T 4 DA 
Dela Vista 	N.o 276 17a22-l-78 
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Me.to Groci;o do Sul Ano VI 	Fundador: Ivaldo P rc-irct 
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.. 
(C E) - O g0vernador Garcia 
Neto velou, o nome do ex-governador 
P!'dro Pedrossiuu pura o governo do 
O Deputado Ruben Figueiró, líder do 
Governo da Arrna nu As,cmbléia Legis­ 
lativa de Mato Grosso enviou nensagem 
dA congratulações ao General João fütp­ 
tista ele Figueiredo; pela indicação de seu 
tome por parte do Presidente Ernesto 
Geisel à Presidencia da República. E o 
seguinte o texto da mensagem enviada 
ao General Joiio B. Figueiredo: 
"A decisão do eminente Presidente 
Geisel ao escolher V. Exa. rellete pen­ 
samento todvs democratas sinceros, que 
I 
Jt:.:;tudo do Mato Grosso do Sul, afirman­ 
do acrPrlilnr que não tein condições 
legais. Nem llll'IWlO () goVl'l'DllclOr te V(' 
conduções de explicar porque vê Pedr0s- 
·ian como um ileul: Interrogado pelos 
.inr11all11lnA, llmltou-He a dizer nos Jorna­ 
listas pura qu· leiam u let que voce6 
l'lc:1111 Rnl:ít:11do p; llt'l('lllUlou: YOCt!l:l RlL­ 
bem de tudo e fiem perguntando ... 
.- verdod,· é ((U" ninguém enleudeu 
o vr:-10 do govt-rn»dor, b1tsenn­ 
do se num suporta ilegahlude de Pe­ 
drosslnn. Oti iodependt>ole~ - Garcia é 
''ortodoxo" da Arnna • também não 1:1ou­ 
h ·ram explicar a frt.~t' do chefe cio E­ 
xoculfvo Eslélduul, respo11rlendo uperrns 
que o ex-governador é arenista, é el:i 
t<H' e bruHileiro, portar.to nãl) fallu nada 
principalmente porque é iodiscutivelmt•n­ 
te, o mio li!er popular em MT. 
Antes. Garcia havia ofir018do 
que pessoalruente não apoiaria nenhuU1 
nome p>1ru o governo, frisando que u 
nomeação depende do presidente Geisel 
e 110 Sul, o prcsidc1111• nüo prcci,u de upuio 
rle 11iuguém para nomear o goveruudor. E 
garantiu que não sabe de nenhum nome 
mais ou menos colado de que os outros. 
O governador desembarcou no 
aeroporto às 13 horas, ptlrR prestigiar a 
transmissão de Comando da 9 Regio 
83ME7M! 1EGtg­ 
A#T! ERRE FRG 
FEKL FIEM 
desejam a coutinuaçilo da obra revolu­ 
cionária, através do desenvolvimento sem­ 
pre crescente nossa economia, brm es­ 
tar povo, tranquilidade política adminis­ 
trativa para, gradualmente e com as sal- 
vaguardas que consciencia nacional im­ 
põe, atingir a Pátria a demorracia . que 
todos os brasileiros almejam, receba V. 
Exn. os aplausos e solidariedade, do De­ 
puto.do Ruben Figueiró, lidar do Governu 
e da Arena na Assembléia de Mato Grosso". 
A 
- 
t 
. 1 
Militar e veio acompanliarlo de chefe da 
Casa Militar e do comand:.rnte da Poli· 
eia Militar. 
• A Sect·etariu da Receita Federal, a 
propósito do Programa Imposto de Ren- 
• da do próximo ano alerta às empresas 
para a necessidade do fornecimento até 
31/01178, aos Beneficiários - pessoas fi­ 
sicas dos comprovante!' de rendimentos 
pagos ou credita dos e respectiva reten- 
1 ção na fonte, no ano base de 19,7 nos 
formulários padronizados, aprovados pe­ 
la InslTução Normativa /AF NR. 43/74 
(D.O.U. 17-12-74) a SRF esclarece que a 
inohservancia dessa obrigatoriedade pe­ 
las fontes pagadoras tem trazido sérios 
transtornos aos contribuintes pessoas l'i· 
sicas - por ocasião da entrega de suas 
cteclarac;-ões de rendimentos. 
Pref ito ktwvir po • 
dera ser <andida o 
a deputado estadual 
,J).t- O Pret to A!tevIr 
Alencar o grande eon· 
li tJllll' ri nol e toder 
« Ntonque, o histórieo 
rnunlc 111io d<l ui(",IU 
mato4rosne, é um dos 
nome cogitados para 
can iidat» a uma calel 
ra na futura constituinte 
do Estado de Ato Gro­ 
o do Sul 
Uso +e concretize es­ 
se comentário, pelo eu 
indisetive! valor, Brilha 
te inteligência e in ejá 
v.l espirito públteo, o 
li@mtco Prefeito A!tevir 
Alencar será sem dvi­ 
da um autentico repre­ 
~f"1hnlti do ullivo J)lJV() 
sul-matogrossense, já que 
o ganle dirigente da 
hhHórlca. Nlrwqut:1 reúne 
q u a l i d ades e con­ 
dieõs de eleger-se para 
aqur-le honrc.so mooJnlo 
(ámara Muni(ipal 
Antonio joão 
01. n0 05/78 
Em 12 de janeiro de 
1.978 do Presidente da 
Câmaru :iruoicipal de 
Antônio ,João (:'11t) 
Ao Sr. CarloA AlbPrlo 
Capiberibe 8aldaobã 
DO. Diretor do DEFLI..T 
Assunto: Soli.rilação (faz.) 
Sr. Diretor, Através 
do presente, solicito de 
V.S.', nu eenrído de en­ 
trar em contato com us 
diretores da Emresa de 
Transportes de passagei­ 
ros CRUZEIRO DO SUL 
pedindo a volta do horá­ 
rio do Ôüilius que C<'rria 
de Anlôaio ,João a Pon 
ta Porü e vice ven.a. 
pois a retirada desse 
horário, tem causado sé­ 
rios problemas à nossa 
população, porque os 
horários de Bela Vista a 
Ponta Porã não são su­ 
ficientes, passando por 
António João quase 
sempre lotado, e assim 
inúmeras pessoas não 
podem viajar para trata­ 
re de seus interesses, 
e, ficam na dependência 
de ''carona", o que é 
diticil de• conseguir. 
( continua na última púg.) 
,, O -Comércio Jovem de Mato Grosso do Sul" Eleto 
domésticos em g~ral 'Móveis - Voce faz o plano de 
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amc,11rlol11I d11 O,•Mgin, .J1111rn.v r·,11 Ir:·, 
h1111ou JJOr•I,(• llh l/l't•r>idt'>11C'Í:I "º" ! lJ  ('li' 
jru1Plrn dn 77. 
Em melo à euforia erul, ele fez un 
dlACUI'.<() cnin lndt•ll11irl11H PJ'Olllt'!l '/IS ilt• 
quem deseja urdr 'greos e troianos, 
Nilo d(•IIJ()J'OU llJUilo (' (',., t, !' ti• •• ,, 
euleou em od,, o :u11nd,1 u 1,11 , i.t • , itu­ 
a caIpanh contru as violações do que 
olo qnallflcou de dl1·1•ItoH l11rniaI11•H. llI1·· 
e-lt que Cal'lt'l' 11(• huvl I ouI111gndo o 
dirnllo do d<•flnlr. dogmnli<'11m1•11h- 1· (•0111 
vahdude pau to!os os povos, grande nú­ 
mero de pontos complexos e controver 
tidos, comno +e losse umt espécie de va 
ticuno lnfülívl'I. dPl1·rmi11,1IHlo a 11atuI•<>z11 
dus liberdades pulitiea e civis que to 
daA u~ 11nçõc8 terlnrn CJIH' 11cl'itar. 
Isso é mnl~ l'Hlranhúvel alncl,t hí' co11- 
sldor11rmos quo, enquanto o novo ocu· 
pnute tln Cu,;11 Hr
1tncu (!,,,.enrudP:t vu t•on 
tr, nsções la1inn-nmericnr.n~ tn1rlii'11,, 
nalmento amlguA, umn sól'IP tl' pr,•Rsõ s. 
6110~ÕOS 8 Ullll'tÇU~, realiZ'llll 110/!0l!ia• 
ções com inlm'goR declarados dos EU  
(C.G.) - O general de Divisão Uenlil il. 
Filho, comanJante dét !l" Reg!üo ililitur. 
sediadt! nesta cidade, transmitiu 
o e o m ll li d o du Unidade fl () [(t·­ 
neral de divisão Heliu Gome-. F.-rc,ar:­ 
des, designado para. o posto t:trovés ele 
decreto ae;,:inndo pelo presidente Geisel 
A i.olenidade foi reuliz
11du no Cu m p o 
Polo da 4!! Dlv. de CavJ1lurh Pstiven.m 
presentei;, entre outras personalidades. o 
governarJor Ga rciu Neto. o general Diler­ 
mando ilonteiro, o preit>ilo ~lu:-cc:o ;li­ 
r:rnda de Camnpo Grande, o senurlor l!n­ 
livio Coelho, bem como autoritlaJ1:s r:vis 
militart>s, seguurlo inl'onnou o co• 
ronel Daniel Pereir,i de Barrt>.,, ehe,f.: da 
5a. S,içiio do fia. R~L A n0itt>, no r:irculo 
l:IU!ilar, o general Mureondes Filho e es­ 
posa oferecer,-,m umn. recepção de b;,us­ 
Yiudas ao novo comandante e t>.sposn, a 
('IJJIIÍI 1 , 
R u o S õ o P o u I o S/N 
111 , •. a•r 'J1' 
, 1 ,·H' nt·op6,i(o u Soei·date-Norte 
Americana de Defesa da Tradição la- 
111III,l o P1opd11) 1d, ('I !·!') lull/; ,u • IJPI' 
lUJll) 1,) rnlf nlO il ,, 8jlt'illj dil IJ(lV poli­ 
tka d,• (' ri r ,-ohrc ,.~ dw,•:,1clll· 111r••i· 
lo, !tu .J:ilJ ,.,, q1J,· .ilca111,:uu 111npl•1 J'< p: r·- 
eu o uos 1·.l i  ,. 11 > •·XtPrI1 r. 
) doeum nto declavu que é erra­ 
do conparar a situação reinante na A­ 
inellcn L·.ti1111 c•1Hn a pl'l' al nte utrás 
ta cortina de ferro, pts o rgime comu 
nl.;[a e HUl!JI' t!t' qlltl~(' lt)ti:IA llJoi vfolt 11· 
Clll'- d(• 110~!;1) ll'lllJIO, 
.o ,rn 1Jl'fend,•1'L•111 e o n t r a a 
subversão comunista, os pulses l•ttlno 
Hllll'l'Íl:lllllf; (Pnl qll•J 11p!1ca1· CPI ta,; l'l'H 
triçõ,•s ih Jibrrdadcs civl!- que nfi•> po­ 
dt m ser consideradas violnções dos cii· 
1·eitPS hurnu 1108. 
Não se podem ueusur o pastor O 
o qual pl'cndc os lobo:· que devoram 
f:eu rebnnhn - de violar os direitos dos 
Iullns, 1,oucluiu o mnulft!sto da 'TF nor­ 
te - H íll l'I'ÍCHDU. 
lill [M 1 
.sd 
! à t 
pn rlir das 21 hs. 
O NOVO GE:s;EíltL 
O grnend de divisão Hélio Gomes 
[eaandes é casado co u era- Sely Li, 
m I Feruaudt!s e corrkçou seu:; e,tu.Jos 
1 
vi ando a C>orreira nt• Exército, 110 Colé­ 
gio militar do füo tle ,laneiro e tem inú­ 
Illl'I'• s cur:;o,; tle n.;wrfe1çoamento. 
Fnl.i fluentemcut1•, além do portuguPs 
o ,-~µanho!, alemãn t> i!lgl. s. Sua primei­ 
ra comissão, como general. l'ui a de cn- 
' mandante ela AO {i, t'IH Cu,itiba. l'ost,•• 
ri I ruente ( xerceu 1J!, ruuções r!e in,pc· 
, t• r geral das Policis Militares e o Co. 
m ndo da ,'tilLrin de Co1::11a, da ln.l{e­ 
l!' ·.o ,lilitar. Agruciadu com 10UL'1er11 
nwdnllrns. P. "Cidadão C11mpineiro", c< Jl10 
titJlo uutu1gano pela Càmura ~luuiciput 
de Campinas, Estado de Sii<: l'uulo. Tem 
üU unos de idade e duas filllas. 
( (i,11 Jovem da lar j Fra.g.li. 
(',I  .,,,
1 
,1,, ... 11 d<· !J •u 1l•· 1 r,n1 •,h , pro 
vitando os feri do do p+iodo e rn i 
i f) , l I p I' IJ ln <I  I' I' 
11 
I 	• • 11 • " 1 l  
1 J'' 1:r-1·1111trr1 <I•· ,1 J PII , ' 1 ' d • .. 
[ato Grosso, nos dI ,a ' • I' ' ,1. ! ., 
ll il'll prll.'ÍlllO, ('()J,, J·•IJ:ii/í 1111
1
1 
tor li• t> 11,1i, •. 
f'a, 1 p.;t • f:rll'Olltro .:o•", tor :u 
cuidados diversos conf rencionlstas d' 
pr jecão nacional, a fin 'e rotunM 
palestraK obre temas la atualidud. 
belezaçcs de vrius cidades mytogro 
"' IIS ..  iriío a Corun ba para partii­ 
i nt· <fpi,_,p :Jl'íJrll f'ilTI nto (P
1
i!:10:- >. llilfll,I 
(,O'lt· 1Lui<•:':1) da jU' 1 tucti> 
1 
ll . ... 
1 m 
bl•'•iaK d<' Drn. p .r • o i11<'l' 11I1c11l•> lll' 1-­ 
tico loeal, pois dezenas de jovens d 
Miranda, Aquidausna, Carpo Gr·nd', 
D·ur os, Ftim do Sul, 'ubá. São 
Puto e Porto Alegre participarão das 
pall' .tra5. 
A ho-ped.gem será inteiramente gratui­ 
tn l' 1.iln bú taxa de !'.lt"'' ;çfio. pnrll:'11'1
1
1 
qualquer interessado sRistir és r uniões 
que serão realizadas o tmplo da 
Ac,sPrnbléiu de Oeu;., f-ito a rua Cab:·al. 
1.11:1. di,:s :i, (i. e õ <ln- 9 u~ '.l. das 
14::-30 áil l 7 e Ja- 19 át1 '.!l hora~. 
"!'ara todos as interrogaçõee ela juven· 
tudo, Cristo tem urni.l resposta sati~f1íló• l 
1 ria e convinceott-" (EVJ toda a confirma- l 
çüo de presença de,·e ser feita pelos lo• ' 
lefones: 231-5..14, 231-2437 com o Sr. Eli­ 
aE Vieira, Corumbá. 
Mõquino de Beneficiar Arroz, e Secador poro Cereais Atacado e Vore(o, 
U Y A O ll G . S I 7. i C . O l' A lt A 'Ji E R ' 1 H A 'ó f O S t O J O . O E lt E. G 1 ; O 
Antonio joõo MT 
Elias Fernando Fontoura Vieira. 
Tribuna da Fronteira 
- SE1AirRl0 - - 
r U N D A D O E .1 2 O í 2 /7 2 
In·e. E-t. 13095331-2 CGC-M; "3.2 0.763/0001 71 
Hedação t' Admini,traç~o 
H. Ou<jll<' de C:"ia, •/11. IJeb  i-1 . .1 .!T. 
Oficina,: Hu:t Üu'lue .!t' Caxia, - n 
Bela Vista 	Mato G1o-0 
Redator-l hdc- lvaltlo l',·n:ira 
,drnini,tcação:  iria Eareb V Pereira 
Diretor Comercial: rharo Pereirn 
ASSINATURAS 
A,,in:llura :nunl Bela 'i,ia Cr;; 15 1,00 
Demai; ~!unicipio, CrS 200.00 
Tribuna d::i Fron1eiro i: um.t puhlil'::ição 
da OHJl'APE- 
O~ artigo.: publicado:- con1 ::i~-iuatur.1-. d o e 
nutorc, não lr,,du.lcm a npir.ião dQ jornal Sua 
publicação obedece ao propó-ito do debate dos 
problema• municipai, e de refletir a diversa-s 
tendência; du pt:n,amento universal. 
Fm1d.1rlor: huldo Pereira 
Hlw,íli'l - O Diálogo 
politico sob a reyp0ns­ 
bilidad do senador l'< - 
trenio Portela foi inter­ 
rncupido, nten.!endo urnu 
determinuç:ío do Pt1lú­ 
cio rio Pl,rnaltrJ ",.ó vol­ 
tará em março e aí. com 
mais um purricipantt, o 
geu( nd ,João l!n pfü t-1 
dt O!iv<-irn FiguPírE'rO. 
que segundo as lid ra­ 
ças arenistas, até lá se. 
rú o canrl1dulo ufi<·i-ii 
d.J .!'ena. para ,1 .-u(e'· 
AÍÍ.'1 presidencial. Isto, a­ 
pós a realização da et 
Ye□çü '.l naciqnul iu .n·· 
nd fJUe P:::t!.IV!i. n.urcadn 
para ju'h e q1e 1gos 
8f'rá l'í'Úliz da ílO'l r,ri· 
meíro!- dp,, de março, 
mesmo sob os protestos 
do St:nadVi )hg,1ll1li • 
Pito, imbém asprutte 
à sucessão presidencial 
CrS 3,00 
1 
 
l 
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Produior do talcar10 =odoqueno 
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A MELHOR HEHANA 
Ol f' SE J,[fJ ,ti. l l 
LHOS 
Arios - Bemuna Importantislta com 
rú.pldan llOIUÇÓClfl no trabnl !Jo. 'J'orú 
npoío elo pessoa lnlJu('11!r. Surpl'I HH 
agrndúvol. Bu:u1 1cluçõo,; ooru HH 
pesos ao seu redor. Cuide dnu suo 
«núde. No se esgote. 
e 'T'ouro - Com o Sol ( V,.HIUII fo.vo­ 
r veis, tudo vai bem e poderá aper­ 
feiçour um projeto pesoul que pre­ 
tondo exocutur um futuro pr6xl,;io. 
l'e11lrn l'é om ai mesmo. 
Mt Gémeos - A semana poderá realizar 
rrrnltiaalmo, graças tambem à ajuda 1 
de pessoa ma Is lrlosa. Nio terá 
qunJquc_r diffculdade em ooncrotlzar 
um projeto pesoul no qual vem 
pensando há ulgum tempo. Procure 
ver tudo claramente. 
eo:: Cflnoor - Nilo se preocupe com ·um 
problema que resolverá ald eem a 
sua Intervenção. Relaxo em boa 
companhia e dlvlrta·se um pouco 
com os nmlgos. Seja compreensivo. 
~ Leao • Semana agradável e positiva 
em que manterá boas relações com 
todos e em que seus projetos pes. 
soais lrao bem. Graças no seu c,lrn.r­ 
me obterá o apoio de alguem que 
lhe é Importante. 
f Virgem - Simplifique seu progwma 
e não s3 empenhe mais que o oe­ 
cessárlo, dedicando mais tempo a­ 
queles que lhe são caros fl nos seus ln­ 
tert>sses paR~0A is. Evite discussões e nãe 
se deixe irritnr. 
': Balança - Estara em boa forma e 1 
poderá resolver 11ma pendência fu­ 
tn!ltar ou uma diveroênc:a com sPU 
cônjuge. Bom progr;ss<' no trabalho 
Vida sonial ma1·cBdu pPla cordiali­ 
dade. ~!Rnteaha-se calmo. 
-€ Escorpião - controle a tendência a 
ngrosslvidade, não complique - ªº 
coisas e as relações com as pes­ 
soas ao seu redor, especialmente 
com os amigos e c0legas. Não dei­ 
xe que uma pequena divergêncic1 
se transforme em discussão. Seja 
paciente. 
k Sagitário - Com a Lua no seu signo, 
estará mais ativo e empreendedor 
se tomar a· iniciativa no trabalho e 
num assunto privado, tudo irá bem 
S~nte-st- capaz de grande realiz,1- 
çoes mas seja meticuloso. 
L Capricornio - Excelente .semana em 
que poderá dar às suas ações um 
sentido preciso. Soluções poi;itivas 
virão mais raf)idamente do que tem 
ecorrid.o ultimamente. Faça bom 
uso de uma boa oportunidade e se- 
ja diplomático. 
s Aquario - deverá procurar fixar umu 
meta elevada. Faça um esforço sis­ 
temático para resolver um problema 
financeiro que o vem preocupando 
Sahsfaçoee: no tra bulho e na vidll 
privada. i'Iantenhn o otimismo. 1 
.>;:; Peixes - Não precisa preocupar- se 
com a situação no trabalho. A se- l 
mana é promissora especialmente ; 
no que tange aos assuntos privados l Tribuna da Frontt•ira 
e a vida emocional. Livre-!;;e df' dú- l 
vidas e vacilçes_ infundadas. Boas [ 
noticias Seja resoluto 
Todo o» pis 
amam eus filhos. É de. 
sjo dos pais LEGAR o 
o quo 11(.i !le rnelhot· o. 
~euY Jilltos nmudoff. Mui• 
tos pala, 110 entanto 
não sabem o que seja 
"a melhor herança". Ca­ 
da filho tem a SUJl. CO· 
pucidudc e sua o0ação 
próprin. Logo, ''a melhor 
herança" que se posa 
deixar aoe filhos d!Fere 
conforme a vocação 
destes. Si.io !'requentes, 
cimos de filhos que, ten­ 
do l'ccebirlo cio pai uma 
grande llornnça om di­ 
nheiro, não 8e mostram 
muito contentes e aca­ 
bam esbaujando o din- 
1.Ieiro e arrninando a 
sua vlda. Por isso, nem 
sempre uma grande so­ 
mnu de dinheiro signi!Jca 
"a melhor hernnça··. 
Então uma grande 
herança em imóveiR fa­ 
ria bem aos filh0s? Hem 
sempr.e, pois muitas ve­ 
zes os filhos, que até 
então viviam unidoE-, co­ 
meçam a brigar justa, 
mente por eausa da 
partilha da HERANÇA. 
Em casos como e,;te a 
HERANÇA constitui-se 
em seOJeole dt-i rliscór­ 
<lio. Logo se flS pais 
a~umularem uma gran­ 
de FORTUNA através de 
n,eios desoueste,s e a 
transmitirem a seus fi. 
lhos, f'Slurih, trunsmitiu· 
do I!Jrs como h?rnac;-a 
inclusive modos Prrados 
de pensar de ugir, isto é, 
11 pior coisa que possa 
existir. 
iS melhores heran· 
cas que se devem trans~ 
milir aos l'ilhos sü o 
a mente alegre e a co­ 
ragem rara eüfrentar llS 
maiores dificuldades, as 
miares cries econômi 
cas ou quaisquer outros 
pn,blemafl. Os filho!. 
herdam us. qualidades 
imitando os PAI~. 
Leia e Assine 
o Jornal 
E FO 
Rüberto Amarilia Delgado Decla­ 
ra para todos os fins que perdeu docu­ 
mentos, do v< ículo Wolkswag-em ano de 
[abricaçiio 1272 placa n.o 463 cor azul. 
Publicação que se faz pata oblenç.io da 
2.a Via. 
João Evangelista extrnviou o seguinte 
• ducumentos CarHra de lrlfntidaà;. car­ 
tPira de Trabalbo, Titulo de Eleitor 
carteira INPS, carne I.,PS. 
Rua I'ar:rná 385 Vila Ancrel!ca 
Jardim - Mts. 	' 
Declaro para os devidos fins que foi extra­ 
viado o seguinte documento, Certifica­ 
no de propridade. do veículo marca 
Wolkswagem 1300 ano de fab,·icação 
1975 cor amarela. 
Publicação qu<;:> se foz para obteoção 
da 2.a via . 
:liguei Barbosa 
BONITO - ~!ATO GRo-;5O SUL 
de Soares e Soares 
"O VALOR NÃO EST.-. :,,iAQUILO QUE 
FAZEMOS, MAS N A M A NEIR A COMO 
FAZE ··os. 
' a 
-- 0 ·n dor Alivio Coelho( ARE 
°  ( ) ! • (( 1 Í .d ! 1<,',W ,!11 '•'!!•'• 
' 1 1 1 ( ,i 1 B ' ' ' t ) 
1 
'' 1 J '' 1 ir !o p 1 : ,1 . l 
p· (" -!d, vi, u dedo o en ta! Ernes 
to Geisel, f i ver'aia para aisurar- 
tios as reforras poiitii nus qu o povo 
aspira e a Nação nee ita, tal coro 
um ova it ri institucional que per­ 
li Í a ano leitor ler seus dirigeut .i. 
N ui opinião, o processo de uvesão 
'ó paderiu er eotuduztdo pelo pre I 
dente Geisel'. Para Itelivto (Coelho, a 
preparação do lançateuto de catdidnt­ 
tu:u do general Figueiredo fui um pe­ 
iodo longo e s fio", tendo em vista 
qu· "todas a mudanças d fundamen­ 
tul importnvt pro a tratsfurmação do 
repie 'oliti:o brasileiro sempre tive­ 
un p.ablemns'' E [embr n. por exem­ 
plo, u ituação de Café Filho e até me. 
mo o X·pesi lente Cst e ilva, nesse 
último cu-o, olll ig,rn:Jo· se à formação de 
uvoa junta lilitdl'. 
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empre h ocasiões ep ciuis, que cabe 
muitos v, Hll-lu, nnt11o, (· 11••<'• , >i'.lrlo o• 
bedeeer a luns p qu nos detalhes. Cu­ 
l>llCfl não se usa com rel gio de pulso"ó 
urna ufe temendn' asava pede reló­ 
lo de bolo Na cs cu us.:se e com n­ 
eerto us (11)JJ<l('COl',1(,:Õe!, J)Oll'lll nú~ dill'• 
taruenle, lll,lfl i:!111 mird:itUl'IIH dllR /Ill'Hllla~ 
Lembe-se se estiver de sokinr lo 
comPta tal Ul'l'O. N1•~l••. ll)H'lll!S O ''unti10 
correspo11rle11t<> ÚH couclecoracões nll la­ 
pelu. 
Com re!'Jll'!to 11 mulhc1• e, sua n::anifes­ 
tnção social como elemento que i-ati,Ja• 
çu peln su:1 utllude a todos !Já muita 
coisu u ctlzi>1· ... 
Hú :1ma dlfrreni,:a grande entre mulher 
bern vestidu, mullter chie 2 n,uh1-1r ele­ 
gante e tambêIT. u mulher-luxo... 
.. 
-- 
ROBERTO am:1iARÃES 
Dois acontecimentos de grande signifi­ 
cado marcaram o pouorarua po!itic() da 
Américo Lutina no ano de 1977. 
O primeiro. ocorrido em fevereiro, as­ 
sinalou fl vinculaçiio da Jamaica e da 
Gui!i na a o CO~!ECON organismo, ecouo­ 
mico do bloco coruuoii:;ta," com fins cotó­ 
riamente ideológicos. 
A Jamaica é umu pequena ilha do :'1!1:1r 
do Caribe, a melo cr.mlnbo entre u Flór ida 
e da Venezuela. Já a República Coope­ 
rativa da Guiana tem fronteirns com o 
Brasil, através do Amazonas e do Ro­ 
raima. 
Até há. pouco, Cuba era o único 
ponto de apoio declara1lnmente. marxista 
nas Américas. Agora doill ouh·os oaíses 
orientam-se na mesma direção e; Isso 
continente. 
O segundo acontecimento , ocorreu Pm 
Wasbington. Em aparatosa cerimônia, 
os EUA e o Puoamá asi-inuram novo 
acoi:clo sobrn o Canal que liga o .-tlânti­ 
co e o Pacífico. Estiverem pre!.'entes à 
cerimônia chefes de Estado e represent:tn• 
tes de vinte e sete nações do con liDL u· 
te. 
Pelo novo acordo, os EUA devolverão o 
cuutrole do canal uo governo do Pana­ 
má. É ,·erdade, porém. que esse tratado 
não foi uinda ratificado pelo Senado 
□ol'tP·umericauo. onde está encontrando 
for.e oposição. E segundo pesquirna de 
opinião, o maiol'ia do po,·o dos EUA 
põe-se à entrega do Canal. 
Se a tlevolução for realizada, abrir-se-à 
p~riP,0SJ l'laoco na defesa continent'll, 
co-isideraucio-se especialmente a sirnpn· 
th qua o chefl=! de governo do Panamá, 
1 v:-iijos, nutre em relação ao ditador do 
Havana 
De retorno de Washington, quan­ 
do o avião sobrevoou Cuba, Tvrrijos 
enviou telegrama a Castro, no qual figu­ 
ravam rstus palavrl:lt:<, que tevelarn o 
que ele pensa sobre o regime %cravo­ 
crata do barbudo ditador: "Voando sobre 
Cuba, saúdo-o COlil a simpatia de sem­ 
pre. DPsejo que o povo cubano, sob sua 
direção, continue sua :narchu para o 
progresso". 
1
11 ~ J!''c:r im urt ~1t•1 cl, 
- Mulher bem vestida, e n que gata chtc ",, tgante e glol 
'nuito e b n" l'íll t'OUj I·•. r ! 1 "l'J [l'IJ - . l!IIJl ·~
1 
l. 1n 1 11•1 p 
1 
- 1 	1<ll lr (' l , ' 	, 
tmermento Íl't·r ,1 llJl'/llP 1,.1,, l l l )1 1 j •!) .• ... ' e 1 s que I '/I 1 
1 
(1 1 1 II te ' • 	J 
ado)para usar bus roupas, ms . " 'u " la (do ntes costure 
urn:1 v,•11ta,le cl ;n••d11 d·· •·t·I 111. Ct,lll· 1 •· J ,, Ç :ui 
1 11
•
1 
• 
p, ,, rxc(•l('11t1• p11
1t'!-a-p•1rlt·! .. par# uar ro. 	], te é i•llll I e bem 
11(1 t, .t11:icJo cio úl111uo 1·1.-1.J ·r L1J ::J f..1111- , rnull,<•r 
I 
atue 	à, perl- 
dr cnda, corretísima em sua Ida 
li'!, ()1 jllll'll receber os funeion rios "" eular. li 1 J il'o hl lfl ,; 111, o. )' 11 
trido. Recebem: só para mostrar ru,)4..· 	)b elegantes e par 
' 	ll ll,l ,>Ull',1'° 1111J ll'[l'• 1 '" 	• 
r;;ulllt•r ll 'l!I l'PH!ída (• 11,;rirn. 	. 
1 
. t mos F 1 J ",11t • 11.1 
04 @mnÍ20 IA/s II '. • # 
Mulher chie e aquela que fie b m co man ira de vestir (mesmo que não v" 
ltUll!C!ill'I' trapinha. Ela se veste com o ju usando r up·tt, l' 1rn'-), 1 a /Ullll( Ir ,1 ti•• 
1 ' • 	' JU lll o dà 
cu»tureiro que e»ta ao teu ulenee e da iver nos pratos que eco4e q I d 
famila, mas que copia certo os modelos un jntar, nos convidados que escolhe, 
europeus, nas cass de prêt-a porter em u gosto musierl, nas leituras Em 
UHII i altll CO'-lll/'/1 J)U/'<l os m[ores to· suma, eleganeiu ó est+o de vida, lo é 
1 
mentos. Ela dá matéria para os colu!· e!as itieaço de bem ve:tr. A eleganl 
Las oials, está sempre impecável na al:!10('H <'!O u. ~L ct m o murldo (. 1 
1 
P
1
' 
manhã de doming i ,•nqua11to o 111111 lilo q IP p as suas obrigações como hom I 
joga o pólo, ou pratica qualquer outro , possa fazer/, leva ou vai buear s Ii­ 
e8porte de catori, usa sempre o Hhus a escola, vai ao parque com as 
complPL11en10 de 1,e1J tl'ajnr "e, l'lo na eriunçus e babá no principio da tarde 
horn e1·rln". Elu pelo f-lCU modo de VI• ... gente de café society nunca farI,1 
Ví:'I', está a pn, te de umas aprendizes de essas coisas, porque pensar la que. é cn­ 
''bn1xa·· r:ue se emperPquet!lm de fui f<tnltf'. Curn multer rir 1.rnr li' • f,.z' por­ 
manf.'il'II de manhã. que Hcam p:.irecendo q•rn t·la foi educada para, entre outras 
reecllçõr:
0 de t'llmes dt> cinema mudo e coisa:, ser boa e-posa e bon mie 
até h.'.I algum·1s qur se enchem de laqt:ê ií c.-tit, muis Ui;S pingos l' n· (llll· 
du cnhc ça tios pós, ti fieam dvriuh
11
1;, f("lfi p ,rn u vida f'l11 Hocle:!ade, para fa- 
dPsri111nclo. Uma mulher chie uunra ra- z·r do que poderia parecer superfluo 
!'ia de,;,as e isas: Elu veste-se bem, e una necessidade de todo <.lia. 
com nuturulldúde. Sabe embelezar-se, e lumu próxima conversa destas fa. 
sahe cumprir um papel mulln i1upo1·tan- laremlJs sobre a mulher luxo e porqu • 
t, que (prn na sociedude. A mulhel' n;io. t1:1mbêm iac.bri> a~ qualidades ,wg,111· 
vas da mull.ler cafoua, que é um horror 
quando aparece, não descuufia e tuliloa 
que atura-la, dlll1J jeito ou do doutrn. 
Esclareço nada disto é meu total­ 
mente, é antes de tudo umu síntese, um 
resumo de pontes de vistas de vários 
colunistus, de varias mulhPres que pela 
sua experirncía social e gabarito de 
vida podem aconselhar, mostrar falhas 
afim de que mesmo neste nosso interior 
iasólito e abandonado possamos reRplrar 1 
u frag11ncia do que é bem, e bem feito , 
por outro&, só nos cabe imitar digamos, 1 
si possi vel. 	1 
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J11Lil' 1 l:011'C)(',,1_';I) 
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llc-rH•n<:io Hu 1 ( aj,il(: l , 
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face a mcdifit:açõ1<ri 110 
equlpumento, enc1;n- 
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dições ele ulili-zaçiio p1:­ 
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l 
1 
1 •

Jli,Ja VM,t · ft 
Carta à 
Redação 
J 
RESSENI'A ESPOJt'f'E 
CLUBE 
Fundado em 3O de So­ 
t()in hl'O à o 1.0:íO 
Bela VIsta Mato Grosso 
rio t-:ul. ori fll' ,Jnnoll'I) 
rio 1978. 
OFICIO ClliCUT,.'Tt /º. 
001/78 - 
A tribuna da Fronteira 
Noata 
Aasuuto- Comunicação 
de Elelçfio 0 Pose 
Damos conhecimento 
tl V.Su., quo om elolção 
rsallzacla no dia 10 de 
Dozowbro do 1.077. foi 
elolln e ompoiisndu, con­ 
formo disposições esta. 
toárlnP, n DIRETOHTA 
DO SESSENTA ESPOR­ 
TE CLUBE, bem /]orno o 
CONSELHO DELIBERA­ 
TIVO, pum o Hienio 
i8/70, flcundo assim 
constltuldu: 
Pr·esidonle - Robs•rn 
Gerõnclo Nubnn 
VICE-Presd. iInrlo Lou­ 
roiro de Jlmeldn 
Secrotnrlo - Nerl Gonçal­ 
ves 
Tes~urP.lro. Fntncisco E· 
!lo B-itiluui 
Dir. Esporl. Pu uio de 
Melo 
Dir. Social. - Deockciaoo 
de Vascoocelo~ Fllllo 
Dep. Médico • Dr. Ely de 
Ariujo Burbosa 
O CONSELHO DELIBE­ 
RAMIVO DA AGRE:O.IJA.­ 
ÇÃO, ficou as9iJ11 cons­ 
tlta!da: 
Arsilene do Amaral La­ 
genno 
Geraldo Arce da Silva 
Abraão Zacarias 
Sem mais ,mbscrevo-me 
atenciosamenJt:1 
Saudações 
Neri Gonçalves 
Secretário 
u 
HoMfA.Tale nenhum outro pai europeu te­ 
nha sofrido transformardes tão r+pulas, elo ma­ 
ipulado picológirmrnte_ om tamanha intn+id»-. 
de pelas forças da esquerda, como a Espanha, 
l tili/ando o conhecido e eficaz binómio "me­ 
do.simpatia", É inegável que os esquerdistas con­ 
rguiram expressivas vitórias na vida política e»­ 
,,,11111,111 1'111 ] 977. 
Eu fevereiro, o governo concedeu ao Carrillo 
autorização para estabelecer residência no país, O 
ecretário·geral do PC espanhol retornou com 
grande prestígio e imediatamente pa·sou a defen­ 
d,·r IJIH curioso e eMrunlw con11111i,mu, dr4lig:ndo 
,la oricrHat,·üu u10.!CO i1n, o furnoiio eurnf'Otnunismo. 
Defendendo a formação de u governo tlr con­ 
li1ilo entrr o {JIIC chnnrnra do "forçu ,.le1110<·r6tl­ 
caa" Carrillo metamorfoseou-se em pacífico cor. 
cieiro, pron1randu jeito1n111~ntc e,coniler ACII pu· 
rndo, rnn11chndo por chncinn, d11rn11te II g11crrn ci- 
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putada pl» A-t@rias Mo.t 	o 	n 
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crista nos uns 1)0 9. 
a« +li, de junho, a eoli,4. 	d 
centristas de Adolfo uurer qu na 
apreentava como a ama fora apu 	[ 
o poderio da r-quer.das, rei beu 	[ 
apenas Tolo o qur vrio don-t 
nhóis ardam bem claro nu r·n.ó b nus 	obras, 
dades que os omunita t 0meteram 	dt 	do ]l .. 
la o goro de tuaret e 
istematicamente o favoreriuenuto de- parlo« d. ro '' 	hef- 
esquerda e propor.do diversa med!das ro de 	lan- 
dc cu!'ho sociul!sla, alem <!e I' 'l'rlJh,i•j.... <.;ri l,1 e 	Ji. 
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- 
o 
HA 
Seria ridin!lurlzudo, quem hé cinco 
anos atrás pred1s~c,'lé que Cubn se 
trausformllri:. 11um pJis culoni,.lisla. Er,­ 
tre:ant,,, 1H77 foi o vno riFl lnterveucfio 
cub o a em varias nações afica. .s, 
ex-cclôuius PUt·op'-!illS que acabiuam bO 
transformando em satélites de Mascou, 
via Havana. 
Em março ele 77, tropas angularia-3 com 
apoio logi-tico cub(Jn•J, i11vadl;am u an­ 
tiga provicia de K»tanga, no Zaire. Caso 
não tivesRe ll11Yido o upoio fraoco-mar­ 
roquino ao governo do Zaire, os cul.Hl.nos, 
utilizando tropas angolanas, t g l' .l a m 
do•Pinado mui ''õ a parte da ,rrica. 
E tão incontente a intervenção cubana 
etn a~suutos l11terooos urrrcaaos, que 
Castro teve a ousadia de declarar. que, 
não havendo c:asse média na Al'rica. 
·'os povos af!'icaoos p•ideri!.o passar di­ 
reta mente do f.ribalismo pun o socialis- 
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Cor.:.entários n respeito de erosú•; tem 
suiclo em jornais constantemente e no 
entanto silo poucos os rgumentos que 
prn.curum domln.ir este h,nôu1eno com 
rugulur sabedoria procurnudo mostrar 
um modo prático de controle deste pro­ 
C06SO criminoso, erosivo das águan e do 
vento, de inutilizar terras férteis, rc,giões 
Importantes, estradas capitais de trflnsi­ 
to. 
O que se deverá dizer e oensar a 
respeito de um homem que permite que 
um processo erosivo se instale ern suas 
terl'as? 
Tanto através dos retrates estampa­ 
dos, os mais impresijfonantes pt•ssiveis, 
publicado;i em jornais como ntravés dar. 
valetas visível$ a olbo nú. algumas com 
tantos metl'Os de profundidadti com ou. 
trvs de largura aberto no campo a ero­ 
são ó patente, é devido a força das á­ 
guus que tudo ll-wa de roldão durante 
sua m,)vimentação na terra. 
Comenta-se muito a respeito do con­ 
trole da fo1·ça ero~iva d'agu•1 sobre sua 
descida que de grão em grão vni levan­ 
do todo () chão. 
É uescessáriu que se saiba que as á­ 
guas em movimento poso:uem tanta for­ 
ça que abrem camiaho através das ro­ 
chas duras encontradas em toda eN­ 
tensão das orlas marinhas e ela brinca 
com a terra quando percebe que u ter­ 
ra se faz de obstáculo ao seu movimen­ 
to destregado e inteuso. E assim vui re 
tirando todos os ob:;táculos e rnelbonrn· 
do seu leito de conidt corno querendo 
dizer que se sente feliz com certa co- 
munidade de ação. 
Na cidade é comnm a erosão destruin­ 
do ruas, quadras e ela possue um corpo 
de engenheiros e SA mostra bem mie is 
preparada para enfrentar e resolver tais 
problemas surgidos, do que aqueles sur­ 
gido no campo. 
E a monstruosa el'O~ão mansa que pau­ 
latianmente empobrece as terrnr, das 
regiões mais fél'leis e bem cuidadas do 
bomem do campo. 
No c:i.mpo há olbos técnicos mas não 
tão constante como aqueles da cidacte 
para fiscalizar um proeesso el'Osivo plu­ 
vial em crescenciu. Pois isso constitue 
para os técnicos um grande problema 
r!e não Yácil soluçãQ que sómente aque­ 
les mnis argutos e entendidos poJern ten­ 
tar resol v?.-los. 
A erosão do u,n solo é um processo 
fl•rrivc-1. tão dnninhü que as maiores ciencias da 
tcrru ~ào con:-ultndH:-t •.:: pedida uma resposta para 
as inúmeras perguntas que o- técnicos entendidos 
fuzcm. 
Tais como u 111n1emútit·a. J!e<,1ogiu. mctereolo· 
gia, técnica de cOH'-lruçãn. pcdaloµia. engenharia 
de estrada, termologia, química, ecologia, ete. Por­ 
tanto o controle da erosão radical requer muita- 
vezes gasto cxorhitantl!. Para um coubate 
corajoso a este mal certo e real porem é comum 
uti_liznr-se práticas ligeiras de controle o que não 
deixam de ser um processo momentâneo mas que 
seguram as terras e controla bem a descida 
<fag:ua no morro nbnh:o. 
naturalmente existem praticas conservacionis­ 
ta• u-adas neste controle que podem ser tanto 
mnecanicas como vegetativa 
t- ente filas do- vegetais podem passar por 
uma capina alternada, o 111uto pode ser simples- 
111cntc roçado ou a- capinas refusidas em núme­ 
ro da épo,·n das chuvas e também a implantaçúo 
de cultura, intercalares nas lavouras alta, culti,u; 
é outra pr;ltica muito utilizada. 
Cotn pr:'1tif'a~ cnnscrvncioniHa n1ecanica temoc: 
o palmito em nivel, o uso de terraço, e rordõc, 
d.: contorno no cnmpo culti,·ado. 
hto porént s:1o boas prática, con,er'!lcioni~­ 
tas ,lo solo mas transitória porém de muita 
ajuda para o agriculter zeloso que quer cuidar 
bem das suas terras e que devem ser se 
guidos por outros seus amigos também necessita-. 
do, dclns e preocupados com a erosão 
~ 
M 
* 
* 
* 
* '1f 
~ 
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* }f 
su,ge um no,o uno e cc.n ele nove, ~ l 
esperanças. Lutando, emp :>enclentlo, in- 
vestindo, concretizando n Vll8 !niciati· ~ 
vas, vamos transpondo bar ·eirns lmpos- ~ 
™ tas pela marcha do tempo, pela transí- r;.' .:..' 
~ ção que não cessu. impond > que vil-lum- 'if!2. 
"'4..._ bremos novos horizontes. Preci-mrno ~ 
..,,..- produzir, investir, manter o e piritn de "1" 
W iniciativa, persistir nu:na Yibrn c,Jrajo- * 
-y sa afim de defrontar os ornblem::.s que 
~ advém do próprio c:-escimPnlo. Par ti-rios ........_ 
para outra caminhada com o 1!-178. 'ej;.i.- ~ 
mos otimistas; impregoemo -nos de cora- *. 
""<' gem e esperaoçu, confiaorl > l'lll nó pró- 
Mr prios, depo itaado ffl nos destinos deste 
pais e crendo no poder l'ealizador do ~ 
d seu povo. Estamos ligados diretarnP:ite ),f, 
o homem do campo. Visando este ho- "y 
* 
ruem, e procun,ndo despertar par::i a .,...__ 
realidádP. da !lgricult;;r·J, flemannirnente ~~  
* 
patrocinaremos uma coluna Rgrícola 
neste jornal, q~e r.!pre eotu. também, a 
* Yorça de um ideal. * 
k 
NAinerocão 
$ 3dose t 
t e» Ne t 
oro=orem o=ore@rerot o=azaro=zoo;ao;« ore<oro±os e.s oa±A 
V DO 
EM5 IAM/JS 0E I 
POSTO DO LIEI'T 
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IGE TE· 
IM ORTAHCIA 
Avenida Duque de Caxias 326 Jardim 
!.------------ 
Mato Grosso do Sul

fl ! , ' l 1 1 •  f 1 'r 1 1ii11 1 1 1 F f, j r 1 
~ ---- -·-· __ ..,. _ 
Cidadão 
CllMPOG . N­ 
DE Sf 
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M- No próximo dia 
1•1 u Edlllclodo campu­ 
fl'l'lllHlerlfill lrú 1·rpn rar 
UJtlU C]lll)()l'Ohll lnjUllliÇn 
CJUl' já vinha pt>l'durn11do 
em nosa eidnude, pois 
nessa dnla, om s,1ieulda­ 
de u 1-rnr reullzudu às 10 
, horas r.o C1
110 Allrnmbra, 
será conf!ll'ldo o titulo 
de Clrludflo C11mpogr11n­ 
dense umu flgurn dos 
mns reRpeilávels do nol:l­ 
sa cldude, u um oidadílo 
dos mais íutrg1·os quo de 
n multo jn merecia ei;sa 
disllnçiío pelos nssinnlu­ 
dos o rnlevnutes serviços 
prestodos a Campo Gran­ 
de. 
Trntn-si' <lo oonhec!dc 
Tubelriio Pedro Pedn, 
CJU0 fin1dme11le Irá l't'CP· 
ber esu justa homena­ 
gem ela cidade a quem 
tem d,1do todu 11 ~uu 
exi. lêncin. E esse uto de 
de justiça vui se devei' 
à [oliz iniciativa do llus· 
Ire- VPl'eador PlínirJ Bar­ 
bosa llnrlins, outor do 
requerimento. 
A outorga do título de 
cidadRnia ao sr. Pedro 
Pednt vai -revestir-se de 
grande brilha.ntismo, po­ 
is na mesina oportunida· 
de estnrão tumbem sen• 
do agraciados com essa 
honrosa distinção o ma­ 
is famoso médium espí­ 
rita brasileiro Francisco 
Càndido Xavier, o conhe­ 
cido Chico Xavier, e ore­ 
nomado médium e orador 
espírita Divnldo Perei­ 
l'll Franco.' 
Leia e Assine • 
jornal Tribuna da 
Fronteira 
O Pnpa Paulo VI rrnuociou 
u criação d a D 1 o e e 1-1 e do Mu­ 
nlciplo de 'I'reg Lngoas o da Prelazia do 
Munieíp!o de Coxlm, ombus no Sul do 
TMado, nomeando para dlrlgl-luR, l'o.ipe­ 
cllvuinentc, o ruon.scnhor Oel'fll.do ifojela 
Heis ll o rovorenclísslmo pndre frei Cio- 
vir Pralner. O anúncio foi fC'lt0 
em Campo Grande, por D. rntoalo Our­ 
bosa, da Diocese de!:'lu cidade, qm, até 
então respondia praticamente por toda u 
áren dn l'Cgião Sul. Segundo nota oflcl:ll 
de D. Antonlo, ''chega-se, desta forma, ao 
l'im de longa cnmlnhada, que se lniclvu 
cm 197:l", quando so propôs o desmem­ 
bramento de vusta área da jurisdição 
da Diocese de Cnmpo Grande, que até 
então compreendia a extensa área de 
149.989 qullometroR quadrados, corres­ 
poudente a lO MunicíploH. 
Além da Diocese de Tre-s Lagoas e 
da Prelazl9. do Coxim, ambas tomadas 
do !erritório de Campo Grande e que se­ 
rão jUl'IRdirionadas à Arquidiocese de 
i Cuiubá, o Pupa l'aulo VI el'igiu também 
u Prelazil de Vila Rondônia, t(lmada do 
l tenitór!o de Por!n Velho e a· da Guara­ 
jará Mll'im, qut> serA juris,l1cionadu a 1la­ 
nous. 
DIOCESE DE CG 
Com us criuçõe. 1J11torizudus pelo Su­ 
m,:, Pontífice, a lJioeC'se de Cnrnpo 
I rnn­ 
•de passa a ju, isdicior.111· sobre OJJ"nai; 
oito municípios: C,1111µ0 G:ürHie, Corgui­ 
nho, Jaragut•l'Y, !{1blls do Rio Partlo, llo· 
chedo, Sidrolãudin e Terenos, com uma 
área de 45.9'1:! quilornl'lrcs quud1·•1drs, na 
qual residem cerca c1 .. ::wo mil habitan­ 
tes. Conta com trrze pr:róquias atrodirlus 
por padres mil- siunus, redeotori-ta!'. ca­ 
puchinhos, it müc; vicentinas P fiihns de 
caridade. Tem tr<'s st·minários (diocpsanu, 
saleslauo e car,uch'nho), 11 F::cnldade '.'a· 
tolica (FUCMP, e diversas congregações. 
, !Ji1){'l''ll' Ul' 'f'!PS L·tl!(l[!S lJ:1,[ll '( IJ 
dera os ezuint s Muni·pias: Agua a­ 
ra, Aparecta to Tzboado, Iras lànd1a 
Css laudiu, Inove:·ia, Parar 11.ll J l- 1 r1>s 
Lona, com u ar I t· t JÍ (!.- ~,, ll!l l 
qui netos quvdr+tos e p pu! çe estj 
m&<1o1 P" :!,11.JlJ I li ti.tn,&I "· ('ont 1 ,. •lll 
dez pad es, al+m le irmãs sa!sian 4s, 
mi·sionérios de J u: Crueif ea,o, Mgos 
tin't1111111 F!'ll11r•1 <· 11,:, <l • '•' s ,•111 •· ll •­ 
tis'i us, ul?m de o!to !iácuns i ig: ,, I' 
out. c,s 1111111,;trot-. 
l'HELZI DE COX"i 
, 1 J'..;I z'n de (', Xlill ,; Dl!Jll'l'I l, 1 1 
os Muuiciius de 'x'm. Per G 1.es, 
Hic, :" g,·, e li111 'ernc. cm i 1<•,1 d,- 
45.995 quil metros qui a:los e. ncen­ 
tr1Jn•io 11ma popui11çfi0 stimuda de !(•., 
mli habit 1nte•. A Pr, lazl11 l 1 r· fi da 
aos capuchinhos e euntu com oit» pudrs 
e um i:mão religioso: em Costa Ric3 
existe um padre pa1'Rtunistu. :h, tr•·s rlio· 
cesc'~ existem centenas de leigus. "que 
se conscie11tizarnm de suus !~:iHões e­ 
vangelizadoras no mundo", graças à a!ua­ 
çilo dt> v.'.!ríoEl movimentos, d·.>ntre ~les, 
o cursllbo, vicentiuos, !Pgião c!e :faria. 
cucoatrn da juventude e cuiros. Na now 
oficial que distribuiu ontem, anunciand,J 
u crinçiio, pl'l'l Papa Paulo 'I, dn nnvu 
Diocese e ela Prelazi 1 dP Coxim. o bispo 
dioc .. i-ar,o dB Campo üruudC', D .. l.ntonio 
8urbosa, ngrudec2u ·•ao Santo P&dre, o 
Pap,1 Paulo VI, e uc; seu dil!n'> rJpresen­ 
tante no B asil, o Se:h r Nún io D Ur 
mine R•..'cco··. 
NO:.IEAÇÕES 
O Pura Paulo VI nomeou bi,:po de 
Tres Lagoas (lato Grnt.so), n monsenhor 
Geraldo Majla Reis, nRscido em 28 de 
ugo,to de 1924 em La tine. Arquidiocese 
as 
Francisco • {Carvalho 
Rua Teodoro Rondon, 667 Fane 1395; 
8U#3AJAM MAT9 GROSSO 
Peça;; Originais; Ford, Willis, :.-lercedes, Wolksvagem, Chevrole!; 
Aces:>órios, ~lall.'riul de Pintura. ete... Espe cializada em Tratores 
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1111 H' 	1 111dn 
atud 	, ml- 
11.,r-" .! 	,. 'lil'fl' 
aa lg f 	u teln- 
d , ,. . 1 í , 	1 1 'l:J r~- 
l 1: Z 1 ~ l 1  1, 1 :1, ! 1 •l ' ' • 
111lm do ntis imo Sacramento que 
n venu em 'Tiros, Doe e de Luz en !I 
de junho de 1)a e foi ordenulo i rdo­ 
te em 2) de junho d· 1163, Con g ou-e 
o P 11 c l ,. ,, l'lll mi .. 1110, ,. it1- 
vir!ud,• p:u•flq11t:&l <• r, 1 ,·i, l't,,r rl t rft•11o 
• z de Manhuririr". Pr. ladobspo em 
eranópul s, D) oees de Caxias do ul, 
( Ili :!,) de lll 1, i; > ,!,• l!J:}I, q11 ! • Ili I• U !1'1 
[Univerd de Gregorinns le l ma, foi de. 
lioi.l,,1 ;!••!.d tlt• e111,11c·Ll111!,o" 111 1r.f'ri­ 
c·n L•1ti,1 1 ,. eon grot-+e o em. i o. f i­ 
pImente, o umo pon ifiere nomeou au­ 
xiliar de Lond ina com ututbuição da !'P­ 
de epsvopl 'tituir de Gor" a monse­ 
nhor Luis Collusl, s ido em uxias do 
:ui. t>m 17 de• julho dq 1!'131. "ordenuclo 
sacerdote em primeiro de dezembro de 
1917, sendo, n atua'idade, vigário geral 
de Caxias dP f::ul. 
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FAZEJ-1O .MAS N A MANEIRA COMO 
FAZEO. 
El M ME SRIISIA ECR 
[ID 
DE 
GUI o UlA MATO GROSSO DO SUL

G 
BISE 
, 
IIER 
(Catupo Grande), - / 
explosão de um granada causou a mor­ 
te do menor Elas Manoel da Silva, do i 
anos de ldudo e ferimentos graves em 
seu irmão, Paulo Manoel da bllva, de J l 
nnos do Ido do: A ocorrl'11cl11 foi rcglf1trn­ 
da em fins da mnn passada, nt cf<fa­ 
d.o rrontulrl(,)11. do Ponto Poril o r11vcladn 
2
11 
feira em Campo Grundo pelo pai dos 
menores, Francieo Munoel dn Silva, que 
juulu.monlo 00111 o sobrnvlvt>ule da tragé­ 
dia foi tmzldopuru cstn o!dtlde om uvrilo do 
Porçu Aér('t Brusllelru, purn. lntornnmeoto 
na Santo Casa, onde os recursos médl­ 
co1-1 silo m11forns. Segundo exr,lloou o yal 
dos menores acidentados, um outro gu­ 
roto, de nomo l'luuro. o chou a grunndu 
om looul ainda nüo apurado, levuodo-u 
purn sua Oflba. ,Junto com Elfus o Pflulo, 
ficaram tentnndo abrir, mas não conse­ 
guiram. 
Mais tat·de, aponus Elias e Paulo fica­ 
ram COOJl a grnnodu explosiva: e foi 
quando batemm vlolentumeute uela com 
algo pusudo, p1·ovocando explosão que 
matou instantnneumonte o Elias A causou 
muti111ções sé1·lat:1 em· Paulo arneuça de 
perder, Inclusivo, uma dos peruas. Vários 
estilhaços otinglrum o pequeno Elias, 
que, também, sofreu mullllações, mas 
morreu no quintal de bUa casa. 
Paulo foi removido para o hospital rle 
Ponto Porú e, na sexta feira, através de 
Tasso Nogueira de Oliveira, de Campo 
Grande, conseguiu-se um a vlão para mais 
uma operação de salvamento e Paulo 
foi trazido para Campo Grande ainda cm 
estado grave. Esse menor, que perdeu 
01 dedos da mão, 1:,stá u.meaçado de per­ 
der uma pernu, a direito, enquanto que 
teve todos os dedos dos pés orrancadoll: 
Em seu corpo entraram, ainda, vários es­ 
tilhaços, um deles no pescoço. 
IRMAO El1 CRISTO 
Francisco lInnoel da Silva é ·• lrmüo 
E S PORTES SE M 
FRONTEIRAS 
O Presiàente- da Fifa é um brasileiro 
e nté nisto poderíamos dizer que Deus é, 
também, brnsileiro. Tal afirmação se faz 
em tempo por ocasião da Copa do mun­ 
do na Argentina este uno e por saber 
de que os maiores torcedores contra nós 
será, exatamente, os donos da casa e 
que, infelizmente. para eles, é claro, não 
po:!eriio torcer abertamente contra nós 
exceto 11tn jogo contra eles e isto pare­ 
ce que não vai ocorrer de imediato já. 
que o sorteio será dirigido e, neste caso 
e que vale Havelange estar na Presiden­ 
cia da Fifa. 
Temos tudo para vencer e se depen­ 
der de diplomacia já estamos com a Co­ 
pa na mão porque o Homem da Fira es­ 
tã tratando de tudo; até de amaciar a 
raiva dos argentinos contra seus vizinhos 
do Br.usU. A quem diHcilmente ganham. 
Ivan do Nascimento 
' 
. 
em Cristo" de 'Tarso, pois pertencem a 
tema religião. Preocupado com a Mtta 
ço, 'T'asso foi até a Base Aérea e con­ 
seguiu, do comandante Frias, que__ UI 
avião fosse deslocado a Ponta Por, 
juntamente com uma equipe médica, pd­ 
ra a remoção de Paulo. Francisco é pal 
te onze filhos e Paulo era o únlco que 
jó tinlrn .lrturlo uflclcnte jHll'll aiudu.-lo 
nos trabalhos do campo. Para ele. deve 
&or der,tucocla a borr vontade e o epIl­ 
to humanistico dos comandantes da Base 
Aérea, coronel-aviador Fernando Frias_e 
du !ln. Região Militar, gonerul-de- Dlva,u~ 
Gentil Mereondes Filho, que não medi­ 
rum esforços para minorar, pelo menos 
um pouco, a desgraça do Yttndllu <lo 
garoto. 
Enquanto Isso, em Ponta Por, 0 co­ 
mnndo do 11 ° Regln,ento de Cavalaria 
fnfitnurou um ioqucrito visando upuror 
as origens du gruuado, que foi encon!Tn· 
da em local ainda não determinado por 
um amigo, Mauro, dos dois acidentados. 
Os mllltarrs, segundo Francisco, estao 
multo Interessados em averiguar oomo 
a grnnnda foi parnr, possivrlmeote oo 
fundo do quintal da case de Mauro, nu 
Vila Aurea em Ponta Porã. Pvsteriormen­ 
te o Exército podet·á lndenlzur u familin 
pelas perdas, tendo em vista que Fran­ 
cisco e sua ei;posa Antonia são bastante 
pobres e não tem como pagar as despe­ 
sas hospitulares e muito ::nenos as que 
vll'Ü0 depois. Nu Santa Cut1u o menor 
Paulo está internado na enfermaria 250 
leito 25t, com os médicos ainda sem uma 
definição real sobt·e seu estado de saúde. 
Teme-se que, pelos dnnos causados pe­ 
la granada, haja necessidade de amputa­ 
ção de uma- ou até das duas- pernas do 
garoto, na altura do joelho. Paulo per­ 
deu, tambem, todos os dedos das mãos e 
está com ferimentos no corpo, em conse· 
quência dos estilhaços. 
Academicos de Campo Grande 
Estão i!tuando no Projeto Rondon 
Campo Grande - (SEDIMAT) - _Ses­ 
enta Universitãrloti de Campo Grande 
estão atue.ndo no Estado do Ceará, como 
pnrticipantes do projeto Rondou. A de­ 
legação matogrossense, que dei:-:ou 
Campo Grande na semana pussada é 
composta de Academicos da Uoiversida. 
de Estadual de ;lato Grosso e das Fa­ 
culdades Unidas Católicas, que estat·üo 
prestando assistência de saúde e eduen­ 
ção às populações earentes das cidades 
de Pereil'o, Alto Santo, Iracerna. 
Paralelamente, a operação Mauá-Opema 
iniciou também suas atividades com es­ 
tudantes locais, através de estágios em 
empresas da área tecuológica. 1- Com­ 
panhia Siderurglca Nacional, em Volta 
Redonda, e II Departamento Nacional de 
Estradas de Rodagem foram as primei­ 
ras empresas a conceder estãgios práti­ 
cos a alunos de Engenharia Civil da. 
UEMT. A operação Mauá está, tumbém, 
arregiwentando alunos de engenharia 
para uma viagem de estudos a Goiania, 
ainda este mês. 
Tr
; '!' 
L ., 
'li 
Divisão de Recursos 
ATURAIS IVULGA 
RELATORIO E 77 
Cuiab4 - «EDIMAT)- A Diviso 
de Recursos Naturais da Secretaria de 
Agricultura do Estado de Mato Gr0so 
lavrou, no ano de 77, 105 autos de in­ 
Yraçil.o - mah de um por <11:1 •, e:,Jlt'lllll 
2 712 curte!r:aa pura nma<lorr. e profis 
1-lounii,; aprendeu, entre outros pPlrP· 
chos, 1240 redes, 119 tarrafas e mais 
de } toneladas de pescado, segundo re· 
I11tório divulgado ontem, ne::.la Capital, 
pelo órg-üo. 	. 
Em números nbsoluloR, o 1no,•Imrnto 
em 77 na Divisão de Recursos Naturuis, 
!ol ma'ls Je 100 por cento ,;uperior l'íll 
relação ao ano de 76. , ,, 
Luis Carlos '✓itorIno, e LodovLC0 l~scu r­ 
rnanhanl, responsável pelo cumprimento 
da Jegisluçao que regulamenta o exerci­ 
cio da caça e pesca em fato ~l'ORB0, 
creditam e tei; res•Jltado~ oo apoio que 
o órgão vem recebendo dns populaçÕlB 
ribeirinhas e das autoridade civis e mili­ 
tares e anuncia para este ano de 78 
mutor rigor na fiscalízn.ção, 
TRABALHO CONJUNTO 
I're d te 
-- 
Projoto do s 
n dor Dr;4 
Inclui nr, pi .no 
Nacon. I d 
Viaç o Ro 
dovlu C mpo 
Gr nd Mura­ 
cajú P. Por 
A Divisão de Recursos Naturais atua 
em conjunto eom a Superintendência do 
Desenvolvimento da pesca - 'CDEPE - 
e com o Instituto Brasileiro de Desen­ 
volv!meuto Florestal-lBDF e conta tam­ 
bém com o auxílio do 16º Batalhão tle 
Caçadores, com sede em Cuiaba; do 47% 
BPtalhão de Infant111ia, aquartelado F[l) 
Coxim: do 18 Grupamento de Artilharia 
e Combate, de Honaonópolis; da Polícia 
Rodoviária Federal, Polícia Feder:il, Po­ 
líl)ia Milltat·, Casa ;1ilitar do Governo de 
;lato Grosso e VI Distrito Ka vai, com 
sede em Lactário, que colocam homens e 
meios à disposição dos fiscais, para o 
melhor cumprimento da legislação. 
Ainda no ano de 77, segund•> o relatório 
divulgado [oram arrecadados CrS 
337.502,40 cruzeiros, entre novos regisfros 
rt,validações e multas. 
A Divisão de Recursog Naturais 
mantém postos para expedição de cartei­ 
ras nas cidades de Cuiabá, Corumbã, 
Campo Grande,' Coxim, '!'rês Lagoas, 
Aquidauana, Ponta Porã, Douradns, Porto 
Murtinho, Rondonópolis e, este ano serão 
instalados novos postos em Cáceres e ou. 
tras cidades. 
O documento - para profissionais amadores 
é fornecido mediante a apresentação de 
documento de idenü.dade, duas fotos 3x4 
e o recolhimento de uma taxa que varia 
de CrS 35 a 175 cruzeiros. 
0 enador saldar 9 
Derzi ARENA M) e l 
Projeto de Lel apresua 
ta«do no Senado Federal 
solicitou a lelu lo na 
relação descritiva das 
Rodovias do plano Na. 
etonal de Viação, do tre­ 
cho Campo Grande SIdro 
landin. Maracaju, Ponta 
Porã, por considerar a 
are fronteiriça a eta 
!'O•lovlu. COl!l) () IIl'li~ 
importante setor de pro­ 
dução ag;icola do Esta 
do de Mato Grosso do 
Sul. 
A iniciativa do Sena 
der Saldanh Derzi. e 
aprovada pelo Congresso 
Naciouul, po(it·rá l'i!l' dn 
extraordinária significa­ 
çilo i;ócio-econoruica p:1- 
ru o recém criado e8lll• 
do que terá. CODJO Cllpl­ 
tal Cumpo Grande. 
Esta estrada é a colu­ 
na dorsal da maior re­ 
gião agrieolu do Estado 
de Mato Grosso e e le 
Projeto atendeu a um :H1 
seio e aspiração geral 
da população que habita 
às suas margens ou n:rn 
regiões cortadas pPla. 
estradas vieinais que a 
ela YÜO dar. 
Sensacional 
quermesse na qua­ 
dra do Clube Pa­ 
roquia! 27-28 s 29 
do corrente não 
percam vamos 
colaborar nos di 
vertindo ! ! ! 
CÂMARA MUNICIPAL 
DE . .NTONIO ,JOÃO 
Continuação 
Pelos motivos acima 
expostos, peço encareci· 
damente que V .. ccmidru 
a volta do dito horário. 
Esperando ser aten­ 
dido, o povo de Antônio 
João externa seus agra· 
decinentos. 
Atenciosamente. 
Arnaldo Marques da Si!· 
va Presidente. 
1 
li 
Madeiras brutas e aparelhadas - ligamentos - forros - assoa!os batentes Guarnições. 
Uma Industria que acompanha o Progresso tle BO UTO 
Rua Santana do Paraiso Nº 1 Cx.P 1 Bonito 
Mato Cirosso do Sul 
ta, t 
be 
!10, 1 
a! 
jur, 
9 
ria 
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