'J 
1 
'I 
duas 
,en, 
gue 
ol. 
JOU. 
PEDROSSIAN 
"Uruu trnquflnolá de orros, 1mpurdoóvofs em pol! ler.. v<•m ln11,c11int!n 
u rtJabllllaçllo do Ex-g<.>vorndor Pedro Pedrosin. Esta é 11 dedu-;:'.o cl<J'l 
11nnlliiil11e que uguurdavam apenas o encetrameoto do p1·ocor.s<> no;,:~·,t6rlo. 
pnru osboç1H' public1Hnente um ponto de vista mis genético crc d,; 
prcuençn do lldor lndepeudento ou vida politic11 do Edlauo ... Um c..ui•n IJ/1 
de ue rccouhecer anlea qualqu"'r progaórilko: nesta lulu, l> ei11l11 ffJ1potl :nte 
é oompro o prlmoiro "round'', por ser mulu difieil, por aprestar v lutada­ 
doreu no auge Je eua formu fiica. Este primeiro "round" fui u norn°açiiu 
do govoruador. Neato Pedronslnn !oi frnpledosnmentP n11cautr.odo {N, P.Gl • 
NA 6, ASCENÇÃO E QUEDA DE PEDRO PEOROSSIAN) Um nrliJ!0 do jor>ul 
A TRIBUNA, de Campo Orando. agora em c!lllrull11 Jlgução com O'l Jr1, nriia 
do. ORJIVAPE, segundo euloadlmontos mantldoo com o jorn:..lialu SEHGIO 
CRUZ, um 'doa dlretortis do JornnL 
é( r !'.:VISTA 
(.' dm tu a«cem. vos,
1
, (O, • 'D r r w r a d s , eu no ó De. 1 .r. ,, l ... : } .' .. ,f.1 
tu la vir,as, ou, colo deioraci relativa, democracia posivel 
»fotorexdráx:'s, 'g:ieat· tapeação. O povo io engole esta 
pílula... Boi três (preieit» de Jrdt, Bla Vista e Bonito) o que 
rrielhor1•5 cvncHçôP, 1CÍ[.;IÍ1Ji"lt,utiv11i.; t 111, ó elamute o do De}a 
Vinta. É nomeado, ata!go pessoal do governador o só não trabalha 
parqte é incampe. .te. O de Bonito, conversa mais do que trablh 
l! o dn ,j .r..lim ,w~:J duip coodeo,ivrh• e uu!l-domocrllt!euit ro!ltrlçoM 
é do MD} e não morre C.t amor!lR pdo sr Uarcfn Nnlo quo oxeree 
Jto!Jra aquela mun1dp o wn Vdclu.d<ifro boJcolíl ( Pai vrarJ tio dopu­ 
tndo SEllCHO C[lUZ. om 1:-nlrc·Vi!tu c•xcfu,;iv;, a TflllVJN/1 DA FllON. 
TEIRA liam Puto de Encontro, p g O:! 
to­ 
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Livro • Ditadura dos Canteis > foi 
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lrineu Cardinal está contra 
a imprensa 
(UItira páina) 
liberàdo 
o Ministro dn Juetlçn liberou o livro «Dilo.dura dos Cartéis». 
O próprio Armando Falcllo havln 11olicitaào quo o autor do livro, o 
lnduatrlal Kurt Mirow, fosse enquadrado na lei de segurançn nacirmul 
Mas, como o !iiuporior Trlbun!ll ,'.Hlilar rejeitou o pedido e conoide­ 
rou o livro dt: intereo~e nnclonal, o Ministro resolveu ,,c.,Jlar atrás 
em sua declsllo. 
"OE Deputad1,s .. ~:1togrossenseG ebtáo prepar&doa para enfrentarem ago­ 
ra o desafio de ferroarmos duas sC>ciodades fraternas e progressl6tns oas 
termo de :Lto Gros~o, t10 l«do do homana sereoo!l, fortalealdoa pola cortozn 
ue, ntlnglrmo!l juntoG a curto prazo uma posição olevda e digna no solo da 
grando comunldndo nacional" - Pronunclameuto ,:lo ProJJldeutc d11 Ausem• 
bléiu Ltighilalivu, P<1ulo S.il..iuuba 
D R A C O em sua crónlc,.t Meu Cantinho, incita os beluvfston­ 
ties a cerrarem Iilclrns or::i torno do desenvolvimento de Boln Vista. Pede 
rnuin harmonia e oti:::iiomo ... leium nn página. 3_ 
o 
O, 
Repercutiu as 
Getulio Lino 
declaracões 
' 
de 
O Brasil caminha alt ... nei:-o rumo no seu dos tino gr:rndioso. Atra ves­ 
samos pcriodoo diiíccl3 em nossa bistórlu, mas .:1uoca ab:llcamos do direito 
de oormus livroa o iodopondentes. O ato heróico de TIRADENTES permane­ 
ce como chama u iluminar a nossa trajetórln_ Salve 2I de Abril - 1'iradeutes. 
SERIO ROBERTO PERO! I 
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I 
TECNO 
IMP· 
Desde os tempos de antanho é cosmme submeter-se o arroz 
em casca. a um pré-cozimento com n Ilnalldacle de conseguir <les­ 
caso-lo manualmente. O método é usado em p2quenn escala nas 
regiões produtoras entrntanto sômrnlv na atualidade é que se desco­ 
briu que o método além de facilitar o descascamento do arroz tam­ 
bém serve para fixar novo valores uutrivos, elevando assim u seu 
valor dleléllco. 
Tipos de Arroz 
Para s considerações gerais podemos analisar o nrroz, quan­ 
to aos eeus teores nutrltlvos e pela elaboração dos processos Indus­ 
triais como "Arroz natural" e ''Arroz macerado". 
Arroz natural é o rroz que cumumente nós denominamos de 
"arroz branro". E o arroz que não sofreu, antes do seu beneficia­ 
mento, qul1lqutr preparo Industrial ou processo tecnológico adftlvo 
possuindo no caso, é evidente, menos valor nutritivo. 
Arroz wacerudo 9 o arroz que, antes de seu bloeflclameoto 
foi submetido a especial processamento graças ao que teve aumetado 
o seu Y&.lor nutritivo, tornando-se de maior valor dtPtéticn P tnmbêm 
mais valorizado para exportação, uma vez que os inportadores fa 
zem questão de receberem o arroz marcerado no sistema conhecido 
por parboilização. 
Sistemas 
Há dúls sistemas diferente-; para a maceração do arroz, utili­ 
zados no Brasil. Temos o sistema que resulta no '·Arroz Amarelão·• 
e aquele que apresenta como produto fínal o "Arroz Pnrbolllzado". 
O arroz macerado (amnrelúo) é o arroz em casca ou descas­ 
cado que, antes de ser beneficiado foi submetido a maceração por 
lmers!io em água a temperatura ambiente, e apó8 passar em fomos 
Fluxos de .Producão 
' 
' 
R 
II00 
com cilindros u alta temperatura, visando elevar seus teores nutritl­ 
vos e de sai<; minerais. 
Arroz macerado (purboilizado) é o urroz em casca ou descas­ 
cado que, untes de ser beneficiado foi submetido ao enchareamento 
em água, sofrendo ução de vaporização, visando elevar seus valores 
nutrltlvo e de suls minerais. 
A produção do arroz macerado necP6sl!u do uma série de 
cuidados especial, sendo bnstante mais elaborado o seu processn­ 
meoto, motivo pelo qual o eu fluxo de produçfio tem 1'l eetligloa 
distintos, saber. 
!).- Recebimento· A chegada do arroz das zonns de plantio aos 
locais onde será pr•>cessado untes de seguir destino. 
?).- Md+1o de ün!lado- u'd+l especi:l que deve ser tomado 
quer 11am o armazenamento quer para o sistema de maceraçilo. 
3). Pré-limpeza. Nbsta Iase silo retlradus do arroz os materiais 
agregados durante o processo de ensacamento pertaunecendo apena 
o grão em casca. 
4). Tanquee de lwersão. N€ste ponto o arroz fica em água por vá­ 
rias horas dependendo do grau de umidade da matéria prima (Item 2) 
Destes taoqueso arroz sal com, aproximadamente, 50 gruus de uml­ 
dade e entre no ciclo seguinte que é dos [orno8. 
(Contiuua no proximo número) 
AMA 
Um 
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Máquinas Agrícolas 
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Matriz: Rua Marechal Floriano, Esq. e/ 1. º de Outubro, Fone 139-421 
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do Rego S/N Fone 161 BELII VISTJI Amambai - MTS. 
Antomo Joao, Caracol, Aral Moreira, limambai, lguatemi, Eldorado e

..; 
---~----------- 
Ht-! 
BJ 
Amo­ 
velo 
Me (Cantinho 
DR AC O 
Constrangido, em terno- 
nheer que inda pululam em 
U01"Cl flH•Í(1 o- l". i,, j { H ,~ 
dcrn,ri,1·1--1, ,,.fio, 1111i, UPJ 
et, bater na velha teda: 
preciso radar a mentalidah 
do bel»vistene: {os a época 
não admite ai o derrotismo 
e o pessimismo. Heron!ce­ 
mo que a tnual itaco no 
f'fltft um mnr de ro+a», mn 
existem opções e alternativas 
válidas para rir dos impasRs 
económicos, O que no pode 
IHt('r, (;. u t•,,pfrilo nr!_!nti,o 
iruperon<lo 1111 nh!utc d,,., ch.1• 
mudos l·deres da comunidade 
É o que eti ocorrendo em 
1101iilll c.·ida<lc. o:( Jiomt·n1.o, ,.,, .. 
beças do mundo economico e 
rocial,, ivcm 11prq.:011r11ln c·ri-.e, 
e dt•l'lp..-rtundo nut tH .. guth i.:1110 
qu~ n·prc,c11ln 111uit•> nu ron• 
texto gtrnl. R f11lu conhecido 
que ow lavoureiro sentem o 
prohlt-mu tla t'..íltingcm, o ro .. 
mércio ada fraco e as pouca 
111J<i,tnnR r,,,ofrem o prohlcrnn 
<lo cneri:ia ,·lélri,·n . .ln, nfio é 
cai..o para dl'-C►pt•ro. Construir 
uni futuro µrandinsu t';.if!t.' lu. 
la t" muitns rt.•núndn:1· St· que­ 
rem umo. Ildn Vislu m,·lhnr, • 
• nece«sírio uma certa dose 
de ncrificios. o incitamo 
ninl!11t·111 no sofriml'uto, mnt-i 
conclamamos todos cerrar 
fileiras em bca de soluções. 
inda é válida a tentativa de 
formur um crupo encnrrq:tlllo 
tle coordcunr 11,( ntividndc,; t'C'O· 
nomicns d:i l'riul'l':-U do Apu. 
O que não pode acontecer { 
ficar nn~ t''-(jt1it1u'." rt·damauc)o 
da ituaçio, Olhem em volt 
e repart'm: O, l}Ut' n,1o para .. 
mm parn rc:rlam.ir eqfto t-C 
n<liantau,lo t' <'on ·truindo . .:lc-u 
Cantinho lança um repto; a.­ 
mo" traoalhar m.ti11 e rt'dawur 
mt"nofi; nncla , encc· a forçn do 
trabalho Pt'tl!-!ltttt·nto pu ... iti, •J· 
Pcn•ur grnnJ, .. t" ft•. Na tcrrn 
e no homem belavistense. a-. 
mos vencer os dsafios que e 
npre1-t"ntan1 diuturnam.:ut~. E 
o no"o pnp,·I. E o papel «lu 
ser humano, filho dé D,·u•. 
VENCER 
TF-- A nomeaçf!o de !Iany 
rim Costa, para o governo de MS, 
de t•noontro u Pspiraçílo popular? 
Serglo Cruz: O govc•rno puniu ri Are­ 
na de Mato Grosso do Sul o dou 1.1m 
exomplo do como pretende 0(lDduzlr ll 
pnlítlcu r1>r,'iouul, oontrnliz!rndo n!l rlcal­ 
Hõe11, ntrnvóo de (IOverandore, quo i;ojnm 
emprt>gudort do CJfotom11. Nlio conheç,o 
Hurry Amorim. Poucos em !foto Gros~o 
do Sul o conl.1ec1:1m. O que se «abe de 
HUa modostn ntuaçllo nnste Est11do, PRl,i 
nu obm rl1> DNOS em Campo Grande, 
Pantanal e Extremo Sul. É uma obru ex­ 
coo!livnmente preguiçosa, que tem o exom­ 
plo ruais desanl:nndor nu Estaç!o de Tra• 
lamento de Esgotos de Cnmro Grande, 
em coni;truç!io hó. 9 anou. l!spero quo a 
11cúo de Harry n!io Reju tfio tímida quan­ 
to li do órgão que dlrlgA. O governo, no 
dia 11 de outubro di'ldiu o Estfldo e no 
úin ~1 de março, dividiu a população do 
novo Estado. 
TF' Corno o i;enhor vê a nomea- 
ção do General Figueiredo para a Preai­ 
dêuclu da Hepúblicn? 
Sergio Cruz - O seu pensamento 
político est'I compátivel com o ideário da 
Rtvoluçilo. D1:,le podemos esperar gran­ 
des reformas, desde que estus reformas 
sejam capuzes do continuar 6Ufocundo 
a oposição. 
Documentos Perdidos 
Danllo de Albuquerque, 
Declara que "xtruviou 
sua Cédula de Ide1,tid<1de 
Expedida pela S. S. P. 
de Cuiabá - :lt. 
Publicaçõ.o que se faz 
pra obtenção da • viu 
Derge du ~i!v& Leite 
Declara pura os devidos 
rins que extra·viou os sc­ 
g:ulntp,;; documentos: 
TituL de Eleitor, Cartei­ 
ra de Identidade, Cader 
neta ce 3n, CartPira de 
Habilitaçüo, Carteira de 
Monte Piu. Documento 
P. um J eep 72.·. Publlcn-1 
çfl.o que se ruz pura ob- 
ter 2 Via. 
TF: Quais as p)~osll>i!id .. dcs do 
:IDB ans próx1ma6 eleições? 
Sergic Cruz: :,...,, possibilidades 11:ío 
mais amplas que as de 1974. Há mnle 
quatro unos de conscieutlzução eleitoral 
e uma chupa completa para ofereaer 
oomo opçúo. '.fesmo anfrentando a máqui­ 
na governamental e o poder economico, 
o hlDíl de iIato Grosoo do Sul, polo quG 
estamos sentin<lo, eleg~rá maiorla da 
Ar.st?mbléiu Constituinte, com umn repre­ 
entação que abrangerá os principais 
municípios e regiões. 
TF - Lanç:irá candidato ao senado? 
Sergio Cruz: Jnde,:wdmtm:entc das decisões 
da Arena, o i!DB terá candidato ao cSwado 
Se preciso, utilizare!L os as tres sub­ 
legendas, com nomes , de reconhecido 
r,resligio eleltor.il. como Bezerra Neto, 
Plinio Barbosa '.Iurtins, Edson Brito Gar­ 
cia e Humberto Neder, entre outros. 
TF - E n Administrttçfi.o Garcia N~to? 
Sergio Cruz: Uma ,lástima. O Sudoenle é 
u melhor reoposta a esta pPrgunta, Uma 
região abandonada e, com efeito, distan­ 
te de qu2.lquer amparo governumental. 
O Sudoas·te pode receb3r como consolo 
a desutençii o q!le o senhor Garcia Neto 
tem dedlcurlo o tocio o E~tado, 1:trnrc 
de seu malfadado gov,•ruo politíco. 
TF - Sua oplnfüo respelto do pl"t!· 
feitos do Oc!ll Vista, Jurdlm e Br,nlto'! 
Sllrg1a Cruz: Doa trêu. o que well.1:irt:íl 
oondlçõo1 admloletr11lfY1111 tem, 6 oxatn­ 
cnonto o da Bela Vlal:. Ê nomrndo, 11. 
inlqo po11aonl do go~oroador o só nllo 
trabalha porq:rn é lucompetenta. O do 
Bnnito, convorsa mata cfo que trnbulhu 
0 o de Jurdi:n sofre duas condenóvPill 1; 
anll,democrá1lca5 redtrlções: é do MD!l 
e núo morre de amores pl'lo sr. -Gurclu 
Neto quo ox<.!rce sobre aqui:le munlclplo 
um verdadeiro boicote. 
TF - E a censura ... ? 
Serg-lo Cruz: Continua sendo o principal 
sustentáculo da política dlscrlcloMrla 
desta sereníssima Repúblicu, como diria 
Puulo Brossurd. 
TF - O que acha da democracia re­ 
Jat!va? 
Sergio Cruz: A democracia é como a 
virgindade: ou democracia ou não é 
Democrucia, não há meia virgem. como 
qd.-mocracia relativa, democracia posai­ 
vai» slio teoria esdrúxula, slgnificu1Jtc 
tupcaçúo. O povo não engole esta pílula. 
TF: B ll rei;polto da provável extínçiio 
dos atuais partidos polltlco.11? 
Sergio Cruz: Só acontecerá se u c/{.,wa per­ 
der us eleiçõea deste ano, podendo ocorrer 
até antes de 15 de novembro, se o Go­ 
verno mlo encontrar um crllêrl/J para 
neutralizar o vhiível crflsclmento da opo­ 
siç!lo. Niio acredito nu extinção como 
propósito di,mocriitico natural, mas como 
maio do Governo nll:o ser Incomodado 
por uma oposli1io majoritária no Con­ 
grosso. Na vordadc, n extinç/lo progr11- 
muda viu apenas e Ião liÓUlente enfra­ 
quo1:i.>r o MDB, ei:tuário de todos os pro­ 
lustcs de. soc:iedade civil, contra o rela· 
tivismo que tem significado lamentável 
retrocesso institucional, 
TF: Sua me!lsagem no Povo do SuJoeste ... 
Sergio Cruz: Espero que a partir de 
agora, com ;i di vlsãG, o Governo passe 
a olhar o esquecido e aqandonado Su­ 
doeste, como uma das mais importantes 
regiõtis do novo Estado, dotando-o de 
infra estrutura para propioiar a u in 
tegraçüo. Rnergio. elétrica, Pstradas, esco­ 
las e maior a.aaietêncla médica às popu­ 
]11ções mais necessitadas, são as priori­ 
dades, que somadas a uma ativação do 
crédito rural noje sangrando OE produ­ 
tores, darão ao Sudoeste a po:;lção que 
persegue há muito tempo, O Sudoeste 
nfio quor u plntlndc• <lo Governo, o Su­ 
doeste exige do Governo u atenção que 
nkn•c11 e c,,rec;c. 
":,1  PHECf'ii EXPLICJIl, E U 
~() OLERU i:.'l'E:-lDEll" 
Entrevista 
No,+a reportagem prorcurou o deputado rergio 
Cru,, rio lflJll. ,. o n111~11tl' l'au 1111 .lula r!,rn o 
recado. E uma grande pedida ler e meditar res­ 
eito da. palavra- proferidas pelo tua.ate depu· 
tudo. f: uma das novidade prometidas pela equi­ 
jll' TF; Uma entrevista po emana. 0 deputado 
afirmou que o partido da oposição reúne grande 
P''.':ibilidad,·, de faur maioria nas próxima e­ 
leiço' 
Carlinhos Medeiros 
O conhcc,do e nlunnk cancliduto u depulnrlo 
reta«dual, arregaçando as ruangae e organizando 
,u·, c~rnpanlu pulíli,·u. Cnrlo• Edy Sá ti, .U,rleiruo, 
dia a r)j,,, :raulrn arlep10. em Belu Vi,tn. Alfui IIA 
tera, o« eleitores votam no candidato e eque­ 
eeru o pnr1ic!o (c,:,111c11wrio i:nul). O iruporrnnte 
Dela it. ter {) Bt"U repn: ... entnute na Assem­ 
bléia. 'ara i»to, o povão dee cerrar fileira• em 
torno do• no»o• camlidc11os (Cnrlo, Etfy e Ely 
Barbo•R) 
Palmieri 
í untinun ,endo o prderido pnrn .uceder o pre• 
feito f'aelrll Pinto. E~-,neador, ex.pre•idenlee do 
Diretório da Arena. político atuante, Ha[mieri refí ... 
ne ampla, l'º'•ibilidndc, ;um ",er nprovado no 
consenso". Isso se a solução não vier de fora 
(e•uí na muda) 
Gremio Pedro Rufino 
E!"J:'ª a ma nova rliretoria. An ••rl!erJlo Hélio 
votos de sucetso e que consiga clarear um pou­ 
co mais a imageo do clube". Henovação não é 
só de homens. precisa +er tambem de Idfiu ... 
Segundo 
comc:ntárioi. fnr~jdo& na cidade. algo preci!a u·r 
feito para revigorar a política belavistense. Aqui 
,6 se fala em cri•e. De dinht'iro. De polílieo,;. 
De idéias, Força gente, progresso só se consegue 
com muito trabalho e Força. Fé e Dinar.isto é 
a receita para os pessimistas, N6« acreditamos em 
llcln Vi>1a. 
A Coluna 
f:. po!s é, esta sman. e«tá "quente". O Pedro 
Pt:drcira  oltuu com novidades, !'ara quem não 
õabe. o PP e+tua de féria, E meditou ba­ 
to.nte ... 
Vamos 
guardar a próxima semana c a nos-a costumeira 
visita à Cirara Municipal pura sentir o trabalho 
do L~lPJo-bLivo. Por- t!D<{Wl.nto .. p:irccc: que o :i3s-u.n ... 
to é vovó Sinhá...' até a próxima. 
-:----------•·-----------------------------------------------------------~ 
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MATO <iROSSO DO SUL

Tribuna dq Fronteira • ]g] [q • 
l'PlU1 
(Mensagem proferida pelo deputa­ 
do Paulo aldanhn por ocasião da aber­ 
tura da quarta sesso, da oitn va legisla­ 
tura da A1<scmbléia Legislativa do Esta­ 
do de ritato Grosso). 
No grande e inesquecivel Mato 
Grosi,o, o povo curoioha ordenadamente 
em busco de um Futuro de prosperidade. 
Vivemos. Vivemos em paz social, edifi­ 
cando a grande estrutura dos nossos 
destinos. 
Unidos, honrosamente, • e m p r e 
fomos a vanguarda eia nacionalidade na 
defesa da lmen6idão. an,azônlca contra a 
lnsaciá vel cobiça internacional para. ho­ 
je, entregarmos à Pátria estu expressiva 
re'serva do orle brasileiro à nossa in­ 
tegridade territorial; de onde extrairemos 
sem dúvida alguma, o alimento necei,sá­ 
rio para saciarmos a dolorosa fome de 
imensa, sofrida e faminto parcela da hu­ 
manida de. 
O RGflMIZllÇÜO 
Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador poro Cereais Atacado e Varejo, 
Ul!A OROANIZAQ,O PARA SERVIR ANTONIO JOÃO E RBOIÃO 
' 
R u o S ó o P o u I o S/N 
:Nós matogrossenses desempenha­ 
mos no desenrolar dos tempos papl enal­ 
tecedor, valioso e meritório e gratifican­ 
te a favor dos interesses supremos da 
fomllla brasileira. Fom;,s e 11omos olhados 
com respeito e gratidão pelos compatrio 
tas face à lncalculá vel coutribulçuo pres­ 
taci'a pelos nossos mu!ores, pelo nosso tra­ 
balho continuado e a lnleligên~la dos 
nossos hlhos colocando à serviço do 
desenvol vim eu to pátrio. _ 
Com a abertura do Quartn Sessão 
da Oitava Legislatura, os representantes 
do povo se posicionam CQoscleotes do 
papel histórico que representam ag•>ri• 
na história de nosso amado Estado, quun­ 
do e encerrn a cemlnhada gloriosa rle 
um Estado uno, para encetarmos parle 
lamente nova jornada no território .:!eC· 
clonado por força da Lei, do modo ll 
constituirmos dois Estados distintos, ma8 
doi:i povQS !rmttnados, Identificados 
e aproximados pelo cordão umbili::al de 
Dosas gl/ri:s tradições. 
Os cif'putados matogrosEenses estão 
preparados par4 enfreotnrem agora e 
rlesaflo d,'! formarmos duas sociedades 
fraterna8 e progressistas nas terras de 
Moto Grosso, ao lado de homens ·erenos 
fortalecidos pela certeza de, z.!ingirmos 
juntos a curto prazo umu posição eleva­ 
da e digna no seio da grande comunlda­ 
cte no.cioual. 
Em send,:, os trabalho legislativo 
d.:> corrente ano em fase especial, mar­ 
cante na vida do legisladores matogro,;­ 
senses se torna Imperativo destacarmos 
o alto espírito público de todos eles e 
dispensarmos aqui nossa loquebrantáve! 
confiança no futuro do nosso povo na 
Juta pelfl conquista de uma rnciedade 
feliz harmoniosa, prndutiva- no Mato Gros­ 
so do Norte e no Mato Grosso do ui. 
Deputado Paulo Sald110ha 
Presidt-snte 
s. MIIRIINS 
Antonio João MT 
Tipografias e Livrarias 
Ruy Barbosa- 
N. S r a. A p a r e e i .d a 
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CAMPO GRANDE 	MATO GROSSO DO SUL 
ATO 
PRESIDEN- 
CIAL, BEHE­ 
FIC IA DO 
O MOBRAL 
Enc:ootl'/·!H' em tra­ 
mitnção, no CongrPt:;!i0 
Nacional, em fase final 
de estudos, Projeto de 
Lei da Presidência da Re· 
púb!ira, dando mal_or fle­ 
xíbiiclade n:i. apl1çuçüo 
do percentual de 20 
destinado ao setor de 
erluc&.cão. 
Com Isto, surgirá u­ 
ma abertura legcd, aut<'­ 
rizando às prefeitura a 
incluírem, dentro desse 
percentual, :iespesas com 
o ensino eupletlvo e com 
o Mov Brasileiro de Al­ 
fabetizaao não e retringiudo 
a partir de então, esse percen 
tuul apenas o ensino de 
1° grau. 
Esta decisão, tem 
como origem, a série de 
dificuldades eufrentadus 
pelas prefeituras, possi­ 
bilitando assim, a açrova­ 
çáo, incotinentl, d<! suas 
coutas frente ao Tribu­ 
nal de Contas da União. 
Por outro lado, eJta 
atitude PVidencia a 
grande preocupação do 
atual Governo com rela­ 
ção à erra àicação do A­ 
oalfabeti,tno 110 Brasil. 
Uma véz que o pró­ 
prio Presidente da Repú­ 
blica tem demonstrado 
tamanho interesse pelo 
Mu.ior Movimento de Al­ 
fabetizaç!!.o do Mundo, 
esperamos que todos os 
Prefeitos de Mato Grosso 
do Sul se sensibilizem, In­ 
cluindo em s1::us orça­ 
mentos para 79, a eocer• 
rar-se em 3G de setembro 
próximo, recursos desti­ 
nadoti et>pecilicawente ao 
Mobrnl. 
ília de muito véspera de pouco é ditado 
anti" +nos no momento, jogo- de futebol pro­ 
movido por Josino Pinheiro, do Caça e_P" " 
torneio preparatório de futebol de Bell i+ta 
Paraguai e que e·tá m ui to bom , P 
' tudo temos a temporada Ilpia Mili- 
comprovar " ] I' ti fazen 
tar da Hegio em que o nosso (o.o • (a 4a? + 
j, ai brito sucos-o e, inda d i a I, e n 
cu no polo o forte esquadro de Amambai por bom 
lacar., Fora de-taque, em nosa equipe, l'aulo 
{j,nas e o Pedro»a; mas todo+ participaram muito 
temi do grande jogo de pólo contra Amal.ai 
Teremos altos e no»o» jogos de pólo. ola pra 
frente que hoje tem, amanh5, quem ~obe1 
VENDE-SE 
CHACAIU UBERABA, junto ao Par­ 
que de Expoaiçilo, com 25 hue. 
Tratar com o Dr. Helio 
Loureiro 
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Tribun dn Fronteira - Beln V[«! 	MS 	-, -'. ... ;...;,:-":.;.· 	_;~ 
r- 
« 
 
e 
(Tribuno de Campo Grande, especial p1. 
rn a Tribuna da Fronteil a) 
Uma sequc'lncla de erros, imperloá veis 
em pollllca, vem lmpedlncJo a reabilita­ 
ção do ex-governador Pedro Pedrosian. 
Esta a dedução do!l anullotas q!le aguar­ 
davam Flpeaue o encerramento do pro­ 
ceF1so aomeu tório, para esbvçar publica· 
mente um ponto de vista mais genérico 
acerco da presença. do llder lndependen• 
te nn vldn pollllca do Estado. Esperava­ 
e que as lições do passo.do tlvessdrn 
sido assimiladas e u sua indicação pura 
o Governo do Estado, viessem a revelar 
um amadurecimento que, por mais que 
se revelasse eletivo demonstrou que o 
ex- governador contlnua comernndu as 
mesmas falhas tálleas e estratégicas do 
inicio da sua carreira, em 1965, quando 
por milos de Filinto Muller 13 Meodefl Ca­ 
nlle chegou ao Governo do Estado. O 
seu primeiro deslize veio logo depois 
de escapar das garras impiedosas do 
Al-5 em 19tl7, inteligentemente driblado 
pela forçn e astúcia do velho Filinto. 
No histórico de permanência no Poder 
com o seu P l) já irremediavelmPote di­ 
vidido, Pe<lrosshrn não deixou de con 
lar com o polo decisivo de companhei­ 
ros, em seguida Inexplicavelmente tran~­ 
tormodos em inimigos, como o sr. José 
de Freitas, então llder do Governo ra 
Assembléia Legislativa que, em brilhante 
defesa. impediu que o seu mandato fo e 
cus ado por uru grupo dissidente, liderado 
por Valdevfoo Gulmarlles e Ubaldo Ba­ 
rém, do qual participava ativamente, 
entre outros, o hoje emedeblsta, Walter 
de Cnstro. José de Freitas após a vitó­ 
ria de Pedrossian no Plaoulto e em 
Cuiabá, foi suúlarinmeote ufa éado da 
liderança e perdeu a reeleiçilo, assumin­ 
do em seu lugar, com o apolo do então 
governador, nutro corumbaense, o odon­ 
tólogo Rouald Albaneze. A partir de 
1967, o esquema pessedtsta que susten­ 
tou politicameote o Governo, caiu por ter­ 
ra. com o rompimento de Mendes Canal 
le e !i'ill!Jto Muller. Pedro alia- e ao 
seus antigos adversários e comete outra 
perigosa imprudência política, apoiando 
a caodldatura de ltalivio Coelho pura 
prereito de Campo Granrle, batida por 
Caoal!e, em sua última eleição beni su­ 
cedida nesta cidade. 
Aí. o ex-governador já estava bem 
prático na arte de fazer inimigos, "téc­ 
nica" que se jusUicava na implantação 
de uma nova filosofia política. Pelo te­ 
lefonP. demitiu o sr. Frederico Campos, 
da P,·deltura de Cuiabá, um dos oasos 
mais comentados da epoca. Campo, hu­ 
milhado teve que se mudar para Cuha­ 
tão. retornando no início li.e 1975 pura a 
Secretaria de Obras, a convite do sr. 
Garc1!l Neto. Sem explicação cunvlncen­ 
te afastou da direção da Cemat, o eco­ 
omista Alceu Sanches. Por razões até 
"""' 
a 
boje não do conhecimento públlco, de• 
volveu a Campo Grunde o seu prloclpal 
auxiliar, Antonio Mendes Cnnalle. E, nu­ 
ma catasirófica sequênch liquidou com· 
pletumente seu vínculo r.om o8 pessedts­ 
tus que o levaram ao poder. reconquis­ 
tundo do chamado 1 ° time, poucus e sus­ 
peitáveis amizades, como a do ex-deputa­ 
do Valdevlno Guimarães e criando um 
grupo eompletamente neófito e polltlca­ 
mente inexpressivo, em termos de pres­ 
tígio eleitoral. Esse bloco, pouco consis. 
tente pela Infltrção de elementos estra­ 
nboe "a nova filosofia", revelou apenas 
um grande líder: Levy D tas. Admlnistr,l. • 
dor de visão extraordinária, político po­ 
lido, Levy projetou-se como imagem c!o 
herdeiro do líder lodependeato e é vir,to 
como uma terceira fo:ça, d1;1do, sobretu• 
do ao misticismo que criou ern tomo de 
sua administração em Campo Grand ·, 
atrnvés tle um plaoeja.r:eoto ➔lstema de 
divulgoç[!o de obras que realmente fo. 
ram feitas e serviços que foram preta­ 
dos. 
O grupo. do qual acercaram-se velhos 
inimigos como ltalívio Coelho e Ubaldo 
Barém, foi batizado como "ala indepeo­ 
dente" da Arena e praticou outra tra­ 
quioagem infantil, ao dia do bulismo. 
Pedro, em manifesto de repercussão oa­ 
cioual, rompeu formalmente com o go­ 
vernador Gercia Neto, gerando a pri­ 
meira crise política estadual de 1975, 
consequente de ua omissão na campa­ 
nha eleitoral do ano anterior, quando 
derrotado na Coovençlio da Arena, pelo 
r. Medes Canalle, rebelou-se contra a 
orientação partidária e cruzou os bra­ 
ço°, prejudicando inúmeros companhei­ 
ros de sua própria ala, como Victor Eu­ 
gênio, Eduardo Contar, Coronel Diu e 
t&ntos outros que, por falta de um apo­ 
lo direto, amargaram penosl derrota. 
Oe· "independente;;" chegaram a consti­ 
tuir um bloco parlamentar na Assem­ 
bléia Legisla.tiva, teoricamente oposto 
ao governador Garcia eto que du­ 
rante dois anos, desobedecendo o ideA­ 
rio de sua coost1tuição, obedecPu cega• 
mente as determinações emanadas do 
Palácio Paiaguás, temendo uma repres­ 
são do ''governo político·• que, por ser 
político, passou a exercer castumaz fitl• 
calização a o pre>1enttJ e ao passado de 
seus componentes. O b!oco no Legisla· 
tivo não existiu nem mesmo para as 
peculiares negociações muito comuns 
na atividade política. Há quemn. busean. 
do razões para justificar queda de Pe­ 
drosslan no Planalto. encontre-aR no te­ 
lefonema de dez anos atrás do sr. Fre 
derieo Campos. E há um certo funda­ 
mento, considerando que o atual 5ecre­ 
tário de Obras de Garcia Neto, n8 épo. 
cu era sobrinho do general Dilermando 
Monteiro e continua sendo. O que é mais 
correto definir nestas duas décadas de 
q de 
tividnde política do sr. Pedroslan, como 
fator de seu dltanelamento cada ez 
mais sensível do poder, é o medo de 
eus adver árlos, crncurrulado'l entre Ofl 
ncenos de Brasilia e a situação elrltoral 
no Estado. Em l:frm,í1111 Pedro fa vnrHo 
do Presidente. Em Mato iroso do Sul, 
Pedro favorito do povo. E a rreua? 011 
i;eus l11lmlgos se juntaram uos srus a­ 
dversários e sofismaram uma defensiva 
aos lntere8ses parlidárlos. Pedrc teria 
que somar, unificar, harmonizar a ,rena. 
Esta foi condição lmpostu peloa presl• 
dentes Gelsel e Figueiredo. Não conse­ 
guiu e n'Jm lrmtou. Esperou no e:splt>n· 
dor de seu ladlscutíve>l populismo, atra• 
ir os mais diversos i;egmentos arenl t!is, 
com o seu magnetismo pessoal, preven­ 
do que juntJlndo-se àR diferençai eleito• 
N< Is mais Importantes, neutralizaria a o• 
posição de Mendes Canalle e José Fra­ 
gelli, Inviáveis num prc,jeto de r.oncilla• 
ção mais amplo. Inicialmente co11i<egulu• 
se a adesão do senador Italirfo Coelbo, E IH! ruzões se 
a quem lhe foi prometida a continuação explicam não apenas na 
no Seoadu, como biônico ou como can• ridícula lnlml;,;ude entre 
rlldato do grupo às eleições diretas. Com os Joia pollticon, nH.111, 
Itallvio aproximou-se à ala independente principalmente, no tato 
um outro PX-udealsta, o fronteiriço Ubal- do senador ortodox,• ser 
do Harém, negociando sua deão com um dos priucipais bene­ 
uma reeleição mais tranquila para depu- ficiários da mordomia 
tado federal. Pela primeira vez. Pedras- governamental e em Ma­ 
sian raciocinava em grupu. Tentava acer- to Grosso do Sul. r:om 
tar uma vez, prncuranrlo chegar ao gover- qualquer outro no gover­ 
no sob uma proposta po!ítlcA conc:eta, no. por maior que seja 
de a sua estimável posição fo,se taro- c seu esplrlco de reno­ 
bem a de seu partido. O próprio Rachid vação, sempre sobrará 
De"z' e<bcçU Ar!zs ten:at/as de pro-'una !atua. Com Ped;os­ 
xlmação o me mo ocorrendo cor,:; o sian não lhe sobraria 
benqueiro Lúdio Coelho que passou a nem o prato para lam­ 
governança após e s g o t a d o s ber. Haveria um verda­ 
todos os esforços para evitar um "ho- deiro despejo no Edifício 
mem de fora" mesmo que o sacrifício das Repartiçõ~s Públicas, 
custass~ a nomeaçãu do próprio Pedros- desarticulando comple 
siao, que irredutívd cão acelt,na outr11 •, tamente umn equema de 
alternativa qu"' n/io fosAe o seu próprio, sobrevlvêor.la quf', a bem 
nome, vetando inclusive companheirox 
1
, da verdad~, jamais será 
:ie sua ala como ilarcelo l1lraodu, o pre- desmantelado. E s t a 
feito de Campo Grande, e uutros que ameaça que tão chegou 
ron:la vam seguidaa:eote a lista elaborada a ser nenhum segredo 
pelo illnistro Rangel Reis. nos dia mais ardidos 
A política, como o futebol tem sua da expectativa nomeató­ 
ceras .Si sites @ iro @iro.ss @ E.2.%%1.2 
ui, espólio do pessedismo e do udenis- diretos do líder indepen­ 
mo, encravado o miolo de todas as ten- dente. deve ser contabi­ 
dências, qualquer regra vale. já que o lizada 
00 saldo r.egativo 
conportamento adotado pelas principais do sr. Pedro Pedrossian. 
alas ditas dominantes, é do mais lmen- corno pecado por exces­ 
tá vel passionalismno: quem está por cima so de confiança. Pedros­ 
está satJsfe1to pls~ndo ª!!- cabaça de quem sian acreditava tanto na 
está por baixo. Generalizou-se em mal palavra do Presidente 
um ponto contrário à sltuaçao do Sr. Pe Geisel que passou a 
drosslan, o rumor de que a sua volta ao • 
governo representaría uma espécie de 
"tiro de misericórdia" as pretensões de 
todos os seus adversários, temor fundado 
ao Jnto de 11ua discordância com o prin• 
cípio do bi-partidurisrro, revelacto no seu 
lu(IIRtinto rt'lecloonmtnfo 
político, !requentado 
tanto por arentstas como 
por om,edebi«tas modere­ 
dos, Governador, Pedros­ 
·ian repetira em Mato 
Grosso do Sul, a "opera­ 
cio vassoura" de Jato 
Qundros, o que vinifica­ 
la desalojar da Arenn 
governista, importantes 
figurões e té alun» 
que não tem nndu a ver 
com u briga 11 de cima 
cu lá de bníxo. A reação, 
no jogo sem regra, no 
poderia ser outra. O es­ 
toplm da bomba não 
poderia ser outro, senão 
o Senaàor Mendes Canal­ 
le . 
(Continua . ,j 
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'I'rlbua'l da Frontelr,1 Rf'!O Vlstl 1s. 
4) 
MINISTÉRIO DO EXÉR­ 
CIT0 II EX ·• 9' IlM · DC 
10!! R.EUIMHNMO D8 
CAVALARIA "REGIMEN· 
TO ANTONIO ;JOÃO" 
EDITIL 
O 10' RC' devidnmente 
autorizado pelo 9.a He~illo 
Milil.or. venderá o 8Cl(t110te 
material nhaixo: 
- 63 (seHcnt.n e tres) cumu 
tipo beliche no preço uuitnrio 
de Cr$ 120,0íl lcenlo e vinte 
cruzeiros) perfazendo um total 
do Cr$ 7.il60,0U (~c:tc mil, qui­ 
nhentos e senta cruzeiros) 
O material ocima podcrú 
ser exominodo de 2.a A 6.n 
feirn <ln• 8 horas às l l [horu 
e dos 13 as I6 horas no alwo­ 
xorifodo do 10 RC. 
Os intcrcun<los Jeverilo 
entregor suas propostos, im - 
preterivelmenlc até o <lin 2 
de maio de 1978 à~ 10 horas, 
no local de ovoliaçilo e npuro­ 
çilo du oferto~, 10.o RC. 
Quolquer prorosto que 
niio eucju do ocn,do com na 
presentes instruções ocrá re• 
Jeitodo. 
No nto da entrega das 
proposto, será exi,,ido a im­ 
portancia de 50 4lo (cinquen­ 
ta por cento), crn moeda cor· 
rente, corrcopoodente a caução 
de inscrição que será restitui­ 
do oos coocorreote1 oilo vence­ 
dores. 
O licitontc terá o prozo de 
48 (quarenta ,e oito) ho111s a 
contar dn notificação de que 
foi nprovodo o venda, pela 9.n 
Região Militar, parn integrali­ 
zar o pagamento e dez dine a 
contar desso dota pnrn retirar 
o material, prazo esse que, se 
ultrapassado ocasionará ruulta 
do armnzenamento no base de 
OI o
1
o {hum por cento) por 
dia que exceder do prazo pre­ 
cedente até dois dias. 
O licitante que; tcrmi• 
norlo qualquer dos prazos que 
lhe foram concedido•, deixar 
de rctirur o motniol a,lquiri. 
do, sem qualquer entendimen­ 
to com o Comando dest• OM 
dentro de 48 boms, perderá o 
,lircito de posse do mesmo, 
não lhe cabendo a restituição 
rla• imrortâncias depositadas. 
Quarte ern Bela  isto MS, 
to de abril de 1978. 
Miguel Angelo Teixeira 
Pedroso • Cap Cnv Prt:•ideute 
da Comissão de Licitação 
Tribuna da 
Fronteira 
Objetividade 
Análise 
Informação 
BALANETE DA CASA DA A,;· 1z 
DEZEMBRO DE 77 	ll 
RECEITA 
Saldo anterior 
Dinheiro mensalidades 
Dinheiro Mcebldo R. C. 
Chá e bazar 
total de receitas 
3.5G8,75 
4.8G0,00 
B. VJotu 1.000,00 
8.081,00 
17.509,76 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANÁRrO - 
l• U N D A D O E )1 2 O / 2 /7 2 
lnsc. E,t. 1309533,l !! CGC-MF: 03.200.736/0oo 174 
Hednçilo e Administração 
R. Duque de Caxias /n. Bela Yista MI 
Oficinas: Huo Duque dt: Cnxius 1/11 
llolo Viun - Moto Grono 
lledator.Chefe haldo l'ruin 
AdrniniurnçAo: Murin Esteio V Pereira 
Departamento Comurcial: Alvoro Pereira 
ASSINATUHAS 
A,sinoturn Anuul Dela Visto CrS 
Demais Municipios CrS 
200,00 
250,00 
Tribuno da Fronteiro é urna publicnçno 
da OHJIVAPE- 
O, artigo• publicado, com assinaturas dos 
autores nno traduzem k opinião do jornal. S11a 
publicoçiio obedece ao prop6sito do debate doa 
problemas municipais e de refletir as diverso• 
tendencia• do pensamento universal. 
1 
DESPESAS 
Compra óculos cont. Nt 3.20 400,00 
Gás para hospital Paragunl 
nota 3398 	W-1.00 
Receltns em dtvorsufi f rrunclas conf. 
notas o recibos 	1.0'.!.'.i,OO 
Pngn; do dois cnlxõefl do defunto conf. 
notas 	30,00 
Compras pura asllo conf. notuB 
diversas 	959,00 
Dinheiro doado à vô.rJui; pcs&oas par·a 
viagens a· Campo Grnnde e S. Paulo 
conf. recibos 	1.300.D0 
Ajuda ao menor Ulisses parn continuar 
tratamento paruli,,ia Infantil, conf. 
recibos 	2.2000,00 
Ajuda para compra di, pernu orto- 
p6dlco 	.'íü0,00 
Compra rle 50m. tecido para lençol 
doado oo hosplt.JJI P11ragual R12.00 
Aquisição de morlm para trabalhos do 
bazar 	400,00 
Aquisição de linha pura trc1balho11 do 
bazar com notas 	880,00 
trtal de dr.sperns 8820,00 
Receita 
Despesus 
S!!ldo 
Tesoureira: 8E:atrlz 
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Bela Vista t Sul _, 
Contraponto 
bastião Ner 
0 t 
se Te&.. ,7.I. .a«e-« ««o«o e 
manh no Aeroportos do Galão, diria que aquilo 
era u trerendo comício, "tons«ta politia d 
is de dois é comício') À conversa era le uno 
de dez enadares e Deputados dos dois partido 
,,mh u~ ;1ndo \lr, Hrn-,ili t~ 11n ,io-,,t,i_ 11J,r: 1. q lf••. 
alguns visiveluente constrangidos, todos no u 
louquecidoe twtuito diálogo da demo raia relatia: 
- (J MDB do Hio tinha que se te+peitar 
- Por <jt1l•! 
-- Fizeram urna li-ta pars prefeito do fio 
no governo de Chagas e puseram o delegado de 
polícia Sérgio {odrigues. +ó porque ele é o pro· 
curador pessoal do General Figueiredo, e o <'•· 
tério e por que o MD mio pós também o 
médico, o dentista, o alfaintre, o alista 0nu o bo. 
mm que faz a sela e os chicote+ para os exerci 
cios hípicos do futuro presidente! 
--- A Arena também, A levoluão foi feita 
inelu-lve "para acabar com + oligarquia,". Na 
Hahia, vice governador é o Luis ian eto, filho 
do Luix Viana Filho. que foi governador a (· ftllw 
do Lui Viana que foi tambétw _governador. O Se­ 
nador "Hionico" 6 o Jutahv, filho ,J,. Jurncy, 'l''~ 
foi governador. E o António Carlo», o governador, 
que_jí_foi uma vez, filho político do Jurary e 
to albino, que forum governadores, e isso nlo 
é oligarquia, ó rasgando o- dicionários. O_ po,n 
voi clar o troco crn b dl' noveu1hrn e o H,,mulo 
Almeida acaba e elegendo senador pelo MDI 
. Mf- o Iohrto S+tos ficou de forn. 
- Porque não te111 filho cm id□rl~ "hii>uic,1"· 
Se tives+e, o menino seria o "bionico" on suplen­ 
te do "bionico". 
Ma. ele vai ter uma pvi;ão importante. 
Leu u nora dele'/ Vai ser presidente da "Medobrá+." 
- Tenho um ,ice btimo pnru u "Metlr>hrilo'. 
O Paulo Pimentel 
E embarcaram todos, sorrindo relativa 
mágoa- (FOLHA SP) 
Horóscopo 
,HIES 
semuna pão é das melhores, porem tudo e 
ajeitará e cê ::a:utier a calma, 
TOLJRO 
Scmono muito feliz pura a vida t•rn familia O­ 
neócios não .:stiio em fase muito boa· Tudo ten­ 
de a melhorar dentro du• pr6xirnos <liu•. 
GEMEOS 
Tenha cuidado com viagens longas. üo se can­ 
se demais e nem se descuide nu olimcnt□çào. 
CÃl'CEH 
A ,emano é muito boa para brincar de namor•­ 
dinho· Que tal dar urna clifereure. Deixe de lta<J­ 
car o marido emburrado e aia da toca, 
LEÃO 
Sucesso nos negócios. pesar de ver uma emana 
uw tanto inútil você notará os fluidos po»itiv o». 
V1HGD1 
Não e descuide dos runtos moroos. Não re 
solva assuntos relacionados com negócio-. 
LIBRA 
No assuma eompromissos amorosos, A emana 
n5o fovorec-,. 
ESCORPIÃO 
Procure .aceitur a» coisas como tão sem maiores 
problemas. 
:-AGITJ.IUO 
Os nascidos de Cupricornio ncce,sit~m de eUA 
ajuda. Tente colaborar. se possivel renuncie a 
nlgo e dê uma mãozinha.. 
1 
' 1 
.. 
CAPRICOH ·ro 
Tente não se iludir com promessas, pense no 
seu dia a dia que é o melhor a fazer. 
AQU,IlIO 
O bom julgador julga os ourros se,;uudo •eu, 1 
próprios uto,. Pense sempre nis,c> aotes de dH 1 
□opioiiio. 	,.  
PElXES 
Nao critique as pesoas por trás, porque nlo xi-­ 
te nada mats desagradável do que a mentira e 
fingimento. 
SERRA 1ft 
MADEIRA BRUTAS E APARELHADAS 
VIGAMENTOS FORROS 
Uma ladustria que 
Rua Santana de Paraisa Nº 1 ex. P 
acompa ba 
1 
o Progresso de 
ASSOALHOS 
BONITO 
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BATENTES Gli.-R :IIÇÕES 
1 
1 
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[onitg 	Mato Grosso do Szl ---'--..a....;;;;__ 	~_;.:.:_:::..:::.::.:~=-u==-------º!_- 
.J.

Pag. 7 
3347 --~----~ _, _ 
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e ontinuaçào ... 
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sulstimar a capacidade de articulação de seus 
inimio, uo mesmo tempo quv deixava 
du rcconH aos Hem; liderados mui ln­ 
Jluentos em asila. Ao que consta, ó 
próprio Mnrcelo Miranda, uaigo pessoal 
do Ministro hnge Fels, crente de sua 
lnvenclblllclude, nunca intercedeu a seu 
tnvor, limitnndo e. por uma questão de 
"elegflnclu politlca" ,,. talvez ulimrntan­ 
do uma vgu esperunçu de vir a ser 
"•rnrtcado" 1111 lugar cio Harry Amorim, a 
manifestar-se "i;olidúrlo com qualquer 
nome de preferência do presidente Gei. 
sei", poslçílo nssumida pelo ex ·prefeito 
Levy Dlas, em pronunciamento quatro 
horos depois du uomeaçüo do engenhei­ 
ro gnúcho. 
O erro mais lamentável e mais di­ 
fundido pelos próprios indepondentes, por 
trazer uma discutível marca de tralç[o, 
foi a rPcuperuçiio de outro ex-udenlsto, 
membro honorário da ol'ganlznçflo direi­ 
tista Adernai. Do pantanal, oodo encon­ 
travo-se morto e e:epullado pura a políti­ 
ca, o /!OVernudor Pedrosslan buscou pa­ 
ra sucedê lo, resistindo o veto dos 
companheiros mnis Henou.toR, o bacharel 
e pecuarista José Fragelli. AcontecPu o 
que todos espera vum: Fragelli rompeu 
co~ o seu padrinho no dia da posse e 
durante todo o seu mando to hostilizou 
abertamente, denunciando, lamentando e 
teatando .llproximução com alguns pedris­ 
tas mais vulnerávels visando enfraque­ 
cer o esquema de sustentação politicR 
deixado por Peclro•sian em alguns ór. 
gios pá!icos. Este e quem, que se 
mostrava ativo no Dermat, no DO e en 
algumas importantes secretarins foi de­ 
finitivnml'ntt> aestiluido pelo Sr. Garcia 
Neto. turnuém escolhido com o aval pe­ 
drossianista que, consultarlo por ocasião 
da sucessão do sr. José Frngelli, límitou-se 
a ve!ar o nome de Canalle. 
Dos erros de Pedrossian, o menos 
r. o m e n t o d o e o que guarda 
maiores r e s II Pn t i m e n t o s, está 
arquivndo nas páginas recentes da his­ 
tória política reglonel. Data do segundo 
semestre de 1968 e marca o incidente 
mais obscuro de sua carreiro, tornando 
sem efeito sua duvidosa pregação pelo 
reestabelecimento do Esrado de Direito e 
redemocratização do pais. Trota-se de 
sua culs.boração com os "duros" do E· 
xército a quem· forneceu uma lista de 
cassações. incluindo cuidadosumente 
seus dois principais adversários na As­ 
sembléia Legislativa: .-ugusto Mório Viei­ 
ra e Sebastião Nunes da Cunha. Esta· 
passagem negra marcou deflnitivaruente 
a radiculizsçilo e justifica ação violenta 
de Canalle no pleito oou1eatórlo, resultan­ 
do no formal alijamento do processo 
em curso, obrigando-o a aceitar a hui­ 
lhante condição de simples colabcrador 
da Arena numa candidatura ao Senado 
que poderá ser impedida pelas razões 
que não permitiram sua aE'cenção 1:0 
governo do Est11do, quais sejam, uma 
sequencia de erros, consequentes de u­ 
ma filosofia que só udmile lidar e sim- 
patizantes, ubjurnndo liderados, esarne­ 
cendo os adversários, e enfiando na ca­ 
beca do povo simulacro de filosofia, ba­ 
cieado no velho populismo Ademarista, 
onde tudo se resur:10 ao condlci•rn11men­ 
to nmblrntal de po,turus imcdluti,tas. 
RPm traduzir no er,tunto, quulquer men­ 
agem revolucionária. Em p:::litícu, dizem 
o3 mais experientes, os erros devem ne­ 
cessariamente signif!curo equilibrio, 
nunca uperundo aos acertos. O r. Pe­ 
dro PedroAslan Pstá com um déflcll sa­ 
Itnr aos seus Incontáveis inimigos e in­ 
quietante ao grande público eleitoral 
que espera, já sem a mesma esperança 
uma volta per cima na convençà;:; du 
Arena que escolherá os candidatos á 
eleição direta para o Senado. Terá ele 
tempo, em tão pouco tempo. de prticar 
tantas boas ações quantus forem nece­ 
ssárias para conseguir uma sub-legenda'? 
Conseguindo, conseguirá adversários pa­ 
r massacrar nas urnas? Um coisa há 
de se reconhecer notei; de qualquer pro­ 
gnóstico: nesta luta, o mais importante 
é sempre o primeiro "round", por ser 
mais diliil por apresntar os lutadous no auge de sua 
forma física. Este primeiro "round" foi 
a nomeação do governador. Neste Pe­ 
drosslan foi Impiedosamente nocautt>ado. 
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É, POIS 
PEDRO PEDREIRA 
EXPANSÃO 
Quando 11 Tribuna da Frontelru, 
inlclava a sua escalada no campo jorou­ 
Usllco, rnuH011 beluvletens('b IJÚO uurodi­ 
ta vum n "ldêlu", O Jornal era impresso 
op Aquldauanu (aquele abraço Aldo Roy 
Loureiro), Ylvlu do anúncios ceporádleon, 
e eemuuuhnenle oru nquelB lulu pflra 
cobrir o preço das lmprestiões. Foi urr.11 
verdadeira guerra. O gl'aude 11mlgo Luiz 
011rloe Nazaret ( ex gerente do Buuco do 
Brasll) acreditou no idealismo e nu fibra 
doe homens da Tribuna e 1101tou 11 grnua 
para a gráfica. Dái pra frente foi uma 
maré boa. 
Crh1e? Lógico. Alguem jó viu ero­ 
pres&. Jornullstlcu nllc; viver em crise? Ad 
despesas slo imensus. Estamos reestrulu­ 
rando o [oral, antes, mais uua empre­ 
a familiar. Hoje, buscando noros oaml­ 
nhoe, ■o organizando, traçando objollvoo 
viáveis. Buaoaudo novos métodos, Inves­ 
tindo no homem belavistese, aereditan 
do na reglllo, t•xpandlndo suas allvid.i.­ 
des, a, talvez, servindo de exemplo nos 
poeslmlstas que nunca acredlturnm em 
Bela Vista. 
do doMDB.ao encrdames 
quuudu diz que, o prefei­ 
to do Bela Vista é in­ 
competente". O dr. Cus­ 
tro Pinto pode ter vá­ 
rloH defeitos • quem nllo 
os posou( . mas Incom­ 
petente não. Qucriu ver 
o deputado udmlnlslrur 
um rnuulclplo pobre, com 
umu arreoudaçllo rldicu­ 
la e som ajurlu muclçu 
do Governo, fazer o que 
Cstro Pinto [ Iêz. As 
ve:.:es, dlscordumo'l coro 
o atuul prefeito - no cam­ 
po político - mas na par­ 
to udmlnlatrntlvu ofio. O 
home já fez multo e o 
setor educuclotrnl é um 
oxomplo disso. E n anor­ 
gl olétrlcu? Queiram ou 
nllo, ele é o grand6 ar­ 
tifice da conqulota do In­ 
terurbano, du Energia E­ 
létrica de Ububupunga, 
du nova A ven!da, dos 
novos Colégios, etc. A­ 
contece que pp11sou por 
umu fo.se dlfloll (Doença) 
e'lóglcamente, sontlu o 
dra1Ln. lnco1I1petente não 
talvaz um JJOlítico "sem 
flexibilidade" ... 
09(J;:,!Qi)8:)i)ij:J 
Somos uma grande familia e com 
a ajuda de todos vamos transformar a 
Empresa num Grupo Forte. Hoje 11ílo 
quatro jornais (Tribuna dn FronMra, 
Correio Jardinense, Tribuna Murtinhense 
e Jornal de Bonito) dua~ gráficas: (Graflcu 
Apa e Siate11e Editorial) e estamos orgonlzando 
uma nov11 empresa, ligllda tambéa: ao 
ramo editorial. O leitor deverá e lar per­ 
guntando: O porque desse mini relatório? 
E uma resposta e uma prestução de 
contas aos belavistenses que acreditaram 
na Tribuna. É um alento aos que vivem 
11.pregoando a sirnaçfio critica de Eelu 
Vlata. Aqui eslamos cre~cendo. Aqui tltl· 
tumos criando uma EwpresR Jorilallstl<!a 
com ramificuçoes em todo o udoeste. 
Parafraseando Caminha "Aqui se plun­ 
tando tudc, dá". É preciso, únic:mmcnte, 
Trabalhar. Com fé. Com garra. Sem medo. 
Para Isso, para crescer, coutamos com a 
tranquilidade proporcionado µelos ho­ 
mens que fizeram a Revolução de M~rço. 
Com Imensa vontade de transformar a 
Nação numa Potencia Mundial. Esti1mos 
chegando là. Nós, orgulhosamente afir­ 
mamos: Estamos Partlclp1111do da. Arr&.n­ 
cada. Com crise ou Bl!m crise vencere­ 
mos Tudo. É a lei da Vontade e Aço... 
.é a força do trabalho. 
+< << 
FUNCIONÁRIOS 
. Após a publiç11ção e.cima, alguns 
funcionários d Tribuna, principalmente 
o puaoal que está com a gente desde o 
inicio (Adalr, Gllsoo Helio) arregalaram 
01 olhoa e ficaram "matut11ndo". Lflmbrtt­ 
ram os velho, tempos. Tempo das vacas 
mngraa. NO.o que a situação boje em dia 
esteja tranquila, mas, hoje, o leite dos 
guris eatá mais garantido. Só quem Vi­ 
ve Jornal poderá sentir a11 oscilações 
financeiras de umu empresa jornalistica. 
Mas é uma grande av11ntura. Uma gran­ 
dlou aventura no campo das idéias. Nln­ 
guem fica rico com joral. as, quem 
vive jornal, fica rico de Idéias. 
eG +sGs? 
. Entrevista Sergio Cru z 
liulto boa a entrevista com o deputado 
SergioCruz. Concordamos com alguns 
conceitos emitidos pl'lo agressivo deputa- 
É • • • 
Candidatos 
O comentárlo geral é 
que os candidatos a can­ 
oldatos Ely de Araújo e 
r.urJos Mcdclrcs, c'.cvlúo 
a uma série Jo fatores 
nüo vão tle eleger. O po­ 
vo l de Bela Vista) vai 
dtir• preferência aos Be- 
1,wistenses, mas essa vo­ 
taco não será suficieu­ 
te. É t1. voz do povo . , . 
GG G 
Lino 
Repercutiu as declera­ 
ções de Gctullo Lino. E­ 
le ucha que a Aronu vai 
ser derrotadz. no.s pró­ 
ximas eleições. E uma 
oulniüo ... me r e e e ser 
respeitada ... e medita­ 
da. 
Delegado contra a 
Imprensa 
Transcrevemos noticia 
publicada no jornal Cor­ 
reio do Estado, critican­ 
do a atuaçã<> do delega­ 
do Irlneu CarJiual. O de­ 
legado regional de Cam­ 
po Grande é filho de tra­ 
dicionul família bela vis­ 
tense e pelo que parece 
COMEÇOU MAL SUAS 
FUNÇÕES. 
1 
- 
AR, VII I-tá Via MS 13,30/0/78- N. 257 
Porturl:.. baixada ontem pelu delegado 
regional Irlneu Amaral Curdlnal, cerceia 
a liberdade de imprl?nBa o impõe regi­ 
me de por .. eguiçúo nos repórteres, limi­ 
tando suas entradas nus deler,-uciul'.I o 
estabelecendo hGrárlos para utcudime,n- l 
to doR de1Pgado8 t o prlrr.riro golpe 
muis rude que o noYo regional aplica 
na imprenen, ao mesmo tempo em que 
os marginais proliferam pelas ruas e 08 
"bate-paus" infestam as delegacias, o­ 
tadamete a Central, Instalada ao lado 
dn Regional. Ontem pela manhil, quando 
chPgaruca para iolclar mais uma jornadá 
de trabalho, os reportares pollcluis ja 
foram 'barrados por um elemento estra­ 
nho a?s meios policiais: mais tarde hou­ 
ve a liberação. com o esclarecimento 
de que mais tarde os diretores de jor­ 
nais e emis6ora,; de radioi; receberiam 
um ofício com us explicacões ("?) da me 
did adotada. L uu tau core;o para ui 
delegado que, untes de se preocupar em 
combater o crime e os crimiuo~os, decide 
impor a sua límitnda força cootra os que 
trabalham. 
Ungido com a proteçíio politlca, o no­ 
vo delegado regional, advogado, crlador 
de gado e adi.>pto de corridas de cu vaio, 
que assumiu h cerca de duas semanas, 
abriu ontem uma "guerra fria" contra u 
imprensa campograadense, baixando u­ 
mu portarfo segundo a qual os repór­ 
teres só poderão efetuur "a coleta da 
.iotícia" entre 9,30 e 10 hores e de 16, 
30 e 17 horas, dlarlamente "na sala c!e 
imprensa da Delegacia Centr111"·. Yale 
esclarecer ao nobre [bacharel que im­ 
prensa te apenl:l.ti un "S"e que eere­ 
ve-se assim. luprensu. 
Na porta.ria, que recebeu o número 
008/78/DRP, o regional baixa algumas 
"Instruções", deste teor: 
Os senhoree delegados de policia de­ 
verã~ elaborar boletins de informações I 
dló.rias, em breve relato, observando as 
regras processuais, no que diz respeito 
a fatos de natureza privada e bem as­ 
sim aqueles regulados pela Lei especial 
de menores e da mesma forma ao~ re­ 
lativos ao Ari. 20 do CPT. Nesse item, 
fica bem claro que o regional exige 
que os delegados percam parte do tem­ 
po que deveriam dedicar ao bnm funcio­ 
namento da policia para exercer uma 
função jorualistica. 
Dai, o delegado parte para a grossei­ 
ra ameuça: "Nenhum delegado, poder-á 
permitir o acesso du iruprt::ns11 nos livNs 
de registros de quelxa.s e nos inquéritos 
A COMBATAR 
L 
a 
Encmanto isso os marginais proliferam pela idad e os "bate .. 
' paus1 • infestdm as delegacias d policia 
pollelals, sob pena de responsabilidades" 
No sou devunolo, Cardinal prossegue ta­ 
xativo: "Os senhote dolegudos estão 
terminantemente proibidos em permitir n 
presença de repórteres ou qualquer po+ 
soa etranba uo serviço, nu sulu de ln­ 
trraat6rio, n gala do comissário e no 
serviço de cartório". Nesse [tem fica boa 
definido J cerceamento à. Imprensa. E 
fica.e u perguntar como é que o dele­ 
gudo vi fazer para {espantnr os baíe­ 
paus que lnf1>atum as deleguclra, com a 
proteção dos delegados. A prolblçilo do 
aceaso dn imprenz!a. à l!nla do lnterrogn­ 
tório !eva e crer que o regional teme 
que se preenclem outra esos de e+· 
pance.me:-:tos que tantas vozes foram 
denunciados· ainda na semana passada, 
deuunciava-se que PMs espancavam Do 
interl<'r da C1·nlral um ln[EIIIZ preao. E 
se presume que es» proibição vise, tlo 
oiueue acobertar eventuais sujeiras 
que j estaria sendo articulndas. Se a 
imprensa não vê, os abuses podem ser 
maiores ... 
O último item das instruções de 
Cardinal frisa: "Oe senhores delegados 
deverüo estubdecer horário e Ioeal para 
~erem os Indiciados e bem assim 011 pro­ 
dutos relacionados com delitos, fotogra· 
fados pelos repórteres". Se algum proso 
estiver todo urroxeado de cacete, presu­ 
m1>-se, deverá fienr escondido até apre­ 
s:?n tar uma melhor aparência ••• 
cJé malfada portaria é datada de ontm cem 
umu inorível recomendação: ''publique-se 
como se o regional pudesse tandur, co­ 
mo pretendtt, n11 lmprenna cumpogrenden• 
se. De qu11lquer forma, r. portaria ó t.llo 
aberrante que valeu u pena publiear os 
trechot1 mais aofrívois. Seguntlo o delega­ 
do que não quís atender os jornalistas 
pra explicar suas determinações, essas 
providências destinam-se Iacilltar o tra­ 
balho dos jornalistas. 
Os repórteres, que ontem já começaram 
a sofrer, levam o irônico pedido feito 
pelo regional ns data de su pose, soll­ 
citando u colaboraçrio da imprens que 
pudesse desenvolver os seus trabalhos. 
Paralelamente, recabiam o. informa.ião 
de que o investigador João Anacho, que 
espancou um menor defronte á. Deleg11, 
ela de Menores, foi perdoado pela Secre­ 
taria de Segurauça, reassumindo hoje as 
suas Junções. E lembrou-se que aquele 
espancamento não era o primeiro ato ele 
violência do policial "perdoado" e teve­ 
se uma idéia, bem clara, do que signifiv 
ca a pa]u vra policia. 
(Correio do Estado • 19-4-78) 
CONFIE SU.A DECLA 
... 
UMAS BIIS 907 ~ GlE­ 
Ê Só Falar com a Moça .,- Atenção 
07-04-78 para quem tem imposto a 
C Il 
DA A 
para os prazos de 
2O-2-18 a pagar ou restituir 
entrega de 
10-5-78 p ra q 
20-02-78 a 
isento. e