F Fundador: lvaldo ?ereira Ano VI H.o 278 ---------~ 29a7/2/78 Bel ----------------- Palmieri: »Falto Motivação para se Ente nd mos que n grnnde qucstílu nt1111l. JI() co11t(•xt,i 111flllClpnl, é lnlc•llfilf!CUL' íl utlvld•Hle politieu, que e encontra marginalizada devido 11 11,1111 série dP l'ntorn,., qu • nflo 110s c:ibo aqul n11ul111nr. ExlHle un.n eúpulu pollticu <·m Brlu 'b ta- eundo um interunte do Diretório da Are' n, e mandutd por Pedro Palieri, Clovis ur­ celino de Oliveira, Evitsto Mirunda e Fiori Mura no, acrescentamos ainda os pomes de Ely de Ar ujo Barbosa ( o veredor mats votado no último pleito) um politicu em ascenso e, evidente­ ml'llll•, o do prefeto Castro Pinto. Estes são os homens que lideram u polilica bela vislensr. O drnma é qup nós estamo:i num limiar em quJ a ::1'l::i educlc eomeçn n fazer reivinrli<:a­ rões emlnentement~ rlc>rn ,crál!cas, ma uind não den.os um pai;rn adiante. que seria o da P11ln,fori: Discordo do vocábulo a­ pnlin, que quet· ~fgcificnr clet-inleresse. O qufl ocorre curu a clrisso política, mais prec!hamsnle com o Dirotórlo da Arenu, é um fenômeu o que longo está de ser desinteresse ou upntit1. Nn realidado o que está ocor1·euào E'rn Beln Vista, eutá ocorrendo em quu,e lodo o Pois, como consequência lógica do declínio do pres­ tigio municipniislu. Tribuna: Então é d<- suma lm~or. , tClnoh, n. autonomia municipal? Palmlcn: Lógico. O. municíµio que (;ffi seus tempos aureos já chegou a ser cidacle-e1>tucln, hodiernamente, vem so­ frendo emn nome de filo ofia varias, um decliuio em suas prerrogativas essenciais e vitais. Exemplo disso é nosso cas11, em que o Prefeito de Bela Vista é no. meado pelo Governndor do Estado, por [orça maior de encontrar o seu tnritó­ rio em faixa de fronteira, considerada aréa de .-egurnnça nacional. Ttíbuna: Eutií.o, a IÜO pa1·ticípação po­ pulat· na Rscolhu cto pl'0feito, [H'Pjudlco a atividade politicu? DC Fazer política ... renrticulação das {orças politieas. E necessário que todofi fulrrn e todos sejam ouvidos, pois estamos dinte de um vazio onde ninguém diz nado, nlngu"m prr,põe eoist1 ulg-uma. uíngurm km uma vii<,1o lwgen1õnicn sul.Ire 1L política mo· u!t:tpnl. Nossn roporlogem procurúu um rio lide­ res municipal<; - Ped1·0,José Paimleli -que tr-uçou umn breve perfil a repeito do momento politico T EV!STA Trlbunn: Com a su11. uutorid11.lt> de ex•Vt'l'C· ~1clot· mais votado, <'X-presidente da CHrna1·a :\u. nicipal, ex-presidente do Diretório da ,rena, co­ mo vê a uputia du ela se política lllcal? l5 a Mato Grosso do Sul t l' LDO PEREIRA o Palmieri: Essa circnos1aocia entendemos ustentado por minuciosa pesquisa, nós, retirou de, povo a sua ru .ior festa podemos afirmar, seu margem de erro, eleitorê.'l. .-s eleições d, Yen•aJorc>~ r:ão que -0 povo belavistense está desconten­ consegue empolgnr &s co1 rente:- partirlá- te com a atual situação politica reiuan­ ria, par.lindo dúi a falca de atrativo que te no rnunicipto. Não combatem '> siste­ o eleitorado sente com relação a poli ma. 1 ão desaprovam as idéias revolu­ tica local. Campanhas politicus. comi- cionárias. Mas não aceitam o consenso cios, foram coi as do pa,:mdc. Hoje n:1o como fator unico na escolha do Execu­ se consi:gue mais reunir oirguem em tívo municipal. Retdmente, u classe poli­ uma praça pública pars ouvir um pol1ti- tica está marginalizada. O povo e nós co. E isso é muito grn ve. pois em um representamos. acima de tu rio, o povo nrnoici,_JiO em que tudo esta psr se lzer e sidera o consenso urna negução do de iufra P lrutura no r,onct>rneLte a sa- processo demr)Crático. Lembramos aspa­ neamentu, ..:su·..itlas viciuais, ::mude pu- lavras tlu eml.Jaix ... dor Delfim Neto: "A blic·a, etc. !:'em m'ltivnçiio politi-:i·t oüo diwrgencin quando não vira de:;ordém, haverá lideranças jovem: u altura é que enriquece a democrncia.Só Imagino de relarionur se em diúlugo proficuo a necessidade de um tipo de consenso: de com1 os altos escalões da nolitic~ nac1o-: • qoe é preciso fazer polW.ca" Além rlo o~I. para t'i}zer chegar ao ·nosso municlí- uesg~ste _ das ~tuais lider&.oça políticas Dio os meios finsneeiros necessários n que Já nao satu,fazem, os cte;;eocontros _iazer fuci:, ao volume desses empreendi- das diversas ulas existentes, estão pro­ mentas. vocando una ruptura no contexto are- nista loca 1, e após as eleições de no­ da vembro e a nomt>ação do novo governa­ ria dor, 1ulvez surjam norns opções para o sofrido P desprestigiado eleitorude bela- Tribuna: Como areni~ta, o que aeba Oposição feita por alguns veread0res Arena ao governo municipal? Palmieri: Acreditamos que não pode­ rá haver um bom governo sem uma opo­ ~1çü0 que .can..,Uze idéias eriadora. ao Executivo. 3c> na politicn h•cnl, não exis­ te um mecnuismo especializado da opo­ sição, não vemos raziio porque os vereu­ dores não possnw, como delc>gados dn Povo. exercei' uma criiien constru,ivu tepre:,entnndo os anseios populares. . Tribuna: Como voce vê us candidatu Tas de Palo Castro Pinto e Ely de Arau jl) Ba rbosu à Assem bléia Consti!uinte? Palmieri: . . Con,·euçüo do meu pari­ do irá estudar esses candidatos. Tribuna: E a wcernfio estadual. .. Palmleri: Esse assunto está sendo tra lado com muito cuidado pela cúpula do meu porlido, e creio que será escolhi· do um pol:tico que irá empolgar o elei­ torado motogrnsseni!e. Tribuna: Finalizanrlo esta entrevista, gostariamos de saber se é verdade que o seu nomo está sendo cogitado para suceder o Dr. Castro Pinto frente eo Executivo? Palmieri: Voce sabe a nossa fi!osofia sobrP as eleições Indiretas. O nossa pns­ sado, desde as lides universitárias, de sempre concorrer em P.leições diretns, on· Je a nossa bsse residia ná soberania popular, prejudfcn essa sua pergunta. FALANDO A VERDADE tid1de de informacão capaz de peol'lrnr o sufie!P.nle num dispositivo de armaze­ oarnenlo E' cow1111icaçáo, de modo a ser­ vir de g,1tilho à ação. A;; funções p• in· cipais do jornal- política, eC'unomico, educativa e de entretenimento, devem ser exercidas atruvl>s da 'l"ei::ponsahll! émitiàa que é importante para a ação; antes; a quan- Lr Renovacão ) Desde que a TRIBUXA DA FRO;TE1Hr surgiu na cenário belavistns, muita água corre por baixo da ponte. S:io quo<'t sd• ano• de at i, Í· dade ininterruptas. No Campo da politica, po! .. a coisa mudou. Continuam o, mesmos politicos. As mesmos idéiv;. As mesmas opçõe•. Tal,ez, com a n nou:eação do Governador Pi-dro Pedro,;iam(•erú'!) mude a sisteruátit.a du política lvcal. f: necc--áriu umo reno,·nção dos homen;: qne foum a politica municipal. l'iome, corno o de han da Costa :lar• 9,ues, Sergio Hobcrto Porondi, ambos ad,·ngarloa. Fernandes Ah·es Gomes Filho. Ernan~o Ga,co(•c­ rio um excelente vereador) e muitos tourro;;, pode­ riam ser nproveitados na politicn. fnaoirui•-h·el sustentar as idéias politicas através de pen-,mn­ tos ranzinzas e estereotipados. No tocante a ARENA cm Bela 'isto. tudo c,rntinun na mesma, de-en­ tcndimentos. E o :11D8? Vamos esper.lr o ano le­ gislativo para "sentir" a atuação dos vereadores do partido da opo;ição. Quanto nos candidatos n cnn• didnto a deputado, tudo bém. Vamos c~rror fileira: _!!m torno de um belaviHen;e. III ADVOGADO 1 €R10l0- Rua 3 de Outubro (O 2AD0 DA €)A±1RAM Br·la Vista Mato Grosso do Sul Dr. Carlos Edy Sá Mrdeiros OAíl - Mt. 616 Dr. Cyrio Falcão Advogados Causas Civis - . Cl'iminais Iaventáriui. Trabalhistas Rua Rui rbosa, 2:'7-1 C. t Fone -1 66 3 Capo Grande Mato Grosso nua Sebastião Crispim do Rego 319 Fone 771 Bela Vista Mato Grossn LEIA O JORNAL TRJBl.;:-,!A OA FRONTEIRA J E O CEB Grandioso Grito Carnavalesco Pela Y!!a k! Trituna da _Frentemr2 -------------~-----------_.;.-------------.....:::..:..:.:.!...~ PREFEITO /!? TENTARA __ ., D I DQ IE CONSTITUINTE • O presidente do Dir,tório dn Arena, de Bela Vista, esteve recentemente em Cuiabá. N:lc. foi possível falar com» o estimado e velho amigo. Estávamos no Palácio Paiaguás quando ele passou lépido c111 rl1reçiio 1) Cnsn Ch il ou Gnhinclc cio Go,,crnnclor. Ú sunln curiosidudc: Qual •crio o 11s­ »unto a sr tratado com o Chefe du Cnrn Ci, il ou com o governador? Ú santa curiosidade. . . 3k0&K Fnlunclo no presi,lente cio Arena, Dr. Fiori Murano, elogiável a stua atitude e "fine+s:" coro reluçilo n i111pronsa. Hccehc os crldcns 1111ui1us ,·c­ ze imerecidas, confessamos) e procura sempre har­ momznr o controv,•r1ido quadro do diretório. Mu­ rnno é o "costa largas" do partido. Singuém [a uil'l ser o Turini) prorura diálogar, explicár, de­ h111er, os nssunto• pnrtidftrios. ~luitoe preferem fi •·ar cu, cima do muro, 6<000 . Falto um pouco de coragem de vir n pú- blico e enfrentar o debate no campo dus idéins. Até pnrn criticar n Administruçilo (cou,iderndn por alguns cor.no C!tngnndu) os "opositores" preferem ficar nas CSl(Uinns ou nns sidinhas de visitas elas casas dos pertencentes tlo •·grupo". Fiquei Fnhen• do, de fome digno, que muito~ pollticos arcnistas, melinclrntlo, com as críticas do Jornal, já pretcn· dernm proccs~or n Tribuna fsie) e, nté hoje, bus­ cam nsnr o poder economico visando acabar com o joruul. Olha gente: nosso ex humilde .emanário, hoje é Independente Financeiramente e não se restrmi::e o Dela Visto, E nüo depende de grupos. Somos uma empresa cm cout(nun expansão e de. pendemos apenas dos llnncos. Aí sim. Se o Limo ou o Santu11a resoh-ercm pressionar, o negócio fi­ ca fe-io. Quanto aos políticos ... deixamos" o hnr­ c-o na·regar lucion,irio (não é ele últin1~ horu nüol e possui um rn,to circulo dt>. amizarlcs Renova - çilo. . . reno,açiio. • . renovação .. o-± +;«: Mondamos um repórter entre, istar o verea­ dor Afonso Dillon Nunes Leite, JUCmbro do Di­ retório da Arena, ma~, it,fdizmrntc, o vereador "niio t.in.ba nada a dizer". Cada fcmann cntrc'istu­ remos um poUtico e vamos fazer t'olítica. Em al- 10 nível. Nloque- Fonte políticas Indicar que o prefeito Altevir Alencar, desta el­ dade, poderá renunciar eu cargo e candidatnr e à Assembléia Constituinte caso veja condições pra se eleger. Entretnnto, outros setores políticos acre iitsm que dificilmente o prefeito de Niouque arr!secará a perder o seu mun­ dato mu11iclpril para dsp utar uma cadeira 1111 .sf'emlll(•la. O pr!:'l'rll•J illt•vir Jk11- cr ainda nino se manifesto, oficialmen­ te. íl t l'RJJt'ilo, o que poclerú ocorn•t· u!u• du 1101-, pr6ximt•R dh1H. Como existirão mis de 1i0 candi­ clutos da Areno e rio MDíl • rl11 18 ca­ deiras dn Assembléia de Mato Grosso do Sul, ó bem poEsírel que Jltevlr de /leu· cor n:1o arrisque. , PEDRO PEDREIRA Nossl reporto;:em ~,teve pre,ente ,, reste de 15 nnos ele V cru Hitn Loureiro Pinheiro, filha cio dilcto cusnl Dr. Késio Loureiro Pinheiro e Maria, O en•ol ó 11111 dos grandes incentivadores clu Trihuna. DrFdc o inicio, o conheci,!,, udvoguclo e pccunristn colabora com o jornal. Valorizam as coisas da terra e reconhecem " esforço e n luta dos que buscam fortalecer e divulgar a imagern da sem ser servil, é o protótipo do Exemplo. Aqui em Bela Vista, muitos são como ·'balão de gás". . . incham ... incbnm... depois explodem. É isi:;o aí. Entre nós o advogado Carlos Edy Sá de Medeiros, !!tuulmeute resiJiudo em Campo Grande. Veio rever amigos e lamthares. O popular Curlinhos faz parte do Diretório Regional rlo MDB e é cnn diduto a candidato a deputado. Bola Branca Em r:uiabá, as controvérsias a reneito da sucessão do Governo estudual rriouo­ polizam a opinião pública. Pedrossian é o l!SSUilto do dia. Criticas de lá, eloaios de cá. É o caldeirão político fervend;. A sopa está quase pronta. até a próxima IC Faz tempo eu eerevi qualquer coisa que foi put,!1('1,tl , JII l 1 li••nf ,.,, !C:1h·ia do iltri tor de te jurnl que penava - sim me incentivar. Con­ fesso que deu certo p0l ut hoje não parei mi UI' {'S('lt'Vl't. l.111,10 qU(' os leitores pão e Ir­ preendam se agora vol. to u pablicr minhas anedotas outra vez, e e fxso lhe parecer um mal, recorram ao meu lnc•pntivador- H culpa t'• dele. 'Aires D. Pantufa E, então es la luz de Urubupugá é coisa corta'? D. PupelolP- Tô te cou­ taodo, coa:adre, já tão até fincando os poste . E dizem que o ministro Ueki vem pra inangura­ çiío. D. Pantuf'.l· Louca!, mas então a coisa é certa mesmo. D. Pa pelote- E dizem q:ie esse ministro é pa­ rente desses japnoeses que tem mercado aí per­ to cinema. D. Puntura- Louca!, mas então é por isso. Dicerto foram eles que rPclama­ ram da precariedade da nossa luz pro minis­ tro. Voce sabe, eles tem aquelas geladeiras enor­ mes cheias üe presunto Cbn·eja. E basta a luz pifar uma noite pra tu­ do aquifo desandar: o presunto estraga, a cer­ veja cboca, o diabo, com isso eles perdem um diDheirã•>. O ministro deve ter sabido disso. D. Papelutt- Mas não é que deve ser isso. E va­ mos já aomprar presunto e cerveja: Se todo mun· do fizer isso, eles vão ver o quanto precisam de luz para manter a gela­ deira a bus tecida e a luz de Pungá chegará mais rápida. D. l-'antuh- Que assim seja, pois quero tJ,Ue e~­ ra luz chegue antes de eu morrer. Ainda hei de asFistir TV aqui em Be­ ia Vista. Mas vamos JIO mercado dos japones, v2mos. T ronsf armou Sergio Medeiros PONTA PORA [ecentemente, estivemos com o pte. feito de Ponta Por Aires Marque«, qu e+tavn e per arando para ir à uiah4 tecebr o testante dn verb de 'r +00 (00u,u0 'eieo milhões de !'(Ili!'( ros) para o asfaltamento de lgun bit. ro do vizinho nuntelpio. N opurtunida. e, Marques Informou a respeito da con.. trugo do prédio onde funcionar a Pre. rrílur<.1. rqult('(ur,1 rnodrrnn tr,,co lt t· monioso, o prédio será um cartão de visitas da cidade. Além de u«faltar todo o centro, Marques, agora asfaltará p riferiu, levando o n,af•tllo, ""itundn '-tl'l• palavras "a todas s ruas de Ponta Por Na atual Administração, lém da euergia elétrico d rubupung, o prnfPito muni­ cipnl cOU"f'guiu o liguçiiu intnurli.111,1 (000.0Dl) <> já eRtá pleitando o t(>ru!lno das obras de a-;!'nllamento da rodovia Dourado - PonltL Porfi. Admí11/. !rução ,ires :forques trnb,ilhando em pr6I rto bem estar da populaçí'í.o. Tribuna da Fronteira - SEMANARJO l' U :'-1 O A D O E :l 2 O / 2 /7 '.! In-. Et. 13095331-2 CGC-ME: 03.200.763/O001.71 Rcdaç:.n e Admiui-troçiio H. Duque de Caxias s/n. Bela i•tn [T. Oficinas: H.w Duque ele Caxias jn Bela Vista Mato Gr0+so Hedator-Cbefe Ialdo Pereira ,dmini,traçilo: luria E-telu V Pneirn Departamento Co,uercial: Ahoro l'aeira ASSINATURAS A-,in:itura Anual Clela 'i,ta Cr8 lOG,0'J Dem:ii• ~funicipÍCJF CrS 150,00 Trihuna da Fruntcira é umu publicação da OIUl ' APE- O, artigo, pul,licado; com n•cinaturJS •I u ' autor.:,; niio traduzem u opinião do jornal. Su1 publicação obedece ao propósito do debate dos problema; municipai• e de reíletir a di,,er'ª' tendência~ do pen•arnenlo uni, errnl. Fundador: lvnldo Pereira üP 'lO c«r l BILIDllDE li ESCRITORIO 80 ITO - MATO GROSSO SUL de Soares e Soare O VALOR NÃO ESTA NAQUILO QCE í'AZE:VIO , iVIAS NA MA N EIRA Cü:110 FAZE. 10S. J. ll TÉ IC Rua Marechal Rondon E E PE iÊ 474 IÇ Campo Grande 01 MS nela VI»ta - Mt .- T'rthuna da Frontelra ---------------- NOTIS IS a D·legacia legional de Edue iço e Cul tura de Bela VIta DREC/A, Ptll'II t!J78. 11pús H ni:•l11c11la nutorná1I­ c11 (ln· orl('ÕeA), 11 J.:scol11 rll'Vl't'.'i p1·0N·tll'r a efetivação du mutienul e atieu' de lutos noV0. Entende-se por uluuu novos os trans feridos, os desistentes e os iniciantes. / mutrícula de ulunos do próprlo E . tHlrnle!'lmonlo, tem cnrnler do n·novnçiio e ch,vo ser encuruda como tal. PEHIODO De 20/01/78 à 0Fi/0'!./78, cadu Estab·le­ clmt•nto do E11sl110, deverá p1·ocecler a oonflrmucno da matricula uutoull.ltka, os ulunos, deverão efetivur suus matriculas Cumpre lembrar que ueuhumu taxa deverá SP, cobrad!l do· alunos no nto da matriculo, l!Ou qualquer pretexto No ato da matricula, a Escola deverá exigir, os seguintes documentos. n) Cerlldilo rle Na~clmento ou Casnmen• to (Trua:-lndor) b) Tlt:ilo do Eleitor (para maior de 18 auos- Trnus01·lcilo de dados.) e) Carteira de Identidade (pai a maiores de 18 unos Trauscrlçilo de Dados) d) Histórico Escolar, com todas as series já cursados ou Documenfos comprobató­ rios da vldtl Escolar anterior. e) Preencblarnnto da Ficha de Matricula fornecida pela SEC. A não apresentação di- um ou mais documc•ntos pelos alunos novos exceto Certidão de Nuschnento ou Titulo de Elelcor (Decreto Federal 6236/77), nflo do.verá constituir Impedimento àe matrí­ cula, porem a Escola deverá estabelecer prazo hábil para a entrega, upós inicio das 11ulas, (assinar t'.!1'mos de compromis­ so com u Escola). A Ficha de Inscrição fornecida pela Sec, deverá ser preenchida pelos alunos novos no alo da matricula e pPlos alu­ nos da Escola, no ato da confirmação da Matricula. CI Co:no em 1977, us Escolas de erlo re­ eeber todos os alunos que procurarem p • la fila 11 ieul , ri•· u 1·01 ti,, <:ym o n''. dt: vau nela existentes cada Diretor fixa ró o n de vagas para seu Estabelel mento de En-sino de acordo com o n, de carteiras utilizarem e alas existentes. No caso de !unos novos u Escola de­ vera dar preferencias aos lunos dentro du faix,t et ria de 7 a 14 anos. o ensino de 2, Grau. u mntrlculn d!:lpenrlPra , o Militar ou as famila'l deste11 poderão mate icular em qualquer Estabelecimento de Ensino, ln­ dependente da vaga ou epoca deEde que tenha sido tt'aosferldo de localidade 4)- Aluno:"l prnvenientes do estrangeiro só poderão efetivar matricula após a Le• galiznção de seus documento!:!. 5)- As unias terão Inicio nus Escolafl Estaduias pertencentes à DREC de Bela Vist1, d1a 20/02/78. li- Para a tran(jui!ídade elos munícipes, in­ formamos que caso haja necessidndP., paro o atendimento de toda a Clieüh,la escolar a Delegacia Regional de Educa• çiío e Gultura proporá a Secretaria de Educação e Cultura as possív~is formas de aproveitam•mto dos· espaços ocimws, de convenio com outras Entidades, con­ tre.to de locação e oft-recirnento de ou­ tros meios necess!'Jrios. prof!! Gilca Lino Delegada Regional de Educação e Cultura f rancisco ll Rua Teodoro Rondon QUIS.A Canrniho. 9667 -· Fane 135• I I MATO €OSSO Peças Originais; Ford, Wlllis, ~1ercedes, Wolkiwagem, Chevrolet; Acessórios, Mat ria! de Pinturn. etc... Espl·cializada em Tratores ilassey Ferguson, C 8 T, Flat. Breve Auto Peças Universal em Nioaque. Homicidio O f)i" rio ()fj ,; 11 do dl l 17 f ill jlll· llllcou o período de fris do del za1o de policia de Bela 'f-t 1, ,11,,(• L,, 1r, Ir 1 Em consequência, o 1 ,.,•ri, ío, IJiJ,111 (' 11 ,,. e] Vfedes, pasa a responder por esta delegacia l'u vli,l da ,lirwraç·1o li•>doqut·:'ln, o Individuo Eklo Coe,·u, a~:; 1-;,lnou u Agostinho Hibas. Apesar das intensa di. ivgências efetuadas no local, a policia não conseguiu descobrir o p.iraiierro ,to ho• miclda. 3uu prisüo p1eHnth:•.1 fot rl(;','l'<'• tadu. Aguarcla.~r o d(;'sµaclio. Cndc.:ia para o assassino 'atou Esp:1sa a Pcnhaladas Rodoaldo Gome+, assassinou tua es po,;a com seis º"' tefra p11n1t1iJadus. O motivo do crme foi desentendi ento pe­ soai. RtH1oaldo está preso. Foi nutuauo em llagraute. Maiou O Pai O cidi:Hlão Ramão Ademir Rojus, ma­ tou o seu pai e umiu no mundo. O pal'­ ricida encoutra se de$aparecido, mas o aompettnle inquérito foi instaurado e agull.rda-se aperrns sua conclu ·ão, para ser· decretada a prisão preventiva do H.amão. Baleou e Fugiu Lidfo Franco disparou trés tiro~ no Antonio Ribeiro e deu no pé. O Anto'Jio encontra-se hospitalizado, no Ifo p. 8. Vi­ cente de Paula e os investigadores estão procura do "Riogo". (Lldio) ae Povo A Segurança Pública de i3ela Vista pedP ao povo cuid:idos e peciais, uo sen tido de evitarem problemas com os ciga­ nos que se encontram em nossa cidade. São várias as barracas insta:adas e inú­ meros ciganos. O io::portante (i. evitar problemas com os mesmo. Klelegado interino Assume pela terceira vez o cargo de Del 0gado, interino, o escrivão Hl[tlo CoronPl Viedes. Desta feita, substituindo o titular que se encontra em férias. Visitou a Delegacia de Policia, a professora Gilca Lino, Delegada de En­ sino de Be!a Vista. Visita de cordialidade. 1 'd .. Al1l,f: 1. , COI O'ANAL ' 1 l: Hl i, ,t'() lHl 1111 1, () 11,, lo , •.. 1 tl,lt~· 1 ndo o próximo es ó dto e a malltç o volta­ rào pata ferir própria 1 º oll ]'o:- , ui•·•• lotlti, abençoando o outro, o. r:lo af licd«de do ou­ tro, IIJ 11H!1t o í 1xlln do outro, otat»do a a@de de outro e oração se voltará para a wróprla peson, que então será ah tH;11,11lo, 11 rlí ft•l11., l••­ r xlto na+ suas til­ da. +s e multi!irá a u saúde. S•· vocíl Íl'!' r 11tr C!-l l OrfiCiÍO, faça-a com 11 mente ulegre e com a Convicção de que @unse­ guirá infalve!m utr. Uma prece que perdeu a "Mente alegre" no po­ cJpr'• rPallmr-Fe. 1une­ tado. Kuro,.ume, o runda­ c!or ela SEl TA Kurozumi pn<>ina q-ic ''lodfl crvll(,'f l' Fé iwrfi.o ln(m!:; 50 a meute esuver sombria". Mesmo que estejam com­ pletas todas us condições necp;;sárias para u con­ cretização do id,·al. se voce p< i·dlr a •·:,1e11te a.­ legre", o seu icleal pode­ rá não rn realizar. Sorria todas as man­ bils e receba o novo dia com "ente alegre", llurnlnatla, dizendo ''Co­ mo estúu P.eliz e Contente Zsporte para Todos l 1 1 É um agradecimento aos clientes e amigos que conosco labutam diuturnamente para o desenvolvimento do Estado de Mato. Grosso do Sul. TIPOGRAFIAS R R OSA E E H. LIVRARIAS SRA. APARECIDA RAPIDEZ - QUALIDADE - ATENDIMENTO É isso que voce merece Rua 14 de Julho, 1981 - Fones: 4-2221 e 4-6633 Rua 14 de Julho, 22136 - 4-3057 Campo Grande - Mato Grosso do Sal SENADOR D E R Z 1 QUER NO PLANO NACIO AL DE VI - AÇAO ROO V A Porto Murtinho - Ponta Porã Guaira z L E OS TERRITORIOS AO ECil O BRGAS OS C .UBES Pelo Projeto de Lei apresentado pelo Senador Saldanha Derzi no Senndo Fe­ deral, o t:·echo Porto Murtinho. Caracol. Beln Vistn, Ponta Porü. AmambRi. Igun­ temi, Guuíra doverú ser incluído no l'Ja­ no Hodoviario N11cionul. A aprovação tieste Projeto será um • grande beuefíciu porn o desenvolvimemo da região sudoeste do novo Estaóo de !.Jato -Urosso do Sul, ou seja. a área da fronteira paraguaio· bra~ileira. pois gn ra n­ tirá um acesso permanent<' nr, P()rto ele Paranaguá, maior corredor de...t>xoortt1ção do Pais atualmente. A importância dt-tste Projeto se cons tata pelo fato de vir ele proporcionar maior desenvolvimento àquela rica re­ gião da fronteira mntogrossense e por garantir a ligaçã.o da Bacia do Paraguai à do Paraná. antiga nspir!!Çâo dos llubi­ tantes da região . e melltorarn_euto da mais alta sl~nificacão pura urna inteora­ çüo da àrea no desenvolvimento na'cio­ nàl. Z.P.23 Tel Avh, O ch1tnceler iHraelense, iloshe Dayun, rlechtr()ll, na televiEáo is­ raelense, que se o presidente egipclo, Anua;: EI Sadat, pretende que se evucuem o~ puntus de repovoamento 110 Sinai e em todus os demis territórios ( ocupP do:; em 1969), antes de iniciar-se as negocia­ ções, a resposta pode somente ser nega· tiva. O ministro is,·aelense declarou que •·se isto é o que Sadat quis rllzr•r em suH. eu- 1 trevi;;ta à imprensa._não haverá nlretanto, não es- pacíficas no marco da te nenllum candid:ito da preferência do !amos dispotos a comprometer-nos ante.;; Carta das NaçõesUnidac;", partid<;, à governan,;a do Estado, já que da rlíscussão", afirmou Dayan. Depois disse. igualmeate afirmou repudia a indicaçllo de qualquer nome; disse que "constatamos uma mudança que ·'também (Sadat) l'az porque o procesoo de escoiha não traduz de posição dos planos, é certo que não decla.rnções ab,;urdas, em à vontade da oposição e, marginaliza a tinham aceitado, todavia haviam-ee de- especlal quando nos diz participação popular, razão pela qual clarado dispostos a discutir, enquanto que cunteUJos com ele manifostações ne'.:se sentido, não expres­ que agora recusam-seu fâzê-lo". O chan- para gerantir vossa se- saro o pensamento do ;lovimento Demo• reler explieou esse mud1rnça de atitude gurança na fronteira Nor- crático Brasilein,", diz o último item da egípcit3 pela preEsiio exercida sobre o te de Golan, e nós per- nota ofíi::ial. Egito µor parte dos países àrabes atrn· - gnntamos como pode Os oposicionista;:: tentan, dessa for­ vés la imprensa. Dayan recordoa as vi- comprometer-se era no- ma, esclarecer os pronunciómentoe Yeitos vas reações egipeiss ante as informaçoes me io presidente (Hafez durnnte a .::onYeocão, &firmando que oão segundo as. quais a delegação cuirota Assud) se tem em conta existiu qua!quer intenção de prestigiar havia aeaito fazer concessões ntt ordem as relações que mantem o ex-governadOi' Pedro Pedrossi:1.n da · do día do. CnmiE:são Politica. com ele". A rena, ''ala iodependeote. ' t 1 1 1 f . ·- te..r srt %U.MA PI /E 3uite. .Apartamentos (casal e :-olteiro). - Hotel mais luucsc do 3udcsste Metal ala de kccepçãc ! í O!OCe ' O C .. :ütào de v;sitas de Aquidaua.na" MATO GROSSO 00 SUL ft. - 'r,lfJ1Jnl ,h honl1fr1< 1 7' 11r1.1Hllin- .tp6H dus horus e mela no pql4elo do Plunlto psudus 'm vompu hla do ministro iolbe 'y do (, 111,1 I' silva, chefe da wwn Cp,I do overnuo 0 .. 1,1,J. (J l'X f{Ol'l'l'rlflllOI l'l' l1'11 l'Plll ()',',Jllll, Jo Mato Grosso do Sul, d.sse que cor ,itlt•l' 1 IIOl'lllll)S llH dlv•·rg •11C'i11H rntr<• Oll grupos políticos e sobtetu lo, entre uque­ Jes que petendem o me-mo ca, (o. Pedrosslan condenou, porém, ts retalições p·soais ao afirmar que "ePI, r .. cllc·11l1zaçih p 1Hlt1v11 rnC-nle 11iio 'r.-conwndu u classe plitea'. E aeres. ('011lOU: ll 1 IIosrn. Ei-1.irl, j I l 1llu evl l('lllrl que não será possível um co1senso poli­ tico e n d elsüo ~.•r.1 en-:a 11l11hu la pl'!r, gov·ruo federul. O que eu acho e que ela teu que ser ue íla Jll'l' toc!OH C bto 10 torna 11t11cla mui, VL•rclacleiro com 1elnç/o 110s tídc>rPs políiil', !'. Pedro Pedrossian negou-se a udmilll' (Jll!• j.í t•,liV•• • !' !' l!Ji !11 !'li' ( r d l ·.r to Gros o "º :--ui, 1·11,h ;r l (111,!o qtl • J,,- » muito o h nra'ia, 1 11 ,nh •c·Im ·nt > qu • leI11 Jo pr ,l,lt•u , E-la !o ,. a vontade de res },o t Ir: 11 isso respaldado num1 efelva liderança po­ pular e eleitoral O ex goverzador, e. gundo despacho da cre tenciada Agencin Estado disse que se reusava n errar 110 terreno da a:,r, 1 .. ,,::0, !'ara o qnul 1, •u-. adv••r,: 1 ,ic1." ,,olitko. pr,'lt•ntl m t:011- luzi lo e a!irmou qu' se porventura for escolhido goveruador, o que estes d­ versáros irão fazer ou deixar de fazer p Iss1 sr problema pessoal deles e de mais ninguém Fnt s 4no Plun!to, to­ ctu, tu, indica.a que Pedr sstar urna­ mente st•rà ,, Ili!' 1du Jh'ln presidi nl<' 0'.:!l-;el. co:n ap. ov ,ç:io do g ·rH11·lJ i Bat,,t 1 dt> Figueiredo, par o governo do 11ovo Estado. E lembram inclusive, uma frase do próp1•io G.!i ,d: p.ua cJS prn,-,,ões, exr·-· te, sepr ', as contra-pressões. , 00 íJ íl rnJ lm Campo Grande (Do Co,r~~pondenle) - O senador Italivio disse que vê com [ UD íl íl lID ~ IDJ Ls íl lID J up!'ee1Jsão, o rumo para que está sendo dirigida a política de Mato Gros50 do ~ui, frisando que '·11drnile correntes de opiniõt!s <:ontrã~ias dentro do partido,, mas extrnnh:1 a ret111iução r!e -natmeza pessoiil'' - que está. sendo feita por al­ g_uns líderes areuistas Jn chamada área ortodoxa. "O dever cívico no.s impõe a bolidaritdade partidária'' disse Itulívio. O ijCnarl<,r fc1. outros rom~ntúrio, dizendo que n:lo vê impt:di1ncnlt1 Jcgal parn o nome de Vcdro l'edrossiun e diz que o cx•::ovcrnudor l<'ru~dli qu,• chegou, cn1 tr:in~ito para A,1uid:iuana, não quiz llar n111i1us tlcclarações, udornudo 11111:i po.içãn de cnute­ la, mas irritou-se muito e cht·gou qua-=e n gritar corn um jornaliuta que disse que ele pertencia n ela orr,,doxa. :U.'TO GiWS'-0 Nr TROCA DE BANDEI­ RA EM BRASÍLIA No dia 5 de fevereiro, quando ir.ais uma vez estará sendo trocad11 a Bandei­ ra Nacioual. na Praça dos três Poderes, em Bt-e.sih:1, Mato Grossu será o fütado Lloruenageado. Os convites para a solenidade, que contará com a presença do Governador GJrl'ia Neto serão euviados a eutorida­ dcs esta;luais e federai,;, na próxima se­ mana, pela :tsa Civil. A ~olenidade dr, troca da Banddra to:·úvUir:i lnrlu-trial Ht·!!ional . .-m ar11ru· luçào com a Pref.-itura :'llunicip.d otru,·é• ria oU!l Secrelnrin tle Inrlú,tria e Comércio e com a fede­ raçiin das Indú-trias. A Feira tcrú cnmo objetivo expt,r e con>er­ cializar todos os produro, ori;dnário< da, indú.=. triai sediadas na região. Os eventos se constituirão numa experiên­ cia, co,c vj ... tns a incentivar as indústrias a conquis­ tare111 novo cliente.; e n 1J o5 mercados, com me .. llror aproveitamento das matéria, prima• ~i•ten­ rc, no Estado. o Móquino da Beneficiar Arroz, a Secador para Cereais Ataccdo e Vc·eio :.: :.1 " o H o A , 1 1. "' e . o P A rt :i.. .. E I n A , r ~ 1 o J l! E n ,; , " .J Ruo São Paulo S/N Clsp«ação, Laterseu Pirurus la El«tricu ele «s Geral A t e n d e a q u a I q u e r h o r a d o d la o u d a n o i t e. Rua Jllonso Pena Esq. Teodoro Saliva - li PRIMEIRI EXECUllVll DO MOB O MDTO OSSO DO SUL . Jlll'lhÍTl L,t,!111 , ,l rlo .tll!t 110 lo 1;r, •, do :-..111 toi , l I! 1 11.1 noll..> d • 111rnl;i '''- (-! p PI 111 uitl!Jl 1 ('lrll' d 1 ,'(li)• enç o Ll!c I HI 1 1 1 l 1 , •.••• nhi, o solação Co L,1•11 j ,l 'tH,,p, 'i(',10 , tllr,· o mt whro, 110 ))1. r, lúrl I i!• • 1011 1 Jlf'T!ld· tiu u formação dn Exe­ cutiva com politleo da chapas'AI ncr Furtado' •• ",(lou,• ('e li t•1, i--11tto­ via", que biiam coneot. rlclo 1L11t1 rlr,rml'lltl• J>,l lu!n p, l.1 p: e· l 1én• 11 do parti lo, que li ou com o d.·putado federal Antnio '4rlos de Oh ia. auto­ m1tlít• dlH'IJ(l'. O Jll'ül ll'll• te da Executiva. A vitória global dos 'radicais" foi recebida com tranquilidade pelos "mo t •r,ulo ... , Qll!' aincln te muita for,,u. ,-muo­ r constitua m mln orlll, no Diretório <' na Comi­ s'io. Dti ac•ord0 co;r a votuçllo IJC Lurnn, n Co. misso Executiva do Di. retót'io n.,-g10nal rlo 1 Di3 no EHlado de Mato 11ro~- 60 r!o Sul ficou assim CODflll(uirla: Prer. Agora ~ a vez do sr. Pedro Pedrossian se mMifestar. Está certo que ele preferiu ficar calado muito tempo esperando as rlecisõcs mas depois das declarações do sr. Garcia Neto, fica devendo uma expli- 1 cação,. ou já sabe, de antemão que o que foi dito é verdade tJ ... quem cala consente. o l No pequeno, médio e grande veículos de comunlcnçào do J lf!I 111 r (,· mum,-nto o deparam lapos, Ialh i­ previ»ívei, f' Jll' ft 1f< li, ()<•t• J'l t1fl_<· i'•' 1 inadvertência da redação, da revi 4o ou de qualquer outro departamento_d9 ,J" uni, du rr,vJ-to, do r'.ull•1 1 C?HI 1,ojcntru, ('ITJ t!O!l'llflnte ebuliço, t tando, mais uma vez, que têm no bes­ turno a matéria proclamada através de uma célebre frase de Cambrone... 1 , CUIABA O Governo do Estado. atráves da Se-1 Au informações e re!'an,as poderão cretaria de Indústria, Comércio e Turi,;:- ser obtidas junto a Divisão de Feiras e mo, realizará de 14 a 17 de fevertliro, a Exposições da Secretaria de fndu&tria 1.a Feira de Indústria Regional, em Cui· Comércio e Turismo, uo Pálacio Alenca­ abá concomitameute com o li Congresso tro, 4.o andar e f.edernçúo das 1udus­ NucÍo□sl de Economia Orizícola, nas do- tria de '.lato Grosso, Avenida Presidente pendencias do Cclégio Est'l.dual de MT Vargas s/o. A Feira visa u comercialização dos produtos inJustriais produzidos pelas em presas estabelecid1:1s na região. em todos os setores, em particular o madeireiro. argilas, couro, calcário, produto, alimen­ tícios, implementas agricolas, bebidaR, e ainda os provenientes da indústria casei­ ra e do arteRanato. Contarà com a c0laboraçiio das Fede. ções da Indústria. e Comércio, e Agricul­ tura; Associação Comercial e ouiros órgãos ligados à área produtiva. Documento Perdido Luiz Fernando Ocariz declara para os devidos fins quo 1::xtraviou sua C2.rtairu de Jdentid1:1de tº. 00161 expedida em Jardim '.It. Publicação que se faz para abter lª. Via. ca sua Nome ----------------- 1 assinatura Endereço--~-----­ Cidade ± 1 s Faca , de 40 0/º AQ._enas nos _meses de Janeiro e novo Tempo. Procure o nosso Escritório ou de revistas.. Se voe.e mora em outro l'vunicipio da Tribuna da Fronteira ganhe Fronteira. O Jornal Sr. Ernando Francisco Gasco preenc.ha o cupom abaixo. e Fevereiro. Tribuna da um desconto na • ■■ de um banca Estado ------------------------ ----------------- PREÇO 01 BSSI ,li UR an • 90,00 (Apenas em Jaaeiro e fevereiro) Envie Cheque 'amial a Trib11a da f re leira Bela Vista Mt. 'EDITAL DE PROTESTOS J•1•f ,,,·li1111 •• Sif,n, or;,.;,.f "" l!P~l>llf, ri,· jJrnll'•fOl'I' d,~,.111 Curnur,·11 ,1,, lkl., i rn do l°ii,lu· Ao dre Mato Grosso, na Forma da Lei ete. .. luz aler qur encontram em eu Uart. ,iu, ,1 ll1111 1'<,rnnr•f Ilia-, 11.•l 9111, 111· 111 t•i,ludP, p.,. na puvtr·tu por falta de paganeto, o títulos alai­ ..J t' n•l.11"iu11ndc, .. , 1) in111 l'10111i,,(,,j;, ,, 11,·irla , .. 07/11/77, , 11fur Crl'I .. ./0,/0, emitida por José Batista H'ires favor do ano brasileiro de De,rotos N/A, presentada para protesto por Banco Brasileiro ri,· lit',n•11tu, ':',/ . 2 ota l'romisória vencida em 0204.78 u!nr c,g .. 0 00,0, Emitida por Hul,ilor de AI, eida Silva em favor do Banco brasileiro de Dres. j r111110@ !;,,, Aprr•,1·111nd11 puru proti,sto por B1111ro Urn-ikirn il~ lJr,cuulo, :S.A. 3-- Cheque n.o 275791, valor Cr$ 19,296,00, Emitido por Hubibar de Alneida Silva l'lll 2ll/fl/ i7, 11 ,·nrgu do IJanrn llru•ilrlro lf,, IJc,cuntM ~I,. ,11r1•sr11tud11 pnrn prurc.io por Fiunncin,lora Genera. Motores 5/A, 1)-· J.,·rrn 111• Cúmhi,, r1.o J,,/C27/0U121U; 'nlor Cr$ .... 19.?.96,00; Eu1i1 idn por Fi naucinilora Cnirrnl .llorc,rcs S.A. Contra Hnbil11r rJ., Alrn,·idn ~ihn. Apr,•-1·1ttH1lo pura pro'.eFhl por Finunl'iudo­ ra Generl Motores 5;A. 5) Duplicata 11,0 :JJ..J 10 'olor CrS 3 .. 5116,15 l'r11rin11·nto J6/l2 1í7; Eiuitidn por Cnrl,•• Git'rdo­ ni ,'{ Cin l.t,lu. Contra Euclides Ducroce; Aprt·~en­ rnda pnru protesto por Banco du llrosil S• A. E por niio t,·r 8Ídn posslvd r11rontrur os de­ ,r,lorrs ,los tllulo1, rl'lncionados, pelo prt'Fcnle Editul 'IH' ,rrú afixado 110 !oral ele costume e publil'111 o p1·l11 imprcn,n lt,1·ul, lntimo,os pnrn pa•an·111 a i111porrânrin dos niencionudos titulo, ,r;c,clrlo, dos juros e despesas legais, ou durem o rnzilo do recusa, e no 111cs1110 tempo, nn foltn de pronur1< 0 in111c11to II respeito, notificu•os do com• pc1en1e protesto, no prnzo lego!. Ucln Viiin 1lt., 25 dr. Janeiro de 1.9i8. Jo8é , velino e ilva Oficinl do legistro de Protesto. 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IDJr. Cfoero fSonçalves Costa Médico Oculista Oftalmologista Rua Antonio ]oão n.o 753 Bela Vista Mt Sul IJr. 1 arlo» Ed Sá Medeiros O B - ,11 <,)(, Dr. Cyrio F alcào Advogcxdoo Causas Civis Crimuin Inventários. Trabalhistas Rua Rul Barbosa, 2774 t Fone 4,3 'a.ri;,,, (j, und • Mato Gro o tu: Sebastião Crispim do Rg0 319 Fone 771 llr-I11 Vi-if11 -· ~, 110 ADVOGADO E.::CílHOiJO - !lua 3 de Outubro (;. CJ l.Aú 0 DA C:HlE fJ!;1 J) Br,la Vista Mato Grosso do Sul Dr. Joelson M. Peixoto -Advogado- Cau,ar, Civis e Crimi□ai1 Ruu Lo ,!e Ma:u S/N - Jardlru - )lt-:. Dr. 1 Jan Af ansG da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Hua Voluntários du Pàtria. 376 • .Fone "LIO Bela Vi ta .Mto Grosso Sul ESPORTES SEM f O 'lEIRõ DR. flO J URíl O -MÉDICO­ Consultório, 7 à J.lh•, 16 às 19 hora «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural, 12 às 15 h 7 li 1 1 1, lllt • • !»+ ndo para derreter, haja visto que t lll re a! » wti 0 flll li .1 t.,,f,, llt''"' gativoe h otor- reio feito em Bela ista Pa. :!"ltaJ ou .1 B,, .,, (· O I lhlf" do r Geraldo, filhos rnro e migo, pare r }unte 11n11 rn~i 1oi11 1 úr, Í.tic r l .... ua última vitória son a. rado. ra por sinal, foio rmputr contra ma selào, trinada e e phe. ri,,n­ ln l'ur~ joa:nn J,, t•ú!Hr., O· Pa• rn:::unio!-! e »tão contando com ,uu torcirl., já que vale o f•l'no ir ve los bater na bola cor mac·Ptriu t· -upirirn<·tt, 1 ihtnnt~ p.,rn trnur de l.l uma vitória :ls di,.:r,J, j[i ohtidas até aqui, lvnn do Nascirneulo LEIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA PREÇO DE TE EXEMPLAR CRS 3,00 Madeiras brutas e aparelhadas .. 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J11,,•111oi, ,,1111111<,• ,, (u1111·0 ulH•Jn~ ,Jr t''lwrn•~­ ças, nlevado vem sonhos e fantasias, amas/urei das cortejamos a vida com prmio que recebemos do nosso labor, velhos, contemplamos o passado u+peito+os de que a no»a vida tenha sido proli ua, rela permaneçam tratos de uma tradição que ajudamos existir, E por iro que festeje­ o o nos+o aniversário, Vera Itita. Hoje você completa 13 anos. E a aurora ri­ ,rn,dtu tln ,idn iluiala pela faia rh· lur dour,1• da das ilasde. lida no feto e caricias de seu-s queridos psds o iriuílos, vori'· rc.·cehc heijo.; t' nhr~•~od. r..Ul pro• ftuü'lo· - rl'hrnli110 orvnll,o tlu 11111or r:orrJa11úo u llor do lur. Coro o 11u•u uh11u;u f" o dn Sinlrnriulrn. n llfl!I· a benção de pndrinlu ... SevHinu d., Tulcdu 15 Anos A Vera Ri ta No seu Aniversário Severino de Tuledo C rom nmor e rurinho gue hoj~ venho lc snudur, !'mio-te ulei:rc, snnhnnrlo Com florrs pelo cominho Que garho,n irús trilhur. 15 nnos pri111u,·eru; .Aurorn r6~en ,ln vidu: Faixa de luz que ilumina Ao~ nfu:;os riu ilu•ilo, Sonhos de menina moça A nqucccr o coruçüo. E assim di1orn, riwnhu, De coração satisfeito, f:s "Nninde" entre louvores, E do beijn flor ao! beijos, De!irndo uruor perfeito Em rea Ice e111 re outras flores. Ao te Fnudnr cu- me inspiro, V .,ndo.te uiu,lu ,unis bclu, De..:antndn em versos meus, Como peregrina eslrclu Todn rle luz irisada, Sob uma umbcln clourndn Du Bençào5 que veru dos Céus. Vera Rita O redator-chefe encarregou-me de es­ crever alguma coisa sobre o aniversàrio da Vera Rita. Olhei sério para ele e res pondi: "Chefe. tenho poucas ,irtudes tl entre estas poucas, não consta o senso, ou melhor, o dl1m poelico". A réplica veio seca. Estou pedindo uma crônica e não uma poesi&. Falou e saiu. Eu fiquei conversando com meus botõas. Escrever sobre oa quinze anos é muito dificil. De que maneira vou transmitir o brilho que vi nos olhos de Vera Rita, sua beleza de menina moça,:· A meiguice. _ Como descrever a feliéidnde. Não. Eu estou certo. Para cantar a poesia da vida é preeiso ser poeta. Confesso que vi. O sa Ião do Gremio P6dro Rufino exalava ro­ sas. ·Pairava no ar uma atmosfera mági­ ca. Os duendes oarcciam soltoij. A múi-ioa proporcionava um mundo de sonhos. Uma das vlsões que guardo, é >l de Vera Rita toda de branco, irradiantA, linda, com os olhos clleios de t'Sperança, deixando o mundo das c1·iançao e penetrando no mudo das adolescentes, a fase de tran­ sição mais vibrante desta estrada cha­ mada vida. Parodiando Casimiro te AIJrEU, eu cauto ... '·Oh mociiade! como és bela e ricu. Hinos de amores neste século bruto. Lou,·or ao meuestrel. Pal­ mas a ti, C!.lnt•Jr das açucenas Ql!i□ze prima veras nesta fronte. • ernelbam-te um laurel". Vera Rita. nproveira u c.,le?­ to- estuda e pensa- é belo o teu porvir. Seja a vida para voce ~o nsos e galas. Viva e cante e ame; seja como os pas­ sarinhos, num muntlo onde muitos l~ não sabem cantar. Canta_ e despt>rte hi­ nos de esperança. No. prnuo transmitiu ensibilidnde de su:i alr.:iu. Desenvolva a fa i-ensibilidade e leve_ amor, aos que 88 cem Aos que neces~ttem. Ae1ma de eare • ., ·a deixes de ser tudo, Verli Rtta, nunc "" i; u ep!ritualmente menina, pol a ve emnpro permanecer jovem ,· J3 ,rw• d,· er,1 HitJ 1) Sa!Jo (lo Url rnlo Pt dro !{ullno e engalanou para receber os convidado (!p 1(61,lo l' !11riu, na <;OOH:lllOrHÇi u {j(J l:í anos de Vera Hita Como sempre, o casal demonstrou a arte de bem r cLl>•'r. E, fato conhecido ser Kézio e Maria ex­ celeutes u11f1triõe~. !lai .. uma vez fol C()!ll­ provada l'htu n,;i;,•rt i Ht. }l'<> .-r f:'< i;:< ~111llo cltiC': r,A poli- e a filha uguar davam u chegada dos convidados no hall de entrada e chamuvum o fotógra fo para registrur o momento. oro# Ambiente supl'l' f'legaate. decoraçuo rio prlm9l1·11 e n vinda do conhecido e Plltlmadu Cuutolro (por sinnl mui.lo cx­ pon Ivo) 0 suo equipe. O buftel estevl' fora de série. Pratos finos e de muito bom gosto, regados ao bom wiski escoce rx# Uma das presenças marcantes na ocuslão lol a do poeta e J0rnalistu Se­ verino de Toledo, residindo em Aquidaua­ na e velho amigo da familla. Severino é uma rlus almas mais pura,; qut:1 conheço e um poeta que canta as ClJisas he:as dt1 vida. Ele dedi.::ou um poema à Vem. Rita. publicado nesta edição. Destucu.:ios lambem a pres1rnç11 do Dr. 'l'irson Lou­ reiro de Almeidu, conceituado médico· pertencente a Diretol'ia do Hospital das Clinicas da U ~P, em São Paulo. Num animado bate papo, o diretor da Tribuna, jornalista Ivaldo Pereira e advogudo Sergio Roberto Perondi. Em outra mesa, o MM Juiz da Comurcu :?m companhia do advogado Petlro Palmieri. Foi noluda e comeutada a elegancia dt> Vera Rita e de sua mãe :'lforia. Esta­ vam simplesmente marnvilhosas. E foi nesse ambiente de muita clas­ se. onde s'entia·se a vontade começou um anirnadissimo curnnvul que foi aca­ bar altas horas da madrugada. Entre os convidados destaquei os tios da aniver­ sarianl2. Ia Hlr4. Z' Ili< 1 1 , }Ptil 1 ,,o rJI 1 "t!'Jint•• Jio1n • U!11 i;IJl'Ul •nt•1 churr,'H'II 1111 h,1:1ít1 f, 1,•1111 '!.111111 :ll CHll)l'JfH,rJIJ«IO li nat de et !lfl ,r, l r,•. sents Dr. Ke io e f 1r111 ti, 1nw1r,•JtJ l'11l!I 11it11ln hPhtrJ .l e mui!,, LllU i<'h !'ui 11111ro di L de grande movimeniaçio !l,l t.1111J1l, dn, unlnriõ..-~. Tu,i•1 fot llern orcu,;, poi,; D Liclía _ê muito '.:~llmadit principalmente pelos jovens Dia ~1- Zeuirnar·. Di1 11- Ci,,co aninho. d•• rnlnlrn 1 1fi!ha­ da Ana Karinu alomão Marques. Diu i-1· Joüo Carlos Vetusque1, - urr:a linda ncaata 2briu o 1 foram cum­ primenta-lo. Dia 15 ego Zac6rias- Foi uquPlr1 fe11- ta "ª fazenda de seu p11i , r. SebnRtiãc, 1'.nimaçüo eru tot11I. imaginem só, foi de 16. com conjunto e tudo que veio a e­ retlta para D. Lidia. Dia 25 - Meu pai Rigo'oerto Vrlasque.l Papai não passou ::onosco cs;;e dia, mas a data não importa, ela será comemora­ do ... e como ... Dia '.25 Sidney Mascarenhas Júnic,r, Dia 1G Zely Guimarães Loureiro, Dia 15 Cristina Gabinio. Dia 14 Cachito. Dia 26 Os gemeos Ricardo e Ronaldo ?llendes. DO NASCDIENTO Dia 10 pp. nasceu Rogério O. Aln•s, para alegria dos papais Fernandinho e Zenobi:i, 1,oii, a tc1:cicta er.J. para um ga­ rotão. ParalJens. M[ol ar' ti r d,<•ln.1p: li il l 1 1 ('11111 t! l , tül• t 1_;-1 .'ll ' , 11 o 1 , !) r ! !l7 I 11'1 III'. H1 Ce!e tino 7 Pul que . • í,Lt JH1 1 o ,laldo tl,•tl n,1 1, ir, totloR os f111,; qu, perJet: 'UD C'artcir.1 de Iden11,1a rte HG.0:í:-i,0-1 l Exrvrli1!,1 P/SP-Mt, em 28 0477 Cuiohá . Mt Publicação que 1,e laz para obl•·l' . 2a. vio. Sr. Eudo D. Rita, João Nazfr, Dr. Can- VnTANTES dido - Air, Zoé - Benedita, Dr . .1nrano - D. Pas~ando suas f~1'ias co-.:n o papai Dr. Hilua, Dr. Hélio. Carmem, :1ario Andre- Ely o garotãc, r.1aµdlo L. Barbos:1 e seu za, Jos-) Odete, Tinoco Verioha (especial- })rimo. ,o seu pai trouxe agradável uo­ mente do Riu pfira o acontecimento) Sra. tícia de que o mano Ely Tadeu também Mª Rita Pinheiro (avó paterna) e Sr. Pe- bea·;{stense, foi aurovado no -vestibular go Loureiro (avô materno). Lá tambem de Engenharia para a Faculdade Nacio­ dislribuindo elegancia a morena .Mª He- na! dr Engenharia no Rio. em 5º. lugar lena Perrupa10 acampunhada to. Ao ser interpela pelos jornalistas, o secre­ tário de viação e Obras disse que, esteve no Di­ trito Ff!deral tralaudo d0 assuntos administrativos ligac!os á su.a pasta. No GeR s.:.bado pp. P. t irn animado mut.ta_ gentti pl'estigiou e ac0111ect-u. ;O Belavistense pouca gente, prem anotei brincando animadíssimos: Mariza Zacarias Te_té, Lu1~. Edinho. 'andt·a. f':·etc. Dut~ 1 Eli2oca. Cluudio., Carla. Marta, Ser@ió !arque ' Luura .--ire,; e Rosal. Ulisses Guima• ràes: se eleiçõ­ es f assem diretas, DB elegeria O PRESIDE Mlf •iR . ILA - A tese do :IDB continua a mes­ ma dE:' C0í!1Dromi .,,u com e1 eleiçfü-s dirêlJ ~- O esclarecimento é do p! !dente nacional do .!Dl• P::.:.plicunao que- o :;.:?ç. .. meato de ante-er.r.did!!· luras dep211derá da Co□• venção aciona! do Psr tido. UIsses Guimsrae° d issc nã"o ter dú idas dt que, se bcuvesse eleições diretas, o lDB eleg<'.ri:i o Presidente du Republ. ca, assim como srult de vrios4Esta@os. For deste quadro, disse l! ses Gmruar3.e;:,, é ub,;o,i.; tn.meute impos,:irel L11e: qualquer pressão.