d ' FRITO DE UMA Comunidade Cristã É maravilhoso enhor, ter olhos pa­ ra ver, enquanto existe muito1. cPgos· _01.Jrigado Senhúr, pelos nossos braços e tpaos, _enquanto que há muitos muti1'1dcs; O_brigado Senhor, por pntencermos a ~st3 Co~unidade maru vllhosu. enquun to existe rumtaR alheias ao que ocorre ao sou redc..r; Obrigado SC'nhor, pelos trab!ilhrs e frutos que ti·emo,, e temos em pró! da Reconstruçãc da Capela do Divino Espiri­ to Saoco, pois graças a esta Comunidade eristã que nos auxlliou que chegamos a 0_bter os resultados da burraquinha bene­ ficente pussadu, cuja arrecadaçãc liqui­ da_ e dC'posit1: d:1 no Bauc0 du 8rastl ·1 A foi de CrS 33.58:i,Cll, quanto as despasas foram de CrS 8.214,00. danjo um total b1 uto de CrS 46.7'9.00. Que o Divino Espirita Sauto sempre os ilurr•ine e Deus lhes pgnue. A Eqcipe Org1lllizadora E Domingo, pr6xln1,, pueAudo, com um reduzido número de sócios, reali zou se mls um eleição dn Olr(•torlu da llonoflc1 1 nclu lfoHpitulur Suo VJceutú ·' ele l'uulu, pura o lJIOnlu i8 79, A fnlt11 dl' ln!('!'>tese dcmon~trndo pl'lo1:1 Ycíclos ,,· Aembléiu mais importunte do calendá- rlo de uconteclmuntoM lruportuolefl ôa­ (]Uelu lnslltulçflo dr saúde, vorrI dPOlOIHl· lrnr que o povo bel11vlsteu,:;e neccseilo, urgt·olemeute, de ser motlvudo para os usuntos relevantes de sim comunlrladC'. !Iospllal esló. lotlmumeute llgt1do à saúdo púbÍlc·11, motérlu que deverlu ser consi­ derudu prlorltllrlu pela população, por ser v 4ue m1la lhe diz rospeHo. O deslutore9ae domoustr1:1do pelo qundro social do Hospital, em assunto de Ião gr!lnde r1.1lêvo, faz-aos pensar, 1 qu1, cube à Escola, Imprimir orif'ntaçiio 1· ' c_pmunitária aos alunos, para que as li· 1 demnças jovem se capacitem a encarar 6 os temas de grande aloauce social com -· ~­ um crllério de maior lnterê1:HH' para que nossa cidade nilo seju tragada pelri onda IT r ar mente, diga mfu m l'Íll ll • p 1r11 e ta•lo boa vo! o encargo d1 o t !d nodode: R.,novoção i Deverá ter prazo Prorrogado A nova lllrc tc;rl 1 •J I Bc11lfc(!:.:d11 Hospitalr d e Bela V; l11 1 1! 111 11 sembléia do dia 29/01 7 ficou a sim cons­ tituida: Presidente: CI6vis M. de Oliveira. ,:. Prt-,-,,: Dr. f'<:drr, ,J. l',I1r,11e11. Sl.'eretúrio: :'cedi L. Larnnjcira 2 Ee.: Afonso Dilon N Leite. Tesoureiro: Horteneio Rua Escobar. 'lº Tt:<1.: Celso :1. O. fü1lla. Fazemos volos para que u 1c,vu IJi­ retorif!. do Hospital contando com o poio do p<,vo helavisteu!e, po: . ..:a trazer oo­ -,;·os melhoramentos para aquela iastitui ção que muitos serviços presta a nos+a comunidade. Hoje, os nomt>s de E!y de Araújo Bar- Cufb O przo para uh. L1lulçfi11 i 1 motl1•ln nl II e! C' .rt Ir ,J, ItenttJade dever er 11 r.1: 11 rio, p , , v, !rnt nt 11te o proxlo mos de novembro. Ent adie· 1 n • te ntido vemn endo muuttde plo Is tituto d ldentitcaçlo do Estado e a Secr t­ ria de Segurança Pá. hlicn. A medida via di! 11- uulr a !!ul,recarga. de trabalho no diverso p,, to de lú1Ju.ifkc.1<,:lio, de v, 1 qut• o rnovfmt II t '.l de processos duplicou 110;, úlllrncts dl&11. O !uHt!luto de Identl!I· cçã vem recebendo utu·tlment+>, cerca de L.U)O procesos/dia, entre Carteiras de ldenli;!ade e Atestados de Atece. dente!!. Há p,·ucct !empoa, o movimento era da or­ dt:-m de 700 docu'Uen­ ios dia. Por este motivo. 0s servidcres daquele l o fl ll • luto para e-itar o acú­ mulo de processos e a consequente demora n entrega dos docu­ mnentos, véu enfrentando uma cai·gu. diária do doze horas de rrabt.lho. bo a e Carlos Edy Sá de :1edeiros são familia'l'es a qualquer cidedão belevis­ tense. eleitor e participante do contexto municipal. Barbosa e Medeiros. gunha­ rnm notoriedade, últimamente, devido 110 !ançamealo de seu'! üomt.<; à candid:1tos a AsBembleia Constituinte. Queiram ou não, Barbos11 ê um politir;o popular. Ga­ nha eleições nas urnas. Medeiros, por outro lado, é o primeiro caudlàato do MB, em Bela Vista, u depul!idv. Há os que pregam, inclusive, o nome de Ely de Arrujo Barbosa, para suceder o atual prefeito Caetro Pinto. Haja Yista a força política de Ely e o, apoio que o deputa­ do B11t'ém lhe dPdica, tstu possibilidude não ~ remota, muito pelo contrário ... Quanto llO popular Carlinhos c~egundo dizem pertencente a um esquema fortís­ imo) reúne amplas possihilidades de ae 1 elegrr. É a política belavistense... são nomes da terrn que se dest':!.cam. PREÇO DESTE EXEMPLAR CRS 3,00 O Carro do Ano" Procure o seu Agente em Bela Vista: Noedi 1 ~:Je L-:xrangeira □ ··o omereio Jovep de .fato Grosso do Sul'' Eletro Domé;;tico em geral .1óveis - Voce faz o prn') de p:Jgame□to Coaceasionário ULTt1..G..S enreg 1 auoniic - planatã aos domingos e forift­ do.s troca de b:.itijiio pequeno - .-ssi;;tenci~ técnica pe~manente Seção ds peças especializadas Rua Vereador Romeu de ~/edeiros S/N Jar d:m Mato Grosso do Sul ADVOGADO :ECln Diflú - Rua 3 de Outubro lAD1A1>0 li~ C..312221 Bt:·la Vi ta Mato Grosso do Sul ----------------'----- Dr. Carl•>::- Edv Sá }ledeiros OATI - , 616 Dr. Cyrio F alcã:o Advogados Causas Civis- Criaiais Ivet:;:. Tn1balhi;;rns 1 Rua Rui Barbosa. 2774 C1 Fo 3 !6683 Campo Grande • ..:. , Grosso Rua Sebastião Cri.spim do f'. ,,;11 319 Fone 1 íéi'e Vista lato dto_sol o JUSTINO VASCONCELOS Prehid•·nl1i d11 O li JI<.; , 1 Al6111 dn ('Ar••r/l l11dlvlcl1111l !)I np, 1-:111,·n· to clllrt o dn r>COJ1/ml<'.I 11 H•wlal. 111< dlr "i tos do homem abrangem o bito da "'olfllca, lrMlu1.iilon 110 1·, 1·0111! 1 ('ln1t•nln, íl lodo el1lnd1 ll, da l'Trtl•11 l)()◄•,ilill' h !I' do lnt01·r •1 il' 11.0 1 xn"ít:lo tl.1 1 , p11d1•1 l'-4 governamentais da iul de dintdude da J)Cll"IJ/1 hlllllllllll, l"llllO f/117,, l'fll')II{,' ll pl'<'l'l'Og'at!vl de vo1, o voto lia!! 1111ll"1la" que lho dlssen•m rrHpeilo. Si, lodott vem da mesma orig1•rn, r11- mlnhnw p1tr11 o mo,1110 rim r J)fJS•lll<'tn a mesma 1·azll.o - dotados de llif>nlico J;;s trumentofi paro agir sohrr o ml'lo - Jqunis liãn dó con~ld<·l'1t1'•HI' em tudo quanto, a todoi, corJcer11onl11, por todo, pos. a reso:­ ver-sP, E já estamos em plena órbitn dus relnções de produç,1o, oxorc!cio o tru11s­ ferê11r.la de flutorldudu. E~te, o fundamento da cificos, oerto é que, ás Redoca gs PAI Francisco [ Rua Teodoro Rondon H!ij HillMf.i ll resoluçôe de ordem genética e que lorl!ll '11 ,, lllJ "I ,111 r Ili qu•·. r, ll1111e:i11•, 1 l ,, t: .l.1·J11 1 1 eatre a generontdnude do povo () ÓllJIIO, i' lffl 11111 IJI) ,li 1 1Hlfi, !· tJ • por outoss, nào julgar r• l>'HII I' l'lfl l l • i<'•111 rl1· hl'lll !' li'lllll - impo ivel ta Intonla de todos, tendendo-+e à voz dt) lllltll)f' Jlllll!Pl'O. 1111'-!ll(J !ll,J',(llP. 1:11 mais facilmente se poderá manter n paz, este, o privlpio das mnatori. l),j :·(!!{1'11 rJe lt11tar-M· lgu·tltílt lllf' () Igual decorre de tratar-se desigualen­ tr e 't' ll•r dl'IX 1 ('fJílll'a•"<', VI l}l111CO. Ili,- , r , 4 do ulguém responsável Iro, itt']Ur r:I<' Cax1J•. •, 11 Bela Vi»ta - Mato Grosso Ht·tln1or-Cltd,· haldo Pncirn Administração: Maria Etel V Pereira Departamento Comercial; Alvaro Pereira A S S l : A T L li . ~ A--intura Anual Bela is-ta Demais Municipios CrS Trib1111n da Fro111eim é nnrn puhlica~ã11 da ORJlAPE- Fundador: lvaldo Pereira 1 1 • 1 1 I IJ11 l 1 U?ll• (Faz) ttravé» do ('llfTllll!IC'tltll <; 1 q lH <• irl d 11 1 t J w, ho l 11 qual ficou n~ im ,. , , tituíd: Pn•Rirlcnll': Clúvh 1or Ct'l!UO dl' OliVl'Íl',l Viee Pres.. Pedro Joé PaImieri l" St•netfirt,>: :,.;oc•rh !.ti• lP La1unjeir,1 1 ~" SccrPtório: ,ro.,-o C1- lou Nunes Leite 1º Tesoureiro: Hort~n<'l<> Rô EscoLur 2'.! Tesoureiro: Cl bo ~ Gurcete ffaltu 1- CONSELHO HSC;,L 1 1 O .. arti,,o .. pub.licado'- c-0111 n.-.--1nar11r ... 1:, d o "' uuton·, nfto traduzem a opíi,iào do jornal. Sua publicação obedece ao propósito do debate do­ problemas municipais e de refletir a diversas tendência- do pen-amento univer-al. Franci!rla e cnrlfl dohrn que se fazia, <'111 cima ou embixo, do Ido direito ou <'k(jU<•rdo, trazl uuu muenugem espeiul. llujt', fellvoentu, vi,dtn; Hflo &1 rnpre ,Ofll'CllrlUK, l'Hllt. é ll r,,~rn. ()()]() l<•lpfono. E .i1o poucuH 011 qu<• ui11rln i;u di'io a gi­ uá➔llua tlu dobr•1r oar1õ,.•H ... Puru qut•rn não sabe- e se interessa em aber- a pe­ quna dobra feita 110 cuntu c!P clm ,, por alguns tradicional1tas, slgnifrca que u en­ trtll{11 f,,t folt1 P'.'lo próprio dono do cur­ tfí o. A urlltc.lauo, nlius, e.los cnrtões do visl· ta, é bem mls llmtluda hoje em dla, Acompanham preseutes 011 floreR, ngratle­ cimentes eu cumprimentes plo ''niwer' (quande não se fites, por ulgum motivo, pelo telefone o que ó mais t1imptitico). Súo u,mdos tttin- b·m para mudança de addr r, ,: , 1111 l g,1 (' ri • 1 j r, t· o li a 111111 Ou IPL,,1 pour JU rnoirr•,·· 11 ••· fome explicará tum capitulo adiante fxi te, entretanto, uma diferença en tre o cartão de vistas oeial e o prof«­ sional, dois pontos. -Ca!IÕf'-1 Sfl 'Í tis são gravados (em cha­ pa) e deles consta apens o nome do dono, seguido ou não de seu IJlulo. Ü nd ires pode ser acrescentado em letra menor, uo canto de buixo, "Is o < ar­ tõ.o ni1o flC,l tuu flno. r:, !lller:cion: tPle­ fone, nunqulnhu. Se necesstrlo, este é notado à mão, na hora, o que reerva uo cavalhrlro ou fl ct t1t1a, o nlina Malheiro Candida 'illalba Clementina itoraes Cristino Villar Martins Carlos Torr<>s Cicero Gonzaga Ot,nto ' Cleuza Rodrigues Et-mogenPa Benites Emiliana Pinto Euzebio Ferreira Euzo(ou Enw) Rudrigues Firmino Fe:-relra Brnz Ildebrando Ovelar Joanu T;;rres Joana Fernandes Julia Alves dos Suntos Leonora Pereira Maria Alves du Costa '.latias Alo rcon Maria Clemente Rodrigues .1ariu Luiza Duarte iIai'il Antonia Arnnrla Marciuna do Nascimento Osório Garcia Ortagno de Souz11 Roberto AfonRo Anastácio Sebastião de Souza 8alvador Clemente Terern da Silva '✓iceute Furtado e Valmir dos Santos. AgradEceríarnos irnensarnent~ u todas pE>ssoas que leitores da Tribuna e conhe· ceado algumas das pessoas aqui citadas lhes avis11ssem pre,;tando a1-<1,im uma co­ laboração com o !lfobral Belavisten e. lmensumente grato por este espe­ cial favor, subscrevo-me Garnaliel Stumpf. Secretário Executivo ·ua Com1.1m Bela,•is· tensa. Ili' 1 (;!11 do ma do casal e 11111 Ili ,Ot;O (IIÚ ,_, 1 r,1 llOJll próprio crtá ÍJl1!1l.t/, 11 ('<1ll • r . l l ntmvi•s do t, !Jr.talh . qu.rnrlo um ca al ll• ina IHI , UI,! t'tll) frP,Jl!Pll· te vi to pur aí é o nomnedo marido spa recer antes do nome da mulher. E aten­ çlo; riwcn-e à tinta o nome que erl gravado no c11rtl10. !'t:,l:O" qu • se quel­ •·, dnr no C,lrll1 u toque in.encima!. mente !ormill Quanto a <: .rll1o para uso de e­ gócios, este pode ser tanbém gravado, mus em geral é fmpre-o. Dele •·on·lll n o oomo do dono (ou du uoua), título e endereço. E conforme o caso, ta::bém o telefont•. De leve, bem de leve, logo que e­ ju possi'l'I teremos mais que falar. Le Ouc. Documento Perdidc. Luiz Feroando Oeoriz c.lei:lua para os devidos fios que rxtraviou RU,J • Cerlc:iru de ldeotid&de Nº. OOHil exp ·dida (•m Jardim Mt. Publicação qut i;e faz pur,1 abter 2". Via. CfaSli DO PECU . ISTa DE Evaldo G. L;aranjeira PRODUTOS VETERINARIOS, INSETICI­ DAS SAL Bül...DErRO E :.Jl:-;ERAL, SEMENTES EM GERAL. Os melhores preços da praça. • Visite-uns. Rua Duque de Caxias, 1 O 8 O ; Bela Vista t.Aato Grosso AP?LO CORTIBILIDDE li ESCRITRI BONITO - )!.-TO GRO-, O UL de Soares e Soares "O VALOR NÃO ESTA :'iAQUILO QüE FAZE:O.!OS. :.fA NA'.[ A~ EIRA C0:.10 FAZEO:. 1) i. fato u plpite Numa nteci' ço urnl10 l 11lúru•11 ('r' ,,, r­ n·n·.· +·-r ,, !ui dl 11110 pt• l.1 p i.1 ull a o tothecidis-« . inw Cl-·b t' Hloh o po• pular 'Hin". 2I horas de meditação no Paraíso Cl ult•F. m Lembrete aos Senhores "Bebns e De­ sordeiro«" No dê Car. n•nruL P,,rtí<'lp •. A Se. !J'Urnuçn Púbflr:n e!!l(arl d:.> Olho. AGOH. l'f LEJBRE­ 'I'l:- AOS SE;,jliORES FI­ 'fll'ALDIS: Duranta JS fé,tejoa CARNAVALESCOS, a Se­ gurar.çu Pública ef-ltará colaborando com n Cire­ tia a e efetuuá o reco­ lhimento Iucontiaeoti don infratores audaciosos, pa­ ra o páteo da Delegacin de Polícia. .jude u. Po­ Iic!a a ajudar você. )ião rmbetime a 11uloridade do Diretor de Tránsito. Use a cabeça e uirija com cuidado , oitava mara 'Í· lha (Av. Teodoro Sativa) nüo é teste de cvrrid!l. Seja prudc:rHe. Respeite e 1-xíja seus direitos. Du- rante a noite, u-e somente Luz Baixa. 'aloriu "' comu· 11idade Bd:nisttme. e não ~e esqueçam: Ajude a Polici:i u njudnr , oct,. 1 rr, ico de Hefaçõt, Públi• cas da Delegacia de Policia Chil de WílJill Sérgio He riq Marti s Apartamento:- com ar condicionado. quartos com ventiladores, ambir□te familiar refe~ÇÕP. fartas HO fl Rua Teodoro Rondon fLUMI E O SEU HOTEL E 1 865 .. Aquidauana Mato Grosso Sul • -----~- --------- _J QUID _ íl _ neI 1 'f !•t . !t '! ,li, /D'I •h --------- #%.1! Dourados Mato Grosso Sul NOI OflC Primeiro foi a !ressão inj11Rtlflc11du o lnbúlltn, grn tulla e raclosa, em plouo coraç/lo do D0111·a­ dos, de u11I udvogu ossa participação de­ ve1·á ser· de tal forma que o governador não l'leja levaoo a participar, se ado de- _ pois preterido, o qu,~ F.Ó o lev,nú ao des­ r,restigio junto ao p~vo. Enallccílndo S'mpre u políticu do Presidente Oei~el. o Governador de Ma­ to Grosso mostra u vprança de que todas as medidas cll'fendidas po!· ele "té agora, corno a red(•mocratizu<;>fio do pais, ;;aivaguardas, Plc, sejam tornadas pelo Presidente da República antes que este termine seu mandato, ou pelo me- • nos, deixe-as em condições de serem im- 1 plantadas pelo seu sucessor, emuora con- : sidere que elas já poderiam ter sido 1 implantadas. 1 Sua administração n frent<:! do Go- i verao de M.ito Gro~so tem sido diriaida durante todos estes anos, no sentid; ri~ impluntar a infra estrutura oecessana ao desenvohimento que hoje assoma aquele Estado, e que, tende u crescer ver- Trabalho tri_,1fl'J lfílé.'JIII• 1 , tnf • l «> em vta da politicn que veem nto do- tadn por Garin Neto, que mio J•· frl ,li' qu•· 'n J (JII • l J .t 1 ' 1 IJOl'l'"110 ·, Tendo ingre ado ainda t v,•;;1 ua vi o' l'Uf'~(J IIUtJ('I I r. oarci 1 ;,.; .. , 1 ('!ll k destacando nos tios cargo. d i]ol tfweia que lt-'I!I us~un,i !o n vida I 11lili ea do pais. Em Hll7 fol 1)11.,tnr do 0hr ., 1'11· biens de lntn Gr,,;. o, t1•n lo ll'rn 1111,do seu mnndto, deixando ttras te sf obtas que e, imortalizarr para sempre ent st u fstndo. Foi professor de derenhe de ma­ quinas, diretor da erepresa Construtora toméreio Ltd11 foi primeiro prefeito elel­ to em Cuiabá; foi diretor do Departa­ mento de Estradas da Rodagem de Ser­ glpe; vice W•VPl'!iill.101' d,~ hlo 0!'0!'!>0 de l!JGI n l!Jíi!i. ' N4 ('9mut Federl entre outros caos, exerceu os de Pridentve da Co­ misso de desenvolvimento do Centre Oeste e vice lidrr ri:.: hnn<'a ·a filosort tle integra­ ção uai::ional, criou o Pólo ..mazóoia. o Pólo Ari:)Uaoã. o Pólo Jurema Teles Pi­ re:: e o Pólo Xiogú Arngu::ila. Os programas especiais de Ato Grosso que ;:erüo a segunda etapa d Política rle Jotegrllção Nacional. 1irevé investim.-ntos da Drder.:; de cinco bilbõe, de cruzeiros. do, quais. cerca de dois bilhões. sn-ão pa~a inira esti utuT U aproximadanrnte trés bilhões de cruzei­ ro.:; em Cl'éctitu. Dentro dese programa. está previsto a implantação de rod1l ia~. cerca dP qual ·o mil quilômelro;;: mE:lbo­ rad0s 1.300 qu1lômetr os e conservadüi; 2.-H.'O quilômetl'Os de rodavias. . A grande linha de açãr; do go,·er­ no federal tem sido aquela de desenvol­ ver o pai, a partir uo de e;:;volvirm,uto (Continuação ... ) 8 Madeiras brutas e aparelhadas - 'ligamentos - forras - ssoalhos bh!enias sarni;@es. Umª lndustíra QUf acompanha o Progresso tle o no Rua Santana do Faraiso Nº 1 Cx. P 1 ! 1 __________________ J 1.4, Vi«t. MI 'J'rll,lJf1'1 ri Frontelrna --------- /li' (íl iflll IIH ('ilr111,da.; HOl'IHi'l >l('íl, (flll• re desenvolvimento ocorra a puttir to d1 H(Hl'.'lilllftll'lllt) IIIL' "0(!!,ll, (JII'.> P 1 ) d' hll­ JlH'lilO d, 11iv1•I <111 , mprPgo l' 1111.-!lhor :liH· trlhul'1111 dt> rt•nda. i111111 (J:os~o <' o CL'll tro (),,~!•· 11•111 tlrlo unlll p 1rlleipaçüo mui­ to utirn e• ro11trib11í.10 tit'J11,lvclmentr ptt· r•1 nmrrni1.111· etllPfl prohlt•nws. í f Frederico Campos Secretário de Viação e Obras -Públicas 1 1 J / Na últimd cl?cadu, ~lato Gt·o~~o. le­ ve a m:.iior bxo de cre:'ci11i"ento clPmL•· gráfico do pais, cm excvção de Brasília, com 5,BGº'o ao ano. Nesse sentid'l {> que se pode eonsidet·:11' o p<1p,•l d • :1 .to G;o:;­ Sil como 11m grnade ahsorveclo!' de em­ prego de mio-de-ob.a oriundJ da á1 e,, exaurida rio pais cvmn do nordest.! e populações marginai de geantes centros u:·baaos .. l,>lu Gro;.,;o tµ,m desemot•ahndc relevante papel, que de certa forma é U:!!11 m rnelra rlc' melh il' ·li ,trib.liçl0 dC' 1'1.UdJ, • O c.:n'.10 oe31..! t.:.11 hoj cel',.;a 1.ie Sclte rnilhõ ·s de habt 1nt• s r!os qn .is dr:s milllõe:l cte habitantes SÜI) 01 iunct, s :;. O baixo desempenho do setor inJustrinl reG1 sendo apontado por téchlcos gover­ namentais, como um ponto limitadís. imo no des!nvolvimeoto da própria agricut­ turu. Pura um melhoramento no setor, eles apontam duas diretrizes que teriam rle er tacadas pelo ro ria por IoreA' /Htl'i li/ ri,- d<· J!1, 'd (J d 1 :,l!I lt 1ilt1J1 ,. temo l'erpativ4 colaborar no t forço do derenvolvimn i t pefonw] he aumentar o exe+dente« ,, p 1 ( ; ,·I' '"'{'!ll•ln. o 1-fO'l'f/lll il!• <11 h t'I' ll , t.,rl ultur ,, opt.,,.10 p••r 11111 1 1 r .. 1,:0 mu - to I! aunlw preju Hiena 'o desenvolvitrto da gielturu 0 produtos gricolas n:ivernu: o de~eovol:..iilll'll:o rlu ngricuilura, da indústria e u dcsen.olvi. mento social. No qur t,rng.' a ;ig ,·11 tura pode so 11i:tar grnn,Je Pstol'l;n ; escritórios de nssl,l{'11 i:, t<•c·, ica ú agricultura. No início de 77. Plll :, ·, s­ {!l'ilórios e atua!rnt-ute, somam u ·, 1•11al de S0, O E-d tm 143 técns ,-. t, ,je são '300. Com relação a capaei.ale i ur­ mazename1110 t'ram 70 mil u,11 !a!l ,~. IIo­ je, 110 iniciei do exereicio, süo 1; 1 wil tont>laaas iustulad,1s. (bbrawlo a e •paci· darli;, est1Wca. O govrroo tem cindo tumbém um apoio. muito grandP na parte iu11r!ária Existia em Mató Grosso um dep 1rl<1men­ t.o de t,•rras, fechado, e uma situação l'unriiária mu1tc ct1l'idl. O E,tado possui urna fnea de eo milhões de hcctan•::; a tituladü, com título definitivo 70 milhões de hectares; titulos pr0visórios 90 milhões d• 1 l1t•ctures. O governo de ~luto Gro,so con, base em estudos detalbados elaho­ reu um neve cédige de terras que instituiu o lsíi­ tuto de Jla to Gt osso. que começa 11 de­ senvlllver o eu t1 aba lho .. coru perspecU­ vas de solucionar grandes problemas, principalmente us que surgirem em 1978 l CARMELITO TORRES Presidente da CEM A T Como um dos objetivos do gover- j, ' 1 ,, t r 1 , ~ ,.i, r 1 ! IJ • 1 (' }P < • a pe« o4°, 0 denvolvin to do t•ullut depende muito do 1 : rJ,,, lr,,n,j)Ort(•-, j (ld li au111r ntou ·t•u olumt• 1 1I, h .1 1! ds transportadas, para 3 ção nas estradas pi ta 16,9°, to na rede viria do Es , upens de 2' ,i IJ •[li" rh•t 1()11 tr,1 ,1 ti«paridade no volume ser transporta do e a aee[oração da relo vária, v que uderem a rande defazag m . 111.!IIII• 11 te o Estado de Mato Grosso possut dol« quilómetros de estradas que já deviam ser pavimenta«las, o que justifica mais a s conservação MAÇAO TADAN0 Secretário da Agricultura Na rede frigorifies, já foram ins­ tal.idOR um da ~adia, pdra >1prnveitamea, to do matéria prima principal que é boi e um outro. com capacidaüe parn ol.lllter 3.800 reses diárias. Programas 1 arpo i',• 1 >' ll· li' ,lp :li< } 1 Pf.('rJ ,,l­ i' 1 p. 1 l 10 1('1, 1111lhii1 il 11'.l ',2 J mil'ôes no io 7f ti ll'fl lo 11111 , . ,tdo lllll crescimento da urdem d e i o .' , t1 at·f 1 r' (h ~ :..aüiJ,, !.(>li'" um T' l- Jnl•1ilo dt> :.'(Jí . ,lll-11•,'il P :-., l!tH:in,',. 1 ubll<-11 138'; aneumnto há I­ (1,) P lu.b ação 390, e f J'l'líl' (',-,o •Ol'l ai 1- JH·••'i­ dl'll<'lli [ll :: ,. A adm:nistl';::ção de Gnr eat,·~ os ira lat•J 1,ros:-.0 c"ni u H•Ji1vi.1. com Paragui • também nus front ias em Ilarr ! •to Ci,HÇR$ c,,m Gcoia--= l' Tr, . , 0- 1 uçõt>s com São l'MU,P. E 0 tes iJ1'-'triL "j, ,-e• ii lum cm fa;;- de :mpl 1:-it çii •. o GovrrnL dt SE'Jll'u: eu g anu,· ·-~t'or­ ('O IU u,ilização do, rniíl"I iÕ- de r rur•um :'fosta gt>stüo d.? G..:: eia 1'-1(' 10, rr. ci-i. - 0as duas empre as de .i,erg?o. que j» e tão expur!uado C:l-'rCü c!P WU n il t,,ue­ la•lac; de minério de mang,,nê•. f):11'c1 o,:: Estados Unidos e Japão. empresa de mineração Fermat /A, en fase de ins. tal ção P.m Três :fa1 ,as, 9rocluzi1·a em sua primeira etapu, cerea de Il mil io­ oeludas de Ierrn-liga. Também com ajudu ào t. lado. foi ins­ tala.du urna usina de ferro-liga, em Co. COLU A rGfi.ADE''bli AO' ANTEPASSADOS A 8'! 11:i para a con­ eret:zação do lcieal é agn1dt-ccr a Deus. e ao mesmo tempo, aos A­ te passados. Esta Vida, que é você partiu àe Deus. que é a cawm p! iweira e atra "é,; da 'ida e ulrva dos ao­ tepassados manifestou-se aqui como uma ··pe~eoa dotada rie carate1· pró­ prio''. E MÍ er;:tá --vo~ê". ãc exioliado Ot:US, vo­ cê nã0 ex:Gte não exis­ iiu io , s antepas::-ados. .. ·ot.ê nãc, exi,:te. Reco­ nhecE:l' a fonte (O:-:) sig­ !li:i-:,1 conhece!' a caUf;!J riv oode Yt-io u e'Uú vi­ ..:::; :::ig,:ufiea re..:ouhecer que a sua exiotêocia aqui, neste momento, se deve a Deu;:, que é a raus& primeira, se d·ve aos ant,,ra,·,ado;:.. que são a cuu;:.a S<"!:!'Ull~a; e 80 Pais. que são o int::,1Õé­ di3rir; e finalmente sig­ : ific:.i. agra1ecer a e:::w '('.1u;:,1 ,; <',,:,.. "!□ter­ !'!led!' rio·· ouc sa? combi l n rm para dar Yida '" [ ice. · 1 Qu ndo agl'UdecHJmrntarii 1.1 !or·ça dP pi-otec,:ão Espirituol do,: me, mos e a .-concretiza­ ção do s~u Ideal toma­ rá mais fácil. ll••l11 Vt~trl • 1 ft T, Jt,·11, 1 ,, 1 / 1'1' 1 1 t 1 ----------- -------~ ------------ , EMPRESARIOS: PARIICIPEM DA 11 FEIRA DA IHDÚS TRIA RECilOHAL t) ,orero «de Mato ,ro«ao, traí» du eerre. tria de ld@-trla, Correio e 'Turismo, renalizar 11,i 11 u 17 de fevereiro a la leira 'a lli tria lepionl, em Cuiahá. Participe pondo seu produto. máquina, implementos agrícolas, industriais r produtos in­ du«trialiados, leerve eu stand, Maiores informações poderão er obtidas junu­ to à Diião d Feiras e Exposições, da Secretaria dt> Jndí114triu, Co111en·fu t· 'l'uri .. 1111,, 11P Pnl11<,·i11 Alencatro, lo andar e nu Federçào das Indústrias de Mato Grosso, Avenida P'residente Varas s/n.o Colalrnrn111 na oq,:nnizuc;:1o da Feira as Fede­ rnç(es du J11clí1:1trio, Corn(•rcio t· Jgric11lturn, JF;-.r,. ciação Comercial e outros órgãos lidos à arca proJuthu. Ave11irl11 Pn·si,le11tc, Vnr1,:11s 11,0 9115 - - íon,· 217(,. ,-.- [}, :Ja);b ô=Pl Re'i ef·S5rt•~ Pln11ulto como II PreH!dC!ncla da Arena tem l!iõncla dtJ tudo o C]tll: diz a respeito à Arem~ de ~1o to Gt·osso cio Sul. Po!'é.n, para n:io ubrlr o p!'ecenr11,1clor Pedro Pedrosiun, cujo rufo é minoritário. O ohjdivo du conversa é evitar que se­ jurn tomud,11; meJidPH ou fcitlJS pronuu- ,.l1Jmí;ntoi; que Vt'llllHm a n.proru11rtnr a erise ex'stente na Arena local, ante .. C]UP o Palád1> do l'luoalto !W m1,nlfM,lO ~o­ hre a esoolha elo primeil'O governador do ~luto Gror,so tio Sul. 'J'u11to o Pallll'io do que todos os equipamentos de infl'll estru­ turu, como, et:ltrndus escolas, hospitais, energia elétrica foram concluid os notes do pt·evisto. D:;us mil fa rr:ilias com tra­ diçào ugricola e devidamt>nte ussis!idd serão implantadas uas áreas social a p~1 rtir· dP janeiro. No éampo social, podemos destacar diversos programas promovidos pela Fundação Social de ;1lato Grosso. Os de maior importância, são o de alimentação que já concretizou u construção de uma usina central de produção de leite de soja, em Cuiabá destinada a vender o pi uduto altumentP nutritivo, a baixo do custo. para as familias de pequeno po· Jer uqubitiv11. Esse programa será a pr imt>iru ct:?ntral da América Latina. Outro µrr,gra ma é o de apoio a co­ mP~cinlização do artescnato rnatogrns seuse. Os artesões tem assistência técrii­ r.a e social da Proso! e vendem sua produção, sejtl qual for e qualquer que sej11 o volume, U!- casas de artesões, que existem em toclo o Estado. e quE- comer­ ciallzaw os produtos. 1IAL0GIIR inda existe a p 4bilidde de » • P• '· mover conciliaç ko entro P rlro !', l:-,i- 1- ,rn " l•ru rplJI, F, 1:wrllr,•1 l't•teJ; 1 ; c:t di• • ta que• l'l,1 º" 1,•all1111/:. 1'11 11 r;,1 ,o _cll' evitar qUl' J lete d duna facç0e In<,:lllll j)l'Olilllll'i :rn• ut,,A r Ili" J)O 1:n upro• {unlr a crise. FUT IC O ('rltPrJo 11,Ir11 a lufücncílo do µrl­ m"il'O gov,,rnaclor Muto Grosso do Fui, rfl ll da cnr>nclclade odmlnlstrut1vn, JHlplllHridadP ('ieitor111 P de uust Jrldade do i:nudldulo. E"sl' cr!Lério. st:?gundo RO lnfornm, Iler{! obedecido I lgorosumeoll•. Por lfl"O, é tudo como certo quo H Pr'.!­ sidéncia da Arena realizará quantas reu­ niões 8" fizerHtn ílL'<'r Rsúri'l, 0 para encon tr.u o ponto de h rmoui11 entre as fac­ ções Pedrossian e Fra1rnll. Francolrno Pereira, Nelson Marchesan e ,lotJó Boni­ fácio acreditam que a lrnrrnonlu "erà res­ taurarla. pois. i;egunrto urgumenta, ''em política não l'xistem inimigos mas sim e aperrns adversúrros ocaslooais". "Estnmos no momento de marchar por a u demorrncio, purn não pagar um preço mais alto no fusurs", ($e, cro Gomes ernpre,(1rio, e>: mini,tro du Ind65- 1ria e Comércio). 'X,:)1"1 "Ao reforma, eliminnrju os atos tle exeçJo roas conterão salvrguardas enérgicas de defesa do Es1nde> ... (Jo,é 13onifnl'io, Hder do Governo na Z.P.23 Câmara) '><;;,<; ••llá um can,a,;o generalizado uo ,eiu du P°' o; niu~uém ruais pode deLer n a•piraçiio nocio­ nal pelo :retorno do E,1nc!o de Direito" (D. Crisiinno Portela de Arauju Pena. bi?po tlc Di,inópolis-.lG ). ;::l'<:c,,c:; 'Urno da, coi•as de que o Bra-il mais ne­ cessita é do debntc político ... (1ln)!nlhãc~ Pinto, >enatlor, Arena - .IG). li . f »da» as tardo [ P 11d, 1 , " l < 1, r, f , , truda te oro atisa, lo d ar no uheliseo, de+eana p d 1 "' 1 ,. , 1 r . i • " 11 , 1 , , , , , 'f ,w ri,, 1 , muito ndindf«j JTJ pois fiou abelo, pela l a bem informada da ( e h I' '" 1, •I t•, qu,· HeA@iar l Jh 'l ioHI li ·• r c, l•lr11' I, ntrs do cremitro ", f{ meto verdade, uqui ui sron­ lt I tr o opoto à rodoviária d, Campo Grande, que tu lal i doce, ine plata, aias Buri, te Aqu ,,u trr Íu:u rín, marmoaria, crematório, te" tomo todos nós alr 11111 µrupo rle t' João Leite Schimidt lo Londres Machado 17 !'nulo H. C. Saldonhu I Huben Figueiró de Oliveira 19 ,e) r l'rr~ir., Limn 20 Aleides Menezes Faria Dr. Joelson M. Peixoto -Advogado- Causas Civis e Criminal~ Rua l.o rle Muio S/N - Jardim • ;lts. DL Ivan ilf onsn da Costa Marques· ADVOCACIA EM GERAL Hnu Y oh•11tários da Putria. 376 • Fone I0 fü:la Vista :-lato Grosso Sul DR. FIO'II MI ' fill -MÉDICO­ Consultório, 7 às 11 hs 16 às 19 ho:.-as «I.PEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural, 12 às 15 hs Dr. José Atanasio Neto Adrngado Causas Civis. criminais, Comerciais, I­ veutarios e Piulilh-i~, Regulurizações de Terras Junto no lncr 1 Etc. Av. Duque de Caxias, "''.o-788. ,Jardim • ;It. Fazend» 2 de Ouro Guia Lopes da Laguna ::O.It. L! J l!ll•J il J., ,; I>,.,. !l 1 L. f11 M tritil C, rlb,, I5 Marre M, Mirada 8oar .H, (),.,,f,t,, Herreira Dutra 7 Paulino Lopes da t 11 l H-1111,. ·r ... 1,d 9 IadI E-p/índola Trindade 10 :,..11t r, Ir" d.1 (, 11 1,trâ II Valdevin. Hodrig e» Guinará .. 42 alter Eseohr unes 11 Waler I •'ll•lllltl ll, •• l4 ahdir dos antos lereira PROF SSIO Dr, Pedro José Palmieri Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 -.[ PI L11:, --------- 01 leindo Franco Machado ú~ Jhert•1 Cubd Brull Ol Juú,, rir Paul!: 1:il.•·110 () 1 ÍCI nr C. f.u~• •IÍ b:!.lneáriJ. O ex prefeito Clóvis :'li. d ... Olh·eirn. iniciou um traba­ lho de reconstrução. Iniciou. E 1oi só. df r:rdâcur.i dn·:rra mandar p11trol 1 H, jogar vá­ i.°if'S Cl!minhões de areia, construir uns carramancllõ':',, enfim. mudar o aspecto. Não vai gatar muito diah. iro não. Só vai gastar trab 1lbo . .'i1ui:: trabalho é de­ ver. Outra cob 1. Os frequ'.•ntadores tal­ guu J nã') dEVC?tn le,a!' cacl.lorro:- (iuJú~) e demais bichinhos. No precisam expli­ car. E muito meoo<; lavar carrcs. cami­ nhões. etc. o.,·emo:i zelar. Cuidar da nossa. praia. Todos nó, sumos rE:.sponsâ­ "eis. Se a municipalidade plantar um/19 paltn<>irds, construir uus barracões_ uu ce rraro11cbões. jogar bastnott: areia, o nosso atrativo principal vai ficar uma beleza. Além de ser •·colirio pe.ra os olhos", vai ser um ponto turístico de fato. Fica a sugestão ' 1 1 1 L Suitt·. Aparlamt'nto.~ (ca:e;;d e- ~ullt'iro). Sala de Htcepçãc O Hotel mais luxuoso do Sudoeste Hotel fnquidüuono fa!oce •· O C=rtao de visitas de Aquidauana" AQUIDAUANA MATO CiROSSO DO SUL ENF Q E·fBTOS, FOT e BE DV f.: rato por rlt•111ulH cwnhocldo, quo o Clube Esportlvo [elavlstone representa ocledade locnl é relleário do um ta­ nunchl de tradlço da Helu Vta de ou!ro­ ra. Devido umn série de tutores, o trudtelonl paso 1 por uma fase dittell. Fcou releudo r esquecimento e entre­ uo à promoçô 'e ültltu hora. lloco­ ohruomo11 quu o trabnlho do&onvolvldo pelo Caturobu, manteve o "espirito do club» " e prnvocou uma reuçl1o. Eelo. rouoilo proporclouou u clulçllo do umu dlrctorlu que ussumlu u tare!a do soer. uer o clube. Foram eleitos Abrão Zca­ rhtfl pa.rn presidente o Arclloy Lugenno pnra vlca. Espervamo o restabaleel­ mnoto dn,c t lvldndos, mas nllo urna reu· ço e mudança do imuem om tão cur­ to pruzo. Pol o que noootocou. Abrllo e Arcll-~y, jovooH que uorodttam uo po• der dn nçllo R nu allvldude lolutarrupt11 colocnram o Belo vlett,u&o uo nou devido lugar. HOJE O clube está com ns finanças rm dia, promove grandes espetãculoo, a dlreto­ rln eslá col!Sll e traça grandes planos para o futuro. Inclualve umo plsclmn, melhorias no quadro e amplluçfio do salão de festas. E mulins coisas mais. É hora de ttgrndocer. É a hora de reCCI• nhecimeoto. A Cíl.maru Municipal, tão serena nas grandes horas, deverá Hon­ rar estes dois moços que fizeram o pos­ slvel em tllo curto prazo. Não mandem cartas, chamem o moços e façam, de público, o elogio que eles merecem. Nós o estamos· fazendo. Multo obrigado. Oo nos~os antopassudos., agradecern o tra­ balho de vocos. E a noss11 juventude. encara e!lte tr11balho como exemplo. Exemplo de aç!io. De dinamismo. De al­ trulsmo. Do cor11gem. De amor a terra. Campo Grande, do correspondente- Os pecuaris'as do Pantanal matogrossense estiio l>:::staute preocupudos com en­ cbente atual que já atinge níveis excep­ cionais e prnnuncia-stt calalllitosa em face da pl'ó ·ima temporada de chuvas que conti .ua, conforme informações prestadas pelo Departamento Nacional de Obras e Saneamento, de Campo Grande. Esse fat•> levou o presidente da Associaç.'i.o dos Críadores do :::.ui de Ma­ to G oso, Acelino Roberto Ferreira, a soli' '(·1: através de correspondência ao gover o federal. a criação de um faixa especial d~ crédito de emergencia, atra­ vés da rede de bancos oficiais e particu lares. A correpon 'én'a ' presidente da Acrissul. foi eüCUi 'nhr 1 la ao presidente E IM ' • GEM PRÉ CARNAVAL, No CEB a euforia er total. Caira no samba: Dr Helio. Curem. Dr Késlo Maria, Sras. Olga Zacarias, Btelka Ferrel­ ra, NIce Lagoanuo, as cocdtnhas. Vera llllu Octuvln. Vulórlu. a Heglua, R11glfl· trei também tv grupo unimdo Beto­ Telw11 Pedri11i1v com sua noivu e wnuu. vindos do Hlo Grando. Acontecendo por I Den!se, Dele o Carlos Silveira, Aida Notto (Acadaudou de P,loologln/. ANIV liRSAHIOS: Joue M 11 Louro!ro Llmu e Joz1ê Luls Loureiro. Foi c<'memorado com um jnutar regudo de multa bebida o música, gruude nº de mnlgoíl àou aolvl!rsarlaateo presti­ gluram anotei: 13oatrlz Mason rcnhn!i . Rl­ toon o Maroolo, Beatriz Pinheiro; Vua­ dcrloy, Antonio J oiio, Eudlnho e Fátima Os casais: Alolalo-Shlrlel Orlnndo-Tncl o tambêm o tenento Onblnlo. PRAIA ;,. pt'l.!ldn neste verno é só nossa praia mesmo, tanta gente passa suas horas de lazer por lii. Pegundo àquele bronzendo e-aavam; Elino, Rosalva, Cleoice Loua­ da f'itlma Silvu, Ellznbete Loureiro, Eli· za' Maria, Mnrçolla e Zélia. O que empa. na a alegria dos banhistas é a preença de cachorros dentro d'àgua. Será que seus donos nil.o viram a placa onde proibi! a entrnda de unimuis nuquele loeel? Ah! minha gente ieeo é perigoso à saúde de tantas crianças que lá vil.o ae divertir mai11 dnconfiômetroj né ... se lhes chamarem atenção vão achur ruim, então EVITE. Por ocanião dos 15 anos de Vera Ri­ ta, foi rcgis· trado Ernesto Geisel, aos ministros da Agricul­ tma, Alysson Paulinelli; do interior. Rangel Rehi; da Fazendb, llario Henrique Simonsen; e do diretor do Crédito Rural do Banco Central do Brasil, José Ribamar de Mello, solicitando que a criação dessa faixa especial de crédito, permitirá que os pecuaristas pantaneiros possa fazer face às despesas reft>rentes ao aluguei de pastos custeio das despesa~ de trans portes e outros gastos. Segundo o prestdente Acelino Roberto Ferreira, a atual enchente no 'P,rntanal Matogrossense, vem ocasionando a perda do gado adulto, enfraquecimento do rebanho e conseqi::'en - temente a diminuição da parição e elevada pr-rcen tugew de morte de bezerros nascidos. autuento da despesa de manutenção do pessoal, do rebanho e aquisição de animais de serviços, tudo isso produzindo uma acentuada descapitalização dos t,zendeiros da região pantaneira. o este momento: ela com seu padrinho e poeta Seve­ rino de To­ ledo. [P)olícia DE A o i I i ta r O prefeito municipal da cidare de Nioaque. Altevir Soares de Alencar, em expectlente dirigido ao Cel. (J eraldo de Oliveira e Silva, comAndaute geral da Polícia :lilitnr de Mato Gros/o, elogiou a conduta do Tnceiro Surgento Antooío de Souza e dos SoldadvE Ramon Leonel de Oliveira, Manoel da Slva Paixão, Be­ nedito Canton e Eliezer de Vila1 Albu­ querque, integrantes do II? Batalhü o da PM, sediado em Campo Grande. Nu ex­ pediente dirig;r:lo ao Comanc(o Geral da PM, o Prefeito de Kioaque relata&. atua­ ção dos reforidos Policiai!.' ?llilitares em diligência realizada há pouco5 cliae na­ quele J'lunlcípio do ul do Esta do e que resultJu na prisão de elementos procu­ rados pt>la Justiça. O prefE>ilo Altevir oa­ res de Alencar narra que "durante tres dias e tres noites consecutivos, traba­ lhaudo com o opolo da Delegacia Regio­ nal de Policia de. Aqu1dauana, uqueles policiais militares, sob us mais duras condições clirnê.tica , deslncarnm-se para os mais longinquos recantes do Munici­ pio de Nioaquf', desproviaos de alimen­ tação, demonstrando, 2 c;sim, grande re. is­ têoeia ao censaço, e levado senso rle responsabilidade. eqwlibrio na arõe~. url:>irnidade para com a ?Ul-Oridaces constituídas, além de grande I e peito pa­ ra com os presos". O preieito de Nioa­ que c:onclui dizendo que o comportümPn­ to dos referidos policias '•só dignifica a corporação a que pertencem, toruado-sP. exemplo a ser seguido por seus pares e subordinados". Anti - C:rndidnto do MDB e-azar1a pretensões de Magalhães Brnsilia- Ao menos até &gora não está nos pla- nos do .10B l&nç:ir um oJJti-candidato à Pcesí· déncia da República. O líder do partido ne Câ­ mnara deu u informaçüo, e acrescentou a obser­ vação p2i::soal de. que uma repetição do que fez a Opc ·'c;ão em 74 quando lançou a anti· candidatura· de Ulysse• Guimarães, seria esva­ ziar n» prelenFões do Senador ?lagalbães Pio!? que, na opinião de Frei- tas Nobre, até que se esgote o último alento do enador arenista na prática dos pre-::eitos democráticos, o ~JDH não ode participar do proces,;o. Quunto u Uf? eventual apoio à candi­ datura cto ex-Goveroador úJineiro. entende o lider oposicionista que isto s poderá ser 1ecidiclo nt. ' Convenção do Partido.t4 ser convocada ueotru de 4 dias. Ao contrário de seu correligionárie Mauro Vasconcelos, pe­ sidente do JDB oerna!:l· bucana. Freitas Nobre não crê que Maga!hães Pi to corr o risco de ser •cassado em razão de seu mo, imento de r2b:l· dia dentro da Arena. ' ll I' /1 li f li (' :-..: 11 li l1 ri r ( 1 ( ' t