' 
R + B u N M D a F R 
Funàador: Ivaldo Pereira no VII 1 N.o 289 12 a 19-5-78 Bela VLtn: Maio Grosso do Sul 
10 
11· 
• 
11 
Lfrnhro-me hem; foi numa tnrdc fria 
em p.'eno mees de Agosto o Inverno 
multrutatulo n plonirie <lc Ponta P,ml, 
1·11 ,iajuvn ruu, o prefeito ,dão llrrn• 
de• Xuvl1:r, fomo• tel•:funur (interurt,nnul 
para Cuiab e trocávnrnc• idéias II r~• 
l
>eilo dn •huoçüo ,ln munidpio. ..Vrj,1 
>em - dizio o 'rcf Pilo - n6s trnhnllrn. 
mns com dificu ,lndcs. As verha• •tio 
pouru,., 11110 h/1 iofro-cslrnturn, nté pura 
lt•lcfonor 1cn10B 11110 ir II Porllo l•nrà, 
mas acredito no futuro ele Antonio Joilo. 
A agricultura está, dia a dia, evoluindo, 
cnm a rede de energia elétrica de Uru 
bupungá, talvez, até fábricas resolvam se 
ins1nlnr no munidpio. im
1 cu acredito 
eu, Antonio ]Mo". O prdcito nunca te­ 
rcu uma crítico ao Governo, Ecmpre 
confiou. O ,enodnr llnclnd Snldonhn 
Dcrzi posrni fazendo no município. O 
presidente da Assembléia Legislativa 
(l'llulo 'nldonho) é de l'omn Porà e é o 
deputado da repilo, Assim como, Ubol­ 
do Uorém, o <lLp111ndo Federal mnis 'O• 
todo. Tr,·s i111purtun1e, personagens <ln 
poHtirn nocionul. ,1llo1110 Joilo merece 
ruuito. Merece mais do que está rece­ 
hcndo. A Arena nunca perdeu uma e· 
lciçil'> no município. O povo - hospita­ 
lciro - como todo fronteiriço, empe 
crditou nos homens do governo. un­ 
ca 11·clomou providlnciu•. empre 
■
rperalo n alo de +nu+ representante-, 
Dizem qu a energia elétrica chegará an. 
tes do final do ono. O povo quer ver. 
ão que duvide das palavra» lo minis 
tro eki, das Minas e Energia, Simples­ 
mente quer ver. Está na hora do G«ver­ 
no olliur corra carioho n povo <ln fron .. 
teira Estradas, saneamento, Comunica- 
0es, Ecolas, a maioria das cidades dn 
fronteira estão carentes nete tore». 
Ponta torà, devido a sua arrecaduçào, 
recebe mais, Além de sua privilegiada 
posição conta com o despertar da Agri­ 
cultura que trouxe ova Vida no muni­ 
cipio, Antvmnlo João nilo pe,lc. , ntonlo 
Joílo "'ncrece ~uc o governo (e ngorn e-um 
a divisão do Estado muito mai,J olhe 
com mais carinho seus problemas. E 
recordo· me dos polavrus de um cnmpo 
nheiro de viagem [aquela fria tarde de 
AgoFto) "Com os olhos posto, no futu 
ro, n• mãos e oe pés firme• no presentt', 
estamos construindo uma cidade que se 
rá orgulho dre nossos netos", Não me 
lembro o nome do l.'CJmpanlu·ir" cJ,. vin­ 
jem. ~lns '-U1S pulnvrus tocnrnm fundo 
Eu Adão Herodes nos olhamos, Tal 
,·cz. ele tenhu pcmndo o mesmo que eu: 
por este tipo de pessoa, é qure 
mie a penn trnbolhor, co"' sacriHcio, com 
os olbo, postos no futuro. Feliz anivr 
•6rio An1011io João (1 P) 
Mois umn 'CZ, voho a bntcr nn 
me,mn ledo n ncci;a,idode de Ueln Visto 
c unir nos municípios Ja Grondc Dou­ 
rsdos (do qunl foz porte) ,·isondo con­ 
seguir maior força nns rci,;ndlcnçõea 
junto o governo federal e e6lndunl. Ea­ 
tfi •e opruxi, .. nndo o época dos eleições 
á As.embléia Constituinte, o, cnndido­ 
tos <ln rcgillo oferecem ahernotivos vá• 
1idns nos cleitorr.s mns, 11egundo comen• 
ttirio-., parece que o Diretório da Arena 
de Bcln Visto vai npoinr o atual presi­ 
dente dn Assembléia. Paulo Snldnnhn. O 
presidente do Diretório, Fiori Murano, 
comentou com u,n de nossos repórteres 
que "para Belo 'isto é importonti: npoi• 
o.r um condidhto que s~ eleja., cn,o con• 
tr.írio, acuntccc·rá como das outras ve­ 
ze, ficará sem representante" O co­ 
mentário poderá ser confirmado ou 
desmentido por Fiori Muranvo em sua 
entrevista à Tribuna na próxima semu­ 
na. ào ,·amos criticar ou t:loginr o pre­ 
sidentc por suo opiniã,>, f: um ponto de 
visto que merece ser meditnd,,. f:, tnm­ 
bóm, uma alternativa válida. Muito v. 
lido no relembrarmos o apoio que llcln 
ista deu ao então candidnlo Paulo c ••. 
tro Pin10 (que niio se elegeu) e por f,. 
cormo@ ouuse três nno~ ,em umn ,·oz nu 
A!sernbléio, a uào ser, 01 espor5dlco, 
e_ronunoiomcutos dt Ruben Figueiró. 
(,1110010 u Câmorn Federal, os bclnvisten­ 
es estão com Ubuldo Darem e nilc, 
abrem. O, demais cnudidnto• (de Aqui. 
douono, Campo Grande. etc) que não so 
"hnrmoniz.nm com n politicn e n g:~opo­ 
l11icn beln,·istease" devem buscar seus 
votos em outraP_ pl:agaa. Por aqui, soh·o 
eng:nno, o PO' AO vo.i opoinr os cnodi­ 
datos fronteiriços. 
! 
ADAO HERODES 
XAVIER 
Prefeito Municipal de A N T O N I O.: J O Ã O 
BAR EM: Belavistense 
O projeto, de autoria do vereador Noecti Leite Lar1:1.ajeira, que concederá o 
titulo de Cictadào Belavistense, ao deputado U La l d o Bar em, encontra­ 
se em trllmite na Cllm11.ra Municipal. A homenagem, muito justa, é um J.,reitg 
de g;-atidll.o ao político que contribui para o progresso do município t1 que 
aqui iniciou sua carreira. !Ierece aplausos a inteialtva d o vereador 
Laranjeira. 
rena, de 
Anto'nio 
Ú vereador Ely de Araújo Barbosa, da 
Bela Vista parabeniza o P o v o 
João e envia calorosas saudações ao 
Prefeito Municipal, Adão Herodes Xavier. 
Pela passagem do 14.o aeíversário do Uunicipio. 
A­ 
de 
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Romeu 
Mato

!é.1 'Tribuna d !ront·	!ra -- era_veta_-_ 
Associando-se ao júbilo que cerr:a as CO­ 
memorações do aniversário de Antonio João, 
a Câmara Municipal de Bela Vista, paraber,í­ 
za o povo e as autoridades renovando sua 
mensagem de confiança na caminhada empreen­ 
dida pelos maiores de sua história. Parabéns nnto .. 
nio João. Parabéns pref eíto lldão Herodes Xavier. 
.José ~lrnplfcio da Costa Marques 
Presidente 
Eiy l. Barbosa, 0svaido Iurini, lloedi Laranjeira 
Honso Dilon Leite, Nivo!do de Barros Carlos 
Centurião, Getulio Lino e Ildefonso Pinheiro 
O O E NTONIO JOÃO 
É PRECISO UNIR PARA VEHCERI 
.J ! 
o ( senador Rachld Saldanha Der­ 
zl, associu-se às manifestações 
pela passagem do aniversário de 
emanclpuçáo política rio rr.unlcf. 
pio, transmlllndo uos eu mora­ 
dores uma mensugem de otimls­ 
mo no progresso da cldnde, au- 
1 gurando que tc,dnt< u,ç osperan­ 
ças se concretizem num futuro 
bom próximo. Multo já foi feito. 
Multo ainda restn II fozllr. O po­ 
vo está unldo. Um longo cum!­ 
nho foi lrilh!1do desde que o Te­ 
nente Antonio Jolo deixou o eu 
legado de grandeza e heroísmo. 
Hoje, com a diviso do Estalo 
e os lovi,stlmeotos do gov<:roo, 
Federal e Estadual. o município 
atravessa uma [ase promissor6. 
O mon_.ento é para Acreditar. 
o homem. o Esta.do. Exige 
un!ilo. De esforços e ae opiai· 
ões. Pa::abéns Antonio Jollo. Pa• 
rabéns prefeito Adão Hernd011 
Xav!er. 
Na expressiva data de 12 de maio, 
 
quando se assinala o aniversário de An- 
tonio João, a Prefeitura Municipal de 
Caracol, tem o grato prazer de manifes- 
Mntré Iler as Preleilo Municipal de Cara e o 1. 
Associando-se ao regozijo pela passagem da data máxima do 
municlpio, transmite ao povo de Antonio João, seus votos de confiança e de 
esperança nos novos dias que estão por amanhecer. Ao trabalhador anôni­ 
mo, que com dedicaçfí.o e perseverança constrói o novo Mato Grossu 1101!• 
sa solidariedade e nossa fé na edificação do grande Brasil. Renovamos 
nosea rlecisão do continuar lutande para que as novas e grandes conquis­ 
tas sejam consolidadae visando una sociedade mais justa e mais progrmlita 
EPUTDO 
SERGIO CRUZ 
Sob o signo da .divisiio, uma nova tJrn se abre para O sofrido 
p•1vo da fronttiira. As esperanças se renovam, esperamos que a­ 
gora 06 sonhos se tornem realidade. Ao povo de Antonio Joiio 
e autoridades nossos sinceros parabens por mais um aniversário 
dP. emanclpaçill' política do munlciplo. 
t------ . :·I 
Deputado Valter Pereira 
DEPUTBDO 
O Deputado Horácio Cerzósimo, no momento 
em que transcorre a data magna de Antonio 
João, sente-se grato em saudar os que labutam 
em todos os setores de ativtdedes pelo progres­ 
so e pela felicidade. Neste ensejo, transmite ao 
povo e ao senhor prefeito munlcipal, A düo He­ 
rodes Xavler, sua carinhosa mensagem de felici­ 
tações pelo transcurso da data, augurando que 
dias ainda melhores lhes ofereçam. 
, 
HORICID CERZÓSIMO

Tribuo:.t du Fronteira 
---------------------· 
li 
SOU UM ES 
i 
) . 
Eutenclo ser u~te mais 'lm momonto 
c]p ~rullrlPVl l• a 8 li () e A i< Ú O 
du l{rnudeza que tem PnvoJvldo a cr i•1- 
çilo do Estado do Mato Grosso do Sul. 
Momento1-1 de gnrndeza - trndutore .• 
do Rlguiflcutlvus e murcad:rn deci.-ões que 
em v<1rdud•3 nnteprep;,1·am, nfío outrof; 
momento.-; d~ grnuJPza, mus a grun,Jl'ZU 
que há do ser pemiunente e continuada 
dll nova unldude da federnção brnellel,a. 
O primeiro dl'sses mc,menlo:;, corr,·s­ 
pondeu uo d11 blslórlcu rPMoluç:1o do Ex­ 
celentl!!rclmu Senhor Presidente EraeMlo 
GAlsel, quando, com visúo dP ln1-1íg11e 
estadista, decidiu, intervindo nn dlvi~ão 
ter-ritorial do puíti, erlur o Estado do 
Mato Grosso do Sul, respaldado não n­ 
penas em futuras condlcionauteti do de­ 
Reuvolvlmenlo reglonol, mas tamhem nos 
nuselol! du luboriosu gente sulmalo~ros­ 
sense, desde remotos tempos veemeole­ 
mente mo nifc11tn<1011. 
SPgulrum-se os momentos em que o 
Congresso Nacional aprovou a Lei Com­ 
plemPotnr númP>ro 31 e o Excelenllssimo 
Senhor PresldentA dn Hepúbllco, em nto 
solene e emoclonunto, a 6unclonou. 
E chego -se o.o momento de haje, 
com ,, lnstalnçíio da Comissão Especial 
inslitulda pei11 ), gl!,laçilo criadora do no­ 
vo Estado. 
Est11 solenidade, realizada peraote 
o bravo por11 sulmatogrce~enso. signifi­ 
ca. e1u verd11de, o marco inicial de uma 
longa camlalrnda -- árduo, vlgoroim e 
lac<>ssanle, que se dirige, em linha reta 
pura a cons .çlo do grundezo deste 
aclmirável peaaço da nilo mtinos admirá­ 
vel pátria brni;lhiira. 
Sou sumamente honrado, pe'o ven­ 
turoso p1 ivilégio com que me distinguiu 
o ]).;xcelentíR~imo Senhor Prl'Ridente da 
República hO conliar·mP ao oito encarg.l 
de cbeliar o p, l!!!eiro Governo do novo 
tado, cnc.ugo que l'l'Cebi meuos como 
aceituçifo de uobililante convite, e wais 
-,orno convocação paro o cumprimento 
de extrordinria e empolgante missão. 
E e te o prlmPiro encontro que 
mantPnho com o povo deste Estado na 
condição de governador nomeado. Por 
isso, meu concid!!.dãos, ~eja-m,;- per m!- 
tido, do ·de lo~o. fazPr uma oh11ervoção 
dr ordem pl•ssoal. parn acluroar um 
ponl:J que considere muito lmportanlll, 
face à slnglilr1rldarlu das circunstünclas e 
l)(II' <1avolver :.ispeC'!os de ordem subjetiva. 
Náu sou um estranho ao Mato Gros 
BO do Sul e :fato Gros110 do Sul não me 
é nadt estranho. 
Desde multoP anos com alegria tenho 
voado o,; céut1 desta terrn, nt1vegand'l 
eu rios e palmilhando seus caminho. Ac-orupanhd 
por trilho• e corrrdort• 11,·111 ,empre tra,11i1!vei,, 
n orupnçuo ,: o rle•envoh·imento rxplo1ivo da re­ 
l!iiio !:iul, paru onde virrnrn putrfrins clf outro, 
E,tnrloe da comunhão brasileira e nli ajudaram. o, 
daqui naturais, u construir a riqueza crescente que 
hoje marrn a pasagem florescente da, ,ua, cid11- 
de e dos seus campo. 
Com prnzer, tenho nromponho,lo .. r, rm 
alguns pontos, de certo modo, participado, no; 
último9 anos, 1!0 crc,cimt.nto e oíirmuçiio dtstn 
bela ,grndnvr.1 e dinâmica Cnmpo Grondt. 
Em reuniões e encontros uuli,.ados co111 
nutoridodes e liderouço,, ltnho oprrndido, rom t'n 
t11fliauno, a problemátic1l regional sentido a cu­ 
rência11 dn infractõtrutura econômiro e Hif''Ínl. inihi­ 
dorns do proi:re•rn, ninda mai1 ,celera,lo, tilo JH·r 
•ei:uido pdo labor, pcln tenacidade e pela bravura 
da gente •ulmotogrouensc. 
Com pe,ar e moção tenho vivido o +o. 
bcrbo • calnrnitorn e,petáculP, encenado pela na 
turc,.,. dos encbentrs do Puntannl. 
Ainda nn região 1-ul, trnho vistP, com tris. 
tezn, o avanço progressivo da erot-ào nn àrea. tir• 
lman. dc,truindo ou omtoçando moradias e vias 
públicas, ao mesmo tempo em que. no área rural 
v.ai carreando, qua,e inviflívcl. ni11! ince~.i.antemcnrt', 
os comp'lnentes nobres do rlorli,orn solo ria regi:io. 
Assim, ~loto Gro,rn do Sul não me é des­ 
conhcciclo. E por conhecê-lo, po,;ei inevÍUÍ'el • 
mente n odmirt&-lo, no formidável potencialidade 
dos eus recursos noturoifi, no dinamismo empreen­ 
dedor do ,eu povo e, sobrr111<lo, a fuzer eco com 
scul nnsc.-io~ de prosperidade socinl e econômicn. 
Por isso, meus concidadãos, poso afirmar 
lhes, com inequÍ'Otn sinceridade, que eu me sin­ 
to indeecndentc do umor á Pátria que é uma 6 
no ndm1rnção de~u terra, no reconhecimento de 
sua» virtudes e no anseio de vê-la engrandecida. 
pr6spcr!l e justa, como vós outros aqui nascido. 
Tomhém, por laços de familiar~• que há 
longo tempo para cá vieram sinto no sangue des­ 
tn terra, o san,"UC du nunha lt:rrn. 
Por tudo isso, peço-lhes permissão para 
d<>ruvontc niío ma,1 usor n ex:pres,;ào •·destn terra" 
''deste Et:tado". mart dizc::r-lhce. com 1'rgulho e i­ 
dentificnção, "nossa terra'', "'noc:c.o E!õ-tndo"'. 
Tenho h,:m JJfrsente ª" reois dimcneõe, 
dn mie:;i!o que hoje aqui. perante v6:5. c'>meço a 
cumprir. Bem sei das dificuldudefl, umas inerentes 
---- --- ---···· -•·•r·-1 
t-..., 	, 
7±3 i 
, 'i1. b, 
1 
O Deputado Henrique Pirei; de Freitas 
·+-s "ç?? 
' hifj,- associa-se s manifestações de alegria 
,. 
pela passagem da dal11 máxima do mu- 
nicípio 
u Neste 
d e 
ensejo 
Antonio 
transmite 
J o ão 
a o povo, 
engajados na diuturna tarefo. de constru­ 
ção de um progrPssisla município, f>Ua 
, mi:nsagen dl· (é na conquista desse ob­ 
jetivo augurando que novas e const>lnle!! 
conquistas sejam con1101iúad!l8 para que 
o dia de am!lnhã seja a. nova realidade 
que torlo!' aguardam. 
a alo de geras, outras que urgir@o piódis 
Hem cunho ow nrios da omidgleuh+nato· 
gros-ne, ora lerititvaurute polarizado fa«e a 
C'liU(JUi•I I d., ( ri.H,-Jn do lill  J .. uilo. 
l, por is, bem entrtdo as nortrs re-· 
pon-bililads que izitia, ma última instaneia 
presidir os negócio- do hem rtar e da felicidade 
do povo da nossa trtra. 
E uma tarefa gigante·va e empolante, ma 
nilo é farda dr 11111 l101uem ,r,. l'a1:1 cnfrr111,í.ln 
e vencê»la, vão convocadas tu«das as force vla« 
da no,- a comunidade, A ninguém será licito o· 
mitir.e. Do trnbalho perseverante • dedicado, de 
cada um, resultará a força de todo- que imrpul-lo. 
nará o nosso Estado, acelera·lamente na trilha 
ri o d e • ea v o 1 , i 111 t' u l "· /1 111, ílo 
do poclrr público e das lideranças empresariais e 
políticas, convergente no bem comum r integral­ 
no espírito púhli<-o. pcrrnírirá a r1rrJnr.uli1 ,i;,!oro•:i 
JHlra ,.. c·on■trução do grande Estado, com que to­ 
dos ardentemente sonhamos, e com o qual, cm 
futuro hre, e, já temo• t'0routrn 111:1rracln. 
ião lhes trago promessas, Ofereço-lhes, 
dc-rle já, juntamente rou1 nquel<·, 11ur rnrnpor,1<1 
o quadros dirigentes, no preparo da estruturvçào 
do novo Estado, sgora e no Governo, der.ois. tra­ 
h.1!110 sem cleeco11>0 t' ><'Ili de.•fnlrci111rn10, drdi­ 
cução, auroriJ:ult! e entu,ia.-mo. 
O planejamento presidirá toda a ação de 
go,erno e e111turávolt.ado, iu,ariá,elmt-nt,·, parn ih :i11• 
pirações mais sentidas do homem sulmatogro--eu-. 
Base da estruturação política, social r 
econômica, bu1=car- ~e á o fortal<•t·Ímt•nto da nt,':io 
municipal. 
Fu11damrn10 da economia do Estado, epe­ 
cial e prioritria ênfase será couferida, abrangendo 
todo. a infrar1-rrururu dt: proce-~ .. Jmcnto, ;l u~rirul­ 
rura t' à p,cuárin. 
Com vistas à racional r-xplorru;,1o 0111..1.J t> 
futura. atenção vigilante merecerá a preservação 
te von erva&o do« nossos recursos naturais, har 
manizand - e o desenvolvimento econômico com 
adequadas práticas de meio ambiente. 
Meus concidadão. 
jo e-condoe emoção deste momento 
Hecolhido o calor generoso da munife-tação cordial 
e amiga com que hoje me recebestes e reafirmo 
o incrrcdáve! prop6@itu de t,rm Ecrvir ao 11<,-Fo 
Maio Gro.oo do Sul. rom rlt·-,elu e trubalho 
inressante 
Muito agradeço ao Excelentíssimo Snhor 
Governador Garcia Neto e a seus ilustre« Se­ 
cretárioc, de E..rado - a rt'Ct-pt;ào ficL1l!!.1 t' hor.pi• 
taleira com que me clii:-1in::uiu. f'. ~ohretu,Io~ à 
awabilidad~ du, )'Jla,ru, que profaiu. 
Excelentíssimo 'enhor Mini-tro Rangel 
Heis, que tive honra de conhecrr quando ue 
convocou para a direção geral do DO>, permita 
me urnn p1lavra especioJ, aqui e agora. Chefe que 
fuz do relacionamento. afável e atencioso, e.tilo 
de lldernnço. e comando, e oue no'- tt'm ,lado a 
todo• lição de di~nidode. de,cortfnio ~ l,n,siliJadr. 
tem marcante pre■cnçn na criação de~tt' E--tudo t 
o Feu nome, persistente na lembrança agradecida 
do nosso povo, ingrará as páginas da história do 
iloto Gro,•o do Sul. 
Governar é, antes de tudo. un1 ato político. 
Entendo que a satisfação du, o,yirnções Pº/'ulare, 
reside na convergência doe athulndc:- récn1cu &d· 
miuistrativas e políticas. Es»encia do regime de­ 
mocrático, a ação polhico purLiJária é int:rentt: uo 
Go,·crno. Sou muito grato prlas pre..:(Í~io:-a~ prc• 
senç.a• das ilu•tres lide,onça, Ju Aliança Heno'3dora 
Nncivnal, que homenageio na pessoa do digno Ire - 
sidcntc do Diretório Hc,;::ioua , 5eohor L6dio Coe­ 
lbo. 
Aos ilustres Membros da Comissão Especial, 
ora instalada, a segurança do +eu indispensável 
apoiamento às relevantes tarefo que hoje fem inicio. 
O meu rcconbccido agrudt"dmento às 
ilustre• autoridade« Cvi-, Militars e eclesiásticas 
que prestigiam com suas dignas presenças esta 
solenidade. 
Oue o bom Deus. cerca de quem, alguém 
cuja. lembr:inça me é muito querid:i, cFla reunião 
n.si-tiFtc, ilumine o meu enteodimenio. l'u:njzt> aió­ 
n1inhas Jimitnções e fortaleça a miohr- firmez., e 
o ruen eerpírito dt: concilinção e: de Fncrificio, p"lru 
que t'U não fnBtre a honro,a ~"<>nfiaoço do Excc· 
le_ntfssimo Senhor Presidente da República, a de­ 
ferente t'Xpt'ctativo,; das o.utorid~dc:s do meu Est.u• 
do e do ruén Pnfe e. oobretudo •• ucnlcm.1da; 
csper:inç:a!!I d:a bra ,·o. ge.nt.t" da uos1.:1 ierra,.. 
Proíbe coça 
Amadorista 
DEPUTADO 
Henrique Pires de Freitas 
em Mato 
G r o s s o 
este Ano 
a Proibição 
O Drlc>godo ERtndunl 
rio In~tituto ílrasllolrn de 
Desl'w,olvimento Florr>r,­ 
tal IBDF. <'LO Mato 
GroR<o, no uso dus atrl­ 
buiçõefl que lhes são coa• 
feridos por Lei o com ful­ 
cro nus dlspo~IÇÕE"R con­ 
tidas na;; Portnrias nº,i 
79 75 - P. de 03-03-7:J o 
117-78 - P. de 27-03-78, 
respectivamente. 
nernlve Baixar a 11e­ 
guinte lulllrução Complt-­ 
mentar à Caça no Este do 
de Mato Grosso. pora n. 
temporada de 1978: 
Artigo 1º - ~ expres­ 
FarnPnte prolblda a caça 
no Estado de Ma to Gros- 
60, durante o ano de HJ78. 
Artigo 2º - O CHÇlldor 
que for encontrado exer­ 
c:endn a caça, eswrá 6U­ 
jelo às sanções fl ·cais e 
penafR cabíveis, nos ler­ 
mos da Lei nº 5.197-67 e 
demais disposições le­ 
gais aplicáveis à espécie. 
Artigo 3° - A fiscalf­ 
zuçlío E! à repreensão à 
c11ça, relullvumente a es­ 
ta lnstr uç[10 complemen­ 
tar e demais normas le­ 
gais pertinentes, ,erá, rl­ 
goro~umente exercida 
pela Delegacia Estadual 
do IBDF em Malo Grosso, 
entidade que mant<:nh<1m 
ou venham a manter con­ 
vênio com estu DE, pelo. 
P111ícla Federal e pelas 
Forças A1 ma das, por Ini­ 
ciativa prõpria. 
Cuiabá (illT), 26 de 
abril ele 1978. 
Paulo Benedito cll' .Si., 
quaira 
Delegado Estadual de 
Mato ares»o 
i 
- -------- 
E 
de 
Apartamento com ar condicionadl). quarto com 
ventilador, aml,iente familiar refeições fartas 
HOTEL fLUMr f SE SEU HOTEL 
EM IIQUID U Nll 
Rua Teodoro Rondon 586 Aquidduana MS 
IUT 
rn 
,.b, 
e

Tribuno ria Fronteiru Dela VI t• - MS ~:;_ __ _;;;_;;.;.;.;._..;;;.;__..;.;;. ..... _ 
Rio • O Banco Central cornunlco11 ofl. 
clalmento, a Federação Nacional dos 
Banco, que aprovou e Pncuminbou ao 
ministro da Fazendn, Mário Hel)rique Si· 
ffi(lllRf.'11, o ante-projeto de lei sobre o 
cheque, elal.H>rndo por comls~il o integra­ 
da pela Fenaban e Federação Brasil·ira 
de UnncoB, dP Ruo Paulo. O ante-projeto 
elimina o cheque pré-datado. resolve qur. 
o uval em branco é do emitente e que 
o banco tem responsabllldnde no paga­ 
mento dcs cheques falsos, u não er que 
baju exclusiva ou concorrente do cor­ 
l'entlsta. 
Sobre o H66Uolo, esc!at·ece o preiden­ 
te da Fer,aban, Tbeophllo do .-zerado 
Santos: Provisão - "Quanto uo dlficll 
problema, o ante-projPto o gasulha o prin­ 
cipio de que a provisão deve existir co 
mo base do cheque, mas a existência de 
fundos dlspooívels é verlllcada no mo- 
meoto da aprescn!ação do cheque a 
pugamento. Esta solução ó 11 mais rápi 
cla, parece mal? de acorda com a teu­ 
denr.la moderna, e em na da prejucJlca a 
conflttnça no cheque, pois eHta F<e forta­ 
lece com o pagamento quundo apresou· 
tado. 
Marca<;;ão - O instituto de maraação foi 
abollrlo, Isto é, marca-se o pag,,mento 
pura outro iia diverso do da errds!iilo 
pol@ não mereceu acolhida nos usos co­ 
mMclals". 
A vai- "Resolve-se vl!lha disc11ssllo: o 
uval em bru nco (sem conl!lgnnçllo do u 
vnllsado) serfl aval no <:oobrlgado ou no 
emitente? Optou-se por considerá-lo uo 
eniltente". 
Pós Datação- " ega-se qualquer efei­ 
to à pós datação do cheque, pondo-se 
r:m ao cheque pa.ru pagamento post5rlor 
que conUlta. com a. na tu reza do doeu· 
 
s 
Cg1ti 
0$ 
Data do éculo XIX a iniciativa para 
a [uodacão da Colônia ~lilllar dos Dou­ 
rudos. Deu-se o fato, ou seja a ordem 
parti a :-uu fuaJnçilo no governo do 'l'e­ 
neohi-Coronel Antonio Pedro de Alen­ 
ca;;tro, por volta ele 1 ~9. 
1uitos dernurcbes se desenvolveram a.tê 
que a obra tivessem o seu Inicio. A 
dl Hlncla, o isolemenlo, os silvícolas, tu­ 
do conlrlbui::i. para fazei· da empresa u­ 
ma como que epopéia 
O objetivo dessa futudaçlo era o de 
promover a defesa da parte ul do Esta­ 
do. Deveria a Colônln Mil:tar dos Doura­ 
do formar com n df. Nloaque e a do 
Brilbunte um sistema de mútuo apoio pa­ 
ra guardar essa va, ta parte do torrltó­ 
rio brasileiro. 
egundo o historiador Roul ~uvelra de 
Mello a ordem para a fundação dos Dou­ 
rados partiu do próprio Presidente Alen­ 
ca tro, empreeudendo logo após a suu. 
µosse a arrojada empresa. Não era na­ 
da fácil, puis tratava-se de uma verdn­ 
deiru. ocupnçãc. a 24 léguas além do pos­ 
to militur de iouque. 
O feito, 110 longo de alguns anos, aca­ 
bou realizado, sabe Deu,; a quantos sa. 
crifícics. Essa epopéia, levada a efeito 
?, 
'o 
., 
Rua lllonso • Pena Esq. Teodoro Saliva 
1 • ROVA NOVA LEI 00 C EQ 
cm carros t,>scos e a lombo de cavalo, 
por homens duros e temperados no rigor 
da luta não pode ser avaliada em bre­ 
ves traçados de uma pena. O comando 
8edlado em Culabó., a multes e multas lé­ 
guas de dlstilnclas; os enormes rios a 
transpor; os incontáveis Imprevistos via· 
dos do clima, dos selvagens, das doen­ 
ças, du falta de munições, de víveres e 
de ferramentas são coisas que fogem á 
imaginação do homem modernJ que boje 
conteo,pla a obra em sua tranquilidade 
do monumento hi tórlco. 
ão se tratava apenas de m»ndar um 
punhado de homens para erguer alguns 
marcos na distante reglilo, o que cc,ove­ 
nhamos. já Reria um r<"!speitável feito. 
'l'ratuva-se de ocupar a posição, fincau 
as bases para a permanência efetiva da 
civilização. núcleo de vida de progresso 
e de defesa dessa parte de cuidada do 
solo brasileiro, o que é algo muito maior. 
Esse o feito da Colónia Militar dos Dou­ 
rados que, Jogo nos pri:nelros tempos da 
sua fundação se transformaria em palco 
de um dos acontecimentos mula mar­ 
cantes da nossa História - o i:acrifício 
de Antonio João. 
Por J. Hernu:;des 
Chapeado, Lanterrare Pinturas, Solda Elétrica e4la ·m Geral 
A t e n d e a q u a I q uet h o r a d o d la o u d a n o I t e. 
Bola Vista - Halo rossa 
ll!C'nlo. 
Falso-- 'Na questão do pagarvento de 
Chl'l]Ul'!J f u ls o ll, r ,l 11, 1 f i e a d 0 
c,u n d u I t e r a cl 0 , de u- se p r e 
vnleac
1u á tese do Supn·mo Trlhunul 
Federal (súmula 22 ), qu•· nlrillul ao 
Banco r·espou:rnhl!ldadc pPlo pai!Uln(lnto 
do cheque falso, ressalvadas s hipóteses 
dl' culpa cxclu~I va ou concorreull' d
1
1 1 
correntista". 
Pelo ante projeto dispensa se o 
protesto para o exercicio do dlrnHo pt•lo 
portador, de cobrar judicialmente o clv­ 
que. Não 1<e Impede o protesto, mas 
este é dispeneudo, poi preve-Fe que a 
dt>claraç!ío do sacado ou da ctlmuru d'3 
compensação, escrita 11 datudn 8obrn o 
cheque, sub"tiul o protesto como rnelo 
de prova. 
Histórico do Municí­ 
de 
João 
pio 
Antonio 
Fnrmnçf.n Administratfvn: Foi levado à :funi· 
dplo em l!I de Março de 1%1, com a denomina• 
ção de Eu~ênio Pcnzo. nome de eu fundador, 
pela Lei n.o 2.112. Atrn"é• <la Lei .o 2198, de 8 
de etombro de 1961, passou a denominar-se Mu. 
nidpio de Antonio João. 
1.1 Localização: Situação Geográfica - latitude: 
55.o. li e 00 •. 
A cidade de Antonio João está localizada no al­ 
to da erra de Llarncnju, bem próximo a divisa 
da Iepública do Paraguai. O município, limita-sr 
com: llela Viua, Ponra Porã e Hepública do Pa­ 
raguai. 
1.2 O Clima: O clima de Aot<,nio João (, t~m• 
perado, semi-úmido, u,H,melhando.,e com o do 
Par:rná. A temperatura média máxima é de 2l·oC 
e a médin mínimo (, de t5·oC. 
1.3 Comunica,õr. ,. Ace,so: O rnrn,porte (, e­ 
fetuado através de rodo,·i.- que ligam Antonio 
Joãu às principais cidades da rczião, ou seja: P. Po­ 
rã, Oouro.<los. B Vista, Campo Grande, Maracaju e 
]:irdim. As comuni..:açõe5 sr- proce-~sam por in - 
ter médio da agência da Empresa Brasileira de 
Correios e Telégrafos, em convénio com a Prefei­ 
tura ;lunicipnl. A cidade llltnbém di•põe de um 
aeroporto com prefixo S AJ. A extensão da pis­ 
lll é de 1.000 50 meuos. 
1.-1 População e Area: O Município de Antonio 
João c<>mporla 8105 habitantes. ua extensão ter. 
ritoril é de 1.-121 Km : 
Projeto de 
Lei N.o 06 /7 8 
L.5 Educação: Um Colégio integra'o funcionan­ 
do norms.lmente com Too alunos mariculados, 2 
Escolas llunicipals nn ,ede e 14 Escobs ;luoici­ 
pnis Rurais. 
1.6 Comércio;·r.onta eow 60 estabelecimento, .:o• 
merciais. 3 Indústria,. :t Serrari.as 3 indúSlrins 
de Cer:imic:i, 2 Hotéis e I Agência Bancária. 
Ator: Vereador Ana!do 
Mar«qurs «d +la 
'Dispõe ·obre a nova deno. 
miarão de rua" 
A Me» da Cimsra Muni- 
ipal de Antonio Joio, no u­ 
o de as atnbioes leis, 
Faz Saber, que a tirara Mu. 
nicipal, m ·eseio ralada 
no dia I7 de abril de I9l, ,,. 
provou o cinte. 
Projeto de Lei No U/7H 
rt. Lo- A rua lpa, do Ma­ 
nicfpio de Antonio Ja4o, p!' 
a a denominar rua 'àndido 
Gareia de Souza", em pó·tu. 
mas hotrnagn o me»o, 
,rr. 2.o- J;,.:. J1rújt·ro clr Lri 
entrará em vigor na data de 
ua an+o publicsc4o, e 
vou«das as dipoiçor» em 
con1rúrio. 
ala das Sessões da Camara, 
17 de abril de 1978 
Jrnnl,lo r.Jorqu,. ,ln "ih.t 
P'residente 
Alair de Oliveira 
l.o Secrctfirio 
Documento· 
Foi extra via elo um 
Talão de Nota Flscal de 
Produtor Rural de o.o 
262581 a 262590, teudo 
sido utilizada sõmenlo a 
Nota a.o 262581, as de· 
mais estavam em branco 
O refer!do T!illlo era de 
propriedade do Sr. João 
de Deus Gomes residen­ 
te na Fazenda Triangulo 
e Palmelru no }1uulciplo 
de Nloaque, Iol extra via· 
do mes de ;:;:.aio de 1977 
---.. t- 
-----= 
' 
7-7-- 
laia@ 
mobral 
HelSOJ R:1mão Vilório d~ Silva 
residente 
A Câmara Municipal ~e rorto Murlinho, na pessoa ~e seu 
picsidente, li e I s o n R a m ã o Vitorio da Silva. rejubi­ 
liza-se em transmitir a todos os que labutam p e I o 
piogresso ~e Antonio João, sua cordial meosagem de sauda­ 
ção, por mliro do transcurso do airersirio de enipari 
política do município. AO Preleilo Mão Herodes Xavier· os 
sinceros parabéns. 
Nelson FAres • vereador 
Jandiru Correio - vereadora 
/ 
Jonas Amaraoe - vereador 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANÁRIO - 
FUNDADO E.ll 20/2/7'!. 
In-. E-t. 130953342 CGC-ME: O3.200.736/O00 174 
Fedação e Aduini-tração 
lt. Duque de Caxias /n. Bel Vista .ll'f. 
O6ci11a;;: Rua Duque de Caxfas •/n 
dela Vista 	Mato Gro««o 
Rednror-Cbeíe lvaldo Pariu 
Administração: M:ria Estela V Pereira 
Departamento Comercial: Alvaro Pereira 
ASSINATURAS 
Assinatura Anual Bela Vista Cr 200 00 
Demais Manicipios CrS ?50.0Ó 
Tribuna da Fronteira é uma publ..ic,,ç.io 
da OfUIVAPE- 
Os artigos publicados com assinaturas dos 
autores não traduzem opinião do jornal. Sua 
publicação obedece ao propósito do debate, doa 
problemu muunicipais e de refletir as dieras 
tendências do pensamento universal.

12-5-78 
Tribuna da Fronteira- Bela_a%d 
-------------------------------. 
 
r 
Nese clima de justificada 
euforia, que marca mls um aui­ 
ver,;árlo do histórico município 
de Anvrnlo João, queremos rna­ 
nifeBtar o uosno júbilo, ao reco­ 
nhecer q9e, agora, com a divisão 
do Estado, nova perspectivas +e 
abrem para o povo da frontelre. 
e do Sudoeste. 
Em nome do povo de Jar­ 
dlm, envio minhas (ellcllações ao 
prefeito Ad!io Herodes Xavier e 
à população em geral. 
Fernando de Freitas 
1 
1 Prefeito Municipal 
Jardim 
de 
A Prefeitura Municipal de Bo­ 
nito, através de eu representan­ 
tante, Prefeito Roosevelt Sá de 
Medelros, congratula-e com o 
povo e autoridnde de Antonio 
João, pela passagem de tnnli; um 
aniversário de ema nclpação po­ 
lítica da mItcipio. Antevemo 
melhorle.s substllnelnis para os 
municípios da fronteira. Com a 
divisão de Estado e a nomeação 
do lnsígue engenh<"lro Harry A­ 
morim Costa, para governar Ma­ 
to Grosso do Sul, uma nova ern 
se descortina para os matogros­ 
sen,;es. Parabéns Prefeito Adllo 
Herodes Xavier. Parõbéns povo 
de Antonio Jo!ío. 
,, 
ROOS[V[LJ SA M[DflROS 
Preleilo Municipal de BOHlrD 
ENTREVISTA 
A entrevista com o Dr. Flori Murano, 
presidente do Diretório Municipal da A­ 
rena, de Bela Vista, i;erá publica da na 
próxima edlçúo. Devido àR edições es­ 
peciais comemorativa aos anversários 
de Jardim e Antcnle João, o fleparta­ 
mento Comercial olicitou que trausfe­ 
ríeeemos a entrevista. Pela primeira vez 
atendemos um pedido do DC, pol<J, pera 
nós, a parte editorial está sempre com 
prioridade. 
rara 
REPERCUSSÃO 
Repercutiram as entrevistas com o de­ 
putado Sérgio Cruz e Senador Paulo 
Brossard (esta transcrita da "Veja") Is­ 
so não quer dizer que o jornal é emede­ 
bista, como !nslnuou um cidadão local. 
Ja frisamos, diversas vezes, na 'l'ribun11 
impera a democraclB- (diVbrsas racções 
políticas) A próxima entrevista, com Fi­ 
orl Murano. promete grandes novidades. 
=Era 
JARDIM 
Nada de novo no "tront", aguarda-se 
• o pronunciamento de Fernando de Frei­ 
tas, no próximo dia 14, data i'!m que se 
comemora o aniversário da Cidade Ca­ 
çula. O que se sabe de Jardim, é que a 
divlsilo no MDB é "Grave"... 
9E=E;E± 
CEMAT 
Dent;:-o de aproximadamente quinze di­ 
as a Cenat encampará o Serviço de E­ 
nergia Elétrica de Bela Vista. A Infor­ 
mação foi de elemento ligado à Usina. 
O povo aguarda a medida com interes­ 
se. Vai melhorar ou piorar a ,;nergio. 
elétrica? 
Caminho 
Uma das novidades da ORJIVA'E 
para o més de maio. é a volta do CA­ 
Ml HO suplemento Religioso de Bela Vis­ 
ta, mas que veicula matéria de todas us 
igrejas da região. 
"O CAMI HO" circulará como suplemen­ 
to dos jornais CORREIO (de Jardim) 
TRIBUNA (de Bela Vista. TflIBUNA (de 
Porto ilurtinho) e Jornal de Bouito. Os 
interessados em publicar matéria no ór­ 
ão enviem as mesmas aos jornais citados. 
) 
PO TA PORÃ 
A ORJIAPE, dando continuidade 
ao objetivo traçado no Inicio do ano, 
(expansãu) reinicia suas atividades em 
Pr,ota Porã. Está em fase de montagem 
o escritório para a sucursal da TRIBUNA. 
naquela. cidade. Estamos ma!s ligados à 
Ponta Porã e Dourados, e por este mo­ 
tivo, deveremos penetrar mais nas clda­ 
des da Grande Dourados. ANTONIO JOÃO , 
O vizinho município comemorando ma­ 
is um aniversário. O prefeito Adão He­ 
rodes procederá a inauguraçãa do Hos­ 
pital e de uma escola. Grandes festivi­ 
dadcs e&tão programadas. 
Ermo 
SUCESSÃO 
Já se comenta que o atual presidente 
da Câmara, vereador Arnaldo Marques 
da Silva, é o mais sério candidato a su- 
cesão de Adão Herodes. Comenta-se A Exposição Agro Pecuária será 
também, que Norlno Go_nçalves (de".ido I mesmo realizada no mês de Julho Esta­ 
a não nomeação de Pedro Predrossian) mos oguardndo contato com o residen- 
pode pendurar as chuteiras. Não concor- te da Comissão Lui Aldº p • 
damos, pois Norlno Gonçalves é um ele- d t Ih • z_ 
1
, pa're maiores 
mento útil a política local. 
6 
ª ea. 
pro±E±o± 
NOMEADO 
A direç.ão da TF nomeou "Pedro 
Pedreira" para coordenar o reinicio das a­ 
tividades do O CAMINHO (jornal religioso). 
erre 
BELA ViSTA 
BAILE 
Neste sábado no Gremio Pedro Ru­ 
fino. Compareçam ... 
JUREMA CARPES PIT AN, 
gulha-se neste dia, quando to­ 
dos nós comemoramos mais um 
aniversário de 
Parabéns pela sua participação 
or- 
. ~ 
emanpaçao 
política do município. 
Vivemos um tempo de desenvovlimento. 
Antonio ,Toilo. dia a dia está arquitetande o seu progrel!so. 
É sinal que todos nós estamos tre.balhand.e para o bem d cole­ 
tividade. Antonio João acende hoje uma vela de aniversário. 
Mas acende outra. É uma chama de progresso constante. Para­ 
bens. povo de minha terra. 
Antonio Remo Penzo 
Serraria Castelo 
I ?IANr es si Sla d a f r a o I e ir a" 
/ 
I 
!

E._" !Ti!o d !To'	ir_Bel_vista__s 
Delinquência juvenil 
na Russia Comunista 
Roberto Gulmurlles 
Ambientes • 
NOS EU , 
REBELDIA 
Mortes, vloloções, espancamentos 
nssaltoe e urrombumentos estão ocorren­ 
do ema Moscou e em outru cidades so­ 
viétlcus com uma frequência que desper­ 
ta a tenção das autoridades e dos ei­ 
dadõus comuns. 
A vlolêuc!u raramente é oubllcado. 
nos jor»is. As tnxas de criminalidade 
'lllo secretas. Como regra, somente oY 
crimes elucldadoc !l!l.o dlAcutldos pela 
imprensa. 
É possivel que as próprias auto­ 
ridades sovléllcus Ignorem ·as reais pro. 
porções atingidas pela delinquência ju­ 
venil em seu puís, já que os funlllonfi­ 
rlos subalternos tJmltem lnformaçõeti, 
pois não desejt1 m se comprometer. 
Multoa pol!clals dizem que não a­ 
presentam cstatísticns corretus a seus 
superiores em virtude do medo de per­ 
der o cargo. A mulor parte dessa vio 
lência é praticada por jovens entre 14. e 
18 anos. A prolblç!lo da venda de revól· 
veres e o controle elos rtrles de caç 
porecem desestimular o c'rlme. Entretan­ 
to, as qu<idrllbas de joven~ inventam to­ 
dos tipos de armas, utilizando-se lambem 
de rucas, punhais er.c. 
A revista semanal "Llteraturonyo. 
Gazeta" publicou uma série de artigos 
sobre um grupo de meninas, de cerca 
de 14 anos de idade, que espancou com 
violência uma colega de classe. Cerca 
de vinte rapazes presenciavam a agre­ 
su.o e um dele as incitava, gritando: 
•·Chutem, chutem". 
Quando um grupo d~ trabalho en­ 
viou um relatório ao "Comitê Central" do 
PC com a aflrmaçãc, rle que mai!' de 70% 
dus ocorrenolas criminais não estavam 
registradas na polícia, obteve apenas 
severa reprimenda de urna alt.1 autori­ 
dade, para a qual tudo nlo passava de 
exagero. 
Um jovem foi acusudo de ter ma­ 
tado a própria mãe, ajudado por umi­ 
gos, porque ela lhe cortaro u longa ca­ 
beleira enquanto dormia. 
Uma revista soviética relutou o 
assassinio de Viktor Ft>dotor por seu 
próprio filho, Igor de 14 nos. O pe.i ex­ 
presidiário foi descrito como um alcoó­ 
latra contumaz que agredia suo esposa 
a ponto de obrigá-la ti dorm!r em casa 
de vizinhos. Um dia, ao entrar em casa 
o filho encontrou o pai sentado á mesa 
bebendo. O rapaz empunhou uma faca ~ 
cravou-a no peito da progenitor. 
Os marxistas costumam atribuir os 
delitos ao regime de propriedade, priva­ 
da e á desigualdade de classes. Entre­ 
tanto a delinquênciu no ·•paralso verme­ 
lho" ultimamente está se manifestando. 
talvez, mais generalizada e intensa do 
que em nações do mundo livre. 
Paulo Silva Meira 
Setenta mil professores de escolas 
públicas norte-americanas deverão ser 
vitimas de ugrexsões físicas em suas aulas 
durante tale ano. É o que as estatísti­ 
cas prevêem. 
Alguns professores afirmaram que 
aR escoltts dos subúrbios das grandes 
cidados e dos melos rurais se converterum 
C:!m verdudi:lros c11mpos de concentraç!io 
onde a missão p;:lmord!ul não é ensinar 
mas sobreviver. 
O Dr. Alfred Broch, psiquiatra de 
Los Angeles, disse que os prolessores 
que o procuram sofrem dos mesmos sin­ 
lomus pslcolôglco, caracte,üticos dos 
tempos de guerra: tensão emocional, an­ 
sledade, lusegurança, pt>sadelos, lrrltubl, 
llàade, dores de cabeça e problemas res­ 
piratórios. "O medo é o mais importan­ 
te fator do "stress", isto é do cnuço 
psiqulco, e os profes!>ores temem os es, 
tudantes, revelou o psiquiatra. 
Em uma escola de ova York, a 
maioria das janelas das sales de aulu 
foi sublituída por placus de metal. Os 
extintores de Incêndio foram retirados, 
porque os alunos costumn vam usá-los 
nas brigas entre 11I. Uma prC'frssora de 
Los Angdes quase foi queimada por 
12 78 
---------------- 
CACA NO 
] +a'cosso 
PROIRIJA P ELO 
1 BD F 
;suas alunas, uborrecidufl r.om as ootns 
baixas que obtinham. 	s 
A Associação Nacional de Estulan- 
tes acredita que sômoutc dez por cento 
dos iucidentcs vlolentor, são revelados. 
Os professore:; em J:!Crnl procuram í-!Obro­ 
vler, Intendo o silêncio. A Associação 
informou ainda que o alunos de seis a­ 
nos Insultam com palavrões seus prufes­ 
iiores. Os de duz aaos procuram uliugl• 
los com objetos os mols varludo!f. Os clo 
quatorze anos vendem drogas nos hnuhel­ 
ros e os deze@sete ugruparn-se 1,m •'ga11gs 
que praticam violências. 
Urna pesquisa do l)epurtumento 
Federal de Saúde, Educação e Bem-Estar 
revelou que seis mil professores de en- 
1eino médio silo roubados em suas esco­ 
l>1a e cinco mil r-ão 11gredldos físicamente 
.:2 o menc,s uma vez por mês. 
Pura os soclôlogos u candidatura. 
dos escolares reflete fielmente o rumo da 
socledude nor te-aJ,erlcuuu: ucs últirnc.s 
13 anos a criminalidade juvenil aumen- 
tou em 245% 
A causa geralmente upontadu para 
explicar essa dramática situação é a 
dissolução dos lares a o divórcio ou o 
amor livre gerando a delinquência juvenil. 
"(O melhor só acontece quando existe 
urr:a união de vontades e uma convez­ 
gêacia de objetivos. Então é que os em­ 
preendimentos se viabilizam. Novas pers­ 
pectivas se apresentam, novos rumos es­ 
tão sendo delineados. O momento E-xlg.-i 
união e esforços <'onjugi1dos. O povo de 
Porto Murtinho, através de seu Prefeito 
Municipal, envia calorosas sa ud11ções às 
nut()ridades e ao povo ria hi-lórica An­ 
tonio J tJão. 
1 L D E F O N S.O SOARES D A SILVA 
PREFEITO 
DE PORTO 
-MUNICIPAL 
MURTINHO 
(DO Cem sp. Clll Cul,lb/) 
A caça amadorístlca 
está proibida em Mato 
Grosso pelo menos fé 
o final deste no, mas 
a pr·oll>lçíi,o poderá se 
estender ainda por tem­ 
po Indefinido. O delega.d() 
do Instituto Brasileiro de 
Omrnnvolvimento Flores­ 
tal no Estado, Paulo Bo­ 
necllto de Slquelr11, bnl· 
xou portariu nesse en­ 
tido, "para dar um das­ 
cunso acs U'lirnulA e, pe­ 
la primeira vo:r., prorno­ 
ver um recenseamento 
da fauna matogrossense". 
Ao anuacinr que a 
proibição da cnçu uma­ 
rlorístlca pode e pro­ 
longar "até por mais um 
ou dois anos", Paula Be­ 
nedito de Siqueira disse 
QUP o "de!!COIIBO" para 
a faunu matogrossense é 
de fundamental lmportfin· 
ela, "pois ela vem so­ 
freado um contínuo pro­ 
cesso de deformnçio". 
Durante o período de 
proibi;tio da caca u De­ 
legacia do IBDF em Ma, 
to Grosso pretende rec>s· 
truturar totalmente o ~eu 
sistema de fiscalização 
e repressão da ativida­ 
de predatória da. f1rnna e 
flor. Essa reestrutura­ 
ção incluirá a instalação 
de postos de flscallznç!io 
a compra de barcos pu· 
ra patrulhamento nos 
rios e aquisição de via 
turas equipadas com rá­ 
dio para facilitar o coo· 
trole. 
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o DOS DESEJAM I ER 
1 ] 
Que são? 	Que pretendem? 
() 
 
f)• 
llú cerca de trs anos, houve muita pul,li­ 
cidade em torno dos Cursilhos de Cristandade. 
As revistas "VEJA", "fiEALI0AD:'' e outra- pu­ 
blicarum extensas reportagem obre o assunto que 
cElovu rlesperlanrlo inmitodo utençào no Urn,il, 
lauto dentro du lgreju, corno forn delu. 
,lci::n,•t1.rn que buvia "11t1Ílo mi>tério • cm 
torno dos Cur,llho• e, enquar.to uns ucu,r,rnm os 
"cursilhistas" de serem força política de .-xrrerna 
esquerda, outros os tachavam de "facita," argu­ 
mentando que o Movimento de 1ursilh.H, tendo 
nn•cido na Espanha, ó podia ser fruto de unrn 
in.pirnçilo dn extrema direito frun1p1istn. Hoje, 11ns 
cidades do Drusil, onde o Movimento •e 11lustrou 
dificilmente hdVcr/i ,,c,soos 1111c nunca tenham 011· 
vid<• fulur nos Cur.i lios ou que ndo conheçam 
alguém <JUC s~jn "cursilhista." 
1 orna-se comnm n rnrpresa dos que st en­ 
con1ra111 com nqucle Fulano, que ern um uoleu 
com·icto" e que depois do três dias de cursilho 
r,nssou u frequentnr n li:reju e nào deixa de co­ 
mungar toda a vez que vni i missa. Muitos dos 
que eram conhecidos como boi'mio• e cujas con­ 
Ycr~as conveunm qunse aempro sobre proeza.! e 
conquistas femininas, passaram a ser vistos, depois 
do Cursilho, fnzcndo pregnçile• nns paróquias, le­ 
vando os ovnn~clhos pnra o, presidiário, ou auxili• 
o ndo nas creches e ho,p,tnis. 
Por isso, npcsu do& repórtogem mni, ou 
meno• fiéis à realidade dos fatos, continuam ue 
pcr~un1ao: mos afinal ele contas, qne süo os Cur­ 
eilhos de Cris1nndodc e que pretendem'/ 
Normolruculc se •liz que é impossivcl res• 
pondcr n essa perguntn, cxplicondo o que é um 
Cursilho, p/ alguém que nunca participou de um. 
u56 ínz'inuo 11111 Cursilho é que se cnt"nde 
o que ele é ... " - cssn é n re,postn comum que 
muitos cu'"llhistn• dão ns perguntas sobre o assunto 
Em grande parte tem razão. f: que, cm 
pri1nclro lu(Ynr, no Curailho FC ,•isn n conver~ào 
<los que defc participam e n conversiio, n muJnnçn 
de vida, n mcton6ia, é rrnlmentc um mistério dn 
Grnçn rlc Dem. cuja lromccndêncin, sempre é bom 
lembrar, cscnpa à nossa plenn comJ>reeusüo. 
Em segundo lugar, o Cunilho está baseado 
numa metodologia vivencial, que exige una cfeti­ 
,·n pnriicipnçilo pc,soal de rndn um, cm todos os 
ntos cue se rcnliznm tlur,,ntc o t-ncontro <ll" três 
dias. Por isso diz.se que ' ao Cursilho não se 
assiste: ele deve ser vivido intensamente". ão Í! 
um cspc1hculo. f: urna experiência vitnl e pessoal 
e assim é encarado e comprcrndido de moclo Yll • 
rindo e muito cnrnctcrístico. Dai ecr comum evi­ 
torem os Cursilhistas, uma difiniçilo do Cursilho. 
poi• é algo muito intimo. O método, quando l.,em 
utilizado, vis-n proporcionar trê~ encontros, nos 
tres dias do Cursilho: encontro consigo mesmo, 
com Cristo e com o próximo (a Comunidade). E 
torou.se preciso convir t.JUC cndn um desses en­ 
contros, na medida cm que foram n.uti-nticos. pro. 
fundos e intimoEa, silo irrcpcti'cis e indescritivcis. 
Assim, o cerne Intimo do Cursilho, que é n 
Graça de Deus e u rceposln pc<eonl quo cada um 
lhe dá nun,·a poderá ser adequadamente descrito 
por umn rcportn:,:em que se fixe nos n~pectos su• 
perficinis da pedagogia utilizada. Inútil portnndo, 
descren!r os tcmn• ~ns palestrns da, mcditoçôcs, 
dns ornrõcs, enfim de tudo quanto se passa .... nn 
rnpcrflcicn, quando o que iatcresFu é espiritua­ 
lidndc profumln, isto é, o que ac,,ntece no intc• 
rior dc cndn participante. 
O, C'ursilhos de Cri>tnndndc nn,cernm cm 
Pnlmn de Mnjorra, nn llhn de Mnjorcn, O primei­ 
ro Cursilho do mundo nl se realizou, em pnciro 
de 1919, no 5nntuário de Santo llonornto. 
Nilo fornm obrn de uma s6 pessun. Não tive­ 
ram um fundador. Fornm o fruto de muitos es­ 
tudos e muitas experiências npos16ticas dum lubo­ 
rioso grupo de leigos e sacerdotes. O inícios dos 
Cursilbos prende-se no esforço da Açilo Cnt6lka 
Mojorquiua que, através de breves ciclos de pn­ 
leslrn• (cursinlws), pretendiam preparar espiri­ 
tualrncntc 01 jovens que dc,•erinm participar dos 
famosas peregrinações a Santiago de Compostela, 
no norte du E•p:inhu. E«e, " cuuinho•" (em e•­ 
panhol 'eur-ilho") ti crnrn tanto i'xito• <Jtie o~ 
rnilitanlc6 ria A~ão Cn1ólira corneçnrnm u nprr­ 
fciçorí,lus, curn u intuito de preparar jo,·.-ns Ji. 
deres cristãos, para assumirem o compromisso 
do apostolado nos seus ambientes. 
De~ECj /,~f)Ut'Uo~ cur,w.◄, n1~ d1r-gar no pri• 
meiro Cur,il 10 de Cri,tandad,·, rio Santuário ele 
Santo Honorato, não demorou muito tempo, Ia­ 
' ia •e chcnudo n uma descoberta, um método pe­ 
dagógico que expunha o Evangelho numa lingua­ 
em moderna e acessivel ao homem de ho;e. E 
mais: cnpoz de ent11~i11 •ma-lo n ponto de provo· 
cur verdadeira• e profunda; conver;ôe,. 
Iah:lalmeote concebido para rapazes, 
o método fui sendo udaptado para ho­ 
mens adultos e posteriormente também 
para mulheres. 
Aos adultos. ú 111lp'lclo do,- Curs!lllos 
ia atingindo outras cidades da Espa nba. 
Depois p11sPou uatur,ilmente pnrrl Portu­ 
gal, onde teve êxito. s viadores, "cursl• 
lbl,las" do Ibéria, plunt!l.ram o movlmen 
to no Canadá e nos Estados Unidos. 
Em breve, os Cur,;illlos dlfuorliram-se 
por todo o mundo e eram recoubecldos 
como t,ficaz "lnstrr1mento de renovaçilo 
crlst!i". 
No Brasil começou em Silo; Paulo, no 
auo t!e HJ62. Daí dlh!odiu-11e rapidamen­ 
te para os outros Estados. A tualrnente, 
fazem-s11 cursilllos na maioria das dio­ 
ceses brasileiros. 
Mas, que pretendem os Cursilhos? De 
modo e<!peclal, o ''vertebraçlío dts am­ 
bientes·•, reformando-os em sentido Cris-­ 
til.o. Por Isso bu,cam-se os líderes, os 
homens o mulheres ;:nais influentes em 
cada ambiente (universidades, joroull;mo, 
esportes, sindicatos, emprezariados, etc). 
AsEim, não se visu unicumeute a con­ 
versno OA soai, ma~ a parllr desta, uma 
ação apostólica eonsciente e dlnúmica, 
dentro de coda setor das ativlt!ades tem­ 
t1oraiJ. Em outras palavras. u~ando o 
expressão evangélica: busca-se o fer• 
mento, pura colocá-lo ou mussa. 
As conclusões do 1º Encontro Latlno­ 
Americ1100 de Dirigentrs de Cursilhos, 
realizado em Bogotá, em 1968, consig­ 
nam uma definlçiio iotere8saute onde se 
encontra a finalidade específica que se• 
gue: 
"Os Cursilbos de Cristandade são um 
Movimento de Igreja que, mediante UIL 
método próprio, possibilita a vivência do 
fundamental cristão, criando núcleos de 
crlE;tãos que Jsvem o fermento do Ean­ 
oelllo aos ambientes, ajudando-os 11. des­ 
~obrir e t1. realizar a vocação pessoal 
de cR.da um e respeitando-a ao mesmo 
tempo. Tem, pois, o llovimento por me­ 
ta u ação apostólicn segundo a vocação 
de cada um. O objetivo é a:npJ.;. A rea­ 
lização do cursilllista. é que o encarna 
no tempo e nu espaço. 
Atacado e crilicedo por uns e exalta­ 
do exageradamente por outros, o :lovi­ 
mento de Cursilhos segue a sua missão 
inspirado nas palavres do Papa Paulo 
VI, dirigida& aos cursilhh,1tas de tcdo o 
mundo, reunidos em Ioma, em 196: - 
Curt1ilhl~ta-; de CriHt11:idar!e! Cristo, 11 1- 
gn·ja, o Papa, cvntum C1>'l()~<'O. Scrolri 
6ompre Apóstolos'? Fa:-ois C('lll oseiu 11::s­ 
trmuuho, com que a Igreja pareça ao 
mundo brla como Crl,to a viu, quis e 
amou'? Estuís prepurudo!l para rPullzar 
o programa do Concílio'! 
Obrigado! Obrigado! São Paulo vos 
anime; a Virgem Rainha dos Apóstolo e 
Mãe da Igreja vos mpare"!. Cureilhi-ta 
Nú.o Esqueça de tua PromPÇli e que 
Crlsto conlu comigo! 
Clodomlro Hau•nque 
Dr. Olavo Monteiro 
Mascarenhas 
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para nu er como a ida 
dela por lit pois nlo 
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Decio fiou rneuntado 
Pua, que ,Jrl lo: J.J.1 
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o senhor me transferir para lá! 
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porque aqui todo mundo é li. 
vre, Ma- • bom fiar +alendo 
de lgun« detalhes; a casa de 
ua aniga foi comprada pelo 
II, com corre,ão monetária 
" rnrro fui rnmpr,t Jo no cré­ 
dito tlirelo uo consumid1ir, 
com juros de 9 o/o ao ms; o 
l<'ldouc é ,J., Trlr•rj, pifa n 
primeira chuva, o- livros são 
todos censurados, E, ayora, o 
mais importante. aqui cada 
um e-c)lhe livremente u 
,anto protetor. Lá. J.ucifrr e 
Helzebu escolhem sozinhos. 
Dédo Jeru,alérn e,tá rH, 
céu ""~ lwj,·. Ana Cu,rai, vo, 
tnva na A1cna .. 
J,;.,, é uma das mnitos 
hist6ris populares que o MI 
t",.tá n·uu1nr e, para a Curllif.Hl 
Civira de llumor da campa­ 
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Fá 	FlUN_d_fo	ca Bela VIstg - + 
EDITAL DE PRAÇA 
O Doutor O11vulrlo Rumunzlnl, Juiz de 
Dlrello du <..:orourca de Belu Vlslll, Esta­ 
do de Mato Grosso, na forma da lei, etc ... 
Fnz saber a todos guu utm, o pre­ 
sente Edital virem ou dele conhecimento 
tiverem, que no dlO 14 de junh~• de 1!)78 
s 8,00 horas, no :'ltrlo, do Forum desta 
cldnde, o Sr. Jono Hilnrio PPreru, Por­ 
teiro dos Auditórios, Ievurá á praça os 
bens penhorados nos autos de Processo 
dt> Execuçllo quH Modesto Cardoso mo­ 
Vfl contra Gemldlao Vieira de Almaldo 
e, cuso não haja licitantes, desde já fi­ 
ca designado o dia 04 de julho rle 1978, 
ás 8,00 horas para a eventual segunda 
praça, sendo o seguinte o bem penhora­ 
do: Uma ousa re&ldenclal, <'-Onstruldn de 
material, edificada no lote urbnao nº 29 
A da rua Santo Afonso, medindo dito lo­ 
te 15x30 metro8, com frente pnru u Rua 
Santo Afonso; lado direito, com o lote 
0 29, ludo esquerdo, com a Ruu da He. 
pú!,lloa; e fundos, com o lote n 4 do 
Ruu do República, devidamente transcri­ 
to no R.G. I. sob o n 20.075, 1ls. 50 cio 
livro 3k cujo imóvel foi a vallado pe­ 
la quantia de CrS 15.000,00 ( quinze mil 
cruzeiros), valor por quanto serll levado 
praça para ser arrematado por quem 
maior lance der, acima da nvalfaçilo, 
sendo a venda feita á vi ta ou mediante 
fiador ld0neo pelo prazo de três dias. 
Por intermédio do presente edital fica 
intimado o executacio Geraldino Vieira 
de Almeida da praça designada, caso o 
o mesmo não seja encontrado para ser 
intimado pessoalmente. E, para que não 
se alegue lgnor!lncla, foi determinada a 
expedição rio presente edital que erá 
publicado na forma da lei e nfixado uo 
lugar do costume. Dado e passado nesta 
cidade e Comarca de fiela Vista, Estado 
de Mato Grosso, aos viole e sete dias do 
mês de abril do ano de mil novecentos 
e setenta e oito. Eu (Pedro Vergilio da 
Silva). Escrevente Juramentado, o datilo­ 
grafei e assino. 
Dr. Osvaldo Ramanzini 
Jutz de Direito 
NOVOS 
Expõem 
Casa 
ALENTOS 
Sua 
do 
Arte 
ltles:o 
la 
BOLSIS .OE ESTUDO PR 
Campo Grande - (SEDIMAT)- O Con. 
selho de Curadores da Universldude E. 
tadual de Mto Grosso aprovou, ern rea­ 
nhlo reallzada na última semana, a fixa­ 
ção da taxa de 1z0 cruzeiros por disel­ 
plina para o Curso de Agronomia, cm 
Dourados. O estabelecimento desse va­ 
lor diferenrlado p!!ra o curso de agro­ 
nomiu deve-se a uma análiso de cu tos 
efetuada pela administração d UET. 
Diante du exigência de uma série do 
Investimentos que, consequentemente, 
vem também onerar o aluno na manu- 
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SE ICHO-NO-IE 
Oração Para as pes4os 
que estão Próximas da 
Morte 
Quando pressentimos 
que já está próxima a 
hora de um doente pas. 
8ar pata o mundo espl­ 
ritual, podemos ler ou 
mentalizar pura ele as 
seguintes palavras. 
"A vida ou a alm po. 
de ser compuradu a um 
pombo, conforme se ve­ 
rlflcu na Bíblia. Quando 
se destrói a gaiola que 
prendo o pombo, este se 
liberta, alça vôo para o 
céu e desnpnrece da 
noRsa vida. Então se diz 
que "o p11mbo sumiu". 
Mas nó sbmOs que elo 
continua vivo, voando 
FVoliz e livremente em 
algum lugar. Ele não pe• 
receu. Ele continua es, 
voaçundo sob o mesmo 
Sol que uos Jlumlua. A 
nós, parece que o pombo 
não t>xlste mais, porém, 
para o próprio pombo, 
ela continua ex1!1tlndo. 
Deus vê unlcamento a 
Vida. Todos os sereses• 
tão vivos perante Deus. 
Mesmo que o pombo fu­ 
ja da gaiola, a sua Vida 
continua intacta. Da ms­ 
ma forma, a alma em si 
não perece. Para DEc'UF, 
ela é lmportenfe. Ela de­ 
saparece apenas do cam- 
po visual dos nossos cin- 
co SPntldos. O fato de 
est11. traosformaçll o ser 
sentida como morte não 
pasa de uma Uusllo. 
"Tu serás mais livre 
quando abandonares o 
invólucro Carnal. A tua 
Vlda vive eternamente. 
Tu és Vida loliolla por, 
que és fllho de Deus." 
Cuiab - (SEDIMAT) - Até o fiou! 
deste mês cstrão expostos na Casa do 
Artesao, em Cutabá, móveis rústicos tra­ 
balhados em madeira e couro pelos arte- 
?2, Arcos e ara, da clãs&e @e eia Dr. José Atanasio 
Marcos e Maria são conHiderados 	Advogado 
oois do;i m11ls promissores talentos do Causas Civis, criminais, Comerciais. In­ 
artesanato matogrossense e a realização entarios e Partilhas, Regularizações de 
da mo11tra, nas d"lpendênr.ias da Casa do Terras Juuto ao Incra Etc. 
Artesão, é uma continuidade da filoso- A D 	R A 
fia de trabalho da Fundação PROSOL 
O 
• 7uqe de Caxias. .o 788, Jardim - Mt. Ua OtOniO João n.O 
sentido de motivar e prestigiar os nov~i. 1 üula Lo :sz~ndL 2 de Ouro . • 
valores que surgem no campo artístico p a agua - - Mt, Bela Vista Mt Sul F r o n t e i r o 
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o Jornal 
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A 
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Maio Grossa 111 Sal

Tribuna da Fronteira - Bela Vista - MS. 
----------------- 
CDLUNI ll$TORIL 
VENDE-SE 
de 
o 
•, 
Versículo da Semana: 
"Se alguém qulRer vir upóR mim, renun­ 
ele-se u sl mesmo, teme sobre l sua 
cruz e sign-mo" (Mateus 16:24) 
}' Em conformidade o nosso urtigo 
anterior, podemos tirar a srgulote con· 
clusllo: ''Porque todos denmos cornp1re­ 
cer ante o tribunal de Cristo para que 
cada um receba segundo o que tlr er fel• 
to por meio do corpo, ou bem: ou mnl" 
(li Corfullos 6:10), 
A cruz nos aponta duas coisas: o 
pecado do homem e o amor de Deus, 
Revela- nos a confusão du ·turba e a mnl­ 
dade e a hostilidade dos inin.igos de Je­ 
liUB, que o levaram a ser crucificado. Po­ 
rém no corpo quebruntudo que jazia so­ 
bre a cruz, vemos o amo:- de Deus, que 
no teve represálias contra a fúria dPII 
homens. Tal amor que através da morte 
nos fol revelado, nos livrou de nossos 
pecados e nos perdoou. 
A cruz ainda &lgnlflca mais. Há 
um caminho da cruz que Indica o cami­ 
nho da v!da nó. A cruz que mostra 
o 8mor de Deus revela também o amor 
com que devemos servir .no nosso próxi­ 
mo. Niiu mostra to sómente o que Deus 
em Cristo tem Jeito, mas o que devem 
fazer aqueles qu: tomam sua cruz e o 
seguem. 
Quando o apóstolo Paulo C'screvla 
aos Coríntios ele estava impressionado 
com a cruz como o símbolo do poder de 
Deus (1 Coríutlos 2:1-8). Através de Jesus 
a cruz pass<'u a simbolizar a salvação 
um slmbolo de extremo valor. Ar.a.rês 
de seu formato, a cruz representa a co­ 
munhão entre Deus e os hnmens. Forma­ 
da por duas linhas, uma vertical e outra 
horizontal, ela nos dá as dimensões deP­ 
te amor. Deus em Cristo vem à terra 
pra encontrar o homem, onde quer que 
ele se encontre. O homem em Cristo, ao 
longo lo horizonte da vida 1111 terra, es­ 
palhtt o amor ao próvimo. 
Quando colocamos a cruz de Cris- 
to como centro de nossa fé, nossas per8- 
pectivas e at!tudes mudam. Tornamos 
em linha reta nossa relação coma Deus e 
com os homens. Tornamo-nos urna força 
positiva na sociedade, unindo o bem à 
vida. 
' 
Quando 'emos n cruz de Jesus Cristo, nosso 
enhor, vemos o fogo do nmor que queimava no 
coraç6o de Oeus desde que ele nos criou, A cruz 
não apenas revela o pecado do homem, mas o 
moJesto,o amor de Deus paro com os pecadores. 
A cruz nilo é sómente o centro da nosso fé é o 
centro do nmor de Deus. 
Voe@ está sendo convidado rara uma nova re­ 
flexilo ,obre • cruz de Cristo, o quul lhe inspiro 
uma conciliável chamada pura a obtcnçilo do per­ 
di!o. 
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel 
e justo, para nos perdoar os pecados e nos puri­ 
firnr de toda a injustiça (I Joio 1;9). 
A Cruz Ainda Firme Estli, Aloluinl 
(Continuaremos no próximo número. 
Pustor Jeremias Vicente da Silva 
Sucr faria 
$ade 
Orução da Semana: 
Ó Salvsdor do mundo, que pela cruz dcrrnmou 
Seu prccic,10 sangue para nos redimir, nós vimos 
o T1 com cornç,ic• arrependidos. Ajuda-nos, snl­ 
a-nos, porque humildes Te pedimos estas coisas 
Amém. 
ATIVIDADES SEMANAi 
2.a Feira Clínica l'a,lor,,I 1s l5 horas 
L.a Feira Pregação do Evangelho às 19:30 hora+ 
.a Feira Clinica Pastoral s L5 horas 
6.n Feira Cuho de Oração e E.tudo lllblico às 
19:J0 hor<i< 
Sábado Fn-aio do Coral às 19:30 
Domingo: Escola Bíblica Dominical às 8 horas 
Culto Doutrinário às 9.30 horas 
En,nio rio Coral às 15;30 horas 
Escola de Treinamento à 19 hora 
Cuho Divino às 20 hora, 
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! C É( É2RIM?  T, R0560 DE A HR 
Com a divisão do Estado, iniciativa do 
grande presidente Gelsel, novas perspectivas se 
abre:-n para !foto Groi-so do Sul. Nesta fase de 
intenso despertar, cada munlclplo tem a ~ua 
parcela de responsabilldade no desenvolvimento 
global. A fronteira está unldd. O pensamento é 
uníssono PROGRESSO. Antonio Joo, palco de 
atol heróicos no passado, vive momentos de 
otimismo no presente, nesta data em que o 
município comemora mais um auiversório de RUO 
emandpaçil.o polltlca o Dlrelórlo Muoicipal da 
Areo11 de B e I Vi s ta saúda o povo e us 
autoridades de Antonio Joúo. 
Dr. Flori Murano • Presidente 
llçougue Vencedor 
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FAZEMOS, MAS NA MANEIRA COMO 
FAZEMOS. 
at 
0s S: 
Cal I 
cumpre 
.nt , com 
atóri s de 
Grande 
Campo Granuo (Sc•dl· 
mat)- O titular da Se­ 
crctarlu do Saúde, iuto­ 
nlo Alves Duarte, deter­ 
mtuou o pagum<'nlo <111 
1rnportflncia <lo GrS 160. 
000,00 no Snn,1tór-io São 
Julião, correspondentes 
à parcela mensal de 50 
mil cruzeiros com que o 
Governe. do Estudo 1111- 
xilln aquela c11fia do sn.ú­ 
de, e referente aos me­ 
se do janeiro, fevereiro 
e março do correnta a­ 
no. 
Além desse uux1llo, 
aquele Amw.tório recebe 
ria Secretária de Saúde 
os serviços de dois mé­ 
dí::!OR o um a tendente 
centro t!l.do por aquela 
Pasta, totalizando um 
auxílio mensal de CrS 
G5.000,00. 
A lnYormação lo! pres­ 
tada pelo assessor da­ 
quela Secrelurla o m 
Campo Grnnde, Sr. Ha­ 
m i I t o n D u t r u, 
acrescentando 
que na mesma oportun!­ 
dade foi igualmente pa­ 
go a o Hospital do 
Pênfigo a lmportáncla de 
2-l mil cruzelrvEI, corrPs- , 
pondentes à mensalidada 
de 8 mil .::ruzeiros dos 
tres primeiros meses do 
corrente nno, também 
como auxilio estadual 
aquela lnstltulçáo hospl· 
talllr. 
Disse ainda o Sr. H­ 
rnilton Outra que tanto 
o Sanutórlo São Julião 
como o Hospital do Pên­ 
figo recebem da Secre­ 
taria de Saúde diversos 
medicamentos fornecidos 
pela Cemne. 
ARMAZEM 
de 
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5E.- u so=ri#

Tribuna_ da[rov!e" ! !! 
P. 10 
e 
Leitor nRslduo desse pror<tlgloso órgão 
de nossa Imprenu, proveito o ensejo pa­ 
ru 0for':!c1:Jr umu pequena contribuição so­ 
bre o palpitante assunto focullzado nesse 
jornul, e obre o tilulo "Ascenção e Que­ 
dru de Pedro Pedrosslan", em 11 edlçllo 
de 20 a 30 de abril C:e 1978 
De umu maneira {?<'rnl, a matéria estã 
tratadu com detalhes históricos, ms, 
com ulgumus falhas, certamente, em vir­ 
tude dos fotos te1·ern or:orrldo há mnls 
de 10 anos, sem regi,Hro que possibilite 
melho'r comsultu. 
Hlstórlournente, o projeto ele mprtlt­ 
menlo do entllo governador Pedro Pe­ 
drossiun, deu-se inteirumente plaejudo, 
com mioria dos deputados engujado 
no mesmo. Mato Grosso, no consenso da 
malorin dos deputados à Assembléia Le­ 
gl!lallvn, nilo podia continuar sendo go­ 
vernador por governador que tinha sido 
demitido à bem do serviço público do 
Estrada de Ferro 0roeste do Brasil, do 
qual era engenheiro. 
Articulva-se, desde o ato du drmlssil.o, 
o s1·u impedimento, que foi preclpitudo 
pela falt!.1 de lealdado politica com os 
companheiros. 
O plcno pard o Impedimento de Pe- 
drosslun rol eJaborado numa reunlüo no­ 
turna realizada na residência do1, depu­ 
tados Wuller de Castro, Clcômenes iu. 
nes da Cunha e Sebastião Nune:s da Cu· 
nha. Este. na 6essão matutina d/ As­ 
sembléia Legl~lativa, havia pronunclodo 
violento discurso contra atitude do go­ 
veraador, exonerando nos mu:!lcipios c!o 
sudoeste, funclcniárlos ol'iundos do entl• 
go PSD, o foce.llzando a locornpat!bllldn­ 
de de Pedrosaiul:J continuar governando 
o Est11do, porque eslavo exonerado à 
bem do serviço público da NOB. 
Na reunião noturcu acima mencionada. 
foi esturlado o "modus faciende". com n 
conlrlbulçi'io jurídica do Deputado ,lullo 
de Castro Pinto, portadcr de um pare­ 
cer colhido no Rio de Jnnrlro. Nessa 
me11ma ocasl!io, f{II luvrodo um documen­ 
to, que recebeu as as"lnaturns dos 17 , 
deputados, comprometendo-se todos, pe­ 
la honra e em uome de Nosso Senhor 
Jesus Cristo, que marchariam unídoi-, sem 
desralecimento!i, até o fim. lmbuldos no 
firme e Inabalável propósito de votarem 
o impedimento de lcdro·tu, por Mato 
Gro&so e sun 1mugem no concerto dos 
Estados da Federaç!lo. 
Realizuu-se, também, urna reunião nu 
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I &.MI 
FAUSTO SANTO::i FILHO 
er Rotariano 
. Ser rotarie.no é mais do que car­ 
regar na lapela um rlisti11tivo. E 10als 
do que ulmoçar urna vez por semana, 
com companheiros, com os quais goslli· 
mos de conversar. É mais do que cuntri­ 
bulr com algum recurso puru. obras &s­ 
sisll'ucials e trabalhar para o beu:; da 
comunidade á qual estamoci !!godos. Ê 
mais do que fazer amigos e tê-los espa. 
lhados por todo:s os recantos em outros 
bairros, em outras cidade, em outros Es. 
tados e em outros países. mais do que 
ouvir discursos, bater palmas, elogiar o 
orador. E mais do que nos associarmos 
paru vivermos juntos e nos aproveitarmos 
das reuniões r~sli "ªs e sociais no clube 
ou na casa do companhe1ru. Se sl:lr ro­ 
tariano fosso só isso, niio haveria nenhu­ 
ma vantagem de sê-lo. Nós podemos tra­ 
zer na lapela distintivos, podemos a/maçar 
sistematicamente com amigos, fazer o­ 
bras sociais, ter amigos em toda parte 
ouvir e pronunciar bonitos discursos e 
manter deslumbrante vida associativa e 
tudo isso não ter nada a ver com Ro­ 
tary. Há milhões que fazem isso mas, tal­ 
ves nem saibam que existe urna institui­ 
ção internacionul chamada Rotary. Ser 
rotariano ó viver de forma diferente. de 
tu! maneira que os principies de Rotary 
se entranbern no nosso comportamento 
u ponto de sermos distiuguidos na socie­ 
dade. Deve haver para o rotariano uma 
fllosofrn dil Vida com a qual ele se ada . 
te e goste de viver. 	p 
. Ser rotariano é viver de maneira 
rotArtn. f: urna quat1tilo de SER mais do 
que FAZER. O fazer é urna decorreocia. 
_ Boa, salutar, útil, benfazeja decor­ 
renc1.1 ... (de um boletim do Rotary Clube 
dr Porto Alegre, RS.) 
■
r 
Unidade FedPr I S(·dlarlu cm CuloM, com 
n presença do então cmnndante da Bri. 
gado 1ixtu de Corurubú, tcnào ficado nR 
segurado que seria arntida u decisio 
da Assemblé la Legisla ti vu. 
Foi conRult11do o t>nlão vlce-govcrnn­ 
dor Lenine Póvoa, quanto a sua dispo 
tção de sumir o governo, obtendo-se 
rellposln po !tiva, nli.o obi;tante sua vi • 
gem para o Estado de Golá. 
O Pre:eldente dn rw@emblúl11 Legislntl­ 
va, Emanuel Pinheiro, embora no prln· 
cíplo estlveRse o. favor oo impedimento 
de Pedrossian, fn to que comunicou ao 
flilecJrto senador Fllinto iluller, à última 1 
bom retirou s~ do gr1ipo, prometendo. 
eutrél11nto, que curr.p1 lrln à risca o re­ 
glrnento lutoroo. 
Eram 17 deputados que votavam a fa­ 
vor do 1mprdlrnento declaradamente, 
mas na votação, que seria secreta, up­ 
réciam mais 3 votos de deputados que 
não queriam e manifestar, publicamente, 
mas que estavam agastados com o go 
vernador, por motivo" vlirloi;. 
Deflagrado o movimento na Asem­ 
bléia L?gísfattvu. PPdrossl,111 ofereceu 
duas propostas: uma, de que fosse com­ 
panhado por uma cornis,ií.o de deputados. 
à presença do então Presidente da Re. 
pública, onde ouviria de viva voz a sua 
decisão quanto à revisão da demissão da 
NOB; outra, a de licenciar-se por 30 dias, 
rnqu!!nlo esperasse n decis!lo ria Presl, 1 
dência sobre a demissão d NOB. Elita 
proposta Ioi o nce!ta, não se concreti­ 
zando, porque no morne·1to chegara de 
Brasília o então senador Bezerra Neto, 
desacoseihando-a ao próprio Pedrosin. 
Por 17 votos fol dellberndo que e­ 
ria matéria dP opreciação. o projeto de 
Impedimento do governador Pedro Pe­ 
drossian. Neste momento. o deputado Jo­ 
sé de Freitas pediu vistas do projeto, no 
que fot atendido pelo Presidente Emanu­ 
el Pinheiro. bem submeter à votação do 
plt!nário, assim não cumprindo na ínte­ 
gra o regimento mterno, como prometido. 
Nesse interi, o Sec.-etárlo rle Jus­ 
tiça, Dr. Leal de Queiroz, preparou are­ 
dução de um mandado de sguranç? pre­ 
veollva, assinado pelo Dr. Henato Pimen­ 
ta, relutado pelo Des. Hermínio de Aze­ 
redc, e concedido pelo Egrégio Tribunal 
de Justiça, liminarmeute. "' 
Convocada sessão extraordinária 
da Assembléia. para apreciar a. liminar, 
oi; deputados Valrlevin:, Guimarães e Me­ 
noel de Oliveira Lima comunicaram os 
seus propósitos de n!lo maia voturern o 
impedimento, eob a alegação repeti­ 
vamentr-, de solicitação da geoitora mui­ 
to E::nferrna e a retirada do Valdevino 
c&.usando, ambos, grande indignaço a 
todos. 
G 
Como H' vrrrflru, 
no foi intervenção do 
deputado iesó 'e Freitas 
que salvou Pedrossfan do 
tmp:--cllrnouto. mar-ln po­ 
sição assumida pelo [a­ 
leeidno deputado Emanuel 
Pinheiro, que detxou de 
re111l'l<'r tJ. drei:-/o do 
plenfu-lo, n prdl<lo elo 
vistas de ,Jo. é de Fri•itns 
e a retirada dos dois 
deputados referidos. 
Após o eplsó:ll'l, 
evidentemente, o depu­ 
tudo José de Freitas nio 
podia mais continuur na 
liderança do governo. 
Acresce que uns 
poucos mrfll'B depoli. do 
Pplsódlo acima dellcrit'l 
ju rnu!R, de 23 rleputaclo,; 
voturlnm o ufas!urrrnnto 
de Podros;;lan. tul a nl'I 
caparldurle do fazer lnl· 
Ullgos, por ser pouco 
agradecido aos amigos, 
!orno afirmam. 
Podem testemunhar 
esses fatos os deputados 
Ubaldo Barem, Wnltor 
de Castro, Cleomenea 
Cunha, Nelson Ramos 
C'onaflhrlro Cota Mr­ 
que, Dr. J ulio Cat1tro 
Ploto e outros ainda 
deputadoe até hojr. 
(J.L.) 
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Pig 11 	Tribuna da Fronteira - Bela Vista - M-. 
UNI ã O ILHO 
. 
1 
1 
l 
E 
gL 
e 
nha 
A Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso 
associa-se com júbilo às manifestações que são transmitidas ao 
Povo de Antonio João pelo transcurso da data máxima do 
Municípioª Expressa, nesta oportunidade, sua total confiança de que os esforços 
de todos visando a construção de uma comuna mais próspera serão recompensados no limanhã 
com a concretização desse objetivo, que é a grandeza do Estado e da nação Brasileira. 
lo Transmitir sua mansagem de saudação ao povo e autoridades do Histórico Município, renova seu onstante 
propósito de continuar dardo sua parcela para que o porvir seja o resultado de todos. 
, 
PABENS DNTONIO 
~ 
JOIO 
GRDNDEZB

'Tribuna da Fronteira· Bela Vista - AS. 
PARA HARRY, 
l '.!1.i 7' 
O overdor nomeado pura rilato 
Grosso <lo Sul, 1Iur1y /morim Coita, 
t. o v ll em C o m p o G r o u d e 
a mulnr t·ecepcrw já pI·est11da a um chefe 
dn governo em ~foto Grosso, suplantan­ 
do até mesmo u que foi feita para Gar­ 
cia Neto, quando de sua n'lmeação e posse 
no governo. Cerca de 1.200 peseoas, en­ 
tre autorldu,Jes civis, mllituros e ecle11lás· 
tlcas, estudantes e grnnde massa popular 
lotaram o 1mguão do Aeroporto luternu­ 
clonul de Anlonl11 João, com uma boa 
parle ficando impnsslblhtu<lu de lngret1sur 
no recinto o obrigada a aguurdur a i-al­ 
du de Amorim Cota em cotupunhla do 
Ministro do Int1•rlor, nuagE-1 Rei~. 
Antes da chegudn, inúmeru8 pessou 
dtstrlbulram pHa•llcos suudundo Amorim 
Cosia e dizendo coaflt1r na sua eapaol• 
dade, uo mesmo tempo em que eram 
jogados par/J n ar mllhures de pequenos 
folhetos que diziam desde "Mato Grosso 
do Sul o recebe de bra<,:os o bertos Hur­ 
ry, uté nóR confiamos em vocõ''. No Ae 
roporto, ao contrário do, que muitos es­ 
paravam, encontrou-se uma ARENA, p·la 
pI•imelrn Vl'Z em mui tos tt□os, J.Jmlica - 
mente unida muito embora se observasse 
algumas l'"!'ervas IDIS i;em qualquer 
demo11strnçiio de agresslvldude entre 
"lnctependenles" e "ortodoxos", muitos 
d o s quais reunidos e pequenos 
grupo e ooove, sando animadamente 
A MAIOR RECEPCÃO , 
As8stm que o jatinho trazendo e ,va a Arena, viva smorim, viva osso 
minltih·o Rangel Hê:I~. o governaoor Jfor-I goveq1adt
1
r. viva U:,n
1
1rt , l'lo • l .n·,1 º" 
ry Amorim Costa e o superintendente da jornalistas que stavam encarregados dn 
SUDECO. Júlio Laender, r,arou defronte cobertura, jamais se viu tantas ditivuldu­ 
uo Aeroporto, começaram us palmus e ' des pelo sedio dos presentes as auto. 
uma Intensa movimenta..;ão em direclo ridades, que tiveram muito pouco tempo 
á entrada de passageiros. O pollclumen- para a lmprcmw, m ,r,;1110 nbslm J'11zP11cio 
to não conseguiu conter a grande massa algumas rápidas declarações. 'Todas Ia 
que se comprimiu parn abraçar Amc•rlm !ando da satisfvção de voltar Campo 
Gosta e Rangel Reis, considerado uqui A recepção, ulém do governador 
como o "Pai du Divisão" Rangel e Amo- Gareia Neto, estavum o prefeito Mureelo 
rim demoraram cerca de 15 minutos pa- Mirando, de Campo Grnudc t' m·IIH C'l!rca 
ra percorrer os quase dez m<•lros que i;e- de 45 prefeitos de ,lato Grosi;o úo Sul, 
param a pista dr> sc1guilo e foram tanto!' os generais Dilrrmamlo G11mc>' ~Jontl'i­ 
os ubraços • ambos 6ÜO couhecldíE>simos ro, cournnc!ante do II Ex<•rcllo e IIéllo 
(lffi Campo Grande - que logo depois o- Gomes Fernandes, comandante dn 9' He­ 
bservava-se ot1 primeiros sinais de can- gião Militar, coronel aviador Fernando 
saço. Mesmo assim, ministro e governa. Fria11, comantla te du Ba-e Aére, o pre. 
dor, após enfrentar durante quase mela sidente cio Diretório Arenl tu, Lúdlr> for­ 
hora a Intensa confusão, sa(r&m para fo- tins Coelho, u!ém de deputados, vereu­ 
ra e foram cumprlmenl6r os populores e dores, assessores l' secretários t!e go­ 
O11 estudantes de esooltts estuduo1ls que 110 verno, bem como elevud0 número de po­ 
flzt:ram presentes, bem como ualversllá- pulnrPs <)Ue fvrom uo Aeroporto pl'incl­ 
rios da Federação das Uni versldades Ca, paimente para ver o governo dor Amorim 
tóllcas e do Colégio Dom Bosco, dos sa- Costa e os ministros Iangel e Falcão e 
leslanos. Em melo à confuEão da recepção dl,;putando por urna chance de cumpri­ 
a Amorim e Rangel, passou praticamen- menlá-los ou de er cumprimentado. Cer­ 
te desapercebida a chegada do ministro ca de uma hora e dez minuto pós n 
Armando Falcilo, que nüo quis fazer nr.- ch,•g,1da <k A!l,ul'im Cosl 1 t! Haugcl, to­ 
nbumu dPelaraçiío à imprensa. Ao me:smo dos ctlrigiram-E>e para 11 nova sede do 
tempo, ouvia-se um grupo de moradores Departamento da Policia Federal que foi 
d o H o l r r o d o -Cruzeiro grltaa:to fnaugu,ndo coru u presençu de g:ande 
c<•nslnnttimente - e bem ensaiados ·• vi- número de nuioridade.;;. 
DA H ST IA 
E!por!_e_ para Todos 
Leia e ilssine o 
jornal Tribuna 
da fronteira 
/1 
1 
l 
AIRES 
PREFElTO 
A Pref eilura Municipal de P o n I a Porã, na 
pema do prelei!ó Dires Marnues, para~e­ 
niza o povo e auloridades do muni­ 
cípio, pl pssaen de mais um 
airsário de sua ennitra 
polilica. Sabemos o nuanlo 
é imporlanle a união 
de lodos em busca 
do progresso comum. 
' 
, lles'a lha, colamamos aos tomes de boa 
1 
rnnlade parlicipacão maior no g i g a n I e s e o 
ratalu de acelerar o propress» da lonleina. 
Para~éns ao povo e nossas leficilacões ao 
prefeilo Adão Herodes Xarie; p e I a s u a 
Admlníslracão 
MARQUES 
MUNICIPAL 
O Advogado Carlos Edy Sá àe :f1edeiros, lransmile sua calorosa 
saudacão ao povo rle Anlonio João, pela passagem de mais um ~niversário de 
em:ti;z.ri» lia d vii;i. Ia-s: às manileslacões de 
• consideracão e recon~ecimenlo de que. muilo rnerecida- 
menle, si ali Idos qals e dedicam 
aos mais diversos labores. conslrLiJdo 
para o prourem d o 
município. do Eslido 
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,I 
/ 
Organização 
de Sizenando Martins 
"MENSAGEM AO LABORIOSO POVO DE ANTONIO J0ÃO" 
A região da Grande Dourados, constitui-se numa das poucas ó· 
reas do País dotada de excepcional potencial agrícola imediato, 
ainda em processo de ocupação econômico. Antonio - João está 
incluido no Gr,ande Dourados. 
A agricultura está contribuindo para a emancipação econômica dos municípios da Cirande Dourados. O Cioverno Fede­ 
ral inmle maci~amente em nossa rejo. lar»rios de ouros (shatos ttpm, tom nas Irias, rn e1.rié1, aqui se lixam, consliluem lamilia. l a grande corrente em acão 
l rejo reze pisperlinas larriris. Conlui-sz que ple coriuit, de mnolo spifialro pana o ro pl que sz esn d apriulluna mo oro (shatds te lll rso do Sl. lis 
d piarão S. lrtis- acreditamos na repio. Mui estamos iresido. 'amos tablar, e mil», pana tcolribit pana o opresso te llmi li». C stz po)is//, si1 d1, s21#3m11; 0 010 
e autoridades, augurando continuidade nos o~ietivos de progresso 
ORGIN ZIÇÃO 
s. artins 
s. MARTINS 
,, 
M A Q U IN A D E B E N E F I C I A R ARROZ E SECADOR PARA 
C E R E D I S - DTDCDDO E VJIREJO 
- 
UM! ORGANIZDCAO PIIRD SERVIR JINTONIO JOIO E • 1 REGHÍO 
Rua· São Paulo S/N 
.antonio João MTS 
---- 	____,

ENFOQUE FATOS E 
Após algumas semanas em "silêncio"  Sra. Gercy Lourelra Leite 
cá estamos de volta. Para lnlclarrno!I Dr. Sidney ~luscureohas 
nosa11 coluna queremofl cumprimentar u 	c,ac,x;x')I<) 
cidade de Antonio João que estará anl- D!A DAS COMUNICAÇÕES 
ver11irlando dia 12 do corrente e a clda- Recebemos os cumprimentos pelo 
tle de Jardim no dia t4. Que progridam Dia das Comunlcuçõ611, eomerno:-udo em 
cada vez mais, silo os nosoos desejos. 5/6 pp. doe alunos da Esc. Municipal Hão 
os 	Geraldo. Nossos agradeaimetos. 
MAIS ANIVERSÁRIOS 	pgzzt 
2/4 Nosso Redatar chefe Ivaldo Pereira 	7V "A 
4/5 Frofütm Cardo110 	CASAMENTO 
4/6 Antero Loureiro 	Nossos votos de feliz vida-a· dois 
29/4 1 aninho do garoto Jollo Carlos O. aos Jovens Marcelo e Hlta I311tlllunl 
de Moraes F. Seus pais Dr. João Car- que estarão e unindo pelos laços mutri­ 
los e Sonlo organizaram uma linda fes- monlals dia 27 do corrente l'ID Campo 
ta para o nenem. Após um delicioso jan- Grande. 
tar regado com multa bebida foi :iervtdo 
gostoso bolo e doces crl&t!!llzudos. Vle- 
ran: especialmente para o contecimen- NASCIMFNTO 
to os vovós corujas: Lázaro e L·onora Reinaldinho chegou a semana 
e o titio Pérlcle e sra. Entre o8 lnúme- pp. para alegria do casl Reinaldo e 
ros col"ldartoe anotei: Prrondl - Cristina, 11fo(sa. ltelna l<llnho, como todo ba by 
Medeiros - 'lelre, Gão - Tall, Clcero l.{atla, chegou lindo e rob_usto. Fellcld3.des des­ 
Atanazlnho - Elcy, a graciosa menina ta coluistu. 
moça Ana Maria, a bonita Dora Alice, 	•• •• 
Clrlene Nabhan. qúe cantou algum os pol- . 
c1n acompanbando com violão Jolro Vae- AGRADECIME TOS 
concelos. TurnMm notei nua roda de Nossos agradecimentos uo Pastor 
bate papo a impatiu, ela Sra. Carmem Jeremias Vicente da Silva pelo livro. 
Brunet Loureiro. Aos anfitriões no10 pa. Novo testamento Salmos e Provérbios, 
rabéns pela flnesse da festa e no p€quer- que nos enviou. 
ruoho votos de felicidades. 
So/4 O garotlio FernandCJ, filho do casal 
Wilson (gaúcho) e Vitorina, festejou seu 
1 aniversário entre grande número de 
convidado.e. Antes do tradicional para­ 
bens, ?oi servido uma variedade de delicio­ 
sos salgudlnhos com rrfrigerante;; e Wls­ 
ky, logo após foi cortado o enorme bolo. 
Destaquei alguns dos presentes: A velno 
Celeste e a filhinha, Dr: Pedro - Leda e 
seus pequerrucho11, Marques com Ana 
Karlna e Nego, Eunice Lagrano 1:1 filho• 
Sr. Ello 8utlllaoi. Adnll Ferreira e sra., e 
o filho Vltor, Fruncic;ca e a filha Rose· BAILE DIA DA MÃE • 
lhe, Isbela e as fllhas e mais um tanto... Será realizado no G.P.R. o b!iile dat! 
tanto tle lindas crlonços. Wilson e Vlló- n:iães. 
rloa sabem como receber bem nossos pa- 
ra bens e felicidades ao Fernando. 
415 Estela V. Pereira - Festa nfio houve 
mas ganhou um presente que valeu pela 
festn e tudo mais: uma missa ofertada 
pele.e Pes. RAcleulorlstas. Obrigada cem 
toda sinceridade. 
4/5 - Nair Lopes. 
4/5 • Ricardo André Otto 
29/4 · Eduardo Mascarenhas 
i/5 -' Ricardo Rafael D'agosto. 
Um elemento ligado ao "esquema CJ­ 
doca" Informou que ,lcldes J:<lorell, a­ 
poiará o atual presidente da Assembléia 
Legislativa, Paulo Sulllauha, 11r.u; próxi­ 
mas eleições à Constituinte. Segundo es­ 
ta fonte, "Saldanha é a opção certt, pa­ 
ra o povo jardlnense". Dl se inda, "que 
desta vez, a Arena, de Jnrdlm nfio dls­ 
pensar-á. os votos em preju!zo da cida­ 
de·•. Friscu também que ''oão será Ian• 
çado candidato de Jnr<Jlm, e que, os e­ 
leltol'es já se conecleatizarom da nrce - 
8idade de cerra fileiras em toruo do a­ 
tual presidente da Assembl ia Legislati­ 
v1. "Com respeito ao MDB, cllFsr que "o 
O CAMINHO 	candidato prelrtio da cpsls é ar l 
Começará a circular novamente " los Edy Sá de lladeiros mas que desta 
Suplemento O C,arulnho. Contamos com I ta vez a op:islçllo n!lo Íerõ vez mesmo 
as matérias a serem enviadas pelas en- com o preetlgJO de Car)o.J ,led~lroe e os 
tidades religiosos da cidade méritos de seu filho, Car loE Edy. 
•••• 
••• 
PE AMEN'!'O 
''Nilo há crianças mais crianças que 
as miles. Estas alegrias, raras vezes lbfl.s 
recomeçam depois os filhos."' 
·•Pode secar-se, num coração de rüu­ 
lher, a seiva de todos os amores, nuncu 
se extinguirà a do amc,r materno.'' 
"Pode-se achar uma segunde Pá.trl11 
jamais enc.:>otrar uma segunda mãe." 
TRIBUNJl DA f RONIEIRA 
------- 
Ano VII Bela Via M / 12419.3/78 - N. 29 
ALCIDES FLORE S 
I 
APOIARA 
SALDANHA 
PAULO 
Em Bela Vista, mesmo prematuramen­ 
te. o nome que vem se destJicaado é CJ 
de Carlos Edy, e, seg•mdo um vereador 
areoista, "até mesmo elementos do par­ 
tido tipo!arão o popular Carlinhos". O 
candidato a candidato Ely de Araújo 
Barbosa, procura alicerçar sua candidatu­ 
ra, mas, dependerá e muito dos conen­ 
ciooals bela visteoees. 
EDITAI. 
N. 15/7€ 
De ordem do Exc,,­ 
l<mtissirno Senhor Oese! l· 
bargador Presidente do 
Tribunal d;, ,Justiça i!o 
Estado de Mnato Gros , 
faço públleo que se e!1 
ubertu, pelo prazo e 
(trita) 3) dlas a cont r 
do dia 02/05/78 u inser1. 
co uo concurso paza 
provimento Pfctlvn do 
dli>,trlbuldor, Conl!.idor e 
Partidor da Comarca 's 
Bela Vista MT. 
Ó concurso será ret­ 
llzado na formu previs a 
pelo provimento n" 111/í.i_ 
do Coueclho l:iuperl<,r d:. 
Magistratura, procede - 
do-se u inscrições :a 
sede da Comarca. 
Poderllo lrrncrever-s 
brasileiros matares do 
21 e menores de 40 un s 
que tenham boa conduta 
comprovada utravés de 
atestados firmados pel:s 
uutnr lrludef' judiciária n 
policial de sua reside n­ 
cia e que façom prov.1 
de qultaçll.o com o s r­ 
vlço militar e Justí9 1 
Eleitoral. 
O concurso coneto:·t 
de provas escritas d1s 
seguintes matérias; Por 
tuguê,;, '.fotemállca, No­ 
ções de Direito Ci•II, 
Prática de Processo Cl­ 
vil e Penal. 
Secretaria do TrL:.r­ 
nal de Justiça, em Cu­ 
bà. 24 de abril de 1.978. 
Bel. Maria do Car:no Ar­ 
rud&. 
Diretora Geral. 
Os membtos do Diretório da Drena, t 
orgulha-se neste dia, quando todos 1 
t 
nós comemoramos mais um aniver- ~ 
sário de emancipação política do ~ • 
l 
município. V i v e m o s um tempo 
de desenvoivimento. Parabéns pela 
sua participação. 
Meres Barbosa Presles Presi~ente 
r===.~.s~ó~o===T=R=A'..::::=BA==L=H=o===P=O==D=E~=-=-=-P=R-=-=0-D=-=u-=z-=-,=-=R==-==R=l~~~O-D~~erei~~-d~~-M~a_,~~-~~=ecr.~el=,ári:_□~~=--J. 
Desde que foi fundado, o Bradesco Este e o Lema do Bradtsi;c~ hã 35 anos 
coloeou o trabalho como única maneira de se construir O fut• d h A 
1 
· 	uro O ornem, de uma empresa ou nação. 
se m a grandeza de um pais de faz com o trabalho cotidiano e permanente d • d · 	· e ca a um de seus cidad.ãos. 
E é ai.te mesmo pensamento que as Organizações Bradesco transmitem 	s 	• 
Graças ao tr b Ih d 	aos seus 5 mil funcionarias 
a a o e caJa um deles, u Bradeeco chegou ao que é hoje, prestndo servi 	• 
É por con11ar no trn.balho que o Bra:iesco chegou a 999 agênclas· 914' • - ços aos mais diversos setores de economia nacional. 
É b . • em operaçao das quais ?48 g 
trabalhando hoje que se consegue ter alguma coisa amumhg_' Sio pioneiras, e 85 em instalação. 
SEMPRE CONFIAMOS NO TRABALHO - AO 
·~ BRAD ESCIJPOVO DE ANTONIO JOÃO SAUDAÇÕES BRADESCO 
garantia de bons serviços.