o e )- º ... à ha em n- al na das Na­ tre- ro .ta li ta .Is O· a­ do •a­ se s0 r de .... n- ,a- 8· 2api- ,lu· re­ ,tado este 1D ,rui 1b!la nns as 11 ,... • Bela Vista na!: '•Estranliamos LJ vinda do deputado a Belu Vlstu e nílo ter procurado o Dlre­ tório " Nossa reportagem sentiu que "ha. viu algo no ar" e procuro:.i diversos membros do dir~tór!o Um dc,s loregran­ tvs informou que a situação politieu em Bela Vista esta muito dificil, com diver. s A grupos dividido;; (grupo Baram, g-ru po 1•1guelró. grupo Castro Pinto e gru­ pu lndP,pendeuleJ. Tomumotl couhPcl­ mento que urna carta foi enviada ao de­ ontaclo, mas o pr::>slJeote do IJJrdório, preferiu núo dar publiclclade a m1'1Hna, alegundo que era de curátM pessoal. • J1as, o conhecido político Pedro Palmle­ ri, afirmou que 11 mesma era df rcpúôio ao descaso que o deputado dedicou uo diretório. O assunto esta muito nebuloso e não temos certeza da vinda do depu­ tado a nossa cidade. A informação de que o deputado esteve na cidade, pr!Jcedeu do senhor Adalberto Sant· Anna, membro do d ire, tório. Veio ou não veio a Bela nstu. o • eIra M. de.Sul Ano VI No 275 - O7al4 078 Ditor Responsável Ivaldo Pereira Juiz de Diroito o - .• Flo1i :lurnno O Diretório da ARENA, de Bela Vis­ ta, está Jescontente com o-deputado Ru­ ben Figueiró. O presidente, Fiori :fura· no, prestou a seguinte informação ao jor- Segundo informações do prnsidente do Clube füporl! VCI Bela vistense, A brito ,,,.Zacarias, o empi::_esnrlo coubecido pela alcunha de CHICAO deu o "golpe do con­ Juato" no lrudlcioual clube da cidade. o Belavisten.;: bavia feito um coucrnto com º. empresário, t·ontralaodo o Grupo Eufo­ ria, o CHIGÃO nparçea em Bela Vista para as necessárias expli­ cações. UE ESPORTWO BELA VISTENSE 0MUNA€AO A Diretoria do Clube Esportivo Bela- rU. Outrossim, pede desculpas e cor;:;­ ~lstense, comunica uos associadoti e preensão pelo incidente ocorrido. A Di­ convidados, que adquiriram mesas para retoria já tomou as devidus pro vidências 0 baile do Reveillom, que os mesmos para punir o empresário irresponc1ável. nílo pagarão :nesa~ no baile do dia ~ com o Conjunto SOLOVOX, de Bau- A Diretoria _,_ _.;;.;;_;::...:.;,.::..:.;;.:.;.;:_ Não Percam: Dia 10 no Clube Esportivo Belavist~nse um ' Grandioso baile com a animação da aplaudida Orquestra Origina! Sotovo de Baura deputnrlo Rubcn Figueiró'? O qui, cxl11IL' por t1·u1. dl'-la viuorquo o Dil'í'tório si; magoou? O que PXifllc di; verd11d•~ rw l!élo triplice onviudu ao Ooveruudor'i Gost:1ríumos da uma l11formuçüo rnaitl plauslve1, ruulii objellvu, polK, segundo palnVl"llS do crnluenle prcsiJont,i Gohcl, o .rena devo harmonizar seu qun,Iros visando vencer as próximas elelçõe. Nós, particularmente, gostariamos que os politll!os t, •lavlsteuse.i p. ':!,tas-.em lnlor~a ções coerenteB, poli,; 1) dever do público é ucompanbar u ulivlclacle p0litic11 e_ o nosf'••. o ue tran,rn1i!lr ei jornal procura esto dire­ tório vJs1rndo intormur suaR atlvldaderl seus n,oruhro, µreferem a omlosi.lo dos fatos. Vândalos destroem as árvores A Preft::ltura Municipal. está tentando arborizar e melhorar o aspecto de nos­ sa cidade, no entanto, apesar de eutueias• mo t1 espírito comunitário de uma gran­ de maioria, exl te uma minoria que bus­ :::a destruir e pertuhar o progrR,; o bela­ vlstrnse. O técnico etipecializudo, contra­ tado pare. o plantio das mudas adquiri­ dns pela municipalidade, pasmad(), tem visto que elas são arrancadas e danifi­ cadas por e1em.,ntos, ou roelbor, por ;;elvagens. Através dt1s p~ginaa deste jornal, o prefeito Ruben de Castro Pinto apela a • grande maioria que se entusi­ asma com as conquistas duramente al­ cançadas, princ!palruente aos moradores dns ruas XV de 'ovembro e Conde de P. Alegre no sentido de cofo borarem pa· ra que as 300 mudas de àrvores plantadas 1 crescam e embelezem a- no,sa querida Belu Vista . .- beleza de uma cidtHfi, é orgulho para os seus mvradores. O Go verno se emoenha na camp&nha Plan- te uma àrvore. mas aqui, alguns vânda• los não entenderam a mensagem. Ao invés de plantar. procuram destr:;ir. Ci­ dadão, você também é Responsável. Co­ labore com as coisas públicn11, pois assim o fazendo, voce estará di:!endendú O bem comum. Foi nomeado para a 'omare de Bela VIta, o Or. O1Jvnldo llnmanz1 111, que Jfl Hü cncoutm e .ercendo o caro, O uovo ,Juiz, ó procc,hrnte ela cidndo de Jlatueatu (SP) e recentemente fol concursado. Ao M.M. Dr. Osvnldo s boas vindas do Povo beluvistene. Jefegrama Pulaclo Palíl/{:J.llj cutabA MT TE 0080 EM 01/01/78 12.808(MT) A Diretoria d 1 Trihu­ na da Fronteira - Cor­ relo .TurdlnenHc, Tribuna l!urlinheosc, e ,forual de Bonito. Agradt-ço IDT Retribuo oR votos de rellcldudes atrQ nova pt. ,Jo11é Garnle o 5;,';Jica10 de Cnúbi. ,. ADVOGADO ±SCP;030- Rua 3 de Outubro (A0 LA0 A CÇ:ü;JJ:iJilA1'-J) ...... Bela Vista Mato Grosso Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros oab - Mt. 616 Dr- Cyrio Faléão Advogados Causas Civis - Criminais Inventáriof. Trabalhistas Rua Rui Barbosa, 2?7'1 C/1 Fone 46683 Campo Grande nua Sebastião Crlspim do Reao 319 Fone 771 Bela Vis1a" T O Carro do Ano Procure Representante em Bala Vista: Noedi Leite Larangeira T ambem temos carros usados para venda. Bela Vista • Mt. Tribuna da Fronteira u ESTADO .g , . i l Brasilla "Se as eleições fossem dtretas­ tranquilameote, eu seria eleito govern1;,­ dor do Estado de Mato Grosso do ul' , disse o ~x-governador, Pedro ~edrossmn, ao reforçar sua candidatura ao governo do novo Estado, embora ressaltando que nií.o sabe ainda quem ocupará o cargo, "porque esta decisão cabe ao general Gelsel e só será anunciada após a es­ colha do aucessor presidenc 1al". • Segundo a lei que criou Mato Grof.so rio Sul, 0 governador do Estado será es­ colhido até 31 de março. Pedro Pedros­ sian é 11pontudo como o candidato m_als forte 110 governo de Mato Grosso rio Sul. Pedro Pedrosslan governou o Estado durnote cinco 1Jnos, de 1906 a 1971.-e­ gunilo parlamentares mutogroi;sen ;ª• ele detóm, até boje, u maioria do elel,o_:­ rndo tendo vencido as l'lelções de t.9füi com 'uma dlr~renç1:1 de vinte mil votoR a mais que o outro candidato, Lúdlo Coe­ lho que também é um dos pretendPntes ao 'cargo de governador de Mato Grosso do Sul. Para Pedro Pedro Pedrossfan:, ''é sl~­ pl.;R administrar o novo Estado , que Já poi,sul um potencial pol[tlco multo elt·v11- do. Segundo ele, Mato Grosso do Sul "tem condições de e desenvolver rapldamen· te" devido a consciência progressiva da população e ao empresariado. Se ele for escolhido, durante este ano, Iara um olag­ nóstico do novo Estado e seu plano de governar se resumirá basicamente, e:n "reallwr o desenvolvimento de l1ato Grosso· do ui e abrir perspectivas para as gerações futuras". Na opinião de Pedrosslan, "não há sen­ tido" a fscolha de pessoas de fora do Estado para governar llnto Grosso do ul, porque o ouvo Estado "tem muitos µolitlcos capacitados a gov:rná-lo . Se­ gundo ele, toda a populaçuo d~ ~lato Grosso do Sul "está na expectativa da escolha da governador". -------...--..------- O Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros, comu­ nica a todos os seus amigos, clientes e ao povo em geral, que levado pela obrigação da_ ~du_caç!lo d e seus filhos, viu-se na obrigação de mudar de residên­ cia para a cidade de Campo Grande, mas que estar!l constantemente em nos­ l!R cidad'e,a tendendo profil-sionalmente a seus clientes e amigos, como sempre procurou atender, da melhor forma pos­ sível. E em Campo G r a n d e, estaremos atendendo profissionalmente, juntamente com o Dr. Cyrio Falcão, a Rua Rui Bar­ boa, 2.774, tone 4 6683 em nossa re­ sidência situada a rua x.v de Novembro, 390 apartamento, 91.. teremos o máximo prazer de x .. celfer os amigos. Bela Vista, 15 de dezembro de Hl77. Carlos Edy Sá de Medeiros. Tribuna da Fronteira - SEMA ÁRIO -- F U D A D O E M 2 O / 2 /7 2 Insc. Est. 1309533-1-2 CGC-MF: 03.200.763101101-7-1 Redaciio e Administrnçiio R. Duque de Caxias s/n • Bela Vista MT. Oficinas: Hua Duque de Caxias •/n Bela Vista Mato Grosso Redator-Chefe I valdo Pereira Administração: Maria Estela V Percirn Diretor Comercial: Alrnro Pereira A SI ATURAS Assinatura Anual Bela Vista CrS 150,00 Demais Municipios CrS 200,00 Tribuna da Fronteirn é nm:,. publicação da ORJIVAPE- Os artigos publicados com_assinaturas d o s autores não traduzem u opinião do Jornal. Sua publicação obedece ao propósito do debate dos problemas municipais e de refletir a diversas tendência, do pensamento umversal. Fundador: I vnldo Pereira Dr. {icoro e.calves 'osta Módico Oculista Oftahnoiogü;ta Rua Antonio João n.o 7 53 Bela Vista t Sul DE Evaldo G. Laranjeira PRODUTOS VETEIUNÁIUOS, l.'iSETICI­ DAS SAL BOIADEIRO E :IINEltAL, SE~1ENTES E:'11 GERAL. Ül'I melhores preço:; da pruç;a. Visite-no-. Rua Duque de (axias, 10 8 O ; Bela Vista .. Mato 1t prese te»«' po s8 qu ~ nhj 1111)11<" il'lllp! rn+•-­ pro hom,, ! adas eIo wvrá a ·pa ·pr lerin lhrr-í pri] I rata+ hoje 1 . .,, h:zen fada fon r!c, i ·'rteg 'o,-° 1 l• d D j'; to c« tr do de 6u1 te vi uh le, -- ,,..... r 1.7 -- ............ lJ J 11 VI ln Mt Sul Tril.1uua d Fronte.ia ,,,,_.,_ - - ---.,, ·--------~-------------------·----- t,7 Uf 7 I / 1 --l votur ara go- 0 Gros. :arfa em 1 a allr- 4 o se-, :jlho, M· 'edrossl• ,clhores ato e, dlrl• na listas, jovens juventu- revo, » Estudo crn11n!e, ns uni· lolçúo o velo ; as suas favo­ ,1110. Por senador deixou núo é uma ou .ns pro·. 1êncl:i uotícla's pode· uro téC· - uígeon Em t1Uu me11sugem dt: fim de ano, dl­ vulgaua pPlo pl'ogrnma A Voz do Brosil e, depois, po1· Caliela '.'{acional fie Tele­ visão, o JJl'CsidHnlc Erue!!LO Gr•i5eJ rrno• vou ni; ei::p:!ruuçus e;n IDcll'Canle avanço político om Hl78. Confia o prei;idente um que n iuicieliva do guvernú quanto ur; refurmu!' polilicu1:1 rrnciouul~. cm coJYitU· çiio "seja <:orresponclida pt>la clarividên­ ~iu das clu~ses politic11'- nacionaio, ca­ puzea de renúnciu, ulçur.)m-se à altura do momento que 'hemos, sopfw.ndo umb!çoes pessoai:; ou d" grupo~." Dever Cumprido . "Como em opol'tunfdudes unteriore:::, as vésp~ras de novo !ino, ,·enlJo ctur-vcs ?Onta doi; principuiti resulta dos que con­ Junturn~ule ulcanç'.Hnos cm 1977. Oem assim formula as perspectivas gerllis que visualizamos paru Hl78. h1_ço-o consciente do devei· cumprido com má­ ximo empenho, i-em desfaieclmentoa. E, embora circuuslânciai; diversas hujum re­ duzdo l'Ebultados l]Ut:! co1.1fiantemenle podiamos esperur e paceialnepte fru+­ lrud? algumas _elas funt..lameutndas e1!ÍS uma trujetórin sólida de crescimento. Implantar essa cstrnt{>gla era tarC'fa órduu que exigi1 ia sacrifícios da populaç)io e, ,rnte>r. do tu­ do, um forte apelo à Imaginação e a cri11tlvldude nacional. Embora o g.aduu­ li!!mo fuça parte dn tradição brn!'lleil'U em política economica, 1rn dlmPnsões du crisa do petróleo obrigavam-nos a seguir com pre~tPza. Não era l'ucil em poucos anos, mobilizar recursos nec~ss3rios uo programa de St!b~titulção àe importações não era fácil, a. curto prazo, modernizai• a agricultura, preparando a sí'Dultaneumen­ te para o atendimento do crescent~ mer­ cado lnteroo e para o aumento acelera, do das exportações. Não era fflcll, prin­ cipHlrnente condliar em módulos i:l"'uit1 os objetivos de· crescimento econômico, melhoria da distribuição de renda. ejuRto do balanço de pagamentos e combale a inflação. Em 1974. nosso déficit comer­ cial atingia a cirru de 4,6 bilhões de dólares. Este ano conseguimos voltar uo tradicional equillbrlo da bolançll comPr­ cial, de fato com um pequeno superavit. Visto estar qtfe uté novembro deste ano, enquanto as exportações de produtos primo.rios cre,;ceram u excelente t:.ix,1 de 1!J,4 por cento, us de proúutos indus­ triali1.:1dos aumentaram de 33,8 por· cento o _aument~ _acelerado c!as exportações nau rel'lqu1l1brou apenas nosso balanço comercial. V i u b i I i z () u também a nossa divida extl:lrna, inevlhtvelmente crescente dura11tR esta quudró mus ex­ pandindo-se em ritmo cda véz menor. Inflação . "A t:>:-a de iaflaçüo, mfldidn pelo 'índi­ ce gerai de p1·e,ços, d::ver/i Filuar-se em Hl77 <·:rn pouco meuos d::! 39 por cento. Essa c1í.ri: comporta duas observações: co_1;11parat1vamt!ntc aos 46,3 pot• cento dtl 1976 apresenta inegável melhoria, com - a diminuição de muis de sete pontos percentuais no ritmo infiacionário. Ao longo do ano, os 3~1 por cento resulta­ r_am na composição de duas fases dis­ t111t.as: uma da _influção ,rnelel'Ur!a n1 :- rI1n10, a taxa mediu m1:ur:ul de 3 7 pai· cento. Outra de inflt1.ção bem mais bran­ i~~u~e 2, 1 por cento ao rnes, a parti!- de Apesar dos progressos m relação a HJ7U, t•i;f;1moo ll n/!P c!P clt.t· por ,·p,,cidn a gl.icrr:i contra a inilaçío. E,:diorn connicion,1dos a metodologia r,r1·r1du·,li~­ ta, pr1::ci-nmos continuar a Cl)lfll)atei' n inflação sem tréguas, pelando pra to­ rJos o mecaniRtnos d2 (·onlrole ú diH['JO· ~içüo {t cooperaç!lo e a compre(',,S:1o do , povn. A luta anli,inf!:.ie;lon:llitl r .Pl'fl· !:!entu, untPs de tudo. oxlra•,rdiw'trin exel'cido de d;Hcipllna c 1 a floclt.1dnde. f: Jll'fCÍflO qu0 IO(J!Jfl relvindiqU<'lll'l'; IDPUOB, para qu1· os runho:. não venham u nc1· f: ui,.trnclo~ pelas allns nlo que vi, c­ rnos, Fopit:..:nllu c1.nJ,iy,jct- pe~-oaia ou de grupo.--. Chegou arFÍm ar, tênt1in,, de.illl ...-xpoei~üo fJUt> j!, vai mais longa do que era de dejar. . relt. ,ru-1• cin de seu teor e n nece,-id.!cle rll' ih~ cbr a , er· t!adeirn lonalidade ,·:ci,lt: ,Jt:m de D.e-. _':­ Deu- onipotente quem_me u­ ifis! E 'eu· d1w+?%?" fini:a, quem « _al4; "" dn t': po,<:1 de 1,m. . b iit> tem «gts!_t s -gr%",i,arfo t'.X.'-'h nria real rurP J" ail tanter-, O,:l3 nor bablt1rntt•s; República A comunhfio de ~ão trruncl•co com u nlo nego quo de vez cm quando eu pu- Federa! da MA!eanh, 40 rnllhões de hn- natureza niio tevp um nc.;pccto rorn, nll­ rnvn para meditar em minha velhlce, en- bltant:, 0,65 por habitantes; Suécia, 8 co apenas. No período romantico, era fá­ tretanto eu penei que cadrt Idade tives- milhões do hubltantcs, 1,00 por hnbllao• cll Jmag-lrilll' que um C'l't'IDítti, ucl1nP1:1e 88 o seu encanto, u. velbloe tem apenas te· Espanha, 31 mllhõe11 ele hnbltnntes, prazer em ficar uumu cnprla em ruins o encanto de nos fazer voltai' aos nos- 060 por habitte; F'rança. 55 milhões de em melo us rtoretJ, com o Juur lfumtnun­ sos anos do juventude l hubltontcs, 0,47 por habitante, Portugal, do a noite. Mas não era este o caso d A única coisa que posso fazer 8 60 milhões do h•1blluntes, O,GD por ha- So Francisco. Ele amuva a natureza com m u l t o esforço é ler uma ho- itante; Argentina, 24 milhões do habi- porque via nela "tu :1lnul. O Pol, a água rn. por dia. nado mu!R, Estou mgra, frna tnntes, 0,21 por habitante; Brasil, 104 s flores, o vontu, 11. te1·rd, leruuravv-llHl o ca sem dlsposlçfio, vivo entacta tt sofro milhões do hubltant••s; O,OG por babltan• Criador. Para f:.'!e, todo o uulvel'r,o eru umu de insonin! minhas rugas afio lüo vlolPn• te. imensa catedral, onde percebla u presen tns que quase ni;su11turn us p0sRoas. Estes dados do SNEL Sindicato Naclc,- ça de Deus. Todas as cuias, nu perpe- Mas meu tempo do jovem orn ótimo. nal dos Editores de Livros· vêm noo re- cliva de Fraodsco, d?pofi; den<·nvolvlda Eu não l!OU daqueles tempos rigidos em velur o baixo nível do brasileiro nesse por São Boaventura, erum degraus que que os pnls não davam uma mlnima llber- al:!pecto. conduziam n Deus. dnde oos fJihos, eu sou dn era reodernu. Em pesquisa realizada recentemente, Além d!Pto. 8110 Frhncl~eo Pra rlotado Minha juventude foi de uma época trnn- provou-sé que Machado de Assis é, nln· de uma especial sensibilidde. Seu Can­ sltóri, revolucionária. Eram os primeiros da, o mais lido entre os ceritres brasl to das Criatvrus e colono nutre us pas11os para umu enorme liberdade e ln· lulros. Sem; romances, como :Jemóirns obras primus da poesia Ituli1rnn. ,Já se dependência entre os jovenR. As faculda- Póstumas de Sras Cubas e Qulncas Bor disse que em São Fracclsco dlficilE,entc> dee abriram suas portas pura todos!. ba, constituem-se no rompimento do au- teria surgido n Divina Comédia. Nos namoros o romantismo já nll.o exibtln tor com os esquemas do romantismo na Cada um vê o universo de uma mn- Nada de versos e nem de flore.;! Lomi,rel- flcçúo. neira. o economista vé opeous poF11il>lll· me de uma frn&e muito usada na 1olnha Obras de granr!P senso de humor den: dades econômicas, o poeta vê emoções es turma: tro da comédia do adultério - que teria tétlcas. Sãl) Francisco pPl'cebla Deus em - Você eetã numa boa, ma!lrndra! havido ou não - e de uru cachorro que toda a parte. E porque perceblu sin11l1:1 Todavia, atualmente núo faço !Mia de herda uma fortuua. O ridículo e o dra- de Deus em todas as criaturas, sentia-se oomo andam os fatos, falo pouquisimo mático nu comédia ela vida. um irniiio -:inivet'sttl. Viveu em comunhão (e eu era querida por falar bastnte) Memorial de Aires. oulro de :11:us no- com todas as criaturas não apenas por- porque sofro de surdez. tá.vais roma.nceJ, pode ser considerado que eram úteis, É Finlomátlco que o Meus filhos me visitam oqui no n!.ilo,, um te11tameato humano e lllerãrlo de Canto das Criaturns tenha sido cornpos­ allás antlqulnslmo (desculpe, asilo unca Machsdo de Assis. Prosa de admirável to no fim de sua viria, já alac ume. filha, mas os sãos podem estar nos hospícios, en• ao ledo de tudo e ele que não queria tive somente trê.s rapuzes. quanto os louoos estarão fora dele. . ter nem lugar pem casa, nem coisa ul- Te-nho alguns netos que mal cc,nheço Dei>11e inconfuod!vel maior romancista gumo. As criaturas todas computuhum o hoje em dia uma avó mo.l tem Cllntato braeileiro resolveu a Editora Cultrlx pu- pano de fundo, compunbnm n pairngem oom seus netos.. . bllcar um'a seleção de obras escolhidas, mas apenas Deus era o imporante. o Desde multo Jovem, sempra go~•e de numa edição grófica e intelectualmente essencial. ' pessoas de muita gente u.o meu redor. 1 bem cuidada, com estudo introdutório I Quando tomou O opção decisiva, ar- "meu maior receio era a solidão. da vida e obra do autor. rancou suas ve11teti &otregou as ao pai. Porlsso e por amor, muito amor mesmo, moribundo quis ficar deitado sobre a ter- casei-me. Fui espC>sa, fui mãe fui dona ra nua. Esta a filosofia de Francisco. de casa e trabalhei fora. Dei tudo " LEMBRE S i quli! ter, por que sómente Deue e- mim para os rne1!s. ~ '-"" • ft • e F? • t t 1 d , Fiz de tudo para ter uma ve!hic· r±da !! f;d ! ) ' •- • - Lb ra impor an e para ele, e na6a e up0s. sava porque Deus era sua riqúeza, tudo de pessoas e familiares. t d · Entretanto, calculei errôntiamentr: - que no fundo doo mares existem er. amava porque em u O sentia a presen- e8quecl• mo da ..morte e da iogro.tidu0 dadeiras florestas e jardins com plaoto.s ça de Deus. • • E foi atrnvés destes degraus as cria- " morte levou mau marido amigo um que chegam a atingir 300 metros de altura. .... " • turas que o poeta e o nio que coexis- do meus filhos e grao d es amizades. - que na Indi existe urna espécie te psi- tiam e raucisco o elevaram u santí- Por Ironia do dc::tlno, aqui datou eu com xe que sobe em árvores e que tais peixes dade. Irmão de todas as coisas, Jil a s o.quilo que mais temia. n solidão! siii> capazes de galgar um plano quase mais que todos, iilho de Deus. vertical. • Leia e Assine o JORNAL Tribuna da Fronteira que o uso de hélices para a propulsão üe navigs, em subsôtulçlio ás rodas, foi ides.lizad11. pelo austríaco Kessel, em 1829. -- que a chlne. conhece a sêda mil anos antes do resto do mundo. • O Brasil .,. por nos .,. e feito A Desidratado A VlO, D.E ShU HUlO DEPENDE DE VCE SIGA ESTES CONSE­ LHOS AO Pl~ D, I.f.l'HA 1- e só mamadeira e com1lda prcparadn mi ho­ rn. 2-Fer ,. n toda Aua is bs. ber, j de poço, uv i­ cu ou enenadu. ).Ferva mumad·iras, b!­ crs o chupetas antes de d-las criança. 4-Não deixe que a crian-] ça leve t boca s com!da, bnlns ou objeto que te­ nlwm cnfdo no chüo. 5 .J oguc ror11 quulquer ffutu ou til1rn<>nto cotrn• g-ndo ou puss:.trlo. ü•Ac,tho com moscar. r. mosquitos em sua casa 7.Conserve empro lim­ pas ns roupas e ns mãos da criança. 8- Lu ve ~Ulltl mHos, DH hora de preprar a ma- ] mndeira ou qualquer ro­ feição. 9- Só use fraldas limpas e puRi:arlu1:1 com ferro quente. 10- Trate imediatamen­ te dP qualquer Jufecção que a crLrnçu. tiver: oa garganta, olhos, ouvidos, nariz boca, etc. 11-Nãu mude a ullmenta· ção da criança, 1rn1u con­ sull·t r untes o médico. ATENÇÃO: Ao primeiro eirrnl de . 0, @±L t>iru;,: .JU UU' rlança. 1 ll Ct/,f t com!:, ,os que 1, :hão. qual lo C!trl ·o. moscas 1 l SU!l c,Jrem da Plre­ çiio irr!!strlta solldariednde. Assim como o então vereador ,José Glaucy Flores I­ dealizador do Belavlntüo. O amigo Glau­ cy, cumpriu com seu papd (multas vezes em preiuizo próprio) e nomeou uma Co­ missão de Alto Nivcl para gerir a camu -p:iDba. tid&hlizcu. Trabn.ll.Jou. Entregou em mãos respon1>ávelt1. Converso.mos com o Glaucy, inúmeras vezeR, ooment11odo que multa gente reclamava do Dinheiro pugo na compru de títulut> A V I S '1' A . Ninguém nunca deu sastifoção. Gsarem o jornal na camp:rnha e, qunodo foi ne­ cPss{u lo uma Expllração, niiu a dtram, Preferiram o 11ilênclo. O' Povo. Esta Co brando. llulla gente n!ío recebeu o seu dinheiro de voltam. Hoje, alguns culpam o José Glaucy Flores, talvez porque o mesmo esteja radicado em Aquida uana e não possam reeponder pessoalruente por um dever ele consciencia, peàimos tos responsaveis que :;e manifestem. Surge. agora, um problema molor: O Ter­ reno doado pela ~luoicipalidade pura a <'OnRtrução do Bela vistão. Por onde anda o~ responsáveis ? o terreno doado como é que fica ? Pois é: o povo esperu que c~da um cumpra o seu dever. Explica­ çoes ... Explicações. . . Nós não fica­ remos calados. voltaremos ao assunto. +-± DEU ZEBRA NO BEL:. VI TENSE O conjunto contratado pr.ra abri­ lhantar o baile de Reivellom no Clube Esportivo Belavi8tense rlt'u o' golpe. Pro­ mete:-D-m uma coi,;t1. e vieram com KOISAS. Pois é q,rnndu o clube coutra­ tar um .conjunto dt:1 loru, deve ft1zer um contrato, onde reze o sequintt:-: O não cumprimento dat1 Ulausulas Implíeará nu multa de ... assim por diante. ExiGte muita malandragem por ai. e não vai ser aqui em Bela Vista que os vlvalrti­ ncs vao sair ganhando. Providências ri, gorosas a respeito diretoria do Belavls­ tense. ;:;,,:,;;;._ Campanha eleitoral de - Negrão de Uma. Comício na ravela do.. Jacare- I'EDHO r'EDREIRA zlnho. Rub0m lle•·,11·do, o ndidoto n vlee pegn o n,lcrofouo bota fl boca 110 morro: - 'ão cslnn os aqui RÚ parn podlr voto. Estr1mos qul p11ra ~ur1111tlr no po­ "º que vamo trnhulh~r. r.iv~r escolno p-:rd que, por exemplo, ess negrinho l.10 s-impático que está aqui em voltu do palanqut•, quando cresce,., não seja um negrão analfabeto. O próprio, o l" -Adroilia, entretanto, que o número de empréstimos poderá s~r a:npliado signiií­ calivamente. "A idéia central que está norteando a elaboração do orçamento do BB é a de distribuir arlequndamente a massa de recursos de que se lrá dispor, compr1mlndo um pequeno percentual cm todos os programas. de modo i:,. beneficiar maior número de prPdutorea" .. Assim, na área de máquinas agrlcolas, cujas vendas para 1978 est!io estimad11s em 30 bihões de cruzeír , o D1rnco, :,,,. uinrlo OH pl•rc!:'11lu,d. 1r11dirlnnfl!t:, d<''1'­ f! rantir financiamentos da ordem d 1 bilttõcfl do cruzeiros, e fut upena uma . co;•rq;~o sohrc o.~ Ct • 10 hi1h<1 ., li:• l!J, 'i devendo, portnto, rrn nebr Hlro !.l 11 l l bilhõos 't 1 ]!178. Rischbister informou ainda que o 01 i,"l m:>nlo do BB puru lffi8 terá carater prr­ vi• ório, abrangendo penas o pi i, () semm11ro, com cálculos feitos na ba e do ano anterior, 1tó outubro dcstn uno, o BH huvi•1 1 1 • minclado pum o f.l'!lor púhllc:o P p,J'r,d­ do país Cr$ 27 bilhões. Ao setor pivad. r.oubc~ CrS i, (i hilllõ?:-1, l'U1do <]UC G'.í.1 11 '0 dPf:IHl Vl'rba ror,J.l!l paru n ugl', pocu{u ln e 33 11 / 0 pnru o . etor lndust1 ia!. O H!l (1 responsável por eerea de ã04 dos fins n­ cion:é•utos opPrndOt• 111J Pnl •. ;)((» ç%1pM/M 2és9 PeU.o N!MAL BRUTO { PN) , ' ' !N O rnétodQ de aYnllução du rique­ za nacional dos países é somar o lor do qu'l todriR Ot! seus cicladú••R o!.! em­ presas produzem, na forma de bens ou serviços, em todos os setores de utlvlcla­ de fl,H I t· .·t!"''' u~·~•ic·,,, ,.lt" a ... .si», o· 1btileza» de hsti­ rl,J!i q.° a ranle platéia os Hino talez desconheçaun como eu deconheo, ornte imagino: o deputa!o chega pa­ r...t rl ,-ftl rltiir,1r.ul11 tt diL v,,. tt• 1'1"0! X todo mundo entra na onda até em alr quem é o ''en fulo e isto on­ plc-itír.t o "quntun" neceá­ rio para lgr o senhor X in«li(ado) menu Deus que cala­ midade quando teremos tutu eleitorado não quantitativo nts qualitati o, ,_1u 1H"j:a l'Oll~• ,·i,·11!1• ,J., <':tndc, 11J Jo YOtol quando! Em unsirene!a de caua, considero 1to, se assfm for, indmi«-ie,, Assim, a minha réplica ao que iriiu,: da F tela pu!!tau, pelo menus n que concerne nns eleitores do 1IIIJ11icipir, ,k 1:Jd:, h!'La é o . .ly na boa das ras, em mi aquelas com o apoio Lo­ tal do rw,,, llíl/,1. vez que Ve. redores e Deputados são até o nonrnto nu que crevo +ão par+ivis do tratoite a­ grads de nma cleição. Des­ f'11lp<'fll JJII' fJ'i 'tu<· dJd'c;rrl rf'Ul (que possivelmente nlo erão J)fllJf'tJ,:), tas este o mu modo de pen»ar, ra ou a+si tP,,Ílll J}JftoiflllJ é ,., ~ ;.~J ,1:,,11. Prof. Gurn diel 1.l1 ,,ipf OHAÇ,.0 AO DJVJNO ESPIRITO SANTO Espírito S nto, vo~li! que me esclarece tudo que Ilumina todos ns ca­ minhos para que eu atin­ ja o meu ide11l, v0ce que me dá o cloro divino úe perdoar o esquecer o tnal que me f!zem; E que todo::; oa instantes de mlolm vida. esta co­ rnigry eu qu~ro nesta cur­ to Diálogo, ugradec~r-lhc por turlo o coufmnar mniB uma vez, que eu nuaca quero eoqoecer ~.e voci! r,or· maior que seJa u ilusilo muterinJ nl).o ae­ rá O mív!mo dn vontade que sinto de ullL dia. es• tar com voce o todos ~p,us irmllo:; n.n Glória P~rpétua Obrigado mais um!!. ve.r.. A pessoa deverá Iuzer ('sta or:içi:lo 3 dias se• 11uidos 6'~ID Jazer o pedl· do dent1·•J de 3 dias .se- - rá a:c:.wçado a gr~çíl por meis àifícil de seJa.) Publicur 11sKlm. que re­ cber a graças. J.C. V. 1 1/ UE .. o OSSO DO SUL Tribuna da Fronteira _;_;..;... _ PEC ------- A mulheres, liís mnm e nbmn111 do direito de cometer "gafes", mas maior gafe de toda não eMtá registradu em nenhum protocolo • (· n 111ulhu cxn:,:crnssos neste mundo. Para empreender é neces­ sário saber; para cumprir, é 'necessário querer pam querer verdadeiramente de­ Vfl-Se ousar; e para colher em paz os u:utos da audácia, deve-se guardar silencio. confudir o esporte "chie." com moda enrte ti­ po hzunta de tamancos, s3daligs le horrocba, 011 caraia de mia, bem, por hoje e +ó .. í tu 1 m.1i: 11mu rn .. n ... 1•'t•ru do 'olunÍ·Ll llu thin1 St.:, ,J. famoso no eu e:ero, criador de a Dar de l'e­ to uma personagem criada por ele para agitar os ambiente>, m- qur nuca existiu, rlr a Doa de Preto, implemntr caracterizava naquela !é­ cala, a de 50 coo nta nossa de T) 1J1lLL pr<"­ -caçu antipatia, algum que fazia, ou que ainda .. f..tz ft•io'' no.: .,:,,;t;"' ... por aí Plll fúr,1 Tehiu! até o próximo número deste nosso qarrido joral a 'Tribuna da Fronteira, no qual adejamos nó- engreno da trrr .1 Hel:ni:-tt'IIF-t', como qualquer lelavi»tense que e preze, uma pr6~pcra rrali1.1~:10 p:ara todo u fu1uru ue•lc ini­ cio de 978. I.F. DLC. -MÉDICO­ Consultórío: 7 às llhs 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural: 12 às 15 hs de Soares e Soares "O VALOR NÃO ESTA :,./A­ QUILO QUE FAZEMOS, MAS NA MANEIRA COMO FAZEMOS. Bonito Mt. [nr-rei==nr=erg ., ,Rua S õ o P a u I o S/N m1 Chaptaolo, La11t•r??~:ec.. PJ::ii::ra-, Solda Atende a qualquer hora· do Run l!fons~ Peca Esq. Taodaro Saliva S/o Ju!as, 'ori0so pós(lo fie! etvo e twur de J u o+1s do {idor ti e«usu de quo s eis tsqu ·e[}o ;ior Fll!ÍiO .. l!Hl. /l i 1 !J",, ju vos hnr l' lnvou: n(ver:lente com1o o patrono nos easos de-. esverados, aos negóci- • • .J• • OS f-<'lll l"C'f!J(!!i!O. Hognl pol' mlm qn' t:t,u tão ml:wróvrl! Pr1z0i U'>0, eu voR lrr.plor·o, de.,ro purtfcular privil(•. glo puc vo11 foi concPdi· elo d~ trH7.l'l' vln c;J e imediato ouxllio, onde o ~ocorro desapnrccru qua ('U p!HlS' 1'-..!C ·IJOl' HS cowrnlaçõc·s o o uux.ílio lo céu em toda 0 ninhas priões, tr!­ hui~·ões e r;ofrimontos, 1dcauça11do-mo a gl'eça de... (aqui faz ao o pedi: uo pa!'licular) ll p:.iru que eu posa louvar a Deus C0UVOSCO 8 com lorio.J o8 eleitos, por toda a PterniJndc. Eu vos prnruoto, ó beuclito .Judns. lrmbrnr­ ue deste grunde favor," nunca deixar do VJH honrar, como meu espe­ clal e porforouo patrono, e IuzM tuJo que esllv.:r a m .-u alcance pal'u lu­ cemivar a devo,ão ara convo,co. !-n:érn. São Judas Tadeu por nó.; e por todos us que vvs honra e invoce.m o vosso nuxilfo! (3 Pai N OS!lOF, 3 Ave Marias, 3 G. Patrl) 1 M. M. A. Publicada por ter . re­ cebido uma graça. () }4a ' AI 1 t,lic-: ' .. rt,l'í, , .! Máquina de Benefidor Arroz, e Secador pera Cereais Atocodo 8 Varejo, UllA OROANIZAÇ,O PARA SERVIR ANTONIO JOÃO J: REOIÃ.0 Antonio João de Ub,nj.ra Com<> de C.wpo,, 0 popa.!u •l!Jn.-1." li J' f, l e a, l! • e ~ :i I t' 11. ,,. Q. O • t a 1. d la o u d a n o i t e. MT E· pteent ,ll'•Cl'Jl o•fJI- 1 ' . 2, qlll'J ko»-a hjretiva t,JiJr)•f ítJ vepr 1 mlrnw rosvidem 1 !:r,mrrn J. Aq ada+t l('nJ(J:J ;:-d ad,, '[aç08 'peciali erine finei « prátira :l, fi ,. Iça« 1,j, •e ,, .1. Co , 'ilo_ tendári, ')•hç,io c1 1. D 8,1,, ,»1 idas a »"adore l /fir;1::~· PFn 6 t, ,Pi. po. r-- ! c de Sér io He rique Martiíls Apartamentos com ar condicionado, quartos com ventiladores, ambiente familiar "' e refei~ÕP5 fartas Til Rua Teodoro Rondon 865 6 Aquidauana Mato Grosso Sul 1-~ ..... o D4@ •l• e[l gr. V0t ) u dt•• 1egóet- QU' : Faz.l lotô. vUi:· cedi­ l e je o ece'! ,r a; • uxili.o ~ ª' r. ntrl· rnl1>S. grei pedl· p!l(O uv9r « com por eto, " 1>ror- cor 'J> spt· 0n0- ti" !O· parJ po· que 9e 1 O'i"-Ot -7R Bela Vista . Mt. _-..::....1!:!buna da F:-onte_1,_·a_..__ _ O presidente da led ·ração da Ar,riculturn cio E,tnclo de Moto Grosso FA MATO, engenheiro Galirit-l ~luller cm iou r•fi,·io "º l're,identt• ,ln llc pública, solicitando - lhe que simplifique o meio• burocrútit·o• fr1lcruis, r111c ut,•1Jdc111 o produtor rural. 'u (nt,•~ru. o doc11111cnlo. SENIIOll J>HESIDENTE, pel,1 fuundu E,tndunl. 7. • Formulúrio, trahalhi,ta• ,lhcr,M, tai- ,·u• mo relações anuais de empregados, notificações de admi-ão e de emissão, registro de empregado, etc, Esln Fcclcroçuo como órgilo de ddern e re­ pre,entn~ilo tfu Clns,c Protfntora Hurul, nntt' n crescente avalanche de exigências burocráticas im­ pmln• no homem cio campo. e 1,c11ti11rlo c!t: perto os queixas comtnntcmc.-ntc furmuladns, pe 1l,· ,·i'nía n Vossa Excclênciu pura expor e sugerir medidas, objeti,ando nmcnizar '>~ cxf·t•ssn~ que u u·g:uir de· monstramos, na convieção de que, ensivel como ,cmpre teni drmon--41 ruc1o cer vot-t-u excelênda 110s • rcclo111os do meio rural. bra•ilciro ordenará n• providências necessária. Purte ,las l'Jtigênciu• que sobrecarregam o homem rural, podem ser assim resumidas: 1. Gndustrnme1110 do Imóvel junróximo cxerclcio dr 1978. Ti­ 'Cmos oportunidu e de cFtudur o formulário que ,crá ndotnilo e co11tumos no mc~mo, 511 itens ou c;paços u •ercm precnchidu,, exii:iado trabalho cspecíulízndo para tonto. Ê uma Yt:r intrazuual, que normalmente.se pro­ Cl'HS:l n nível de citluclr s brileirnus de fronteiras territortuls. 0 conclave, fa:t: nart'1 dou fefit~jo, co­ m·rotativos du [i-een­ tenárto de COrluçilo, orlu11r!1Jti 1 l•i:! estdos brasil+jr0 que fazr•m fro11lt>lr:1 c!Jru rrn 'it.lnlto~ i:ul amerlt1100 • Esse evento terá relevan­ te lrupi:>rtáacia para o Incremento de noasas ex­ ~ortações com os países integrantes da ,ssoda­ ção Latino Americana de Liv1·e Comércio ALALC. Faça a sua assinatura da Tribuna da Fronteira e ganhe um desconto de 40/" apenas Tempo. Se novo de revistas ... Endereço Cidade nos meses Procure voce o de Janeiro e Fevereiro. Tribuna da nosso Escritório ou Sr: Ernando mora em outro Municipio preenc.ha Fronteira. Francisco o cupom abaixo. O Jornal de um Gasco na ••• banca Nome ---------------------------------------------------------------- Estado ---------------·------------ PiEÇ9 Imbl 1$$1 l!lURlt.. 90,90 (Apenas em Janeiro e fevereiro) Envie Cheqr 'oinal a iria ta Fronteira Bela Vista BITE PIPO Tri 0,,: Ano VI 31 DB DEZEMBRO O Balle dcsBe dia, no Gromlo cm anima9lo total. Grudo númoro de só. clos o "Visitantes prestigiaram r.om 6UUS presenças. Notei elegantes damas que ao Som de agrudávol múslea dcblizavam pelo 1111iio. Entre os tantos cosais ele· gantos o tantos outros que passaram despercebidos por mim, anotol: Serio P. Lima o Sra., Dr. Robcrval-Teilú, Evl­ laelo Mlranda-Elpldla, Dr, Sidney Nunes Lelto-Nln11. (multo olegnnte aderiu no plls­ eado ), Antonio Pedro.Hilda Meria, Zali­ Leopoldlnn, Paulo do Vale-Elzu (trujan.s manas Iono i1arla, Andreu Lima e Sandra Marquez. CONVITE Agradecemos os convites de forma­ turas enviados por Glleon S. Santos Contador e Alceu Edson Torres Curso de Administração da Universidade Fe. deral do Paraná. Projeto de lei apresentado pelo depu­ tado DHso Coimbra. (ARENA-RJ) esten­ de nos estuduntes de todos os níveis os benefícios e assistêncius prestados pelo lNPS aos seus contribuintes. O estudante pura solicitar sua inscrição no INPS precisa ter o mínimo de 14 e máximc de 25 anos de idade, nada con­ tribuindo de imediato. Após este período d e inscrição especial o estudante, já com renda própria, passará a contribuir para o INPS, recolhendo retroativamen­ te, contribuição referente ao período da­ quela toscrição, sendo esta devida per­ centualmente sobre o valor do salário mínimo du época daquele crédito, no local de domicílio do estudante. O pro­ jeto será colocado em votaçiio na Cll.­ mra Federal este ano. 1 O General Ge~ rcondes Filho e Senhora estão convidando para a recep­ ção do apresentaçlio do novo co- mandante da 9° Região Milllar, General Hélio João Gomes Fernandes e sua Ex­ ma senhora, a realizar-se no Circulo Militar a partir das 21 horas do dia 13 do corrente. porra Aqueles que tiverem interesse em possuir todos os momentos da assinntu­ ra da LEI DA DIVISÃO, deverão entrr em contato cem o ESTúDIO CULTURA, através do fone 4-7614 (Campo Grande) e fazer a encomencla da fitu que con­ tem a gravação àa reportagem rádio jornalístic9. efetuada pela RADIO CUL­ 'l'URA com exclusividade para todo lla­ to Grosi;o. Ns. ~ravaçüo está inserida to­ da a solenidade, contendo a palavra de Exmo Sr. Presidente da Republica. seus Ministros, bem como das autoridudes e próceres políticos de nosso Estado. Após a encomendu as fitns serão entregues em 24 horas. E ....... - Preco «deste ·emplat ' « -r·g 3.00 I Terminou o Campeonato Abor­ to de Futebol José Slmpllclo da Costa Marques em que o Caça e Pesco, hon­ rosamente, i:;agrou-se campc-ão e nada -mais temos para matar as nossas trdes domingueiras. Isto é mau já que o povão não deixava de comparec:er aos jogos e tor­ cer pelos seus times e, também muitas novns torcidas estavam se formando com isto dando novo e belo colorido as tardes dos dias de jogcs. Agora teremos um Torneio de Fu­ tebol de Salão a se realizar na quadra do Clube Esportivo Belavlstense a co­ meçar neste sábado, dia 7 de Janeiro e com entradas pagas. Pergunto será que: haverá o mesmo sucesso? E eu mesmo respondo: Claro que haverá sucesso já que o povo está necessitado de lazer esportivo e nada temos para conceder a este boní~simo povo de Bela Vista a não ser este torneio e, é por isto que aHrmo, sem medo de errar, que será sucesso absoluto e os promotores não precisam se preocuparjá que os nos­ sos jovenr em visita aos pais, nesta é­ poca de férius, não deixarão lu:;ares vagos nas arquibancadas do Bela vis len­ te. E, também os nelhores jogadores de Um novo jornal ganha as bancas - futebol de sallio catarão presente ao evento e, aqui para nós; ninguém há de querer perder jo­ go perto de suas namo­ rada« ou mamíezinb1s depois de tanto tempo longe e de tantas estórias ei:petaculares contadas especialmente nas lides esportivas. Escreva ai será sueesso blr:ho Ivan do Nascimento. Corter do lado das vítl· mas da repressão Repórter: Coronel, se o partido Corou- A aplicação d 0 nista fosse legalizado, o que... prícciptus humauitúríos Erasmo (exaltadc,): Eu saía :de arma nas :relações ínternacio­ na mão, de arma na mão, de arma na n::iís enunciados por Ji­ mão... mmy Carter, logo no i· Repórter: Mas, coronel, se a iniciativa nicio de sua presidênci'.1 partisse... tez sido bem mais difi- Erasmo: Não quero saber, n!.io quero cil que a criação torica saber; se o partido fosse legaiizado, eu de uma dout!·inn CartP.r saia de arma na mão... . dos direitos humanos. O Reporter: E se a iniciativa partisse do resultt1do foi 11..ie depois governo? - dos primeiros fogos de Erasmo: Já disse que is:;o eu não dis- artificios retóricos a o­ cu~o, eu ".aía de arma na mão, acabou. pinii1o pública libral do é isso, su1a de ar!Da n~ mão. 1 EUA começou a se quei· _Trecho da entrevista do coronel xar da não-aplicação de Antonio Erasmo Dias, secretário de Se- tão altos e bem recebi guraoça de São Paulo ao jornal Kepór- dos, principios embora ter, 'nanico' carioca recém-nascido. E- fosse claro que seus ins­ rasmo é só um hors-d'oeuvre do jantar trumentos seriam a per­ de violencia, tema do úmero_1 do jor- suasão e a pressão mo­ nal. Repórter tem também Hélio Pelle- ral. Di as repercussões grino A ameaças_ verdadeiras u segu- das declarações de Car­ rança são a miséria do povo, a falta de ter na seuana passada suude, a ignorância, o conformismo, a disse ele: Continuamos [alt_de liberdade, tem dom Adrino. ao lado das vitinvgs da Hipólito, Raimundo Faoro, Enio Silveira repressão dos torturados. Repórter sai de mês em mês. dos silenciados. IN 1 O 1 B 1 • de " dor dua dore m ai poi9 lares ida doe, c•orn lar µloff 2- ar ue tece, rmt aer sta ~ do rn 'amos reet TV ·pelo teadi {em ;