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Brailla- O Congresso Nacional vol- 1 
1011 u ful'clOlllll' dia 1 p.p. A abC'l'tUrfj so­ 
lene dos trabalhos deste uno foi tren­ 
da pela leitura da mensagem do P'resl 
dont,• Ut•lst•I, que foz uma anãll,w cio dt•· 
Af'lllJJllnho cconômloo e politlco do Brn­ 
sil em 1977. Paru Gelsel, o uno pui;sarlo 
no plano Interno, foi c•mluentemento poli• 
tlco uilo tanto p1-1lo que foi feito, mas po­ 
las esperança8 que se crlrum de maior 
cior.iocrntlz:1çilo e llberullzaçõeg dos co.➔- 1 
tumes politicos. Na un analise, o Pre. 
~ldentP da [fopúb!lca r·c:couheco que o 
processo político l'm 77 deixou ulgum, 1 
traumatismos. Geisel justificou todos os 
pontos do "pucoto de abril", afirmando 
que aquelas meJldas foram provocadas 
;>ela miuor'lu npttixonada do Congresso 
Nacional. O PrcRldente admitiu que o 
''pncut..- de abril" cont:>ve várias medidos 
causistlcas, mas voltou a defender a de- ] 
mocrnclu relativa. Para Geisel não po­ 
dem ser consideradas questões essencl­ 
nls na democraola elPlçõ11s diretas em 
todos os níveis, e n. liberdade de propa· 
gnnrla J10 rádio e televlslo. Na sua a­ 
nálise pollllca, a mensaQ'em do Presiden- 
te ainda &dverto que as reformas que 
eatiio sendo encaminhadas pelo governo 
ser!lo realizadas sob u lnspir-tção do "pa­ 
cote de abril". Quando analisou aR rea­ 
lizações do governo federal no ano ps­ 
rndo o Pr,,sidente falou bastante sobre 
o programa nuclear brasileiro, alertando 
que a cooperação com a Alemanha pros­ 
seguiu em ritmo normal' A mensagem 
deetaca que a transferência de tecnole­ 
gin nuclear deve ser feito através d& 
cooperação internacional, para evitar 
que ~lguns países desenvolv:tm progra­ 
mas mdependentes com capacidadE: para 
produzir armas atómicas. a mensagem o­ 
hc1al salientou parn o relacic,namento e­ 
conõmico com diversos pises, lembran­ 
do as barreiras do protecionismo comer­ 
cial. 
B. IU, 
IGEM 
e Ge • 
maioria dos emedebistas {presentes ao 
Cougrosso. Mais de 30 parlamentares se 
retiruram do plenário, afirmando que a 
H. 
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de 
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Pru• 
Cu- 
Utll 
jor· 
de· 
de 
- Nesse aspecto Geisel destacou o sen­ 
tido dos negócios com os países socia. 
listas, mclusive com a China. Ao anali­ 
sur a economiu nucional e9 77 o Presi­ 
dente da República disse que conseoui­ 
mos um crescimento ponderável». P'àra 
e .e o Prc~ideote, o Brasil está aos poucos 
;° reduzindo sua dependência_ do exterior. 
,, A garantia de Presidente Geisel de que 
o .f t1a.cote de abril» vai condicionar as 
iUuras reformas politicas desagradou a 
, ini­ 
> de 
tala- 
, Nu• • 
mensagem presidencial mrevu o fim dos 
e atendimento patrocinados pelo enador 
Petronio Porte!la O próprio Presidente 
Nacional do )1DU, Ulisses Gulm,irã.i!, a­ 
firmou que na mensagem de Geisel de­ 
agradou e decepclonou. 
O futuro Presld6nle da Hepúblkn, Go­ 
neral João Baptista de Figueiredo, d1-se 
no Congresso Nacional que a plltnfor1n: 
do candidato civil. ~lagalhilM Pinto, é ex­ 
celente para o )108. O Chefe do N o­ 
pinou sobre o assunto momentos antes 
de ser instalada a sessão de reab1>rtura 
do Congresso, à qual compa.rect:u todo o 
Ministério rio Presld.ente Geliiel, 1:. ~xce­ 
ção do Ministro da Educação Ney Braga. 
Sobre a sua plfüaforma de governo, dJ,; • 
se o General Figueiredo ela nilo N,lá 
pronta ainda. só eslá pronto o foguete. 
O futuro presidente presenciou em pie• 
nàrio a retirada da grande maioria dos 
parlamentares do MDB, protestando eon­ 
tra expressões contidas na meosagom 
do Pres. Geisel entregue ao Congresso. 
p 
abot 
Q avião particular do prefeito de 
Jardim, Fernando de Freitas, foi sabotado 
quando se encontrava estacionado no 
hangar do aeroporto de Jardim. Seguudo 
o prefeito "estava com um voo progra­ 
mado para Campo Grande, em companhia 
de vários assessores, quando o senhor 
Emilio Gelelaite solicit11u o avião empres­ 
tado para uma viagem urgente õ. Pon­ 
ta Por!!.. Concordei, e com isso, talvez, 
tenha sàivo a minha vida." No aeropor­ 
to, o piloto do Dr. Fernando efetuou as 
manobras de praxe, mas não conseguiu 
levantar voo. Notou irregularida<les no a­ 
vião e imediata;nente comunicou o fato 
ao prefeito. Um meez.nico foi chamado 
de Campo Grande, e abismado. compro­ 
vou que o avião havia sido sabotado, pa­ 
ra explodir em pleno voo. Freitas, afir­ 
mou que n "sabotagem foi efetunda por elementos 
de,eontentes com a minha política," En­ 
fatizou: ''foi por motivos políticos:· O ta 
to foi comunicado ao DAC e às autorida­ 
des. Investigações rigorosa devem ser 
efetuadas para punir os respensàveis pe­ 
lo ato criminoso. • 
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Tribuna 
o J ral 
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Getel, em d.siuto 
pronuu'iade em a. 
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campanha ntrot traí 
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protecionf tas que L. 
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mlco lntorouclonal u 
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se ser "imprescindi. 
vel" cooperaço 
economlca rnternu• 
cluonl, reconhecen<!o 
que o ,'Js1Jlacloni11mo 
e a defesa unilateral 
rle lnlcre11ses acabiun 
por so transformttr 
em um jogo oude só 
há perdedores'' 
Deputado acusa 
Seaador de ter 
sugerido ca saçõf',- 
Enquanto o Sena­ 
dor Mugalble1 Pinlo 
reafirmava em Era­ 
silla sua intenção de 
disputar a indlc11ção 
para a Presidência 
da República, na pró- 
xima convenção da 
Arena, e aos jorna• 
Ustas dizia que o 
problema da anialia 
"devo ficar por con­ 
ta do Congresso, em­ 
bora eu seja fa vorá· 
vel a ela". em Belu 
Horizonte o deputa­ 
do Sylo Costa, tam. 
bém da Arena, crlti• 
cava Magalhães. Da 
Assembléhi. Legisla­ 
tiva Mineira, ele pro­ 
nunciou-se para 
•·mostrar a incoerên­ 
cia da posição ego­ 
istica do Senador 
Magalhães Pinto, qu 
por isso mesmo não 
pôde e nã.o vai ser 
o caodidn.to apoia· 
do pela Arena". 
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maça e credos, politlevs e religioso, 
ror111u11do 1111 co11fralol'Ulznçií•> J'Ura de 
fdenls sublire um colegindo que tem 
por ohjt•tlvo pdmordl11l o bem Chiar du 
coll'llvlcl11!1r. 
A diverstdude de procedência e de for• 
muçno truz contH'flUl'11IP1111:!ntP u dlvernl­ 
dude de iMlus, que pr,•pMclonam a l'a• 
cllldadc dr. vlslu?.1brnme11to dos rnalH 
variados ptismus dos ussuntos truz±los 
a debate. 
Interessdo em todos os ornuntos quo 
dizem l't'Bprilo no de!'envolvlmento l' no 
sllDPllmento da vldu du comunltludt', o 
rolurlano não perde as exorlenles opor­ 
lunldn<les quo lhe of<m·oe o congrnçn­ 
meoto frnternal elas :-runlõer, [L'riódlcas 
para trocnr idéis r.o m os eus compa­ 
nheiros, urgindo dai um debute franco, 
omlstoso e de grnado proveito. 
O rotnriano é um colaborador deapre­ 
teacloso, que njudu com na turnlid1:1d11, 
desinteressndnmE'ote, procurando dar de 
si sem pensnr em si. 
Ao rstudar 08 ussuntos Importantes da 
coletivldadr a que pertence está fazendo 
politlca, !L mni& pura a mais s a d i a, 
n mal elevada política, que busca o 
conhecimento p1·ofundo dos problemas 
di:! m11ior relevância e teotn encontrar a 
melhor forrnn de equacioná-los. 
Todos os povos tem os seus proble­ 
mas, proporcionalmente à quantidade e 
à densidade de suu população, assim Be­ 
la Vista tem 08 sem,: µolíticos, admini11- 
trativos, de saúde, de auneamento, do 
tran1,portes, de comunicações, de ener­ 
gia elélrlon, do segurança, de educação, 
de civilização. 
Parabens aos rotariauos de Bela Vista 
que no seu despretencioso compnnheiris-1 
mo procuram com entusiasmo seguir o 
eaminho traçado pelo iJ.elal l'0tário de 
cooperação para e bem du comunidade. 
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·,· Bela Vista .. Mato Cirosso 
EP S 
, 
A revi»ta Vejas publicon ampla e slaredor 
matéria obre o pi/dia lura ar, ont«sr nto 
que o rime de arbítrio e de medo rvondu por 
tnais de der anos. 
Talr gota, quando n censura afrouxada + 
ree na »ragrm riiea de muita entr pode we 
mostrar ao povo brasileiro at onde foram 
ignorados o princípios de humanidade para in­ 
vestir contra n mocidade rstudantil que aiu à» 
rua em [98 e contra toda a oposição brasili­ 
ra, episódios que acabaram nas malfadas decisores 
1111 Juuu Miliwr na edição o AI.5 e de uma ,{,. 
rie de ontras leis de sr jn. 
E, as declarações vão 'o ex mini»tro do uprr· 
mo Tribunal Militar, Gal Pery evilacqua, confir­ 
madas por militares da tempera de Eclunrdo Go­ 
lllt.' « e de Cordeiro de Farias. 
O r..piM(,dio Pnru-Sar, íni uma tentativa do hri­ 
gndeiro Burnif'"r, riu Gubinetc rlo Miuit-tiri:> da 
•ero11iluli<•,1, tft .. utili,nr o H'ara-ar, tropa de ,. .. 
lilr ,la nrronáutica, criada para busca e alv· 
atentos, omo uma espécie de romnndu trrr0· 
rirtu rc,ntrn a· agitações estudantis e oposiocinistas. 
Depoi• ,,,. "'A""'"' nç,i,·, co11j11nlns CUIII O r,,. 
igerdo DOPS t'uriorn, os homens do l'urn-Sur 
foram incumbidos de 11111 :,luuo diabólico: ''l!111n 
itf{,in ne<IP projt'lo era fozer e;,.plodir o ~usô111c· 
Iro rio llio de Janeiro, em frente no 1errninnl ro, 
do, iário 'ovo Hio na hora do rush. Outros de- 
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por fun, quarenta poltii se altares, 	lei 
o rovradr Laurrda, o geral Mf rio li 
ll:•1 r o briei deiro lr na lris sra, r 
qurtrado pelo aras- sr, clorado a b ado de 
um wviio DC.# e lanads ao mor 
Tudo iwso, É claro ria jolo á responsaM) 
da«de dos omuni«tas qur a empla da Ale unha 
pré.nazista seriam «liusina J, .. 11-11 ~r:14" r,. 
E isso, o brigad iro Burr tum trelro n!+r 
mo egundo o minitro Hsil que) to +!4 
ao firmar que ·era hela a hora de un a n a 
• 11w111aliúUdt-, urr•:t nh,.1 l- B 
1 
j. ,, C.11,, ,, , 
mostraa-e fraco, 
,ota e ila taa no Poler nesta época a 
ua margem, como se vê grupos de vxtrema di. 
reita apre+asam o processo que desemboraria no 
.1.5. 
O banho de +ague, que jamais permitiria a 
rreconciliação da família braileira foi evitado por 
um tmples capitão, líder e chefe do comandos 
do Para 3ar; ergio Hibeiro Miranda de aralho. 
Deixou de cumprir uma ordem uprior J> l.t 
primeira vez em sua ida e não ceit.ou a missão, 
Tinha drz anos de heróias mi •. ,,,.. (h ,eh,, 
A azonica ou do A1l:iutic·u; '-er,irJ J,- p.Htf'ua 
nos fundos dos sertões e sempre lutou contra a 
mortr, 
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n • 1 
f,·J lo . . . 
a ta J 
f"I ll li l 
llu 
(· rr'1 1 
rio n 
teve o [trrsno «t »nuas t ào4, 
0» nomes dos ide,h aos do 
diabólico plano de a«inatos 
de rin .,.. , 1n11n ,ari1111 
prestigiados por altas patente» 
.. nuturi !ades. O capitão+rgio, 
h11111ililt' J;,:11 jnJ I u., 1 ,f ,rw L 
forçada que se reencontre a 
ju-1 i<.r., 
Justiça que todo o Povo 
f'~J}fr1l >or11 t(IH' ~,. troh, l•:tn 
quilidade e a pw ronuhada 
pela exceção e pelo arbítrio. 
(De H'asso Fundo H> - epei­ 
ol para Tribuna) 
Carta 
... 
a 
Redacão 
} 
Salve o dia 20 de fe­ 
vereiro! :'lfeus sinceros 
parubéns pelo trnuscur o 
de mais urn aniversário 
dn querida "Tribuna do 
Fronteira", fruto do vos· 
so arrojo e dinamir::mo. 
Estendo as minhas feli­ 
citações a todo elemeut0 
que compõe a vossa 
equipe. Desde o nno de 
1974 venho acompanhan­ 
do, passo a passo, a 
vosRa camiabodu ascAn­ 
dente no campo joro::i­ 
lístico, teodo ió, inclusi­ 
ve, em ocasiões irnterio­ 
res, manifestado minha 
cre:r1ça em vosso progres­ 
so, hoje cristalluamllnle 
acentcado. 
Asso2io-me ao povo 
b>?lavistense para render 
as minhas horr;enagens à 
"Trihun!.l. da Fronteira". 
A tencicsamente, 
Dr. João de Oliveira 
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São Paulo, 3/03/1!:!78 
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t'.L lnlolutlvo do Mobrnl. 
A Campunhu vi 
atencler nos ulunoi> cio 
Progrumn. do Alr11 botl:t.ll­ 
çíi.o Funolonnl. cnreutes 
e som oonrliçõeR de fro· 
queuturom ns nulas, por 
defic1ênclas visuais. 
A Coordenaçfio Esta­ 
cluul do Mobral /Sul/~ll 
espera, com este lncon­ 
tivo, melhorar aindu mu­ 
s suu produti vldude com 
vlstu à en'ldlcaçllo do 
nnulfabl'tlsruo uté 1.980. 
:1obral Purtlclpa 
do Desenvolvi.nento N­ 
cloual 
Esportes para Todos 
t • 
d 
Vrr11lculn <lo tlla: 
"Dous tonllll tt1hrnrlc61dlr, d• 11fl111
1 
nnH 
nbuocoo fuça resplandecer o seu Tos­ 
to obro nós, H'ara que e conheça na 
torrn o teu c11ml11hr1, o orn torlns nR ufl· 
ÇÕPll II tua Halvnç/'io" (S11lnio H7:I r:!). 
Qunnrlo o povo qu D,•u,; hn1,l11 e11- 
colhldo como 11uç!lo 1rnnt1t, Clf'tava rwb­ 
Jugdno por FurRó, no Egito, Ele mesmo 
provldonrlo:1 o reate, o livramento: "E 
disse o Senhor: Tenho v!s!o atentamente 
n uf!l~f[o cio rnPtr povo, que PRlá no Eizl· 
to, u tenlJo ouvido o sou clumor por cn11- 
S(l rloA fXatoren, porque co111Jeol ns sunfl 
dores" (Exodo 3:7). 
Vocô, qur 6 pul, nfio g0storl11 ele ver 
o seu fílho srnclo mnllrntaclo e u!llgldo 
lnjuslamento. núo ó meBmo? Assim tum­ 
lJ6m nconteceu com o molhor Puf do to• 
do mundo, em rolucAo no homem, sua 
crl11tura. E ussim, o Senhor nosso Pui 
foi até ifolAéB, quando 2ste estava culdon• 
do do rebanho do seu sogro. o o comis­ 
Flonou piu·u o gruudP êxodo (nmu sufdu) 
"Vem 11go1·u, pois, e eu te enviarei a F­ 
rnó. pnrn que tires o meu povo, os filhos 
dt' Israel dt• Eirllo" (Exodo S: to). 
A Bíblia diz que em Deus nllo há 
dúvida nem sombra de variação, Isso 
quer dizer que Ele não conillderu os nos­ 
sos pecados, as nos •ns faltas para disso 
nos advenha a pRz paru o nosso cpr11ção 
O pecado 6 rebelifio contra Deus. E,,quun­ 
to o ho1J1em ufio rticonheoer que ele es­ 
tá em rebelião pnni com Deus, no eu 
coração reina Ulll turbilhão. uru dosussoa, 
sego. O antluoto, porém, é confessarmos 
a Ele os nossoA ptcados. porque ele é 
fiel ~ justo, pura nos perdoar M pec.1Hlos 
e purlflcor-nos de toda a lojnstlçn. 
(contlnuu. no próximo núm«ro) 
Pastor Jeremias Vicente da Sllvn 
Pastor Batista 
ORAÇÃO PARA SEMANA: 
Nosso Pai. ilumina nossos corações 
e 08 nossos olho3 a fim de que vejamos 
e sentimos o grntl''e gozo rle obedecer-te 
em nossas vicia, diárias. Ajuda-nos a 
tel'tarmos 11 verdnd<' de que somo11 real­ 
mente livres, quando submetemos à tUt1 
autoridade paternal e cumprimos os teus 
mandnmentoi; ... Por umor de Jesus. Amém. 
BONITO - ~.!ATO GROS50 SUL 
de Soares e Soares 
,O VALOR NÃO E3TA NAQUILO QUE 
FAZEMOS, MAS N A MA N EIRA COM.O 
FAZEOS. 
n1o 
ra de série os forn cne 
11d1- c1 1 t • pela I IN, ,t. n 
xos e n carne t 12 r 
digo especiwi. 
A hora (• p; < r r J I J'll• a li r 'li )' 
ga do equipamento gráfico, pura troe 
s velas mquluas Importa!u 
o Jlrwncl llll!:'U[O l'/;' ~lf, ravur,•r•' 
a aqulslço de máquina UATU noviuh4· 
olfl folha lOV' 
11 
nuci,Jllal'-, !11 nl: 1 pr 
II 
J 
tlvidade, O processo FINAME pode er 
e,caminhado través de qualquer Mi 
c!o I3u11córlu G r·eprl•seot,.wtc l / l l
1 
r~t, ,l 
ua disposição! Solicite esclarecimento. 
Serenidade 
"1"rnnoil<• cow culmn 0ntro n bulha 
e pressa, e não se recuse á paz do 
sllôlll:lo. Sem sncrlficur os seu prlucrp•o.'.l, 
f ( o 
Nove ex-militares do l l.o n ... ~!Ílllt'f'l{) dr 
Cnvalnrin sediado em Ponta Poril e que facilita­ 
ram a passagem de IU quilos de entorpecentes 
na zona do fronteira, serão julgados no dia L.o de 
morço pelu 9.a Circumcriçiio Judiriúrio )lilitar, 
senundo se revelou a,,inulando que os uo 
,·eª elcmentJS, pre•o, em flagrante, forarn exclui• 
dos das fileiras cl,, Exército. 
Os cnvolvi•los na operaçllo funcionarnm 
como "butedorPa" do• uoficantes Eliu• !'ieri Bispo, 
de l anos e Aduin• Pntricio de Freitas, de 26 
ano•, que também fornm presos e 6er~o julgados 
pelo Trihuna! llilitur, EOh a presidência do juiz 
auditor Vldir ilveira de Melo. O ex- milirnres 
.. ,tüo ir.cur,;o~ nos nrtigus 196 290 e 308 do C Ó· 
digo Penal Milita, referentes a corrupção e cri• 
me contra o ,oúdt:. 
Os réu3 estão recoibidos no 11.o R de 
Ponta Porã .- •erão tran•fcridus para Compo Grnn· 
de um dia antes do julgamento pelo Conselho de 
Justiçu Permanente da 9.o Circunscrição Judiciá­ 
ria Militar. Os envolvidos são os seguintes: José 
Marinho da Silva e Ramuo Vieira Lopes (ex-cabos); 
R s 
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('01 ,{!rt:l• . 	• d 
raposa,, Ma: 'so o egu 
p .. ra 11 1 trtud, 	1~u11 l 1 •· 
bér e u1  f ,1 	110 lllll'liJO 
Muitos tcelos do cnnaço e da 
Hohd/'10. '.'oe.: é 'filho 1!<1 unl, .. r n, <'• 1 ,,, 
os árvores e as estrela, e tetu o direito 
de estar aqul. (Excf>tto eh ohm ,le . !,X 
HERMANN, poet e tu,ttólogo l!W rlc.:,,­ 
no, que viveu út· Jo7~ 1l !Hl;í.) 
ll~u~,li10 .lve• tle- l.iuw. A1rtonio Qniri::.:o dr Oli• 
veira, Alerto Denitc• !Jr,ondúo, llip6lit1J L,111r,•i • 
ro, Ed•on Lsra tle Sonza, Frane,ico Horlri,.uc~ cl:, 
Sihn e José Lourenço l'oe; (,·x••olcludn), bem Cu• 
mno os traficantes Elias Neri lli,po e Adnias Fr.,11- 
cit!co de Freit••· 
Todo9 os envolvidos, utilizando-te de fu,. 
ca e uma camionete. passaram pelos postos de 
Pacuri e ão João Guaçu, na fronteira Brasil Pa. 
ragai, transportanto cerca de -105 quiloe tle tnoco· 
nl~• ern fundos fal-os devidu111e11te di,forçudo3. De· 
pois ,lc uceirurem o suborno, o ex .. 111.ilit..'lres uin• 
du acompa11ba,uw os trafic.i11tes nté n ultropa•-ll· 
gem dos po.to, d.- fi~caliLaçilu t: receberam mui, 
de 2o mil crur,ein:, pelos <·olnbora<;<ies. 
,s operaç,>s foram Je,•adas a efeito no 
período compreenido entre outubro rle 1976 e 
janeiro de 1977, ,, 1undo revelarom fontes da 9.a 
CJ:I, fri,aado qDC' rodo. os rniliturf'€ corrupto• 
~úo expul,o, e enqouo.lrudus nl>B dispositivos d<,. 
código penuis para que sejam deida e exempbr• 
mente punidos. 
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Sul

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Pm, tomo ho[e ns ntmos melo 
r natful, começatnos a nu#sa colu- 
, a cut, ult curiosidades o outrs 
eolt. 
1Jol11 de llorrucho. 
IJIZ(llll (jlJ(' e, hilóvflo Colou:ho fnl ) 
primeiro Europeu ver uma bola de 
jorraeh batendo no chão e tornndo u 
altar. Quando o navegador desembar­ 
ou no Haiti, viu os indipenns brincan­ 
nn com uHt<• cHlrnnho nbjc•to N,fórlco 
que ultavn de um Ido pura outro. A 
lorrach era, até ontfo, completamente 
desconhecida dos Europeu. 
O lult'Allno dolgado do uma pei-Hoa a­ 
dulln tnJJt oito metros de comprimento, 
) iutestino grosso tem dois metros. 
O Logo Tllleac 1 está nn Cordilhelm 
{ dos Andes entre u l:lolfvlu e o Prru. Me• 
de 8.330 km'.! l' efllá a :.J.812 metroo Hei• 
mo do nlvel Jo mur. 
O mrr·curlo tem cor de pratu e ó um 
metul lfquldo. 
Os n>gt•lnlH vlve!",; multo nrnls tio que 
os animuis, em erul. A baleia é o uni­ 
mal quP pode, atingir mais idade, clic­ 
guudo nló n mil uuos de -'Xlstênclo. 
RerQo Juton::nllco 
Um eutudaate Hindu de treze anos, 
chumudo ~litrudas, inventou um berço 
que começa a tmbalar.st- quando a cri 
on('a começa n chorar. Um microfone 
colocado trfln!,formo as ondas sonoras 
do choro da criança em Impulsos eletrô• 
nlcos. Duas válvula1:1 !.lmplificlim os lm­ 
pulsos ti fazem funoioaar um relé que põe 
em movimento um motor. Um simples me­ 
uanismo de transmisRtio embala o berço, 
Quunto aoR vegetais, as sequólo& da 
Cdlifórnia vivem r11nls de tres rnll ano!'. 
O í3üobl1. ó.rvore r,atlva du Ardca, ultra­ 
passa os mil anos de exislêncl1:1. Aliás 
o Baobó. é a árvore quo tem o tronco 
mais groi;so que se conhece: 11 tinge a 
dez metros do Dlllmetro. É tüo grossu 
_, que servP de cabana aos negros. A pa­ 
lovra baohá significa "ó.rvore de wll a­ 
nos·•. 
E qual é o vegetal de vlda mais curta? 
Sabe-se que as flores do trigo vi vem 
em média apenas duas horas. 
O Inglês ,James Parkinsou, atruvessou 
1 boa parte da Europa e finulmeote con• 
seguiu chegur a Moscou em seu calham• 
beque apelidado "Velaa Caroline" A 
'Velha Carolina" utlnge a velocidade 
.'~ máxuua de 2o km por hora e tem mo­ 
tor de máquina de cortar grama. 
Humor 
Dois meninos compararam os sujeiras 
das mãos: 
- A minha mão é mais sujt1 que a tua. 
- Pudera, você é mais velho. 
No consultório do dont,ta 
-Por favor bra a b ca 
-l', (lllh. 
-- Mos não precla abrir tanto, u vr,u 
finar cl•, ludo <I!' for,1. 
- Doutor ... siuto muito mas não tenho 
condições de servir e, ' exército, tenho 
uu ruído no coração. 
-Não faz mal. Agente manda você pa­ 
ta a artilharia pesada e ninguém vai 
ouvir nadu. 
Nervoso, o repórter e aproximn da 
Ili( 1111 rio n dulc•r chdr. 
- Puxa taoço, um violento terremoto 
des' Iiu a cidade polonesn de Szcybrez­ 
Ht'l'Yf!CZ! 
- Verdde?!...Mas qual era o nome 
unleR do terremoto? 
O gnrnllnho procurou o médico vete­ 
riu@rio e lhe disse: 
- Dr,utor·, ou queria que o sr. coosert0R· 
se ci.r:e r lógio. 
- Mus eu nllo AtJu rrlojoelro. Sou vete­ 
rlnõrlo! 
- Eu Rei, 111as este aqui 6 um rnlóglo 
de Cuco! 
i1qul na Prloces:i do Sul, muita movi­ 
mentaçiio em tomo da Cooa Arizona. 
Que já está pegando fogo. 
Não 
Tipografias 
Ruy fffiarbosa 
l p ir t f r d I l'I Jí 1 1 U li ri • 11 
V co d MIrand. . 
in rorfrd 1 tJ • Dornlr rc, ! 1 : ti . 
a partir das ,0 hora no primeiro , l - 
coutro: 
Big-lar x Gunandy .O Verdo Aqutda 
aucnse. 
A partir dn 10.00 hora": 
ílelr11 lllt1 x. B0clto 
Ainda está para acontecer muita col 
a boa ne.ssa copa Arizona. pois temos 
mullaa oqulpcs boat' e categorirtó , p .. 1·­ 
ticipndo dessa referida Copa. !::ó que­ 
remos, e esperamos que tudo h rmino 
bem. 
Hu:nn Euquete feita pcl<> RJc!lali-ta 
lluuro 1.úcl<l Orllz du Hndio Independen. 
te, de quem ri a Equipe campeii da 
Copa Brasil, o tlme de Bdo liorizont• 
foi quem obteve maior número !!e vot· 1:1 
seguido pelo So Pulo, Operário, e por 
último o Londrlnu. 
Bom aqui entre nós o campeão Fedi 
o Atlético mesmo. Boa sorto. 
Correspondente - A.R.B.t 
para 
É um agradecimento aos Clientes e amigos que conosco labutam diuturna­ 
mente r,ara o dP.,;envolvimento do Estado de Mato Grosso do Sul. 
e 
e 
Vender 
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morno ml uni 11110 de fundnço de l(o­ 
t11ry lntorlH11•lo11nl, notl'i vel luHt!tulçi'lo qur• 
nu·eu do fdenltmo e rio onpfrllo laumn­ 
nlHtlcn do rande filantropo Paul Percy 
flnr rlR. 
So decorri los, pols, 73 nos des­ 
rto quo foi llll'1çada II ltlól11 do wrgimc•n­ 
to Je umu org1111lz11çno clu11llnncJu a lr- 
11w1l/lr OH honH'llS de lrnr, vontu,I<', 110 
mundo inteiro, em distinções de cores 
politlens, filosóficas ou relllos. E, ne­ 
te dIn, onde h um unldado rotárl, es­ 
tA He11Jo n1rnlnul11rln n efeméride. 
Rotaf'y foi lundudo o 23 do feve­ 
rt>lro do lOÔ5, DU Rlllo 711 do Edlflr:lo 
Unity, à rua Deuborn, em h!capo numn 
re111111lo de quatro parllolp 1utes ldrnlM11s; 
Paul lforrlR, Sllvt•Hter Schhile, dl,trlbul­ 
dor de carvllo; OuPtnvu11 E. Loohr, cuge­ 
nhelro de mteração, e Illrun E. Shorey, 
alfaiate comerolo1tte. Junlnram-Rr no gru­ 
po, no mesmo auo, Hnrry Ruggles e 
WilI Jenson. 
Iustluido o Clube, foi ele!.ta sua 
1!! diretoria, osslm coastltuldn: pres. Sil· 
vester Sohiele; Reorotórlo correspondente, 
Wlll Jenson: secretário relator, Hlran 
Shorey tesoureiro, H. Huggles, sendo 
que este último uio quis awsumir o car­ 
go alegando, pum u renúncia, u sua con­ 
digo modesta. Contudo, em 1907, seus 
compauheh"o6 oouduzlrnm .. no à presidên­ 
cia da entidade que ajudnra a fundar. 
Formava•t1ll, :isstm, no principio des­ 
te nossu século, uma a'!soolação de ho­ 
mens bem lntonclonudos, decididos o dl­ 
fundlr os sentimentos de solidariedade e 
comprellnsilo. 
Ninguém poderia 6Hpor que ao lon• 
go de niais de 7o anos, voluntários viri­ 
am a unlr-t!e à benemérita tarefa de pro­ 
pagar no mundo o !deu) de um sadio 
oompanhah-lsmo posto u Rerviço do pró­ 
prio homem. 
A primeira oon venção vcrlficou-rn 
em agosto de 1910 uo Hotel Congress. A 
essa altura, os clubes eram em número 
de 16, os quuis, eru 1922, pussarom a de­ 
nominar-se Associoçüo Nacional de Ro­ 
tarys Clubes, 
INTERNACIONAL 
Gi'Rndt> nos objetivos de huo::nniza • 
çüo, a idéia eclodida em Chicago. ga 
nhou o Estado e o Pais, espraiou-se, cor­ 
tando oceanos, e instalou se e Havauu, 
Cubu (1916), 7lanilia. Filipinos (1!>19), ~la­ 
dri, na Europa (1920) e Johannesburg na 
Arrica (1921). Co1,cJuíram os rotariano~. 
que o que h' viam proposto a prática de 
serviços altruisticos ultrapassara as fron­ 
teiras da nação e estava fazendo prose- 
1 
litismo bem mais longe. Era, já agora, 
mele do que uma idélo. Eru um movi­ 
. mento solidário conquistando seguidores 
num mundo Ivro. E aslm, de a«ocaço 
nelonnl, pto em 1921, em declso to­ 
m11<1a 1111 C'lrlude rlP 'fnlbournc-, na AUs­ 
tt lia, n chmnre Hotary Clube Inter­ 
nclonnl. 
l!ojo. Pilo 1'1:i mil rotaria11011 ll?,rv 
pados orn 17.396 clubes esplhado por 
lfi2 doi: tRo pul11es exl,ter,tes no inundo. 
Uma Imensa coligação de profissionals 
elo clus,PB dlfnontrs, mas, voluntlriu­ 
mcutc unlcloH por um Ideal comu1L: li 
vulol'lzaç!io do homem. 
I 1 1 1 "" por QUA'l'RO ,VL·:-;,'11),", O R9tary ntornuc onu e .>,.,.!, 	,::. 
uclomaç/lo, i;eu presldeule e este l'ijCOlhr.: 	é uma 
os governadores indicados pelos clubes Pode-se dizer que o Hotary 
que Integram cada distrito rotário. Os entidade filantróprea? Sim. 
1 
, 
clul>cA, por uu vez, tem um presidente, Uma rnautroµlu que nada tem e e 
secretório e tesoureiro. 	soflstlcu<lu. Ori rota!ltrno fuzem 
O 
br~, 
Compondo o Psquf'ma orgunlwclo- mus nllo querem, nem de longe, ser 'o- 
nal du entldr.dt>, E>xlste rm cuda Estado mado por filantropos. Digams que prn 
de cada País a Fundação dos Rotariunos, ticanu um humuni-mo filosófico na busca 
qne todos os ,mos promove a Semana de umu Aocledade ~ue se uproxlme, n ° 
dn Fundoçiío. Tem personalidade Jurldlcil de uma perfciç!lo, utópica, mos que AC 
própria e é ligada a àreu Internacional. &luta 
O 
mais pos lvel fellz com os seu~ 
Corresponde-lhe 11 missão de financiar modelos de convlvênda humana. Uma 
estudos forn do Pais à escolha do srciedocte nn quul uün se tome tão uo 
candidato. 	pé da Jelru a IraAe "O homem ó o lobo 
08 rotarlrtnos reúnem-se num al- do próprio homem". 
moço ou jantsr semanal, sempre com um Os rotarlan1,s seguem modelo ético 
polei;trante, que abordará assunto do 11uu aplicado à tarefa de tornar o homem 
especialidade ou ramo. Tambóm homena· digno numa vida digna, na raz!ío direlll 
gelam ever.tos municipais, est11outlls e na· , do compc,rtamento da,; pes<;r,as .. 
clonai, nos países onde possuem sede. , A filosofia de trab3lho está volta· 
Algumas das multas tlnalldarles que o Ro. j da para a valorização do homem. Cada 
tary se propô!!, 01ide quer que exlt<to. um estrutura de ação compreende quatro 
de SE'US cluhes: 	a venlJa'l ou mttas: 
6 a) . Serviços Interno,:; - admiRbÍÍO de s • 
~º) Dar atençll.o espec!nl à criança, cios e outras atividades administrativas; 
detendo-se em particular o problema do I b). , erviços proflss!onais - clh'ir o !:iÓ• 
me'lor nbaudonad?,. para Isso conctando cio roláJio no seu trabalho, mostrando­ 
com órgãos especthcos. 	Jh<> os êxito,; na sua categ,,rta ptúft_sslo- 
29) Colaborar com iuiciativas que te. nal, tendo sempre o lema "Dar de si un­ 
nham por propósito o prestução tle eer- teR de pensar em s1 . 
viços à comuriidade, onde o clullti tem e) - Serviços à. comunl~ttde • correspon­ 
sua sede, prestação de serviços que pe- dendo ao clube da localidade, colaboran­ 
drró alcançar duas faixas de ansli;tência: do com as iniciativas da r.omuurda .. e on- 
social e médica. A esposas dos rotari- de ele está situado; . 
anos po.rilclpam dessa ujudn. 	dJ • Serviços intern!:leicnals - estimular, 
3%) Incentivar junto às escolas o sen- atravé de coni;tante corre&por,,d~nc1a en­ 
timento do "Melhor Copanheiro", agra- tre OB club~B P. entre os rotariano, o 
Clllndo com diploma o que for eleito o maior relacionamento entre os p01ses co· 
·•Me.lhor Amigo". 	ligados. 
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A distancio 
!Relativa 
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Aula 
Curso 
Inaugural poro o 
de Magistério 
, prorc1111orn Mnrla Louroft•o f'lullolro I Outro problema para ensino de Be- 
c•x diretora d Escola "A CASINHA FE- Ia Vlr;ta 6 a <lo que o Eistado pratlcamon­ 
LIZ"', n convite da Delegada de Ensino te impossibilitou o funrlonurn ulo de es­ 
tlt• {Jt.la VIHIII, Ollcu Ltuo, proferiu a u- colas particulares. Com isto vimos em 
la iuuural para o Curso de Mistério. nossa urbe fecharem-se as portas dn Es­ 
Dt•mo ,struncli, conhecer profundurncnl<.• o col1t P1iro11ulul S,111!0 Afonso, templo do 
setor do ensino em Bela Vita, a pro[es- uber, responsável quase meio século 
,;oru ~luria teceu importa ates oont:1i•J1•ra• pulo ensino o formação religiosa de gran- (0 Só podemos fazer o mdllor qu'ltl 
ções respeito. Estas foram suas palavas: de parte d tos população. E o que do nos sortimos bem fislea e mentalmente 
Srtn. Uilc'n Lino 	fizeram UOHHIIH uvtoridades para evitar Sem saúde a criança jam»is dominará 
Prezadns Professoras tamanha calmidade'? Simplesmente nada u lt-itura, a P8Crltu e .,, aritm,tf •.1. 
Queridas Colegas 	cruzaram os braços e quem p rdeu com Não se pense, nem de longe, que com 
Fui honrada com o convite pnra l!nrn foi a uobsa juventude. 1 es11ai, cx1gêaciai. u e :!ola e11t!irie. a~:-u- 
profetlr a nula lnnugurol de lTttglHtórlo. Quando lhot:1 fulel das diflculdodes para m!ndo as turofos do !nr. L!lr e colit tlll 
Primeiramente, prubenizo com vocês pe- us escolas particulares funcionar:m falei complementam. Cada escola pode auxi. 
ln opção que flzeruo, pura a carl'Plrn de com conheclrnrnlo própl'lo. Fundei "A llur o enriquecer o qut· outra edlújh. rcu­ 
professora pois, pesar de todos os pl11'- CASINHA FELIZ" e núo recebi qualquer llzando com a criança. 
calços du proflsrJ!.io, ~ nobre 11 vocação colaboração pública e, pelo contrário, ns 
pnra o ~'lnglRtéri<J. Com certeza multus de exigências obrigavam-me o ingentc1:1 es­ 
vocês nlio parurllo por uqul seus estudos forcos e upernr de providenciar a sua 
porém todas estarão em condições de regul11ment~1ção não CGnsegui em 3 (três) 
com Od coaheelmento!l adquiridos, dedicar anos a SU<l normalização peranto nossas 
nos nossos escolares e ou ao8 sous filhos autoridades estaduais e, quundo do seu 
parte do 6t1U nprendlzado njudondo-os a- fechameulo, fui obrigadu a faze-lo dentro 
tornar menos árduo o caminho do sabor das exigõncíut:1 legai9. 
Sim, tenham certozo, a grande causa dos Todavia, Bf' fldses porentosee abrem 
insuce~sos nos vestibulares de nosso11 a crítica coastruliva, não foi com outro 
jovens é devido n Insuficiência r1rlncipul· objetivo se;uão encorajá-las pois sómente 
mente dos ensinos pré-primário e de 1º vocês lutando, ou seus alunos com os 
gruu; 	conhecimentos que vocês àeram, poderão 
Corno mãe e como mestra sinto-me mudar esso estudo tias coisas. 
no dever de nlertà-lus sobre a precarie- O que nós como mães esperamos 
dnde do ensino em Bela Vista que é nos- da escola? P;;demos sintetizar nos seguin­ 
sa cidada e da qual partilhamos no nos- tes itens: 
so dla·a-dia. 	1º Deve preporclonar às crlançan o, 
E1:1sa deficiência do nosso ensino portunidades para desenvolverem :mas 
é devido, em grande parte, falta de vo- apttdões. Não se deve tolher as crianças 
eção e dedicação de nossas profesRoras. bitoiá-las, e.:quecidoõ de que cada uma 
Para n brnçarmos uma profissão devemos delas tem aptidões natas mas sempre 
prlmeiramentP. nos conscientizar d& voca- ajudá-Ia.:1 :r.10 desenvolvimento dessas ap­ 
çãu para s. mesma. A prc[iõsào de profas- lidões. 
80ra, principalmente pura ao normalistas 2º As crianças devem aprender convi­ 
que cuidarão de mentes em formação ver com os outros, pois o mundo para o 
cclt1horando com os pais e ampliancto a qual as preparamos demanda relações com 
educação do lar é um verdadeiro sacer- eutrl.'.s pessoas. A. falta de habilidade em 
c.lócio. Não pode a mestra que se preze lidar com os outros pode ensejar proble­ 
do seu magistério lrnzer para a aula mas de adptuções quer no emprego quer 
problemvs que lhe afetam a vida fami- na victa i;ociul. 
liar ou social. A mesma há de trnzer aos 3 A prnfessora primária at1l>l.liZ<Jda 
seus. alunos segurar:iça em si mesmas, deve entender que os conhecimento!" que 
conf~ança na professora._ e isto :;ó ~erá ) interessam à l!riaaça é o imediato. o pre­ 
poi-st~el com drlmonstraçoC's de carmho I sonte, fatos do ditl-a-dia. 
e umiznde. Pra o aluno a professora de-1 4º O mundo incerto em que vivemos 
ve ser admirada, bonita e sempre meiga nos o brigam a proporcionar às crianças 
e carinhosa. 	1 os meios para enfrentar e resolver seus 
prob!MJlll!. 
° Toda criança tem c.pucidad d 
ser original quer invent .do {déh quer 
habilidades para fazer amig . Deve a 
professor juaar o desenvolvimento do 
e pirito criador 
. ,, 
Desnecessário serie. ainda dizer que 
o que faz boa uma escola so: Bons pro­ 
fessores e instalações adequadas. 
(Continuo na últlm1.1 página ... ) 
Tribuna da Fronteira 
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lnsc. Est. 130953312 CGC-)1 F: 03.200.763/0HU li 1 
Hednç.io e Administração 
R. Duque de Caxias /n- Bela Vista MI. 
Oficiuna: Hua Duque de Cn.xin• •/n 
Bela Vista 	.foto Grouo 
Hedator-Chefe Ivaldo Pereira 
Administração: }laria E.tela V Pereira 
Departamento Comercial: Aharo Pereira 
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Assinatura Anual Bela Vista CrS 150,00 
Dem3iS Municípios CrS 200,00 
Tribuna da Fronteira é urna publicação 
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(' 
do, 
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'· 
prt. 
reiro' 
H'ara o!s o senhor 
pretore Ir? 
P'ara a França • 
ri' pond 11. 
-- E o senhor? inda­ 
garam do segundo. Pura 
u Italia foi a dei do 
, IOC :Ull p rgunta o lt..f 
cl'iro n pond ,u: 
- Quero ir para a 
Cota do Martim. na A. 
tricu 
-· T,ío longo? •xein- 
mou o argüídor. g o po­ 
br homem, com um sor­ 
riso triste. 
Longe de que? 
PE U A 
O+ artigos publicados com assinaturas dos 
autores não traduzem u opir.ião do jornal. Sua. 
publicação obedece ao propósito do debate doe 
problemas municipais e de rdletir as di~enas 
teudêncin,; do pensamento universal. 
Darcy Evangelista ( que 
tinha talento pra dar e 
vender) estava falando 
de um amigo comum que 
de tanto 1mces&o, rrn-loc~ 
ser "grande mesmo". E 
com aquele jeito muito 
seu de quem sempre es­ 
tava com pressa para 
fuzer outra coisa pois 
não parava um segundo, 
Darcy explicou: 
- Quando o indivJduo 
descobre que é grande 
é uma desgraça. É o 
fim. Adulto não cresce. 
é preciso a gente ser pe­ 
queno pra poder creecer. 
(Pedro Bloeh) 
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~Ido no Sr. Dr. Valdir Alves 
dn Silvo, Prc•i<l1·111c ,ln Comi~­ 
do l'rrmn11e111c d~ l.icilnçAo 
orompnohodo do rngninte 
docu,ucnlnçdo: n) 1-'olocopio 
nutnnl icn,ln ,tu Cnrlcirn do 
lndr111idnde; 
b) Fntocopfn autenlicodu dr 
prova de quitação com as 
obrignçõc• eleitorniH; 
e) Fotnrópin au1e111ir1uln •lc 
provn de qui1nçio com o Ser• 
viço militar 
d) Fo1oc6pin nutcriticnda do 
ca11io de idcntiíicnçio de 
rontribuinle CIC; 
e) atestado de residenciu; 
f) Ateundo de idoneidade 
íinnnceir11 forneci,lo por CitR• 
bdrcimcnto bnnrário; 
) Certido negati,a do• cnr­ 
t6rios do pro1csios de 11tulo• 
11nde tcnhn duruiclllo; 
h) Certidiio nci:ntivn doa 
rnrtório de distribniçAo dos 
fei1os crirninni• dos locais 
nnde residiu nos últimos õ 
(cinco) nno,.; 
i) Fotocopia nuteuticndn dn 
carteira do CHf:/A com vi,to 
no re,prctivn regiilo onde o 
,en'Íço será renlizndo; 
j) Fotoc6pi11 autenticada de 
quilnçiio do anuidade do Crea; 
1) Cer1idio do CHEA/, certi 
ficando que niio tem processo 
administrativo t" qut" oilo está 
impedid'l de exercer a profis• 
ão 
m) Relação dos ,eniços jú 
renliudos com npreEenlnçiio de 
atestado comprobatorio de sua 
cnpncidncle técnico: 
n)Relaçlo de equipamento• t" 
materiais perlencentcs no pro­ 
fissio11al nulônomo, de,tinados 
à realização dos ttnbnlhos 
topográficos, devidamente 
('ntnpro'nda sun propriedade 
medtnntc fotocópia nu1enticnd:1 
de nota fiscnl ou rrcibo de 
aquisição, ou ainda compron1• 
da n !Ua düponibilidnde nsse­ 
gurada através do contrato de 
aluguel. 
Outrn-s informnçõee poderão 
,er obtldaF na sede deste­ 
Projetr. Fundin.rio 
.Tnrdim, 8 de março de 1978 
artos Alberto Ferreira de 
Miranda Executor Projeto 
Funditírio Jardim 
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DlvergGnclas 
[	t e r+ante o 	q u o etá Aeontecn	- 
do na Htedação d 'I Hl	! H'	!': . • <.lul, íJ;rur,n 
e dividem, um favor vel ,10 IJr (' Plr, 
f'lr.,to "  t1reuclc1r 'J'urlnl, r outro, 1r,c,1, ll• 
do <> rnn<lldHt<J t c:1t11rlldoto LI:, Hrbo a 
vPr1•11dor ~or•dl, Odtllnn o d• p1it11du r. ri - 
rnl Ubnldo Harem, A colsa está pegando 
Iov,o ... IYllln, tutlo OIIl ''IJBhfl'I de 1,l ~I àllt:llK .. 
Opinià 
/ oplulllo pollttcn do Dr. l'.ly de 
Arnújo Barbos 1, para c11colh11 do próximo 
profl'lto pormrt'J ,1onsldo1nvolmentr. pois 
nlém de ssr o vereador mafs votado tia 
!?RONTElllA, (1 o Jfder do Purltdo (,RE­ 
NA) o o c11•1dldatu u Dcputudo Estuduol... 
6, pois 6 ... 
&hefia do Posto de Saúde 
Nu última rPuolllo do Diretório du 
ARENA, o Dr. CurlM Ocarlr.. Clic!o do 
Posto do Saúde de Bella Vista, Parugual 
rol indicado pnru u cbeflu do Posto do 
Saúdo do Bl•lo Vl1<tu, Ornsil... u tia! o cl­ 
dadüo ... ele o moço, competente ... e IDP• 
reco. Agora, quero ver ee o todo podC'rO• 
so Gnrclu Neto acelt~ a lndlca9ão do 
OlrP.tórlo, pois {JUru demitir o chefe nn· 
l•!rlor, não ouviu ninguém (do Dirotório) ... 
, ) /IV 
er ando 
p ,~ I.!. p 1 
rendo rat 
tra... 1 , el 
da sa otager 
'! !CUS .'' cru 
r 
Vereadores 
Em duas reuniões da Cll.mura Mu­ 
nicipal, um assunto foi ventilado. Por o­ 
cusllíu do nol:lsa edlçllo tispecli1l do Natal 
publicamos uma saudução da Cfimara, e 
nesta 11uudução, houvn um lapso: csque­ 
cemo11 de colocar o nome do vereador 
Nivaldo de Burros. Pois bem' alguns "e­ 
dh1" acbaram por bem, discutir o "gra­ 
ve problema". Pelo bem do povo de Be­ 
la Vista, pelu wls8áo quti os veroadol'es 
Devem Cumprir (t,u CAiam fora) nós pe­ 
dimos: pelo amor ele Dem:, preocupem-se 
com problemas mois sérios ... existe mui­ 
ta eoisa para um vereador se preocupar ... 
para h,to foi eleito. 
Mas ... 
ob:idecendo ordens da Direção ... la men­ 
sagem da Câmara. edlçãv de Nuthl, fal­ 
tou o nome do vereudor Nivaldo dt> Bar­ 
ros... fica u retificação ... 
90-3+3 
!marbaredrtde Ychê ..• 
Agora, pasmem, e morram de rir . 
esta mensagen.i foi gratuita ... é, pois é . 
Cortesia do Jo~nal... mas, conhecemos os 
"cidadãos" que fazem da Câmara Muni-­ 
cipal um trampolim ... para suas valdad!s 
etc, etc, etc, PI olha lá... segundt1. feira 
(e todas) estaremos assi,tlndo as sessões 
A COBRA V AI FUMAR ... 
pisco Voader 
O que está aparecendo de DI:5CO 
VOADOR em Bela Vista, não està no 
gibi... sinal dos teropns ... a ajuda só po­ 
derá vir de outro planeta, pois daqui... 
sul de cima. 
AD ASIRA PER ESPEJA. E !Q]E. 
j vereador E!y de Arujo t rbo­ 
ma, candidato candidato a dputd. d" 
ve n, Hr vs [ato que vem c,,,,,rr 1 r.o 
na. polltlc,i be[avistene, e, procurar ln· 
cutir no selo de eu prtido (.!tí.NA) o 
"gosto pela pollt!ca". [·,li' é o (iril"II I oli­ 
tieo arenitn. no munlc1pl<,, qu,• . 1 • ui 
substancial qualidade (tão requerida p • 
lo!l 1oaloreil rlo Pai .) n qu •• J. ':uA i /~ , 
ENA à vitória no pleito de Novembro. [ 
VOTOS. Sirn. o vnr.ulor rP.cf'IJ,•u murs l 
de 1.000 votos, <llsrthuidrJ~ por ()fla Be- • 
la Vf.-4U, tio Cl'ulro i p.-r1fur1a. L e 11,ba- 
1
1 
wçoso afirmr, que existe outra liieran­ 
ça em B e 1 u V J,.; ta, lldPr11nçtl Nt,1 
"Imposta", e quo nJo ri•prt>>:,l'uta 
nada em termos i-leltumis. O governader 
Garcia Neto, quando tomar qualquer 
medi Ju (politlca ou n!lo) com rMp1•1to a 
!leia Vl11ta, deve proc.:i.;ra!" .-u culta_r u 
vontade popular (representa da rwlf, Cun:u· 
ra e Diretório) e não se basear em "(a­ 
tos que nem sen,pre t1 ucluurn u vercludt' 
Este é um ano po!ítlcP. / 1 HENA devP 
e precisa vencer. A ARENA deve e pre­ 
citm de polltlco1-1 POPULARE:,. Gentt> do 
povo. Povo no podt·r. Já z!e foi '.1 époc_u 
do coronelh,mo. Do e:urrnl. Dus improvi. 
sações. Hojd, o povo busca participar da,; 
decisõra. Este povo é que deve escolher 
os St'US llderrs. N.lo pode haver imposi­ 
çõe!l O proprio Goveraudor Gsrcia Ne­ 
to. há poucos dius, em Brasília. afirmou: 
ser contra as elelçõe!' indiretas, e que to­ 
do o poder emana do povo. No c11w de 
Bela Vista zon rle Segurança Nacional 
o prefeito é noúleado por este motivo, pre­ 
ci,mmos de umu Câmara forte e d& um 
Diretorio atuante, até que mude as regras 
na escolha do chefe do Executivo. Não 
criticamos a utuul Administração, reco­ 
nhecemos que algo está sendo feito. Mas 
em termos popularet:!,'· boca de urna" 
segundo um político, "o prestigio popular 
do atual prefeito não fariu nem um vereo­ 
dor". Não concordamos e nem discorda­ 
mos, muito pelo contrário... Seria esta 
uma respostas típica de um vtlho pesse­ 
dista, mas, nós, não !IOrr:os pessedistes 
1 
e e.firmamos sem margens de erro 
o prestigio do Dr. CaFlro Prnto. Yem de 
cima mira baixo. De baixo pura cima. 
somos muis Ely de Arujo Barb .. sa, e se­ 
ria interessante comprovar tal a6sertiva 
numa Eltição livré- e Democrática. En­ 
quanto it1so niio fnr possível, "ad asta 
per espera "aos astros, por caminhos ás­ 
peros vereador Ely. 
1 
Ej! TE11PO: Este artigo foi escrito, ClJID 
a finalidade de pn,star informação a res­ 
peito do posicionamento do articulista 
com referência a demissão do Dr. Ely 
de Araujo Barbosa, da Chefir:i. do Posto 
de Saúde. Demissão esta, segundo voz 
geral, provocada pelo prefeito municipal 
Ruben de Castro Pinhi. É u;na opinião 
E , poi5 é, uma opinHio ... 
' 
O 1uih PI r i 
foi com m rn l 
11 
ra do Sr Gae! ·ol 
hur: 'ol o, 
ebtdi ho '; 
me e no [ol ' 
s honras de garçon. multo 
•• 	• ' • , l'• 
ll :--r&. lfl'llc :l ,l1, 111 • , ,1,n > ,u 
N oca no fostcj,.u rnnl um 111•1 
• 	,,. l' '. • 
ví•la O groto Jean 'ferre til nt 
pagou as liuhu de um 11111!•1 1. ,1 
li.• ,(,ril'o a u•r. Calhnmhequ • hl i,tr 11r,,, 
0 11
•• de- 1!Wl{'OII do jovem dv gado que 
for .m eumprimenlá•lo l' de ,Je.111 l1:, • 
bt'>m. 
Acontt ceu uma linda festinha na sede 
ó,
1 i.A.H.H, Jc,toj rn,lo Ob clnro unlulio 
de Gustavo tumpf de Moras. Aos con­ 
vidudc,; foi scrvid1> HlllllO rf'fcJ~l·rttate 
cachorro-qur.11ll
1 e logo após um delicio­ 
so bolo. 'íumilP Dinéia aux!llunu. por a, 
gumas amigas servia toda feliz os atul­ 
guinhos de Gcto. Djulma fez 'as vez 
do fotógrafo. Vovo Stumpf t,:ntuvn 
controlar u molecada, mas... uno <leu 
coutJ do recado. E isso aí, o importan­ 
te é que a testlnlw proporcionou go Gu­ 
to um:.i enorme alcglla. 
Tarubém fizern m nnos: 
Alvaro Pc•relra, Vicenzia Rodrigues, So• 
lage Jacques (C. Graadl'I} 
Diu 2G-2 brindaram um ano lie ca1>1do~ 
Iber e Swami !'m Antonio Joilo 
BAILE DA ALELCIA 
Será 110 G i>.R. dia 25 do correute o 
Baile da Aleluia animado pelo Conjuol
11 
Troplcá lia Ritmos. 
C.irculaoc!t1 pela City as manas Deise 
Eli:rne Gonçc]Yes ambas e;;tudando em 
Siio Paulo 
VESTIBULAR 
A Srta. E'.iza b.ith Cortiaoc1 '.lucb11do, 
filha do'nosso ex-colaborador Sub. Te. 
Dor0ty passou no Vestibular para Direi-. 
to. A e!:! nosso~ pc1rabens por es,;e su­ 
cesso alcançado. 
JANTAR 
O janta: festivo do Rc,ta~ contou com 
poucos presentes. Acho que para as 
faltas i:.ó tem umu desculpa: 
Comodismo. de alguns :1ai,; ânimo pes: 
eoal. Entre as dama rotárias destaquei 
r. elegância da Sra. Ana Rocha e a sim­ 
patia das manas Leda e Suely. 
5 
A 
GEMIA 
Ê Só Falar com a Moça 
07-04-78 para quem tem imposto 
Atenção 
a pagar 
para 
ou 
os 
restituir 
prazos de entrego de 
a 20-2-18 10-5-73 para 
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