o FRO «Q'E O POVO SEJ A BEM INFORMADO Oirtlor f{t ,p.,ns6vol: lvnldo P reiro AN.:> Vfl • t-1.' '.i':!l 7.6o5/J//8 O rt'l'P11rlor El,v do Arnujo Barbo,;o, ndieo, foi demitido, por ato do Sl'C'l'O• firío d<> Saú Je do l11tu Ül'Ol'RO, da chc­ tia do Posto de Snúde de Bela Vista. s,,gundu c11111enlúrios Hurgido11 (e conflr­ mudoH} u demh1sfl,1 foi devido a denuu­ rl11s tio p1·l'f,•ito muulclpal Ruban de r:as­ to Pinto "do que o médico não vinha J(l diziam os 1111tlg0F,- males hú que rém para bem. E assim aconteceu em recente arti~o meu, oro cujo origiual o escril•1 "polícia mornlmente saneada", deu uo publicado, - ''polílicJ uormalmea­ te saneada", o que põe o sentido, sem setido. Mas veio a propósito, o "gato" de revisão. Porque fatos posteriores ao artigo demoastrnrn que ufinul vamos ter uma polilicn i;aneada, como se faz mister. E também a propósito, aos que por­ ventura não dispor.hum de bom r'urnel de sinónimos convém esclarecer que "SA­ NEAR" üo significa só.nente 'LLIPAR", mns também, classlcnmente, "SEl{E~AR", e o CRSO era dr -'>ERE:-IAR on ll.nimo.; dos liderP~ desafirmdos, isto é. de sere­ ar aquela tempestade om copo d'água que estava começando a ameaçar u uni· rlade partidúria, precisamente quando ela se faz nflcetlsária. Essa árdua tarefa, po~sivalrnente uma turcfa teste, couhe ao senador Rachid Saldanha Derzi, no Senado, vic~ Jíde;• cio Presidente da República. Político de 35 olluS de lidcr,lUÇ!I na faixa ele fronteiras, dP serena visão rins realidades inclu,ive port uto dos nossos problemas politicos, e que pela fiaalga elegância das suas condutas éticas tem trüusito livre nas àreas desajustadas, a maneira por que o0 senador se de. incumbiu de sua missão E atcudeudo 1-1att~fo lóriam<'nte o pov,;''. O vcruudor que é cuucJlduto u candidato a deputado l' um do:,; políticos de grande proHliglo pop•Jlur, PD<'Lll'OU cow llUtUl'ali­ dade s~,u de:1Jisst10 e nada comL•ntou ... (comentamos uos: AD :-.Jujorem Dei Glo­ riam ... "para mator gloria de (o) Deus" Oficialmente, operação concluída. Iseo, porém, ló. Entrntanto, embora não polí­ tico de esferxs con,,ultivas ou assesso­ riai1>, .senão mero jornalista poHtico muito 11 vontade na convivêacia com o povo , 11 T,·l!Juuit d o Fronteira comemorou mais u m universúrio. Seis anos de atlvldadPs. Cu,1fl,uno,, cm dluR nJ(•lhoreFI, e 11 ... ccr­ tez+ de que estamos cons truindo, no Sudoeste, uma empresa jvurnlistica "sul generis", independente, crc-scendo com recur:-O'> próp: lrrn, !','panctindo ª" atividades em diversos setores. criunclo l:'mpre­ go.,; e ~erundo rlquezai<. Não vam as lardear o que já couseguimos. O jornal sobreviveu a tu­ do. TJma semente foi plan­ tada em Porto :lul'linho justifico u sensação de des11fogo com que ( Tribuna Murtinhense ), os arenistas das f,outeiras recPberam o I em .Jardim (Ccrreio Jar• l:'ucerrnmento da operação Ruchid, desa- dinnse) e em Bonito nuviando os horizontes partidários. (Jornal dP Bonito). Cri­ se? Sim. Vivemos coali­ nuauamente em crise. Mas, talvez, seja po•· es­ te motivo que r:onllnua­ mos a crescer. Sempre bus :ando soluções. O imp,ntante, o @ais im­ portante, é que a nossa m:~são de Bem Informar é exercida codigaamen­ lfl. Não nos filiomos a grupos ou partidos. E assim continudremos. .- uossa meta, para este a no. é melhorar o pa­ drão dos jornais. Che­ garemos Já. Temos cer­ tn ,. o BOSEIO lema "Que o Povo Seja Bem· Infor­ mado" reflete uma filo­ sofi 3.. A verdadeira es­ senoia do jornalismo. Haverá mudanças. Tal· vez. a nossa sede seja transferida para Jardim. Há estudos e profundos a respeito. Mas, caso is­ so acoP.teça, saiba o lei­ tor da Tribuna, que será par11 melhor. r~ra cres­ cnmos. E creseendo, serviremos mais. TI li' LEIA E ASSINE o JORNAL Tfi!BUNA DA FRON·rEIRA Até a próxima. 1 / SERGI RCBEITO ADVOGADO 1ttJllí D;}).t) - Rua 3 de Outubro (AO LADO DA C133132) 1 Bf·ln Vista :'dato Grosso do ui Dr. Carlos Edy Sá Medeiros OAB - .)lt_ 616 Dr. Cyrio Falcão , , Advogados Causs Civis- Criminais Inventários. 1 • T:·abalhistas . 1 1 Rt111 Rui füirbo:;3, 277-1 C/1 i;'one 4 66 3 ; Cumpo Gra;:;dd • - ilato Grosso • fu:.i Sebastião Crispim do Rego 319 Fone 71 Bela Vista Mato Grosso A respeito na nota inserida a TRIUNA da semana pp "!AS IN- 'l fl,:'-i:-D A EIS", ond perguntavamo "onde estavam as máquinas da Prefeitu­ ra", o peeuarista e lavoreiro Cor3mila Loureiro de Almeida, disse que a ctitlca Ioi injusta", pois as 'máquinas da Pr»­ feitura encontravam-se arrumando u tes­ tradas das faz·ndas". Disse ainda que "o atual prefeito é o único (até hoje) que se preocupou coui as iradas das fa­ zendas", As ruas estão sendo patroiadas. o UMEHSAGE R SI E TE DO C7 A O general de Divisão João B.,pt!S· ta de Figueiredo, enviou Mensagem. de Agradecirr,ento o Vereador Walter Car­ neiro, Presidente do Diretório Municipal da ,rena. A íntegra da mensagem recebida, que é extensiva aos demais rur.mbros do partido, é a seguinte: "Queiram receber os melhores agra­ decimentos pela mensagem de o.poiu á indír:açãu de mE!u nome á Aliauça Re­ novadora Nacional, como candidato a Presidente da nepúbllca". "O Somercio Jovem de Mato Grosso do Sul'' Basta Íevar o seu documento. O seu crédito é vberto pelo já Famoso Credi Big. 'e:: Juro e seu Fiado e você tem 1 ano para pagar, eu disse Bg-Lar Conces­ sionário Ultragaz entrega áutomútica plantão aos domingos e fe. riados troca de butijão pequeno Assisteaci:, técnica permanente Seção ds peças· especializadas de Medeiros S/N Grosso do S ui Rua Vereador Jardim Romeu Mato 1 E CASSINO PARAGUA.Y lrnbiente eleto • Bebidas Nagi­ nais e Importadas - O maior atrativo da fronteira - Dive.~ões • Som. 'isite Bella Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU­ RANTE ASSINO PAKAGUAY. Bella Vista Dela_'l'? ! Trund _for'sim Veja e M 4 1- ,lo~(• Donl 1-'011t.PCfL 'oulinho, do setor conHerv11Clor da ,r1111a JovP11t do H. (jrun­ nnl por l(j(i contra 12:.J vntoR. /ti'! 111 ludo multo bem mas eieo Intransigente defensores ds lote do nxcocno cl(•cfdfrarn lnfri11gl1· urna derrota fisleu em José Paulo do FreflnA cnndltato llhol'II n vlcr-preHldente ... llei!ull11do: .l+'l'dtni; lorrnlnou a noilr num Jeito rio lfottpltul. 011 gaúuhoH convcncoram-se que Coullnho o seus coJl,gaR pretendem 11ll­ llz11r-so do!! lnRlrumontos da democrocla elolçõoR llvrr& no caso, pura mulH rapl­ damo11te de'llrui-lo. 2- Doflm Nolto, o rnndldato tove com o Gen. Figurlredo umIl couver&u decisiva para sou futuro polltlco. 3- F!-aucellno Per!'lro, o artioul>1dor, a partir da Jnneiro como Pres. <:la Arena, vai pe1·0orrer o pois poru sondar tunden­ cias principalmente Pm S. Paulo, R. G. do Sul e Pernambuco. 4- Ney Bruga. sem concorrenles. Pura retorunr uo Governo Paranuense o :'Ilia. Erlucacílo deverá deixar o caro-o antes de 1 de Junho. "T1inho 25 uuos de vida política disputo eleições e sou candidato.'' 5- Roberto Sauto11, tentativa de Impedir unção do ex Gov Autonio Carlos Mogll­ lbãf's. Há uma divcrgencias de ordem pes• soai entre mim e Autonio Carlos :fo,,a .. lbães, de longa data. pública e notórl~"­ Engraç1-1dos, mas de~de quando "diver­ gêneias pessoais" incluAm-se na ética política, si é que política tem ética .. 6- Laudo Natel "te'ia" ouvido do gen. f.lgueirtldo, chefe do Nl e favorito das especulações em torno da sucessão pre­ slc!enlial que já era hora de "viabilizar seu retorno ao Fálnclo doe Bandeirantrs ... 7- DeUlm Netto reuniu-se em Brasília com o gen. Figueiredo para uma conver­ sa decisiva ao futuro p11lí11co do ex-Mia 8- Mugalllães Pinto. Rumores circulando de que estudam uma fórmula para :i. re­ moção do di>rradeiro obstáculo a indica­ ção do Gen. Figueiredo ll candidatura civil do Magalhães Pinto. " ... nãa serão pErn•ltidas disputas nas con­ venQões de Junho". 9- Clâudío Lumbo da DAR. S. Paulo Encontro com Luiz Inácio da Silva "o Lula" Presidente do sindicato de Me­ talurgicos de S. Bernardo do Campo. Lumbo sugeriu ser levado ao sen. /]ortda o pensamento dos ~Ietalúrgicos. Alo-umas horas mais tarde "Lula'' já estava inco1·­ porado ao roteiro da "missão Portela" (telefone é claro). O encontro deverá o­ cClrrer em Janeiro. 10- Quem governa afinal? e ncrora dois prefeitos? ... Empossado em S. 0 ,José dus nnmpos, o vereador Cyrillo Gonçalves Paes Fillio, do ,IDH, pelo. ofimara onde seu partido ttlm lllaioriu. Eduardo de PaoJa Santos, nomea!!o d e f 111 107:í pelo Gov. Paulo Egidio. 'Fincou p(• un ... ou gabiuel•·. 1e-uh i­ do ll JlilO lllllrrgur o podt>J' ,lO OfJV~lclo• 111!;t11. MD impetrará mandato de seurun­ Cfl contL'rt o gov. Paulo Egídio. O cuso é a!tnrnrnte enrohtlo e tuuo prende-se a que o 0oYernn em 1070, promcveu ldnade u cntrgo,fa rJe r~ lâ11- cia Hidromineral. Por causa de uma bica de àgua mine­ ral deu tudo Jsto ... 11- Qurm nno leu precli>r. ler ''5uuHticn. Mobre o Brns!I" alga do e seu contáto em fins de 1911, t·om o chefe do SV. Scrrclo 'alter SchcllenlH'rg propondo colaboração. E, também em Filin1,, Muller ostensivamente pr6-Uitlt·r. Em 1935 ntHori:wnrlo coo1u·ra~io nfi­ dul entre u polociu llrns,kira e a Gestupo Alem!. l2 - Isto que é resposta o mais é conversa nronlcccn com elcmenloõ cio TJ cio Ceará. , d,·scmbnrj?arlora ,uri loura Cosfn, 66 nos indicada parn orupar o t·nrg:o de , ire - preP. do TJ conlwcida pnr ,un• ,·nft'Zadas campanha• conlrn a corrupção f'Ot ,cr a la. )lulher no Ura­ sil a tornar-se desembargadora, encontrou intran­ ponhcis ,lifir•uldndcs a se cle:::,r vice-prcs. dn,1uc­ le Tribunal posto que nu1omaticamco1c cleolro ,lé 1 nno n _trnnsformurh cm presidente do TJ Cearense. ia vespera das eleições a 2 semanas, foi pro­ curada t"'lt sua casa por dois de iCUQ pares, os de-embargadores José Ferreira de Assis e Cario, de Miranda Bezerra com urna inmitnda j'ropo,1a: Poderia" a desembargadora, sondaram eles esere­ ver ta ,·nrln ao l'rcs. do T.J. Antonio Uanho, 1 etu ":=olicitundo sua não indicação": Como justi­ fie tiva "sugerinm os dois" ela talvez pudesse ler­ brar sua "miopia acentuada". A desembargadora 1 rlt· imediato .. tul1ninou··o~ com un:a refercncfn n Tirarlcnt,·s nc,t,·s termos: Nnqucln épocr., fui pre­ ci'-n npt·nn1- um cnrrucco pitrn rnf,,rcr.-lo, e vore11 estão juntando treze carrascos para degola uma mulher. S:io treze os en companheiro; do T.J. mas rln ocn· ·liberativo da l«s ( º !h 11 •i, 1 ,1, r .1 a, uma a Pre y d clo 'I h,·ocl11;-!t•o J 1 1 . Viegas Levo o +eu conhev± llll'JilO qur- ª"'· u111I 'I im· sfdêneia de nossa Caia eleito que fui pelo or,. selho Administrativo p rn terrnlunr ,, mautl 1t 1 Prurl COlllPt.1nhe1ro à frente clt1 AHl mareou época nu hii;;lórín Danton Jc,b1111 Presidente 1 : j)ll.1 I' te !) S a (( L-. r, tá ··rr do tlc err Es i 1 ~ 11 V/ r n cu é p LI! SÉ Sérgio Henrique Marti s Apartamentos com ar condicionado, quartos com ventiladores, nmhiente familiar de HOTEL , f LU. 1 E E Rua Teodoro Rondon 5_8_6 ___;:Aquidauana H01Jfl refeiçõP, fartas Mato Cirosso Sul l , ' o s 1 '«ta coluna é pblleada imultanenmen­ nos jornais CORREIO JARDNENSE [II'NA DA FRONTE:IR . 'I l!l!!í'N, RFINHENSE E JORN AL, DE HONITO) ir+0kt É iso aí, povlo da terra. Os dire­ ores dn 0RIVAPE nio aportaram a ressão de Inúmeros leitors o foram o­ hrigados "permitir" n volt do ó, pois ó "lJPIXlll'('lllOH d!' lado. rgR« Jardim Niw ó o jardim do Bonito, que o p~dre estó. 1·enovo1,do ( 011 construindo?) e terá, entre outras coisas, coreto o fon­ te luminosa (com o temo). E JARDIM mesmo, u e!dade que mais cresce no udoeste. Bem, nu C!dnde Caçula, fttltu /lgua (SANEMAT), a luz (l deficiente fCE~íATJ, u te!evis/lo nüo funciona (com LIVRO OURO e tudo o ruais) e o povão reclama de tudo. Está tudo errado ... es­ tá tudo errado ... (lembram da mú !ca do "mistieo" Raul Seixos?) É, pois é ... quan­ do a ARENA está no poder, o MDB cri ticn e diz que com ele seria melhor. E em Jardim? o MDB está no poder. E dtti Está tudo erra,Jo... está tudo errado... íió e aµena,: uma voz ciuma no desert11 f É a voz retumbante do nosso escriba 1 Eroando M1ullns Rarbosa, qu11 na última crôaica (ou artigo?) pediu renovação. É malandro ... renovar é preciso, mas reno­ var com quem? A panellnlw continua fervendo e os ingredientes süo os mes­ mos. O negócio é pegar um destes novos candidatos, cerrar fileiras e apostar . 1 é uma opção ... o resto está !udo enado . está tudo enado ... l Clube~ "Quel'O que voce me aqueça neste f !nYerno e que tudo o mais vai pura o toferao". °É, pois é. o pt·esideute do Es­ porte Clube Jardim, Ivan Vitório Braga l a s diretoria. el!l peso, do mais ·tradioio­ al clube da cidade, devem estar cantan- 1 do a muslquinlln do Roberto ·• Abonadc,'' Carlos. Só que pedem diferente. Pedem r.tio aquecimontu, mas que o p_refoito úJUaicipal "desaqueça" a àívida tDIVIO,-? do clube e ao invés da TOJIA R que ENTREGUE. Negócio seguinte: a Prefel­ :ura está cobrando impostos atrasados do clube. ;1fils o clube não estava ior.en­ to? O prefeito Fernando de Freitas quiz quer, e prtdVfw pftJ VIII J'llill'tr .. ui,, •,111 1111' í!JIJ, •. Bela Vista Na cidade da Fronteiro (da Tribuna) l onde so impressos os jornais da ORHIVAPE (ó Pessol, olha reviso) está tudo I,em. O Banco do Br il contiruna "grando" e cada vez mais, impulsionando o progres;;o, o Bradesco (ela boneo biio) deu vida nov u cidade (está soltando dinheiro) e aviso aos navegantes: Cobram Bem Pacns. quer dizer, emprestam, des­ coutum, fazcrn tudo, ms o crinh tem que ser leal ... (Depois mando o Depar­ tnrncnto Comrrclnl cob1·ut· estns propo­ gundui;). ~. pois é... rm Hela ViblU o jornul só porlo tuturnr nsslru. Publica o mundu cobrar (o pci;soul nlio raz pro­ puga le forma alguma) O comércio ... bem deixa par11 lá. Depois a gente fala quti ,Jardim sustentou a Tribuna d,~Rde o Inicio e garante o leite dos gráficos, o pessoaJ uclrn ruim. M11s é a verdude. Pura Verdade. otoro« Politica l•'alar a respeito da Pol!tica em Bela Vista, é "interessante". Chega no peclaço muland:·o que vou t& contar um segredo Bem no pé do escutador. Bnlxir.hç,. "Em Bela 'istu nfio se faz polilica". E isso aí. Falar o que. Sobre quem? Só um figurão estA dando as cartas e lraba lha n­ do a nobre arte. Falamos no personagem Ely A. Barbosa, que foi muito bem rece­ bido em Porto Murllnho (com churrasco e tudo o mais) e é só. Ele é cundlrlnto u candidato (gozado isso). É candidato mesmo e acabou. O Diretório ... (Censurado Pelu Direção) ... E a Prefeitura ( Ccn~ura­ do Pela OireçüoJ e ... o chefe, assim uüo dá. Censura demais. Ah, esta passando o TCBARÃO ... é aque!e filroP. que està faturando pacas em eimu do peixão ... Quarenta Metros de Peixe ... com aouble apetite ... é isso ai ... agora que Bela Vis­ ta estA ingressando-na "era tubarão". Quanto ao ma:.: ... Luz, Ruas, Saneamento, Interurbano ... êpa, lá se fala com o Bra­ sil. Se voce (que mora nus redondezas) quiser bater um gancao para qualqun parte do Brasil é só ir à Bela Vista e telefonar... lá o telefone funeioua. toro; Bonito e Porto· Murtinho Em Bonito, uma grande novidade: O ex prefeito municipal, LIEL JACQUES associou-se ao Jornal de Bonito ... meio a meio,. e o figuraço ingressa no ramo jornalístico. O Jornal de Bonito nào per­ tence apenas a ORJ!VAf'E ... esta empre- a possui C•ncoenta per Cento (não é das ações não, é dos pepinos, pois jor­ nal no interior eó dá pepino e dos gnm- Em Port ' for«o 0are d palavra } no ú 1 O I' 1 rr tet • l cu! ..atento da. a o H mio Vi6tio do Hennto Lanele rlf' i;l>rie, ('(IJIJ I Olll l 11 l, C, O 11() O Jlff· -ld•• t firme o Hamão. I Clmora. Até a próxima pesoal e lembrem e Novembro haverá eleições. Em Porto Murtinho, nssl!-llrnos. quinta I A feira pp, a um,, SPSBiiO na Câmara .fu ! ssassinato nictpal, cujo presidente, N1:-lson H!irufio ' _ Vitório da Silva, é nosso particular umi- ] go e um dos mais entu~iasta!.-' defen-,o- 1 1·es d1:1 ldéia de luteusificnr o turismo • ern Porto tlurtinh11. Nesta ocu~iJc,. o !.e- 1 nhor Ildefonso ~onres da llva. prefeito 1 municipal, esteve preseute para explicar u necessidade do auniento da taxa de 1 energia elétrica. Após poudueções a respeito do preço do óleo diesel e da baixa arre. ] cudação municipal no setor, º" vereudo­ res concordaram cem o aumento. í!s>!$'{fü Chamada Interessante frisar, que na ci•'nde rla 1 fronteira, é dil'ícil reuuir os m~mbros da j Càmura Munim !leria irmão) e o motivo elo crJID" aluda não está bem 1:: clareci­ do. O importante nisw tudo é que o Ass'.l siuo ainda nilo Ioi preso. 'a­ mo· apurar detalhada· mente os fato'> e ver qual seria a posiçã.o das autoridades policiai, de Carac:>I, pois um irmão ds vitima teria afirm!ido que o delegado Ooroteu .)ara ''Demorou muito para upur11r_:. os fatos". leia e Llssiíle 0 Jornal Tribuna ·-~---­ -------~-~- lf/lf/1 o 0fido Aberto ao Dr m Brandi Gari Ju,r da (o, are 8ílo Paulo - O roma□ll,1ntc> do li Exórclto, l!•'fll•rnl Dl!t•rnrn 1Hlo G,rntPb t1O11- tdlro, l11l'o1 mou quP 11,1 11ll lnrn tH'/!U□Ja feira que grade quantidade de armas e munlçõos foi 11pree11rlld1:1 1111 l11rd0 d1• do­ mingo num terrnno bnl 1977. egundo w,tu oficial dislribulda pe­ lo Exército, o nrrname~1to e a munição apreeudldos poderiam 1,01· l!tlllzttdos em qualquer descuido por parte dos orgüos de segurnuçu. A primeira arma dfl rel11çilo, 2 AL calibre 7,62, é 1 unica que ftíltava ser resgutadu uo lote de 39 metralbadorus subtraidt1s do Exórcito pelo então cnpitilo Carlos Lumarcn. É a seguinte a integra da nota. O comandante do li Exét·cito que pros­ seguindo nas diligências para nP.utraliznr os focoi; ainda remanescentes de nntigos grupamentos subversivos, após u pri~ão e interrogatório de alguns membros de organizucão Vsr-f'almares foi apreendi­ do, a tarde de domingo, na região do Jaguuré, num tétreno bald:o próxin:o ao número 230 da rua Tiagem, vultoso ma­ terial bélico que se achava enterrado, e I ") R u a S ã o P a u I o S/N aC"ondll'ionado em caixas de madeira e envolto em runt<-'ri l plástico e jornais alguns datados de novembro de 1977. . q11anlldu.fe do armamento P <111 munição upteendidas, e u forma de m»t­ tc-ios cscondldoi-. ainrla boje [nzern p:·t: ver a possibilidade de sua utilização em qualquer oportunidt1dr, HP desc,_iidada a vigilâocio que vem sendo mnnt1dn pP)oR org-fioH de segurança. /u opurtuui1lnde, ,1 coma1tdo do li F:xó1·cito ug-radece o apoio e u colabora­ çiio de todos qwrntGéi op,.rurnm pnra efr. tivução dns prisões el'etuadas, rernltan­ do no enroatrú desse perigoso material e, prin0ipalmenle, a colaboracão dos mo­ n,dores nu rogi1o do úChtido, que for11P· c 'IHlO mAlos e ajudando ca buscu lor­ naram mais amen a ação dos elem!:'n­ toR de segurança empregados. O prns@ David Gongúrn Junior foi P1ttregue t'l SPcretáriu de Segurença do Estado de São Paulo. por onde ocurre o IPM instaurado a rospeito e que colabo­ u Dus investigaçõe:; em curso. O médico Roberto Znrz, que qu1.1n• do estudante do Medicina prestava-opuio médico aos membros da organização. de• pois de iuten·ogado foi posto em liber­ rlade. O comandante do II Exército in· forma não haver motivo para 'qualquer iotraaquilidade e esclarece que na per­ manêucir, das meüidas preventivas em curso só serão molestadas com po,:siveis detenções e interrogatórios pessoas po­ sitivau::e11tes compromtttidas co,n ativida­ des subYersivas lateutee, obedecidas, sempre as disposições da lei. Assinado: General de Exército Di­ lermando Gomes Monteiro. L . (' 11 j 1 , XI t 1 1 ' lt,IIUlll l,•m llli'l'tl'l•to o 11,al<>" nc· tamento d • l'J· dos os cidadão, pelo espirito d. Justiça e Hu­ niau, 0 plicnc;.1u d L L t qualidades mrcant inparável de eu c­ nr, r. fl ffri, 1.,1 cll' rnlor­ mur, através deste pas. quim, se. -urn Corlúi-io p ,rit' Hxar 11 quantia de Cr$ ) 0')(),(,0 coto va!r mmmimo pera EFEITO DE REGI TRO 1 u úesp1•1l(1 do Hf~Gl!f~N­ TO DE CUSTAS estabe- 1 (;,l' 'f•lO :1 ; .irlir. de c·$ 500,00; Comandante do n Exército. (AJ'B). EnffillfílM$ Máquina da Beneficiar Arroz, e Secador paro Cereais Atacado e Vare[o, )IA OROAl-lZ.Q,O !_AltA SERVln ASTOSIO JO,O S REOI.O Antonio João ' ' MT Idieou-se extra ofidalmenlo que u oposição hu via con,H•guido mui rle . Jf)' mil volOi!, mus 0110 nudPrnui pa_rtit•1p r- 2 Com s devidas res- das eleições, entre outros, o Partido Re salvas, por ser temHário I vr,lurlc,nirio Fcbrt'rllllH, OR cornur11 t,L t: aYirmur, inronnumo~ a a democracia crisU1. V. Exu. que nos di semm outros-im, que tal prti- ] Stroessper compareceu domingo à noi- cu eucor.tra-se ulicPrça- 1 te à sede do Partirlo Coloraclc, o decl - da em normas adotadas ou que os reIltados das eleições eram pela provecta EX TO- "uma prnYn d • que· existi• pai. é i.:P r1. ~ RIA ESTADU.L., di>sia pr-ilum oR llt1af•l()llj,l 1. Q Colorado, obtiv ra quase 90) mil votos equivalentes S6 por cento do eleitora do àe l 1 iG.OíJO rldnd(í ui;. ,wgunclo o pi r· s'dente do p:Htltio do governo, Juan lluroon Ch vez. troessn ·r qt:alifícou ns resultado· do~ eleições e ,mo um triunfo "ressoo,111- te" e "esmaga tcr" de seu governo. Passarã0 vária semana::: antes que sejam conhecidos os resultados definiti vos obtidos pela opuslção • !">P.guudo H· informou. Z.P. 23 ·- - Dãiusora Mcai.Lóeez -Sra eEuA sA.McT R:cus ANCA EL E00 4JRCS E& U HR J. i Rua Marechal Rondon 474 Campo Grande MS o J J l O Dr. Osvaldo lt11111it11zl11,1 .Juiz ,tro 01, .. IJ•> d11 Corr1111c·a "" u .. 111 Vl,ln f•:>j,11 dno d 11110 c:ro h(), n for an da {ei, ete FAZ SABE+l os Cjll • li f/1 .. ,,.,,t,. Lili l',I, l1·1•1n (IIJ iJ h• f'.Ol'll •1•1. nt) li verem, expedido nos Auto t' t+) 70 do Protesto dudi·tal, que se pro por s! ' .Jui,w I' <:nl'lúr10 d•i .!'' ()f ,. n. , 1 11 • 1,1,,nder1dJ 11•> qu • 1Ji,1 l',d 1·,•q•H•1 ri, ,,,r l,1111.fl /{ru:lia l.vulwl, p1•l1J p;•t• 1 111 • 1., 1 , I para conhecimento dn público em "z ral, qu11 ,rnr/1 arlxad(/ n,1 •1(•tl,1 ilP ,lt.' Jui1. >. no lugar de eos!ume que será publicado 110 Orgllo !l, Cll· sndos, p eu tristas residentes à rua lpane­ ma, 229 • Vlln Sohl'l11l10, 1111 1:iil1tcle ri,• Cump Grande - Mt., cm tundanento nos 11rtlgos 8Ii7 e seguintes do Código de pro­ ce:-so 'ivil, pelos fato e motivos Qlll' pns~a a Pxpor: I._, supllcunte, alrnv(•s d11 E,pól10 Hodol­ !o Pttulo L >Ulhol, cujo Inventário tramitou pelo c,1rtór!o do> tº Oricio cteata co111Arcu tornou-su credora dos !luplicn an0 de 19.l9 em número de cerr. (100) vacui-; dtt W'lSIUH espécie o qualidade. 2. A su. plicau·te, A anlerionm·nto seu falecido marido, tentaram todos cs meios afim dtl r-eceberem o 8eu cri>Jito, duranl~ tod1• u prazo que correu do vencimentr> dn con­ troto, seUlpre com ev:isivus dos suplica­ dos, ~emqustn:nrlo sempt·e seu r,r0pósilo de m10 pugt1r, atmvês das furtivas ese­ rns em qull colocou os credores. Atual­ meute, os suplicados núll mais residem 111 l I t' 1 ,, f I l11 ,1 . .J f•(JCJ l 1,:c lld 1 1 t í o + rru o fal 1,, 11. 1 o 1,!I lc, )'t •• , 1 l, 1 1 1 11 d • 11pllt- 1d1 i 11<) rei·ter pa te e rr ponte te no ..... Ii quinhão herehit rio o ufcente p 1 1 ra atenderem1 a suas optações pli 11111111 li., u, ,u111 h ,, l' qu • 1- •11do po 1-,ín·l 1 11lf'il111() ,•l tvt-1 1fj 1111!:' ,! •" Hlilll J .-1•,. 1 1 ) 111'tl1t·a~ :tnl •rltJl'lll lilt· I'•' li 1.·1 Ja-, I] ,,. 1 possamn Vir tran-{rir para terceiros os ! t.l'll➔i- futurn~. t• pr,,. ver conservação e ressu!va de 1llu da hU plie 1ute, inclu~l'e i-, 1 ub . .;lP11 lo ele 0ulor ga de escrituras de esslo e transf +rên. d 1s dt> Oireit,1s hr, t·tlilúrioR, f'ob P"llll ,Jl' r1uli.f11de. l{equur-1H de Carta Prl'<'H· tóriu J}Jrn u comareu de Campo Grundo no P1Hl1·reçu jú. mr"1ciouud1J para o,; fln'4 dt> cJnheel'1l 0nto tio púolico em geral, publicando se no jornal !oc:il e na i­ prensa oficial. Após obedecidas tods us rormalidudeR de ordPm legul. sejum os nutos entregues :.l suplicante indepeud1-1n­ temente de tt·asla .. n eh· H•·11d.1 IH'11t no m,·i(1 «do ho pro ou. Iro 1.ulo. o qtu no torna a.rn+tos... Toulo l- l''"'I'"' D. P.rn111f.1 ui ,., """" pr.1 u111n rid 1dt• c,url,• 11àn prt"lÍ'- 1rj ... ,1:r d,· La f• r1 :.i ,. tampouco tetá como con-rguir use mvamba.'! [ i11t1cn·di1{lt'I nn ... 1poclrrou- .. ,.. tle1.t o lirr e,. iu i• ho1.'t,·cl propró-ito de ajudar na forração da no .. (',IJ>Ítnl. l"r, tt:ndt t•ntn· u1Jl1J-, f ,,.,.r o ~ s.t I rio 11.·ruo do futro governador. "e as .. 11u f, r. q,:i· f:i• ça o fJJ.lrt6 lwm ,111•·rtadn. pr.1 u ~o,rn Jrl• r uJ 1 cair no eomodi mo de que H'alicio é pra paxá' c,Hnl·r, dor111ir l' e -quecr inundo :,tH<;IO IEOE[l(OS COR7#Li BO'.ITO - MATO GROSSO SUL de Soares e Soare,; "O VALOR N,O E.;;T, .AQUILO QfjE FAZEMOS, MAS N A :'11 A'. EIRA CO:O F.ZE1 OS. I'E valdo G. Laranjeira PRODUTOS VETERlNAlHOS, ISET!CI­ D.-S S·L Bü!ADEIH.O E .lliERAL. 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Evila-. ••o N~nc• de Mirnndu, brasileiro, casado, pecuaris. tn, reordent& newrn cidude e Comarca de ll,·ln Vis­ ra, ,·ew 111111 rcspeilosnmenrc a prnscnça de 'os• :ª Excelênciu, através dt• seus advogados, mandato ,ncluso, propor o presente Protesto Judicial con• Ira n)ienaçilo de bcus ou diruito e aào contra Q. le,:;árro dos Santos e sun mulher Elvira Godoy dos Santos, brasileiro,, casados pecuarisras, re,iclenres n Ru11 lpnne11111, 229 - Vila Sjbrinho • na cidade de Campo Grande - .lrs., c o m fundnmcnto nos nrrigos 867 e seguintes do C6digo de Processo Ci,•il, pelos foros e motivo• que pn:sn o expor: l. O suplicante é credor dos suplicados, por divi. da líquida e certa, representada por documento subscr110 pelos devedores e duas tc,remunha• ( Comrato Je Parceria Pecuária) assinado em data de fo. de novembro de 1962, tendo como objeto 40 (quarento) vaca. de três anos ucimn a oiro anos abaixo, cruu II zebú, sem defeito físico al"um cru bom estado sanirário, que !hei foram ·enrregucs em data ,te 30 de ourubro de 1962 pora serem niados pelos suplicados, e serem devolvidas em data de 30 de outubro de 196.5 em número de 60 [sessen­ ta) vacas da mesma espécie e qualidade, sem des­ pe,as. 2. O suphcnnte, tentou de todos 05 meios para receber o seu _crfdito, durante todo o prazo quo correu do vencimento do contrato: •emprc com evasivas dos suplicados, demonstrando sempre seu pr_op6s1to de uuo pagar, urrnvés de furtirns espcru& cm que co.loeou o suplicnnte. Presente• mente, os suplicados n±o mais residem nesta cida­ de, sendo publico e notório seu e.Hndo de insol­ vência, b11vcn_do no eutrernmo, agora, a oportuni­ dade do suphcndo em receber o seu crédito. _pois ocorreu o falecimento do Sr. João Godoy da Silrn (doce. incluso) sogro e pai dos &Uplicaclos, csrnndo ass1m em aberto o direito da sucessão, aonde os suplicados deverão receber a parte correspondente ao seu qu,nhao hmdllario o suf1c;enre paro arenderem as obrigações patrimoniais a::sumidas e que sendo possível, e mesmo viável dian­ te as atitudes sistomáticas anteriormen- e rlclatfl!lzar rol1.ii1 f11.ntil~­ ti<'llt. no DOPS carJocn. EucurJtr;iriil,, µu­ ru começar, una organizção que inven­ ta eusudos, fabtie testemunhas, cone­ ue confissões, esconde presos para que pão prestem depoimentos e ainda, quan­ do é o co&o fica-se snbenrlo que eles - purecerum rnlHt rlosumco!lf mortos .. uclvoguda de ofielo, Aoa Corlez, vnl tcn- ...... te reallwdas, que poseam vir a transfe­ rir pura terc&it'os os '>CUS direito~ h2re­ dltó.rio11 com o Intuito excluslvo de pre• judlcar o ll:ipllcante. Rnzão porque, é o. prrsente medida, nos termos da lei aci­ ma invoca para prevenir respommbllida­ des. e prover a conservação e ressalva de seu dlrello, e mesmo para que os eu­ plicados se ab tenham de futuras transa­ ções que possam vir a prejudicar o di­ rello llo supl!cante, lnclu&ive se absten• do de outorga de Escrituras de Cessão e trnnsfereocias de Direitos Hel'Cditários soh pena de nulidade. 'Requer-se ainda a intimação dos suplicados, através de Curta Precatória para a Comarca de Cumpo Grande, no endereço já meneio .. nado para os fins de Direito, requerendo se tumbém a expedição de Edltaie para co_nheclmento do público em geral, pu­ bhcando-se no jornal local e na lmpren­ im oficial. Após obedecidas todas as for­ malidades legais, sejam os autos sotre­ gues ao suplicante independentemente de traslado. Dando-se a esta o valor míni­ mo para efeito do pagamento da taxa judiciária. Nestes Termos, Pede deferi­ mento. Bela Vista, 2-4 de janeiro de 1978 (a) Carlos Edy Sá de :fedeiros. OAB-:1.T n° 616. CIC 00382108191. Despacho de Fls. 09. Expeçam-se competente carta precatórla para _intimação do requerido Expeçam-se também os editais Bela Vis­ ta, 10/2/78 _(a)Dr.Osvaldo Ramanzini. E, para que mnguém alegue ignoranciu, foi determinada a expedição º do presente Edital que será publicado na forma da lei e afLxada no forum local no lugar de costume. Dado e pàssado nesta cidade e C 1>marca de Bela Vista, Estado de Ma­ to Grosrn, aos dez dias do mas de feve, reiro do s.no de mil novecentos e seten­ ta e oito. Eu Pedro Vergilio da. Silva Escrevente Juramentado, o datilografei e assino. .Dr. Osvalrto Ramanzini ,fuiz à.e Direit6. 1 t11r 1 • d1rlr fJ í roc o ,11: tr s de upvrlor Tribun d na+etn P lo .Joné de Oliv 77. O Minttro Burenbach dii e qa rante ao provas de que houve tortur tola érle de outras lrret u'ri!ade nlírrnou que pedira ao governo do Hio de Janeiro. través da Procuradoria Mi litar, que investigue a que»tão e apure as responsabilidades. Brasilia- Se for embargada a dech lo do Superior 'Tribunal Militar que conde nou Paulo José de oliveira Moral dez anos de reclusão, a investigações que forem aberta poderao localizar no DOPS do Illo, uma e::ip(•cle d,• e11q11udri10 da morte. Nos autos de um dos tres pro­ cei;cio l'nt que é acusa,lo µara liberação da verba. O alioerct:1 e inicio do levantamento do prédio foi feito com a importância de cmquenta mil cruzeiros liberada da ver­ ba pessoal do referido deputado. A reportagAm acorupanhou o Dr. Ely de Araujo Barbosa que declarou " Perto Murtinho terá um hospital moderno que nada ficará_ d,evendo aos da Região ... " Destacou ainda o Dr. Ely com palavras elogiosas o rntenso tra.balho da atual Diretoria do Hospital que tem a frente um homem s~mples, trabalhador, merece­ dor do respeito e admiração de quem o coµhec~ Sr. ~onas Ama.rage. A noite foi oferecido um churr11sco ao Dr. Ely que contou com a presença de toda a Diretoria do Hospital, autoridades ~un1c1pa1_s e do Dr, Everaldo La.rangeira diretor chnico do Hospital. d 1 1 o '» de lde s d 'doras dos pri. vlp4os 'undamental da e!vilizaço ri. tA. O ver'ame reuniu na edes d 'FP mais d 100 jovens de I0 Esta dos da Federação Cea. ,u Purolhn, Pernu1111lu, co, Mato Grosso, Mina Gerais, Rio de Janeiro, 1 =-ào Paulo, Pur,1nh, ~:111- ta Catatlun e Hto Orn11• de do t--ul, aletn do ll!8- lrilo Fcdt.>ral. As conferências e cir­ culos de estudos torum rcufi;;arlos numa 1111110:.;­ J'em de .-ieric.fatle e fé, versando as palestras o­ bre aspectos da doutrlr,a e da açfio anticomuni La considerado,; :l luz dos princípios cristão", r,aru a formação dos jovens em noseos rliaB, Entre os divel'S0l:l con­ ferenclstH s figU'·aram os Profs. Paulo Corrêa Je Brito Filho e Orlando F.-­ deli, o& Srs. ,João Cl:í Dias, J oeé Lúcio .raujo Corrêu, Leo Daniele Teli:;C?-o Ribeít'o Frsgdlr. Esporte para Todos E.à Produtor do falcario R J ,to oquena USINA Escritório de Rodovia .Jardim Porto Murtinho Km. Vendas Administração : A D d v 'uque te Caxias Centro GROSSO 54 DO SUL ' J • " IÔ ,' " Eram cerca de {4 horas quando chegamos à cana do nos entrevi tado, que #e encontrava à sombra de frondosa mngelrnu e de ló iandou nos ent r' "Entr Alvnro, o caeh rro vstá pteso.'' l•'.IJIIHJII()'! ,. lJ l'O'll('ÇJllllOII IHII Jpo que deu orlem à euinte entrevista. l!opórtcr: Esculri Dr. Ely (.> Vl'rd•trle q11P O s,•11h1JI' Ó c1111dlclnto li f!!lllclldfll0 U clc­ p11tnrlo (ll'l(acl!lnl'! Dr Ely:. Vai uma cervejinh de isopor? [(C'púrlt•r· - Vai. Dr. EIy:- Auren traz uma cerv<•jluhn! ;lvaro. '<()U eandiduto à deputado efllH• durtl II pula nclo o llr. Harem pnrn <1ep11t11 • } do fedPral. Qu!tl ô II dúvida'? Rep.. - N,1o. É q11l' Pm polillca multa coisa e fala e rnullu preciHa i;or esclu­ recidu Eiy· - Penso, que deixei bem claro. Sou cuodldalo t Go11slllui11lP upolundo, lnlo­ !!rulr,11•11te. nos,;o particular umigo Dc•pu­ tac!o f1•dH11l UbalJo Burem. Repórter: • Dlz•~!ll por aí, que o Senhor é um crítico voráz da admlnlFlroçiio do oluul Prefeito, o que há de orn,do na ou sua opíui/io i,obre o udmluír,trnçúo Ely: • A voz do Povo é a voz de Deus e eu como rôprellC!.llunle do 'povo levo : Climurn as crlllcas gritante~ que me ~110 anca ml11hodns. Ifop: - Mas, o Diretório da Arena po­ dia str mai~ ~ tu,inte ... Ely: . O Diretório nudo pode fazer. Tudo que podia SPr feito ele fez. Se ele tem falhas - o que todo Oiretórh> tem - nesse ponto temos de dur a :não ú pal­ nintórla ... Elyson desce daí, garoto! O Elysou trepado á ·cerca tf'nlava tirur golu bu do vizinho. Rap: - Mas, qual tem sido a utuaçüo do DirPtório? - Ora, turJo que um Diretório rle uma cidade como u nosrn, de baixe cr,eficien­ te eleitoral, pode fazer. lndicaçõ"'~· men­ sagens de pro te ·to, de congru tulações, tem levado inclusive seu pensamento 1 político ... Rep: - Peusunrnnto politic,-;? • Sim. Acontel!e que o Dirrtório r.ão publica as i,uas a tividnd~s e quem r não se comunica .. ' j 1 Rep: - Se tru:nbica. - Isto rrwsmo. llep: A quem caberia. Potão a falt •1 de 1 motivação político em noRsa cidade? Ao Diretório ou o falttt de eleição direta para Prefeito, como muitos Dl'nsam? l·'.ly: • A falta de eleições dir!!tus siio 1 uma pequena prcela. Mas, a meu ver a maior parcela pura a falt11. de motivação • politicn, corre por conta do bi- partida­ I I 1111,. f) plu•lp1rlll.1rl 110, ,; .. ,r. IX< los acertos e prcrlornínn ,, bl parlldarl'!· mo, A maiores co rentes populares ab­ a;orvem u-; outrnli. O ,,,emplo ai P~tl nos Estados Unidos, Inglaterra, França, llullll, t' outru11 dl'111ocr1wl11s. N,io (•'! Rep: Fspera aí doutor . . . Amplo dc­ batn rio IMf,iH com o il fi? O Jl 3, é como corta espécie de re. m6dio que deve ser r,•tirndo do trntn- • m<>nto do doente nos poucoH. A retirnda brusca pode levar ao organismo uma re­ cldiva vJolPnta da cJornçu. Rep: E o Gen. Flgu tredo não vai rn mt- dig1 <' c<•11trllr10 .. Ely: b isto aí. A rena de Bela Vi-ta (> como n. /r,•11a dr qunlquE'r lugar, constituida de pessos de todas as elas­ ses sociais. d varia lo modo de penur e de tendenelas virlas o que vem.e »rrespon der à realidade braile n. O l[)f{ r 111· bém é a mesma coisa. Parece uno porque é oposiço. Quanto á renovação, la está paltnte na Cumar,1 :.!e Vl're ldc,r,,~. Em cada <•lr-içih aparecem novas candi 'atos e novas preferencias do nosso «leitor1do. Rep: • ,goro quem e;;fú gnz:::ido é n senhor... Ely: - Nda disso. Faça um retrospecto ns legislaturs e voce verá que, está com u razio. É verdade que alguns candidato:; se repelem ... Democraeia (• ist<'. Rep: Certo. Pt>dros5i3n será uma re, petiçii o'! Ely: Pedrossian é l'Xcel"rlle ca ·di!ato e se escolhido fará urn exç<'lcnte gr ver­ no como da vez passada. E um polítlc;; com grandE.-tl qu:didadei; de administra­ dor, maior densidade deiloral do EstcJdo goza de grande popuhridadc e é caci­ que da grande tribo. Ht-p: É verdade. A prosa está boa mas eu me vou. Ely: Espere aí, vamos acab>1r com a cervejota, que por sinal é u última. Co, mo voce sane cvm eHt:e tip<> de forneci­ mento de e11ergia détrica ícnpiir no Bra­ sil, não bá gelarleíra que uguente e o motor do compadre vive em pane pela sohre carga rta fábrica de gelo. Rep. Não. Obrigado. Po;;so publicar? Disse-lhe mostrando o gr<1.vador e des­ ligando-o. • Ely: Pode, como não! Publique, enrno mais ninou, que se eu for eleito elabo­ rare!l!os um pluno regional integrado pa­ ra desenvolvimento do Sudoeste e por ele vou brigar com unhas e dentei, ... Sxo não é amor 1 t .... q . O prof r que 1 1111,lll• i l,t! lll lllt'ltll qur• 11< rn po--:t Ili• ntiric ,r quem é o pai, não poderá assegurar ut pai legitimo p ra o filho qu · l:'l ,1,, vir um dia; O Amor v,•r­ ctacl':'il'O l" puro dl' um 1 mulher e um amor que bURC um l>Cl' único (JUr causa de levianos a­ tos sexuais. Preço f} [#AIFC #O EL T I E ffi1 fA1 ~ i 00 t;3 tID ~ Guio Lopes da Laguna _ __::;:_ _ Padrão Avenida 11 de Dezembro - s/n Jardinenses. ------ deste Exemplar C r$ 3,00 máximo de qualidade Mato Grosso do Sul .Jardim f' .. /!ato Grosso do Sul llístriz de !ocos Jardine1se, ais ova llís!:ia d Jarln que, foi criada Especializada em f abricatão de Blocos. r.r d_ito_r_rop=--ri_o _ para c1 scer e servir aos Encontro 'ove luar na bonita Fazenda Prima vra, de propriedade do pecuatt ta Edson M, de Moral, um encontro ten «lo por finalidade tratarem sobre Difuso do T'eenoloia entre os produtore para 1111 lhtJI' ll!Hl.lfll<'ll!II do rebanho A IJlllOS nbordndo Formação de Pastagens da Hruchinria, Doenumbons, Enumeraram o prohll'fllllfl (JIH' t lllj' Ili 110>! tlll'filll,,b: ('J­ arrIh e F'otosensibilização, assim eo- 1110 11111H l'll1lf11g •11 : f)p,.,•0101·Jmt•fllARIC OliJ 21 Murgol .Jucqucll1Je V1.>la!'i(JUP1;: Jackie foi despertada em eu dia "D com uma linda Rerenutn. A v1,ce nosH0M para bens. I1 1 E --- (1 o jl'I ,. f : l I· Vl jlCl)J.Jl outros o l J o f' O,l' rf q•i 11• t!<,m /ll lllt· ''• cJ n)Pltn hll 1-Pfl!h1 flll'jlJt me ou me!h DL ('J-,'I ftO < 1•r,, )ta Jlt',lf) r, TPL!'O p>lo :11 . possuíam melhores jogad tis em preprados e I torccr!•H f•i; <• que lhe., dd., ,l q11.1« • , vitórias impossiveis de serem alcança normnlmcntc. J s De conformtdnde com n Leglsls1ção Yl­ geute, requeiro à mes1, ouvido o Pli-ná, rlfJ, ~eja 111w11mi11hado no Exmo. Fr. Prfl­ feito ~lunlclpnl, o stgui11te Pedic!o de Informçõs: 1) heferente A Implantação Em Nosso Munll'lplo Dl' Um ~fslPm11 '.Tnis . .tuo:lizn­ tio De Cnptaçfio De Sinais Ua TV J, l'P­ nn; u) Qual o montante urrecnJado cm de. termiuatlo movimento popular dr au­ g:ulaçiío de recursos finenceircs, enra­ beçado pelo Sr. Prel>ito? b) Qual o destino Jutiu no rderido mon• (anti:'? 2º) RPferente à nonservação De fü1ru­ das Municipais. a) Quol <• i1lonta11tP levantado junto a fe.zendeiros, como recursei:: complemrn­ tores para com.erva e manutt-oçiio de estradas municipais? b) Et-i;es recurJos foram rlevidameo!e escriluradns? c) Foram fornecidos compl'Ovantes dos a u:-...ílios rec!lb!do~? d) Quais estradas foram bf:ocfü:i 11dt16 e quuis aindu aguardam a presciiça da municipalidade? 3º) Rderentt> Ao ,1atadonro ;lunicipal: a) Qu«l a importúcciu gosta na mont'..!• gern do ~lutadou•·o? b) Qu:lis os funcionários lotado,; nnqne!e sntot·, respectivos cargos e ven1:imenln de cada um? e) O bnlunço finJnceiro daquele órgão relativo ao exercício próximo passado que resultado apresentou? 4º) Refen,nte A Cobrança De Impostos: a) .- cobl'3nça de impostos Pr<>dial e Terrilurial Ul'lJUuo utra vês de Execü<,:Ões ,Jucti,:iais, ei!túo alc,rnçando o objetivo do Sr. Prefeito? b) Qual o montante inscrito em DíviJa Atin1 e qunl a ímportíluciu recebida até fl prri-enl<> duta? fiº) Referente A Promoções Através TV ~loreno: :.1) A frequente presença do Sr. Prefeito no vídeo da TV :lfor.:oa, constitui-se em ·'matéria pagu"? Por quem? '/erbas par­ ticulureE ou .Jlunicipais'? J TIFC, TIA: Senh:ne Tempos idos ligávamos um aparelho de televisão em nossa cidade, apreciu .. lguns chuviscos, outras vezes. até ima­ rem eom voz e tudo. los senuamos con­ tentes pois estávamos diante de um dos milagres da moderas eletrónica. O tem­ po foi passando e , imagem. voz, chuvis- CM ,iumlrnm. urgiu então um '·mcvlmen­ to" de uugarnçiio de fundos pura ree·qui­ p:1r n Torre> de televisão. Pas~ou pl'lus minhas mãos um "LIVRO DE OURO" que em primeiro lugur lia-se um nome:; Fer­ nndo de t•'reltus - donçil11 - l vacu. ~1•gulam.se outras assim1.turn,; e nutra~ rtonçõPs por volta d·• CrS fi00,00 C'lda. Este vereador ncre­ tl!tnncto 110 mr,~imento P c•>m íntuilo de colaoornr, rluou seus subsídios rt-lativos u•' Pxercicio de 1977. P. agora, Fenl10rP, verendores? iem clonçõt-s. nem subsídios nem televisão. O '3r Prefl'ito ir".! nos in­ formar a respeito. Com rrfé'l'encia n recur.rrllçáo e rr.ant:­ tenío das estradas municipais, temos conhecimento do levantanrento de fundos junto e fuzt>ndeiros dP noE-l'a n gmo, só não sabemos o que óra solicilamr,s: ruon· tu nte or:-ecadado. comprovantes do rPCP· bi nianlo, emprego da VP.rba, etc. E o critério nr!olarlu puru prioridade? Real neCPSSidadc. crrlem CC''.)~ÔT.lc3 ou políti­ C" partidária? Q1w11lo H() lul111louro unicipal, Senhores Vereadores, sb?mos que foi instaludo mas como funciona? erá que o comen• tário popular é correto? Que o dinbeiro público foi investido com o único objeti­ vo de bt>neficiar seu Dir,•tor? Será que já pnssou por lá alguma inspeção ,:anitã­ ria. oor autoridade comoetr.nte? Ou a _saúde pública continua jogando com U {sorte? E a Iuaço financeira como an- • àa? E t.S impast,,s municipa1ender o Sr. ,Prefeito ~lunicipal executando juclicínl­ :mente a esses cúntribuintes, de vez que ·,quando de sua C&IDpanha eleitoral. e1e ,próprio concitava aos contribuintes em a­ '.trazo a não efetuarem os pagamentos de seus débitos para com a municipalida- Quanto as despesas com propagandas de (contrariando dispositivo legal, que ele I solicitamos tal informação pois verifica~ como bncharel, rn111to embora r.om seu mo frequentemente no video, em e _ registro na OA B cassado, os deve conhe- po Grunde a presença «o S ? cer mel!:ior que os contribuintes do mu- nulll afã de promover-se pesa{"!% • • • )N é d f t - ºª rnen E' mc1r 1 10 d rngu "g%,2%32 ao pensa• esquecendo . por completo llo '.funicípi~ meno e que o r. rereto, como can- que se propos a h.dministrur. didato prgava sómente demagogia ele1- Requeiro e.inda Sr Preident t ,· ª t t á f t d t . • - , • .,, - e, que es- ore1ra, mas que no entan o. ren e os os rn,orrnaçoes sejam prestadas c!ent·o destinos do ~1u01c1p10 age e pensü em do pruzo rcr,uJame 1 tar de,•idu t ' outros têrrnos. Agora ele já não precisa parihadas dos extratos e wen e acom­ do beneplácito do eleitor, pois já atingiD CO!Jlábe:s que se 'izerem documri.tos a sua meta, que certamente não é a do Pelas razões apr~"entad na~esshnos. ·1 v - as. en ores povo quo o e egeu. ereadores, solicite, a apro,ação do pre- ( . Est>1rnos, r. Prefeito Fernando Freitas sériamente preocupados com o rumo que I!.<; cohis estilo tornando em Jardim e diante disto gostaríamos e o povo mais que n!nguêm conhecer de srus reais propó ilos. s2nte requerimento. Sala da Sessões da Câmara .lunicipal de Jardim, 17 de Fevereiro de 197 Osvaldo Coimbra GrubPrt Vereador Líder dn Bnncada da ARE.'A Preço deste Exernp!ar CrS 3,00