderosos do mundo, por ordem de im­ 
portância: 
t. - Estudo11 U1.1ldo,; 
2° - União Sovietica 
3º - Japão 
4° - Alemanha Ocidental 
!jº - Fraaça 
6~ - Reiuo Unido /Grã Bret~nhti) 
7º - Itàlia 
8° - Canadá 
9º -- Brasil 
JO" - China r:o□tioental 
11 - Espanha 
12º - Holanda 
13º - Austr11l!a 
14"º - Mexieo 
15º Suecia 
16º Argeutioa 
17º - Pu!oula 
18º , Belglca 
19º - India 
20º - Sulça 
21º - Alemanha Oriental 
1.487,a 
7'15,G 
474,7 
383,G 
32'.?,0 
207,!) 
152,4 
149,8 
142,0 
129,6 
90,!; 
75,4 
72,9 
Gí,3 
65,4 
63,6 
60,1 
59,5 
59,3 
55,1 
52,5 
Mto h!·. mota 
hem, é ar prazer tal e errei 
o popular do Poso.) ontar 
eh «ta, com a canuhu!+tu 
ra de nu particular amino, 
01. 11 • .i .. ,r.,11)11 l li !to •cl, li 
vereador mais votado do Mlu 
ipio a cadeia d Deputado 
! -1n1lu.ll 1:rl,, l ·1 ,,1,, d,· ~l.1- 
to Grosso do Sul, to«dai, dis. 
ardo em absoluto de que ele 
puerise de pio do Deputa­ 
do eitado, on de outro qual 
1 
., hem u uio i, tulz 
a e·tia rrado ris ão »0nu 
> fl,H I t· .·t!"''' u~·~•ic·,,, ,.lt" a ... 
.si», o· 1btileza» de hsti­ 
rl,J!i q.° a ranle platéia os 
Hino talez desconheçaun 
como eu deconheo, ornte 
imagino: o deputa!o chega pa­ 
r...t rl ,-ftl rltiir,1r.ul11 tt diL v,,. 
tt• 1'1"0! X todo mundo entra 
na onda até em alr quem 
é o ''en fulo e isto on­ 
plc-itír.t o "quntun" neceá­ 
rio para lgr o senhor X 
in«li(ado) menu Deus que cala­ 
midade quando teremos tutu 
eleitorado não quantitativo 
nts qualitati  o, ,_1u 1H"j:a l'Oll~• 
,·i,·11!1• ,J., <':tndc,
11J Jo YOtol 
quando! 
Em unsirene!a de caua, 
considero 1to, se assfm for, 
indmi«-ie,, Assim, a minha 
réplica ao que iriiu,: da 
F tela pu!!tau, pelo menus n 
que concerne nns eleitores do 
1IIIJ11icipir, ,k 1:Jd:, h!'La é o 
. .ly na boa das ras, em 
mi aquelas com o apoio Lo­ 
tal do rw,,, llíl/,1. vez que Ve. 
redores e Deputados são até 
o nonrnto nu que crevo 
+ão par+ivis do tratoite a­ 
grads de nma cleição. Des­ 
f'11lp<'fll JJII' fJ'i 'tu<· dJd'c;rrl rf'Ul 
(que possivelmente nlo erão 
J)fllJf'tJ,:), tas este o mu 
modo de pen»ar, ra ou a+si 
tP,,Ílll J}JftoiflllJ é ,., ~ ;.~J ,1:,,11. 
Prof. Gurn diel 1.l1 ,,ipf 
OHAÇ,.0 AO DJVJNO 
ESPIRITO SANTO 
Espírito S nto, vo~li! 
que me esclarece tudo 
que Ilumina todos ns ca­ 
minhos para que eu atin­ 
ja o meu ide11l, v0ce que 
me dá o cloro divino úe 
perdoar o esquecer o 
tnal que me f!zem; E 
que todo::; oa instantes 
de mlolm vida. esta co­ 
rnigry eu qu~ro nesta cur­ 
to Diálogo, ugradec~r-lhc 
por turlo o coufmnar 
mniB uma vez, que eu 
nuaca quero eoqoecer ~.e 
voci! r,or· maior que seJa 
u ilusilo muterinJ nl).o ae­ 
rá O mív!mo dn vontade 
que sinto de ullL dia. es• 
tar com voce o todos 
~p,us irmllo:; n.n Glória 
P~rpétua Obrigado mais 
um!!. ve.r.. 
A pessoa deverá Iuzer 
('sta or:içi:lo 3 dias se• 
11uidos 6'~ID Jazer o pedl· 
do dent1·•J de 3 dias .se- - 
rá a:c:.wçado a gr~çíl por 
meis àifícil de seJa.) 
Publicur 11sKlm. que re­ 
cber a graças. J.C. V. 
1 
1/ 
UE 
.. o OSSO DO SUL

Tribuna da Fronteira 
_;_;..;... _ 
PEC 
------- 
A mulheres, liís mnm e nbmn111 do direito 
de cometer "gafes", mas maior gafe de toda não 
eMtá registradu em nenhum protocolo • (· n 111ulhu 
cxn:,:crn<lu em Jius, maneiro de vestir, ou me»o 
no modo de Rcr. 
A mulher precisa, rnb:etudo, Hcr femi11i11a, 
folnr baixo e rnrrir coru ran,lura. para que real - 
mente mereça titudes de cavalheirismo, por [+r° 
te doe homem. Fulur nho drruai, c clur I!•"'' 1 ha­ 
dn1 dcuns c1ue ~6 incumodnm o, oulrns "{: '".;,tfc", 
pnrn não di,cer, coiM pior ... 
Exjsten1 n,suntos, certuli t:i.:iauu1os que ru1o 
1 
devem eor ohjcto de perguntas: 
- rnensttlidnd,: cio colc,«io do, filho,; 
- Sulários dos empren.:'dos; 
Aluguel ou preço do apartamento, 
- Iclade e 
- Peso, 
Ninguem r;ostu cio ouvir c,1u frnsc • voce rn­ 
gordou ... como vocc está gordo! 
f.: melhor, "se voce for um chulo mesmo,'' 
olnssiíicudo, "e nilo ",ub~r pu~nr conversa" coml'• 
çur n •uu "clrntérrirnn, c_onve~~11 com esta frusc j(1 
que ndu 1cm nw•mo JC1l0 ..• corno voce cslú tnn• 
gro! mas Cicou muito bem assim. Por pior qu,; se­ 
ja como fórmula para um inicio de convcr,n, 
sempre n:,'t"ntln mnh ... 
Com ufcrêncin a mulher e o nu1om6vcl, n 
cliquetu eetú direl~menle relocionudn com a clc­ 
gânciu dr ulitudes e de comportamento, A mulher 
Ürocão , 
nas grande 
scossidods 
00 
John Steinbeck, em A. Ltre ln Letters: 
Que pC'.laao rllzer óo jornalismo? Ele con­ 
tém em si a melbor das virtudes e o 
pior doe males. É a primeil'a coisa que 
o ditador controla; é a fonte de l!terntu­ 
rn 9 perpetrador de tolices .. Em muitos 
casos, é a únicn história de que dispo­ 
mos, e, nilo obstante, é a ferramenta u­ 
!lllda pelos piorei! homens. Por muito 
tempo, contudo, e por ser um produto· 
do trabalho de tantas pessoas, ele talvez 
seja a coisa maia purn que temos. A uo­ 
nestldade tem um modo de ln;;lnuur-se 
mesmo quando não foi intencional. 
Governador Garcia Neto: O Pais vi­ 
ve uma conjuntura hibrida, com a de­ 
mocracia ainda em convalescença, por 
lsi,o, sem n 1not1vaçúo das disputas elei­ 
torais diretas, tambem nati convenções 
parlidárlaB, em todos os níveis e é bom 
que se chegue jé com um nome definido. 
Governador Garcia Neto: (Comentan­ 
do o Discurso do Presidente Geisel) To­ 
dos jó. esperavam que o disours<' nilo se­ 
ria politico e neste campo o presidente 
nlio acrescentou nndn. de novo a nüo 
ser pedi.r mais uma moderação, o desar. 
mamento de espírltes. Aliás, o Natal é 
uma época para se pedir desprendlmonto 
pois nrlsto Joi tiio dtsprendido que po­ 
deria estar governundo o mundo e pre­ 
feriu morrer 
1 
que 11:io eabe ,e cnlnr, (Jllt'. •·.rr112:1 n, prrno,',', ~ 
mesa do Juutar ou nnrn.t 1:,!rcp. (JUP ··u1t•f;!Ut,1,1 
no carro no entrar, está ferindo a estética e, JHH 
tnnto. tan1huu .1 cli<rueta. 
U111 olc1albc: "º enlrnr 1111111 c,trro. a mulher 
pode perfeitamente perli1 nu cavull11·irn ,cu 11cono­ 
panhante que lhe passe a frente, , ••ou lna·orrr-r l'lll 
'junlqu
0r falta ele ,•ducnçãc,, se o mesmo quver se 
de+te detalhe gentil e imprecidivel. Aler ela• 
2r mais conenirnte, no caso da mulher estar 
usando por exc•mplu, 11111 ,·e;titlo lon;.:o • rnl pro­ 
c-ctlirnenlo permite II ela ocupar lll,1is (,1cilrurnte 
o lugar de hourn que lhe é devido, 11 dirritn dv 
bo111crn. 
O motlo mai, clei!an1e de rntrar no ,·1rro 
é colocar primeiro o pé e,qundo e dcp,,is ii11ro• 
duzirse suavemente numa posição semi sentada 
Po,lcm treinar desde já queridas boneca: 
e cleslumbrodn,, puntern• e pun1ninhus 
Falando em elegância: a etiqueta também 
orienln o modo de vestir ,lo homem. Pura o Ira• 
balho. os terno• podem ser cm cores vivn•. cn­ 
'lunnto que• or~!'icics for111ui,, à nuilc pedem tunu­ 
hduclcs mnis cscurns. To<luvin bob pr•·I" p11rJ a· 
quclcs fdos e ,urrados t(rnos: cinzt!ntos, urnrrou;;, 
horrivcis, que ainda são u~ndos pclu ~<Tamle maio. 
rio em rcpnrtiçõe, 1,3nco•, e empreMs. Ali:ís, nu 
mundo in1ciro procuru-se nclotnr o inforrnnli,mo, 
que é o melhor modo de e viver, abolindo n 
grnvotn pelo esporte chie. P.cm cnlcndi,Ju, nuncn 
Prefeito Castro Pinto: ·'O meu filho 
Pnulo Renato de Castro Pinto, é o can­ 
diduto ue.tural de Bela Vista à Deputa­ 
do Esib.dual" 
Vereador Osvaldo Turini: A Cflmarn 
lTuaiclpal. em 1977, viveu momentos de 
intt111so debute politíco. Na í,OLla de tiuns 
conquistas, d importunte frisar, o discer­ 
nimento e o alto grau de politizavão de 
seus membros. O Legislativo belu.visten­ 
se vive momentos de glóri!ls, pois as 
diversas tendenclas de seus membros 
proµorclonou uma seara de idéias novas 
atendendo, principalmente, à chamada 
do Presidente Geissl - imaginação cria• 
dora· É necrssário um LEGISLATIVO for­ 
te. pois representamos a voz do púvo. 
retoro;a 
Jor1Jalista Ivaldo Pereira: Ou o be­ 
la vistens';l oiio gosta de l<:Jr jornal. ou 
o jornal não está a altura do público 
belavistense. São considerações que fi­ 
zemos e o l'esultado será umu dinâmica 
cnn1panha de assinaturas e um me­ 
lhor padrúo jornalístico. 
pro;; 
Elífhas Levi: A om;adia unidu à in­ 
teligencia é a mãe de todos os !'UCt>ssos 
neste mundo. Para empreender é neces­ 
sário saber; para cumprir, é 'necessário 
querer pam querer verdadeiramente de­ 
Vfl-Se ousar; e para colher em paz os 
u:utos da audácia, deve-se guardar 
silencio. 
confudir o esporte "chie." com moda enrte ti­ 
po hzunta de tamancos, s3daligs le horrocba, 
011 caraia de mia, bem, por hoje e +ó .. í tu 1 
m.1i: 11mu rn .. n ... 1•'t•ru do 'olunÍ·Ll llu thin1 St.:, ,J. 
famoso no eu e:ero, criador de a Dar de l'e­ 
to uma personagem criada por ele para agitar os 
ambiente>, m- qur nuca existiu, rlr a Doa 
de Preto, implemntr caracterizava naquela !é­ 
cala, a de 50 coo nta nossa de T) 1J1lLL pr<"­ 
-caçu antipatia, algum que fazia, ou que ainda 
.. f..tz ft•io'' no.: .,:,,;t;"' ... por aí Plll fúr,1 
Tehiu! até o próximo número deste nosso 
qarrido joral a 'Tribuna da Fronteira, no qual 
adejamos nó- engreno da trrr .1 Hel:ni:-tt'IIF-t', 
como qualquer lelavi»tense que e preze, uma 
pr6~pcra rrali1.1~:10 p:ara todo u fu1uru ue•lc ini­ 
cio de 978. 
I.F. DLC. 
-MÉDICO­ 
Consultórío: 7 às llhs 
16 às 19 horas 
«IPEMAT e INPS» Posto 
de Saúde e Funrural: 
12 às 15 hs 
de Soares e Soares 
"O VALOR NÃO ESTA :,./A­ 
QUILO QUE FAZEMOS, MAS NA 
MANEIRA COMO FAZEMOS. 
Bonito Mt. 
[nr-rei==nr=erg 
., 
,Rua S õ o P a u I o S/N 
m1 
Chaptaolo, La11t•r??~:ec.. PJ::ii::ra-, Solda 
Atende a qualquer hora· do 
Run l!fons~ Peca Esq. Taodaro Saliva 
S/o Ju!as, 'ori0so 
pós(lo fie! etvo e 
twur de J u o+1s 
do {idor ti e«usu de 
quo s eis tsqu ·e[}o 
;ior Fll!ÍiO .. l!Hl. /l i
1
!J",, 
ju vos hnr l' lnvou: 
n(ver:lente com1o o 
patrono nos easos de-. 
esverados, aos negóci- 
• 	• .J• • 
OS f-<'lll l"C'f!J(!!i!O. 
Hognl pol' mlm qn' 
t:t,u tão ml:wróvrl! Pr1z0i 
U'>0, eu voR lrr.plor·o, 
de.,ro purtfcular privil(•. 
glo puc vo11 foi concPdi· 
elo d~ trH7.l'l' vln c;J e 
imediato ouxllio, onde o 
~ocorro desapnrccru 
qua ('U p!HlS' 1'-..!C ·IJOl' HS 
cowrnlaçõc·s o o uux.ílio 
lo céu em toda 0 
ninhas priões, tr!­ 
hui~·ões e r;ofrimontos, 
1dcauça11do-mo a gl'eça 
de... (aqui faz ao o pedi: 
uo pa!'licular) ll p:.iru 
que eu posa louvar a 
Deus C0UVOSCO 8 com 
lorio.J o8 eleitos, por 
toda a PterniJndc. 
Eu vos prnruoto, ó 
beuclito .Judns. lrmbrnr­ 
ue deste grunde favor," 
nunca deixar do VJH 
honrar, como meu espe­ 
clal e porforouo patrono, 
e IuzM tuJo que esllv.:r 
a m .-u alcance pal'u lu­ 
cemivar a devo,ão ara 
convo,co. !-n:érn. 
São Judas Tadeu por 
nó.; e por todos us que 
vvs honra e invoce.m 
o vosso nuxilfo! 
(3 Pai N OS!lOF, 3 Ave 
Marias, 3 G. Patrl) 
1 
M. M. A. 
Publicada por ter . re­ 
cebido uma graça. 
() 
}4a 
' AI 
1 
t,lic-: 
' .. rt,l'í, 
, 
.! 
Máquina de Benefidor Arroz, e Secador pera Cereais Atocodo 
8 
Varejo, 
UllA OROANIZAÇ,O PARA SERVIR ANTONIO JOÃO J: REOIÃ.0 
Antonio João 
de Ub,nj.ra Com<> de C.wpo,, 0 popa.!u •l!Jn.-1." 
li J' f, l e a, l! • e ~ :i I t' 11. ,,. Q. O • t a 1. 
d la o u d a n o i t e. 
MT 
E· 
pteent 
,ll'•Cl'Jl 
o•fJI- 1 
' . 
2, qlll'J 
ko»-a 
hjretiva 
t,JiJr)•f ítJ 
vepr 
1 
mlrnw 
rosvidem 
1 
!:r,mrrn 
J. 
Aq 
ada+t 
l('nJ(J:J 
;:-d ad,, 
'[aç08 
'peciali 
erine 
finei « 
prátira 
:l, 
fi ,. 
Iça« 
1,j, •e ,, 
.1. Co 
, 'ilo_ 
tendári, 
')•hç,io c1 
1. D 
8,1,, 
,»1 
idas a 
»"adore 
l 
/fir;1::~· PFn 
6 t, 
,Pi. 
po. 
r-- 
! c 
de Sér io He rique Martiíls 
Apartamentos com ar condicionado, quartos com ventiladores, ambiente familiar 
"' e refei~ÕP5 fartas 
Til 
Rua Teodoro Rondon 865 
6 
Aquidauana 
Mato Grosso Sul

1-~ 
..... 
o 
D4@ 
•l• 
e[l 
gr. 
V0t 
) u 
dt•• 
1egóet- 
QU' 
: Faz.l 
lotô. 
vUi:· 
cedi­ 
l e 
je o 
ece'! 
,r a; 
• uxili.o 
~ ª' 
r. ntrl· 
rnl1>S. 
grei 
pedl· 
p!l(O 
uv9r « 
com 
por 
eto, " 
1>ror- 
cor 
'J> 
spt· 
0n0- 
ti" 
!O· 
parJ 
po· 
que 
9e 
1 	O'i"-Ot -7R 
Bela Vista . Mt. _-..::....1!:!buna da F:-onte_1,_·a_..__ 	_ 
O presidente da led ·ração da Ar,riculturn cio 
E,tnclo de Moto Grosso FA MATO, engenheiro 
Galirit-l ~luller cm iou r•fi,·io "º l're,identt• ,ln llc 
pública, solicitando - lhe que simplifique o meio• 
burocrútit·o• fr1lcruis, r111c ut,•1Jdc111 o produtor rural. 
'u (nt,•~ru. o doc11111cnlo. 
SENIIOll J>HESIDENTE, 
pel,1 fuundu E,tndunl. 
7. • Formulúrio, trahalhi,ta• ,lhcr,M, tai- ,·u• 
mo relações anuais de empregados, notificações de 
admi-ão e de emissão, registro de empregado, etc, 
Esln Fcclcroçuo como órgilo de ddern e re­ 
pre,entn~ilo tfu Clns,c Protfntora Hurul, nntt' n 
crescente avalanche de exigências burocráticas im­ 
pmln• no homem cio campo. e 1,c11ti11rlo c!t: perto 
os queixas comtnntcmc.-ntc furmuladns, pe
1l,· ,·i'nía 
n Vossa Excclênciu pura expor e sugerir medidas, 
objeti,ando nmcnizar '>~ cxf·t•ssn~ que u u·g:uir de· 
monstramos, na convieção de que, ensivel como 
,cmpre teni drmon--41 ruc1o cer vot-t-u excelênda 110s 
• rcclo111os do meio rural. bra•ilciro ordenará n• 
providências necessária. 
Purte ,las l'Jtigênciu• que sobrecarregam o 
homem rural, podem ser assim resumidas: 
1. Gndustrnme1110 do Imóvel jun<u no I 'CH A. 
Aquele i11,1ituto prepora-FC pum lançar o rc­ 
tadnstrumcnto no J>róximo cxerclcio dr 1978. Ti­ 
'Cmos oportunidu e de cFtudur o formulário que 
,crá ndotnilo e co11tumos no mc~mo, 511 itens ou 
c;paços u •ercm precnchidu,, exii:iado trabalho 
cspecíulízndo para tonto. Ê uma Yt:r<lndcirn exu­ 
berância de burocrnciu, cngcndrncla por mentct­ 
f~rlcis ,. idcalistoi.. nrns que .1:!o tem convi,ência 
práticu com u renli,ladc rural bru•ileirn. 
2. Declnruçào ele Imposto EObre a Hendo. 
r:; outra obrigação do produtor rural que 
graças inu,ncnção cnéqdcn de Vosrn Excelência, 
hoj.: •e encontra bem mais simplifirndn. 
3. Codnstro Estodunl de l'c,·uari~to e Agricultor. 
ão formulários criados pelas outoridudes 
foze-ndário~ c~tndunfs, vi~rn<lo o controle rlc urre - 
radnção do IC. 
·l. Dccloruçõe• oo FUNH HAL. 
ã,, formulários uprescntndos uo Funrurol 
com o finolirlodi, de se cokular n, contribuições 
devidas aquela autarquia relativamete am oi, em· 
pregadores rurais. 
~li 5. Formul:íios e queotionário, estotlsticos do 
IOGE. periodicamente preenchidos. 
, 6. ;lapa~ mensais, notas fiscais, rcgi~tros 
 contúbeis cm alguna casos são outras obrii:nções 
i _ Imposta•, oro pelo impc,sto sobre a Benda, ora 
1 
r----------------- 
 
O curio~o ern tudo isro, q. m v4rios 
forrnul:írio', as informações ão basicamente u 
n1c:nnnti
1 
o fJUC.- )e,antil uma inda:,!açJo: • por que 
níio se faz uma única declaração anual a um use 
1110 Ór(!iiO, o Imposto obre u lenda por ,·x.-mplo, 
ele repassa ta 1nformaçoe .... depo1..; de proret-• 
adas, às demais entidade- interessadas?» 
f: desncceis:írio dizer n Vo,.u Exceli·nl'i,,, pro_' 
fundo conhecedor da realidade rural brasileira e 
da lntfole do homem do ,·unipo, que ele tem co • 
mo única preocupação, o nto de produzir .- trubn­ 
lhur no sua terra, sendo c-ompletom~ntt· a,·t!-:-O à 
toda sorte de burocrucie. 
Do moaento m que esses controles estive+­ 
rem reduzidos o um míoimo, o• Sindicato• ela 
classe poderiam organizar-se pars prestar tais ser­ 
viços de u1otlo n não onvrar o produtor, 
Acrchce dizer que n exres,;i,a burocracia xi­ 
ne constantes ofas1amentos tio produtor de ;u:, 
terra .-m dcmantla à cidade, percorrendo, à• ve• 
zes, grandes distancias, com dispendios nescessá­ 
rioE .- prejuízos à produç.lo. 
Cusof. há em que as exigências burocráticas 
não ,ão alendirlos por nb•oluta fultu de condições, 
com ,éríos <luno• para o erário público. A 
fim d" ,e poder u,nlíur o grau de dificuldade cxi,. 
tente no prcenchimeato do• formulários, anexa­ 
mos exemplares dos principal, deles. onde se po 
de nutur u coinci<lt!nc-ia de informat·õe~ em rnui­ 
tos casos. 
Creruc,6, Senhor Presidente, que a6mente 
Vosso Excelência tem condiçõe• de ordenar u ela­ 
boração de estudos que objt!livem o simplificação 
dessa mátuinn burocrática. Por t.ul razão trnzemo:; 
nossn npe o, na certeza da justiça do que pedimo•. 
Queira nceítnr, Senhor Pre,ident.-, a 
reafirmação da nossa estima. 
perene 
Dr. 
ecretário 
David Bulaniuc 
de Indústria Comércio 
uma promoção da Secretaria de In­ 
dústria Comér!!io e Turismo do E.lado 
de Mato Grosso em colaboração cu o 
lliaístérlo d a I n d ú s t r l a e 
so 
E 
E 
Comér11l0 1wrá rl.'allzn1la 
no próximno uno, na ci­ 
dade dl' Corumh.:í o J" 
Comr, ont, qtw tem a U­ 
oalidude de rounlr em­ 
JJl'",,fll'lOB dn !lpo arreutes 
coowrclal , autoddarics 
derais e Estaduais e 
técnit:os Pm cornél'cio ex­ 
lClior, a fírn rle debater 
o cornercf1> intrazuual, 
que normalmente.se pro­ 
Cl'HS:l n nível de citluclr s 
brileirnus de fronteiras 
territortuls. 0 conclave, 
fa:t: nart'1 dou fefit~jo, co­ 
m·rotativos du [i-een­ 
tenárto de C<lrumll:'I '1 
f)r••lP11tlC J.!var afjUGlll 
cltla<Jn ''<'xpcut.i" "Ili u·;. 
,-untas 1•1•laclona,f1J!l <)IJIJI 
PX(>Orluçilo, orlu11r!1Jti 
1
l•i:! 
estdos brasil+jr0 que 
fazr•m fro11lt>lr:1 c!Jru rrn 
'it.lnlto~ i:ul amerlt1100 • 
Esse evento terá relevan­ 
te lrupi:>rtáacia para o 
Incremento de noasas ex­ 
~ortações com os países 
integrantes da ,ssoda­ 
ção Latino Americana 
de Liv1·e Comércio 
ALALC. 
Faça a sua assinatura da Tribuna da Fronteira e ganhe um desconto 
de 40/" apenas 
Tempo. 
Se 
novo 
de revistas ... 
Endereço 
Cidade 
nos meses 
Procure 
voce 
o 
de Janeiro e Fevereiro. Tribuna da 
nosso Escritório ou Sr: Ernando 
mora em outro Municipio preenc.ha 
Fronteira. 
Francisco 
o cupom abaixo. 
O Jornal de um 
Gasco na 
••• 
banca 
Nome 
---------------------------------------------------------------- 
Estado 
---------------·------------ 
PiEÇ9 Imbl 1$$1 l!lURlt.. 90,90 (Apenas em Janeiro e fevereiro) Envie Cheqr 'oinal a iria ta 
Fronteira Bela Vista

BITE PIPO 
Tri 
0,,: 
Ano VI 
31 DB DEZEMBRO 
O Balle dcsBe dia, no Gromlo cm 
anima9lo total. Grudo númoro de só. 
clos o "Visitantes prestigiaram r.om 6UUS 
presenças. Notei elegantes damas que 
ao Som de agrudávol múslea dcblizavam 
pelo 1111iio. Entre os tantos cosais ele· 
gantos o tantos outros que passaram 
despercebidos por mim, anotol: Serio 
P. Lima o Sra., Dr. Robcrval-Teilú, Evl­ 
laelo Mlranda-Elpldla, Dr, Sidney Nunes 
Lelto-Nln11. (multo olegnnte aderiu no plls­ 
eado ), Antonio Pedro.Hilda Meria, Zali­ 
Leopoldlnn, Paulo do Vale-Elzu (trujan<lo 
um deslumbrante vermelho), Bdo-T~lma, 
os baianos Chnrles e Pastora, Preto-Mari­ 
lene, Carlinhos Miranda ~ SC'nborn. 
}f 
DEf3PEDIDA 
'Teve lugar no Sa
1
ão do Clubo Paro­ 
quial bonlla festa comemerando nat do 
Pe. Haroldo e tumbém suu despedida, 
pois foi Transferido pura o Paraná. Inú­ 
meros jovens e casais forum homena­ 
gear Pe. Ifornldo, por ser ele ben­ 
quisto em no8so melo. A 2le nossos gra­ 
decimentos po1· tudo que fez em pról de 
Bela Vista. Pe. Haroldo se foi. .. aqui só 
reatou saudades ... Quem foi transferido 
e partiu sem avisar ninguem, foi o Pe. 
Adriano mesmo assim, agradecemos lo­ 
do seu trabalho em beneflnio de nossa 
comunidade. 
* 
PRESÉPIO 
A Igreja Matriz, contou este ano 
com um Présepio Horto, maravilhoso. Me 
disseram que é obra do Sgto. Bulamar­ 
que. Parabéns pelo bom gosto e oapricbo. 
O Sen. Rachid Saldanha Derzi, afirmou, 
semana passada om Dourados, "que por 
enquanto o problema da sucessão, tanto 
a nível nacional como estadual, é um 
assunto proibido pelo presidente Ernesto 
Gaisel". Indagado ·sobre o que achava 
da11 cogitações envolvend:) seu norne, 
para o Governo do novo Estado, o se­ 
nador matogrossense disse: "é um cargo 
que nii.o se postula, mas que se aceita". 
Até o dia to do oorrente o País co­ 
nheeerá o nome do sucessor do Presiden­ 
te Geisel. A hiformação foi liberaàa, em 
Braellla, por alta fonte do Governo ao 
revelar deoisão tomada pelo Palo.cio do 
Planalto. 
Nó quadro das especulações a respei­ 
to do sucessor do Presidente Geisel 
o nome do General João Batista Figuei­ 
redo é o mais cotado para conduzir os 
destinos da Nação brasileira. Outro no­ 
me, citado por jornalistas de Brasilin, é 
o do General Dllermando Gomes Mon­ 
teiro, aomandaÕ.te do IIº Exército. 
NOIVADO 
'l'im ... Tim... Saulo Figueiró e 
Lella Miranda colocaru.m ullanças na <ll­ 
reltn ... F e 11 e l d ades 
O Presidente Ernesto Geisel sancionou 
dia 26 pp a lei que regulamenta a 
Emenda Constitucional que instituiu o 
divórci• no Pa.ia. Doravante. todos os 
casala que • quiserem divorciar-se pode­ 
rão entrar em juizo para dealazer, le­ 
galmente, o vínculo que, antes, os mn­ 
tinha perpétuamente ligados pelos então 
aham.ades lndis!!olúveirs !açca matrimoni­ 
al■. 
ANIVERSÁRIOS DO ME 
dia 7 - Sandra de Jesus Rodrigues 
Fazenda 8uuta Clara cru Corncol. 
dia 6 -- Krlstlane F. Leites 
,o, 5 - Léa Biancbl Cardinal 
«» 2-- Reinaldo i1, Bcnltcs - Aconteceu 
uma linda festn na chácara de ecos avós 
Muncco e Vice comemorundo ruais um 
aniversário. Poi grande o nº do convi• 
dados que forum parahenlzar Reinaldo 
Um conjunto elegrava o festa: A presen­ 
ça que multo chamou ulenção foi a do 
ator Edgar Franco du TV 1'upl - S.P. 
hóspede por vários dias do casal Mune­ 
co e Nice. Aos anlvr.rs11rhrntcs parulnms. 
Pelos pontos badalaoos da City 
encontrei em aniroadoo bate papos jo­ 
vens alegres e descontraidos: João E­ 
duardo, Sandra Marques, Zé Ronaldo, 
Iono Lima, Eurlo, Fátima, Gu3tavo, N6dla, 
João Carlos. Georgia, Roberto, Léa, O0- 
távia, Valqulnho, Heatrlz e José Albery. 
Meninas moças circulando pela 
praia chamou minha atenção pela bele­ 
zu e melguice 1>.s manas Iono i1arla, 
Andreu Lima e Sandra Marquez. 
CONVITE 
Agradecemos os convites de forma­ 
turas enviados por Glleon S. Santos 
Contador e Alceu Edson Torres Curso 
de Administração da Universidade Fe. 
deral do Paraná. 
Projeto de lei apresentado pelo depu­ 
tado DHso Coimbra. (ARENA-RJ) esten­ 
de nos estuduntes de todos os níveis os 
benefícios e assistêncius prestados pelo 
lNPS aos seus contribuintes. O estudante 
pura solicitar sua inscrição no INPS 
precisa ter o mínimo de 14 e máximc 
de 25 anos de idade, nada con­ 
tribuindo de imediato. Após este período 
d e inscrição especial o estudante, já 
com renda própria, passará a contribuir 
para o INPS, recolhendo retroativamen­ 
te, contribuição referente ao período da­ 
quela toscrição, sendo esta devida per­ 
centualmente sobre o valor do salário 
mínimo du época daquele crédito, no 
local de domicílio do estudante. O pro­ 
jeto será colocado em votaçiio na Cll.­ 
mra Federal este ano. 
1 
O General Ge~ rcondes Filho e 
Senhora estão convidando para a recep­ 
ção do apresentaçlio do novo co- 
mandante da 9° Região Milllar, General 
Hélio João Gomes Fernandes e sua Ex­ 
ma senhora, a realizar-se no Circulo 
Militar a partir das 21 horas do dia 13 
do corrente. 
porra 
Aqueles que tiverem interesse em 
possuir todos os momentos da assinntu­ 
ra da LEI DA DIVISÃO, deverão entrr 
em contato cem o ESTúDIO CULTURA, 
através do fone 4-7614 (Campo Grande) 
e fazer a encomencla da fitu que con­ 
tem a gravação àa reportagem rádio 
jornalístic9. efetuada pela RADIO CUL­ 
'l'URA com exclusividade para todo lla­ 
to Grosi;o. Ns. ~ravaçüo está inserida to­ 
da a solenidade, contendo a palavra de 
Exmo Sr. Presidente da Republica. seus 
Ministros, bem como das autoridudes e 
próceres políticos de nosso Estado. Após 
a encomendu as fitns serão entregues 
em 24 horas. 
E 
....... 
- 
Preco «deste 
·emplat 
' « 
-r·g 3.00 
I 
Terminou o Campeonato Abor­ 
to de Futebol José Slmpllclo da Costa 
Marques em que o Caça e Pesco, hon­ 
rosamente, i:;agrou-se campc-ão e nada 
-mais temos para matar as nossas trdes 
domingueiras. 
Isto é mau já que o povão não 
deixava de comparec:er aos jogos e tor­ 
cer pelos seus times e, também muitas 
novns torcidas estavam se formando 
com isto dando novo e belo colorido as 
tardes dos dias de jogcs. 
Agora teremos um Torneio de Fu­ 
tebol de Salão a se realizar na quadra 
do Clube Esportivo Belavlstense a co­ 
meçar neste sábado, dia 7 de Janeiro e 
com entradas pagas. Pergunto será que: 
haverá o mesmo sucesso? E eu mesmo 
respondo: Claro que haverá sucesso já 
que o povo está necessitado de lazer 
esportivo e nada temos para conceder 
a este boní~simo povo de Bela Vista a 
não ser este torneio e, é por isto que 
aHrmo, sem medo de errar, que será 
sucesso absoluto e os promotores 
não precisam se preocuparjá que os nos­ 
sos jovenr em visita aos pais, nesta é­ 
poca de férius, não deixarão lu:;ares 
vagos nas arquibancadas do Bela vis len­ 
te. E, também os nelhores jogadores de 
Um novo jornal ganha as bancas 
- 
futebol de sallio catarão 
presente ao evento e, 
aqui para nós; ninguém 
há de querer perder jo­ 
go perto de suas namo­ 
rada« ou mamíezinb1s 
depois de tanto tempo 
longe e de tantas estórias 
ei:petaculares contadas 
especialmente nas lides 
esportivas. Escreva ai 
será sueesso blr:ho 
Ivan do Nascimento. 
Corter do lado das vítl· 
mas da repressão 
Repórter: Coronel, se o partido Corou- A aplicação d 0 
nista fosse legalizado, o que... prícciptus humauitúríos 
Erasmo (exaltadc,): Eu saía :de arma nas :relações ínternacio­ 
na mão, de arma na mão, de arma na n::iís enunciados por Ji­ 
mão... 	mmy Carter, logo no i· 
Repórter: Mas, coronel, se a iniciativa nicio de sua presidênci'.1 
partisse... 	tez sido bem mais difi- 
Erasmo: Não quero saber, n!.io quero cil que a criação torica 
saber; se o partido fosse legaiizado, eu de uma dout!·inn CartP.r 
saia de arma na mão... . dos direitos humanos. O 
Reporter: E se a iniciativa partisse do resultt1do foi 11..ie depois 
governo? 	- dos primeiros fogos de 
Erasmo: Já disse que is:;o eu não dis- artificios retóricos a o­ 
cu~o, eu ".aía de arma na mão, acabou. pinii1o pública libral do 
é isso, su1a de ar!Da n~ mão. 1 EUA começou a se quei· 
_Trecho da entrevista do coronel xar da não-aplicação de 
Antonio Erasmo Dias, secretário de Se- tão altos e bem recebi 
guraoça de São Paulo ao jornal Kepór- dos, principios embora 
ter, 'nanico' carioca recém-nascido. E- fosse claro que seus ins­ 
rasmo é só um hors-d'oeuvre do jantar trumentos seriam a per­ 
de violencia, tema do úmero_1 do jor- suasão e a pressão mo­ 
nal. Repórter tem também Hélio Pelle- ral. Di as repercussões 
grino A ameaças_ verdadeiras u segu- das declarações de Car­ 
rança são a miséria do povo, a falta de ter na seuana passada 
suude, a ignorância, o conformismo, a disse ele: Continuamos 
[alt_de liberdade, tem dom Adrino. ao lado das vitinvgs da 
Hipólito, Raimundo Faoro, Enio Silveira repressão dos torturados. 
Repórter sai de mês em mês. dos silenciados. 
IN 1 
O 1 
B 
1 • 
de " 
dor 
dua 
dore 
m ai 
poi9 
lares 
ida 
doe, 
c•orn 
lar 
µloff 
2- 
ar 
ue 
tece, 
rmt 
aer 
sta 
~ do rn 
'amos 
reet 
TV 
·pelo 
teadi 
{em ;