'I· 
u 
FREDE CO CBMPOS VAI GOYER 
0 engenhelro Frederl­ 
eo Calo4 Soares Cnmpos, 
atunl hl'Cl'(•tár!o do Vl11.­ 
çio o Obras Públicas do 
Governo de Mato Grosso 
l'ol lndlcnclo para uce. 
dt·r José Garclu Noto. A 
Informação foi IIeradn 
pelo Pláclo do Plouulto 
o lrnu"mltldu pelo tlluol 
governante. O futuro 
governador, que é sobri­ 
uho cio cornuuclanto do 
l l Exll:·cllo, geaPrnl D1- 
lermando Gomes .lontol­ 
ro, era upontudo como o 
Sllgundo nu prcferôucln 
goVttl'JIUlDCíl ~!l 1. 
Puralelurneute, rornm 
anunciados os nomes de 
Luudo Natel pura o ver­ 
anr São Paulo; l<'rnace!l­ 
no Pereira, para ilinus 
Gerais; Alacld Nuue6 l Pa- 
Rachid Aplaude Indicação de Amorim Costa última Pág. 
13 
□
R MT. 
r), J0o Ca«telo 'far. 
nh o), Guilherme Palmei­ 
ra (Alagoas), Tarcito 
3udtl /P>Hulb;1) o ,Jorge 
Konder Hornhuser para 
Santa Catrina. Com o 
anúncios, o ovurno en­ 
cerra a fane de scolha 
de futuros governantes, 
proocupanr!o-110 agora 
com a indicação dos se- 
011dore11 "blonlco11". 
do Sul 
li 
IIGR 
PE 
o 
O pecuatista Sebatllo Zacarias gaduce o Svuher 
Prefeito Municipal, Dr. Huben d Castro Pato, pe!o serviços 
prestados no tocante a conservação da tetrada que demn 
dr. o sua l111.,:11cJa. 
EHTREVIST A SENADOR PAULO BROSSARD 
Pg 2 
O QUE É SER 
OS CANDIDATOS ... 
ROSACRUZ 
MEU CANTI HO 
(PÁG. 3) 
POUTICB ou < Púg. 
3
) 
DE ACAO T ADANO 
PREFEITO 
E JARAM 
é candidato 
A 
Deputado 
Federal 
(Pág. 4) 
NOMEADA A 
C O m 1 5 S a O para 
7.a EXPOSIÇÃO 
O ~indicato Rural de Bela Vis 
ta, at-ravés de seu presidente, 
Vitor 1:-'eazo e vlcE>-presidente, 
Robervn I Borges, nomeou a Co­ 
mit;são Organizadora pura a 72 
Expnsição Agropecuária. Na pre­ 
sioêacia, ficou o pecuarista Luls 
Aldi, que em breve conta to com a 
reportagem da TF, delineou al­ 
guns objE>tivos básicos para o 
:mcesso dn mostra. Enfocaado a 
necessidade de um bom plune­ 
j1rn1en to. Aldi já iniciou os ron­ 
tatos nas esferas este.dual e fe­ 
deral, visando angariar recursos 
financeiros. A realização da Ex­ 
po em Julho ou em Outubr'J está 
dependendo da Secretar_ia da 
Agricultura mus, 11a próxima e­ 
dição já teremos a palavra final 
da Comissão. 
A f o n s o Dilo n também é 
Candiàato 
(Pág. 3) 
t 
'-· 
.. _ 
Na prox1ma edição entrevista 
com o presidente do Diretorio 
Fiori Murano 
HOJE: BAILE NO CLUBE 
ESPORTIVO BELAVISTENSE 
SERGI ROBERTO PERONDI 
ADVOGADO 
S€J1O3)O- Rua 3 de 
Outubro (0 L20 D3 
€)±129) 
Dela Vista Mato Grosso do Sul 
Dr. Carlos Edy Sá Medeiros 
OAíl- Mt. 616 
Dr- Cyrio Falcão 
Advogados 
C 1ss Civis Criminais Inventário:. 
T:abalhistas 
Ritll Rui Barboss., 2?74 C/1 Fone 4-6683 
C ucpo 6-rand.e - Mato Grosso 
r.l! Sebaati.ão Crispim do Rego 319 Fone Bella Vista Paraguai 
71 [g]g Vjtg [alo_'''! 
CASS1NO PARAGUA Y 
Ambiente Seleto - Bebidas Nacio­ 
nais e Imporladas - O maior atrativo da 
fronteira - Diversões • Som. Visite Bella 
Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU­ 
RANTE CASSINO PAHAGUAY. 
"O omereio Jovem de Ma.to Grosso 
do Sul" Basta levar o seu docume!lto. 
O seu crédito é sberto pelo já. Famoso Credi Bio-. Sem Jure e 
sem Fiador e você tem 1 ano para pagar, eu disse Bié-Lar Conees­ 
sionário Ultragaz entrega automática plantão aos dornioaos e fe· 
riados troca de bc,tijão pequeno Assisteaci1l. têcnica pe;manente 
5:1 
Seção de peças especializadas 
Rua Vereador Romeu de Medeiros S/N 
Jardim Mato Grosso do Sul

r "'· ,, 
t revista: 
( 'remo que 
'IP111liro, :,pr·, 1•1111 •o n 
i,IJJJU, l' ln1plrntl1Jr 
p11l11vr;1'1 do l r,11, r ! 11 
h1111 Anti,,~ ('1,n11, n ! • 
tonl1' do (1rn11!l • 11• Ir , 
(lllf' ll!itdlrl 1,0 p11111111H·ln11 
11ol)ro o 1i1•nll!lo dl'' 
Sl'I' !lORll('IUZ Jll(/ " 
fel1! É, unte de mi 1 
J1t1d11, Cllil 111•(!1 1'· ,.,,. li Ri 
ll10Rll10, () tqe tt I id11 
cont-icl•·rudu, 11:r,1v(• do:; 
1.ompmc, 11 111111•{ cl111 ·li d• 
tocluli ª" c•ol.:1.1 
O lrn,rn!'l'uz i-;nl11• qu,• 
11 11101•d11 11•111 clol~ l.1d• • 
11 pnrt11r to 1·,·lía J11h ,. 
lllPlllO'< fll't'l i
1i:l;1 f1,.,, 
Cl111ra <·arnc·t• ristlcn «d 
"ll'l' eo11-d •nt,• 1• ,1 1 , 
forçar situações ou cl­ 
eunstaneias' p»rqu 
be que exf,t,• lllll " íilJ'I> 
Jllll'il ;>11111!':r P ,>1/(I O i''I 
l'U l'l11l1e1. 
0 Ro:-lll'l'U~. ll'!ll ,·1111 • 
viénciu de su u ida le 
com o :b1rnluto I ofr - 
Cl'·lhe todo~ o,; Jh'll a­ 
mentos. p .Jnvrns p 1Jh1·,J!' 
pelo-. qu,ds sr con idera 
responsával. 
O Rosucrnz preura 
Irradiar P11 z P  mor' 
ulio deixn1,do que ,, Ji~­ 
c{,rdla pct·tub" ,uu mP11- 
1e OU qu,• 111:l C-ll,1>(,'Ót'8 
negutlrns o clomiuL'l11. 
O R,)sacruz rnio 01vi­ 
rá as enganosus uges­ 
tões clu dúvidu 1' n.i e 
dsru gm1l'ida 110 tL•mo1·. 
O Rosncruz pr"eur,1.-ú 
Jlbert1n-se do tMio I tia 
:rnsledud<:!, vivl111<lo o 
•liu !i ctia, sem preo<'u­ 
pações. 
o ROS'!Cruz Sflbt>, IHíll· 
belll. que o boje é o 
rruto do oatem, e- ílll" , 
amanhã é o fruto de ho­ 
je. Ele aceitará com n 
mente tranquila ,:qullo 
que nüo pode ;:er mo(Ji­ 
firaoo, e mudnrú u,Juilo 
que pode e dP ,·e ser 
modificado, busc111.1d0 o 
di!'cernimeuto nu silt>n!.P 
voz da Consciência mais 
sublimo. em seu interior. 
O Rosncruz não teme 
o iat'ortúuio e nem 
Morte. Enfin, ser 1os­ 
cruz d coahecee ., ,., ..... - 
tidade du Vida e ter 
percebido que Deus é 
Amor. 
lão ré na OemoaaUzacâo 
1
'lenta, 
l',,r (' 1r]1J , 1r l t!,,•rv (• /! lio i)<,)],, 
l"" 
f 1111,1 .. 
• 1 :-i,, • . 1 J1 t) 
1 li 1. 1 '1 1 ,, ( • 
1)1, 	1) 
1 
, , t 1 1 ili 1 , 111 r t u. 
1 ,,111 ,. e ti » le or, ,J r iniJ 11t fo, 11 cn:1 
lar {ah, Ir r! »! ut coun era«dor que 
valoriza ao m@xins o ittpaveta de ta transferência 
1 1 1 li ui, 1 ) qu, i11t1Í t 1, r, / 1111 ·•l.ttl d,· rrl Ir 
 I '' 1' l I' ,;, 	1 
poeta te y lo • (d. t•, r 1 1'/1', 11.1 úlii• 
Ili,, e lei .. 1 :1, . j ull- _11in 1,,1.,r .,.. t',l't - 
1i .. ,. li  l 11 llll 1
1
} ...;, JI 1 !1, Ili 1·1,'1lh'11 t· l""f/1' 
tpdote itvr -a vi en]para troe> or 
ta liste do te «d d ti- duros que 
fi J',H!JII l 11 11 • li 1 1 li 11 1 f --pt·• i.tl1111•Ult' 
,•,,11111 1 ll!!'ll•l ,l 11 1' r •. J de n 1 1' Frne-.to 
(,t·i-t·l - 11n a perorar que. eventualmente, 
ehewu nu ofu« r a etravões da lotria de gorr- 
1 lote-, o grade p tanulo p ilit ll'o dn JUOlltf'II. 
to ;, 1 11tltt·,1 t. 11 l· 1, r, u D volta a 
f,,rmul ,r u , .. ní 111 11t11,·i,1n .i. ,1., .. , c-01110 
tem ido eu habito d-de qu -e mudou para 
B;a.ilia, tré anuo- atr, evita avançar uge-tv 
p.tl,l .1 po--i,,·I .1il1n· 11 d 1 1111•· 1•iH, ,,1,. 1 .. ,.,, 
p 1 1 p 1!1 I• , 1>1,1 ,lt·IJ 
inguét 
pela 
de, cri:1 romt'i,;ar 
P 1T" i ri 1' n eia 
eju ( ,,mn t' --t"11l10r ' t• .... ;, 1r.1u .. fnrmn<;àn 
ru11· ou,~ p·t--!'-Hl .. u l ifll.1.!t'III pPlhi.-.1 de t'(Jtl--t.'r"a. 
ch,r. 11m horn 111 d., H,-,ol1u;.1o dt' 19td. parn 11111 
tini. lídl'r<'- d:: opo a qu • m:ii--. rritic;1 u n·;:!irn,•'! 
Brc1, .. ,11·d - Ld 1..·1,::ao 1111· , ,·jo. 11:111 -t· operou c·m 
mim 11,•nll11 a dana. Continuo fiel ;) .. 1uc--ma-. 
id,-•ia-.. a,, .. 111 1111)- pri1: ·q,iu... -. ,itu.lJ1c'-- é..· l)lh' 
... ,. lorfl 1r.11.1 J , Íun l.1. Jlc· dtft·r ntc·- 
js E qumwlo :ó sra': 
Hro -l h tinto nitidamente, dois momt·n1n .. 
uo primeiro período revolucionário O de astello 
Ura11n, .. té outubro de !S, ,Llla cio : o ln!"ti• 
tteioal n.o :!: ,. d·•poi-- dt• ot:bro de 1965. Ou• 
,·;1111 t" a pas- •'!l't!1 e! · l .t t,·ll.l L r .11 1l'1J: 	.. Dt:'ntro 
dessas arraigadas concepçôes, ben -el não ter le­ 
gitimidade tara criar • voto por vezes tem a-o. 
alhadn eh t.'tt·r110-- -t.·rn, .,•lorl'- de fal- ._a-, llt.Híria:.: 
tl1tl •t••· ' t  i,l tit!! : : .r· Foi !'111 1hril e!,; l9fl). 
(t• nt1lllhro. ll '.0 •r1•, {oi 11'11. ,, h,,111<.·111 f ,i um, 
u li11:.:u.1!!t'P1 f,li u111;1. l,·p ,i-, tu•lo muclou. E, 11 
111:1 ,, z feita primeira cotice- ào, o 11111a ~Ul't''-· 
são de quedas até chegar a» que chega+os. 
Y,·j,1 - E " 'I"•· fa " I" ,i,h·nt,· ('u,1,-ll(> Urnnro 
111ud.1r'! 
Broisard- Prece-me que foi uma pressão eX­ 
cluivsente militar, Depois de- _-1_• golpe: de 1965, 
Jl'rt•ditu q111· Cn-.tt•llf" Br.11H o rc·nha rido t·ÍdÍ'-':J 
mt'ntl· ,-. d1..•-.ejn tl1· --.1ir dacpt.·I.! hi-túri.1 e t·ntrar 
par.i a História de outra maneira. Mia- aí ji ,·--t.t· 
va coiauinado pelo kio do poder. O po<lct é 
uma coisa mito perigosa, v-pecialmente para 
qu,·1t1 dw~,:i :l d,· de rqH·(l(C. C .i - t ,. 1 l •) 
., 1" f, i ,_ e· r t' .i ri o r 11J.11 foi d l" p u ta d o, 
ll a:? 1 o l .. t' l' l't' t ú ri ,). njo fui mioi::-trn. 
! ... . · e-idencia. E este, ali-, tem sido 
o mal de outro ... "°'i11'.!IILÍtn ch~veria ronu:~Jr p,·lu 
J'r,·,i,lénri:. d., H,•vúhfü·,1! .--i,a. quanclu Cn,tclln 
Branco tentou sir dquilo, ou já tinha n .. :-imila• 
do a rttn·a .. il t :.H ;:1 11 , 0 11 l'"-lil'a ct•n·:.uln por forças 
P o ulo 
r 
Brossord 
'i 1 11 11 IJ 
•t f ' tll t 
hl ·riu r »aa anal e o peral pr n 
( e-utuni o de I9o! 
l 1, ,d ( ,,0111 ,. 1111 11 ,ntitu o de ]o,, 
de una autoritarismo bárbaro E olhe que o n 
r, 11 11 1 li. r,,,, (, l r j 111, t- u1uJ11t1 ~r .l~"' li 1il. 
, ;., ' mpos, Afono Arinos, Danie! hri r Ji,, 1 
e até ioaços m rrlatão j onotsttudo dr 
l')I. !
1
1,r 1,t111pJ,., 111r111t1t •t• ,, "'lt:ilo d1 1 rz , .... 
l
, ,11.f, 1,1 i l Cr li· ..'rJf1c,1 t' r, lefonia, Mas todos a- 
1r111 •tllt" n11ru· 1 1 ·J'Jr runt~1 «·t n tlJ,l II lt ÍHnicu 
t111 » quando isso foi colocado no texto < o ti. 
tu 1011 • .J O tnt·ll f1 l,·(,,nf. 1 nr t"'.í 11,r 1 . /;, l11•tf1ri, 
,. Jllt-fllt" r,·n ura,,!o (}urro rr•, ,·iro rru qur- a 
Constituição «de I9o7 era uprior é aquele que 
,111 .. ,•r d t . t r de tola autoridade H rr-·•[Jf")IP ."t Í11• 
1, ,.:rul•ul~ fi•it·.1 ,. anrrl••1.11111I alo d, l("nff,. I: todo· 
,d.rrn q11t"" o Jre-o 11u1u·..i foi 1!o Hh1hrJt.ulo JH) 
Brasil como depois que iso foi escrito na tons­ 
tituit,.io 1 .,i um I C:•ir1•1i111i{,trJ Ít·llR .:t1uh,1lho.HI l• 
mente- nu parágrafo havia um "mas, porém", 
llá uma corrente de juristas que acredita muito 
na eficiência lo vnle tdo para tingir determina- 
11 -ilil,olu~. (J 1r-ullt1Ju i.ll t•t.1. 
,, " 
1 r t n. 
·---------- 
Gradual e Segura" 
Não dá: mais para esperar 
o fim do regime 
Veja-- Depois disso houve outras ruptura, ou­ 
tro1-- ,tt,, ... 
lln•«11rd- O pn·•icl<•nt,· Co<tr, < Silva. lenho ccr• 
tt·tn, l'"talt .. j11ct•ra111t·nh:' t·tnpenhurlo rm cu:-nprir 
a Con-ticui~iw, qlli·. por FirrnJ, lhe cla,a p,Hltrt•r­ 
inu-11 .. 0-.. Com aquela Constituição, o <loulor 
,6nlrt teria fito tdo o o nr,•t,·n,-,,•11 Í:lí''••r - 
.. UJU 11,&t"ll~L :Ulttll'*'Ot'.., pn:Hl('U~ p,tta (J IIHJJlllt'U• 
to ir-:rrcio:a! !· ?! dr· mate, M!a. f { foi foi. •. 
ate novembro de I96}, Não há quem ignore que 
os grupo» interessado- andavam só à procura de 
um pretexto, Já tinhu lia, itlo, t·111 Ura.:.ília. o ep­ 
,6,lio tlu inva,:lo ,ln Univcrsidudc - um 1••pc1ál 
,·,ilo dr violêm·ia, ri~ bruLalidadc inqualificá,rl. 
lembro-e, eu era d,•putarlo "ª épocu. qu,· Cu1u 
Sihu fi.-011 profunclumcnlc chocado. ~!a; nüo tt:,e 
11 dt=ci-.jo ••tt força. não ~ei. pura fazer o que de­ 
 eria fazer demitir u uutori<la,Ic r, .. ,..ponFá,•cl pc)a 
, iolêru·in. 
Qu.indo n Con~n·--n rejeitou o pedido de li/ 
<'l'nça para -.e procl.':o~ar o dt'ptHu<lo t.!árcio ~lorri• 
ra Alves, Co .. fu e !::iilva c:t:la cm )lina~ Gerais. 
E fez pronu11ciamrn10 d,· rc,peito ,l Constituiç:10. 
Tribuna da Fronteira 
- SExlAN.ARIO -- 
l• UND A D O E :1 2 O / 2 /7 :! 
ln-e. E-t. 130953., 1 :! CGC-:lF: O:Uu0.73610110 171 
Hcdaçiiu e ,dmini,tra~üo 
H. Duque de C.,,ias ,/n. Ucb 'i,ta :!T. 
Oficina,: Huu DtHJUe de Cnxias @/n 
dela Vi,la - :'.lato G10,•o 
Redator-' hcfe I vai do Prrciru 
Administração: Maria E-tela V Pereira 
Dcparlumrnlo Co111crrial: Alvnro Pereira 
ASSINATURAS 
A,•in·1tura Anual Bela "i,ta Cr$ 20J.UO 
DrmJi, ~lunicipio, CrS 	:?50.00 
Tribuna da Fronteira é uma publicação 
da OIUIVAPE- 
O, arti::o• publicnco, com assinaturas dos 
:iulorc< não !rnduzcm u opir.ião do jornal. Sua 
public:ição obedece ao propósito do rleb:lle dos 
problema, 111unicip:iis e de rdletir as diversas 
tcnclênda.; do pcn .. mnento universal. 
li tl 1 1 l ~ li l '' 
1 l'I 1 1 tl fl 
<l Hrpal 
1
, •• 1), P
1
, , 
"1 r lil 1 ,J ! 1 1 • IA r ,.. • rat l f.l 
t If 1 , : ..a.r rn , tJ , • 1 1' r r , 
J 
11 'l ~ i. f,7 d ntr I d,, !':11 r,u 
para imedir a o do presidente 
... , l, U{' l-'1 J,11 I, 11.tJ, r i l!lli-l « 1 1 lt. 1 ,nt 
li, Ili, l.Írtlh 11,(·t ,O 1. .• , J1,111  :11irl lf, ,, 
11
1
1 ,,t,tra , ,srca, r 4t gorro Mf ,t 1 1p • 
enfim tranqiilo porque nina te veleidade 
f •11•fllU 10111'I,, r ia alguma. f.hera 
1 
li 
atual governo, que teve a pretenso de 
as coisas denutro daquele processo de 
lenta, gradual, progressiva.. 
 ,•j t - U "'°nhnr arrc .. dtl 1 ,1ur n,! Hll _.... 11 i li• 
rnJrt. 1 an1 J>'.lfJ :1 nt,t r1nrn -...t"111prr 11r1,ou 11d.t! . 
lrossard- Sempre me rafe,tr{ descrente dinoo 
Ou 
11
,.. 1-tt. a nhcrtur-a rit" 111:1 1 r:.6 1'/, ('1>11111 lJ1t1.. 
'J.tr,. ! ri+ao acional, uioria e minoria, r, 
ero opo+ião, ou nunca será feito, D)aqui a 
I00 ano-. haverá aquele qu achem que prema. 
tur, Não acredito mn solução lenta e gradual. 
()u,i1,1 Dtu• qu~ umunh.l "". 11-nlla •Ir ,lu u- 111ün, 
á p~drnut6ria. 11rn.- uJo ot·rt chto. 
Veja Mas, então, como o ser.hor nali-a o 
prnpo•ito, a)a11,fr-13rlo p~lo pre-,d1-nc,·. f:rudln 
{.;Pt•el d;, ,ub-1i1uir o➔u10, 11(• ext:tílt>/ 
IJro••Jrd - ' n, , .. ,·o,dwcP111 n prnjt·II• i!t' ref, r 
lllà do governo! Eu também não. De quando em 
quundo uvese alugna coisa, murmura-e qur 
u ; 1.:; d~-.•r,1 ,er •uh-tctu!rlo por •ohn;:uar•t 
te Pe-soas que e julgam entendidas dizem q4 
ai haver num estado de emergência Perguntei: o 
c1u ; 1tr ,ii,. r ; o'! !-:, qtuuado me reponderam. 
pensei: en k 1l. eom outro nome! Por isso 
tio ·uuto urdo, ao e receio, medo de qur 
mantenham a 1..·oi--,1. rnurbrulo o ,,om,.. 
reja - Políri('(h li!!Jdo· 4'l1) (!OVt!t'OO di1t-m que 
;(i b'· dnn• hipfi1e,es: ou se faz a normalização 
COIHlÍt acional coro o n'() t:rnn. ou .-e r.,z dtrruband(. 
o governo, O :-E:'uhor~ 'ocn·ditn 41a· ·Ó t-~Í•ttHII 
e;-a, hip6te-e;/ 
IJroHard -- O poder é in,nciú·. e!. E o orhí1ri1,, 
entilo'! Nada o •alisfaz. Oc rnodo que qualquer 
munife;tarúo de dt'•conformidad<' já e:iraclerin " 
inimigo; devemos baixar a cabera, bater 110 peit,, 
dizer muea culpa e vota no governo. Aliás, há ní 
outro a .. pêcto :.,rra.,<", qur- é a :,u!"ênciu dn Ar.toz 
(e perdoem-me os meus amigos desse partido) 
O doute>r Francelino dh: que a Arena é o 01utrir 
partido cio ociden1e. O jornal d-:, Bra•il o chamou 
de a maicr ch1qu,. ~overnamental do ocic!Pnt.e •. Eu 
não digo nada. Dié'.O np enaF qn<' é um partido 
!!ronde sem ,.er uu1 [trnnde parLido. 
Veja - Que contrihuiçã,• falta? 
llroHard - Con,enhamo,: a opn•içáo, por maior 
que seja, por melhor que seja, é urna parle e. 
nté hoje. no pariu mt'nlo ni!o é a maior parte. 
Ainda é n m .. nor pnrle. De modo <jUe n opo-iç:lu 
nã.i pode ter a velridade de querer fazer tudo 
,uzinba, ,cn, n junç.iio de forças. Mas para 1+o 
"-t:ria nece-.sário que a Ar~na pas.su~~e o s.er unt 
partiJo e cles,c a sua contribujção. Deplornvelmtnte 
ela não dá_. Ela cumpri! ordens do Palácio rio 
PlunalLo. 
Veja - Ma, se niio lú dcruocrnlizaçiio lenta, e, 
a seu ver. a Arena não C<'ntribni. como chezare 
mo• à democracia, em ,eu modo de entender'! 
IJros;ard - ,;, coi-a, eetúo ,e modificando, e 
muito. Quando <> ~pa1·ote de abril" desabou sobre 
o ruís, eu disse q.ae ele er:i tão bruLnl que havia 
aprcsrndo o fim do re;rime. Ab, por que fui fobr 
em fim d'l rr-~ime ... f: uro pecado rnortnl. :ila, 
Continua ... 
,, 
de 
Apartamento 
ventilador. nmliirnk 
Hlll __ , 
Rua Teodoro 
com ar coudicionâdo. quarto com 
familiar refeições fartas 
[. 
Rondori 586 
Tipografias e Livrarias 
Ruy Barbosa 
N. S r ªª A p a r e e i d a 
}3.F)})Jt)]'.2 - ,g}J;)},lf)Ji:E)] - J)'j]}']I)J:r.J]rJ]' .0 t 1550 QUE 'OCE :lERECE 
Rua t-1 de Julho, Hl81 - Fones 4-2221 e 4-6633 Rua 14 de Julho, 2266 Foae -!-307 
CAMPO GRANDE 	:IA.TO GROSSO DO SUL 
r

E 
DRACO 
COLU 
SEICKO- 
l 
l 
HA homens que io poderosos em ferros ds máquinas. No entanto. hs (, d, {] 
poder político e h outros que lo po- ent que credita numna tud ,n,, l, li J orno ( i:caros I os 
4eroso ó qunindo +tão com o poder tem posto em prticn mudança, que 
polilil'O nas mo'', Este pensamento, de tem {eito triunfar a mudança, que l••, 1 
cnndido Mot FIlho, epelh bem uma si feto floreer a mudança... Caram!n!... 
paço rotineira em Jardlmn, que se en- i primavera é InexoraveI! (Pablo Neruda) 
entra entregue nu um rupo dominante A mudança que canta o poeta, é a mu, Quando o Iiho 
etente de espírito pepular. ExItem du dança que transforma, que levn o homem estiver 1ora 4e ta, o 
faeg0e» em luta. [Um, corrente em- a avançar rumo ao seu d+tino glorioso. e no deve ficar pu 
,!chLil11. cnmunrlada ;•r·Jo prefeito Fer- N natureza nada se cria, tudo e tras- cu9ade o tempo t, w, 
Jlfli!dlí d!' Frr,lln11 (dlvldlcl11 Pm tinis g-rn- forma. E !ri do P({1JilllJ1 io. E a harmo- pendo. Ta!vez f'!I• 
pok), outrn, corrente renista, comanda- nla eósmica que faz da formiga um ser sofra ulrum acidente' 
riu por Mrrtr.lroH H•>Chn, Osvaldo Gru. tão importante quanto o homem. E nes. Talvez leve pil•i do pro 
bert o JlcldnH Yloreif, IJnrn eHlÓ. eom o resa:.rla u mudunça. [~m 110111,0 e; <1. 1< o fossor ",Talvez eja ja­ 
potlPr (MIJBJ, oulra, perdeu o poder Bel!t Vistri, ums das mudanças necess diado pelos colega •. 
mu continua poderosa (está com o Go- rlus. devo se processar no campo politi- etc... Esse pesimimo 
vor110J. No vmo nallzar 08 prós e co. No final deste ano. o atual prefeito exercerá má influência 
011 
<'Ollll'il <ta nllrnl arlrriinfi,traçflo o mui- deverá p11119ar o cnr·go a uu, ~uce11sl>1' sobre o seu Idl10. 
to rnrnos nnleclpol' u possibilidades do Faz parte do sistema. Muar. Na edição C
0
rlarnt"nt". 'OC(' j.'l 
rupo arenist nas próxims eleições. interior, publicames uma mnnche!o <li- ouv·ln falar de "transmis 
Um fat,1, Rl11lomútlco, é que o utul pre- zendo que P1-1lmll·rl é cunrlídalo n uces. são de pensamento'' ou 
fel!o, pnrdcu multo rio seu carisma e sul' de Castro Pinto. Foi umtl muncholt· "LPleµaliH". P11f1. f. Ficar 
utuulrncnte ailo or.tú •·com o p,wo". Umu coutrovertidn. Deu margem u comentú· im1.1g-íu..11Hl( º" Ilialn, que 
série cft> futorPH fnrllspôs Pll'l'/j de Freits rios. Procuramos o Dr. PPclro ,/oRé Pnl- poi-r;am HC(líd•.i-c<'r ao i!­ 
com vereuíloreR de sou próprio partido mlorl, que uflrmou: Do Inicio, npolarel o Jbo lJUP etitá longe dot!i 
(brlgn com o presidente ria Cflmara) e oorue de Luiz ildi, el@menlo jovem ,3 F.eUR olhus é o mesto 
tudo lndicu QUP esta "uPbulo~u Rituuçilo" CJUt' preenche os requ!Rllos oocessár!os que trn,u;milir- lhe ''Yíl.mt 
con!luuurá ntó quo os "clesgarrnrlnt<'' clu pura fazer uma boa admlnl,struçf.io, mos... çõc·s ment<li;; nPgntivnfl", 
rt10Hol!11 emrdrlll1<t11 voltem à11 origens. drixo bem claro: fie fol' chamr•clo, acel- que lhe rlerão muilo pre. 
Confu~a n siluuçfio política em Jardim. tar!c'l, como mls, ão. A RI luação ficou judiciais. 
Dois candidutos à Con!llituinte: Osvoldo conFni-:a. Com u publicação da monchelE Para afastar s preo 
Grubert, pela AJ'PIJU, e llearlque Pires surgirnm inúmeros candidatos (Lul:i: Aldl. cupuções e manter ale­ 
do Freilus, eandldoto n reeleição, pelo Osvoldo Turioi, Evilásio Miranda, Elias gre a mente vucê th•ve 
~!DB, já Iniciaram os conta lo" co.-n Ruas Barbosa, Sidney Mascarenhas. Luiz Car- rerrr "força das 1 
bases, visnnclo "e,clnrecf'l'" o eleitoruclo los Nazaret, Roberva l Borges, Paulo Re- pt ! •. v ·,,; ui ·gres e posi- 
a respeito dfl R~us objellvot:. Não vamos nato de Castro Pie to. Afonso Dillon Nu- tias', O uemhor mesmo 
criticar a "situnçil•l pl)líllca" do pref Pito, nes LeitH e Gttribaldl ela Rosa. Tocloc; 6 rcp-Ur mentalmente. 
r11a1<, COD•idamM S. Exeiu H mrrlitnr a l111menR ]igndoi- u Belr. Vista. PolítiCflR e com fü::,Pza. as palavras: 
respeito da nebulosa situação que impe- não p,,líticos, Técnicos. É, salutar saber Esl:'I tu,;u bl:'m com o 
ra no chamuto purtido da Oposlçüo. qur. atualmente' e rlesPjo de particíp 1- meu filhinho. Nada d·~ 
Qu'lndo ufinnumos quP o grupo dúml· ção superou a apatia política. E a hora mal lhe acontecerá, "de­ 
nrrnle, em .J1nclim,' esló carente de espí· e a vez de Bela 'lista. Sabemos que seuhuaclo" em sua men­ 
rlto popular", basta analizar o comen- ninda é cedo para prognósticos. Mas, em I te u cena em que o seu 
lá.rios surgidos recentemente r que o po- política, nunca é ::eclo para acertos e filho está estudando 011 
vo se encarrega de clivulgar, a respeito uniões. Com o advento ela energia elé- brincando, transborda:::te 
dos divrrgêacias e desencoatrnR nas hos- tricg, (Urubupungú) e com a divisão do de sau'e e i. cidade. 
tes emerleblstas. O povo já não se eu- Estacio, cremos que Rela Vistli vai rcce- 
contra tão entuslasmndo com o prE>feito ber um _g-ranrle impulso. Não será difícil 
açilo e companheiros. Se O!:' maiores do administrar bem a P!'iocesa do Apa. Os E t T d 
MDB não encontrarem alteruatlvas váll- nomes acimes citados. f,,rmam uma cor- ~por e para O OS 
elas para sair do atual impasRe político reate ele opiniões, de diversos tendências 
é quase certo que amargarão uma der- e são os mais comentado atualmenta. A 
rolll 16 de novembro e os poderoros solução para o estado ele iviS, foi técui­ 
que □ao esta o. COlli. o ~o der, voltarão a I ca. Talvez, a solução para Hei a Vista, 
rlornioar a pohtica Jardrnense. Quem vi- também venha a ser técnica. As oolniões 
ver vera. 	de Figueiró, Rachid Derzl e Ubaldo Sa­ 
rem, pesarão na balança. Vai depender, 
também d:} voto favorável do atual prefeito. 
Ainda é cedo, mas corno é salutar co­ 
mentar, viver e escrever a respeito da 
POLITICA. 
-2- 
Enquanto isso sobem vs homens 
pe.lo sistema solar ... Deixam suas pega­ 
das de sapatos na Lua ... Tudo luta por 
mudanças, menos os velhos sistemas ... 
, vida dos velho:- sistemas nascPu de 
imensas teias de aranha medievais... 
1 
Teias de aranha mais duras do qu6 os J 
o 
.. 1- 
9 
R u a S õ o P a u I o S/N 
r is=»+rsrE3 
Miffil1TílM$ 
Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador poro Cereais Atacado e Varela, 
U~IA OROANIZAOÃO PARA SERVIR ANTONIO JOIO 6 ltEOI,O 
Antonio João MT 
P , • .J r o l' e «dr e i r ,1 
' . 
nada mi 	!elo 
curar 	orou 
Vamos 	1ião 
1 [l,!(J I 	l't{() 
l' 1 li!!' ll' (, f1 	l'!i) li 
,ttlil' futl·l' erlt1< 1r fl1, rn•l 1 1 li,• 
executor obras ben n httó utta 
Este velho correligionário ud (o- 
ces não sabiam qu o e"d or- 
undo da velha UDN? E posa e D 
sul certa dose de razio, pois a aço 
em Jardim, continua na tlll'SUl'J .•• 
ELEIÇÕES 
Já se comenta que os eleitores devem 
se conscientizat que, votar os candtda­ 
tos do MDB, não beneficia em nada o 
progresso de Jardim. Outra coisa: s 
candidatos da região (Jardim e Bela Vi-· 
ta}, segundo cumentrios, não vão se 
eleger A opção certa é optar por um 
cu 1tliduto que reúnn amplo.: po,,.iliilitla­ 
rles rlP ,·ttóric1 r cerC'al' fileira em torno 
desse candidato, ssir teremos, realmente 
u,u reprr ·e·1.ante 11,1 F!<Pinbl- lo. 
BRIGA 
É rato por demais coobecifo. que o 
atual presidente da l'.lma,..a, Elizeu Trio­ 
dade, vive as tmras com o pl'efeíto Fer~ 
n12d de 7:·!! s. Não sabemos ate 
quaoda vai per,;i,;tir esse est,tdo de coi­ 
sas. Q. que importa e rnper:::utr é a DE­ 
SUNIAO nas ho5tts emedebistas. Iso o 
povo sabe e comenta ... "No .108. nin­ 
guem se entende" ... 
GRUBERT 
:E:stá i,eudo formada, ern Jardim uma 
corrente prá frente, visando apoiar em 
massa a candidatura de Osvald~ Gru­ 
bert. As diversall alas arenistas estão 
cientefl que a época é propL::ia para 
uma grnnde vitoria, pois .a ulual admi, 
oistração desgastou a imaget!l da oµosi­ 
cão e a ARENA, iuteligenlernente, vem 
explorando as deficiencias da política 
de Freitas e Cia. E a. hora e a vez de 
Osvaldo Grubert. 
/ 
BRILHANTE A 1'UAÇÃO 
c5em alarde e nàc usandc do já conhecido espiritc 
espalhufatoso (muitos usam), o vereador 
José Carlos .ledeirns Rocha vem exer­ 
cendo C{;ffi brilho suas funçõ2s de pre­ 
sidente da ARENA ao município. Verea­ 
dor que orientli os colegas e com pes 
nas decisões, Rocha é o politico do roo­ 
mentC:l ni.l cidacte Caçula. 
~ ------------------------------------------------------ 
de AH MA D H. HAIDAR 
úma Organização AH:1AD R. Ht.IDAR para servir Ponta Porá e Região. Secos e Molhados, Latarias, Pant'las de pressã,i, L!1mpiào a 
Gás, Triturador de milho, Ferramentas Agricolas e Alumínios. Produtos de Exportação das mais afamadas marcas. 
fxporta~ora C l l r f R tem o mel~or preço ~e fxportação para o Clienle higente. 
Armmm Cliper: Rua lrlarec~al floriano, 604 fane 431-1131 	fxporta~ora Cliper: Rua tlareehal floriano m, fone 431-113íl 
__ PONTA PO R_A;;_.,;;;;. MA TO GROSSO DO SUL

Pz' 
-------- 
Do<umentos ? rdidos 
, 
Ltl>•r1tlo Arsnnude 
P'erro1 
Fzend Sé@rodo 
dul Lopes da Laguna 
Declnrn par o devido 
ti que fol extraviado 
um talo de no1s 
flH011tu do Prorlull)r 
(Operg0o Internns) uom 
10 follrnn 0111 hrnuco 11U• 
mordo do N.o ti l5UJ l 
415020 
Publlun@Ao quo se fz 
para obtonço da 2 
viu. 
Der dn ilv Leite 
Deelru pru os devidos 
flu1, quo l'Xlrn vlnu 0M Rt>· 
f{UlnlAll documeutoR: 
Titulo de E11•tlor, Car:el- t 
rn de ldantldnrlo, Cudo1·• 
nelu de 3, Crteira de 
Hnbilltuçüu, Carteira de 
Monte Plu. Documento 
de um Jeep 72 Publica 
ção que se luz puru ob­ 
ter 2 Vi. 
Foram extruvludos os 
documentos do Sr. Ter­ 
cio C(1lestln<' Gonçalves: 
.... Certifieado de proprlecln­ 
de H G Nº 0139 lH 018 
do curro • m111·ca volks/ 
brnsíliu ano 75 cor lurnn­ 
ju, µlaca C,I. 0270 chussi,; 
N BA 196030 Carteira 
Nnclooul de Ifo bilituç!io 
expedida por Aquldr.utt· 
nu sob o prontuurlo 'li> 
27.395 Mt Curteira de 
Ideotidude RG 6.088.578 
t' Cl0' 340916!58/53 Titulo 
rle Eleitor expedido CID 
Dracena - .P. 
Publicaciio QUt! se 
Jaz pura oblt>n<,:úo ele 
2 vi 
A TENÇÃO 
Retiro Espiritual 
Data 30-4-í8 
Loct1.l: Clube Paroquiul 
!Dicio: 8,::!0 hs • Termina 
com a Sautu Mii-sa às 
19,00 hs. 
Os lntere1csados deverão 
fazer suas !ufcriçõe1; até 
o dia 29 do correutt> 011 
Caca ·Paroquial com 11 
Sra. Solomé ou com o..; 
Padres. 
"Eu sou o Caminho, u 
verdade e li Virln''. 
l€ougue Vencedor 
de PAULO EUGENIO P. JACQUES 
Abste Duas Vnes ao Dia - Higiene 
Ótimo Ateudlmeuto 
Casa de Carne 
'l'radicíonal dn Fronteira 
iNTONIO .JOÃO MT do SUL 
S ER}E HTi- 
de JOÃO FREIRE DE OLIVEIRA 
Ambiente Seleto • Refeição Ctt&eil'a 
O seu lut em A.ntooio João - O Hotel 
du Fronteira - hospede-se no JeaoFJ Ho 
te! e sinta-se em suu Casu. 
P..:crüo c!c qualidade 
Rua Ame abai com Bela Vista 
Aütouio J oáo - Mato Grosso do Sul 
€ S D2 PECUIISTT 
DE 
Evaldo G. Larangeira 
PRODUTO'- '✓ETERINARlOS, 1:1'.SETICI­ 
DA!::i, SAL BOIADEIRO E MI ERAL, SE­ 
MENTES E.1 GERAL. 
Os melhores preços da praça. 
Visite-nos. 
Rua Duque de Caxias. 1080 
Bela Vista -- MT. Sul 
E 
DIVERGÊNCIAS 
CO E.. AL 
Canaã Hotel e Churrascaria 
de PACIFICO SILVA BALTA 
A parlamentos - , r condiciooaelu - Quarlue 
pnrn casní~ e Solteiros - 11efeiçõt>s a 
quaiqutr Hora - ffotel Classr «.» 
BONITO MATO GRO: O DO SUL 
CAFÉ LAGUNÃO 
O caré que mui~ se toma em 
todo o SUDOESTE. 
Empacotado eletronicamente a vá 
cun -- Processos '.iúdernos 
O L I V E I R A e F L ORE S 
- Rua Pedro Rufino, 218 - 
GUIA LOPES DA LAGUN.- - ~!'I' SUL 
BONITO - MATO GROSSO DO SUL 
de Soare::: e Soare::: 
.NO VALOR N,O ESTA AQUILO QUE 
FAZEMOS, MAS N A MANEIRA COMO 
F.ZE
1OS. 
VENDE-SE 
CH,CAH. UBER.ABA, juolo ao Pu·­ 
que de Exposição, com 25 llns. 
Trútar com o Dr. Helio 
Loureiro 
Miltoíl lournirn filhu = 
V0GADO 
Rua Ary C. de Oliveira. 262 Cep 79240 
Jardim 	;,,fato Grosso Sul 
Leia e 0s51ne a Jornal 
Tribuna da fronteira 
Preço deste exemplar 
Cr$ 4.00 
- O Hotel mais luxuoso 
do Sudoeste 
Hoteí ·Üquidüuar,a Palcce 
,. O Cartào de vls tas de Aquidauana '' 
AQUIDAUAHA MATO GROSSO DO SUL 
~-----------------------..:_~--- 
i 
1 
! 
1 
l 
1 
1 
 
1

• 
ludlou ao Exmo. Sr. lllnlstro du Agrl­ 
t'ulluru, Alioson Puulinelll. sollcltundo 
providências no ::untldo de que seju cor­ 
rigido n slstt>ma de cobrança de juros 
dos financiamentos vlnculadoR ao ·'PRO­ 
AGRO". 
Apoiado no artigc, 30G d o Regi· 
rueuto lntllrno do Poder LeglEilativo l'0- 
queiro à llesn. mediante &udlênci~ do 
Plenário, seja encaminhado expediente 
ludlcatorio ao Exmo. Sr. Ministro Ja A­ 
gricultura. Alisson Paulinelll. no senti· 
l do de que torne prnvidllncLts c0m rcla­ 
çllo ao sis_tema de cobrnnça de juros 
dos flunnc1amentuH vlaculndos a·o Prvn.­ 
gro, e pede prorrugaçüo dos r>rnzos para 
liquidação dos débitos dste ano, e 
nfio cobfnnça dcs jui-oi, refert>nte as 
frustrnçoes dei,te exercício. 
,JUSTIFICATIVA 
Em vista das frustrnções das nossas 
l'l'ourns o~~ úlliruos tempos, no ilato 
Grossc do ui, foram os ugricultores o- 
~ brigados_ u procura!' o PROA GRO, cujo 
prog:sma nao tem correspondido com o 
doseJo dos que recorrem. podemos citar 
eom o exemplo: o agricultor que recor­ 
rt• no .Pro>1gro tem pnrlb de suu culhei­ 
la Ir□stradcJ., e o que colhe ele entrega 
1'.º Banr.o do Brasil, que cujo valor não 
6 desc"ntado do tot11l do seu [inancia­ 
~uenle, ficando no entanto o Iinanciacnen. 
,o aguardando seis meses ou mais. pa- 
111 
que 0 Proagro a utor1ze a liquidação 
1
,1º se;rnro. quando é computado os juros 
~ob_rc todo o seu fir.anci11 mPato, 13 o resulta 
"}" que os juros absolve o seguro, e qun- 
v 
O 
frnanc1udo reclama uo Banco não 
'em outra resposta, se não dizendo que 
esse é o sistemu. 
_Cumpre nos Sr. Ministro soletra V. 
Xa. que seja corrigido o sistema de li­ 
quidaço do PRO.GRO. junto aos órgãos 
fllllllll'l•1dtll'l f• (!llll ll'jl'l l atut!Arlu li J)OII· 
tbtlidade de prorrogar o débitos do 
nrieultotes de Dourados e trande Deu 
rdos. por ter este ano tido total frust! .i· 
cio, bem como, u no cobrança dos jI 
ros especial,ente os que e refere ao 
PHO/(HW. 
Ifeuriqur Freitas - Deputado 
Difus.>ra 
PJicaU _óoez 
ELA VISTA,N .Ar[AAcuAY 
• '+,[4wd "fl; R! 
D1. Joelson M. Peixoto 
-Advogado- 
Causas Civis e Criminais 
Rua Lo de Maio S/N - Jardim - Mts 
Dr. Ivan üf OílSB da Cosia 
Marques 
ADVOCACIA EM GERAL 
Run Voluntários do Piltrio, 376 - Fonc 2IO 
Bela Vista Mato Grosso Sul 
DR. FIOR! MUT IS 
-MÉDICO­ 
Consultório: 7 às 11 hs 
16 às 19 horas 
«IPEMAT e INPS» Posto 
de Saúde e Funrural: 
12 às 15 hs 
Dr. José Atanasio Neto 
Advogado 
Cuusail Civis, criminais, Comerciaia. l!!­ 
ventarios e Partilhas, ReRularizaçóes de 
Terras Juuto ao Incra Etc. 
Av. DuquedeCaxias."f.0788, Jardim - lIt. 
Fazenda 2 de Ouro 
Guia Lopes da Laguna iIt. 
ot , f f 
foi I Izado 
o :_KJ :-• i1 rn#l.r•o 
r,o tlo "ui. 
Vários teu s de [ 
nhoro'i µrof lto, rrir11t.1 
Simpóslo, destacando-se 
gac1011 d1rclnrn• 11t ~ Fund 
Irasileiro de A!f b tizaç 
mostrndo1-1 011 tr,1lJ,d!H,i­ 
pela Coordenação Estadual 
de .'.htlo GrM o do Sul, que e. 1 
do relavantes serviços à corun a - 
mato-groene. 
23FISSI0N 
D:-. Pedro Jo::ié Palmieri 
Advocacia em Geral 
Rua 15 de Novembro 17 
BELA VISTA MATO GROSSO DO S(!L 
Dr. Laucídi<, Valdez de Uarro,­ 
c;rnrgião Dentista 
CRO - 557 m. 
Cllnlca do Crianças e adultos - Ralo X 
Atende-se cum hora marcada Consultório 
Ar. Duque de Caxias, 508 (Ao L:;d11 do BJnrn 
Dr. Késio Loureir<i Pinheiro 
ADVOGADO - 
Rua 15 de Novembro S/N 
Bola Vista Mato Grosso do Sul 
Rua 2G de Agosto, 381 - Sala 24 Fone 
-1-0650 - Campo Grande MTS. 
ficar Go.alvas Costa. 
Médico 
Oculista Oftalmologista 
Rua Antonio foão n.o 753 
Belr:! Vista Mt Sul 
tna. 
Ouiro 11110 d!' tl,•1• 
tnqut' f01 • ,olt rtidnrl, llt• 
núpcia do Prefeito Mu­ 
ni:ipal de Maracnju. Luiz 
Gonzaga da Pr, Braga, 
que mais uma vez dá 
uma ca!Jal dc1nc,n,lr,1ç 10 
de se apoio irrestrito à 
C 101<1< naçllo Íc"-ladual do 
:1nbr,d j;,;zeudo 11.b ·olutn 
questão de unir-se em 
Matrimonio neste evento 
µromo, ic!o pc!u COEST/ 
MT/SUL. 
Ao encerramento 
cio Semin!'.irio foi rsco­ 
lhida u cidade de Nevirai 
para sediar e, li! Seminá­ 
rio de prefeito,;, a rrali· 
zar-se ao ano de 1970, 
tendo merecido, a indi­ 
cação, inteira aceitação 
do Prefeito Dr. Ronuld de 
Almeida Gaoçu.do. 
C o m o rei>ultado 
Iioal. de;;r.aca-se a dis­ 
r,oi,lçüo dn Coordenação 
Estudu:11 do :.fobral :1T 
Sul. que se propõt>, a en­ 
viar aos mais altos e;ca- 
1 õ es governamentais, 
após condeLsados e s 
as,;unto-.: abordados no 
Semintrio. R~Jutório 
Geritl no sentido de que 
as autoridade., vromo· 
am: estudes nisando o rrecessa· 
meoto d e possivei 
alterações na atual 
legislação que regula 1.1 
disttibuição dt: recureos 
ao~ municípios de :Jato 
Grosso d o Sul. vindo 
de;:;tu forma melhorar as 
~ondições econõmicas 
de no::.sas c0munus. 
00 
IADELR. BRUTAS E APARELHA.DAS 
Uma I dustria qu 
- 
VI'JAMENTOS FORO> 
aco npanha 
o 
ASSOA.LHOS BATENTE GUAR!IÇÕ~S 
OJIO 
Bonito

/>Áft., I; 	'T'ri!i 1n da Fr • t Ir 
_ -.;.... --------- 
TE 
ft 
!>). 800111{0ifl • (prltnüil'O ethgio Pr6-cozimento) • Após n . luH r ~o 
O urroz pnws u foros do alta temp l'Ullll'll, llllcll' (; JJl'I' l'!JZtdO LtU 
eonquoncla do estado om que o arroz e encontra recebe em eu ln­ 
te rlor UIII OÚl!lOro do vltun1lnnH O 1,11!fl llllll('[',118, que da C•II.ICH 61 fl. 
xm nn parto interna do nrroz. Assim funelonu o processo pura o 
chamado 'arroz amarelo", O "arroz arboilizdo' passa por proce»­ 
eo A(mllru·, com rc1rnltut1,>n Jdontll!oH. • 
ü). - lfoongu1u (Pe0Hrlo1c6) • No hí'l{U1Hlo uctf.lglu de HPcngcm. o ar­ 
rou ó transformndo em 13 graus de umlclade e rosfrlado. 
7). • Rnuoume11lo - Ou udo não venham a er utilizados m toio 
do uarda do urroz u111 gruunl, o mesmo após u egunha ecngem 
pnunu n or onaedo par pausar uo depósito. 
8). • Dcp(rnllo • Em primolro estágio de depósito o rroz permanece 
no uguurtlo d11r1 e lnp11e cornplr.n,eutui es. 
O). - lfo11F1rlclnnrnnro - E+t é fase final de prepuraç/u do urroz 
para que possu HOI' lcnt<lo ao~ mercudoi couHu111!doreR. 
10). - Clusslflcr.dnnrn - ,pó, o beuoficlumonto o arroz p11ss11 pelu 
quuflflcuçflU a quul da1•fl o preço do pror!uto p:1r:i ri ··o:n"~"I ,llZ'lÇiD. 
11). • Classlflcuçflo eletrouicll • Em HUIJslltufçilu ao trnbdlho t'eall­ 
zudo 1111111ual111enlu utiliza se, utuulrnentc, ;Jl'OCO!lsos clelronicos paru 
clusslficução do urroz com mis olev , ela produção. 
t:!). • E:npucot111uenlu • Após u clussll!cuç11o o produto pasRll a 
ser empuculado, de acordo com suu quullricaçio, a fim dP estar pron• 
to p,uu a enteg11 o consumidor final. 
13). • 01:!póslto • Já pl'Onto pira a entregn uo consumidor o urroz 
uguurdu. no depósito o oncamlnhamento ao centros de dislribulçllo 
uo consumidor, 
14). • Emborque • 
1
o flmblto Jn produção truta-se du derradeira 
R 
o 
s para a produção do rroz 
Como pode ser observado os custo tos do 'arroz 
[ev dos do que os cus 
macerado ão bastante mais ele a4 q estágios pelos qual tem 
branco", uma vez que e g ande par,,n iji quisiço represei. 
qu passar deve utilizar rn.HJulnflrw e•p 
O 
proe;t-!I n.ml'íllO com. 
t@ ui» os extra bem como o 1anP?",~ vez que exige tam- 
pleto tnmhérn 011eru oa <::UolO IP pro uça • 
bórn maior rniio-ae-obru. 
r 1 •e::; 08 produtorei- de arroz 
Levando em consideração ••tilE':' Ia!oF"" re@o mais compatível 
macerado estão lutando µor ccn~r!!ulrc fl1 UOJ í 
com o produto qu'l eulrt!g-am ao ",,u -um
1
o gera_ i·u!lt!ç:i da prcteu- 
Numa análise dos fatos pode se observa • d 
são dos produtores oma vez que entregam ao consumidor un produ­ 
lo de alta qulidade com una valor nulti!tvo m1t1tl el~va.d?, lDUo que 
rosne o ss r@cessamento ger os 4e923,",9,"%" ~N2"". 
tui•um 011 custos de produção, pelo que é e JU ,IÇi.1 u ar ,em ela 
nal seja 1ümbém mais elevado do que o do coP.Juro. A m c~nto/ 
qual os produte>res vem lutando ó da ordem do-. dez por • 
 
• Esti!o moderno e fvnáonal. 
- Filtro de ar seco. 
• Sistema h'.dr-áu:íco com grande 
cr.;p.:lodado de l2Von!e. 
• T ronsmissão oom 8 ve!ocidades à frente 
. 	educsà ré. 
- Poin<!I de instrvmE:ntcs iluminado . 
• Motor diesel Perkins da 4 cilindros, de 79 0/. 
• Embreagan dup!o reforçada. 
• 	• Di;-eção hidráulica. 
- Rodas trassircs co. ajuste automático 
de bito!a:.. 
• Bloque:o de cHerencicl (cpcicnoO. 
AM 
Um 
Apolinário 
Novo conceito em 
Máquinas Agrícolas 
Assistência 
to arrol. pr l 
L TDA 
Técnica 
Matriz: Rua Marechal Floriam,, Esq. e/ 1. º de OutubraD, f one 139-t21 
Pont~ Pnrã - Mato Grosso 
FILHHS: Rua Sebastião Crispim do Rego S. /N Fane 161 VELE ISII Amanate' MTS 
E ·1 • • d V d Ãl1 t • IA - e 1 • • am71l 1ai • 
scr1 or1os e en as: ~n omo ruao, ataco , tirai Morena, mambai, Iguatemi, Eldorado e· 
Mundo Novo 
' 
~--------------------·---- ----~-

r1t;..!.-------------- 
.- 
,, 
R 	' 
Um 
trar1sforrnaçêo 
aguda no últiro ano 
H onde o senhor tira essa oclusão! 
rJ, Cada veu piora mi. Hlá fato re· 
l'r•••· ''' • ·' 1 11 • , de um iqui tnr ... ,1 l"•H·1.1 ,. p,, t11.1 qu,· 
,, os lo''pote" Querens ·septo-? 
n4% ",,,jura Magulhes Pinto ris possiel 
"",, wpini acional demonstrar o incon­ 
",,, a qur chegou! 0 enador, com nua 
fw", tomou resolução que considero 
+""",,,, dr a.ir una po»iç40 que até então 
p%', a Arena havia assumido. Observem o 
r11ntH1 	l • 1 1 
rnr
rr
1111,•uto d1, 1-t••' 1·ri1t1. Jr-po1~ , t.11pu· u noru 
''"" 1 • 1 • 1 • l Arena parva, cheia le insultos e grosera+ 
,artl'<1' tJllt' f'11i1uJJJ «·111 ,.:1, l•.11fto 111.111u,ruudo u 
!dor, predindo que ele volte concorrer ao 
!"'i·nt.ulu, '/u1.• u, ~11~·t•o1p./1u t'lll ~l1nnff iit- foril 110 
,
0 
.. 
111
• l't' 11 pri1111•1rn t"1, o Aº'''rno tncln·JH1dt•r•J­ 
, «gere um negociação ao rebelde. 
Vrjn . J lá quem dia que nio existe ui 
erdadeira negociação· que, dr qualqurr modo, 
esse veria u caso isolado, 	. 
BHOSSA Hü • ()111•n·111 outro rxt·mplo'( 'l'ur• 
4o Nunes Ferreira disse coisas duras. 
PMlt•-~l' 1li .. ,·ordnr, mn~ n ro11)t1nto dt> ~lfai; Cnt,r .. 
,i,111 u 't'ja ,. un J,•mnl ,lo ,Jrn,il f: d.- 111110 ,rrie­ 
dttdt• ... em pnr. E run1l·1n pl'ln lllt"IIOi urna nnvida­ 
.Je ~rJ,c': é q11n11d11 c•lt.• afirmo ((llt° ti!=: ForÇMi Ar• 
adas não são avalistas disso aí e que, por serem 
1idíl11 como mi, prt'ju,licam•i,e nn t•i:tlnrn popular 
E 
O que nro11tt•cr/ Umu pri,i1o 1le doi• dine, depois 
l» vinte, depois mais dez, Querem outro t.lndo re• 
,rlndorY O, 111r1nlúr~i<·11s Ili' :-iil11 Paulo, que sim· 
plr,rnenle decidiram iguorar o clit-:-ídio co!t·tivo e 
p:ulir pnru n ru·~odnçio dirrfu. Ê u priuu·irn vez 
uut· um grupo social toma eu posição., E ou n:lo 
t? Arre1ce11te111 u[ os ~overnodoHes t!os E,tndos 
,eado distribuídos como brinquedos, como cara· 
melo.•. Achnm <111' to,lns vi11 ficnr t'mhC't'Cidoa 
rom ,.,,., f,~11r111h,,, q111• ,,,io rnindo do Plunnlt,,'? 
O gencrul Juio Bupthtu Fl::ucin·1lu, c<lntempl11do 
l'Onccde cnlre, i:-tn~. E log-o o aconselham a não 
dar nis entrevistas .. Dou ul;.(111ts flashes do que 
restou vendo, com meus olhos, para 1110!-trnr como 
,e operou uma tni11sfor111uçi10 a:,:udu no últi111u ano, 
O MDB està aberto à 
CONVERSAÇÃO 
Veja • Qunl poderia s,•r. cm sun opinião o 
de;fcd,o dcisn trnusforiun~:1o'? 
Bro,rnrd - Aqui, começo n tt:r dificuldade 
Jmn re,i,ondcr. N:10 ~ci. Já di.sc no Senado: hn•• 
ta de admitir ntnle, menores pnru cvitnr o mui 
mcuor, porque isso ocasionou um formidável im• 
pi:rio de males menores, que con;titni o- mnior 
tua! q~,: pode haver .• f: t_urdc mns ainda é tempo 
de buscarmos o bem 111a10r. que é n plcmtude <le­ 
l!IO(·rn11rn, plena mesmo. É tempo, é preriso fnzer 
gora. Mas quem está no "º"erno acha que tudo 
1
111 bem, só ouve elogio;. Õ pessoal ,·ai Ili dizer 'JUC 
:ou 1111! rccal_c,1do. um re,senticlo, que a oposição 
mal intencionada. Lá existe uma at mosferu me­ 
io artificial. E te1•1 outrn coisa: ,6 um grande ho. 
•nem de Estado seria capaz de buscar já a pleni­ 
rud: dcmocrú11cn, E vamos convir: não é injúri:i 
3 nmg·· • r.u, mas ness-c governo .. , 
Veja - E no próximo? 
BrosEard • O qu.: nrncln"? Para ser um ho­ 
mem de Estndo. não bastn ,cr pessoalmente ho­ 
ue-
5
_10, ter as melhores inteuc;ões, scf estudio!io, 
•éno, respcit,hcL Não baStu. 
Veja • Cc.mo o senhor vê ns • anunciadas 
u,ud
3nças no qundro purtid:1rio7 
Continuação ... 
Jlt, r d • 1 
t .. 'J'''díd,,, pobr •. 1 r 
rra grande, ourd 
d, ... dor,,1 •,t .. , 
t'r,(11 ,,11 ,. U ,, 
Jl"ll-fltflll ,Jf' 
pt r~,,, t li ,1 , Hlt 
,,,di, .. 'li Jlll dj J, • 
f1•11dt•Jlf J,I , 
 t•j,1 Ju, lu nr in W'.Jd 1,,. 
lro ar«d- Depois do "pa ot 
., que pode d .,..,, iJ,,.. .-t·r f, 1111 p ,r • 
pur principio jurídico-, oir raie ou pol 
la➔111(· 'JlLllltlt,'! )'ur j .. fl ~-11 ,J,, r• ,, Hrt• 
o MDH, por inrirel qur poa pureer, s 
to , '-'>11Pl' ... ,H,àit, l11Jrqut c;oln,·1 tJ Hra-il 
,:.:o, crno: Jo, ,, J,:.O ,, rno n.,o 
 ••jn - Jn ... 1 11,.-,n, fl 'f' fl natr,1 ou 1 
"" d{logo? Se o enhor, como lí lc r .fo ;f,,B. f r 
convidado a dialogar pelo lider do goveruo, 
llt'PÍll.lr.Í'/ 
llro.,nrd • l) MJ)IJ está aberto a , • .,,,,,., 
trn1·it0 nlio li t'l"H' 1,,'o(·hirl11, tjllt' u( , .... , ° f' ~- .. t ,,11 
versas que e»tão por ai eu não ei quis são, Ma 
tl'pir.o: pnt:o qu dq11c·r prt'c_;IJ JhHn  < f nw·u p ,f .. fu. 
ra dessa itutçào, converso até com o diabo Aten 
c;Jo, nào estou chamando ningumy de diabo • , ... 
clnr~ço )01,0 porque-- .. t'uJo 11111,111hr. ,.lo ditt·r ... 
lom, mas converso até l'OIII u di,tbo· 01•--( 011(111 
dele, as con c·rl-'o 
V,•ju . t, JHPq•fel <iUt· o :,!O('írH>, <'Olll ... u.1, 
reformn" prcaend11 <li, idi1 11 opo-1~:io ou upo .. i1;ú, -, 
e ul>::on t·r ulµutht H'lore:-'! 
Bro• ard • "ln, é claro! O horizonte men­ 
tnl do governo é esse, o hà nenhum motivo no­ 
hrc, trata-sr rlc 11111a pnfl<lin, 111u i::olp..-,iuho huixu 
P uma posição exclusivamente eon-era«dora de 
poder, através de qualquer expediente. O IDíl f,1· 
rà n 11rnioria do Senado'( Botu a rnet,itlc 110111t•1u!u 
O .I IJ II elegerá governadores? Muda, niio •l'rii1, 
mnil'I cieiro:,, U gvverno utual, com a ,--humndn rt'· 
,·oluçilo quu dc,t•ria eli111inur o,; ,í,•in:-, 1r
1111-for­ 
mou-se em olgum11 coieu que deixa a. 
República Velh1t no jardim du. ínfúncía 
em r.rntérin de p:·"I>'J!êncla fie i; IT'. r.:1:: ' 
me disserem que elimiuaram o vo10 ~c­ 
creto, não duvidarei. illus quando rlig-o 
essas coisas uqueleF quP ,;abf!ru que é 
verdade fingem-se de ofendidos. 
Minha voz é cada 
MAIS OUVIDA 
vez 
Veja - Se houver a mudança do 
quadro partidário, imposta, o senhor sehu 
que o MOB pode permanecer? 
Brossurd - Nós, os senadores da 
oposição, ternos um comprowisso: firure • 
rnos junh•s. Nós ficam,;s àe sinutlo. 
v iq! 
l,[tr> ·.; Hll Pr 'l ?!· 
do , 1 1 1 pen h, 
ITt lll qu ll '1•1 • 
Jl li J. :.t • Ulll •>Hl!' 
I' tor aí. E II l.! ·nt,• l' 11 
111u1;11 !JH'<i!J1 ·!· da po,• 
CJ'll' ('ll la vez n minha 
Yi,;, é mais ouvi!a no 
01! j_; inteiro. Não estou 
f; '.!nho. 
'""'' ':'cmoo1,'l1· 
' uh ir· i •• i;i!ll'' l·'eológica­ 
mente·. 1,ib·• al? Socinl­ 
demoer1; t·,? 
BROSSAJ; 1) - Nilo ,nc 
situo. Fui chamado rle 
reucton:'.ll"in, ele cc,n,,Pn·u­ 
dr, ri 1. ,...tJ1·a dri 
.,;ociulir-t11. Fico à vontude 
Vc.'j l - Por cutro I ido 
(, 11u1 fato, lloje. u uniJc 
de pesst1a;; qt.:e e:-ta ,·am 
em lug ll"!'S difr·rentH em 
HJG1. 
Erossurd - Mas isso é 
nalurnl. U11iran-se. e sem 
contradiçõtt:i. Há gr1111des 
contradições e té boas 
contradições., contradi­ 
çíio é condr·núvel quando 
o sujt:ilo , ai do bem pa­ 
t·a o mal. 
Veja, 6 de abril. de 78). 
e b a p • a t 5 o, LA a t • r a :1. r t ::,. r 1 ::i tu :- , • s o I e: • r: 1 <t • r I e- 11 
A t e n d e a q u a I q u e r h o r a d o d ia o u da n o i t e. 
Rua AIonse Pena Esq. Teodoro Sallva 	Bola Vis!a 
que 1 
homr 
u.,. 'l 
A tug 
o rT AI i 
quii tr 
!JO:Tlf-'111 
,.rnç: o 
llÍl'TI 1 '-'. . 	l. (!'•' /. • 
r,f"'l,d lL• ,._. J,lf, .l ,l'f
1
', 
qner lado liUt' o 1.c,:>1 • 1 , a, ele 
ie1t• ,l e-te •1:<:of!t.o ,. :11 J L • 
que svj l 11·1 ú! l w u • !. .. • 
Ms a palra ae Deu. diz. 
ho'e a sua Voz, não . 'ur ç· 1 vos­ 
so~ cc·,•.çõ~,,·· lfk t.i:·ru :l:7 &). 'fJPi::--e o 
í;r,pio e ~cu ci1H,lnh , e ,. h : .. em n,:.-­ 
lirno os seus pensmentos, e e conver­ 
o S •nhor qut> H: t:uwp..i·!-c ·rá d' l~: 
torne pii!U O n, :'O J?e1:1~, y·;r3r-: {!:'aõl• 
dioso é em perrlour" l;s111. • :,..i.t.J,- 
(Cnnlinuur~u ni; n" p óx
1
'rl0 nu,nero.) 
Dr. Jeremias Viente da Silva 
Oraçii.o rht SP.' ·,n;.: 
ÜUPI idu P :1, nó, 'f< '-'Or...<, • -• u~os [)f! • 
la marsvilhose experiêni de Te co­ 
nhec(l'mos. :-.:õ,, Te :.i:.:t·,.rl r. mo-- pelo 
Salvador e pela certeza de a presença 
em ll0~Sú!' ('Ol"hÇÕC • 
Em no:n • dP .Jt' us 01?:l'O.•. ,mém. 
10 
f'· 
( 
:Ti111),DE ',, MANAIS 
2.a Feir .. Cliniea Pt«ral l 15 horss . 
1.~ Fcir.1 Pr,·.! ,:i, .J,. !.• .. n re'ho. "s b.So !.-. 
5.a F,,:r., 1 lí111 •. Pn•tur.tl ~- 1· h•. 
6.a !-,,:,_ C.111, ,!,· Or .. ,_~!ll ,. L l:.lfl 
ab±do Ensaio do conjunto coral às I h-. 
Domingo E-c L. u;:i!ic-: I'c ;r.· .ic i, ... ~~ 8 Lur-.. ... 
tºufto O,,11,ri,··ri11, ._ 9 .. 1, l:-. 
Ensaio do Conjunto Cora!. às J33o h-. 
E-col.i de: Trc,:::11r:,·0
10, : I9 L•. 
C:.tlt<, Divino às o h- 
Produtor do Calcar10 Bodoquena 
USINA Rodovia Jardim - 
Escritório de Vendas Administraçã•>: Avenida 
Porto Murtinho Km 54 
Duque de Caxia!Õ Centro 
GRO_SO DO sr 
1 
1 
1 
1 
l 
1 
1 
1 
l 
1 
LI

, 
E 
Vencimentos de Funcionário Municipal 
J 
' 
A CAura Mulclpl de Beln VI«ta. 
dlnte uontnnts reelmgen de 'un­ 
Ion4rtos Munletpnls, prinelpnlmente 0 
Profeoruns, o que refere o aumen­ 
to do vencimento para o exercielo de 
1078, wclrece o egulnte. 
n) F'o! encaminhado Cmr Munlcl­ 
pal, para uprovçfo (Dezembro de 1977) 
urn. Prnjelo do Lo!, ,10 Hr. J'rof1·lto Muni· 
clpnl, em quo eoncedla aumento de ''en­ 
olmento do Functonullmo Municipal e 
do Intlvo e Pensionistas, nu base de 
2U11/
0 
(vfnto por oanloJ em erul, para o 
,xercl0IJ do 1078. 
b) A Gll.rnarn Munlclpol rejnllou o re­ 
ferido Projolo, por uno oslnr do acordo 
eom o numento de venclmcolou (•'cderuls 
o Rataduuln, ooucedldoa pura o oxerclolo 
d a l 9 7 8, otl b ll II o do 10%, 
20%, 30% e 40%. e mais um vulor, 
de cordo com a tabela de eus venci 
rnooton. 
o) O Projolo dn uumouto u funclouu­ 
llsmo voltou uo Exet"utlvo, pare. 11ue fos­ 
so elnborndo outro, conforme determloa 
u Lrl Federul u Et,tuduol ~ romellrlo u 
C/lmnru para n sua uprovuçúo, uo en• 
tnuto nlé o preseole, não houve m11nle­ 
frsta9ílo n re1,1pelto, por parle do Execu- 
tivo. 	• 
d) A Cllmarn enviou uo Executivo em 
24 de ubrll do oorrente ono, um1a suges 
tf!.o parn eluborn.çilo de um novo Proje­ 
to para numeoto do Funclonullsmo Muni­ 
cipal, coo[ormo oficio o buixo: 
Do Presidente do C/lmaru .11.1olclpnl 
Ao Exmº. Sr. Prl)felto Muolclpt1l 
e) Quanto u publicação 
do Jorool Tribuna da 
Fronteira ºº· 285 no que 
diz "Funcioáio da 
C 1. mar a Municipal 
ap,lam ao Jornal o utra. 
zo de pagamento de mais 
de tres rnesrs" o :lesa 
Diretora do Legislativo 
Assunto: Remessa de Documento (Faz) havia tomado todus us 
Anexo: Uma fotocópia du Lei nº. 3 9G2 providênclus legais para 
de li /11/77 	solucionar o problema, 
1 
p!lrém em vlio. 
1 -· Tomnmos a liberdade em suge- Atualmente encontram-se 
rir à V. Exa., a elaboraç!io de um Novo oti vencimentos normali 
Projeto de Lei qu~ dispõe dobre o ttu- zado!I. 
meato do Fuoclonnlismo Público l1un1cl 
pai, Pensionista e lont!vos. 
Nestu 
2 -·· Pora elaboraçl'io do referido Pro­ 
jeto, encaminhamos n V. Exa., n Lei cons. 
tante do onexo, que dispõe sobre o au­ 
n.ento dos Funcionários Estaduais. 
3 A prente sugestko 
se faz Ieee ria em [a­ 
t'I! 1 cou•t ,ui p•c·I '11,11• 
ç0eu e cusçõei este 
Leglnltlvo pel rejeição 
do projeto d Lel envia­ 
do a eta casa por V.Ex. 
(]UI' COIH'('(II llt)Hlt'lll(J cjl', 
2% (vinte por cento) ao 
funetonal#mo, enquanto 
quo 011 rllrrll1111 e o alto 
ouHlo dr vJ<!rt proporclo­ 
m malore porcent­ 
gam df.> numo11lo 11011 vou­ 
elmo to proporeionl, 
(nrllgo 13 da Cou,tt1ui­ 
cio Federal e Lei Esta­ 
dual nQ J9G2). 
4-Aguardaado o pronun­ 
clamonto de V.Exa. para 
n. aprovnç!l.o do rrtorldo 
novo Projeto, se Consti­ 
tucloo1tl, uprovoltamoR 11 
oportunldndo parn ren­ 
presentar a V.Exu. nossos 
prole&tos d~ cousldu·,1-­ 
çõos o apreço. 
, tencios11mente. 
José S. do. C. ilarques 
Presidente 
ARl:l:NA 
Vir to 27 /4/78 
José S. C. Marques. Areua 
Presidente 
OE ZI 
IC ÇiO E 
IOllDE EM 
ESTADO 
HOMEM DE CONFIA:-iÇA 
e sim para proporelonf "º l' li d 
ova 'nidades Federativas que real! 
~e vlcs em n dn.r u. contrihu1çlío ô11 1 
o Brasll necessita para o seu det mnvol 
vimeuto e para o seu progresso te 
TRIBUNA 
Objetividade, Análise, Informaª 
ção. 
- O Jornal de um novo tempo 
Faça a Sua Assinatura 
Ao comentflr a indicação, pelo Presi­ 
dente Geisel, do nome do Sr. Harry A· 
morim Costa para ser o primeiro Gc,ver­ 
nador do recém criado Estado de Mato 
Grosso do Sul, o Senador Saldo.nhe Der­ 
zi (Arene Mt) disse que, apesar de haver 
divergências nas corr..:ntes política& do 
fü;tado, .. iremos fazer uma preg9ção a 
todo o povo matogroE:seni;e para que 
passemos uma esponja no paseado, para 
que esqueçamos as nossas divergências, 
as nossn!I lutas e os nossos desentendi­ 
mentos, porque a obra que terema& 
de construir é portentosa". 
Necessitamos da contri"ouição de todos 
os matogrossenses, d~ Arena e do MDB, 
porque devemos dar uo Brasil o exem­ 
plo de que a criação de uma novo Uni­ 
dade não foi para di vidi.r dois Estados, 
Depois de afJrmur ser natural "que to­ 
do» ás. _e isso _fale!pessoal',"0 
Presidente Geise!, desqavamos q4' I0 
se lodicitdo um polltlco das uO!'Ht1s flltl 
ras" Saldanha Derzl lembrou que era 
en ' roento do General Ernesto Gels l 
~scolher um pollilco do Ei<lo.do prnll K_Pr 
o primeiro Governador 'ma8 8e as eIr­ 
cunstànelas não permitiram que ele s­ 
sim o fizesse uceltaremos a indicação'. 
Saldanha Derzi afirmou que cabe ao 
Presteute da «eúblea, segundo a lel 
Compleme'.llar que r;,mcretlzGU a d1vls..io 
do Estado de !ato Grosso, oomeflr o 
seu governador. após aprovação desse 
nome pelo Senado. 
Sempre disse, em toda~ as enlrevií,tas. 
que ningut:m tinha o direito de se insi­ 
uar confiança do Presidente Geisel 
É do seu llvrP- 11rbítrl0 a nomeaçilu do 
Governador e tenho certeza que o Che­ 
fe da Nação estudou em profundidade o 
problema da indicação. 
m,1 TÉCNIC:O 
O oarlamentar matogrosl'lense disse o 
Sr. Harry 'Amorim Costa, "b"mem de 
largos se1·viços prllstaãos a Nação e ~ 
vários Estados brasileiros," é um téc:u­ 
co do mats alto gabarito, me ecend'.>, 
assim, o nosso integral apoio, nosso re.
0
• 
peito e nossa admiração". 
O problema jà é um fato consumado 
O Sr. Harry Amorim Costa é um nome 
de inteira confiança do Presidente da 
1 
República. Agora temos de passar _uma 
esponja no passado, n fim de unir a 
grande família matoi:n-ossense. Vamoa 
trabalhar e os matogrossenses irão re;;,­ 
ponder ao Brasil que estaremc,s presen• 
1 
tes para levar à frente esta grande po­ 
tência que surge no momento perante 
o conceito das outras Nações - concluiu. 
E DA 
a UMI D ll S 
Ê Só Folar com a ivoço --- Ater.ção para os prazos de entrega de 20-02-78 a 
07-04-78 para quem tem imposto a pagar ou restituir de 20-2-78 ; 10-5-78 para quem é isento. 
'- I - --- --=---=----- - - 
___________ ...: