' 
Fundador; _lvaldo Pereira_, Ano VII ] N.o 284 	J 02a09 0478 , Nela 	Vista I Melo Grosso do sul 
Esclarecimento 
I 
Na publlcnço feita 
no Jornnl Tribuna dn 
Fronteira, do din 19 a 2/J 
de março 1078 0nde men 
olonn, quo o pulrl'.lha 
mllllnr do pelopes, fol 
dnr uohorlura no,i crlml­ 
nosos: fie rtiflendo, 
que a patrulha do 10%RC 
pedido do Delegado de 
pollclu, foi ntflntlor n 
nudanç, pnru evitar 
um tragédia, entre ns 
111mlll1u l!ios e Pluhulro 
N11o havondo nouhunrn 
quer@nela com res­ 
pollo nos militares. Pols 
ó público em nossa tcrrn 
que o 1QQ H.U. tem <Indo 
do tutlo pnrli ntcuder nu­ 
quilo em que foi Pollcfla­ 
do suu prosençu, ovltando 
o mol. e munler n ordem. 
Joslno Pinheiro 
Documentos 
Perdidos 
Foi cxtrn,·iado os documon­ 
lOJ do automóvel Chcvrolct 
CJ Ul)S Pick up cor verde. 
Ano Fohricoç,)o • 75 chassi 11, 
C11BR0910BP n.o TRU 
711591L105 de Pery do Almeida 
,leio. Publiração que se faz 
para obtençilo dn 2.a via. 
 
Orribe Ribeiro lnsh·an 
declara para Oti devldos 
fins que extravio suu 
Corlelra Nacional de 
Hnbilllaçúo, categoria 
profissional oxpedida pe­ 
la 31° Clretran de Uuia 
Lopes da Laguna. Publi· 
cação que se faz para 
obtenção de 2ª vlr1.. 
,Çonvocação 
A Diretoria do Clube 
do Laço convoca os as­ 
sociados para a Assem­ 
bléin Geral Extraordiná­ 
ria à realizar-se no dia 
24 cte abril de 1978 as 
09,00 hs. 
ai • Assunto: Eleição 
da nova Dlretori.:t e Con­ 
selho Fiscal 
b)- Local da Assem­ 
bléla: Séde social Inver­ 
nada Campeira. 
B. V. 31/3/78 
1
• , . Luiz Gonzaga de 
iu8UJO. 
JJrn,lilln- Snuduçlío do presidente Gal- 
tl Jlmmy Curter Base Aérea, lo- 
o upós o desembarque. 
Excelenlisslmo ~enbor Probldente. 
Em nomo do Governo e do povo bra­ 
sllalrv, desl'jo up,csentur li ,•. Excelen­ 
ciu e senhora Carter, bem como uos 
membr.ok da comltlvu que os ucoLDpuuha, 
08 ncsos melhores votos de boas viudus 
e da muis 1Jgr:1dúvel estuda no Brusll. 
A prPRcnça de Votlsa Excelôoclu, cm 
nosso País, bem traduzirá o estágio a 
que ulcançnrum as lradloloouls relnÇÕt>S 
de amlzudo quo llgom o Brasll o os Es­ 
tados Unidos da América. 
Alngrn-mo. portanto, que Vossa Exce­ 
lcnola teuha podido concretizar seus plu­ 
nos de viagem. E di,vo dlzer-lbe quo 
compreendi e compreendo perfcltamen• 
te n declsãc, que Vossa Exceleocla teve 
Brasília - Foi o seguinte o discurso 
do presidente Carter: 
Obrigado, Sr. Presidente pelas suns 
gentis palavras de ucolhirr:.ento. Esta é a 
segunda visita que eu faço a Brasília, 
sua linda Cidede Capital. E desta voz é 
para tr:rnsmitlr o agrado, nüo só ws meus 
votos pessoftis, mas também especial­ 
mente a saudação da minha Pátria. E 
venho ao Brasil na plena consciência de 
que as nossas Nações compartilham as 
re11ponsabllidade~ das gr:1ndes potencias 
mundiais, 
Existem muitas coisas nn htstória 
dns nossas nações que nos levam 
11 n o s compreendermos m ú t u a- 
mante, que nos tem ensina do a nos tra­ 
tarmos com amizade e respeito. 
Ambos os nossos paises se liber­ 
t:1ra m de potencias coloniais eur<?péias e 
e 
·.da Nação 
do tomar com t·cluçl'to no n.dfaml'oto dn 
data originalmente prevista para ~tr 
visita. Vossa Excelencla j esteve em 
nosso Puís untes de II sumir "uas nl:nM 
rcspons11billdades e a Seuhorn Curtn, 
mnis recentemente, nos aeu o prazer de 
+eu amvel convívio, quando nos visitou 
e uno pasndo. 
Como ocorreu anteriormente, Vossa 
Exccloooln o u Sra Curter ser/lo riculhl­ 
dos pelos brusilelros, corno o.mlgos. A 
hospltnlldnde que drdlcumos aos que nos 
visitam, cordialmente os acompanhará, 
durante o tempo l'ffi que estiverem em 
nossa terra. 
ficar11n1or, extremamente satlsfoltot1 so 
a presente visita puder contribuir para 
que Vossa Exceleacia e a Senhora. Car­ 
te.- formem justa opinião sobro u reali­ 
dade bras:Ieira. 
neste séeulo nossos 30ldados combate­ 
ram lado a lado na Europa, durante a 
Gu<'rra Mundial, pura levar a liberdade 
o e paz a outros povos. 
Ambos desdobrávamos vastas re- 
giõJs inexploradus de nossos territórios 
nacionais em face dos mais difíceis de­ 
safios e as maiores oportunidades e 
soubemos aproveitar a determioaçií.o e o 
talento dos no&sos povos para afastar 
os obstáculos do caminho. f<'oi o espírito 
verd<1.deiramente pioneiro que forjou as 
atitudes do Br&sil e dos Estados Unidos. 
SEJA UM GUARDIÃO 
DA NATUREZA 
NÃO DElXE DESTRUI-LA 
Comemorou se dia 31 pp, m! um 
nlve.rio da Hesoluço de Março de 
1951"olv mo o pensar.nt; ao caóti. 
co passado, extinto àquela dat ., para 
medir a longa e difieil caminhada ascen­ 
cionl que, mediante dura ncrfieio pa­ 
trióticamente eon e;tido e um crença 
inabalável em m Ihores dia., de+se par. 
ado nos trouxe à esplunadna da estbl­ 
idade e de ordem, de atividade criado. 
ra e de reulizações fecundas, que os 
Oo,•ernos da ffrvoluç'!c, <1oulH:rnm <'Oíl· 
duzir o país" dtse o presidente Gele!. 
Segundo o nosso presidente... "é dever 
das gerações mI« velha recordar, aos 
que não viveram to uziugos !ep0s, o 
quo foi o pesadelo, a ugús'ia que 
artortalllava o, co111ções Ullifl formadofl, 
o a v l gíll u. p r o lo ngn da a n te a 
goma da Nação q1o parecia já forfda 
de morte.., que o dramático episódio vi. 
vldo, seja couforlado,u lição e estimulo 
sempre presente, pa a que nuca mais 
permitamos que o sopro da insànla e da 
violência subversivo, dividindo trtlglca­ 
mente u Nação, no.., levo às portas da 
fnlêocla e da ruim1. - a ruina e ri ff..lên­ 
cia melaocó!ica,; de um povo jovom que 
ainda não encontrou seu justo lugar na 
história da humanldad!'. Mns que, mordi 
da Deus e pelo seu próprio osforço le­ 
na~. certamente havl:lrá do encontra-lo 
em futuro próximo. (Palavras proreridns 
pelo presidente Geisel em 1974) 
MARÇO: Brasil caminhando o passos de 
Gigantes ... tempo de Construir ... 
Assinaturas Anuais 
Deviõo a alta do pap2l e as cliricul­ 
dadas imensas no setor de produc;ão 
(mão de obra especiallzl!Õe., custos, etc) 
a partir do dla 25 do corrente a Assi­ 
natura Anual tle Tribuna da Fronteira, 
1 
custará 200,00, em 8 e l e. V i s t a e 
2:i0,00 nos demais municípios. 
A DIREÇÁO 
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1 
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{/Ic- Comercio Jovem de Mnlo G,osso 
do Sul" Basta levar o seu documento. 
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C.)11n.llflcnncto ,1,, )HJIJ, 
rosn punlgfo wofrldn 
pelo tenente-coronel Tar­ 
I«lo Nuno Ferreira, o 
llrJ)ulntlo ,JMiB ;ftturic:lo 
(10ll fl,I) ,,,,tra111iou qIw 
nte aor não tenha ldo 
também punldo o eneral 
Eueltdes do Fiueirado 
Pllhu, qn.-, oornu11d1111clo 
1111111 unldorle Jttl imnzõ­ 
nl11, JH'<'Rto11 denlnrnçõert 
pública contra n lreJu 
r.otóllc:11. 
Terras devolutas 
Rellltado pelo deputn­ 
rlo ,Jo~ó RonlfúC'lo Noto, 
foi uprovudo projdo do 
doput11do Jthl(I Coury 
(MDl:3-SP) que ultera n 
lei do processo de dls­ 
orlmlnaçlo do terrns de­ 
volutas d1 Unll.o, PRtabo­ 
lecendo que os itere­ 
sarlos ser!ío ctt11dos H· 
través do mnndado, por 
meio de oficio, nlio mais 
upcuas por edital. 
Penúria 
Municipal 
A situnçno da q1111sc tutn• 
lidadn ,los munidpios bro,ilei­ 
ros é de pcnúrin, pr6ximu dn 
iodigêncfn, Fcgundo o Jcpulu­ 
do Arnlclu Cnrrnlho (,reun C) 
Puro essa •it11açiio, concor• 
re deciFivament~ o critério ,lc 
distribuiçào cio IC~I. nltnmcn­ 
te !Psivo ~s comuuicluclcd mnis 
necessilndus, tlJrnnndo 09 ll1U• 
niclpios ricos cada vez mais 
riens e os pobres cada din 
mais pobre,. 
Concluiu níirmnndo que o 
Pre,idcmc Geisel poderá rea­ 
lizar no fiuul de seu mandato 
obra mcrit6rio, se voltar suas 
,·islns pnrn o iuterior rio Pnfa 
t' pntroci anr n odoçilo de aorn 
diFcriminaçilo dn rcceitn p<ibli• 
ca, o fim de fortalecer os 
municípios. 
LEIA E ASSL E O 
JORNAL 
TRIBUNA DA 
FRONTEIRA 
foi rr>oll1.11110 'tlM!lf' ú!llmo 1lo­ 
mn!no, mal um concuro para o Igr '­ 
+o no H.neo do Brasil. Muito concorrido 
o referido, como [i era de e prerat. 
Mals do 3)0 Iuscrltos A elegfo dn pro· 
, a fol reullzada a Escola de ( o Il 
Ornu11, "C11orliclo M11rluno•·. 
I <t-•Ü::ff:.1 
A matéris foram, português, ma­ 
trmlHl('II, Contubllldude o Couhec!Joentos 
Gr1•al11. E por úlllmo o te'llC 1lc datil!·gro­ 
fla. ~lulloA dos qua portlcípllrum do Con­ 
c11rRo (JRJ)Cf/lrn Uíll l>om resultado, pol 
vnrJoÍ, concorrcnl'l!l ologoram que o "'J'os­ 
tc" n/10 foi multo dlílcll. 
0«K 
A Prcfellum do Aquld11u11 na jtt co­ 
ffi('QOU u "Operação, Muros o 1:nlç11dos", 1 
vlsu,ulo dar um melhor aspecto u cldudc, 
mutt melhorias estão sendo feitas em 
r1•lnçüo à P1·incesu do Sul. Do parubómi 
o NO88O Olufimtco Prcíelto. 
ramllm! 
Na EdlçfLo de domingo, dia 10 de 
murco. Aquldnuanu foi Manchete no Jor-· 
nul "fõlbu de Londrina" "O Turismo fles­ 
cubrlu Aquidnuani.l". Uma ~Iatérlu aeosa­ 
clonnl, fnlundo dus noss11s rlt1uozui;, do 
nosso comércio, e do turl61no mnra vllho· 
RO que a Prlncezlnha vem ofert'cendo a 
todo11 que aqui vlsltom. E como oiío po­ 
deria deixar de ser, o Rio, Qtie leva o 
nome do cidade foi o mais falado. 
No último dia 19, domingo, foi rea• 
liZddo um granàe cburrusco na Igrej11 da 
Cruzada (Nttcional de &•angeliz11çã(I) com 
Inicio as 11, segundo pessoa,:; que parti­ 
ciparam do sucul••nto, a festa estava ma­ 
ravilbo:m. "i'llais uma vez, o Pastor José 
Ely de Oliveira, bl'ilhou na Rua promo­ 
ção, ele que dirige a sua igreja com dl- 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANÁRIO -- 
1• U N D A D O E M 2 O / 2 /7 2 
!use. Est. 13095334 2 CGC-ME: 0UU0.736/0110 17-1 
Hcdaçào e Administraçilo 
R. Uuqm· de Caxias s/n • Bela Vistn )IT. 
Oficinas: Run Duque de Cnx.ias s, n 
ela Vista 	Mato Grosso 
Redator.Chefe Ivaldo Pereira 
Administração: Maria Estela V Pereira 
Departamento Comncial: Alrnro Pereirn 
ASSINATURAS 
,,sinatura ,nua! Bdo Vi,;to CrS 20 J,UU 
Dentai, Municipios CrS ?50.00 
Tribuna dn Fronteiro é uma publicação 
dn OUJIVAPE- 
Os artigos publica'os com ussinalur.tS do, 
autores nào traduzem a opir.iüo do jornal. Sun 
publicação obedece no propósito do debate dos 
problemas municipnis e de refletir as di,·crsas 
tendência, do pensamento universal. 
tam!sr 
te:·, 
I' ('I 
dela 	. 
,COII 	li 
stbilizado, pofa ele n 	P 'Ia 
rn,1 com muIl; rc- o carluho. 
Finalmente foi aprovado o projeto CURA, 
do prefeito Muléipal Pedro U, de O!iveira. 
Projeto esse que visa dar uma urbaniza 
çlo geral ns Bairros da Cidd A po° 
pulaç4o de Aquidauann recebeu com 
muita legria essu notiela, que foi publl­ 
cada pe!aR e01iH-Ortt11 loc Jld e Jornal , 1 
Ultimamente os meios eportivos 
Aqutdauanenses nndw muito violento: co­ 
mo todos sabem está sendo real'zado eIl 
nossa cldnde a Copu Arizona, e no últl 
mo i.ábuJo jog,1ra:1J nA equlpe11 do Ber­ 
ra Hlo e Guanan!y, neste jogo nada mais 
nada menos do que dois atletas saIr 
coa fraturas: Qne é Isso minha gente: ••• 
e+ porte é pá fazer amigos e ,,no ltuml­ 
gos. Vamos com ceulmu ... fall11 de prepur~ 
psicológico e emocloou I pura ai- duais 
equipes. Espemmos que nu dPdsío de 
domingo, dia 26, 'lia ~orn e Guaoandy, 
o pollclnmento esteja presente, tude leva 
a crer que a decisão será Violenta. 
E55E 
O Gur.nondy jogarfl sem () seu me­ 
lhor utleto, :Incide Qllll foi expul~o na 
última pi-trtlda, por outro lado o VJla No­ 
Vil vem com força total, inclusive com a 
sua torcida temloioa. 
O Guanendy está preparando a sua 
torcldu, o seu técnico, vem exigindo mui­ 
to da moçada, ninguém quer perder. Es­ 
peramos presenciar· uma graude partida. 
Uma. partida de campeão. 
E por falar em esportes, no domingo 
pela manhí, Rádio Independente foi 
fazer uma pel11dinha na Vila Popular, e 
acabou sendo derrotada pelo plcar de 
2x0. O destaque do jogo foi o ponta d! 
relta Cornéllo que bateu dirP!tinho 011 
branquinha. Marçal que mesmo sem o 
preparo fülco aue.:iuadu, dêu cvnta do 
recado, mas suou barb:nidade. Ari 
só discutiu com a t0n :tia e aindn P_?': 
cima com um irmão ri<' !OJ'. ,!·1urn nao 
deu coata no meio do Campo. mu:to pe. 
satlo, e ainda eufórico com a vitória rio 
seu time (Guanundy) no sàbudo frente 
o Beira Rio. Ferreira Lopes foi mais cô­ 
mico que jog,1clur. A nota triste tia par­ 
tida, foi o baixinho que apitou a pelada 
não entende de nada, além de prejudi­ 
car a equipe da ril_ que é composta só­ 
mente de funcionários da casa, marnJ.· 
va perigv de g ls toda hora, e ainda 
por cima te,minou o p:lãd~ 10 mioutos 
antes da hora certa, ele (o Baixinho) 
sentindo que a ril ia empatar, deu um 
tremendo d 
, err u a V • 
E Copa do mundo? Está chegando' 
Esse ano ser na Argentlu. O campeo- 
to mundial de futebol tol institul lo JJ • 
li 1 • l ' 	, j ,. 1 j, 
I FIFA em 1930, para ser disputa6a 
4 em 4 nos. J fol realizado por I0 ", 
Z' l'l, t1:ucjo sido cnncolndo dut·uuto a - 
Guerra. 
Estes sdo os Países campeões do mun· 
do até ngoru: 	, 
J'l30: locul Uruguai. CampeO.o • Uruguy 
1934: 10c! Itúlla. Campeán - Wilm 
1938: 1cal França. Campeão - llúlta 
1012: Não se reullzou d'lvtdo guyrrn 
194: Suspensa devido a situação pós. 
Gnerr,i 
]9õ0: Local Brasil . Campeão - Uruguoy 
19'1J: Lr;cal Sulçn . Campoüo - Alemuuhu 
H)58: .Local Sutcla . Curopeilo - Brn~il 
J9u2: Local Chile . Campeilo - Bru11ll 
1966· Local Ingl.!terrn , Camptüo - In­ 
glaterra . 	, 
1970: Local Mexico - Campeão - Brasil 
1974: Local Alemnnba • Caropeã.D Alernn- 
nb.i 
1978. Local Aqentin'l - Campeão ..... , 
.ioda não sabemos, mas vumos torcer 
para que ><eja o Brasil. 
raE2:Em 
SOCIAIS 
'ONETO DA FELlC1DADE 
Feliz é aquele que tem amor dos amores 
Ff::liz é aquele quP, rrc~be a dor e dá 
amor 
Feliz é aquele que tem amor pela vida 
Fe:iz é aquele que ter:I! confiança de si 
Feliz é 11quele qu ... tem fé 
Feliz é aquele amigo dos inimigo 
Feliz é aquele que ama a mãe com de­ 
vcção 
Feliz é aquele que sofre calado 
Feliz é aquela criança que fica com o 
sorri-o nos lábios 
Feliz é uqut le que !iffi-.l o p·,i, o fiih" e 
o E,;pirito Santo 
Feliz é aqu'!la que respeita as rcligiõ~s 
Feliz é aquele que dá a milo ao seu ir­ 
mão, e recebe Deus no eu cotação.. • • 
SORRIA ...... 
A mãe zangai com a fiha. 
-Zulrnirn, o2te chegste muiuto tarde 
com teu noivo! 
-E l:lntüo mamãe, iP.ecmodumts a Sr.:. 
COlll o barulho? 	;- 
-Com o barulho rão, com o i:ilêncio. • • 
MADEIRAS BRUTAS E APARELHADAS 
Uma Industria que 
Rua Santana do Paraiso Hº 1 Cx. P 
VIGAMENTOS - FORR.OS 
acompanha o Progresso de 
íl 
tL 
AS..:OALHOS BATENTES GUARNIÇÕES 
o. no 
Bonito 
Sul 
L------------------------------------------~---------

, Vrtn - MS • Trbnn dn Fronte!ra 
~ 	-----------------------------'--- ---~----'- 
I 
j 
r 
1 
% 
Jorge Uferrenb11cJJ de Castre 
O rlcultore QUO RO derltcuru A cultura da soja 111!0 fle!<Cu• 
raro dos trafnrno11to11 runclamL•nfufs pura conter o atnquo dos prugas, 
todns bem visívels o que Iniciam kua ofensiva atravé: de focos que, 
em pouco tempo, ne lastram por toda u pluntação, prnvocaado sé 
rtoo prob!limHfJ. Com avlio OH pulverizadores terrestres, a soja é de­ 
rendida constantemente contra as pragas, no mínimo sinal de .focos, 
r,,cllmeuto co111;t11h1doH quandn su percorre u lnvouru, todos se mo• 
blllznm om dole1m da cultura. 
mesmu cols nfio sucede oom as doenças, que também 
estão oamwndo s~rlo1-1 tran,;torncrn sem que o a1;rlcullor se uperr:eba 
do que ocorrP; o lnvrúdor subo menos ul11d11 acerca dos ugeoles res­ 
ponstsvels pP]u queda do roudimouto decon ... nte du reduçüo do ciclo 
vogetnttvo da plunta. A fulta ele observaçllo mais cuidadosa, ao la­ 
do do desC1011heofmento genorallzado 1:1obre as causas do mui, con­ 
corre purn que os fungos provoquem quedas do produçrlo bem uoen­ 
tuadas e Infecções 11118 sementes, que a~slm difundem 11s doençus que 
nem sempre podem ser venc!dnH pelos tratumPntos sanltt'.lrlos. 
Rrn face do deAconheclruento dai. moléstia!', generalizou-se o 
conceito de que a queda de folllas ao terço fionl do ci<:lo vegetativo 
das plantas é perfeitamente normal, já que essa leguminosa, nos dois 
torças Iniciais de vida, tem cundições para apresentar o máximo de 
rendimento, o que evidentemente nrlo se justlfic>t à luz da ciência. 
Se as plantas perdem as folhus antos do momento normal, é claro 	(Contiouu no Próximo Número) 
A agricultura só é forte quando é mecanizada. 
Mecanize sua)ayoura com Masscy Ferguson. 
Do désrnatamento à colheita, a maior e 
mais complctalinha de máquinas e implementos 
agrícólas do Brasil. 
Converse com o revendedor Massey Ferguson 
de sua região. 
Estuõc com ele oequip:unento mais adequado 
1 
AMA - Âpolinário 
ii 
que as reservas acumuladas pela intese cloro!Illn no m 
pura as vagens o ementes, logicamente, há queda de rendimen­ 
to e infecções nos órgãos de reproduáo. 
,'s doenças agem m I ilur.mte o príodo mldo e quente, 
normal nos meses de janeiro e fevereiro, dai rua mator Incidênct 
essa fase, assim como nas varledad s precoces média, Nas tar. 
dias, com menos umidade temperatura menos quente, os ntaques 
são de enor intensidade; a observo das variedade precoce 
mostra que maturação não é uniforme, de longe se observam plan­ 
ta. com manchas de coloração mrela uniforme ao lado de outras 
já secas, que perderam as folhas. Eatre esses dois estágios. há ou­ 
troR mnl definidos, pois nessas áreas se encontra toda sorte de c - 
racteristlcus em toda as partes das plantas. Ao lado de planta ver­ 
des, há as sccaij, o mesmo ocorrendo com ao, vngeas. <1uo so mos• 
trum manclmdas ou ainda verdes enquanto outras j 14o ec 8. A 
!ollHlR apresentam manchas e muitas vezes, como disse um ugleul 
tor, os tecido desnparncem, re tando apenas um rendilhado cons- 
11tuido pelas nervuras . 
.. e os 11grlcultores observorcm sua;; culturas precoces, assim 
como as de clr.lo médio, focilm•~utc coastuturão es~us dlferonças; 
para a sua lavoura e a melhor forma de se obter 
o financiamento. 
Aproveite o crédito que toda a rede bancária. 
está lhe oferecendo. 
Plante mais. 
* Massey-Ferguson do Brasll S.A. 
Máquinas 
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1 
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Um Novo Conceito em A s s i s t ê n c i o 
Matriz: Rua Marechal floriam,, Esq. e/ 1. º de (hatMhro, f one 139-421 - P!3rã - li ato Grossa 
FILHIIS: Rua Sebastião Crispim do Rego S/N Fone 161 E n e Dmambai MT 
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Confh111õ1u lallrnnH de um Pro•fdlo Ji'cmlntno 
Potetn o super atletn Bn9 
O a 10 
J 1 ll 12 
13 11. 14 
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Hurbnrola 
Mandnrlns do Kung Fu 
O Amor llll5Ceu do Ódio 
Um golpe Boxy 
JG/Vo11p. Tnrznn o Rei du& Solvns 
10/17 2.001 Odlrn'llll uo espuço 
18/10 Vnrllo de Tponcma 
20/21 O nolvagom 
22/28 Chufor do prr.çn 
23/24 On brutos também nmum 
26/2G Em ritmo do nssusHlnulo 
27128 Mndrugudn dn vingança 
29130 Kung Fu contra Drugõea 
80/01 Gurlmpelras do Sexo 
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decorrer da 
Jwpulslouou m", no , , 6,v 1 
minha vida pública, + vontade IrreIr 
d servir e n infringível crença no ho 
• • 1'udn e l!U,· 
mem brasileiro, em cuja ', 1erd 
precndc• pelo mor que devoto a '?";',, 
do e Igualdade face do transaende' 
jtberdde o Igualdade, valore 
m 
oqutllbrlo sllo os ruactuI.1rnto" 
que, . • d d um e d 
du democracia, exigem [e cala ,, 
todos, hoje mais do que antes, depren- 
dlmenlo e compreensno. ..,..,
1 
do 
Agora, Nação quer um L1a 
tran11forrnarlo em forte l1111lrur-;J.ento da 
l
.,,,,J[zuçúo ,10 Geu liel' e uno O se ser, 
"" • 	rl f•' tal'!o Pura 
oonvcrtldo em objrto 
O 
•
5
. • • 
tanto é imprescindível quo os homens 
revistam de sua dignldtude, se configurem 
como pc11soaa plenuR e vejam, na rstru­ 
turação de um Estndo de Dlr l_to corapá­ 
tl vel com n sua naturr.zu, o ob1eUvo pró­ 
ximo 11 otlnglr. E necessõ.rlc que todos 
se desloquem do nicho de 11uaH awblçoes 
próprias, da vnguld!lo e umbiguldade do 
seus propósitos, da mesquinhes de suas 
ações e se coloquem em total dispontb!­ 
lldade para a obra urgente de institucio­ 
nallzação do regime dcmocrõ.tlco, pol! 
este é o único que pão se compactua 
com aausações !ajustas sem a contra 
partida da defesa ampla e pública. É o 
único em que nllo so podo vil!mar, inde­ 
nemente, o cldad[lo, pela forca de estru- 
turas vencidas, que contempori:lae:.i do rJáo 
coeti:lneo tentaa:: persisti::- em Estado 
como o do Mato Grosso, não lmpor­ 
t a p o r q u a l s m e i o s, e m 
nome de lnteresseF subultsrnos e contrá­ 
rio 8.0S do povo A do Brusil atual. ino­ 
bstante n grand3?:ã. dos esforços do go­ 
verno da Unlilo. 
Por tais razões, vlthna de uma cruel 
campanho. de desmoralizaçüo contra 
mim urdida e enceto.da. em todo o Bra­ 
eil pelos que !lervem Incondicionalmente 
aos interesses daqueles que não server 
aos interresses da Nação. não desisto da 
luta pela organização da liberdade e da 
igualdade em meu Pais côn:,cio de que 
, a omissão e recuo não são o caminho 
l 
dos verdadeiramente revolucionários. Há 
revolucionários e há rebeldes. Os pri- 
--------------- 
Q 
POVO'' 
»iro, entre os quais me quero inclu!'? 
me' _, que quer a Nagtó, mesmo • 
qi.1rt,.1 i ) <lo ·• 
f tados do p0dor. Os e/un , entr 
1 
, 
1 0 
e moi.11 drrr. tore . o 
a qu A t 	( 1 
1 JI mrtr.1 o porttr. in llUlO qu,, p. fl t 
tenham compostura e estejam dl+ta. 
t s dos nulos nacionil. 
'ottdo para voltar ao governo d 
1 dt
• u1·1 1111l0 (fU~ j.l j!O: 1 O( 1 O 110· 
p11r ~ ' O d ,, 1 
vo Estado do Mata roo Io a Ieu 
rol 
õ I e,t:l ,r•odu 'llvo d c11lm1!, 
llOUW • . s, l l 1 
difamações e injúr'a. +em amtretonar 
Od
'r 
O i;eri nrt I n<l r v irov,..rro, flllt.1 
o P " ' ' CI f • d 1 
permn.noc·er<•I F"lll (]l,fl•,fl n· L • I• 
mília, defender@i t minha honra para 
preservar u dignidade. Cidadão bra­ 
Rllelro, 1 .nho O devor ctc mo~lrn no 
Brasil que o mereço. Compromluudo 
com o povo, em minha condição de po­ 
lítico, devo prr,-lntll' Aervrndo-n. Dtmo. 
c:utu, devo operar em mou melo, a bu • 
cu racional tio regime dus Jiberdnde,. 
ExlJlle, na circuaetil11cl11., apenas um 
rilomento de fuzô•lo: dofendcr-se o ho­ 
mem JJúbllco onde b6. libHdade. Pnrn 
tanto dh;pulurcl uma cadeira honrosa, 
mas pelo jwlgnmenlo do povo que cu.vol­ 
ve a disputa do seu voto. 
O Novo Estado de Mato Grosso do 
Sul aer(i o fórum. O povo dnquele E~: 
tudo será o juiz u que me submeterei. 
Unam-so então, todoi, os meus ncusado­ 
res: os que se expuseram até a temeri­ 
dade e os que acobertaram sob as som­ 
bras da amblçO.o acovardada. Utilizem 
todaR a!l armas de que dispuserem e 
áe que venham a dispor, adquiridas, 
certamente, com os recllrsos aurldos do 
mundo montado sobre a ba11e feudo! 
que construiram e pretendem eternizar 
em fato Grost10 
Apliquem on métodos sem conteúdo mo­ 
ral de qu~ estúo habituados a servlr-se 
A tudo aporei o meu passado e o 
meu presente. Estes mostrarão ao Brasil 
a contextura pérfida dos meus detratores. 
E o povo erigido em julgador sem ape­ 
lação, dirá da minha inocência. 
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2 7 
PO R, 
SE 
H uma realidade que não podemos igno­ 
rar em nossa luta pela modernização e wreeimen­ 
do País, 0 desenvolvimento de um pls pran­ 
de como o Brasil transborda em poder, 'Trata-se 
de fenoveno inevitável, involuntário mesmo, em 
alguns caso». Aconteceu com os Estados Unidos, 
em que pesassem na correntes internes que em­ 
fl'" existiram, contrárias ao desempenho da« res­ 
ponsahilidades de»se poder., Anteriormente, já ha­ 
via ncu111rcido ~0111 u Frnnçn o n Iuµlulcrrn, lt'líl• 
plos d,. lihrrallmw polftico, 
Noarn destnvoh•irurnro rerlundad, porlan• 
10, no """ª do re~pon•nhilidndrs runiort!a, 110 cnw• 
po ,ln ,.,~uraa911 exrcrnn. ScrornM umn poli-ncin 
mundial, se atingirmos as metas de nosso desven­ 
volvimenlo pnra o nno 2.ooo, e isto dependerá de 
nosso vocnçüo ou gosto para o poder. Tcremm, 
porlanlO, de ~slnr prrpnrndo,, tnruhém, pnrn exer­ 
cer ese poder, protegendo os nossos interesses, 
ouj•• diurnnsões cu, tcrrnoe oconôrukos e flCO•CS• 
1rn1éi:icos od11uirirno nmplitude mundial. 
Nossa estratégia de formulação da polítuca 
uocionol, npoiodn no binômio Dewcovolvimenlo e 
:3egurnnçn, adquirirá, inevitnvelr11c11ttt, ('Xtcn@ões 
mui10 mnioro• C(IIC n nlunl, e porte de um 
D,senvohimenlo em escala mundla pedir/ uma 
Segurnn·o tombém de escnln ruuudi11I. 
l'udcmo,, nté boje, ioclinor pondcrovclmcn• 
te-o balnoçn cio binômio Dcscn'Olvimento e Se, 
gurança para o lado do prato do Desenvolvimento. 
Esta nfase, pouco n pouco, tleverú se modificnr 
pelo próprio lógico incrente no aumento de nossa 
soma de responsabilidade no ordem ioteruucioanl. 
. A gnrnutia de nossa scguruoça ~ertt n10is 
efellm FC formos cnpnzcs de forrulecer uliançns 
continentais e extracontinentais, n fim do juntos 
defendermos ideais comuns e Interesse• coinci­ 
rleores. No c1undro dcesne aliança•. devomo• man­ 
ter umo posição correspondente no peso de m,sso 
geo-eslrotligin e cconoruin. 
A preservação da paz no continente e no 
mundo deverá constituir uma das preocupações, 
ser a meta perseguida pela pollticn exterior do 
Brns,I. O cl11ua de eslahilidndo e lronquilidode no 
mundo rcpre,entará o ambieurc indispeasàvcl no 
progre,so social e econômico do pnh. 
. A mnnutcnçdo dn poz no continente e no 
universo deverá constituir-se essa mneta perseguida 
pela política exterior do Brasil. A estabilidade r. 
tranquilidade do mundo representará a satisfação 
de nossa histórica vocação pacifista e o ambiente 
de segurança indispensável no progresso social e 
eronom,co que olmcJamos nlcunçur. (APLA) 
Lembrando que o 
senador Magulb.ães Pin­ 
to. como ministro do 
Governo e; oiita e Silva 
foi o artífice do 1dstema, 
tendo, entre outras coi­ 
sas assinado o AI-5, o 
deputado Genervino Fon­ 
seca, do MDB goiano, fez 
várias indagações sobre 
o quo faria o ex Gover­ 
nador de Minas Gerais 
caso viesse a ser eleito 
Presidente da República. 
Indagou-se eh1 de­ 
mocratizaria o capital 
pE, {RI]E) p dos bancos; se assegura­ 
lf!Ç,l!JIUJ~!fil!~ u oo ria a participação dos 
trabalhadores nos lucros 
dns empresas; se resta• 
belereria o monopólio 
esta tal do petróleo, am­ 
INSETICI- pliando-o á distribuição 
MINERAL, dos derivo.dos; se devol- 
veria as prerrogativas 
dos sindicatos, restltuin­ 
dc,, ao trabalhador o di­ 
reito de greve; e, f!oai- 
monte, se implantaria uma 
R D 
. verdadeira democracia 
ua uque de (ax,as, i O 8 O; no País, c~m ele.içõe_s 
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pregação tom i.lrto po !­ 
:lvu pn.m n couqull'llO. du 
normn llrlnde dcmocró llca 
nR oplnlõ.o do orMlor. 
·•·remos corlrzn de qu 
elollo o uobre senudor 
mln!!iro parn Presl<!ôncln 
ruirá tods us Jt:la de 
exccçilo. hnverâ mais 
equldllde ua distribuição 
da rcudu nacional e vl­ 
veremos o primado da 
liberdade, nos melhores 
moldes da democracln 
ropresontutlva", afirmou 
o ruoreseutnnto do Rio 
do J°anclro. 
Candidatura de 
Nagalhtães 
Ouestionada 
N•>YA Drllll - 'm objeto vosdor 1 "o 1. 
dentiftcndo un O/N] e nlo ums t n {e 
tale, provocou espantoso redemoinho de 
vento que matou 32 soa Capttal 
Jndfnuu, na exta-feir paaad. A lr.ío,­ 
mç#o que vinha sendo mantida n nível 
de segredo de Estado, foi revelada por 
um professor de Física da Unlveridad 
do Novtt, Délhl. 
S.f(, Trll!Ju, o 11utor dtt ~cr.saci11n,il r, - 
velação, afirmou ter feito uma pesquisa 
preliminar de radiotividade nas regi6e 
dovontad1:1e polo redemoinho, 2,t h11r,1~ 
depois da ocorrência. Os testes revela­ 
ram que a r11dlotividnde Clxlstentc nlt. 11.­ 
ren. era uma vez o mela mlor que o nor­ 
mal, lovaado 011 meios clcntHlcos a acrc­ 
dltlrrru quo ns morti:!R o deetrufç/o ti, 
nhum sido provococlnll por um díaco von- 
Rep.: 
o 
1 
t 	l'.lialru t- 
i 	m«,l•n • 
. 	o tl!'t:1•nto• 
llllJ llMt':ltio ti•,· 
t! 	ndo edo pontndo 
t· 	O rlO Í :l0ll"llll1'1 
r, 	do 1lr dClh 
u 	IO!'l llt,lll· 
lt 	1 : ! ,· l , I 
p 	ºª t nhru 
T 	l fJll l'l
1 
l'l llU 
ut , illlr0llllllll(!0 .:l11ç1o 
no fenómeno ocorrido na India, mns até 
o pr ·ente momento n ,o ~li t, m uotlc!n 
em torno do desdobramento da ocorrén. 
rin ou f!I' o prelho voador não identi­ 
ffco :lo rol vl~to cm quulqu •r outro J>uhi 
vlz.lubo à Indl'i. 
Deocleciano de Vasconcelos 
DOVE A 
!: _,__ - . 
• O mundo é pequeno: 
• ele cabe int • 
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O dapu!udo 
Jorge Arbze 
(Ar na - P A) 
manifestou-e 
co1Hrnrlu mente 
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anlstia nos que 
se nlienornrn à 
ideologia runr­ 
xlsll.L-lenlstn, por 
e lteader que a 
medida, no fun­ 
do, criaria um 
estado ele perma­ 
nente preocupa­ 
ção aos setores 
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ranca que a Re.­ 
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Var11loulo do dlo: "O meu mnndnmento 
este: que vo nmols uns nos outros, 
Mm como ou vos amei' (João Hi:12) 
'Temos observndo quo o mundo, em um 
neutldo geral, está "virado". No há res­ 
pelto entre os homens, no h temor dl­ 
nnte do 'l'odo-Podcroso. A nthlln diz cm 
,for!o 16;5, p11Javra11 do Senhor ,Jesuu: •·sem 
mlm nda podet Iazor", mesmo assim o 
homom tenta J11Hlirlc11r-Ho, proeurnudo 
em vão, a partir rio 11r11s próp1-Jo11 rnórl· 
tos n olução para v seus problemas, 
pnrn sua rlccndõnclu; nômonto o Evnngc­ 
lho do Crhlto ó o poder de Deus para 
snlvnço de lodo nquole que crer. O nos• 
no bondoso puf, et empre a n0ssn e8- 
pera, cm o seu coração para nos co­ 
lher, pi,rn nos njudn r 0111 1His11as neoeR• 
ldnde., O Senhor Jesus nos contou o se­ 
guinte lllslórla, llui;trando o gmnde nmor 
de Deus pelos homens: "Um certo homem 
Unbu dois tllhos, e o mals moço tlelos 
disse no pai: P!II, dú-nrn n parte dn fn­ 
zenda que pertence-me. E e!A repartiu 
entre os seus filhos a fazcndn. Poucos 
dias depois, o filho mais moço, ajuntando 
turlo, partiu para uma terra Jooginqua, e 
ali desperdiçou n iiur1 fazenda vivendo 
dlesolutumeuto. E, havendo ele gaetado 
tudo, houve naquela terra umu grande 
fome, o começou a padecer necesslrlu­ 
ctes, foi, e chegou-se a um dos cldadllos 
daquela terrn, o qual mandou-o para os 
1111us campos a apascentar porcos. E de­ 
sejava enohE>r o seu eslomngo com a11 
bolotns que os porcos comiam, e ninguém 
lhe dava nada. Tornando em si disse: 
Quantos trnhalhadores do meu pai te;n 
fartura de pão, e E'U aqui pereço de fome 
Levantar-me-ei e Irei ter com meu pai 
e dlr-lhe-el: Pai, pequei contra o céu e 
perante ti, já não sou digno de ser cha­ 
mado teu filho, faze-me como um dos 
tous trabslhadores. Levantando-E:e foi pa· 
ra seu plil e quundo ainda estava longe 
viu seu pai e se moveu de íntima com­ 
paixão e, correndo lançou-se-lhe ao pes­ 
coço e o beijou. O pai porém disse aos se­ 
us ■ervas (empregado!'): trnzei depressa o 
melhor vestido, e vesti-lho e pondo.lhe 
um anel na mão e alparcns nos pés. E 
tral!:Pi o bezerro cavado. e matai-o. 
e oomamos, e nlegremo-noR, porque este 
meu filho estava morto e reviveu, tiuha 
se perdido e 1'oi acbaào. (Lucas 15:11-32) 
Estando morto e,spirilualmente, somente 
no exercício de sua fé em Deus, crendo 
em Jesus Cristo como o media<1or entre 
Deus e os homens, porlerá o homem re­ 
construir sua vida diante de Deus, bem 
como tornar-se seu filho por adoção 
(continuaramos no próxi;;:;.o número) 
, 
TICI 
Pr. Jeremias Vicente da Silva 
Pr. Batista 
ORAÇÃO DA SEMANA: 
Portaria NP 01178. 
O Pr sldente da CAmara Munlcipl 
de Bela 'Vlta E«tndo d. Mto Gr0o. 
'ando da una utriblções leais, bat 
xn a Mulnte portarla 
Determina que a Comissão de In 
quérito Administrativo, encerre os traba­ 
lhos por ola exccutnda nté o pre11eute 
momento. , encuminl!e n mesa de aeordo 
com o decreto Lel N? 201/67, de 27/02/67. 
CUMPRA-SR 
Bela VIt Mt. 2O de I<cverelro de 1078. 
PORTARIA N.
0 
02/78 CM 
José Sirnpllclo da Co11ta MnrqueR Arena, 
Prrslrlen1e dn Cllmnrn Municipal de Be­ 
la Vista Estudo do Mato Grosso. URHndo 
da11 HUllll atrlbulçõ11s Jogais que lhe con­ 
fera n Lei, RESOLVE: 
1 • Recot!trutnr o Sr. Narciso Ortlz, pa­ 
ru uxerccr ns fuoçõeij de zelador portei• 
ro du Cllmurn jfonlcipnl de Bela Vista Mt 
2- Os vencimonto11 eerllo eq.ilvuleotes 
ao Nlvel 04 (quaf!'o) do Quadro de Fun­ 
cionários do Executivo Municlpnl. 
3 • A Recontratação do referido que 
consta no Item 1, contará a partir do 12 
de Junelrô do corrente aoo, no prazo de 
um ano. • 
CUMPRA-SE 
Bela Vista Mt., O, de Março 1978. 
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.2 01/78 CM 
"Valoriza vencimentos base e salário 
do servidor público municipal e contratado 
do Poder Legislativo e dá outra& provi­ 
dências." 
O Presidente da Cllmara Municipal de 
Bela Vista-Estado de Ma to Grosso. 
Faço saber que o Poder Legislativo do 
~Iunicípio decreta e Eu sanciono a se­ 
guinte Resolução; 
Art. 1 ° • Os Vencimentos • Base e Sa­ 
lário doe Servidores :0.1unicipais e Contra­ 
tado do Poder Legislativo da Adminis­ 
tração Dlrotn: 
- 40%/ (quarenta por cento) para os que 
percebem nté CrS 1.000,00 (hum mil cru­ 
zeiros): 
- CrS 675,00 (seiscentos e setenta e cin­ 
co cruzeiros, mais 20% ( via te por cento) 
sobre o que exceder de CrS 2.000,00 ( do­ 
is mil cruzeiros); 
Art. 22 O Salário-Farnilit1. dos servido­ 
res de que trata o artigo 12, serã" re­ 
gulados pela Lei Trabalhista; 
Art. 3°, As despesas decorrentes da 
execução desta Resolução correrão à 
conta da 'lert>a Orçamencári11. própria, 
t>uplemenluda se necessária; 
Art. 4- Esta resolução entrará em vi­ 
gor a p&rtlr de 18 rle Janeiro de 1978 
revogadas as disposições em contrário'. 
Sala das Sessões, 20 de Fevereiro de 
1978. 
G. P. lt 
Edital do 
convoc.açoo 
de associados 
Bondoso Deus, gratos te somos pelo 
teu amor que nos eleva das profundezas " Valoriza o Subsidio dos Vereado- 
do pecado e de nossas fraquezas. Roga- res e dá outras providências". 
lnos-te que este mesmo grande amor pos-1 O Presidente da Câmara Municipal 
sa trazer todos a Ti ... Em nome de Je- de Bela Vista-Estado de Mato Grosso· 
1u11 nós T'o pedimos. Amém. 	Faço saber que o Poder Legislativo 
PROJETO DE RESOLUÇÃO N2. 02/78. C~í 
decreta eu sauiono guinto Rewoluçl.o, 
Arlli(•) 1 , - Valorfl'l !.'!üh 11110 O!! 
Ver dores 
a) Pnrte Fixa - Cr! 911, 6(novecentos 
e cnze cruz'ro e oitenta e eis rentavo), 
b) Pnrte Varivel - Cr$ 41,05/trzento 
e quarenta e um cruzeiro e povont 
eineco centavo«) por sessão que compro­ 
C(•r' 
o) Haseade na Arrecadação Municipal 
do Exercicio de !!177. 
Artigo 2.- As depesnus decorrente 
da execução desta Resolução correrio 
á conta da verba orçamentária própria, 
suplemetada e necess.ria, 
Artigo 3º .- Esta Resolução entrará 
em vigor a partir de 1? de Janeiro de 
l!l78, revogadas 118 cti1:1poslçõc1 cm con­ 
tr{Jrlo. 
Su!1111 do11 Ses,ões 27 de fevereiro 
1!)78. 
PRO,JETO DE RESOLUÇJ.O N.<> 03/78 C.I 
''Dispõe sobro aberrurn de Créditos 
Suplt•mcntares de 25% (1•fnte e cinco por 
cento) sobre o Orçamento da Câmara 
lIunlcioul do Bela Vlstu Estado de Ma­ 
to Grosso" para o oxorcíclo de 1978.'' 
Faço snber que a Cfimara Municipal 
de Bola Vista aprovou b Eu promulgo a. 
seguinte Resolução: 
Art. 1°- Fica aprovado a aberlura de 
Créditos Suplementares de 25% (vinte e 
cinco por cento) sobre o Orçamento da 
Câmara Municipal de Bela Vista, para a­ 
tender lnsuflclênclu da dotação do Títu­ 
lo 3.l.l.l • PePsoal Civil - Subsídios dos 
Vereadores; 
Art. 2º· O valor percentual que cita o 
art. 1°., será de CrS 113.250,00 (<:ento e 
treze mil, duze1itos e cinquenta cruzeiros) 
que formará um Montante de CrS 566.250, 
oa (quinhentos e sessenta e sell mil, du­ 
zentos e cinquenta cruzeiros), conforme 
dotação orçamentária da Lei n2 664/77, 
de ll-ll-77, que fixe. a RPcaita para o 
Legislativo em Cr$ 453.000.00 {quatrocen­ 
tos e cinquenta e tres mil r.ruzairos). 
Art. 3º- Baseia-se a presente Resolu· 
ção, conforme o lnoiso do Artigo 6o da 
Constituição da Repúbllea, nos termos 
dos artigos 7 e 43 da Lei Federal n2 
4.32ú de 17-3-64. 
Art. 4-º- A presente Resolução entrará 
em vigor a partir de 12 de Janeiro de 
1978, revogando as disposições e::n con­ 
trário. 
Sala c.aR Sessões, 13 de Março de 1978. 
José S. da C. Marques 
oedi Leite Larangeira . 
de 
Presidente 
Secr3tário 
A Dr·teria do hr«. 
mfo do Subtenentn e 
Sargentos "Pdro Ref. 
no" covoc os senho. 
ra sucidos para um 
Awembléla geral ordint­ 
ri (ttJP n rf'alt, tc!,t 
4 0930 hs do di 09 dr 
Abril de 1978, na sede 
social do clube, n fim 
de proedor elelçi,o 
dos candidatos que rego­ 
ró os destino da entl­ 
dade durante w bnlo 
7 79. 
2. A presentação das 
C'hopos lJ0der,io srrern 
feitas até As 2200 hs do 
dl11 08 11hr!l 78 
3. Sómente terr!.o dlrol. 
to no voto e poderão 
serem votados, os sóelos 
el<'givels i:! quitc9 com 
uns mensalidades. 
Bela Vista, MT 24 de 
março de 1.97 . 
CoznrJon Ocampoa 
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Vende-se 
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ba junto ao par­ 
que de exposição, 
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1 
1 
1 e 
D1. Joolnon M. Poixoto 
-Advogado- 
C'4ll nr; C'ívl11 e f'rlrnln ti~ 
JardIa - M1 
o s da 
'i 
Em eu primeiro pronunciamento como 
4r da binada do MpI, o deputado Tancredo 
",,,, ressaltou que OpoiAo, reponsvel 
'',~ti, nwunrca nronu ao oserno revolucioná­ 
fl', 4ido apoio, quando em cansa o» legiti 
'
1
 ju1i·rflo,·! n,,eiornsi~, ~e111 11luliu1r, ,·1111111tlo, 
11
·" 	• 1 • 1 • 
} s concrntuçlo como trincheira da tr+itn- 
j ÍJ d(•HIOCí,ll h'il 
Frisou que, pra ru partido, no +e ju+. 
fia to longa cepeionalidale, cono que vi­ 
remos há quinze ano e na qual a segurança na­ 
anal +e erigiu em objetivo upremo, gerndo, 
r•Hll1ttlo, u Ílllf';.!llr:tll'U P u 11w,lo, n 1·ont·t'nt1,11:;1o 
de rendas e a degola da cultura pela crnura. 
Assegurou que não haverá refora·, pura 
restabelecimento do e·talo de dirl'ifo, t-t"IH o 
participação do MDI, que as denunciará desde 
que o correspondam às aspirações populares e 
i10 ecprrrulo t·onh·lldo dt'mocrílr.icu, 
• Crl1iru11 o lldn opo!Íl'Íoui!la o chamado 
p,coie de ohril, 'I'"' ir:,1i111i11 M Acnudo11•• liiirni­ 
cn!, r nindn o motleln Ct'onôwico , ig1•ncc. ,lo qual 
decorre, em sua conceituçào, um capitalismo sel. 
'1l!H'III, t'lll que o~ ~rundrR conglomrrncloa 1ran .. fc• 
rru, pnrn o E-rntlo '""• prejulzc>s rlecorrenl~- de 
empreendimento uventureiros, ao mesmo tempo 
em que se destro as pequenas e médias empresa«, 
Após dvoar a convocação de um ÂSFl'lll· 
bléiu Nnr101111l r om11!11i111t·, •mcc!Í el de tlnr lt· - 
gitimidade às reformas democráticas pretendida 
prlr, po1·v hrnsileiro, conrlumou Tnncre,lo Nc, e, 
11 Gow•rno n de5frnltlnr u bandeira generosa da u· 
ui,lin, indo uo e111·0111ro du lrndiç:ln de nosra gente 
Héplicn ele llonifúl'io - Heplicundo o 
pronunciamento do MDB, ,lisFc o líder ureita 
Jo,ê Bvnifócio qtll' n Opo9içt1o 1cm um inurredá-• 
vel compromisso com o pessimismo, ao criar an- 
1c,i.~õe; somhrin$ e ndmitir n l'Xi~tc-ncin de utn 
roo, io11i111cionnl que cslnrin n convuhion11r " e. 
ronomla. Frisou que, raças á ordem intcrnn, à 
eorganização da prodnç,1o e a um sistema de 
previdência social inovador, os governos revolu­ 
ciorulrios ulcnnçnrnm êxitos sem pr~sccndeale• 
rm no,rn história. 
Hrconbcccu Jo,é Bonifúcio que o Hder dn 
Oposiçiio fez jmtiçn ao governo do Prc•iclrnte 
Gciscl, no ndmi1ir u •inceridndc de seus própositos 
de reformas 1endcntes no npcrfci,onrucnto demo• 
rrncico e no desenvolvimento integrado do P.,!,. 
Após clrfrnder, com prccrdencrs de oucros 
Poísci, n cleiçilo inclirctn de senadores e de obser­ 
ar que n pretendida Constituinte representuria 
umn derrogoç,1u do regime, enaltccen o líder da 
Arena lJ modelo cconômico vigente, rc,pl'tt,,hcl 
por uma polhicn de investimentos que, cm que 
pe,cm o, crhicas dos <>pMicionistu•, Ycm prnmo­ 
,endo co111in1111clnmentc n ,Jesccntrulizaçüo du renda. 
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e t:• 1111uh1,d0 11 5coltrn11. 
cl I r in<'cr,tr1C'/'1 úo ren· 
uu. 
A rcvt luçfí~ democrá­ 
tio --- Hespndendo a 
Joa1;uf:n U ·Yll-1c(Jua o 
dep•olaclo Jorg Arbage 
(Ara-Pa) disse oilo ter 
a re ,•oluçiíCl de G l pro­ 
movido qual!'quer 0Ls1á­ 
cu[o-: à reri.lilaç:fo do 
eleiçõ··. Jlvrc•s, nsgr-gu­ 
rundo a posse do::1 elei­ 
tos, mesmo da oposição, 
core o ocorreu com rela­ 
çfio às el"ições r.ennto­ 
riais de 1974. 
rí 6s fozer um rctros­ 
pccto da situação ante­ 
rior à Revo!uçü11, aoentu­ 
ou que, a partir de ,;ua 
implantr,çD.o, a vontaàe 
popular rrnmprc foi res­ 
peiUda, já que trouxe 
em sues origens o sim, 
orlo da democracia, 
mantido por todos os 
goveroo,; 1 evolucionári­ 
os. 
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vra do Frter Normnn T'elles F. Frnn­ 
eo do Mné, Hto de Jnelro, que natu­ 
raltaonto orão preclada por todoo os 
Hoeruzes, 
Sor Roncruz e viver hormonlosme­ 
to com ll ntureza, uns leis e com todu 
Crinço. E transcender uu lm às nl­ 
turas calorosn do Reino do Criador, u­ 
olllMndo HUli pol'llo11nlldndu•alrnu com o 
Cómleo, nslm vivendo com humildade, 
nrnor o oomproon~llo para os colsus da 
viria. O ftosaoruz mantóm umn monto 
orena em quulquer circunstancia, pois 
vivo otenrnmooto com ~ ulrna no ritmo 
do Universo, que foi concebido com ~ls­ 
temn e ordem pela gruda perfeição 
Divina. O Hoscruz 6 um buscador, que 
oaminha na sendn do sol, para oncon­ 
trr-ase oI1 D e u s de seu corocfio, 
o Deus que reslde dentro do cada 
ser o a I cnnçu r o m a i o r rues­ 
trndo que 6 tornar-se ?.H'Blre de si IDt!B· 
mo. O Rosocruz conhece u fluulldude do 
sua existência, e primo por umu condu­ 
ta dlgnu, urna probldutle reconheetda e 
um ideal elevudo pelos seus prlnclp!rs, 
crinndo em seu Eu o templo da hosaoa 
Celeste, onde lhe folu a vóz s!lente, in­ 
terior, que habitú em nós. Vive para 
glorlf!cur Deus e penetrar no sautuAr!o 
da naturez!, oude fuz seu ceoAr!o de 
contemplação e rcoolhlmento. Compreen­ 
de ser filho du fonte única de Crlaçlio, 
que está uno com o Universo, com o L· 
hsoluto, com a essência criadora e mun­ 
tenedorn de toda existência, e que sua 
mente e oonsclênc!a constitui uão só sua 
alma, mas a própria n lma e te roa, Infini­ 
ta, Luz Maior que está infundida no Cos­ 
mo. O Rosacruz conhece a Lei e sabe 
que a Lei serâ cmnprida. Por isrn seu 
cetro é o da justiça, suu bandeira a do 
perdão, e em suas mãos ,:, archote pa­ 
ra Iluminar as trevas da Ignorância, da 
super11tição e da cegueira espiritual. Con- 
1.iante caminha ereto e firme com a plu­ 
ma de MAAT, sabendo que a paz e a 
felicidade se orlginum em seu próprio 
ser, e que nada o abala em BU!l& emo­ 
ções, pela virtude do seu autodominio. 
Miserieordloso, em seu coração faz mora­ 
da a trindade cósmica Luz, Vida e Amor, e 
a e3rteza do um futuro promissor, pelo 
que ora realiza, baseado ttm Causa e E­ 
feito. O Rosacruz ei;tá consciente que 
nada morre. Assim sendo trabalha para 
que na hora de suu transição, quando a 
Rosa eleva-sa sobre a Cruz rumo ao Cós­ 
mico, ser recebido pel•>s prim!tivoa mes­ 
tres da Grande Assembléia sagrada, que 
proclamaram. Mais um a cruznr o um­ 
bral da verdadeira iniciação, como au­ 
têntico cavaleiro da Cruz e da Rosa, pu­ 
ra o qual as portns ~o Sanctum Celes­ 
tial esti'io o bertas, em nome do Granda 
Deus. 
R: Nlcarllgua. 2453- Bae:.chcri. Cx. Pos. 
80i • 80000. Curitiba • Paraná 
O procurador da Jutle MI!itar 
em Campo Grande, Flavlo de Andrade, 
pediu diligências para e pronU! 
clar com malor fundamento a repito 
ds ACu»ações que o feitas pelo Govef 
no do Estado ao deputado Cecllio de 
Jesus Gaveta. 
No ha prazo par que ele volte a 
o pronunclar, formulnndo denúncia ou 
determinando o teu arquivamento. 
For u m vlados ofícios 
aos jorrwts do Cnrumbá, bem como à 
Assembléia Legislativa para que sejam 
cnvlu<loK cóplas de eutrovJ,,tnR e pronuo­ 
clamentoa do porlnmontar, que .rorurn 
conslderudos como utE11lutórlo1; à auto· 
toridade contida nos termos de Lel de 
Segurança Nlonal. 	as 
A roprcr1cotaçuo foi enviada cl O. 
Clrcuoscrlçúo do Justlçn Mllltor em Cam­ 
po Grund11, pelo Se o r e t ó r I o do 
Segurança P ú b 1 J o a, A 1 o l i< 1 o 
(ID 
n ,u 1: D  
Fel grande 
i r n 1 s para 0 t 
perado Bufle da A!ele, 
no G.PR A mdics ± i. 
·ou multo a derjr 1 
ma pena, poli a de 
denci» do G.P 
lotadi ims, muitos v4 
tant ljlJ!I vil 1, ll1 :tq i 
J) tl!l!,tT O• i)t li ~.1t,h,, 
Acostumado u ver futebol, esporte É um esporte caro e bem poucos po 
popular e de todos conhecido, esqueci- dem mantê lo mas vale o pena, para 
me completamente, do morav!lhoso Jo- quem podo, manter uma boa equipe (a­ 
go 'de Pólo, Esparto de Reis, que sempre tletas e cavalos) e num região c9mo 
mostra novas emoçõee no volelo de ec. nossa onde temos muitos boo:s cava belro1:1 
us cavalos habilmente oonduz!do!I por I bncana mesmo é ter-Fe cavalos de fácll 
seus ca valllelros, o corla luz !mpercep- adoptr,çüo o esporte do pólo. . 
tive! 
0 
quo garanto muitas vozes pontos Vollurel ao Hssuoto Pólo nas próximas 
preciosos pra quem consegue fazê-lo oportunidades já que este esporte mes­ 
aem corooh!r faliu 
O que é quase impos- me, sendo de reis não é vedado a nós 
sivel, a ligeireza dos animaltl e perfeita simples mortais comparecer aos campos 
e.iooronlzoção com o seus condutores fa. para nsslsllr aos JO~os. 
ze:n deste esporte algo de divino. Ivan do Nuac1monto 
, :-..; 1 VER A RIOS 
28. 13 nos dn garota 
Beatriz Helen G, Mas­ 
crenhas 
,0- AniversIou no9 
Delegado de Pollci Sr. 
José Loureiro. 
Em 20/03/78 
Hoje decidi tcmar a liberdade de 
em nome dos moradores das ruas que 
formam a Vila Nova, nelarnar oa falta 
de l'uergii. elétrica neRta localidade. Com­ 
pletamos hoje 10 dias consecutivos sem 
luz. Isto, além de ser um ato brutal con­ 
trtt nossos direitos de cidadões (nossas 
taxns são pagas pClntualmente), nos pre­ 
judica coroo pessoas füicas, pois é impos­ 
sível, coro a temperatura atual viver-se 
sem g.il11dclra. Já 1Jão dig@ ventilador, 
liqutdiflcador e outros, pois estes já se 
tornaram aparelhos de grande luxo. 
Estive ontem com o Pastor da Igre­ 
ja Assembléia de Deus. Ele e outros mo­ 
radores assinariam qualquer "abaixo as­ 
sinado" que BE' fizesse. Mas isto torna-se 
Inútil diante da gravidade da situação. 
Quem não qüer viver c!vilizad&mente? Eu 
e meus familiare;. gostamos desta cidade. 
Prova disto é termos adquirido casa pró­ 
pria. Gostamos deste povo que de "bra­ 
vo·· só tem a fama, pois suportar por 
tanto tempo uma situação crítica como 
esta sem se manifestar, é prova de gran­ 
de trn.nquilidade. 
E é em respeito à esse povo bom 
e tranquilo que peço seu particular Inte­ 
resse na resolução definitiva desta situa­ 
ção incômoda. 
Grata 
Hilda Mclina 
Rua da República 378 
sgn 
CUUíl.RA.SCO 
Fol rellzado um dell 
cloAo cburra&co DII chã­ 
eara dos pats de Léo 
Renato !limada. Lá corn­ 
purecernm muitos nmt• 
gulohos de Léo. A. lioa. 
lldado do churrnsco foi 
para reunir u turma e 
passar um dlu diferente 
Todos suirum sullsfeiloa. 
A PA 
Neste final da semana 
pp. a praia do Apu e+ta­ 
vu lotadíssima. Foi um 
fim rli, semaaa que os 
belavistcnses tinham on­ 
d'i! ir, foi umn boa 
Casal da Semana 
Silvio Sandra 
Jorge Cartapatll. 
De".!lara para os devidos 
fins q u e extraviou os 
sernintes do1rnmentos 
ca'i-teim de ~otorista 
expedida pela 5.% Ci­ 
retrnn de Aquidauaca 
CNH 1496 PGU 
1496 - Publicação que 
se faz para obtenr;ãe da 
2.ª Via. 
co 
Ê Só Falar com a ivoça Atenção para os prazos de 
07-04-78 para quem tem imposto a pagar ou restituir d~ 20-2 .. 78 
BRIID co 
entrega de 20-02-78 a 
a 10 .. 5-78 para quem é isento. 
ÇOS