I V ALDO l(]j n lo ln 1'· lo Rll 'º· Be an ll· nu 10 11· .n '.l· J- •S o (1 ,. ::n ), '· ;j. n- :n .s Com o drnmtteo aguçamento das c»n tradições prinelptf do mundo conte­ porineo, Impõe se à 1te!ig@mele do ho­ mem o belo e doloroso oficio de fio a. hdteur, oh hipótese lpuia, do ato d pertuntir e responder. E de um im portúnel, ligar speetos. aparentemente separados, daquelas circunstancias em quP, (1 ltorll!'lll Hfl cloffllfl COIOO pai li..:i- 1 t·lpantl" til' lllllfl COln:Jlllliiltle 1rJ1>lJ'il !' dentro do tempo histórico, reaja às i- l tu11('Ú ·, do r110111l'lllo. l11dag111· ppf11 1nr- tiefaço do cidadão na politie 1 ,', um , dos fator de aliena1o,do cidadão no mOme O Dres'u e, ,a 1 e P'cmo, per­ guntar como partleipur, devemos eneon- 1r111· mdou do pnrtíclp 1çi10. Se llfl con- No Holnry Clube da Bela Vista estão junturn11 no caso do Bela Vista não per- sé forjando lideres para u comuni.lade item auscultar a vontie popular, do.- belavistense. Não devemos olhar com remo., u,mr a "inwgluuçiio crlador,1" pa- rancor e rnuito menos com 1·cscrva,,. P'-· ra transformur sintomas em realidades ta florescente etapa da vida belavistense. plausíveis. Usando um provérbio popu- Vamo ... encarar C•>m esperança os "jo­ lAr: "Qu11111 11úo tem cilo caça com to', vens lideres que urgem de ílolary··, sé verdude, que todo 1J pai,i po1;sc1i a pois, n<• !'ampo político ou 1weiul, até o un "sorbonno", é fato que em todos o momento, não dcscobrnnos HonPus quo municípios. ~•xistPm os grupos do desta- ! levem Bela Vista no seu destino de g!·no­ que que "inbdcü.m nH idéiu!l" lliio os cba- dezr.1. P o I' enquanto, a influ­ mndos "laborntórios de. lJu Visln no fator politico - não ções o cbjelivos. Na medidn quo evoluu vamos encontrar lideres nos diretórios n sociedade p"llíllca local, veremos que moo, ouso sui generls, num clube de a nossa opinião tnrnnr-se-à imugeru de serviço. Clube npolitico, mas que deba- umu verdade q:tu poucos ogora aceitam te ideois polf:tcas; clube nfio religioso, 1 mos que qurs•tionn; clube sem pnixüo / clubística, mas que torce. Falamos 'nu JI Rota1y Club. No Rotary, vemos homens preueupados, com o futuro de Bela Vis­ ta. lJomen,, que no impacto das contradi­ ções, inereutes a todo grupo liet:.n·o!{êrieo 1 buscam bnrmonizar idéifls e aprimorar conceitos. Respira-se democracia em Ro•• tary. Surjo umn n:>va casto. em nosu ci­ dade. De técnicos. politicos, empresários, H!dustriarn. comercinntl'!,, médicos. Javou­ reirns que, num desesperado alento, en­ coutrum no crrc.ilo dos debates s0luções paru problemas insolúveis. O caso do Hospitul São Vicente de Paula é um exemplo. Um médico pintou matizes tii o ., i a_egrds, que ?·' "homens do Rotcry", srn- ' tiram que ali estava um rlcsafio gigaote e, arregaçaram as mangas. O mesmo se pode dizer a respeito da política munici­ pal. Não há lídt>res. Nito há per;:;peclivat:l de usar oquilo que Aristóteles clrnmou de "[unção natural d o b o m e m". E n t ã o, o que f. R o t a r y: desperta a conscieutiza,üo no rn1>rnenlo que atravessamos e permite a muturaçilo de idéias e cc!rentes de opiniões que levam a escollJa de cnruinbos que a ntl:ls nüo erurn sequei' vlslu.::nbrados. São <•IJ llf'/ll . rr1,1rgl1•111l- 7.'ll,! •u do homem ta politiea, lev ao a­ politicisruo que uma ilusão poli o que Estiveram em nossa redação. rlia 1 3 pp. os seuhores . .licio de Souza, Hermes de Souza e Cresruildo de Sl•uza. relatando um falo que estü se tornt1ndo corriquPil'0 na impren!'a !!lundial: DISCO VOADOR. Allcio e Hermes, fonc;ouários d!l Fazenda Cllavc de Ouro. afümarum j que no dia 2 pp, por volt das 18.30 ho­ ras, viram ·•um objeto rcdc::ido, muito br;lbante, que apnreceu no céu e desapa- • receu numa velocidade imprassionante", Cres!:iildo, capataz dH Fazónda Clrnve de • Ouro, de propriedade do Presidente da Câwnrn desta cidad'2, Sr José S. da Costa 1 iIarques, disse qne também viu o ob­ jeto voador e que ele • Cre!:.mildo • conhe• ce satélite, sputinik, etc e que o objeto vJsto era completamente "esquisitc;". In­ teressante frisar que mais de 30 pessoafi, morudort:s das Cnieiras, afirmaram o ,., . do g'l ,ltHll· Vl'"llf() Obl'ii! lllOH ' que com isso seres distinto. sure a zrand .in,l.1 (• •~ e!,,, p:in m •lhor, não de serem t• i,;,o, U'll club . • . em Bela Vi.ta. E ums grande mis ,1o. É um gra n d e d ,, . f í ,,. Jfas a Rocled·tde que aí e'á nasceu de grandes desafios. O tempo. Sempre o tem­ po, .-e enca1TPg,J,.'L de provr.r qu • e lU· mos certos. Par u finalirnr, ainda é ceei o mas nomes e,;lão su,gindo pum Hevign­ rur o concrilo dP admlnb 1rn:- int.gruu,Jo o homem ao mt:io em que vive. fl 4 mesmo: -Viram um objeto voador ide□tifica.do. não i Z.P.23 g Difusor -. - , Ea±9% -5sr+ 7"( a ' com cc:,rros novos '· h llíl o: Visla São na Bela Paulo A Viação Motta co­ locará em circulação cin­ co <'lll'r(J l!OVO • m lilll linha H ·la 'i .1 l·'-•u P11u lo segundo informgões pr,.:tarltb pelo s nhor Renato Lemes Soares, ger,,nte ,1:.1. PIDPl'C' a c·:n Doura cio;;;. Os nOVO ('1 rr0I be­ O(•fieia 1·fio tumbém n cl­ dade de Ponta Poro., que é servida pela Viução '.folla nt.!t-la Linha Bela Vbta São Pau!rJ. O:i cineo veiculas no­ vus já eslú.o cliegn ndo u Dourados sendo que l!'(H dfkb já. 1.10 encon­ trn m oa garagem dn ,lottu, nu Cubece1ra Ale­ gre. O l"CRA comunie1> ao publieo cm geral que Iorú no próximo dia 12 de março a entrega de títulos de ratiEJcação n proprietários rurais do município de Bela Vista, em e1 a, lld 1'11, <1 11111 ili' 11 ,,, vom·ter nenhuma z ale •[li 1, !11 V!(•1 ,111 1, li I Ili IHilll,'f/. 1 li :111~•1-,o: p,11 '1 1111(111 Lil11111 lll'l'lt'• 111, • 'I' 1 ,, ,,. • ·1·0 , 1:1 1, , t: 11ju l<11J'lt 11 ll , 1 1•df1· -1· , ,, , p••111,•11n• 11111. .--Então +e hlne. ] et p.r 'entre (11,:1111,tJ1il•I' "' ll!'ÍII• 111,1-(ll'li ') - 1111 ou r,i,, ,, , J', ,1 n-111, , ,, 1,:lu 1 !! !ou t 111 •111!1·11•!11 11111a 1•111, ,: q11•· dl iln f t+to «d· deruvr ebi relativg'? N+o neo trel u sal/iead leste concito em e- 11h11111 Jll lllll il - I•: 11111 11·,vo ,., •11 •Jt,, dP dc•n r ,•nd ,. l11vr•11l11rln Jll'los IJ111~IIPlroH, 1,•f•w f, lllt·J,, dll'il'il d,• Ci 111',I'º. n111H (11111'io11a 111111K 1111 !li '(Jlh IIH -inr ,1 f! ,tri lf'III (11111· lrr• pala , (1, J, olh,, " lllll'I 1•11111!11; O e'hotvo também, Lo, o to ó Ulll ('ll('li jf l'll 't'l,tli'1!, - lo vnt nl!, - f':11 (,!!11(111111 11110 J :••, J) (,1 '(li(O, (111 brasileiros entendem. - E111i10 d tx•r p II li. n11t1·,1 eol ·11, Toii­ •r1:u1. O q11-' •,11.(1111'1,•11 ('"H' Hl< f{au quo o gon ruo 1·,tú ui; ,11d11 11 eumpnhu oficial, "amar pr diviuir melhor?' -- Esta é aeil, Pre-l !ente. O ,;:-c,verno conveeel o povo hruleira de que es­ tr dl''l' 1,pr 111.iu pago, n fh1 ti,• llJilll'II· ta1· ·1 roncrntrnçliit <1<' riQll"?.11 nas 11111,>s ele uns poueos. Qu ,ndr, essa riqurza IR· ll'l'I' ) 'lll ('OIICl'll:I ,1d11. (11 pouco,; qt.:•• tl detiv1•ra111 prnm:·l1 Ili dJ:.;tr1b11í-ln <'lltrt' tolos. -- E qu1111clo ~erl Mn? - lnciu não marcarnm data. E tão es perando o b lo crescer mnis. - Que h lo, 'l'0d111an? O Brn~il não é urc p.iis ~uu 1,•r., 11v,tlv1rli,'? - ,Jmilume11te por lsl11, Presld•·nte. - Ni1.o r:.;1ou l'll!l'tHil'11rlo 11 1',1. 01111 1 cuisn: C"11110 são O!,; in,posto~ 11c 13ra,il? ! - Um:1 r.-st,,, PreRld1·11t~. ,16111 elo~ d,•s­ co;-,to:-1 ll'l fonlP, ot-: hrasil •110s p;.,gam 1 I N P S , i•11p:,~10 p!'•.•di.11. tnxn •!ti cnnrlomí- 1110, taxa isto, são ubrigadus a pagar um drspa .:bante-. o qual paga por ru,·c1 os funcio­ n1rlos do t-c 1·, iç,, públic,, qur já silo p!'g11s co:n u dinbc•il·o do l'Ontrlbuiot,•. O:; brnsileir< s que tentum sair do p!lis ~i'io obrigados a fozer um depó;ito co111- puJ,-óri0 no v,dor equivulente a looo. dôl·'rrs. ~ó rr ·lituldos seis mess depois ,, . l. tlit ,, ' 'l'i. ,, l,ra Feda,an'? aa, « 1 l'r • ._ u•· ' ·• , 1 .t . •• (}, J'!"l'Ç(1 1111 • ,,. Como é qu • C''!!'! Tribuna da Fronteira - SEl,~ IHO t• lJ ll D O E I :! O ' 2 /7 ~ lu,,·, l~-1. J l'>9illl:! CGC-lF: 0l.2 0.ihl 1 U 1 1ff líl leda4o e Administração R. Duqure de Caxias /n. Dela Vi-t MI. Oficiuu,: lln.1 1>11,1411· th• (."""'. • n d,•la i•lll ln111 Gw--o Hcda111r- lwfe llnl,lc, l'nt'ÍrJ ,d111ini-1rn~:in: lariu E,1,•ln V ~•·rt·(rn Departamento Comercial: Alro Pereira ASSINATUHAS -•ill'llllrn .nnul l·h-111 'i-111 Cd 10 1,00 ' l'lll>is .lunit-ipio• CrS 1:;0J) 1 Tribun:i dn Fronrcirn l· uma puhlic:u;:o ,la OHJIVAPE- 1 () .. urti•'º" public,u!o-.. c-0111 n ..... innlur.1• do .. ' nuton·"' nJ7> tnuluzt'rll u opir.i.io do jornul :iua puhlh-11çüo ob 11dc·cc• uo propú:--ilu do debate dos problrmas municipais e de refletir u diversas tendências do pen-amento universal. BONITO - MATO GROSSO SUL de Sonres e Soares O VALOR ÃO E.;;TA :':AQUILO Q 1JE F.-ZEVlO:::,, ~!,S t A .1 .. N EIRA Cü:10 F.-ZE'OS. no !111 l 1 l11ter, s 111! . Oul:11 e, i t, T11,1tn1 li (JU •111 é este Pelé, que andou dizendo hà t , 1111 , • lft.lt' 11 IJI a--'.l1•1ro, n1 , •- li1<• 1 r<' pa.adas para voltar? Não é aquele que undou por aqui no ano pisado: -- .Ju- r-•p1eseototh·o PECUIRIST DE vaido G. Laranjeira PRODUTOS VETERINr.l lill•<'IU· túvel, Prt>~idt.Hll . O H, ler., uma e rta di!1culd · oe em dialogar com (( ... : lé n gorn, !-lia unle11 declaração coh •e-Ida tol 11 dt:! que "C!'udlct1!lurn oito se portuln - H' au l· t1:1." • 'ossos n.11ollstn11 políticott estão atr• hoje t•'nluncto de-;cobrlr 0 que isto quer dizer Desde en(ü,,, Pie sú te1J1 s ibl­ do dizer 01.ie 'Canclhhlo afio Yal11." Por que seri lstr,? Tulvez por umn questão rll' e1:gurança Nac•10111.rl, Pt·eiii,l!''Jle. - Bem, acho que cb·•­ ga. Todrnan. ,lgurnn f:!COID<'UClaçã.o e.,pE'Clal? - Só urna, PreHideote· multo cuidado no Rio d<> ,Janeiro. Turista que mar· cu touca e tá roubado! (Pasquim 17 a 23/2/78.J Apurtam(-nto;; com ar coudicionade). quartos com vcntiladore~. aml,iente familiar refeiçõP.s Ru 1rod1ro Rondon 586 .Aquidauana Mato Grosso Sul --------~ ,:__ .:_ AQUl!>AUANA Hotel IR ala de Rt:cepçãc O Hotel mias luxuoso do Sudoeste • quidauana ,a!ace •· O Cartào de visitas de Aquidauana 11 fartas '1'1lli1J11l da Frontelrna ----'---------------------------~~---- ------- ,;.... _ __._"-- COLUNA PISTORIL .l Vor1lla ,.'nf.{nula a Pufavru t111 Dowi. 8Igumou 0 passos deste Pul, e voJumou o quanto estamos certo riu dl· zer quo Elt~ é o melhor Pi de todo o mundo. "Quando J81·11el cru menino, eu o nr111-I o do E:;llo chu,uel u meu filllo" (ÜRÓlu,: J 1:1) , Deulre oR propósitos do crlodor um deles é o de proRervur o elemeulo huruono; Isto pelo fulo ele stir criado n I­ mugem e a semelhança de Deus (Gen. 1:2) Isto quljr dizer que o homem 6 um ser mdoaul e morul: utrlhutoti divino. 'l'oduvia em fuoe ele muu uso ele eua 11- hurdnde de esoolhu, o homem passou u admlrar mais a criatura esvaindo-se do seu Criador, esquecendO-~P rio i;eu Pai A justiça divina determinou uma Btnlençu paro o homem, tn,ten do seu afustnmenta ou de suu rebellüo para com o Criador: "A alma que pecar eseu morrerá" (Eze­ quiel 18:4). A morte aqui, representa n destltllulçl'io dos atributos divinos que lllio loerE1ntes ao ser bumuno. Entretanto, o grande Pai foi com­ placente com o homem, rne1>mo a despeito da lagralldão pura com o Senhor nobso Dous e Pai (ConllnuuNmos no próximo nº) Pastor Jeremias '/iceute da Silva Convite A Primeira Igrej!l Batista dest cida­ de, slt11 à rua 15 de Nevernbro. 359, tem 11. subida honra de convidar V.Excia. e Exma Familia, pum assistirem as sole­ nidades do seu 42 aniversário, qut- será renllzado no di11 5 de março, às 19 ho­ ras, em seu templo. Atividades Semanais 2ª. Feira - Clínica Partorul às 15 he. 4J1 Feira - Pregação do Evangelho, às 19:30 hs. 5 Feira Clinica Pastoral às 15 hs. 61! Feira - Culto ele oração e Estudo às 19:30 hs. Sábado - Ensaio do Conjunto Coral às 15 hs. Dorning,.:, - Esl!ola Bíblica Dominical às 8 hs. . Culto Doutrinário às 9:30 hs. Ens'.!io do Conjunto Coral às lfi:30 hs. Escoll de Treinamento às 19 hs. CuJtg Divino às 20 hs. - SAO Má r t í r ,, TO AS 1 ng 1 MORUS, ês H 00 11110<; 111rA , na < 1, 11.1 Jr,~I 1· l<•:-r,t Ulíl IT11·11lr111 ']UI' 'tf.1 t' t•,rortl' f I• lllfhlJ ,rfullU, 'l'Prn)I' ,1,,ru llf'llJIOll o mais alto posto do governo britántco e teV! qu,· l'llÍr(•IJllll' l'li'U "1.•f (MM ('(Hill /Ilia/' frl!I Ú r' C-Hlólt1·a. !'i,to 'l'u,nr'IH Morw; ílllHC:t'U 11 7 cJp f;t•t111nhro ,lp J 178. E~lUdou l;J!J oxrorira f(, e à verdadeira igreja de Nosso Senhor 'e sus Ct'i)((O. (,' llll ,gõuclu Boo lmµrrn. u) PROFISSIONAL Dr. Pedro Jo_é Palmieri Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 Dr. Laucídi.>0 cruzr-lros; Brn11cliu, ''HPPeinJ, nti11lmo do :mo o 111úxln10 de 380 cruzeiro .. ; Chu1111J!11ho t1•Plo prc•fl 'llll' l•'dlt1d para conhecimento do público em gerul, que ser uflxdo na séde deste Juízo, no lar de costume que será publicado no Órgi1o Ofl<'lal do EHtudo o pelo menos duas vezes em dornl diário, 1100 tOr•ooR da prtlr,:llo ulen o domlc·ili11rlns 1 ruo lpunema, 22!1, Vila Sol>rfnlto, Cnmpo GranclP (1T), o pre!len­ tr Pl'ol•·~to ,lu 1 llclnl co11tni ,lfc•nnç/o ele bens ou direito e uço, embusvdo nos nrtigoR 8G7 e segulntPs do Código dr Prn­ cesso Civil. requeronr!o c expondo porn tuoto: 1) que o supllrrnnte, ó credor de 50 (cinquentt1) vucus dos suplicados Ole­ gurfo l 1 0ti Santos e sua mulher, represen­ tudo por um contrnto de arrendamento. subscrito por duas testemunhas, portanto documento líquido e certo, já vencido desde 10 do dozembt'o de 19íi9; 2/ que o suplicante, até estn datu, já longo tempo vencido, nfio recebeu o que lhe é devido, ondH 01- !'lUpllcados, à época de snlóar o oompromisso, n/io possulum mínimos con­ dições e estando em quaso estado de in- olvênciu; 3) Suce!.le porém, que pela mortP do seu J oüo Godoy da Silva. pai e sogro dos suplicados, em data de 22 de dezPmbrn dr 1977, certidão inclusa, abriu-se a suces>.lão do mesmo, onde são herdeiros legais e conseque□tNnente irão receber seus quinhões, suficientes para saldarem s u n s o b r i g a ç õ e • C$a O -nssumldus perante t e r c e i 1· o s; -1) QuC', torua-se óbvio, pelo longo tempo DE já decorrido, que os suplicados uem di- Fvaldo G. Laranjeiça goaram-se proomur o suplicante, para tEntar saldar suas ohrig!!çõe::, Pstnudo PRODUTOS VETERINÁRIOS, INSETICI­ ainda inadimplent( s, demonstrand(l clura- DAS SAL BOIADEIRO E ilINERAL, mente seus ânimos em ufio quitar o su- SEMENTES EM GERAL. pra contrato de arrenda~entu; 5) 1ue, O melhores preços da praça. igualmente, pelas certidões inclusus, jà . v : .i existPrn nj:.iizadas nesta comarC'n, medi- . IEite-nos. do_s judiciais. UC!lUtPladoras contr!l. O!' su-1 Rua Duque de axias, 10 8 o· phcad0s, delrneando o procedimento co- . ' ' nmcial e financeiro nada a)entudor dos 3e!a Vista = Mato Grosso mesmo.; 6) ,'Fsim, existe eristlino, o justo receio do SU!Jlicante, em que os Suplicados, através de Escri::Urt.f Pública de Cessilo, venda e transferência de Di­ reitos bnedltário,, 11lienem sei.'f: quinhõee sorruteirnmente. pnrn esllopulir de !luas obrigaçõPs os umigas, já vencidat:1 e ain­ da mio pagns; í) E facultando, aos que , queirn ou desejam prevenir re!iponsabi­ lidades. proverem a eouservaçáo e res­ Jl'c1 oe spu<; dir!:'itos, ou manif Pstarem 1 qualqI1,,r Irif1'11çií'> t1 d1.11;. Cumo ji 6 do conhecimento P(à blico, recentemente o Diretor Geral do lh lran, Edu Xavier, casou idén­ eos documentos, igual­ mente expedidos de for ma !IPg,ll. t:.r,11Jém P"'lu Clretrn11 rle Aquíúuu JJlll, a r;utrn11 J ! pe,;,wn . As portrins de no 007,78 P 00 78 lornllrn som erei!o us Cartrlrns de IinlJilit»çiío com a seguinte numeração: UUü7!1ii, VOG7117, 0(Jd7-1l8, clu Ciretrun de ,qul!• uana, 0015723, 061403, 0061 432, 0061437, C061438, OOG1143, OüGl-111, 00ü14J5 ü06l446. 0061447, úOHl- 4-1.8. 00614-1.9 e 0067415, ~xpedidas ineguh1rraen- 1 te pela Clr<'trun de Gui- a Lopoa da Laguna. Coluna Seicho-No-le AGRADECER AOS PAIS E SOGROS Os filhos agradecem aos pais quando este agradecem a F<'IIS pais e rnirro! (a,·6s de seus filhos) Se você não consegue a • grndecer esponLnneamente sos pais ou nos sogros, tente pelo men
  • para agradecer-lhes e dar-lhes ale­ (!rlU Se voei! está hnge dos pai;: ou dos sogro,. escrevo lhes cartn, envie-lhes algum presen - te ou vá, , isitú - los co,n a; criança,. A farnflia pode eer com­ parn,la com nma án·ort!: se as rnízrs (que corresponde aos n, 6, e antepassados) niio forem bc,n trata.das, os rarnu.!i e a folhas nüo poderão crescer vi­ ço•amente. Os filho, são o espelho que reflete a meute do, pais. S.- estes fizeraw pouco caso de •t!US ,·elhos pais, receberão o mesmo trato por parte de seu, filhos. "Dá, r receberás". É desta forma que surge o que si, chama "conflito de geraçôe• Durante o dia de hoje, vamos agradecer aos PAIS, :.nentalizando o dia todo: "OBRIGADO, PAPAI E MA­ MÃE". 1 • IJ!'J ') 1, r. tn a 1 1 ! 1 •.1 fora n ab l ,• v. ' l ,, .! 1 ri • rr l 1 1 1 l l ,1, () 1/0 porçó 1.,0 ) p e I L' ' 1 t p., inxim de r-tinha t 4, p .. rçó de alh o m,lho tllr t '1 1,1., 1,, 1; ,., ,!oi) !ealnen e alt fanutleo 1), d,1(' l[I 1-'ja Otl flf,l11 li l Jl l' J pata tn I en­ te ... 1: c!i, t R de p gem, ±to con­ teceu ó num clube do Ho de Jan llo. E qu rn to:; outros clubes exitemn pot este Brasil afora?! Passada. a alegrias, sonhos, !an­ tasias e cois mais do oo «Se;sacio­ ual C'tu·1111'HI Brar;ilelro,., al.orA a l' •1 11 1 r, cordur que 2 :3 da hum.w1 lrtd" JJ• fom<·'!! Que «os rios, se forn I m e.Hill vez mals ricos, e os pobres cada ez mn ai pobres?! ... ·Já tivemos oportunidna­ de de dizer que estatísticas do IBGE em 1973, os HP II multi rito'! F1c1 ap~opl. rrirn d,t rundu ou nnla. quandu uo 11110 unteriOt' esta oproprlaçlio era tl( •IO I n, (Zerc, lluru 03 02/78). Por que acontece Isso2!... O presidente da FUNABEM ( Fun­ dação Nacional do Bem Estar de Menor) Fuwler de Mell0 revelou que exl .. tem JO. 14 milhõe!i de cnenorP!l marginnliz •dus no Brasil, sendo que no Rio Grande do Sul o problema atIuge a mui,; de 300.úúO crianças. E quantas deses vivem ou me­ lhor vegetam pelas r□aa, bairros II m'..1- locrts tambêm de □ussu cidade'?! ... Por que serb que alguns ganham milhões e outros devem sob:ovh er cum um miseM salário-rniaimo ou de fome?! ... No Bro.sil a renda «per capita» se bitua em torno de CrS 11 mil por ano (Jornal do Brasil 05/09,77) . Será que foi Deu. quem fez 16lo?! Será. que ser religioso, ser cristão é di­ zer «AMÉM» a tudo que acontece neste mundo?! ... «Antigamente adorava-se_ a Deus principalme1tte pela contemplaçao e: a· ceitação passiva das coisas. Atualmente adora-se a Deus mais pelo enganja:nen­ to e ação transformadora em um n:.uudo melhor, mais humano, mais 1usto, maió fraterno». Esta não é tevria minha, mus do nróprio Evangelho: «Quem diz que ama ~ Deus que não ,·ê e não ama o próx1· mo a quem vê é menuroso». Jesus :-r;sto: Em outra oputunidade Ele mesmo ufu•mo?· «amar a Deuo e o próximo são os dois ruaudamentos que resumem toda lei e os profetas». (Mateus 22-37-40). . . Tomando sempro ID'.lis cc>mc1er­ oia desta enorme respoosabilide.de, !l I­ greja lançou este ano pura t.odos os cris­ tilos brasileiros de boa vontade o gmnde desafio da Garnpaohu da Fraternidade: Trabalho e Justiça para Todos! (Continua ... ) A de AH MA D Cll HAIDAR uma Organização AHMAD H. HAIDAR pare. servir Ponta Porá e Região. Secos e Molhados, Latarias, Panelas de pressil:-i, L,impião Gás, Triturador de milho, Ferramentas Agricolas e Aluminios. Produtos de Exportaç.ãu da;: mais afamadas marcas. f xporla~ora C l l P [ R lem o melhor preca de [xporlacão para o Clienle • lxigGnle. lazen {ler:. Rua lareclil flwriaz, ! [nu.e 431-II3l [prtln lir. Rna Ira«la flzin 55, fz 43}-13D , i APORA M.ATO GROSS_O DO SUL }ela Vftn Mt - Trihuna U_'dd O chnp Melhn escreveu um no. vo livro 'T'ake 'T'ody 'The Executlvo u Drop out. Aindn no está traduzido (que c,11 t;alhn), nom o li. Mui-1 numn Pll· trevlwt a propóslto do livro- escrito em conjunto com Hurrlton Nevit -- em oerln altura o chapa diz: ''IloJo, no 11ovo e l111nnao mrlo nm­ hlonlo d informçio, a maior[ ds pe8- vo e desliou, fechou o comutndor, nturado por um Inundação de dados e Informaçõen que é Incapaz de assimilar.' E dolxou cnir. Refere-so uo deslizamento pro1rrosslvo que vom ocorreudo com multas pesos. Bombardeadns por um excesso de la­ formuçõos que n/lo tem 0Jn 10 dlg"rlr nem mctabollzar puru seu URO, elos v!lo 11.~ dosllgnurlo duR coisas, do truball.lo e dos outros. E uma espécie ele loucurn. Acelerada por esto proct'l'SO, a rnpldez da mudança aumenta, gerando novas in­ formações e mais transformações num meio ambiente onde o tumulto de evolu­ ções qu<'< se acumulam orla uma crise 1:1xlstonclal grave, expressa sob suas for• mas mais conl.lecldas de uasledado, ten­ sllo, angústia e perda do sentimento de idenlldado: o individuo sente nada signi­ ficar nem entender, e começa a não en­ contrar lleutldo no que, é e uo que faz. Uns queimam o ruzivel. Outros o motor Inteiro. Uru belo dia o cara larga tudo, se manda o Interrompe carreirus promisso­ ras, expectativas de êxito, vo!lt•1des re­ ais de realizar alguma. coisa para si e pai-a a socledude. Sim, o cara "se man­ da" !isfca ou psicologicamente. l•'uga'? Intuição? Pressentimento? Medo? Coragem? Per- guntas assim, dlal'iamente, pessoas seu l- (C O N 'l' I NUA Ç Ã 0) veis estão se fazendo. Será um sonho? Fantasia? Ou isto Pois o cara que ''se munda" é o tu,lo pvdHá se tornar Realidade?! ...Com­ drop out. As estatísticas teC'.I demo ostra• pet,~ a cadn cristão, a cada homem ele do que o número de executivos ou pro- boa voutadH refletir e Agir, procurando flssionals libera is que abondenaram suas du r sua respostu, sua parcela de crntli­ promlssoras carreiras, trocando-as por ouicão na busca de soluções para os atlvidxdes (aparentemente) regressh·us problemas que nos rodeiam. notes que nos c·ampos, fazendas ou montanhas, é seja tsrde. • enorme e crescente. Refiro-me, é claro, «O munJo está doente. a estatísticas de países indusu'ial!zados e O seu mal reside na Cl'ise da Fmternl- de alto nível de desenvolvimento c>conô- dude entre os homens e entre os po­ mico, principalmente onde este uesenvd- vos». (Populc,rum progrello Nº 66). vimento ê purnmente econôm!co. Mcluhau «O ::ier Humano tem direito a exis­ assim define o drop out: "Um drop out tência, iutegridfide corp,,ral, ttos recursos não é um· homem que decirle abandooitr para um digno padrão de vida. estes re­ seu trabalho: é UD.t homem que descobre cursos são especialmente o alimento a que seu trabalho nii.o .existe ruais." Isso I roupa, a moradia, o descanso, os cuida­ quer dizer que quando malandro "se dos com a saúde e todo tipo de assis .. manda", não cstà simplesmente expres- tênci:1. As. im, as pessoas têm direito de sando um cansaço individual com o com- serem stnparndas e'ill caso de doença plexo mundo a que serve com seu tra- de invalidez, de viuvez, de velhice, de bulho. É a rápida perda de significado desemprego forçado e em qualquer' ou­ de seu trabalho o que ele pressente, seo- tro caso de privação dos meios de sus­ te, e reage mnndando tud(I às favas, fa- tento». (Pacem in Terris). as estas que muitas vezes prefere plan- QUAL VAI SER A TUA RESPOS- tar, retornando, a uma vida mais nutu- 'J'A AO APELO D.- CAMPA H A ral, 11 ter êxito e dinheiM de terno e DA F R A T E R N I D A D E - 78 ? rvta ·ntre fumç, tensões e polulçio o voltar para casa e perguntando "JJra qu(•'?", ' l'ra quê'!" Meluhn pretende mostrar como evolução da tecnologia eletrónica fez o omem avançar centenas de anos em um tlecOnlo. ARslm so11clo, sobre' ole se nbatem situações e transformações para as quais não está preparado, nem tem como! J que toda sua formação, molda­ da nos pdrõeR pré-eletrónicos do sécu­ lo dezenove, no lho é suficiente para absorver, selecionar, entender, "extralr uma slg-11ifkncfio'' dnn experlônclM que vive. D11 McluhuD: "Ounndo se uumcnto u quantidade de experlônciu11 u qunntl­ dade de signlflcuçõeR diminui.'' Parece paradoxal, mas pensando bem nilo ó. O rf'sullado destu crise é o surgimen­ to de novas atitudes e novos comporta­ mentos no homem filo lnu<ados quanto surprecndenteH. Um destes comportamen­ tos é o do drop 011t. Outro - acrescentúu eu - é o do homem que tenta pensnr, entender e re­ fletir sobre os rumos d!' 11un épocl!, para uüo mnls agir com comportamentos tipi­ Ct,s de tempos que passaram e assim en­ trar em crise ou rlar com os burros n,águ11. Numa ou noutra a tltude, o estudo do ef Pito dos meios de comunicação ele­ trónica e do homem na sociedade tecno­ lógica, se Impõe como fator fundamen­ tal du cultura e da vlda do ser contem­ poI áueo. Sonho Fantasia Realidade ou CASAS PERNAMBUCANAS INFORMII ... CINE SÃO CRISTOVnO _PROGRAMACO PARA o Mtsnt _MARCO Dt l)f-, ·J' '.J_/'J 45 516 7, 8 9/10 ll/12 12/13 14/15 16/17 18/19 19/20 21/22 2/2 25/26/27 O ±n o.M I; 0 J06n991 12M ;0L6A Dl,Áo Canhões de San Sebostlon Jogondo com a Vida o o Mor!■ o Homem Celebre Umo Duplo Dosajustodo ±1D030D0 O Grande Sequestro Com os calços no mão Justiceiro tmplocovol Tem Algucm cm minha Como A Revolto dos 7 Chineses JZU5 J110 ± Novodo Smith 26 28/29 30/3 Motlné J 11 ! 1 ., Polxonfle Aguda :UE IJ.:; Stcvc Moc Oue,n Gordo c Magro Angola Noo Ellzoboth Toylcr A grande Domo do Kung Fu Meu Corpo em tuas Mãos 1978 Anthony 011 , Marcel Mareg Darlen ln Vai! r Molhtiu J0± IA Stanley Bode« Wilto Co,lo John Woyne Rossana Gessa Tim Sh!ng Representante· Deocleciano de / asconcelos O MUNDO VEMA •• •I --~ ~ • O mundo é pequeno: ele cabe int • num grande jornal. E chega todos os dias à sua cidade. -~ Ouà sua casa, se você é nossos assinantes.""' .,, O ESTADO DE S.PAULO, UM JORNAL DE OPINIAO PARA LEITORES QUE TÊM O QUE DIZER. 11 d ti Ht, de S cr ta ta Produtor do Calcário Bodoquena USINA Rodovia .Jardim Porto Múrtinho Km. 54 Escritório de Vendas Administração: A v Duque de Caxias Centro GROSSO DO SUL r p OPÓSIT Em erónien recente vesti no termo 'ewsatoo" reação com que os prôce­ res arenist aqui da fronteira (( do I0 munleiplos ludelros), receberam o resul t do da oralznção do Diretório Repio­ l, pelo enador Hachid Sul'anha Der. i, vlee-lider do Presidente da Reytblle, no Sendo, De fto, um deafogo, um 11- jvio Porque Ito é também que o che­ fes are[tas loe ifs, por uma série de zoes que não vem a pelo mencionar eto como que 'aturados" de deeep­ ç/lt'I! o humilhações, pletora de descon- 1 1eut 11nento11 e 1·oti1Hlollr111•11I0R, foco aq11e­ s razões, que teriam contribuído ou , 01,1110 contrlhulntlu pura lovur o Plll'lido du Hevoluçllo u umu lú.cltu renúncln no dPl'0r dLt l'Xfstfr. E1if1P rnultos outros, um Indicio bas tanlll expressivo de quo quele "desafo- 1 go" é entretanto meramente 61ico, por usslm rlfZPI' slmbólloo, de certo oslá no ' surpreendeute atitudo do Diretório local (Dela Vlslu, 20 membros), om fNblioaQiio aH Da P + ra.1ca as(nada por w u Hre !dnte manifewt ,r.­ do'repúdio" (sfc), ao deputado Huben Figueiró, líder da Arena, na Assembleia Lt·vl 11111 ,1. Não obstnte este e outros fatos que denunciam problemas de tubidu ;elevAn­ eia, ou pelo menos uux·nela de ld 11tlri cação entre os líderes locais e o líder do Partido, ainda é possivel falar em "reajustamento das peça·mestras, pro­ blema esse em que e contém a condi­ ço de sobrevivência do Partido nesta Yro11ll:llrn (per,o elc:itoral módio, 251:30.000). Sobrcvlvl'.lucia porque, Pe fatos ocorrcc, estupefaclentes pra os chefes locais, om detl'inrnoto tio aua ouloríd11do c cor:1- petêucifl Jeg-al, gero ndo uwu n tmosfcra úe tnc<'lúpatibllidndoa r.om a cúpulu pnr­ tldárlo, vlflmentc lmr>lí­ ca sua valorlzoçiio político-cle!tor11l, e configura o "dr11afogo", que Prtrelnnto nada mais é do qae simples expectnlivo dos chefeti locais. Eu já encarecera o lmperntlvo de vin­ da do senador Rachld à fronteira, o a­ gora, podendo considerat-!.1e familiariza­ do, jornulísticamente, isto é, sem opções nfellvas, na situação de fato qua a Are­ na vAm enfrentando, ao me despedir da fronteira, após dois anos de coovfvência para dar-lhe o melhor testemunho de minha solidariedade com os chefes lo­ cais em suas reivfndicacõe"' pela relnlt:­ gração de suts autoridade na pletJitude de suas prerrogativas legais, e assim pe­ la recuperação do equllibrlo parti dá rio, transfiro essa tarefa indeclinável, urge o. te mesmo, à responrnbilidade dos Hde• res Uhaldo Barêm e Walter Nunes, que agora respondem pe-lo Partido na área estadual. - Mexam-ne. E não substimem as reali­ Jades. Estou certo de que nüo Ucarúc abaixo de suas responsabilidades. Sabem o que está querendo dizer o •·cacique", que lhas deseja feliz desempenho, e à fronteira, paz e boa vontade. ..J. Barros SER C EFE, A TE moo, retraldo, < 1 111 11c· rnrJ,i; • no:...:_::..:_:..:..:....:_:_:...:..:...:_:_:...::...:...=-=-=--==•--r----~---------------~~------------,, ' Ely .. (,;, o povo d Cancha, da Arua Tlo<•1•. •l<1 ''11111· 1 l 1, rir, •• ·rt 1dl'1!J1), d, VIa Nova é, pol é, povão mero, Po vllo do 111 r<,'.I. ,, 1 ijflo, l)r l·tv <1•1 ;rn11j11 fJ II lw :i, do l'1p;l,1 (!,• t, 111 ltl de Deln VI l 1. J,; dflÍ f) 1',ll"íl'! ,(' li ll'(' . f'líhlflilo, qtH• o llr-. 1 :1,v (• u .. 1 cln1, p ... É, o mGço este ano vai bo. tar prn queb,·ar. Paul.Pira O vereador Osvaldo Grubert, da Arena, de Jar­ dim, deu 11mu p:111l,•ira no prefeito F~rnant!o ele Freitas. O , ert:.ulor "abriu as torneiras e deixou jorrar uma água" Ti... esse é n pnpcl do , l'•l' n-~: O, , ·r,•n. O tueu sulário ~ó dá pu1 a liquidar d11t1s prestações uo fint.l dl' curla mês. As outras. ficam para - o mês seguinte. Todvia, nlo pensem que sou injusto, preferindo pagar esta ou uquela em prejuízo dns outr11s. !'inda dis- so. Todo mês, quundo reci>bo meu 1H]!á1fo l'SC're'O 0R unmes rle mcas credores em p11 pi•izinhos os qun is rnrolo devidatullnte coloco Hum ch_u pé11 e miiaturo bem. Em !'l'/!Uida, dl' olhos fccb1do~, retiro dois pa pP1zinhoi.. ... são os dois credores sorteu­ dos; os demais ficam pru o mês seguin­ te. iíianço que sua fórma tem constado infalivelmente no men chapéu. Mus, se enntinunrt:m n me en, iar cartas de cobranças iusolt>11te;., a exemplo dn última que reo»bl SPrei ob1·igado a, dornvaotc. exrluir o nme de V.Sas dos meus sorteios men­ sais!... Ê, pois é ... PERllü.-lE POH ,1E TRAIBFS Pt..·clir u aui--tin l nn minha opinião. um otn de hu111ildude. Pt·clir pc-rd:io .. ignífic! admitir u111 er. .-o. E a maioris dos que, no Brasil, esperam p,,r nni.:ti:t - n1 minhn opini;io - :ó comctl'r:.in1 um erro disruth, 1: o de discordar. (Ziraldo) .:'ilSTL PARCLI:? :'-iEI POR :IILGHE Cristo - que era Cristo-- ,eria inrnpuz de r,•s - su-citar Lázaro parcialmente. Quc:r clizer. re:;-.u ... ci1.1ndo 11111 pé. um brac:o, um olbo, o ÍÍ!!edo e deixando o rc:-to tuorto. E a nni.stia é como um:t c,pÍ'Cie ,le r~--u,ei,~o: n,io pode ,er pa1cial. Ou é nni,t ia ou 11:1,1 í,, (laguurl A ADEt; I:'iFOIDI.. O Brasil perdeu um poeta e o fi,,ueircdo ":t· nhon um irmio. Ó Guilherme, mudou teu irá; ou mudou ,oc~·/ (llenfil) :IAH.AlLlLS DO MUNDO PIRANDELLIANO :>t'gund<> o Informe JB. o general Golberv do Couto ..- Sih., !""º" a •a chamado de ObÍ- an Keobi, depois que todos os notáveis do Paliei asi-tiram à Guerra nas Estrela4". , turn_,a nqui da redação, depois ele u-si,tir no mesmo filme, resolveu apelidar o ilustre asse--or presidencial de Drh Vader. (Sérgio Augusto) :O CR. 'O OL' ;, FERH.Dt;B_ A Nação se pudesse exigiria definições. Go-rn­ ríamos todos de saber onde pisamos. Ou, ao me. pos, se va:nos continuar sendo pisados". Frase­ de Carlos Cba'!a-, ,,ubli,·nJ:i, em última Horn. Qaem acha que vai dar coluna dois levanta o brn~L. (Roberto .loura) C'.lXl:'r u indicuç1o de Pedro Pedro sian par M t, Gro so tiu Sul, repelindo as acu-.;l!çõ s contra de fei!n.s pelos grus aeistas liderados µor ,Jo,.:é fragel!i e António [endes Cana­ le. Di se Coelho qt.:e são u!to estranhas es:.;;a:,; :.eusaçõP,,, • p0!s todus envolvem problE-mas ocorrido ha dt'z ;anos~ .:õmen­ te agorp f >ram truzillu~ :i baila pelos in­ teress,td os. Depois de lrmbrar que as acusaçõesi foram rebatid:.it, por r'1•rlrc,ssi in. em dc­ cumrntaçilo eor .minharla à Pre,-idênci:i. da Hepút,ii<;a. !tc1líYiu Coelho obeen·,,u que elas :;ú;rn•ott! t;::;1•irnw pt.tra cum<:intar ainda mais o prc·stigio do ec·usado, que hoje conta com cerca de 90% d. simpa­ tia P' pu!'.1r. - lh ?..lg ms m •s••s írisnu, S"U pr_e;tígto t->Star ,-m !u!'no úe- 60%. hoje. at,ng,• a 90%. Por isso. nú meu entender é e m~Ihor nome com que tt Arena con­ ta p:?.r·1 o gvYt'í'llo. It:c!i,·i0 roelho di::se aind!:i que a indicação de l'ed1 o.~sian é un-a gur::intia de vitória d Arena nus elt>ições de 15 rle noYe:.)bro p, ÓÃimo. \'t,o de l !.l Í pu 1ill , I ~ 1 (' umu para IIJ) IX ( !) '/ to., l ou S 1 ti 1 tr zundou + ' :! o O Edil .1 1·c,111pldo com malote Informçô s l,111.!onlr J· I' 11 di polção dos interessados, no ser-. viço d e .pr, vi IOLtil­ mt?nto 110 10 o RC. Quartel em Bel Vista. ll'.2 de m l'Ço ú•· 1'1'7'-i Wi]mar Nu·es Viata Mj Cav. Presidente da comissão ri,• L!c:taçües rlo ID.o IW Ministério do Exército JI Exéreito fl'l Região lilita_r -1'! DC llJ'> H C Reg•rut>nto Aotouio ,Jo. ão sv (le AprO'l'ÍSÍ0flU· mento Tomada de Precos H.o 002 Aprov Aquis!çílo de Cllrne Bo­ vina. sem 0sso, 50º' 0 'de d:anteiros e 50% de tra­ seiros e!:>prrjais. A VIS O 1. O lQ<.l Regimento de Cavulariu. sedie-.do em Bslu Vista. Mt, tora pú­ blico oue fará renli::ar <.>m suâ séde. Sita à Pra­ Çéi Cmt Per:. o Rufino S ;-; urna tomada de preços para aquisição de apro­ xirnadameotP. 15.000 (quinze mil) kgs de Ca..r­ Df' Bovina. !'em osso. 50%, d dianteiros e 50% de traseiros especíni;_ para o coo,uroo do tro· pa durante r. fegundo trí:ne-trp de 1.97 . • 2. O Edital completo com ma· 1res informa­ ções, encontra-se a dis posiçi:í.o dos intere$sadcs. no Ser,iço de Aproi sionamenlo do 10 RC. Qusrtel em Bela "islü. JIT. 02 de me.r-çc ele 1.97S. -Wil!Il!ll' Nunes 'ia.:i:: dai Ca Pre.;.id-'nte d!'. Cornis· são de LicHação ào 10' Q (' li (' d l ll