d 
' 
FRITO DE UMA 
Comunidade Cristã 
É maravilhoso enhor, ter olhos pa­ 
ra ver, enquanto existe muito1. cPgos· 
_01.Jrigado Senhúr, pelos nossos braços 
e tpaos, _enquanto que há muitos muti1'1dcs; 
O_brigado Senhor, por pntencermos 
a ~st3 Co~unidade maru vllhosu. enquun to 
existe rumtaR alheias ao que ocorre ao 
sou redc..r; 
Obrigado SC'nhor, pelos trab!ilhrs e 
frutos que ti·emo,, e temos em pró! da 
Reconstruçãc da Capela do Divino Espiri­ 
to Saoco, pois graças a esta Comunidade 
eristã que nos auxlliou que chegamos a 
0_bter os resultados da burraquinha bene­ 
ficente pussadu, cuja arrecadaçãc liqui­ 
da_ e dC'posit1: d:1 no Bauc0 du 8rastl ·1 A 
foi de CrS 33.58:i,Cll, quanto as despasas 
foram de CrS 8.214,00. danjo um total 
b1 uto de CrS 46.7'9.00. 
Que o Divino Espirita Sauto sempre 
os ilurr•ine e Deus lhes pgnue. 
A Eqcipe Org1lllizadora 
E 
Domingo, pr6xln1,, pueAudo, com 
um reduzido número de sócios, reali 
zou se mls um eleição dn Olr(•torlu 
da llonoflc1
1
nclu lfoHpitulur Suo VJceutú ·' 
ele l'uulu, pura o lJIOnlu i8 79, A fnlt11 
dl' ln!('!'>tese dcmon~trndo pl'lo1:1 Ycíclos ,,· 
Aembléiu mais importunte do calendá- 
rlo de uconteclmuntoM lruportuolefl ôa­ 
(]Uelu lnslltulçflo dr saúde, vorrI dPOlOIHl· 
lrnr que o povo bel11vlsteu,:;e neccseilo, 
urgt·olemeute, de ser motlvudo para os 
usuntos relevantes de sim comunlrladC'. 
!Iospllal esló. lotlmumeute llgt1do à saúdo 
púbÍlc·11, motérlu que deverlu ser consi­ 
derudu prlorltllrlu pela população, por 
ser v 4ue m1la lhe diz rospeHo. 
O deslutore9ae domoustr1:1do pelo 
qundro social do Hospital, em assunto 
de Ião gr!lnde r1.1lêvo, faz-aos pensar, 
1 
qu1, cube à Escola, Imprimir orif'ntaçiio 1· ' 
c_pmunitária aos alunos, para que as li· 1 
demnças jovem se capacitem a encarar 6 
os temas de grande aloauce social com -· ~­ 
um crllério de maior lnterê1:HH' para que 
nossa cidade nilo seju tragada pelri onda 
IT 
r ar 
mente, 
diga 
mfu m 
l'Íll ll 
• 
p 1r11 e 
ta•lo 
boa vo! 	o 
encargo d1 	o 
t !d nodode: 
R.,novoção 
i Deverá ter 
prazo 
Prorrogado 
A nova lllrc tc;rl 1 •J I Bc11lfc(!:.:d11 
Hospitalr d e Bela V; l11 1 1! 111 11 
sembléia do dia 29/01 7 ficou a sim cons­ 
tituida: 
Presidente: CI6vis M. de Oliveira. 
,:. Prt-,-,,: Dr. f'<:drr, ,J. l',I1r,11e11. 
Sl.'eretúrio: :'cedi L. Larnnjcira 
2 Ee.: Afonso Dilon N Leite. 
Tesoureiro: Horteneio Rua Escobar. 
'lº Tt:<1.: Celso :1. O. fü1lla. 
Fazemos volos para que u 1c,vu IJi­ 
retorif!. do Hospital contando com o poio 
do p<,vo helavisteu!e, po: . ..:a trazer oo­ 
-,;·os melhoramentos para aquela iastitui 
ção que muitos serviços presta a nos+a 
comunidade. 
Hoje, os nomt>s de E!y de Araújo Bar- 
Cufb O przo para 
uh. L1lulçfi11 i 1 motl1•ln 
nl II e! C' .rt Ir ,J, 
ItenttJade dever er 
11 r.1: 11 rio, p , 	, v, !rnt nt 
11te o proxlo mos de 
novembro. Ent adie· 
 1 n • te ntido vemn 
endo muuttde plo Is 
tituto d ldentitcaçlo 
do Estado e a Secr t­ 
ria de Segurança Pá. 
hlicn. 
A medida via di! 11- 
uulr a !!ul,recarga. de 
trabalho no diverso 
p,, to de lú1Ju.ifkc.1<,:lio, 
de v, 1 qut• o rnovfmt II t '.l 
de processos duplicou 
110;, úlllrncts dl&11. 
O !uHt!luto de Identl!I· 
cçã vem recebendo 
utu·tlment+>, cerca de 
L.U)O procesos/dia, entre 
Carteiras de ldenli;!ade 
e Atestados de Atece. 
dente!!. Há p,·ucct !empoa, 
o movimento era da or­ 
dt:-m de 700 docu'Uen­ 
ios dia. 
Por este motivo. 0s 
servidcres daquele l o fl ll • 
luto para e-itar o acú­ 
mulo de processos e a 
consequente demora 
n entrega dos docu­ 
mnentos, véu enfrentando 
uma cai·gu. diária do 
doze horas de rrabt.lho. 
bo a e Carlos Edy Sá de :1edeiros são 
familia'l'es a qualquer cidedão belevis­ 
tense. eleitor e participante do contexto 
municipal. Barbosa e Medeiros. gunha­ 
rnm notoriedade, últimamente, devido 110 
!ançamealo de seu'! üomt.<; à candid:1tos 
a AsBembleia Constituinte. Queiram ou 
não, Barbos11 ê um politir;o popular. Ga­ 
nha eleições nas urnas. Medeiros, por 
outro lado, é o primeiro caudlàato do 
MB, em Bela Vista, u depul!idv. Há os 
que pregam, inclusive, o nome de Ely 
de Arrujo Barbosa, para suceder o atual 
prefeito Caetro Pinto. Haja Yista a força 
política de Ely e o, apoio que o deputa­ 
do B11t'ém lhe dPdica, tstu possibilidude 
não ~ remota, muito pelo contrário ... 
Quanto llO popular Carlinhos c~egundo 
dizem pertencente a um esquema fortís­ 
imo) reúne amplas possihilidades de ae 1 
elegrr. É a política belavistense... são 
nomes da terrn que se dest':!.cam. 
PREÇO DESTE 
EXEMPLAR 
CRS 3,00 
O Carro do Ano" Procure 
o seu Agente em Bela Vista: 
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JUSTINO VASCONCELOS 
Prehid•·nl1i d11 O li JI<.; 
, 
1 
Al6111 dn ('Ar••r/l l11dlvlcl1111l !)I np, 1-:111,·n· 
to clllrt o dn r>COJ1/ml<'.I 11 H•wlal. 111< dlr "i 
tos do homem abrangem o bito da 
"'olfllca, lrMlu1.iilon 110 1·, 1·0111!
1 ('ln1t•nln, 
íl lodo el1lnd1 ll, da l'Trtl•11 l)()◄•,ilill' h !I' 
do lnt01·r •1 il' 11.0 1 xn"ít:lo tl.1
1
, p11d1•1 l'-4 
governamentais da iul de dintdude da 
J)Cll"IJ/1 hlllllllllll, l"llllO f/117,, l'fll')II{,' ll 
pl'<'l'l'Og'at!vl de vo1, o voto lia!! 1111ll"1la" 
que lho dlssen•m rrHpeilo. 
Si, lodott vem da mesma orig1•rn, r11- 
mlnhnw p1tr11 o mo,1110 rim r J)fJS•lll<'tn a 
mesma 1·azll.o - dotados de llif>nlico J;;s 
trumentofi paro agir sohrr o ml'lo - Jqunis 
liãn dó con~ld<·l'1t1'•HI' em tudo quanto, a 
todoi, corJcer11onl11, por todo, pos. a reso:­ 
ver-sP, E já estamos em plena órbitn dus 
relnções de produç,1o, oxorc!cio o tru11s­ 
ferê11r.la de flutorldudu. 
E~te, o fundamento da <lcll.locracilt, 
qu1J parte ciu lgunldudc, pura operar ua. 
lguuí11çüo do lgunllzável. 
Nllo 110 lgnornm as dcsig:rnldades: con­ 
uldora-se porém que nnf PR delPs, mawr 
que olus, a 1rnstô-las o exp!lcâ-la~ se• cs­ 
tende o territ6rlo muito mais v11~to da 
lguuldade - Ovrno pluoícitl por sobre tl 
quu! se aglg1111tam piocal'Os e serrnoias. 
SR multo deponde, em verducle, de 
conhecimentos eApt>cificos, oerto é que, ás 
Redoca 
gs PAI 
Francisco [ 
Rua Teodoro Rondon 
H!ij HillMf.i ll 
resoluçôe de ordem genética e que 
lorl<nl 1111111(! 1n. li 111la 11 h'>!ll '11 ,, lllJ 
"I ,111 r Ili qu•·. r, ll1111e:i11•, 1  l ,, t: .l.1·J11
1
1 
eatre a generontdnude do povo 
() ÓllJIIO, i' lffl 11111 IJI) ,li 
1
1Hlfi, !· tJ • 
por outoss, nào julgar r• l>'HII I' l'lfl l l • 
i<'•111 rl1· hl'lll !' li'lllll - impo ivel ta 
Intonla de todos, tendendo-+e à voz 
dt) lllltll)f' Jlllll!Pl'O. 1111'-!ll(J !ll,J',(llP. 1:11 
mais facilmente se poderá manter n paz, 
este, o privlpio das mnatori. 
l),j :·(!!{1'11 rJe lt11tar-M· lgu·tltílt lllf' () 
Igual decorre de tratar-se desigualen­ 
tr e <lo:,.ignnl: confl1·n111-~P a l'tqu1•z11. n L 
vorlodude; 11llo iw lho s11crir1c•1, po1 f•m 
u íg-ualdudc. 
1) 1 igualdade essencial da natureza 
hll!JlHtlll ü do• dlrcltoH ln
1Jlv1d110l'i proprJ;t• 
nw11ll' cJi(OH é quP surgem - ('OlllO R''il 
Vf'L'cllld•_lro COf'llUUJl•lllu - Oh dll'l'i!Ok JlfJ· 
!íttcos. 
JOR 
A 
f O u ílRA 
l 
URRE 
Carnalho. 
9667, - Fone 
M2'T0 &ISSO 
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•Jf'íl· 
d. 	de 
l 	r u 
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( 1 	'J 	O Oll 
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t•JL·tt. 	ro,lll· • 
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cias a ri :.ft'·ito O pr.-ft lltí rnu111<'1p t e 
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('fJílll'a•"<', VI l}l111CO. Ili,- , r , 4 
do ulguém responsável Iro, i<ll n< "
1 
Tribuna da Fronteira 
-- SEMANÁRIO - 
tJ '. O  D O E M 20 2/7 :! 
In,c, E-1. 1 l(J<Jj.l!l-:! CCC-'11-: 0J.Z•10.í(Jll0tr0I 71 
B l 1  1 l 1 
t ']• lfl' l·• l ' 
l )J: . l 
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135, , 
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Administração: Maria Etel V Pereira 
Departamento Comercial; Alvaro Pereira 
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Trib1111n da Fro111eim é nnrn puhlica~ã11 
da ORJlAPE- 
Fundador: lvaldo Pereira 
1 
1 
• 1 1 I IJ11 l 1 
 U?ll• 
(Faz) 
ttravé» do 
('llfTllll!IC'tltll <; 
1 
q lH <• irl d 11 1 t 
J w, ho <lo ,·o 
P!Cllf'I ( l'llll 
l)(IVH i)lrt-toll. 
fie·nci H 
!ela Vht, 
d" !ino. dt 
no pl•t·iodf' ilt· 1'178 l't7>l 
11 qual ficou n~ im ,. , , 
tituíd: 
Pn•Rirlcnll': Clúvh 1or 
Ct'l!UO dl' OliVl'Íl',l 
Viee Pres.. Pedro Joé 
PaImieri 
l" St•netfirt,>: :,.;oc•rh !.ti• 
lP La1unjeir,1 
1 
~" SccrPtório: ,ro.,-o C1- 
lou Nunes Leite 
1º Tesoureiro: Hort~n<'l<> 
Rô EscoLur 
2'.! Tesoureiro: Cl bo ~ 
Gurcete ffaltu 
1- CONSELHO HSC;,L 
1 
1 
O .. arti,,o .. pub.licado'- c-0111 n.-.--1nar11r ... 1:, d o "' 
uuton·, nfto traduzem a opíi,iào do jornal. Sua 
publicação obedece ao propósito do debate do­ 
problemas municipais e de refletir a diversas 
tendência- do pen-amento univer-al. 
Franci!<co S1l vn 
Padres íledl-'□Lorbta .. 
Geraldo Arce da Sil~a 
L1.1ntando com o apoio 
de V. 13:xciu, envlarnos­ 
lbe nesta oportunidade 
os nosHOH protestos cle 
elevada esllma a distiu· 
ta considernção. 
Atenciosamente, 
Clóvi:,, Ma rceli□o de 
Oliveira 
Preoideotr 
g V#Fito o 
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Guia Lopes da ~aguna __ ,;;,_ _ 
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te lguns no lllr!'l-l, d! ,lrlhlJI l ._' 
cartõ , <h vf~lla a lortr, o 1tln·lto. N1111 
jltus por exemplo, prenta-+e o cir­ 
t/lo ao empregado que abrla 1 P•>rla e 
cnrlfl dohrn que se fazia, <'111 cima ou 
embixo, do Ido direito ou <'k(jU<•rdo, 
trazl uuu muenugem espeiul. 
llujt', fellvoentu, vi,dtn; Hflo &1 rnpre 
,Ofll'CllrlUK, l'Hllt. é ll r,,~rn. ()()]() l<•lpfono. 
E .i1o poucuH 011 qu<• ui11rln i;u di'io a gi­ 
uá➔llua tlu dobr•1r oar1õ,.•H ... Puru qut•rn 
não sabe- e se interessa em aber- a pe­ 
quna dobra feita 110 cuntu c!P clm ,, por 
alguns tradicional1tas, slgnifrca que u en­ 
trtll{11 f,,t folt1 P'.'lo próprio dono do cur­ 
tfí o. 
A urlltc.lauo, nlius, e.los cnrtões do visl· 
ta, é bem mls llmtluda hoje em dla, 
Acompanham preseutes 011 floreR, ngratle­ 
cimentes eu cumprimentes plo ''niwer' (quande não 
se fites, por ulgum motivo, pelo telefone 
o que ó mais t1imptitico). Súo u,mdos tttin- 
b·m para mudança de addr 
r, ,: , 1111 l g,1 (' ri • 1 j r, t· o li 
a 111111 Ou IPL,,1 pour JU rnoirr•,·· 11 ••· 
fome explicará tum capitulo adiante 
fxi te, entretanto, uma diferença en 
tre o cartão de vistas oeial e o prof«­ 
sional, dois pontos. 
-Ca!IÕf'-1 Sfl 'Í tis são gravados (em cha­ 
pa) e deles consta apens o nome do 
dono, seguido ou não de seu IJlulo. Ü 
nd ires pode ser acrescentado em letra 
menor, uo canto de buixo, "Is o < ar­ 
tõ.o ni1o flC,l tuu flno. r:, !lller:cion: tPle­ 
fone, nunqulnhu. Se necesstrlo, este é 
notado à mão, na hora, o que reerva 
uo cavalhrlro ou fl ct t1t1a, o <lin•lto GP 
receber telefonemas e tudo mais, de quem 
desvje especialmente e llHI fillJll ttlJ,olu­ 
tamente simpático e agradável. 
-- Os cartões serão sempre brn€os, 
com papel quwuse transparente e mai, os 
cartões devem ler u letra preta couveu- 
A Cowum /Comissüo elo ~tobral Muni­ 
cipal Belavlstense) avisa aos lnte1·essndos 
ahtlxo relacionados, que, encontra.se em 
podor de 11 Dlplomus de Alfabetização, 
que poderão ser procurndoP em sua sé­ 
de, localizada em uma das salas, gentil­ 
mente cedida pela Delegada Regional 
de Ensino, e, ituada ao lado da Prefei­ 
tura Municipal. Todos os Diplomas siio 
rPlallvos u c0nvenios anteriores a 1977 
11 saber: - 
Arminda Teixeira 
Durei Ribeiro 
Dele! Ribeil'o doB antos 
Edson Milton Tavares 
Gregório A vulos 
Helvio Milton Tu vares 
Isabel Teixeira 
João Peres Donega 
Mria Nilda Gonzaga 
iIarla Isoliaa de Oliveira l' 
Ramão Tor, es 
Outros&im. também desejPmos que nos 
procurem as pessoas, abaixo reltlciooa• 
das paru complementação de Ileu cadas­ 
tro, veril'icRçüo do sua situação, a iiru de 
que ll1:1do o <'aso, se lhes po"s11 fornecer 
o respectivo Diploma de Alfabet!zados 
todos também, de convenios anteriores 
com dador. incompletos: 
Adalberto Torres 
Am1:1ro Benites 
Apulônio Gonçalves 
Alzi,o Pimeoh 
Bernardo Roda 
Bento Rodrigues 
Cleouir Rodrigues 
ClemE>nlina Malheiro 
Candida 'illalba 
Clementina itoraes 
Cristino Villar Martins 
Carlos Torr<>s 
Cicero Gonzaga Ot,nto ' 
Cleuza Rodrigues 
Et-mogenPa Benites 
Emiliana Pinto 
Euzebio Ferreira 
Euzo(ou Enw) Rudrigues 
Firmino Fe:-relra Brnz 
Ildebrando Ovelar 
Joanu T;;rres 
Joana Fernandes 
Julia Alves dos Suntos 
Leonora Pereira 
Maria Alves du Costa 
'.latias Alo rcon 
Maria Clemente Rodrigues 
.1ariu Luiza Duarte 
iIai'il Antonia Arnnrla 
Marciuna do Nascimento 
Osório Garcia 
Ortagno de Souz11 
Roberto AfonRo Anastácio 
Sebastião de Souza 
8alvador Clemente 
Terern da Silva 
'✓iceute Furtado e 
Valmir dos Santos. 
AgradEceríarnos irnensarnent~ u todas 
pE>ssoas que leitores da Tribuna e conhe· 
ceado algumas das pessoas aqui citadas 
lhes avis11ssem pre,;tando a1-<1,im uma co­ 
laboração com o !lfobral Belavisten e. 
lmensumente grato por este espe­ 
cial favor, subscrevo-me 
Garnaliel Stumpf. 
Secretário Executivo ·ua Com1.1m Bela,•is· 
tensa. 
Ili' 1 
(;!11 
do ma 
do casal e 
11111 Ili ,Ot;O 
(IIÚ ,_, 1 r,1 llOJll 
próprio crtá 
ÍJl1!1l.t/, 11 ('<1ll 	• r . l l 
ntmvi•s do t, 
!Jr.talh . qu.rnrlo um 
ca al ll• ina IHI , UI,! t'tll) frP,Jl!Pll· 
te vi to pur aí é o nomnedo marido spa 
recer antes do nome da mulher. E aten­ 
çlo; riwcn-e à tinta o nome que erl 
gravado no c11rtl10.  !'t:,l:O" qu • se quel­ 
•·, dnr no C,lrll1 u toque in.encima!. 
mente !ormill 
Quanto a <: .rll1o para uso de e­ 
gócios, este pode ser tanbém gravado, 
mus em geral é fmpre-o. Dele •·on·lll n 
o oomo do dono (ou du uoua), título e 
endereço. E conforme o caso, ta::bém o 
telefont•. 
De leve, bem de leve, logo que e­ 
ju possi'l'I teremos mais que falar. 
Le Ouc. 
Documento Perdidc. 
Luiz Feroando Oeoriz c.lei:lua para os 
devidos fios que rxtraviou RU,J • Cerlc:iru 
de ldeotid&de Nº. OOHil exp ·dida (•m 
Jardim Mt. Publicação qut i;e faz pur,1 
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pular 'Hin". 2I horas de 
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<lo:, lnt>Cl ult•F. 
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n•nruL P,,rtí<'lp •. A Se. 
!J'Urnuçn Púbflr:n e!!l(arl 
d:.> Olho. 
AGOH. l'f LEJBRE­ 
'I'l:- AOS SE;,jliORES FI­ 
'fll'ALDIS: 
Duranta JS fé,tejoa 
CARNAVALESCOS, a Se­ 
gurar.çu Pública ef-ltará 
colaborando com n Cire­ 
tia a e efetuuá o reco­ 
lhimento Iucontiaeoti don 
infratores audaciosos, pa­ 
ra o páteo da Delegacin 
de Polícia. .jude u. Po­ 
Iic!a a ajudar você. )ião 
rmbetime a 11uloridade do 
Diretor de Tránsito. Use 
a cabeça e uirija com 
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Seja prudc:rHe. Respeite e 
1-xíja seus direitos. Du- 
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NOI 
OflC 
Primeiro foi a !ressão 
inj11Rtlflc11du o lnbúlltn, 
grn tulla e raclosa, em 
plouo coraç/lo do D0111·a­ 
dos, de u11I udvogu<lo prn­ 
tleada abominuvelente 
por um cabo ria ::'ollclu 
Militar. 
Onpols, o,n Vluentlno, 
foi a dotenollo nrhilrúrlu 
e peçonhenta rloR jorna­ 
listas, Cícero Llmu rurla 
e Mu uríclu José de Oli­ 
veirn, quu cstnvuru a pra­ 
ticar o "He<llondo crlmr" 
de bem exercer, com im­ 
parclulidude, dignidade e 
respeito, a funçflo do ln­ 
formar e esclr.nece1· a 
opinião pública, colbe11do 
daJoR verdadeiros, qua­ 
!Hica ndo a tos cercos e 
ilumlaaudo do verdade 
fatof- bfstórloos. 
":lnis uma vez a Po­ 
llciu ililltar do fültado de 
Mato Grosso, desgul'!'ou­ 
se de suae !inulidades 
primordiais de puz e se­ 
gurunç1:1, tranquilidade e 
sernnidud2. 
"Daí, então, o repúdio 
sincero e leal do Clube 
<:te lmpreusa de Dourados, 
e a solidarlPrh1d11 total e 
Irrestrita aos colegas 
atingidos pela peçoulrn 
pvl!ciul ,1110, por momen­ 
tos, cerceou n belezu do 
trabalho houe8to e bPJ ôi­ 
co. mas não conseguiu e 
nem conseguirá jamais 
impedir que e Brasil e 
ots brasilei?os se quedem 
rscravizados pelo taciio 
do terror dos que temem 
respirar o ar sadio da 
Liberdade de Informar e 
Notkiar. 
Dourados M S 23 de 
janeiro de 1.978 
Clube de lmprensa de 
Dourados 
A Diretoria . 
O Gra 
Dedicando prnticnmente trda Rua 
vida u Muto Grosso e ao pais, o Gover­ 
nador Garcia Neto tem se detacudo ao 
longo desses anos 11u "ida polillcn por 
seus pensamentos hberais e defesa is 
poslçõeH drmocrólfcas. Defe11dendo sem 
pre o redrmocra!izllção do p,iís, com a 
extinção do AI-5, s1•ru contuuo •incorpo­ 
ni-lo à ConFtituiçtto. o üovernadcr de 
:tato Gro~so vê 11 necessidarlt, de salva­ 
guardas, porém, como velho conhecedor 
pvlitico, menos ri1?01·0$0 do que o ,-J-5. 
Como homem de ldéiaR liberaiH, 
Gureia Neto tem pregaao a volta imedia­ 
ta das eleiçõe~ dí1·,•tus paro gc,vernador 
C:e Estado. como nindu, a curto prazo 
para Pr!'sideute u,1 República. ' 
A participação efetiva dos atui,is 
governadores no processo de e&uolbu de 
seus sucessores tem sido uma das ufir­ 
mações col'lstanté~ de Garcia Neto, que 
pensa, porém, qu<> ossa participação de­ 
ve1·á ser· de tal forma que o governador 
não l'leja levaoo a participar, se ado de- _ 
pois preterido, o qu,~ F.Ó o lev,nú ao des­ 
r,restigio junto ao p~vo. 
Enallccílndo S'mpre u políticu do 
Presidente Oei~el. o Governador de Ma­ 
to Grosso mostra u vprança de que 
todas as medidas cll'fendidas po!· ele "té 
agora, corno a red(•mocratizu<;>fio do 
pais, ;;aivaguardas, Plc, sejam tornadas 
pelo Presidente da República antes que 
este termine seu mandato, ou pelo me- • 
nos, deixe-as em condições de serem im- 
1 
plantadas pelo seu sucessor, emuora con- : 
sidere que elas já poderiam ter sido 1 
implantadas. 	1 
Sua administração n frent<:! do Go- i 
verao de M.ito Gro~so tem sido diriaida 
durante todos estes anos, no sentid; ri~ 
impluntar a infra estrutura oecessana 
ao desenvohimento que hoje assoma 
aquele Estado, e que, tende u crescer ver- 
Trabalho 
tri_,1fl'J lfílé.'JIII• 1 , 	tnf • l «> 
em vta da politicn que veem nto do- 
tadn por Garin Neto, que mio 
J•· frl ,li' qu•· 'n J (JII • l J .t 1 ' 1 
IJOl'l'"110 ·, 
Tendo ingre ado ainda t 
v,•;;1 ua vi<! 1 pul;ll ,,, p Ili ,, ,11 > 
o' l'Uf'~(J IIUtJ('I I r. oarci 1 ;,.; .. , 1  ('!ll k 
destacando nos tios cargo. d i]ol 
tfweia que lt-'I!I us~un,i !o n vida I 11lili 
ea do pais. 
Em Hll7 fol 1)11.,tnr do 0hr ., 1'11· 
biens de lntn Gr,,;. o, t1•n lo ll'rn 1111,do 
seu mnndto, deixando ttras te sf obtas 
que e, imortalizarr para sempre ent st u 
fstndo. Foi professor de derenhe de ma­ 
quinas, diretor da erepresa Construtora 
toméreio Ltd11 foi primeiro prefeito elel­ 
to em Cuiabá; foi diretor do Departa­ 
mento de Estradas da Rodagem de Ser­ 
glpe; vice W•VPl'!iill.101' d,~ hlo 0!'0!'!>0 
de l!JGI n l!Jíi!i. ' 
N4 ('9mut Federl entre outros 
caos, exerceu os de Pridentve da Co­ 
misso de desenvolvimento do Centre 
Oeste e vice lidrr ri:.: hnn<'a<la da rena 
e do Governo. J)a-. dl1<lir11,:ÕL':i r.-t:eliicla..., 
de~taca-H• a medullrn l•:uclirleH ria Cunha, 
que lho foi outorgada em 1974. 
"Duns g1anrles linhos rll' uçiio tem 
sido deseuvfllvlda pelo UrVt:rno Federal. 
A primeira, que éncerra as definições do 
plauo de integraçiio nacional, ilu polítíccl 
Louremberg i'uryes Rocha 
Secretário dt' Educação 
de integr_ação uaciooaI. que e desenvol­ 
ver o PlllS 1;1 partir do desenYolvimeoto 
de codas as suos regiões, e não somen­ 
te a partir do desenvolvimento concen- 
OTÂVIO DE OLIVEIRA 
Secretá -io da Fazenda 
'.'lo Proc ·ama do Proterra, o go­ 
ver» de Mato Grosso aplicou erre.- c!e 
sete bilhões do cruzeiros o que fez com 
que o rebanha bovino da mzôni ta­ 
t0grossense atingi se quuse cinco 
milhões de cabeças, já com dois grandes 
frigoriflcos, ut do na região. 
Esses grades programas do Go­ 
verno Federal num esforço de descentra­ 
liza r o ilesPll'•Jlvimento br a<.;!Piro chP· 
garalll a lnlu Grosso cr•'.Il excelentes re­ 
sultados tão recessários a demarragem 
do processo .e desenvolvimento Mato 
grossense. Os programnas especiais numa 
~~guoda et11pa di> ·a filosort tle integra­ 
ção uai::ional, criou o Pólo ..mazóoia. o 
Pólo Ari:)Uaoã. o Pólo Jurema Teles Pi­ 
re:: e o Pólo Xiogú Arngu::ila. 
Os programas especiais de Ato 
Grosso que ;:erüo a segunda etapa d 
Política rle Jotegrllção Nacional. 1irevé 
investim.-ntos da Drder.:; de cinco bilbõe, 
de cruzeiros. do, quais. cerca de dois 
bilhões. sn-ão pa~a inira esti utuT U 
aproximadanrnte trés bilhões de cruzei­ 
ro.:; em Cl'éctitu. Dentro dese programa. 
está previsto a implantação de rod1l ia~. 
cerca dP qual ·o mil quilômelro;;: mE:lbo­ 
rad0s 1.300 qu1lômetr os e conservadüi; 
2.-H.'O quilômetl'Os de rodavias. 
. A grande linha de açãr; do go,·er­ 
no federal tem sido aquela de desenvol­ 
ver o pai, a partir uo de e;:;volvirm,uto 
(Continuação ... ) 
8 
Madeiras brutas e aparelhadas - 'ligamentos - forras - ssoalhos bh!enias sarni;@es. 
Umª lndustíra QUf acompanha o Progresso tle o no 
Rua Santana do Faraiso Nº 1 Cx. P 
1 
! 
1 
__________________ J

1.4, Vi«t. MI 'J'rll,lJf1'1 ri Frontelrna 
--------- 
/li' (íl iflll IIH ('ilr111,da.; HOl'IHi'l >l('íl, (flll• 
re desenvolvimento ocorra a puttir to 
d1 H(Hl'.'lilllftll'lllt) </(• r•J11,; ,r ', ou rupo 
celw dai o rnnde resultado d politi- 
1•,1 cio ll.11 do plano de ;;:!eqrwçio ocil, 
do l'l/1
1
.• rio l 1111r111·al 11 1t I J) ll1l1t'a r1tl11 
pi) d· overnuo 
Desafios 
O ll1•11i;il 11!,H últlmoH nnos P prln 
cipnlmente com Intensifieçãu da Cl'iti•' 
dn IH'll'Úl•·o t, Ili P11r1 l'llla•IO gra11clt H pro­ 
Ili •Jllllri, lll'Hh" H'llllrln, ~lnlo C.roHHO ll'lll 
t•o11l1 ih11íd11 l' podPr:t r•o11lrllJulr al111t11 
ml pttt o desenvolvimento nacional 
0nutro problom muito sério que tm si. 
do 1111111 lu:, ,·onsl.111tP 1Jf1 llrra reo11ôml­ 
l'rl. pri1ll'lp11lfll(>IIIL' "0(!!,ll, (JII'.> P 
1
) d' hll­ 
JlH'lilO d, 11iv1•I <111 , mprPgo l' 1111.-!lhor :liH· 
trlhul'1111 dt> rt•nda. i111111 (J:os~o <' o CL'll 
tro (),,~!•· 11•111 tlrlo unlll p 1rlleipaçüo mui­ 
to utirn e• ro11trib11í.10 tit'J11,lvclmentr ptt· 
r•1 nmrrni1.111· etllPfl prohlt•nws. 
í 
f 
Frederico Campos 
Secretário de Viação e 
Obras -Públicas 
1 
1 
J 
/ 
Na últimd cl?cadu, ~lato Gt·o~~o. le­ 
ve a m:.iior bxo de cre:'ci11i"ento clPmL•· 
gráfico do pais, cm excvção de Brasília, 
com 5,BGº'o ao ano. Nesse sentid'l {> que 
se pode eonsidet·:11' o p<1p,•l d • :1 .to G;o:;­ 
Sil como 11m grnade ahsorveclo!' de em­ 
prego de mio-de-ob.a oriundJ da á1 e,, 
exaurida rio pais cvmn do nordest.! e 
populações marginai de geantes centros 
u:·baaos .. l,>lu Gro;.,;o tµ,m desemot•ahndc 
relevante papel, que de certa forma é 
U:!!11 m rnelra rlc' melh il' ·li ,trib.liçl0 dC' 
1'1.UdJ, 	• 
O c.:n'.10 oe31..! t.:.11 hoj cel',.;a 1.ie 
Sclte rnilhõ ·s de habt 1nt• s r!os qn .is dr:s 
milllõe:l cte habitantes SÜI) 01 iunct, s <IP 
o1tras arena do pais. O o 1t:·o fenõme'l•1 
de grande i•11ptH·t[v1cia é o crescirnento 
rápido da p:oduç11u rio Centro Oeste u 
rio Est<1do. le~tn ponto, ~[ate Grn:-sn P 
1) Ceutl'O Oe:,te tam ticto uma gr;1nde par­ 
tieipação na solução dos problemas que 
o paiti vrm pc:,rseguindu qut:: é o de equi­ 
libnr su:1 h 1lunça c!e p·1gam~nto. , sp.:i 
1:ificamente sua b.1!.rnça 1•001,-1 ci 1. 
A rstrutura ec,,uômie.1 -rnat(lg, os­ 
:lense está di,tintu das gui:1le nworir : 
11
7°
1
0 do produto interno é Ol'iundo dd 
ag1·iculturn. 11penas 4 vem do setor 111- 
·ustria! e 29' UJ serviço. Os produ'os 
agr1co!Ps em sua qua .~ totc1lidn,Je :::ão 
ex;,orthdos in natura, n rnadrira em tt,1·:1. 
e p:;,tícnrnente i0º/
0 
da produçü 1 de 
arroz ai em cusca para outras I egiõ:>:;. 
O baixo desempenho do setor inJustrinl 
reG1 sendo apontado por téchlcos gover­ 
namentais, como um ponto limitadís. imo 
no des!nvolvimeoto da própria agricut­ 
turu. Pura um melhoramento no setor, 
eles apontam duas diretrizes que teriam 
rle er tacadas pelo 
ro ria por IoreA' 
/Htl'i li/ ri,- d<· J!1, 'd (J 
d 1 :,l!I lt 1ilt1J1 ,. temo l'erpativ4 
colaborar no t forço do derenvolvimn i 
t pefonw] he aumentar o exe+dente« 
,, p 1 ( ;  ,·I' 
'"'{'!ll•ln. o 1-fO'l'f/lll il!• <11 h t'I' ll 
, t.,rl ultur ,, opt.,,.10 p••r 11111 1
1 r .. 1,:0 mu - 
to I! au<le JJ ,r t o d••~,·11volvi1J11"Jt11 l11- 
dl1,;!1hl. 111111 't't. qu • o ,,•u h ti~. 1 d•·­ 
li<'lllJJi>nlw preju Hiena 'o desenvolvitrto 
da gielturu 0 produtos gricolas 
n:i<J -. fi o ,l():i1. ,do~ p 1) r q 11 ,, 
niCI há inril1hll'ilds, alrm clt· f'IH1r,IJJuir u1w1 
vcr<hdPll'H do-;·10 c•e,,11ô1i:íc·a do prt,p, !11 
1,:,t,1tlo. ~t' r:a111<:IL•ri1.u11lo ttllllk .1,,tu 
G1·,,11,-<1 co,1I0 um p1oct11Lr,r rlt· rnnt(•r1u-·prl 
II8. 
l)f'1<H1• l'tJrmn, a dtri11içl10 <il' trC,., 
metas do governo; a le desenvolver 
Ht!1 lrullt1l'lt, li i IHI ú1-,Lri1: ('0111 H'~IIIC ll lO 
do 11111 oel'ol'ÇO parn o tlt•be11vulv11r1011tu 
da tH óp1'iH ngricuilura que já trnz ddinl• 
('(it,H, dl' l'llosol'i11 1lo próprio g1Jver1rndof 
Garciu N··lo, também coropatiLilizun<lo 
cotn o e,l'orço do pai~ ;,m de~envol'í:'I' 
C' nH lho,· rllstri'oult· o produto de ln­ 
voivlme'lto do Estado, e um•1 tl'r<'Pin, 
m •til q11,• é 1) d fazer um esforço muito 
g-:·anct,· pira o desPnv,i!virnPoto -r•ciul •lo 
E-1-tclo. 
Agricultura e Indústrid' 
Três granles di1ctriz?s on1teium 1
1 
açiio do g >vernu: o de~eovol:..iilll'll:o rlu 
ngricuilura, da indústria e u dcsen.olvi. 
mento social. No qur t,rng.' a ;ig ,·11 tura 
pode so 11i:tar grnn,Je Pstol'l;n <l• g·o'f'l',O 
mato grossense neste setor. Em 1074 lia­ 
viam :l>; escritórios de nssl,l{'11 i:, t<•c·, ica 
ú agricultura. No início de 77. Plll :, ·, s­ 
{!l'ilórios e atua!rnt-ute, somam u ·, 1•11al 
de S0, O E-d tm 143 técns ,-. t, ,je 
são '300. Com relação a capaei.ale i ur­ 
mazename1110 t'ram 70 mil u,11 !a!l ,~. IIo­ 
je, 110 iniciei do exereicio, süo 1; 1 wil 
tont>laaas iustulad,1s. (bbrawlo a e •paci· 
darli;, est1Wca. 
O govrroo tem cindo tumbém um 
apoio. muito grandP na parte iu11r!ária 
Existia em Mató Grosso um dep 1rl<1men­ 
t.o de t,•rras, fechado, e uma situação 
l'unriiária mu1tc ct1l'idl. O E,tado possui 
urna fnea de eo milhões de hcctan•::; a 
tituladü, com título definitivo 70 milhões 
de hectares; titulos pr0visórios 90 milhões 
d•
1 l1t•ctures. O governo de ~luto Gro,so 
con, base em estudos detalbados elaho­ 
reu um neve cédige de terras que instituiu o lsíi­ 
tuto de Jla to Gt osso. que começa 11 de­ 
senvlllver o eu t1 aba lho .. coru perspecU­ 
vas de solucionar grandes problemas, 
principalmente us que surgirem em 1978 
l 
CARMELITO TORRES 
Presidente da CEM A T 
Como um dos objetivos do gover- 
j, 
' 
1 
,, 
t r 1 , ~ 
,.i, r 1 
! IJ • 1 (' 
}P < • 
a pe« o4°, 
0 denvolvin to do 
t•ullut depende muito do 1 : 
rJ,,, lr,,n,j)Ort(•-, j (ld li 
au111r ntou ·t•u  olumt• 1
1I, h .1 1! 
ds transportadas, para 3 
ção nas estradas pi ta 16,9°, 
to na rede viria do Es , 
upens de 2' ,i IJ •[li" rh•t 1()11 tr,1 ,1 
ti«paridade no volume ser transporta 
do e a aee[oração da relo vária, v que 
uderem a rande defazag m .
111.!IIII• 11 
te o Estado de Mato Grosso possut dol« 
quilómetros de estradas que já deviam 
ser pavimenta«las, o que justifica mais a 
s conservação 
MAÇAO TADAN0 
Secretário da Agricultura 
Na rede frigorifies, já foram ins­ 
tal.idOR um da ~adia, pdra >1prnveitamea, 
to do matéria prima principal que é boi 
e um outro. com capacidaüe parn ol.lllter 
3.800 reses diárias. 
Programas 
1 
arpo 
i',• 1 >' ll· 
li' ,lp :li< 
} 
1
Pf.('rJ ,,l­ 
i' 1 p. 1 l 
10 1('1, 
1111lhii1 il 
11'.l ',2 J 
mil'ôes no io 7f ti 
ll'fl lo 11111 , . ,tdo lllll 
crescimento da urdem 
d e 	i o .' 	, t1 at·f
1
r' 	(h ~ 
:..aüiJ,, !.(>li'" um T' l- 
Jnl•1ilo dt> :.'(Jí . ,lll-11•,'il 
P :-., l!tH:in,',. 1 ubll<-11 
138'; aneumnto há I­ 
(1,) P lu.b ação 390, e 
f J'l'líl' (',-,o •Ol'l ai 1- JH·••'i­ 
dl'll<'lli [ll :: ,. 
A adm:nistl';::ção de Gnr<!iJ ;-.; to. tem 
levado u Mato Grosso o desenvolvimen­ 
to e a infra-es:rutura tâ•J nece:;,'lrios ao 
aprim0r.1mento do b .. ,mem. Dentro dos 
prog,·amas traçado,; por aquele gorerno 
existe quat.ru graad,·s projetos. um apro­ 
V'ldo e três en fas· de unáli-e, deutrn 
ria p11litica n !dom.l ct. tlcool O piOj.-t,1 
da Chnparla .dos Gui ·1:trãe~, Y,ii produzir 
na su:.i. prim~ir,t e!aµu. 15u 111il litrn,: cliá • 
dos, d2•,,·o.lu .1ti:-.gir um r:.,ilhil:l riP fitr(l. 
dia 11t~ fin,ti de 1978. E-te é o úi1i•·n p1·0- 
j to que visa prodzir áicool de mandto­ 
ca, o prim!!iro a ser ap1·0Yado uo lirc1sil 
Um programa dr lrr.plantação de d!­ 
trit"R i1:,iustrinis f, i riPS"nV(l]virlo p••ln 
governo matogrossense, estrategieumet­ 
tP Iocnliza<lt> eat,·~ os <li~tritos 11M f, Ol•· 
1 
tt>ira <lt> lat•J 1,ros:-.0 c"ni u H•Ji1vi.1. com 
Paragui • também nus front ias em 
Ilarr ! •to Ci,HÇR$ c,,m Gcoia--= l' Tr, . , 0- 
1 uçõt>s com São l'MU,P. E
0
tes iJ1'-'triL "j, 
,-e• ii lum cm fa;;- de :mpl 1:-it çii •. 
o GovrrnL dt SE'Jll'u: eu g anu,· ·-~t'or­ 
('O IU u,ilização do, rniíl"I iÕ- de r rur•um 
:'fosta gt>stüo d.? G..:: eia 1'-1(' 10, rr. ci-i. - 
0as duas empre as de .i,erg?o. que j» 
e tão expur!uado C:l-'rCü c!P WU n il t,,ue­ 
la•lac; de minério de mang,,nê•. f):11'c1 o,:: 
Estados Unidos e Japão. empresa de 
mineração Fermat /A, en fase de ins. 
tal ção P.m Três :fa1 ,as, 9rocluzi1·a em 
sua primeira etapu, cerea de Il mil io­ 
oeludas de Ierrn-liga. 
Também com ajudu ào t. lado. foi ins­ 
tala.du urna usina de ferro-liga, em Co. 
COLU A 
rGfi.ADE''bli AO' 
ANTEPASSADOS 
A 8'! 11:i para a con­ 
eret:zação do lcieal é 
agn1dt-ccr a Deus. e ao 
mesmo tempo, aos A­ 
te passados. 
Esta Vida, que é você 
partiu àe Deus. que é a 
cawm p! iweira e atra "é,; 
da 'ida e ulrva dos ao­ 
tepassados manifestou-se 
aqui como uma ··pe~eoa 
dotada rie carate1· pró­ 
prio''. E MÍ er;:tá --vo~ê". 
ãc exioliado Ot:US, vo­ 
cê nã0 ex:Gte não exis­ 
iiu io , s antepas::-ados. 
.. ·ot.ê nãc, exi,:te. Reco­ 
nhecE:l' a fonte (O:-:) sig­ 
!li:i-:,1 conhece!' a caUf;!J 
riv oode Yt-io u e'Uú vi­ 
..:::; :::ig,:ufiea re..:ouhecer 
que a sua exiotêocia aqui, 
neste momento, se deve 
a Deu;:, que é a raus& 
primeira, se d·ve aos 
ant,,ra,·,ado;:.. que são a 
cuu;:.a S<"!:!'Ull~a; e 80 
Pais. que são o int::,1Õé­ 
di3rir; e finalmente sig­ 
: ific:.i. agra1ecer a e:::w 
'('.1u;:,1 ,; <',,:,.. "!□ter­ 
!'!led!' rio·· ouc sa? combi 
l n rm para dar Yida '" 
[ ice. 	· 
1 Qu ndo agl'Udec<Jr 
ao A!epassados, será 
ir-itn ,, ligação com as 
ondas Espirtuais deles, 
>HJmrntarii 1.1 !or·ça dP 
pi-otec,:ão Espirituol do,: 
me, mos e a .-concretiza­ 
ção do s~u Ideal toma­ 
rá mais fácil.

ll••l11 Vt~trl • 
1
ft T, Jt,·11, 1 ,, 1 / 1'1' 1 
1 
t 1 
----------- -------~ ------------ 
, 
EMPRESARIOS: 
PARIICIPEM DA 11 
FEIRA DA IHDÚS 
TRIA RECilOHAL 
t) ,orero «de Mato ,ro«ao, traí» du eerre. 
tria de ld@-trla, Correio e 'Turismo, renalizar 
11,i 11 u 17 de fevereiro a la leira 'a lli tria 
lepionl, em Cuiahá. 
Participe pondo seu produto. máquina, 
implementos agrícolas, industriais r produtos in­ 
du«trialiados, leerve eu stand, 
Maiores informações poderão er obtidas junu­ 
to à Diião d Feiras e Exposições, da Secretaria 
dt> Jndí114triu, Co111en·fu t· 'l'uri .. 1111,, 11P Pnl11<,·i11 
Alencatro, lo andar e nu Federçào das Indústrias 
de Mato Grosso, Avenida P'residente Varas s/n.o 
Colalrnrn111 na oq,:nnizuc;:1o da Feira as Fede­ 
rnç(es du J11clí1:1trio, Corn(•rcio t· Jgric11lturn, JF;-.r,. 
ciação Comercial e outros órgãos lidos à arca 
proJuthu. 
Ave11irl11 Pn·si,le11tc, Vnr1,:11s 11,0 9115 - - íon,· 217(,. 
,-.- 
[}, :Ja);b ô=Pl Re'i ef·S5rt•~ 
Pln11ulto como II PreH!dC!ncla da Arena 
tem l!iõncla dtJ tudo o C]tll: diz a respeito 
à Arem~ de ~1o to Gt·osso cio Sul. Po!'é.n, 
para n:io ubrlr o p!'ecen<lcatfl de _cuidar 
de uma sucei;são o8laduol untc1;1 da Con- 
veu('ão Nncloanl do partido para homo­ 
log11r u caodlduturn do general Jnão 
Bnptlst11 Figut'lredo, o nsbuoto fir:ar:í pa- 
., ra ser examinado e111 ?.puca opo;:,tuon. Al­ 
guns selo1es do Plouallo acredllum que 
G 
(Continuação) 
Hoje existem dois Estadoi-: ~luto Gt·os­ 
so com 38 municípios. Mato Grosso do 
Sul com 56 municiplos. A área de MT 
do Sul com 350 mil quilometros quadra­ 
dos o MT com 880 mil km2 com uma 
população de 1,300.000 tJ o outro 8 !2.0CO 
Para o uno de 1978, u meta do Gover­ 
no, de Mato Grosso será o de coustrulr 
mais de 80 uuidadeR sanilâriaR, num cus 
to total de 88 milhões de cruzeiros, ele­ 
vando dessa forma o uúmeru inicial que 
era em 1975, de 56, para 200 em 78. 
Serilo aplicados durante o próximo 
ano, 850 milhões de cruzeiros em eltltri­ 
ficaçiio de 60 municipio8, dos quais atual­ 
mente 27 não posrne.n energia, o que 
represPota a luz elétrir.a em todos os 
municipios daquele Estado. 
O ano de Hl78 marcoró. o l'im do pro­ 
jeto de construção do 1200 salas de !LUia 
Iinaur:iadas pelo Fundo de Assistencia 
Social, da Caixa Economica Federo.! que 
somam mais que todas as escolas cons­ 
truidas na história adminislrativi1 de- Ma­ 
to Grosso. 
Uma das grandes obras do governo 
Garcia Neto, foi a criação do núcleo de 
colonização de Juina, em Aripuun!, on­ 
de serão ai:sentadas cerca de 20 mil fit­ 
miiias a partir de janeiro 'de 78, visto 
lk111-1ll1,1, ,nda • ConlH <'lrl.i~ a'! 
posições das fluas fações da Arena de 
Mato Grosso do ul, no qual o grupo de 
.fo•(• Fl'1r/{l'lll tom u m:tlnri I ao JJfrt;t(,rfo. 
a Direção Nacional da Arena, ou melhor, 
o deputado Francelino Pereira, presiden- 
te 111C'ion11I do purll•/o, de,·<•rl mnotcr 
um dl.'dog,, <·orn II c•x-go, t>r11,1clor Pedro 
Pedrosiun, cujo rufo é minoritário. O 
ohjdivo du conversa é evitar que se­ 
jurn tomud,11; meJidPH ou fcitlJS pronuu- 
,.l1Jmí;ntoi; que Vt'llllHm a n.proru11rtnr a 
erise ex'stente na Arena local, ante .. C]UP 
o Palád1> do l'luoalto !W m1,nlfM,lO ~o­ 
hre a esoolha elo primeil'O governador do 
~luto Gror,so tio Sul. 'J'u11to o Pallll'io do 
que todos os equipamentos de infl'll estru­ 
turu, como, et:ltrndus escolas, hospitais, 
energia elétrica foram concluid os notes 
do pt·evisto. D:;us mil fa rr:ilias com tra­ 
diçào ugricola e devidamt>nte ussis!idd 
serão implantadas uas áreas social a 
p~1 rtir· dP janeiro. 
No éampo social, podemos destacar 
diversos programas promovidos pela 
Fundação Social de ;1lato Grosso. Os de 
maior importância, são o de alimentação 
que já concretizou u construção de uma 
usina central de produção de leite de 
soja, em Cuiabá destinada a vender o 
pi uduto altumentP nutritivo, a baixo do 
custo. para as familias de pequeno po· 
Jer uqubitiv11. Esse programa será a 
pr imt>iru ct:?ntral da América Latina. 
Outro µrr,gra ma é o de apoio a co­ 
mP~cinlização do artescnato rnatogrns 
seuse. Os artesões tem assistência técrii­ 
r.a e social da Proso! e vendem sua 
produção, sejtl qual for e qualquer que 
sej11 o volume, U!- casas de artesões, que 
existem em toclo o Estado. e quE- comer­ 
ciallzaw os produtos. 
1IAL0GIIR 
inda existe a p 4bilidde de » • P• '· 
mover conciliaç ko entro P rlro !', l:-,i- 1- 
,rn " l•ru rplJI, F, 1:wrllr,•1 l't•teJ; 1 ; c:t di• 
• ta que• l'l,1 º" 1,•all1111/:. 1'11 11 r;,1 ,o _cll' 
evitar qUl' J lete d duna facç0e 
In<,:lllll j)l'Olilllll'i :rn• ut,,A r Ili" J)O 1:n upro• 
{unlr a crise. 
FUT IC 
O ('rltPrJo 11,Ir11 a lufücncílo do µrl­ 
m"il'O gov,,rnaclor <lt> Muto Grosso do 
Fui, <r>rfl ll da cnr>nclclade odmlnlstrut1vn, 
JHlplllHridadP ('ieitor111 P de uust Jrldade 
do i:nudldulo. E"sl' cr!Lério. st:?gundo RO 
lnfornm, Iler{! obedecido I lgorosumeoll•. 
Por lfl"O, é tudo como certo quo H Pr'.!­ 
sidéncia da Arena realizará quantas reu­ 
niões 8" fizerHtn ílL'<'r Rsúri'l,
0 para encon 
tr.u o ponto de h rmoui11 entre as fac­ 
ções Pedrossian e Fra1rnll. Francolrno 
Pereira, Nelson Marchesan e ,lotJó Boni­ 
fácio acreditam que a lrnrrnonlu "erà res­ 
taurarla. pois. i;egunrto urgumenta, ''em 
política não l'xistem inimigos mas sim e 
aperrns adversúrros ocaslooais". 
"Estnmos no momento de marchar por a u 
demorrncio, purn não pagar um preço mais alto no 
fusurs", 
($e, cro Gomes ernpre,(1rio, e>: mini,tro du Ind65- 
1ria e Comércio). 
'X,:)1"1 
"Ao reforma, eliminnrju os atos tle exeçJo 
roas conterão salvrguardas enérgicas de defesa do 
Es1nde> ... 
(Jo,é 13onifnl'io, Hder do Governo na 
Z.P.23 
Câmara) 
'><;;,<; 
••llá um can,a,;o generalizado uo ,eiu du 
P°' o; niu~uém ruais pode deLer n a•piraçiio nocio­ 
nal pelo :retorno do E,1nc!o de Direito" 
(D. Crisiinno Portela de Arauju Pena. bi?po tlc 
Di,inópolis-.lG ). 
;::l'<:c,,c:; 
'Urno da, coi•as de que o Bra-il mais ne­ 
cessita é do debntc político ... 
(1ln)!nlhãc~ Pinto, >enatlor, Arena - .IG). 
li . 
f »da» as tardo [ P 
11d, 1 , " l < 1, r, f , , 
truda te oro atisa, lo d 
ar no uheliseo, de+eana p 
d 1 "' 1 ,. , 1 r . i • " 11 , 1 , , , , , 
'f ,w ri,, 
1
, muito ndindf«j 
JTJ  pois fiou abelo, pela l 
a bem informada da ( e h 
I' '" 1, •I t•, qu,· HeA@iar l 
Jh 'l  ioHI li ·• r c, l•lr11' I, 
ntrs do cremitro ", f{ 
meto verdade, uqui ui sron­ 
lt I tr o opoto à rodoviária d, 
Campo Grande, que tu lal i 
doce, ine plata, aias Buri, 
te Aqu ,,u trr Íu:u rín, 
marmoaria, crematório, te" 
tomo todos nós alr 
11111 µrupo rle t'<ill l. 111,0 hl; 
istenses foi prestar vestibular 
t. lH C.1111pu (,r.u1dt', t ul1 r r lt, 
U. Fantufa, "Mas eu nlo pas. 
sei, 'Também, fui tais para pa+­ 
j.eur. FotnOJ todo, 110111 ,t, uui 
hu+, um pandego! Mas já acer­ 
timo, ano que ver a resta 
turma volta de novo, se posei 
,el no au·-.1110 t,n,bu E u 
então etarei mais preparada. 
·.:i um pouco de io!!)e•: l lon 
you
1 rnaK nlo foi o suíiciectc~ 
Serio Medeiros 
PREÇO DESTE 
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Administração: A v Duqne de Caxias - Centro 
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= MATO GROSSO DO SUL 
•

eRm .s os 
CLUBES 
P'ra coibir, de um 
vez por todns, o tist 
urwt11('Ul'1 duk IH ig'.lfi 
nos clube, delxnto 
m +tetio uos presi­ 
dentes, Quando um indi- 
1I filo hrlg 11 n11,.; dL'f)l'II· 
ene!as do Clubes, e[u 
quem tor, Ilho de pvi 
xe 0u rio luhaiilQ. ,,11n 
te o nome do Elemento, 
~UHJJl'IIUH O HPII fllg'l'l'kHO 
t· 11111J1d1· p11rt• 11 'J'dbunu 
, 1r.-11t,· pulJIIC'11 11 110I11c 
do fulano em letras a­ 
mf11i•, P, t1tlv1•z, <-'J!Vl!I'· 
onhudo (se tiver vr­ 
go11l111) 11 ht·lgüo 11i'lo vai 
mais estrugur u feita 
do~ 011troH. 1•:stft valendo 
pnrn Ll Cu1·11a, nl. Quem 
qufrH'l h1 lgur, Hllltl dns 
rJc1p(•11dt111cl111; do clubo, 
1·á pnrn o ml'ill du Buu 
e (desenvolvu os seus 
dolP~ tl1i p11g!list11 
Panulo VI Diz que 
Igreja Não 
fina!ará 
Casamenio 
1. 
Vaticnno, AFP - O 
Papa Paulo VI deplorou 
o recurso às flUtilez11s 
juridlcas pnrn obter dos 
lrihunais eclf.-e:iástlcos a 
nnulnçiio de ·om matri­ 
mônlo. O sobFrano Pon­ 
tífice se dirigia n 50 jul­ 
zes. ndvpgaclos e fuuciu­ 
nár!os do Tribunal de 
La Rota, 11 qiiem rece: 
beu f 1 audlêocin, por 
motivo de aberturn do 
80() jurícli,.o. "Comprova­ 
mcs com pes&r'', disse o 
Papa, "a tP11dêucin a se· 
rern aoroveitadns deter­ 
minadas concessões, pa­ 
ra fugir prn tlcamente a 
Lei de um processo cu­ 
nônico. E isto, wuito 
frequentemente, graças 
à criação de l'alsos do 
rnicilio fis'·. Segundo 
certas fontes do tribunal 
diversos cnsais de poi­ 
ses &uropeu . 1.1 Espa11hr, 
rnl.Jretudo, criam falsos 
domicilios especialmen­ 
te no~ Eslndo:: Uoidos. 
onde os tribunuis ecle­ 
siásticos sAQ prr; uercl 
favoráYeis à anu!'à.ção 
do ''l'ltrimônio. Em seu 
discurso, Pu1:IQ VI <lese· 
jou que µrncPi-sos mais 
rápidos evileri1 que os 
casa::i ..-sµe1 em por 
muito tempo uma respos 
ta a seus problemas, 
"amiüde e t1ngustiantes" 
() -.,,..,t) r Hwhl .. 1 
deu da Cai ao Pro«i bori 
... , lora na ;, J ,!,, I ta I, !, 
f UI' '' , tl t 'I'• Ili 1 
11,11•
1
• rt-.J,dd-uf1t, 1111 111ti o li 
dr julho de I9/l requera o 
de and!dato« de Mabro»s e 
1 "' H,·:d1,11.d, ti, 01 , ,,,, ,. ,t,• d 
JllfHo u , 11111 rH ln 11 H i1111 .J 11. 
liará em convenção extraordinária d 	o 
d1,1 :; dt· 111,l(f.'·' ti,· I91, a- i «ou-uI ,. 
ol Arnaldo Esteio de Figueiredo 
0! Fernando Corra da Cita 
0.1 Jo,l· .li. Jo. 1 rJ;!t'lli 
O I t•,·drn l'çrl, ,,. i1111 
05 Antonio Mendes Gale 
0(, liulh io Coelho 
117 Hnd,id Salrla11l1,1 U,ni 
OB l'buldo Bur(-111 
(09 Valdoriro Ales Gonçalves 
Ia Cás·io Leite de Barros 
li Curlo, Honnld ,ll,.111ctr 
12 Edison Pires de . 1111 •idn 
1:1 llorf,,·io C,·r,ó•i:no 
11 Jnilo n.,111u• Fil,-:nt'iru• 
I.> João Leite Schimidt 
lo Londres Machado 
17 !'nulo H. C. Saldonhu 
I Huben Figueiró de Oliveira 
19 ,e) r l'rr~ir., Limn 
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L! J l!ll•J 
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.H, (),.,,f,t,, Herreira Dutra 
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67 	qar+ 
PRAIA 
uç II N cion I 
e 
r,'I J 
1·, ' d,· J 1111.l 
E.. ara o fins do rio no to9 lo d Heso· 
lu e; iti'lfli ru ')_ç,.j' d i "I ríl.:1 ti "'- p rvir E!it ,. 
r.il, d,t,·rm1111 J fJ blicaço na iptrn+a lo, ti o 
prete edital 
( umpo ,ra.ade Ms. 2j de Janeiro d,· l'-Jíil 
Senador Hachid Saldanha Derzi - Pre»lente 
dt Co:.1i ..... Pro,i-/,rl;J 
DO APA 
l'm tlcs ponto- lurí,ticos da Princesa 
do A íJ!'l, e a noi:su pr,lia. Aoll ráh,i'..loil e 
dorningos fica 1,pinimcta de bannistas. Se­ 
guu lo u1u amigo ·•a pr .. lÍa do Apa é um 
colirio para os olhos". Pudera. Em cada 
centiroetr(' de terra, ou mell10r de gra­ 
ma deitada ao sol, está um&. linda se­ 
rda. O errac!o uii::so tudo é o <ie-cf•~o 
qu•! as a<lminil-truções muoicípais dedi­ 
cam ao ooss'.> b:!.lneáriJ. O ex prefeito 
Clóvis :'li. d ... Olh·eirn. iniciou um traba­ 
lho de reconstrução. Iniciou. E 1oi só. df 
r:rdâcur.i dn·:rra mandar p11trol
1
H, jogar vá­ 
i.°if'S Cl!minhões de areia, construir uns 
carramancllõ':',, enfim. mudar o aspecto. 
Não vai gatar muito diah. iro não. Só 
vai gastar trab 1lbo . .'i1ui:: trabalho é de­ 
ver. Outra cob 1. Os frequ'.•ntadores tal­ 
guu J nã') dEVC?tn le,a!' cacl.lorro:- (iuJú~) 
e demais bichinhos. No precisam expli­ 
car. E muito meoo<; lavar carrcs. cami­ 
nhões. etc. o.,·emo:i zelar. Cuidar da 
nossa. praia. Todos nó, sumos rE:.sponsâ­ 
"eis. Se a municipalidade plantar um/19 
paltn<>irds, construir uus barracões_ uu 
ce rraro11cbões. jogar bastnott: areia, o 
nosso atrativo principal vai ficar uma 
beleza. Além de ser •·colirio pe.ra os 
olhos", vai ser um ponto turístico de 
fato. Fica a sugestão 
' 1 
1 
1 
L 
Suitt·. Aparlamt'nto.~ (ca:e;;d e- ~ullt'iro). Sala de Htcepçãc 
O Hotel mais luxuoso do Sudoeste 
Hotel fnquidüuono fa!oce 
•· O C=rtao de visitas de Aquidauana" 
AQUIDAUANA MATO CiROSSO DO SUL

ENF Q E·fBTOS, FOT 
e BE 
DV 
f.: rato por rlt•111ulH cwnhocldo, quo o 
Clube Esportlvo [elavlstone representa 
ocledade locnl é relleário do um ta­ 
nunchl de tradlço da Helu Vta de ou!ro­ 
ra. Devido umn série de tutores, o 
trudtelonl paso 1 por uma fase dittell. 
Fcou releudo r esquecimento e entre­ 
uo à promoçô 'e ültltu hora. lloco­ 
ohruomo11 quu o trabnlho do&onvolvldo 
pelo Caturobu, manteve o "espirito do 
club» " e prnvocou uma reuçl1o. Eelo. 
rouoilo proporclouou u clulçllo do umu 
dlrctorlu que ussumlu u tare!a do soer. 
uer o clube. Foram eleitos Abrão Zca­ 
rhtfl pa.rn presidente o Arclloy Lugenno 
pnra vlca. Espervamo o restabaleel­ 
mnoto dn,c t lvldndos, mas nllo urna reu· 
ço e mudança do imuem om tão cur­ 
to pruzo. Pol o que noootocou. Abrllo 
e Arcll-~y, jovooH que uorodttam uo po• 
der dn nçllo R nu allvldude lolutarrupt11 
colocnram o Belo vlett,u&o uo nou devido 
lugar. 
HOJE 
O clube está com ns finanças rm dia, 
promove grandes espetãculoo, a dlreto­ 
rln eslá col!Sll e traça grandes planos 
para o futuro. Inclualve umo plsclmn, 
melhorias no quadro e amplluçfio do 
salão de festas. E mulins coisas mais. 
É hora de ttgrndocer. É a hora de reCCI• 
nhecimeoto. A Cíl.maru Municipal, tão 
serena nas grandes horas, deverá Hon­ 
rar estes dois moços que fizeram o pos­ 
slvel em tllo curto prazo. Não mandem 
cartas, chamem o moços e façam, de 
público, o elogio que eles merecem. Nós 
o estamos· fazendo. Multo obrigado. Oo 
nos~os antopassudos., agradecern o tra­ 
balho de vocos. E a noss11 juventude. 
encara e!lte tr11balho como exemplo. 
Exemplo de aç!io. De dinamismo. De al­ 
trulsmo. Do cor11gem. De amor a terra. 
Campo Grande, do correspondente- Os 
pecuaris'as do Pantanal matogrossense 
estiio l>:::staute preocupudos com en­ 
cbente atual que já atinge níveis excep­ 
cionais e prnnuncia-stt calalllitosa em 
face da pl'ó ·ima temporada de chuvas 
que conti .ua, conforme informações 
prestadas pelo Departamento Nacional 
de Obras e Saneamento, de Campo 
Grande. Esse fat•> levou o presidente da 
Associaç.'i.o dos Críadores do :::.ui de Ma­ 
to G oso, Acelino Roberto Ferreira, a 
soli' '(·1: através de correspondência ao 
gover o federal. a criação de um faixa 
especial d~ crédito de emergencia, atra­ 
vés da rede de bancos oficiais e particu 
lares. 
A correpon 'én'a ' presidente da 
Acrissul. foi eüCUi 'nhr 
1
la ao presidente 
E 
IM 
' 
• 
GEM 
PRÉ CARNAVAL, 
No CEB a euforia er total. Caira 
no samba: Dr Helio. Curem. Dr Késlo 
Maria, Sras. Olga Zacarias, Btelka Ferrel­ 
ra, NIce Lagoanuo, as cocdtnhas. Vera 
llllu Octuvln. Vulórlu. a Heglua, R11glfl· 
trei também tv grupo unimdo Beto­ 
Telw11 Pedri11i1v com sua noivu e wnuu. 
vindos do Hlo Grando. Acontecendo por 
I Den!se, Dele o Carlos Silveira, Aida 
Notto (Acadaudou de P,loologln/. 
ANIV liRSAHIOS: 
Joue M
11 Louro!ro Llmu e Joz1ê Luls 
Loureiro. Foi c<'memorado com um jnutar 
regudo de multa bebida o música, gruude 
nº de mnlgoíl àou aolvl!rsarlaateo presti­ 
gluram anotei: 13oatrlz Mason rcnhn!i . Rl­ 
toon o Maroolo, Beatriz Pinheiro; Vua­ 
dcrloy, Antonio J oiio, Eudlnho e Fátima 
Os casais: Alolalo-Shlrlel Orlnndo-Tncl o 
tambêm o tenento Onblnlo. 
PRAIA 
;,. pt'l.!ldn neste verno é só nossa praia 
mesmo, tanta gente passa suas horas de 
lazer por lii. Pegundo àquele bronzendo 
e-aavam; Elino, Rosalva, Cleoice Loua­ 
da f'itlma Silvu, Ellznbete Loureiro, Eli· 
za' Maria, Mnrçolla e Zélia. O que empa. 
na a alegria dos banhistas é a preença 
de cachorros dentro d'àgua. Será que seus 
donos nil.o viram a placa onde proibi! a 
entrnda de unimuis nuquele loeel? Ah! 
minha gente ieeo é perigoso à saúde de 
tantas crianças que lá vil.o ae divertir 
mai11 dnconfiômetroj né ... se lhes chamarem 
atenção vão achur ruim, então EVITE. 
Por ocanião 
dos 15 anos 
de Vera Ri­ 
ta, foi rcgis· 
trado 
Ernesto Geisel, aos ministros da Agricul­ 
tma, Alysson Paulinelli; do interior. 
Rangel Rehi; da Fazendb, llario Henrique 
Simonsen; e do diretor do Crédito Rural 
do Banco Central do Brasil, José Ribamar 
de Mello, solicitando que a criação dessa 
faixa especial de crédito, permitirá que 
os pecuaristas pantaneiros possa fazer 
face às despesas reft>rentes ao aluguei 
de pastos custeio das despesa~ de trans 
portes e outros gastos. 
Segundo o prestdente Acelino Roberto 
Ferreira, a atual enchente no 'P,rntanal 
Matogrossense, vem ocasionando a perda do gado 
adulto, enfraquecimento do rebanho e conseqi::'en - 
temente a diminuição da parição e elevada pr-rcen 
tugew de morte de bezerros nascidos. autuento da 
despesa de manutenção do pessoal, do rebanho 
e aquisição de animais de serviços, tudo isso 
produzindo uma acentuada descapitalização dos 
t,zendeiros da região pantaneira. 
o 
este 
momento: 
ela com seu 
padrinho e 
poeta Seve­ 
rino de To­ 
ledo. 
[P)olícia 
DE 
A 
o 
i I i ta r 
O prefeito municipal da cidare de 
Nioaque. Altevir Soares de Alencar, em 
expectlente dirigido ao Cel. (J eraldo de 
Oliveira e Silva, comAndaute geral da 
Polícia :lilitnr de Mato Gros/o, elogiou 
a conduta do Tnceiro Surgento Antooío 
de Souza e dos SoldadvE Ramon Leonel 
de Oliveira, Manoel da Slva Paixão, Be­ 
nedito Canton e Eliezer de Vila1 Albu­ 
querque, integrantes do II? Batalhü o da 
PM, sediado em Campo Grande. Nu ex­ 
pediente dirig;r:lo ao Comanc(o Geral da 
PM, o Prefeito de Kioaque relata&. atua­ 
ção dos reforidos Policiai!.' ?llilitares em 
diligência realizada há pouco5 cliae na­ 
quele J'lunlcípio do ul do Esta do e que 
resultJu na prisão de elementos procu­ 
rados pt>la Justiça. O prefE>ilo Altevir oa­ 
res de Alencar narra que "durante tres 
dias e tres noites consecutivos, traba­ 
lhaudo com o opolo da Delegacia Regio­ 
nal de Policia de. Aqu1dauana, uqueles 
policiais militares, sob us mais duras 
condições clirnê.tica , deslncarnm-se para 
os mais longinquos recantes do Munici­ 
pio de Nioaquf', desproviaos de alimen­ 
tação, demonstrando, 2 c;sim, grande re. is­ 
têoeia ao censaço, e levado senso rle 
responsabilidade. eqwlibrio na arõe~. 
url:>irnidade para com a ?Ul-Oridaces 
constituídas, além de grande I e peito pa­ 
ra com os presos". O preieito de Nioa­ 
que c:onclui dizendo que o comportümPn­ 
to dos referidos policias '•só dignifica a 
corporação a que pertencem, toruado-sP. 
exemplo a ser seguido por seus pares e 
subordinados". 
Anti - C:rndidnto do 
MDB e-azar1a 
pretensões de 
Magalhães 
Brnsilia- Ao menos até 
&gora não está nos pla- 
nos do .10B l&nç:ir um 
oJJti-candidato à Pcesí· 
déncia da República. O 
líder do partido ne Câ­ 
mnara deu u informaçüo, 
e acrescentou a obser­ 
vação p2i::soal de. que 
uma repetição do que 
fez a Opc ·'c;ão em 74 
quando lançou a anti· 
candidatura· de Ulysse• 
Guimarães, seria esva­ 
ziar n» prelenFões do 
Senador ?lagalbães Pio!? 
que, na opinião de Frei- 
tas Nobre, até que se 
esgote o último alento 
do enador arenista na 
prática dos pre-::eitos 
democráticos, o ~JDH 
não ode participar do 
proces,;o. Quunto u Uf? 
eventual apoio à candi­ 
datura cto ex-Goveroador 
úJineiro. entende o lider 
oposicionista que isto s 
poderá ser 1ecidiclo nt. ' 
Convenção do Partido.t4 
ser convocada ueotru 
de 4 dias. Ao contrário 
de seu correligionárie 
Mauro Vasconcelos, pe­ 
sidente do JDB oerna!:l· 
bucana. Freitas Nobre não 
crê que Maga!hães Pi 
to corr o risco de ser 
•cassado em razão de 
seu mo, imento de r2b:l· 
dia dentro da Arena. 
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