I V ALDO 
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Com o drnmtteo aguçamento das c»n 
tradições prinelptf do mundo conte­ 
porineo, Impõe se à 1te!ig@mele do ho­ 
mem o belo e doloroso oficio de fio a. 
hdteur, oh hipótese lpuia, do ato d 
pertuntir e responder. E de um im 
portúnel, ligar speetos. aparentemente 
separados, daquelas circunstancias em 
quP, (1 ltorll!'lll Hfl cloffllfl COIOO pai li..:i- 
1 t·lpantl" til' lllllfl COln:Jlllliiltle 1rJ1>lJ'il !' 
dentro do tempo histórico, reaja às i- 
l 
tu11('Ú ·, do r110111l'lllo. l11dag111· ppf11 1nr- 
tiefaço do cidadão na politie 1 ,', um 
, dos fator de aliena1o,do cidadão 
no mOme O Dres'u e, ,a 1 e P'cmo, per­ 
guntar como partleipur, devemos eneon- 
1r111· mdou do pnrtíclp 1çi10. Se llfl con- No Holnry Clube da Bela Vista estão 
junturn11 no caso do Bela Vista não per- sé forjando lideres para u comuni.lade 
item auscultar a vontie popular, do.- belavistense. Não devemos olhar com 
remo., u,mr a "inwgluuçiio crlador,1" pa- rancor e rnuito menos com 1·cscrva,,. P'-· 
ra transformur sintomas em realidades ta florescente etapa da vida belavistense. 
plausíveis. Usando um provérbio popu- Vamo ... encarar C•>m esperança os "jo­ 
lAr: "Qu11111 11úo tem cilo caça com to', vens lideres que urgem de ílolary··, 
sé verdude, que todo 1J pai,i po1;sc1i a pois, n<• !'ampo político ou 1weiul, até o 
un "sorbonno", é fato que em todos o momento, não dcscobrnnos HonPus quo 
municípios. ~•xistPm os grupos do desta- ! levem Bela Vista no seu destino de g!·no­ 
que que "inbdcü.m nH idéiu!l" lliio os cba- dezr.1. P o I' enquanto, a influ­ 
mndos "laborntórios de. l<léins". Em nos cncin de Rotary está catalizando emo­ 
so cnso fü>Ju Visln no fator politico - não ções o cbjelivos. Na medidn quo evoluu 
vamos encontrar lideres nos diretórios n sociedade p"llíllca local, veremos que 
moo, ouso sui generls, num clube de a nossa opinião tnrnnr-se-à imugeru de 
serviço. Clube npolitico, mas que deba- umu verdade q:tu poucos ogora aceitam 
te ideois polf:tcas; clube nfio religioso, 
1 mos que qurs•tionn; clube sem pnixüo 
/ clubística, mas que torce. Falamos 'nu 
JI Rota1y Club. No Rotary, vemos homens 
preueupados, com o futuro de Bela Vis­ 
ta. lJomen,, que no impacto das contradi­ 
ções, inereutes a todo grupo liet:.n·o!{êrieo 
1 
buscam bnrmonizar idéifls e aprimorar 
conceitos. Respira-se democracia em Ro•• 
tary. Surjo umn n:>va casto. em nosu ci­ 
dade. De técnicos. politicos, empresários, 
H!dustriarn. comercinntl'!,, médicos. Javou­ 
reirns que, num desesperado alento, en­ 
coutrum no crrc.ilo dos debates s0luções 
paru problemas insolúveis. O caso do 
Hospitul São Vicente de Paula é um 
exemplo. Um médico pintou matizes tii o 
., i a_egrds, que ?·' "homens do Rotcry", srn- 
' tiram que ali estava um rlcsafio gigaote 
e, arregaçaram as mangas. O mesmo se 
pode dizer a respeito da política munici­ 
pal. Não há lídt>res. Nito há per;:;peclivat:l 
de usar oquilo que Aristóteles clrnmou 
de "[unção natural d o b o m e m". 
E n t ã o, o que f. R o t a r y: 
desperta a conscieutiza,üo no rn1>rnenlo 
que atravessamos e permite a muturaçilo 
de idéias e cc!rentes de opiniões que levam 
a escollJa de cnruinbos que a ntl:ls nüo 
erurn sequei' vlslu.::nbrados. São <!olocudi:is 
ns opcões. TM!os partir.ipar:;:i. A. politica 
é uma atividade da_ dimensão humuuu 
 Desde que, corr: ou sem ,·ontadt< de !'aze-lo 
' 1 0s homens vivem em sociedade, depen­ 
de da sociedade pura nascer e sohrevi­ 
rer, não bii comu ignorar a ,iignificaç_iío 
passa a existir (· urn ali •nanwnto. Ue 
ur;; ll!Udo ou Oti outro, 0 . l ,tu•· de ,dlt:­ 
nação em que vivem a malotla do povo 
belavlstense, é decorrente da falta de 
motivação e de enganjumeto, Hoje, 
vemos a itu ação mudar, 'il:'íllirno,; lllll 
espírito arejado penetrar s mentes e 
J'<'HJJlrtt·t-t' utna atmosfera otimista. 
PEREIRA 
palitiea que os comportamentosindivida. Ás 
1r.·•111 w,. l 111·nlP ><•IJ llf'/ll . rr1,1rgl1•111l- 
7.'ll,! •u do homem ta politiea, lev ao a­ 
politicisruo que uma ilusão poli o que 
Estiveram em nossa redação. rlia 1 
3 pp. os seuhores . .licio de Souza, 
Hermes de Souza e Cresruildo de Sl•uza. 
relatando um falo que estü se tornt1ndo 
corriquPil'0 na impren!'a !!lundial: DISCO 
VOADOR. Allcio e Hermes, fonc;ouários 
d!l Fazenda Cllavc de Ouro. afümarum j 
que no dia 2 pp, por volt das 18.30 ho­ 
ras, viram ·•um objeto rcdc::ido, muito 
br;lbante, que apnreceu no céu e desapa- 
• receu numa velocidade imprassionante", 
Cres!:iildo, capataz dH Fazónda Clrnve de 
• Ouro, de propriedade do Presidente da 
Câwnrn desta cidad'2, Sr José S. da Costa 
1 
iIarques, disse qne também viu o ob­ 
jeto voador e que ele • Cre!:.mildo • conhe• 
ce satélite, sputinik, etc e que o objeto 
vJsto era completamente "esquisitc;". In­ 
teressante frisar que mais de 30 pessoafi, 
morudort:s das Cnieiras, afirmaram o 
,., . 
do 
g'l ,ltHll· 
Vl'"llf() 
Obl'ii! lllOH ' 
que com isso 
seres distinto. 
sure a zrand 
.in,l.1 (• •~ e!,,, 
p:in m •lhor, 
não de serem 
t• i,;,o, U'll club . • . 
em Bela Vi.ta. E ums grande mis ,1o. 
É um gra n d e d ,, . f í ,,. 
Jfas a Rocled·tde que aí e'á nasceu de 
grandes desafios. O tempo. Sempre o tem­ 
po, .-e enca1TPg,J,.'L de provr.r qu • e lU· 
mos certos. Par u finalirnr, ainda é ceei o 
mas nomes e,;lão su,gindo pum Hevign­ 
rur o concrilo dP admlnb
1rn:- int.gruu,Jo 
o homem ao mt:io em que vive. 
fl 
4 
mesmo: -Viram um objeto voador 
ide□tifica.do. 
não 
i Z.P.23 
g Difusor 
-. - 	, 
Ea±9% 
-5sr+ 7"( a 
' 
com cc:,rros 
novos 
'· h llíl o: 
Visla 
São 
na 
Bela 
Paulo 
A Viação Motta co­ 
locará em circulação cin­ 
co <'lll'r(J l!OVO • m lilll 
linha H ·la 'i .1 l·'-•u P11u 
lo segundo informgões 
pr,.:tarltb pelo s nhor 
Renato Lemes Soares, 
ger,,nte ,1:.1. PIDPl'C' a c·:n 
Doura cio;;;. 
Os nOVO ('1 rr0I be­ 
O(•fieia 1·fio tumbém n cl­ 
dade de Ponta Poro., que 
é servida pela Viução 
'.folla nt.!t-la Linha Bela 
Vbta São Pau!rJ. 
O:i cineo veiculas no­ 
vus já eslú.o cliegn ndo 
u Dourados sendo que 
l!'(H dfkb já. 1.10 encon­ 
trn m oa garagem dn 
,lottu, nu Cubece1ra Ale­ 
gre. 
O l"CRA comunie1> 
ao publieo cm geral que 
Iorú no próximo dia 12 
de março a entrega de 
títulos de ratiEJcação n 
proprietários rurais do 
município de Bela Vista, 
em e<olenid de que 
terá lugar no "Clube do 
Laço" de Bela Vista 
localizado no Parque de 
Exposição, ás 10 horas 
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111, • 'I' 1 ,, ,,. • ·1·0 , 1:1 1, , t: 11ju l<11J'lt 11 
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1•df1· -1· , ,, , p••111,•11n• 11111. 
.--Então +e hlne. ] et p.r 'entre 
(11,:1111,tJ1il•I' "' ll!'ÍII• 111,1-(ll'li ') 
- 1111 ou r,i,, ,, , J', ,1 n-111, , ,, 1,:lu 1 !! 
!ou t 111 •111!1·11•!11 11111a 1•111, ,: q11•· dl iln f 
t+to «d· deruvr ebi relativg'? N+o neo 
trel u sal/iead leste concito em e- 
11h11111 Jll lllll il 
- I•: 11111 11·,vo ,., •11 •Jt,, dP dc•n r ,•nd ,. 
l11vr•11l11rln Jll'los IJ111~IIPlroH,  1,•f•w f, 
lllt·J,, dll'il'il d,• Ci 111',I'º. n111H (11111'io11a 
111111K 1111 !li '(Jlh IIH -inr ,1 f! ,tri lf'III (11111· 
lrr• pala , (1, J, olh,, " lllll'I 1•11111!11; O 
e'hotvo também, Lo, o to ó Ulll 
('ll('li jf l'll 't'l,tli'1!, 
- lo vnt nl!, 
- f':11 (,!!11(111111 11110 J :••, J) (,1 '(li(O, (111 
brasileiros entendem. 
- E111i10 d tx•r p II li. n11t1·,1 eol ·11, Toii­ 
•r1:u1. O q11-' •,11.(1111'1,•11 ('"H' Hl< f{au quo o 
gon ruo 1·,tú ui; ,11d11 11 eumpnhu 
oficial, "amar pr diviuir melhor?' 
-- Esta é aeil, Pre-l !ente. O ,;:-c,verno 
conveeel o povo hruleira de que es­ 
tr dl''l' 1,pr 111.iu pago, n fh1 ti,• llJilll'II· 
ta1· ·1 roncrntrnçliit <1<' riQll"?.11 nas 11111,>s 
ele uns poueos. Qu ,ndr, essa riqurza IR· 
ll'l'I' ) 'lll ('OIICl'll:I ,1d11. (11 pouco,; qt.:•• tl 
detiv1•ra111 prnm:·l1 Ili dJ:.;tr1b11í-ln <'lltrt' 
tolos. 
-- E qu1111clo ~erl Mn? 
- lnciu não marcarnm data. E tão es 
perando o b lo crescer mnis. 
- Que h lo, 'l'0d111an? O Brn~il não é 
urc p.iis ~uu 1,•r., 11v,tlv1rli,'? 
- ,Jmilume11te por lsl11, Presld•·nte. 
- Ni1.o r:.;1ou l'll!l'tHil'11rlo 11 1',1. 01111 1 
cuisn: C"11110 são O!,; in,posto~ 11c 13ra,il? ! 
- Um:1 r.-st,,, PreRld1·11t~. ,16111 elo~ d,•s­ 
co;-,to:-1 ll'l fonlP, ot-: hrasil •110s p;.,gam 1 
I N P S , i•11p:,~10 p!'•.•di.11. tnxn •!ti cnnrlomí- 
1110, taxa <il' lixo, t.;xa rod11v1úria, se­ 
guro ubr:gató1io, i:11p11bos !t'IPJ'ônicoH 
vxcecleuH'li, ele., etc., e, pum pagar tud > 
isto, são ubrigadus a pagar um drspa 
.:bante-. o qual paga por ru,·c1 os funcio­ 
n1rlos do t-c 1·, iç,, públic,, qur já silo 
p!'g11s co:n u dinbc•il·o do l'Ontrlbuiot,•. 
O:; brnsileir< s que tentum sair do p!lis 
~i'io obrigados a fozer um depó;ito co111- 
puJ,-óri0 no v,dor equivulente a looo. 
dôl·'rrs. ~ó rr ·lituldos seis mess depois 
,, 
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tlit ,, 	' 
'l'i. 	,, l,ra 
Feda,an'? 	aa, « 
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l'r • ._ u•· ' ·• 
, 1 .t 	. •• 
(}, J'!"l'Ç(1 	1111 • ,,. 
Como é qu • C''!!'! 
Tribuna da Fronteira 
- SEl,~ IHO 
t• lJ  ll  D O E I :! O ' 2 /7 ~ 
lu,,·, l~-1. J l'>9illl:! CGC-lF: 0l.2 0.ihl
1
U
1
1ff líl 
leda4o e Administração 
R. Duqure de Caxias /n. Dela Vi-t MI. 
Oficiuu,: lln.1 1>11,1411· th• (."""'. • n 
d,•la  i•lll 	ln111 Gw--o 
Hcda111r- lwfe llnl,lc, l'nt'ÍrJ 
,d111ini-1rn~:in: lariu E,1,•ln V ~•·rt·(rn 
Departamento Comercial: Alro Pereira 
ASSINATUHAS 
-•ill'llllrn .nnul l·h-111 'i-111 Cd 10 1,00 
' l'lll>is .lunit-ipio• CrS 1:;0J) 1 
Tribun:i dn Fronrcirn l· uma puhlic:u;:o 
,la OHJIVAPE- 
1 
() .. urti•'º" public,u!o-.. c-0111 n ..... innlur.1• do .. ' 
nuton·"' nJ7> tnuluzt'rll u opir.i.io do jornul :iua 
puhlh-11çüo ob
11dc·cc• uo propú:--ilu do debate dos 
problrmas municipais e de refletir u diversas 
tendências do pen-amento universal. 
BONITO - MATO GROSSO SUL 
de Sonres e Soares 
O VALOR ÃO E.;;TA :':AQUILO Q
1JE 
F.-ZEVlO:::,, ~!,S t A .1 .. N EIRA Cü:10 
F.-ZE'OS. 
no !111 
l 
1 
l11ter, s 111! . Oul:11 e, i t, T11,1tn1 li 
(JU •111 é este Pelé, que andou dizendo hà 
t ,
1111
, • lft.lt' 
11 IJI a--'.l1•1ro, n1 , •- li1<• 1 r<' 
pa.adas para voltar? Não é aquele que 
undou por aqui no ano pisado: 
-- .Ju-<ln{Jl('rlte. ::,o (jlll, aqui suas de­ 
C.'hl",l('Õ " puhlll'ª" lf11itt ,varn ,;(' n r ai~ 
vrede-ordem como "Love, love, love 
previamente decorada. Parece que ao 
ta faz comerciais de Pepsi ou oca, um4 
droga desta. 
- E,-qu,,çu.o. Por f,1!-,r nl-lo. Todmnn. 
Quais são os p liticos governistas a quemn 
l'II dt•'(l clur p 1rllt.!u ·1r utl· 1c· .. o! 
,- O p.:ireo ,. du;•o, Pr,•i-i !e11t1-. O, pou­ 
eas politicos brasileiros com alguma col­ 
sa ,L dlzPr c&tào na Op0siç • 
- Bem, você t-1ab.' qUL' alio podemos 
dar essa bandeira. Cite-me alguém da 
.rena, que você conolder<> r-•p1eseototh·o 
PECUIRIST 
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J ' 111'! 
- IJ, 111. 
Mwglhi 
conhecetro de longa da 
tu. ( 011 ervador por 111- 
tu, eza, mas hberal quan­ 
do lhe convém. Multo 
parecido com 0 n0o 
polll!i'o-i. 
- J: ci outni'J 
- 0 OUl:-0 (> lill•<'IU· 
túvel, Prt>~idt.Hll . O H, 
ler., uma e rta di!1culd · 
oe em dialogar com (( ... 
: lé n gorn, !-lia unle11 
declaração coh •e-Ida tol 
11 dt:! que "C!'udlct1!lurn 
oito se portuln - H' au l· 
t1:1." • 'ossos n.11ollstn11 
políticott estão atr• hoje 
t•'nluncto de-;cobrlr 0 que 
isto quer dizer Desde 
en(ü,,, Pie sú te1J1 s ibl­ 
do dizer 01.ie 'Canclhhlo 
afio Yal11." 
Por que seri lstr,? 
Tulvez por umn 
questão rll' e1:gurança 
Nac•10111.rl, Pt·eiii,l!''Jle. 
- Bem, acho que cb·•­ 
ga. Todrnan. ,lgurnn 
f:!COID<'UClaçã.o e.,pE'Clal? 
- Só urna, PreHideote· 
multo cuidado no Rio d<> 
,Janeiro. Turista que mar· 
cu touca e tá roubado! 
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----'---------------------------~~---- ------- 	,;.... _ __._"-- 
COLUNA 
PISTORIL 
.l 
Vor1<fculr, do dln: po Senhor é n terra 
e ua plenitude, o mundo e queles 
q111• nt•IP lrnbllliln" (1-lalmo11 :!tl:J) 
Você, cnro leitor, conhece a histó­ 
rlit do mt'lliur f'al rio lodo o rnunrl1 '! l'olH 
bem, Pllt 011conll'LHHJ 1111 llll>lla ,.'nf.{nula 
a Pufavru t111 Dowi. 
8Igumou 0 passos deste Pul, e 
voJumou o quanto estamos certo riu dl· 
zer quo Elt~ é o melhor Pi de todo o 
mundo. 
"Quando J81·11el cru menino, eu o 
nr111-I o do E:;llo chu,uel u meu filllo" 
(ÜRÓlu,: J 1:1) , 
Deulre oR propósitos do crlodor 
um deles é o de proRervur o elemeulo 
huruono; Isto pelo fulo ele stir criado n I­ 
mugem e a semelhança de Deus (Gen. 1:2) 
Isto quljr dizer que o homem 6 um 
ser mdoaul e morul: utrlhutoti divino. 
'l'oduvia em fuoe ele muu uso ele eua 11- 
hurdnde de esoolhu, o homem passou u 
admlrar mais a criatura esvaindo-se do 
seu Criador, esquecendO-~P rio i;eu Pai 
A justiça divina determinou uma 
Btnlençu paro o homem, tn,ten do seu 
afustnmenta ou de suu rebellüo para com 
o Criador: 
"A alma que pecar eseu morrerá" (Eze­ 
quiel 18:4). A morte aqui, representa n 
destltllulçl'io dos atributos divinos que lllio 
loerE1ntes ao ser bumuno. 
Entretanto, o grande Pai foi com­ 
placente com o homem, rne1>mo a despeito 
da lagralldão pura com o Senhor nobso 
Dous e Pai (ConllnuuNmos no próximo nº) 
Pastor Jeremias '/iceute da Silva 
Convite 
A Primeira Igrej!l Batista dest cida­ 
de, slt11 à rua 15 de Nevernbro. 359, tem 
11. subida honra de convidar V.Excia. e 
Exma Familia, pum assistirem as sole­ 
nidades do seu 42 aniversário, qut- será 
renllzado no di11 5 de março, às 19 ho­ 
ras, em seu templo. 
Atividades Semanais 
2ª. Feira - Clínica Partorul às 15 he. 
4J1 Feira - Pregação do Evangelho, 
às 19:30 hs. 
5 Feira Clinica Pastoral às 15 hs. 
61! Feira - Culto ele oração e Estudo 
às 19:30 hs. 
Sábado - Ensaio do Conjunto Coral 
às 15 hs. 
Dorning,.:, - Esl!ola Bíblica Dominical 
às 8 hs. . 
Culto Doutrinário às 9:30 hs. 
Ens'.!io do Conjunto Coral às lfi:30 hs. 
Escoll de Treinamento às 19 hs. 
CuJtg Divino às 20 hs. 
- 
SAO 
Má r t í r 
,, 
TO AS 
1 ng 1 
MORUS, 
ês 
H 00 11110<; 111rA , na < 1, 11.1 Jr,~I 1· 
l<•:-r,t Ulíl IT11·11lr111 ']UI' 'tf.1 t' t•,rortl' f I• 
lllfhlJ ,rfullU, 'l'Prn)I' ,1,,ru llf'llJIOll o 
mais alto posto do governo britántco e 
teV! qu,· l'llÍr(•IJllll' l'li'U "1.•f (MM ('(Hill 
/Ilia/' frl!I Ú r' C-Hlólt1·a. 
!'i,to 'l'u,nr'IH Morw; ílllHC:t'U 11 7 cJp 
f;t•t111nhro ,lp J 178. E~lUdou l;J!J oxror<I e 
em Lndtes. 'Tornou-e advogado de 1 f' 
110111r. CH!OU•Ke P teve quulro filho<,. Co111 
menos de trinta anos de ídorlc foi cha­ 
mdo a tournr porlP Ott Alit1C'11Jblélu do 
Helno. í~m bl'cvc, li nrlque VJII e11coll11i11-o 
p.1ra sec,elárlo e dcpO!R Lord Chuncrler, 
ou seja, o primeiro homem da Inglater­ 
ra, depois do Rei. 
Fui ni'fl,H' n&.r~o que Sü o 'l'orrif1s 
Morus viu desPncadeur-He uma tumpeblu.· 
de que Ihe eustnrla a vida e que artas­ 
turla o povo britllnlco 1 npobto.l'lit .. 
Henrlqu!' Vlll estavt dominado pe­ 
los vícios 0111·a'!terístlcos de i;utt (•poGa, 
a renascença. Era um :el r:iensua 1, natu­ 
rallsl!l e llborliao. A te11i,ào entre o mo­ 
nurcu e seu Lord Chanceler ::hego~: ao 
cllmux quando o .. oberuuo eleclcllu otvor- 
INDICADOR 
Dr. Joelson M. Peixoto 
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nio 	+ 
t,· e r ,, nl•• 
ir, com a 
claro Ili" l!l 
efta a angliespa 
1 lvnrtquf• 'Jll ohril{ll l 
súdito II utn juramento de 
qual significava a p t ia 
li, H Qu,, e todo as bfpos e nobre da 
Ori'l !•ro unha vergaram a cabeça 54o To 
más Morus, contudo, mnte e fiel à 
r<illglilo vt·ruailt lrn Por eu dl o, r ,i 
elo preso, jlgado inigualmente e conde 
nado u morte. 
Foi degolado na Torre de Lond <' 
cm julho d,• 133::í. Sua hlm,1 sul11u 110 
c6u e a Igreja dec!urou-o mártir. 
Até hoje, existe em sue antiga re­ 
sldê11rlu, uma árvnn• quo d rrnt1,._ ver­ 
melhos, os quais recordam o sangue v r­ 
tido por São Tomás no solo britânico., 
Símbolo de esperança de vermos a In- 
glatenu de novo fiel u verdt1dt>ira f(, e 
à verdadeira igreja de Nosso Senhor 'e 
sus Ct'i)((O. (,' llll ,gõuclu Boo lmµrrn. u) 
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ri'. 	• '' !o 
al 	t me hr 
dei 	ILqur fu- 
tehl é ore cottra na. 
·r trd, i
41o U tJprr rio de 
Campo(Grande levou aso» outro« 
centros esportivos do Brasil, 
como diz o locutor de radio, 
J06,0 I  Hor  Ili U(). 
1)1: 11  
)uendo soubemos da in­ 
da do atilho para o Operá­ 
rio e logo depois a chegada do 
Manga r a arrumado da a»a 
 mo que is colas mudariam 
e, realmente, ito correu e 
mudou tanto qure quate, pela 
primira ez, uma agrema,ao 
chamada pequena (???) chega à 
Libertadores das Américas re­ 
presentando o nosso País, 
Pnrnhfns Optr,1rin dr• 
Campo Grande e hob par., 
frtnlc que a CL é <111~ l111r11il­ 
de, modestos, disciplinados e 
bons times de futebol e  ur,· 
é tu«lo i-to e muito mais 
Ivan do Nascimento 
Oração ao Divino 
Espirito Santo 
Espírito Santo você que 
me esclarece tudo que ilumi­ 
na todos os caminhos para que 
eu atinja o meu ideal, or<· 
que me dá. o doai divino de 
perdoar e e;qoerer o mal que 
me fazrm; e que to<ln:i: o-- in,;;• 
1'1nles de minha vida está co­ 
migo eu quero neste curto diá­ 
logo, a:?radeccr-lbc por tudo 
e confirmar mais uma vez, 
que eu nunca quero me ~epa­ 
rar de voc2 por maior que se­ 
jn a ilusão material não será 
o mínimo da , ontude que sin­ 
to de um dia Cftar com voci 
e todoa O.! rueus irios na 
nlórfa Perpétua. Obrigada mais 
uma vez (a pessoa deverá fazer 
esta oração 3 dia;; ,egoido3 Fem 
fozer o pedido. Dentro de :~ 
dias será alc:rnça,[n n graçu. por 
mais dificll que seja) publicar 
assim que receber a graça. 
Janize ~lª. Mendes 
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u Bols de Cerenls do Estado de o P'anulo, Regiontd de Doura- 
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lltco <11• Ouro, <•1,pt·<·lal. 1nJnln10 cll' 2/iO o mflxlrno d1· %0 c1u1.e!­ 
ro; 
íllco "" Ourti, HUpPl'lo1·. ndnlmo de 200 (' máximo dd '.?.20 c·ruzel­ 
l'OH; 
!Jrnncllo, ext,·n, 11d11l1110 1k :i'.?.O e múxlmc <li, ~>.>0 cruzr-lros; 
Brn11cliu, ''HPPeinJ, nti11lmo do :mo o 111úxln10 de 380 cruzeiro .. ; 
Chu1111J!11ho t1•<JJ(•cl,d, mimo de 260 e JJ1úxl1110 <ln '.IBO cruzi'ir·oH; 
Chuml.Jl1d1ci', kllfH'J'lOI', 111l11i11w cl1• 2:!0 l' mfixlmo dn !2,to cru;,;c•lrou. 
Opaq11l11ho, •'HJH•cird, rní11irno (lL' :JO0 e• rnú:-tlmo dt• :1,0 cru:z.elro~; 
fi'elj/lo i'rl:'IO, l'Xlra, minuimo de 110 e máximo de 4!í0 cruozlt·uH; 
Feijão Preto, especial. mínimo de 30 e maxiao de 380 cruzeiros; 
Ji'Pijl1o 11:-eto, HUJh'I ior, n1111imo 3'.?.0 , múximo de a IO cruz!•lro~; 
Rosinha, especial, mínimo de {3o e 111ítximo de :JHo cruzeiros; 
l{Qslnh11, 1-llljH'rlor, n1Í11imo ele :Joo !• rná:-..imo de :l'.?.o . cruzeiro~; 
Roxi11ho, extra, .:aludo, mínimo de Cioo l' máximo de 620 cruzei­ 
ros; 
Soju, lndu~trlol, iRenla de ICJI, a ranel, oca de o quilos, mi­ 
nimo de 200 t• máximo do 2o5 cru:t.elros. 
Farinha <le milho, saca ele :!3 q1ulos, mínimo dt' 8 e máximo de 
r . ., -"'1 .. :- "Jl1--t"' ~·~--- ·-·- -- -:r~~·-:7"'r;-- I' -; ga « 
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1 lo ,., u,t'Jru ... 
l li 1 (, ,1 III t mn imo d 10 
H'. de ) qu! s, m l 
c de 50 q I lo , l 1: : o ti ' :UJ 
.Hll01/, _ S,C', DE (,O QL:ILCJ:--: 
e maxiuo d 
imar·clüo, (',;pr-r.i'tl rníllilllo (le :l70 e mA:-.l_rno <I" 
Amarelo, superior, minimo de :Jj(l 1' Ili imno de 
Amarelo, do bom, minimo de 330 e maximo de 
fm11rc•l,1r, regular, rniuirno tle .2',!) t.l m.ixirno. (i' 
Arroz de Grãos curtos, C«teto do ul, especii, 
p rná,-l,no de :3911 r•ruzciro.,: . .. 
Quel.Jrt.tllos de :1rroz: i,r,ea ée (io qul!m,. , . . 
34, extra, mini;o de 1880 e máximo de 2oo cruzeiros, 
3/4, especial, mínimo de 150 e maximo de i7o eruzeiro» e 
réra de rroz, mínimo de 7o e máximo de 7ó cruzeiros. 
pJ.r.t a sua lavoura e a melhor forma de se obter 
o financiamento. 	. . 
Aprncilc o crédito que toda a rede bancana 
c,lá lh.: ofcr..:ci:ndo. 
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}0 cruzeiros, 
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rníuinw de .'1,ti 
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RU TfO O O I 
Matriz: Rua Marechal Flariano, 
ilial: imambai sc 
Esq. c/ 1° de Outubro, Fone 138-42 
tórios de Vendas: ntonio Jtião, 
ISUl - MI

o"i: -"! "	t tos« 
() Dr: ),vnldo Hnmnzit. Jlz de 
de Direito da COill<ll'C'il <lt• !S••la VI li 1 '< 
talo de Mato Grosso, na forma da lel 
( lt:. 
F 1/, ABER nos que o JII 1 ~1•111•· 
Edital virem ou delo conhec'mento tive- 
ren, expedido no utoss n" 20. 78 (lp Pro 
testo duthieil que e provesn por @ste 
Julzo e Cariór!o do 2 Ofielo, que uten­ 
dendo no que lhe foi requerido por Tho­ 
m11z '1'1tdP11 Vtl'il'll, J>Plo prc•fl 'llll' l•'dlt1d 
para conhecimento do público em gerul, 
que ser uflxdo na séde deste Juízo, no 
lar de costume que será publicado no 
Órgi1o Ofl<'lal do EHtudo o pelo menos 
duas vezes em dornl diário, 1100 tOr•ooR 
da prtlr,:llo <lo luilr HPgul11leR' 'l'homuz 
'Tde Vieira, brasileiro, casa, comer­ 
cite e peeunarista, resldente e domlei­ 
lindo nesta cidade e Comrea de Bela 
VIt (T), através de pntrono, documrn­ 
to incluso, vem a presençu de V, Ex", 
respeitou mente propor contra Olegolo 
dos untos e sua mulher Elvira Godoy 
dos Santes, brasileiros, cusados, ele co­ 
merd,1nte, Pia lidoR cio 11:11·, renfdc>ulen o 
domlc·ili11rlns 1 ruo lpunema, 22!1, Vila 
Sol>rfnlto, Cnmpo GranclP (1T), o pre!len­ 
tr Pl'ol•·~to ,lu
1
llclnl co11tni ,lfc•nnç/o ele 
bens ou direito e uço, embusvdo nos 
nrtigoR 8G7 e segulntPs do Código dr Prn­ 
cesso Civil. requeronr!o c expondo porn 
tuoto: 1) que o supllrrnnte, ó credor de 
50 (cinquentt1) vucus dos suplicados Ole­ 
gurfo l
1
0ti Santos e sua mulher, represen­ 
tudo por um contrnto de arrendamento. 
subscrito por duas testemunhas, portanto 
documento líquido e certo, já vencido 
desde 10 do dozembt'o de 19íi9; 2/ que o 
suplicante, até estn datu, já longo tempo 
vencido, nfio recebeu o que lhe é devido, 
ondH 01- !'lUpllcados, à época de snlóar o 
oompromisso, n/io possulum mínimos con­ 
dições e estando em quaso estado de in- 
olvênciu; 3) Suce!.le porém, que pela 
mortP do seu J oüo Godoy da Silva. pai 
e sogro dos suplicados, em data de 22 
de dezPmbrn dr 1977, certidão inclusa, 
abriu-se a suces>.lão do mesmo, onde são 
herdeiros legais e conseque□tNnente irão 
receber seus quinhões, suficientes para 
saldarem s u n s o b r i g a ç õ e • C$a O 
-nssumldus perante t e r c e i 1· o s; 
-1) QuC', torua-se óbvio, pelo longo tempo DE 
já decorrido, que os suplicados uem di- Fvaldo G. Laranjeiça 
goaram-se proomur o suplicante, para 
tEntar saldar suas ohrig!!çõe::, Pstnudo PRODUTOS VETERINÁRIOS, INSETICI­ 
ainda inadimplent( s, demonstrand(l clura- DAS SAL BOIADEIRO E ilINERAL, 
mente seus ânimos em ufio quitar o su- SEMENTES EM GERAL. 
pra contrato de arrenda~entu; 5) 1ue, O melhores preços da praça. 
igualmente, pelas certidões inclusus, jà . 	v : .i 
existPrn nj:.iizadas nesta comarC'n, medi- 	. IEite-nos. 
do_s judiciais. UC!lUtPladoras contr!l. O!' su-1 Rua Duque de axias, 10 8 o· 
phcad0s, delrneando o procedimento co- . 	' ' 
nmcial e financeiro nada a)entudor dos 3e!a Vista = Mato Grosso 
mesmo.; 6) ,'Fsim, existe eristlino, o 
justo receio do SU!Jlicante, em que os 
Suplicados, através de Escri::Urt.f Pública 
de Cessilo, venda e transferência de Di­ 
reitos bnedltário,, 11lienem sei.'f: quinhõee 
sorruteirnmente. pnrn esllopulir de !luas 
obrigaçõPs os umigas, já vencidat:1 e ain­ 
da mio pagns; í) E facultando, aos que 
, queirn ou desejam prevenir re!iponsabi­ 
lidades. proverem a eouservaçáo e res­ 
Jl'c1 oe spu<; dir!:'itos, ou manif Pstarem 
1 
qualqI1,,r Irif1'11çií'> <lt• 11111 111 r,: r, ,, r . 
reo de Protesto Judiei! na forra do 
urtigo 87 e seguinte do CP.C 'In cn u' 
ó legitimo ttre ado o tupile nt em 
p. 1 eaer- e, que os Ipl ados, do ali 
iam o0l vela (q_;, ril! t-l!t1:. l1t11 Pclltl'll ll,,. 
)ili', terceiros embota de maneira frau. 
dull'rit l O'.! <·~l111i•10 .. , im pelo exp J 
to, requis' a) ejam citados, Olegar o dos 
Santos e sua mulher, através de Carta 
l'r(•cat(,r·iu à comarca de Campo Grande 
Plt) l'Ill en<lt•J'eÇO já rne11cfr11n1 !•1: b) (JH· 
o pt'l'ReiitA prnte:,to ju!liel11I cunfra ulle• 
nução ele bem;, ou dlrtltos e açi3e5, sl'j·i 
publlcntlo p o r e <I { la J, l' o n p; ri - 
n u t e u I' t I g o 8 7 º· l t e m í d o 
e. P. e., partt (lur ciênci11 H terceiro, 
interessados à compra da cesso de di­ 
rcllos hereditúrfo8 dos Huplicaclow, cio 
prnpo;.to que ora foz o Rt1pllra11te de n- . 
nular qunlquer 
1Jlo lnl<'r-vlvo dr nliC'nn· 
çfio (lt; mó. fé 011 quo por ventura ve­ 
nbam legar inorancia. Igualmente, a­ 
final, requer, seja entregué ao At1plicun­ 
lP, o preAP11te Protl'1'lo Judlclul de H­ 
cor,Jo dispõe o lll'tlgo 872 Jo e. P. e., 
independentemente de trnnslado, e dun­ 
clo tr pre!lente pant efeitos !'lsc11i<i o va­ 
lor rníulrno l?gnl, cem os documento!' 
inclusos, em número de cinco. Pede De- 
f Prfmento. Bela Visto, 14 de fevereiro 
de 1978 (as) p.p. Dr. Sergio Roberto Pe­ 
rondi. oabt~ll. 1.180. Despacho de FIs. 
12. Cite-se nn forma requerida. Expe­ 
çam-se os editais ua forma legul. I. B. 
V!.sta, 20/11/78 (as) Dr. Osvaldo Rman­ 
zinl • Juiz de Dfreito. E para quo che­ 
guem ao conhPclmento dos Interessados 
e nlnguem posea alegar ignorância, 
mandou expedir o presente Edital, nn 
forma du lei. Dado e passado ne~ta cl· 
dnde de Bela Vista, Estado de ;Jato 
Grosso, nos vinte dias do mes de fe ve­ 
relrn do ano de mi! novecentos e seten­ 
tn e oito. Eu, Ooethe Escobar NunPs E - 
criváo do 2° Oficio, flr. datllogrufar, su­ 
bscrevo. 
Dr. Osvaldo Ramanzinl 
Juiz de DirPito 
DETRA ' Cass ma1s 
16 
1 
1 
• 
l 
pe 
lr d ll, 
Itet+e 	( 
til· u 
/'Ull  e s, eleva 
para 3) o número de 
l ., rt irn c sudas n IS 
últ1m<>t1 d1.11;. Cumo ji 
6 do conhecimento P(à 
blico, recentemente o 
Diretor Geral do lh lran, 
Edu Xavier, casou idén­ 
eos documentos, igual­ 
mente expedidos de for 
ma !IPg,ll. t:.r,11Jém P"'lu 
Clretrn11 rle Aquíúuu JJlll, 
a r;utrn11 J ! pe,;,wn . 
As portrins de no 
007,78 P 00 78 lornllrn 
som erei!o us Cartrlrns 
de IinlJilit»çiío com a 
seguinte numeração: 
UUü7!1ii, VOG7117, 0(Jd7-1l8, 
clu Ciretrun de ,qul<I>!• 
uana, 0015723, 061403, 
0061 432, 0061437, C061438, 
OOG1143, OüGl-111, 00ü14J5 
ü06l446. 0061447, úOHl- 
4-1.8. 00614-1.9 e 0067415, 
~xpedidas ineguh1rraen- 1 
te pela Clr<'trun de Gui- 
a Lopoa da Laguna. 
Coluna 
Seicho-No-le 
AGRADECER AOS PAIS 
E SOGROS 
Os filhos agradecem aos 
pais quando este agradecem 
a F<'IIS pais e rnirro! (a,·6s de 
seus filhos) 
Se você não consegue a • 
grndecer esponLnneamente sos 
pais ou nos sogros, tente pelo 
men<li fazer treinnrnent1> para 
agradecer-lhes e dar-lhes ale­ 
(!rlU 
Se voei! está hnge dos 
pai;: ou dos sogro,. escrevo lhes 
cartn, envie-lhes algum presen - 
te ou vá, , isitú - los co,n a; 
criança,. 
A farnflia pode eer com­ 
parn,la com nma án·ort!: se as 
rnízrs (que corresponde aos 
n, 6, e antepassados) niio forem 
bc,n trata.das, os rarnu.!i e a 
folhas nüo poderão crescer vi­ 
ço•amente. 
Os filho, são o espelho 
que reflete a meute do, pais. 
S.- estes fizeraw pouco caso 
de •t!US ,·elhos pais, receberão 
o mesmo trato por parte de 
seu, filhos. "Dá, r receberás". 
É desta forma que surge o que 
si, chama "conflito de geraçôe• 
Durante o dia de hoje, 
vamos agradecer aos PAIS, 
:.nentalizando o dia todo: 
"OBRIGADO, PAPAI E MA­ 
MÃE". 
1 • IJ!'J ') 1, r. tn a 1 
1 ! 1 •.1 fora n ab l 
,•  v. ' l 
,, .! 1 ri • rr 
l 1 1 1 l l ,1, () 
1/0 porçó 
1.,0 ) p e I L' ' 1 t p., 
inxim de r-tinha t 4, 
p .. rçó de alh o m,lho 
tllr t '1 1,1., 1,, 1; ,., ,!oi) 
!ealnen e alt fanutleo 1), d,1(' 
l[I 1-'ja Otl flf,l11 li l Jl l' J pata tn I en­ 
te ... 1: c!i, t R de p gem, ±to con­ 
teceu ó num clube do Ho de Jan llo. 
E qu rn to:; outros clubes exitemn pot este 
Brasil afora?! 
Passada. a alegrias, sonhos, !an­ 
tasias e cois mais do oo «Se;sacio­ 
ual C'tu·1111'HI Brar;ilelro,., al.orA a l' •1
11
1 
r, cordur que 2 :3 da hum.w1 lrtd" JJ• 
fom<·'!! 
Que «os rios, se forn I m e.Hill 
vez mals ricos, e os pobres cada ez 
mn ai pobres?! ... ·Já tivemos oportunidna­ 
de de dizer que estatísticas do IBGE em 
1973, os HP 
II multi rito'! F1c1 ap~opl. rrirn 
d,t rundu ou nnla. quandu uo 11110 
unteriOt' esta oproprlaçlio era tl( •IO 
I 
n, 
(Zerc, lluru 03 02/78). Por que acontece 
Isso2!... 
O presidente da FUNABEM ( Fun­ 
dação Nacional do Bem Estar de Menor) 
Fuwler de Mell0 revelou que exl .. tem JO. 
14 milhõe!i de cnenorP!l marginnliz •dus 
no Brasil, sendo que no Rio Grande do 
Sul o problema atIuge a mui,; de 300.úúO 
crianças. E quantas deses vivem ou me­ 
lhor vegetam pelas r□aa, bairros II m'..1- 
locrts tambêm de □ussu cidade'?! ... 
Por que serb que alguns ganham 
milhões e outros devem sob:ovh er cum 
um miseM salário-rniaimo ou de fome?! ... 
No Bro.sil a renda «per capita» se bitua 
em torno de CrS 11 mil por ano (Jornal 
do Brasil 05/09,77) 	. 
Será que foi Deu. quem fez 16lo?! 
Será. que ser religioso, ser cristão é di­ 
zer «AMÉM» a tudo que acontece neste 
mundo?! ... 
«Antigamente adorava-se_ a Deus 
principalme1tte pela contemplaçao e: a· 
ceitação passiva das coisas. Atualmente 
adora-se a Deus mais pelo enganja:nen­ 
to e ação transformadora em um n:.uudo 
melhor, mais humano, mais 1usto, maió 
fraterno». 
Esta não é tevria minha, mus do 
nróprio Evangelho: «Quem diz que ama 
~ Deus que não ,·ê e não ama o próx1· 
mo a quem vê é menuroso». Jesus :-r;sto: 
Em outra oputunidade Ele mesmo ufu•mo?· 
«amar a Deuo e o próximo são os dois 
ruaudamentos que resumem toda lei e os 
profetas». (Mateus 22-37-40). . . 
Tomando sempro ID'.lis cc>mc1er­ 
oia desta enorme respoosabilide.de, !l I­ 
greja lançou este ano pura t.odos os cris­ 
tilos brasileiros de boa vontade o gmnde 
desafio da Garnpaohu da Fraternidade: 
Trabalho e Justiça para Todos! 
(Continua ... ) 
A 
de AH MA D 
Cll 
HAIDAR 
uma Organização AHMAD H. HAIDAR pare. servir Ponta Porá e Região. Secos e Molhados, Latarias, Panelas de pressil:-i, L,impião 
Gás, Triturador de milho, Ferramentas Agricolas e Aluminios. Produtos de Exportaç.ãu da;: mais afamadas marcas. 
f xporla~ora C l l P [ R lem o melhor preca de [xporlacão para o Clienle • lxigGnle. 
lazen {ler:. Rua lareclil flwriaz, ! [nu.e 431-II3l 	[prtln lir. Rna Ira«la flzin 55, fz 43}-13D 
, i APORA M.ATO GROSS_O DO SUL

}ela Vftn Mt - Trihuna U_'dd 
O chnp Melhn escreveu um no. 
vo livro 'T'ake 'T'ody 'The Executlvo 
u Drop out. Aindn no está traduzido 
(que c,11 t;alhn), nom o li. Mui-1 numn Pll· 
trevlwt a propóslto do livro- escrito 
em conjunto com Hurrlton Nevit -- em 
oerln altura o chapa diz: 
''IloJo, no 11ovo e l111nnao mrlo nm­ 
hlonlo d informçio, a maior[ ds pe8- 
vo e desliou, fechou o comutndor, 
nturado por um Inundação de dados e 
Informaçõen que é Incapaz de assimilar.' 
E dolxou cnir. Refere-so uo deslizamento 
pro1rrosslvo que vom ocorreudo com 
multas pesos. 
Bombardeadns por um excesso de la­ 
formuçõos que n/lo tem 0Jn
10 dlg"rlr nem 
mctabollzar puru seu URO, elos v!lo 11.~ 
dosllgnurlo duR coisas, do truball.lo e dos 
outros. E uma espécie ele loucurn. 
Acelerada por esto proct'l'SO, a rnpldez 
da mudança aumenta, gerando novas in­ 
formações e mais transformações num 
meio ambiente onde o tumulto de evolu­ 
ções qu<'< se acumulam orla uma crise 
1:1xlstonclal grave, expressa sob suas for• 
mas mais conl.lecldas de uasledado, ten­ 
sllo, angústia e perda do sentimento de 
idenlldado: o individuo sente nada signi­ 
ficar nem entender, e começa a não en­ 
contrar lleutldo no que, é e uo que faz. 
Uns queimam o ruzivel. 
Outros o motor Inteiro. 
Uru belo dia o cara larga tudo, se 
manda o Interrompe carreirus promisso­ 
ras, expectativas de êxito, vo!lt•1des re­ 
ais de realizar alguma. coisa para si e 
pai-a a socledude. Sim, o cara "se man­ 
da" !isfca ou psicologicamente. l•'uga'? 
Intuição? 
Pressentimento? Medo? Coragem? Per- 
guntas assim, dlal'iamente, pessoas seu l- (C O N 'l' I NUA Ç Ã 0) 
veis estão se fazendo. 	Será um sonho? Fantasia? Ou isto 
Pois o cara que ''se munda" é o tu,lo pvdHá se tornar Realidade?! ...Com­ 
drop out. As estatísticas teC'.I demo ostra• pet,~ a cadn cristão, a cada homem ele 
do que o número de executivos ou pro- boa voutadH refletir e Agir, procurando 
flssionals libera is que abondenaram suas du r sua respostu, sua parcela de crntli­ 
promlssoras carreiras, trocando-as por ouicão na busca de soluções para os 
atlvidxdes (aparentemente) regressh·us problemas que nos rodeiam. notes que 
nos c·ampos, fazendas ou montanhas, é seja tsrde. 	• 
enorme e crescente. Refiro-me, é claro, «O munJo está doente. 
a estatísticas de países indusu'ial!zados e O seu mal reside na Cl'ise da Fmternl- 
de alto nível de desenvolvimento c>conô- dude entre os homens e entre os po­ 
mico, principalmente onde este uesenvd- vos». (Populc,rum progrello Nº 66). 
vimento ê purnmente econôm!co. Mcluhau «O ::ier Humano tem direito a exis­ 
assim define o drop out: "Um drop out tência, iutegridfide corp,,ral, ttos recursos 
não é um· homem que decirle abandooitr para um digno padrão de vida. estes re­ 
seu trabalho: é UD.t homem que descobre cursos são especialmente o alimento a 
que seu trabalho nii.o .existe ruais." Isso I roupa, a moradia, o descanso, os cuida­ 
quer dizer que quando malandro "se dos com a saúde e todo tipo de assis .. 
manda", não cstà simplesmente expres- tênci:1. As. im, as pessoas têm direito de 
sando um cansaço individual com o com- serem stnparndas e'ill caso de doença 
plexo mundo a que serve com seu tra- de invalidez, de viuvez, de velhice, de 
bulho. É a rápida perda de significado desemprego forçado e em qualquer' ou­ 
de seu trabalho o que ele pressente, seo- tro caso de privação dos meios de sus­ 
te, e reage mnndando tud(I às favas, fa- tento». (Pacem in Terris). 
as estas que muitas vezes prefere plan- QUAL VAI SER A TUA RESPOS- 
tar, retornando, a uma vida mais nutu- 'J'A AO APELO D.- CAMPA H A 
ral, 11 ter êxito e dinheiM de terno e DA F R A T E R N I D A D E - 78 ? 
rvta ·ntre fumç, tensões e polulçio 
o voltar para casa e perguntando 
"JJra qu(•'?", ' l'ra quê'!" 
Meluhn pretende mostrar como 
evolução da tecnologia eletrónica fez 
o omem avançar centenas de anos em 
um tlecOnlo. ARslm so11clo, sobre' ole se 
nbatem situações e transformações para 
as quais não está preparado, nem tem 
como! J que toda sua formação, molda­ 
da nos pdrõeR pré-eletrónicos do sécu­ 
lo dezenove, no lho é suficiente para 
absorver, selecionar, entender, "extralr 
uma slg-11ifkncfio'' dnn experlônclM que 
vive. D11 McluhuD: "Ounndo se uumcnto 
u quantidade de experlônciu11 u qunntl­ 
dade de signlflcuçõeR diminui.'' Parece 
paradoxal, mas pensando bem nilo ó. 
O rf'sullado destu crise é o surgimen­ 
to de novas atitudes e novos comporta­ 
mentos no homem filo lnu&ltados quanto 
surprecndenteH. Um destes comportamen­ 
tos é o do drop 011t. 
Outro - acrescentúu eu - é o do 
homem que tenta pensnr, entender e re­ 
fletir sobre os rumos d!' 11un épocl!, para 
uüo mnls agir com comportamentos tipi­ 
Ct,s de tempos que passaram e assim en­ 
trar em crise ou rlar com os burros n,águ11. 
Numa ou noutra a tltude, o estudo 
do ef Pito dos meios de comunicação ele­ 
trónica e do homem na sociedade tecno­ 
lógica, se Impõe como fator fundamen­ 
tal du cultura e da vlda do ser contem­ 
poI áueo. 
Sonho Fantasia 
Realidade 
ou 
CASAS PERNAMBUCANAS 
INFORMII ... 
CINE SÃO CRISTOVnO 
_PROGRAMACO PARA o Mtsnt _MARCO Dt 
l)f-, 
·J' 
'.J_/'J 
45 
516 
7, 8 
9/10 
ll/12 
12/13 
14/15 
16/17 
18/19 
19/20 
21/22 
2/2 
25/26/27 
O ±n o.M I; 
0 J06n991 
12M ;0L6A Dl,Áo 
Canhões de San Sebostlon 
Jogondo com a Vida o o Mor!■
o Homem Celebre 
Umo Duplo Dosajustodo 
±1D030D0 
O Grande Sequestro 
Com os calços no mão 
Justiceiro tmplocovol 
Tem Algucm cm minha Como 
A Revolto dos 7 Chineses 
JZU5 J110 ± 
Novodo Smith 
26 
28/29 
30/3 
Motlné 
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Meu Corpo em tuas Mãos 
1978 
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Marcel Mareg 
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Administração: A v Duque de Caxias Centro 
GROSSO DO SUL 
r

p OPÓSIT 
Em erónien recente vesti no termo 
'ewsatoo" reação com que os prôce­ 
res arenist aqui da fronteira (( do I0 
munleiplos ludelros), receberam o resul 
t do da oralznção do Diretório Repio­ 
l, pelo enador Hachid Sul'anha Der. 
i, vlee-lider do Presidente da Reytblle, 
no Sendo, De fto, um deafogo, um 11- 
jvio Porque Ito é também que o che­ 
fes are[tas loe ifs, por uma série de 
zoes que não vem a pelo mencionar 
eto como que 'aturados" de deeep­ 
ç/lt'I! o humilhações, pletora de descon- 
1 
1eut 11nento11 e 1·oti1Hlollr111•11I0R, foco aq11e­ 
s razões, que teriam contribuído ou 
, 01,1110 contrlhulntlu pura lovur o Plll'lido 
du Hevoluçllo u umu lú.cltu renúncln no 
dPl'0r dLt l'Xfstfr. 
E1if1P rnultos outros, um Indicio bas 
tanlll expressivo de quo quele "desafo- 
1 go" é entretanto meramente 61ico, por 
usslm rlfZPI' slmbólloo, de certo oslá no 
' surpreendeute atitudo do Diretório local 
(Dela Vlslu, 20 membros), om fNblioaQiio 
aH 
Da P + ra.1ca 
as(nada por w u Hre !dnte manifewt ,r.­ 
do'repúdio" (sfc), ao deputado Huben 
Figueiró, líder da Arena, na Assembleia 
Lt·vl 11111 ,1. 
Não obstnte este e outros fatos que 
denunciam problemas de tubidu ;elevAn­ 
eia, ou pelo menos uux·nela de ld 11tlri 
cação entre os líderes locais e o líder 
do Partido, ainda é possivel falar em 
"reajustamento das peça·mestras, pro­ 
blema esse em que e contém a condi­ 
ço de sobrevivência do Partido nesta 
Yro11ll:llrn (per,o elc:itoral módio, 251:30.000). 
Sobrcvlvl'.lucia porque, Pe fatos ocorrcc, 
estupefaclentes pra os chefes locais, 
om detl'inrnoto tio aua ouloríd11do c cor:1- 
petêucifl Jeg-al, gero ndo uwu n tmosfcra 
úe tnc<'lúpatibllidndoa r.om a cúpulu pnr­ 
tldárlo, <loutrn purto, t.lertamentc conhe­ 
cedol'es dei;se desencontro, os postllhõos 
nnll-revoluclvnát·los lulcinm utlvlduclos 
convergente para o cloltorndo eslrnan­ 
te, que devemos reconhocor regra geral 
s m correspond<lnola com n Revoluç!ío e 
F-acultativa de Educação Fisica 
Atruvés cla Lei nº 6503, do 13 do ernolu, na prnporção mínima exfgidu em 
dezombre:, de Hl77, que dispõe sobre a lel, embora. se encontrando o aluno em 
Educação Físlcu, em todos os graus de condições de npt·endizagew. Enfoc~ tam­ 
ettFlno, o poder Conlml houve por bem bém que a legislação admite, de um lado 
tol'llar facultat!vu u prática da eduMção rnglme excepcional de claeses especiais 
fiõlca, para os alunos que se encontra!ll de outro, o da equivalência de cursos 
nos seguintes c11sos: 	e estudos, bem como o da educação pe- 
, A aluna que tenha prole, ao aluno dos excepciouuie. 
de Curso de Pós-Graduação; ao aluno do São considerados merecedores de 
Curso noturno que comprove exerrer ali- tratamento excepcional os alunos de 
vidade profissional, em jornada igual ou q u a I q u e r n i vel d e e n s i n o, 
superior a sds horas; ao aluno maior de portadores d e .afecção congên!t~s 
30 anos de idarle; ao aluoo que estiver ou adquiridas. infeGções mórbidas, deter. 
prestando serviço militar inicial ou que minados distúrbios agudos ou aguoiz~dos 
em outra situação comprove estut· obrl• caracterizados por in~apacldudt:1 físlca 
gado à prática d~ educação física na ocorrênoiu isolada ou as porá ve, duraçilo 
Organização ~1ilitar em que serve e ao que não ultrapasse o máximo ainda ad- 
11luuo amparado pelo Decreto-Lei nº 1.044, missivel em cada caso, para a continuida­ 
de 21 de outubro de 1.969. 	de do proceso pedagócico de aprendiza- 
P11ra tins de melhor orientnção aos do, atendendo as caracteristicas se verili• 
Senhores Diretores e Seet·etários escolu• ca.m entra outros em casos de síndromes 
r~s, reproduzem alguns aspeotos de De- homorrágico:1 (tais como hemofilia), asma 
ereto-Lei nº 1.044, que dispõe sobre tra- carctlte, pericardites, afecções óssea arti­ 
tamento excepciouul para os alunos por- culares submetidas a correções ortopédi­ 
tarlores de efecçõ&s que indica. cas, nefropulias agudas ou suagudas, a- 
Nos considPrandos são atribuidos fecção reumàtlcas d& ocorrências isoladas 
as condições de saúde que nem sempre ou esporádico. . 
permitem a frequência do educando à Eneo da Nóbrega • Corumbá Ms 
em upltuvo cívico.. E ao q 
wezurmtnte Ifor11 o , o· 1 e· 
vlamente propci, p.hui, ao 
zela, própria Arena stu f 
lenha no adversário, e 
ementas para sus nzend e li 
Ainda no há no elo do P 
que f'lll polhíc,1 irn '11!tr111 1l~ 
ou "cf.,,lo", - J,(J { OIJ!U lo, , VI 1 
nofuscável nitidez, um problema de jus 
tos ressentimentos acumulados, que fi. 
nul vieram a explodir naquela urpreen­ 
dente pulJllcaçno de "repúdio" ao lider 
do Partido un .i;semhléia, 
De qualquer forma, porl-111, ó de ra­ 
vidDdc o momento arnoi .. 1n nn frou:rira. 
tolvoz mesmo com perspectiva~ tio ume­ 
uças à co slio partld ria. Está-se porém 
a compasso de "espera", graças à in­ 
clu@/to du fl'Or.teira no Diretório Ilt·gio­ 
nal. través de inclusão de seus lidere 
Ubaldo Borérn o Walter Escobar Nunes. 
A presença derses dois representantes 
da fronteira, ao lodo do senador Rnchld 
no Diretório RPgional, ol>vlflmentc lmr>lí­ 
ca sua valorlzoçiio político-cle!tor11l, e 
configura o "dr11afogo", que Prtrelnnto 
nada mais é do qae simples expectnlivo 
dos chefeti locais. 
Eu já encarecera o lmperntlvo de vin­ 
da do senador Rachld à fronteira, o a­ 
gora, podendo considerat-!.1e familiariza­ 
do, jornulísticamente, isto é, sem opções 
nfellvas, na situação de fato qua a Are­ 
na vAm enfrentando, ao me despedir da 
fronteira, após dois anos de coovfvência 
para dar-lhe o melhor testemunho de 
minha solidariedade com os chefes lo­ 
cais em suas reivfndicacõe"' pela relnlt:­ 
gração de suts autoridade na pletJitude 
de suas prerrogativas legais, e assim pe­ 
la recuperação do equllibrlo parti dá rio, 
transfiro essa tarefa indeclinável, urge o. 
te mesmo, à responrnbilidade dos Hde• 
res Uhaldo Barêm e Walter Nunes, que 
agora respondem pe-lo Partido na área 
estadual. 
- Mexam-ne. E não substimem as reali­ 
Jades. Estou certo de que nüo Ucarúc 
abaixo de suas responsabilidades. Sabem 
o que está querendo dizer o •·cacique", 
que lhas deseja feliz desempenho, e à 
fronteira, paz e boa vontade. 
..J. Barros 
SER C EFE, 
A TE 
moo, retraldo, 
<
1 
111 11c· rnrJ,i; • n<!ot11• 
tJerif.fi 1' 1 upl !u, a. li! 
trárfo. ~e d1,;111 r 111111 
declões, 
planeja 11 
visionário, te planeja a 
curto prazo, quadrado, 
e oliita muita verba, 
csbanj,tdor; ~~ t1fio ,oJJ. 
cll~ vt•rb,L, 11''1lllrndo; 
11c procur11 c•llmlu. r o 
papelório, reacionário; 
se i::inge it11 lnstru,õcs 
burocrata, se chega tar­ 
de, aproveitador; se che­ 
ga cedo, nmhiclo. 0, s 
lutlo anda bem, ele não 
faz fulla: Ge t.11.lo vni 
mal, oúo funriuna; se 
procura tl'ubalbas cm 
equipe, uão ttm ldéia 
próprias, se trabalha só­ 
zinho nílo conilo. em uin· 
guém; se consulta, seu 
supel'ior, bajulador; se 
não coasulta, está de 
saído; se delega poderes 
niio quer nnda com o 
trabalho; se faz tudo sô· 
zinho, núo . quer dar 
chance a nlnguem: se 
procura muis fuociooúrio 
quer se fazer de imror­ 
tante; se procurtt menor, 
quer explorar o próximo 
(Col. de Rosely PncenJ• 
ke - jornal o C[CERO. 
Regional de Míoas Gerais. 
TROVA 
Até nas flores se nota 
A diierença da sorte; 
Umas enfeitam a vidn, 
Outras enfeitam a morte 
Olavo Bilac 
J. 
Rua Marechal Rondon 474 - Campo Grande 
----------------- 
RUBENS P A EL LOPES 
Madereira C!impo Verde tem paro. vo~ê: Miltoriais: para· Construçüo, Cal, Telhas, Tijolos, Cimentos, lladeiras de todos os tipos: 
Taboas, Ripas, Caibos, Vigamenatos, Balaustres e outras v11riedades: - Se você está pensando em construir procure a .1udareira Campo Ver­ 
de, Pois eles tem coadições de foraocer o seu orçamento nu hora e financia r.ido pelo tampo que você pedir: 
Madeireira Campo Verde há 30 Anos Trabalhando pelo Progresso de Jardim e "Região

~=~-==- ....,:,,_:--c>o:...:_::..:_:..:..:....:_:_:...:..:...:_:_:...::...:...=-=-=--==•--r----~---------------~~------------,, 
' 
Ely .. 
(,;, o povo d Cancha, da Arua 
Tlo<•1•. •l<1 ''11111· 1 l  1, rir, •• ·rt 1dl'1!J1), d, 
VIa Nova é, pol é, povão mero, Po 
vllo do 111 r<,'.I. ,, 1 ijflo, <h 1t111rid1 ,q1Jl11h 1, 
(•, 1) f)OV/"lr) (Ili! 1 orr<• i' (Jll•• VI :, '] J. '' 
Pol11 lJPm: ,,., • povílo I li'1 l•·i, 
1
1• ~!111• 11, 
,Jo. O Governador do Etn«do de Mato 
Oro,; o, O reir Neto, 'através do c«n is 
l!1Jlllf1Pl111!1• " !11 rruliu o 111 <l!t-r> l)r l·tv 
<1•1 ;rn11j11 fJ II lw :i, do l'1p;l,1 (!,• t, 111 ltl 
de Deln VI l 1. J,; dflÍ f) 1',ll"íl'! ,(' li ll'(' . 
f'líhlflilo, qtH• o llr-. 1 :1,v (• u .. 1 cln1, p<nwo 4 
médieos que Atendo o Poviío, Ness e­ 
góclo de wtenlirvnto, nós temos prova... 
() Jiom1•111 t<t'lllJ)l l' .1
1
011 lt111 [)(•ln, l•,111n1,? 
Neóelo epuint.... quando erá, o diu 
le minha Norte, sei que ll lii11 de minhu 
mort,•, l'll ~t'I qt11• l' ,n cll, cllrgat.i ... é 
+ó o que sei, Que vou mo rer. Quanto ai; 
lllllllOIJt·/h l' ,,H 1111•,111'lr1), 110~ i;ulJl,!l'l'tl 
nos d polittea politiea?) belav{stese, 
ó o Galdino pode entender, E ele vive 
dizendo [to. ' 
** 
Outra Coisa Mais 
Dlt:L'lll quo u derol vai ser grun. 
de no próximo 11110. Os l'unl'iouúrloi- pú­ 
bleos estadunls e mu:1ic•lpni,;, cl,• f3t•la 
'ist 1, t•,-tüo com n pulg•t aliás da Orl'lha. 
Quem v:11 ser o novo Jll'l'l••ito? E o 11nvo 
[govet 11ndot? Eu p1111rllnlrn'? Como fear? 
Que pune!inh4? Deix disso cidadão. T,, 
tJUel'l'!Hlo Sllb •r qUPLU pcrt·•nve à pun •li­ 
nha'? Curioi-o. OIIJ: uo redor e sinta a 
mi.Iglu cio mo111L•uto. Qur poGtlco ... 
Então 
O individuo chegou para o con.­ 
padre e dbse: 
- Compadre, nti lldPrançai- clt Bela Vista.. 
Qucqué.isso ... llc!erunçus bela1•ist.;nses. 
quem é o Líder Político de fü,ld Visl,1'? 
Não vale fler líder "indireto". Nem cota­ 
do. Nem nomeado. Nem indicado. Lide;· 
é escolhido pelo povo ... nasce do povo ... 
é povo. Então só ·acrodito em líder que 
surja no stcio do povo. Eleir;-ões &erlu um 
melo apropriado. Qual o .vrreador mais 
Yotarlo no último pleito? E ... mas ... não 
tem mas, quem foi o mnis votndo? C1J!e 
esta boca. 
E o Noedi 
acu:!indo ... Sacuãindo ... Sacuain­ 
do o co;·Pto na Càmarn ~lunicipal. Está 
sendo consider,1do um dos vereadores 
mais rrl cri. Onde e~t1 o erro ... lú es­ 
tá o Nocdi s:icudlnào ... s,1cndinrlo .... 
sttcudiot.lt> ... É, o mGço este ano vai bo. 
tar prn queb,·ar. 
Paul.Pira 
O vereador Osvaldo Grubert, da Arena, de Jar­ 
dim, deu 11mu p:111l,•ira no prefeito F~rnant!o ele 
Freitas. O , ert:.ulor "abriu as torneiras e deixou 
jorrar uma água" Ti... esse é n pnpcl do , l'•l' 
n<for ...vigilante. vigilante e iudicanclo, e pe­ 
dindo t'xplil':11.;õt:~ t· ,igbndo, .. ,igiaudo ... 
Boi na linha 
f:, ooia é ... os candidatas a candidatos n ,h·pu­ 
tado estadual (da região) esão cumeçande arrega­ 
ar a- mangas e Fer Política. Olha genute va­ 
mos l'olitiznr lll:1' não vatos Polemizar. i'lo fim 
,I:i bi,tória. ,ui ,obr.ir npen.is url e i:;-o H' niio 
uparecer 0oi :'·,n Linh,,. 
{! 
aviso aos navegantes 
A quem in,a..:•-3r p<>-~: O, , ·r,•n<bri', b_el_J­ 
istenses receberam na semana passada os aliri­ 
que fazem ju'. l...: :l~,,·mhru, l·.ntJO, rnn,o; 1r:.­ 
balh·1r () hli-. 
Qu ria 
er 
t• .... ,i1i 
q• l li 
11 1 J dí 
'aquele braço 
o dq,111,Hl11 l Jutcl, Harem. o woiitco do pO· 
vo, o cara que fala quilo que ente, que diz o 
que deve diurr Aquele abraço E+taxo aí_dept+­ 
talo, tote com os "jornaleco" da OH]AI 
1 J!oli, hr.uwu ... 1. lt 111 rn.11 .... l-'t.·dru t lh 1.. () ( • 
nico Areni ta ,om lagaren, Popular H'ara Levar 
O l'a11 do do Crn ,~r11u  ( tn,l  iff,r i1t J~ .. ln , .. ,,. 
floro . , J ulc·i .. 
Devedor Ofendido 
.pó:i l'tl".'iUI' fllllt'tlÇ!ldorn t'Ul't!I ('11- 
hl' .. nç,, n um !'eU elll·nte. grnndc lc jn dt: 
cri•diârlo 1101< Estudos Ur,iclm: ubtevc a 
;uinte resposta: 'Senhores, esta é tu 
qt 111:a l':tl'ta impt rlinrn'P. que recebo de 
V.sa.. Reconheço não estar em aie eom 
m llS j)'!g,rn1t:-!!IOR. Jlll8 )S60 niio é, por 
culf)a minha. ,cont,·r.c- que e~lou drvrn- 
do iguftlm.•11tr n outrns Jujll~ f' toda:- rs­ 
peram qnr cu llles pagui>. O tueu sulário 
~ó dá pu1 a liquidar d11t1s prestações uo 
fint.l dl' curla mês. As outras. ficam para - 
o mês seguinte. Todvia, nlo pensem 
que sou injusto, preferindo pagar esta ou 
uquela em prejuízo dns outr11s. !'inda dis- 
so. Todo mês, quundo reci>bo meu 1H]!á1fo 
l'SC're'O 0R unmes rle mcas credores em 
p11 pi•izinhos os qun is rnrolo devidatullnte 
coloco Hum ch_u pé11 e miiaturo bem. Em 
!'l'/!Uida, dl' olhos fccb1do~, retiro dois 
pa pP1zinhoi.. ... são os dois credores sorteu­ 
dos; os demais ficam pru o mês seguin­ 
te. iíianço que sua fórma tem constado 
infalivelmente no men chapéu. Mus, se 
enntinunrt:m n me en, iar cartas de cobranças 
iusolt>11te;., a exemplo dn última que reo»bl 
SPrei ob1·igado a, dornvaotc. exrluir o 
nme de V.Sas dos meus sorteios men­ 
sais!... Ê, pois é ... 
PERllü.-lE POH ,1E TRAIBFS 
Pt..·clir u aui--tin l nn minha opinião. um otn de 
hu111ildude. Pt·clir pc-rd:io .. ignífic! admitir u111 er. 
.-o. E a maioris dos que, no Brasil, esperam p,,r 
nni.:ti:t - n1 minhn opini;io - :ó comctl'r:.in1 um 
erro disruth, 1: o de discordar. (Ziraldo) 
.:'ilSTL PARCLI:? :'-iEI POR :IILGHE 
Cristo - que era Cristo-- ,eria inrnpuz de r,•s - 
su-citar Lázaro parcialmente. Quc:r clizer. re:;-.u ... 
ci1.1ndo 11111 pé. um brac:o, um olbo, o ÍÍ!!edo e 
deixando o rc:-to tuorto. E a nni.stia é como um:t 
c,pÍ'Cie ,le r~--u,ei,~o: n,io pode ,er pa1cial. Ou 
é nni,t ia ou 11:1,1 í,, (laguurl 
A ADEt; I:'iFOIDI.. 
O Brasil perdeu um poeta e o fi,,ueircdo ":t· 
nhon um irmio. Ó Guilherme, mudou teu irá; 
ou mudou ,oc~·/ (llenfil) 
:IAH.AlLlLS DO MUNDO PIRANDELLIANO 
:>t'gund<> o Informe JB. o general Golberv do 
Couto ..- Sih., !""º" a •a chamado de ObÍ- an 
Keobi, depois que todos os notáveis do Paliei 
asi-tiram à Guerra nas Estrela4". 
, turn_,a nqui da redação, depois ele u-si,tir no 
mesmo filme, resolveu apelidar o ilustre asse--or 
presidencial de Drh Vader. (Sérgio Augusto) 
:O CR. 'O OL' ;, FERH.Dt;B_ 
A Nação se pudesse exigiria definições. Go-rn­ 
ríamos todos de saber onde pisamos. Ou, ao me. 
pos, se va:nos continuar sendo pisados". Frase­ 
de Carlos Cba'!a-, ,,ubli,·nJ:i, em última Horn. 
Qaem acha que vai dar coluna dois levanta o 
brn~L. (Roberto .loura) 
C'.lXl:'<ITiá! 
O Governo cobra 22 mil ,·ruuirn- n cid.1t!ã.,
5 
q':_t' querem ... nir du p::si:-. a passeio ou a negócios. 
:.10 quero 11em ·pc:n::ar quanto vão cobrar dos c­ 
xilados se algum dia eles puderem voltar à pátria, 
Jaguar) 
omad.:J d 
001 preÇ') 
A pro v 
o 
Brasi!ia(A; 'CE) - O se:;dor It»li­ 
vio Co •lho Ynlt,•u c: deíendt>r u indicuç1o 
de Pedro Pedro sian par M t, Gro so tiu 
Sul, repelindo as acu-.;l!çõ s contra de 
fei!n.s pelos grus aeistas liderados 
µor ,Jo,.:é fragel!i e António [endes Cana­ 
le. Di se Coelho qt.:e são u!to estranhas 
es:.;;a:,; :.eusaçõP,,, • p0!s todus envolvem 
problE-mas ocorrido ha dt'z ;anos~ .:õmen­ 
te agorp f >ram truzillu~ :i baila pelos in­ 
teress,td os. 
Depois de lrmbrar que as acusaçõesi 
foram rebatid:.it, por r'1•rlrc,ssi in. em dc­ 
cumrntaçilo eor .minharla à Pre,-idênci:i. da 
Hepút,ii<;a. !tc1líYiu Coelho obeen·,,u que 
elas :;ú;rn•ott! t;::;1•irnw pt.tra cum<:intar 
ainda mais o prc·stigio do ec·usado, que 
hoje conta com cerca de 90% d. simpa­ 
tia P' pu!'.1r. - lh ?..lg ms m •s••s írisnu, S"U 
pr_e;tígto t->Star ,-m !u!'no úe- 60%. hoje. 
at,ng,• a 90%. Por isso. nú meu entender 
é e m~Ihor nome com que tt Arena con­ 
ta p:?.r·1 o gvYt'í'llo. 
It:c!i,·i0 roelho di::se aind!:i que a 
indicação de l'ed1 o.~sian é un-a gur::intia 
de vitória d Arena nus elt>ições de 15 
rle noYe:.)bro p, ÓÃimo. 
\'t,o 
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:! o O Edil .1 1·c,111pldo 
com malote Informçô s 
l,111.!onlr J· I' 11 di polção 
dos interessados, no ser-. 
viço d e .pr, vi IOLtil­ 
mt?nto 110 10 o RC. 
Quartel em Bel Vista. 
ll'.2 de m l'Ço ú•· 1'1'7'-i 
Wi]mar Nu·es Viata 
Mj Cav. 
Presidente da comissão 
ri,• L!c:taçües rlo ID.o IW 
Ministério do Exército 
JI Exéreito 
fl'l Região lilita_r 
-1'! DC llJ'> H C 
Reg•rut>nto Aotouio ,Jo. 
ão 
sv (le AprO'l'ÍSÍ0flU· 
mento 
Tomada de Precos 
H.o 002 Aprov 
Aquis!çílo de Cllrne Bo­ 
vina. sem 0sso, 50º'
0 'de 
d:anteiros e 50% de tra­ 
seiros e!:>prrjais. 
A VIS O 
1. O lQ<.l Regimento de 
Cavulariu. sedie-.do em 
Bslu Vista. Mt, tora pú­ 
blico oue fará renli::ar 
<.>m suâ séde. Sita à Pra­ 
Çéi Cmt Per:. o Rufino S ;-; 
urna tomada de preços 
para aquisição de apro­ 
xirnadameotP. 15.000 
(quinze mil) kgs de Ca..r­ 
Df' Bovina. !'em osso. 
50%, d dianteiros e 50% 
de traseiros especíni;_ 
para o coo,uroo do tro· 
pa durante r. fegundo 
trí:ne-trp de 1.97 . 
• 2. O Edital completo 
com ma· 1res informa­ 
ções, encontra-se a dis 
posiçi:í.o dos intere$sadcs. 
no Ser,iço de Aproi 
sionamenlo do 10 RC. 
Qusrtel em Bela "islü. 
JIT. 02 de me.r-çc ele 1.97S. 
-Wil!Il!ll' Nunes 'ia.:i:: 
dai Ca 
Pre.;.id-'nte d!'. Cornis· 
são de LicHação ào 10' 
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