t 'TRIBUNO OI FRO Fundador: lvaldo Pereira I__A_· _n_o_V_Il____,__N_.o __ 2..;..86 -l-16a23-4-78-· -, o Mat ''Servem também ,, caça E 'P) j0 ' 9I ' +s° da j n· r l j '2 te fiO de te- rl% are sr% t· 1d» si 11 i%' sd% .de 'rd" 4" 85° ,e" % +re° » 'er 3 para os Animais'' EL no 7 • A eaç11, que ele mata com um tiro certeiro, tem o mesmo dlrell o de viver que o caçador. Sente da mesma forma a!I delicluis da vida no seu ambiente, é n ulegrla de saudar o sol nascente na madrugado flori, tal. de comer, de amur e de ensinar os SIUS filhoR a viver a sua curta oxlstencln em paz sem segurança .- Natureza oreclsa da sua fauna silvestre, pois esta é um fator indlspen­ Hóvel a estab!lidode de qualquer ambiente. E u fauna Rllvestre nií.o pertence ao Co cador, mesmo se ele é proprietá­ rio das teras, onde caça. Ela é proprle­ àade do Estado, e a lei 5.197 d.e 03 de Janeiro de 1967, estabelece claramente: "Os Animais de qualquer Aspécie, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vi vem naturalmente forn do cativei­ ro, com,tltnlodo a fauna silvestre, bem como os seus ninhos, abrigos e crladou-1 ros naturais sllo de Propriedade ao Esta­ do sendo proibida a sua utllizaçií.o, per­ seguiçã.o, destruição, caça ou apanha". Se o Governo ainda dá de vez em quando uma permissão para a coço tmodorista, enUl o sómente durante nc máximo três meses, tle dois em dois nos ou mais, em regiões qua comporta­ Tem uma curtu época de coça com Se­ veros regulu mantos, número e espécie de a.ulmols o matar bem ldenti[icotlos e com armas de caças registradas. ESPÉCIES EXTINTAS Neste caso o caço ainda é um direito do matador em potencial, vamos dizer do e aça dor n ü o ha dúvida. Mas pnra o E c ~ 1 o g I s t a convicto, ele já estava situado 011s fron­ teiras do direito, pois acha que horem nenhum tem direito ds mato:- consciente• mente animais silvestras em plenu pu­ Janço de sua exlstêoci11, ou sómente na defesa do própria vida ou de estar em perigo de vida por falta de al!mentoçào. Se Deus ceu ao homem o direito de rri­ nar sobre a terra, deixando a fauna e flora e as riquezas da terra aos cuida­ dos dele, achamos que o homem, enten• deu mul as r,alovras do Criaãor pois Ele nilo deu à aumanidnde direito de devastar e de destruir t:1do. Desde o prin­ cipio do Séc. 18 já foram extintas pelo ho­ mem 475 espécies da fauna silvestre, e cada ano se exterminam outrai::. A exterminação de mais 24o espécies silvestres ocorrerá untes do odvenio do ano de ~.ooo se o Governo não tomar urgentes providencias. O ministro Alysson Paulinelli, ao abrir o encontro nncional sobre cotucrvnçAo dn launa, e os recursos faunisti «os, disse textualmente E hora de partirmos para uma ação pró Uoa e realista, pois a preeI­ vnçllo da founa e flora não pode ser lnflnlta­ meo te só na líscallzação que é necessário. :nas o fundamental é criarmos uma COO d· ciência sobre a lmpor­ t1lncla da proteção da nos;a fauna e floro em todas as camadas do nosso povo especialmen­ te eutre os fazendeiros e e gricultores, tarefa que ollo pode ser exeluslva­ mente dos governos, mas de todos, Parabens Minlstr<>, é este o verdndeiro 9mi­ nbo a ser tomado por todos nós. e a caça amadorista, como a profissional, é proibida durante o ano Inteiro, com excesso de tres meses emn alguns Estados, de 2 em 2 anos. como pode elo ser jurí­ dicamente um Direito? O Governo brasileir<' proi­ be a caca quase total­ meote. porque? Simplesl mente nossa faunll es­ tá sériamente condeeada a desaoarecer, e os nos­ sos homens, consciente d11 a bi.oluta oeces,;idade de um perfeito equillbrio biológico para preservar no futuro proximo a e­ xistência humana na terra, to!;!larão _ eniim drástlcasresoluçoe!'t neste sentido. (Oulio Costa) ua Vov O Vereador Ely do Araújo Oal'hoi.n, 1 concorclnrl11 •'Ili prnmilll' t-sla 1.11 1 l'r11- _ena, quer homenagear e ru. Maria ta que foi durante toda a ua vida a Men­ Augusta Gomes (Vovó nhá) com non:e : sageira da alegria dos Lares Belavisten­ do urna rua. Apre sentou projeto de lei ses Vovó inha chou a Bela Vista tentando mudar o nome dn rua Ademaar procedente do Nioquo em I)o), ucom­ Soares da Rochn o que não contou com panuhando o esposo, Cabo ieola Cota a aprovação de seus pares e alguns a Marques transferido pura o Destacamen­ ch11m quo a homenagem é mulu do que to Militar de Hela Vista. Em 1937 foi ho­ justa. como disse o Vt:reador Carlos menagetdu pelo Club Helvlst nse como Centurião, mas não se deve trocar o que Mãe do Ano, quando era Presidente do já está feito. O Vereador Ely acha que Club o 3r. Elias Barbosa o 'lee-Presl. tal homenagem deve ser restada n denle o autor do Proje:to. quem dedicou toda sua vida oomc Par- O Vereador está no firme propósito teira à Asta cld1:1de e deve FOI' o mais de que se não conszuir u aprovuçdo do pr,ssivel realçada. Verlflcando, que ão 2 projeto de Lei, forá um terceiro rnu­ obterla os 2/3 cios voto11 necessários re- dando o nome tio t! ,lrro Vila Nova, J1a• tirou o projeto apresentando outro no- 1'11 Jl;ilrro Vovo Siohá u1eando a conhecido Praça Castro Alves, O 1 /ereudor Ely etá empenhado sem nome oficial, Praça Vovó Sinhá. neste sincero propósito porque Vovó Diz o verenc.lor à reportagem: "Castro Slohá que teve o carinho e afeto do Alves não ficará zangado porque o Poo- Povo dt> Bela Vista deve ter seu nome ta de Navio egreiro, se vivo estivesse perp<'luudo num lo~radouro público. Bela Vista 1 • Mato Grosso do Sul : BRA ILIA - O Presidente da Caixa I A exposição do presidente da Cal• Econômica Federa!, Ariovisto de 'lneidu x. lo e.do tu» sasfez os sendores informou ~m seu pronunciamento na co- do MDB. Da mesma forma, 011 parlamen­ mlssão de economia do Senado, que os tares não consídernm satít-fatórlas as rcs­ financlament<'s para imóveis novos deve- .postas de Ariovlsto r!e Alateidtt e de rão ser reabertos entre a segunc!a quin- três diretores da instituição às questÕP!:1 zena de maio e o fiuel do mesmo mês que lhes foram formuladas. A Arena. Ariovisto de Almeida Informou também através d o senador Virgilio Távora que a previsão de aplicações par1.1. 1978 deftmdeu a CEF e endossou us explica­ ºª área imobiliária é de CrS 13 bilhões. ções de sua dlt·t::torla Segundo o st:011rlor Leite Chaves que coo lderou desolador o quadro apre­ sentado pelos dirigentes da CEF, "não houve exagero dos joroa Is no noliclárlo referente à entidade e a atual situação é um escândalo, que em qualquer país sério se tornaria um caso de polí<:!a". De acordo com Leite Cbaves, os dados apresentados i>astam para levar a Câ­ mara dos Deputados a pleitear a iosta)u çáo de uma Comistiã() Parlument11r dt: Inquérito. No entant!.', as declarações do di­ retor de Habitoçilo e Hipotecll, Leo Lin· ce, sobre o (JOmprometlrnento da CEF'. feitas também na comissão de economia deixam margem a dúvldus quanto às in­ formações do presidenit, da entidade, Se gundo Leo Lince, a CEF j tem em an­ d&ruento, d e n t r o do sistema fiaan­ ceiro da babatoção (imóveis novos), pe­ didos de financiamentos relativos a 3.titl unidades, no valor de CrS 8,5 bilhões. Dentro do si<'tem:l hipotecário (lmóvelii usados), tanbém de acordo com as infor­ mações de Leo Llnch. a CEF tem em andamento pedidos de IinancJamento re­ latiVOli a 7.611 uuidadell, no valor de CrS 'í,7 bilhões. Ao todo, o comprometi. manto da CEF na área imobiliária já a­ tinge CrS 16,2 bilhõe11. Dessa faltarão recursos para, provavelmente, os imóveis usados. inhá D Para o senador Roberto Suturino no entanto, o pedido de umo CPI ou mesmo um convito para os ex dirigentes Carlos Rischbíeter e Humberto Barreto prestarem explicações à Comissão de Economia cio Senado e.inda dependerá de um exame rr.ais prcfundo dos depoimen tos prestados e de alguns dados comple mentar-es que requereu à CEF. SERGlfJ ROBERTO PEROHD! ADVOGADO Z$€G]1O3)0- Rua 3 de Outubro l) l2DO D3 (ll!fl!rl!Fl/J-!ro}) Bela Vista Mato Grosso do Sul Dr. Carl1,,. Edy Sá Medeiros OAíl- Mt. 616 Dr. Cyrio Falcão Advogados Causa - Civis Crim.inals Inventário~. Trabalhistas Rua Rui Barbosa, 2774 C/1 Fone 4-6683 Campo Grande - Mato Grosso Rlltl Sebaatiií.o CriBpim do Rego 319 Fone 771 Bela Vista - ' Mato Grosso ;.;.;;....;;;.;;..;;.;;.;;;.;-1. _ RESTIIURIINTE CASSINO PARAGUAY .mbiente Seleto - Bebidas Nacio­ na:s e Importadas - O maior atl"ativo da fronteira - Dtve:-sões • Som. 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Se nlio houver uma reforma nes­ se método educacional que ap1rntu. as f11llrns, no será possivel for. mar crianças excelente!j. As palavrus que re. preendem vendo ae pnr­ tes neg11ttvns n/lo são tão necef.sárlns para a EDUCAÇÃO. O melhor é elogiar. Assim, o ''mé­ todo de Educação da vida'' ·elogia todos os seres humunos como fi­ lhos de Deus··. Por exemplo, se o profossc,r ou os pais dis­ serem: "Você vai muito ·l em Ariliruética, não tem jeito para isso toda vez que a criança tirar nota baixa na matéria, essas palavras, plena­ mente aceitas pelo ah1- no devido o seu respei­ to pelo proíe!lsor, agirão como uma sugestão real­ mente forte. As palavras ditas pelas pessoas que re8peitamos, nós acredi­ tamos como ilendo ver­ dadeiras. Por Isso quan­ do os pais ou os profes­ sores dizem "você e bur­ ro", a criança acredita e se sujeita ao efeito do sugestlonamento: Eu sou Burro, não lenhe, facili­ dade. A mente dos pais ou pt·ofessores influi direta­ mente na criança. DOCUMENTO PERDIDO Foram extraviados cs documentos do Sr. Tercio Celestino Goncalvei:: Cer­ tificado da proprledade de RG Nº 0139 Mt 018 do carro marr.a volki./bra­ silla ano 75 cor laranjll, placa CJ. 0270 cbaso;is NO BA 196030 Carteira Nacional de Habilitação expedida por Aquidauu­ n11 sob o prontuario N!! 27.395 Mt Carteira de Identidade RG 6.088.578 e CIC 34091688/53 Título de Eleitor cxpedldo em Dracena - S.P. Publicação que se faz para obtençãu de 2 via , 1 D E E CIRIDIIDE O Caso de Chico Xavier Pe. Edvfno Fddericbs. do Clap de So Paulo (Parapsicólogo) Chico Xa vler é talvez o Pi-pirita mal" em evldôncl:.i ro Brusil. Tem mui& de 115 obras psicografadas, recebe cerca de 200 crsrlas por dia e atende umas 30 pessoas diariamente. Dá comida para u ma rnuHld!lo de pobres, sempre bumilde, respeitoso. booc!oso. Eu resprlto um homem que reali­ za tanto pelo próxlmc,, que pratica Ina­ ta fiiuntropl11. Contull.o, sem querer ofen­ der ou melindrar quem quer que peja, quero deixar bem definida a minha po­ dição como purnpslcólogo e l!OW() cató­ lico. Minb& atitude é a do grande mn­ dumento de Cristo: Amar 1.1 Deus acima de tudo e !lO próximo como a 8i mesmo. Combuler o erro, amando os que er­ ram. Pois, revelar a Verrladl' é uma Ca­ ridade. B'lPORTA CIA DA REENCARNAÇÃO Chico Xavier professa u doutrina de Allan Kardec ( espiritismo), que nega ercn de 40 verdades fun'm 'is da religifio católica. Um dos aPsunt->s mais o bor:lados por Chico Xn vler é a reen­ carnação ensiramento central do espi­ rifü,mo lntino e que atenta froatalmentt>, contra a doutrina de Cristo. o Início de um pi'ogrnm& de TV, ln­ tltuludo de "Pinga Fogo", o médium e­ pírlta citou bastante a carta de ão Pau­ lo Tito, falando do respeito que me recem as autc..r!darles legltimnmente cooil­ tltuídas. Ora, o mesmo Aoóstt>lo 'ão Pu ulo, íiêl -ltu­ rás uomlgo oo paraiso"? 8 a paróbol11 do rico avarento e do pobre Lázaro onde se diz que cada qual, Jogo após a morte, vai pura o lugar ddinitivo? E toda uma sér !e de outros textos no Novo Testamento, que sempre fala no caráter rlefinitlvo e decisivo da vida pre_ ente? Realmente, quem crê r:11 reen­ carnação, se for lógico deve negar todo o ::>ovo Testamentu, todll a doutrina de Cristo, portanto, deixou de ser Cristão. Tullo l~so no deve fazer refletir se­ riatrete. Oi, casos citados nos livros espíritas como "provas d,1 reencarnação sào to­ dos explicáveis pela ciência como me­ ra;neota o::.turais. A reencarnecão e cha­ mada Lei do Karma, >l que Chico Xa­ vier se refne em seus programas e em seus escritos. são verdadeiros absur• ~o_s filosóficos. Ora, nada mais anti-c1en­ tifico do que conclusões apressadas su- perficiais. ' • E rrnlni.ecte laslimàvel que, junta­ meate com co1tm.!i tão boas e cristã, Chi­ co Xavier ~nsiue erros tão funestos eu: suas consequências. como u. reencarna­ ção_e a lei d1-1 Karma. Quero ad.nitir que subJehvamente, ele seja. àe boa fé. Obje­ Uvameute falando, tal lato é calamitoso Como é po.sível falar na bondade infinita de Deus, em Jesu Cristo que muda todos os aflito € ntrlbuludos vir a Ele, corno. é <·onclllil v2l, em Fâ 16glca falar enfntlcamrate em Divina Providên­ cia e ser reencurnusloulsta e pri>gur a !el Kurmu? 2) A Parapsicologia Explta a Psicografia Cíentlflcameote. Chico Xavier uno é um problema. A Parapsicologia tem ex­ plicaçõvs para o fenômeno da psicografia cnmo o tem para todos os fenômenos do e~plritismo. A p:-fcogrufla é um nutomu­ tlsmo do subeouscienh>. .. pPssoa entra em trn1J1los ilustratlvo11. Se eu perguntar a um bom sensí. vel: Quais são os seus autores prPdlletos na llter-ntura? . uponhamos qui:, eJP rPs­ ponda Machado de Assis, Humberto de Campos, Gonçalves Dias, Cassemiro de Abr<'!u e Cai-trn Alves. EntJlo o levo a hipnose e digo: Você agora é Gonçalves Dius e se ente com ótima iuspiraçiI o. Escreva urna bela e grande poesia de Gonçalves Dias. Então verémos que a poesia virá mais ou n.t1nos perfeit!l no estilo do citar!o poeta. Mesmo que o po­ eta ainda estive se vivo. O mecanismo psiq11!co íuaciounrla com a 111ein1111 pre­ cioão. Nãc, precisamos pera Isso de ne­ nhum espirito ree1,carnndo. O fenomeno da psicografia se pro­ cessa da me ma maneira como a dos copinho que se resvalam num tabuleta lisa e revelam por vezes coisas surpreen­ dentes. de acordo com a sensibllidade rio dotado. ão movimentos musculares provocados pPlo ubconsciente. As mesas "inteligentes" que dão respostas exatas às nos,;as perguntiis (por exemplo. se a­ través du mesinha desejo descobrir o idade de urnn pe•soa dotada de bou senoibi­ lldnde ), üo igualmente movimentos mus­ culares 1::ngendrados p?lo subconsciente. Esse mecismo psíquico funciona com admirável precisão. Cientificamente não hã nessa asser­ ção nenhuma dúvida. Todos os grandes parapsicólogos da atualidade o assegu­ ram. O fato de os espiritas e também Chico Cbavier atribuírem tud.; aos "espí­ ritos do Além" mostrá que lançam mãos da interpretação mais simplista Nós de flito não temos a possibilidada de influ­ enciH.r dir,:t11a:enie o outro mundo. O ma­ ior poder que temos é o da orEção: ".f-e­ di e recebereis ... 3) UMA PAL, VRA SOBRE ;. PERSO­ NALIDADE DE CHICO XAVIER Ilfl quem diz que Chico Xn vler é um letrado, Como é pos:ivel então eere­ ver cvisus to belas em estilos tlo dife. rentrs. . Estão bem enganados os que tal a­ firmam, Frei B. 'hasseriuu 0P, esteve cinco veze8 üll1 Prdro L •opoldo paro c-q • tudar o famoso médium. Publicou em 'O DI rio" de Belo Horizonte, em 1 054, uma série de artigos, daudo as seguintes informações; "?'ez o curo primário e es tudou mais um uno com uma professora particular. Distloguiu-11e, com efeito. por sua iutellgôncla, 6Un lll<:!IDÓt'ia prodigloRa e ·ua aplicação o estudo, ó queria ler e PsturJar... O próprlt, Chico Xuvicr upresenta a s! mesmo no prcff.Lclo cio um de 6eus livros como um moço "e o m o mui!! pronunciado penauéor para a lltn­ tura" com r.. mdhor bou vontade para o estudo",que em casa 'estudou o que pode" Um padre da 11rquldlocese de Belo Horizonte forneceu, por escrito, o se- gIinte depoimento: Em 19 33, Chico Xn- v1<:r eswva eucunt11do com Augusto dos Anjoe. Já p01· aquela época, ele lia o espunhl e o francês. Assim me disse váris vezes. Conhecia bem a litemtura Rrusllefra e lfa multo". Chico chegou mesmo a publicar sonetos feitos por ele (Citação de "O Espiritismo no Brasll de Dr. Baaventura Kloppenbu;g, pug 239 ss). O s0bredito prova á sociedade que Chico Xavier é Inteligente, culto e poeta por lnclfnaçào. Port11nto está longe de er um Iletrado. Diante de tudo isso, o ''o caso Chlc'l XRvier" se torna multo menos ; lonante. Não vale a pena exagerar. E um cidadão iuteligente. poeta pc.r lacll· n11(;ão natural, muito lldo, capaz de re­ produzir, mediocrameute, em estilos di­ versos, inúmeras páginas que sãe rHlB· ta8 e corrigidas por outras pessoas mais competentes e me!h()r formadas. Da mesma forma, suas receite e in­ tuições não constituem mlst1rlo para a Paraptilcologlu. (Trancrito do Livr,, otlcla. nº 137-ano 1978 da. Editora Pe Reus da. Soe. Cult. e Benef. Pe Reue - R. Duque de Caxia, 05 - Porto Alegre - RS). (Ao) Clodomi­ ro Bauraque C i S ll D D PECUllRISTft DE Evaldo G. 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Annazem Chner: Rua Marechal floriano, 604 fone 431-1131 E ts I PONTA PORA MATO CFósSs5 Mambal floriano 50ã, fone 431-1130 DO SUL ' t lc; de 'e 1 l, 1 ,~ 1 'us 1 'e» • ), ', Tu 'o, o :, 1 ·A L « 1 tl •O 1 « 1 ...... 1 ) " ; 1 t Bela VItn MS -- Tribuna dn Fronteira E FIGO wa T é re­ rn _por osn ler vier um n o llle­ ra o ,de" Belo se­ Xa. dos 0 disse tura aegou ele " de . -" 68). que poeta de , Chico nre: . locll· re dl· reris mal - • li R "So lelvosis: coisas de quem pen­ Ja uma coisa e já sal à rnu r,.uJlunte com a descoberta. Com o mesmo eutu­ sismo de um Arquimedes da Era oder­ nu: ''Eureku", só que o stíblo linha a preo­ cupação com a experiência e somente externava a Bl!n euforia, juRtiflcada uil­ s, ante a comprovaç!lo cio acerto··. As­ sim o deputado Rub1rn Figueiró reagiu us denúncias do deputudo Walter Perei­ ra (MDB) de que o Governo estaria res­ tringindo as l11vesllmentoi:; no Sul de Ma­ to GrO88G. O lider do Governo Garcia Neto nu Assembléia Leglslatl'U det!tnentlu a 1 1 existência de maquinações para não constar explicitamente no orçamento a obrigatoriedade de 50% das despesas de capital no ul, acrescentando que os "receios" ria bancada do MDB na época eram Infundados e, também, não proce- 1 Llem u acusaçõe_s de Walter Pereira, se- j guodo as quu1H •·aqueles receios estavam ! se confirmando'·. i "C argumento é ridículo, nfio i;-ossuln- 1 do o menor ressaiba de verdade", atlr­ ma Figueiró. O deputado remexe numa • pa ta e vai seprndo documentos, pa- 1 ra logo anunciar: "Está aqui". Começa eaf1le1rnndo os lavestlmentoi- projetados para o ui. fazendo comparoçõei. em pC1r­ centagen dos recur os de tlnados uo Norte" E tirar w castnnhas do fogo com a mão dos outros, diz FJguelró para concluir: "Os investimentos estão sendo feitos de ncordo com umu polillca ~lobal, não se fazendo nenhuma discriminação entre I !fato Grosso do Sul ou Norte··. E ironiza - Será que o Wolter não quer é mu­ dar a geogmfia? Tnlvez ele pense que o recursos destinados á Aml'Zôn!a possam ser deHvladoR pv.ra o Sul ... Se ele conse­ guir Isso, dou-lhe meue: parabéns e me toraart-1 seu eleitor. afinal quant<, mais recursos para meu Estado, tanto melhor ... Duvido, porém, que o Governo Federal aceite u8 suas idéias sobre a configura­ ção geográfica do País. Dr. Joelson M. Peixoto -Advogado- -Veja bem, pu:-n saneamento está pre­ visto a aplicnçúo de 70 por cento d Verb: transportes 60%; educação. 55%: • 8 ln· obras públices, 70%; e energia, 36%. Co- ra { mo dar crédito, então, à decantada pre- terição de Mato Grosso do s que lograram a equalização, com os demais Estados, da tarifa de energia e­ létrica e do preço dos combuslíveia; es­ tudos e providêncius para a iastaluçüo de distritos e núcleo indu trinls e a cri­ ação do Centro de Assistência Gerencial do Este0o de Mato Grosso UEAG-MT, a­ geute do CEBRA8, e que se encontra tecnicumentt: qualificado puru -ub51diar as Microempresas. O fortalecimento das pequenas em­ presas é ainda. um fator de real lmpor­ tllnr.ia social e ecoaômir.a poi,1 revertt>­ rá em nova;; oportundodes de emprego mormente à mão de-obra menos creden­ ciada, concorr.,ndo, ossim, para a dlslri· bulção da renda aos setores mais humil­ des da poJJulaçilo. Francisco D. Carvalho Rua Teodoro Rondon, 9667 - Fone 135; llQUHll!UIUU! MITO GROSSO DO SUl Peças Orlgtnais: f<'ord. Wlllls, Mercede;;, Wolksvagem, Chevrolet: Acessórios, Material de Pintura, etc ... Especializada em Tratores Massey Ferguson, C BT, FIat. Breve Auto Peças Universal em Nioaque. am hbil "habeas corpus" dos implicados em sun morte ueabou sendo eomemor­ da, pura espanto da entes de bem, com "corso", curnuval, cnnfe(H e i;erpt•11tinu. Dos caso de Londrina e de Bauru nem é bo,11 fnlar. E qua11to ao c 11Ro /na Lf. dia de Brasi!Ia, tais e tio poderosos i­ tereses se conjugaram no eu abafa­ mnento" que é no míolmo um risco abordá­ lo. De to::los esleH caR<>B lamentá veis, o mais grave, tocl!!vla, é o que vltlmou u moça Cláudio lloch'lgues porque, 1.10 con­ trário das demais, ela não era uma Ino­ cente e pusslvu vítima. mus parte Inte­ grante ele um dr.ama dantesco, que repete cotidlanumente, e que tem or ce­ ná'."IO o outrora belo bu!rro carioca de Ipanema, tão decantado em prosa e veriio. É ali, naquele pedaço de terra eo­ t:-e o Forte d~ Copacabaua e o Leblon, :le lacornparàvel belez11 natural, qu11 o dlubo e.;colheu para instalar o seu ca comum. Js folhas npre~nnlurn lesões cujo diürnetro vai uté cinco mll!mAlros, m,ti o muls comum é entre um o trt>H mm. Com tempe­ ratura ulta e multa umidade, o fungo tem condiçõe, ótimas pura di­ fundir se; as manchas tem uma colu1 ução inicial pardo a v armelhada mas tiempre fl'.la um anel dessa cor em voltu do ponto de infocçllo, bem ctlslluto <•ontr·u o verde normal das folhas; o centro se vai esmaecendo, branqueando. Em todos os cason, nu página Inferior a colol'!lçao é mais intensa que nn supe:·icr. Essas m'l.ncl.ru& tem forma circular mns •s vezes ú fungo t,,m d1!iculdade em vencer O!l tecidos das nervurni,i que limitam suo óreu de ação. As nnvuras prl:1cípal1< súo menos ulfngldas mas as mais 'iellcadus i;ofn·m como os tecidos normais das foll.rus. Em geral, E>pó~ o conlnminoçii.o total das folhas, o fungo ata. c:u hastes, o que ocorre 110 fim do ciclo, qu1rndo as áreas atingidas súo de mnlor tamanho porque ua tecidos Hão menos resistente!' ao ataque; us manei.Jus poden:; envolver a l.ruste, de modo que nessa área elas 1lcnm deprimiC:&;;. As vagens também rodem ser infectadas, especialmente ao fim do ciclo, quando o orvalho facilita o desenvol vlrnento do agente. Em h•dos os tecidos, os mnnchns, rlc centro de prlmldo, lembram os olh(J de rus. Nus semsnteR, o mal se munife ta pela ausência de brilho nas cascas e deprdssõe ; podem-se observar c.J.ois tipos dA desccloração: clnzeuto papllada e pardo pap!luda, sstm denominadas por aµre sentarem pequena protuberfincla de forma cônica. A baixa tempera­ tura do ar e o orvalho na superfície das plantas facilitam desenvol· vimento do fungo. vento e sementes concorrem pare. u difusão da dornça. A mancha purpilrea ou c~r,~03 porlose, provocuda pelo fungo Cercospora Kkuchii, deve ser re~p•in-;ável pela alto. porcentagem de fulllas nua sem~adurus; o fango é Of}rmalmente encontrado nos teci, dos das folhas novas, onde cs sintamos são mais frequentes, repre- sentados por manchas róseas, púrpuras e párotru securas, que atin­ zem frequentemente toda a casa da emente. Eeontrum-se também [requentes rachaduras na caca, no sentido transversal e mais con­ centrndns no !Jilo; ao:; eusos mais graves, notam se os sintomas nos cotiledones e embrião. Sementes infetadas «õmnnte na casca podem dar origem r1 planta>1 s::ulla~, o que não Plimna o I>r·opc11so m.tl du­ rante o curso veget!ltlvo- Dos cotiledones, as manchus e estendem às hastes, provoenn­ do manchas escuras, que progridem e provocm a morte das plantas, uma a duns semun,1s apóil a emorgêrwia. surg,•m nr,~ torldoA nuvas manchas aveludadas. branco cinza. Nas pginns das folhas primárias e se2undárlas, ocorrem manchas púrputo vermelhas, com üngulo11. Essas manchas tomam conta dnus plantas, povoendo suna morte premo lura quando coalescem ou se juntam. A eptospirose ou manchn parda é provocdu pelo fungo Srptorl:i licine; provoca nas folhas mcha- angulosas e de cor cnstanl.ra ou pardo nvermelhudaH. O ..iti:que H' proce118u, portur,to, d !sele o Inicio do deseuvol·irnPnto da-1 plu utas ,H alla'i l•1r:1peraturas e elevado idice de umídaúa rlu ar favorecea o deHl!DVoivJrnento dv fungo. 1"ir.ulmentP, o cancro das hastes é outro mal, provocada pelo fungo Diaporte faseo!oru, variedade culivera; carateriza-e pela presença de folhas mortas inda presas ; planta lumbém morta. A lesão é vista a proximidades ílo ;colo, mas u<·orrC; também aclrnu de se ponto. No quadrn observado em Cascavel, PR, di/icllmento se podo dizer qual a principal moléstia, pois os i-intoma,, &egundc, oR ugrO­ numos reg1onuI~. BP rnesclüm; sómenld em cultura de lctborutôrfo se poder.,:; lndentiticar os agentes. AMA Apolinário ·, Máquinas - Esti!o moderno e funóonoL - Fifh"o de or seco. - Sistem~ !-::i:fr=iuíioo com gronda • ccpaids e lavante. - T ronsm:~sêio :cm C •:d:.-cidades à frenta 0dva.;à rá - Pa:nel de instrumento! iluminado. - Motor diesel Perkins c:i-~ 4 d'indlOé, de 79 OI. - Em':2yc.7: 2p' re'orçada. - Dirc-ao hidráulica. - Roas !rczircs con cj::'e a:'onétio de b:to!as. - B!oque'o de d!'.'e.:?..cial (opdo.,cD. Agrícolas LTDA 1 l Novo Conceito em A s s i s t ê n cia T é c n i c a Matriz: Rua Marechal floriano, Esq. e/ 1. º de Outubro, Fone 139-421 Ponta Porã - Mato Grosso FILIJIIS: Rua Sebastião Crispim do Rego S/N Fone 161 BELO VISTO B ma bai - MI. Escritórios de Vendas: antonio João, Caracol, llral Moreira, Aniambai, lguatemi, Eld:>rado e Mundo Novo Um .,}a Vista MS Tribuna da Fronteira ) F U T U R O D A Documentos A G R I C U L T U R A PERDIDOS a>EPEHDE DO AVIÃO A lmpo1·Ulnclu doR modernos mé­ todoi! agrlcolus ua proctuçüo de ullmen­ to11, llbrae e madeiras, é extraordinário no :nundo atual. E, nesse sentlc.lo, o a­ vlilo ocupa um lugar de destaque. Em pulses adlantodos, 95% dos oullurus silo semeadas de a vião. No Brasil, e em ou­ tros em deseovolvlmi>nto. a futuro da a~I trullura depende da a viação agrl­ ooln. PLANTAÇÃO Já está prov.iclo que a capacidade da aviação ugrlcola de reuliZ'lr operações vlals i,upera, d~ longe, a utilidade dos eq!ilpamentos terrestres. A:; sememes lançadas de avlllo podAm germinnr wals rapidamente; us plantas crescem unifor­ mes e atingem a muludi.lade slrnullaneu­ mente. o utilidade do avião são a fer­ tilização do solo e o controle das pra gas da lllvouru. Derge da Silva Leite Declara para OR devidos fins que extraviou os se­ guintes documentoR: Titulo de Eleitor, rar:el­ ra do Identidade, Cader­ neta de 3u, Carteira de Habilitação, C11rtelra de Monte Piu, Documento de um Jeep 72. Publlca­ çl'io que se1 laz para ob­ ter 2 Via. CO TROLE DE PRAGA Os produto,; químico são apresen­ tados hoje em fórmulas, vérdadelrumen­ te revoluc!o11érias. lnsE:ticillas allamente concentrados e de volumes ultra-baixo i,odem sn lançados de avlüo, com pou­ ca ou nenlrnmn ullliznçüo rle diluente corno veículo. Graças a seu morleruo e­ qulpumento, o aviüo poda hrnçur gotas de aerosol com tamanho de mil micro (miléslmu. parte do milímetro). APARELHO E PECIAI A medida que o avião foi sendo in­ troduzido nn agricultura, a fóurlca pas­ saram ll criar novos modelos. Também foram aperfeiçoados os métodos de lan­ çamento das semt>nles, ft:1·ti!izuntes ou produtos de co:nbatl' às enfermidades e nos lnsetC's. O aparelbo rleve ser, espe­ clalmente, concebido ou adaptado p!!ra finalidades agrícolas, p•>is a mniorib das operações é feita a babm altura. cnsn on PEClUlRISTll DE Evaldo G. Larangeira PRODUTO"- VE'l'ERINÁRlOS, llSETICI­ DAS, SAL BOIADEIRO E lllNERAL, SE­ MENTES E!1 GERAL. Os melhores preço da praça. Visite-nos. Rua Duque de Caxias. 1080 Bela Vista - MI. Sul Ponciano Mena Barreto Declara para 1)8 devi, dos fins que extraviou os seg11lntes documentos: l'itulo de Eleitor. Identi­ dade Carteira oe flablll­ tnçiío Carteira da Rese,­ vista. Publicação qua se faz para obter 29 via Foram extraviados documentos do r. Tércio Celeslloo Goncalvef.': Cer· tiricndo da propriedaàe de RG O 0139 Mt 01 do carro marra volk'/bra· sitia ano 75 cor JJ.1ranja, placa CJ. 0270 chss is º B 19fl030 Cnrtt>ira , 1,cional de fü1bilituçüo expedida por Aquidaua­ n1.1 sob o prootuHrio º 27.395 Mt Carteira. de Identidade RG ü.O .o, e CH.: 3-10916 153 Titulo de Eleitor cxpedldo em Drucena - S. P. f'ublicação que E" raz para a obtenção de 2 via Pronunciarnento Cerzósimo, da do poder . . aniversario da Arena Hoje, 1 de março, dia do décimo quarto aniversário da Hevolugo Bra-ileira, revolução que erviu de exemplo a todas as demais naçoe do mundo, porquanto _em derramamento de_·an gue, amadurecida e adulta, vimos até est tribuna recordar os fatos históricos que lhe deram origrm e prestar-lhes a devida homenagem, o devido re conhecimrnto, bem como relembrar as figuras hu­ manas, incontestáveis e corajosas que a fizeram. Em 1963, a aço brasileira e-tav mergu­ lha,la no 1l~•e,1ullíhrio <' nn confu,iío. A inílnção havia chegado até a To. Greve pelo-s centros maiores do país, movimentos e subversôes da or­ clem E todos sabem que aço alguma jamais po dcrin sohrcviq,r rm !ai situação e 1,?rcvcs, rc•pr<'· senlotn nnoi; de otrUE:n ,-ocinl e econfiruico. Ilomem do gabarito de um Dri:.:odeirn E­ duardo Gomes, de um Juarez Távora, de um Cor• deiro de l•arÍli,., rir urn ,dhrrnar dr Barros. tio 1.enernl Cns1t•lo Urar-co, rio General :lourão Filho e tanlM ou1ros da úrt-a ci, il .- míli1ur, tomurnrn n si n grande re>pon,uhilidadc de por 1.-rrno a tais is porlero'>• .- d.- maior lide­ rança do lobo terrct:e. A He,olução que eclodiu em 11 d.- março de 196-1. foi um imperoti,o emanado do espírito idealístico e patriótico de que estavam imhuido, os nossos patrícios acima referidos, além de outro de igual valor, de formação oUlêntírnruente drmo crátic•. que, cônscio- ,Jc ,ua, re• jus : primeira polo,·ro, com disciplina e re•peito. E à ><"!!Unrl:i onde se ,:xercite o lraunlho e o luta por dia- me­ lhore,. não em fovcr de urna parcelo de noFFo popnlnçào, mos que o fruto desse labor •enho beneficiar nos brasileiros no ma totalidade evil.Jln• do assim a desigualdade de vida entre as diversas regiõec do nosso p n is, P r e u e u p a ç ã o cnn5tante dos g:overnos que ascenderam ao muito oito cargo de chefia de nosso Pátria. opó, u ,., en­ to de 3 l de março de 1961. Hoje então, graças a essa Revolução que mar· cou u lh.ióna do Brasil, lemo,< o oreulho de contemplar a nossa ação sendo odmireda e re•­ peitada pelas grandes ações do mundo, que aqui vem, nao sõmcnte nos en:,1nar ou nos ex. plorar, mas principalmente aprender conosco li­ çors de democracia, segurança, equilibrio e re:-­ ponsab,ll_dnde, pois n Re,·olução que UJnto pr<,pa• lamos, não revelou apenas uma necessária ação uuh~nr, mas l'rmc,polinente. reTdou o verdadeiro sentido da palavra revolução que é: transforma­ çao, renovaçao, o nto de F:?cudir ,·clbns e obsole­ tas estruturas e partir parn no,·as meta,; de evo. luçào econômica e ,ocial. Adotando '!SSa filosofia de governo, continua­ mos com passos firmes e , igoro:oF. poi~ n t.::refa que aceitamos e abraçamos, continuará ainda por muito tempo, até atingirmos o objetivo ideal pa­ ra todos nós. Ao. término do. meu pronunciamento, incluirei 11 nrugo tt110Fc1 no <"m um editor-inl do nosso EHodo, cujo titulo é '"Ilre'e Reflexão Soure • R.-alidade Brnsilcirn~: ' Edital N. 02/78 SEC. ADM. Em 05 de ablil de 1.978 De urdem do Exmº Sr. Prefeito Municipal de llelu Vista, Dr. Huben A. de Castro Piuto, pelo pre­ sente Edital, fica notifi­ cuda a proprietária Sra. Avelina Constancla de Souza, para comparecer nesta Prefeitura Muncipal no p,!lzo de 30 (trinta) dia,; a contar desta data a fim de tratar de assun­ to seu interesse. Prefe!.tura !11.uninipal de Belu Vista 05 da 4 de 78 Joilo E:slPvào de Castro or. de Gâbinete. do deputado Homenagem ao Revolução Representando a Bancada Legislativo Natogrossense: '"hrrrt o borrr t·Hf~ndint<'lllll rl,·•ta rd1Pxr111 precisamos saber quem a fez, a cireu-tànueia em que foi feita, e a nalidad· qwr por9. "Pronunciou-e o Presidenfe da lepública por oca«ião do quarto aniversário de sua administv ,·ão. rlan,lo conta t-u<·intnm,~nte ,lo tJUt" fc-1, • , rrulitl111I" di1ern O• fíl6-n{oa. lr,rn•bnrrllorea,·a· A_pre•entotM~ Da, 1 ao Hei Saul paru rnfrrnrnr o 1!1/!"tnlt" ~ol,o,, e 0 Hei, temendo pele segurança do rapazinho, o ve tiu rle sua, própria• armas. para que ar campo. Com aouefa, armaduras, entretanto, Davi não deu um passo; daquele modo não podia a minhar. Os desafios que se erguem diante de cada um de nó•, são 0111ros lanlo• {!li!ªnte• <1ue prec1· somos ,•omhater. :la• ,6 pwlemos fazê-lo bem .º" nosso próprio modo, com n• no~ea• própna1- armos. fiéis 110 no-•o próprio e•tilo. O grande saldo do atual Governo é a! menir a ob•tinoç:lo com que procurou imprmr oo Bra•il uma perrnnalidode própria. A imagem de um Pais que sabe o que quer. e que defende princípios ajustados í sua própria realidade. Vi,·emo• durante muito tempo ,rnolnhzados porque mal podlarno• c,•minhar lolhidoa pela, pesadas vestimentas que nos recortavam lá fora. O rugido dos tigres e dos leões á nossas volta nmedrontnv.a•no~~ porque no-s encontrá,•omos 1m· potente!-. Não podfomo1- raminhnr, npenn: nos arraei· tavomo•· Tínhamos principio< próprios, lmensa.i riqueza• um ponr operoso, Mas nem podíamos su«tentar nossos princípios, nem tirar proveito adequado de nus.o• riqueza•. nem defender, como convinha, os suyeriores interesses do nosso povo­ Uoje 1:stomos fazendo turlo i~10 porque no• dr;f1zernos das armaduras alheias e pa,;,omoq ~ lutar com as nossas própria• nrruns. Ás de Dai foram apeno• urna funda e cinco pedrinhas re• doodas e limplsaimoe que ele apanhou na torrente mais próxima. e umu •Ó lhe ba,tou par-..1 cumprir :1un mis!lão Também a nós acontecc::rá o mesmo continua.rmof- n trilhar o cu.r1ou ern que no• colocou a política da re,•oluçii•>, enfreoundo pragmáticamente todas as dificuldades, procurando impor soberanamente a per,onnlidade do Brail no conct'rt0 internacional, n1aic no tnt"smo tempo tentando conviver 6lidariamente com todo>' quantos nos tr,larem em j,,ualdade de condições pois, afinal. como dis-e'um grande estadi'! deste século. "um País tem interesses, não amg9 Cuiabi~ 31 d., wnrço de 1978 Deputado Roracio Cerz6~imo em r-lnicliz Feria aquele que con~egni-ei-c realizar tudo o que pretendia, p_ois são pobres de espírito os que limitam seu honzontc apenas naquilo e +e+ I>c lo s- las a Pr.- Pe, ch ':'-,., 78 - [elu VI+t o .o lo por aista. la do ·u trn- apl zrul. rosa noti 1t6riu plnao mote• nos.a exo Nem •- 1cjn tja r.previ,. a. nu Foi Ken. ,!e enu. e II S CT á tn Oíl ·,.quanto e com o o Davi, queixava n os re Dai ao e o o e isse a Dai ,ia a de cad pre" em r6pria REPAROS DO BISPO DE UAPOS AO DOCU- MENTO DE PUEBL,A TT T5 Ele. T pensa, D. Antonio de Castro Maryer, Bispo de tampo-s (IJ, teceu a» guintes considera­ s +obre o documento p° rado pelo CELA MI (Conselho Epis.1•opnl Larin" 11111tricnno), que deverá ser examinado na próxima As+emblia do Epis. ropn,lo lnriuo • unicricanu o reuliznr•s•· •·rn l'urbla (México), cm outuliro pr6xi1110: "Julgo o documento pre­ parado pelo CELA M, para ser examinado na Assembléia do Epi~copudo lutíno umericnno em Puebla, falho cm muitos pontoe" "0 documento é frequen­ temente vago'', acrescentou D, Cn@tro Morer. "Por exemplo, quonrlo crllicd os ntuui• estru• turns economico Jo1ocinill, qut• julga inju,tus, nào opre•cntn argumentos em que funda­ mentn c,tu nprccínçiln nq:ati­ YO, O mesmo e dia, quando ncdtu n possihilidnrlc rlc um socialismo que ajustasse no catolisuo . E prosseguiu o Bispo de Campo( Denrlu o documento explicitar em que consistiria eiit-:c tiodaliilmo. umn vez que l'iu XI <·rá poseh·d um rliúlogo fc. rundo". TV PROVOCA MIOPIA EM CRIANÇAS A mlopiu não é mais •·privilégio" de estudan­ tes e adultos. egundo pe.;quisa rea­ lizada D!! llbn de Formo­ so, cerca de 33010 das criunçus com menos de cioco anos d e idade tornaram-se míopes por­ que assistem regular­ mente programas de te­ levisão. A pesquisa efetuada pelo Prof. Yin-·Tso-Cbien em mil crianças do jar­ dim dt: infancla concluiu que a luminosidade da TV era prejudicial nos olhos dos pequenos. Os pais, que Ignoravam o perigo, permitiam que , ~eus filhos se sentassem por l..gos peri;;dos, juo to aos aparelhos do TV. Esse hábito. tão comum uas familias de todos os palses dJ mundo, acabou prdjudicando a visão dos pequenos telespectadores chineses. (ABIM) Tribuna da Fror.telr11 ------------- 16-4.7! Gaúcho Amigo Adall.Jeto R. tle Saul'Auna Gaúcho amigo, velo lá de longe, dos pampa!! do mo Grande do ui. Trouxe u cuia, a bomb3, a rva mansa para o chiarão; velo para Mato Gros,w porque tem o mesmo céu uzul. Trouxe a !<11 bedorla da la vrur a tc·rra em gmnde extPnsão, a clêuclu ele manejar a muquinárla que ronca corr,o trovúo, o costume Je mourejar o dia Inteiro no relento do sol, de fazer imensas colheitas de entupir o paiol. Tribuna da Fronteira -- SEMANÁRIO -- i,· 1 D A D O E i[ 2 O / 2 /7 2 Ins. Est. 130953312 CGC-ME: 03.200.736/O00 174 Hedação e Administração ll. Duqne de Caxias +/n. Bela Visa MI Oficius: Rua Duque de Coxias s/n 8cln Visto - Moto Grouo Hedotor-Chefe hnldo Prreira Administroçilo: Mllrin E,teln V Perrira Depnrtnmento Comercial: Alvaro Pereira Departmento de Circuloçfio - Hc~ínn Mendes PHODUÇAO Gerente - llelio Guedes lmpressão Nilson H . .3ouzn ~ Perronio Leão Composição- Liucidio Medeiros, Liberncy Lino. Pompilio Miranda, Ellnne Mendes A ATUHA A,sinntura Anunl IJelo Vista CrS 200,00 Demais Municipios CrS ?50,00 Tribuno da Fronteira é umn publicnçilo do OIUI VAPE- Os artigos publicados com assinaturas dos autores não traduzem u opinião do jornal. ua publicação obedece no propósito do debate dos problemas municipais e de refletir as diversas tendência~ do pensamento uan•ersal. INDICADOR Velo também; para as grandes vaquejadas, para a doruu do potro chucro, ou por­ reado, o uusca de bombacha lurgu. bo­ ta chlleua, tirador de flecos, enfeitado, abotoado oom deulo de porco e patacão, boleadelrn cnleudn na cintura, o trnnçado enrodtlbtHlo ua f!ruupu do pingo rt>domilt o lenço solto no pei;coço, o cho péu qu •­ brado na tesla, e ud:igu atraves ada para fiar alguma dlscusslio. Inrl:o gaudérto, grande antlorllho. no rodeio é pe1lo que faz lindo rP.toço, ginete firme no· lombllho, risca. o potro da anca até o pesco{:0, 1 Xlru a::nlgo, e.legre, brlncnlhllo veio paru Mato Grostlllo, da gaita de fole, ele curte a saudadE 11um compasso mole, ou festeja a ult:grla em rápida melodia. Nas suas C!inções gaucheseus cheias de dolrncla, afoga a lembrançfaado - Quartos para casais e Solteiros - Refeições a quaiquer Hora - Hotel Classe «A» BONIT 1J MATO GRO.S~O DO SUL CAFÉ LAGUNÃO O café que mais se toma em todo o SUDOESTE. Empacotado eJetronicamAnte a vá­ cuo - Processos Modernos OLIVEIRA e FLORES • Rua Pedro Rufino, 218 - GUIA LOPES DA LAGUNA - M·f S!!!: EDITIL PROCESSO CLASSE V N" 1807/78 Podido de heisiro do Diretorio Muniel­ pul do Movimento Democratreo Irastlel-. ro- MD.B de Caracol - M 'T S. Relator: Exo. Snr. Dr. Odiles Freita Sou=a. De ordem do Excelentlsimo Senhor Jesembargudor Presidente deste Trib. na! e cm cumprlrm,11to uo dlrrno to no urtigo 81, da Resolução n 921272, do 'l'.S.E, faço públleo para ei·nela dos in­ teressadot, que foi requerido o registro do Diretório Munteipal do Movimento Demo­ criítlco Bra;,llclro - .1 D.H. do Cara.col --M.T.S., ssim constituído. MEMBROS DO DIRETÓl-i 10: 1 • Nlcaclo .Jend de chilo fronteiriço. 5viera Rotarianos F: g1andc n rnovimcmnçilo cm torno dos preparativos que uma caravana de cnsois rOtnrinnos farão nté Corumbá. Que n caravana belavistense faça Sucessos no Cidade Branca. siio o, nossos votos. lo Secretário; >gt lae Braga Carpo° 2.o Secretário; Sgt Paulo Jun Yao l.o 'Tesoureiro: Ngt Mrio elo Iara 2.o 'Tesoureiro: gt Dilnei Hibeiro Marque° Orurlor Ofici(II: Civil A(hlber10 li. de Sant':rna Bibliotecário: Sgt Krugerson Muttos l.o Suplente: gt Jairo de Souza Hodrigues 2.o Suplenle: !:i:(t Antonio Alves CONSr.JJIO FISC' AL Helator: 3gt José Altredo de Aruujo Secretário: Sgt José Magyr de Souza lo Vogal: Sgt Sidney José Vidal 2.o Vogal: Set Onofre Dias da Silva "CONSELHO TÉCNICO Diretor: Sgt Edward Vieira Secretário: Sgt Ubaldo Luiz França Lo Suplente: Sgt Helvécio Marques Bahia , 2.o iuplente: Civil Salvador Iodrigues de A-is - A nossa meta será administrar o G. ·.s.l'.H. com "RENOVAÇÃO E THAllAI,HO", para que o Clube po«s cumprir, integralmente, as uas finalidades preclpuns e se manta no mais alto lndkc de prcferêncin em nossa comunidade, Estas foram as chapas concorrentes para a Presldencia do G.P. R. sainde a vencedoru, ll chapa encabeçada pelo Sar, gento Hélio Gomes Teixeira. CHAPA ~BELA VISTA" -A concorrer para a eleiçi'io da nova Diretoria que regerá os destinos do "Grcmio dos Subtent:n• te• " Sari:entos Pedro Rufino" no biênio 78179 por ocnsiilo da Assembléia Geral Ordinária a er realizada no dia o9 abril 78. à, o9,3o horas, na ~edc do Clube. - A kChnpa BELA VISTA'" estará assim conuitulda: DlRETORIA Presidente: Sgt Hélio Gomes Teixeira Vice-Presidente: Sgt Antonio Quirino da Silva 2.a Chapa Presidente: S:;t HT Claudio Dias Alves Vice Presidente: Sgt João Knlife 1 o ecrctnrio. Sl!t Nagib IJuzirne 2.o Secretario: 3gt Vaner Abclln Ferreira 1.o Tesoureiro: 'gt Dnmnsio Arce 2.o Tesoureiro: gt iergio Gonçalves Viana Orador Oficial: Ch·;( hnlrlo Pcrrira Bibliotecário: gt Guerino lroatlu l.o Suplente' Sgt lvo Antunes Coitinho 2.o uplente: Sg, Olmiro Tddeu Lozano CONSELHO Fl CAL Relator. gt José Darci da Ho,n Secretario: Ur er:;:io RoberlO Perondi l.o Vo~nl: ci'il Eviln,io l"fonee ele i'lironda 2.o Vogal: civil foãu llatiFtn Ferreira • CONSELHO Tf:C ICU Diretor: Sgt Luis Carlos Barbo•a de Melo Secretario: i,:t Pnulo ·ergio Arévnlo Lo uplente' igt Pedro Pereira da CG.tn :!.o Suplente: t;i,·il Nntalicio Vieira de Lima - Esiubilizar n situação financeiro do Clube e estreitar mais os laços de amizade entre civis e militares, será a nossa ueta Notícia Falsa motiva íllastamento de Jornalista Por abuso de confiancn e injúria a nutoridndes nclireçilo de "U Globo" demitiu, o Jorna. lista José Daniel Lopes que no dia l':l de março último, em controvertidu matéria, implicava fun­ cionúrios do Governo do Estado de Mato Grosrn e empresários no episódio dn morte do acl,·ogndo Levi Campanhã de Soo,a. Com o titulo Policia aponta trnnficantcs peln Morte de assessor de Garcia eto, o mntutino cnrincn publicuvn cm edlçào dominical ampla re• portagem, onde o autor, que ut=n a nsFinatura pro .. fissional de "Daniel Lopes,, fazia crer que o nssas• •lnio foro perpetrado pnrn e,•irnr gra.-es denúncias de corrupção no Governo A mntéria mereceu ,·,emente rcpúrlio do Governa de produtos perecivel.i. Ef la seria uma d_ns opções sugeridas pelo Conselho Nacio­ oal do Petróleo, em estudo encaminha­ do ao ministro duE Mloon e Euergia, Shl· genki Ueki. O presidente do C P. general Ozlel Almeida CoHta, confirmou ontem CJUP os estudos a respeito já foram realizados ear.amlnbados a Ueki, deveodo a decisão ·r tomado naimn sm7na. O general Oziel concordou que a me• dlda i:e adotada irá contrariar o dispos­ to oa Portaria '.!2. do próprlc CiP mas argumentou que "os poi;tos de gasolina não podem ficar fechados durante tuato tempo". Ele não quis informar as opçõ­ es apresentadas uo ministro Ueki para "contornar a situação". No dia 21 ele a· bril os postos fechdrão normalmente, i;e­ gundo a Portaria 22. Ga olina: Consumo obe 2 0/0 em Março Fio {Sucursal) Em março último, pela primeira vez no ano, registrou-tse !ID au­ mento no .-::oosumo de gasolinas automo­ tivas: de 2% sobre fevereiro. Foram a­ bsorvldos e::n cada mês respectivumente, 7.663. 1 mil e 7.512, 7 mil barris do de­ r! vado, srgundo iniorm11m esta tíst 1 cas distribui das pela P e t r o b r á s. Com paraóos março de 78 e 77, o aumente verificado foi de 1,3%. De janairo a março, foram consumidos 8 .144.~ wil barri;; de deriv11doR de pe­ tróleo, contra 81.309,2 em Igual parícdo do ano passado, o que representa um aumento de 4,5°fo. A média diá1'ia absor­ vld1.1 pele, mncado, no trimestre, foi ele 6.160,4 mil barris, enquanto ew março ela foi de G.304,4 mil barriR. Oeos Diesel e Combustível O consumo de óleo .. dlebel e combus­ tirel tambem foi maior em março com· parado ao mesmo mes de 1977. De óleo diesel Toram absorvidos, em março de 78 8.046,l mil bar~is. Mnlra 7.516.8 b!lrris, o que representa aumento de 6,4 o/o. De combm;tivel. consumiu-se 9.086,5 mil e 8.897,2 mil, ou seja mais 2,1 o/o. Apenas em março. r.onsumiu.se um total de 3.071,9 mil barris de:'ivados de petróleo, mais 4 o/o cto que em 1977, qutiudo i:e atingiu W.6'39,3 mil barrf,;. Considerando-se o comoortamento de todos os deriv&.dos de pêtrólau no mes passado, verifica-se que apenas os sol­ ventes alifáticos, os querosenes iluminan­ tes e pra jato. o óleo combustivel ·•c", e os asfaltos foram menos consumidos do que no mesmo mes do ano passado. EDIT ll D E PROTESlO CARTÓRIO DO 1.0 Of CIO José Avelino e Silva. Oficial do Registro dA Protestos desta cidade e Cnmnrcade Bela Vlsla, do istado de Mnto Grosso, na forrnu da Lei etc ... Foz saber que e en­ cootrum em seu Cartório, à Rua Coronel Dias nº 948, nesta cidade, para protesto por Falta de Pagamento, os tltuloR abaixo relacionados:• 1) Um cheque n" 012657, valor CrS 1.500.00, emitido por Jaol::- Ajalu Neto. a cargo do Banco BrasJleJ:-c, de Descontos '.3/A., apresentado para protesto pelo Sr. Ramua­ do José Campos. 2) Duplicata n° 189715 valor CrS 15.000,00- Ven­ cimento 3o.11.77; emltldu pela Firm'l 8eozenex S/A. contza o sr. Angelo Ze­ oi, apresentada para prc­ testo pela firma Beo· zenex S.A. E por não ter sido po8- sível encontrar os deve­ dores do,- títul:>J rela· cionados, pelo presentE (-,ditai que ,-era afixado no local de costume e publicado pela imprensa locul, intimo-os para pa• garem a importancia dos mencio:::ados tttulos acrescidos dos juros e despesas legais, ou du­ rem a razão da recua e uo mesmo tempo na falta de pronuociamen!o a respeito, noUiico-os do competente protesto, no prazo legal. Bela Vistli l!T., 12 de abril de 1978. Noelson Leite La­ rangeira. Oficia do Registro de Protesto Substituto. CONFIE SUi DECLBRIÇiO DO IMPOSTO DE RENDI A A UMAS DAS 907 AGENCIAS BRADESCO Ê Só Falar com a Moça 07-04-78 para quem tem imposto t ' f r 1 1 1 j ' r Atenção poro os a pagar ou restituir prazos de de 20-2-78 entrega de 20-02-78 a a 10-5-78 para quem é iselo. » r c 8 1 b. ria 24 o: da e b1 uz Au :-,.,. 1 l f o s• 6! rl c •