o FRO 
«Q'E O POVO SEJ A BEM INFORMADO 
Oirtlor f{t ,p.,ns6vol: lvnldo P reiro AN.:> Vfl • t-1.' '.i':!l 7.6o5/J//8 
O rt'l'P11rlor El,v do Arnujo Barbo,;o, 
ndieo, foi demitido, por ato do Sl'C'l'O• 
firío d<> Saú Je do l11tu Ül'Ol'RO, da chc­ 
tia do Posto de Snúde de Bela Vista. 
s,,gundu c11111enlúrios Hurgido11 (e conflr­ 
mudoH} u demh1sfl,1 foi devido a denuu­ 
rl11s tio p1·l'f,•ito muulclpal Ruban de r:as­ 
to Pinto "do que o médico não vinha 
J(l diziam os 1111tlg0F,- males hú que 
rém para bem. E assim aconteceu em 
recente arti~o meu, oro cujo origiual o 
escril•1 "polícia mornlmente saneada", 
deu uo publicado, - ''polílicJ uormalmea­ 
te saneada", o que põe o sentido, sem 
setido. Mas veio a propósito, o "gato" 
de revisão. Porque fatos posteriores ao 
artigo demoastrnrn que ufinul vamos ter 
uma polilicn i;aneada, como se faz mister. 
E também a propósito, aos que por­ 
ventura não dispor.hum de bom r'urnel 
de sinónimos convém esclarecer que "SA­ 
NEAR" üo significa só.nente 'LLIPAR", 
mns também, classlcnmente, "SEl{E~AR", 
e o CRSO era dr -'>ERE:-IAR on ll.nimo.; 
dos liderP~ desafirmdos, isto é. de sere­ 
ar aquela tempestade om copo d'água 
que estava começando a ameaçar u uni· 
rlade partidúria, precisamente quando 
ela se faz nflcetlsária. 
Essa árdua tarefa, po~sivalrnente uma 
turcfa teste, couhe ao senador Rachid 
Saldanha Derzi, no Senado, vic~ Jíde;• cio 
Presidente da República. Político de 35 
olluS de lidcr,lUÇ!I na faixa ele fronteiras, 
dP serena visão rins realidades inclu,ive 
port uto dos nossos problemas politicos, 
e que pela fiaalga elegância das suas 
condutas éticas tem trüusito livre nas 
àreas desajustadas, a maneira por que 
o0 senador se de. incumbiu de sua missão 
E 
atcudeudo 1-1att~fo lóriam<'nte o pov,;''. O 
vcruudor que é cuucJlduto u candidato a 
deputado l' um do:,; políticos de grande 
proHliglo pop•Jlur, PD<'Lll'OU cow llUtUl'ali­ 
dade s~,u de:1Jisst10 e nada comL•ntou ... 
(comentamos uos: AD :-.Jujorem Dei Glo­ 
riam ... "para mator gloria de (o) Deus" 
Oficialmente, operação concluída. Iseo, 
porém, ló. Entrntanto, embora não polí­ 
tico de esferxs con,,ultivas ou assesso­ 
riai1>, .senão mero jornalista poHtico muito 
11 vontade na convivêacia com o povo 
<lns fronteiras, assim como antes du ope­ 
ração-Rachid sugeri "Juizo Para Ham 
de 'I'odos", ugora, com as rEulldadE-s à 
vistu, vou mais longe, sem Pmbàrgo d:! 
estar escrevendo de um ambiente só de 
pesr.adores e caçadorPs, - Cachoeira. 
aonde vim despedir-tmi de companheiros 
e amigos, de volt que estou, paru a 
nossa explosiva nova Cup cm surto de 
evolução. 
Dm pur:ido é um 8istema. uas peças 
devem esta,· ajustadas. Ou não funeiooa­ 
rá, como se r-stá vendo alhures. E o in­ 
flm,nl.e líder fronteirano sul,e de certo 
que estou certo quando ei-:crevu, despe­ 
dindo-me também dns l'roateiras, que e.s 
ironteiras, como se apreqeatam suas coa-­ 
juoturas po!itico partidárias. lhe nssiualum 
uma tai-efo complement9.r inadiável... 
J. Barros 
(Correio do Estado) 
Jornal para voce ficar 
l«formado 
Dia '.!O PI>, 11 T,·l!Juuit 
d o Fronteira 
comemorou mais u m 
universúrio. Seis anos de 
atlvldadPs. Cu,1fl,uno,, cm 
dluR nJ(•lhoreFI, e 11 ... ccr­ 
tez+ de que estamos cons 
truindo, no Sudoeste, uma 
empresa jvurnlistica "sul 
generis", independente, 
crc-scendo com recur:-O'> 
próp: lrrn, !','panctindo ª" 
atividades em diversos 
setores. criunclo l:'mpre­ 
go.,; e ~erundo rlquezai<. 
Não vam as lardear o 
que já couseguimos. O 
jornal sobreviveu a tu­ 
do. TJma semente foi plan­ 
tada em Porto :lul'linho 
justifico u sensação de des11fogo com que ( Tribuna Murtinhense ), 
os arenistas das f,outeiras recPberam o I em .Jardim (Ccrreio Jar• 
l:'ucerrnmento da operação Ruchid, desa- dinnse) e em Bonito 
nuviando os horizontes partidários. (Jornal dP Bonito). Cri­ 
se? Sim. Vivemos coali­ 
nuauamente em crise. 
Mas, talvez, seja po•· es­ 
te motivo que r:onllnua­ 
mos a crescer. Sempre 
bus :ando soluções. O 
imp,ntante, o @ais im­ 
portante, é que a nossa 
m:~são de Bem Informar 
é exercida codigaamen­ 
lfl. Não nos filiomos a 
grupos ou partidos. E 
assim continudremos. .- 
uossa meta, para este 
a no. é melhorar o pa­ 
drão dos jornais. Che­ 
garemos Já. Temos cer­ 
tn ,. o BOSEIO lema "Que 
o Povo Seja Bem· Infor­ 
mado" reflete uma filo­ 
sofi 3.. A verdadeira es­ 
senoia do jornalismo. 
Haverá mudanças. Tal· 
vez. a nossa sede seja 
transferida para Jardim. 
Há estudos e profundos 
a respeito. Mas, caso is­ 
so acoP.teça, saiba o lei­ 
tor da Tribuna, que será 
par11 melhor. r~ra cres­ 
cnmos. E creseendo, 
serviremos mais. 
TI 
li' 
LEIA E ASSINE o 
JORNAL Tfi!BUNA 
DA FRON·rEIRA 
Até a próxima. 
1 
/ SERGI RCBEITO 
ADVOGADO 
1ttJllí D;}).t) - Rua 3 de 
Outubro (AO LADO DA 
C133132) 
1 
Bf·ln Vista :'dato Grosso do ui 
Dr. Carlos Edy Sá Medeiros 
OAB - .)lt_ 616 
Dr. Cyrio Falcão 
, , Advogados 
Causs Civis- Criminais Inventários. 
1 • T:·abalhistas 
.
1 1 Rt111 Rui füirbo:;3, 277-1 C/1 i;'one 4 66 3 
; Cumpo Gra;:;dd • - ilato Grosso 
• fu:.i Sebastião Crispim do Rego 319 Fone 
71 Bela Vista Mato Grosso 
A respeito na nota inserida a 
TRIUNA da semana pp "!AS IN- 
'l fl,:'-i:-D A EIS", ond perguntavamo 
"onde estavam as máquinas da Prefeitu­ 
ra", o peeuarista e lavoreiro Cor3mila 
Loureiro de Almeida, disse que a ctitlca 
Ioi injusta", pois as 'máquinas da Pr»­ 
feitura encontravam-se arrumando u tes­ 
tradas das faz·ndas". Disse ainda que "o 
atual prefeito é o único (até hoje) que 
se preocupou coui as iradas das fa­ 
zendas", 
As ruas estão sendo patroiadas. 
o 
UMEHSAGE 
R SI E TE DO 
C7 
A 
O general de Divisão João B.,pt!S· 
ta de Figueiredo, enviou Mensagem. de 
Agradecirr,ento o Vereador Walter Car­ 
neiro, Presidente do Diretório Municipal 
da ,rena. 
A íntegra da mensagem recebida, 
que é extensiva aos demais rur.mbros do 
partido, é a seguinte: 
"Queiram receber os melhores agra­ 
decimentos pela mensagem de o.poiu á 
indír:açãu de mE!u nome á Aliauça Re­ 
novadora Nacional, como candidato a 
Presidente da nepúbllca". 
"O Somercio Jovem de Mato Grosso 
do Sul'' Basta Íevar o seu documento. 
O seu crédito é vberto pelo já Famoso Credi Big. 'e:: Juro e 
seu Fiado e você tem 1 ano para pagar, eu disse Bg-Lar Conces­ 
sionário Ultragaz entrega áutomútica plantão aos domingos e fe. 
riados troca de butijão pequeno Assisteaci:, técnica permanente 
Seção ds peças· especializadas 
de Medeiros S/N 
Grosso do S ui 
Rua Vereador 
Jardim 
Romeu 
Mato 
1 
E 
CASSINO PARAGUA.Y 
lrnbiente eleto • Bebidas Nagi­ 
nais e Importadas - O maior atrativo da 
fronteira - Dive.~ões • Som. 'isite Bella 
Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU­ 
RANTE ASSINO PAKAGUAY. 
Bella Vista

Dela_'l'? ! Trund	_for'sim 
Veja 
e 
M 
4 
1- ,lo~(• Donl 1-'011t.PCfL 'oulinho, do setor 
conHerv11Clor da ,r1111a JovP11t do H. (jrun­ 
<lo ilo ~ui durrotirn suu aclvt r .. (11·!0 Oeral· 
do /rlur llo1m da uln Lll>nnl por l(j(i 
contra 12:.J vntoR. /ti'! 111 ludo multo bem 
mas eieo Intransigente defensores ds 
lote do nxcocno cl(•cfdfrarn lnfri11gl1· urna 
derrota fisleu em José Paulo do FreflnA 
cnndltato llhol'II n vlcr-preHldente ... 
llei!ull11do: .l+'l'dtni; lorrnlnou a noilr num 
Jeito rio lfottpltul. 
011 gaúuhoH convcncoram-se que 
Coullnho o seus coJl,gaR pretendem 11ll­ 
llz11r-so do!! lnRlrumontos da democrocla 
elolçõoR llvrr& no caso, pura mulH rapl­ 
damo11te de'llrui-lo. 
2- Doflm Nolto, o rnndldato tove com o 
Gen. Figurlredo umIl couver&u decisiva 
para sou futuro polltlco. 
3- F!-aucellno Per!'lro, o artioul>1dor, a 
partir da Jnneiro como Pres. <:la Arena, 
vai pe1·0orrer o pois poru sondar tunden­ 
cias principalmente Pm S. Paulo, R. G. 
do Sul e Pernambuco. 
4- Ney Bruga. sem concorrenles. Pura 
retorunr uo Governo Paranuense o :'Ilia. 
Erlucacílo deverá deixar o caro-o antes 
de 1 de Junho. 
"T1inho 25 uuos de vida política 
disputo eleições e sou candidato.'' 
5- Roberto Sauto11, tentativa de Impedir 
unção do ex Gov Autonio Carlos Mogll­ 
lbãf's. 
Há uma divcrgencias de ordem pes• 
soai entre mim e Autonio Carlos :fo,,a .. 
lbães, de longa data. pública e notórl~"­ 
Engraç1-1dos, mas de~de quando "diver­ 
gêneias pessoais" incluAm-se na ética 
política, si é que política tem ética .. 
6- Laudo Natel "te'ia" ouvido do gen. 
f.lgueirtldo, chefe do Nl e favorito das 
especulações em torno da sucessão pre­ 
slc!enlial que já era hora de "viabilizar 
seu retorno ao Fálnclo doe Bandeirantrs ... 
7- DeUlm Netto reuniu-se em Brasília 
com o gen. Figueiredo para uma conver­ 
sa decisiva ao futuro p11lí11co do ex-Mia 
8- Mugalllães Pinto. Rumores circulando 
de que estudam uma fórmula para :i. re­ 
moção do di>rradeiro obstáculo a indica­ 
ção do Gen. Figueiredo ll candidatura 
civil do Magalhães Pinto. 
" ... nãa serão pErn•ltidas disputas nas con­ 
venQões de Junho". 
9- Clâudío Lumbo da DAR. S. Paulo 
Encontro com Luiz Inácio da Silva 
"o Lula" Presidente do sindicato de Me­ 
talurgicos de S. Bernardo do Campo. 
Lumbo sugeriu ser levado ao sen. /]ortda 
o pensamento dos ~Ietalúrgicos. Alo-umas 
horas mais tarde "Lula'' já estava inco1·­ 
porado ao roteiro da "missão Portela" 
(telefone é claro). O encontro deverá o­ 
cClrrer em Janeiro. 
10- Quem governa afinal? e ncrora dois 
prefeitos? ... Empossado em S. 
0
,José dus 
nnmpos, o vereador Cyrillo Gonçalves 
Paes Fillio, do ,IDH, pelo. ofimara onde 
seu partido ttlm lllaioriu. 
Eduardo de PaoJa Santos, nomea!!o 
d 
e 
f 111 107:í pelo Gov. Paulo Egidio. 
'Fincou p(• un ... ou gabiuel•·. 1e-uh i­ 
do ll JlilO lllllrrgur o podt>J' ,lO OfJV~lclo• 
111!;t11. 
MD impetrará mandato de seurun­ 
Cfl contL'rt o gov. Paulo Egídio. 
O cuso é a!tnrnrnte enrohtlo e tuuo 
prende-se a que o 0oYernn em 1070, 
promcveu ldnade u cntrgo,fa rJe r~ lâ11- 
cia Hidromineral. 
Por causa de uma bica de àgua mine­ 
ral deu tudo Jsto ... 
11- Qurm nno leu precli>r. ler ''5uuHticn. 
Mobre o Brns!I" <lo HiHtoriador umoricu110 
Stanley Hilton. 
- PRplonagem a Bl'l''lço do 1Jl Reich, 
uola estilo cílado,i Albrochl G:rstav En­ 
gels ou "Alfredo" 
Ernest Hamuz agora ' Frederich" 
(;,rnlclo h•lli, Mounio, pre•o cm )912 l.n <'IJII· 
clenndo u 111or1t• no Iras-il. Pena Modificada para 
30 anos. Cumpriu 3 anos e I0 meses, beneficin­ 
do••c e111,10 co111 o imlulto presidencial d.- 19 lí. 
Deputado pelo PSP en 1962 e pelo MDB em 
1966. !111H nrlo cn•rndo pelo AI 5. E•t{1 ci(udo cm 
16 das 357 pgins do livro e o cn•snrlo reíc•rin• 
do-se ao mesmo diz 
Literatura coprológica da CIA. 
11 - O li, ro lembra também em Plinio >alga 
do e seu contáto em fins de 1911, t·om o chefe 
do SV. Scrrclo 'alter SchcllenlH'rg propondo 
colaboração. 
E, também em Filin1,, Muller ostensivamente 
pr6-Uitlt·r. Em 1935 ntHori:wnrlo coo1u·ra~io nfi­ 
dul entre u polociu llrns,kira e a Gestupo Alem!. 
l2 - Isto que é resposta o mais é conversa 
nronlcccn com elcmenloõ cio TJ cio Ceará. 
, d,·scmbnrj?arlora ,uri loura Cosfn, 66 
nos indicada parn orupar o t·nrg:o de , ire - preP. 
do TJ conlwcida pnr ,un• ,·nft'Zadas campanha• 
conlrn a corrupção f'Ot ,cr a la. )lulher no Ura­ 
sil a tornar-se desembargadora, encontrou intran­ 
ponhcis ,lifir•uldndcs a se cle:::,r vice-prcs. dn,1uc­ 
le Tribunal posto que nu1omaticamco1c cleolro ,lé 
1 nno n _trnnsformurh cm presidente do TJ Cearense. 
ia vespera das eleições a 2 semanas, foi pro­ 
curada t"'lt sua casa por dois de iCUQ pares, os 
de-embargadores José Ferreira de Assis e Cario, 
de Miranda Bezerra com urna inmitnda j'ropo,1a: 
Poderia" a desembargadora, sondaram eles esere­ 
ver ta ,·nrln ao l'rcs. do T.J. Antonio Uanho, 
1 etu ":=olicitundo sua não indicação": Como justi­ 
fie tiva "sugerinm os dois" ela talvez pudesse ler­ 
brar sua "miopia acentuada". A desembargadora 
1 
rlt· imediato .. tul1ninou··o~ com un:a refercncfn n 
Tirarlcnt,·s nc,t,·s termos: Nnqucln épocr., fui pre­ 
ci'-n npt·nn1- um cnrrucco pitrn rnf,,rcr.-lo, e vore11 
estão juntando treze carrascos para degola uma 
mulher. 
S:io treze os en companheiro; do T.J. mas 
rln ocn·<lica que os inimigos principai::, são qua1ro: 
O, juize, José Maria de Melo 
Jo•é Evnnrlro ?iogueira Lima, José Ari Cimc 
e Francisco Gil-on Viana. Contra eles a quniro 
meses atrás Auri ofcn:ccru denuncia pública "por 
conduta prevaricadora e comportamento infrin­ 
gente á hierarquia . 
Em portugues mais direlo: Ela acusam o; 3 
primeiros de corrupção e o úhimo de desempe­ 
nho pouco compn1ivel com a função de Juiz, pois, 
Stta reprcscninçiio tcrminna com uma frase do 
célebre mafioso AL Capone: "muito pior que um 
suJrllo safado é um sUJl'H0 safado cm car:,:o público" 
Torlovia, u dcrrnln lhe foi impo;tu. Jns, n 
clcsembargndorn Auri, não desanima diz ele: "Te.­ 
r.ho quatro anos pela frente o não desistirei da 
minha lu1u". 
O retrato Jcs;a mulher é dieno de figurar 
numa :,:alcriu noorc, pcb minh:i p;r:r ,·ou c,crc­ 
'Cr n ela dundo-lhc o calor da minha nprnvação 
u sua atitude "linha dura'". 
! 1+RATA 
 . l 1 111 d ,. 1 1 t" r • d 
r J,tn l 1,1 ,, ,r., .._ ,1 rl }ira dit ira ta 
« lnier»idade atol a de Mi 
r •:it11 •• ,_tJ f í{ 	l (tl 
) ljro traz tensa, ns rntr« ou1ts 
,t,-, .. ,,!.,,, . .,,.,,,f1I,,' ""'' 1, ;l!àl• 
o presidente ,ns-tele Branno 
Ao min sra lar 
o min. Arando Falcão e 
4o Presidente ,i «el. 
ll . '() c;,,,c. rno Juio t:, u1 ,rt • - ~ H i 1• n•
1 
llr.1 11" t11,I [9(,1, J,, professor Laia Alerto Mo 
ni: Bandeira. Civilização Brasileira: II páin+ 
7) rerueiros 	. 
... lia se por exemplo sabendo. que o preside 
te conhecia, com antecedência, parte dos prepara 
tivos da conspiração; não agiu porque restava t­ 
to de que, "om o apoio popular, neutralizaria 
qualquer tentativa de golpe de estado 
mi erro fatal de avaliação que o levou na 
acreditar mais na mobilização indial que "no 
pt1tlr-r pt·r'-113-Í t• rf . .,,, nrrn.i•. . . 
... Tntfn,i.,, há no trabalho de Moniz Bandei­ 
ra um tom visivelmrnte foral ano goeano de. 
posto, mesmo os- irn {,, ... t'OJ tf(J, id'l u111 _ln ru llll· 
portante e de certa forma esclarecedor inda qu, 
se sabe qure aquele periodo fo, (,· ,·r,11111tlr..1 •t·ud,) 
por força de circunstancias uma zona fechada pa­ 
ra a historiografia brasileira 
Na próxima t, m mais, com o rr.o lU7 de veja. 
LE DLC 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANÁRIO -- 
l• U N D A O O E M1 2 O / 2 /7 :! 
ln,,·. E,t. B095:!3 I~ CGC-:'llF: 03.200.í6,VOIIU 17-l 
Rerlac:io e Aclmini•trnçJo 
I. Duque de Caxias /n. Bela Vista MT, 
Oficinas: Hua Duquc de Caxias ,. u 
ela Vista 	Mato Gro««o 
Hedator-Chefe Irnldo Pereira 
,d111inistraçào: )lnria E,tel:1 V Pereira 
Dcpur!U111c1110 Comercial: Ah.oro Pereira 
A S S I ;-,; A TU R . S 
,,,irn1ura Anual Bela 'i,ta Cr$ 101,00 
Dcm:sis ~iunicipio~ CrS. 1.)0,00 
Tribuna da Fronteira é uma publicação 
da ORJI"APE- 
Os artigos publicados com assinaturas dos 
uu1orcs 11iio traduzem u opicião cio jonrnl. Sua 
puhlicaçào obedcce ao propóeito cio deba1e ,los 
problema• municipais e de refletir a di vcr,as 
1cndência, do pensamento universal. 
BONITO - MATO GROSSO UL 
de Soares e Soare 
,O VALOR N.:O ESTÁ SAQUILO QUE 
FAZE.10S, :IAS NA :'II A. N EIRA C0:'110 
FAZE.!OS. 
1 Danto 
Jobim na 
Presidenc-
1
') 
' 
• 
l l itn pd , f' > 
·liberativo da l«s 
( º !h 11 •i, 1 ,1, r .1 
a, uma a Pre y 
d  <l l (h'l ' • t ' • "' 
jornalista Danton Jl 
tendo nse sentido 
!ereçado no nosso De 
tor o seguinte oficio 
'Prezado colega e e0n 
t;{>clo 'I h,·ocl11;-!t•o J 1
1
. 
Viegas 
Levo o +eu conhev± 
llll'JilO qur- ª"'· u111I 'I im· 
sfdêneia de nossa Caia 
eleito que fui pelo or,. 
selho Administrativo p 
rn terrnlunr ,, mautl 1t 1 
Prurl<!l1l<' rlt· .fora, s, Ne. 
to. 
. con•iut, a Jmfr{l, <'l 
que teve esse nosso gran 
<li> COlllPt.1nhe1ro à frente 
clt1 AHl mareou época 
nu hii;;lórín <lu C:ua do 
Jomul!ata em ua lutas 
pela liberdade de expres­ 
süo l' pelo rep;peilo no 
rlirC1ítos b:.rmnuo,;. Por 
isso <füpemw-me <le u­ 
presentar qualquer plano 
de açüo, pola o qufl fa­ 
rei, no desempenho dn 
torefu que aceitei por o­ 
mor à Casa, é seguir, nu 
suas linhas gerais, a o, 
rieotação de Pruoente de 
:for;; es, neto, que todo, 
prontearno?. 
A Diretoria da ABI oãJ 
F< .. rá ufomwladas até a pro­ 
xIrna renovação do ter, 
ço do Conselho Admirns· 
trath·o. Ressa.ivamos su­ 
bslrtui,;ões eventuais, di­ 
larla por motivo impe­ 
rioso, ou por iniciativa 
do Consel.ho órgüo c'lm­ 
pententé para Yaze-Io. 
Se este joroal1sta, que 
por tre;; vezes foi ctwma­ 
do a dirigir e~ta Casa, 
grangeou alguns titu1os 
para ser ouvido pelos 
seui:: cúmpanbeiros, ser­ 
ve-se deles, nesta hora, 
para apelar a todos no 
sentido de que cerrem 
fileiras p,:ra que le,·emos 
avante a obra de Gusta­ 
ta vo Lacerda, Dunshee 
de Abrancbes, Barbosa 
Lima Sobrinho, Herbnt 
!IJoses, Prudente de Mo­ 
raes :'foto, e outroR que 
honraram 1J. ,iresidencia 
da AB! ao longo de ::;eua 
70 anos de gloriosa exis­ 
tencia 
Receba o abraço Ira• 
ternal ct•> 
Danton Jc,b1111 
Presidente 
1 : 
j)ll.1 
I' 
te 
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S 
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L-. 
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refeiçõP, fartas 
Mato Cirosso Sul l

, 
' 
o s 1 
'«ta coluna é pblleada imultanenmen­ 
nos jornais CORREIO JARDNENSE 
[II'NA DA FRONTE:IR . 'I l!l!!í'N, 
RFINHENSE E JORN AL, DE HONITO) 
ir+0kt 
É iso aí, povlo da terra. Os dire­ 
ores dn 0RIVAPE nio aportaram a 
ressão de Inúmeros leitors o foram o­ 
hrigados "permitir" n volt do ó, pois ó 
"lJPIXlll'('lllOH d!' <lc•cliJÇOl'll (1 JJ'll ti· l'lllll,1 
para s explicngõe''- falou um dos di­ 
retores d 'T'E acontece que o E, POIS E .. 
explleu... perguntando. Valeu a força do 
ovo Valeu quilo que fuz o jorntd pro­ 
l(rNllr: OH lrlton•H. ,lornrd com leitores, é 
jornal que clreul. E io s!nific "tutu" 
('erli1 IPll11, um pollllco dn relo, disse 
que etn coluna era "irreverente". É 
sua vovózinhu, viu. Se bum que 11 bou 
vt•Ihlnhu u:1o tc•m culpfl do noto ser re­ 
trógrado e mumiesco. (Aqul valo Inven­ 
tar plavrns} MUMIESCO vem da múmia .. 
de antigo.., de muito usado... colocado 
dt> lado. 
rgR« 
Jardim 
Niw ó o jardim do Bonito, que o 
p~dre estó. 1·enovo1,do ( 011 construindo?) 
e terá, entre outras coisas, coreto o fon­ 
te luminosa (com o temo). E JARDIM 
mesmo, u e!dade que mais cresce no 
udoeste. Bem, nu C!dnde Caçula, fttltu 
/lgua (SANEMAT), a luz (l deficiente 
fCE~íATJ, u te!evis/lo nüo funciona (com 
LIVRO OURO e tudo o ruais) e o povão 
reclama de tudo. Está tudo errado ... es­ 
tá tudo errado ... (lembram da mú !ca do 
"mistieo" Raul Seixos?) É, pois é ... quan­ 
do a ARENA está no poder, o MDB cri 
ticn e diz que com ele seria melhor. E 
em Jardim? o MDB está no poder. E dtti 
Está tudo erra,Jo... está tudo errado... 
íió e aµena,: uma voz ciuma no desert11 
f É a voz retumbante do nosso escriba 
1 Eroando M1ullns Rarbosa, qu11 na última 
crôaica (ou artigo?) pediu renovação. É 
malandro ... renovar é preciso, mas reno­ 
var com quem? A panellnlw continua 
fervendo e os ingredientes süo os mes­ 
mos. O negócio é pegar um destes novos 
candidatos, cerrar fileiras e apostar . 
1 
é uma opção ... o resto está !udo enado . 
está tudo enado ... 
l Clube~ 
"Quel'O que voce me aqueça neste 
f 
!nYerno e que tudo o mais vai pura o 
toferao". °É, pois é. o pt·esideute do Es­ 
porte Clube Jardim, Ivan Vitório Braga 
l a s diretoria. el!l peso, do mais ·tradioio­ 
al clube da cidade, devem estar cantan- 
1 do a muslquinlln do Roberto ·• Abonadc,'' 
Carlos. Só que pedem diferente. Pedem 
r.tio aquecimontu, mas que o p_refoito 
úJUaicipal "desaqueça" a àívida tDIVIO,-? 
do clube e ao invés da TOJIA R que 
ENTREGUE. Negócio seguinte: a Prefel­ 
:ura está cobrando impostos atrasados 
do clube. ;1fils o clube não estava ior.en­ 
to? O prefeito Fernando de Freitas quiz 
 quer, e prt<tende HARMONiZAR u situa­ 
( Çiio, mas tem gente botando lenba na fo. 
1 
zueirn. nio me engano, ate a 
,.,1( /'ti [ uj• lt'I confirraç'o) foi 
fia !'<llJJII 11 1J·.tt1lltt ( [(I /, ( l{l,liC), 
.1 HlA, que barco fura lo. () , nhor 
Jll i'Ít'llO, 0'1 llíll/1 pr ma em seus auxilia 
Te e {A As0te ti "' queça o EC Jrdnm 
O J>dVfw pftJ VIII J'llill'tr .. ui,, •,111 1111' í!JIJ, •. 
Bela Vista 
Na cidade da Fronteiro (da Tribuna) 
l onde so impressos os jornais da 
ORHIVAPE (ó Pessol, olha reviso) está 
tudo I,em. O Banco do Br il contiruna 
"grando" e cada vez mais, impulsionando 
o progres;;o, o Bradesco (ela boneo biio) 
deu vida nov u cidade (está soltando 
dinheiro) e aviso aos navegantes: Cobram 
Bem Pacns. quer dizer, emprestam, des­ 
coutum, fazcrn tudo, ms o crinh tem 
que ser leal ... (Depois mando o Depar­ 
tnrncnto Comrrclnl cob1·ut· estns propo­ 
gundui;). ~. pois é... rm Hela ViblU o 
jornul só porlo tuturnr nsslru. Publica o 
mundu cobrar (o pci;soul nlio raz pro­ 
puga le forma alguma) O comércio ... 
bem deixa par11 lá. Depois a gente fala 
quti ,Jardim sustentou a Tribuna d,~Rde o 
Inicio e garante o leite dos gráficos, o 
pessoaJ uclrn ruim. M11s é a verdude. 
Pura Verdade. 
otoro« 
Politica 
l•'alar a respeito da Pol!tica em Bela 
Vista, é "interessante". Chega no peclaço 
muland:·o que vou t& contar um segredo 
Bem no pé do escutador. Bnlxir.hç,. "Em 
Bela 'istu nfio se faz polilica". E isso 
aí. Falar o que. Sobre quem? Só um 
figurão estA dando as cartas e lraba lha n­ 
do a nobre arte. Falamos no personagem 
Ely A. Barbosa, que foi muito bem rece­ 
bido em Porto Murllnho (com churrasco 
e tudo o mais) e é só. Ele é cundlrlnto 
u candidato (gozado isso). É candidato 
mesmo e acabou. O Diretório ... (Censurado 
Pelu Direção) ... E a Prefeitura ( Ccn~ura­ 
do Pela OireçüoJ e ... o chefe, assim uüo 
dá. Censura demais. Ah, esta passando 
o TCBARÃO ... é aque!e filroP. que està 
faturando pacas em eimu do peixão ... 
Quarenta Metros de Peixe ... com aouble 
apetite ... é isso ai ... agora que Bela Vis­ 
ta estA ingressando-na "era tubarão". 
Quanto ao ma:.: ... Luz, Ruas, Saneamento, 
Interurbano ... êpa, lá se fala com o Bra­ 
sil. Se voce (que mora nus redondezas) 
quiser bater um gancao para qualqun 
parte do Brasil é só ir à Bela Vista e 
telefonar... lá o telefone funeioua. 
toro; 
Bonito e Porto· Murtinho 
Em Bonito, uma grande novidade: 
O ex prefeito municipal, LIEL JACQUES 
associou-se ao Jornal de Bonito ... meio a 
meio,. e o figuraço ingressa no ramo 
jornalístico. O Jornal de Bonito nào per­ 
tence apenas a ORJ!VAf'E ... esta empre- 
a possui C•ncoenta per Cento (não é 
das ações não, é dos pepinos, pois jor­ 
nal no interior eó dá pepino e dos gnm- 
Em Port ' 
for«o 0are d 
palavra } no ú 
1 O I' 1 rr tet • l 
cu! ..atento da. a 
o H mio Vi6tio 
do Hennto Lanele 
rlf' i;l>rie, ('(IJIJ I Olll l 
11 l, C, O 11() O Jlff· -ld•• 
t firme o Hamão. I 
Clmora. 
Até a próxima pesoal e lembrem e 
Novembro haverá eleições. 
Em Porto Murtinho, nssl!-llrnos. quinta I A 
feira pp, a um,, SPSBiiO na Câmara .fu ! ssassinato 
nictpal, cujo presidente, N1:-lson H!irufio ' 	_ 
Vitório da Silva, é nosso particular umi- ] 
go e um dos mais entu~iasta!.-' defen-,o- 
1 
1·es d1:1 ldéia de luteusificnr o turismo • 
ern Porto tlurtinh11. Nesta ocu~iJc,. o !.e- 1 
nhor Ildefonso ~onres da llva. prefeito 1 
municipal, esteve preseute para explicar 
u necessidade do auniento da taxa de 
1 
energia elétrica. Após poudueções a 
respeito do preço do óleo diesel e da baixa arre. ] 
cudação municipal no setor, º" vereudo­ 
res concordaram cem o aumento. 
í!s>!$'{fü 
Chamada 
Interessante frisar, que na ci•'nde rla 
1 
fronteira, é dil'ícil reuuir os m~mbros da j 
Càmura Muni<!ipal. Foi necessário ver 
parn crPr: o presidente ::nanda chamar 
os vereadores em suas casas. O horário 
do inicio das. sessões é marcado para às 
17 horas, mas geralmente começa as 
17,30. O intenso calor que assola Porto 
Murtinho, talvez seja o motivo principal 
dos edis chegarem, em sua maioria, com 
aspeoto de quem esteve dormindo. E di­ 
gna de registro o fat'J do presid~r:te co. 
me-qtar com este repórter a "necessida­ 
de de remodelar a Câmara Municipal''. 
0Era 
Segundo 
O Nelso Remão muita coisa precisa 
ser Ieita. e rtecisões importantes deverão 
ser tomadas no sentido de Conscientizar 
os vereadores do papel cívico quE: a co­ 
letividade espera ãe cada um. Um dos 
objetivos principais do atual presidente 
é mudar o local onde funciona a Câma­ 
ra. ltualmente funcionando em caráter 
precário, .110 lado do Forum e junto a 
Prefeitura. Inconcebível. 
7EL 
Saite, Apartamentos (casal e ::olteiro). Sala de Hecepçãc 
- O Hotel mais luxuoso do Sudoeste 
llotel fauidauana Palace 
'' O Cartào de visitas de Aquidauna ' 
AQUIDAUANA MATO GROSSO DO SUL 
TEP Apnt. Pio 
m I vo· d 
rnbv iSivoç 
Há poucos dias atrs 
um jovem foi assassina­ 
do crut•lmentP no local 
denorr.inado Alto Cara­ 
col. Este jovem, nru pro­ 
fessor e leciouavu numa 
esco!a ural. Segundo fa­ 
tos relutudo-; n este l'e­ 
pórter, a vitima foi as­ 
assinada com requlJJtes 
de crueldade. ·eguro 
por dois irmãos, foi al­ 
veja do u queima roupa. 
por um terc:eiro (que 
tambi>m !leria irmão) e o 
motivo elo crJID" aluda 
não está bem 1:: clareci­ 
do. O importante nisw 
tudo é que o Ass'.l siuo 
ainda nilo Ioi preso. 'a­ 
mo· apurar detalhada· 
mente os fato'> e ver 
qual seria a posiçã.o das 
autoridades policiai, de 
Carac:>I, pois um irmão 
ds vitima teria afirm!ido 
que o delegado Ooroteu 
.)ara ''Demorou muito 
para upur11r_:. os fatos". 
leia e Llssiíle 
0 Jornal Tribuna

·-~---­ 
-------~-~- 
lf/lf/1 
o 
0fido Aberto ao Dr 
m Brandi Gari 
Ju,r da (o, are 
8ílo Paulo - O roma□ll,1ntc> do li 
Exórclto, l!•'fll•rnl Dl!t•rnrn 1Hlo G,rntPb t1O11- 
tdlro, l11l'o1 mou quP 11,1 11ll lnrn tH'/!U□Ja 
feira que grade quantidade de armas e 
munlçõos foi 11pree11rlld1:1 1111 l11rd0 d1• do­ 
mingo num terrnno bnl<llo próximo no 
numero 270 da run 'Tiageu, no bairro 
uo ,luguuró. 
A ap•epn,;io fr,z parte das dillgên­ 
chls quo vom l:leuclo f1•ltal' pelo II l•:xér­ 
clto para rwulrallzu r foco,:; rema11!:'scen­ 
tes de n utlgos e grupo meato, subvflrsiv1
1ll, 
lnteusirtcnlius com n prisfi.o rla algun 
membros du org,1alzaçào Vur-Pulmare 
aos últimos dias. 
Entre os armas npn:enuid&s estão 
nlgurnns metrnlhad.:;1·us, fuzi,: uc1tomálicos 
curnblnas e varios revólveres, 
O molerl&I héllco se encontrnvu 
acondicionado em Clixas de madeira e 
envolto em materiul plástico e jornais, 
nlguns dulauos de novembro dt> 1977. 
egundo w,tu oficial dislribulda pe­ 
lo Exército, o nrrname~1to e a munição 
apreeudldos poderiam 1,01· l!tlllzttdos em 
qualquer descuido por parte dos orgüos 
de segurnuçu. 
A primeira arma dfl rel11çilo, 2 AL 
calibre 7,62, é 1 unica que ftíltava ser 
resgutadu uo lote de 39 metralbadorus 
subtraidt1s do Exórcito pelo então cnpitilo 
Carlos Lumarcn. 
É a seguinte a integra da nota. 
O comandante do li Exét·cito que pros­ 
seguindo nas diligências para nP.utraliznr 
os focoi; ainda remanescentes de nntigos 
grupamentos subversivos, após u pri~ão 
e interrogatório de alguns membros de 
organizucão Vsr-f'almares foi apreendi­ 
do, a tarde de domingo, na região do 
Jaguuré, num tétreno bald:o próxin:o ao 
número 230 da rua Tiagem, vultoso ma­ 
terial bélico que se achava enterrado, 
e 
I 
") 
R u a S ã o P a u I o S/N 
aC"ondll'ionado em caixas de madeira e 
envolto em runt<-'ri l plástico e jornais 
alguns datados de novembro de 1977. 
. q11anlldu.fe do armamento P <111 
munição upteendidas, e u forma de m»t­ 
tc-ios cscondldoi-. ainrla boje [nzern p:·t: 
ver a possibilidade de sua utilização em 
qualquer oportunidt1dr, HP desc,_iidada a 
vigilâocio que vem sendo mnnt1dn pP)oR 
org-fioH de segurança. 
/u opurtuui1lnde, ,1 coma1tdo do li 
F:xó1·cito ug-radece o apoio e u colabora­ 
çiio de todos qwrntGéi op,.rurnm pnra efr. 
tivução dns prisões el'etuadas, rernltan­ 
do no enroatrú desse perigoso material 
e, prin0ipalmenle, a colaboracão dos mo­ 
n,dores nu rogi1o do úChtido, que for11P· 
c 'IHlO mAlos e ajudando ca buscu lor­ 
naram mais amen a ação dos elem!:'n­ 
toR de segurança empregados. 
O prns@ David Gongúrn Junior foi 
P1ttregue t'l SPcretáriu de Segurença do 
Estado de São Paulo. por onde ocurre o 
IPM instaurado a rospeito e que colabo­ 
u Dus investigaçõe:; em curso. 
O médico Roberto Znrz, que qu1.1n• 
do estudante do Medicina prestava-opuio 
médico aos membros da organização. de• 
pois de iuten·ogado foi posto em liber­ 
rlade. 
O comandante do II Exército in· 
forma não haver motivo para 'qualquer 
iotraaquilidade e esclarece que na per­ 
manêucir, das meüidas preventivas em 
curso só serão molestadas com po,:siveis 
detenções e interrogatórios pessoas po­ 
sitivau::e11tes compromtttidas co,n ativida­ 
des subYersivas lateutee, obedecidas, 
sempre as disposições da lei. 
Assinado: General de Exército Di­ 
lermando Gomes Monteiro. 
L . 
(' 11 j 1 , XI t 1 1 ' 
lt,IIUlll l,•m llli'l'tl'l•to o 
11,al<>" nc· tamento d • l'J· 
dos os cidadão, pelo 
espirito d. Justiça e Hu­ 
niau, 0 plicnc;.1u d L L t 
qualidades mrcant 
inparável de eu c­ 
nr, r. fl ffri, 1.,1 cll' rnlor­ 
mur, através deste pas. 
quim, se. 
-urn Corlúi-io p ,rit' Hxar 
11 quantia de Cr$ ) 0')(),(,0 
coto va!r mmmimo pera 
EFEITO DE REGI TRO 
1 
u úesp1•1l(1 do Hf~Gl!f~N­ 
TO DE CUSTAS estabe- 
1 
(;,l' 'f•lO :1 ; .irlir. de 
c·$ 500,00; 
Comandante do n Exército. (AJ'B). 
EnffillfílM$ 
Máquina da Beneficiar Arroz, e Secador paro Cereais Atacado e Vare[o, 
)IA OROAl-lZ.Q,O !_AltA SERVln ASTOSIO JO,O S REOI.O 
Antonio João 
' ' 
MT 
Idieou-se extra ofidalmenlo que u 
oposição hu via con,H•guido mui rle . Jf)' 
mil volOi!, mus 0110 nudPrnui pa_rtit•1p r- 
2 Com s devidas res- das eleições, entre outros, o Partido Re 
salvas, por ser temHário I vr,lurlc,nirio Fcbrt'rllllH, OR cornur11 t,L t: 
aYirmur, inronnumo~ a a democracia crisU1. 
V. Exu. que nos di semm 
outros-im, que tal prti- ] Stroessper compareceu domingo à noi- 
cu eucor.tra-se ulicPrça- 1 te à sede do Partirlo Coloraclc, o decl - 
da em normas adotadas ou que os reIltados das eleições eram 
pela provecta EX TO- "uma prnYn d • que· existi• pai. é i.:P r1. ~ 
RIA ESTADU.L., di>sia pr-ilum oR <iin,i os 1Ju111t1uos ~o Paragu,11' 
comul'CU, para eh•lto de O pret<ir' nte paraguato que gover- 
na o pais desde 1951, sem haver revo­ 
galo jamais o Estado de sitio inpost 
em 19.17 fez a sim alusão às criticas for­ 
muladas' por g: upos de delesa dos dir ·'· 
tos bumanos do· Estados Unidos e da 
Europa contra suposta violações esses 
direi~os cometi los pc:lo regime de ,.s,u:i 
ção. 
AUMENTO DE ARREC . .· 
DAÇÃO DE IMPOST03 
0.- CATEGORIA. 
.'gradtceodv, anteci­ 
padamente, a atenção 
que possamos merecer, 
aproveitamos o ensejo 
parn renovar u . Exa. 
os prote~tos de nos.,;a 0!'1· 
timo e dn mais Jislinta 
consideração. 
D. José de rlencur B. 
Di Piero - Diretor. 
Jornal Retira da da 
guna. 
Preço deste 
&xem.ar 
C$ 3,00 
,• unc::.o• .,1.irr' lo :--trr, 
lt-iro 
I 
el. r, x· 1  ez, pr 
2uat, denta vez para um ovo {r ou 
de 5 anos, n inlclr se no dia 1 d 
111 til 'li(, f i!O ao final 4o qual 
completado tre décadas a frente 
dt'lltiUO!I dult' J Hli!I. 
Domingo II nolt1• ror,uu 11fvul' rio 
resultados conseguidos pela collue 
de oposição que coeorreu às eleiçi 
o beral e o liberal-radical, porem i 
fornJOll·I/P que O pat·licliJ 1>llt1af•l()llj,l 1. Q 
Colorado, obtiv ra quase 90) mil votos 
equivalentes S6 por cento do eleitora 
do àe l 1 iG.OíJO rldnd(í ui;. ,wgunclo o pi r· 
s'dente do p:Htltio do governo, Juan 
lluroon Ch vez. 
troessn ·r qt:alifícou ns resultado· 
do~ eleições e ,mo um triunfo "ressoo,111- 
te" e "esmaga tcr" de seu governo. 
Passarã0 vária semana::: antes que 
sejam conhecidos os resultados definiti 
vos obtidos pela opuslção • !">P.guudo H· 
informou. 
Z.P. 23 
·- - Dãiusora 
Mcai.Lóeez 
-Sra eEuA sA.McT R:cus 
ANCA EL E00 4JRCS E& U HR 
J. 
i 
Rua Marechal Rondon 474 
Campo Grande MS

o 
J 
J 
l 
O Dr. Osvaldo lt11111it11zl11,1 .Juiz ,tro 
01, .. IJ•> d11 Corr1111c·a "" u .. 111 Vl,ln f•:>j,11 
dno d 11110 c:ro h(), n for an da {ei, ete 
FAZ SABE+l os Cjll • li f/1 .. ,,.,,t,. 
Lili l',I,  l1·1•1n (IIJ iJ h• f'.Ol'll •1•1. nt) li 
verem, expedido nos Auto t' t+) 70 do 
Protesto dudi·tal, que se pro por 
s! ' .Jui,w I' <:nl'lúr10 d•i .!'' ()f ,. n. ,
1
11 • 
1,1,,nder1dJ 11•> qu • 1Ji,1 l',d 1·,•q•H•1 ri, ,,,r 
l,1111.fl /{ru:lia l.vulwl, p1•l1J p;•t• 1 111 • 1., 1 , I 
para conhecimento dn público em "z ral, 
qu11 ,rnr/1 arlxad(/ n,1 •1(•tl,1 ilP ,lt.' Jui1. >. 
no lugar de eos!ume que será publicado 
110 Orgllo <Htchl do 1,;.,l ido ,. p ·1,, mt-111H 
dua,1 Vl'Zl'K 1•;11 Jorn ri dl'u·l11, cio~ LPl'lll<H 
rla p •tlç11o do lt'ôt· K1•;~ui11LI': l•:xnw Sr. 
Ili' .. )ul·1. dú Direito eh e,J1111r1·11 do.J fl,d 1 
Vista. LÍzu Rocha Loub t, brasileira, viú­ 
v11, cio l11r l'l·Hld!'ntll 111·i➔L 1 !!ldac!P. ê co­ 
rnnrca cl11 llela Vl,L 1, vo111 rnul 1•e;:p 'llo­ 
smente a presença de V, Ena, utryv 
de seus advogado+, mal to incluso, pr ) 
por o p1•ps •utõ Prnto~to ,luctl<-J11l conlrn 11 
,llenuçüo de Bens ou Dlrnllo t• ,çilo 
coutra Ol '!!tlr,o do~ -;n11toti e Hll t mulher 
lilvh·J UoJoy dos tos, bra,ilL•lr,>!l, Cll· 
sndos, p eu tristas residentes à rua lpane­ 
ma, 229 • Vlln Sohl'l11l10, 1111 1:iil1tcle ri,• 
Cump Grande - Mt., cm tundanento nos 
11rtlgos 8Ii7 e seguintes do Código de pro­ 
ce:-so 'ivil, pelos fato e motivos Qlll' 
pns~a a Pxpor: I._, supllcunte, alrnv(•s 
d11 E,pól10 <lll Reu !'alc<:lrJ 1 morld > Hodol­ 
!o Pttulo L >Ulhol, cujo Inventário tramitou 
pelo c,1rtór!o do> tº Oricio cteata co111Arcu 
tornou-su credora dos !luplicn<loR, po!' di­ 
vida llquid11 e certa, rnprosentada pot· 
do~umL•ntos 1mbscriln pelo5 dovedoro,; e 
duas testemunbas (contrato de Parceria 
Pecaria) assinado no més da setembro 
do uno de 1963, tendo como objeto de ar­ 
reudamento 50 (cloqur.olu) vacas de três 
uno· nclma a oito dOOS abaixo, mestiçJi­ 
u·zeb:.i e em bom estado paru criar ac1- 
do esle que lhe foi entregue no mê~ 
0
rle 
i;ctembro rio auo de 19G3 paru serem cri­ 
ados pelos suµlicadof:,,.e serem rlevolvidos 
em d,ihrn sm Juta de setcmbr:i dt> an0 
de 19.l9 em número de cerr. (100) vacui-; 
dtt W'lSIUH espécie o qualidade. 2. A su. 
plicau·te, A anlerionm·nto seu falecido 
marido, tentaram todos cs meios afim dtl 
r-eceberem o 8eu cri>Jito, duranl~ tod1• u 
prazo que correu do vencimentr> dn con­ 
troto, seUlpre com ev:isivus dos suplica­ 
dos, ~emqustn:nrlo sempt·e seu r,r0pósilo 
de m10 pugt1r, atmvês das furtivas ese­ 
rns em qull colocou os credores. Atual­ 
meute, os suplicados núll mais residem 
111 l I t' 1 
,, f I l11 ,1 . 
.J f•(JCJ 	l 1,:c lld 1 1 t í 
o + 	rru o fal 
1,, 	11. 1 
o 	1,!I lc, 
)'t •• , 1 	l, 1 1 1 11 
d • 	11pllt- 1d1 i 
11<) rei·ter pa te e rr ponte te no 
..... Ii quinhão herehit rio o ufcente p 1 1 
ra atenderem1 a suas optações pli 
11111111 li., u, ,u111 h ,, l' qu • 1- •11do po 1-,ín·l 
1 11lf'il111() ,•l tvt-1 1fj 1111!:' ,! •" Hlilll J .-1•,. 
1
1
) 111'tl1t·a~ :tnl •rltJl'lll lilt· I'•' li 1.·1 Ja-, I] ,,. 1 
possamn Vir tran-{rir para terceiros os ! 
t.l'll➔<lír1•1to, lll'I' dltf1rio, corll o ituito 
l'XClu-ivo d•• JJl'pjudit' ,r u suplicante. Ia­ 
ZHO j)lll(lllt', é ,l JH' ·',,lltP medida nos 
l!ll'IIIO'- (IU lei HCilllll inv<,cu•l1l j) 1rll prt'• 
v1•oll' n•,.ponfla!.Jllicln<lr>i- futurn~. t• pr,,. 
ver conservação e ressu!va de 1<I·u cll· 
l'l'll(), I' me~Jllll pnl'll q.i OS- tlllplicurJos 
e bstenham de futuras transações que 
pn,ham a vir prC'jU lkar o t.lirc>llu da hU 
plie 1ute, inclu~l'e i-,
1 ub . .;lP11 lo ele 0ulor 
ga de escrituras de esslo e transf +rên. 
d 1s dt> Oireit,1s hr, t·tlilúrioR, f'ob P"llll 
,Jl' r1uli.f11de. l{equur-1<e al11:la a lntinwçt1o 
dos ~1q,lict?.dos, alr.ivt>H de Carta Prl'<'H· 
tóriu J}Jrn u comareu de Campo Grundo 
no P1Hl1·reçu jú. mr"1ciouud1J para o,; fln'4 
dt> cJnheel'1l
0nto tio púolico em geral, 
publicando se no jornal !oc:il e na i­ 
prensa oficial. Após obedecidas tods us 
rormalidudeR de ordPm legul. sejum os 
nutos entregues :.l suplicante indepeud1-1n­ 
temente de tt·asla<lo. IJamto-fie li esta ova­ 
lor míuirco pura o efailo do pagamento da 
laxv. judic:Iál'ia. NeRt,•I" !ermo~. P, dem 
deferl:11ento Belll Vista, 24 de janeiro de 
Hl78 (as) Dr. CurlúR Edy Sá rle ,ledeiroti 
udv. Despacho de Fla. :W. IntirnP•!:'t' 11trn­ 
vés de Carta Prnc itóritt • dirijirla no :'ll I. 
,lulzo de Campo Grande na forma re. 
queridu. Expeçi'I m-se editais nu rorma 
requerida. 1 seg-uir cou,~lutiO!'. R. 'i,;ta, 
10,/02/78 (as) Dr. Osvaldo R,1ma11zi11i, 
Juiz de Direito. E pnrn que chegue uo 
conhecirneoto dos i11tel'essado~ <' ninguém 
possa aleg,1r igoorúucia, mandou (•XpP­ 
dir o presente Ef~ilul. nu forma da ld. 
Dudo e pa~saclo ne,ta ciC:ude ele Bela 
listn, Êstadn de ;lato Gros.,,o, aos dez 
clius do mes de fevereiro do uno de mil 
noveceutos e setentu e oito. Eu Goetl.te 
E,cobar Nunes Escrivü<, du 2º Oficio, fiz 
<latllografat·, subscrt•vo. 
Dr. O:ivalclo Ruu,unziui 
Juiz ae Dirt!ito 
• Nao 
, 
e para 'Jender 
É um agrndecimen!u 110,; Clir.ntes e amigos que conosco !abulam uiuwrn.1- 
mente :,ara o dP.seuvolvimenlo do Estado de ilato Grosso do Sul. 
Tipografias e Livrarias 
Ruy Barbosa e N. Sra. ~parecida 
(; IS:-iO QL E  OCE :m:HECE 
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[ CAMPO GROSSO 
1981 - Fone • 1-2221 e 4-6633 Rua 14 dr. ,Julllo, 2266 Fone 4-307 
:!ATO GROSSO DO SUL 
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quirido­ 
treinando pusa qu 
n q u ti , .1 i il il 11, 1 r 
d,· 1·nco:ll r.1ruHJ" 1 
••fJt~ fl ft';lll,lr (' tÍÍ· 1 
irema ou sritoriu 
1). f',11,t Ili t 1 .11 
ourro l lo d , ri•. Lu .. 
)li"" pr.1 f·l I t•j.l IIIIJil 
t,•n, ,, umf1i • 1 íundu t' 
JHtl,· ptt.1 r1p1 inr ,, Í1it1• 	'
1 <lo 
gargalo fira preso e afund d 	uu--- 
ca ninguéw desconfiou de n 	btuo 
ton negóéo) qure 1 Da'ufa 	pra per- 
der. l ão é por cava da falada trarco da 
it> .. n eh· H•·11d.1 IH'11t no m,·i(1 «do ho pro ou. 
Iro 1.ulo. o qtu no torna a.rn+tos... 
Toulo l- l''"'I'"' D. P.rn111f.1 ui ,., """" pr.1 
u111n rid 1dt• c,url,• 11àn prt"lÍ'- 1rj ... ,1:r d,· La f• r1 :.i ,. 
tampouco tetá como con-rguir use mvamba.'! [ 
i11t1cn·di1{lt'I nn ... 1poclrrou- .. ,.. tle1.t o lirr e,. iu i• 
ho1.'t,·cl propró-ito de ajudar na forração da no .. 
(',IJ>Ítnl. l"r, tt:ndt t•ntn· u1Jl1J-, f ,,.,.r o ~ s.t I rio 
11.·ruo do futro governador. "e as .. 11u f, r. q,:i· f:i• 
ça o fJJ.lrt6 lwm ,111•·rtadn. pr.1 u ~o,rn Jrl• r uJ 1 
cair no eomodi mo de que H'alicio é pra paxá' 
c,Hnl·r, dor111ir l' e -quecr inundo 
:,tH<;IO IEOE[l(OS 
COR7#Li 
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Hospital. 
.uro□ir ,J nüo em 5/ 
Ü'.;, 7b. 
Ass: Osvalüo de Almei­ 
da Mattos 
Adilo H"rodes Xavier. 
S/ 
-' 
MADEIRAS BRUTA E APARELHADA VIG A:IENTOS FORRO AS:30..LFIO" B,TE'TES GU . .R'lÇÕES 
que acompanha o rngrnsso ~ BO'.J O

STM 
• 
carioca 
den Icia: 
,,, 
f rja 
TFP 
Reúne Jovens 
10 E S T. 
DrnHllla- O Almlrn11tu .Jóllo ele Sú 
IIUrenb1lCl1, um dos ministros do Superior 
'l'rlbunnl Mllltur, dr1111.nclou a oxlhlt-ncln 
de um verdadelro «Esquadrão da Morte» 
no J11tcrlo1· tlu policia políticu cio l{fo do 
Janeiro. Seguido Biürenbch, se forem 
abertas investigações obre tres proces- 
1:1os do orlmoH coolru a Lei de Seguran­ 
i;iu. Nnclonnl, lnstaurndos cm 77, nu auto- 
O Doutor Os, ldo Hamanzini, Juiz de Di­ 
rdto dn Comur(''1 de Dela Vista. Estado de Mato 
Gro,~o, nu forrnn ria lei, t·tc ... 
. Fuz Snher n todos quantos o presc,1111 E· 
drtnl virem ou dele conhecimento tiverem, que 
por este Juízo e Cnrt6rio do Jo. Oficio tramite os 
nulos do Proreuo Judicial Contra Alienação de 
Deru ou Ofrcit<> e Ação requerido por E'IL. º10 
UNES DE ;IIHANDA c,rntra OLEG,HIO DOS 
SATO: e +us mulher, donu ELVIHA CODOY 
DOS SANTOS, do teor sc~uintc: "Excno. Sr. Dr. 
Juiz de Direito da Comarca de Bela Vista. Evila-. 
••o N~nc• de Mirnndu, brasileiro, casado, pecuaris. 
tn, reordent& newrn cidude e Comarca de ll,·ln Vis­ 
ra, ,·ew 111111 rcspeilosnmenrc a prnscnça de 'os• 
:ª Excelênciu, através dt• seus advogados, mandato 
,ncluso, propor o presente Protesto Judicial con• 
Ira n)ienaçilo de bcus ou diruito e aào contra Q. 
le,:;árro dos Santos e sun mulher Elvira Godoy dos 
Santos, brasileiro,, casados pecuarisras, re,iclenres 
n Ru11 lpnne11111, 229 - Vila Sjbrinho • na cidade 
de Campo Grande - .lrs., c o m fundnmcnto 
nos nrrigos 867 e seguintes do C6digo de Processo 
Ci,•il, pelos foros e motivo• que pn:sn o expor: 
l. O suplicante é credor dos suplicados, por divi. 
da líquida e certa, representada por documento 
subscr110 pelos devedores e duas tc,remunha• 
( Comrato Je Parceria Pecuária) assinado em data 
de fo. de novembro de 1962, tendo como objeto 
40 (quarento) vaca. de três anos ucimn a oiro anos 
abaixo, cruu II zebú, sem defeito físico al"um cru 
bom estado sanirário, que !hei foram ·enrregucs em 
data ,te 30 de ourubro de 1962 pora serem niados 
pelos suplicados, e serem devolvidas em data de 
30 de outubro de 196.5 em número de 60 [sessen­ 
ta) vacas da mesma espécie e qualidade, sem des­ 
pe,as. 2. O suphcnnte, tentou de todos 05 meios 
para receber o seu _crfdito, durante todo o prazo 
quo correu do vencimento do contrato: •emprc 
com evasivas dos suplicados, demonstrando sempre 
seu pr_op6s1to de uuo pagar, urrnvés de furtirns 
espcru& cm que co.loeou o suplicnnte. Presente• 
mente, os suplicados n±o mais residem nesta cida­ 
de, sendo publico e notório seu e.Hndo de insol­ 
vência, b11vcn_do no eutrernmo, agora, a oportuni­ 
dade do suphcndo em receber o seu crédito. _pois 
ocorreu o falecimento do Sr. João Godoy da Silrn 
(doce. incluso) sogro e pai dos &Uplicaclos, csrnndo 
ass1m em aberto o direito da sucessão, aonde os 
suplicados deverão receber a parte correspondente 
ao seu qu,nhao hmdllario o suf1c;enre paro arenderem as 
obrigações patrimoniais a::sumidas e 
que sendo possível, e mesmo viável dian­ 
te as atitudes sistomáticas anteriormen- 
e 
rlcla<lc11 podarão l<>tfl!lzar rol1.ii1 f11.ntil~­ 
ti<'llt. no DOPS carJocn. EucurJtr;iriil,, µu­ 
ru começar, una organizção que inven­ 
ta eusudos, fabtie testemunhas, cone­ 
ue confissões, esconde presos para que 
pão prestem depoimentos e ainda, quan­ 
do é o co&o fica-se snbenrlo que eles - 
purecerum rnlHt rlosumco!lf mortos ..  
uclvoguda de ofielo, Aoa Corlez, vnl tcn- 
...... 
te reallwdas, que poseam vir a transfe­ 
rir pura terc&it'os os '>CUS direito~ h2re­ 
dltó.rio11 com o Intuito excluslvo de pre• 
judlcar o ll:ipllcante. Rnzão porque, é o. 
prrsente medida, nos termos da lei aci­ 
ma invoca para prevenir respommbllida­ 
des. e prover a conservação e ressalva 
de seu dlrello, e mesmo para que os eu­ 
plicados se ab tenham de futuras transa­ 
ções que possam vir a prejudicar o di­ 
rello llo supl!cante, lnclu&ive se absten• 
do de outorga de Escrituras de Cessão 
e trnnsfereocias de Direitos Hel'Cditários 
soh pena de nulidade. 'Requer-se ainda 
a intimação dos suplicados, através de 
Curta Precatória para a Comarca de 
Cumpo Grande, no endereço já meneio .. 
nado para os fins de Direito, requerendo 
se tumbém a expedição de Edltaie para 
co_nheclmento do público em geral, pu­ 
bhcando-se no jornal local e na lmpren­ 
im oficial. Após obedecidas todas as for­ 
malidades legais, sejam os autos sotre­ 
gues ao suplicante independentemente de 
traslado. Dando-se a esta o valor míni­ 
mo para efeito do pagamento da taxa 
judiciária. Nestes Termos, Pede deferi­ 
mento. Bela Vista, 2-4 de janeiro de 1978 
(a) Carlos Edy Sá de :fedeiros. OAB-:1.T 
n° 616. CIC 00382108191. Despacho de 
Fls. 09. Expeçam-se competente carta 
precatórla para _intimação do requerido 
Expeçam-se também os editais Bela Vis­ 
ta, 10/2/78 _(a)Dr.Osvaldo Ramanzini. E, 
para que mnguém alegue ignoranciu, foi 
determinada a expedição º do presente 
Edital que será publicado na forma da 
lei e afLxada no forum local no lugar de 
costume. Dado e pàssado nesta cidade 
e C
1>marca de Bela Vista, Estado de Ma­ 
to Grosrn, aos dez dias do mas de feve, 
reiro do s.no de mil novecentos e seten­ 
ta e oito. Eu Pedro Vergilio da. Silva 
Escrevente Juramentado, o datilografei e 
assino. 
.Dr. Osvalrto Ramanzini 
,fuiz à.e Direit6. 
1 
t11r 1 • d1rlr fJ í roc o ,11: 
tr s de upvrlor Tribun d 
na+etn P lo .Joné de Oliv 
77. O Minttro Burenbach dii e qa 
rante ao provas de que houve tortur 
tola érle de outras lrret u'ri!ade 
nlírrnou que pedira ao governo do Hio 
de Janeiro. través da Procuradoria Mi 
litar, que investigue a que»tão e apure 
as responsabilidades. 
Brasilia- Se for embargada a dech lo 
do Superior 'Tribunal Militar que conde 
nou Paulo José de oliveira Moral 
dez anos de reclusão, a investigações 
que forem aberta poderao localizar no 
DOPS do Illo, uma e::ip(•cle d,• e11q11udri10 
da morte. Nos autos de um dos tres pro­ 
cei;cio l'nt que é acusa,lo <le lnfri!'lf,!ir a 
T.ll de Segurança ~acioral. o réu niio 
tem contra si nenhuma prova. Ao con­ 
trario. existe Iaudos policiais compro­ 
vando que ele foi torturado para canfes­ 
sar. No pr!molro pMC"1<·0, já 1111Uh!dO 
pelo ST, Paulo foi condenado a revelia. 
Mais tarde descobriu-se que ele estava 
preso no DOPS em Nileról, que ,, escon­ 
deu para que nilo fossem vistas as Mar­ 
cus ias torturas. 
Murtinho Será 
E Porto 
Ampliado 
O Hospital Cesar Bordallo, da cidade 
de Porto Murtinho deverá receber verbo 
de quinhentos mil cruzeiros. conseguida 
pelo Deputado Federal Ubalâo Barúm, 
após gestões desse Parlamentar junto ao 
Ministério da Saúde. 
Com essa verba o Hospital será am­ 
pliado· construindo uma enfermaria isc­ 
lamento, centro cirurgico, necrotério en• 
ferroarias para homens e mulheres, com­ 
pra de equipamento e material de cirur­ 
gia. 
A edido do Deputado J3arém o Dr. 
Ely de Araujo Barbosa deslocou. se até 
Porto Mortinho e preparou a documeota­ 
çã:.> µara liberação da verba. 
O alioerct:1 e inicio do levantamento do 
prédio foi feito com a importância de 
cmquenta mil cruzeiros liberada da ver­ 
ba pessoal do referido deputado. 
A reportagAm acorupanhou o Dr. Ely 
de Araujo Barbosa que declarou " Perto 
Murtinho terá um hospital moderno que 
nada ficará_ d,evendo aos da Região ... " 
Destacou ainda o Dr. Ely com palavras 
elogiosas o rntenso tra.balho da atual 
Diretoria do Hospital que tem a frente 
um homem s~mples, trabalhador, merece­ 
dor do respeito e admiração de quem o 
coµhec~ Sr. ~onas Ama.rage. 
A noite foi oferecido um churr11sco ao 
Dr. Ely que contou com a presença de 
toda a Diretoria do Hospital, autoridades 
~un1c1pa1_s e do Dr, Everaldo La.rangeira 
diretor chnico do Hospital. 
d 
1 	1 
o '» de lde s 
d 'doras dos pri. 
vlp4os 'undamental da 
e!vilizaço ri. tA. 
O ver'ame reuniu na 
edes d 'FP mais d 
100 jovens de I0 Esta 
dos da Federação Cea. 
,u Purolhn, Pernu1111lu, 
co, Mato Grosso, Mina 
Gerais, Rio de Janeiro, 
1 
=-ào Paulo, Pur,1nh, ~:111- 
ta Catatlun e Hto Orn11• 
de do t--ul, aletn do ll!8- 
lrilo Fcdt.>ral. 
As conferências e cir­ 
culos de estudos torum 
rcufi;;arlos numa 1111110:.;­ 
J'em de .-ieric.fatle e fé, 
versando as palestras o­ 
bre aspectos da doutrlr,a 
e da açfio anticomuni La 
considerado,; :l luz dos 
princípios cristão", r,aru 
a formação dos jovens 
em noseos rliaB, 
Entre os divel'S0l:l con­ 
ferenclstH s figU'·aram os 
Profs. Paulo Corrêa Je 
Brito Filho e Orlando F.-­ 
deli, o& Srs. ,João Cl:í 
Dias, J oeé Lúcio .raujo 
Corrêu, Leo Daniele 
Teli:;C?-o Ribeít'o Frsgdlr. 
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Centro 
GROSSO 
54 
DO SUL

' J 
• 
" 
IÔ ,' " 
Eram cerca de {4 horas quando 
chegamos à cana do nos entrevi tado, 
que #e encontrava à sombra de frondosa 
mngelrnu e de ló iandou nos ent r' 
"Entr Alvnro, o caeh rro vstá pteso.'' 
l•'.IJIIHJII()'! ,. l<l'lll f!Ull ,·Ili tl,Jlllll' ·h' 
(gravador Indo o dentro de un suco­ 
l,t (l1• f)lll1<>J l'O'll('ÇJllllOII IHII Jpo que 
deu orlem à euinte entrevista. 
l!opórtcr: Esculri Dr. Ely (.> Vl'rd•trle q11P 
O s,•11h1JI' Ó c1111dlclnto li f!!lllclldfll0 U clc­ 
p11tnrlo (ll'l(acl!lnl'! 
Dr Ely:. Vai uma cervejinh de isopor? 
[(C'púrlt•r· - Vai. 
Dr. EIy:- Auren traz uma cerv<•jluhn! 
;lvaro. '<()U eandiduto à deputado efllH• 
durtl II pula nclo o llr. Harem pnrn <1ep11t11 • 
} do fedPral. 
Qu!tl ô II dúvida'? 
Rep.. - N,1o. É q11l' Pm polillca multa 
coisa e fala e rnullu preciHa i;or esclu­ 
recidu 
Eiy· - Penso, que deixei bem claro. Sou 
cuodldalo t Go11slllui11lP upolundo, lnlo­ 
!!rulr,11•11te. nos,;o particular umigo Dc•pu­ 
tac!o f1•dH11l UbalJo Burem. 
Repórter: • Dlz•~!ll por aí, que o Senhor 
é um crítico voráz da admlnlFlroçiio do 
oluul Prefeito, o que há de orn,do na 
ou sua opíui/io i,obre o udmluír,trnçúo 
Ely: • A voz do Povo é a voz de Deus 
e eu como rôprellC!.llunle do 'povo levo 
: Climurn as crlllcas gritante~ que me 
~110 anca ml11hodns. 
Ifop: - Mas, o Diretório da Arena po­ 
dia str mai~ ~ tu,inte ... 
Ely: . O Diretório nudo pode fazer. 
Tudo que podia SPr feito ele fez. Se ele 
tem falhas - o que todo Oiretórh> tem - 
nesse ponto temos de dur a :não ú pal­ 
nintórla ... Elyson desce daí, garoto! 
O Elysou trepado á ·cerca tf'nlava tirur 
golu bu do vizinho. 
Rap: - Mas, qual tem sido a utuaçüo 
do DirPtório? 
- Ora, turJo que um Diretório rle uma 
cidade como u nosrn, de baixe cr,eficien­ 
te eleitoral, pode fazer. lndicaçõ"'~· men­ 
sagens de pro te ·to, de congru tulações, 
tem levado inclusive seu pensamento 
1 
político ... 
Rep: - Peusunrnnto politic,-;? 
• Sim. Acontel!e que o Dirrtório 
r.ão publica as i,uas a tividnd~s e quem 
r não se comunica .. ' 
j
1 
Rep: - Se tru:nbica. 
- Isto rrwsmo. 
llep: A quem caberia. Potão a falt •1 de 
1 motivação político em noRsa cidade? Ao 
Diretório ou o falttt de eleição direta 
para Prefeito, como muitos Dl'nsam? 
l·'.ly: • A falta de eleições dir!!tus siio 
1 
uma pequena prcela. Mas, a meu ver a 
maior parcela pura a falt11. de motivação 
• 
politicn, corre por conta do bi- partida­ 
I I 1111,. f) plu•lp1rlll.1rl 110, ,; .. ,r. IX<i' •1 
rlt· pari!os, movimenta ma rsa p0pul ir. 
Há ma divergência de ponsan,ente , ma­ 
« dialogo, mal debutes obre todo os 
as unto, mui pontos de vista conflitan 
U•i,. 1, 10 turlo I qui fora, no :unbllo cio 
partidos. as Câmaras e no Congrenso 
o pl11r1p 1rtlrlurl
1I,w dc•1,o!pur1•cr rll:'pol>< 
los acertos e prcrlornínn ,, bl parlldarl'!· 
mo, A maiores co rentes populares ab­ 
a;orvem u-; outrnli. O ,,,emplo ai P~tl 
nos Estados Unidos, Inglaterra, França, 
llullll, t' outru11 dl'111ocr1wl11s. N,io (•'! 
Rep: Fspera aí doutor . . . Amplo dc­ 
batn rio IMf,iH com o il fi? 
O Jl 3, é como corta espécie de re. 
m6dio que deve ser r,•tirndo do trntn- 
• m<>nto do doente nos poucoH. A retirnda 
brusca pode levar ao organismo uma re­ 
cldiva vJolPnta da cJornçu. 
Rep: E o Gen. Flgu tredo não vai <lar 
uma reviravolta no Sistema'? 
Ely • O Gn Figueiredo é o homem 
indlcRdo parn o momPnto, quando bus­ 
c:Hnos um n~odelo políico C0l're<Jte com 
as nossni:; c•rndiçõcs socio-economlcns de 
desenvolvlmirnto, quando partimos porn 
urna clemocr11cia ~Pm r,rtjrtlv1,s e duru­ 
douru. u:n regime de nmpla liberdade 
com maior p·11·llcipuçüo do povo nn ren­ 
da do Pais. Povo de barriga vazia nbra· 
çn qualquer Rundeira. Isto ninguém quer. 
O objetivo fiuu do Slstemli {I dese11vo!­ 
vímento dentro de urn clim1J. de sguran­ 
çn e Paz, a isto o Gen. Flgueredo luta­ 
rá para atingir. 
Rep: ;las, o Sen. '.l11g11lhães Pinto é 
C,llldidato ... 
Ely: E candidato Mos o Gen. Figuet e­ 
du é mais moço para um emp::eilarla 
de seiti u nos de desgaste fisico e m,•n!al. 
O S e n. ,l II g a l h ã e s P i 11 t o 
moEtrou às noções estrangeir11s que no 
Brasil baslu. rstar em condiçõet, politieu 
norm11is para ser candidato à Preslden­ 
cia da República ... 
Rep. Disse o Sen. Magalbãen Pinto, 
que se eleito dará eleições diretas e cs 
militarei; voltorão nos Quurtéis ... 
1'.ly: As eleições diretas tem falhas 
como as indiretas. Agora, .liitar :i ho· 
mom do povo com us mesmas necessi­ 
de1des e mesmos anseios. Os que morre­ 
ram em 35, os que tombaram no3 cum- 
1 pos geladoH d!!- ltálio, os s,rnlinelas ubu­ 
tidas por balas t•rroristas f'ram homens 
do povo, O homem do povo que encon­ 
tramos no~ lJUartéis cl o mesmo homem 
encontrad'l nos ~linistérios e Repartições 
nas Fábricas e nus Lojas, nas ruas e nus 
Igrejas. O militar é homem do poY0 que 
estâ sempre pronto a atender o chama­ 
do da Pátria em qualquo:: luga:- que. !-e- 
j 
1 
1 
L 
V,tl t1 
bili! n 
sda pela 
pio~. ('hnr
1
•• • • , 
l tel» BrACO € um 
ra, que com esa voce quer gozar o 
M+galha3? 
Vi mais uma cervejinha? 
Hrp. Vai lJ:1 Dr Ely II Arena :l<• BPl.l 
VJ-t,1 é,lá dt,·idi<la l.'!11 ,·firil zr!pos e 
sntis necessidade urgente de rtova. 
çiio, nl11gu(>rn mt- dig1 <' c<•11trllr10 .. 
Ely: b isto aí.  A rena de Bela Vi-ta 
(> como n. /r,•11a dr qunlquE'r lugar, 
constituida de pessos de todas as elas­ 
ses sociais. d varia lo modo de penur e 
de tendenelas virlas o que vem.e »rrespon 
der à realidade braile n. O l[)f{ r 111· 
bém é a mesma coisa. Parece uno porque 
é oposiço. Quanto á renovação, la está 
paltnte na Cumar,1 :.!e Vl're ldc,r,,~. Em 
cada <•lr-içih aparecem novas candi 'atos 
e novas preferencias do nosso «leitor1do. 
Rep: • ,goro quem e;;fú gnz:::ido é n 
senhor... 
Ely: - Nda disso. Faça um retrospecto 
ns legislaturs e voce verá que, está 
com u razio. É verdade que alguns 
candidato:; se repelem ... 
Democraeia (• ist<'. 
Rep: Certo. Pt>dros5i3n será uma re, 
petiçii o'! 
Ely: Pedrossian é l'Xcel"rlle ca ·di!ato 
e se escolhido fará urn exç<'lcnte gr ver­ 
no como da vez passada. E um polítlc;; 
com grandE.-tl qu:didadei; de administra­ 
dor, maior densidade deiloral do EstcJdo 
goza de grande popuhridadc e é caci­ 
que da grande tribo. 
Ht-p: É verdade. A prosa está boa 
mas eu me vou. 
Ely: Espere aí, vamos acab>1r com a 
cervejota, que por sinal é u última. Co, 
mo voce sane cvm eHt:e tip<> de forneci­ 
mento de e11ergia détrica ícnpiir no Bra­ 
sil, não bá gelarleíra que uguente e o 
motor do compadre vive em pane pela 
sohre carga rta fábrica de gelo. 
Rep. Não. Obrigado. Po;;so publicar? 
Disse-lhe mostrando o gr<1.vador e des­ 
ligando-o. 
• Ely: Pode, como não! Publique, enrno 
mais ninou, que se eu for eleito elabo­ 
rare!l!os um pluno regional integrado pa­ 
ra desenvolvimento do Sudoeste e por 
ele vou brigar com unhas e dentei, ... 
Sxo não é amor 
1 
t 
.... q 	. 
O prof r que 
1 1111,lll• i <I l lllll 
Úll!< r, h/llll U/• ,, 
pelo ice , cl • 
buscar um zitiro 
p .r I o filho que ela h de 
e.locar no mIn!o Agi­ 
do clt> l,t! lll lllt'ltll qur• 
11< rn po--:t Ili• ntiric ,r 
quem é o pai, não poderá 
assegurar ut pai legitimo 
p ra o filho qu · l:'l ,1,, 
vir um dia; O Amor v,•r­ 
ctacl':'il'O l" puro dl' um 1 
mulher e um amor que 
bURC um l>Cl' único (JU<l 
iutgre o pai e o Tilho 
uurnu Hú u11idndP. 
Falu r de amor com ba­ 
re apenuns er atos eXu- 
1111', Slllll p'"r,i-ar 1111 Ul,ÍÚO 
du alma em ~1, já cor1'­ 
titul um grande erro. 
O amor nüo é umna "ca­ 
riei"" durar.te apPnas um 
mvmeutv de tempo llmi­ 
t JdO. 
A "cena de AMOR' 
ern i:.í pode sr:r que per­ 
tença apenus a nm deter­ 
mwado espaço d~ tempo 
li.nitado. mas o Amor 
verdadeiro movimenta a 
vida de urna pessoa em 
sua tot!llidade. ;-.;ão se 
deve, portanto, peasar 
que b11ju amor soLDent9 
p:>r causa de levianos a­ 
tos sexuais. 
Preço 
f} [#AIFC #O 
EL T I E ffi1 fA1 ~ i 00 t;3 tID ~ 
Guio Lopes da Laguna _ __::;:_ 	_ 
Padrão 
Avenida 11 de Dezembro - s/n 
Jardinenses. 
------ 
deste 
Exemplar 
C r$ 3,00 
máximo de qualidade 
Mato Grosso do Sul 
.Jardim f' .. /!ato Grosso do Sul 
llístriz de !ocos Jardine1se, ais ova llís!:ia d Jarln que, foi criada 
Especializada em f abricatão de Blocos. r.r d_ito_r_rop=--ri_o 	_ 
para c1 scer e servir aos

Encontro 
'ove luar na bonita Fazenda Prima 
vra, de propriedade do pecuatt ta 
Edson M, de Moral, um encontro ten 
«lo por finalidade tratarem sobre Difuso 
do T'eenoloia entre os produtore para 
1111 lhtJI' ll!Hl.lfll<'ll!II do rebanho A IJlllOS 
nbordndo Formação de Pastagens da 
Hruchinria, Doenumbons, Enumeraram o 
prohll'fllllfl (JIH' t lllj' Ili 110>! tlll'filll,,b: ('J­ 
arrIh e F'otosensibilização, assim eo- 
1110 11111H l'll1lf11g •11 : f)p,.,•0101·Jmt•fll<J ,lo 
H1•h,111!10. l'flh(•(!Jlll JH';,('lll<'H l)Hlfl ('llNP 
importante eneolro os órgãos da Em-. 
brupu, repreontdn pelo Dr. Serio e da 
1,:111,ill'I' 'll. 'l'11111lh'lll J)l'l'!;l'llll'f-i ÍllZ!'Jl(Jd 
ro do Param, Cumpo Grande e Bela 
Vf1,t11 . .'11lllPI: Dr. C1:11cll1lo Pluhelro, Sr. 
José Carneiro dr, sr, Antonio Urbieln. 
o e 
Destaque para os convidado enpec!ai« 
vindo de Concepelon - I'.tr,1 •u tl. /.1,11,1 
f'!,,,: IJ, CJr·rtrHUJ l(ui,, Lrw ,1!1,dr, 
Gozalez, Dr. Lulz A Fernandes, Dr.O»­ 
ar Deniz Dr ,ltl rn P Garcia, Sr Teoflo 
Ortlz Sr. SI[o Ortiz e Sr Hugo Fernandes 
dtp u conferencia e debates, foi servido 
lauto almoço. preparado especialmente 
jlll''ll 11 (l(',it,,l!l,, pela t ., lllltlit (;(li( Iro 
J'oi 1 ,mi,/•111 1Jft•n·cl<Jo ars prr-rnt( • rk­ 
liefoso vinho e muito wisky. Parabenl­ 
z111111111 o tir Ed-011 :for,d .. , excelente 
n11fitl'lfio, por esse Eacontro que teve ut 
horn aprrvcilutncnto por todos os vr::· 
11enlPfi. 
ANIVElt':>ARIC 
OliJ 21 Murgol .Jucqucll1Je V1.>la!'i(JUP1;: 
Jackie foi despertada em eu dia "D 
com uma linda Rerenutn. A v1,ce nosH0M 
para bens. 
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(1 o 
jl'I ,. f : l I· 
Vl jlCl)J.Jl 
outros o l 
J o f' O,l' rf 
q•i 11• t!<,m 
/ll lllt· ''• cJ 
n)Pltn hll 
1-Pfl!h1 flll'jlJt 
me ou me!h 
DL ('J-,'I ftO < 
1•r,, )ta Jlt',lf) r, 
TPL!'O p>lo :11 . 
possuíam melhores jogad 
tis em preprados e I 
torccr!•H f•i; <• que lhe., dd., ,l q11.1« • , 
vitórias impossiveis de serem alcança 
normnlmcntc. 
J 
s 
De conformtdnde com n Leglsls1ção Yl­ 
geute, requeiro à mes1, ouvido o Pli-ná, 
rlfJ, ~eja 111w11mi11hado no Exmo. Fr. Prfl­ 
feito ~lunlclpnl, o stgui11te Pedic!o de 
Informçõs: 
1) heferente A Implantação Em Nosso 
Munll'lplo Dl' Um ~fslPm11 '.Tnis . .tuo:lizn­ 
tio De Cnptaçfio De Sinais Ua TV J, l'P­ 
nn; 
u) Qual o montante urrecnJado cm de. 
termiuatlo movimento popular dr au­ 
g:ulaçiío de recursos finenceircs, enra­ 
beçado pelo Sr. Prel>ito? 
b) Qual o destino Jutiu no rderido mon• 
(anti:'? 
2º) RPferente à nonservação De fü1ru­ 
das Municipais. 
a) Quol <• i1lonta11tP levantado junto a 
fe.zendeiros, como recursei:: complemrn­ 
tores para com.erva e manutt-oçiio de 
estradas municipais? 
b) Et-i;es recurJos foram rlevidameo!e 
escriluradns? 
c) Foram fornecidos compl'Ovantes dos 
a u:-...ílios rec!lb!do~? 
d) Quais estradas foram bf:ocfü:i
11dt16 e 
quuis aindu aguardam a presciiça da 
municipalidade? 
3º) Rderentt> Ao ,1atadonro ;lunicipal: 
a) Qu«l a importúcciu gosta na mont'..!• 
gern do ~lutadou•·o? 
b) Qu:lis os funcionários lotado,; nnqne!e 
sntot·, respectivos cargos e ven1:imenln 
de cada um? 
e) O bnlunço finJnceiro daquele órgão 
relativo ao exercício próximo passado 
que resultado apresentou? 
4º) Refen,nte A Cobrança De Impostos: 
a) .- cobl'3nça de impostos Pr<>dial e 
Terrilurial Ul'lJUuo utra vês de Execü<,:Ões 
,Jucti,:iais, ei!túo alc,rnçando o objetivo 
do Sr. Prefeito? 
b) Qual o montante inscrito em DíviJa 
Atin1 e qunl a ímportíluciu recebida até 
fl prri-enl<> duta? 
fiº) Referente A Promoções Através 
TV ~loreno: 
:.1) A frequente presença do Sr. Prefeito 
no vídeo da TV :lfor.:oa, constitui-se em 
·'matéria pagu"? Por quem? '/erbas par­ 
ticulureE ou .Jlunicipais'? 
J TIFC, TIA: 
Senh:ne 
Tempos idos ligávamos um aparelho 
de televisão em nossa cidade, apreciu 
.. lguns chuviscos, outras vezes. até ima­ 
rem eom voz e tudo. los senuamos con­ 
tentes pois estávamos diante de um dos 
milagres da moderas eletrónica. O tem­ 
po foi passando e , imagem. voz, chuvis- 
CM ,iumlrnm. urgiu então um '·mcvlmen­ 
to" de uugarnçiio de fundos pura ree·qui­ 
p:1r n Torre> de televisão. Pas~ou pl'lus 
minhas mãos um "LIVRO DE OURO" que 
em primeiro lugur lia-se um nome:; Fer­ 
nndo de t•'reltus - donçil11 - l vacu. 
~1•gulam.se outras assim1.turn,; e 
nutra~ rtonçõPs por volta 
d·• CrS fi00,00 C'lda. Este vereador ncre­ 
tl!tnncto 110 mr,~imento P c•>m íntuilo de 
colaoornr, rluou seus subsídios rt-lativos 
u•' Pxercicio de 1977. P. agora, Fenl10rP, 
verendores? iem clonçõt-s. nem subsídios 
nem televisão. O '3r Prefl'ito ir".! nos in­ 
formar a respeito. 
Com rrfé'l'encia n recur.rrllçáo e rr.ant:­ 
tenío das estradas municipais, temos 
conhecimento do levantanrento de fundos 
junto e fuzt>ndeiros dP noE-l'a n gmo, só 
não sabemos o que óra solicilamr,s: ruon· 
tu nte or:-ecadado. comprovantes do rPCP· 
bi nianlo, emprego da VP.rba, etc. E o 
critério nr!olarlu puru prioridade? Real 
neCPSSidadc. crrlem CC''.)~ÔT.lc3 ou políti­ 
C" partidária? 
Q1w11lo H() lul111louro unicipal, Senhores 
Vereadores, sb?mos que foi instaludo 
mas como funciona? erá que o comen• 
tário popular é correto? Que o dinbeiro 
público foi investido com o único objeti­ 
vo de bt>neficiar seu Dir,•tor? Será que 
já pnssou por lá alguma inspeção ,:anitã­ 
ria. oor autoridade comoetr.nte? Ou a 
_saúde pública continua jogando com U 
{sorte? E a Iuaço financeira como an- 
• àa? E t.S impast,,s municipa1<i? 
E de uOS!,O conhecimento que a municipu-. 
!idade está executando aos contribuintes 
;em atrazo com seus impostos territoriais 
.p prediais urbRnos. Também é do conhe­ 
'cimento do requerente C')ue a justiça de• 
lterm!nou que fosse cobrado 10 de hec. 
fários advocatícios. Não obstante, os ho- 
11Ndrios estão sendo cobrados á base de 
Da ·-120%. E difícil se comprt>ender o Sr. 
,Prefeito ~lunicipal executando juclicínl­ 
:mente a esses cúntribuintes, de vez que 
·,quando de sua C&IDpanha eleitoral. e1e 
,próprio concitava aos contribuintes em a­ 
'.trazo a não efetuarem os pagamentos 
de seus débitos para com a municipalida- Quanto as despesas com propagandas 
de (contrariando dispositivo legal, que ele I solicitamos tal informação pois verifica~ 
como bncharel, rn111to embora r.om seu mo frequentemente no video, em e _ 
registro na OA B cassado, os deve conhe- po Grunde a presença «o S ? 
cer mel!:ior que os contribuintes do mu- nulll afã de promover-se pesa{"!% 
• • • )N é d f t 	- ºª rnen E' 
mc1r
1
10 d rngu "g%,2%32 ao pensa• esquecendo . por completo llo '.funicípi~ 
meno e que o r. rereto, como can- que se propos a h.dministrur. 
didato prgava sómente demagogia ele1- Requeiro e.inda Sr Preident 
t ,· ª t t á f t d t . • - , • .,, - e, que es- 
ore1ra, mas que no entan o. ren e os os rn,orrnaçoes sejam prestadas c!ent·o 
destinos do ~1u01c1p10 age e pensü em do pruzo rcr,uJame
1 
tar de,•idu t ' 
outros têrrnos. Agora ele já não precisa parihadas dos extratos e wen e acom­ 
do beneplácito do eleitor, pois já atingiD CO!Jlábe:s que se 'izerem documri.tos 
a sua meta, que certamente não é a do Pelas razões apr~"entad na~esshnos. 
·1 	v 	- as. en ores 
povo quo o e egeu. 	ereadores, solicite, a apro,ação do pre- 
( . 
Est>1rnos, r. Prefeito Fernando Freitas 
sériamente preocupados com o rumo que 
I!.<; cohis estilo tornando em Jardim e 
diante disto gostaríamos e o povo mais 
que n!nguêm conhecer de srus reais 
propó ilos. 
s2nte requerimento. 
Sala da Sessões da 
Câmara .lunicipal de 
Jardim, 17 de Fevereiro 
de 197 
Osvaldo Coimbra 
GrubPrt 
Vereador Líder dn 
Bnncada da ARE.'A 
Preço deste 
Exernp!ar 
CrS 3,00