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'TRIBUNO OI FRO 
Fundador: lvaldo Pereira I__A_· _n_o_V_Il____,__N_.o __ 2..;..86 -l-16a23-4-78-· -, 
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''Servem também ,, 
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para os Animais'' 
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A eaç11, que ele mata com um tiro 
certeiro, tem o mesmo dlrell o de viver 
que o caçador. Sente da mesma forma 
a!I delicluis da vida no seu ambiente, é 
n ulegrla de saudar o sol nascente na 
madrugado flori, tal. de comer, de amur 
e de ensinar os SIUS filhoR a viver a 
sua curta oxlstencln em paz sem segurança 
.- Natureza oreclsa da sua fauna 
silvestre, pois esta é um fator indlspen­ 
Hóvel a estab!lidode de qualquer ambiente. 
E u fauna Rllvestre nií.o pertence 
ao Co cador, mesmo se ele é proprietá­ 
rio das teras, onde caça. Ela é proprle­ 
àade do Estado, e a lei 5.197 d.e 03 de 
Janeiro de 1967, estabelece claramente: 
"Os Animais de qualquer Aspécie, em 
qualquer fase do seu desenvolvimento e 
que vi vem naturalmente forn do cativei­ 
ro, com,tltnlodo a fauna silvestre, bem 
como os seus ninhos, abrigos e crladou-1 
ros naturais sllo de Propriedade ao Esta­ 
do sendo proibida a sua utllizaçií.o, per­ 
seguiçã.o, destruição, caça ou apanha". 
Se o Governo ainda dá de vez em 
quando uma permissão para a coço 
tmodorista, enUl o sómente durante nc 
máximo três meses, tle dois em dois 
nos ou mais, em regiões qua comporta­ 
Tem uma curtu época de coça com Se­ 
veros regulu mantos, número e espécie 
de a.ulmols o matar bem ldenti[icotlos e 
com armas de caças registradas. 
ESPÉCIES EXTINTAS 
Neste caso o caço ainda é um 
direito do matador em potencial, vamos 
dizer do e aça dor n ü o ha 
dúvida. Mas pnra o E c ~ 1 o g I s t a 
convicto, ele já estava situado 011s fron­ 
teiras do direito, pois acha que horem 
nenhum tem direito ds mato:- consciente• 
mente animais silvestras em plenu pu­ 
Janço de sua exlstêoci11, ou sómente na 
defesa do própria vida ou de estar em 
perigo de vida por falta de al!mentoçào. 
Se Deus ceu ao homem o direito de rri­ 
nar sobre a terra, deixando a fauna e 
flora e as riquezas da terra aos cuida­ 
dos dele, achamos que o homem, enten• 
deu mul as r,alovras do Criaãor pois 
Ele nilo deu à aumanidnde direito de 
devastar e de destruir t:1do. Desde o prin­ 
cipio do Séc. 18 já foram extintas pelo ho­ 
mem 475 espécies da fauna silvestre, e cada 
ano se exterminam outrai::. A exterminação 
de mais 24o espécies silvestres ocorrerá 
untes do odvenio do ano de ~.ooo se 
o Governo não tomar 
urgentes providencias. 
O ministro Alysson 
Paulinelli, ao abrir o encontro 
nncional sobre cotucrvnçAo dn 
launa, e os recursos faunisti 
«os, disse textualmente 
E hora de partirmos 
para uma ação pró Uoa 
e realista, pois a preeI­ 
vnçllo da founa e flora 
não pode ser lnflnlta­ 
meo te só na líscallzação 
que é necessário. :nas o 
fundamental é criarmos 
uma COO d· 
ciência sobre a lmpor­ 
t1lncla da proteção da 
nos;a fauna e floro em 
todas as camadas do 
nosso povo especialmen­ 
te eutre os fazendeiros e 
e gricultores, tarefa que 
ollo pode ser exeluslva­ 
mente dos governos, mas 
de todos, 
Parabens Minlstr<>, é 
este o verdndeiro 9mi­ 
nbo a ser tomado por 
todos nós. 
e a caça amadorista, 
como a profissional, é 
proibida durante o ano 
Inteiro, com excesso 
de tres meses emn alguns 
Estados, de 2 em 2 anos. 
como pode elo ser jurí­ 
dicamente um Direito? O 
Governo brasileir<' proi­ 
be a caca quase total­ 
meote. porque? Simplesl 
mente nossa faunll es­ 
tá sériamente condeeada 
a desaoarecer, e os nos­ 
sos homens, consciente 
d11 a bi.oluta oeces,;idade 
de um perfeito equillbrio 
biológico para preservar 
no futuro proximo a e­ 
xistência humana na 
terra, to!;!larão _ eniim 
drástlcasresoluçoe!'t neste 
sentido. 
(Oulio Costa) 
ua Vov 
O Vereador Ely do Araújo Oal'hoi.n, 1 concorclnrl11 •'Ili prnmilll' t-sla 1.11
1 l'r11- 
_ena, quer homenagear e ru. Maria ta que foi durante toda a ua vida a Men­ 
Augusta Gomes (Vovó nhá) com non:e : sageira da alegria dos Lares Belavisten­ 
do urna rua. Apre sentou projeto de lei ses Vovó inha chou a Bela Vista 
tentando mudar o nome dn rua Ademaar procedente do Nioquo em I)o), ucom­ 
Soares da Rochn o que não contou com panuhando o esposo, Cabo ieola Cota 
a aprovação de seus pares e alguns a Marques transferido pura o Destacamen­ 
ch11m quo a homenagem é mulu do que to Militar de Hela Vista. Em 1937 foi ho­ 
justa. como disse o Vt:reador Carlos menagetdu pelo Club Helvlst nse como 
Centurião, mas não se deve trocar o que Mãe do Ano, quando era Presidente do 
já está feito. O Vereador Ely acha que Club o 3r. Elias Barbosa o 'lee-Presl. 
tal homenagem deve ser restada n denle o autor do Proje:to. 
quem dedicou toda sua vida oomc Par- O Vereador está no firme propósito 
teira à Asta cld1:1de e deve FOI' o mais de que se não conszuir u aprovuçdo do 
pr,ssivel realçada. Verlflcando, que ão 2 projeto de Lei, forá um terceiro rnu­ 
obterla os 2/3 cios voto11 necessários re- dando o nome tio t! ,lrro Vila Nova, J1a• 
tirou o projeto apresentando outro no- 1'11 Jl;ilrro Vovo Siohá 
u1eando a conhecido Praça Castro Alves, O 
1
/ereudor Ely etá empenhado 
sem nome oficial, Praça Vovó Sinhá. neste sincero propósito porque Vovó 
Diz o verenc.lor à reportagem: "Castro Slohá que teve o carinho e afeto do 
Alves não ficará zangado porque o Poo- Povo dt> Bela Vista deve ter seu nome 
ta de Navio egreiro, se vivo estivesse perp<'luudo num lo~radouro público. 
Bela Vista 1 • Mato Grosso do Sul 
: 
BRA ILIA - O Presidente da Caixa I A exposição do presidente da Cal• 
Econômica Federa!, Ariovisto de 'lneidu x. lo e.do tu» sasfez os sendores 
informou ~m seu pronunciamento na co- do MDB. Da mesma forma, 011 parlamen­ 
mlssão de economia do Senado, que os tares não consídernm satít-fatórlas as rcs­ 
financlament<'s para imóveis novos deve- .postas de Ariovlsto r!e Alateidtt e de 
rão ser reabertos entre a segunc!a quin- três diretores da instituição às questÕP!:1 
zena de maio e o fiuel do mesmo mês que lhes foram formuladas. A Arena. 
Ariovisto de Almeida Informou também através d o senador Virgilio Távora 
que a previsão de aplicações par1.1. 1978 deftmdeu a CEF e endossou us explica­ 
ºª área imobiliária é de CrS 13 bilhões. ções de sua dlt·t::torla 
Segundo o st:011rlor Leite Chaves 
que coo lderou desolador o quadro apre­ 
sentado pelos dirigentes da CEF, "não 
houve exagero dos joroa Is no noliclárlo 
referente à entidade e a atual situação 
é um escândalo, que em qualquer país 
sério se tornaria um caso de polí<:!a". 
De acordo com Leite Cbaves, os dados 
apresentados i>astam para levar a Câ­ 
mara dos Deputados a pleitear a iosta)u 
çáo de uma Comistiã() Parlument11r dt: 
Inquérito. 
No entant!.', as declarações do di­ 
retor de Habitoçilo e Hipotecll, Leo Lin· 
ce, sobre o (JOmprometlrnento da CEF'. 
feitas também na comissão de economia 
deixam margem a dúvldus quanto às in­ 
formações do presidenit, da entidade, Se 
gundo Leo Lince, a CEF j tem em an­ 
d&ruento, d e n t r o do sistema fiaan­ 
ceiro da babatoção (imóveis novos), pe­ 
didos de financiamentos relativos a 3.titl 
unidades, no valor de CrS 8,5 bilhões. 
Dentro do si<'tem:l hipotecário (lmóvelii 
usados), tanbém de acordo com as infor­ 
mações de Leo Llnch. a CEF tem em 
andamento pedidos de IinancJamento re­ 
latiVOli a 7.611 uuidadell, no valor de 
CrS 'í,7 bilhões. Ao todo, o comprometi. 
manto da CEF na área imobiliária já a­ 
tinge CrS 16,2 bilhõe11. Dessa faltarão 
recursos para, provavelmente, os imóveis 
usados. 
inhá 
D 
Para o senador Roberto Suturino 
no entanto, o pedido de umo CPI ou 
mesmo um convito para os ex dirigentes 
Carlos Rischbíeter e Humberto Barreto 
prestarem explicações à Comissão de 
Economia cio Senado e.inda dependerá de 
um exame rr.ais prcfundo dos depoimen 
tos prestados e de alguns dados comple 
mentar-es que requereu à CEF. 
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16-1-78 
Era geral, os pls, 
deuejundo melhoror semi 
filhos, procuram desco­ 
brir neles !'Õmente parles 
negallvus e tentam .oor­ 
rlgl las dizendo: "Você é 
fraco nisso e naquilo .. •· 
E pelo poder sugc stlona· 
dor detisas palavras, ao 
Invés de m<:lhorar con­ 
seguem somente resulta­ 
dos negativos. Se nlio 
houver uma reforma nes­ 
se método educacional 
que ap1rntu. as f11llrns, 
no será possivel for. 
mar crianças excelente!j. 
As palavrus que re. 
preendem vendo ae pnr­ 
tes neg11ttvns n/lo são 
tão necef.sárlns para a 
EDUCAÇÃO. O melhor 
é elogiar. Assim, o ''mé­ 
todo de Educação da 
vida'' ·elogia todos os 
seres humunos como fi­ 
lhos de Deus··. 
Por exemplo, se o 
profossc,r ou os pais dis­ 
serem: "Você vai muito 
·l em Ariliruética, não 
tem jeito para isso toda 
vez que a criança tirar 
nota baixa na matéria, 
essas palavras, plena­ 
mente aceitas pelo ah1- 
no devido o seu respei­ 
to pelo proíe!lsor, agirão 
como uma sugestão real­ 
mente forte. As palavras 
ditas pelas pessoas que 
re8peitamos, nós acredi­ 
tamos como ilendo ver­ 
dadeiras. Por Isso quan­ 
do os pais ou os profes­ 
sores dizem "você e bur­ 
ro", a criança acredita 
e se sujeita ao efeito do 
sugestlonamento: Eu sou 
Burro, não lenhe, facili­ 
dade. 
A mente dos pais ou 
pt·ofessores influi direta­ 
mente na criança. 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
Foram extraviados cs 
documentos do Sr. Tercio 
Celestino Goncalvei:: Cer­ 
tificado da proprledade 
de RG Nº 0139 Mt 018 
do carro marr.a volki./bra­ 
silla ano 75 cor laranjll, 
placa CJ. 0270 cbaso;is 
NO BA 196030 Carteira 
Nacional de Habilitação 
expedida por Aquidauu­ 
n11 sob o prontuario N!! 
27.395 Mt Carteira de 
Identidade RG 6.088.578 
e CIC 34091688/53 Título 
de Eleitor cxpedldo em 
Dracena - S.P. 
Publicação que se faz 
para obtençãu de 2 via 
, 
1 D E E CIRIDIIDE 
O Caso de Chico Xavier 
Pe. Edvfno Fddericbs. do Clap de 
So Paulo (Parapsicólogo) 
Chico Xa vler é talvez o Pi-pirita mal" 
em evldôncl:.i ro Brusil. Tem mui& de 
115 obras psicografadas, recebe cerca 
de 200 crsrlas por dia e atende umas 30 
pessoas diariamente. Dá comida para u 
ma rnuHld!lo de pobres, sempre bumilde, 
respeitoso. booc!oso. 
Eu resprlto um homem que reali­ 
za tanto pelo próxlmc,, que pratica Ina­ 
ta fiiuntropl11. Contull.o, sem querer ofen­ 
der ou melindrar quem quer que peja, 
quero deixar bem definida a minha po­ 
dição como purnpslcólogo e l!OW() cató­ 
lico. Minb& atitude é a do grande mn­ 
dumento de Cristo: Amar 1.1 Deus acima 
de tudo e !lO próximo como a 8i mesmo. 
Combuler o erro, amando os que er­ 
ram. Pois, revelar a Verrladl' é uma Ca­ 
ridade. 
B'lPORTA CIA DA REENCARNAÇÃO 
Chico Xavier professa u doutrina de 
Allan Kardec ( espiritismo), que nega 
ercn de 40 verdades fun'm 'is da 
religifio católica. Um dos aPsunt->s mais 
o bor:lados por Chico Xn vler é a reen­ 
carnação ensiramento central do espi­ 
rifü,mo lntino e que atenta froatalmentt>, 
contra a doutrina de Cristo. 
o Início de um pi'ogrnm& de TV, ln­ 
tltuludo de "Pinga Fogo", o médium e­ 
pírlta citou bastante a carta de ão Pau­ 
lo Tito, falando do respeito que me 
recem as autc..r!darles legltimnmente cooil­ 
tltuídas. Ora, o mesmo Aoóstt>lo 'ão 
Pu ulo, íiêl <ii. cipuio de C, isto, escreveu 
os hebreus us seguinte palavras: "Es­ 
tá decretad<• ao homem morrer uma sé, 
vez; u depois disi,o segue o juízc," (Hbr 
9,27) - Que palavra mais meridiaoaman. 
te clara se pode dizer sobre u não exis­ 
tência d:.1 reencarnação? 
E us palavru do próprio Cristo 110 
bom ladrão na cruz: "Hojt· mesmu e>-ltu­ 
rás uomlgo oo paraiso"? 8 a paróbol11 
do rico avarento e do pobre Lázaro 
onde se diz que cada qual, Jogo após a 
morte, vai pura o lugar ddinitivo? 
E toda uma sér !e de outros textos no 
Novo Testamento, que sempre fala no 
caráter rlefinitlvo e decisivo da vida 
pre_ ente? Realmente, quem crê r:11 reen­ 
carnação, se for lógico deve negar todo 
o ::>ovo Testamentu, todll a doutrina de 
Cristo, portanto, deixou de ser Cristão. 
Tullo l~so no deve fazer refletir se­ 
riatrete. 
Oi, casos citados nos livros espíritas 
como "provas d,1 reencarnação sào to­ 
dos explicáveis pela ciência como me­ 
ra;neota o::.turais. A reencarnecão e cha­ 
mada Lei do Karma, >l que Chico Xa­ 
vier se refne em seus programas e 
em seus escritos. são verdadeiros absur• 
~o_s filosóficos. Ora, nada mais anti-c1en­ 
tifico do que conclusões apressadas su- 
perficiais. 	' 
• E rrnlni.ecte laslimàvel que, junta­ 
meate com co1tm.!i tão boas e cristã, Chi­ 
co Xavier ~nsiue erros tão funestos eu: 
suas consequências. como u. reencarna­ 
ção_e a lei d1-1 Karma. Quero ad.nitir que 
subJehvamente, ele seja. àe boa fé. Obje­ 
Uvameute falando, tal lato é calamitoso 
Como é po.sível falar na bondade 
infinita de Deus, em Jesu Cristo que 
muda todos os aflito € ntrlbuludos vir 
a Ele, corno. é <·onclllil v2l, em Fâ 16glca 
falar enfntlcamrate em Divina Providên­ 
cia e ser reencurnusloulsta e pri>gur a !el 
Kurmu? 
2) A Parapsicologia Explta a Psicografia 
Cíentlflcameote. Chico Xavier uno 
é um problema. A Parapsicologia tem ex­ 
plicaçõvs para o fenômeno da psicografia 
cnmo o tem para todos os fenômenos do 
e~plritismo. A p:-fcogrufla é um nutomu­ 
tlsmo do subeouscienh>. .. pPssoa entra 
em trn1J1<e mod-.?rado, Pm hipnose super, 
rtclal e começu a a bandonur-se a ileu 
subconsciente. ERte começa a PBCrever 
automáticamente. O lápis começa a dP.s­ 
llzar rapidamente por sobre o papel. 
Como sabemos pela Parapsicologia 
o nosso ti:.ibconscieute é um sábio prodl­ 
gioso. Ele registra tudo o que sucedeu, 
desde a muis tenra iafâncla até a muis 
extrema '.lnclanldade. corno um fideli11sí­ 
auo grada:. Ele uão squece uuuu e 
recorda tudo, como o leitor poc:!e estudar 
no livro. A Face oculta da mante de 
Oscar G. Quevedo o maior parãpsicólogo 
da América Latina nessa obra enco·itra­ 
rá muitos exen. ;:>los ilustratlvo11. 
Se eu perguntar a um bom sensí. 
vel: Quais são os seus autores prPdlletos 
na llter-ntura? . uponhamos qui:, eJP rPs­ 
ponda Machado de Assis, Humberto de 
Campos, Gonçalves Dias, Cassemiro de 
Abr<'!u e Cai-trn Alves. EntJlo o levo a 
hipnose e digo: Você agora é Gonçalves 
Dius e se ente com ótima iuspiraçiI o. 
Escreva urna bela e grande poesia de 
Gonçalves Dias. Então verémos que a 
poesia virá mais ou n.t1nos perfeit!l no 
estilo do citar!o poeta. Mesmo que o po­ 
eta ainda estive se vivo. O mecanismo 
psiq11!co íuaciounrla com a 111ein1111 pre­ 
cioão. Nãc, precisamos pera Isso de ne­ 
nhum espirito ree1,carnndo. 
O fenomeno da psicografia se pro­ 
cessa da me ma maneira como a dos 
copinho que se resvalam num tabuleta 
lisa e revelam por vezes coisas surpreen­ 
dentes. de acordo com a sensibllidade 
rio dotado. ão movimentos musculares 
provocados pPlo ubconsciente. As mesas 
"inteligentes" que dão respostas exatas 
às nos,;as perguntiis (por exemplo. se a­ 
través du mesinha desejo descobrir 
o idade de urnn pe•soa dotada de bou senoibi­ 
lldnde ), üo igualmente movimentos mus­ 
culares 1::ngendrados p?lo subconsciente. 
Esse mecismo psíquico funciona com 
admirável precisão. 
Cientificamente não hã nessa asser­ 
ção nenhuma dúvida. Todos os grandes 
parapsicólogos da atualidade o assegu­ 
ram. 
O fato de os espiritas e também 
Chico Cbavier atribuírem tud.; aos "espí­ 
ritos do Além" mostrá que lançam mãos 
da interpretação mais simplista Nós de 
flito não temos a possibilidada de influ­ 
enciH.r dir,:t11a:enie o outro mundo. O ma­ 
ior poder que temos é o da orEção: ".f-e­ 
di e recebereis ... 
3) UMA PAL, VRA SOBRE ;. PERSO­ 
NALIDADE DE CHICO XAVIER 
Ilfl quem diz que Chico Xn vler é 
um letrado, Como é pos:ivel então eere­ 
ver cvisus to belas em estilos tlo dife. 
rentrs. 	. 
Estão bem enganados os que tal a­ 
firmam, Frei B. 'hasseriuu 0P, esteve 
cinco veze8 üll1 Prdro L •opoldo paro c-q • 
tudar o famoso médium. Publicou em 
'O DI rio" de Belo Horizonte, em 1 054, 
uma série de artigos, daudo as seguintes 
informações; "?'ez o curo primário e es 
tudou mais um uno com uma professora 
particular. Distloguiu-11e, com efeito. por 
sua iutellgôncla, 6Un lll<:!IDÓt'ia prodigloRa 
e ·ua aplicação o estudo, ó queria ler 
e PsturJar... O próprlt, Chico Xuvicr 
upresenta a s! mesmo no prcff.Lclo cio um 
de 6eus livros como um moço "e o m o 
mui!! pronunciado penauéor para a lltn­ 
tura" com r.. mdhor bou vontade para o 
estudo",que em casa 'estudou o que pode" 
Um padre da 11rquldlocese de Belo 
Horizonte forneceu, por escrito, o se- 
gIinte depoimento: Em 19 33, Chico Xn- 
v1<:r eswva eucunt11do com Augusto dos 
Anjoe. Já p01· aquela época, ele lia o 
espunhl e o francês. Assim me disse 
váris vezes. Conhecia bem a litemtura 
Rrusllefra e lfa multo". Chico chegou 
mesmo a publicar sonetos feitos por ele 
(Citação de "O Espiritismo no Brasll de 
Dr. Baaventura Kloppenbu;g, pug 239 ss). 
O s0bredito prova á sociedade que 
Chico Xavier é Inteligente, culto e poeta 
por lnclfnaçào. Port11nto está longe de 
er um Iletrado. 
Diante de tudo isso, o ''o caso Chlc'l 
XRvier" se torna multo menos ; 
lonante. Não vale a pena exagerar. E 
um cidadão iuteligente. poeta pc.r lacll· 
n11(;ão natural, muito lldo, capaz de re­ 
produzir, mediocrameute, em estilos di­ 
versos, inúmeras páginas que sãe rHlB· 
ta8 e corrigidas por outras pessoas mais 
competentes e me!h()r formadas. 
Da mesma forma, suas receite e in­ 
tuições não constituem mlst1rlo para a 
Paraptilcologlu. 
(Trancrito do Livr,, otlcla. nº 137-ano 
1978 da. Editora Pe Reus da. Soe. Cult. e 
Benef. Pe Reue - R. Duque de Caxia, 
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Belo 
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Xa. 
dos 
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disse 
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que 
poeta 
de 
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nre: 
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locll· 
re 
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mal 
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R 
"So lelvosis: coisas de quem pen­ 
Ja uma coisa e já sal à rnu r,.uJlunte 
com a descoberta. Com o mesmo eutu­ 
sismo de um Arquimedes da Era oder­ 
nu: ''Eureku", só que o stíblo linha a preo­ 
cupação com a experiência e somente 
externava a Bl!n euforia, juRtiflcada uil­ 
s, ante a comprovaç!lo cio acerto··. As­ 
sim o deputado Rub1rn Figueiró reagiu 
us denúncias do deputudo Walter Perei­ 
ra (MDB) de que o Governo estaria res­ 
tringindo as l11vesllmentoi:; no Sul de Ma­ 
to GrO88G. 
O lider do Governo Garcia Neto nu 
Assembléia Leglslatl'U det!tnentlu a 
1
1 existência de maquinações para não 
constar explicitamente no orçamento a 
obrigatoriedade de 50% das despesas 
de capital no ul, acrescentando que os 
"receios" ria bancada do MDB na época 
eram Infundados e, também, não proce- 1 
Llem u acusaçõe_s de Walter Pereira, se- j 
guodo as quu1H •·aqueles receios estavam ! 
se confirmando'·. 	i 
"C argumento é ridículo, nfio i;-ossuln- 
1 
do o menor ressaiba de verdade", atlr­ 
ma Figueiró. O deputado remexe numa • 
pa ta e vai seprndo documentos, pa- 1 
ra logo anunciar: "Está aqui". Começa 
eaf1le1rnndo os lavestlmentoi- projetados 
para o ui. fazendo comparoçõei. em pC1r­ 
centagen dos recur os de tlnados uo 
Norte" 
E 
tirar w castnnhas do fogo com a mão 
dos outros, diz FJguelró para concluir: 
"Os investimentos estão sendo feitos de 
ncordo com umu polillca ~lobal, não se 
fazendo nenhuma discriminação entre I 
!fato Grosso do Sul ou Norte··. E ironiza 
- Será que o Wolter não quer é mu­ 
dar a geogmfia? Tnlvez ele pense que o 
recursos destinados á Aml'Zôn!a possam 
ser deHvladoR pv.ra o Sul ... Se ele conse­ 
guir Isso, dou-lhe meue: parabéns e me 
toraart-1 seu eleitor. afinal quant<, mais 
recursos para meu Estado, tanto melhor ... 
Duvido, porém, que o Governo Federal 
aceite u8 suas idéias sobre a configura­ 
ção geográfica do País. 
Dr. Joelson M. Peixoto 
-Advogado- 
-Veja bem, pu:-n saneamento está pre­ 
visto a aplicnçúo de 70 por cento d 
Verb: transportes 60%; educação. 55%: 
• 
8 ln· obras públices, 70%; e energia, 36%. Co- 
ra { mo dar crédito, então, à decantada pre- 
terição de Mato Grosso do <ul? 
gundo Figueiró, o deputado Walter 
Per,,im anda mui informado, ou age de 
má fé, jã que as previsões .:;rçamentárias 
contemplam o ui do Estado com a ma­ 
ior parcela de investimento:. "Depois", 
H Voluntários cio Pàlrin. 376 - Fone '.<!10 
conlia11a, ''a maior cnrga dos lnveilllmen- un 
tos é oriundd de recursos federais em Bela Vi ta 
grande parte ainda aão liberados. os re- 1 :..::..__;..;;,,;;,,; 	_ 
rasos ires ao %sai« tone ·o DR. FIO!I MURO 
parcela minima no cômputo total". 	, 
Al:-:da de acord(l coru Figueiró, Ma- - MEDICO- 
to Groc,so do Slll terá a maior aplicação Consultório, 7 às llh,, 
'' de recursos próprios do Governo em obras 16 às 19 horas 
de infra-estrutura, citando comv exem­ 
plo os 20() quilumetros de e tradas asfal- «IPEMAT e INPS» Posto 
tadas, enquanto paru o Norte está pre- de Saúde e Funrural, 
visto apenas 80. E acrescenta: 	12 às 15 hs 
- O pronunciamento do deputado Wal-, 
. ter Pereira demonstra, tão somente, uma 
preoc pação eleiçoeira, já que não tra- Jose· Atanas·10 
duz a reilidde óbjetiva.· Dr., . 
Figueiró faz questão de acrescentar 	Advogado 
que penas em dois prngramas contrata- Causas Civis, criminais, Comerciais. In­ 
dos de energia elétrlea será investido venta rios 
0 Pãrtilhas, Regulurizaçóes de 
no Sul, de urna quantia de CrS 738 mil Terras Juuto ao lacra Etc. 
a percentagem de 80%. A mesma priori- 	. 
dude receberá n<1 expansllo da rede es- Av. Duque de Caxias. .o 788, Jardim • lIt. 
colar, onde serão aplicados cerca de Fazenda 2 de Ouro 
55% dos recurso!' disponivals, que an- , Guia Lopes da Laguna 
dom pela faixa de CrS 490 mil. 
- O homem é muito Ingênuo ou quer -----------------::.,;_ 	_ 
_an0 
lt. e 
ia.f 
ã»k 
-- 
1 
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Causas Civis e Criminai'I 
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la 31ª Ciretran de üula 
Lopes da Laguna. Publl­ 
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seguintes doaumentos 
Carteira de Motorista 
expedida pela 5. CI­ 
retran de Aquidauaoa 
CNH 14.96 PGU 
Rua 15 de Novembro S/N l t496 - Publlcaçã~ que 
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ficero Gonçalves Costa. 
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Rua Antonio João n.o 7 53 
Bela Vista Mt Sul 
TI S 
MT 
Documentos 
Perdidos 
Foi extraido o« documen­ 
tos do automóvel Chevrolet 
CJ 1 JIJ;j l'ick up cor verde. 
Ano Fabricação • 74 ehassi n. 
C HIIJBlll/<JJOUP n.o TJIU 
71159305 de Pery de Almeida 
Melo. Publicação que faz 
para obtenção da 2.a via, 
Arfo Pínbelro de:, Al­ 
meida declara que extra­ 
viou os seguintes docu­ 
mentos: Carteira de Ha­ 
bilitação. CIC. Inps, Incra 
CGC do Couércio, Iden­ 
tidade. 
Publicaçiio que se [az 
pura obteoçilo da 2' via. 
Av. Presidente Va.rgas 
nº 744 
Guia Lopes da Lagnn.& 
!lato Grosso do Sul 
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MATO GROSSO DO , 	_;;;;;...- 	S(JL

16-4-78 
Bela VIsta MS. --d!U !d_doDd""c 
CLIUOlft, 1 1 L D 
Foi Hobbes quem, pela prlmeiru 
vez, no Levlatii, comparou o todo social 
a um gigantesco organlsruo com aH ca­ 
ructeriticas do corpo humano. Apear 
de recoalrnrermos o perigo da aceitação 
sem reservuR de tal orgu nicldad~, temos 
por outro luclo, cle admitir que o.s subsls­ 
temas sociais implicam e e integram 
de tal forma que, 11 não ser pura efeitos 
roeramente cleotíflcos, téculcos ou didá­ 
ticos, não se pode dissociar uw do outro 
na realidade concreta. E, ccmo o corpo 
humuno, o8 int mus slo meros reflexos 
do que 
1
na verd11de é resullnclo da dis­ 
funçllo pane ou doença de um subsiste­ 
ma especifico qua, a descoberto, não tem 
ne-nbuma ligação aparente r.oru o órgilo 
lesado. 
Essa reflexão nasce 11 propósito 
do fato de que os leltvres bra lleiros de 
E 
ClóVIP Jú!llor 
nossos principais jornels estão descobrin­ 
do, entre aturdido e estupefatos, que nos 
últimos anos, praticamente em cada cl 
dade que teve como caructeristlca o r­ 
pido progresso e a vertiginosa acelera­ 
ç1o dc enriquecimento materiul, upare­ 
ceu morta, depois úO brutu~lzada, sevici­ 
ada e violentada, uma menrna ou uma 
menimL moça, cuja única dP!lgraça e pe­ 
cado parece ter ido a grça e u bele­ 
za que Deus lhes deu. 
E óbvio que em todas as soteda­ 
des humanas organizadas, tais aberrações 
ão detectadas. Mas, o que no caso bru­ 
sileiro se torou estranho, é a impunidade 
que como uma aura protetora, parece 
rodear aqueles que publica e notóriame 
te são os reRponsàveis pelo tos crimi 
nosos. No caso, por exemplo, da memaa 
Aracelli, u libertação por intermédio de 
1 ll 
Cuiabá ( edimat)- Com o propósi­ 
to de lnceativar as empreus que pos­ 
suem de um a dez empregado::; e cujo 
faturameato nau o I seja inferior a dois 
mil salários mlnlmos, o governo Garcia 
Neto encaminhou à Assembléia Legislati 
va projeto de lei instituindo o :?undo de 
Apoio Técnico t, Flnuacelro à Microrm 
presas. 
A iniciativa do governador vis 
proporcloaar tanto ao8 empresários j 
radicaoos em Mato Grosso como ao re­ 
cém.vindos, mecanismos de ajuda capa­ 
zes de ensejer à prosperidade, em coa. 
sonancla com o priucíplo de que deve a a­ 
o politica atender a fioalidadE' p;-ecípuo 
de valorizar a pessoa humana de promo­ 
ver o bem comum. 
A criação do Fundo de Apolo Téc­ 
nico li financeiro às Microe::npresas virá 
. reforçar outi as medi elas de incentivo às 
cios es produtoras já adotadas pela ad­ 
mimstração estadual tais como 11s geti­ 
tõ<>s que lograram a equalização, com os 
demais Estados, da tarifa de energia e­ 
létrica e do preço dos combuslíveia; es­ 
tudos e providêncius para a iastaluçüo 
de distritos e núcleo indu trinls e a cri­ 
ação do Centro de Assistência Gerencial 
do Este0o de Mato Grosso UEAG-MT, a­ 
geute do CEBRA8, e que se encontra 
tecnicumentt: qualificado puru -ub51diar 
as Microempresas. 
O fortalecimento das pequenas em­ 
presas é ainda. um fator de real lmpor­ 
tllnr.ia social e ecoaômir.a poi,1 revertt>­ 
rá em nova;; oportundodes de emprego 
mormente à mão de-obra menos creden­ 
ciada, concorr.,ndo, ossim, para a dlslri· 
bulção da renda aos setores mais humil­ 
des da poJJulaçilo. 
Francisco D. Carvalho 
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am hbil "habeas corpus" dos implicados 
em sun morte ueabou sendo eomemor­ 
da, pura espanto da entes de bem, com 
"corso", curnuval, cnnfe(H e i;erpt•11tinu. 
Dos caso de Londrina e de Bauru nem 
é bo,11 fnlar. E qua11to ao c
11Ro /na Lf. 
dia de Brasi!Ia, tais e tio poderosos i­ 
tereses se conjugaram no eu abafa­ 
mnento" que é no míolmo um risco abordá­ 
lo. De to::los esleH caR<>B lamentá veis, o 
mais grave, tocl!!vla, é o que vltlmou u 
moça Cláudio lloch'lgues porque, 1.10 con­ 
trário das demais, ela não era uma Ino­ 
cente e pusslvu vítima. mus parte Inte­ 
grante ele um dr.ama dantesco, que 
repete cotidlanumente, e que tem or ce­ 
ná'."IO o outrora belo bu!rro carioca de 
Ipanema, tão decantado em prosa e veriio. 
É ali, naquele pedaço de terra eo­ 
t:-e o Forte d~ Copacabaua e o Leblon, 
:le lacornparàvel belez11 natural, qu11 o 
dlubo e.;colheu para instalar o seu ca<ll­ 
nho do limiatn do Mal rierondo 
1 
pnluyU" Utl uma jUVi'lltUd - outrora id!'II· 
lista com cacos de velhos poetas e ar­ 
tistas transformarlos em lúbt!cos @tiros 
e faunos de tapetes, tudc isso temperado 
com o cb!imp•rnba e a cocuían financia- 
d pelos 'novos milionários" nascidos 
das marobras d bolrn e do "opn", da 
e,ipeculação iruobillãrlu ou da falência 
fr'ludulenta. 
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Bel VIta MIS -- Tribuna da Fronteira 
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Continuação do Número Anterior 
O olho de rã é provocado por outra cet·eouptira, r, 1-ojinu: seu no­ 
me tem origem nos sintomas qu· apresenta nas folhas, ontle é mai1> 
comum. Js folhas npre~nnlurn lesões cujo diürnetro vai uté cinco 
mll!mAlros, m,ti o muls comum é entre um o trt>H mm. Com tempe­ 
ratura ulta e multa umidade, o fungo tem condiçõe, ótimas pura di­ 
fundir se; as manchas tem uma colu1 ução inicial pardo a v armelhada 
mas tiempre fl'.la um anel dessa cor em voltu do ponto de infocçllo, 
bem ctlslluto <•ontr·u o verde normal das folhas; o centro se vai 
esmaecendo, branqueando. Em todos os cason, nu página Inferior a 
colol'!lçao é mais intensa que nn supe:·icr. Essas m'l.ncl.ru& tem forma 
circular mns •s vezes ú fungo t,,m d1!iculdade em vencer O!l tecidos 
das nervurni,i que limitam suo óreu de ação. As nnvuras prl:1cípal1< 
súo menos ulfngldas mas as mais 'iellcadus i;ofn·m como os tecidos 
normais das foll.rus. 
Em geral, E>pó~ o conlnminoçii.o total das folhas, o fungo ata. 
c:u hastes, o que ocorre 110 fim do ciclo, qu1rndo as áreas atingidas 
súo de mnlor tamanho porque ua tecidos Hão menos resistente!' ao 
ataque; us manei.Jus poden:; envolver a l.ruste, de modo que nessa 
área elas 1lcnm deprimiC:&;;. As vagens também rodem ser infectadas, 
especialmente ao fim do ciclo, quando o orvalho facilita o desenvol 
vlrnento do agente. Em h•dos os tecidos, os mnnchns, rlc centro de 
prlmldo, lembram os olh(J de rus. 
Nus semsnteR, o mal se munife ta pela ausência de brilho nas 
cascas e deprdssõe ; podem-se observar c.J.ois tipos dA desccloração: 
clnzeuto papllada e pardo pap!luda, sstm denominadas por aµre 
sentarem pequena protuberfincla de forma cônica. A baixa tempera­ 
tura do ar e o orvalho na superfície das plantas facilitam desenvol· 
vimento do fungo. vento e sementes concorrem pare. u difusão da 
dornça. 
A mancha purpilrea ou c~r,~03 porlose, provocuda pelo fungo 
Cercospora Kkuchii, deve ser re~p•in-;ável pela alto. porcentagem de 
fulllas nua sem~adurus; o fango é Of}rmalmente encontrado nos teci, 
dos das folhas novas, onde cs sintamos são mais frequentes, repre- 
sentados por manchas róseas, púrpuras e párotru securas, que atin­ 
zem frequentemente toda a casa da emente. Eeontrum-se também 
[requentes rachaduras na caca, no sentido transversal e mais con­ 
centrndns no !Jilo; ao:; eusos mais graves, notam se os sintomas nos 
cotiledones e embrião. Sementes infetadas «õmnnte na casca podem 
dar origem r1 planta>1 s::ulla~, o que não Plimna o I>r·opc11so m.tl du­ 
rante o curso veget!ltlvo- 
Dos cotiledones, as manchus e estendem às hastes, provoenn­ 
do manchas escuras, que progridem e provocm a morte das plantas, 
uma a duns semun,1s apóil a emorgêrwia. surg,•m nr,~ torldoA nuvas 
manchas aveludadas. branco cinza. Nas pginns das folhas primárias 
e se2undárlas, ocorrem manchas púrputo vermelhas, com üngulo11. 
Essas manchas tomam conta dnus plantas, povoendo suna morte 
premo lura quando coalescem ou se juntam. 
A eptospirose ou manchn parda é provocdu pelo fungo 
Srptorl:i licine; provoca nas folhas mcha- angulosas e de cor 
cnstanl.ra ou pardo nvermelhudaH. O ..iti:que H' proce118u, portur,to, 
d !sele o Inicio do deseuvol·irnPnto da-1 plu utas ,H alla'i l•1r:1peraturas 
e elevado idice de umídaúa rlu ar favorecea o deHl!DVoivJrnento 
dv fungo. 
1"ir.ulmentP, o cancro das hastes é outro mal, provocada pelo 
fungo Diaporte faseo!oru, variedade culivera; carateriza-e pela 
presença de folhas mortas inda presas ; planta lumbém morta. A 
lesão é vista a proximidades ílo ;colo, mas u<·orrC; também aclrnu 
de se ponto. 
No quadrn observado em Cascavel, PR, di/icllmento se podo 
dizer qual a principal moléstia, pois os i-intoma,, &egundc, oR ugrO­ 
numos reg1onuI~. BP rnesclüm; sómenld em cultura de lctborutôrfo se 
poder.,:; lndentiticar os agentes. 
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Mundo Novo 
Um

.,}a Vista MS Tribuna da Fronteira 
) F U T U R O D A Documentos 
A G R I C U L T U R A PERDIDOS 
a>EPEHDE DO AVIÃO 
A lmpo1·Ulnclu doR modernos mé­ 
todoi! agrlcolus ua proctuçüo de ullmen­ 
to11, llbrae e madeiras, é extraordinário 
no :nundo atual. E, nesse sentlc.lo, o a­ 
vlilo ocupa um lugar de destaque. Em 
pulses adlantodos, 95% dos oullurus silo 
semeadas de a vião. No Brasil, e em ou­ 
tros em deseovolvlmi>nto. a futuro da 
a~I trullura depende da a viação agrl­ 
ooln. 
PLANTAÇÃO 
Já está prov.iclo que a capacidade 
da aviação ugrlcola de reuliZ'lr operações 
vlals i,upera, d~ longe, a utilidade dos 
eq!ilpamentos terrestres. A:; sememes 
lançadas de avlllo podAm germinnr wals 
rapidamente; us plantas crescem unifor­ 
mes e atingem a muludi.lade slrnullaneu­ 
mente. o utilidade do avião são a fer­ 
tilização do solo e o controle das pra 
gas da lllvouru. 
Derge da Silva Leite 
Declara para OR devidos 
fins que extraviou os se­ 
guintes documentoR: 
Titulo de Eleitor, rar:el­ 
ra do Identidade, Cader­ 
neta de 3u, Carteira de 
Habilitação, C11rtelra de 
Monte Piu, Documento 
de um Jeep 72. Publlca­ 
çl'io que se1 laz para ob­ 
ter 2 Via. 
CO TROLE DE PRAGA 
Os produto,; químico são apresen­ 
tados hoje em fórmulas, vérdadelrumen­ 
te revoluc!o11érias. lnsE:ticillas allamente 
concentrados e de volumes ultra-baixo 
i,odem sn lançados de avlüo, com pou­ 
ca ou nenlrnmn ullliznçüo rle diluente 
corno veículo. Graças a seu morleruo e­ 
qulpumento, o aviüo poda hrnçur gotas 
de aerosol com tamanho de mil micro 
(miléslmu. parte do milímetro). 
APARELHO E PECIAI 
A medida que o avião foi sendo in­ 
troduzido nn agricultura, a fóurlca pas­ 
saram ll criar novos modelos. Também 
foram aperfeiçoados os métodos de lan­ 
çamento das semt>nles, ft:1·ti!izuntes ou 
produtos de co:nbatl' às enfermidades e 
nos lnsetC's. O aparelbo rleve ser, espe­ 
clalmente, concebido ou adaptado p!!ra 
finalidades agrícolas, p•>is a mniorib das 
operações é feita a babm altura. 
cnsn on PEClUlRISTll 
DE 
Evaldo G. Larangeira 
PRODUTO"- VE'l'ERINÁRlOS, llSETICI­ 
DAS, SAL BOIADEIRO E lllNERAL, SE­ 
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Os melhores preço da praça. 
Visite-nos. 
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Bela Vista - MI. Sul 
Ponciano Mena Barreto 
Declara para 1)8 devi, 
dos fins que extraviou 
os seg11lntes documentos: 
l'itulo de Eleitor. Identi­ 
dade Carteira oe flablll­ 
tnçiío Carteira da Rese,­ 
vista. Publicação qua se 
faz para obter 29 via 
Foram extraviados 
documentos do r. Tércio 
Celeslloo Goncalvef.': Cer· 
tiricndo da propriedaàe 
de RG 
O 
0139 Mt 01 
do carro marra volk'/bra· 
sitia ano 75 cor JJ.1ranja, 
placa CJ. 0270 chss is 
º B 19fl030 Cnrtt>ira 
, 1,cional de fü1bilituçüo 
expedida por Aquidaua­ 
n1.1 sob o prootuHrio º 
27.395 Mt Carteira. de 
Identidade RG ü.O .o, 
e CH.: 3-10916 153 Titulo 
de Eleitor cxpedldo em 
Drucena - S. P. 
f'ublicação que E" raz 
para a obtenção de 2 via 
Pronunciarnento 
Cerzósimo, 
da 
do poder 
. . 
aniversario 
da Arena 
Hoje, 1 de março, dia do décimo quarto 
aniversário da Hevolugo Bra-ileira, revolução 
que erviu de exemplo a todas as demais naçoe 
do mundo, porquanto _em derramamento de_·an 
gue, amadurecida e adulta, vimos até est tribuna 
recordar os fatos históricos que lhe deram origrm 
e prestar-lhes a devida homenagem, o devido re 
conhecimrnto, bem como relembrar as figuras hu­ 
manas, incontestáveis e corajosas que a fizeram. 
Em 1963, a aço brasileira e-tav mergu­ 
lha,la no 1l~•e,1ullíhrio <' nn confu,iío. A inílnção 
havia chegado até a To. Greve pelo-s centros 
maiores do país, movimentos e subversôes da or­ 
clem E todos sabem que aço alguma jamais po 
dcrin sohrcviq,r rm !ai situação e 1,?rcvcs, rc•pr<'· 
senlotn nnoi; de otrUE:n ,-ocinl e econfiruico. 
Ilomem do gabarito de um Dri:.:odeirn E­ 
duardo Gomes, de um Juarez Távora, de um Cor• 
deiro de l•arÍli,., rir urn ,dhrrnar dr Barros. tio 
1.enernl Cns1t•lo Urar-co, rio General :lourão Filho 
e tanlM ou1ros da úrt-a ci, il .- míli1ur, tomurnrn n 
si n grande re>pon,uhilidadc de por 1.-rrno a tais 
<le,mundo• e colncnr a no•Fa Naçiin no lugar rir 
pátria líue- e ,obranceiru, ern lermo• dr iguoldn­ 
de com ,,, poise• rn1>is porlero'>• .- d.- maior lide­ 
rança do lobo terrct:e. 
A He,olução que eclodiu em 11 d.- março 
de 196-1. foi um imperoti,o emanado do espírito 
idealístico e patriótico de que estavam imhuido, 
os nossos patrícios acima referidos, além de outro 
de igual valor, de formação oUlêntírnruente drmo 
crátic•. que, cônscio- ,Jc ,ua, re<poA•auilidadt-• 
na conjutura política administrativa daqurln épn. 
co, não podenal'l olhenr-•e de que. inoiinlmenlr 
o povo bmsileiro irin sofrer, diante da• otirucle• 
impensadas de governantes que apenas e pro­ 
cupavam com o presnte, esquecendo se do dever 
muior que i-erin r11.rruturur-P~ i-m:inl e cconôniica­ 
mentf a fim de e<JUllCionnr meta"I onde g:eroçõe-8 
futuros pudessem. rfe maneiro feliz e sem opr.-s. 
sões externas, desfrutar de nosso potencial, rece• 
bendo condições de vidn e rrabalho, e entregan 
,lo-lhes n6,, do geração atual, o incun:bêncio de 
oferecer rnmbém sua contribuição altaneira e inde· 
pendente em fa,·or de uma posição de cl.-,1aqur 
do Brasil entre as demais Naçõ~il do mundo 
considemdns poderoso• e 1lesenvolvid11,. 
O dístico de nosrn pavilhão nori,,nal diz: 
"Ordem e Progr.-srn" 56 forem'>• jus : primeira 
polo,·ro, com disciplina e re•peito. E à ><"!!Unrl:i 
onde se ,:xercite o lraunlho e o luta por dia- me­ 
lhore,. não em fovcr de urna parcelo de noFFo 
popnlnçào, mos que o fruto desse labor •enho 
beneficiar nos brasileiros no ma totalidade evil.Jln• 
do assim a desigualdade de vida entre as diversas 
regiõec do nosso p n is, P r e u e u p a ç ã o 
cnn5tante dos g:overnos que ascenderam ao muito 
oito cargo de chefia de nosso Pátria. opó, u ,., en­ 
to de 3 l de março de 1961. 
Hoje então, graças a essa Revolução que mar· 
cou u lh.ióna do Brasil, lemo,< o oreulho de 
contemplar a nossa ação sendo odmireda e re•­ 
peitada pelas grandes ações do mundo, que aqui 
vem, nao sõmcnte nos en:,1nar ou nos ex. 
plorar, mas principalmente aprender conosco li­ 
çors de democracia, segurança, equilibrio e re:-­ 
ponsab,ll_dnde, pois n Re,·olução que UJnto pr<,pa• 
lamos, não revelou apenas uma necessária ação 
uuh~nr, mas l'rmc,polinente. reTdou o verdadeiro 
sentido da palavra revolução que é: transforma­ 
çao, renovaçao, o nto de F:?cudir ,·clbns e obsole­ 
tas estruturas e partir parn no,·as meta,; de evo. 
luçào econômica e ,ocial. 
Adotando '!SSa filosofia de governo, continua­ 
mos com passos firmes e , igoro:oF. poi~ n t.::refa 
que aceitamos e abraçamos, continuará ainda por 
muito tempo, até atingirmos o objetivo ideal pa­ 
ra todos nós. 
Ao. término do. meu pronunciamento, incluirei 
11 nrugo tt110Fc1 no <"m um editor-inl do nosso 
EHodo, cujo titulo é '"Ilre'e Reflexão Soure •  
R.-alidade Brnsilcirn~: 	' 
Edital N. 02/78 
SEC. ADM. 
Em 05 de ablil de 1.978 
De urdem do Exmº 
Sr. Prefeito Municipal de 
llelu Vista, Dr. Huben A. 
de Castro Piuto, pelo pre­ 
sente Edital, fica notifi­ 
cuda a proprietária Sra. 
Avelina Constancla de 
Souza, para comparecer 
nesta Prefeitura Muncipal 
no p,!lzo de 30 (trinta) 
dia,; a contar desta data 
a fim de tratar de assun­ 
to seu interesse. 
Prefe!.tura !11.uninipal de 
Belu Vista 05 da 4 de 78 
Joilo E:slPvào de Castro 
or. de Gâbinete. 
do deputado 
Homenagem ao 
Revolução Representando a Bancada 
Legislativo Natogrossense: 
'"hrrrt o borrr t·Hf~ndint<'lllll rl,·•ta rd1Pxr111 
precisamos saber quem a fez, a cireu-tànueia em 
que foi feita, e a nalidad· qwr por9. 
"Pronunciou-e o Presidenfe da lepública por 
oca«ião do quarto aniversário de sua administv 
,·ão. rlan,lo conta t-u<·intnm,~nte ,lo tJUt" fc-1, 
• , rrulitl111I" di1ern O• fíl6-n{oa. lr,rn•bnrrl<l do 
,·onceilo ll1n~ coi•a f connhrr irlfin•, outr,.l 1r,1- 
dui-las em fato-; uma coisa lançar no pap .l 
programa de trabalho, outru curnprl-_lo ir~tr•;:rnl• 
mente; uma coisa pensar, outra agir r)gorra 
mente de conformidade com o que e penou 
A mente humana move-e em um território 
qu dr<conhece limites,_por que opera no plann 
, n nb•troçõo . .las quando os conceito+ e mate 
rializam, limitam-nos as contineias da nos+a 
própria condição de seres humano. 
O Previdente deixou Implícita em sua reflexão 
a velha di-puta entrP. o querer e o porh·r. .Ne,_11 
sempre e pode fazer aquilo que e quer, J' 
por causas das nos»as limitações pesoar, J 
por caU<J <ln 611pene111.-m·1u -te ~ª'º!''' rnrpreVlf• 
tos ou inda por que nenhuma idéia esgota no 
lernpo toda a essência do seu conteúdo. Foi 
consciente desta verdade. que o Presidente Kenu­ 
nedy, ma ca discurso d: posse, depois rle enu. 
merar a, linhn• rn e trs do • e 11 
governo, disse; "I «t o n ã o s e r la 
·oneluido em cem dins nem em mil diafl, nem na 
vi·ncia do meu Governo, nem talvez enquan 
haver humanidade neste planeta. 
Ma ainda que alguém concentre em suas mão 
na focnldade, do qurrer e do poder, P."''[UC me,· 
mo uF-@Írn corre o risco de- não exercita-las com 
proveito, porque há diferença entr o poder e o 
mnclo de podn V .. jarno• um exemplo. 
Era conlu·ci,ln a ,,norme força física de Davi, 
que, Fl'j!llnrlo no• relala 11 E,criturn, de,queixn,a 
ursos e leoe+, quando estas feras atacavam o . rc· 
banho• que ri.- pa>lorea,·a· A_pre•entotM~ Da, 1 ao 
Hei Saul paru rnfrrnrnr o 1!1/!"tnlt" ~ol,o,, e 
0 
Hei, temendo pele segurança do rapazinho, o ve 
tiu rle sua, própria• armas. para que ar 
campo. Com aouefa, armaduras, entretanto, Davi 
não deu um passo; daquele modo não podia a 
minhar. 
Os desafios que se erguem diante de cada 
um de nó•, são 0111ros lanlo• {!li!ªnte• <1ue prec1· 
somos ,•omhater. :la• ,6 pwlemos fazê-lo bem .º" 
nosso próprio modo, com n• no~ea• própna1- 
armos. fiéis 110 no-•o próprio e•tilo. 
O grande saldo do atual Governo é a! 
menir a ob•tinoç:lo com que procurou imprmr 
oo Bra•il uma perrnnalidode própria. A imagem 
de um Pais que sabe o que quer. e que defende 
princípios ajustados í sua própria realidade. 
Vi,·emo• durante muito tempo ,rnolnhzados 
porque mal podlarno• c,•minhar lolhidoa pela, 
pesadas vestimentas que nos recortavam lá fora. 
O rugido dos tigres e dos leões á nossas volta 
nmedrontnv.a•no~~ porque no-s encontrá,•omos 1m· 
potente!-. Não podfomo1- raminhnr, npenn: nos arraei· 
tavomo•· Tínhamos principio< próprios, lmensa.i 
riqueza• um ponr operoso, Mas nem podíamos 
su«tentar nossos princípios, nem tirar proveito 
adequado de nus.o• riqueza•. nem defender, como 
convinha, os suyeriores interesses do nosso povo­ 
Uoje 1:stomos fazendo turlo i~10 porque no• 
dr;f1zernos das armaduras alheias e pa,;,omoq ~ 
lutar com as nossas própria• nrruns. Ás de Dai 
foram apeno• urna funda e cinco pedrinhas re• 
doodas e limplsaimoe que ele apanhou na 
torrente mais próxima. e umu •Ó lhe ba,tou 
par-..1 cumprir :1un mis!lão 
Também a nós acontecc::rá o mesmo 
continua.rmof- n trilhar o cu.r1ou ern que no• 
colocou a política da re,•oluçii•>, enfreoundo 
pragmáticamente todas as dificuldades, procurando 
impor soberanamente a per,onnlidade do Brail 
no conct'rt0 internacional, n1aic no tnt"smo tempo 
tentando conviver 6lidariamente com todo>' 
quantos nos tr,larem em j,,ualdade de condições 
pois, afinal. como dis-e'um grande estadi'! 
deste século. "um País tem interesses, não amg9 
Cuiabi~ 31 d., wnrço de 1978 
Deputado Roracio Cerz6~imo 
em 
r-lnicliz Feria aquele que con~egni-ei-c realizar 
tudo o que pretendia, p_ois são pobres de espírito 
os que limitam seu honzontc apenas naquilo <JU" 
8-ao capazes de fazt:r'"'. 
Horocio 
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Davi, 
queixava 
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Dai ao 
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isse a 
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r6pria 
REPAROS DO BISPO DE 
UAPOS AO DOCU- 
MENTO DE PUEBL,A 
TT T5 Ele. T 
pensa, D. Antonio de Castro 
Maryer, Bispo de tampo-s (IJ, 
teceu a» guintes considera­ 
s +obre o documento p° 
rado pelo CELA MI (Conselho 
Epis.1•opnl Larin" 11111tricnno), 
que deverá ser examinado na 
próxima As+emblia do Epis. 
ropn,lo lnriuo • unicricanu o 
reuliznr•s•· •·rn l'urbla (México), 
cm outuliro pr6xi1110: 
"Julgo o documento pre­ 
parado pelo CELA M, para ser 
examinado na Assembléia do 
Epi~copudo lutíno umericnno 
em Puebla, falho cm muitos 
pontoe" 
"0 documento é frequen­ 
temente vago'', acrescentou D, 
Cn@tro Morer. "Por exemplo, 
quonrlo crllicd os ntuui• estru• 
turns economico Jo1ocinill, qut• 
julga inju,tus, nào opre•cntn 
argumentos em que funda­ 
mentn c,tu nprccínçiln nq:ati­ 
YO, O mesmo e dia, quando 
ncdtu n possihilidnrlc rlc um 
socialismo que ajustasse no 
catolisuo . 
E prosseguiu o Bispo de 
Campo( Denrlu o documento 
explicitar em que consistiria 
eiit-:c tiodaliilmo. umn vez que 
l'iu XI <lcrlnrou todo rncin­ 
limo, mesmo o <JUe mais e 
nproxinrn••c dos postulndc,g 
s,,ciuis católicos, opostos li 
Doutrina Hcvcladn. De minha 
porte. nüo .-onhcço nenhum 
"ocinliuuo íptc não pleiteie u .. 
ma sociedade sem classes, e 
não se baseie nua filosofia 
mnterinlistn, rlois p1.1ntos in • 
compatíveis com a Doulrinn 
<la Igreja" 
"Nilo ohsrnntl.' • c.:incluiu 
D. Castro ;lnycr . o docu­ 
rnrnto de Pucbln evidencia o 
nrcnçào de trilhar um comi. 
nho que evite rudicnli1...açõcs 
extremas. lndiqut ele, de mo­ 
do clnru, 1..01110 entende a nova 
civilização que apregoa, a no­ 
, a cultura. o novo crlstinni~mo 
><·rá poseh·d um rliúlogo fc. 
rundo". 
TV PROVOCA MIOPIA 
EM CRIANÇAS 
A mlopiu não é mais 
•·privilégio" de estudan­ 
tes e adultos. 
egundo pe.;quisa rea­ 
lizada D!! llbn de Formo­ 
so, cerca de 33010 das 
criunçus com menos de 
cioco anos d e idade 
tornaram-se míopes por­ 
que assistem regular­ 
mente programas de te­ 
levisão. 
A pesquisa efetuada 
pelo Prof. Yin-·Tso-Cbien 
em mil crianças do jar­ 
dim dt: infancla concluiu 
que a luminosidade da 
TV era prejudicial nos 
olhos dos pequenos. Os 
pais, que Ignoravam o 
perigo, permitiam que 
, ~eus filhos se sentassem 
por l..gos peri;;dos, juo 
to aos aparelhos do TV. 
Esse hábito. tão comum 
uas familias de todos os 
palses dJ mundo, acabou 
prdjudicando a visão dos 
pequenos telespectadores 
chineses. (ABIM) 
Tribuna da Fror.telr11 
------------- 
16-4.7! 
Gaúcho Amigo 
Adall.Jeto R. tle Saul'Auna 
Gaúcho amigo, velo lá de longe, 
dos pampa!! do mo Grande do ui. 
Trouxe u cuia, a bomb3, a rva mansa 
para o chiarão; 
velo para Mato Gros,w porque tem o 
mesmo céu uzul. 
Trouxe a !<11 bedorla da la vrur a tc·rra em 
gmnde extPnsão, 
a clêuclu ele manejar a muquinárla que 
ronca corr,o trovúo, 
o costume Je mourejar o dia Inteiro no 
relento do sol, 
de fazer imensas colheitas de entupir o 
paiol. 
Tribuna da Fronteira 
-- SEMANÁRIO -- 
i,· 1 D A D O E i[ 2 O / 2 /7 2 
Ins. Est. 130953312 CGC-ME: 03.200.736/O00 174 
Hedação e Administração 
ll. Duqne de Caxias +/n. Bela Visa MI 
Oficius: Rua Duque de Coxias s/n 
8cln Visto - Moto Grouo 
Hedotor-Chefe hnldo Prreira 
Administroçilo: Mllrin E,teln V Perrira 
Depnrtnmento Comercial: Alvaro Pereira 
Departmento de Circuloçfio - Hc~ínn Mendes 
PHODUÇAO 
Gerente - llelio Guedes 
lmpressão Nilson H . .3ouzn ~ Perronio Leão 
Composição- Liucidio Medeiros, Liberncy Lino. 
Pompilio Miranda, Ellnne Mendes 
A ATUHA 
A,sinntura Anunl IJelo Vista CrS 200,00 
Demais Municipios CrS ?50,00 
Tribuno da Fronteira é umn publicnçilo 
do OIUI VAPE- 
Os artigos publicados com assinaturas dos 
autores não traduzem u opinião do jornal. ua 
publicação obedece no propósito do debate dos 
problemas municipais e de refletir as diversas 
tendência~ do pensamento uan•ersal. 
INDICADOR 
Velo também; para as grandes vaquejadas, 
para a doruu do potro chucro, ou por­ 
reado, o uusca de bombacha lurgu. bo­ 
ta chlleua, tirador de flecos, enfeitado, 
abotoado oom deulo de porco e patacão, 
boleadelrn cnleudn na cintura, 
o trnnçado enrodtlbtHlo ua f!ruupu do 
pingo rt>domilt 
o lenço solto no pei;coço, o cho péu qu •­ 
brado na tesla, 
e ud:igu atraves ada para fiar alguma 
dlscusslio. 
Inrl:o gaudérto, grande antlorllho. 
no rodeio é pe1lo que faz lindo rP.toço, 
ginete firme no· lombllho, 
risca. o potro da anca até o pesco{:0, 
1 Xlru a::nlgo, e.legre, brlncnlhllo 
veio paru Mato Grost<O fazendo sucesso 
porque o matogros,;ense c'i seu Irmão 
puxa parelho a canga na trllba do pro­ 
gres&o 
Nas noite de fo!ga, ao pé do· fogo, 
nos acordes do vi:>lllo, da gaita de fole, 
ele curte a saudadE 11um compasso mole, 
ou festeja a ult:grla em rápida melodia. 
Nas suas C!inções gaucheseus cheias de 
dolrncla, 
afoga a lembrançf<s dos pagos dos 
fandangos, 
procura esquecer o rabicho dalguma china 
que ficou na querenda. 
O gaúcho porle até ter trazido alguma 
coísa atoa, 
mas, em compensação trouxe multa pren­ 
da. boa, 
''êta" barbarid&dP "tcbê" ! 
Ua punhado de loiras de raça alemoa. 
Bela Vista (illS), março, 1978 
= Miltoe Loureiro filho - 
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pul do Movimento Democratreo Irastlel-. 
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Relator: Exo. Snr. Dr. Odiles Freita 
Sou=a. 
De ordem do Excelentlsimo Senhor 
Jesembargudor Presidente deste Trib. 
na! e cm cumprlrm,11to uo dlrrno to no 
urtigo 81, da Resolução n 921272, do 
'l'.S.E, faço públleo para ei·nela dos in­ 
teressadot, que foi requerido o registro do 
Diretório Munteipal do Movimento Demo­ 
criítlco Bra;,llclro - .1 D.H. do Cara.col 
--M.T.S., ssim constituído. 
MEMBROS DO DIRETÓl-i 10: 
1 • Nlcaclo .Jend<rnça 
2 - Rognlo Paiva 
3. Ramão Se!,a» tlão Oodoy 
4 - Hafaol Lolio Godoy 
5 - :larlo Oodoy 
G - ,Juvlno Godoy 
7 • Noedlr Ferna11de11 du llva 
8 • Rarnáo FeruundeH da S!lvu 
!J . Teodoro ílodriguc11 dos Santos 
10 - Diuurnerlco Lino Garcia 
Jl - fdlvar Ferreira Gomes 
SUPLENTE' 00 DIHETÓRlO: 
1- Nilson erreira Leite 
2- Arcenlo Alonso 
3 - Sllvuno Gutlrres 
4 - José Roctrlgupi; dtJfl Santos Filho 
DELEGADO: 
Manoel Rodrigues dos Soutos 
SUPLENTE 
Lu!s Carlos Poltevln Pereira 
COMISSÃO EXECUTIVA: 
Presidente: Nicácio :iff,ndonça 
Vice-Presidente: Rogfrlo Paiva 
SecreUrlo: Adlv::ir Ferreira Gomes 
Tesoureiro: Ra.não Sebul!tfãc, Godoy 
STJPLENTES DA COMISSÃO EXECUTIVA: 
t - Ra 11ão Feranndes da Silva 
2- 'Teodoro Rodrigues dos fümtos 
3 - Mário C-odoy 
4- Rafa»l Lo Godoy 
.:iecretariu de IJoordenaçlio Eleito• 
ral, em Cuh,bá, 30 de março de 1978. 
LuitJ Delliuc, César 
Diretor da S.C.E. Substituto. 
EDITAL 
SEC. 
04/77 
ADM. 
Em 29 de Agosto de 1977 
De ordem do Exmo Sr. Prefeito 
lluniclpal de Bela Vista. SR. ,José Sim­ 
plicio da Costa Marq es, pelo presente 
Edital, f1cn notificado o Pedro Paulo 
Rojas, para comparecer nesta Prefeitura 
Munld~al no prazo de 30 (lrintu) dias a 
contar desta, a fim de :ratar de assunto 
de seu il,teresse. 
Prefeitura )Iunlclpal de Bela 
Vista 29 de Agosto de 1977 
Jo!io Estevão dP Castro 
Of. de Gabinet1:1 
HOTEL DQUIDBUIINI PJILDCE 
Suite, Apartamentos (Cisai e Solteiro). Sala de Recepção 
O Hotel mais luxuoso 
HDP 
do Sudoeste 
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"O Cartão de visitas de Aquidauana " 
AQUIDAUANA MATO GROSSO DO SUL 
- 
1

ENFOQUE FATOS 
E SOCIEDADE 
Vlslttl 
Aqui ns redação o movimento foi intenso 
na emnna que passou, 'lodos os alunos do pri. 
mário da E5colu l28tn Silvn vieram n fim de ver 
o processo de montagem de um Jornal, Notamo» 
que ficaram satisfeitos com mais es»e conhecimen­ 
to, pois via-se em cada olhar uma grande curiosi­ 
cladc, "Dnlade de nprcrulcr um pouco mui,. NooFO• 
parnbrns àqueles que tiveram a idéia de trazer os 
aluno, em nossas oficinas, pois u maioria dos e­ 
tudantes belavi»tenses (l,o e Z.o graus) nem se­ 
quer sabem que existe um Jornal na ciduclc. f.: n 
renlidnde ... quem duvidar fuça uma pesquisa 
pnru crer ..• 
9rrr;irra 
Chá Beneficente 
Foi rnnlizndo na residencia do r. Meco 
Mirunda chá hcneficente da Cu,n dn 1n1izudc. 
Houve to1r.bem o Uuznr da Casa da Amizade. on• 
de estava u venda lindos trubolhoij manuais. Esse 
chá contou com a presença da bdavistense Zulci• 
kn Gabinio. moruwlo at11•lmentc cm Pontn Poríi 
e dn Sra. Labibe Esgaibe Kajatt, PreFidente do 
Clube dns Miles cm Ponln l'or:1· Nu oc•~iílo a Srn. 
Lubihe explicou us presentes como é que funciona 
o Clube dus ~liles cm P. l'orií e as suas atividades, 
Deu-nos muitas sur;cstõc•, rnbre o que nós tam­ 
bem poderíamos realizar. Foi ótimo. Acompa­ 
nhando essns Srn•· 'iernm ,, sr. Alceu Gnbioio• 
le~poFa da Zuleika) e o noFF0 inesqueclvd ex 
vigfirio Pe. Brnndiío. 'esse chá foi cnntado parn· 
bens às anivereari11ntes do rlin Sras. Beatriz Maca­ 
renh11s e Nazir Pinheiro. 
Ere;o; 
Mais Aniversariantes 
A 1anncildo de Souzn 
Onofre Carneiro l'inhr.iro 
Ana Maria Mello iliranda 
Pêgo Medeiros Loureiro 
Jlario Loureiro 
Anivcrrnrinntes de Campo Grnnde 
Din l.o Mayos ogueira reuniu os omirros cm 
ua residencia pnrn comemorar nrnie uma pri~nvcrn. 
Dia 7 Glnucy O"ocirn ofereceu um lauto 
Churrasco na cabana Gaúcha aos amigos mais che­ 
gados. 
EfilsB.Wl 
Visitantes 
Visitaram a Princsa do Apa as Cearenses 
Denize e Carla Gonçnh-es ambus estudanilo cm 
Campo Grande· Denize foi hóspede de Léu Dion· 
chi Cardinal e Corla de Roselhc Lima Peixoto. 
s cearenses ficaramn encantadas com este pedu­ 
cinh,> de chilo fronteiriço. 
5viera 
Rotarianos 
F: g1andc n rnovimcmnçilo cm torno dos 
preparativos que uma caravana de cnsois rOtnrinnos 
farão nté Corumbá. Que n caravana belavistense 
faça Sucessos no Cidade Branca. siio o, nossos 
votos. 
lo Secretário; >gt lae Braga Carpo° 
2.o Secretário; Sgt Paulo Jun Yao 
l.o 'Tesoureiro: Ngt Mrio elo Iara 
2.o 'Tesoureiro: gt Dilnei Hibeiro Marque° 
Orurlor Ofici(II: Civil A(hlber10 li. de Sant':rna 
Bibliotecário: Sgt Krugerson Muttos 
l.o Suplente: gt Jairo de Souza Hodrigues 
2.o Suplenle: !:i:(t Antonio Alves 
CONSr.JJIO FISC' AL 
Helator: 3gt José Altredo de Aruujo 
Secretário: Sgt José Magyr de Souza 
lo Vogal: Sgt Sidney José Vidal 
2.o Vogal: Set Onofre Dias da Silva 
"CONSELHO TÉCNICO 
Diretor: Sgt Edward Vieira 
Secretário: Sgt Ubaldo Luiz França 
Lo Suplente: Sgt Helvécio Marques Bahia , 
2.o iuplente: Civil Salvador Iodrigues de A-is 
- A nossa meta será administrar o G. ·.s.l'.H. 
com "RENOVAÇÃO E THAllAI,HO", para que 
o Clube po«s cumprir, integralmente, as uas 
finalidades preclpuns e se manta no mais alto 
lndkc de prcferêncin em nossa comunidade, 
Estas foram as chapas concorrentes 
para a Presldencia do G.P. R. sainde a 
vencedoru, ll chapa encabeçada pelo Sar, 
gento Hélio Gomes Teixeira. 
CHAPA ~BELA VISTA" 
-A concorrer para a eleiçi'io da nova Diretoria 
que regerá os destinos do "Grcmio dos Subtent:n• 
te• " Sari:entos Pedro Rufino" no biênio 78179 
por ocnsiilo da Assembléia Geral Ordinária a er 
realizada no dia o9 abril 78. à, o9,3o horas, na 
~edc do Clube. 
- A kChnpa BELA VISTA'" estará assim 
conuitulda: 
DlRETORIA 
Presidente: Sgt Hélio Gomes Teixeira 
Vice-Presidente: Sgt Antonio Quirino da Silva 
2.a Chapa 
Presidente: S:;t HT Claudio Dias Alves 
Vice Presidente: Sgt João Knlife 
1 o ecrctnrio. Sl!t Nagib IJuzirne 
2.o Secretario: 3gt Vaner Abclln Ferreira 
1.o Tesoureiro: 'gt Dnmnsio Arce 
2.o Tesoureiro: gt iergio Gonçalves Viana 
Orador Oficial: Ch·;( hnlrlo Pcrrira 
Bibliotecário: gt Guerino lroatlu 
l.o Suplente' Sgt lvo Antunes Coitinho 
2.o uplente: Sg, Olmiro Tddeu Lozano 
CONSELHO Fl CAL 
Relator. gt José Darci da Ho,n 
Secretario: Ur er:;:io RoberlO Perondi 
l.o Vo~nl: ci'il Eviln,io l"fonee ele i'lironda 
2.o Vogal: civil foãu llatiFtn Ferreira 
• CONSELHO Tf:C ICU 
Diretor: Sgt Luis Carlos Barbo•a de Melo 
Secretario: i,:t Pnulo ·ergio Arévnlo 
Lo uplente' igt Pedro Pereira da CG.tn 
:!.o Suplente: t;i,·il Nntalicio Vieira de Lima 
- Esiubilizar n situação financeiro do Clube e 
estreitar mais os laços de amizade entre civis e 
militares, será a nossa ueta 
Notícia Falsa motiva 
íllastamento de Jornalista 
Por abuso de confiancn e injúria a nutoridndes 
nclireçilo de "U Globo" demitiu, o Jorna. 
lista José Daniel Lopes que no dia l':l de março 
último, em controvertidu matéria, implicava fun­ 
cionúrios do Governo do Estado de Mato Grosrn 
e empresários no episódio dn morte do acl,·ogndo 
Levi Campanhã de Soo,a. 
Com o titulo Policia aponta trnnficantcs peln 
Morte de assessor de Garcia eto, o mntutino 
cnrincn publicuvn cm edlçào dominical ampla re• 
portagem, onde o autor, que ut=n a nsFinatura pro .. 
fissional de "Daniel Lopes,, fazia crer que o nssas• 
•lnio foro perpetrado pnrn e,•irnr gra.-es denúncias 
de corrupção no Governo A mntéria mereceu 
,·,emente rcpúrlio do Governa<lor Garcia 'eto e 
do chefe da Casa Civil Archimcdes Lima. que se 
dispuseram a receber outro jornalista de "O glo. 
bn' parn prestar todo e quaisquer esclarecimento 
Até agora, o jornal não ~e rnnnife,tou so. 
bre o fato, o que era esperado com certa unnie .. 
dade em Cuiabá. Porem, através de con­ 
tnto telcfonico n direção de "O globo" ioforrunva 
que o jornnlistu José Daniel Lope• forn exonera• 
do por abu.o de confiaoç,, do jornal "O l?lobo" 
ao publicar motéria injm iosa e caluniosn 
no Governo e nltn personalidade de Mato Grosso. 
O nutor do comunicado foi o diretor daquela em­ 
pre,n jornalística, jornalista Arnaldo Nogueira. 
VENDE-SE 
CHÁCARA UBERABA, junto uo Par­ 
que de Exposição, com 25 bas. 
~Trcrtar com o Dr. Helio ~~ 
Loureiro 	.l. 
TRIBUN oa FRONTEIRO 
POSTOS 
- 
FUNCIONQR ·O D 
4.0 UE MAIO 
Bru!'-llia (Sucur;;ul) Os postos revende­ 
dores da ga&olfu11 deveruo fundouar du­ 
ruate a purte da ruanhã cio ~la 1° de 
maio. para evitar 11 lnrerrupçao, por um 
período rle 5!-1 horas. de abastecimento 
de veículos que fazem o tran,portt> de 
produtos perecivel.i. Ef la seria uma d_ns 
opções sugeridas pelo Conselho Nacio­ 
oal do Petróleo, em estudo encaminha­ 
do ao ministro duE Mloon e Euergia, Shl· 
genki Ueki. 
O presidente do C P. general Ozlel 
Almeida CoHta, confirmou ontem CJUP os 
estudos a respeito já foram realizados 
ear.amlnbados a Ueki, deveodo a decisão 
·r tomado naimn sm7na. 
O general Oziel concordou que a me• 
dlda i:e adotada irá contrariar o dispos­ 
to oa Portaria '.!2. do próprlc CiP mas 
argumentou que "os poi;tos de gasolina 
não podem ficar fechados durante tuato 
tempo". Ele não quis informar as opçõ­ 
es apresentadas uo ministro Ueki para 
"contornar a situação". No dia 21 ele a· 
bril os postos fechdrão normalmente, i;e­ 
gundo a Portaria 22. 
Ga olina: Consumo obe 2 0/0 
em Março 
Fio {Sucursal) Em março último, pela 
primeira vez no ano, registrou-tse !ID au­ 
mento no .-::oosumo de gasolinas automo­ 
tivas: de 2% sobre fevereiro. Foram a­ 
bsorvldos e::n cada mês respectivumente, 
7.663. 1 mil e 7.512, 7 mil barris do de­ 
r! vado, srgundo iniorm11m esta tíst
1
cas 
distribui das pela P e t r o b r á s. Com 
paraóos março de 78 e 77, o aumente 
verificado foi de 1,3%. 
De janairo a março, foram consumidos 
8 .144.~ wil barri;; de deriv11doR de pe­ 
tróleo, contra 81.309,2 em Igual parícdo 
do ano passado, o que representa um 
aumento de 4,5°fo. A média diá1'ia absor­ 
vld1.1 pele, mncado, no trimestre, foi ele 
6.160,4 mil barris, enquanto ew março 
ela foi de G.304,4 mil barriR. 
Oeos Diesel e Combustível 
O consumo de óleo .. dlebel e combus­ 
tirel tambem foi maior em março com· 
parado ao mesmo mes de 1977. De óleo 
diesel Toram absorvidos, em março de 78 
8.046,l mil bar~is. Mnlra 7.516.8 b!lrris, 
o que representa aumento de 6,4 o/o. 
De combm;tivel. consumiu-se 9.086,5 mil 
e 8.897,2 mil, ou seja mais 2,1 o/o. 
Apenas em março. r.onsumiu.se um 
total de 3.071,9 mil barris de:'ivados de 
petróleo, mais 4 o/o cto que em 1977, 
qutiudo i:e atingiu W.6'39,3 mil barrf,;. 
Considerando-se o comoortamento de 
todos os deriv&.dos de pêtrólau no mes 
passado, verifica-se que apenas os sol­ 
ventes alifáticos, os querosenes iluminan­ 
tes e pra jato. o óleo combustivel ·•c", 
e os asfaltos foram menos consumidos 
do que no mesmo mes do ano passado. 
EDIT ll 
D E 
PROTESlO 
CARTÓRIO 
DO 1.0 
Of CIO 
José Avelino e Silva. 
Oficial do Registro dA 
Protestos desta cidade e 
Cnmnrcade Bela Vlsla, do 
istado de Mnto Grosso, 
na forrnu da Lei etc ... 
Foz saber que e en­ 
cootrum em seu Cartório, 
à Rua Coronel Dias nº 
948, nesta cidade, para 
protesto por Falta de 
Pagamento, os tltuloR 
abaixo relacionados:• 
1) Um cheque n" 
012657, valor CrS 1.500.00, 
emitido por Jaol::- Ajalu 
Neto. a cargo do Banco 
BrasJleJ:-c, de Descontos 
'.3/A., apresentado para 
protesto pelo Sr. Ramua­ 
do José Campos. 
2) Duplicata n° 189715 
valor CrS 15.000,00- Ven­ 
cimento 3o.11.77; emltldu 
pela Firm'l 8eozenex S/A. 
contza o sr. Angelo Ze­ 
oi, apresentada para prc­ 
testo pela firma Beo· 
zenex S.A. 
E por não ter sido po8- 
sível encontrar os deve­ 
dores do,- títul:>J rela· 
cionados, pelo presentE 
(-,ditai que ,-era afixado 
no local de costume e 
publicado pela imprensa 
locul, intimo-os para pa• 
garem a importancia dos 
mencio:::ados tttulos 
acrescidos dos juros e 
despesas legais, ou du­ 
rem a razão da recua 
e uo mesmo tempo na 
falta de pronuociamen!o 
a respeito, noUiico-os 
do competente protesto, 
no prazo legal. 
Bela Vistli l!T., 12 
de abril de 1978. 
Noelson Leite La­ 
rangeira. 
Oficia do Registro de 
Protesto Substituto. 
CONFIE SUi DECLBRIÇiO DO IMPOSTO DE RENDI 
A 
A UMAS DAS 907 AGENCIAS BRADESCO 
Ê Só Falar com a Moça 
07-04-78 para quem tem imposto 
t ' 
f 
r 
1 
1 
1 
j 
' 
r 
Atenção poro os 
a pagar ou restituir 
prazos de 
de 20-2-78 
entrega de 20-02-78 a 
a 10-5-78 para quem é iselo. 
» 
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