' Fundador; _lvaldo Pereira_, Ano VII ] N.o 284 J 02a09 0478 , Nela Vista I Melo Grosso do sul Esclarecimento I Na publlcnço feita no Jornnl Tribuna dn Fronteira, do din 19 a 2/J de março 1078 0nde men olonn, quo o pulrl'.lha mllllnr do pelopes, fol dnr uohorlura no,i crlml­ nosos: fie rtiflendo, que a patrulha do 10%RC pedido do Delegado de pollclu, foi ntflntlor n nudanç, pnru evitar um tragédia, entre ns 111mlll1u l!ios e Pluhulro N11o havondo nouhunrn quer@nela com res­ pollo nos militares. Pols ó público em nossa tcrrn que o 1QQ H.U. tem S de amlzudo quo llgom o Brasll o os Es­ tados Unidos da América. Alngrn-mo. portanto, que Vossa Exce­ lcnola teuha podido concretizar seus plu­ nos de viagem. E di,vo dlzer-lbe quo compreendi e compreendo perfcltamen• te n declsãc, que Vossa Exceleocla teve Brasília - Foi o seguinte o discurso do presidente Carter: Obrigado, Sr. Presidente pelas suns gentis palavras de ucolhirr:.ento. Esta é a segunda visita que eu faço a Brasília, sua linda Cidede Capital. E desta voz é para tr:rnsmitlr o agrado, nüo só ws meus votos pessoftis, mas também especial­ mente a saudação da minha Pátria. E venho ao Brasil na plena consciência de que as nossas Nações compartilham as re11ponsabllidade~ das gr:1ndes potencias mundiais, Existem muitas coisas nn htstória dns nossas nações que nos levam 11 n o s compreendermos m ú t u a- mante, que nos tem ensina do a nos tra­ tarmos com amizade e respeito. Ambos os nossos paises se liber­ t:1ra m de potencias coloniais euroll1.11110 'tlM!lf' ú!llmo 1lo­ mn!no, mal um concuro para o Igr '­ +o no H.neo do Brasil. Muito concorrido o referido, como [i era de e prerat. Mals do 3)0 Iuscrltos A elegfo dn pro· , a fol reullzada a Escola de ( o Il Ornu11, "C11orliclo M11rluno•·. I om resultado, pol vnrJoÍ, concorrcnl'l!l ologoram que o "'J'os­ tc" n/10 foi multo dlílcll. 0«K A Prcfellum do Aquld11u11 na jtt co­ ffi('QOU u "Operação, Muros o 1:nlç11dos", 1 vlsu,ulo dar um melhor aspecto u cldudc, mutt melhorias estão sendo feitas em r1•lnçüo à P1·incesu do Sul. Do parubómi o NO88O Olufimtco Prcíelto. ramllm! Na EdlçfLo de domingo, dia 10 de murco. Aquldnuanu foi Manchete no Jor-· nul "fõlbu de Londrina" "O Turismo fles­ cubrlu Aquidnuani.l". Uma ~Iatérlu aeosa­ clonnl, fnlundo dus noss11s rlt1uozui;, do nosso comércio, e do turl61no mnra vllho· RO que a Prlncezlnha vem ofert'cendo a todo11 que aqui vlsltom. E como oiío po­ deria deixar de ser, o Rio, Qtie leva o nome do cidade foi o mais falado. No último dia 19, domingo, foi rea• liZddo um granàe cburrusco na Igrej11 da Cruzada (Nttcional de &•angeliz11çã(I) com Inicio as 11, segundo pessoa,:; que parti­ ciparam do sucul••nto, a festa estava ma­ ravilbo:m. "i'llais uma vez, o Pastor José Ely de Oliveira, bl'ilhou na Rua promo­ ção, ele que dirige a sua igreja com dl- Tribuna da Fronteira - SEMANÁRIO -- 1• U N D A D O E M 2 O / 2 /7 2 !use. Est. 13095334 2 CGC-ME: 0UU0.736/0110 17-1 Hcdaçào e Administraçilo R. Uuqm· de Caxias s/n • Bela Vistn )IT. Oficinas: Run Duque de Cnx.ias s, n ela Vista Mato Grosso Redator.Chefe Ivaldo Pereira Administração: Maria Estela V Pereira Departamento Comncial: Alrnro Pereirn ASSINATURAS ,,sinatura ,nua! Bdo Vi,;to CrS 20 J,UU Dentai, Municipios CrS ?50.00 Tribuna dn Fronteiro é uma publicação dn OUJIVAPE- Os artigos publica'os com ussinalur.tS do, autores nào traduzem a opir.iüo do jornal. Sun publicação obedece no propósito do debate dos problemas municipnis e de refletir as di,·crsas tendência, do pensamento universal. tam!sr te:·, I' ('I dela . ,COII li stbilizado, pofa ele n P 'Ia rn,1 com muIl; rc- o carluho. Finalmente foi aprovado o projeto CURA, do prefeito Muléipal Pedro U, de O!iveira. Projeto esse que visa dar uma urbaniza çlo geral ns Bairros da Cidd A po° pulaç4o de Aquidauann recebeu com muita legria essu notiela, que foi publl­ cada pe!aR e01iH-Ortt11 loc Jld e Jornal , 1 Ultimamente os meios eportivos Aqutdauanenses nndw muito violento: co­ mo todos sabem está sendo real'zado eIl nossa cldnde a Copu Arizona, e no últl mo i.ábuJo jog,1ra:1J nA equlpe11 do Ber­ ra Hlo e Guanan!y, neste jogo nada mais nada menos do que dois atletas saIr coa fraturas: Qne é Isso minha gente: ••• e+ porte é pá fazer amigos e ,,no ltuml­ gos. Vamos com ceulmu ... fall11 de prepur~ psicológico e emocloou I pura ai- duais equipes. Espemmos que nu dPdsío de domingo, dia 26, 'lia ~orn e Guaoandy, o pollclnmento esteja presente, tude leva a crer que a decisão será Violenta. E55E O Gur.nondy jogarfl sem () seu me­ lhor utleto, :Incide Qllll foi expul~o na última pi-trtlda, por outro lado o VJla No­ Vil vem com força total, inclusive com a sua torcida temloioa. O Guanendy está preparando a sua torcldu, o seu técnico, vem exigindo mui­ to da moçada, ninguém quer perder. Es­ peramos presenciar· uma graude partida. Uma. partida de campeão. E por falar em esportes, no domingo pela manhí, Rádio Independente foi fazer uma pel11dinha na Vila Popular, e acabou sendo derrotada pelo plcar de 2x0. O destaque do jogo foi o ponta d! relta Cornéllo que bateu dirP!tinho 011 branquinha. Marçal que mesmo sem o preparo fülco aue.:iuadu, dêu cvnta do recado, mas suou barb:nidade. Ari só discutiu com a t0n :tia e aindn P_?': cima com um irmão ri<' !OJ'. ,!·1urn nao deu coata no meio do Campo. mu:to pe. satlo, e ainda eufórico com a vitória rio seu time (Guanundy) no sàbudo frente o Beira Rio. Ferreira Lopes foi mais cô­ mico que jog,1clur. A nota triste tia par­ tida, foi o baixinho que apitou a pelada não entende de nada, além de prejudi­ car a equipe da ril_ que é composta só­ mente de funcionários da casa, marnJ.· va perigv de g ls toda hora, e ainda por cima te,minou o p:lãd~ 10 mioutos antes da hora certa, ele (o Baixinho) sentindo que a ril ia empatar, deu um tremendo d , err u a V • E Copa do mundo? Está chegando' Esse ano ser na Argentlu. O campeo- to mundial de futebol tol institul lo JJ • li 1 • l ' , j ,. 1 j, I FIFA em 1930, para ser disputa6a 4 em 4 nos. J fol realizado por I0 ", Z' l'l, t1:ucjo sido cnncolndo dut·uuto a - Guerra. Estes sdo os Países campeões do mun· do até ngoru: , J'l30: locul Uruguai. CampeO.o • Uruguy 1934: 10c! Itúlla. Campeán - Wilm 1938: 1cal França. Campeão - llúlta 1012: Não se reullzou d'lvtdo guyrrn 194: Suspensa devido a situação pós. Gnerr,i ]9õ0: Local Brasil . Campeão - Uruguoy 19'1J: Lr;cal Sulçn . Campoüo - Alemuuhu H)58: .Local Sutcla . Curopeilo - Brn~il J9u2: Local Chile . Campeilo - Bru11ll 1966· Local Ingl.!terrn , Camptüo - In­ glaterra . , 1970: Local Mexico - Campeão - Brasil 1974: Local Alemnnba • Caropeã.D Alernn- nb.i 1978. Local Aqentin'l - Campeão ..... , .ioda não sabemos, mas vumos torcer para que >t à luz da ciência. Se as plantas perdem as folhus antos do momento normal, é claro (Contiouu no Próximo Número) A agricultura só é forte quando é mecanizada. Mecanize sua)ayoura com Masscy Ferguson. Do désrnatamento à colheita, a maior e mais complctalinha de máquinas e implementos agrícólas do Brasil. Converse com o revendedor Massey Ferguson de sua região. Estuõc com ele oequip:unento mais adequado 1 AMA - Âpolinário ii que as reservas acumuladas pela intese cloro!Illn no m pura as vagens o ementes, logicamente, há queda de rendimen­ to e infecções nos órgãos de reproduáo. ,'s doenças agem m I ilur.mte o príodo mldo e quente, normal nos meses de janeiro e fevereiro, dai rua mator Incidênct essa fase, assim como nas varledad s precoces média, Nas tar. dias, com menos umidade temperatura menos quente, os ntaques são de enor intensidade; a observo das variedade precoce mostra que maturação não é uniforme, de longe se observam plan­ ta. com manchas de coloração mrela uniforme ao lado de outras já secas, que perderam as folhas. Eatre esses dois estágios. há ou­ troR mnl definidos, pois nessas áreas se encontra toda sorte de c - racteristlcus em toda as partes das plantas. Ao lado de planta ver­ des, há as sccaij, o mesmo ocorrendo com ao, vngeas. <1uo so mos• trum manclmdas ou ainda verdes enquanto outras j 14o ec 8. A !ollHlR apresentam manchas e muitas vezes, como disse um ugleul tor, os tecido desnparncem, re tando apenas um rendilhado cons- 11tuido pelas nervuras . .. e os 11grlcultores observorcm sua;; culturas precoces, assim como as de clr.lo médio, focilm•~utc coastuturão es~us dlferonças; para a sua lavoura e a melhor forma de se obter o financiamento. Aproveite o crédito que toda a rede bancária. está lhe oferecendo. Plante mais. * Massey-Ferguson do Brasll S.A. Máquinas s 1 Agrícolas zem l LTDA Um Novo Conceito em A s s i s t ê n c i o Matriz: Rua Marechal floriam,, Esq. e/ 1. º de (hatMhro, f one 139-421 - P!3rã - li ato Grossa FILHIIS: Rua Sebastião Crispim do Rego S/N Fone 161 E n e Dmambai MT Escritórios de Vendas: ilntonio João, Caracol, Irai Moreira, mambai, iguatemi, Eldarado e Mtndo Nova Técnica ha 'h' ' Hb_·· Frr'ir INFORMA ... C ine São C ristovão PROGRAMAÇÃO PARA O M~S OE ABRIL DE 1910 OfAS l o ú 6a7 Trttpnlhlto nas mlnttll do ncl 811lomflo Confh111õ1u lallrnnH de um Pro•fdlo Ji'cmlntno Potetn o super atletn Bn9 O a 10 J 1 ll 12 13 11. 14 t6 Hurbnrola Mandnrlns do Kung Fu O Amor llll5Ceu do Ódio Um golpe Boxy JG/Vo11p. Tnrznn o Rei du& Solvns 10/17 2.001 Odlrn'llll uo espuço 18/10 Vnrllo de Tponcma 20/21 O nolvagom 22/28 Chufor do prr.çn 23/24 On brutos também nmum 26/2G Em ritmo do nssusHlnulo 27128 Mndrugudn dn vingança 29130 Kung Fu contra Drugõea 80/01 Gurlmpelras do Sexo ,. , FILMES ) •. LENCO Honato Araplo Hnrbara Stelle Walt Disney ,Jane Fonda Robert Lo•ll Jean Marla Volonté Thnls nondoa Gordi.n Scoll Kcr Dullea Mnrtha Moynno Cutllerlno Deouuevc Mnzzoroppl Aliou Ludtl Glena Cobert Joe Don Oacker Alexander Fucheng Zólla Dlnlzs Chupou#o, Lanterapea Ptturw Solda Eltrle», Vertia ·n O»ruL A te n d e a q u a I q n r h o r a do dl1 ou da n o I l e. Rua Iens Pea E4. Toiro Sallva B:la lista - H2!o Grosso J. M. - Impressos em Cieral Gráfica • Nogueira l,edeiros Ltda Técnica e Experiência a seu Serviço Rua Marechal Rondon, 774 fone-47529 D. D. D - 0672 Campo Grande MS '' decorrer da Jwpulslouou m", no , , 6,v 1 minha vida pública, + vontade IrreIr d servir e n infringível crença no ho • • 1'udn e l!U,· mem brasileiro, em cuja ', 1erd precndc• pelo mor que devoto a '?";',, do e Igualdade face do transaende' jtberdde o Igualdade, valore m oqutllbrlo sllo os ruactuI.1rnto" que, . • d d um e d du democracia, exigem [e cala ,, todos, hoje mais do que antes, depren- dlmenlo e compreensno. ..,.., 1 do Agora, Nação quer um L1a tran11forrnarlo em forte l1111lrur-;J.ento da l .,,,,J[zuçúo ,10 Geu liel' e uno O se ser, "" • rl f•' tal'!o Pura oonvcrtldo em objrto O • 5 . • • tanto é imprescindível quo os homens revistam de sua dignldtude, se configurem como pc11soaa plenuR e vejam, na rstru­ turação de um Estndo de Dlr l_to corapá­ tl vel com n sua naturr.zu, o ob1eUvo pró­ ximo 11 otlnglr. E necessõ.rlc que todos se desloquem do nicho de 11uaH awblçoes próprias, da vnguld!lo e umbiguldade do seus propósitos, da mesquinhes de suas ações e se coloquem em total dispontb!­ lldade para a obra urgente de institucio­ nallzação do regime dcmocrõ.tlco, pol! este é o único que pão se compactua com aausações !ajustas sem a contra partida da defesa ampla e pública. É o único em que nllo so podo vil!mar, inde­ nemente, o cldad[lo, pela forca de estru- turas vencidas, que contempori:lae:.i do rJáo coeti:lneo tentaa:: persisti::- em Estado como o do Mato Grosso, não lmpor­ t a p o r q u a l s m e i o s, e m nome de lnteresseF subultsrnos e contrá­ rio 8.0S do povo A do Brusil atual. ino­ bstante n grand3?:ã. dos esforços do go­ verno da Unlilo. Por tais razões, vlthna de uma cruel campanho. de desmoralizaçüo contra mim urdida e enceto.da. em todo o Bra­ eil pelos que !lervem Incondicionalmente aos interesses daqueles que não server aos interresses da Nação. não desisto da luta pela organização da liberdade e da igualdade em meu Pais côn:,cio de que , a omissão e recuo não são o caminho l dos verdadeiramente revolucionários. Há revolucionários e há rebeldes. Os pri- --------------- Q POVO'' »iro, entre os quais me quero inclu!'? me' _, que quer a Nagtó, mesmo • qi.1rt,.1 i ) YA Drllll - 'm objeto vosdor 1 "o 1. dentiftcndo un O/N] e nlo ums t n {e tale, provocou espantoso redemoinho de vento que matou 32 soa Capttal Jndfnuu, na exta-feir paaad. A lr.ío,­ mç#o que vinha sendo mantida n nível de segredo de Estado, foi revelada por um professor de Física da Unlveridad do Novtt, Délhl. S.f(, Trll!Ju, o 11utor dtt ~cr.saci11n,il r, - velação, afirmou ter feito uma pesquisa preliminar de radiotividade nas regi6e dovontad1:1e polo redemoinho, 2,t h11r,1~ depois da ocorrência. Os testes revela­ ram que a r11dlotividnde Clxlstentc nlt. 11.­ ren. era uma vez o mela mlor que o nor­ mal, lovaado 011 meios clcntHlcos a acrc­ dltlrrru quo ns morti:!R o deetrufç/o ti, nhum sido provococlnll por um díaco von- Rep.: o 1 t l'.lialru t- i m«,l•n • . o tl!'t:1•nto• llllJ llMt':ltio ti•,· t! ndo edo pontndo t· O rlO Í :l0ll"llll1'1 r, do 1lr dClh u IO!'l llt,lll· lt 1 : ! ,· l , I p ºª t nhru T l fJll l'l 1 l'l llU ut , illlr0llllllll(!0 .:l11ç1o no fenómeno ocorrido na India, mns até o pr ·ente momento n ,o ~li t, m uotlc!n em torno do desdobramento da ocorrén. rin ou f!I' o prelho voador não identi­ ffco :lo rol vl~to cm quulqu •r outro J>uhi vlz.lubo à Indl'i. Deocleciano de Vasconcelos DOVE A !: _,__ - . • O mundo é pequeno: • ele cabe int • num grande jornal. E chega todos os dias à sua cidade. Ouà sua casa, se você é um nossos assinantes. O ESTADO DE S.PAULO, UM 5ON: DE OPINIÃO PARA LEITORES 0.IU[ 7Ê_i".i O QUE~~ .Concessão de An'stia O dapu!udo Jorge Arbze (Ar na - P A) manifestou-e co1Hrnrlu mente cl CO□Ce!!RUO de anlstia nos que se nlienornrn à ideologia runr­ xlsll.L-lenlstn, por e lteader que a medida, no fun­ do, criaria um estado ele perma­ nente preocupa­ ção aos setores responsáveis pe­ la ordem e segu­ ranca que a Re.­ volução de 1964 reste uro:.t e cou­ solidou. PREÇO DESTE EXE}IPLAR CrS 3,00 4 e Francisco • Rua Teodoro Rondon QURI!E Peças Originais; Ford, WiIlis, Mercedes, Wo!ksvagem, Chevrolet; Acessórios, Material de Pintura, etc... Especializada em Tratores Mussey FergU!.'On, e B 'I', Fiat. Breve Auto pec;:as Universal em Nioaque. Carvalho. 9667, - Fone 135; T' GROS '7 íl fD1 W: ~ ltiti' .E±i SEU CI IRO E ECE III CI Gasolina, Óleos Lubrificantes, úleos Diesel Filtrado, Lavagens, Lubrificação e Borrachario. 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O nos• no bondoso puf, et empre a n0ssn e8- pera, cm o seu coração para nos co­ lher, pi,rn nos njudn r 0111 1His11as neoeR• ldnde., O Senhor Jesus nos contou o se­ guinte lllslórla, llui;trando o gmnde nmor de Deus pelos homens: "Um certo homem Unbu dois tllhos, e o mals moço tlelos disse no pai: P!II, dú-nrn n parte dn fn­ zenda que pertence-me. E e!A repartiu entre os seus filhos a fazcndn. Poucos dias depois, o filho mais moço, ajuntando turlo, partiu para uma terra Jooginqua, e ali desperdiçou n iiur1 fazenda vivendo dlesolutumeuto. E, havendo ele gaetado tudo, houve naquela terra umu grande fome, o começou a padecer necesslrlu­ ctes, foi, e chegou-se a um dos cldadllos daquela terrn, o qual mandou-o para os 1111us campos a apascentar porcos. E de­ sejava enohE>r o seu eslomngo com a11 bolotns que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada. Tornando em si disse: Quantos trnhalhadores do meu pai te;n fartura de pão, e E'U aqui pereço de fome Levantar-me-ei e Irei ter com meu pai e dlr-lhe-el: Pai, pequei contra o céu e perante ti, já não sou digno de ser cha­ mado teu filho, faze-me como um dos tous trabslhadores. Levantando-E:e foi pa· ra seu plil e quundo ainda estava longe viu seu pai e se moveu de íntima com­ paixão e, correndo lançou-se-lhe ao pes­ coço e o beijou. O pai porém disse aos se­ us ■ervas (empregado!'): trnzei depressa o melhor vestido, e vesti-lho e pondo.lhe um anel na mão e alparcns nos pés. E tral!:Pi o bezerro cavado. e matai-o. e oomamos, e nlegremo-noR, porque este meu filho estava morto e reviveu, tiuha se perdido e 1'oi acbaào. (Lucas 15:11-32) Estando morto e,spirilualmente, somente no exercício de sua fé em Deus, crendo em Jesus Cristo como o media<1or entre Deus e os homens, porlerá o homem re­ construir sua vida diante de Deus, bem como tornar-se seu filho por adoção (continuaramos no próxi;;:;.o número) , TICI Pr. Jeremias Vicente da Silva Pr. Batista ORAÇÃO DA SEMANA: Portaria NP 01178. O Pr sldente da CAmara Munlcipl de Bela 'Vlta E«tndo d. Mto Gr0o. 'ando da una utriblções leais, bat xn a Mulnte portarla Determina que a Comissão de In quérito Administrativo, encerre os traba­ lhos por ola exccutnda nté o pre11eute momento. , encuminl!e n mesa de aeordo com o decreto Lel N? 201/67, de 27/02/67. CUMPRA-SR Bela VIt Mt. 2O de Ia Orçamencári11. própria, t>uplemenluda se necessária; Art. 4- Esta resolução entrará em vi­ gor a p&rtlr de 18 rle Janeiro de 1978 revogadas as disposições em contrário'. Sala das Sessões, 20 de Fevereiro de 1978. G. P. lt Edital do convoc.açoo de associados Bondoso Deus, gratos te somos pelo teu amor que nos eleva das profundezas " Valoriza o Subsidio dos Vereado- do pecado e de nossas fraquezas. Roga- res e dá outras providências". lnos-te que este mesmo grande amor pos-1 O Presidente da Câmara Municipal sa trazer todos a Ti ... Em nome de Je- de Bela Vista-Estado de Mato Grosso· 1u11 nós T'o pedimos. Amém. Faço saber que o Poder Legislativo PROJETO DE RESOLUÇÃO N2. 02/78. C~í decreta eu sauiono guinto Rewoluçl.o, Arlli(•) 1 , - Valorfl'l !.'!üh 11110 O!! Ver dores a) Pnrte Fixa - Cr! 911, 6(novecentos e cnze cruz'ro e oitenta e eis rentavo), b) Pnrte Varivel - Cr$ 41,05/trzento e quarenta e um cruzeiro e povont eineco centavo«) por sessão que compro­ C(•r' o) Haseade na Arrecadação Municipal do Exercicio de !!177. Artigo 2.- As depesnus decorrente da execução desta Resolução correrio á conta da verba orçamentária própria, suplemetada e necess.ria, Artigo 3º .- Esta Resolução entrará em vigor a partir de 1? de Janeiro de l!l78, revogadas 118 cti1:1poslçõc1 cm con­ tr{Jrlo. Su!1111 do11 Ses,ões 27 de fevereiro 1!)78. PRO,JETO DE RESOLUÇJ.O N.<> 03/78 C.I ''Dispõe sobro aberrurn de Créditos Suplt•mcntares de 25% (1•fnte e cinco por cento) sobre o Orçamento da Câmara lIunlcioul do Bela Vlstu Estado de Ma­ to Grosso" para o oxorcíclo de 1978.'' Faço snber que a Cfimara Municipal de Bola Vista aprovou b Eu promulgo a. seguinte Resolução: Art. 1°- Fica aprovado a aberlura de Créditos Suplementares de 25% (vinte e cinco por cento) sobre o Orçamento da Câmara Municipal de Bela Vista, para a­ tender lnsuflclênclu da dotação do Títu­ lo 3.l.l.l • PePsoal Civil - Subsídios dos Vereadores; Art. 2º· O valor percentual que cita o art. 1°., será de CrS 113.250,00 (<:ento e treze mil, duze1itos e cinquenta cruzeiros) que formará um Montante de CrS 566.250, oa (quinhentos e sessenta e sell mil, du­ zentos e cinquenta cruzeiros), conforme dotação orçamentária da Lei n2 664/77, de ll-ll-77, que fixe. a RPcaita para o Legislativo em Cr$ 453.000.00 {quatrocen­ tos e cinquenta e tres mil r.ruzairos). Art. 3º- Baseia-se a presente Resolu· ção, conforme o lnoiso do Artigo 6o da Constituição da Repúbllea, nos termos dos artigos 7 e 43 da Lei Federal n2 4.32ú de 17-3-64. Art. 4-º- A presente Resolução entrará em vigor a partir de 12 de Janeiro de 1978, revogando as disposições e::n con­ trário. Sala c.aR Sessões, 13 de Março de 1978. José S. da C. Marques oedi Leite Larangeira . de Presidente Secr3tário A Dr·teria do hr«. mfo do Subtenentn e Sargentos "Pdro Ref. no" covoc os senho. ra sucidos para um Awembléla geral ordint­ ri (ttJP n rf'alt, tc!,t 4 0930 hs do di 09 dr Abril de 1978, na sede social do clube, n fim de proedor elelçi,o dos candidatos que rego­ ró os destino da entl­ dade durante w bnlo 7 79. 2. A presentação das C'hopos lJ0der,io srrern feitas até As 2200 hs do dl11 08 11hr!l 78 3. Sómente terr!.o dlrol. to no voto e poderão serem votados, os sóelos el<'givels i:! quitc9 com uns mensalidades. Bela Vista, MT 24 de março de 1.97 . CoznrJon Ocampoa PreRldente Vende-se Chácara Ubera­ ba junto ao par­ que de exposição, com 25 ha. Yratar com Dr. , Helio Loureiro o Esporte para Todos USINA Rodovia Jardim - Escritório de Vendas Administraçã,,: Bodoquena Porto Murtinho Km 54 Avenida Duque de Ca:xia.,; Centro JARDIM MATO GROSSO DO SlJL 1 1 1 e D1. Joolnon M. Poixoto -Advogado- C'4ll nr; C'ívl11 e f'rlrnln ti~ JardIa - M1 o s da 'i Em eu primeiro pronunciamento como 4r da binada do MpI, o deputado Tancredo ",,,, ressaltou que OpoiAo, reponsvel '',~ti, nwunrca nronu ao oserno revolucioná­ fl', 4ido apoio, quando em cansa o» legiti ' 1 ju1i·rflo,·! n,,eiornsi~, ~e111 11luliu1r, ,·1111111tlo, 11 ·" • 1 • 1 • } s concrntuçlo como trincheira da tr+itn- j ÍJ d(•HIOCí,ll h'il Frisou que, pra ru partido, no +e ju+. fia to longa cepeionalidale, cono que vi­ remos há quinze ano e na qual a segurança na­ anal +e erigiu em objetivo upremo, gerndo, r•Hll1ttlo, u Ílllf';.!llr:tll'U P u 11w,lo, n 1·ont·t'nt1,11:;1o de rendas e a degola da cultura pela crnura. Assegurou que não haverá refora·, pura restabelecimento do e·talo de dirl'ifo, t-t"IH o participação do MDI, que as denunciará desde que o correspondam às aspirações populares e i10 ecprrrulo t·onh·lldo dt'mocrílr.icu, • Crl1iru11 o lldn opo!Íl'Íoui!la o chamado p,coie de ohril, 'I'"' ir:,1i111i11 M Acnudo11•• liiirni­ cn!, r nindn o motleln Ct'onôwico , ig1•ncc. ,lo qual decorre, em sua conceituçào, um capitalismo sel. '1l!H'III, t'lll que o~ ~rundrR conglomrrncloa 1ran .. fc• rru, pnrn o E-rntlo '""• prejulzc>s rlecorrenl~- de empreendimento uventureiros, ao mesmo tempo em que se destro as pequenas e médias empresa«, Após dvoar a convocação de um ÂSFl'lll· bléiu Nnr101111l r om11!11i111t·, •mcc!Í el de tlnr lt· - gitimidade às reformas democráticas pretendida prlr, po1·v hrnsileiro, conrlumou Tnncre,lo Nc, e, 11 Gow•rno n de5frnltlnr u bandeira generosa da u· ui,lin, indo uo e111·0111ro du lrndiç:ln de nosra gente Héplicn ele llonifúl'io - Heplicundo o pronunciamento do MDB, ,lisFc o líder ureita Jo,ê Bvnifócio qtll' n Opo9içt1o 1cm um inurredá-• vel compromisso com o pessimismo, ao criar an- 1c,i.~õe; somhrin$ e ndmitir n l'Xi~tc-ncin de utn roo, io11i111cionnl que cslnrin n convuhion11r " e. ronomla. Frisou que, raças á ordem intcrnn, à eorganização da prodnç,1o e a um sistema de previdência social inovador, os governos revolu­ ciorulrios ulcnnçnrnm êxitos sem pr~sccndeale• rm no,rn história. Hrconbcccu Jo,é Bonifúcio que o Hder dn Oposiçiio fez jmtiçn ao governo do Prc•iclrnte Gciscl, no ndmi1ir u •inceridndc de seus própositos de reformas 1endcntes no npcrfci,onrucnto demo• rrncico e no desenvolvimento integrado do P.,!,. Após clrfrnder, com prccrdencrs de oucros Poísci, n cleiçilo inclirctn de senadores e de obser­ ar que n pretendida Constituinte representuria umn derrogoç,1u do regime, enaltccen o líder da Arena lJ modelo cconômico vigente, rc,pl'tt,,hcl por uma polhicn de investimentos que, cm que pe,cm o, crhicas dos <>pMicionistu•, Ycm prnmo­ ,endo co111in1111clnmentc n ,Jesccntrulizaçüo du renda. Dr. lv~ 1 ttf nsn da Costa , .. arq-ms ADVOCACIA EM GERAL Htu ',,J,,,uforin, d., 1':1ri.1, ~76 . Yon,, ;,JI) 13<:Ja Vhtu !foto OroR,;o Sul . FIOR MU tJO -MÉDICO­ Consultório: 7 à:i llb~ 16 às 19 horas «IPEMA.T e INPS» Posto de Saúde e Funrural: 12 à 15 hs Dr. José Atanasio Neto Advogado Cuusn .. Civis, crimlnnis, Com rclois. fo­ vooturios e Parlllllat-, Regularlz çóes d Terrns Juuto no Incra Etc. Av. Duque de Caxias, Y.o 788, Jardim - Mt. Fazeada 2 de Ouro Gula Lopes da Laguna Mt, Dr. Lu.wícli<, Valilc .,_ C.mr.•l • o D • !I ' ('lt() - ;;.í7 1t Cllnlto de Crlonto1 ,. advilD, Atende e com hora ar ada A,. J)u,,ue ,Ji, Cui,,, ;,( 1 1 l Dr. Késio I ,ourcirn Pinheiro ADVOGADO - lluu 1:í Bela 'lsltl 4-0G50 t.!o Novembr,1 S . ' Mlato iroso do Sul Campo Grande ------·-------------- Cícero Gonç 1v .. s rost. Médico Oculista Oftc:lmologista Rua Antonio João n.o 753 Bela Vista t Sul Não .,. e para /ender É um ngrndeclmen!o uo I Clientes e amigos que conosco labutam diuturna­ mente raru o dr.;;envolvimeoto do Estado de Mnto Grosso do Sul. Tipografias e Livrarias Ruy ~arbosa e N. Sra. parecida f. ISSO QCE OCE :.!Ef{ECE Rua t.:l de Julho, l!J81 - Fon,3s 4-22it e 4-663:l Rua 14 de Julho, 2266 Fone -!-3U7 CAMPO GRANDE MATO GROSSO DO SUL IIU te- r. Ante de ,1 1 1 t1arlo11 !!I: llUt ,ri• o no l':d. .1 [l:Hllr de {jl, ('OIIJO lllll­ , :o•m11 e!!' •<•' rno que 11col erl 1 11m1. tl!lallurn <'C<,1 ômlc,1 1 f., re ('ndo e t:• 1111uh1,d0 11 5coltrn11. cl I r in<'cr,tr1C'/'1 úo ren· uu. A rcvt luçfí~ democrá­ tio --- Hespndendo a Joa1;uf:n U ·Yll-1c(Jua o dep•olaclo Jorg Arbage (Ara-Pa) disse oilo ter a re ,•oluçiíCl de G l pro­ movido qual!'quer 0Ls1á­ cu[o-: à reri.lilaç:fo do eleiçõ··. Jlvrc•s, nsgr-gu­ rundo a posse do::1 elei­ tos, mesmo da oposição, core o ocorreu com rela­ çfio às el"ições r.ennto­ riais de 1974. rí 6s fozer um rctros­ pccto da situação ante­ rior à Revo!uçü11, aoentu­ ou que, a partir de ,;ua implantr,çD.o, a vontaàe popular rrnmprc foi res­ peiUda, já que trouxe em sues origens o sim, orlo da democracia, mantido por todos os goveroo,; 1 evolucionári­ os. ·45 1 i i Snitt', AJ 1ürt:rn1cnt0s (C1sal e Solteiro). Sala c.le Htcepção - O Hotel mc.ds luxuoso do Sudosste ~otel W}quidcuana ~olace 1 ' O Cartão de visitas de Aquidauana " AQUIDAUANA MATO GROSSO DO SUL uoooo E RUBENS P A E L LOPES ~1adeil'eira. Campo Verde tem para voce: Jtateriais: pnra Construçfio, Cal, Telhas, Tijolos, Cimentos, ~ladeiras de tedos os tipos: Taboas, Ripas, Caib~os, VigamA:Jtos, Balaustres e outras variedudes: - Se você esté. pensando em construir procure a Madeireira Campo Ver­ de, pois eles tem aondições de fornecer o seu areamento oa hora e financia rndo pt>lo tempo que você pedir: Madeireira Campo Verde há 30 Anos Trabalhando pelo Progresso de J o:rdim e Região An<, VII JI 1, 1,,,1, 'l, O UE FAl SOCIEDADE Damos n weulr ns Inspiradoras pala­ vra do Frter Normnn T'elles F. Frnn­ eo do Mné, Hto de Jnelro, que natu­ raltaonto orão preclada por todoo os Hoeruzes, Sor Roncruz e viver hormonlosme­ to com ll ntureza, uns leis e com todu Crinço. E transcender uu lm às nl­ turas calorosn do Reino do Criador, u­ olllMndo HUli pol'llo11nlldndu•alrnu com o Cómleo, nslm vivendo com humildade, nrnor o oomproon~llo para os colsus da viria. O ftosaoruz mantóm umn monto orena em quulquer circunstancia, pois vivo otenrnmooto com ~ ulrna no ritmo do Universo, que foi concebido com ~ls­ temn e ordem pela gruda perfeição Divina. O Hoscruz 6 um buscador, que oaminha na sendn do sol, para oncon­ trr-ase oI1 D e u s de seu corocfio, o Deus que reslde dentro do cada ser o a I cnnçu r o m a i o r rues­ trndo que 6 tornar-se ?.H'Blre de si IDt!B· mo. O Rosocruz conhece u fluulldude do sua existência, e primo por umu condu­ ta dlgnu, urna probldutle reconheetda e um ideal elevudo pelos seus prlnclp!rs, crinndo em seu Eu o templo da hosaoa Celeste, onde lhe folu a vóz s!lente, in­ terior, que habitú em nós. Vive para glorlf!cur Deus e penetrar no sautuAr!o da naturez!, oude fuz seu ceoAr!o de contemplação e rcoolhlmento. Compreen­ de ser filho du fonte única de Crlaçlio, que está uno com o Universo, com o L· hsoluto, com a essência criadora e mun­ tenedorn de toda existência, e que sua mente e oonsclênc!a constitui uão só sua alma, mas a própria n lma e te roa, Infini­ ta, Luz Maior que está infundida no Cos­ mo. O Rosacruz conhece a Lei e sabe que a Lei serâ cmnprida. Por isrn seu cetro é o da justiça, suu bandeira a do perdão, e em suas mãos ,:, archote pa­ ra Iluminar as trevas da Ignorância, da super11tição e da cegueira espiritual. Con- 1.iante caminha ereto e firme com a plu­ ma de MAAT, sabendo que a paz e a felicidade se orlginum em seu próprio ser, e que nada o abala em BU!l& emo­ ções, pela virtude do seu autodominio. Miserieordloso, em seu coração faz mora­ da a trindade cósmica Luz, Vida e Amor, e a e3rteza do um futuro promissor, pelo que ora realiza, baseado ttm Causa e E­ feito. O Rosacruz ei;tá consciente que nada morre. Assim sendo trabalha para que na hora de suu transição, quando a Rosa eleva-sa sobre a Cruz rumo ao Cós­ mico, ser recebido pel•>s prim!tivoa mes­ tres da Grande Assembléia sagrada, que proclamaram. Mais um a cruznr o um­ bral da verdadeira iniciação, como au­ têntico cavaleiro da Cruz e da Rosa, pu­ ra o qual as portns ~o Sanctum Celes­ tial esti'io o bertas, em nome do Granda Deus. R: Nlcarllgua. 2453- Bae:.chcri. Cx. Pos. 80i • 80000. Curitiba • Paraná O procurador da Jutle MI!itar em Campo Grande, Flavlo de Andrade, pediu diligências para e pronU! clar com malor fundamento a repito ds ACu»ações que o feitas pelo Govef no do Estado ao deputado Cecllio de Jesus Gaveta. No ha prazo par que ele volte a o pronunclar, formulnndo denúncia ou determinando o teu arquivamento. For u m vlados ofícios aos jorrwts do Cnrumbá, bem como à Assembléia Legislativa para que sejam cnvlu