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J..J,,-.l.<J/1/ill_ [reor te-pon-ãvél 
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S11 dio :11 J·[a-ado, a Camara Munirei­ 
al encerrou nuas atividwles legislativa do exer­ 
tido ,k 1977, Na l"t'Ul11rfo de f•1,t·t·rru11w1110 ,, ,t• 
eador Ely de Araujo Barbo- fez ·tgainte pro 
uniam nto: o de Dezembro de 1977, vencemos 
is uma jort111rlu ((lff" 110>! foi imposta pelo Povo 
esta oportunidade quero agradecer ao colegas 
e trabalho, feito através dos 11.-llUlt••• upc,ar dos 
possos desentendimentos em referência a inter 
prrW'•>rlj ,lc l.,•is, <• o que muita« z !" fni ex· 
esso, no calor das discussões, deve ser esquecido 
r perdoado, pois o interesse de servir o Povo Í<ii 
moior 'I"" ,,. tl,·seJoR pessoa,,. Agradeço ao verea 
dor Cnrlos Ct·111uriilu, l'OIIIO li,ltr do Executivo 
uos ,luus ::c,1ti1·, do• Prcíei1os Jo•é Sitnplit-in riu 
(Costa Marques e o atual, pelo modo incisivo de 
d,,fr,n de ambos., Agradeço a ílnn<"adu ,lu ~l DU. 
que com dignidade, não fez oposição sistemática. 
Em particular uo vereador oedi, que sempre se 
1no.'ilr"1a .ac~uro 110s disru!hlÕes f'111 pról do!' Jra­ 
hslhos ,. do Povo, Aos YNrorlor1'S Ildefonso Pf. 
nl,riro t• Gc1nlio Lino, nus rna, a1i111des 1nni,:mini­ 
ms dre nprovnçiio dos prnjclo;, demonstrando leal• 
rlod,• t" impnrriulirlodc . .-o ,•erendor Üs'ultlo Turini, 
hoje ausente, quero deixar registrado, pela rnunei­ 
rn '/uc se ponou e me nturou. A,, ,-ercndor 
1
i­ 
rnl, o, homem trabalbdor, ,·omhn1t!r.lc e co1nbu1i- 
o que não pode concretizar em T7, posa faz-lo 
,•111 ,H o Vereador Afonso Dilon, pela maneira 
eomo sr conduziu como Presilen'e da Uomissões 
de Justiça e leda4o e de Inquérito Adminis­ 
tratio, pela fireza de catiter, e·pirito de cava 
lheiro, defensor extremado dos interesses do Po-. 
10, ,o Sr. Presidente Vereador José implicio da 
Costa Marques, sereno e imparcial na condução 
,loH tr,olmlho•. ,·nrucleri,Jdo pelo r,pirit1J rlc uni• 
ilo Plll torno cio prof!rnntíl d!l ,rt'11J Cn111<> l'r,· • 
feito, fez bela Vista, durante noventa dias de «ua 
administração profiena, deixnr de ser " c·idarlt' do 
Será, do 'Tale e do Provável, como vinha sendo 
pelo atual Prefeito' Será que teremos luz ltoje'/ 
f'nl1C'Z. Tuhcz kn·ruus IÍ~ut•, 'er:í'! J:: provável que 
o caminhão de Lixo chegue às nossas casas. 'I ul· 
, ez. Atvendeu nos interêHsc• do Po11 t·om prrFI<'· 
za atrcn é, :); ~oliciin(iles du Climuru. Aos Fuucio 
nários que ::-cmprc demon&lranuu h<hl , oucacfe 
para o bom desempenho de suas tarefas, o "ueu 
uhrnço. 
Nessa mesma oporlunidadc fizeram tam • 
b<·tn o mo t!n pal11'ra o, vrreodc>res Getulio Lin~ 
e lldcfou,o l'itthciro, ogrudecenclo a,; palnvrns ,lo 
vereador Ely, e ckwjnndo como também a todos 
um feliz 7f!. O vcrPiHlor A fouso Dilon disse que, 
findando esta jornada J,.gisluti,u, agradeço as pa- 
E 
tW 
Já esta em fase de conclusão o ser· 
vioo ele balizamento da linha de trans­ 
missão ele Antouio Joüo 11 Bela Vista. 
O engenheiro encarregado tleHte serviço, 
esteve em nossu cidade, onde rnantevA 
contato com o p1·e(eito municipal infor­ 
mando-o dos trnbalhos que tstüo sendo 
ri.alizudos. Provavelrueute até-o final deti- 
te ano, Bela Vista receberá a energiv de 
Urubupungá. Na c,portunidade, foi esco­ 
lbido o local para a estação rebaixadora 
da Cemat, que sera na Praça Nhão de 
I"á, num te1Teoo mediudn 10(.lxllJ0, doa­ 
do à Municipu lidacte pelo senhor Goethe 
Escobar Nunes. 
a 
) 
0E.a$% 
da e. 
Prosseguem os traball.!os db arl,urização 
,Ias principais ruas c1:.t cid·1dP. Ol'pois de 
plantadns as árvores nas ruas XV de 
No,,embro e Coude de Porto Ah, gre, o 
Plantio será iiciado ns ruas Sebastião 
Crispim do R,·go e Duque de C.:ixiRs. e 
logo em seguida, à Avenida Teodoro 
Saliva, onde iriic flu; fr uo fulu; o us 
árvores omamentais que foram As.::olhi­ 
das. O prefeito municipal, encarece aos 
moradores destas ruas beneficiad?s pe­ 
la arborização, a fineza de cuida-las 
como sr fossem de sua propriedade, a· 
gua'ldo-as diáriamente e livrando-as dos 
malfeitores que pos!iuem o esplrito da 
deotrnição. 
lavras do veredor El, q u e t l lf o 	11 	., f. n , 	u 	, 
'Llt~ muito iJI rc 11ilf"J11q .. r1 , 
1
,· u11i !, , a ,r t,, 1 t 
lhos desta caso, que tele pusa realizar na politica 
mais um degrau, trazendo o Povo bela+trnwr 
melhorias. Agradece o r. Presidente, que em di 
tinçào, com iguald ui..-, ... fllJ!,. lr-,,tr , ., 1i1 .... Ir, .. 
h.1l!Jo,; c·o,u r,~tidJn, ..t,!r,1 ltc·t t1 ln 'º" (1111, w11.1rt11• 
d,•.,t--jt)11, a 1oduc, u111 pro .. p •r,, nu~º'" () ",r. l'r,· 
«idente disse que se sentia rn+bilizado e o dever 
de responder com gratidão aos colegas vereadores 
a tuas palavras, qur rmpr procurou roordenar 
le acordo um as suas deeise., unir as foras, unir 
as energias, com o penarnto de ião ese veen. 
rin tranquilo cu111plfl'toudn 11 1 .111t• 1l,· h .ri-1Jti,o 
E no decorrer de seus trabalhos, que muitas ve­ 
zes cabia a mesa, procurava levar em Plenário, 
para que todos toma-+m conhecimento, ,t."to por 
falta de conhecimento, mas sim pela confiança que 
deposita nos colegas. A bancada do MB, que 
Eieu1pre JHot·urou f'umprir a mi--.jn t uw hplnL',, 
não sistemática, mas como o Legislador, em linha 
retll e responsabilidade perante o poro. Que es·a 
aua g,rntidJo se t.'"l"te11dJ a t, do .. o .. 1~0Jt,:.!Jõt ,. H·· 
readores ausente, e, para T} tenhamos ha-t.t11h• 
fé para reiniciar nos-os trabalhos, f esta que ,,.. 
ja exlen"-Í,a ao fornilíJ~ do..: ,t·re..t.J<.n• ... ao P'"º 
o uoF funcíon5rio, de-1a ra,a. 
EIIERG ELET' IA 
PARA 
DOS Df s 
1 
Pü ao os 
Praca 
) 
- 
O Prefeito :llunicipal atendendo a 
uma antiga reivh,cticação dos desa rnpa. 
rados residentes no Abrigo. n,andou ins­ 
talar energia elétrica naquele loc&l. , 
medida alegrou i□tensr,meate os velhinho!:!, 
pois há mais dP. 20 anfl!l o local era ilu­ 
minado apenas com velas e larnpiõc:s. 
lgora, além rio conforto doméstico, os 
moradores {JOderão ouvir rádios P. as!lia­ 
tir os programas de Televi ão, :;iartici­ 
pando da aldeia global. De parabéns o 
senhor p!'ef Pilo M!.!nicipal pela humane 
e digna atih1de. 
l1 
O prefeito municipal de Heln Vista, Dr. 
Rube::i de Castro Pintll, e,;tá constTuindo 
uma praça no local ctenorninadu de bãn 
de Pá, no subut'blo da Agua Doce, para 
servir de recreio aos meninos Psludaates 
que residem naquele bairro. Ela está é.endo 
toda ajardinada. plantada com árvores 
ornamentais, e serão colocados bancos 
de concreto. 
e 
,, 
U Bll 
Devido às forte« 1'1111- 
'IH• (JUII l, 111 (' hl i!,ldO 
llÍLO ó esta reião, ma 
ttnbém s cabeceiras 
df'Pi l'i0!< Aquidauna, MI 
rand, Negro e Abobrul, 
tudai; éh ]1~ ,çiil.', rodo­ 
viárias da cidade com o 
fl'SIO rio pais CD( Olll!',l íll· 
se bU&pen::;n . 
Trabalhadores regio­ 
nnh, do Oepart.1m •ntv de 
Estrarlfü! de Rodagem de 
Muto Uro~so tl('•t•nvol­ 
vem graaclrfi , lh·ld::ides 
uo !ougo dtt j!L- ,:t! em 
vários trechos entro Po!l· 
so 111.i Lontra e o 1::11tro11- 
carneotu coru a .1t- 740, 
mus 011 atcnos süo ainda 
muito baixoo e forum 
venc
1ctos pela viulêu<:iu 
das águas dos rios Ne­ 
gdnho, :iliranda, e J.bo­ 
bi ai. Di VEII'SUS µantes e 
represus também foram 
destruidai:, o que com­ 
plica ainda mai,; os trn­ 
bulhos de recupE:rução. 
Eutratantn, as autori­ 
dades Joc:iis soJJ,·ilannn 
ao Derrnat o eavio de 
novas equipes de téerii­ 
co~ e operári11s para as 
zonas inuadad'.ls, para 
que liS Jigaçães possa'!l 
ser restabelecidas com a 
máxima brevidade, pois 
no at.10 do hic .. nteoário 
de Corumbá é tun•J.a::neu• 
tal asseuurar o trân~ito 
de veíciTtos pelas referi· 
das rodovias, as únicas 
que permllem o acesso 
terre&tre à capital µaata­ 
neira. 
Preço deste 
exemplar 
cr$ 3,00 
). 
[7 
( 
,, 
É um agradecimento aos clientes e amigos que conosco 1-:Ibutam 
diuturnamente para o desenvolvimento do Estado de Mato Grosso do Sul. 
✓
TIPOGRAFIAS 
RUY BARBOSA E 
E 
N. 
LIVRARIAS 
SRA. APARECIDA 
RAPIDEZ - QUALIDADE • ATENDBIENTO É isso que voce merece 
921 --g Rua :4 de Julbo, 22136 - 4-3Ó57 ~~- Campo Grande • 1Iato Grosso do Sul

; 
Brallin-O presidente Ernesto Geisel 
aprovou exposição de motivos enenml 
nhnda pelor Ministros Hef Veloso, Mario 
Simonson, Ualmon de Sá, Alysson Pauli- 
11elll o Inungel Heis, fixando diretrizes e 
prlorfdndc•11 para n á1·r11 rconômloo no 
llllO de 1lli8. 
J8 PWOHIDrDt•:::-; 
As pl'lorldudcs flxurla~ Riío flh srguf11- 
tcs: 
:1 • t.11menlo c1u produçüo de petróleo. 
PrngreaRo rnaiH 11colcrndo no oxecuç!lo 
dos pl'Ogram1ts de, u11to-1>uffci1,ncln cm ln• 
surnos básico o dQ Rubstllulção de lm· 
portaçõM llo bcnfl do Ciipllal. 
• Os prog,·am11s de lnvestfmento!l 11uto­ 
rlzu dos pnrn u Petrobsás, Sldcbrás e ou- 
o_ 
tras empregas de [sumos hsicos aleat­ 
çam a ordem de Cr 9 bilhôes ( c·11111 
uumento rJ,. íO por t.:l'lllo em relação 1977) 
0 programa de aplicações do BNDE, no 
valor de Cr$ 69,5 blõe (elevação de 
i por cento em relação n 1977), destl­ 
n Cr 28, lJilhÕei' a ili umo basico, 
Cri },7 bilhões a equipamentos básico 
e Cr$ 20 Milhões à Finame. 
O programa do álcool deverá conti­ 
Dll!ll' uprovando projPtos. ffil·RlllO ~tf,1H, 
ultrnpaRR!ldus,; ai, mC'la,; l11lciulmeule f1- 
xadas, de alençar uma produção de } 
bíli1õe<1 dP litrvH em JOlilJ. 
Esforço adicional quanto à expansão e 
dtvrndllcoçilo dus üxport11c;õe1-. 
3- Continuação da politlca de fortaleci 
78 
DE 
O dosmatamento Incontrolado e a e­ 
rolão estão provocnnclo a ampliação rios 
desertos em lodo o mundo, concluiu 1:1 
ConferênolA sobre u Desertificação rea­ 
lizada em Nulrobl, no Quênin, p.alas Na­ 
ções Unidas. Cf'nlenos de represcrntautes 
apresentnrnm suas pre,icnpaçõeis e fize• 
l'IIll al~umns propostas para conter o 
avanço erescente dos desertos, que infl:ii 
diretamente sobre as condicões de sobre­ 
vivêncla de grandes populações mundiais. 
No Brasil, um dos pontos onde u e­ 
rosão cci maior é o Estado do Parunfl, 
que perde milhõe,i de metros cúblCO!l de 
terra por ano. Essa terra é arrastada 
Cuiabá - (SEDillAT) • O Governa­ 
dor G&rcia Neto recebeu telegrama do 
Governador Aureliano Chaves, de l'linus 
Gerais, candidato a Vica-Prr:,:,:idente da 
Repúblico, ugradecendo ao Governador 
de Mato G.osso pela mensagem que lhll 
foi enviada quando de sua indicação. 
O telegrama. tem o seguinte texto: 
Governador José Garcia Neto Palécio 
pPios rio. e acaba no Oceano Allúntlco, 1 c:id:1 da Antártica e que ,Jevr chegar 
sendo transportada pelas correntes para com perdas Je úg-ua, u
0
lo derigelomer:to, 
engrossar as costus ria Flórida nos Estu.- inl'eriores a 40 °,0• Com C!l~a úgua doce 
dos Unidos. Assim. não é exngero ur•r• oA ernirado1:< de ,bu Ohnh1 e rle Dubul 
mar que. •·os norte-americanos estão u- vão irrigar 1wus tradicion•tl:5 dc~el'tos a 
nexando território brasileiro", embora de um custo de 80 centavo de dolar o bar­ 
forma lnvoluntúrln, já qu~ suo us a!ivi- ril. É um luxo que s6 é permitiria aos 
dados agricolas, do urbunizaçuo e iodus- proprielários das maiores rr.c:ervns muc • 
triais, no Paraná como em outros locais, dlul de petróleo. 
que provocam II erosfi o. 
Enquanto isso, 'no Oriente Médio. u- 
ma experi/>ncia lnéditfl está sendo reali- 
1 
zuda: a Arábia Saudita anuncia a chega­ 
da de um "ioeberg", urna gigantescn. 
montanha de gelo que está sendo rebo- 
GOVERNADOR GARCIA 
T E l EGRA M A IDJfID 
E MINAS 
NETO RECEBE 
SOEI SE 
GERAIS 
P1.1iaguá, - Cuiabá-W. 
'I'enho saslifação express&r preza do 
eminente migo sinceros agradecimentos 
pela delicuãa mensagem com que me 
distinguiu motivo minha indicação como 
candidato Vice- Presidencia República. 
CClrdiuis saudações. Antonio A !reliano 
Cha vos de Mendonça - Governador do 
fütado :linas Gerais. 
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mnto d l ('rtlJl!I' a jHt ,li!U p H l(>tl t l'<lt:l 
ampliação dos mecanismos de capitallz- 
çã0 ja criado . 
1•JÍ(J[ /111f l fj (10 llÍ li lim< nlo , flt'(jll('· 
na e média empre 4. 
4-lplo à execuçiio do Polonordete 
Polocentro e Polomazonia 
5-Contimução da politfe de rlonall 
zção de combustlveis para contenção 
do consumo principalmente de d ol1n,1 
óleo rlle:wl l' óleo combustivel 
- Politien do desconcentração industrial 
dentro das diretrizes já aprovadas. 
7.Novas medidas olljelivunclo 11 cliKtl'n­ 
alo urbana, que deverá receber particu- 
lar. (CO'.'.Tl~l', ... ) 
Com contraste, apenus m~nos de 2 °to 
das terrns brasileiras sã0 imprópria pa­ 
ra o cultivo agrícola, plantio de á.l'vores 
ou pastoreio. 
Tribuna da Fronteira 
.. 
-- SEMANÁRIO -- 
l• U D A D O E :.1 2 O / 2 /7 :! 
ln•c·. Est. 13095331-'.! CGC-:.lF: 03.200.763tOou1.7.1 
Redação e Admini•1ração 
H. Duque de Cnxin• •/n. Bela Vi-Ln :.lT. 
Ofici11as: Rua Duque de Caxias s/n 
l:lda Vi,ta - Mato Grosso 
Hedntor-Ch,·fc halclo P,·reira 
Administração: Maria Estela V Pereira 
Diretor Comercial: Alvaro Pereira 
A:3 1:-iATUHA 
Assinatura Anual Bela Vista Cr 15(J,00 
Demais Municipios CrS • 200,00 
Trihuna da Fronleira é uma publicação 
da ORJI'APE- 
Os artigos publicados com assinaturas d o s 
autores não traduzem " opir.iiio do jornal. ua 
publtcaçao obedece ao propósito do debate dos 
problemas municipais e de refletir a di,er•as 
tenclcncins do pensamento uniYersal. 
Fundador: I vai do Pereira 
[Errem==traem,E3 
lkpoi 
de nos 
pc ,qu!-:1 d••nulic 1 iHl 
estagio biológien 8anta 
Lú• J • llt I· 1 llllO ...., llllO, 
o aturulista Au ust 
nu rhl !'llllll!• ilJ' (j 
governo e tadual pretem. 
clln 11tili1 r a terras da 
reserva ntural p r a 
plantar palmitos. Hevot­ 
t,,clo, cJ,,,.Jurou e •lar lll9- 
po+to matar ou lllOtr<'t' 
para defender centenns 
de mllhnn•i; ri!.! orqultl·· 1~ 
e a sua criação de beija 
flores, que tem aclmlr,­ 
dor.:R em vário,, p.lÍ.,(• . 
As terras da,. taçio 
biolúglrn. ~anta Lúcl 1. 
adquiridas pelo Museu 
Nacioual (, o ludo <le 
outra áreas compradas 
por po.rtícul11res t' parll­ 
por particulares e depois doa­ 
da'! à in:>!ltu!çiio). fornm 
consideradas devolutas 
pelo governo do Espirito 
Sanlo, que se dlFPÓ'> a 
ontregá,lo.s a uma em­ 
prc a agricola, provo­ 
canJ.o n. reuçuo do deu­ 
tistu e, logo <.>rn srguida, 
manlfe~tações de enll­ 
dadee ligadus à prote­ 
çüo do ambient<'. Em 
poucos dia 6 um ,abaix<i 
assinado já po~suía ml­ 
lllures de no::ues no füo 
de Janeiro. enquanto 
surgiam decluraçõeP, em 
todo o Pai~,- de apoio ao 
oaluraliEta. 
Após a rcalizução 
de um 1 "ca,avana e.co­ 
lógica'', que levou perto 
de uma centena de pe~­ 
sr,as a Vitória, para en· 
tregar o manife!lto ao 
governador capixaba 
o Estado d o Espírito 
Santo se di~pôs a recon­ 
siderar o âSSunto. Agora 
já está decidido que o 
pesquisador poderá con­ 
tinuar traba:ha□do no 
local. Mas será neces­ 
sária a aprovação da 
Assembléia 1€gislativa 
do E tado. C:ibd aos 
interessados na defesa 
ambí1rntal a missão de 
continuar esta luta: es­ 
crevendo cartas, partici· 
pando de caravanas e 
inlluenciando pessoas 
para garantir a def 1su 
da estação biológica 
Sant!l. Lúcia, criada por 
um homem dispo&to a 
sacrmcar sua Yida para 
proteger as orquideas 
beija-flores. 
de 
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Sérgio Henrique Martins 
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------~----~---------------- 
--------------- 	• 1 ... 
--------'-----------'-"--..-:=- ~ 
COLUNA 
Sf!CHO-NO-IE rça 
Quando Perder O 
Emprego 
8i• V(lOí: f'Slft fl('IT) ('Ili· 
preo, ore da seguinte 
mnno!ro: "Ú Deus, fnv•I 
com que Vosso mor, 
vo+8n sabedoria e vos 
v!da se manifestem tru. 
vós do mim. Permiti que 
todas Vos qualidndes 
e realizem nu minha da 
colldla,m". E depois exe­ 
cute fleln•ente os servJ. 
ÇOrl CJUtl ~Ul'l!'iI'l'ffi npóR n 
ornçflo por mis insigni 
ílcau teR ou menos lucrn­ 
tlvoR que sejam. A pr 
tir dls1-o é que ,;urgirá o 
seu trnbnlho definitivo. 
Deus n!lo é como um 
IJíope que só c>r,xergo o 
que está perto. A i;uu 
sabedoria tem visão am­ 
pla. De nudu udluntn bus­ 
carmos lucros lmedit1tos, 
se a !ougo pruzo tivermos 
prejulzos. Oremos parn 
rec11bAr a orientação Di­ 
vina; Ó Deus, fazei Vos­ 
sus as minhas mãos. Fa. 
ze! com que estas mãos 
realizem hons tral,alhos 
que alegrem u humani­ 
dade. Permite-me escre­ 
ver através destas 11Jãos 
palavrns que nb~nçoem 
a humanidude. Permite­ 
me renllr.ar atrn vés des­ 
tas mãos um empreendi­ 
mento útil à humanida­ 
de. Orando nssim todos 
os dias, ns situações ao 
nosso redor serão modi­ 
ficadas nos poucos pela 
Vontade ele Deus, que 
uos concedei-ó a oportu­ 
nidade de concretizar 
o conteúdo da Oração. 
(C o n ti n u a ç ã o) 
i l'nção neste ano 
de 1978. 
Desnecessário snli,·n­ 
tar que toda n ação ecJ­ 
nômica ccntinttar.'.i a !ti­ 
var ern conta os objPl.i­ 
vos soiais do Governo, 
preocupando-se, em par­ 
ticular, com a exp:.nsào 
de emprego e a geração 
de recursos para u exe-1 
cuçiio do orçamento EO· 
cial. 
Antes de queixar-se do custo de vy- 1 
da, procure conhecer seus direito., Lem. l 
bre-o' a dei! rmçio e o Comi1smo 
wão os piors inimigos do conwumidor. 
Muitns vezes você paga m's por uma 
11111rc·adorf11 porque não se deu ao trabalho 
'e Iuformr se obre su valor real ' 
8',IJl'O us normas de cometei lizução 
estabelecidas para aquele produto. O 
mesmo contece quanto aos J}l'P('Ol:i de 
f'Cl'V!ÇOH ('tlSCUCil:Í'. :-;[to vadie: exerça 
seus direitos. 
O 11coug-ue é obrigado a lhe veuder 
cm·ne limpu, +em sebo e sem pelanea 
ContrnprPo, vocõ uceltu ou no. 
Se flC'-'ltnr, o açougueiro ó obrlgu<lo a eor­ 
tar o coutrapeAo do mesmo tipo e quali­ 
da«de da carne pedida. O contrapeso não 
podo ser RU()erior 11 10º,o de, peso total da 
carne. Ou soja: se compra ó de um 
quilo de ulentra, o contrupeo não pode 
ter mais do 100 gramns e ... tem de ;;er 
de alcatra. 
Quando não tlv('r pão francêH ou de 
Campo Grande - Por muito pouco 
o ano de 1977 não bateu todos os recor­ 
des de precipitação pluvial em Mato 
Grosso, segundo informou o Depart'.lmen­ 
to dP. Hidrologia do DNOS, sem querer 
fazer maiores previsões sobre inundações 
luturu@, apenas garantindo que a região 
dú Pantanal Matogrossense viverà eete 
ano uma nova enclwute, talvez até mai­ 
or que a do ano passado. Dumote o ano 
passado, os pluviometros do DNOS, em 
Cttmpo Grande, regl&traram t1 segunda 
maior precipitação dos último!'.! 50 anos. 
As chuvas som11ra111 2.156,5 mlímetros, 
contra 2.19;~,7 milimetrns registrados em 
1936 o que marcou a maior ·precipitação 
Seus 
al, na padaria é obrigada n Ihe onder 
1 
1 I!' l:'14 
qualquer outro tipo de pio, a tua .. e, - 	l!I -lll u llit' 
lha, pelo mesmo preço do pão frao+, 4, 	pes ninda 
ou de sal, (!lll' (• l !l1l'ln1Ju p,•lu SI '.l:.ll l 	r 
O 
qu, 
os restaurantes, o couvrt é opelo. e 	do 
nal. Você +ó consome e quiser e só 	Ao eondtelonar 
pug e consumir. Mesmo recuando o l 	produto pta simul- 
couvert, o restaurante e obrigado a lhe t, outros, Nem i 	r deternl- 
erVir bl!Ol col>rur quulquer tuxu 1 :lt I r, quntha 'e para I 
II 
que vo- 
guardanapo, pão e manteiga [ou marra- ce preca 
r1na. 	Nenhum comerei nt recuar a 
O couvert-artistico você paga, desde vender êner (' li,• • llt'Jll t,lll· 
que u casa ll1e ofl'rcça liJJC'lúculo ao vi- pouco eito·lo par especula. 
vo, de pelo menos uma hora de duração ção. 
com músicos, cnutoros ou qualquer ou- Esteja atento. A de preços 
tra upresentação artística. 	que os estabeleci:e1 lo obrigados 
Pagando o couvert artístico, você esta li- e expor o formad; peço fixa 
vre de qualquer outra taxa, tipo reser. dos em portaria da > ou pelos que, 
va-de-mesu, entrada, mesa, consumação de outra formn, estiverem sendo prat!ena­ 
mlnlma etc. 	dos pelo 11omôrt:lo.C',J1Jtudo. 0111 qu,li
1Juor 
A gorjeta você dá ou pga. Dà dos casos, os com reiantes no podem 
quando se achar bem servido. E paga cobrar preços diferentes daqueles ufixn­ 
quando constar no cardápio que u casa dos nos seus estabelecimentos, em local 
por acordo coletivo <le trabalho, íocor- eh• fácll leitura, omo determina a unab. 
que 80 tew registrado. 
O terci>iro maior inrllre de precipi­ 
tações pluviornétrícas foi anotado de 
1967, quando o somatório de Indo ano 
chegou a 1.759, 1 milími>tros. Estatística 
agora divulgada pelo O.NOS indic& que 
em 1956 as chuvas cairarn em 153 dias, 
enquanto que em 74, em 127 dias. Até 
meados de dezembro do auo pasrndo, 
com base em dados já computados e eY.1 
decorrêncla das fortes chuvas, cbegou-sE­ 
a acreditar que o recorde registrado em 
195G fosse superado, mas isso acabou não 
acontecendo, devido a cinco dias de to­ 
tal estiagem que se verificaram a partir 
de 24 até 30 daquele mêR. 
M! T PRO 
Convite do Japão 
O Se0retário da Agricultura, Maçao 
Tadano, recebeu um convite da Embai­ 
xada du ,Japão para uwa visita de 12 di­ 
as ao País. O St-cretário deverá "iajar 
no dia 6 de março, devendo pern:;anet:er 
fora do Brasil a!é o dia 20. 
A O O PANTANAL 
Se, por um Jaüo, chuvarada tem 
causudo probh•n,as dP inuodaçÕt'l'l em al­ 
gumas localidades e cidades, como por 
exemplo A quifluuauu, por oulro lr,do, tem 
sido benéfica para a Agricultura. 
De um modo gero!, a mêdia anual 
de cbu,11h Hca em torno de 130 a 1'1,íO 
militetros mas nos últimos anos tem si­ 
do muito malore!<, cau-ando 1,erios pre­ 
juízos à pecu~ria ruatogros~euse, com 
reflexos nacional•, pois ó de '.llnlo Gros­ 
so que saem cerca de 3@0 mil reses 
anuuis, para abate e outro tanto pura 
engorda nus invernadas do Estado de 
ão Pauto. 
Cârnara 
.,, 
e Noticia 
Para Cooheciúlento dos Funcioná­ 
rio :uunkipais e do Público em geral. 
Em Sessão realizada no diu 2G de de• 
zembro de 1977. a Càmara .luoic1pal 
aprovou por unanimidade, o Projeto de 
Lei nº 08/77 oue dispõe sobre o aumen­ 
to de 300/o sobre o:; val,1res venais dos 
Imóveis Predial e Terrilor-ial Urbanos 
para fios de Iaoçamento de lmptstos. 
Na mesma ressão julgou Inconstitucio­ 
nal o prnjeto de Lei oº, tO 77, que visn- 
No Japão tratar3 de assuntos já dis- va conceder aumento nos vencimentos 
cutidos com a Érnhaixada, relacionados dos Servidores Municipais e do proveu­ 
com 11gropecuária, mineração, uma vez tos dos inu1ivo e peosicnistas. 
que ele é Presidente do Conselho Admi- O Plenário aprovou por unanimidade 
rnstrativo da Urucum '.llineração S/A, de- o Precer da Comissão de Justiça e Re­ 
vendo tratar do intercâmbio comercial dação, uma vez que o referido Prnjeto 
sobre a exportação de minério de mao- de Lei, fere os principiofl d<.: pariducle 
ganês, além da comercialização de ma. coa es demais funcionários da União e 
deira. grãos, carnes. Junto às autorida- do Estado. A f,irma do pedido de aumen­ 
des japonesai: o ecretflrio :laçao Tada- to pelo Prefeito .1uoidpal, fc,i de 20% e 
no, discutirá, também, problemas relacio- a concedida uos funcion1hio,, do Estado 
ondos c1•m projetes de colonização, com I foi proporciona I aos nmciroento:: ou se­ 
base em experiencias feitas em Mato ja de 40%. 30%4 20% e 10%, fora essa 
Gros110. 	que beneficia os que ganham menos. 
"O Cartão de visitas de Aquidauana " 
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MATO GROSSO DO SUL 
t 
5 
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LOS DOCE PR CI 
- 
DEL I O 
' r 
~ 
± 
Difusora 
"N a!gz 
111 i:JICIA [I fOR/(hR V[~IUROSO O! LA fAIRIA 
1 
r 
l 
~!:..----·~---------- 
', 
1 
1 
Z.P.23 
A oonllnuac:lón Dif. Mcul. Lópes ln­ 
dica las personus, instituciones Firmns 
comerclales, notldudes doportlvas que flO 
hanu destucado mas durante los doeo 
mesos dei aiio 1977. 
1- Sr. Grcgorlo Mulvcrll, como deportis- 
111 quo con su humildady su ran espiri­ 
tu demuestru lo que hubiera sido otrvs 
tiunbiéu para e! blen de nuestro f.bull. 
2- Firma r.oruerclnl. COM.& 1 
1
D. SANTA 
LUCir. Por su npoyo constante a to­ 
das las promosionos. Tanto en Bella Vis­ 
ta Pa.raguay como ou Bela Vista Brasil. 
3- Sr. Folipe Ayala Lópes. Que desde su 
puesto, desde su onrgo como secretario 
de ln muuiclpalidad, bu demostrado 
slompre seriedad-honestidad y capaeidud. 
4- Club 21 de setiembro. Por su organi­ 
znclóc y parliclpaclóu en los uconteci­ 
mlent<Js deportlvos y sociales. 
5- Liceo articular de Be!la Vista. Por la 
abnegación y desiateresada enseiinnza 
dei cuorpo e profesores. 
6- Comislón cooperadora policinl. Que 
con su trabajo tesouero ha construido la 
muralla para la alcaldía policial. 
7- Dr. Carlos Ocárls. A conquistado im­ 
portantes logros para e! centro de salu­ 
d y por su trabajo en la investigación y 
trntam!ento de la tuberculosis eu nues­ 
tra ciudad y colonias veciaas. 
8- rn rnolrlmoulo Don .Ian .. eo y Dona 
Nice. Por el valor que dn a la amistad 
destacandose como magníficos anfitrione 
durante el uiio. lleali;,n1·011 ,·,Hins r,e,.tu11, 
recepclones, desfile de modelos en ben­ 
ficío do la que parclparoo como tuvtl~· 
do autoridades y destacadas personall­ 
dades de ambas Bella Vista 
Declaro para os devidos fins que foi extra­ 
viado o seguinte documento, Certifica- 
d(, cr(; 1-ro1r-i clfde do Yl'lcut,, Ili r i 1 
1 
' ' ' ~ , ' ti f· ti pi o 
Wolkswagem 180o ano le ta 'S 
1975 cor amarela. 	. , 
9 - m cronistn y escritor Joe Edson Gó- Publicação que se faz para obtençd 
1 
moz Escribió un Iibro EI n 40 cou Cll· <la '.!.ll via. 
foques de Betln liK!u Parnguuy y ílrusil. ,1ig-uel Baruo,u 
10-La untorior Cornielon Directiva de Li­ 
gu Bellu Visteüu de Futbol y Lu. Cumi­ 
i;lón de Dnrnua y la Conih,lón de Selec­ 
ción, por los trubajos desplP~ados du· 
rante ol carnpeoonto de Interligas para 
lu partlcipaclón de ln Selecc!óo 'belJa,•is­ 
teia en dicho Evente depor!ivo. 
1- Construccion éa de gradirias en el E~­ 
tudio Boqueróo 
2- Realización de la Primara fiesta eon 
elección de reina con grau suceso. 
3- Serie de uctivldades realizadas por la Co­ 
misión de Damas para la recuudar foudos 
11 Empresa de Transporte Rápido Este. 
lita y Rápido o! Triunfo, que con u 
diario viaje a Pedro Juan Caballero estli 
impulsando y cooperando ai desarrt:!lo de 
la zona 
12- Antelco que con de lar u Bella Vista 
de una central telefónica, ha unido en 
la distancia con los de más pu ~blo8 de 
la República, ypor &oadidura a América 
y ai mundo. Cristalizan<io la cbra de 
Gobieroo de nuestro ilustre sr. Presiden­ 
te de Ia Répública Gral. de Ejercito Don 
Alfredo Stroessner. 
• 	1 
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1 
l 
1 
1 
1 
i 
l 
---------------------- 
. 
i'fO 
í' • 
o.m. a Tribuna

Brasil talmente o terceiro 
país produtor mundial de soja, l J mi 
[hões de tonladas unuf, quase Iun­ 
lamlo no vgundo produtor mundial que 
a China. É o eunlo xportador mnun 
dlul, seuindr de perto os Estados Uni. 
dos. 
Com toda eia produção, o Brasil 
continu upresentando um déficit le a!i. 
l!l('IIIOil f)lll'/1 li IWH JH>pllliH,:ilo de !Juixn 
renda. Existemn mesmo familins, cujo sa­ 
lórlo nllo é AUfi<'leuln para ccmprar all­ 
mntos ncesirios para a :ua subis­ 
t(lnc!a. 
A soja é uma leguminosa cujo gnio 
upresentn 40 " de proleiuus de al!o va­ 
lot· 11utrltlvo, lgunlu11clo-Rc mesmo 1h; pro­ 
te[nus de oripem unimal. Apresenta uin­ 
da 20", de óleo que juntamente com 
Sl·UH ll<:t1C
1ll'l'fl são eSSAJlClnls corno fornH­ 
cedores de energia, pois 100 g de soju 
fornecem 220 c11lorius. 
FÓ 
, 
PERMANENTE E AO HA HECESSI ADE 
.. 
D NOV VACIHAC O , 
1 
C'ulallfl - (SED1'1,'r) - A Secretaria 
Est +dual de Saúde de Mato Grosso es­ 
clrce, com relação à veia contra a 
febre tifoide, que o citado medir, U1l'11to 
é pleudo em dose única seu feito per­ 
dura por toda a vicia. uiío have11clo, per. 
turno, m•ct•t;i;itlude ria ;tplkaçiio cle nov:: 
dose nas pessoas já vacinadas. 
o ('fiCIUl'(!CIOJl'lllC, !<C J',tz Ol'Cf'SRÚtlo 
0m mzíio du pi' OCUfl,lÇ:Í/ PXIH(Ollle Clll 
nlumas localidades do Estudo sujeitas a 
uhg11mento • pel'iócJlcus, cujos popul1lÇÕP,1 
jõ fornrn Imunizadas por ocal:ilu.O clnb 
cheias do ano passado, não so juRlificnn­ 
do, por este motivo, nova ca:npanha de 
vaolnaçiío cm maAsa. 
Contudo, as Unidades Sanitárias es­ 
plllhadns por todo o Estado de Mato Gros­ 
i;o dispõe de vacinas contra a febre ll­ 
fóide om quantidade suficiente para do­ 
belar de imediato posi;íveiR surtoR da 
doença. Os médicos resp,rnsá veis prlos 
postos de saúde estão atento11 pura o 
problema, ao mesmo tempo em que se 
IZ TE 
i 
l 
1 
BAIXO r::m,TO 
Devido a i;ua ultu p1·odutividade e 
facllld1tde ele culti·o. o custo da soja é 
re1'1tlvnmentn baixo. Um hectare de soja 
produz 2500 kg de grãos, portanto lOU0 
kg de proteínas, euquonto um ber:tare 
com ~arlo podo fornecer nnuatmenle só­ 
m•rnte Go kg dP. protoinu de carne. 
A soja uprel'lenta ainda uma razoá· 
vtl! quantia de tocoferol e complexo ví­ 
tnmico 8, além de fosfolipideos, dentrn 
os quuis a leclllnn é o mais importante, 
funcionando como um emulsionante dos 
óleos e tnmbém como antioxidante. 
Apesar de todas vantagens da soja 
como allmrnto e do seu baixo custo, seu 
uso u:nda u!io difundiu se no Ocidente, 
devido no fato rle uíi.,, existir uma tec­ 
nologia udrqundu. que permitisse a ela­ 
boruçiio de produtos livres do subor ca­ 
rncterístlco da soja crua. Atuehnente 1 
com o progrcesso da tecnologia de ali- 
1 
mentos, ja podemos elaborar diversos 
produtos livres desse gosto indesrjá vel, , 
denlrn eles podemos citar: pães rnrique- [ 
cidos com farinha de soja, proteínas teÁ- 
1 
turizada de soja (Pl'S) mal!arrão enri- . 
quecido com soja, leite de soja, proteí- i 
na bidrolisuda de soju, "soy nuggets'' : 
queijo de soja, etc. 	1 
120 ~lLHÕES DE GARRAFAS 
O leite de t!Oja é um produto muito 
oo~sumido no Oriente, sendo que sómen­ 
te em Hong Kong, existe uma fábrica do 
Sr. Lo, que vende mais leice cJe suja do 
QUE a própríu Coca Cola. Nessa cidade 
são vendidu8 anualmente 120 milhões de 
garrafds. O sabor desse leite e natural 
de soja crua e também baunilha. 
No Ik.1eil, a pril.lleira experiência 
em larga escala com leite de soja no 
mercado, foi realizadu em 1968 e 1969 
que foi !eiltt pela firma Coca Cola. O 
leite eru engar:-afudo eru volume de 2ú0 
mil e os sabores utilizados fomm caro­ 
melo e cbooolate. Outros sabore:: testa­ 
dos, porém em escala de laboratório 
furam ··tofee", morango, côco e cufé. 
Dr. José Atanasio Neto 
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Sanitárias, o atendimento à p oas que 
por qu 1lqu r y,,,11, o nlio !t nll 1:.1 
niuda, imur lzada. 
A Secretaria de Sale explica, 
tan,bem, que a vacina contra nu febre ti Campo Grande(Se{i. 
f6ide não pode ser aplicada em criança mat) 'óm ec«rrm4 
com idade inferior a dis anos Isto I- 1 . 
1 
11 
n . 
1 0 
1 r 	l 
Jl , Ili O JI H ,1 (J j)Hl lltltl 
f.{ u 
1 
e 
O 'l u e a s c r a ll ç a S ili ', encontram.'ie a­ 
nascidas do uno passado até o presente tert IK de c!u cl! 
1 
!ll 
1111 
ó deverão ser levadas as Unidades d Inserlcões ao coneur4 
nitrins_para receber a vacina contra a (ti,utar da Faculdade 
febre tifoide, u partir do mês de janeiro te Agronomia, no Cam- 
uo ano que vem. 	pu da Universidade E- 
DR fl 
I li O lndu.tl <le .1,ito JfO so. 
• "· _" Il Em Dourados, o curso 
MÉDICO 	de aroo«is ot«reco 
Consultório, 7 às lh 22 vagas e as provas 
] 6 
' 19 t. 	erfo realizadas no dia 
a° horas 	2} de fevereiro, constan- 
«IPEMAT e INPS» Posto do as tleguiate <li,cipl!­ 
de Saúde e Funrural, nas: redação, comunica- 
l2 às l h 	cão e expresso, ingles 
- - 	estudos sociais. matema- 
tica, risica qu;mica e hio- 
A L 
]Ogia. 
J Faculdade de Jgro- 
l 
nomia funcionar provi 
---------------- ,;ór1amente no Centro 
1 Pedagúgicú de Douradou. 
,,, l ; =,,.,7. 	as segundo toes 4a 
r. Carlos L ly iá Medeiros Uemat já existe uma á- 
OAíl - 11t. 616 rea de ;:;e hact...res pam 
Dr. Cyrio Falcão a sull i,upluntaçi'i'.:l e que 
as 01Jra1s inlciar:lo o 
A d V o g a d o s mal~ rápido posr::ivel, 
Causas Civis Criminais Inventários. jà dispondo inicialmente 
T:abalbisrns 	de recursos da ordem 
Rna Rui Barbosa, 2?74 C;1 Fone 4 GGS3 ,de 10 milbões'.le ctuzeí­ 
Campo Grande Mato Grosso ros. para o inicio dos 
Run Sebastião Crispim do Rego 319 For:e trabalhos concernentes 
771 Bela Vista :lato Gross? a n;:;vu unidade educa. 
cional. As mesmas Jrmtes 
ioformaram, ainda, que 
cerca de 22 professores 
já estão inscrito;, como 
pretendentes as cadeiras 
de suai; especializa.çõ;;s 
e que já esfüo sendo Li­ 
citados os laboratórios 
parn a Faculdade, sendo 
que parte desse material 
B_el_a_V_i_st_a ~_Ia_t_o_G_r_u_s_o_d_o_S_ul 
6 erá. cedi do pelo Ce ot ro 
Regional de Pesquisa 
Agropecuária-Cerpa. 
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Causas Civis e Crirninai'l 
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bular, nas áreas de me­ 
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odontologi;1-, ,. veteriná­ 
ria. educuçuo ns1ca, far- 
_B_e_l_a_V_is_ta M_t_o_G_r_o_s_s_o_S_ul_ mãcia e bioquímica 
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-

Bela VI«ta • Mta. - Tbun da Fronteirn 
-------~------ 
DEUS DE DEUS LUZ 
Bill Murkoy, contador, nlocla l'11tav11 1 
zhgndo quando se aproximou da Igreju 
de Santo Antonlo, nuquele dia. Pisenundo 
o olhos para justá.los à eweurido In­ 
torna do templo, BIii floou 11lnda mui 
znado quando vlu loe, o mimado gen­ 
ro do chefe da firma. 
"l-'rovavtilrncnto ngradecoudo a S1io 
Judns 'Tadeu pela sorte de ter consegul­ 
do mlllll 11111 aumento do Btilárlo", pensou 
t1lll!ll'j;!l11Tlu11to 8111. "MuH do corto nem 
foi So Judas 'Tadeu, mas sim sua da­ 
nada espou que correu e lroplorou uo 
pa! para que posa esbunju uma furluuu 
fazendo compras pura ela mesma e pa 
ru. sou fllho tínlco ... E eu, com seis fi­ 
lhos, tenho que labutar que nem cocbor­ 
rol' 
'Em parte puro esooncter.se de Joo e 
em parto por hábito, 1!111 rurllvumente 
cmtrou ou on pela rio lado o se ajoelhou 
em frente de um cruflxo tamanho nalu­ 
rnl pelo qual srnlla at!'ação desdo pe­ 
queno. 
AI, na mola escuridão, 8111 achon se­ 
us pansumrmtot:r vaguAando de Joe, ntrãs 
para os dtns de estudante, quanJo era a­ 
luno na escola paroquial Souto Antonlo. 
Será que nunca esqueceró. do dia quan­ 
do surrou o terror da sexts série "De 
que se tratava aqueltt brigl me,;mo?" 
ponaerou agora. Ah, é. Agora se recor­ 
dou. f'oi por causa desse menino chaman­ 
do seu pai ele vagabundo, porque não 
encontrava servlç,~. 
Quaoâo ebegava em casa, aquela 
tnrdo, se orgulbundo du proezfl, pérgun­ 
tuva à mãa: "Afinal o que é um vaga­ 
bundo, c,h mão? Papal é mesmo um va­ 
gabundo?" 
Sua mãe o conduziu para o crucifi­ 
xo na parede e apontou. 
Disse-lhe: "Está vendo Jesus na Cruz? 
Ele parece um rico,' cheio de sucesso? 
Ele queria nos mostrar que ser grande 
não é só ter muito dinheiro, ou surrar 
ossos inimigos mos sim sofrer e per­ 
doai'. EIA provou que ora melhor que •·os 
mocinhos" ressucitando dos mortos quan· 
do pensavam que o mataram uma vez 
por todas". 
Isso ncontaceu nnos atrás e Bill sus­ 
pirou enquanto lembrou a bondade de 
seus pais. Enquanto fitava ugora o cru­ 
cifixo, parecia que a coroa de Cristo es- 
tava radiante . . . Lumen de lumine, 
lombro1:1 as polavras latinas du Credo. 
Saiu às pressas da Igreju e entrou 
numa Ianchonete onde os outros fuuelo­ 
nários de sua firma costumavam almo­ 
çar. J oe tinha entrado bem na sua fren­ 
te. Parp sua própria surpresa, Bill con­ 
grn tulou J oe pelo aumento de salário. 
Joe pareceu grato mas respondeu 
com um encolher dos ombro. Pois, isto 
vai agradar minha esposa; ela vai estar 
contente ... por uns dias. Bill, eu tenho 
inveja de voce que tem uma esposa eco 
nomica. Ela não dá cheques frios. Mas 
suponho que voce 1iendo um contarlor 
não suportaria isso, eh? 
Nunca parou e analisou aquela Becção 
do Credo que diz "Luz de Luz; Deus 
verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado 
não criado, consubstancial com Pai. .. 
ti Pedro dine: enl r,tono b nestaro +q 
~H 11I~1órll d!I lurrj•1 m11llJ!1 ]Ull<t 1- ... , 14,,.1 l •rJJ•rf •li r ,, .• ir,. 1 ,,r, •• n·, 1' 
ferozes [oram realizada obre a Iormu f,2r ww pira o nhor outra Mais e «una 
[aço desta palavra no Concilio de l ,a Eis-.rquto dro tas talando uma 
V 	1 ·e "·m J li • 1 • 1 lc ... ,!, 1, ~ 1 1 Ili 
caea Para nós, estas palavras par€eI nuvem bril ante veio ue , , 
l 	' 	4 a E, É o meu pilho querido «que da 
tão corretas, tão óbvias - o sera que uma .a, ate " te d,,, Mate+ 
»'p,,] 	·h ·m nó muita alegrias. E»utrm que 'r , 
slo mesmo: 'alves achemos e! 171.4). hutrs- paragrn· que tala + '+r''' 
ums duvidinhas que pertuburum os eó- fr e meditar +o esta.. Joio B53w e Matvu+ 
logos de outrora. 	l61318 wqu«ele lindo prólogo de o Joio 
Por exemplo, um poro qut. S(>i:{Uia 1:L tH· 
um líder chamado Mareiou que acredita 
va que o Jesus de Nnzuré não l!nllfl 
nada a ver com u Deus do Antigo 'l'cs· 
tamento. Pensava que o Deus dos judeus 
Jvé, era um Deus mau, o que este Ie­ 
sus era o Deus do aowr e m!flnrlcórrlla 
Dai oles 11unca Iriam concebPr de cha­ 
mar ,Jeeul'I "Luz da luz" porque pensa­ 
vnm que elo foi a única luz e quo .]avó 
oro osourldlto. 
Mas como oneoixur tal dlvh,iío com 
a !Mia que Jesus velo revelar-nos a na­ 
tureza de Deus'? Quaisquer que sejam os 
adjetivos que eseolhennos p11ru. descre­ 
vermot1 a Ssma. Trindade, nunca devfll'd· 
mos perder a lcléia de sua utlidode que 
é de fato o mesmo e o único Deus, Cria­ 
ador, Redentor e Santificador. 
Nos termos de espiritualidade con­ 
temporânea, uns cristãos, rnramente fulam 
de Deus com amor, só com temor. Estes 
parecem os Marcionlstas de outrora 
quando eles concentravam no podn sal­ 
vífico de Deus, mas jamnis mencionavam 
Deus como Criador de vida. e de beleza 
É como se fosse que Deus está salvan­ 
do-os d'Ele mesmo bem como deles 
mesmos. 
Outros teólogos da época eram Arianos 
Pensavam em Jesus como um super ho­ 
mem, mas não Deus de Deus, Luz de Luz. 
Jst!.' não nos lembra de uns r.ristilos mo­ 
dernos que amam a Deus mas não o co­ 
nhecem mais - que tem medo que a Res­ 
st:rreiçüo seja t:iàmente um mito? 
Mas, olhem esta: se Jesus !osse so­ 
mente um homem, por mais santo e fa­ 
moso qua fosse, não podia nos revelar 
a natureza do Pai. Se Jesus fosse sà­ 
mente homem, daí su luz seria igual 
a do fósforo que se apaga no meio de 
um túnel, e daí estamos lançados nova­ 
mante no escuro. 
É só se ele. é de f&to o único [ilho de 
Deus que Ele pode ser Luz da Luz, as­ 
sim provan110 para nóa que o mesmo 
Deus Criarlor quer ncs salvar, 
Pnrn mim, o uri:umento mnis forte purn 
a divindade de Cristo se ba•cia no comportomcn· 
to de seus discipulos. Amavam e seguia Jesus, 
ma, é duvidoso que eles acreditavam plenameute 
qu.: ele ern divino nté <lcpoi• dn Hcssurreiçüo e 
da descido do Espitito Santo. Agora eu me per­ 
g:unto, corno é que eles, os mesmos homens, que 
eram tão fracos que recusavam seguir Jesus até 
a Cruz, logo após n morte dêk viraram Ião forte e 
tão .:ornjosos?? Só pede ser que Ele provou-lhes que 
Ele era de fato o Deus-llomem. Deus de Deus, 
Luz de Luz, ressur::indo e vivo. a <lireila de Deus 
Pai, Só assim que os Apóstolos podiam estar pron­ 
tos a ruoncr por Ele 
Durante seus tempinhos de ornção, fará bem 
mc<litur na, seguintes passagens da Escritura: 
Seis dias depois, Jesus levou Pedro e o 
irmãos Tiago e João sómente estes e foi com eles 
um alto monte. AH sua aparencia mudou diante de­ 
les. eu rosto ficou brilhaute como o sol, e suas 
roupas brancas como a luz. Então os tres discipu­ 
los viram Moisés e Elia, conversando com Jesus 
Urgência para você 
go de Mereri. 
ca. Opçaa 
Energética 
Ontem você estava Jrritado. 
Hoje você despertou insatisfeito. 
Agora você se encontra cansado. 
No mullltHio você re perturba. 
Nu solidão voe( sente rnl'loncollo_. 
No silêncio você cxperimor.tn tédio. 
Na nlgRznrra vt,cê fica atordoado. 
Se alguém o busca pura uma palestra 
voe<'.! so enfatfa. 
Se ninguém o procura você se frustrn. 
No trubullto você consta tu que está com 
os nervos "à flor da pele". 
No repouso vocé 1-'Xperimeota inquie- 
(açíl.o. 
Não sabe o que deseja. 
.s coisas bous enfastiam-no, as más 
lofelicilam-oo. 
Você passa do sorris1, à 0.1elan.::olia fa­ 
cilmente, da ansiedade ao de encanto. 
URGEN'CIA PARA VOCÊ, .1EU A.1100. 
Pare no torvelinho das atividades para 
um meticuloso exume do que lhe vem 
ocorrendo. 
1 ão é o mundo que eotá pior nem a 
vida que se apresenta roô. 
Nüo i-ilo ab pes oes que ficaram dife­ 
rentes nem B'> circun~tâncias que deixa­ 
ram de ser propiciatórias. 
O PROBLE.IA ESTA E:l VOCÊ. 
Cansaço ou enfermidades, a turnção ou 
desequilíbrio, n questão é sua. 
Cuidado! 
Use de urgl'lncia para você. 
Refaça a sua programação. 
Revise s suas atitudes. 
Reestude seus objetivos. 
Restabeleça S<:!US conta tos com as fon, 
tes emuladoras dos ideais que esposa. 
Recomece em calma e fraternidade. 
Renove os clichês e paisagens mentais. 
Hecompcnha-se primeiro. iotimmente. 
através do otimis;no. 
Refugie-se na prece e refrigere-se na 
meditação. 
Cansaço após o trabalho é como fruto 
depois da flor, desde que se transforme 
em satisfação de serviço, como pródromo 
para nnvaa realizações apôs o repouso. 
Enfado costumaz, pe5simismo constante, 
irritação contínua, tédio persi,;teute, impa­ 
ciência demorada, desejo de "não ver 
ninguém'', exaustão prolongada decorrem 
de erros graves no mecanismo dos seus 
serviços e da sua vida. 
Sinah; da urgência para você hoje, que 
devem ser considerados, atendidos, reU­ 
ficados, sanados, a fim de que amanhã. 
quando você necessitar de emergência 
não seja tarde demais. com reais prejui­ 
zos para você, graças à feliz oportunida­ 
de que haverá perdido. 
(Ferreira Filho, de sf 
Paulo, Capital Brs lei 
da Poluição elt 
 fi 
de! 
e1p 
br 
1 
'ma brincadeira de 
crianças- o muitas ve. 
zes até de adulto é . 
premir ccas de n xe. 
rica, dirigido o jato de 
óleo que sai da cas4 
sobre uta l'lllllllU  t , . 
ca, apertada, lança, ». 
tão língur111 de fo 'º 
Qualquer um pode fazer 
experiências com cascas 
de mexerica, que tan­ 
hém ó conhocldu com 
os nome de tangerina, 
bergumota ou vergamo- 
ta, e comprovur a com­ 
bustflo do óleo qu.:: e_­ 
pirra dcl c::tscn cspremirld 
gora, no Centro 
Tócnlco At,roespaciol 
( CTA), em ao José dos 
Campos, onde e concen. 
tru. a pesquisa brusilelru 
de motores a álcool. cá 
motores diesel já adap. 
ludos e funcionando oti- 
1111,meote para queimar 
um combustível bem di!e­ 
rente: óleo do laranja. 
Em regiões do culti­ 
vo intensivo, a laratja 
é comunente industria­ 
Jlzada p11ru a fabricação 
de sucos e, nesse pr0ces­ 
samento, surge uma ques­ 
tão. O que fazer com a, 
cascas? Depois de pes­ 
quisas, as cascas, desi­ 
dratadas, passaram a 
ser ulilizadaA eomo corr.­ 
ponenles de raçõefl para 
animuis, mas paro isso 
todo o óleo precisa ser 
extrnido, já que é preju­ 
dicial aos processos di 
gestivos. E o que faur 
com o óleo? 
O CTA parece ter a 
respoata il pergunta: U· 
sú-lo como foote de e 
nergia. Os testes de íua· 
cionamentu de motores 
die&d adaptados i-ug·! 
rem a possibilidade de 
aproveitar imediatame 
te esse combustível. As 
sim talvez em pouco 
anos, ao menos veículos 
das indústrias de sucú• 
1 
de.laranja poderão trans­ 
portar cargas movids 
por esse "novo·· e uni 
sub-produto: o óleo de 
laranja. 
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9. 
Produior do Cale 
, . 
ar I o odoquena 
USINA 
Escritório 
Rodovia .Jardim Porto Murtinho Km. 54 
de Vendas Administração: Av. Duque de Cãxia . Centro 
1 
1 l .. 
JARDIM - MATO GROSSO DO SUL

D 
ICE l R, 
' 
VICENTINA - llni novo plebis­ 
to será real!zdo domingo próx'mo em 
rir nllnn, quautlo II populn(·:1,> podt>J'/J. 
• Mlf'l'Olllllll' li volla dn co11dlçiio <IP 11111111- 
riplo, perdldn no ultimo mês de dezem­ 
bre, por lJIJl [ll'OCC'<)H) l(Jf)•jdo pela Prefei­ 
wr11 tlc Füllum cio ~ui. 
() nlual dlslrllo de Vieentina no u 
orta esta situação e os eus 4.469 c>lel- 
1nr1•s dtwl'rfio votar pel<' "i:lm" vu pelo 
'no" em •tlelç/10 dc>tnml11ucla pelo Prc­ 
,:lrlenle da fkpúhllca 1• que i,ará retdlza­ 
d pelo Tl'lbuJJnl rtcglonul Eleltorul, u 
partir das 8 horas ele domingo, alô r.tfi 
17 horus. 
O elimnn entre os defensores do sim 
' do ruiu nii.o é bum. O prcrelto de fú 
tfma do Sul Samil• Cllfll'Jc Gnrlh, que rlc­ 
teudo o "mio'', pretende desviar os elei­ 
tores parn um churrasco que organiza 
em sua cidade ou u una festa da Coca­ 
'ol, em Jtei, oferecendo condução gra­ 
tutu. Em todos os distrito (ligado dire 
(mente a Vicentimu), determinou que as 
mó quina.-; d,t P, Pfeilura patrolusem as 
l'U
11'1 e ('Oll!>l'l"lllt-:SPIII IIS pontes caícl11H ou 
cm perigo. Ele 11llo admite perder o di,;­ 
l11lo rle 'iceat!un, gr111101• !'unte dti l'tndü 
p:.11·a Fotlrna ele, 1:inl. 
Por outro lntlo, mulloA politicoR vs­ 
tflo cm Vil!cnllna oj11<la11rlo o ex-pref,I­ 
to Júlio Pereira Bastos, a defender o 
"11lm". O governador do Estado, José 
Garci1 Neto, que é u favor du emanei­ 
paçílo do Distrito, tem dado 'l seu apoio 
e rnviou alg'u11s :lo 1-1eus U'-Bessores e de­ 
leL'•uiuou 110 l):1rn:11t efetuar o parrolrt­ 
mento du!'I ruas. O ex-prerl'>ilo, Ju!lo Fer­ 
t·eirn. Busloi;, Acrediln quo "agoru .-1 vi­ 
tórln será Hsmagudo1·a. ,lém óos 1.03.J. 
o m '@ 
7s€-0 
Dourados • As cosas de jogos de 
azar - bingos, barulhos e jogo-do bicho 
foram fechados pel,) novo delegado de 
Policia de Dourad0&, Oduvalclo de Olivfli· 
rn Pompeu, ua última terça-feira. 
Nem ruasmo o clubt1 lnduiá, da o- 
ciedadê- loco! a que m~iutiulla _um •·car­ 
teudo", pode pe!'mauecer aberto uté que 
r~gur,alize ~ua situaçüo lego! junto ús 
repartições públicos !Ompoueutes t:> ao 
DOPS. Os ''cambistas'', que mMlinham 
ilegalmente o jogo de bicho, et;tào sob 
''severa vlgilàncla e qualquer desr~spei­ 
to poderá ser fatal pura um enquadra­ 
nrnnto na lei" - informou o delegado. 
Oduvaldo de Oliveira Pompflu - "Telé .. 
a:,sumin a Delegacia há meoos de 15 di­ 
as e vem fozendo um trabalho e!ogiRdo 
por todas ai< autoridades, proibiooo os 
abusos e limpanrto a i.:idadtl, eft'lue ndo 
prisões d& elementos perigosos à socie­ 
dade. Atualmente, está desburataodo 
grande quadrilha de ladrõeb de carros, 
mas prefere -aguardar alguns dias p.1ra 
não divulgar 9s implicadL•B (entre olgun,; 
gente de prestígio em Dourados, Poot11 
Porii. e Campo GruncJP): para não ter o. 
seu trohalho prejudicado. 
"BE:il INTENCIONADO" 
Os 11 investigadores que trab!flllam 
na Bquipe do novo delegado estão satis­ 
feitos e affrmaudc _que ··o Doutor é belll 
intencionado'·. Com "pulso firme" Odu­ 
valdo proibiu os jogos de azar, realiza· 
dos em Dourados com timbre de clubes 
sociaiR ou entidades filantróoicas. 
Atualmente o novo delêgado, Odu· 
voldo O!iveira Pompeu. está preparando 
relatório pura ser Gpresent~do à Secre­ 
lU!'ill de Segurança, cm Cuiubã, solicitan- 
votos que tiven 
de 197, ter 11111 
que foram dnd 
l'Pl!lfl!i !l 1111"•0 
J :Jl'l 111 p: 1 l ('011 
du cl!l,11lt•". 
Os defensores do 'im', não pr me. 
lc m 1111tla. PrncurJnt mI,1sl!itr 11p t11, ri 
(jU(' Vwcr1liPa (":li. f ;:! JIU (' )l[ 1 t11U!IICI[ i
11, 
CllllHlfUindn i11 UfJl Jll1•dio pr(q,rto J !,1 
a Prefeitura e conseguiudo empréstimo 
para anar diversos de seus problemas 
E cittn "a cld ,;., .'.lr,!ua do l'X·n:·dP1to 
Julio l°(•J'l'eira Ht11<lO➔". • 
Depois de conhecer o resultado do plebis­ 
cilo, o Tribunl Regional Eleitoral deter­ 
mloarú a realização das eleiç·s para 
pi efeito e vereaclorr,, 11ii.o fH tt•n,lo l'rl 
Lrzn. se o sr. ,/ ulio Ferr _ i ta B 1~os con­ 
correrá uo plPito. 
D 
do mt-lhorius para a Deleguei& ele Dou­ 
rados, incluindo a abrrtura dr umn dis­ 
lrltal, na Cabecé'ira Alegre e nquisiçüo de 
uma outra viRlura pnra caça aos marg-i­ 
nais; Junto à população e comPrcianles 
està iniciaurio <·ompaoha pura rlotar os 
prec;idios ( com excesso de lol<.1çâo) de 
novos colchões, camas e cobertores e a­ 
té pintura interna. 
de birujas Gomes de Campos· o popnl.sr -UIJL" 
• C h a p, a ç- & o. L snt • rae o. PI ntu r a ,, S o I d a L 1 • t r I e •· .M ~ e , l2 ie • tn G • r a L 
A t e n d e a q u a I q u e r h o r a d o d la o u d a n o i t e. 
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David 
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Ul!A OROAKIZAQÃO PARA SERVIR AlT0!10 JO,O 6 REOI.  ,,_. •;-r, 
I Baixa 
• Antonio João - - ..... M T 
E+quanto 
h a 
vorr+nela de 
principal reio 
1
110 lutu'li do f',tr 11.i l' 
tio Ili> Gr,l'1d1• ri!, :-:l'I 
intuíam positivamente 
nas, eotuçõe, fi:mando­ 
se em torno de 220/230 
dólares t, nesta emun1 
o- Pt'<'ÇC'1, já d1• t•r,i:11 
Jltll,I :!0:í '.!ll7 1161111!'• 1, 
umbora 11 ~l('!I <·orillllllf' 
no RGS e n prorlutivlrl11. 
de ela i-oja guúeha r>;:Lc­ 
ja ameaçada de ser re­ 
du;,.ida :, nwlntil•. 
•·  divulgaçiio do De­ 
partamento de Agricultu- 
1a dos Estados Unidos 
(USD,l em n•lnçilo à 
úlllmn ~.,rru amerir•an•1 
--Hi,7 nr ill1õefl t, quase 
um milhão de toneladas 
,mpc•rior ft.,, esli:uulivus 
anteriores- foi um 
forte fator pnru n boixa 
da!> cot;-çõe,;" 
ub!"l't·v,,u um xpo1tador 
gaúcho, mas apesr de 
estarem a menos de dois me­ 
ses da colheita, o produtors 
parecem desinteressados em 
fecher regi-tros de exportação 
pelo menos enquanto ainda 
não tem certeza obre o de. 
serapenho da lavoura, 
Balaniuc no 
co 
r.1 
! , 
,l • l'ld 
1 , , ,, 11 
,,Ir,!, 
Rio 
Cuiabá . O Secratá.­ 
rio Dinirl Bnlaoiuc <ia 
lndústrie. Comér,;i0 e Tu­ 
rismo, viajou p:na o Rio 
de Janeiro, onde mante­ 
rá contatos com o Con­ 
selho ele Deseovvlvímen· 
to lnduatríal, Carteira do 
Comêrrio Exterior, fosti­ 
tuto e Tecnologia loéus· 
triai. Embratur e Funda· 
ção de Estudos de Co· 
m ~reio Extnior. 
DaYid B1luniuc trata­ 
rá de essuntoti de signi­ 
ficativa im;;ortüncia pa. 
ra o desenvolvinento 
das àreas jndu.,trial e co­ 
mercial rle Jl!Jto Grosso. 
» O -Comércio Jovem de Mato Grosso do Sul,, Eletro 
em geral Móveis - / oce faz o plano de 
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NO 
DO 
Aqui em Aqnldanan tudo ber 
muita movimentneo, muita correria nos 
bu!4dores eportlvos, multa ente e 
preparando pra o futebol que et vol 
tando depols de urn ilnlll de11cm1Hn. 
Alt'>111 disso multa gc•11lt• Indo t' chc 
gando, Mio as férins que terminnm, ago­ 
rn todo 111I11Hlo vnl voltar à rotin enfren­ 
tr o trnblho, o estudo... etc. 
Está sendo erida um nova Fscola 
nn Prineosn do Sul: Padre José de Au­ 
chleta, c•Huola do IJ'Q Oruu. que otará 
npta II ntnncJor tocloR OR fr1l
1!t'<'B8HdoR do 
lunlclplo, o us i11Rcrlçõe~ jfl rstlio ,.:uado 
feitas na run Mnrcchal Mnllet, esquina 
corn II Esluvfio, O curso que val l'1111cl11• 
n,11• ô ContruçAc, Civi!. É uma boa. se vo­ 
cê estiver interessado procure o Claude­ 
mir, um dos responsveis pelo curso, e 
tudo será rcsol vfdo. 
Finalmente, depois de muita luta,e 
muita po!émlco, scrfl conr,trufda a sede 
du liga ERportlvn Aq11fdnirnne11se, que já 
f:O fnzln por rnereccn·. De Parobéus os 
Mentorrs riu Lco, cm Esnecl!!I Bl'asll Ne­ 
to ntuulmente o Presidente, que muito 
batalhou pura oouseiruil' rr:;sa tnc espe­ 
rneia Sede. Depois de tudo resolvido o Presidente 
da Léa, exclamava satisfeito Finalmente meu sonho 
•cr6 rcnliznrlo. 
O Pres!cleute do Guauunrly, Mauro 
Luclo Ortis que reeleito, juotamrntc com 
seu Vice, Alclde:s Garcia, estilo pensando 
!lérlumente em profissionalizar o Verão 
pura o Ano de 78, ,. dl'lputu do Camp20- 
nuto ifutogrossense é um sonho de todos 
os dirfgeotes, e dos torcedores também. 
Oxalá Tudo corra bem. 
Como sempre, todo fim de Ano, 2 
oomeço, acontece muita chuva pur aqui 
.a o Rio Aquiclauana cresce barbaridade 
e deixo toda gente daqui com o queixo 
caido, muita pr e o e u p a ç ú o, 
muito sofrimento. Até agora a eh ela 
continua e a chuva também, um proble­ 
ma dificll par~ ser resolvido. 
Para Evitar qualquer doença eonta­ 
giosa, como. o tifo por exc,mplo, a po­ 
pulação já está sendo imunizada. com a 
aplicação da vacina Ant-Tiliea. O prefei­ 
to Municipal acaba da informar nas Emis­ 
oras locais que acabou de receber 12 
mil doses da referida Vacina. 
O Torneio Verão, que está sendo 
realizado na quadra do Cl>jar. pro~ovido 
pela Lea, já está quase chegando· ao seu 
final, futebol de salão, as partidas são 
rcalirndas em n de tres, todas as quar­ 
tas e sextas. E os torcerlores que lá com. 
parecem. já estão apontando a Ecri e o 
Bernat como prováveis decididores do 
Torneio. 
Foi realizado na última quarta fei­ 
ra, uma partida de futebol de salão nn 
quadra do Cejar, reunindo os limes da 
Imprensa, falada e escrita, Pantaneiro 
e Iadept'ndente. e corno sempre acontece 
n Equipe da Independente, venceu sem 
muito esforQO a pesada equipe do Pnn­ 
taneiro. Os Times: 
Pantaneiro - Carlinhos (Seco), Glaucir, 
Lima Neto. Rarnão, Lorivul, e na reserva 
Wilde, o fotográfo do tirne. 
Independente: Guido, Vitorino depois Dé- 
----------~-----·---- 
f RONTEIRft 1 
-------~.! 
CORRESPONDE If 
eio abia) Mauro depo Victor, Miranda 
depois Lulu, Milton depois Giovany. 
) tIme do Independente ganhou 
de 1 a :i. Com mui! 1 coltiror <ll' cuA. 
E a Copa rio },lu11do! ... 1'1naltuer1tC' 
conhecido os adver+rios da Nossa sele­ 
ção canarinha - Brasil - Espanha- Aus­ 
tl'ia . Suécia .. 08 (;1 íticos <lu rurcbol 
mundial, apontam a Alemanha como a 
ruvo,fla, seguJclo pol'l llru;dl, llolunda e 
Argentina - . 
e 
Umas e Outras ... 
O t'reguêR eutrou nu alfalA tu ria: 
-- Quanto é o feitio <lo trrno'J 
-- Dois mil cruzPfros rrspondeu o A!ruiule. 
- Dois mil'?? falou o freguês • mos isso 
é um roubo. 
-- Mas eu levei srte d!us pura fazer seu 
terno, meço. 
- Oro, velho, em sete dias, Deus fez o 
mundo 
-É, mas não fel sob medida! 
Essa é do cara que ern, uper Alto, 
mns nlto mesmo. De lüo allo que ele era. 
quando molhava os pés em janeiro, 
pegava resfl'iado em setembro. 
- Todos os dias eu acordo e vejo uma 
porção de coisas esquisitíssimas na mi. 
nha frente. Estrelinha~. pontos negros, 
flores mo11stri11bos, pipoc!!G, bolinhas cor­ 
dinhus, lcziCihas, urna porção de coisas, 
as mais esquisitas ... 
- Vo<:e já viu o ocuf!,La'? 
- Taí rapaz. Oculislu ainda niio vi. 
E o garotinho ,perdido na multidão, se 
ap:•úxima de um guarda, chorando e in­ 
daga: 
- Seu guarda, o sr. não viu por aí um 
hnrnem· e uma mulher sem um meoinl­ 
nho assim como eu? 
Voce nfio pode esquecer que o carna­ 
V!ll tuí, chegando de leve, e desta ez 
a data é outra, de 4 a 7 'de Fevereiro, 
uma boa, pois 8.ssim não atrapalha nin­ 
guém, nem os estudantes, sómente os jo­ 
g3ctoret:i que participum do .Campeonato 1 
Brasileiro é que pão gostaram dessa mu­ 
du nça. Aqui em Aqu!dauana, o carnaval 
começ11. no dia 3 e termina, lógico na 
terç,1-feil'll, dia 7. Muita movimentação 
em relação ao cnroaval, muita euforia, 
pessoul rie fora chegando mais aqui no 
pedaço. Parece que esse ano o reinado 
do •·~Iomo •• será um tremendo •·Su". Vo­ 
ce que é de fora está convidado a par­ 
ticipar do nosso carnaval, Gressa ou Fe­ 
minino, ou ainda se preferr, o alegre 
carnaval de rua. Esperamos voces. 
llão Cabia em lim 
Rosanne de Oliveira Si!vu 
Eu _sou alguém que veio surgindo de 
muns:nho, 11 espera do tempo infindo, e 
que veio velando a dor de mansinho que 
, lo flCi.t' udo o u:or t' a desiauul /ade 
E que veio chorando pelos quatro 
('/fl((J rf I c11i. l. 
J; ljlJI• velo com ttuin4o llr.l 1J .(,'<I (' IJ!Jl t 
ti li.. 	1 d 1 
Eu sou lguém qu quer ver ale ,1 
vida entre as mago. de uor e an!I' 
da raça decaída, e que quer a juventu 
de que ecorre por stu dedo, e que 
quer coragem para defazer seus ted 
e que quer um obrigo e o pão de cada 
dia, e que quer a paz que entre urras 
explodia .. 
Eu sou alguém que não ata a vil ma­ 
téi-i,1 p º" jugo·, a: cont<•ndt11<, ai< c_11n­ 
flagrações aéreas, e qu não ma os ido­ 
los de pedra e de Ouro e (JUC' 11ilo a111, 
o que HÍ cuvn o seu tesouro. e que não 
ama os que não ve em os l'l'fO'I do camlulrn 
e que no ama o luxo, a ecarlata, o 
Jlollo. 
En sou alguém que vê os perigos dvs­ 
ta geração, deixando cair 11 rocha, sem 
ver 0 anos que se vão, • quo v~ n apo,;­ 
tasi vil dos filhos sem pais, e que vê 
falsoR prore1as, traiçõeR C' ruuito mal· ... 
E que v(l as falsas crença e tristes r.i· 
tuats, e que vé os fortes e os fracos 
sempre iguais. 
Eu sou alguém que precisn de mor 
cada dia para ucreditur da longinqua e 
inexata harmonia, e que precisa de livro 
sagrado para viver. e que precli;a da 
regra mutematica para cnteoder, e que 
précisa de sonbos na noite mal dormida 
e que prcciFa curar as chagas de uma 
vida sofrida. 
Eu sou alguém que chora, que ora 
que 01,ve, e vucê me escuta. me entenda 
e não me iouve, porquE> sou um trapo a bei­ 
ra do caminho, porque talves eu seja e­ 
goista e me embebede de vinho, porque 
sei o que quero, mas não amo a lutu, 
po1·que amanhã não sei e brigo e vcn­ 
r,:o a disputa. 
Bem gente, parece que de-ta vez .o 
CorrP pondente aqui vai engrenar, e des­ 
ta Yl'Z, voito a repetir, será uma boa, 
termino mandando um forte abrnço a 
turma toda que lê essa se<lção. 
Até a outra ... depois agente se fala ... 
Do correspondente A.R.a.A. 
Câmara Municipal 
de Bel 'lista 
Projeto de Lei 
1o7.Que concede au 
mento de 2O sobre 4 
vencimento do servi. 
dore Público Muicipat, 
Quanto no prof to de 
Lei 1'10 77, o vereador 
Carlos Centurio, levan­ 
tou um questão de or. 
dem, lamentando rejvl 
çào do referido projeta 
qur C'Oll('l'rila llll" 1•:111) 
de 20,, obre o  l''lt'f • 
tentos dos servidores 
público Municipais, por 
que disse o 'f'fl',Hior 
"o projPI<, trulll-'i(' <li' 
Finanças e sta Cosa 
não pode modificar um 
Projeto quando se trata 
de Finanças. T6dos nó 
temos o direito de mnelho­ 
ria de vida o o Funcio­ 
nrios, aqueles que lnhu­ 
ta111 também em prol do 
Municipio também o me­ 
recem. Explanou o vert>:t­ 
rlor que a Cflmarn nfio 
negou o aumento aos 
Funcionários e sim que 
se concedesse umn :rnmen­ 
to maior proporcional 
nos vencimentos e rJe 
acorrlo com Constitui­ 
çào "Aindn o verca-lor 
frisou," que sempre que 
en<'!amiuham projeto a 
e ta Casa a ser aprova­ 
do e são rPjeitados, a 
Cllrnara é que Levu a 
c11Jpa, não levando em 
consideração os motivo!! 
que a levam a proceder 
dessa maneira. 
.José . da Co;.:ta Marques 
Pl'eE:ideote 
FílO. TERAS 
O esporte é o sublime momento do homem e existe ho­ 
mens, como Pelé por exemplo, que lem l>eloo momentos quase 
todos os dias ern suas atividades esportivas. Em Bela Vista 
temos um cracaço de futebol (de campo e de salãor; trata-se 
Ele Ivan Costa ~forques que ji1gando ultimamerrte pelo 
Cereal Ouro tem ~~ntido a mêdia de quatro gols pnr jogo e 
quuse sempre, participa de todas as jogadas dos c•>legas que 
redundam e tauto para sv.a equipe. Quero crer, me&rno, que meu 
amigo Ivan tem coud1ções perfeitl3s para alcançar posição em 
qualquer primeiro time 'das redondezas e, poderiamos:ctizer mes, 
mo o un1co ce!'to por sua alta responsabilidade e babiliúade em 
lidera~· seus cornpanheiros dentro e fóra das quatro linhas. i'o 
campeonato de futebol de salão de Belavistense tudo corre us 
mil e o sucesso é total jã que como diziamos nos falta lazer 
esportivo em Bela Viste e, por isto oin!IT!érn vai. deixar de 
comparecer a urna atividadí: bem orgaoí_~ada e altamente àisci­ 
plinada como esta. 
Apt·oveito a oportunidade de minhamodesta mas tão lida 
coluna neste Grande, i'loderno e Conherido Semanário Tribuna 
da Fronteira para con,idar todos os amigos para a posse dia 
29 deste no Pastorado da _Primeil'a Ig. eja Batista de Bela Vista 
elo Reverendo Pastcr J~rem1as Vicente de Paula oriundo da Ci­ 
dade do Rio tle Janeiro e que estará a partir desta'date. nesto Igreja. 
f7 
J. 	LTDII 
TÉ 
Rua Marechal Rondon 474 
Carnpo Grande 
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MS