F 
Fundador: lvaldo ?ereira Ano VI H.o 278 
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29a7/2/78 Bel 
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Palmieri: »Falto Motivação para se 
Ente nd mos que n grnnde qucstílu nt1111l. 
JI() co11t(•xt,i 111flllClpnl, é lnlc•llfilf!CUL' íl utlvld•Hle 
politieu, que e encontra marginalizada devido 
11 11,1111 série dP l'ntorn,., qu • nflo 110s c:ibo aqul 
n11ul111nr. ExlHle un.n eúpulu pollticu <·m Brlu 'b 
ta- eundo um interunte do Diretório da Are' 
n, e mandutd por Pedro Palieri, Clovis ur­ 
celino de Oliveira, Evitsto Mirunda e Fiori 
Mura no, acrescentamos ainda os pomes de Ely 
de Ar ujo Barbosa ( o veredor mats votado no 
último pleito) um politicu em ascenso e, evidente­ 
ml'llll•, o do prefeto Castro Pinto. Estes são os 
homens que lideram u polilica bela vislensr. O 
drnma é qup nós estamo:i num limiar em 
quJ a ::1'l::i educlc eomeçn n fazer reivinrli<:a­ 
rões emlnentement~ rlc>rn ,crál!cas, ma uind 
não den.os um pai;rn adiante. que seria o da 
P11ln,fori: Discordo do vocábulo a­ 
pnlin, que quet· ~fgcificnr clet-inleresse. O 
qufl ocorre curu a clrisso política, mais 
prec!hamsnle com o Dirotórlo da Arenu, 
é um fenômeu o que longo está de ser 
desinteresse ou upntit1. Nn realidado o 
que está ocor1·euào E'rn Beln Vista, eutá 
ocorrendo em quu,e lodo o Pois, como 
consequência lógica do declínio do pres­ 
tigio municipniislu. 
Tribuna: Então é d<- suma lm~or. 
, tClnoh, n. autonomia municipal? 
Palmlcn: Lógico. O. municíµio que 
(;ffi seus tempos aureos já chegou a ser 
cidacle-e1>tucln, hodiernamente, vem so­ 
frendo emn nome de filo ofia varias, um 
decliuio em suas prerrogativas essenciais 
e vitais. Exemplo disso é nosso cas11, 
em que o Prefeito de Bela Vista é no. 
meado pelo Governndor do Estado, por 
[orça maior de encontrar o seu tnritó­ 
rio em faixa de fronteira, considerada 
aréa de .-egurnnça nacional. 
Ttíbuna: Eutií.o, a IÜO pa1·ticípação po­ 
pulat· na Rscolhu cto pl'0feito, [H'Pjudlco 
a atividade politicu? 
DC 
Fazer política ... 
renrticulação das {orças politieas. E necessário 
que todofi fulrrn e todos sejam ouvidos, pois 
estamos dinte de um vazio onde ninguém diz 
nado, nlngu"m prr,põe eoist1 ulg-uma. uíngurm 
km uma vii<,1o lwgen1õnicn sul.Ire 1L política mo· 
u!t:tpnl. Nossn roporlogem procurúu um rio lide­ 
res municipal<; - Ped1·0,José Paimleli -que tr-uçou 
umn breve perfil a repeito do momento politico 
T EV!STA 
Trlbunn: Com a su11. uutorid11.lt> de ex•Vt'l'C· 
~1clot· mais votado, <'X-presidente da CHrna1·a :\u. 
nicipal, ex-presidente do Diretório da ,rena, co­ 
mo vê a uputia du ela se política lllcal? 
l5 a Mato Grosso do Sul 
t 
l' LDO PEREIRA 
o 
Palmieri: Essa circnos1aocia entendemos ustentado por minuciosa pesquisa, 
nós, retirou de, povo a sua ru .ior festa podemos afirmar, seu margem de erro, 
eleitorê.'l. .-s eleições d, Yen•aJorc>~ r:ão que -0 povo belavistense está desconten­ 
consegue empolgnr &s co1 rente:- partirlá- te com a atual situação politica reiuan­ 
ria, par.lindo dúi a falca de atrativo que te no rnunicipto. Não combatem '> siste­ 
o eleitorado sente com relação a poli ma. 1 ão desaprovam as idéias revolu­ 
tica local. Campanhas politicus. comi- cionárias. Mas não aceitam o consenso 
cios, foram coi as do pa,:mdc. Hoje n:1o como fator unico na escolha do Execu­ 
se consi:gue mais reunir oirguem em tívo municipal. Retdmente, u classe poli­ 
uma praça pública pars ouvir um pol1ti- tica está marginalizada. O povo e nós 
co. E isso é muito grn ve. pois em um representamos. acima de tu rio, o povo 
nrnoici,_JiO em que tudo esta psr se lzer e sidera o consenso urna negução do 
de iufra P lrutura no r,onct>rneLte a sa- processo demr)Crático. Lembramos aspa­ 
neamentu, ..:su·..itlas viciuais, ::mude pu- lavras tlu eml.Jaix ... dor Delfim Neto: "A 
blic·a, etc. !:'em m'ltivnçiio politi-:i·t oüo diwrgencin quando não vira de:;ordém, 
haverá lideranças jovem: u altura é que enriquece a democrncia.Só Imagino 
de relarionur se em diúlugo proficuo a necessidade de um tipo de consenso: de 
com1 os altos escalões da nolitic~ nac1o-: • qoe é preciso fazer polW.ca" Além rlo 
o~I. para t'i}zer chegar ao ·nosso municlí-  uesg~ste _ das ~tuais lider&.oça políticas 
Dio os meios finsneeiros necessários n que Já nao satu,fazem, os cte;;eocontros 
_iazer fuci:, ao volume desses empreendi- das diversas ulas existentes, estão pro­ 
mentas. 	vocando una ruptura no contexto are- 
nista loca 1, e após as eleições de no­ 
da vembro e a nomt>ação do novo governa­ 
ria dor, 1ulvez surjam norns opções para o 
sofrido P desprestigiado eleitorude bela- 
Tribuna: Como areni~ta, o que aeba 
Oposição feita por alguns veread0res 
Arena ao governo municipal? 
Palmieri: Acreditamos que não pode­ 
rá haver um bom governo sem uma opo­ 
~1çü0 que .can..,Uze idéias eriadora. ao 
Executivo. 3c> na politicn h•cnl, não exis­ 
te um mecnuismo especializado da opo­ 
sição, não vemos raziio porque os vereu­ 
dores não possnw, como delc>gados dn 
Povo. exercei' uma criiien constru,ivu 
tepre:,entnndo os anseios populares. 
. Tribuna: Como voce vê us candidatu 
Tas de Palo Castro Pinto e Ely de Arau 
jl) Ba rbosu à Assem bléia Consti!uinte? 
Palmieri: . . Con,·euçüo do meu pari­ 
do irá estudar esses candidatos. 
Tribuna: E a wcernfio estadual. .. 
Palmleri: Esse assunto está sendo 
tra lado com muito cuidado pela cúpula 
do meu porlido, e creio que será escolhi· 
do um pol:tico que irá empolgar o elei­ 
torado motogrnsseni!e. 
Tribuna: Finalizanrlo esta entrevista, 
gostariamos de saber se é verdade que 
o seu nomo está sendo cogitado para 
suceder o Dr. Castro Pinto frente eo 
Executivo? 
Palmieri: Voce sabe a nossa fi!osofia 
sobrP as eleições Indiretas. O nossa pns­ 
sado, desde as lides universitárias, de 
sempre concorrer em P.leições diretns, on· 
Je a nossa bsse residia ná soberania 
popular, prejudfcn essa sua pergunta. 
FALANDO A 
VERDADE 
tid1de de informacão capaz de peol'lrnr 
o sufie!P.nle num dispositivo de armaze­ 
oarnenlo E' cow1111icaçáo, de modo a ser­ 
vir de g,1tilho à ação. A;; funções p• in· 
cipais do jornal- política, eC'unomico, 
educativa e de entretenimento, devem ser 
exercidas atruvl>s da 'l"ei::ponsahll!<ladf 
social que orienta nosso trabalho. E•ta 
implica_ num grande compromis-o com o 
povo. E de @uma :mporUincia, no fato 
pulilico, a analise do jornalista. A infor­ 
mação será sempre. de uma maneira ou de 
outra, esculpida. E o escultor é o jornalista. 
Não poderemos ser, unicamente, trans­ 
missores de imagens, a nossa obrigacJo 
maior, é o debllte livre das idéia<; e co­ 
laborar para a formação de uma opinião. 
Ministro 
do PI aneiamento 
formula previsões 
para 79 
·En, 1979, quando o general 
João Bati-ta Figueiredo a-tu­ 
mir a presidência da lepbli. 
ca, se tudo ocorrer conforme o 
previ-too Ersil ta dado 
um p:t--CJ imporlantr· no se­ 
tido de LOrnur H1'1 ec,)norniu 
mais capaz deresi-tir a crises 
externas·. A previsão É do 
ministro Heis Veloso do Plane­ 
jamento, para quem em 1979 
o País terá ainda evoluido 
ba<torJle na lrn-ca de nnto,ufi 
ci&neia no- .:-rtorE-.., de in .. umú" 
básicos e bens de capital. 
vistense. 
O objetivo primordial do jornal é re­ 
<:luzir a probabilidade de que sejamos sim­ 
ple;;rnente um alvo de forças externas 
e aumentara probabilidade de que exer­ 
çamos força em ·nós me5IDO. úlas uão é 
a quantidade de inforcnaçil•> émitiàa que 
é importante para a ação; antes; a quan- 
Lr 
Renovacão 
) 
Desde que a TRIBUXA DA FRO;TE1Hr 
surgiu na cenário belavistns, muita água corre 
por baixo da ponte. S:io quo<'t sd• ano• de at i, Í· 
dade ininterruptas. No Campo da politica, po! .. a 
coisa mudou. Continuam o, mesmos politicos. As 
mesmos idéiv;. As mesmas opçõe•. Tal,ez, com a 
n nou:eação do Governador Pi-dro Pedro,;iam(•erú'!) 
mude a sisteruátit.a du política lvcal. f: necc--áriu 
umo reno,·nção dos homen;: qne foum a politica 
municipal. l'iome, corno o de han da Costa :lar• 
9,ues, Sergio Hobcrto Porondi, ambos ad,·ngarloa. 
Fernandes Ah·es Gomes Filho. Ernan~o Ga,co(•c­ 
rio um excelente vereador) e muitos tourro;;, pode­ 
riam ser nproveitados na politicn. fnaoirui•-h·el 
sustentar as idéias politicas através de pen-,mn­ 
tos ranzinzas e estereotipados. No tocante a ARENA 
cm Bela 'isto. tudo c,rntinun na mesma, de-en­ 
tcndimentos. E o :11D8? Vamos esper.lr o ano le­ 
gislativo para "sentir" a atuação dos vereadores do 
partido da opo;ição. Quanto nos candidatos n cnn• 
didnto a deputado, tudo bém. Vamos c~rror fileira: 
_!!m torno de um belaviHen;e. 
III 
ADVOGADO 1 
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Outubro (O 2AD0 DA 
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Br·la Vista Mato Grosso do Sul 
Dr. Carlos Edy Sá Mrdeiros 
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771 Bela Vista Mato Grossn 
LEIA O JORNAL 
TRJBl.;:-,!A OA 
FRONTEIRA 
J E 
O CEB 
Grandioso Grito 
Carnavalesco

Pela Y!!a k! 	Trituna da _Frentemr2 -------------~-----------_.;.-------------.....:::..:..:.:.!...~ 
PREFEITO 
/!? 
TENTARA 
__ ., 
D I DQ IE 
CONSTITUINTE 
• 
O presidente do Dir,tório dn Arena, de 
Bela Vista, esteve recentemente em Cuiabá. N:lc. 
foi possível falar com» o estimado e velho amigo. 
Estávamos no Palácio Paiaguás quando ele passou 
lépido c111 rl1reçiio 1) Cnsn Ch il ou Gnhinclc cio 
Go,,crnnclor. Ú sunln curiosidudc: Qual •crio o 11s­ 
»unto a sr tratado com o Chefe du Cnrn Ci, il ou 
com o governador? Ú santa curiosidade. . . 
3k0&K 
Fnlunclo no presi,lente cio Arena, Dr. Fiori 
Murano, elogiável a stua atitude e "fine+s:" coro 
reluçilo n i111pronsa. Hccehc os crldcns 1111ui1us ,·c­ 
ze imerecidas, confessamos) e procura sempre har­ 
momznr o controv,•r1ido quadro do diretório. Mu­ 
rnno é o "costa largas" do partido. Singuém [a 
uil'l ser o Turini) prorura diálogar, explicár, de­ 
h111er, os nssunto• pnrtidftrios. ~luitoe preferem fi 
•·ar cu, cima do muro, 
6<000 
. Falto um pouco de coragem de vir n pú- 
blico e enfrentar o debate no campo dus idéins. 
Até pnrn criticar n Administruçilo (cou,iderndn por 
alguns cor.no C!tngnndu) os "opositores" preferem 
ficar nas CSl(Uinns ou nns sidinhas de visitas elas 
casas dos pertencentes tlo •·grupo". Fiquei Fnhen• 
do, de fome digno, que muito~ pollticos arcnistas, 
melinclrntlo, com as críticas do Jornal, já pretcn· 
dernm proccs~or n Tribuna fsie) e, nté hoje, bus­ 
cam nsnr o poder economico visando acabar com 
o joruul. Olha gente: nosso ex humilde .emanário, 
hoje é Independente Financeiramente e não se 
restrmi::e o Dela Visto, E nüo depende de grupos. 
Somos uma empresa cm cout(nun expansão e de. 
pendemos apenas dos llnncos. Aí sim. Se o Limo 
ou o Santu11a resoh-ercm pressionar, o negócio fi­ 
ca fe-io. Quanto aos políticos ... deixamos" o hnr­ 
c-o na·regar <JUC ns águas estão tranquilas. 
--93 
Volto tl bater na mesmo tecla: Vamos opro• 
.-eitur o Dr. crgio Roberto Perondi nn política 
municipal. O homem quer purticipur, está uguur • 
clnudo apenas o con,•itc. E moço, advogado, cxtro· 
,·crtido, rcv<>lucion,irio (não é ele últin1~ horu nüol 
e possui um rn,to circulo dt>. amizarlcs Renova - 
çilo. . . reno,açiio. • . renovação .. 
o-± +;«: 
Mondamos um repórter entre, istar o verea­ 
dor Afonso Dillon Nunes Leite, JUCmbro do Di­ 
retório da Arena, ma~, it,fdizmrntc, o vereador 
"niio t.in.ba nada a dizer". Cada fcmann cntrc'istu­ 
remos um poUtico e vamos fazer t'olítica. Em al- 
10 nível. 
Nloque- Fonte políticas Indicar 
que o prefeito Altevir Alencar, desta el­ 
dade, poderá renunciar eu cargo e 
candidatnr e à Assembléia Constituinte 
caso veja condições pra se eleger. 
Entretnnto, outros setores políticos 
acre iitsm que dificilmente o prefeito de 
Niouque arr!secará a perder o seu mun­ 
dato mu11iclpril para dsp utar uma cadeira 
1111 .sf'emlll(•la. O pr!:'l'rll•J illt•vir Jk11- 
cr ainda nino se manifesto, oficialmen­ 
te. íl t l'RJJt'ilo, o que poclerú ocorn•t· u!u• 
du 1101-, pr6ximt•R dh1H. 
Como existirão mis de 1i0 candi­ 
clutos da Areno e rio MDíl • rl11 18 ca­ 
deiras dn Assembléia de Mato Grosso do 
Sul, ó bem poEsírel que Jltevlr de /leu· 
cor n:1o arrisque. 
, 
PEDRO PEDREIRA 
Nossl reporto;:em ~,teve pre,ente ,, reste 
de 15 nnos ele V cru Hitn Loureiro Pinheiro, filha 
cio dilcto cusnl Dr. Késio Loureiro Pinheiro e 
Maria, O en•ol ó 11111 dos grandes incentivadores 
clu Trihuna. DrFdc o inicio, o conheci,!,, udvoguclo 
e pccunristn colabora com o jornal. Valorizam as 
coisas da terra e reconhecem " esforço e n luta 
dos que buscam fortalecer e divulgar a imagern 
da <incrida Princrza do Ap11, 
legistramos com prazer e grnnclc snti•foçuo 
ll ,·isitn do Dr, Tirrnn Loureiro de Almeiclu. Ele 
é um do, cliretores do Hospital da Clinica, do U'-P. 
Dr T1rson serve de exempl@ a muita gen 
te. llédico que nnceu ou profissão (que 
pura e!e é uma .111lssão) é dotado ele 
gnrnde humanismo e !ioa educação. Hu­ 
mildt> sem ser servil, é o protótipo do 
Exemplo. Aqui em Bela Vista, muitos 
são como ·'balão de gás". . . incham ... 
incbnm... depois explodem. É isi:;o aí. 
Entre nós o advogado Carlos Edy Sá 
de Medeiros, !!tuulmeute resiJiudo em 
Campo Grande. Veio rever amigos e 
lamthares. O popular Curlinhos faz parte 
do Diretório Regional rlo MDB e é cnn 
diduto a candidato a deputado. Bola Branca 
Em r:uiabá, as controvérsias a reneito 
da sucessão do Governo estudual rriouo­ 
polizam a opinião pública. Pedrossian é 
o l!SSUilto do dia. Criticas de lá, eloaios 
de cá. É o caldeirão político fervend;. A 
sopa está quase pronta. 
até a próxima 
IC 
Faz tempo eu eerevi 
qualquer coisa que foi 
put,!1('1,tl , JII l 1 li••nf ,.,, 
!C:1h·ia do iltri tor de te 
jurnl que penava - 
sim me incentivar. Con­ 
fesso que deu certo p0l 
ut hoje não parei mi 
UI' {'S('lt'Vl't. l.111,10 qU(' 
os leitores pão e Ir­ 
preendam se agora vol. 
to u pablicr minhas 
anedotas outra vez, e e 
fxso lhe parecer um 
mal, recorram ao meu 
lnc•pntivador- H culpa t'• 
dele. 
'Aires 
D. Pantufa E, então es 
la luz de Urubupugá é 
coisa corta'? 
D. PupelolP- Tô te cou­ 
taodo, coa:adre, já tão 
até fincando os poste . E 
dizem que o ministro 
Ueki vem pra inangura­ 
çiío. 
D. Pantuf'.l· Louca!, mas 
então a coisa é certa 
mesmo. 
D. Pa pelote- E dizem 
q:ie esse ministro é pa­ 
rente desses japnoeses 
que tem mercado aí per­ 
to cinema. 
D. Puntura- Louca!, mas 
então é por isso. Dicerto 
foram eles que rPclama­ 
ram da precariedade 
da nossa luz pro minis­ 
tro. Voce sabe, eles tem 
aquelas geladeiras enor­ 
mes cheias üe presunto 
Cbn·eja. E basta a luz 
pifar uma noite pra tu­ 
do aquifo desandar: o 
presunto estraga, a cer­ 
veja cboca, o diabo, com 
isso eles perdem um 
diDheirã•>. O ministro 
deve ter sabido disso. 
D. Papelutt- Mas não é 
que deve ser isso. E va­ 
mos já aomprar presunto 
e cerveja: Se todo mun· 
do fizer isso, eles vão 
ver o quanto precisam de 
luz para manter a gela­ 
deira a bus tecida e a luz 
de Pungá chegará mais 
rápida. 
D. l-'antuh- Que assim 
seja, pois quero tJ,Ue e~­ 
ra luz chegue antes de 
eu morrer. Ainda hei de 
asFistir TV aqui em Be­ 
ia Vista. Mas vamos JIO 
mercado dos japones, 
v2mos. 
T ronsf armou 
Sergio Medeiros 
PONTA PORA 
[ecentemente, estivemos com o pte. 
feito de Ponta Por Aires Marque«, qu 
e+tavn e per arando para ir à uiah4 
tecebr o testante dn verb de 
'r +00 (00u,u0 'eieo milhões de !'(Ili!'( 
ros) para o asfaltamento de lgun bit. 
ro do vizinho nuntelpio. N opurtunida. 
e, Marques Informou a respeito da con.. 
trugo do prédio onde funcionar a Pre. 
rrílur<.1. rqult('(ur,1 rnodrrnn tr,,co lt t· 
monioso, o prédio será um cartão de 
visitas da cidade. Além de u«faltar todo 
o centro, Marques, agora asfaltará p 
riferiu, levando o n,af•tllo, ""itundn '-tl'l• 
palavras "a todas s ruas de Ponta Por 
Na atual Administração, lém da euergia 
elétrico d rubupung, o prnfPito muni­ 
cipnl cOU"f'guiu o liguçiiu intnurli.111,1 
(000.0Dl) <> já eRtá pleitando o t(>ru!lno 
das obras de a-;!'nllamento da rodovia 
Dourado - PonltL Porfi. Admí11/. !rução 
,ires :forques trnb,ilhando em pr6I rto 
bem estar da populaçí'í.o. 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANARJO 
l' U :'-1 O A D O E :l 2 O / 2 /7 '.! 
In-. Et. 13095331-2 CGC-ME: 03.200.763/O001.71 
Rcdaç:.n e Admiui-troçiio 
H. Duque de Caxias s/n. Bela  i•tn [T. 
Oficinas: H.w Duque ele Caxias jn 
Bela Vista 	Mato Gr0+so 
Hedator-Cbefe Ialdo Pereira 
,dmini,traçilo: luria E-telu V Pneirn 
Departamento Co,uercial: Ahoro l'aeira 
ASSINATURAS 
A-,in:itura Anual Clela 'i,ta Cr8 lOG,0'J 
Dem:ii• ~funicipÍCJF CrS 150,00 
Trihuna da Fruntcira é umu publicação 
da OIUl ' APE- 
O, artigo, pul,licado; com n•cinaturJS •I u ' 
autor.:,; niio traduzem u opinião do jornal. Su1 
publicação obedece ao propósito do debate dos 
problema; municipai• e de reíletir a di,,er'ª' 
tendência~ do pen•arnenlo uni, errnl. 
Fundador: lvnldo Pereira 
üP 'lO c«r l BILIDllDE 
li 
ESCRITORIO 
80 ITO - MATO GROSSO SUL 
de Soares e Soare 
O VALOR NÃO ESTA NAQUILO QCE 
í'AZE:VIO , iVIAS NA MA N EIRA Cü:110 
FAZE.
10S. 
J. ll 
TÉ IC 
Rua Marechal Rondon 
E E PE iÊ 
474 
IÇ 
Campo Grande 
01 
MS

nela VI»ta - Mt .- T'rthuna da Frontelra 
---------------- 
NOTIS IS 
a 
D·legacia legional de Edue iço e Cul 
tura de Bela VIta DREC/A, 
Ptll'II t!J78. 11pús H ni:•l11c11la nutorná1I­ 
c11 (ln· orl('ÕeA), 11 J.:scol11 rll'Vl't'.'i p1·0N·tll'r 
a efetivação du mutienul e atieu' 
de lutos noV0. 
Entende-se por uluuu novos os trans 
feridos, os desistentes e os iniciantes. 
/ mutrícula de ulunos do próprlo E . 
tHlrnle!'lmonlo, tem cnrnler do n·novnçiio 
e ch,vo ser encuruda como tal. 
PEHIODO 
De 20/01/78 à 0Fi/0'!./78, cadu Estab·le­ 
clmt•nto do E11sl110, deverá p1·ocecler a 
oonflrmucno da matricula uutoull.ltka, os 
ulunos, deverão efetivur suus matriculas 
Cumpre lembrar que ueuhumu taxa 
deverá SP, cobrad!l do· alunos no nto 
da matriculo, l!Ou qualquer pretexto 
No ato da matricula, a Escola deverá 
exigir, os seguintes documentos. 
n) Cerlldilo rle Na~clmento ou Casnmen• 
to (Trua:-lndor) 
b) Tlt:ilo do Eleitor (para maior de 18 
auos- Trnus01·lcilo de dados.) 
e) Carteira de Identidade (pai a maiores 
de 18 unos Trauscrlçilo de Dados) 
d) Histórico Escolar, com todas as series 
já cursados ou Documenfos comprobató­ 
rios da vldtl Escolar anterior. 
e) Preencblarnnto da Ficha de Matricula 
fornecida pela SEC. 
A não apresentação di- um ou mais 
documc•ntos pelos alunos novos exceto 
Certidão de Nuschnento ou Titulo de 
Elelcor (Decreto Federal 6236/77), nflo 
do.verá constituir Impedimento àe matrí­ 
cula, porem a Escola deverá estabelecer 
prazo hábil para a entrega, upós inicio 
das 11ulas, (assinar t'.!1'mos de compromis­ 
so com u Escola). 
A Ficha de Inscrição fornecida pela 
Sec, deverá ser preenchida pelos alunos 
novos no alo da matricula e pPlos alu­ 
nos da Escola, no ato da confirmação da 
Matricula. 
CI 
Co:no em 1977, us Escolas de erlo re­ 
eeber todos os alunos que procurarem 
p • la fila 11 ieul , ri•· u 1·01 ti,, <:ym o n''. dt: 
vau nela existentes cada Diretor fixa 
ró o n de vagas para seu Estabelel 
mento de En-sino de acordo com o n, de 
carteiras utilizarem e alas existentes. 
No caso de !unos novos u Escola de­ 
vera dar preferencias aos lunos dentro 
du faix,t et ria de 7 a 14 anos. 
o ensino de 2, Grau. u mntrlculn 
d!:lpenrlPra <lo n.
0 
do vng1u1, uma vez 
que 11ün constitui um nivel de Ensino 
obrlg-atório. 
OU ERVAÇÃO GERAL 
l) ifio lol'ão validade documentos api-e• 
1rnntudos pelos aluno,-; quo estiverem com 
rasuras ou incorreções. Observar toda do. 
dumentação de trum;fereucia n ri:n de 
evitur Irregularidades ua vida .;scolar 
do aluno. 
2) Nos Estabelecimento de Ensioo, não 
poderão ,01· rnatrlculurlos quaisquer mem­ 
bro do 1:1cu corro Administra tlvo ou Do 
cento. 
3) O servirlor públlC'>, o Militar ou as 
famila'l deste11 poderão mate icular em 
qualquer Estabelecimento de Ensino, ln­ 
dependente da vaga ou epoca deEde 
que tenha sido tt'aosferldo de localidade 
4)- Aluno:"l prnvenientes do estrangeiro 
só poderão efetivar matricula após a Le• 
galiznção de seus documento!:!. 
5)- As unias terão Inicio nus Escolafl 
Estaduias pertencentes à DREC de Bela 
Vist1, d1a 20/02/78. 
li- Para a tran(jui!ídade elos munícipes, in­ 
formamos que caso haja necessidndP., 
paro o atendimento de toda a Clieüh,la 
escolar a Delegacia Regional de Educa• 
çiío e Gultura proporá a Secretaria de 
Educação e Cultura as possív~is formas 
de aproveitam•mto dos· espaços ocimws, 
de convenio com outras Entidades, con­ 
tre.to de locação e oft-recirnento de ou­ 
tros meios necess!'Jrios. 
prof!! Gilca Lino 
Delegada Regional de Educação e Cultura 
f rancisco ll 
Rua Teodoro Rondon 
QUIS.A 
Canrniho. 
9667 -· Fane 135• 
I 	I 
MATO €OSSO 
Peças Originais; Ford, Wlllis, ~1ercedes, Wolkiwagem, Chevrolet; 
Acessórios, Mat ria! de Pinturn. etc... Espl·cializada em Tratores 
ilassey Ferguson, C 8 T, Flat. 
Breve Auto Peças Universal em Nioaque. 
Homicidio 
O f)i" rio ()fj ,; 11 do dl l 17 f ill jlll· 
llllcou o período de fris do del za1o 
de policia de Bela 'f-t 1, ,11,,(• L,, 1r, Ir 1 
Em consequência, o 1 ,.,•ri, ío, IJiJ,111 (' 11 ,,. 
e] Vfedes, pasa a responder por esta 
delegacia 
l'u vli,l da ,lirwraç·1o li•>doqut·:'ln, 
o Individuo Eklo Coe,·u, a~:; 1-;,lnou u 
Agostinho Hibas. Apesar das intensa di. 
ivgências efetuadas no local, a policia não 
conseguiu descobrir o p.iraiierro ,to ho• 
miclda. 3uu prisüo p1eHnth:•.1 fot rl(;','l'<'• 
tadu. Aguarcla.~r o d(;'sµaclio. Cndc.:ia 
para o assassino 
'atou Esp:1sa a Pcnhaladas 
Rodoaldo Gome+, assassinou tua es 
po,;a com seis º"' tefra p11n1t1iJadus. O 
motivo do crme foi desentendi ento pe­ 
soai. RtH1oaldo está preso. Foi nutuauo 
em llagraute. 
Maiou O Pai 
O cidi:Hlão Ramão Ademir Rojus, ma­ 
tou o seu pai e umiu no mundo. O pal'­ 
ricida encoutra se de$aparecido, mas o 
aompettnle inquérito foi instaurado e 
agull.rda-se aperrns sua conclu ·ão, para ser· 
decretada a prisão preventiva do H.amão. 
Baleou e Fugiu 
Lidfo Franco disparou trés tiro~ no 
Antonio Ribeiro e deu no pé. O Anto'Jio 
encontra-se hospitalizado, no Ifo p. 8. Vi­ 
cente de Paula e os investigadores estão 
procura do "Riogo". (Lldio) 
ae Povo 
A Segurança Pública de i3ela Vista 
pedP ao povo cuid:idos e peciais, uo sen 
tido de evitarem problemas com os ciga­ 
nos que se encontram em nossa cidade. 
São várias as barracas insta:adas e inú­ 
meros ciganos. O io::portante (i. evitar 
problemas com os mesmo. 
Klelegado interino 
Assume pela terceira vez o cargo 
de Del
0gado, interino, o escrivão Hl[tlo 
CoronPl Viedes. Desta feita, substituindo 
o titular que se encontra em férias. 
Visitou a Delegacia de Policia, a 
professora Gilca Lino, Delegada de En­ 
sino de Be!a Vista. Visita de cordialidade. 
 1 'd .. Al1l,f: 1. 
, COI O'ANAL ' 1 
l:  Hl i, ,t'() lHl 
1111 1, 
() 11,, lo , •.. 1 tl,lt~· 1 
ndo o próximo es ó 
dto e a malltç o volta­ 
rào pata ferir própria 
1 º oll ]'o:- , ui•·•• lotlti, 
abençoando o outro, o. 
r:lo af licd«de do ou­ 
tro, IIJ 11H!1t o í
1xlln do 
outro, otat»do a a@de 
de outro e oração se 
voltará para a wróprla 
peson, que então será 
ah tH;11,11lo, 11 rlí ft•l11., l••­ 
r xlto na+ suas til­ 
da. +s e multi!irá a 
u saúde. 
S•· vocíl Íl'!' r 11tr 
C!-l l OrfiCiÍO, faça-a com 
11 mente ulegre e com a 
Convicção de que @unse­ 
guirá infalve!m utr. 
Uma prece que perdeu a 
"Mente alegre" no po­ 
cJpr'• rPallmr-Fe. 1une­ 
tado. Kuro,.ume, o runda­ 
c!or ela SEl TA Kurozumi 
pn<>ina q-ic ''lodfl crvll(,'f 
l' Fé iwrfi.o ln(m!:; 50 a 
meute esuver sombria". 
Mesmo que estejam com­ 
pletas todas us condições 
necp;;sárias para u con­ 
cretização do id,·al. se 
voce p< i·dlr a •·:,1e11te a.­ 
legre", o seu icleal pode­ 
rá não rn realizar. 
Sorria todas as man­ 
bils e receba o novo dia 
com "ente alegre", 
llurnlnatla, dizendo ''Co­ 
mo estúu P.eliz e Contente 
Zsporte para Todos 
l 
1 
1 
É um agradecimento aos clientes e amigos que conosco labutam 
diuturnamente para o desenvolvimento do Estado de Mato. Grosso do Sul. 
TIPOGRAFIAS 
R R OSA E 
E 
H. 
LIVRARIAS 
SRA. APARECIDA 
RAPIDEZ - QUALIDADE - ATENDIMENTO É isso que voce merece 
Rua 14 de Julho, 1981 - Fones: 4-2221 e 4-6633 Rua 14 de Julho, 22136 - 4-3057 Campo Grande - Mato Grosso do Sal

SENADOR D E R Z 1 
QUER NO PLANO 
NACIO AL DE VI 
- 
AÇAO ROO V A 
Porto Murtinho - Ponta Porã 
Guaira 
z 
L E 
OS TERRITORIOS AO ECil O 
BRGAS OS 
C .UBES 
Pelo Projeto de Lei apresentado pelo 
Senador Saldanha Derzi no Senndo Fe­ 
deral, o t:·echo Porto Murtinho. Caracol. 
Beln Vistn, Ponta Porü. AmambRi. Igun­ 
temi, Guuíra doverú ser incluído no l'Ja­ 
no Hodoviario N11cionul. 
A aprovação tieste Projeto será um 
• grande beuefíciu porn o desenvolvimemo 
da região sudoeste do novo Estaóo de 
!.Jato -Urosso do Sul, ou seja. a área da 
fronteira paraguaio· bra~ileira. pois gn ra n­ 
tirá um acesso permanent<' nr, P()rto ele 
Paranaguá, maior corredor de...t>xoortt1ção 
do Pais atualmente. 
A importância dt-tste Projeto se cons 
tata pelo fato de vir ele proporcionar 
maior desenvolvimento àquela rica re­ 
gião da fronteira mntogrossense e por 
garantir a ligaçã.o da Bacia do Paraguai 
à do Paraná. antiga nspir!!Çâo dos llubi­ 
tantes da região . e melltorarn_euto da 
mais alta sl~nificacão pura urna inteora­ 
çüo da àrea no desenvolvimento na'cio­ 
nàl. 
Z.P.23 
Tel Avh, O ch1tnceler iHraelense, 
iloshe Dayun, rlechtr()ll, na televiEáo is­ 
raelense, que se o presidente egipclo, 
Anua;: EI Sadat, pretende que se evucuem 
o~ puntus de repovoamento 110 Sinai e 
em todus os demis territórios ( ocupP do:; 
em 1969), antes de iniciar-se as negocia­ 
ções, a resposta pode somente ser nega· 
tiva. O ministro is,·aelense declarou que 
•·se isto é o que Sadat quis rllzr•r em suH. eu- 
1 
trevi;;ta à imprensa._não haverá <iiscussões. 
EVACUIÇAO 
ele che • 1 • 1 
+ 	que utget I 
imamente, o f 
reulridd 
d 	fest  < • 
, 1 	'. ,llllll011 ~• , 
t 
111 
_-•,·m l rn 
,f,, 	l CI 1'll 1
1 
lfl Hlltll 
ri 1 . li ll III du, ll11,tt1· 
re, poderia cotblt estado de to as 
E' inpre cidivel a otçdo dor - 
ntore pais, no sentido de orientarett eis 
filhos n e comportarem em sociedade 
Essa pres.io, segundo 
uyan, se fez mais rorte 
por ter passado, jà dt,is 
m<'S"S desde a viagem de 
Sada t a Jerusalém, e lhe 
são exigidos resultados 
concretos de sua inic!ati­ 
vn. 
ClUBE E S P. UEL VISTE S[ 
o presidente do Clube Epotilvo 
Blavistense, Abrlo Zacaris, in!orou a 
usa reportagem que 'desde qut eu as 
sumi, una ata u a briga nas depen­ 
dénei Is do clube. Esta;nos procurado 
proibir nu entrada das costumeiros agitado­ 
tes" Para o carnaval. Zacaris disse que 
'este uno o carnaval do CE! será o me­ 
Dor do uloeste. Um rigoroso stviço de 
virlanei será colocado em prática". 
G .. t~ !J PfORO R fl_ O 
C1,n~i<leraJo o mLlllor Cdl'll''Ul de 
Bela Vista, o Gremio Pedro Hufio está 
preparando quatro noites de arrotubu. 
Com referCrr<·la aos lncirleatc.:, rndo iodl­ 
cIqueu Diretoria suspendera os elementos 
que 'tentarem" perturbar u feta do Momo 
'arava] segundo um dos diretores 'e 
no Gremio, ó clube da liadiçüo". 
nego apoio 
a candidatos ao 
Governo do 
lliO G OSSO DO SUL 
''SadA.t fala de paz e , Coc:;iF. ão Executiva do )108 de 
de normalização de re-1 ~luto Gros,;o rio :Sul, distribuiu nota ofi­ 
lações, não obstante, ncs ciul afümandu qut:: o partido op()sicionis­ 
documentos que u Egito ta não tem nenhum candidato da preí'e- 
"Estnmos dif;posto,. ~ discutir a eva- aprestnta trnta-se de rênr.ia doi- emedebii;tas. diõputando o car- 
t:Uação de nossos pontos tle repovoa- muito menos que issc.:. go de governador do Mato Grosso do Sul· 
mento como de todos os tenitórios, e os simplesmente de relaçõe1- "Esclarece, finalmente. que nãv exís­ 
egípcios s.;bem disso, r>nlretanto, não es- pacíficas no marco da te nenllum candid:ito da preferência do 
!amos dispotos a comprometer-nos ante.;; Carta das NaçõesUnidac;", partid<;, à governan,;a do Estado, já que 
da rlíscussão", afirmou Dayan. Depois disse. igualmeate afirmou repudia a indicaçllo de qualquer nome; 
disse que "constatamos uma mudança que ·'também (Sadat) l'az porque o procesoo de escoiha não traduz 
de posição dos planos, é certo que não decla.rnções ab,;urdas, em à vontade da oposição e, marginaliza a 
tinham aceitado, todavia haviam-ee de- especlal quando nos diz participação popular, razão pela qual 
clarado dispostos a discutir, enquanto que cunteUJos com ele manifostações ne'.:se sentido, não expres­ 
que agora recusam-seu fâzê-lo". O chan- para gerantir vossa se- saro o pensamento do ;lovimento Demo• 
reler explieou esse mud1rnça de atitude gurança na fronteira Nor- crático Brasilein,", diz o último item da 
egípcit3 pela preEsiio exercida sobre o te de Golan, e nós per- nota ofíi::ial. 
Egito µor parte dos países àrabes atrn· - gnntamos como pode Os oposicionista;:: tentan, dessa for­ 
vés la imprensa. Dayan recordoa as vi- comprometer-se era no- ma, esclarecer os pronunciómentoe Yeitos 
vas reações egipeiss ante as informaçoes me io presidente (Hafez durnnte a .::onYeocão, &firmando que oão 
segundo as. quais a delegação cuirota Assud) se tem em conta existiu qua!quer intenção de prestigiar 
havia aeaito fazer concessões ntt ordem as relações que mantem o ex-governadOi' Pedro Pedrossi:1.n da 
· do día do. CnmiE:são Politica. com ele". 	A rena, ''ala iodependeote. ' 
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1 7' 
11r1.1Hllin- .tp6H dus horus e mela no 
pql4elo do Plunlto psudus 'm vompu 
hla do ministro iolbe 'y do (, 111,1 I' 
silva, chefe da wwn Cp,I do overnuo 
0 .. 1,1,J. (J l'X f{Ol'l'l'rlflllOI l'l' l1'11 l'Plll ()',',Jllll, 
Jo Mato Grosso do Sul, d.sse que cor 
,itlt•l' 1 IIOl'lllll)S llH dlv•·rg •11C'i11H rntr<• Oll 
grupos políticos e sobtetu lo, entre uque­ 
Jes que petendem o me-mo ca, (o. 
Pedrosslan condenou, porém, 
ts retalições p·soais ao afirmar que 
"ePI, r .. cllc·11l1zaçih p 1Hlt1v11 rnC-nle 11iio 
'r.-conwndu u classe plitea'. E aeres. 
('011lOU: ll 1 IIosrn. Ei-1.irl, j I l 1llu evl l('lllrl 
que não será possível um co1senso poli­ 
tico e n d elsüo ~.•r.1 en-:a 11l11hu la pl'!r, 
gov·ruo federul. O que eu acho e que 
ela teu que ser ue íla Jll'l' toc!OH C bto 
10 torna 11t11cla mui, VL•rclacleiro com 
1elnç/o 110s tídc>rPs políiil', !'. 
Pedro Pedrossian negou-se a udmilll' 
(Jll!• j.í t•,liV•• • !' !' l!Ji !11 !'li' ( r 
d l ·.r to Gros o "º :--ui, 1·11,h ;r l 
(111,!o qtl • J,,- » muito o h nra'ia, 1 
11 ,nh •c·Im ·nt > qu • leI11 Jo pr ,l,lt•u , 
E-la !o ,. a vontade de res },o t Ir: 11 
isso respaldado num1 efelva liderança po­ 
pular e eleitoral O ex goverzador, e. 
gundo despacho da cre tenciada Agencin 
Estado disse que se reusava n errar 
110 terreno da a:,r, 1 .. ,,::0, !'ara o qnul 
1, •u-. adv••r,: 1 ,ic1." ,,olitko. pr,'lt•ntl m t:011- 
luzi lo e a!irmou qu' se porventura for 
escolhido goveruador, o que estes d­ 
versáros irão fazer ou deixar de fazer 
p Iss1 sr problema pessoal deles e de 
mais ninguém Fnt s 4no Plun!to, to­ 
ctu, tu, indica.a que Pedr sstar urna­ 
mente st•rà ,, Ili!' 1du Jh'ln presidi nl<' 
0'.:!l-;el. co:n ap. ov ,ç:io do g ·rH11·lJ i Bat,,t 1 
dt> Figueiredo, par o governo do 11ovo 
Estado. E lembram inclusive, uma frase 
do próp1•io G.!i ,d: p.ua cJS prn,-,,ões, exr·-· 
te, sepr ', as contra-pressões. 
, 
00 íJ íl rnJ lm 
Campo Grande (Do Co,r~~pondenle) 
- O senador Italivio disse que vê com 
[ 
UD íl íl lID ~ IDJ Ls 
íl lID 
J 
up!'ee1Jsão, o rumo para que está sendo 
dirigida a política de Mato Gros50 do 
~ui, frisando que '·11drnile correntes de 
opiniõt!s <:ontrã~ias dentro do partido,, 
mas extrnnh:1 a ret111iução r!e -natmeza 
pessoiil'' - que está. sendo feita por al­ 
g_uns líderes areuistas Jn chamada área 
ortodoxa. "O dever cívico no.s impõe a 
bolidaritdade partidária'' disse Itulívio. 
O ijCnarl<,r fc1. outros rom~ntúrio, dizendo que 
n:lo vê impt:di1ncnlt1 Jcgal parn o nome de Vcdro 
l'edrossiun e diz que o cx•::ovcrnudor l<'ru~dli qu,• 
chegou, cn1 tr:in~ito para A,1uid:iuana, não quiz llar 
n111i1us tlcclarações, udornudo 11111:i po.içãn de cnute­ 
la, mas irritou-se muito e cht·gou qua-=e n gritar 
corn um jornaliuta que disse que ele pertencia n 
ela orr,,doxa. 
:U.'TO GiWS'-0 Nr TROCA DE BANDEI­ 
RA EM BRASÍLIA 
No dia 5 de fevereiro, quando ir.ais 
uma vez estará sendo trocad11 a Bandei­ 
ra Nacioual. na Praça dos três Poderes, 
em Bt-e.sih:1, Mato Grossu será o fütado 
Lloruenageado. 
Os convites para a solenidade, que 
contará com a presença do Governador 
GJrl'ia Neto serão euviados a eutorida­ 
dcs esta;luais e federai,;, na próxima se­ 
mana, pela :tsa Civil. 
A ~olenidade dr, troca da Banddra 
to:·úvU<b UillU trndição □a Cupital da 
R'lpública e é presenP-iadn por centenas 
de pessoas. A Bandeira mede 30 .:::iet!'O$ 
quadrados. sendo subslituír.n rnensal.nen­ 
tt.' quaudo é homenngeacto um dos Estados 
lém do 10 E.,po,i~ào A:,:rO•pP,·uária e ln 
dustrinl de Campo Grande, a se realizar de 16 a 
23 de abril, deverá ser realizada em agosto. naque­ 
la cidad,·, l.n Ft>ir:i lnrlu-trial Ht·!!ional . .-m ar11ru· 
luçào com a Pref.-itura :'llunicip.d otru,·é• ria oU!l 
Secrelnrin tle Inrlú,tria e Comércio e com a fede­ 
raçiin das Indú-trias. 
A Feira tcrú cnmo objetivo expt,r e con>er­ 
cializar todos os produro, ori;dnário< da, indú.=. 
triai sediadas na região. 
Os eventos se constituirão numa experiên­ 
cia, co,c vj ... tns a incentivar as indústrias a conquis­ 
tare111 novo cliente.; e n
1J o5 mercados, com me .. 
llror aproveitamento das matéria, prima• ~i•ten­ 
rc, no Estado. 
o 
Móquino da Beneficiar Arroz, a Secador para Cereais Ataccdo e Vc·eio 
:.: :.1 " o H o A , 1 1. "' e . o P A rt :i.. .. E I n A , r ~ 1 o J l!  E n ,; , " .J 
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noll..> d • 111rnl;i '''- (-! p PI 
111 uitl!Jl 1 ('lrll' d 1 ,'(li)• 
enç o Ll!c I HI 1 1 1 l 1 , •.••• 
nhi, o  solação Co 
L,1•11 j ,l  'tH,,p, 'i(',10 
, tllr,· o mt whro, 110 ))1. 
r, lúrl I i!• • 1011 1 Jlf'T!ld· 
tiu u formação dn Exe­ 
cutiva com politleo da 
chapas'AI ncr Furtado' 
•• ",(lou,• ('e li t•1, i--11tto­ 
via", que biiam coneot. 
rlclo 1L11t1 rlr,rml'lltl• J>,l 
lu!n p, l.1 p: e· l 
1én• 11 do 
parti lo, que li ou com o 
d.·putado federal Antnio 
'4rlos de Oh ia. auto­ 
m1tlít• dlH'IJ(l'. O Jll'ül ll'll• 
te da Executiva. 
A vitória global dos 
'radicais" foi recebida 
com tranquilidade pelos 
"mo t •r,ulo ... , Qll!' aincln 
te muita for,,u. ,-muo­ 
r constitua m mln orlll, 
no Diretório <' na Comi­ 
s'io. Dti ac•ord0 co;r a 
votuçllo IJC Lurnn, n Co. 
misso Executiva do Di. 
retót'io n.,-g10nal rlo 1 Di3 
no EHlado de Mato 11ro~- 
60 r!o Sul ficou assim 
CODflll(uirla: 
Pre<sid<·nte. deputado 
feàeral Antr1nio Carlos 
de Oliveira; lº vlce-pr2- 
sidente, José Mendes (ve­ 
reador mais volado em 
Tres Lagoas e com g1 an­ 
rJe ínfluê11ciu no" Bolsão") 
2° vice. presidente, depu 
tado e tadua!Sergio :lfa­ 
aoel du Crúz; sec:retário 
garal. deputado cstadu:.d 
Valter Pereira de OUvei­ 
r;J; secretário, Nailo Teo­ 
doro de Farias; tesourei­ 
ro. Jairn Fontouro: Lo , 02,I 
Domingos Augusto Barbosa da 
Cruz; 2 o vogal, Benedito Le­ 
ol de Oliveira; e, 3o vogal, 
Juvenal Augu-to de lfri10, 
tcnio João 
M7 
CHI 
Bela Vista • :dato Grosso 
USINA 
Escritóriu de V c:nJas 
ar i o Rodoquena 
Rodovia .Jardirn Porto Murtinho Km. 54 
Adwinistração: Av Daque de Caxias • Centru 
LJARDIM· MATO GROSSO DO SUL

B1111 Vllltn • Mt - 'J'rlhnnn '1u_l"_r1.:..1r_1t_lr_t1 	~_ -~--------------- 
Dis.tribufção de Ren­ 
da: S!monsen 
Jlfllslliu, nndu • "'J'o­ 
do e preocupam com A 
melhoria dittiouição da 
renda", disse o minlstro 
Mtrlo llo11ri(]Ut• &iln1011Reu 
qundo indagado os co­ 
monlf11·los qun tl'lll i'l!lo 
feito ulttmnmente em 
toro dnu necesldn«de do 
tornI1r Innl11 <'(]Ullntlvn 11 
distribuição dn riqueza 
do pfdfl, ltojt• hustanto 
UOIIC('lllrndoo fl/lA miíOíl 
do pOUCOH. 
Ao lllt'BITIO lompo cm Qllfl 
silo fellns lu IH nbsorvllçõs 
ompllr111-se llil criticas 110 
modelo ocouômluo rio 
pnis, que por ulguos ó 
eonsiderudo ultumronte 
concentrador da renda 
Ueki garante que 
Brasil iem muito 
Urânio 
As reservas de uranlo 
do Rrasll. eslimadoti em 
66 mil o 800 teneladus, 
darão ouro. alimentar 10 
centrais nucleures, alir­ 
meu o Ministro das Mi­ 
naf! o Enngia, Sr. Shi­ 
genkl Deki. Para tornar 
mole. clurn a lmportan­ 
cia disso, upresentou ou­ 
tro dado: posiciona-se o 
Brasil hoje, em 7 lugar 
entre os dete-ntores de 
reservas de uranio. 
Em termos de equi­ 
valencia energética, es­ 
clareceu o Ministro que 
50 mil toneladas de con­ 
centrudo de uraulo cor­ 
respondem u cerca de 
500 milhões fie tonrladas 
de petróleo. Shigeaki in­ 
formou também que é 
Elsperade. para os pró­ 
ximos dias a chegada rio 
uranio enriquecido pela 
Westioghol.!s1.-i, nos Esta• 
dos Unidos. 
(TrllJ11na • Campo Crr111rlP) O Govcrn,1dor 
(J,,11·cl1L Neto r!ttC]ltrOU ; Jrupr'f'll'-U IH úllJ, 
mtu quinta feira, que Pedro Pedroslan é 
(urllglvel porque n/o prc,1•nclw 1H rcqu1• 
ftos legais Nada mais die, upesr de 
mu!lo lhe 1;cr pe,guul,Hlo. ~1nguén1, olê 
o 1t1ornento, coru,egulu encoutrnr OH im • 
pedimentos legais para que Pedroiuiu 
S€ja nomeado Oovernodor de ~lato Gr::11- 
so do Sul. 'cm me,;rno Garcln Noto sou­ 
be t•specificu-J0s. Aos repórlerf'tl, Garcia 
Insinununte procurava esclarecer, pergun­ 
tundo: "Então voces no conhecem a 
Lei ?" 
A portlr lius dcclaruç-ões do Governador 
jft lrnvlu um graudC! número de estudio­ 
sos corn 01-1 comµêndlos jurídicos dobui­ 
xo do !,ruço. Mns (Juo Lei é esta'? Está 
110 Código Civil. no Peno.!, no.4-17, no JI 
5. nu Lei r:0111plemeulur que cria o trovo 
Et,tudo ou na Lei das Juelcglbilldades? 
Se não vejamos: Pedl'Osslun tem mais 
de 35 onos, nüo rol punido pot n6nhum 
Ato Iustltucional, é eleitor Inscrito neste 
Êstado, ó filiado à Arena há mais de 2 
anos, goza de todos os seus dlrcltoi- po­ 
líticos e tem, C(llilO fator preponderante 
uma toegãvel liderança popular em todo 
o Estado. Este iudiscutivel prestígio po­ 
pular, segundo o Palácio do Planalto, é 
uma condição '.sine qna non" para que 
os futuros gov11rnudores sejam escolhidos 
Aliado a estes pontos determinautes, 
não se desconhece as suas muita5 liga­ 
ções com u cúpula da eAfera g,,verna· 
mental. 
Por estes e outros motivos, a declara­ 
ção do sr. Garcia Neto reveste-se da 
maior gravidade e poderá, inclusive com­ 
prometer o P<·nsumento REvolucionário 
a nível estadual. Queiram ou não os 
descontentes, o G,,vernador é o Delega­ 
do lia Revolução de 64 em ~'lato Grosso. 
Por esta mesma Revolução foi indicado 
e ungido Governad'>r. 
Agora ~ a vez do sr. Pedro Pedrossian 
se mMifestar. Está certo que ele preferiu 
ficar calado muito tempo esperando as 
rlecisõcs mas depois das declarações do 
sr. Garcia Neto, fica devendo uma expli- 
1 
cação,. ou já sabe, de antemão que o 
que foi dito é verdade tJ ... quem cala 
consente. 
o l 
No pequeno, médio e grande 
veículos de comunlcnçào do J lf!I 111 r (,· 
mum,-nto o deparam lapos, Ialh i­ 
previ»ívei, f' Jll' ft 1f< li, ()<•t• J'l t1fl_<· i'•' 1 
inadvertência da redação, da revi 4o ou 
de qualquer outro departamento_d9 ,J" 
uni, du rr,vJ-to, do r'.ull•1 <JII tl,1 T • (i 
homem abson ido JJI lrl'pHl,t·flo c·,,3 • 
tanlc dan Jid(•o.; jor11al11;1h;n"· !Ic'I o,·,1 lot' 
em que o redator chefe não percebeu_O 
qut;j o rrpórler. o uoill:lar·,.,t,l ou o ( n, 1- 
bc,radur ec..C'rC'Vl'U, r,•~ult1111rlo que a fitlh,1 
(se assim pod;,mo:. qu1JIJficnr)_ (• l'úrt tu­ 
tadn. upó11 u drculn(,'ilo do veiculo r, um 
elem(•nto rio própr·ia. r, daçüu que se aper­ 
cebe da ocorrência e vezes outras o pró­ 
prio leitor que nponta 11 lrnrcrti11_0nr1a 
de um rc)l'illtr'O /1111 11ot!cl1:1. na cronlri~, 
no rtipo, no comentar1o). Isto podera 
sc·r ucreFcicln, alnclu, rlr• um «cochilo» do 
reviirnr envolto pelas madrugadas a ru­ 
ra por' um h·uball10 PS tu f::.i11t1•, proc ,(len· 
do à leiiur·n do tucJo qudndo lhe suqte 
para fazer as necessiras emendas das 
provas extroídas. . . . 
Consequentemente, são justificávei 
E 
E 
AL DE 
l G 
e t compreensíveis Ilhas 
vrife«m um titulo, num sub titulo 
no te to de um attigo ou de una totl 
Mt , <·lll :ocl., u p.rlt'. , t ,. 
mpre exl til i o totalista improvisnad 
O 111<1rull l , .. tJ litll''II " Nl Ili l 1 1 • 
a[te zoando «conceitos» em {rale de Ad 
ó o manco procurando esconder a cau 
da neuueubunda E o faz ecud do nu 
t demola virulenta e repugnante, 
retrato puro de seu earater.. Medrosa 
aventureiramente, bate téclns por j 
indiretas, bajulando, tecendo «lôa. ino 
portunas, lobendo botas e enuporas pa 
ra trombetar uma falsu moral E e 
elementos, em a mínima expres o, 11!'1,1 
qu" lqurr o utoridade par tecer cr 1ilc, . 
se apegar a proclamar leis {nrrogando. 
se seus intérpretes...) e urgem com la­ 
dainhas grotescas, pretendendo compor 
endcltr'.ls moralii-ilRh! Nií.o lhr•H de mos 
importância, pois. o passam de e!,> 1 
C?HI 1,ojcntru, ('ITJ t!O!l'llflnte ebuliço, t 
tando, mais uma vez, que têm no bes­ 
turno a matéria proclamada através de 
uma célebre frase de Cambrone... 
1 
, 
CUIABA 
O Governo do Estado. atráves da Se-1 Au informações e re!'an,as poderão 
cretaria de Indústria, Comércio e Turi,;:- ser obtidas junto a Divisão de Feiras e 
mo, realizará de 14 a 17 de fevertliro, a Exposições da Secretaria de fndu&tria 
1.a Feira de Indústria Regional, em Cui· Comércio e Turismo, uo Pálacio Alenca­ 
abá concomitameute com o li Congresso tro, 4.o andar e f.edernçúo das 1udus­ 
NucÍo□sl de Economia Orizícola, nas do- tria de '.lato Grosso, Avenida Presidente 
pendencias do Cclégio Est'l.dual de MT Vargas s/o. 
A Feira visa u comercialização dos 
produtos inJustriais produzidos pelas em 
presas estabelecid1:1s na região. em todos 
os setores, em particular o madeireiro. 
argilas, couro, calcário, produto, alimen­ 
tícios, implementas agricolas, bebidaR, e 
ainda os provenientes da indústria casei­ 
ra e do arteRanato. 
Contarà com a c0laboraçiio das Fede. 
ções da Indústria. e Comércio, e Agricul­ 
tura; Associação Comercial e ouiros 
órgãos ligados à área produtiva. 
Documento Perdido 
Luiz Fernando Ocariz declara para os 
devidos fins quo 1::xtraviou sua C2.rtairu 
de Jdentid1:1de tº. 00161 expedida em 
Jardim '.It. Publicação que se faz para 
abter lª. Via. 
ca 
sua 
Nome 
----------------- 
1 
assinatura 
Endereço--~-----­ 
Cidade 
± 
1 
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PROTESTOS 
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jJrnll'•fOl'I' d,~,.111 Curnur,·11 ,1,, lkl.,  i rn do l°ii,lu· 
Ao dre Mato Grosso, na Forma da Lei ete. .. 
luz aler qur encontram em eu Uart. 
,iu, ,1 ll1111 1'<,rnnr•f Ilia-, 11.•l 9111, 111· 111 t•i,ludP, p.,. 
na puvtr·tu por falta de paganeto, o títulos alai­ 
..J t' n•l.11"iu11ndc, .. , 
1) in111 l'10111i,,(,,j;, ,, 11,·irla , .. 07/11/77, 
,
11fur Crl'I .. ./0,/0, emitida por José Batista H'ires 
favor do ano brasileiro de De,rotos N/A, 
presentada para protesto por Banco Brasileiro 
ri,· lit',n•11tu, ':',/ . 
2 ota l'romisória vencida em 0204.78 
 u!nr c,g .. 0 00,0, Emitida por Hul,ilor de AI, 
eida Silva em favor do Banco brasileiro de Dres. 
j 
r111110@ !;,,, Aprr•,1·111nd11 puru proti,sto por B1111ro 
Urn-ikirn il~ lJr,cuulo, :S.A. 
3-- Cheque n.o 275791, valor Cr$ 19,296,00, 
Emitido por Hubibar de Alneida Silva l'lll 2ll/fl/ 
i7, 11 ,·nrgu do IJanrn llru•ilrlro lf,, IJc,cuntM 
~I,. ,11r1•sr11tud11 pnrn prurc.io por Fiunncin,lora 
Genera. Motores 5/A, 
1)-· J.,·rrn 111• Cúmhi,, r1.o J,,/C27/0U121U; 
'nlor Cr$ .... 19.?.96,00; Eu1i1 idn por Fi naucinilora 
Cnirrnl .llorc,rcs S.A. Contra Hnbil11r rJ., Alrn,·idn 
~ihn. Apr,•-1·1ttH1lo pura pro'.eFhl por Finunl'iudo­ 
ra Generl Motores 5;A. 
5) Duplicata 11,0 :JJ..J 10 'olor CrS 3 .. 5116,15 
l'r11rin11·nto J6/l2
1í7; Eiuitidn por Cnrl,•• Git'rdo­ 
ni ,'{ Cin l.t,lu. Contra Euclides Ducroce; Aprt·~en­ 
rnda pnru protesto por Banco du llrosil S• A. 
E por niio t,·r 8Ídn posslvd r11rontrur os de­ 
,r,lorrs ,los tllulo1, rl'lncionados, pelo prt'Fcnle 
Editul 'IH' ,rrú afixado 110 !oral ele costume e 
publil'111 o p1·l11 imprcn,n lt,1·ul, lntimo,os pnrn 
pa•an·111 a i111porrânrin dos niencionudos titulo, 
,r;c,clrlo, dos juros e despesas legais, ou durem 
o rnzilo do recusa, e no 111cs1110 tempo, nn foltn de 
pronur1<
0
in111c11to II respeito, notificu•os do com• 
pc1en1e protesto, no prnzo lego!. 
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ua última vitória son a. rado. 
ra por sinal, foio rmputr contra 
ma selào, trinada e e phe. 
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C  ll  1 LI H)e que restava in­ 
vita +ó na base da» vitórias 
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média trz vezes por rm na 
Terça-fira, dia 3 de 
janriro t"?-1!1 1110<:ad:: ho.1 dr 
boi., ,.,i , ,, n11C"brur l:t ""' J>,,n­ 
ln l'ur~ joa:nn J,, t•ú!Hr., O· Pa• 
rn:::unio!-! e »tão contando com 
,uu torcirl., já que vale o f•l'no 
ir ve los bater na bola cor 
mac·Ptriu t· -upirirn<·tt, 1 ihtnnt~ 
p.,rn trnur de l.l uma vitória 
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F 
Aniversário 
O nniu-·r.4ári11 (, u111n d tlu qnt.• f!P ÍnlJd)t· , nr,;. 
»a meditação, nos vividos numa equén ia de dias 
que matam cut tinurias atos passados de os· 
a rid, nossa alegria, no«o renhimento pro­ 
curam sentir a razão do nos+o existir E ea 
razão que o festejamos. Por que! 
l'orqu os encontramos satisfeitos. Foi no. 
peritilo viver proveito»amente. 
J11,,•111oi, ,,1111111<,• ,, (u1111·0 ulH•Jn~ ,Jr t''lwrn•~­ 
ças, nlevado vem sonhos e fantasias, amas/urei 
das cortejamos a vida com prmio que recebemos 
do nosso labor, velhos, contemplamos o passado 
u+peito+os de que a no»a vida tenha sido proli 
ua, rela permaneçam tratos de uma tradição 
que ajudamos existir, E por iro que festeje­ 
o o nos+o aniversário, 
Vera Itita. 
Hoje você completa 13 anos. E a aurora ri­ 
,rn,dtu tln ,idn iluiala pela faia rh· lur dour,1• 
da das ilasde. 
lida no feto e caricias de seu-s queridos 
psds o iriuílos, vori'· rc.·cehc heijo.; t' nhr~•~od. r..Ul pro• 
ftuü'lo· - rl'hrnli110 orvnll,o tlu 11111or r:orrJa11úo u 
llor do lur. 
Coro o 11u•u uh11u;u f" o dn Sinlrnriulrn. n llfl!I· 
a benção de pndrinlu ... 
SevHinu d., Tulcdu 
15 Anos A Vera Ri ta 
No seu Aniversário 
Severino de Tuledo 
C rom nmor e rurinho 
gue hoj~ venho lc snudur, 
 !'mio-te ulei:rc, snnhnnrlo 
Com florrs pelo cominho 
Que garho,n irús trilhur. 
15 nnos pri111u,·eru; 
.Aurorn r6~en ,ln vidu: 
Faixa de luz que ilumina 
Ao~ nfu:;os riu ilu•ilo, 
Sonhos de menina moça 
A nqucccr o coruçüo. 
E assim di1orn, riwnhu, 
De coração satisfeito, 
f:s "Nninde" entre louvores, 
E do beijn flor ao! beijos, 
De!irndo uruor perfeito 
Em rea Ice e111 re outras flores. 
Ao te Fnudnr cu- me inspiro, 
V .,ndo.te uiu,lu ,unis bclu, 
De..:antndn em versos meus, 
Como peregrina eslrclu 
Todn rle luz irisada, 
Sob uma umbcln clourndn 
Du Bençào5 que veru dos Céus. 
Vera Rita 
O redator-chefe encarregou-me de es­ 
crever alguma coisa sobre o aniversàrio 
da Vera Rita. Olhei sério para ele e res 
pondi: "Chefe. tenho poucas ,irtudes tl 
entre estas poucas, não consta o senso, 
ou melhor, o dl1m poelico". A réplica 
veio seca. Estou pedindo uma crônica e 
não uma poesi&. Falou e saiu. Eu fiquei 
conversando com meus botõas. Escrever 
sobre oa quinze anos é muito dificil. De 
que maneira vou transmitir o brilho que 
vi nos olhos de Vera Rita, sua beleza 
de menina moça,:· A meiguice. _ Como 
descrever a feliéidnde. Não. Eu estou 
certo. Para cantar a poesia da vida é 
preeiso ser poeta. Confesso que vi. O sa 
Ião do Gremio P6dro Rufino exalava ro­ 
sas. ·Pairava no ar uma atmosfera mági­ 
ca. Os duendes oarcciam soltoij. A múi-ioa 
proporcionava um mundo de sonhos. Uma 
das vlsões que guardo, é >l de Vera Rita 
toda de branco, irradiantA, linda, com os 
olhos clleios de t'Sperança, deixando o 
mundo das c1·iançao e penetrando no 
mudo das adolescentes, a fase de tran­ 
sição mais vibrante desta estrada cha­ 
mada vida. Parodiando Casimiro te 
AIJrEU, eu cauto ... '·Oh mociiade! como 
és bela e ricu. Hinos de amores neste 
século bruto. Lou,·or ao meuestrel. Pal­ 
mas a ti, C!.lnt•Jr das açucenas Ql!i□ze 
prima veras nesta fronte. • ernelbam-te 
um laurel". Vera Rita. nproveira u c.,le?­ 
to- estuda e pensa- é belo o teu porvir. 
Seja a vida para voce ~o nsos e galas. 
Viva e cante e ame; seja como os pas­ 
sarinhos, num muntlo onde muitos l~ 
não sabem cantar. Canta_ e despt>rte hi­ 
nos de esperança. No. prnuo transmitiu 
ensibilidnde de su:i alr.:iu. Desenvolva 
a fa i-ensibilidade e leve_ amor, aos que 
88 
cem Aos que neces~ttem. Ae1ma de 
eare • ., ·a deixes de ser 
tudo, Verli Rtta, nunc "" i; u 
ep!ritualmente menina, pol a 
ve emnpro permanecer jovem 
,· 
J3 ,rw• d,·  er,1 HitJ 
1) Sa!Jo (lo Url rnlo Pt dro !{ullno 
e engalanou para receber os convidado 
(!p 1(61,lo l' !11riu, na <;OOH:lllOrHÇi u {j(J 
l:í anos de Vera Hita Como sempre, o 
casal demonstrou a arte de bem r cLl>•'r. 
E, fato conhecido ser Kézio e Maria ex­ 
celeutes u11f1triõe~. !lai .. uma vez fol C()!ll­ 
provada l'htu n,;i;,•rt i Ht. 
}l'<> .-r f:'< i;:< 
~111llo cltiC': r,A poli- e a filha uguar 
davam u chegada dos convidados no 
hall de entrada e chamuvum o fotógra 
fo para registrur o momento. 
oro# 
Ambiente supl'l' f'legaate. decoraçuo 
rio prlm9l1·11 e n vinda do conhecido e 
Plltlmadu Cuutolro (por sinnl mui.lo cx­ 
pon Ivo) 0 suo equipe. O buftel estevl' 
fora de série. Pratos finos e de muito 
bom gosto, regados ao bom wiski escoce 
rx# 
Uma das presenças marcantes na 
ocuslão lol a do poeta e J0rnalistu Se­ 
verino de Toledo, residindo em Aquidaua­ 
na e velho amigo da familla. Severino é 
uma rlus almas mais pura,; qut:1 conheço 
e um poeta que canta as ClJisas he:as 
dt1 vida. Ele dedi.::ou um poema à Vem. 
Rita. publicado nesta edição. Destucu.:ios 
lambem a pres1rnç11 do Dr. 'l'irson Lou­ 
reiro de Almeidu, conceituado médico· 
pertencente a Diretol'ia do Hospital das 
Clinicas da U ~P, em São Paulo. 
Num animado bate papo, o diretor 
da Tribuna, jornalista Ivaldo Pereira e 
advogudo Sergio Roberto Perondi. Em 
outra mesa, o MM Juiz da Comurcu :?m 
companhia do advogado Petlro Palmieri. 
Foi noluda e comeutada a elegancia 
dt> Vera Rita e de sua mãe :'lforia. Esta­ 
vam simplesmente marnvilhosas. 
E foi nesse ambiente de muita clas­ 
se. onde s'entia·se a vontade começou 
um anirnadissimo curnnvul que foi aca­ 
bar altas horas da madrugada. Entre os 
convidados destaquei os tios da aniver­ 
sarianl2. 
Ia Hlr4. 
Z' Ili< 
1 1 , 
}Ptil 
1 
,,o rJI 
1 "t!'Jint•• Jio1n • U!11 i;IJl'Ul •nt•1 
churr,'H'II 1111 h,1:1ít1 f, 1,•1111 '!.111111 :ll 
CHll)l'JfH,rJIJ«IO li nat de et !lfl ,r, l r,•. 
sents Dr. Ke io e f 1r111 ti, 1nw1r,•JtJ l'11l!I 
11it11ln hPhtrJ .l e mui!,, LllU i<'h !'ui 11111ro 
di L de grande movimeniaçio !l,l t.1111J1l, 
dn, unlnriõ..-~. Tu,i•1 fot llern or<?a1111.iil
1
1 
Tudo foi t.., lo .. Do!, an['l'rdJrl11~ ln•'" 
queeiveis, Parabéns. 
Di,l 16- Minha mãe sr Lidia B. de 
'v'Fl:tA'lUeil. J 7.l'l"O hora do diu l(J rnn­ 
mãe despertou ao som de animada sere­ 
nut11. Um unimado conjunto alegrava o8 
presentes que eram em n" de cinquenta 
pPs:>cu,;, poi,; D Liclía _ê muito '.:~llmadit 
principalmente pelos jovens 
Dia ~1- Zeuirnar·. 
Di1 11- Ci,,co aninho. d•• rnlnlrn 1
1fi!ha­ 
da Ana Karinu alomão Marques. 
Diu i-1· Joüo Carlos Vetusque1, - urr:a 
linda ncaata 2briu o 1<eu dia. Houve 
um churrasco, alegre mútca e muitos 
amigos ele João Cario!> foram cum­ 
primenta-lo. 
Dia 15 ego Zac6rias- Foi uquPlr1 fe11- 
ta "ª fazenda de seu p11i , r. SebnRtiãc, 
1'.nimaçüo eru tot11I. imaginem só, foi de 
16. com conjunto e tudo que veio a e­ 
retlta para D. Lidia. 
Dia 25 - Meu pai Rigo'oerto Vrlasque.l 
Papai não passou ::onosco cs;;e dia, mas 
a data não importa, ela será comemora­ 
do ... e como ... 
Dia '.25 Sidney Mascarenhas Júnic,r, 
Dia 1G Zely Guimarães Loureiro, 
Dia 15 Cristina Gabinio. 
Dia 14 Cachito. 
Dia 26 Os gemeos Ricardo e Ronaldo 
?llendes. 
DO 
NASCDIENTO 
Dia 10 pp. nasceu Rogério O. Aln•s, 
para alegria dos papais Fernandinho e 
Zenobi:i, 1,oii, a tc1:cicta er.J. para um ga­ 
rotão. ParalJens. 
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P/SP-Mt, em 28 0477 
Cuiohá . Mt Publicação 
que 1,e laz para obl•·l' . 
2a. vio. 
Sr. Eudo D. Rita, João Nazfr, Dr. Can- VnTANTES 
dido - Air, Zoé - Benedita, Dr . .1nrano - D. Pas~ando suas f~1'ias co-.:n o papai Dr. 
Hilua, Dr. Hélio. Carmem, :1ario Andre- Ely o garotãc, r.1aµdlo L. Barbos:1 e seu 
za, Jos-) Odete, Tinoco Verioha (especial- })rimo. ,o seu pai trouxe agradável uo­ 
mente do Riu pfira o acontecimento) Sra. tícia de que o mano Ely Tadeu também 
Mª Rita Pinheiro (avó paterna) e Sr. Pe- bea·;{stense, foi aurovado no -vestibular 
go Loureiro (avô materno). Lá tambem de Engenharia para a Faculdade Nacio­ 
dislribuindo elegancia a morena .Mª He- na! dr Engenharia no Rio. em 5º. lugar 
lena Perrupa10 acampunhada <le seus entre e.ooo candidatoE:. Nossa admiração l 
pais Deram um sl.Jow dançando o·tt1ugo pela llonrO'la classificação. 
o casal õlurçolla e sua charmosa espo Hicardo é o nome do rupaz·dos lindos 1 
sa Zelia. Meio apagados na hora olhos azuis que encaniam.-·as- ·menini­ 
do $ambu .fonsinho e " A1é!i:. Esno- ! ±hs blaristéss. R:cardo é gaúcho 
b1rndo su!:!. louríssima noiva mau amigo '·cbe··, sobrinho do advogado Dr. Seruio 
Gtlra!Jo Rosa (Dinho). Seu nome? Lize- Perondi. 
th, é dourãdense e trouxe a tiracolo sua 
rnanR. Beatriz e notei que esta, a sendo 
muito paquerada Não pod:am deixar de 
cair 1to· sbmba: Antero Zeli, Otaviuho Zu- 
lema, Pedro Antonia, Rubens Celiza. Em 
rodah alegres e animados bate papos 
a notei: Dr. Pedro Leda, Garihaldi Sueli, 
Ami.uri Eva, Athanazio Jaci, C!audio 
Adelfa, Cezarino (pt·esidente G.P.FU r­ 
Leci, :5r. Elia:; Barbr~a. Clovis de Oli- 
veira, Catureba. 
por ore 
reterico Regres­ 
sou de Brasma 
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Graucle nl! <le Joveus foram cum­ 
primentar Vera Rita em seu dia ·'O-' Giio 
Tati, E.valdo Cristinu. João Carlos Geo­ 
gia, Muri:1ogela, Tuoica. Pingo. Cri,-iiaoe 
Rcndon, Osni Alves. Zsir, Otvia, Mage- 
Grito Carnavalesco 
CuialJá -- Depois de uma. 
perrna'lência de dois t..lia• 
em Bra&ília. rPgres:4cu a 
esta Capital o secretArio 
Frederico Ca rios • o&rf, 
de Campos. da Viação f! 
Obl'as Públicas, e um do~ 
cano ida tos {i sucrf'são do 
governador José Garci 1 
Nt>to. Ao ser interpela 
pelos jornalistas, o secre­ 
tário de viação e Obras 
disse que, esteve no Di­ 
trito Ff!deral tralaudo d0 
assuntos administrativos 
ligac!os á su.a pasta. 
No GeR s.:.bado pp. P. t irn animado 
mut.ta_ gentti pl'estigiou e ac0111ect-u. ;O 
Belavistense pouca gente, prem anotei 
brincando animadíssimos: Mariza Zacarias 
Te_té, Lu1~. Edinho. 'andt·a. f':·etc. Dut~ 1 
Eli2oca. Cluudio., Carla. Marta, Ser@ió 
!arque ' Luura .--ire,; e Rosal. 
Ulisses Guima• 
ràes: se eleiçõ­ 
es f assem diretas, 
DB elegeria 
O PRESIDE Mlf 
•iR . ILA - A tese 
do :IDB continua a mes­ 
ma dE:' C0í!1Dromi .,,u com 
e1 eleiçfü-s dirêlJ ~- O 
esclarecimento é do p! 
!dente nacional do .!Dl• 
P::.:.plicunao que- o :;.:?ç. .. 
meato de ante-er.r.did!!· 
luras dep211derá da Co□• 
venção aciona! do Psr 
tido. UIsses Guimsrae° 
d issc nã"o ter dú idas dt 
que, se bcuvesse eleições 
diretas, o lDB eleg<'.ri:i 
o Presidente du Republ. 
ca, assim como srult 
de vrios4Esta@os. For 
deste quadro, disse l! 
ses Gmruar3.e;:,, é ub,;o,i.; 
tn.meute impos,:irel L11e: 
qualquer pressão.