F 
ftlrlJâdõ!: Ivaldo Foreira A@e VIII N 29O 21 a· 28-_5-?8 
Os meios políticos 
de Mato Grosao do Sul, 
tiveram uma surpresa: O 
Senador Italivio Coelho 
foi tscolhido para a va­ 
gn d~ biônico. Todos a­ 
creditavam que o escolhi­ 
do soria o senador Ra­ 
chid Sulrlanha Derzi. A 
es::olha de ltulivio foi 
muito bem aceita e en- 
carada como uma vitória 
do ex governa dor Pedro 
Pedrossian. P::ovavel­ 
mente, Rachtd D ·G 
concorrerá pela v i a 
direta. 
Confirmada a candidatura de Pedro 
José Palmirrl a rncPssllo de Ruben de 
. UNlâODE 
O 
Foi r,,allzuch, no Cl1·eroln l',•()ro 
Hufino, dia 14 pp, uma festa organizada 
pelas esposes dos Diretores daquela is. 
tituíção recreativa justamente com a 
Castro Pinto, resta pora Coordenacào do professor Antonio Lopes 
à Arena Municipal cer. com alunas noraalistas, em homenagem 
rar fileiras r torno do o Vi das Mães. A colaboração das i­ 
conheciio político cansáveis nornalistas contribuiu para o 
Estão l'Urt.{!ndo diversos 1 ~~lto da fei;ta -~ mu
1
!t1 t11w1 v•-1; ficu pro­ 
candidatos, mas de ini. vado que u união de propósitos entre 
cio o no;ne que des. uma entidade clubístiea e o setor educa 
tuca é 
O <le P,.l!mieri c1onal, leva. a uma conBClC'ttftzaç-Jo cul­ 
que já provou Aer o tural e afetiva. 
elemento que aglutinará 
s forças dispen;as da 
Arena, além <le posAUlr 
1:ondlções administrati­ 
vas para acelerar o 
desenvolvimento de Bela 
Vista. Outl'O nome que 
deverá ser aproveitado 
na política local, no 
Dlretório ou na Cfimara, 
ê o de Serglo Roberto 
Peroacli. Elemento jovem 
e d(J tradic;llo política, 
Perond». da a da, cres- { 
ce no conceito locii 1. 
. ,•. 
a . ...-(". 
l 
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' (. 
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5E. 
r 
ffiJ rfil Is 
Objtivos 
Talvez 
por enquanto 
ela VEu L Mas gG3 a S 
, 
Um dô11 principais objetivos dn a­ 
tual ffaetoria do Grêmio é a iutegrnc;iio 
em diver6os setores da Comuoluade, e 
11trnvés do tr<Jlialbo do profernsor rnto­ 
nio Lopes e das Normalistas, esla integra­ 
ção já se procc>i;~a uo Ctl m•,o de cullur•1 
e do humauisrr•o. Foi uma atitude louvá­ 
vel d6 todos oi; participantes o quo nos 
fez lernbrur a célebre frase dr, um pen­ 
sado1· francêE: '·O horrn•m (, a !I!eta e o 
Este titulo seja dramâtic11 demais, mas 
é a pura essência da verdade: o frio 
aõsassioato de .-Ido l1oro marca a data do 
início da III Guerra lIundial, que será 
feita pela inteneifiCdÇão dos atos de gru­ 
po terroristas num crescendo em todo o 
mundo. 
A conexão maldita reúne as Brigadas 
Vermelhas da Itália, o grupo Baader 
MeinhoI da Alemanba, os palestinos, os 
extremista,,; de esquerda da Fraaça e da 
OS TOS 
A fosta 
Con O fotrou'..lÇÜo o'<!', .IV(• i.'tn f.OIUB 
cln ílirPtnrLl do U. P. r:nfitJo 1• rtluuc)• 
da Esco!a Estlal Castelo Branco, fez 
uudação ls mães. Em sequência, n Dra. 
matização nolista, relembrando as 
111,i, , anunciação, a virem de que 
seria me e hoje tomamos como ,·xetuplo 
-A purem dns crianças através dos 
setI versih+. 
-- Coral "Revelucão de talentos de um 
~IUJJO de Ctllmi-; (Ucla Villl,a L0:11 "f(•rmen­ 
to", r.11ta cr1'scet·) q11e !oi muito apluu.'llrto 
sem!o até reprisado. Parabéns. 
·- 'l'eolro - or de tu! UI! ueesso 
como todo amor rle mlle. 
- • 'l'radicioaul hr;lo oY<m'<;irlo pcl0i; alt1- 
nus do 2 Magistério juntamente com Gr/­ 
mio e alunos ds 1 a [ érie vespertino 
iotou-,-e. unit'io :1,oiil IJou vontuc!e igual u 
Sucesso. Eis o que foi a mnilestuçüo 
CIO dia UHR mties, U'I flOH.'<llS mães 
Beluvistenses, 
Grã-Bretnnb(l, os guerrilheiros cubanos 
na Africa, todos financiados pelo gover­ 
no líbio e pela U o ião Sovlótic11, que que, 
rem ver o mundo o.::ideotaI Incendiado. 
Assim 
Aprootem-1:ie os países ocidental,; mesmo 
os que presentemente vivem pacíiica­ 
me11te porqu6 o terrorismo urbano e as 
guer;,-ilbas vãc> surgir e inteo:;ll'icar-se. 
Aute o olhar adocicado do não menos 
doce presidente Garter dos Estados 
. Unidos. 
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Identidade, Carta de IPE 
:'IA r Cnr1<·iru ,!,, ~-1,,,.,rl,rn 
Publicado que e faz para 
obter a 2a ia. 
Agradecimento 
O, edrrn«·iros riu llo;f'Ílul 
3Ao Viente de Bulo agrale­ 
em à_voas. I'alo Gnima 
rr.,,, ,. f ,a. H,·1r111lrlo C. Az,·• 
vedo e flin, Arlnir E, llnltn •· 
lia. Lourde· Nalba y 
de jovens, pela mis manda­ 
,ln ,·tl..Jir111 r111 lldln 'i,111 
Haraui, pelo Dia do Enf·r. 
nu·iro, romf111or11do ,lin lt JIP·• 
logo npós num ambiente «de 
muilo rnlur 1&1111111110 foi H'f• 
vilo um delicio bolo n­ 
dependeneins do Ho,pírul :Íílu 
Vicenlt• ,J., 1'111110. 
FUTEIJOL 
O Clube rtecreutlvo 
P.slreln do Ap de Cnçu 
e Poi<cn, l'Sló. convidando 
o povo de Beln Visl11, PU· 
ra usistir o jogo de fu­ 
tebol de sulfio, dia 27 de 
muio, entre 1:1s equipes: 
Caça e Pesca x Esporte 
Clube Cruzeiro. Jo Cum­ 
po Grande. Ifoverá pre· 
liminar de volel Y.,mini­ 
no, entre Caça e Pesca x 
Náutico Esporte Clube 
de Bela Vista. 
Huverá no dia 28 
F u t e b o I no Es­ 
túdio Octuvlo Fontouru 
às 14 horas, entre Cam .. 
po Uronde e Cça e Pes­ 
ca nesta cidade. Presti­ 
gie o noss11 esporte, povo 
de Bela Vista. 
Joslno Pinheiro 
Edital de 
Convoc.ação 
Assembléiu Gcrnl Extrnorclinú­ 
rin 
O Pusi<fontt• do Clube ,lo 
Lnço ele Bela Vista.MS., no u­ 
so de euns ntribuiç,ies legais, 
e ntenrl,•nJo o que ,Ji,püe o 
Art, 31.o do füh:tuto do Clu­ 
be, convoca os associados pa­ 
ra u Assembléin Geral Exlru­ 
orilinárln n rcalizur-se no 
dia 23 ilo corrente me, às 2o 
honu na rua Antonio Joiio 
769 nesta cidade, afim de de. 
liberarem sobre o ,l,guime as­ 
,unto: 
a- Eleição do Conselho fiscal; 
b- Outroe Assunto, de inte­ 
resse d,, Clube. 
Beh Vi,ta • MS 17 de Mnio 
Je 1978 
Celso Mercedes Gurcettl Balta 
Presidente 
13 
1 
DE My /p 
ç o 
T RA É 
Dr, matrlmOn.lo do Dom P()dro 11, com 
D. 'Teres CrItI4, nasceram tres filhas 
Um rtlho, que deveria er o herdeiro do 
trono, maJ rnorn·u com pouco!l meP('H de 
vida. Ficaram, Isabel, a muis velhn, e 
Lcopoldi11a, l~nbel, ••ulüo 1Hitln a hn·dcf. 
ru do trono e como tal poysula um no­ 
rnr oxl1•11Ho o óbvl1une11t.o monárquico: 
lzabel Cfisttna Luopoldina Augusta Mi­ 
caela Gabriela Rafaela Goza. 
hr mulher do PApirlto, e que sabia 
multo bem o que queria, ln vurtbU ~odu:; 
us negociações previnmente arr4tjudus 
para 0 RPU cilrnmento. O Conde rl hu de­ 
vt•1·!f1 1<er o II nrtrto de Leopoldinu, rnuR 
quando IHabl'l o uví~tou, clJamou para 
um lado seu p,s Pedro li, e lhe dlss~: 
"Eu fico com o fruncõti'", E foi o que a­ 
coulecou. 
Prlncesa-Isubel. u mulher que llbe1 tou 
os escr<i vos, era multo docldlda 11m suas 
ações, como se poria n<,lur nn pasRagem 
do seu cu~.arn••nto. Q,; grand<'H nomes da 
causa da ubollç11o dos eFcruvos eram 
,l oaqulm Nabuco, ,J os(> rio Putrocialo,. An­ 
dré Rebouças. Joi1o Clupp e rntonio 
BPnto. ~lo Inicio de 1888, Js,ibel tomou 
paru si toduH as responsabllidu~el'. da 
redeuçü<J dc,s escravos. Prom11via. até 
mesmo !'estas ubolid<•ni,-tt1s em Petró­ 
polls, r.hegandú a abl'igar, negros fugidos 
Assim que, a 13 de muio de 1888, ela 
asi;lna a Lei Aurea. T(•rminnva o poder 
do" senhores rle lena, que açoltnvatn os 
negro,s, desnparc,cium os feltore9 e pes­ 
i;11as sendo donus rle outras pes;;oas. 
Terminavam os exploruções como o alu­ 
guei, prlos proprietários de escravoi::, 
das alJlaS da lriit<?, para a Santa Casa d>i 
ilisericórdiu, poit> erum multo prucura, 
dns. recebendo altas somas pelo tralJalho 
das mulher('s negras. 
R. lIagalhiies Júnior entende a Prin­ 
cesu Isabel da seguinte maneira: "Ela 
uuo foi uma princesa orgulhosa, que vi­ 
vesse apenas para o fausto da corte e 
para as gala» pulacianos. Ao contrário, 
era uma brasileira simples e humana, 
com urn coraçãu generoso e a!io hesitou 
em favorecer a abolição dos escravos, 
mesmo siJbendo qut arriscava o "trono". 
i3-=m a 1; fi ri =i l Re3 ; fil 5 il • I a filW 
' ,, 
E E 
ES 
TIR 
s 
• tmuento está a exigir a contrapartida do 
O ministro Alson Paulinelli, da _MF" tore-tadores "acentuou, assinalando 
c11itura, u r I r m o u '· in , Cump q~e "a trndêncln de r,uc o governo pas- 
Grande onde p:ll'llc:ipou d.:i IV Encontro ., exigir mais coírapartída dos r­ 
Nacionil de Réloresiadore3, que a p@rUF {tidores, na base de 50 por cento, 
de agora o governo sómente concede! , normal. E voltou a udvertir que 0 0- 
antecipaçflo de incentivos pura ampliuw+ ..no terá que adotar medidas mais ri 
a projetos que realmente estejam I' rosas 1u obtenção dos resultados es- 
·'inbito do CD! e "n:lt, npu1vJ8 rio co11- .., 	t 
d, tos perados para o se or. 	. 
versn, como vem ocorreu: 
0 
corn rnu "' Faluutlo e '[)í.'Cittc .. rrwuto sobro Muto 
empresários'. ,, 	Grosso, Paulinuelli lembrou os empresá- 
Paullnelll, que fez um pronunt rios que ha dois anos passados, aqui 
mento conPidorado contundente peloll em- lll-!~mo em Campo Gr,,ude. uler,lou OR 
presários, advertiu que passudu u Ia peilorestadores de que eles deveriam d!­ 
iniclal de imrlantção da inira estrutura ,nte do tremendo potou-:ial do Estado 
das empresas rPl'lo,estadorrrn, e;:tá no drfiulr 
O 
aprov~itumí.nt1, maltt raclo~nl 
momento de os empresários, ao cole gas florestas aue e:;tavam sendo planlauas 
rem suas prlrnl:'lt'Ht! s1:1fr,1s, re1~ves1Jre!Il 	LO 
r,,cursos obtidos na ampliaçao ou Jm- AS REIVJ~DICiÇÜES DOS HEP - 
os 	á- 	jR 
plantação do parques indu•trit1ls nas - RESTADO t~::, 
reas dos projetos. Lembrou que o gover- { "Voltando, dois anos depois_en5ta 
ao não pode mais conceder incentivos , que aluda não houve essa definição . 
fiscais ao rel'lorestamento em rletnmeo- E .finalizou dizendo que é hora de todos 
to de outra,; ativldudell que lambém tem se mobilizarem. 
di1"0lto a esbPS n·cursos. 	Sunlernentaçilo do orç.1:nento r.orn. 
O rnluistl'O du Agrlculturu. acen- • prometido, alem da· aev11luçilo d,e q.?an­ 
tuou que, no momento em que o gover- iia repassuda recentemente ao Finor, a­ 
no tem a humiJ,(ade de vir a publico dequaçilo do fluxo ele recuraos d.as em• 
e re~ouhecar qu,? tH<tá com dificuldades presas, com u eliminação inediata do 
de m11nter um rl•1xo permanente de re- parcelamento dos ineeutivos fiscais e que 
cursos para o reflorestamento, é hora de as despe;;as de mauutc,nçao do. proJ~to 
us empresall se !!loiivurem e se transfor· na sua fase não incentivada se1u de rea­ 
murem em verdadeiras catalizt.J.dorns dos pons:ibilidude do investidor que é o pro­ 
maclços f!orestais jfl implantados no País prietario real, poi::; às ernpresus cabe e.p_e· 
E anunciou a bertura de concorrência nas a ta:-efa execução e adminlstraçao 
para a elaboração do primeiro estudo apresent~das pelos reflorestadorP.s ao 
de viabilidade de aproveitamento ds ministro dt>. Agricultura. . . 
maciços florr,stais de ilato Grosso para Depoi:i de Jemb1:&rem que a po.htr• 
que seja viabilizada a industrializ!lçiío cu de desenvolvimento florestal brasllet­ 
da madeira, nesse Estado. 	ro repousa 110 governo, que planifica. 
Ailrmou que o li3DF está aumen- coordena, controla e fornece sustentaçl>.o 
tando substanciulmene seu quadro de financeira; nos contribuintes do Imposto 
fiilC!iis e que ns empresas que não esli- de Renda benefictrios dos resultados 
verem cumprindo sons cronogrumas efi- dos empreendimentos florestais e nas 
cienternente encontrarão sérios problemas empresas, que prestam serviçoR e1:1pecia­ 
para antecipação dos incentivos fiscais lizados, os reflorestadores frisaram que 
e que é intenção do governo _selecionar é preciso que encontrem, nas norrr:ai; guo 
cudo. vez mais as empresas do setor, mas. regem o sistema, os requisitos i!!di.spen­ 
frisou Paulinelli estamos encontrando al. ,;ávei,; á atuação emprAsarial. A inexis­ 
gurnas rli[iculdudes e, nil o queren::os si- tência de tais requisitos torna inviavel 
tuacões inviáveis de serem corrigidas ao a participação das emprei,as na Pxecu­ 
longo do pl'Ocesso de formação da cons- ção das metas governamentais, dGatro 
ciência florestsl brasileira. O aumento do dos postulados da livre iniciativa. Multas 
número de fiscais do IBDF e da seletivi- sugestões já. foram feitas aos órgãos 
dade empresarial possibilitará maiores governamentais ligados ao setor, quanto 
antecipaçõe,- aos reilorestadorci;. a medidH6 e normas introduzidas no sis- 
o ministro na parte mais contunden- tema e que dificultam ou impossibilitam 
te de- seu "contato amplo, aberto e fcan- o seu funcior.êlmento. mas até agora ne­ 
co" com Gs reflorestadores, lembrou que nhuma medida foi tomada parn corrigir 
a legislação estabelece a contrapartida essas distorções, acentuart1m os empre­ 
dos empresários do setor. E o reflores- sários :io setor. 
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11 
Agropecuária= o excremento 
de GALINHA na alimentação BOVINA 
As dojeeçõos de alinhas possuem alto teor proteíco e e 
constltum numa ótima raç1l.o pura uovJuo.s. 
Diversos paísos já usam esse oxcremento nn alimentação de 
ruminante e também de suíno. 
As primeiras experlêncl1111 reuliz11d1111 por confio&dores gaú­ 
chos tem sldo exltosa, como também oeorre no Estado de São Paulo. 
Apenas na alimentação de tcrnelro!l os rosultudos nllo loram 
tllatórtos. 
No excremento de galinha convém dlellnITTJlr dois tipo■, con­ 
formo o sistema crio.tório dus uves. 
A chamada cama de galinheiro ocorre quando as galinhs 
,Ao orlada• em contato direto com o chão, caso em que se utiliza 
uma substância especial para evitar que 11 umldade do esterco pn­ 
judlque as aves. 
A cama mais usada é n de marnvnlha, a qual determino. 
quando o grau Je umldnde do esterco perman'l'co baixo. 
Ao contrArlo, com au poedeira• oro gaiola ao dejecções H 
acumulam BOI> ns moemas havendo ooncentraçiio da umldade, odor 
o formentaçlio. Neste último cnso, é conveniente lnform11r-11e do in­ 
seticida usado pelo avicultor no exeremeoto para evitar mosca,. 
Como alimento aos animais, o primeiro tipo referido precisa 
ser peneirado e o segundo seco no sol. 
Ambos, todavia, oferecem elevado teor de protoina bruta 
que anda ao redor de 30%, lato ó, 3 vezes mais que o milho e 2 
mais que a 11llafa, considerada a rainha das forragelras. 
· • 	· . 
,-g,- 
.s 
AMA - Apolinário 
Um· novo conceito em 
Getúlio Mareantonio 
Não davemos per<'lor d vi ta que proteina é sempre e 
componente mais caro da rução. 
Quanto ao aspecto sanitário, não está afastada a posbili­ 
dado de transmissão de doenças mas no Btado não tem havido 
casos de contamlnaçli.o e a litarntura de outros paises diz não haver 
perigo provável. 
A •rnlmouella o coliforres fecais podem ser combatidos por 
diver101 proceuoa. 
O excremento de galinha é um alimento de extraordinário 
poder nutritivo e baixíssimo custo. 
Uma-pecuária que vive ea dificuldade deve aproveltà.lo em 
larga ecala na terminação do novilhas, especialmente na região pro­ 
llutora de a vu. 
Uma gallnhn produ.z por dia 2 g de esterco reco. 
Estudos realizados nos Estados Uuldo;; couclulram que 18 a­ 
linhas são capazes de fornecer protelnus !1Uplemont11r para a crta. • 
desenvolvimento completo de um bovino, 
O Rio Grande do Sul possui uma populoção uviuola da ordem 
de 14 milhões de cabeças o que com base nos càlc1doil amerlc.ano11, 
daria para alimentar anualmente 777.770 bovinos, ou soja, mals da 
metade du safra gaúcha. É mais um dado da lmen&idúo das riquezas 
rio grandtnus. 
Aí! dejecçõeB das ga!!nbas nfio são jogadas fora, coro outros 
allmEn!Gs que examinamos, mas utlllzudas na ndubaç11o. Todavia, 
vamos convir que usar eomo adubo um ·ullmeuto com 30% de pro. 
tolno. bruta, é lambem um c:!oeperdíclu. 
Máquinas Agrícolas 
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Matriz: Rua Marechar7Floriano, Esq. e/ 1.o de Outubro, f one 139-421 • 
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' 
Tacões 
Ivaldo Prelrn 
em 
LI, estarrecido, que na "Brindas 
Vormelhun'' haviam assinado o pret. 
dento d Democrnelna Crlt ftullan, Al­ 
do Moro. No menino Jornul. estavn eucrl­ 
lo que o Papa Paulo VI hvla Ilendo do 
joelhos unte brigada vermellus pura 
perlr u Hbortução de eu nml[o, seques­ 
trdo dlu 16 rlt• março. /Ido Moro, (il 
1111011 de ldado, ex prlnrnlro Mlnlntro clu 
llàlla, por ont morto de verdade, pó9 
fi,1 dln.'i ai.- cnllvoiro "no curo,,rn do povo", 
o do vlirlou r11111ucloR de que eie tol'il.l si­ 
do usunsIndo pel briadus. O s­ 
nlnnto ocorreu nu mdrupuda do dln ) 
pp. Moro dolxou OAfH>~n ft quntro filhos 
11 todn a Itlin chora un morto. O 
crtnw dn11 brlgndue vermolhun devo pro­ 
vocar a mls dur e cutopórlena nondena­ 
clio do todo o mundo. Após ler no uotl­ 
dno nohrn o hoditrndo e teuobrouo na. 
!lllhlllnulo, e por um dever de oounciõn­ 
oln, do pul e do cristão, resolvi oecrovor 
oato urtigo. Não é mais poseívol flcnrmoe 
do 1,rnçoR eruz'ldos, em cima do muro 
(URlltHlo umn f'Xpresslo multo em voa), 
é ner.essárlo tomnrmo~ uma posição, 
11cel111rmoij o f11to lusoflarnflvel de quo os 
tnçõos vermelhos eatúo l'm mnrclm. Em 
cllreç!ío no mundo livre. Hoje atacam om 
pleno corncuo dn pátria do Catolicismo. 
Onde mora o Snnlo Pndre. De onde 
fluem ns ldélns e as orientações para o 
mundo crlst!lo. Ouçc, falur tnnlo em anis­ 
tia, em direitos humanoR, em llberdode 
total, em luta de classes, em reviso do 
processos de terrorlstns, P não ouço fa­ 
lar que o Cristo está chorando. O meigo 
Rabi chora 110 ver que o Anticristo estfl 
vencendo a batolhll pela posse do mundo. 
Elo usa técnicas sútls, voce podo uchnr 
que Isto "já era", que nlio existe Anti­ 
cristo, É um Jumentável engano. O mal 
existe para que o bem possa triunfer. 
Mns este trluoro exige luln. E umo. luta 
terrivel. Ela 110 paGEa no campo do 
p e n s a m e n t o e Aeus reflexos 
podem ser 1t1ntlctos a todo momento. Dia 
a dia sentimos o pulsar do cornç!io do 
mal. Vamos tirar os óculos cor de roa 
através dos quais ludo nos par"ce fdml• 
Iler, normal, e lançar realml'nte um O· 
!bar sobre o mundo que nos rodeia .. lá 
dlsl!e um filósofo que a realldnde é ena­ 
nnçii.o de nossos pensameotol!. O An!l­ 
crl■to atua em nosso mundo mental. Sua 
lt-onica é confundir. Ê dispersar. É tem­ 
po de todos os sere11 humanos reconhe­ 
rerem que o Anticristo Existe e Esté. A~ 
tuante no Mundo. Basta uma análise pu­ 
ra ver quem é o Anticristo. A primeira 
coisa que notemoR, é a perplex!dadti de 
nossa civilização, é uma angústia e um 
desespero que leva os homens a guerra 
a violência, a desunião, ao mal. O An­ 
ticrlsto 11fio é uma pessoa. Ninguém es. 
pera a vinda dl! Sat!10ás. Ou de um no. 
vo Hitler. O Antkrlsto é o materialismo 
bruto, é o comunismo ateu. O Anticristo 
&lo 01 tacoes em marcha. Os tacões 
vermelhos que estão na Europa, na Ásia, 
na América, nas pequenne llh11s, nas 
grandes e nas péquenas ,cidades. Está 
Vermelhos 
Mar e 
no clero. Na Iro]a Católica, Pro!estante, 
etá om toda us corvuçõe, na It­ 
J)l'CIIS!I, no Clnomn, no füporte. er1f1m, 
penetro ut'ltllmente om lodns 11;; carrrndan. 
em todns us alanos, e tua técnica ma· 
lor conslute em provur que não existe. 
Este ó o ou grande mérito. Na u or­ 
mu do munlfeBtni,:llo, deixa no lncrúdulo 
a corlt•za de que é umn kndu. Um 
graudo toólogo dlnso quu estamos viveu· 
do outra {guerra unta, ma quo esta 
uorru o procewssu nos domínlos do es­ 
plrlto. f1 a fguorra do htJm contra o mal. 
Num btalha, a primira cola quo fa­ 
zemos é o reeonheolmento do Inimigo. A· 
tualmentc quem é o Inimtgo da bumunldu• 
de? 
ultos respondero. silo as doon- 
9us, us desluldades sociais, o poder 
d11R multlnaulounls, etc, ele, mas qul!.o o 
engnnadoo se encontram. Todo 111111 tem a 
eua orlgi!m. Todo errv n sun cnu~a. Já 
frlsamoe que o Mal opora no campo do 
pensamento. Umn dns teorias divulgadas 
p&Jni; hlenog e demoniaous persouagemi 
do Kremllm, ê a de que" o comunismo 
vai uu11b1ir com as lnjustlqr.o soclnls, aca­ 
bar com a pobreza". Respondo com Ltn. 
coiro, "nllo njudnrás o assalariado se ar­ 
ruinares aquele que o pago. Não fortale­ 
cerás úS fracos 110 enfrnquecerts os for­ 
tfls. Nfio estlmulilrás a fraternidade hu­ 
muna se allmentnres o ódio de cla~se!'. 
No judurás os pobres se eJIUJinares os 
rlcuR. Nüo fortelecerás n dignidade e o 
ânimo se subtrnlrea uo homem n lolc!a­ 
t!va o 11 liberdade". O totalitarismo ver­ 
melho busca o domínio do. "Um dia a 
Snntu Rússia vai acordar". -Não melem­ 
bro do autor da frase, m11ll h!mbro-mo 
bem de que eru russo. O povo russo so­ 
fre. A nlme edh1va, remO.otica por nntu­ 
rezu, encontr11-se aprisionada 001.< porõe& 
dn Manelio Vermelha, mas um dia !le li· 
herltirá e seu brado serã terrlvel. No 
Bruil, coração do mundo e pátria do e­ 
vaugelho, os emissários de Sntanã11 ten­ 
tam, por todas as formas, truncar o pro­ 
cesso iniciado em 1964, visando o pro­ 
gresso da Nação e o bem estar do povo 
,em abdicar de 11eus principloo cristãos. 
Hoje o povo braall..-iro reconhece o pa­ 
pel histórico e crlr;tlio dos homem, que 
Ilzemm u Revolução de Março de 1964. AI• 
gumas eamadus d11 po;.'uJoção, diminuta, 
ainda teimam em reviver 06 dias negros 
de um paef>ado recente, maii ll06SB6 au­ 
toridades zelam pelas conquistas feitas 
at{l então. l'. preciso que expliquemos os 
ma.is jovens, qual o pnpel Real do comu­ 
nismo. Aos jovens das aseatas, deve­ 
mos mo&trar o mundo. Como ele é. Bas­ 
ta um olhar, pra ver as revoluções, o8 
atentudos, os assaltos, <JS assa1sinatc,s. 
Esta é a lilusfia vermelha. 
Este é o papel do Anticristo. Semear a 
morte, a idtsoórdlu, a luta de classes. A­ 
través do cristianismo, da democracia 
cristã, poderemos sanar as injusUças, e­ 
levar o nível de vida de nossa popula. 
ç!io. O que não devemos ê aceitar o jo­ 
go doe títeres do Kremlim e repre6en- 
a 
tantes do Poder Mnlio na Terra. São 
1los0fias em luta. Crsto conta com vo­ 
eê, AIda martela em meu e6rébro a fa­ 
e: " O Papa Paulo, de joelhos, pedindo 
« Iradas Vermelhas que libertaset 
Aldo Moro", A resposta foram onze tiros 
no peito do pal de famtia, no homem 
cujo n,al foi pertencer u Orm
1;cntCtcJ, rio 
homem que julgava colaborar para uru 
mundo melhor agido e pensando como 
urn crltão. Ele poderin Hei- il<:U 1~aL_ seu 
irmão. Ele fol morto pelos emissários 
dos que buscam dowlnur o mundo. As 
Brigadas são Iinanciadas pelos sovletl 
cos. Pelos tchecoll. Pololl cr;muniulas. Nu 
Afrlca svldudo11 cubanos rm1 taro e mor­ 
rem pela f1l0Rofi11 cor.:;unlstu. Crl,;to, uo 
templo, usou do rigor para expuls,u- os 
mercadores. Nossa época exige de cudu 
um u vlgllflncla, a partlclpacii''. a l~ta. 
Homens Livres de Todo o Mun,Jo, Uni• 
Vo11. Por Cristo. Em Cristo. 
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AF- p1·ovns serão realizados no dia 21/05/78 ás S:0Q horas nos 
locais: Colegio Estadual Candido Mariano à Rua Candido Mariano 
/n, e Centro Pedagógico de Aquidauana à Prnça Nossa Senhora 
da Conceição, 163 - em Aquidauana - MT 
Os candidatos deverão comparecer nos l6cals acima, no mí­ 
nimo meia hora antes da fixada, munido <A Cartão do Identifica­ 
ção, Documf'lnto de Identidade e caneta e ;ferográfica (tinta azul ou 
preta) não sendo p9rmitldo o uso de tintas de outras cores. 
Não haverá sob hipótese alguma, segunda chamada para a 
prova. 
O número de inscriç:io de caodiduto é aquele representado 
pelos _algarismos colocados no Cartão d> Identificação, da 5% à 9% 
pos1çao, exchudo!J os demais. Exemplo: 
10-00.00240.4 N de Incrição: 00240 
_O candidato que tenha extra via do o seu Cartão de Jdent!Il­ 
caç110 dever~ rl1rlg1r-se, imediatamente à Rua 7 de Setembro nQ 
940 em, Aqu1dauuna - MS, para informar-s3 do local (colégio) e 
que de, erá prestar prova. Nenhum candiduto poderá prestar prova 
fora do local de realização da mesma. 
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6rlJi1ro, p..!11 1111•1t·rirlndc e: r1J11ilil,rin, 11 ,in, cu11Jo, 
Aniversário 
a exibo portnta de une belavitee Can- 
1rilJ1.11ru:,1 f,::sr~r o ld 1 ,J,-, '-:.""'· .... Hl-l u íuur,, Cran• 
: ,if·, O,S ,.,.,. J..C.-!"(_"'i' eh ti • farias, lo tG,ores 
,Jp .Jr·Jo. Ctulf,r,n d > 1 ,, ( Jf1uo, juro r 1,u, iro, 
tigobrto V!qas, Pr±sra, Edmundo 
IJ, oito. O}supio do Amaral Cardinal, (Carlos , ,. 
t, Ao ,arihahdi da la Neto, Caa , , 
larmia Modera Manol Rodrigues de Mirsn- 
de 
(Pur A!v,,ro !':·reira, cn, ia,lo "º.Jl!'~ial) lli11 l_-11, •!•· 1 
Maio, dia do 'Trabalhador, o vizinho município 
dr. turr~col co111t>111CJruu o flUU tlllV~r,;úrio de ("• 
fll/lílripnçllu rulhica, O ncu11t.-·<·in1t:nto foi prt:sti­ 
•iu1l11 eu111 a prc,cuça do M.,J Jui✓. d11 Comníf'a 
~" llrl11 Vi81a, Or. U,vaf<lo 11,rnrnnzini; C111nond11n- 
lC do Ili.o HC, Cel Orlado Mentzingen; prefeito rle 
IJrlu Vtu, D, Huben de Castro Hiato; prefeito 
,lo A111011io João, Ad,io !Icrurle• Xuvier; prcsiden· 
1,. ,l,1 C1i111ura Municipal de Anlonin Jo:lu, Arnal­ 
,lu ,llnrqu,·s: vacn<lor Ely do Araújo U11rlrnsa; ,Ij. 
retora da Escola de I e II ru de Antonio Jolo; 
EDITAL. DE PRACA 
l) 
1 
jí o Doutor O11vuldo Ramanzlul, Juiz do 
Direito da Comarca de Hela Vista, Estu­ 
' do do Mato Grosso, nu forma dn lei, etc ... 
Faz saber a todos qu1H1tos o pre• 
sente Edital virem ou dele conhecimento 
tiverem. que no dia 14 de junlw de 1978 
As 8,00 horas, no átrio, do Forum desta 
cidade, o Sr. João Hilario Perera, Por­ 
teiro dos Auditórios, levará ó praça os 
bPns penhorados 110s nu.tos de Processo 
db Execução qmi Moder3to Cardoso mo­ 
ve contra Ger1Jldino Vieira de Almeida 
e, caso 11ão haja licitantes, dc.>sde já fi­ 
ca designado o día 04 de julho rle 1978, 
ós 8,00 horue para. a eventual segunda 
praça, sendo o seguinte o bem penhora­ 
do: Um:i onsa re&ldenclal, construida de 1 
material, edificada no lote urbano nº 29 
A da rua Santo Afonso, medindo dito lo­ 
te 15x30 metros, com frente para a Rua 
Santo Afonso; lado direito, com o lote 
, n 29, lado esquerdo, com 11. Rua da Re- 
~ pú,llca; e fundos, com o lote nº 4 da 
Ruu da República, devidamente transcri­ 
to no R.G.I. sob o n 20.075, lls. 50 do 
livro rk cujo Imóvel foi avaliudo pe­ 
la quantia de CrS 15.000,00 (quinze mil 
cruzeiros), valor por quanto será levado 
â praça para ser arrematado por quem 
maior lance der, acima da avallaçlio, 
sendo a venda feita á vista ou mediante 
fiador ldôneo pelo prazo de três dias. 
l'or intermédio do oresente edildl fica 
irJtlmado o executndo Geraldlno Vieira 
de Almeida da praça designada, caso o 
o mesmo niio seja ?ncontrado para ser 
intimado pessoalmente. E, para que não 
!le alegue Ignorância, foi determinada a 
expedição do presente edital que será 
publicado na forma da lei e afixado no 
lugar de coEitume. Dado e passado nesta 
cidade e Comarca de Helu Vista, Estado 
de Mato Grosso, aos vinte e sete dias do 
mês de abril do ano de mil novecentos 
e setenta e oito. Eu (Pedro Verglllo da 
l-iilva). Escrevente Juramentado, o datilo­ 
grafei e assino. 
Dr. Osvaldo Ramanzini 
Juiz do Direito 
CARACOL 
I
J r o f e• • n r u Gilea Lino, DeI e i: u ri n ,! o 
n-sino de Dela Vista membros do lJirt:IÓrÍO <l::i 
Arena de Caracol Foi aberta rnlcnidn•fi, p.-lo 
prefeito Oeamps e vereadores locais. )em1pos, 
na opnrtuuida<lt:.. folou a rcrpeitt, do dia tio Trn.. 
balhador, enaltecendo os anónimo construtores 
,fo l'ótrin, e os benefícios que u classe em ree 
bcrHlo ,,.,. "OVCrílOI tia Htruluçin. s~udou u povo 
de Carol 'e agradeceu a prevença das inúmeras 
autori,Jadt:ti. A eguir foi , ada tt p:1hlVTil no prc­ 
feilo ele Bela ViHa, Dr. C11,tro l:'iolo, CJIIP. eufo­ 
cou a nmizade que liga nas duas cirlude11 e dos 
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toa do Arroz, Dr. verso koMero Pro h, Hr 
doco, l «ritris Ma ar nhs. e a H, ne. 4 
diretors da J l B L..tf-1Í· tt.- ~".. 11 '! !C • i..,•ftt.t: • h 
de Arajo barbo e ., ft» a4 h ii o t ··" o .. 
rout agradecimento», +s r,u• t stnbu ra a pata a 
projeto do espore blaviotne e pela Mrlh unte 
tuado dos jogadores do eventa 
novos tempos qur a{irão em a diysio da t.. 
tala e a nomeado de llurr Amorim festa para 
t governo, de Mato Grosso do sul. Eu +«gula, 
o vereador Ely de Ar«ajo barba, ma breve a. 
lu: u~At', dj .... , .. 'jlJ•' • , adules do sono « ato­ 
rrs, s [soa« as iliur, .. , m , rt •t.,t'tfl, 
e m»trem turbem. 'Ganha imortal'as·de a 'J" 
contam com o tralalho de seus filhos" k;ou 
indn sobe o trabalho do prefeito triore do 
dinâmico atual prefeito Tadeu 0arpes terui 
11ou paruLrniz indo u povo cl,· Cira('ol prh, 11rd .. 
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rn,·iO~ lJl.',C rJ.1,. 1<111 J)(l­ 
l'll d(•111;vllri luR ~fio n. 
"pesquisa' e a 'ardena­ 
ção dos pensamentos". 
(Qundo nó» buscn­ 
JlllJ/; uma <lN"nnlnn<il 
coltrn e, u pebquit mo,, 
com 11finco, tt<Hlll 
me11ll' concenlra•rio ne• 
la () IPl'emo. aulolrltlliCli­ 
moal~ n "ordcnaçtl1, cios 
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11 Arnaldo Sussektnd. 
n estudo csli1 atua!mentu cm nlveI 
ml~ialerial da deolsli.o. A Infotmação Q 
da um dos lnlt!g-runtss da corol1.e.llo, o 
, 
1 
bservou que a Isenção do trabu­ 
ªªªcto~ qull ganha O mínimo da contrlbul­ 
' rtu do princípio de que sua ré, 
~~n~racão, por lei, Jncluslvc segundo a. 
Conntllulção, é o menor valor para lhe 
assegurar u sobrovivêncla. 
Dt: ucordo com tul ponto de vista, a 1- 
RE nçilo d0sta contrlbulçflo ao INPS não 
lllgnlft~o que ela ão sor recolhlda. O 
empregador pagaria, nuturalme~te: os J(J 
por cento de eontrlhuiçáo do INPS e nl!.o 
upeuas 05 8% corno é atualmente obri­ 
gado por lei. Em termos prátieoa, expli­ 
cou 
O téculco AID Jeglslaçuo 
O 
trabalhista, 
terínmos uma 11levnção de 8 no valor 
d(! remuneração partl aqueles quo ga­ 
nham apenuc o mínimo. 
I 
Para e~ttnr distorções no preceito legal 
determinaria n nova CLT no a :aenção 
pura e s!mplfs da contr1bu1cao prevl­ 
denciria, mas Inclusão para o empre­ 
gador do õnus que rept esenta para efei­ 
to de cálculo do mínimo. 
Dessa forma, finalizou, além do~ fáto. 
res existentes atualmente, vara efeito de 
cálculo do valor do salário mínimo, se­ 
ria Incluída tambGm na contribuição pre­ 
videnclária como Ull.l dos ecmponentes 
dn a valinçiio. 
Ingênuas Mudanças do INPS 
A mniorlu dos dirigentes elnd1ca1s d9 
Súo Paulo ainda não conhece a inten­ 
ção do govArnador de tirar o encargo 
de 8% a parte do trabalhador corre11- 
pondtuÍte ao pagamento do INPS, pura 
quom recebe um salário Igual ao miulmo. 
Joaquim AndrAde dos Santoe pre11l­ 
dento dos Metalúrgicos do Slio PauL, 
disso que "polo que ficou sabendo a ide­ 
la do governo é 11. mnis lngênua que Já 
viu". 
Ele núo acrE'dita que Isso venha. 11 O• 
correr, "porque as ompresas não vão 
permitir". 
Disse que a ldéla é muito láeil de ser 
burlada, "basta o empregador subir o 
salário do empregado de CrS 1.560,00, 
para CrS 1.580,0ü, e ai não exi6tirá mais 
trabalhador de i::nlárlo mínimo. 
Para o presidente do sinclioato dos 
Bancários, Franeisco Teixelra, o que o 
governo tem que fazer é aumentar o Bll• 
lá.rio mínimo, •·que s~gundc; o Dieese­ 
Departumento Inter-sindical de Estudo e 
Estatística Sóc!e-econômicos deveria sor 
de 4.233,37. 
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Desidratação 
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'e quantidade adequada,_e posivel 
de gordo com recomendação médica 
},Luvr cuidadosamente as nãos cot 
gua e ablo toda V<'Z que ror lidar coru 
11 
criança; 
,1. Nos diuG queutPs, colocar pouca 
roupu na criança; 
4 
1 
Remuneração 
A srtuaçilo do profo!">soru do no Pais, 
1achi~ive 110 D11itrito Federal, foi crillca­ 
dll pelo deputado Pedro Lueen11 (MDB-flN) 
1 que responsabilizou a baixa remunera- 
5- Jsvar e ferver cuidadosamente bi­ 
coi<, nrnmod 1m , zt.:. 
i- Muater a casa bem arejada, e limp: 
7 - Lesar regularmente a cri nç.,1 o 
<:r11tro de Saú1fr, 011 oo mérli(·o prirtlcu!nr. 
Se apesar da adoção destes cuida. 
dos a criança upresent.r sinais de desi­ 
drataça», tais como diarrélas, vomitas 
fehi-P, sede lnlenMl, hocu seca, fou1nnola 
ieprim:ida, etc., uspender imediatamente 
tudu a ulimenlaçüo, fornecendo à vontade 
água fervida o eb:is frncoG. 
do Magistério 
çio do magistério, em alguns casos ga­ 
nbundo monos que um !iperái-io sem t•i,· 
peclallzação, peln queda constante du 
quulhlade do enBll10. 
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di .gem ou ,,, torm m rinat, o depu­ 
tdo Antonio Hr«olin M3 Hs) re /pen 
sabiltvou o Governo plo gravnt nts 
üo prollem, et que r,, ,: ,1 li lt 1 •1u, 
perita o aceso do menor à fonte de 
trabalho. percebendo 6, do slirto 
mfoimu. 
MATO GROSSO 
DO SUL 
O deputado Valdomtro Gonçalves (,. 
rena) l!0ltcitou u l11.~tal, çilu chi uma Uf!Ôn­ 
cia do Bauco <lo Hruf'il no município dr, 
lvinhema. O pu:-lnment1n, cm outro pro­ 
nunciamento. unur:cíou que o mi11iii!ro 
AlytiOOII Paulirielll vidilará as colôoius n­ 
gricoln!l do guúcho~. cnturint,us.,, • e µu. 
ranaonsl:'s, JoculJzadc,fl no mutteipio de 
Cussilúndlu. 
Mato 
do 
Grosso 
Norte 
O deputado Nunes Roch,, (Arena) de­ 
fendl:'u u prefeito de Arlpuunil, 8eb .. 1stíão 
-'n ' '»+sH vau rsooos o+o 
lhe fo!'am feitas pPlo d•!pu1ac10 ,J(~l'<inimo 
Santana (MDB-RO) ao toeunll1 ú sua in­ 
capacidade admiofsl!'aliva, considerando­ 
o um bome:m íntegro. 
de 
Rotary 
expulsa 
Mulh r s 
Tóquio • , li! 1l11, ,u- 
. ('.o nu.11 tlé• Hohr, ln- 
1 •rntili!H• 1 ,1i-, 111111 • , 
pul.,,,r, PM t.w:o c-,rnttcl 
vo!o, a representacAo 
u eid de de L rte (Cu­ 
lifúrnh) d orgaizaç.o . 
.  filillliílli, o cl ) Llllllhtrl'll 
no quadro de soei .dos 
do ltotüt') C!uh 1111 t)u:tr· 
lL' l'ol a c•.rn•.1 cln l'<PWI· 
8[ o. 
Os rol.1Hl::1110:1 (l xrlir&­ 
rnm quu o ,,, rntnto du 
!l~llO!:IIIÇi'io Ul1() pr,w, ri 
p:11·tlc1pa<: O ([,, mulho­ 
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Ç:'lmnra 
Na última seio da Câmara Mu­ 
nlr:lprll do l!el11 YJn!a, o vereador Car-los 
Couturlflo rll~Fe (JU<' ''a1ulgrw ó da pol'lu 
parn fot·a [uu C/lmara), aqui dou!ro nüu 
tetos ml!os", Centurião é o "represn­ 
lu11!0" (ale) do í'!guelró na i:ldn!le, e pa­ 
ra multox, já 'serviu'' uiiclent·mente a 
polltlcl hical e dt!vt•rla p(1odurar uo chu­ 
telr;!1l. Pt•,rn ole, r,egundo HUaõ palavn111, 
"nlnguem é amigo du nlnguem na Ctl· 
mara l1unlclpal". Purn uói,;, d1!ve illlJH)· 
rar UI.li clima de rcspolto P llC cornp1•npu. 
si0 entre o vereudores. } respeito mnl­ 
or devo e dedlear à imprensnu, porta 
voz d comnunldade e fator do inter:ção. 
@ O 
IWTARY 
Dia 7 de ,Julho tomr,rá po~He o 
novo lll'l'Rllhrnt~ do Hota1-,r Clube de Be­ 
lu V!Hlt, üarlhaldl d,1 Ro~a. iaubstltt,lndo 
u Ed111trdo Ocarlz. O Hotur·v loc,iJ t·slú 
HO dusdobraurlo cm rcg,;Jarizur a Hilua­ 
çfo do llo.;pital. Dois e!Prlll,ntori estüo 
ernprllende11d11 unrn bl'la campanha, vi­ 
~an<lo arrccudiu- fundos para u pintura 
do prédio e lmplunlaçfio de um:1 furn;a­ 
clu. falamos no Tenente Sr,usa Neto o 
no bancfll'lo Ilclnuldo izovedo, que e!l• 
tão vivendo u filosofia de Paul Hurris: 
St>rvlr. É digno de elogios o 11'11balho de, 
senvolvldo por Souza Neto e Helualdo e 
n:erece u upoio du comunldud~ bela vis­ 
tense. COLABOREM. .. 
0000 
SANTANA 
O popular gerente do BilADESCO 
culivou a sochidode local pelos seus rto­ 
tes de prollcuo conl.Jl!cedor du economia 
local. Suntuna nem rnmpre diz sim mas 
sabe como dizer nüo. lt!oO num gerente 
de bi.nco é multo importante. Saber di­ 
zer não. Por fulur em Brndesco, o caci· 
que du Or·gunlzuçüo, L11udo Natel, ó o 
governador nomeado parn o Estado de 
Süo Paulo. 
0000 
UM BREVE COMENTÁRIO 
O candidato a deputado a Assem• 
bléia Constituinte, Carlos Edy Sá de Me­ 
deiros (do MDB), está recebendo apoio 
de todo o Sudoeste. O Diretório de Bo­ 
nito confirmou este apoio em carta en­ 
dereçada ao Carlinhoi,, o os municipioi, 
de Caracol, Gula Lopes ( onde o prefeito 
Alexandre Abrão não rtaltza uma boa 
administração), Porto Murtinho, Ni•>aque 
Jardim e Maraeaju estão com Carlinhos. 
Em Campo üraade, onde o c11ndidato é 
membl'IJ do Diretório Regional, já se 
comenta. que terá exprt.-ssíva votação. 
Em Jardim, tudo indica que o povo a­ 
poiará em massa o µopular Curlfnllos. 
Já na cid11de de Bela Vista (a nossa 
querida Prlnceim do Apa) com o apoio 
do Diretório da Arena ao presidente da 
. .ssen.bléla P,rnlo Saldat1hu, a situação 
está ficando favorável ao candid&to e­ 
medebista. São 0:1 subterrâneos da polí­ 
tica. 
LO 
QUERMESSE 
Nos dias à {l t! e também 
grandioso Bingo Não pcr.:aru 
até a próxima 
B()nlto, 01 de mnlo ele 
HJ7H. 
limo. 1;1·. Cu!'lo>l EiJy 
5 de Medeiros, dr. 
Cumpu Grnüdo • N/E 
P'rezado Companheiro. 
tom ti+fação, comu­ 
ult:amo,· IJUO ,, l)il','IÔriO 
Munil:ipul eRli➔vo reuni· 
do 110 último diu 3), 
noite, com u lirwlidack 
ex peeillea de escolher o 
n::mea 11 i-erern apoiudOH 
na Convenção Estadua 1 
de nosso Partldú e, con- 
6C'que11temento, n:u.i c­ 
lelçõei; de IG de novem­ 
bro. 
Por aclamaçiio, o Di­ 
retório l
1lunlcipnl houve 
por bem dclerniinar (, 
apoio dos emetlr;bistns 
de Bonito uos nollleli dos 
compunhelruR Valter ele 
Castro, para u Câmara 
Fetleral, t o de V. S 
para u Assemblóia Comi­ 
tituinte. 
Sem multi para o mo­ 
mento, no aguardo d.e u- 
11111 breve visita dos com­ 
panheiro~. ~ubscrevemo­ 
nos. 
A tonclosumente. 
Archlmin!o P. da Silva 
P1·esldentc 
tados à bomba em 
Ministério da Agricultura ,ria 
N
odonol de Colonlzoç5o e RcrformoG Agror • 
1 1 d 
M.olo ro-s:> 
e . r-'~n~ '"ria Í<<." ono 	- 
.o.::, <>-· ._,.e;.,. "' d li il •CJO 
Comls.õo PC'rrr,ouer.f<J o e e, 
O lnslit11lo Nn"iorwl de Colonlzncfto e 
Heformu ,':nória - l:'CfU,. ilf·,ivé riu 
Comissão Permanente de Licitação, d"- , 
siznala pela Orlem de Serviço INCRA ! 
CR-I3/n" 002/77 de 7 de Janeiro de 1377,' 
torna o Público, purn conltudmr!nlo ?.ºs 
Proi'if'sion,iís Autüootnofl no ramo de I ,>­ 
p0grafia, que durante o período de Gil 
(sessenta) dia, a partir da data de pu­ 
blieação deste, estará recebendo na Se. 
clr: du Cool'ílt•n:iduria e na do,; ProJelnf 
Fundl:'lríos da sua Jurí~tJlçt1o a documcu­ 
tução nece,só1·l,, para Yins de crl'doicln­ 
monto para execução de Serviços de De ­ 
murc11çtio d•1 Jolc!R de !erros de dominio 
cio Incra, da União ou de p,uticulare_s 
iuter2s1rndos em proces,,os de regula rt· 
1.açã1, Funrfiúrla junto 110 I, Cl1,. 
Assim sendo, a partir do prazo estipu­ 
lado pura o Credencl111n~n!o. não ronls 
serão acrito,; trnbalhoR t,,po~r{J!ico11 dP 
prol'b,siouais 11110 cred<'nciados pelo IN· 
CRJ em processo <Je qualquer Itotureza. 
DO CREDENCIA)1ENTO 
FIO ALEGRE , 
1 
Porto Alc::re - A polícia 
. federal nindu nüo tem pistas 
obre os atentados à bomba 
contrn o diretor ela Si,lcrúrgi­ 
CJ Hiogrnndcnsc. , polícia es • 
clnrcce apenas que as rluas 
bombas, uma jogada na Side· 
rúr~icn Hiogrunctensc e outra 
na casa de se diretor, tem ll!l 
mesmas características, O em­ 
presàrio Kurt Johnnn Peter 
voltou a ua rotira de traba- 
11,., nn Sidcrúq:ica, duas ho­ 
ras dcpoi, do atentado. E de,­ 
dc então, ·do seus ases­ 
sores, deixou o <o na mãos 
da policia. Seu ; bo, Jorge 
• Johann Pcter, ex-diretor ,lo 
Grupo Gerdau, que tnmbém 
recebeu atnraçns, voltou igual• j 
tncute n ~ua rotina de traha!hu. 
Quem ntudou ·s'!n programa~ 
ctn co,uequêncfn do ntcn1ado, 
foi o Ministro Chefe do SNI. 
O General Figueiredo, esteve 
na pollciu federal ,luruntc a 
tarde, pura saber do undamcn• 
to ,las inveuig:ações. 
Ot> profissioaais autónomos inte:-e•sa­ 
dos em obter o seu cadastramento junto 
ao WCRA, deverão envinr rrquerímento 
dirigido !!O Presidente da Comissão de 
LicituçãJ. acornpanlrndo da seguinte Da­ 
cumentoção: 
a) Fotocópia üutenticada da Carteira 
de Jdeutidade: 
b) Fo!ocópia nutenticada de prova de 
quitação com as obrigações eleitorniB; 
c) Fotocópia iiutentlcada de prnvt1 de 
quitação com o .~rviço militar; 
d) fotocópia do cartão de Identifica­ 
ção de contribuintes C[C; 
e) Atestado de Residênci&; 
f) Atestado de idoneidade financeira 
iornecido por e,;tabelecimento Lanchrio 
g) certidão negativa ctos cartórios de 
protestos de títulos <>nele tenha dom1cilio; 
 
Di.-,c o principc dos poetB castelhanos 
que se o honrem é um mundo abreviado, a mulher 
é o céu deste mundo. 
Dc•cmo, ncrc,centar • e u mãe é o mi 
dcs:tt' cCu. 
Como sol, ela é luz, calor fecunili,hclc, como 
sol. ilumina, aquece, nlc~ru. mflvt:, nlentn, cx-pan<le 
ucarkia seduz, fascina, atrai: 
O qúe é o rnl perante os a,tr1,s • é a 
m:le perante os po,·os • o ponto central da ,,id,, a 
fonte da familia, n cha,·e da rncicdade. 
Coopcrudúra da pro'iilencis "complcmen­ 
l.:l do hurucm. a mãt" ~~ra. nutre, educa. dá fonna 
brilho e esmalte, ú existencia; é n autora muru,'i­ 
lhosa e n de,trn escultora dos sêrcs. 
Não houve ainda, e não haverá jamais, 
criatura mni; adoráv-:1 do que dn é. 
Que coração mais terno, que amor mais 
pulcro que minisrério maia perfeito do que o 
tnini:Hério. o o.mor, o coração, de ,nàe'? 
1
) Certido e;ativa dos cartórios ds 
@;4tribugio dos feitos criminais dos locais 
l 
,
1
•
1110 1
,..
11 
(•!1im;:;, ~, (e11.11:n) nno-· 
onde re! " ", p 'REA! 
i) Fotocópia unt«cada do !""·'_"9 
4 respeetivu rezão onde o servi. 
V1I hl ;o .., 
ço será re li7.GÚ0, . 
j} Fotocópia de quitação da anuidade 
do CREAA. , tufe, 
'} Certidão do CREAA, Cn ficanao que 
não tem processe adnyisttativo e que 
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JlúO e •" 	• ·~ · li· · J 
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Pres. Co:nii.-são Permaui:mte r.ie Licilac;iio 
Onde despnnta um sorrir que seja ligeira· 1 
mente comprável ao clocc Forrir ti! uma boa mãe'! 
U ndc uru oh,ar que FC parcç.a .rn seu olbar? o ode / 
um su1-piro conH> e8"t: f-U'-piro rnarcrnu que é co· 
rno utu eut.1,iro da alma que EÓ pode u:-~ernelh:ir- 1 
se a vóz do, Espirit.os. 
Onde um c:into i .. ,rnJ a c,,e canto rncluncólico 
plangentíssimo, cuja- notas caem sobre o berço co- 
mo gnta, ele luz, como lágrimas de fogo quando , 
a mãe embala e arrulha seu filho? 
Que verbo msis eloquente. que eloquencia mais 
!'uàhmc, que nblimidade mais angélica que a 
>U'l, quando fota de Deus. do homem. do mundo. 
do Ceú .- da terra, da morte, ., ria imurtaljdade, 
das eternas esperanças e de infinitos Amores? 
Que heijo com:,,,. sc:u, beijos! que abraç,u como 
cus abraços! Que afago como seus afagos'! 
. Que dc,'eb co:no seus dc:svclo;'! Que abnega· 
çao como as FU3~ obnegaçõe,;'? 
Que c:n;iuo, que alimento, como ;eus 1.dirnen· 
tos e ensinos'! 
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Rua Amambai com Bela Vista 
Antonio João 
Mato Grosso do Sul 
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