TRIB OI fundador: Ivaldo Pereira ________ ;....;,._.:,;;.,;;;_;;;;_;;;_ Ano VII N.o 285 9al6-4-78 Bel Vista_l Mato Grosso do Sul FIRMI: TDU­ STI a 1 e Getullo Lino, do MDB, afirmou que o candidato a deputndo estadual, Carlos , Edy Sa de Medeiros, vai estourar em nos cidade. eguodo o vereador, "o povo buscará novas opções nas próximas olelções, pois está provado, que atê o momento O!I representantes da AREN.- na Assembléia, nada fizeram por B. Vista." PORTA VOZ DOS I" ·O os ,. 1s s ,. ,- LA VOUREIROS B FOI O Dr. Roberval BorgPs, mernbro da diretoria do Sindicato Furl de Bl Vis. ta, seguiu ontem para Brasiliu, onde avistar-se-a com autoridades do Ministé rio da Agrloullura buscando soluço pa­ ra os problemas surgidos com a estiagem que assolou a região. A situação dos la­ vourelro11 em nosso município exige um auxilio lmtidiato do Govemo Fec.leral, sob pena de tornar deee!'peradora. Acre­ ditamos que o ativo pecuarista e luvou­ retro leve a bom termo sua missão e traga notíol&.s auspiciosas à classe tão Hacrillcada. Ol!lse ainda que o popular Carlinhos "é polltlco de reallzacõ2s e não de promessas. Com respeito a oandldatura de arenis­ tas na região, Lino disse que a desunião é patente h11ja vista a sltuaç/lo em Bela Vista, com o Dire­ tório, falando uma língua e o Executivo outra. Isso é beneficio para o uosso partido, pois o povo já ão acredita nos lideres arenistas de Bela Vista". llgradecimento Aproveito as pá­ ginas da Tribuna da Fron­ teira para agradecer pu­ blicnamente ao Dr. Elv de Araujo Barbosa a dê­ dicaçüo e presteza no atendimento ao mt>u filho li vio Lopes, que sofreu ferimento grave produzi­ do por arma branca io­ tP.rn>tdo e operado de urgencia na madrugada de 1 de abril, Bela Vista Ms 7 de abril de 1978. Maria Rosa da Cunha Candidato a deputado estadual; Carlos Edy Só. de Medeiros, esteve em nosi;a cidade, revendo amigos e manten­ do contatos com correligionários. a FJE:O PELA , 1 Os funcionários de Câmara Muni- i cipul, apelar::.m Tribuua da Fronteira, 1 no sentido de interceder junto à Presi- 1 dência da Cârnarn e ao Executivo, vlsen- • do solucionar deri'!ltivamente o problem1:1. ! dos salários atrasados. Alegam o mes­ mos que "há três me:;es não recl'bem e , a situação a cada dia que passu. piora i VEREADOR PROVIDENCIAS 1 oportuoldado, Medelro11 lnformou,noi, que juntamente com os deputados IV'alter do Castro e Antonio Carlos de OIIvelra (federais) e Henrique Pires de Freltas o Valter Pereira (estaduais) e do ex-depu- t2do estdual Carlos Medeiros, esteve em Caracol, onde f.:>l fundndo o Diretório Mu­ nleipal do MDB. O ato foi prestlglnclo por grande massa popular e um lnuto churrasco foi ofereddo aos Jlustro11 vlsftuntes. N,1 c,por­ tunidado foi lançado o noe de Carlos Edy Sá Je Medeiros à candidato u depu­ tado estadual do novo Estudo. Carlinhos foi multo ovucloondo, numa demonRlrnçdo de sua populuri'Judo nu r'!gfilo. Flcou nn. pré'sldéncln do Diretó­ rio de Caracol o senhor Nteaelo Mendon­ çn. De Bela Vista, a caravana seguiu pa­ r Bonito. onde turbem foi fur.dado o Diretório do MDU. E o atuante Carlos Edy Sá de Medeiros fortaleceullo !luas buses e criando estruturas para se eleger. TE na e vai se h•rnanrJo Insuportável". É fato por demais conhecido que 011 auxiliares da Câmara exercem condignamente i;eus deveres, ão pais de familias responá­ vels e com obrlgc.çõ.'!s Inadiáveis. Espe­ ramos que providêocla11 Reais sejam to­ ma<:las e que esta situação Intolerável não se perpetue indefínltlvamente. GETULIO LINO PEDE EXECUTIVO AO . . 1 Segl!ndo o vere11.dor, "é lastimável O vereador Getulio, Lino_ da banca- estado em que se encontra cidade da do MDB, solicitou à presidência d s regras de higiene devem ser aplica­ Camara que oficiasse aso chefe do Exe das amiúde e Municipalidade deve cutivo proposiçao a rnspelto de inúme- exercer com meior regularidade o traba­ rcs problemas que assolam a comunidade lho de limpeza urbana". Enfocando vàrias deficiências no setor de coleta de lixos, conservação de ruas e limpeza dos terrenos baldias, o ere8- dor especHicou alguns Itens que consl- A Dissonante do Dia dera prioritários para melbor!ir o arpecto de nossa cidade. a) limpeza das ruas A apatia da classe política local, b) promover a coleta de lixo com mais ptincipalmente dos componentes do DI­ regularldade; e) conservação das ruas retório da Arena. Política é uma ativida­ d) incentivar os proprietários de terrenos de dJníl.mica e exige homens dinamico1. a efetuarem a limpeza dos mesmos; e) O povo continua na expectativa quanto roçar as matas que invadem as ruas ao "desabrochar da atividade pohtica em f) proibir a queima de lixos nas ruas I Beln Vista". IG-LAR "O Comercio Jovem de Mato Grosso do Sul'' Basta levar o seu documento. O seu crédito é berto pelo já Famoso Credi Blg. Sem Juro e sem Fiador e você tem 1 ano para pagar, eu disse Big-Lllr Conces­ aionárlo Ultragaz entrega automática plantão aos domingos e fe­ riados troca de botijão pequeno Assistencl11. técnica permanente Seção de peças especializadas Rua Vereador Romeu de Medeiros S/N Jardim Mato Grosso do Sul SERIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO 3CRJ7O2)O- Rua 3 de Outubro (0 1DO D2 €)33133329) Bela Vista Mato Grosso do Sul Dr. Carlos Edy Sá Medeiros OAR- Mt. 616 Dr- Cyrio Falcão Advogados Causa - Civis Criminais Inventário. Trabalhistas Rua Rui Barbosa, 2?74 C/1 Fone 4-6683 Campo Grande - Mato Grosso Rua Sebastião Crispim do Rego 319 Fone 771 Bela Vista Mato Grosso CASSINO PARAGUAY Ambiente Seleto - Bebidas Nacle>­ nais e Importadas - O maior atrativo da frontdra - Diversões - Som. Visite Bella Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU­ RANTE CASSINO PARAGUAY. Bella Vista Paraguai Bela VIsta MS. Tribuna da Fronteira 1 G bl ele certo de que, o tomar tidas Insinuações e ca vllnções contidas meu '',, 'do esforço qué vem reall- a referíía reportagem sr@ida a .mar!r "%}!""}mo do É«iadó, iglustve +o- de esquema montado ·»,çms @%gg #% a a colaboração da policia pau- visando ,Jeiimorullzar o Chefe da 'asa ICIa' • outro enfoque au assunto. Civil e enfraquecer a autoridade do Go, 1111 ta:.g;: 1 a V.S!I que II juste avorso verno. t Aclmn referido oro nada ''f;om um passado bastunte conbe- repor ag~m,, drulrn ãa por O GLOBO ciclo de trinta unos semeando e plantan- reduz a nossa " 'em detesa dos do. scré@ri@ ão isião yei avir@e vez, yg I""},%"E,,{" a ertéiio rettexo outros tantas presidente de autorqulas e mn 8 pur e • dirigem Receba sociedades de economia mista, federais dos homems que 0 ,os de considern- e estadual!!, enfrentando no decorrer de V.S" os ossos,Pr%};7' Madeira Évora uma vida laboriosa construída toda ela ção o apreço Aloy p 'bll .. ' na Juta 6 na Jl(lr.ul.!ade, os impacto& da Secretario de S~guronça u ca. bl'n e da má fortuna, nfío me vi jam11ls envulvidl, em slr,dlcânclas tJU inquéritos, nunca fui demitido, muito meno8 a bem do serviço público, e to pouco jamais vi contest11dCl, BP.Pão agora, e por quem não tem autoridade para faze-lo, o con­ ceito de homem de bem que granjeei ao longo du. Intensa vida publleu a que on­ eagrel para servir ao ireu Este.do, ao meu Pais e sobretudo à gente mais ds­ valldu que tem demonstmdo, como aln· da agora, em mim confiar. "Sem o propósito de um desafio, ma m ofo ' rn orno em rnn. cha único patrimônio quo possuo e pre­ tendo legar assim, Intacto, a meus filho'3, proponho a esse jornal e espeto, tratan- A. propó lto de reportagem publl- do-se de quesUlo de honra, seja aceito, cada na edição do Globo de domingo. erviar essa redação ao estudo proflsslo- 19 de março, sob o título "Policia apon- nal idôneo a cujo ditsp-ir me coloco a fim ta tmflcantes pela morte dfl assessor de de fncilltar uma ampla averiguação a Garcia NP,to", recebemos mensagem do respeito das maldosas insinuações con­ Governarlor do Estado de Mato Grosso, tidas na reportngem que estamos repe­ encaminhando declarações de i;eu Chi>fe líndc com o respaldo de uma opinião pú• da Casa ·c1vll, Arcblmedes Pereira Lima, bllca Indignada, prometendo. caso seja cito do no texto da matéria. Garci11 Neto Mrnprovado o mais leve comprom&itimen­ testemunha a "exemplar 1:Clnduta" de seu to do meu nome nas lgnominiot!as sus­ auxiliar e Informa que mandou estudar p •itas levantadas, demitir-me das funções "as medida! cabivels para apuração de de confldnÇ!i de Chefe da Casa Civll que re~ponsabllldade". exerço r:o Governo, hem como renunciar TELEGRAMA de maneira definitiva e irrevogàvel, á Diz a mensagem do Governador legítima aspiração a que me julgo Garcltl Neto, tincaminhanrlo a defesa de com direito e com que me acena u seu Chefe da Casa Civil, jornafülla Ar- opinião pública de pleitear una cadelm chiredes Pereira Lima: no Senado rla Republica. Pretensão las- "SE HOR DIBETOR: freada na intima certeza que deriva da- "Tomando conhecimento de repor- quela centelha que trazemos dentro de tagem publicada na edição de domiogo nós, que é o ideal de servir, e faz com p. passado dosse jornal. procurnndn atin- que nos i;lnlamos ante os mais desvaira- R glr um dos mais dtgnos auxiliares de meu dos agressores suficientemente fortes pa- e presentante: Governo, o j.ornal!sta Arcbimedes Perei- ra suportar as injustlça11, esmagar as ra Lima, de ouja exempl>i.r conduta sou calunillt>, superar a11 invejas, as incom­ testemunba. rleterminei, ante a gravidade pree11sões. das tnsinuncões oontidns naquelu publi- "A única condição pue exigimos é caQão, à Procuradoria Geral do Estado, que o emh1sário desse grande jornal não estudar as medidas cabiveis para apura- esteja, como o repórter que nos agrediu, çáo de responsab!l:d:!CC' ~::-!!~'.to !!.!e, c::-P.- su~-judlce, responrlendo, oomo provare­ flado nos principios éticos tradicional- mos, a processos na Gomarca de Corúm­ mente observados por esse jornal, a pu- b com o incurso em ilíclto11 penais blicacão detite, bem como a defesa que que noi;so!l advogados estão arrolando. a lei facullll aquele meu referido auxill- , Atenclosameute, Arcblmed;;s Pereira Li­ ar. Cordiais saudações. José Garcia Ne- ma". to, GovernaC:or do Estado". DEFESA. É a seguinte a defesa do Chefe da Casa Civil: ''Senhor Diretor: ·•San.ente ontem, de regresso de viagem, li perplexo, o grande jornal de lrlneu Marinho, que soube sempre, mr-s­ wo no calor das paixõer.< mais ucesas li que por vezes tem sido arrastado, respei tar a hunra alheia e preservar a digni­ dade de adversários ou desafetos cca, sionals, Infamante reportagem. publicada na ediçllo de domingo, 19, em que o per­ verso autor, revelando a face cruel do seu caráter, procura envolver me. a mim e a meus irmãos, em assuntos a que o­ mos totulmeute estranhos e atrlbuirnos fatos e int<·nções que só exl.item na lma• glnação envenen11da do ref1mdo repórtér. "Sem prejulzo de outras provldên• elas que a lei me faculta e que estilo sendo estudatlas por meus advogados, r-epllo de Inicio. com vePrnêncla, ilti pér- (Jornal o DE IL GLOBO) Tribuna da Fronte ira - SEMA Amo -- j, u DADO EM 20/2/72 Ins. E»t. 13095334 2 CGC-ME: 03.200.736/000 174 Redação e AdminÍ!trnçúo R. Duqur de Caxias »/n. Bel Vi« MI 'a.«>. i.» raqac a i.4k. s, tleln Vísta - ]foto GroHO Redator-C-hde I ,·al,lo P.-reira Adminis1ração: Mnria E,tela V Pereira Departamento Comercinl: Alvaro Pereira Departmento de Circulação Reg:mn Mendes PRODUCÃO Gerente - Helio Guedes . Impressão - ilson H. 5ouzae Petronio Leão Composição - Laucidio Medeiros, Liberacy Lino. Pompilío Jlliranda, Eliane Mendes , SI A,sinnturn Anual Demai• Municipios ATURA Bela Vista CrS Cr$ 20J,00 ?50,00 Tribuna da Fronteira é uma publicaç:lo dn ORJIVAPE- Os artigo publicados com assinaturas dos autores nã~ traduzem " opioião do jornal. Sua publicação obedece no prop6sito do debate dos problemas municipais e de refletir as diversas tendência• do pensamento universal. Nilo eef o que esta 0 conteceudo com os der;, porll!;t.r,s de Bela Vlstn, JA que ninguém AC movo pnrn quo n Mtiflll cldnclo tenha uma qualquer 1111· ,,tdado dos;'lOrtlva no1:1 fins do emana ou feria dos. Quo é quo há, mln• bn gente? VnmoH trnba· Jhar LER., o por flllnr em nossa LIga, ua so-Irmã do Parnf{Ual (80- 1 11 VIA ta) vai promover a partir ele amanhã muf,i um torneio proparaló· rio de futebol e estr. BC· rã o aquecimento d ·n turbinas para o rendo campeonato dn Llg11. de l, para este ano. Independente, Cam· peão do ano passado, De9portlvo Obreiro Vlca Campeto, Prguf, VIn­ te e um de Setembro e General Garay; são ai; agremlaçõPe, tradlclonaJ.i e disciplinadas, que e8- te tDO atralrllo multa gente boa até o Boque• r Desejo a todo 1 boa sorte e ao Valerlo Penha, Presidente da li ga, todo sucesso em sua geet!lo. DOCUMENTO PERDIDO Ponciano Mena Bar­ reto. Declara para os de• vldos fins que extraviou os seguintes documento~: Tllulo de Eleitor, Identl­ dade Carteira de Habili­ tação Carteira de Reser vista. Publicação que se faz para obter 29 vl3. J f 1 1 1 j t SECRETÁRIO rumbem o Secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, Aloysio Madeira Évora, enviou mensagem a este jornal, f a proposito da reportagen. Diz o Secre- 1 tarios. l ·'SenhClr DiretC1r: 1 "Ao lermos a reprrtagem do diá HI do currente, sob u titulo "Policia apaut!l tr'ificantes pela morle de a~sessor de Garcia Neto··, não nos fi possivelevitr um sentimento de repulsa, ente as infe­ llzez afirmaçõe3 cio autor, que, em seu trabalho, projeta uma imagem deturpada da 5ecretari•J de Segurouça Pública de ato Grosso, por ele vista -o texto nos levr, á conclusão-como desinteres;.11da nu elucidação do bárbaro 11ss.u,11inato do que foi vitima o Dr. Levy Campanhã de Souza. "Visando a debater com o jornalista Daniel Lopes todos os itens de sua re­ portagem, convidei-o a comparecer em O MUNDO VEMA ..:.. ESPORTES SEM FRONTEiRllS Deocleciano de Vasconcelos O mundo é pequeno: ele cabe int • num grande jornal. E chega todos os dias à sua cidade. Ouà sua casa, se você é um nossos assinantes . ee?%7,a? 4se °o° do os 'i O EST~DO DE S.PAULO, t.'l:~ ;~~;..,:,~:_ PJiE 1 OPINIAO PARA LEITOR2E GAI .Z:. 2UZ12%R. o.ser" "... · ·.a °-. se ... f;, b (i 11 at t ra to t ~tt a L to, a, te 3e 3a, ,, a », ~ r.!e d ° « t e. ta " ~ 1 Bela_"Ia !! Tu ia Fronteira 0.478 Documentos Perdidos ém, possuir grnndt: nuto-con. fiança. Se nilo tivermo• confiou a m n6s mesmos, os outros 1nmbém nilo dcpo•itorã,, coa• fiança em n6s. A nuloconfian• a e transmite oos outros. e confiarmos em nós ,nesmos, pensando: "Eu sou filho de Deus e tenho grande capnci­ dnde para tudo", os outros tnmbém coofiarilo cm nós e •• colnbornrão no realiznçilo de nossos trabalhos. Quando umn pcssou possui antoconflonço e fé reolrnente grandes e inabaláveis, ela con­ eue sair ilesa das muais pe­ rig:o,as eituoçõcs. Aquele que confio cm si foz os outros confiarem nele un cxprcssilo decidido, ,cu olhnr lirmr, suas palavras chei­ as de autoconfiança tudo isso exerce um poder mngnético e induz as pessoas a colaborarem l cow ele. • ' Assim é o poder da ver- dndeirn fé e 11utoconfinnçn! F - A RONDD SINISTRA T ES LI estarrecido, uma corrl'11pondl!ocla da Bauru e Culnbá, publfcnd11 nn Im­ prensa do Rlo, obre o bórbnro crime de que foi vitima Levy Campllubã de Sou­ za, setor especial do Governo de Mnu­ to Grosso. A longa reportagem envolvo sem pé, nem caboçn, Archlmedei; PerE>lru Llmn, Chefe da Casa Civil do Govern11dor Gar­ cia Neto, homem que é um Pilo de A· çucar de hone!tláade e dignidade. Nilo entro no mérito do bárburo uReai;sfnnlo, praticado na noite dl' Natal conta um jornafüta do 38 anos, no apogeu da vi. da. Tão levo em conta as histórias quo correm PID Culabá e Campo Grande so­ bre a vida, por ventura desregrada, do lnfor!uoado Levy Campanhã. Um morto ollo pode se defender e deve-se respei­ tar a dor de uma viúva e dos filhos ór­ f!los. Nada justifica o monstruoso crime, praticado na nPlte dr Natal, quando um h1r, em festa, reunia a fumílla para co­ memorar a data rnáxlma da Crlstandade. O envolvimento de ArcblmP.des Porei­ ra Lima na trama sinistra é fruto de u­ ma campanha nascida na sarjeta, com o fim exclusivo de prt·judicar a indica­ ção Jo seu nome ao Senado Federal. Tudo é püdre neste epsódlo. :iiais do que podre. Ê um eE:goto do "busfoad''. Tendo ocupado toda, posições de des taqu na vide públcs em Gols e Mato Grofl.iO - sô não foi Goveruador e Aispo além de Presl lt•nte da Fundaçl!o do Bra­ sil Central, onde realizou obra meritória comparada á de Couto Magalhães, tendo pasado, por suas mos, bilhões de cru­ zeiros, mora em casa de aluguel, num subúrbio de Cuiabá. Pr ter um lrmilo envolvido num trá­ gico acontecimento, uma ratalldade que espreita qualquer ser humano por mais pacato que o seja. 11 órgã:: dirigido por Archlmeàes Pereira Lima, numa prop•il/1· da fita de gruveçfio, a Casa Civil, apa rece como u111 novo Waterga,e. Aponta-se, agcrn, o Inditoso Levy Cam­ paoh!i. de Souza como alcog!iete do Ser· vlço Nacional de inrormai,:ões e, conse­ güeotemeute, da Polícia f.edersl, A diz­ se que de há muito estava condeuado à morte p o r t e r levantado, p o r conta p r ópr I a, o t r á f e g o d e entorpecentes em Mato Grosso, via Santa Crnz do La Rl;•uo e Corumbá O que ninguómn compreende ' que um informante desa nnturez, com fun. çlh• pública juntu ao Oovcrnntlnr (111 Ma­ to Grosso, não tonha eomunindo sua 11prPt!11oÕes o o tráfico no S. N. r, e à Pol!cln Federnl. Os pollci:ils quo tratam cln lnvMtl· goçllo, segundo n roportugcm, d!zi•m quo o morto ocultou os [atos aos seus supe­ rioros, tentando fazer chantagem contra os envolvidos no trMlco dt• coeah1,1. A viúva teria entregue 176 ftus miicasse­ t, gravadas, com fatos certamente cor­ relatos à Srgurnnça Nnclonul, docunrnn­ tos que deveriam estar cm poder da Po­ lfcla Federal o do S.N.í, o não num oo­ fro particular. Dentro deste quurlro de podridão, que acusação poi;lllvu existo coutru Ar­ chlmedes Pereira Llmn? E triste fazer pulltlca no ln~erlor, quando u. lnfllml.'.1 s11rvo do arma eleito­ rl. Não é só triste. É sórdido. É sim­ plesmente nauseabundo esse poce68o, sobretudo quando utlnge um homom de bem do porll' de Archll!ledei; Percl• a Lima. o curso du s li, vestfgu çÕ~b jó. fo­ ram "nomeados" vários mandants e crl­ minosos. 1?-Famníliu do sogro, gunto Ia­ portante e arquimilionyra 29%--Marginal que vivem no ''basfond". 3º--~Iaridos ul­ trajud.s pelo morto sempre às voltas com7 venturas 8morsas. 49Prostitutas da fronteira cor!stuntemente vistas com o lnfotuoado jornullota. 52-Tr11flca11tes de entorpocentes. Um homem de bem nilo vive no egoto social Um cidadão que mora nos grandes centros com as populações ltamente po­ litizada, lendo a reportagem, ente nu­ seus, em ver a ronda lnlstra do abutres em torno de uma cadeira de senador. Não rl!str. dúvida que o repórter prestou ia estima vel serviço, motrundo que tipo de polltkag,im i..lntla predomina o o Interior do Brasil. DcsgraçarJamente, tudo isso ocorre às vésperas de eleições! ... (Correio do Esta d o) Não ., e para Vender É um agradecimento aos Clientes e amigos que conosco labutam diuturna­ mente parn o dP.~envolvimento do Estado de Mnto Grosso do Sul. Tipografias e Livrarias Ruy Barbosa e N. Sra. iparecida ~ ISSO QOE VOCE MERECE Rua 14 de Julho, 1981 - Fones 4-2221 e 4-663'1 Rua 14 de Julho, 2266 Fone 4-307 CAMPO GRANDE MATO GROSSO DO SUL L ' ARMAZEM E- EXPORTADORA CLIPER de AH MAD H. HAIDAR uma Organização AHMAD H. HAIDAR para servir Ponta Porã e Região. Secos e Molhados, Latarias, Panelas de pressão, Lampião a Gás, Triturador de milho, Ferramentas Agricolas e A1uminlo11. Produtos de Exportação das mais afamadas marcaa. 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Entre us moléstluA uma dus mais comuns é ntrucnose, pro- vocada pelo fungo Coletofrlcum deumolum, variedade truncHdu. 2ssa doença passa despercebida por atingir prlnclpulmonte os tecldoi1 da base das plantas, ficando, portanto, t1ncoberto pela folhagem. Nesse ambiente 6mldo e quente, o fungo Pnoontru r.ondlções favorávtls pa­ ro. gua 1;ob:evlveocia e multlpllcaçfio. Ataca todos os órgllos, prlucl­ palmeatc os que eslíio em Inicio de d•!f.envulvlmenlo. O máximo de lnfecç!lo ocorre no fim do ciclo du planta, quando se formam us vn­ genfl. As hastes atlogldat1 apr:>sentrun Inúmeros pnnto!l ei;curutl, en­ quanto em folhas e vagens h coloração C'scura tlns tE"cldos. ro­ dos esses pontos s!ío dlstrlbuldos ao acuso, o que d!btlogue ess:::i mal do crestamento dull vagens .:i das hastes. Quundo us sementes dos tungos atingem os tflcidos, notn-1:1e em cada pouto de ataque a formação de uma monchu escuro, de cor parda, que provoca u mor­ te dos tecido;;. A fu!lüo das mnnrbus tem como contlequ(lncla 11 des­ truição dos tecldo1:1. O fungo resp,rns{lvel t,1mbém podu concorrer pa­ ra a queda das vagens e, óbvlome11te, ausência de sementes. Q u a a d o a t i n g e as sementes estas não se prestam pura o cultivo porque difundem o mal. As mudas teriam pequeno desenvolvimento e a presença de pequeno cancros. A difusão t.iu mui s"' de·,o à eçüo dos ventos, assim como as gotas de chuvaH que transportam os eoporos ou se;nentes para outrns par­ tes do vegetal. A tamperatura entre 2!'i e 30 graus e a alta porcen- 1agem de umidade do nr concorrem para ráplda difuso do fungo. Outra doença muito grave é a seca des hastes e vagens, provocda pelo fuugo Diaporte fasoloruta, vatiedado soja. Essa doença se manifesta com muls fuel!idade ns hastes das plnntas e nos pecíolos, • !'Sim e mo nos vagens, provocam1o a morte promatu­ l'íl. dus pffrnlu , qu perdem em média cerca de 1%, d produção. Esse ponto se distribuem em linha reta o longo da haste, o qu a dlforencia da molé11tta unte,ior ou untracnoflo. El:l Aurge no fim do clero, ou soju, no término do verão, per que também se desenvolvo mol. em condições quentes l' úmldas. Nesse ruomPnto, u11 llu anos, o que justlllca n rotação para reduzir a quantidade do lnóculo ou seja a quantida­ de de s::imeutes que provoc,,rão o pr~julzo ~enerallzado. Já ee en­ contrvu o mal até trê,; anos a oós a cultura. CONTINUA ... ' ( ) 1 - Esffo rr.ocbno o funcional. - Ti!c 'a ar scco. - Site:a E:± ulio m grande C"-,:c:it!ode ·.ki lavante. - T ransmissõo com G vd0Cid::: ,$ à frema cucsàrá. - Po:,d de Íl".s!:°'J?rF-ntcs Humir.ado. ttc d;age]E-!- J- E?e--,e !- 79y -,,·, V, itt i t·>f +'''íf'; G - nt:cagam dui reforçada. - ::g E..'ulia. -c:tzz2:::2:%/ ur6tio d>tolas - Blc-c;v.:~ ~ drrera:;&.:'. (cpcioncD. AMA Apolinário Máquinas Agrícolas L TDA Um Novo Conceito em Assistência Técnica J 1 1 Tu, 1 ' t€ . /, ) t , . i Matriz: Rua Marechal Floriano, is. c/ 1."° de utubro, Fone 139-421 Ponfa Pnrã - Mato Grasso FILIIHS: Rua Sebastião Crispim do Rego S/1I Fone 161 Escritórios de 'Vendas: Mundo Novo BEL VISTA e mamtai - MT lntonio João, Carac], ra! Moreira, mambai, Iggatemi, Elforalo e • ' Beln Vista -- MS. Tribuna da Pronlelrn. 04.78 l NAS( ; y CONTJ:'JUAÇÃO 1 1 t vas perspeclv11s. Em vúrlos lugares do mundo, técnicos eapecl11llzudus udüplam­ se à vldu 1rnhmarlnn, para 11 pesquisa do petró!c,,. Aos poucos, o uruaulsmo marinho deixa o campo da mera utopia. Um século ntr.'!s, Jullo Verne imagi­ nou u cidade fluttJnute. com c11pacid6de para 10 mil pus1rngelros m11s tratava-se no fundo, de uma especle de supertrnnsu­ tlO.nt/.co. Elli 189n, Verne criou então o. llhu. u belke. uma conHtruçiio de uço uponda em imensas arcas flutuntes e povonda por milhões de bub!tnntes, mo­ rando em luxuosas mansões. /'. llhu, mo­ vida 11 elelrlcldadP frnrlu deslruldn por um ciclone. !V[os será re,.onRtruldu um dia • se11tenci11vu Julio Verne • quando os contlnenled estiverem superprvondos. Durante u Segunda Guerra Muudlal, técnicos norte-americanos propuseram substituir os porta-a vlõe,, vulneráveis à nçuo dos toipedos, por aeroportos flu tuantes espécies de icebergs; o gelo se­ ria permanemementc recon!'tlluido por máquinas frlgorlrlcns gigantes. A vitória sobre os alemães e japoneses fez com que o projeto cnfsse no c-squ~cimenlo. llus novos planos fornm lançados "Em 195 ·• escreve Aichel Ruagon especialista em Urbunismo futurista • "Kll1:tnkê f'll'opunh u:a cidade mrinha sobre ac·s ['utu nts (no Jpo); lo ::!twu a iusitir 1u ida c:u 197!, desta vez duptudnu pura o Ifovní. Em 1959. o francês Paul Moymont. entüo resjdeute no Japão, propôs II rxtenç!lo de Tóquio sobre o mar, num sistema do vilas côni­ cas flutuante&, unidas entre, si". Projetos de llbus flutunnt"s já foram concebidos: Thulssa, ao l,ngo de Mon­ tecarlo, projetada por P11ulo :laymo,,t tl962): Ilha de Alberto (19li6); Acro-Oce­ an City, projetada por Andreri, Cousteau e Marotll (1970); 1'halussopolis II, de Ja­ cque~ Roug.-ris (1972). "A invci;tlgaçüo do fundo do ma1· não revela apenns fatos curiosos; talvez ncs­ rn sobrnv1vêncla dapendo. dela". A pro­ !ecia é do falecido presidente Kennedy, Já se vão quase vinte 1100s. Tudo agora parece dar-lhe razão. A era dos pionel­ ros ml cotaeçou, já que aludu. restam Ires quartos <.lo pluneta por explorar. Vale apena recordur, portunto, o que disse Victor Hugo, "Homem livre, sempre 6S<'<"lher ás o mar. lPlaneta Nov. 77) --------------------------·- --- de PAULO EUGENIO P. JACQUES Abate Duas Vezeo ao Ola - Ulglenc Ótimo Atondlmento Uasa UQ Carne 1'radlcionnl da Fronteira ANTONIO JOÃO MT do SUL .OT L-- rle JOÃO FREtaE DE OLIVEIRA Ambiente Seleto • Refeição Ct1selru O 1-eu lar em Antonio Jolio - O Hotel da Fronteira - hospede-se no Jeunc Ho- td <' 8lnta-se 11m sua Casa. Puútllo de qualidnde Rua 4ambaí comn Bela Vista Antonio ,Jr,/io - Moto Grosso do Snl de 1 d PACIFICO SILVA BLTA Apartamento • ,r conlliehuado • Q,Ml'luR para casais e Solteiros Iefeições a qunaiquer Hora Hotel Classe «A» BONITO -- MATO GROSSO DO SUL C AFÊ LAGUNAO O café que mnl,i i;e toma em todo o SUDOESTE. 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RESEilVA Numu converBa bntJ• tar,tr) descontrulda que manteve em seu gabine­ te, no Palácio do Planalto, com os jornnllstas cre­ denclados nn Presidên­ cla da República e que foram cumprimentâ-lo pela sua prcmoção, Ft­ gudredo afirmou que passará para a reserva lã.o Jogo seu nume seja aprovado pela Conven­ ção do partido e que não sabe o.Inda onde f. râ Instalar o seu escri­ tório. Preço dtsle Exemplar CrS 4,00 J 1 , 1 USINA Rodovia Jardim 1,11p57 7.# 1 . · • J '·i 1 1 1 • ri 1 1 t _, - •• & i V'DSJ'geri-lés cária Bodoquena Porto Murtinho Km 54 Escritório de Vendas Administração: Avenida Duque de Caxia,; Centro JARDIM M ATO GROSSO DO SOL E.3EME E RUBENS E PAEL LOPES Madeireira Campo Verde tem para você: Materiuis: para Construçüo, Cal, Telbas, Tijolos, Cimentos, Madeiras de todos os tipos: Taboas, Ripas, Caibros, VigamAotos, Balau3tr~s e ou!ras variedades: :-- Se_ você esta pensando em construir procure a Madeireira Campo Ver­ de, pois eles tem cond.lQões de fornecer o seu orçamento na hora e fmancrn rudo pelo tempo que você pedir. Madeireira Campo Verde há 30 Anos Trab~lhando pelo _l>!_Og!_esso de Jardim e Região 0-4.78 l3ela Vida MS. TrIbuna da Frotelra Na Afinal, que mistério os mares ceu d No dia em que extraterrestres nos observarem e que jí não ··to fazendo iss o, certame"? penarão que o nosso é um 'planeta aquático' perto de tres quartos da Terra esto cobertos de gua, e esta massa líquida é onze veze superior à mnsa wólidn dos continentes. A maioria dos cientistas considera hoje que a vida começou na água. O organismo vivo mais antigo que u conhece é o Corycium enigmoticum, um antepassado das algas. Milênios e milênios pasaram, mas nós conti- nuamos ser um pouco peixes, poie o feto b6io no liquido amnl611co, nn ventre do mfie• O homem, pnrém, que j conhece a uperffcie terrestre quase inteira, ainda tem informaçóe a penas rudimentures sobre as profundeza do mo­ rea. Mal conhecemos o relevo das fossas abissais, exi8lente1 no fundo dos oceano, menos inda 01 formo• de vida que &o ndaptnram 11 elas. o ano po1aodo mesmo, doi, explorodores descobri­ ram um pequeno crustáceo que se acreditava de. Hpmrecido há lio milhões de anos. UMA CIDADE LONGE DO CO TI E TE Toda umo mitologia se de»envolveu em torno d e cidade» e continentes submersos. A cidade de»parecida de Y», por exemplo, j6 nlimentou o irunginoção de hi,toriodores e escritores. Conta umo. lenda européia que, no srculo 4o. a cidade de Y • estava protegidú do mor por um grande dique. este dique hnvia umn porto, sem­ pre fechada, cujo única chave ficava com o rei Gradlon Umn noite, enquanto o sohernno d,,rruio, ,ua filho, o princesa ilohu, roubou n chn,·e e n ofereceu oo nmonte. Ele pensou que.- ntr6s do grande porta houvesse um teouro, e quis nbri la: as guas invadiram e de,truirnm o cidade. Segundo outro ver,ao, Ya ern cidade santa dos druidas os sacerdotes celtas onde 01 hobilanles celebravam o culto do conhecimento univeual, do poder motc.-rinl obtido sobre todos 01 coi•ns através da "pedro liqnidn", uma espécie de pedro filo•ofnl. Quando o princcsll. Mnbu - o nome dela parece nas duns lendas - e converteu ao cristianismo, a,:rediton hoaror a Deus destruindo os meni,·es (monumentos de pedro) de Y s. Que infelicid3de! O que o jovem considerava p o gil o s eram 01 pilare• que fixavam a cidade ao continente. A1 águas entil0 cobriram Ys, ma nilo a destrui rom. E Ys continuou existindo no fundo do oceo no, e sua populnçào vi~endo normalmente, pro tegid pelos nrtiflcios dos onipotentes druidas mas para sempre sparada do resto do continente. O GRANDE MISTf!RIO NO FUNDO D 1J ATLÃNTlCO Segundo 11lguns geofísicos, sobr11- tudo Alredo Wagener, há mais de 70 milhões de anos, a América do Sul, Áfri­ ca, Madagáscar, 1ndi;i, Anstrálla e Antár­ tida eram um só contlmrnte, chamado Gondwana, que se teria dividido durante a llra secundári!l. Os blocos continentais formados estariam, desde entiio, à deriva. Esse movimento permanente dos eontinentes, responsável pelo fin de Gon­ dwna, explicaria um cius muitos enigmas do mundo marinho. Sabe-se que as en­ guias da Europa viio desov11r no mar dos Sargaçoe, depois de longa e catJsa­ tlva viagem. Pois bem, se em determina­ da época a Europa e a América foram contluentes vizinhos, o At!O.utlco terá si do um pequeno mar. Porém, devido á deriva e ao consequente afastareento dos continente.s, as engulas foram obrigadas a percorrer distâncias cada vez maiores. escondem'? , (Pesquisa de plnneto) A Atlântldu é outro enigma, outra história. Onde ficava Atlátld? Sobraram vestlglos do l<'gendárlo CClntlnente na su­ perficle do ooeuno? E mais: é poss[vel que, graças ,rn avanço de sua ciência, os atlante:; tunham sobrevivido e criado cidades subaersas? "Sim, é possível", respondem muitos sem vacilar. Mas fal· tatn pro-vas. Pesquisadores jà acreditaram ter encontrado vesliglos da Atlântida em to­ das ag regiões rio planeta: Na uécla, na África do ui, na Amerlca Central, E pa­ nhna, Palestina, Ilhas da Grécia, Açores... egundo o norte americano Augustue Le Plongeon, o maias possuíam relatos es­ critos sobre o continente desaparecido. A hipótese aproxima-se da tese dos dis­ cipulos do austríuco Horblger, para quem as ruinas de Tihuannco, a mai11 de 4 mil metrcs de ultlturle aos Andes bol!vianos, síl.o 011 resto!! de um porto utlante. estl' caso particular, a ciência pode contribuir com algumu luz. Saue-t!e, graças à cha­ mada "prova do carbono 14'' qul' há eer­ de l 1.500 anos 88 águns subiram brusca­ mente de nivel ali de menos de 145 me­ tros para menos de 50 Fenômeno sufi­ ciente para provocar a submersll.o do multas regiões costeiras. Pois bem: a é, poca aprrntada pela clêucia coincide com a época em <}UO 11 Allânlíu.1 desa pare­ ceu segundo as velhas lendas e in­ clusive os cálculos d~ Platãc. UM MISTÉRIO: ILHAS "VIAJA DO" Nosso planeta está vivo. Transfor­ mando-se. Algumas Ilhas, por exemplo, "morrem", outrai; "oaocem". Geralmente sob o efolto de um fenômeno vulcânico, um terremoto, ou qualquer outro aciden­ te geofísico. Mas as ilhas viajam? Os relatos de navegantes estão repl tos de ilhas fantasmas, navios qun somem sem dei­ xar vestlgios, sons de sinos vJndos do fundo dos mareR. Esses relato11 são mul­ to numerosc,s, para que sejam coosidera­ dos apenas enganos ou alucinações. O "holandês voador", que inspirou a Richard Wagner a ópera o Navio Fan­ tasma, apavorou g e r a ç õ e s e gerações de marinheiros. E o q u e uconteceu às lrlpulaçõei,; dos nuvios Jame B. Chester, Elleo Austin e Maria 1 Celeste, encontrados entre 1855 e 1881 na 1 egl!io dos Açores, todo11 naVt'gando, mas sem uma só alma viva a bordo? Outro mistério. Um livro de Charles Berlitz, suce,110 em vários Idiomas, contribuiu para popu­ lurizar o temido l'riungulo das Bermu­ das. Desde 1945, dezenas de aviõe11 e barco• simplesmente dcsoparecerom naquela zo na, sem que nenhuma explicação fc,sse eacontrada. D pois de estudar todas as hipóteses e os informes disponíveis, Berlitz lançou a sua explicação, uma bomba! Para ele, não hã dúvida: os a­ tlantes, de origem extraterrestre, dispu­ ham de uma tecnologia altamente a- vnçada. Sun principal fonte de energlt, situada no mar das Bermudas, era UI cristal solar gizante, O cntaellsmo que Rubrnergiu ll Atlfintldn deixou-o lntucto, o ele repousa há milénios no fundo do oceano, lnutlvo. J'ifut:l quando um !,arco ou avião pusa em sentido vertical, o magnotismo provocudu pela d apru elba• gens rentlva perigosamente a energia do gigantesco c-rlRtal. Cha Anastácio, Aquidauana, Miran do, ◊••rumbá, Lndário, Coirim e Pedro Gomes, no período de 15 de maio o 28 de junho, Traio •e Je mais um beneficio do Mobral ao povo deste no,o Estado, ,·ez que marcha para a errndicaçiio do analfabetismo e po.ra tanto o apoio de todos é imprescindível. .. _ 197 Década da Erradicaç.ao l98o » 1 1 • tr 1 SERRARIA BD MADElR.AS BRUTAS E APARELHADAS Uma Industria que acompanha o Rua Santana da Paraisa Nº 1 ex. P TO LTDft. VfüAMENTOS - FORROS Progresso de ASSOALHOS BATENTES GUARNIÇÕES 1 Bonito Mato para ~19.to Gro11~o porque tem o Do aclCo muculíno Do sexo feminino 135 mesmo céu azul. 4, 3 Trouxe a sabedoria de lavrar a terra Total " :..::.;;.:.:.._______________ em grancie extensão, a ciência de manejar a maqulaárla a t i - 111 u r l o s: A termo o-1 que ronca como trovão, Prematuros <>1 o co11tume de mourejar o dia inteiro Toa! ,g no relento do sol, ::.:;.;;;;.;... . de ftJzer imen3as colheitas de entupir o paioL ÓBITOS DE NEO-NATOS Velo também para as grandes A termo 0 vaquejadas, Prematuros oo para a doma do potro chucro, ou Total. ..... , oo aporreado, _____ _.;.. ""------- O guasca da bombe.cha largo., bota, ÓBITO ~TEü.NO chilena. Durant11 o parto 00 tirador de I!escos, en!eltado, Durante O puerpérlo 00 abotoado com dente de porco e patacão; Post-aborto 00 bolearteir& enleada U!l cfolurs, 'l'otal. . . . . . . . 00 o trançado enrodllhado n:i garupa do pingo redomúo, o lenço solto no pescoço, o chapéu quebrado !la testa, a adaga atravessada para finar algu- ma dlscusFão. ÍOdlo gaudério, grande andarilho, no rodeio é peão que faz iludo reteço, ginete firme no lombilho, risca o potro da anca até •> peaeo90. Nloaque -MS, 31 de dezembro de 1.977 Zeno Resetel - Diretor Apamln ' f ' 1 L -----------------------------------------------~-------------; r.. -1 1 I· l p o • . i HOTEL liQUIDIUINll P LICE Saite, Apartamento (Casal e Solteiro). Sala de Recepção O Hotel mais luxuoso do Sudoeste - Hotel §lquid.:rnana Palace •· O Cartão de visitas de Aquidauana ' AQUIDAUAHA MATO GROSSO DO SUL :::- _.,,. !5 s J,;·•- ~ p o HENRIQUE PIRES DE FREITAS 1 .1 _,. .. : 1 As uifeuldades materiais e huna­ ns para combater o trnflco de drogut! é difícil e angustiante no Brosll. Dessa for• ma, a opção lder.l é reduzir o consumo, prapnraodo oi; jovens pnru o papel que desempenham ns sociedade, porque este Pais depende deles. Existe um órgão de repressão ao tráfico de drogas: a Polícia Federal, subor­ dinada ao Ministério da Justiça. A des­ peito de sua função desempenha um pa­ pel lnslgoifirantA, porque prende o Indi­ viduo que na realidade é grande vítima do contexto Hocfal. Um dependente. Via de regra porti, C'Onslgn pequeua quantl­ dade ara consumo, as nunca se che­ gou ao traficante, à rede, às malhas do tráfico. Os Inquéritos silo na maioria das vezes falhos; eivados rle nulidades; mui­ tas vezes os dep0fmentos são formalizfl­ dos na ausência do detido para averi guoções. E silo assinados. no ufil de se encontrar justiça. a justiça ano se tem noticia de prisão de teaficontes. ão ul­ gumas vitimas. Intermediário: e usuários atraidos pela riqueza fácil. E as cadeias passam a ser povoadas por dependentes de drogas. São os jovens atirado!- ptlra o caótico sistema celular de noss11s pri­ sões. Daqueles antros mais um marginal se escolarizou. Alimenta o vício, cresce suo. revolta, congollda suas frustraçõe'3. E o dependente ser sempre um dependente. E a Câmara dos Deputados elabo­ rou um parolmonloso ante projeto de lei que hoje é a norma reguladora do uso e tràiico de substO.ncins alucinógenas. Atende a lei às recomendações da Orga­ nização Mundial de Saúde e às experi­ êncius de estudiosos e juristas, determi­ nando tratamento ambulatoria I em esta­ belecimentos oficiais. E naui vem a per gunta: Onde estão esses estabelecimentos para recuperação de toxicômanos exigi­ dos pela lei? Em lugar algum. Aqui em Cuiabá, por exemplo, ~ão )evado& para o Adauto Botelho. E o cri­ tério de tratamento, sem crítica ao Hos- pilai que nos merece respeito, 6 a Baola de Pllatoíl como qualquer sunatórlo no Brasil. Não podt>ndo deixar o deµeuden­ te em crise de abstinência, que é uma rase dtricll de superar, de ser contida, passam-lhe!! a aplicar sedativos barbitú­ ricos, porque nessa rase vital pura o In­ dividuo, há enorme necessldadA de tóxi­ co. É o que o dependente chama de tor­ tura de toxlprlvnçúo, o Inferno. e ngita ço e a angustia da abstinência. Nesses hospitais deveriam estar as assistentes socla!s cujo mercado de trallalho é de­ salentador. Mas era hora delas presta· rem os serviços a que se propuseram, convocadas aos 11mbulatórlos, acompan­ hand0 os Internos. contando-se com faml­ liures, avaliundo-lhes as causas do ?n­ volvimento no uso das drogas. Impotentes para atendar aos dependentes, o indiciado e liberado das prisões. Os cofres públicos 8lo ressarcidos em dia~ multas. A Nação não perde com 11 prisão do dependente. E a sociedade o que ganha? O povo que contribui com ~!'US Impostos, trlbutoR de toda a naturez!l, o que recel.Je? Lhes é en­ tregue un, criminoso em potencial; mais revoltado que antes; marginalizado por­ que é um E>X•detentu? Recusado porque fora apanhado vergonhesamente consu­ mindo droga. É rotulado de "viciado". E não lhe resta outra fuga. Só f drogs.. O circulo vicioso e Intermitente da droga. E o que fii zem os Ministérios respon­ sveis: da Justic a Educação e da Se úde sabedores ade que os viciados de hoje e!l.o os homens de amanhã? Pare­ ce-nos que onda. Ouve-se falar em re­ pressão. Mas. o tratamento ohrlgatórlo por lei é Inexistente. Não ternos 1Jotíclas de que estejam sendo construídos am­ hulatórlos no BraMll parn tratarem de dependentes. Parece que as autorldRdes brasileiras não estão preocupadas com o problema das drogas. Ainda no 8e conscientizaram de que surge providên­ elas audá veis nesse sentido. De-necessário analisarmos a usas que levam OE- jovens ao vício. É mister se aponte &lgumas: Temperamento ou i11clioação. Há Individuo!- com predisposi­ ção congênita. Para o uso de drogas. ão atraídos irrEi-ll'tivelmente para o tó­ xico. B preciso parar e pen ar. Filhos de toxlcômaoos estão enchendo alguns hospitais. São crianças concebidas sob efeito de tóxicos. E Isso ocorre em qual­ quer leito. Os cal mil ntes de E'feitu letal que muitas mulheres ingerem para Iugir à realidade do dia-a dia. Wioker, pesqui­ sador do problema, cita uma criança que veto ao mundo, filho de toxicôma­ nos, apresentando os sintomas de su­ pressão brusca do tóxico e só se sal­ vando do êxito letal porque lb.:?s a plica­ rum forte dose de ópio . sim a mãe passava para o sc.u leite o alcolóide de qu' necessitava o filho. A morfina é tsmbén eliminada pela saliva. pela pele e pelas glândulas mamárias, assim, a criança vai se uutrindo do leite materno, ab orvendo certa quantidade Je tóxioo ao qual elas são multn sensíveis. Entre­ tanto, o aleitamento, da mlíe viciada (: quase sempre dUfcil, porque a l!ltoxlca- çlo morfinlca crônica exerce uma 0- quencla obre o seu produto do seoroç/lo que logo desaparece. As crianças come­ cam a nascer viciadas, E para onde eaminha n humanidade? Curiosidade. Ela limenta os passos do individuo. o coruprrnhelrlsmn, o grupinho. E de repente, um vtclado. Fua dos Pro­ blemas, A familia, a sociedade levam o 8 sofrimentos de ordem moral e espiritual aos jovens. Ilusões. Desilusões. Injustiça Desjutn.ento do Lar E a desigualda­ de social. Incerteza. Angústia. Solldúf) Desespero. Cooflllot! lotlmos. Então vem a válvula de escape· u droga. O vicio. fmltaçllo e modismo. Estar na onda. Participar de uma geraçllo pra rre11te e, para não ser bllolado, nem quudrudo, a­ dere aos movimentos do embalo. obres pars, vamos acordar. Vamos acudir a8 autoridades. Cuia bá eHtá pn­ plexa díaott> cie um crime prntlcado com requinte tais de perversidade, que nln­ gvém ignora o estado ide dPmencl11 e ulucinação em que se encontru.vam o al­ gozes que tiraram a vida do ex verea­ dor João Alves Guerra. _ l'rào preso3, quando lde.ntiflcados. Processados e Julgados, acontece que se provaram o estado de dependencla f i s I c o • p s i q u i c a am que se encontra v.:im, serão declarados lnimputá­ vei na Justiça, porque nfio tinham dfi.­ ceiIaio p-ia o cr.e que esl,'ata perpetrando. E imputáveis lhes ser~ im­ posto um trotamento especial. Pergu11to a V. Excelências: Onde? sabemos que de repente estaremos convivendo com os mesmos homens que chocaram nossa sensibilidade. Vamos tomar proviclênclae, minha gente. Vamos sair numa cruzada, exigiudo das autoridade& competentes as providên­ cias rigorosas, enérgicas. Específicas para o combate ao consumo e tráfico da dro­ ga e recuperação ao dependente. Parece que a estrutura dR. sociedade es­ tá voltada para o uso da. droga. Hà uma inclinação individual de noss'l clvil!zaçã(J para o abuso de,Ja. Vamos combatê-la. Precisamos nos levaot!lr para prestigiar­ mos os movimentos que surgem com esse objetivo. Hoje lanço desta Tribuna