' R + B u N M D a F R Funàador: Ivaldo Pereira no VII 1 N.o 289 12 a 19-5-78 Bela VLtn: Maio Grosso do Sul 10 11· • 11 Lfrnhro-me hem; foi numa tnrdc fria em p.'eno mees de Agosto o Inverno multrutatulo n plonirie eilo dn •huoçüo ,ln munidpio. ..Vrj,1 >em - dizio o 'rcf Pilo - n6s trnhnllrn. mns com dificu ,lndcs. As verha• •tio pouru,., 11110 h/1 iofro-cslrnturn, nté pura lt•lcfonor 1cn10B 11110 ir II Porllo l•nrà, mas acredito no futuro ele Antonio Joilo. A agricultura está, dia a dia, evoluindo, cnm a rede de energia elétrica de Uru bupungá, talvez, até fábricas resolvam se ins1nlnr no munidpio. im 1 cu acredito eu, Antonio ]Mo". O prdcito nunca te­ rcu uma crítico ao Governo, Ecmpre confiou. O ,enodnr llnclnd Snldonhn Dcrzi posrni fazendo no município. O presidente da Assembléia Legislativa (l'llulo 'nldonho) é de l'omn Porà e é o deputado da repilo, Assim como, Ubol­ do Uorém, o no município. O povo - hospita­ lciro - como todo fronteiriço, empe crditou nos homens do governo. un­ ca 11·clomou providlnciu•. empre ■ rperalo n alo de +nu+ representante-, Dizem qu a energia elétrica chegará an. tes do final do ono. O povo quer ver. ão que duvide das palavra» lo minis tro eki, das Minas e Energia, Simples­ mente quer ver. Está na hora do G«ver­ no olliur corra carioho n povo , f: um ponto de visto que merece ser meditnd,,. f:, tnm­ bóm, uma alternativa válida. Muito v. lido no relembrarmos o apoio que llcln ista deu ao então candidnlo Paulo c ••. tro Pin10 (que niio se elegeu) e por f,. cormo@ ouuse três nno~ ,em umn ,·oz nu A!sernbléio, a uào ser, 01 espor5dlco, e_ronunoiomcutos dt Ruben Figueiró. (,1110010 u Câmorn Federal, os bclnvisten­ es estão com Ubuldo Darem e nilc, abrem. O, demais cnudidnto• (de Aqui. douono, Campo Grande. etc) que não so "hnrmoniz.nm com n politicn e n g:~opo­ l11icn beln,·istease" devem buscar seus votos em outraP_ pl:agaa. Por aqui, soh·o eng:nno, o PO' AO vo.i opoinr os cnodi­ datos fronteiriços. ! ADAO HERODES XAVIER Prefeito Municipal de A N T O N I O.: J O à O BAR EM: Belavistense O projeto, de autoria do vereador Noecti Leite Lar1:1.ajeira, que concederá o titulo de Cictadào Belavistense, ao deputado U La l d o Bar em, encontra­ se em trllmite na Cllm11.ra Municipal. A homenagem, muito justa, é um J.,reitg de g;-atidll.o ao político que contribui para o progresso do município t1 que aqui iniciou sua carreira. !Ierece aplausos a inteialtva d o vereador Laranjeira. rena, de Anto'nio Ú vereador Ely de Araújo Barbosa, da Bela Vista parabeniza o P o v o João e envia calorosas saudações ao Prefeito Municipal, Adão Herodes Xavier. Pela passagem do 14.o aeíversário do Uunicipio. A­ de SERCI ROBERTO PERONDI ADVOGADO &$CRJY03)- Rua 3 de Outubro [é@ [!,é@@ @A €)313A) Bel.l Vista - Mato Grosso do Sul V:. Cario!' Edy Sá Medeiros OAR- Mt. 616 Dr. C yrio Falcão Advogados Causa - Civis Criminais Inventário~. Trabalhistas Rua Rui B:i.rbos3., 2?74 C/1 Fone 4-6683 Campo 6rande - Mato Grosso l!ua Sebasttll.o Crispim do Rego 319 Fone 771 Bel Vista -- Mato Grosso RESTAURANTE CASSINO Bella Vista PARAGUAY Ambiente Seleto - Bebidas Nacio­ nais e Importadas - O maior atrativo da fronteira - Dive:-sões - Som. Visite Bella Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU­ RANTE CASSINO PARAGUAY. Paraguai BIG-LDR "O !;omercio JoveD1 de Mato Grosso do Sul" Basta levar o seu documento. O seu crédito é o.b~rto pelo já Famoso Cred.i Big. 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Barbosa, 0svaido Iurini, lloedi Laranjeira Honso Dilon Leite, Nivo!do de Barros Carlos Centurião, Getulio Lino e Ildefonso Pinheiro O O E NTONIO JOÃO É PRECISO UNIR PARA VEHCERI .J ! o ( senador Rachld Saldanha Der­ zl, associu-se às manifestações pela passagem do aniversário de emanclpuçáo política rio rr.unlcf. pio, transmlllndo uos eu mora­ dores uma mensugem de otimls­ mo no progresso da cldnde, au- 1 gurando que tc,dnt< u,ç osperan­ ças se concretizem num futuro bom próximo. Multo já foi feito. Multo ainda restn II fozllr. O po­ vo está unldo. Um longo cum!­ nho foi lrilh!1do desde que o Te­ nente Antonio Jolo deixou o eu legado de grandeza e heroísmo. Hoje, com a diviso do Estalo e os lovi,stlmeotos do gov<:roo, Federal e Estadual. o município atravessa uma [ase promissor6. O mon_.ento é para Acreditar. o homem. o Esta.do. Exige un!ilo. De esforços e ae opiai· ões. Pa::abéns Antonio Jollo. Pa• rabéns prefeito Adão Hernd011 Xav!er. Na expressiva data de 12 de maio, quando se assinala o aniversário de An- tonio João, a Prefeitura Municipal de Caracol, tem o grato prazer de manifes- Mntré Iler as Preleilo Municipal de Cara e o 1. Associando-se ao regozijo pela passagem da data máxima do municlpio, transmite ao povo de Antonio João, seus votos de confiança e de esperança nos novos dias que estão por amanhecer. Ao trabalhador anôni­ mo, que com dedicaçfí.o e perseverança constrói o novo Mato Grossu 1101!• sa solidariedade e nossa fé na edificação do grande Brasil. Renovamos nosea rlecisão do continuar lutande para que as novas e grandes conquis­ tas sejam consolidadae visando una sociedade mais justa e mais progrmlita EPUTDO SERGIO CRUZ Sob o signo da .divisiio, uma nova tJrn se abre para O sofrido p•1vo da fronttiira. As esperanças se renovam, esperamos que a­ gora 06 sonhos se tornem realidade. Ao povo de Antonio Joiio e autoridades nossos sinceros parabens por mais um aniversário dP. emanclpaçill' política do munlciplo. t------ . :·I Deputado Valter Pereira DEPUTBDO O Deputado Horácio Cerzósimo, no momento em que transcorre a data magna de Antonio João, sente-se grato em saudar os que labutam em todos os setores de ativtdedes pelo progres­ so e pela felicidade. Neste ensejo, transmite ao povo e ao senhor prefeito munlcipal, A düo He­ rodes Xavler, sua carinhosa mensagem de felici­ tações pelo transcurso da data, augurando que dias ainda melhores lhes ofereçam. , HORICID CERZÓSIMO Tribuo:.t du Fronteira ---------------------· li SOU UM ES i ) . Eutenclo ser u~te mais 'lm momonto c]p ~rullrlPVl l• a 8 li () e A i< Ú O du l{rnudeza que tem PnvoJvldo a cr i•1- çilo do Estado do Mato Grosso do Sul. Momento1-1 de gnrndeza - trndutore .• do Rlguiflcutlvus e murcad:rn deci.-ões que em v<1rdud•3 nnteprep;,1·am, nfío outrof; momento.-; d~ grnuJPza, mus a grun,Jl'ZU que há do ser pemiunente e continuada dll nova unldude da federnção brnellel,a. O primeiro dl'sses mc,menlo:;, corr,·s­ pondeu uo d11 blslórlcu rPMoluç:1o do Ex­ celentl!!rclmu Senhor Presidente EraeMlo GAlsel, quando, com visúo dP ln1-1íg11e estadista, decidiu, intervindo nn dlvi~ão ter-ritorial do puíti, erlur o Estado do Mato Grosso do Sul, respaldado não n­ penas em futuras condlcionauteti do de­ Reuvolvlmenlo reglonol, mas tamhem nos nuselol! du luboriosu gente sulmalo~ros­ sense, desde remotos tempos veemeole­ mente mo nifc11tn<1011. SPgulrum-se os momentos em que o Congresso Nacional aprovou a Lei Com­ plemPotnr númP>ro 31 e o Excelenllssimo Senhor PresldentA dn Hepúbllco, em nto solene e emoclonunto, a 6unclonou. E chego -se o.o momento de haje, com ,, lnstalnçíio da Comissão Especial inslitulda pei11 ), gl!,laçilo criadora do no­ vo Estado. Est11 solenidade, realizada peraote o bravo por11 sulmatogrce~enso. signifi­ ca. e1u verd11de, o marco inicial de uma longa camlalrnda -- árduo, vlgoroim e lac<>ssanle, que se dirige, em linha reta pura a cons .çlo do grundezo deste aclmirável peaaço da nilo mtinos admirá­ vel pátria brni;lhiira. Sou sumamente honrado, pe'o ven­ turoso p1 ivilégio com que me distinguiu o ]).;xcelentíR~imo Senhor Prl'Ridente da República hO conliar·mP ao oito encarg.l de cbeliar o p, l!!!eiro Governo do novo tado, cnc.ugo que l'l'Cebi meuos como aceituçifo de uobililante convite, e wais -,orno convocação paro o cumprimento de extrordinria e empolgante missão. E e te o prlmPiro encontro que mantPnho com o povo deste Estado na condição de governador nomeado. Por isso, meu concid!!.dãos, ~eja-m,;- per m!- tido, do ·de lo~o. fazPr uma oh11ervoção dr ordem pl•ssoal. parn acluroar um ponl:J que considere muito lmportanlll, face à slnglilr1rldarlu das circunstünclas e l)(II' <1avolver :.ispeC'!os de ordem subjetiva. Náu sou um estranho ao Mato Gros BO do Sul e :fato Gros110 do Sul não me é nadt estranho. Desde multoP anos com alegria tenho voado o,; céut1 desta terrn, nt1vegand'l eu rios e palmilhando seus caminho. Ac-orupanhd por trilho• e corrrdort• 11,·111 ,empre tra,11i1!vei,, n orupnçuo ,: o rle•envoh·imento rxplo1ivo da re­ l!iiio !:iul, paru onde virrnrn putrfrins clf outro, E,tnrloe da comunhão brasileira e nli ajudaram. o, daqui naturais, u construir a riqueza crescente que hoje marrn a pasagem florescente da, ,ua, cid11- de e dos seus campo. Com prnzer, tenho nromponho,lo .. r, rm alguns pontos, de certo modo, participado, no; último9 anos, 1!0 crc,cimt.nto e oíirmuçiio dtstn bela ,grndnvr.1 e dinâmica Cnmpo Grondt. Em reuniões e encontros uuli,.ados co111 nutoridodes e liderouço,, ltnho oprrndido, rom t'n t11fliauno, a problemátic1l regional sentido a cu­ rência11 dn infractõtrutura econômiro e Hif''Ínl. inihi­ dorns do proi:re•rn, ninda mai1 ,celera,lo, tilo JH·r •ei:uido pdo labor, pcln tenacidade e pela bravura da gente •ulmotogrouensc. Com pe,ar e moção tenho vivido o +o. bcrbo • calnrnitorn e,petáculP, encenado pela na turc,.,. dos encbentrs do Puntannl. Ainda nn região 1-ul, trnho vistP, com tris. tezn, o avanço progressivo da erot-ào nn àrea. tir• lman. dc,truindo ou omtoçando moradias e vias públicas, ao mesmo tempo em que. no área rural v.ai carreando, qua,e inviflívcl. ni11! ince~.i.antemcnrt', os comp'lnentes nobres do rlorli,orn solo ria regi:io. Assim, ~loto Gro,rn do Sul não me é des­ conhcciclo. E por conhecê-lo, po,;ei inevÍUÍ'el • mente n odmirt&-lo, no formidável potencialidade dos eus recursos noturoifi, no dinamismo empreen­ dedor do ,eu povo e, sobrr111ruvontc niío ma,1 usor n ex:pres,;ào •·destn terra" ''deste Et:tado". mart dizc::r-lhce. com 1'rgulho e i­ dentificnção, "nossa terra'', "'noc:c.o E!õ-tndo"'. Tenho h,:m JJfrsente ª" reois dimcneõe, dn mie:;i!o que hoje aqui. perante v6:5. c'>meço a cumprir. Bem sei das dificuldudefl, umas inerentes ---- --- ---···· -•·•r·-1 t-..., , 7±3 i , 'i1. b, 1 O Deputado Henrique Pirei; de Freitas ·+-s "ç?? ' hifj,- associa-se s manifestações de alegria ,. pela passagem da dal11 máxima do mu- nicípio u Neste d e ensejo Antonio transmite J o ão a o povo, engajados na diuturna tarefo. de constru­ ção de um progrPssisla município, f>Ua , mi:nsagen dl· (é na conquista desse ob­ jetivo augurando que novas e const>lnle!! conquistas sejam con1101iúad!l8 para que o dia de am!lnhã seja a. nova realidade que torlo!' aguardam. a alo de geras, outras que urgir@o piódis Hem cunho ow nrios da omidgleuh+nato· gros-ne, ora lerititvaurute polarizado fa«e a C'liU(JUi•I I d., ( ri.H,-Jn do lill J .. uilo. l, por is, bem entrtdo as nortrs re-· pon-bililads que izitia, ma última instaneia presidir os negócio- do hem rtar e da felicidade do povo da nossa trtra. E uma tarefa gigante·va e empolante, ma nilo é farda dr 11111 l101uem ,r,. l'a1:1 cnfrr111,í.ln e vencê»la, vão convocadas tu«das as force vla« da no,- a comunidade, A ninguém será licito o· mitir.e. Do trnbalho perseverante • dedicado, de cada um, resultará a força de todo- que imrpul-lo. nará o nosso Estado, acelera·lamente na trilha ri o d e • ea v o 1 , i 111 t' u l "· /1 111, ílo do poclrr público e das lideranças empresariais e políticas, convergente no bem comum r integral­ no espírito púhli<-o. pcrrnírirá a r1rrJnr.uli1 ,i;,!oro•:i JHlra ,.. c·on■trução do grande Estado, com que to­ dos ardentemente sonhamos, e com o qual, cm futuro hre, e, já temo• t'0routrn 111:1rracln. ião lhes trago promessas, Ofereço-lhes, dc-rle já, juntamente rou1 nquel<·, 11ur rnrnpor,1<1 o quadros dirigentes, no preparo da estruturvçào do novo Estado, sgora e no Governo, der.ois. tra­ h.1!110 sem cleeco11>0 t' ><'Ili de.•fnlrci111rn10, drdi­ cução, auroriJ:ult! e entu,ia.-mo. O planejamento presidirá toda a ação de go,erno e e111turávolt.ado, iu,ariá,elmt-nt,·, parn ih :i11• pirações mais sentidas do homem sulmatogro--eu-. Base da estruturação política, social r econômica, bu1=car- ~e á o fortal<•t·Ímt•nto da nt,':io municipal. Fu11damrn10 da economia do Estado, epe­ cial e prioritria ênfase será couferida, abrangendo todo. a infrar1-rrururu dt: proce-~ .. Jmcnto, ;l u~rirul­ rura t' à p,cuárin. Com vistas à racional r-xplorru;,1o 0111..1.J t> futura. atenção vigilante merecerá a preservação te von erva&o do« nossos recursos naturais, har manizand - e o desenvolvimento econômico com adequadas práticas de meio ambiente. Meus concidadão. jo e-condoe emoção deste momento Hecolhido o calor generoso da munife-tação cordial e amiga com que hoje me recebestes e reafirmo o incrrcdáve! prop6@itu de t,rm Ecrvir ao 11<,-Fo Maio Gro.oo do Sul. rom rlt·-,elu e trubalho inressante Muito agradeço ao Excelentíssimo Snhor Governador Garcia Neto e a seus ilustre« Se­ cretárioc, de E..rado - a rt'Ct-pt;ào ficL1l!!.1 t' hor.pi• taleira com que me clii:-1in::uiu. f'. ~ohretu,Io~ à awabilidad~ du, )'Jla,ru, que profaiu. Excelentíssimo 'enhor Mini-tro Rangel Heis, que tive honra de conhecrr quando ue convocou para a direção geral do DO>, permita me urnn p1lavra especioJ, aqui e agora. Chefe que fuz do relacionamento. afável e atencioso, e.tilo de lldernnço. e comando, e oue no'- tt'm ,lado a todo• lição de di~nidode. de,cortfnio ~ l,n,siliJadr. tem marcante pre■cnçn na criação de~tt' E--tudo t o Feu nome, persistente na lembrança agradecida do nosso povo, ingrará as páginas da história do iloto Gro,•o do Sul. Governar é, antes de tudo. un1 ato político. Entendo que a satisfação du, o,yirnções Pº/'ulare, reside na convergência doe athulndc:- récn1cu &d· miuistrativas e políticas. Es»encia do regime de­ mocrático, a ação polhico purLiJária é int:rentt: uo Go,·crno. Sou muito grato prlas pre..:(Í~io:-a~ prc• senç.a• das ilu•tres lide,onça, Ju Aliança Heno'3dora Nncivnal, que homenageio na pessoa do digno Ire - sidcntc do Diretório Hc,;::ioua , 5eohor L6dio Coe­ lbo. Aos ilustres Membros da Comissão Especial, ora instalada, a segurança do +eu indispensável apoiamento às relevantes tarefo que hoje fem inicio. O meu rcconbccido agrudt"dmento às ilustre• autoridade« Cvi-, Militars e eclesiásticas que prestigiam com suas dignas presenças esta solenidade. Oue o bom Deus. cerca de quem, alguém cuja. lembr:inça me é muito querid:i, cFla reunião n.si-tiFtc, ilumine o meu enteodimenio. l'u:njzt> aió­ n1inhas Jimitnções e fortaleça a miohr- firmez., e o ruen eerpírito dt: concilinção e: de Fncrificio, p"lru que t'U não fnBtre a honro,a ~"<>nfiaoço do Excc· le_ntfssimo Senhor Presidente da República, a de­ ferente t'Xpt'ctativo,; das o.utorid~dc:s do meu Est.u• do e do ruén Pnfe e. oobretudo •• ucnlcm.1da; csper:inç:a!!I d:a bra ,·o. ge.nt.t" da uos1.:1 ierra,.. Proíbe coça Amadorista DEPUTADO Henrique Pires de Freitas em Mato G r o s s o este Ano a Proibição O Drlc>godo ERtndunl rio In~tituto ílrasllolrn de Desl'w,olvimento Florr>r,­ tal IBDF. <'LO Mato GroRrndo por comls~il o integra­ da pela Fenaban e Federação Brasil·ira de UnncoB, dP Ruo Paulo. O ante-projeto elimina o cheque pré-datado. resolve qur. o uval em branco é do emitente e que o banco tem responsabllldnde no paga­ mento dcs cheques falsos, u não er que baju exclusiva ou concorrente do cor­ l'entlsta. Sobre o H66Uolo, esc!at·ece o preiden­ te da Fer,aban, Tbeophllo do .-zerado Santos: Provisão - "Quanto uo dlficll problema, o ante-projPto o gasulha o prin­ cipio de que a provisão deve existir co mo base do cheque, mas a existência de fundos dlspooívels é verlllcada no mo- meoto da aprescn!ação do cheque a pugamento. Esta solução ó 11 mais rápi cla, parece mal? de acorda com a teu­ denr.la moderna, e em na da prejucJlca a conflttnça no cheque, pois eHta Fscos e a lombo de cavalo, por homens duros e temperados no rigor da luta não pode ser avaliada em bre­ ves traçados de uma pena. O comando 8edlado em Culabó., a multes e multas lé­ guas de dlstilnclas; os enormes rios a transpor; os incontáveis Imprevistos via· dos do clima, dos selvagens, das doen­ ças, du falta de munições, de víveres e de ferramentas são coisas que fogem á imaginação do homem modernJ que boje conteo,pla a obra em sua tranquilidade do monumento hi tórlco. ão se tratava apenas de m»ndar um punhado de homens para erguer alguns marcos na distante reglilo, o que cc,ove­ nhamos. já Reria um r<"!speitável feito. 'l'ratuva-se de ocupar a posição, fincau as bases para a permanência efetiva da civilização. núcleo de vida de progresso e de defesa dessa parte de cuidada do solo brasileiro, o que é algo muito maior. Esse o feito da Colónia Militar dos Dou­ rados que, Jogo nos pri:nelros tempos da sua fundação se transformaria em palco de um dos acontecimentos mula mar­ cantes da nossa História - o i:acrifício de Antonio João. Por J. Hernu:;des Chapeado, Lanterrare Pinturas, Solda Elétrica e4la ·m Geral A t e n d e a q u a I q uet h o r a d o d la o u d a n o I t e. Bola Vista - Halo rossa ll!C'nlo. Falso-- 'Na questão do pagarvento de Chl'l]Ul'!J f u ls o ll, r ,l 11, 1 f i e a d 0 c,u n d u I t e r a cl 0 , de u- se p r e vnleac 1u á tese do Supn·mo Trlhunul Federal (súmula 22 ), qu•· nlrillul ao Banco r·espou:rnhl!ldadc pPlo pai!Uln(lnto do cheque falso, ressalvadas s hipóteses dl' culpa cxclu~I va ou concorreull' d 1 1 1 correntista". Pelo ante projeto dispensa se o protesto para o exercicio do dlrnHo pt•lo portador, de cobrar judicialmente o clv­ que. Não 1claraç!ío do sacado ou da ctlmuru d'3 compensação, escrita 11 datudn 8obrn o cheque, sub"tiul o protesto como rnelo de prova. Histórico do Municí­ de João pio Antonio Fnrmnçf.n Administratfvn: Foi levado à :funi· dplo em l!I de Março de 1%1, com a denomina• ção de Eu~ênio Pcnzo. nome de eu fundador, pela Lei n.o 2.112. Atrn"é• mporla 8105 habitantes. ua extensão ter. ritoril é de 1.-121 Km : Projeto de Lei N.o 06 /7 8 L.5 Educação: Um Colégio integra'o funcionan­ do norms.lmente com Too alunos mariculados, 2 Escolas llunicipals nn ,ede e 14 Escobs ;luoici­ pnis Rurais. 1.6 Comércio;·r.onta eow 60 estabelecimento, .:o• merciais. 3 Indústria,. :t Serrari.as 3 indúSlrins de Cer:imic:i, 2 Hotéis e I Agência Bancária. Ator: Vereador Ana!do Mar«qurs «d +la 'Dispõe ·obre a nova deno. miarão de rua" A Me» da Cimsra Muni- ipal de Antonio Joio, no u­ o de as atnbioes leis, Faz Saber, que a tirara Mu. nicipal, m ·eseio ralada no dia I7 de abril de I9l, ,,. provou o cinte. Projeto de Lei No U/7H rt. Lo- A rua lpa, do Ma­ nicfpio de Antonio Ja4o, p!' a a denominar rua 'àndido Gareia de Souza", em pó·tu. mas hotrnagn o me»o, ,rr. 2.o- J;,.:. J1rújt·ro clr Lri entrará em vigor na data de ua an+o publicsc4o, e vou«das as dipoiçor» em con1rúrio. ala das Sessões da Camara, 17 de abril de 1978 Jrnnl,lo r.Jorqu,. ,ln "ih.t P'residente Alair de Oliveira l.o Secrctfirio Documento· Foi extra via elo um Talão de Nota Flscal de Produtor Rural de o.o 262581 a 262590, teudo sido utilizada sõmenlo a Nota a.o 262581, as de· mais estavam em branco O refer!do T!illlo era de propriedade do Sr. João de Deus Gomes residen­ te na Fazenda Triangulo e Palmelru no }1uulciplo de Nloaque, Iol extra via· do mes de ;:;:.aio de 1977 ---.. t- -----= ' 7-7-- laia@ mobral HelSOJ R:1mão Vilório d~ Silva residente A Câmara Municipal ~e rorto Murlinho, na pessoa ~e seu picsidente, li e I s o n R a m ã o Vitorio da Silva. rejubi­ liza-se em transmitir a todos os que labutam p e I o piogresso ~e Antonio João, sua cordial meosagem de sauda­ ção, por mliro do transcurso do airersirio de enipari política do município. AO Preleilo Mão Herodes Xavier· os sinceros parabéns. Nelson FAres • vereador Jandiru Correio - vereadora / Jonas Amaraoe - vereador Tribuna da Fronteira - SEMANÁRIO - FUNDADO E.ll 20/2/7'!. In-. E-t. 130953342 CGC-ME: O3.200.736/O00 174 Fedação e Aduini-tração lt. Duque de Caxias /n. Bel Vista .ll'f. O6ci11a;;: Rua Duque de Caxfas •/n dela Vista Mato Gro««o Rednror-Cbeíe lvaldo Pariu Administração: M:ria Estela V Pereira Departamento Comercial: Alvaro Pereira ASSINATURAS Assinatura Anual Bela Vista Cr 200 00 Demais Manicipios CrS ?50.0Ó Tribuna da Fronteira é uma publ..ic,,ç.io da OfUIVAPE- Os artigos publicados com assinaturas dos autores não traduzem opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito do debate, doa problemu muunicipais e de refletir as dieras tendências do pensamento universal. 12-5-78 Tribuna da Fronteira- Bela_a%d -------------------------------. r Nese clima de justificada euforia, que marca mls um aui­ ver,;árlo do histórico município de Anvrnlo João, queremos rna­ nifeBtar o uosno júbilo, ao reco­ nhecer q9e, agora, com a divisão do Estado, nova perspectivas +e abrem para o povo da frontelre. e do Sudoeste. Em nome do povo de Jar­ dlm, envio minhas (ellcllações ao prefeito Ad!io Herodes Xavier e à população em geral. Fernando de Freitas 1 1 Prefeito Municipal Jardim de A Prefeitura Municipal de Bo­ nito, através de eu representan­ tante, Prefeito Roosevelt Sá de Medelros, congratula-e com o povo e autoridnde de Antonio João, pela passagem de tnnli; um aniversário de ema nclpação po­ lítica da mItcipio. Antevemo melhorle.s substllnelnis para os municípios da fronteira. Com a divisão de Estado e a nomeação do lnsígue engenh<"lro Harry A­ morim Costa, para governar Ma­ to Grosso do Sul, uma nova ern se descortina para os matogros­ sen,;es. Parabéns Prefeito Adllo Herodes Xavier. Parõbéns povo de Antonio Jo!ío. ,, ROOS[V[LJ SA M[DflROS Preleilo Municipal de BOHlrD ENTREVISTA A entrevista com o Dr. Flori Murano, presidente do Diretório Municipal da A­ rena, de Bela Vista, i;erá publica da na próxima edlçúo. Devido àR edições es­ peciais comemorativa aos anversários de Jardim e Antcnle João, o fleparta­ mento Comercial olicitou que trausfe­ ríeeemos a entrevista. Pela primeira vez atendemos um pedido do DC, poldotor por seu próprio filho, Igor de 14 nos. O pe.i ex­ presidiário foi descrito como um alcoó­ latra contumaz que agredia suo esposa a ponto de obrigá-la ti dorm!r em casa de vizinhos. Um dia, ao entrar em casa o filho encontrou o pai sentado á mesa bebendo. O rapaz empunhou uma faca ~ cravou-a no peito da progenitor. Os marxistas costumam atribuir os delitos ao regime de propriedade, priva­ da e á desigualdade de classes. Entre­ tanto a delinquênciu no ·•paralso verme­ lho" ultimamente está se manifestando. talvez, mais generalizada e intensa do que em nações do mundo livre. Paulo Silva Meira Setenta mil professores de escolas públicas norte-americanas deverão ser vitimas de ugrexsões físicas em suas aulas durante tale ano. É o que as estatísti­ cas prevêem. Alguns professores afirmaram que aR escoltts dos subúrbios das grandes cidados e dos melos rurais se converterum C:!m verdudi:lros c11mpos de concentraç!io onde a missão p;:lmord!ul não é ensinar mas sobreviver. O Dr. Alfred Broch, psiquiatra de Los Angeles, disse que os prolessores que o procuram sofrem dos mesmos sin­ lomus pslcolôglco, caracte,üticos dos tempos de guerra: tensão emocional, an­ sledade, lusegurança, pt>sadelos, lrrltubl, llàade, dores de cabeça e problemas res­ piratórios. "O medo é o mais importan­ te fator do "stress", isto é do cnuço psiqulco, e os profes!>ores temem os es, tudantes, revelou o psiquiatra. Em uma escola de ova York, a maioria das janelas das sales de aulu foi sublituída por placus de metal. Os extintores de Incêndio foram retirados, porque os alunos costumn vam usá-los nas brigas entre 11I. Uma prC'frssora de Los Angdes quase foi queimada por 12 78 ---------------- CACA NO ] +a'cosso PROIRIJA P ELO 1 BD F ;suas alunas, uborrecidufl r.om as ootns baixas que obtinham. s A Associação Nacional de Estulan- tes acredita que sômoutc dez por cento dos iucidentcs vlolentor, são revelados. Os professore:; em J:!Crnl procuram í-!Obro­ vler, Intendo o silêncio. A Associação informou ainda que o alunos de seis a­ nos Insultam com palavrões seus prufes­ iiores. Os de duz aaos procuram uliugl• los com objetos os mols varludo!f. Os clo quatorze anos vendem drogas nos hnuhel­ ros e os deze@sete ugruparn-se 1,m •'ga11gs que praticam violências. Urna pesquisa do l)epurtumento Federal de Saúde, Educação e Bem-Estar revelou que seis mil professores de en- 1eino médio silo roubados em suas esco­ l>1a e cinco mil r-ão 11gredldos físicamente .:2 o menc,s uma vez por mês. Pura os soclôlogos u candidatura. dos escolares reflete fielmente o rumo da socledude nor te-aJ,erlcuuu: ucs últirnc.s 13 anos a criminalidade juvenil aumen- tou em 245% A causa geralmente upontadu para explicar essa dramática situação é a dissolução dos lares a o divórcio ou o amor livre gerando a delinquência juvenil. "(O melhor só acontece quando existe urr:a união de vontades e uma convez­ gêacia de objetivos. Então é que os em­ preendimentos se viabilizam. Novas pers­ pectivas se apresentam, novos rumos es­ tão sendo delineados. O momento E-xlg.-i união e esforços <'onjugi1dos. O povo de Porto Murtinho, através de seu Prefeito Municipal, envia calorosas sa ud11ções às nut()ridades e ao povo ria hi-lórica An­ tonio J tJão. 1 L D E F O N S.O SOARES D A SILVA PREFEITO DE PORTO -MUNICIPAL MURTINHO (DO Cem sp. Clll Cul,lb/) A caça amadorístlca está proibida em Mato Grosso pelo menos fé o final deste no, mas a pr·oll>lçíi,o poderá se estender ainda por tem­ po Indefinido. O delega.d() do Instituto Brasileiro de Omrnnvolvimento Flores­ tal no Estado, Paulo Bo­ necllto de Slquelr11, bnl· xou portariu nesse en­ tido, "para dar um das­ cunso acs U'lirnulA e, pe­ la primeira vo:r., prorno­ ver um recenseamento da fauna matogrossense". Ao anuacinr que a proibição da cnçu uma­ rlorístlca pode e pro­ longar "até por mais um ou dois anos", Paula Be­ nedito de Siqueira disse QUP o "de!!COIIBO" para a faunu matogrossense é de fundamental lmportfin· ela, "pois ela vem so­ freado um contínuo pro­ cesso de deformnçio". Durante o período de proibi;tio da caca u De­ legacia do IBDF em Ma, to Grosso pretende rec>s· truturar totalmente o ~eu sistema de fiscalização e repressão da ativida­ de predatória da. f1rnna e flor. Essa reestrutura­ ção incluirá a instalação de postos de flscallznç!io a compra de barcos pu· ra patrulhamento nos rios e aquisição de via turas equipadas com rá­ dio para facilitar o coo· trole. PIE€O ESTE !Ellf fl R e s 4,oo » 1 l 1 1 l f.. JEINE ' de Ambiente Seleto - Refeiç!ii.t Antonio João João Freire de Oliveira Caseira O seu lar em Antonio João - O Hotel da Fronteir H d em e p a. ospe e-se sua ssa. adrilo de qualidade Rua Amambai com Bela Vista no Jeane Hotel e cinta-se M.:rto Grosso do Sul r IV E LI N D, D OS R E l S & C 11 L TO A O TI C li' C I E N TI F I CA Oculs, Jóias, Relógios, Presentes e A v e I i n o d o s R e i s: ( _Rua A e hulha, 2é C ampo Grzn!e, Troféus Esportivos ) Mato Grosso do Sul 'i1Mbunn dfl Fronteira ---- Re.Jn V!Rlll - MS. . . , o DOS DESEJAM I ER 1 ] Que são? Que pretendem? () f)• llú cerca de trs anos, houve muita pul,li­ cidade em torno dos Cursilhos de Cristandade. As revistas "VEJA", "fiEALI0AD:'' e outra- pu­ blicarum extensas reportagem obre o assunto que cElovu rlesperlanrlo inmitodo utençào no Urn,il, lauto dentro du lgreju, corno forn delu. ,lci::n,•t1.rn que buvia "11t1Ílo mi>tério • cm torno dos Cur,llho• e, enquar.to uns ucu,r,rnm os "cursilhistas" de serem força política de .-xrrerna esquerda, outros os tachavam de "facita," argu­ mentando que o Movimento de 1ursilh.H, tendo nn•cido na Espanha, ó podia ser fruto de unrn in.pirnçilo dn extrema direito frun1p1istn. Hoje, 11ns cidades do Drusil, onde o Movimento •e 11lustrou dificilmente hdVcr/i ,,c,soos 1111c nunca tenham 011· vid<• fulur nos Cur.i lios ou que ndo conheçam alguém reeusüo. Em segundo lugar, o Cunilho está baseado numa metodologia vivencial, que exige una cfeti­ ,·n pnriicipnçilo pc,soal de rndn um, cm todos os ntos cue se rcnliznm tlur,,ntc o t-ncontro tnndndc nn,cernm cm Pnlmn de Mnjorra, nn llhn de Mnjorcn, O primei­ ro Cursilho do mundo nl se realizou, em pnciro de 1919, no 5nntuário de Santo llonornto. Nilo fornm obrn de uma s6 pessun. Não tive­ ram um fundador. Fornm o fruto de muitos es­ tudos e muitas experiências npos16ticas dum lubo­ rioso grupo de leigos e sacerdotes. O inícios dos Cursilbos prende-se no esforço da Açilo Cnt6lka Mojorquiua que, através de breves ciclos de pn­ leslrn• (cursinlws), pretendiam preparar espiri­ tualrncntc 01 jovens que dc,•erinm participar dos famosas peregrinações a Santiago de Compostela, no norte du E•p:inhu. E«e, " cuuinho•" (em e•­ panhol 'eur-ilho") ti crnrn tanto i'xito• 'l()~<'O. Scrolri 6ompre Apóstolos'? Fa:-ois C('lll oseiu 11::s­ trmuuho, com que a Igreja pareça ao mundo brla como Crl,to a viu, quis e amou'? Estuís prepurudo!l para rPullzar o programa do Concílio'! Obrigado! Obrigado! São Paulo vos anime; a Virgem Rainha dos Apóstolo e Mãe da Igreja vos mpare"!. Cureilhi-ta Nú.o Esqueça de tua PromPÇli e que Crlsto conlu comigo! Clodomlro Hau•nque Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas JDVOG,DO OAll /MT 1615 Causas ivis e Criminais Rua Antonio J:>Ho, 8-12 Bela Vi-ta Malo Grosso Sul Aos dpoi. de trido para o nu, Dio lralem ewtuttta a achsr a ila mo»nó· tona ai falar cm teu anto protetor. - lqui e ti tudo mito an­ ativo, monótono, enhut4a moao ·rmpte iual. nbo urt anta, a Ana tarais, que foi para o inferno. No di para nu er como a ida dela por lit pois nlo l o anto protetor ligou o jornul fli1("-Ío:ul do inftíllh Decio fiou rneuntado Pua, que ,Jrl lo: J.J.1 tem casa, carro na garagem, trelefoae, biblioteca, Di para o senhor me transferir para lá! Li. Ir para li você pode porque aqui todo mundo é li. vre, Ma- • bom fiar +alendo de lgun« detalhes; a casa de ua aniga foi comprada pelo II, com corre,ão monetária " rnrro fui rnmpr,t Jo no cré­ dito tlirelo uo consumid1ir, com juros de 9 o/o ao ms; o l<'ldouc é ,J., Trlr•rj, pifa n primeira chuva, o- livros são todos censurados, E, ayora, o mais importante. aqui cada um e-c)lhe livremente u ,anto protetor. Lá. J.ucifrr e Helzebu escolhem sozinhos. Dédo Jeru,alérn e,tá rH, céu ""~ lwj,·. Ana Cu,rai, vo, tnva na A1cna .. J,;.,, é uma das mnitos hist6ris populares que o MI t",.tá n·uu1nr e, para a Curllif.Hl Civira de llumor da campa­ nhu ekiroral· *~* ==========-- ***** :C{! Voce deve ter notado que UO!I tempos ~ /A para cá o pessoal de Bela Vista só fala no Res- tauranta Cassino Paraguay. Em o~aslões especiais {:{ o, j,otm, ,oo p,ogmondoa ... sabem onde? No i z...... . -{:( e, Cassino Restaurante Pa::-aguay ". Esta fama tem a ,:{:( sua taz!io de i:er: O Restaurnote Cassino Para• ~ {! guay é o pQoto de encontro da Hocledade !ron- ~ -{l: teriça. Cúnvidamos voce a visitar o Restaurante ~ g±=- ~ maie ... leve a sua esposa, sua namorada. ou aquele convidado espeelal. .. e R':!staurante Cas- :c sino Parague.y é ... simplesmente lrrelllstíveJ. ~ lA Bella Vista - Paraguay i( i "Saudamo, • povo , auto,;daaes do Aolo• -1( iI -1( Rodolfo Pereira f i ir DE e RUBENS PAEL LOP.ES Madeireira Campo Verde tem para você: Materiais: para Construção, Cal, Telhas, Tijolos, Cimentos, Made,lras de todes os tipos Taboas, Ripas, Caibros, Vigam11ntos, Balaustres e outras variedades:· - Se você esté. pensando em con.strulr procure a Mad6ireira Campo Ver­ de, pJls eles tem condições de forn'!cer o seu orçamento na ho.ra. e financia. mdo pelo tempo que você pedir: Madeireira Campo Verde há 30 Anos Trabalhando pelo progJesso de Jardim e Região _________ .;;;...;.;_;._ _ 2 6/()1 r•o Fá FlUN_d_fo ca Bela VIstg - + EDITAL DE PRAÇA O Doutor O11vulrlo Rumunzlnl, Juiz de Dlrello du <..:orourca de Belu Vlslll, Esta­ do de Mato Grosso, na forma da lei, etc ... Fnz saber a todos guu utm, o pre­ sente Edital virem ou dele conhecimento tiverem, que no dlO 14 de junh~• de 1!)78 s 8,00 horas, no :'ltrlo, do Forum desta cldnde, o Sr. Jono Hilnrio PPreru, Por­ teiro dos Auditórios, Ievurá á praça os bens penhorados nos autos de Processo dt> Execuçllo quH Modesto Cardoso mo­ Vfl contra Gemldlao Vieira de Almaldo e, cuso não haja licitantes, desde já fi­ ca designado o dia 04 de julho rle 1978, ás 8,00 horas para a eventual segunda praça, sendo o seguinte o bem penhora­ do: Uma ousa re&ldenclal, <'-Onstruldn de material, edificada no lote urbnao nº 29 A da rua Santo Afonso, medindo dito lo­ te 15x30 metro8, com frente pnru u Rua Santo Afonso; lado direito, com o lote 0 29, ludo esquerdo, com a Ruu da He. pú!,lloa; e fundos, com o lote n 4 do Ruu do República, devidamente transcri­ to no R.G. I. sob o n 20.075, 1ls. 50 cio livro 3k cujo imóvel foi a vallado pe­ la quantia de CrS 15.000,00 ( quinze mil cruzeiros), valor por quanto serll levado praça para ser arrematado por quem maior lance der, acima da nvalfaçilo, sendo a venda feita á vi ta ou mediante fiador ld0neo pelo prazo de três dias. Por intermédio do presente edital fica intimado o executacio Geraldino Vieira de Almeida da praça designada, caso o o mesmo não seja encontrado para ser intimado pessoalmente. E, para que não se alegue lgnor!lncla, foi determinada a expedição rio presente edital que erá publicado na forma da lei e nfixado uo lugar do costume. Dado e passado nesta cidade e Comarca de fiela Vista, Estado de Mato Grosso, aos viole e sete dias do mês de abril do ano de mil novecentos e setenta e oito. Eu (Pedro Vergilio da Silva). Escrevente Juramentado, o datilo­ grafei e assino. Dr. Osvaldo Ramanzini Jutz de Direito NOVOS Expõem Casa ALENTOS Sua do Arte ltles:o la BOLSIS .OE ESTUDO PR Campo Grande - (SEDIMAT)- O Con. selho de Curadores da Universldude E. tadual de Mto Grosso aprovou, ern rea­ nhlo reallzada na última semana, a fixa­ ção da taxa de 1z0 cruzeiros por disel­ plina para o Curso de Agronomia, cm Dourados. O estabelecimento desse va­ lor diferenrlado p!!ra o curso de agro­ nomiu deve-se a uma análiso de cu tos efetuada pela administração d UET. Diante du exigência de uma série do Investimentos que, consequentemente, vem também onerar o aluno na manu- LUNOS DE IGRONOMHI Tipografias Ruy Barbosa N. S r a. A p a r e e i d a e Livrarias f: ISSO QUE VOCE ~IERECE Rua '4 de Julho, l!J81 - Fones 4-2221 e 4-6633 Rua 14 de Julho, 220G Fone 4-307 CAMPO GRANDE MATO GROSSO DO SUL tcoc,;llo do curso. Visando beneficlar seus universítá. rios, principalmente os alunos do Agro­ nomis, a UEMT stará firmando, nos próximos dins, um convênio com o Servi­ ço Especial de Bolsas de Estudo do Minis­ terlo do 'Trabalho, para concessão de bolsas de est o. Esto financiamento re emboliiá vel visa oferecer a estudantes recrutados entre os trabalhadores sindi­ calizndos, filhos e outros dependentes, rnatricu!ados em cursos de graduação, o dlrcllo u bolsas de estudos. Dr. Joelson M. ·Peixoto -Advogado- Causas Civis e Criminais Rua 1.o rle Maio S/N - Jardim - Mts Dr. Ivan ilfonso da Costa Marques . ADVOCACIA EM GERAL Ruo VolunÚlrios da PAtria, 376 - Fone 24o _Bela Vista Mato Grosso Sul R. FIORI MURRO -MÉDICO­ Consultório, 7 à llhs 16 à 19 hora «IPEMAT e INPS» Posto de .Saúde e Funrural- 12 às 15 hs • Neto Dr. Pedro lo é Palmieri e Dr. Ari Escobar Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROS O DO SUL Dr. Laucídi<, aldez de Barro­ Cirurgião Dentista CRO - 557 Mt. Clinica de Crianças e adultos - Ralo X Atende-se com hora marcada Consultório A v. Duque de Cuias, 508 (Ao Lado do Banco Fina+cisl» J43D0))) - COLUNI SE ICHO-NO-IE Oração Para as pes4os que estão Próximas da Morte Quando pressentimos que já está próxima a hora de um doente pas. 8ar pata o mundo espl­ ritual, podemos ler ou mentalizar pura ele as seguintes palavras. "A vida ou a alm po. de ser compuradu a um pombo, conforme se ve­ rlflcu na Bíblia. Quando se destrói a gaiola que prendo o pombo, este se liberta, alça vôo para o céu e desnpnrece da noRsa vida. Então se diz que "o p11mbo sumiu". Mas nó sbmOs que elo continua vivo, voando FVoliz e livremente em algum lugar. Ele não pe• receu. Ele continua es, voaçundo sob o mesmo Sol que uos Jlumlua. A nós, parece que o pombo não t>xlste mais, porém, para o próprio pombo, ela continua ex1!1tlndo. Deus vê unlcamento a Vida. Todos os sereses• tão vivos perante Deus. Mesmo que o pombo fu­ ja da gaiola, a sua Vida continua intacta. Da ms­ ma forma, a alma em si não perece. Para DEc'UF, ela é lmportenfe. Ela de­ saparece apenas do cam- po visual dos nossos cin- co SPntldos. O fato de est11. traosformaçll o ser sentida como morte não pasa de uma Uusllo. "Tu serás mais livre quando abandonares o invólucro Carnal. A tua Vlda vive eternamente. Tu és Vida loliolla por, que és fllho de Deus." Cuiab - (SEDIMAT) - Até o fiou! deste mês cstrão expostos na Casa do Artesao, em Cutabá, móveis rústicos tra­ balhados em madeira e couro pelos arte- ?2, Arcos e ara, da clãs&e @e eia Dr. José Atanasio Marcos e Maria são conHiderados Advogado oois do;i m11ls promissores talentos do Causas Civis, criminais, Comerciais. In­ artesanato matogrossense e a realização entarios e Partilhas, Regularizações de da mo11tra, nas d"lpendênr.ias da Casa do Terras Juuto ao Incra Etc. Artesão, é uma continuidade da filoso- A D R A fia de trabalho da Fundação PROSOL O • 7uqe de Caxias. .o 788, Jardim - Mt. Ua OtOniO João n.O sentido de motivar e prestigiar os nov~i. 1 üula Lo :sz~ndL 2 de Ouro . • valores que surgem no campo artístico p a agua - - Mt, Bela Vista Mt Sul F r o n t e i r o "t- Dr. Ké io Loureiro Pinheiro ADVOGADO - Rua 15 de Novembro S/N Bela Vista Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fone 4-0650 - Campo Grande MTS. 1 # 1 l 1 1 Cicero Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista 753 Leia e Tribuno as5ine o Jornal do p e n Ir , SERRARIA BONITO L TDI. MADEIRA BRUTAS E APARELHADAS - VIGAMENTOS - FORROS - ASSOALHOS BATENTES - GUARNIÇOES Uma l1dustria que acompaaha o Progresso de BONITO Rua Santana de Paraisa Nº 1 ex. p 1 Bonito t li A t. ---------------- -------- Maio Grossa 111 Sal Tribuna da Fronteira - Bela Vista - MS. ----------------- CDLUNI ll$TORIL VENDE-SE de o •, Versículo da Semana: "Se alguém qulRer vir upóR mim, renun­ ele-se u sl mesmo, teme sobre l sua cruz e sign-mo" (Mateus 16:24) }' Em conformidade o nosso urtigo anterior, podemos tirar a srgulote con· clusllo: ''Porque todos denmos cornp1re­ cer ante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o que tlr er fel• to por meio do corpo, ou bem: ou mnl" (li Corfullos 6:10), A cruz nos aponta duas coisas: o pecado do homem e o amor de Deus, Revela- nos a confusão du ·turba e a mnl­ dade e a hostilidade dos inin.igos de Je­ liUB, que o levaram a ser crucificado. Po­ rém no corpo quebruntudo que jazia so­ bre a cruz, vemos o amo:- de Deus, que no teve represálias contra a fúria dPII homens. Tal amor que através da morte nos fol revelado, nos livrou de nossos pecados e nos perdoou. A cruz ainda &lgnlflca mais. Há um caminho da cruz que Indica o cami­ nho da v!da nó. A cruz que mostra o 8mor de Deus revela também o amor com que devemos servir .no nosso próxi­ mo. Niiu mostra to sómente o que Deus em Cristo tem Jeito, mas o que devem fazer aqueles qu: tomam sua cruz e o seguem. Quando o apóstolo Paulo C'screvla aos Coríntios ele estava impressionado com a cruz como o símbolo do poder de Deus (1 Coríutlos 2:1-8). Através de Jesus a cruz pass<'u a simbolizar a salvação um slmbolo de extremo valor. Ar.a.rês de seu formato, a cruz representa a co­ munhão entre Deus e os hnmens. Forma­ da por duas linhas, uma vertical e outra horizontal, ela nos dá as dimensões deP­ te amor. Deus em Cristo vem à terra pra encontrar o homem, onde quer que ele se encontre. O homem em Cristo, ao longo lo horizonte da vida 1111 terra, es­ palhtt o amor ao próvimo. Quando colocamos a cruz de Cris- to como centro de nossa fé, nossas per8- pectivas e at!tudes mudam. Tornamos em linha reta nossa relação coma Deus e com os homens. Tornamo-nos urna força positiva na sociedade, unindo o bem à vida. ' Quando 'emos n cruz de Jesus Cristo, nosso enhor, vemos o fogo do nmor que queimava no coraç6o de Oeus desde que ele nos criou, A cruz não apenas revela o pecado do homem, mas o moJesto,o amor de Deus paro com os pecadores. A cruz nilo é sómente o centro da nosso fé é o centro do nmor de Deus. Voe@ está sendo convidado rara uma nova re­ flexilo ,obre • cruz de Cristo, o quul lhe inspiro uma conciliável chamada pura a obtcnçilo do per­ di!o. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos puri­ firnr de toda a injustiça (I Joio 1;9). A Cruz Ainda Firme Estli, Aloluinl (Continuaremos no próximo número. Pustor Jeremias Vicente da Silva Sucr faria $ade Orução da Semana: Ó Salvsdor do mundo, que pela cruz dcrrnmou Seu prccic,10 sangue para nos redimir, nós vimos o T1 com cornç,ic• arrependidos. Ajuda-nos, snl­ a-nos, porque humildes Te pedimos estas coisas Amém. ATIVIDADES SEMANAi 2.a Feira Clínica l'a,lor,,I 1s l5 horas L.a Feira Pregação do Evangelho às 19:30 hora+ .a Feira Clinica Pastoral s L5 horas 6.n Feira Cuho de Oração e E.tudo lllblico às 19:J0 hornlão vlce-govcrnn­ dor Lenine Póvoa, quanto a sua dispo tção de sumir o governo, obtendo-se rellposln po !tiva, nli.o obi;tante sua vi • gem para o Estado de Golá. O Pre:eldente dn rw@emblúl11 Legislntl­ va, Emanuel Pinheiro, embora no prln· cíplo estlveRse o. favor oo impedimento de Pedrossian, fn to que comunicou ao flilecJrto senador Fllinto iluller, à última 1 bom retirou s~ do gr1ipo, prometendo. eutrél11nto, que curr.p1 lrln à risca o re­ glrnento lutoroo. Eram 17 deputados que votavam a fa­ vor do 1mprdlrnento declaradamente, mas na votação, que seria secreta, up­ réciam mais 3 votos de deputados que não queriam e manifestar, publicamente, mas que estavam agastados com o go vernador, por motivo" vlirloi;. Deflagrado o movimento na Asem­ bléia L?gísfattvu. PPdrossl,111 ofereceu duas propostas: uma, de que fosse com­ panhado por uma cornis,ií.o de deputados. à presença do então Presidente da Re. pública, onde ouviria de viva voz a sua decisão quanto à revisão da demissão da NOB; outra, a de licenciar-se por 30 dias, rnqu!!nlo esperasse n decis!lo ria Presl, 1 dência sobre a demissão d NOB. Elita proposta Ioi o nce!ta, não se concreti­ zando, porque no morne·1to chegara de Brasília o então senador Bezerra Neto, desacoseihando-a ao próprio Pedrosin. Por 17 votos fol dellberndo que e­ ria matéria dP opreciação. o projeto de Impedimento do governador Pedro Pe­ drossian. Neste momento. o deputado Jo­ sé de Freitas pediu vistas do projeto, no que fot atendido pelo Presidente Emanu­ el Pinheiro. bem submeter à votação do plt!nário, assim não cumprindo na ínte­ gra o regimento mterno, como prometido. Nesse interi, o Sec.-etárlo rle Jus­ tiça, Dr. Leal de Queiroz, preparou are­ dução de um mandado de sguranç? pre­ veollva, assinado pelo Dr. Henato Pimen­ ta, relutado pelo Des. Hermínio de Aze­ redc, e concedido pelo Egrégio Tribunal de Justiça, liminarmeute. "' Convocada sessão extraordinária da Assembléia. para apreciar a. liminar, oi; deputados Valrlevin:, Guimarães e Me­ noel de Oliveira Lima comunicaram os seus propósitos de n!lo maia voturern o impedimento, eob a alegação repeti­ vamentr-, de solicitação da geoitora mui­ to E::nferrna e a retirada do Valdevino c&.usando, ambos, grande indignaço a todos. G Como H' vrrrflru, no foi intervenção do deputado iesó 'e Freitas que salvou Pedrossfan do tmp:--cllrnouto. mar-ln po­ sição assumida pelo [a­ leeidno deputado Emanuel Pinheiro, que detxou de re111l'l<'r tJ. drei:-/o do plenfu-lo, n prdlpalu -DIJU" hap·aio, Lanterae PItra Solda Elétrica. Mar4la ·r GersL A t e n d e a q u a I q u e r h o r a d o d I! o u d a n o J t e. Rua lltonso Pena Esq. Teodora Sativa Bala Vista • Mala Grosso l ! J f 1 1 1 1 K3 00 i. Produtor do Calcário USINA Rodovia Jardim - Escritório de Vendas Administração: JARDIM Avenida Bodoquena Porto Murtinho Km Duque de MATO 54 Caxias Centro GROSSO DO SCJL ....... Pig 11 Tribuna da Fronteira - Bela Vista - M-. UNI ã O ILHO . 1 1 l E gL e nha A Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso associa-se com júbilo às manifestações que são transmitidas ao Povo de Antonio João pelo transcurso da data máxima do Municípioª Expressa, nesta oportunidade, sua total confiança de que os esforços de todos visando a construção de uma comuna mais próspera serão recompensados no limanhã com a concretização desse objetivo, que é a grandeza do Estado e da nação Brasileira. lo Transmitir sua mansagem de saudação ao povo e autoridades do Histórico Município, renova seu onstante propósito de continuar dardo sua parcela para que o porvir seja o resultado de todos. , PABENS DNTONIO ~ JOIO GRDNDEZB 'Tribuna da Fronteira· Bela Vista - AS. PARA HARRY, l '.!1.i 7' O overdor nomeado pura rilato Grosso sc1guilo e foram tanto!' os generais Dilrrmamlo G11mc>' ~Jontl'i­ os ubraços • ambos 6ÜO couhecldíE>simos ro, cournnc!ante do II Ex<•rcllo e IIéllo (lffi Campo Grande - que logo depois o- Gomes Fernandes, comandante dn 9' He­ bservava-se ot1 primeiros sinais de can- gião Militar, coronel aviador Fernando saço. Mesmo assim, ministro e governa. Fria11, comantla te du Ba-e Aére, o pre. dor, após enfrentar durante quase mela sidente cio Diretório Arenl tu, Lúdlr> for­ hora a Intensa confusão, sa(r&m para fo- tins Coelho, u!ém de deputados, vereu­ ra e foram cumprlmenl6r os populores e dores, assessores l' secretários t!e go­ O11 estudantes de esooltts estuduo1ls que 110 verno, bem como elevud0 número de po­ flzt:ram presentes, bem como ualversllá- pulnrPs <)Ue fvrom uo Aeroporto pl'incl­ rios da Federação das Uni versldades Ca, paimente para ver o governo dor Amorim tóllcas e do Colégio Dom Bosco, dos sa- Costa e os ministros Iangel e Falcão e leslanos. Em melo à confuEão da recepção dl,;putando por urna chance de cumpri­ a Amorim e Rangel, passou praticamen- menlá-los ou de er cumprimentado. Cer­ te desapercebida a chegada do ministro ca de uma hora e dez minuto pós n Armando Falcilo, que nüo quis fazer nr.- ch,•g,1da e para 11 nova sede do tempo, ouvia-se um grupo de moradores Departamento da Policia Federal que foi d o H o l r r o d o -Cruzeiro grltaa:to fnaugu,ndo coru u presençu de g:ande c<•nslnnttimente - e bem ensaiados ·• vi- número de nuioridade.;;. DA H ST IA E!por!_e_ para Todos Leia e ilssine o jornal Tribuna da fronteira /1 1 l AIRES PREFElTO A Pref eilura Municipal de P o n I a Porã, na pema do prelei!ó Dires Marnues, para~e­ niza o povo e auloridades do muni­ cípio, pl pssaen de mais um airsário de sua ennitra polilica. Sabemos o nuanlo é imporlanle a união de lodos em busca do progresso comum. ' , lles'a lha, colamamos aos tomes de boa 1 rnnlade parlicipacão maior no g i g a n I e s e o ratalu de acelerar o propress» da lonleina. Para~éns ao povo e nossas leficilacões ao prefeilo Adão Herodes Xarie; p e I a s u a Admlníslracão MARQUES MUNICIPAL O Advogado Carlos Edy Sá àe :f1edeiros, lransmile sua calorosa saudacão ao povo rle Anlonio João, pela passagem de mais um ~niversário de em:ti;z.ri» lia d vii;i. Ia-s: às manileslacões de • consideracão e recon~ecimenlo de que. muilo rnerecida- menle, si ali Idos qals e dedicam aos mais diversos labores. conslrLiJdo para o prourem d o município. do Eslido e fo llacão. HUI3KI5 Cario~ Edy Sá de Medeiros S u i t e , Apartamentos (Casal e Solteiro), Saia d [ , • 'tua e '(ccepç&o - O Hotel mais luxuoso do Sudo::?ste _ H íl P •· O Cartão de visitas da Aquidauana ,, AQUIDAUAHA MATO GROSSO DO SUL --..;__~-- -- 1 I ... T+huna da Fronteira - Bol VIsta - MS _____ __,;._.:...;,,..,;__,;__;__;_,;;~ ,I / Organização de Sizenando Martins "MENSAGEM AO LABORIOSO POVO DE ANTONIO J0ÃO" A região da Grande Dourados, constitui-se numa das poucas ó· reas do País dotada de excepcional potencial agrícola imediato, ainda em processo de ocupação econômico. Antonio - João está incluido no Gr,ande Dourados. A agricultura está contribuindo para a emancipação econômica dos municípios da Cirande Dourados. O Cioverno Fede­ ral inmle maci~amente em nossa rejo. lar»rios de ouros (shatos ttpm, tom nas Irias, rn e1.rié1, aqui se lixam, consliluem lamilia. l a grande corrente em acão l rejo reze pisperlinas larriris. Conlui-sz que ple coriuit, de mnolo spifialro pana o ro pl que sz esn d apriulluna mo oro (shatds te lll rso do Sl. lis d piarão S. lrtis- acreditamos na repio. Mui estamos iresido. 'amos tablar, e mil», pana tcolribit pana o opresso te llmi li». C stz po)is//, si1 d1, s21#3m11; 0 010 e autoridades, augurando continuidade nos o~ietivos de progresso ORGIN ZIÇÃO s. artins s. MARTINS ,, M A Q U IN A D E B E N E F I C I A R ARROZ E SECADOR PARA C E R E D I S - DTDCDDO E VJIREJO - UM! ORGANIZDCAO PIIRD SERVIR JINTONIO JOIO E • 1 REGHÍO Rua· São Paulo S/N .antonio João MTS ---- ____, ENFOQUE FATOS E Após algumas semanas em "silêncio" Sra. Gercy Lourelra Leite cá estamos de volta. Para lnlclarrno!I Dr. Sidney ~luscureohas nosa11 coluna queremofl cumprimentar u c,ac,x;x')I<) cidade de Antonio João que estará anl- D!A DAS COMUNICAÇÕES ver11irlando dia 12 do corrente e a clda- Recebemos os cumprimentos pelo tle de Jardim no dia t4. Que progridam Dia das Comunlcuçõ611, eomerno:-udo em cada vez mais, silo os nosoos desejos. 5/6 pp. doe alunos da Esc. Municipal Hão os Geraldo. Nossos agradeaimetos. MAIS ANIVERSÁRIOS pgzzt 2/4 Nosso Redatar chefe Ivaldo Pereira 7V "A 4/5 Frofütm Cardo110 CASAMENTO 4/6 Antero Loureiro Nossos votos de feliz vida-a· dois 29/4 1 aninho do garoto Jollo Carlos O. aos Jovens Marcelo e Hlta I311tlllunl de Moraes F. Seus pais Dr. João Car- que estarão e unindo pelos laços mutri­ los e Sonlo organizaram uma linda fes- monlals dia 27 do corrente l'ID Campo ta para o nenem. Após um delicioso jan- Grande. tar regado com multa bebida foi :iervtdo gostoso bolo e doces crl&t!!llzudos. Vle- ran: especialmente para o contecimen- NASCIMFNTO to os vovós corujas: Lázaro e L·onora Reinaldinho chegou a semana e o titio Pérlcle e sra. Entre o8 lnúme- pp. para alegria do casl Reinaldo e ros col"ldartoe anotei: Prrondl - Cristina, 11fo(sa. ltelna lotrar uma segunda mãe." TRIBUNJl DA f RONIEIRA ------- Ano VII Bela Via M / 12419.3/78 - N. 29 ALCIDES FLORE S I APOIARA SALDANHA PAULO Em Bela Vista, mesmo prematuramen­ te. o nome que vem se destJicaado é CJ de Carlos Edy, e, seg•mdo um vereador areoista, "até mesmo elementos do par­ tido tipo!arão o popular Carlinhos". O candidato a candidato Ely de Araújo Barbosa, procura alicerçar sua candidatu­ ra, mas, dependerá e muito dos conen­ ciooals bela visteoees. EDITAI. N. 15/7€ De ordem do Exc,,­ l,trlbuldor, Conl!.idor e Partidor da Comarca 's Bela Vista MT. Ó concurso será ret­ llzado na formu previs a pelo provimento n" 111/í.i_ do Coueclho l:iuperl<,r d:. Magistratura, procede - do-se u inscrições :a sede da Comarca. Poderllo lrrncrever-s brasileiros matares do 21 e menores de 40 un s que tenham boa conduta comprovada utravés de atestados firmados pel:s uutnr lrludef' judiciária n policial de sua reside n­ cia e que façom prov.1 de qultaçll.o com o s r­ vlço militar e Justí9 1 Eleitoral. O concurso coneto:·t de provas escritas d1s seguintes matérias; Por tuguê,;, '.fotemállca, No­ ções de Direito Ci•II, Prática de Processo Cl­ vil e Penal. Secretaria do TrL:.r­ nal de Justiça, em Cu­ bà. 24 de abril de 1.978. Bel. Maria do Car:no Ar­ rud&. Diretora Geral. Os membtos do Diretório da Drena, t orgulha-se neste dia, quando todos 1 t nós comemoramos mais um aniver- ~ sário de emancipação política do ~ • l município. V i v e m o s um tempo de desenvoivimento. Parabéns pela sua participação. Meres Barbosa Presles Presi~ente r===.~.s~ó~o===T=R=A'..::::=BA==L=H=o===P=O==D=E~=-=-=-P=R-=-=0-D=-=u-=z-=-,=-=R==-==R=l~~~O-D~~erei~~-d~~-M~a_,~~-~~=ecr.~el=,ári:_□~~=--J. Desde que foi fundado, o Bradesco Este e o Lema do Bradtsi;c~ hã 35 anos coloeou o trabalho como única maneira de se construir O fut• d h A 1 · uro O ornem, de uma empresa ou nação. se m a grandeza de um pais de faz com o trabalho cotidiano e permanente d • d · · e ca a um de seus cidad.ãos. E é ai.te mesmo pensamento que as Organizações Bradesco transmitem s • Graças ao tr b Ih d aos seus 5 mil funcionarias a a o e caJa um deles, u Bradeeco chegou ao que é hoje, prestndo servi • É por con11ar no trn.balho que o Bra:iesco chegou a 999 agênclas· 914' • - ços aos mais diversos setores de economia nacional. É b . • em operaçao das quais ?48 g trabalhando hoje que se consegue ter alguma coisa amumhg_' Sio pioneiras, e 85 em instalação. SEMPRE CONFIAMOS NO TRABALHO - AO ·~ BRAD ESCIJPOVO DE ANTONIO JOÃO SAUDAÇÕES BRADESCO garantia de bons serviços.